você vai viajando na cidade é quase um filme você vai acompanhando é toda essa movimentação da cidade o caos da cidade as belezas da cidade o abandono as coisas modernas né o choque entre o moderno eo antigo a rua é um grande estúdio natural por fotógrafos [Música] a renner water país e não aí está a avançar a bola na frente e foi comendo session enrolada oi está falando há dias obra vai com renda vendo a zona determinada coisa vai organizar toda vez que eu pego a câmera o que eu saio de casa é eu busco
aquela coisa mais simples assim uma coisa do dia a dia correria todo mundo passa batido e eu por algum motivo que me chamou a atenção e me fez registrar e às vezes mostrando essa imagem depois eu percebo o quão importante é essa coisa que ninguém dá bola é interessante para as outras pessoas e se invisível comum é o que me atrai no click assim de querer mostrar também a procura diária na rua [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] poesia da vida cotidiana os caminhos do transporte público à moradia lazer registro da curiosidade dos fotógrafos sobre as particularidades
da vida de cada cidade um olhar artístico além do estereótipo da mídia olhar acaba capturando uma alma em todos os sentidos da cidade ambos quem na verdade retratar o rio buscar um ângulo novo do rio é uma cidade extremamente fotografada mas busquei um lado diferente um ângulo do passageiro esse trabalho é um trabalho mais despojado eu não pensava muito eu ia viajando e fotografando foi quase um refresco assim às várias luzes né é um avc o próprio engarrafamento fica meio plástico moro em bonsucesso trabalho no botafogo que é tão distante mas o engarrafamento às vezes
leva duas horas 19 e 20 eu ficava nu na viagem pensando olhando a paisagem e comecei a fotografar com um celular e aí depois eu pegava essa imagem juntando ajudando e criando panorâmico e montando paisagem o primeiro trabalho que eu fiz onde estava retratando a minha vida né eu comecei a fazer que o ônibus era uma maneira de conhecer a cidade e ele possui uma paisagem diferente a paisagem diferente da das mas a gente quer apostar com as grandes eventos com a cidade toda com obras nesta unidos então também foi uma maneira também de documentar
essa mudança da cidade o ônibus levava não saber onde iria mudar o itinerário entrei para o circuito de rodeio foi contemplado com esse trabalho que é documentado no meu dia a dia dentro do ônibus eu tenho um olhar muito nesse campo uma coisa mais é mais ligado à história da cidade eu vejo o seguinte o rio de janeiro tem uma história muito grande e para qualquer lado você olha você sempre tem um prédio um monumento uma praça um algo que se acontecer pesquisa uma pesquisa básica assim você vê que tem uma larga história tão grande
quanto a do brasil [Música] o que me chama atenção o primeiro netbook é é a imagem a foto é que eu vejo o primeiro a imagem foi bonita muito linda cidade na cidade é muito bonita né um fator lucent é um paraíso né é o a quem trabalha com imagens da cidade aqui é fantástico eu sou muito interessado na questão ecológica na questão da preservação da natureza a biofach que a gente ainda vive em contato com uma certa natureza e une o oposto na a destruição dessa natureza a urbanidade criando cause e como é que
a gente lida com isso fotografei mais de 70 casas são paulo sempre do interior pra fora aí eu fui entrando em casa em casa em casa e make juntando artificialmente todos os cartolas como se olhasse o skyline de são paulo de dentro para fora você enquanto fotógrafo você pode emergir a lino no seu conceito dentro das coisas que você já tem em mente o que você já viu de referência do que você já sabe do que você conhece por imagético e do que você está lá na hora para interagir porque tudo é uma surpresa pode
ser que nada aconteça de acordo com que você está planejando normalmente um documental na rua e tal muitas vezes apesar da pesquisa que ela tem que ser ferrenha para poderem acontecer as coisas que espera mas muita coisa pode acontecer tudo que for viajar inclusive nada é nesse processo que eu falo que quer legal é um processo agressivo que você encontra minha solidão ali é o meu tempo de ler as coisas de ver as pessoas da maneira como como elas são de capital um pouco da essência da alma das pessoas assim de como elas se colocam
para fora ali naquele mundo dentro daquele meu quadradinho ali né as pessoas de recife somente quando anoitece a elas são ela elas têm uma amplia muito entre si canelas o recifense naturalmente ele é cansado ele está abatido porque demora duas horas para chegar no trabalho e não com grande humor duas horas para voltar então acho que a rua do recife é é uma nostálgica passada sabe e eu vejo muito isso me incomoda é quando me incomoda a primeira coisa que faço é clicar fico muito dos meus deslocamentos de metrô sempre ficamos dentro ao longo da
rua mesmo método e nos olhos transporte que uso bastante eu me recuso a ter carro mas eu acho que é acho que é isso assim a andar por recife quando você passa a entender a cidade acinte anos em parte dela entender essa alma dela nem do panela de pressão mas o cruzeiro sempre abafado quente né fervendo mas está preso a fotografia na verdade foi o veículo libertador da minha infância burguesa entendeu então usar a fotografia como caminho para eu visitar conhecer coisas aprender coisas na rua que eu não tive de casa imediatamente quando comecei a
fotografar e foi pra rua entendeu mesmo sem nunca ter ido sem ter uma experiência de ruas em vinho assim de uma de uma trajetória que algumas crianças têm é que o brinco demais na rua fazem eu brinquei muito mas só quem é eu brincava na rua né é a fotografia foi realmente esse elemento libertador a fotografia era muito ligado ao real as pessoas muitas vezes consideram a fotografia banal em 2005 eu estava em londres eu fiquei impressionado com a quantidade de câmeras de segurança que tinha lá e fiz um projeto que ela andava da minha
casa até uma instituição de arte fotografando todas as câmeras de segurança estão no caminho eu os fotografe a qualidade dele com esses temas porque é o que eu sei fazer o papel do artista exatamente esse a gente olha coisas na sociedade usa a mídia que a gente sabe usar para tentar decodificá trazer para a superfície colocar questões que a gente considera relevantes para a sociedade ah eu sempre gostei de conversar com as pessoas na rua e eu gosto dessa coisa que a fotografia pode levar para a fantasia às vezes então a cor está muito ligado
a isso às vezes na beleza eu sempre gostei de andar na rua e três crianças conversar com as pessoas na rua então eu acho que é muito nessa ideologia de gostar de dar um rolê simplesmente sem muita pretensão que você vai fazer [Música] meu pai é mecânico então eu crescia ele falando pra mim o la paz cidade contra a peça filha então tinha essa noção desde criança que lá era a cidade o bairro que eu morava era uma outra cidade depois eu fui entender que era só o jeito dele dizer que aquele era o centro
da cidade porque levei do interior entre chamada de cidade mas eu cresci com essa imagem do centro na minha cabeça e não sinto sempre caminhando procurando pessoas também sabe que o movimento tenha acontecido no centro de ocupação de espaços públicos é esta [Música] eu acredito que a fotografia um registro por mais banal que seja às vezes a pessoa não sabe o poder de uma imagem então assim pra mim tudo uma fachada de casa uma pichação grafite novo na rua é uma transformação que a votação frente do mundo está sofrendo em tênis uma roupa que a
pessoa veste já é uma transformação e é envolve novamente meu meu gosto pela rua eu consigo saber da moda do que tá acontecendo política tudo numa um lugar aberto que a rua então isso pra mim é bem bem interessante de registrar 100 min domingo eu gosto de documentação da cidade do brasil a lei ao brasil sair da mídia presente do brasil ou a mãe de forçosamente copa brasil off road to ruin tem um trabalho que chama vertigem que foi uma série de fotografias que eu fiz na rio branco são montagens fotográficas eu eu eu fotografava
rio branco como é com a câmera assim a pino e depois eu fotografava os passantes os pedestres na altura do do rosto então a vertigem também passava por esse estranhamento de como fotografar a rua hoje em dia tem ali na nas entrelinhas uma potência política é grande também não tinha essa idéia de que esse entorno além da perimetral era uma cidade esquecida então eu fotografava já com esse olhar de um arqueólogo que estava buscando é pistas de que essa cidade é tão tinha material já consistente quando anunciaram que a perimetral e abaixo e aí ganhou
e se for possível é uma marca que elogia de futura juninas arte grafita cidade e dá uma nova versão o que antes era só concreto muros e paredes dialogam com os habitantes o que antes era considerado poluição é agora a rua é muito interessante porque você não faz nada nesse espaço coletivo tem interação então assim não só numa etapa fotográfica que seria entre aspas mais documental né seria uma etapa de registro não é só nessa etapa que o outro fascina ao altar presente né todas as etapas quando você desenvolve qualquer coisa na rua todas as
etapas envolvem interação desde de um pedido de permissão de um com licença num lugar que não é o seu lugar se entende mas quer de todo mundo até nome durante o processo de pintura de qualquer coisa as pessoas elas sentem à vontade para dizer porque não faz outra coisa porque não sei o que é muito bonito não gostei as pessoas de fato ela se como um espaço coletivo é muito comum você se deparar com as mais diversas opiniões sabe com as mais improváveis interações então acho que a rua la de verdade permite um tanto de
troca que não tá só o nome da fotografia e de ter aquele personagem do estado né desenvolvendo um papel como se fosse assim dentro do teu teatro né há um grande um grande palco sabe uma frança [Música] osnilda faz ensaio da banda u2 bateu na barreira uai uai boy from oz [Música] nela a bicampeã em ibiaçá que deu em arte e marcelo hall em londres ao terminar na faca que deus olhe que não é fome até hoje é um dos alvos foi o maior swell em newark fácil nem eu considero que o registro a intervenções
artísticas em espaço público não importa técnica é pode ser extensa moralismo grafite e pichação é intervenção artística e quando eu faço falo espaço público não importa se na galeria museu na rua é um espaço público [Música] mas só com o time sai da favela em são paulo o boy só de mim marta rio dias depois o site da receita satchidanandan tinha foco não é o rap do bec e ninguém é bem dentro e rosa por ficar em repouso mas aprendi nessa fitinha eu vi o meu ser lanterna kess e sim as víamos da guiné e
se fosse com ele ou ele deu informalmente foram as únicas duas mandau wii a rua é o grande campo de guerra hoje a gente sabe o quanto a gente apanha dessa mídia corporativa que é a mídia golpista eu não posso ficar em casa com preguiça de tv a cabo seja lá o que for sabendo que a história está sendo contada adriano ferreira rodrigues está aqui pra fazer uma fotografia que tem uma um posicionamento político o posicionamento ideológico e sabe de que lado está [Música] esse território a gestão esse espaço essa área seja lá o conceito
usado um jogaço de umas ofensa de um índio só porque a laje para o favelado é um espaço de resistência ea loja é isso que ela age nos pais construir em baixo tiraram do barraco agora virou venaria uma laje eu cresci vou casar não tem condições nenhuma de sair da favela onde eu vou morar a loja isso então além dela tem uma possibilidade de um novo lá ela também os machos de lazer lage hoje tá na moda o time quantos segredos as paredes destruídas levaram quantos momentos de amor dor alegria e tristeza a demolição de
casas atacou quem sabe uma simples curva teria evitado a deficiência de uma comunidade e impedido que o processo civilizatório se construísse sem nenhuma urbanidade as fotografias que vemos aqui registram a mecânica predatória da transformação urbana no que o estado não consegue é cumprir a questão da habitação para todos e todas abelardo resolve a vila olímpica eles querem tomar hoje de vittorio serra só aquela parte dele porque de possível construção não existe aquilo ali assistindo a mãe então o pobre foi ali foi a terrana aquilo ali foi possibilitando construir o prédio ali eram algo que não
existia era um sonho não é um crime ambiental existe essa mentalidade tem pouco tempo nós ficaremos na folha e forjando um espaço e uma comunidade e agora a prefeitura e governo porque diz que aquilo ali não pertence a eles meu primeiro contato com um com as remoções foi na providência em 2009 e vice em várias casas marcadas e um sabia o que era e pergunta formulada de maneira que não sabiam por que por coincidência era num sábado na sexta feira à noite quando os moradores chegaram casa vira as cartas marcadas e eu fui acompanhando essa
história mesmo na região portuária essa história da luta deles privada de aí fui acompanhando como desprenderam se organizar como conseguiu resistir ao todo um processo depois você vê que é o mesmo processo acontece em todas as comunidades primeiro a chegar o estado intimidando é por falta de informação criminalizando com a desculpa de melhorias urbanísticas ou de construção de equipamentos públicos mas começa toda uma reconfiguração pra colocar os moradores para longe da zona oeste geralmente é dor das pessoas têm suas casas derrubadas desespero essa experiência se do óleo da bandeira maracanã foi bem interessante pensei que
era uma história incrível não é primeiro esse prédio totalmente abandonado com plantas e raízes que invadindo totalmente os ambientes de obter algo surreal acho que nenhum nenhum diretor de cinema podia é imaginar uma cenografia se tão linda tão visualmente impactante e então pra mim foi um momento sinceramente bacana isso me animou ainda mais a ficar estar aqui porque realmente tem tantas coisas para fotografar para contar eu acho que a fotografia ela ela ainda é muito mais forte eu eu tenho esse sentimento pode ser um sentimento é por amor à minha profissão eu nunca me imaginei
o repórter cinematográfico eu sempre me vi um repórter fotográfico só que é e se esse mecanismo hoje permite que eu coloque a minha foto movimento então isso me fascinou acho que é um avanço enorme você terá a possibilidade de pôr em movimento que existem momentos que você tá que você não tem uma fotografia nessa etapa lo no lugar que você não pode avançar se tratando de uma questão policial por exemplo você não tem como avançar mas você tem aquele momento de tensão ali quando na fotografia você vai mostrar alguns militares somente parados ali esperando para
poder avançar no terreno e você pode por aquilo em vídeo e você vai transmitir aquilo ali naquele momento aquela tensão então isso eu vejo como um avanço acho que o momento político a gente vive no país hoje não tem como não você não assumir uma postura nenhum lado [Música] essa imparcialidade que se fala tanto né no jornalismo não existe né ninguém parcial todo mundo né tem um lado da história seja de um ou de outro não está vendo agora esse processo de remoção e da resistência de moradores que a gente tem que assumir um lado
a senhora não tem como ficar imparcial entendeu o que estava vendo hoje a violação de direito entendeu então a gente tem que assumir seja um outro a gente tem que assumir um lado o indivíduo tem que assumir sua posição política da da história [Música]