Olá turma Hoje vamos falar sobre a classificação das desares então a gente falou da neurofisiologia da linguagem e hoje a gente vai focar na neurofisiologia da fala principalmente no que diz respeito à classificação do disartrias a gente precisa eh a gente precisa diferenciar sempr linguagem de fala fala é produção linguagem é elaboração não é então a gente vai Começar falando da fala e lembrando que quando a gente se refere a producção de fala nós nos referimos a cinco bases motor de fala Quais são as cinco bases motoras de fala que nós temos né articulação fonação
ressonância respiração e przód certo então quando a gente pensa numa disartria é uma alteração neurológica de fala que Acontece devido uma lesão neurológica e que vai ter as suas bases motoras de fala comprometidas então Vivi eh pode ser uma disartria só com problema de articulação Não não pode ser só um problema de articulação não é não pode ser só um problema então Eh são as suas bases motoras alteradas o que vocês podem encontrar é um aspecto das bases motoras mais prejudicado que o outro é muito frequente a gente ter por exemplo a Fonação mais alterada
por isso a gente ouve muito falar em disartrofonia que foi um dos termos propostos também para disartria ao longo do tempo não é antes se pensava em disartria só como um problema articular então foi sempre atribuído muito à articulação mas observa que a gente tem um problema na articulação a gente também tem um problema na modulação na ressonância no ritmo de fala no controle fono respiratório Então são um conjunto De coisas né e as alterações neurológicas de sistema nervoso central e sistema nervoso periférico afetam os órgãos fonoarticulatórios a musculatura esquelética os nervos que controlam e
produzem a fala certo então a partir disso que a gente vai estudar então as disartrias referem Exatamente é isso é comprometimento da sincronia das cinco bases motoras que compõe a fala tá então vocês não esqueçam nunca mais isso até porque isso É sempre uma questão recorrente de concursos públicos então fiquem ligados nisso ah e também é super importante vocês grav varem isso não só porque são as bases motores de fala não é para vocês entenderem mas porque vocês vão a partir daí observarem as bases motoras avaliarem e montarem o plano de tratamento de vocês em
cima dessas bases motores de fala então vocês não vão ficar presos só na questão articulatória ou na questão Fonatória vocês vão V lembrar que a sincronia dessas cinco bases motoras que compõem a fala é que vão permitir uma melhor coordenação uma boa entendidade de fala então vocês vão fazer uma avaliação específica em que você Verifique a respiração a fonação a articulação a ressonância a prosódia e quando for fazer o seu treinamento né terapêutico você tamb também vai e elaborar baseado nisso tá então eh a gente vai admitir sempre que para Ser uma disartria tem que
ter uma lesão gente tem que ter uma lesão no sistema nervoso central ou periférico Ah não tem lesão não é disartria não tem doença neurológica não é disartria certo vamos rever algumas coisas aqui de funções de fala que são super importantes né isso aqui tá na nossa aula de neuroanatomia vocês podem rever lá também depois não é então só para vocês verem os nervos que estão envolvidos Então vamos lá quinto par Craniano quinto par craniano tá relacionado com o quê com abertura fechamento lateralização de mandíbula certo então importantíssimo para os mos da mastigação mas não
é só para mastigação né para abrir e fechar a boca durante a fala não é sensibilidade de Face de cavidade oral que é super importante paraa percepção intraoral pra gente ter noção intraoral dos pontos articulatórios adequados né além do quinto par craniano fazer o quê A inervação do tensor do vé palatino que contribui o quê paraa ressonância certo e sétimo par craniano ele vai fazer a inervação da mímica facial então todos os músculos né os articuladores da fala Além disso ele nerva musculatura suprida né que é importantíssimo para a elevação larin pro deslocamento larino que
participa na fala a gente pensa À vezes sempre na musculatura superior a gente fica pensando muito na decl na decl na deção mas a gente tem Que pensar nesses nervos também né na musculatura sria também nas suas funções de F tá elevação da faringe nono par craniano ele participa também né além disso a gente vai ter 10 par e o 11 primiro par que é quem nervo vago nervo acessório eles vão fazer inervação do vé né do V do do da musculatura Vel faringe ou seja palato mole e e faringe que vão ser importantíssimos pra
ressonância e eles vão juntos por anastomose e a Gente não pode esquecer obviamente que o nervo vago Ele vai enervar todos os músculos da laringe não é então ele vai emitir os seus dois nervos né o nervo baringo né o recorrente e e o não ocorrente e ele vai enervar todos os músculos da larin e a gente ainda tem o 12 par craniano que vai ser responsável pela motricidade de língua então lembra as funções de pala elas vão ter envolvidas quem ponte que vai est saindo da ponte o quinto par craniano o sétimo Par craniano
o bulbo que vai est saindo o nono 111º e o 12º par craniano e na sua Periferia nós vamos ter esses nervos e os seus músculos correspondentes Tá ok além da Periferia que nós acabamos de conversar aqui vamos ver que estruturas que vão estar relacionadas com produção de fala no sistema nervoso né sistema nervoso central então a gente já falou aqui do tronco cerebral de Ponte bubo dos seus núcleos de ponte bubo não é mas a gente tem o que mais que vai est Envolvido aí então a gente tem cerebelo que a gente sabe que
cerebelo tem um cont da motricidade involuntária inconsciente controle de tonos né porque quando a gente tem um comprometimento do CBO a gente perde tonos à mesma hora por isso que uma dizar taxa a gente tem a fala do bêbado né então a gente vai ter núcleos da base Que vão ser importantíssimos para planejamento motor nós vamos ter as áreas não é motoras áreas sensitivas áreas de planejamento motor então vindo daqui de cima para baixo não é porque a gente sabe o quê eu vou ter os referenciais sensitivos que vem da Periferia lembra vem dos neurônios
aferentes aí eles entram pelos neurônios aferentes entram no tronco cerebral passam pelo tálamo não é soem de tálamo e vão o quê paraas suas Áreas Específicas não é somestésicas e vão ter o quê respostas não é para planejamento motor de fala então quem vai fazer a produção planejamento paraa produção de fala área de brocar então giro frontal inferior é responsável pela produção da fala né então ele vai fazer esse planejamento aqui eu o giro pré-central que tá logo aqui do lado responsável né pela área de cabeça responsável pela execução de língua de movimento de língua
de boca de Face não é os neurônios motores superiores dessa região eles vão fazer o quê a execução dos movimentos não é E aí vão ter essa execução sofrendo a influência o quem dos núcleos da base do cerebelo e que vão ser executados pelos nervos cranianos certo então a gente vai ter planejamento programação e execução tá então produção da fala começa com brocar olha só aqui a gente tem aqui no giro PR Central Vai est saindo aqui o tracto córtico nuclear lembra que a gente tinha o tracto córtico espinhal vai lá para medulo espinhal mas
aqui vai ser o tracto córtico nuclear porque vem terminar fazendo conexões com os núcleos dos nervos cranianos certo então o tracto córtico nuclear ele vai descer do Giro pré central vai vai passar cápsula interna vai se afunilar aqui passar de cápsula interna entre ó os núcleos da base não é vai sofrer Influência aqui entre os núcleos da base de neurotransmissores dopaminérgicos lembra que falamos bastante de dopamina não é aqui a substância Negra passam aqui pela base do pedúnculo cerebral no mês encéfalo né e a substância Negra tá aqui que é principal produtora dopaminérgica e vai
fazer conexão o quê com o quinto par craniano que tá aqui na ponte com o sétimo par craniano que tá Aqui na ponte não é com o nono par 10mo par 11º par 12º par que está aqui no P certo então vai fazer essas conexões aqui e antes quando ele está fazendo essas conexões aqui Quem que tá fazendo Esse controle né a gente tem conexões principalmente né da ponte a gente viu que o tronco cerebral tem pedúnculo cerebelar superior o médio inferior direto com o cerebelo e o cerebelo ele vai fazer o quê coordenação motora
Controle de tonos motricidade involuntária não é então ele faz o controle motor antes de você terminar a execução E aí você sai aqui na musculatura e executa certo essa produção O que que é importante a gente rever isso aqui se eu tenho uma lesão aqui em neurônios motores superiores eu ten uma característica de disartria se eu tenho uma lesão aqui em neurones motores inferiores eu tenho outra Característica de disartria se eu tenho lesões ou Doença neurológica com alteração de cerebelo tem outra característica disártrica se a falha é de excesso de dopamina outra característica se é
de baixa de dopamina menina outra característica então a localização o trajeto vai ser importante pra gente estudar as disartrias certo e vamos pensar em quais são as Causas principais então assim acidentes vasculares são os principais mas aí vocês lembram que eh falei muito de afazia né então a fazia eh a gente lembra que o hemisfério dominante é o hemisfério esquerdo e a maior parte das lesões o hemisfério esquerdo principalmente nesses trajetos que nós estamos conversando eles acabam né promovendo não nesse em todos esses específicos né Por exemplo serbu não vai Fazer disartria mesmo né dependendo
do trajeto se aqui brucar vai fazer uma vasia mesmo né então Eh no hemisfério esquerdo há alta probabilidade de lesões aqui de nós termos afasias é mais frequente mais comum que você tenha disartrias por AVC num hemisfério não dominante que é o direito tá na grande maioria dos indivíduos visto que 93% das pessoas tem o hemisfério esquerdo como dominante tá em Traumatismos cranianos é muito comum muito comum mesmo porque tem lesões bilaterais não é então ter né as disartrias tumores cerebrais as doenças neuromusculares são marcas não é das disartrias vocês vão ter módulos que vão
falar especificamente de tratamentos para as doenças neuromusculares em relação a isso doença de paron ela esclerose múltipla Gil barre rant então então são causas muito frequentes de nós Termos disartria tá então as disartrias elas se diferenci né Por alguns fatores né a principal fator que a gente vai ver é a localização da lesão tá então a localização da lesão ela sempre Um dos fatores né que ele já denotam um tipo de disartria a emissão oral ela é diferente né nos quadros e o tipo de disfunção neuromuscular resultante então a patologia também ela é muito Característica
por exemplo Parkinson é característico ser uma disartria hipocinética você não vai encontrar uma disartria hipercinética num num paciente com paron então é muito característico ser uma disartria hipocinética então é uma disfunção neuromuscular resultante certo dessa alteração tá então baseado nisso vamos falar dessa classificação Tá bom então então é a disartria espástica não é É uma disartria que acontece por lesão do neurônio motor Superior Então quando você tem uma AVC 15 giro pré Central mesmo pega essa região lá em cima não é pode acontecer principalmente bilateral né o que que acontece com esse tipo de paciente
voz tensa estrangulada tonicidade excessiva tá então o paciente vai ter aí a gente tem que pensar nas cinco bases motoras eu falei aqui primeiro do ponto de lesão né então des arteria espástica Ela é característica de lesão de neurônio motor superior gravou voz tensa estrangulada tonos muito né conses imprecisas vogais distorcidas hipernasalidade [Música] vem geralmente acompanhada de escid de reflexos musculares anormais que que ocasiona muito TC ocasiona a distrofias musculares tumores eh pós miningite às vezes faz encefalites juntos geralmente Coisas que tendem a fazer alterações bilaterais são mais comuns tá então eh é o que
eu tava falando para você lesão no neurônio motor superior bilateral né então ele pode ocorrer em qualquer ponto do tracto córtico bulbar mas é o dado marcante é a lesão do neurônio motor superior tá e eh ao contrário do que as pessoas pensam essa tonicidade excessiva ela não não significa força tá as pessoas precisam Parar de achar que o espástico tem força Ele não tem força Ele tem fraqueza ele tem lentidão de o movimento dele é muito ruim tá então Esse aumento de de tonus muscular não significa força muscular é uma fraqueza muscular Embora esteja
rígido o músculo tá então os reflexos musculares são anormais as pessoas confundem muito né a pessoa espástica achando que ela tem força não Ela não tem força ela não consegue erguer nada ela não consegue né Eh ter força para nada ela tem uma fraqueza muito grande grande tá em consequência da da espasticidade desse tonos tão alterado tá então as pessoas confundem excessivamente isso então é muito comum essa hipertonia hiperreflexia né associada é uma base neuromuscular que vem associada então sempre vocês vão ter Algumas coisas assim que são as características principais e as características por probabilidade
ou seja nem sempre você vai ter todas as características juntas né mas as características principais é sempre uma voz com esforço uma emissão tensa estrangulada não é eh uma monotonia uma articulação imprecisa uma algo que vocês vão ver na característica de todas as disartrias né a hipernasalidade é muito característica E vocês vão ver algumas coisas que podem aparecer como por exemplo uma altura só de voz não é às vezes a voz mais rouca não é velocidade muito lenta frases muito curtas palavras muito curtas não é às vezes sof prosid eu acho mais difícil mas é
mais eh eh pode acontecer choro riso que você não consegue perceber se a pessoa tá chorando ou se ela tá sorrindo porque porque é muito muito alterado os sons em alguns casos os pacientes podem ter né Habilidade emocional né e e dependendo do comprometimento neurológico das áreas cerebrais você não vai ter só aquela questão frontal ali córtico bulbar mas você pode ter outras questões né frontais também então essa paciente aqui eu vou mostrar para vocês ela fala falando né ela tinha um comprometimento bilateral também ela na realidade ela olha só para vocês verem ela tem
eh um ela estaria classificada dentro de Uma disartria mista porque ela tem uma esclerose lateral miot tró ela tinha ela veio falecio eh mas quando ela começou com a disartria quando ela começou com as características da doença ela começou com o comprometimento dos neurônios motores superiores bilateralmente tanto que ela foi encaminhada para mim por suspeita de AVC entendeu E aí eu eu fui aqu o paciente com AVC ele não vai piorando Não existe isso é um evento abrupto Então se o paciente ele vai tendo uma piora progressiva aí a gente tem que desconfiar de algo
neurodegenerativo certo Então olha a característica da voz dela como é exatamente essa aqui eu coloquei o vídeo dela porque o vídeo dela é muito perfeito pra gente eh entender isso aqui tá deixa eu pegar o Nossa tá coisado aqui agora deu Certo precisa levantar tanta cabeça vai vai ah eh spa gente tô esperando aqui nasalidade teve a dificuldade de terminar né então então parece que tá perto a sensação que eu tinha com ela que ela tá que tinha alguém apertando né o pescoço assim aqu típica voz tensa estrangulada Mesmo com esforço frases curvas né E
ela faz assim com a cabeça para tentar ajudar né faz manobras adaptativas para tentar ajudar e respira no meio aí você vê a nasalidade no né o som nasal [Música] ó eu queria que vocês percebessem algumas coisas assim vocês perceberam que ela contrai o pró ela contrai a a testa ela ajuda com o corpo é é é uma pessoa que tá buscando todos os músculos do corpo Para tentar ajudar na sua fala São coisas que vocês têm que observar né a pessoa ela busca aqui ela tá colocando ela tá se jogando inteira Então quando você
olhava a neuroimagem dela ela tinha realmente pontos de lesão né mais prevalente de um dos lados em giro pré-central e tinha do outro lado então eu vi a lesão bilateral eu fal Como pode um AVC fez um AVC bilateral que que é isso né E aí eu já desconfiei logo de cara de né De doença neurodegenerativa a gente já quer pensar que não né gente até porque penso uma pessoa querida essa senhora né então eh não sei se vocês estão repararam aqui eu coloquei o link do YouTube porque depois se vocês quiserem rever vocês podem
rever o coiso no YouTube o o o vídeo tá E aí eh [Música] eh Você pensa que que eu não você não não quer isso logo de cara né pro um Diagnóstico desse tamanho pro paciente mas e aí mas aí você vê que não a melhora que se tem ali é muito você tem uma melhora logo de início mas e vai piorando e não tem como piorar não é porque uma sequela de AVC ela é um evento é um episódio então ela não tem como ter piora em outros aspectos em deção em adquirir sintomas motores
que não tinha entendeu e tanto em membros membros Superiores membros inferiores isso não acontece então se você começa a ter sinais motores não é por isso que nós temos que estar atentos ao todo dos nossos pacientes né Elas começou a ter sinais nas mãos não é e e começou a ter né dificuldades de deção que não tinha e e a voz a ficar cada vez mais difícil a sua emissão Então se o paciente começa a ter eh sinais Mas isso não pode ser um pais AVC isso é outra coisa que necessita ser Investigada então Eh
pode ser que o médico tenha né olhou a neuroimagem Ali vai só um AVC isquêmico simples né E pensou logo de cara que era porque pela neuroimagem dela realmente parecia não é mas não é então a gente precisa est atento aos sinais neuroclínica né dos nossos pacientes tá então isso é um uma desart triz espástica né a uma característica desart triz espástica certo característica não é se eu fosse Classificar a gente classificaria eu classifiquei ela como uma desriz p porque é o que ela tava manifestando não é na no no momento da da análise mas
geralmente nós classificamos a ela como uma disartria mista porque vai ter mais de um eh um comprometimento vai ser um comprometimento de tracto né córtico espinhal inteiro Então vai ter lesão de neurônio motor superior e inferior mas alguns pacientes eles vão Começar ou com neurônios motores inferiores mais comprometidos ou com neurônios motores superiores mais comprometidos alguns pacientes com ela eles vão começar com uma voz muito flácida com com sintomas completamente diferentes desses que vocês viram com ela tá eh é muito muito frequente vocês verem até mais eh com mais frequência eh os outros sintomas do
que o dela tá E esse aqui é o que a gente mais pega tá esse Aqui é o típico de AVC Esse sim é um AVC que é uma disartria que a gente chama de espástica leve ou uma disartria de neurônio motor superior unilateral né Por quê ele vai pegar aqui em cima mas é um AVC mesmo de artéria cerebral média pega só aqui faz aquela isquemia discreta né pegou os neurônios motores dessa região Geralmente vem associado com uma disfagia leve também não é Vem com alterações leves às vezes uma paresia Zinha nessa região Principalmente
de mão né E são casos mais fáceis da gente resolver são os mais frequentes tá então é realmente muito mais comum Por que que é o mais frequente porque é um lado só é um AVC é o isquêmico é a isquemia mais comum que existe que é a isquemia não é de artéria cerebral média não é e e e do tipo isquêmica né que é o caso de 80% dos casos Então a gente vai observar né uma voz rouca velocidade lenta né uma Hipernasalidade mas dá pra gente entender não é nada assim absurdo não é
eh a gente faz um diagnóstico diferencial para uma desart triz espástica não é porque porque a gente observa que na numa espástica a gente sabe que a gente recebe as informações né paraa musculatura de face pra musculatura de fala não é dos nervos cranianos bilateralmente não é então a gente observa que nesse caso você só tem um lado né comprometido Mesmo mes outro lado tá funcionando perfeitamente tá então você vai observar uma alteração mais focada mesmo tá ok e eu vou mostrar esse paciente aqui para vocês que ele é típico desse disso e foi um
dos casos que eu peguei assim conta para mim por favor de 1 a 20 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 isso agora Respira fundo e faz um ar prolongado para mim agora que vem [Música] ó excelente a letra E então é o mais comum né é o mais comum que a gente tem mas todos eles vem com uma quezinho de disfagia leve tá então e principalmente essa voz assim uma voz mais cultural uma tmf ruim não é então e o foco geralmente
nosso é em melhorar a tmf melhorar a sedução glótica porque aí você já suspende a disfagia não é melhora o a voz e aí você Dá conta da articulação tá então é é a característica você vê que não não é nada que você não consiga entender mas você vê que é uma fala embolada Dan uma fala das mais claras né Mas não é nada absurdo da gente não resolver né então Grava aí trz plástica neurônio motor superior tá contrário da desart plástica neurônio motor inferior Ok é a disartria Plácida tá então espástica flácida neurônio motor
superior espástica flácida você vai pensar sempre no neurônio motor inferior né característica se uma era neurônio motor superior voz tensa estrangulada aqui vai ser voz rouca soprosa diminuição de tonos consoantes imprecisas incompetência fonatória a doença marca de uma disartria flácida é tenia grave certo é a doença marca de Uma de uma disartria Flá né então uma das que mais vocês vão ver aquela vozinha aquela fraqueza então tá bem lá né na placa motora falta de acetilcolina então a neurônio motor inferior eh a gente tá pensando lá no núcleo dos nervos cranianos certo então Eh nisso
que a gente vai pensar então a base neuromuscular vai ser sempre Fraque atrofia fasciculações Tá Ok e a voz é o que eu tava falando S pró na altura né e outras características que podem vir Associados é uma missão bem nasalizada né eu tive tinha paciente que teve um TC ela ficava ela fazia assim ela tinha muita lesão né Eh teve bastante lesão também de neurônio motor inferior que era a característica principal dela ah ah então a emissão dela era basicamente nasal né então pode ter essa característica também né então era o TCE dela né
que era marcante Síndrome de GR barrea também tá E aí agora eu vou mostrar aqui uma Senhorinha com eh com minh cin graves para vocês verem certo de 2008 pode fazer para mim ah mais uma vez bom conta para mim de 1 a 20 por favor 1 2 3 4 5 6 7 11 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 viu 1 do 3 é a marca de uma disartria Plácida certo sempre essa vozinha assim né então tem pacientes que a gente vai ter ISO Pior né tipo essa essa outra
paciente que que eu falei para vocês né Muito marcante mesmo né ela era imprecisão E extremamente nasal mesmo mas eh voz fraca né E você vê que a miastenia graves ela tem algumas características né além de tudo né o paciente eh eh tem a a pálpebra caída não é Então essa senhora por exemplo teve fez cirurgia para segurar pálpebra né então tem algumas eh eh marcas da da doença certo e então Grava aí ó des atriz espástica neurônio motor superior aena estrangulada vem características de excesso forço para falar tá flácida tudo tudo flácido tudo devagar
voz rouca sof prosa né emissão nasal Se bem que emissão nasal viram que dava em todas né articulação imprecisa Mas ó espástica Neurônio motor superior flácida neurônio motor inferior tá aí eu Ten o que aqui agora desara hipocinética hipo pouco movimento hipo cinético cinético movimento pouco movimento hipercinética muito movimento hipo cinética e hipercinética sempre vão estar relacionados com os núcleos da base sempre Quais as doenças que estão relacionadas com os núcleos da base com Planejamento motor aqui sempre vai ser paron hunton né só que quando eu falo de hipo eu tô falando de Parkinson então
eu tenho lembra que a substância Negra quem duz né os onde eu tenho a maior parte dos meus neurônios dopaminérgicos e que ela vai fazer conexões os neurônios dopaminérgicos com os núcleos da base né que vai ter um circuito nigroestriado não é estriado é é um dos Núcleos da da da da base né então a gente vai ter pouco movimento por quê Porque tá faltando o neuro o transmissor para fazer a sinapse para fazer a conexão entre eh o os neurônios certo então a gente vai ter pouco movimento Então eu tenho uma característica de quê
De voz rouca soprosa trêmula não é imprecisão diminuição da proso uma característica desses pacientes às vezes é que eles têm uma coisa assim Que eles começam a falar né Eh eles começam a falar e aí como vai como não vai dar conta eles falam rápido para poder acabar logo né então eles falam dão uma aceleradinha não é porque não vai conseguir terminar a frase então mas é uma qualidade de voz mais rouca vai ficando baixinha voz né então a pacientes com par são de diferentes formas né Eh aqui no no centro de reabilitação aqui eu
tinha um grupo de Parkinson Então tinha características diferentes pacientes com Parkinson porque a gente vocês viram que nós temos pacientes com parkson diferentes né Vocês viram que a gente tem um parkson ismo clássico lembra de Neurologia se esqueceram disso volta na aula de Neurologia e assistam parkon de novo por favor nós temos o parcon ismo clássico nós temos parcon ismo secundário e a gente tem o paranismo atípico dentro do paranismo atípico nós Temos uma variabilidade não é e a gente ainda tem né o paranismo atípico a gente tem a paralisia supranuclear que ela é uma
característica que ela é bem contrária até né você tá acostumado com o paciente com parkson que ele é típico né É aquele paciente que tá sempre e no padrão né de flexão sempre caidinho né e o paciente de paralisias pronuclear eles são em extensão cara em máscara não é então e Ele evolui mais rápido né então a gente pode confundir também Alguns alguns casos né do paron ismo atípico com atrofia de múltiplos sistemas não é com eh alterações eh mais específicas assim que podem ter uma evolução muito mais rápida tá E é muito frequente os
pacientes com par virem com diagnóstico às vezes de corpúsculos de Levi não é e eles começarem a ter uma evolução muito atípica e aí você vai ver que isso não é Paron porque o parmo ele tem está os de evolução não é que são bem lineares tá então se o paciente começa a evoluir de uma forma muito mais rápida aí a gente acaba desconfiando de uma trofia de múltiplos sistemas a gente acaba desconfiando de um corpúsculo G Levi não é de uma doença de de córtico basal então a gente acaba desconfiando de uma paralisia supr
nuclear progressiva de outras questões certo então mas no grupo de parkson eu tinha um grupo aqui e aí Eu tinha né alguns pacientes com parismoda voz trêmula não é é uma mono intensidade uma uma voz roua uma pouca precisão articulatória e e todos com queixa de disfagia aí quando eu fiz a avaliação deles todos eu perguntei se algum tinha dificuldade de Decão e todos né Vocês tem uma dificuldade de alimentação e tal ninguém tinha ninguém não não aí quando eu fui Avaliar eles comendo todos engasgam a eu falei ué mas o senhor disse que o
senhor não tinha queixa ah ah mas isso mas eu engasgo sempre eu engasgo e só Ah eu espirro muito quando eu como ah minha voz fica assim então é aquilo e as pessoas não eles os pacientes a gente precisa entender que os pacientes não sabem referir a suas queixas Eles não sabem referir a suus sinais de disfagia tá E todos estavam em estágios iniciais e na Literatura diz que os pacientes com paron não t disfagia e todos tinam tá então é um um outro sinal aí pra gente fazer é porque eu sempre façil embora eu
tivesse perguntado para todos eu levei café água biscoito levei tudo e avaliei a alimentação de todos e me todos engasgarem aí eu falei ué aí né que eu fui ver eu deguti várias vezes na água e a Senhorinha até ref fluiu ela pelo nariz ela ai acontece de vez em quando sai água P nariz Fi mas eu t não Tinha dificuldade nenhuma com alimentação com para para beber água ah não mas eu bebo é eu bebo todo de água mas eu bebo assim entenderam É as coisas as coisas que acontecem Então a gente tem que
ficar esperto tá então existem diferentes tipos tá e um desses meus pacientes eu percebi nitidamente Ele veio para mim com parson mas para mim ele tinha paralisia supranuclear ele era totalmente diferente commente dos outros Dos outros pacientes que tinha um peronismo clássico ele não tinha mesmo era nítido que ele era contrário na na evolução deles então vou mostrar para vocês aqui uma pessoa com paranismo e eu gostaria que vocês percebessem mais um detalhe aqui ol novamente Olha o des mandibular gente conta para mim de 1 a 20 Sete excelente agora isso aqui ele já tá
num estádio mais avançado de paron né Já tá no já um perente de de estágio 4ro de pariso Mas vocês vem ele falando eh ele então ele dá aquela acelerada nitidamente que tá na literatura ele faz acelerações curtas na velocidade de fala então ele faz um uma velocidade de fala variada e eu já tive pacientes com paxon no finalzinho mesmo assim bem Avançado mesmo senhora que eu peguei uma vez com 91 anos que ela tinha e ela tinha eh 91 e ela tinha 21 anos de de de [Música] [Música] Sim tudo depende do estágio que
você pega né então Eh Se você pegar um paciente no estágio 1 e me no estágio dois né use a classificação de Y né de ou Y que ainda é a mais aceita se vocês precisarem Depois eu deixo essa classificação com vocês posso deixar me material de de de paron com vocês para vocês é porque eu não dei essa parte da Neurologia para vocês mas eu posso deixar com vocês e ã E aí vocês vão ver que tem né diferenças assim totais na na emissão de fala né na tmf desses pacientes para esse Senhorzinho aqui
né mas esse aqui ele se encaixa muito bem nisso então também não tem o que se assustar em relação à classificação se artrip Cinética ela tá sempre relacionada com o paron é pouco movimento independente do estágio que o paranismo encontra tá E aí hipercinética gente a marca da hipercinética vai ser a doença de huntington que a Coreia não é pode ter atetose pode ter distonia pode ter outras doenças pode mas assim a marca é a doença de hun e também uma doença né que vai ter uma alterações de núcleos da base e ao contrário do
do paron não vai ter pouca dopamina vai ter muita Dopamina vai ter excesso de dopamina né então vai ter excesso de dopamina E aí você vai ter muito movimento não é e o paciente que se movimenta que tá saindo que não Sacode né Então você tem é uma doença de característica genética tá os filhos com os pacientes com com com Coreia né com hun então eles tem 50% de chance de terem também a doença de Huntington tá então são pacientes que têm né uma hipercinesia então eles estão sempre com movimentos e eles podem ter movimentos
né mais lentos uma hipercinesia mais lenta ou mais rápida dependendo da da doença não é mas ainda assim é são movimentos involuntários né então no caso da distonia tende a ter movimentos involuntários mais lentos e a corec é o mais comum são movimentos rápidos desordenados amplos e que é o tempo todo e que as assusta tá gente Vocês geralmente se Assustam eh às vezes já Olha a cara do paciente fala assim Vou suspender a dieta dele não suspenda a dieta dele sem testar antes porque esses pacientes embora eles T muita dificuldade eles conseguem comer por
um um bom tempo aí embora vocês vejam eles fazerem movimentos muito excessivos tá então é uma lesão de sistema extrapiramidal são núcleos da base que a gente sabe que são essenciais pro planejamento programação dos Movimentos e esses pacientes vão ter a base neuromuscular s é esse tônus flutuante alterado alguns pacientes Inclusive eu já tive pacientes com hunton de terem que colocar eh prender na cadeira para evitar de cair né da cadeira para evitar de de ter quedas da cadeira de roda tá então o paciente tem quebras na voz né e alterações no seu ritmo de
fala principalmente a proso é algo muito alterado mais avançado o paciente Realmente não consegue mais falar e ser entendido não é então ele começa a ficar mais tenso mais travado ente sons às vezes bem alterados mas eu vou mostrar para vocês uma paciente aqui que ela ia andando tudo bem que eu ficava desesperada de ir com ela pro consultório porque morri comela tinha né De vez em quando eu falava meu Deus uma hora dessa mais duas pro chão né mas e ela ela tinha isso um outro exemplo Também é a c de turet né que
tem uns gritos assim então que às vezes tem os palavrões Então ela elas são alterações né contrações repentinas incontroláveis involuntárias né então vou mostrar aqui para vocês para vocês verem essa paciente aqui ó de novo para mim de um a 10 1 do 3 4 5 6 7 8 9 10 e is não contar tão rápido né Mas foi muito bem pode contar de novo mais devagar devar devagar 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 abre a boca 10 ela é ela aqui já tava bem melhor quando eu gravei sabe no
início Realmente eu não entendia muita coisa não e você viu vai sacudindo e vai paraa frente vai para trás gravar um vídeo é um parto mas deu certo e eh o hun Tom ainda tem uma característica de ter transtorno de humor então isso às vezes é uma das coisas que atrapalham na terapia terapeuticamente às vezes pode se tornar Um pouquinho mais difícil tá tratar isso né então Grava aí ó disartrias plástica neurônio motor superior bilateral fo extensa estrangulada neur motor superior FL neur motor inferior ao contrário né faz roua sopros disartria hipocinética pouco movimento par
disartria hipercinética muito movimento R tá agora desart tác é o bêbado gente é taxia cerebelo lembra de você bêbado Eu Bebia na não bebi quase nada eu tô ótima tá tudo certo eu tô fazendo quatro né É isso aí isso ara parece que a gente tem uma batata na boca a voz também fica uma coisa muito boa fica uma voz áspera fica um negócio assim né é uma coisa horrorosa lesões cerebelares ouviu a palavra taxia lesão cerebelar Você viu que a lesão Cerebelar Você ouviu a voz da pessoa você já sabe o que que ela
fala lenta aquela voz mais áspera Você já sabe o que classificar gente não tem que sofrer é disartria tóxica entendeu então são lesões né que vão ter alterações né diretamente com o planejamento motor o controle principalmente do tono de coordenação motora não é então que são muito marcantes Então vai ser cerebelo e vias cerebelares e o que a gente vai ter de Base neuromuscular hipotonia e coordenação de movimentos tá então essa voz para com exporo vocal quebras articulatórias né Eh entonação excessivas vezes algumas coisas alguns pacientes realmente eles ficam parecendo bêbados mesmo eu tive um
paciente Coitadinho que ele teve um tumor no cerebelo esse paciente Fiquei com muita pena dele porque ele teve um tumor Tipo Ele era um gerente numa indústria ele tinha assim ele coordenava uma super equipe enorme e ele teve um tumor e teve que ser aposentado né por invalidez então não podia mais dirigir não podia fazer mais nada e ele ficava né ele tinha que pegar óli para ir lá para se tratar e teve um dia que ele chegou chorando lá na clínica para tratar eu falei o que aconteceu aí ele falou que uma mulher empurrou
ele no Ponto de ônibus chamando ele de bêbado aqui sou bêbado segunda-feira de manhã já tá bêbado coitado porque ele ele literalmente ele ficava assim ó ele ele abria a base uma coisa muito característica de de lesão cerebelar não é é que você abre a base para se equilibrar né então ele ficava assim ó então ele ficava meio meio assim e coitado né Sem muito tonos ia falar ele falava ele falava assim Doutora eu me Rito Por que a minha cabeça pensa muito rápido e eu não consigo F falo assim lento isso me irrita muito
Nossa eu super entendo ele porque eu sou muito acelerada E se eu falasse desse jeito eu ia ficar muito irritada de verdade então o que eu mais trabalhei com ele foi para tentar fazer ele falar mais rápido então neoplasia cerebelares é uma característica agora doença de Machado do Josef não sei se vocês já atenderam também faz isso Arnold Kari não é Então sempre que você tiver um comprometimento cerebelar certo aí eu tenho um paciente aqui como a Joseph incrível desse paciente é que ele tem uma pancada de irmão e tinha mais de 11 pessoas na
família dele com machado Joseph impressionante né gente gente ess famí tem que parar de fazer filho pelo amor de Deus vira reta a cabeça isso Conta para mim de 1 a 20 6 de novembro vai um dois três 4 5 6 7 8 9 10 11 12 tá vendo que ele fala assim 12 13 14 é uma forma de marcar entonação para não Ficar aquela coisa né Ele marca entona para sair entendeu então fica assim então ele faz um esforço ele faz uma contração lateral para ele conseguir falar né agora você viu a voz assim
a aspereza da voz ó o 14 15 16 1ar de controle de t né uma uma uma uma dificuldade grande De controle de novembro vai ISO três três três né então ele marca Mita entonação que é uma característica que a gente encontra né alguns pacientes eh faz uma variação naprzód mas ele ele busca aqui ó uma intonação excessiva para poder fazer essa compensação ou ele fala muito igual ele busca essa compensação entendeu Então já sabe são doenças com comprometimento no Machado Josef às vezes vocês vão falar assim ah viv mas Ele pode ter outros comprometimentos
outras questões pode tá eh algumas doenças podem ter outras questões né então por exemplo eu já peguei pacientes com doença de Wilson que a característica é de desari tóxica mas gente você vai falar assim a característica txica mas a classificação é mista pelo tipo de doença que nem ela disartria às vezes é muito espástica ah mas é uma mistura de espástica flácida Mas qual a característica que Ela tá apresentando nesse momento entendeu é mais espástica é mais flácida é é o aí você vai analisar certo ah então vou classificar com mista vai porque é uma
do de característica mista assim como esclerose múltipla assim como Wilson certo então você não tem que que se preocupar especificamente com isso tá bom mas eh você tem que se preocupar mais em você definir como ele se enquadra Quais características que seu paciente tá tá Apresentando Qual doença Quais características o paciente tá apresentando não é na na sua avaliação e o que que você vai poder fazer para ajudar ele alguns pacientes a gente consegue ajudar né n mais do que outros algumas doenças evoluem muito por exemplo a ela vai chegar momentos que a gente não
vai conseguir ajudar mais tanto né então Eh alguns pacientes a gente realmente consegue ajudar bem mais do que outros Né eu tenho paciente com doença de Wilson que cara ele ficou muito bem mesmo então mas ele precisa PR de tratar entendeu esse paciente mesmo com machado Josef a doença é evolutiva né ele ainda falou para mim assim Poxa doutora eu vi ele falou assim eu fui visitar minha irmã minha irmã já tá na cama comendo tudo pastorzinho e falou assim eu via minha família inteira assim né a gente vai piorando vai ficando ele eu ainda
venho Para cá agora andando mas com muita dificuldade com a muleta agora e meu filho me traz de carro mas antes antes eu já vinha antes eu vinha dirigindo então agora eu já tô vindo com alguém me trazendo Então não é fácil né Eh algumas doenças realmente elas a gente ainda não tem um o resultado ideal para elas né gente tá então uma disartria mista é sempre aquela que vai ter mais de um Ponto de lesão então ela vai ter mais de uma característica ao mesmo tempo mas não que você vai apresentar ela com você
vai falar assim ué mas ela é espástica e flácida ao mesmo tempo não eu já vi pacientes com ela de você falar assim característica flácida e eu mostrei aquela senhora para vocês que ela é uma espástica clássica né Uma espástica clássica tanto que eu usei ela de exemplo para vocês para mostrar o vídeo para vocês então eh depende de paciente Eu tenho paciente com com Wilson que ele é um atáxico clássico para mim entendeu então é a peguem os sinais sintomas que os seus pacientes apresentam E aí vocês vão considerar isso certo então nós vamos
ter a classificação é essa né então é isso que eu preciso que vocês saibam no dia de hoje é isso não é eh nós vamos ter um módulo só de avaliação né então a gente vai ter avaliação e tratamento das disartrias e Disartrias vocês vão ver em mais de um módulo por exemplo tem um dos módulos de doença neuromuscular vocês vão ver uma parte específica de tratamento só para doença neuromuscular vão ver na avaliação vocês vão ver um monte né ainda eh de forma específica mas eu eu coloquei aqui para vocês algumas coisas só para
vocês terem né que a avaliação ela precisa ter os parâmetros e ter Detalhado as bases motoras respiração fonação ressonância articulação e prosol e assim eh eu gosto muito do protocolo da Karen Ortiz não é de avaliação Eu gosto bastante do protocolo dela então quando vocês forem avaliar por exemplo respiração o que que vocês vão avaliar né eu não vou entrar profundamente nem avaliação nem terapia aqui eu vou fazer um passando não é porque vocês vão ter isso específico meu objetivo aqui hoje é que vocês saibam a classificação das Afasias e a classificação das disartrias né
mas vou passar rapidamente para vocês na respiração preciso que vocês definam tipo respiratório que vocês encontram no paciente não é ser r clavicular abdominal Como que tá o modo cicos a frequência respiratória por que que isso aqui vai ser importante porque por exemplo um paciente com uma disartria né flácida ele vai ter uma frequência respiratória mas né uma uma frequência mais baixa não é Uma a coordenação pneumofonoarticulatória Na minha opinião de todos vai estar ruim o volume das capacidades pulmonares de todos ela tende a ser ruim só que a tendência de você ter num espástico
O quê é um volume vocês viram ah né Vamos fazer um a prolongado numa disartria pática Ah uma flaa numa hipocinética [Música] Ah numa hipercinética ah né Então você vai tendo diferenças não é numa disartria txica Ah E aí vai variando né Depende muito então você vai ter eh a a respiração você vai observar e por que que eu usei o a eu sempre vou usar as vogais para analisar a fonação a qualidade vocal o pit o laudas então assim é básico a gente ver a fonação que qualidade de voz que você tá encontrando é
uma voz rouca S pros é uma Voz bitonal ou é uma voz muito grave uma voz áspera como que é essa voz né Ela é muito curtinha Então isso é muito importante é uma voz de intensidade baixa não é E aí eu coloquei aqui para vocês ouvirem alguns modelos de vozes tá Que eu acho bem interessante de vocês terem esses modelos aqui então ó por exemplo uma voz soprosa para vocês terem noção disso aqui treinar o ouvido tá então ó exemplo número Um bem soprosa né agora uma rouco soprosa ó exemplo número oit 5 6
7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 você vê essa presença esse ruído e essa soprosidade né uma uma voz com aspereza ó exemplo número 12 uma bitonal eu eu não acho essa voz tão áspera para falar a verdade embora ela esteja no livro eu não acho ela tão áspera eu acho ela mais É a rigidez ela tá aí né mas eu acho ela agudizada né Essa bitonal é ótima essa bitonal você vê lid os dois né ó uma extremo ó reprenta o número 15 1 2 3 4 5 6 7
8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 ção né éa bem típica de paron né gente ó exemplo número nove 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 típica de des artria de neurônio motor superior n lateral essa aí essa voz bem Pass goostosa bem característica né Essa tensa estrangulada não chega a ser tão tensa estrangulada quanto aquela que eu mostrei para vocês mas ó 17 é essa não consegue nem emitir né de tão tão que a voz some né aqui
que eu mostrei Para vocês ela né Essa não consegue fazer o som né Olha essa hipernasal gente Ops exemplo número 11 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 20 20 uma beleza né esse som então Eh claro que isso é uma avaliação clínica subjetiva não é mas eu acho que a gente eh já tem né software de avaliação acústica da voz quem trabalha especificamente com isso que pode usar Não é a gente dá para usar um Prat um Voice report a gente dá neuro num
usa dizer tanto né isso quanto US o pessoal da voz usa mas eh as gravações eu acho que elas são base eu sempre uso gravação pros meus pacientes sempre uso gravação pros pacientes pra gente ter avaliação pra gente ter evolução deles eu acho que isso é uma base né então e na neuro é muito importante eu acho que às vezes os os [Música] E a análise acústica ela talvez seja mais importante até pro pessoal da voz porque a voz já tá boa assim para para um lego né já tá boa para um leigo então A
análise acústica vai mostrar as nuances as diferenças agora para um paciente neurológico você pega o vídeo aí você grava um antes um depois faz uma super diferença vou mostrar vocês alguns deles tá é super importante a gente na ressonância a gente estabelecer se ela é Hipernasal sem hiponasal e pa gente precisa entender que tem né Eh o foco laringo o foco oral não é não nasal Então o que ele tem que ter o quê um equilíbrio entre o uso né de larin faringe boca não é um equilíbrio dessas regiões aqui pra sua emissão de fala
tá E um dos Testes que eu acho base pra gente fazer é os testes de diado cinesia né E patac badag são testes simples eles estão Dentro do do da avaliação da Ortiz e de outros testes de fala mas que são bases combinadas né patac patac patac a quantidade de de vezes que você faz isso é importante pra gente ver se tem uma articulação normal se tem uma articulação travada exagerada ou não agora daí fazer treino com isso é eu acho que às vezes é muito chato masante para alguns pacientes fazer esses treinos de de
de adoc cinesia mas é importante a gente checar Né a capacidade que o paciente tem de particular né de fazer essas bases combinadas eu acho ele importante de tá dentro do dos Testes né E a gente tem que checar a intangibilidade de pala não é eu gosto muito aqui ó de fazer filmagem que eu já tinha falado né uma produção de fala do paciente e uma das coisas que eu sempre filmo é ele com tandoo de 1 a 20 não é e e alguma frase que ele fale para mim alguma coisa que ele tenha gostado
Especificamente eh algumas coisas que eu não faço eh que não não é algo que me que eu acho que faça uma diferença na vida da minha avaliação mas que está dentro das propostas de avaliação e se a gente às vezes quer seguir um padrão é importante da gente fazer é a gente ver a média de palavras num fala espontânea na leitura de texto né que é proposta em alguns dos dos dos protocolos não é então Eh isso o protocolo da ortis essa aqui é A base dentro do do que eu tô falando para vocês e
é claro que a gente tem que lembrar que não é só fala e não é só linguagem e a gente tem que lembrar da cognição junto então a gente conversou sobre a importância do léxico da busca de fonemas do de como a gente constrói as frases os conceitos Então a gente tem que checar não é como que tá a cognição antes da gente pensar em produção de fala mas eu acho que fica muito claro né Que a fala são esses componentes que vão ser a sua produção né e é aqui que a gente vai pocar
tá bom E aí as terapias Elas têm que ser condizentes com a classificação com o que a gente encontrou de alteração na avaliação e com a terapia então eu vou ter que trabalhar o quê respiração não é e hoje em dia a gente tem um monte de incentivadores respiratórios vocês vão ver isso ao longo né da da da ao longo do do do curso né em Algum alguns módulos mais específicos não é então claro que a gente não pode usar incentivador respiratório para todos os pacientes Não é mas os incentivadores eles têm um um super
potencial de melhorar a elevação larin de melhorar os ajustes vocais né E a gente tem uma melhora de padrão respiratório mas por exemplo o respiron ele é excelente para vários pacientes mas ele é péssimo nas doenças neuromusculares Não é ele é Contraindicado contraindicado para pacientes com esclerose lateral amiotrófica para pacientes com distrofia Então a gente tem que ficar ligado no que que a gente no que que a gente vai fazer não é por exemplo um um incentivador respiratório que eu gosto muito é esse incentivador respiratório que é o o respiron volumétrico não é que ele
Checa a capacidade vital não é então e ele ele trabalha inspiração eh máxima voluntária Ele é muito legal da gente trabalhar né então a gente usar a tmf eu falo assim às vezes quando a gente trabalha com desast a gente Vem Pras bases da fonodiologia pras bases da voz a gente usa TM f a gente usa relações Z a gente usa algumas coisas que são muito base Nossa mas que são essenciais pra gente poder bem trabalhar então a gente tem aí o shakir os diferentes modelos de shakir que a gente vai usar Não é meu
objetivo tá gente falar disso aqui agora Eu só mostrei porque eu tava no material aí eu falo assim aí não aguenta não colocar né Aí eu coloquei aqui para vocês darem uma olhada não é os efeitos Lax Vox na terapia de respiração e planação de pacientes com Parc são um negócio que eu uso para caramba para caramba mesmo eu uso né E a gente já tem bastante eh tem estudos que mostram que comparam lá o uso do Lax Vox com o método lman e mostram que é tão Útil quanto para a voz do gente com
parkon entendeu no meu grupo de Parkinson eu eles tinham que fazer Ox todo dia toda toda terapia o grupo fazia né então Eh é muito legal aqui só para vocês verem eu fiz nisso aqui num outro paciente eh a gente fez com ó a testando na voz antes da Eletro aiz eletro que fiz ó qu letra [Música] ó 2 3 4 5 6 7 8 9 10 2 3 4 5 6 7 8 9 10 claro que a gente associa recursos aqui né então a gente associa né a gente vai checar posicionamento larin a gente
vai checar várias coisas né então é fonação é exercícios vocais Associados com as Vox Associados com Eletro não é E aí a gente vai fazendo diferentes exercícios você pode fazer exercício TR vocal semiocluído exercício com Lax Vox eu gosto muito do do coxim né aqui um Exemplo de fing cazul mas a gente vai usando os recursos tecnológicos desde que você saiba Onde usar Eletro também é contraindicado para vários né Por exemplo para ela para ela não é recomendado não é então a gente vai usar os recursos tecnológicos para cada tipo de paciente né então Lembrando
que sempre Eletro vai fazer reações fisiológicas nos nossos pacientes então a gente precisa saber qual a fisiopatologia da doença antes de Indicar qual recurso não é pra gente poder alcançar fonação elevação larin não é adequada e associar com os exercícios não é adianta eu querer fazer hiperador em todo mundo né Será se é o meu paciente todo precisa de Hiper adução glótica Será se aquele paciente esparo precisa de Hiper adução glótica não né então a gente precisa analisar especificamente a necessidade do paciente a patologia do paciente a sua fisiopatologia por isso que é importante Vocês
definirem a classificação para vocês elencarem o que que vocês vão né O que que vocês vão eleger terapeuticamente pros seus pacientes né E ó uma anatomia probatória não faz não para ninguém né gente gente principalmente nas disartrias né É muito bom de vocês fazerem isso né na checar na ressonância que eu tô falando aqui da dessa classificação das bases motoras e da terapia né Qual o posicionamento da musculatura Vel faringe como é que tá Essa musculatura o que que eu posso fazer para ajudar a melhorar essa função Ah eu posso trabalhar sopro com esfor não
é eu posso trabalhar Eletro eu posso trabalhar crio que que a gente pode fazer para ajudar nessa função V farin né e articulação é só mo que se faz ou a gente pode trabalhar algumas coisas mais específicas mais modernas a gente pode usar também né a elétro a gente pode usar o laser a gente pode Usar PR percepção a gente pode usar né conscientização muscular com os nossos pacientes né então isso tudo é super importante da gente analisar não é e claro a prosódia tá agora vocês não vão pensar em trabalhar isso tudo se vocês
não souberem a classificação Tá ok então a gente viu que nós não Temos que sofrer para classificar uma fazia para classificar uma disartria não é verdade não precisa sofrer não é você viu que eu acabei aquela frase ali ó eu acabei essa frase da Tera de ocultar tá eu posso fazer coisas que você não consegue e você pode fazer coisas que eu não consigo mas juntos podemos fazer coisas incríveis vamos juntos fazer coisas incríveis Então vamos Lá a maior parte dos avcs são do tipo isquêmicos a maior parte dos acidentes vasculares cerebrais são do tipo
isquêmicos 80% em média são do tipo isquêmico são de artéria cerebral média grande parte deles justamente por serem de artéria cerebral média vão fazer o quê vão deixar como sequela uma disfagia não é pode ser um grau mais leve ou não não é a disfagia tende a ter uma remissão melhor porque a gente tem uma entação bilateral no cérebro não é mas Quando eu tenho uma lesão né de artéria cerebral média esquerda como 93% dos indivíduos tem o hemisfério esquerdo dominante a tendência é a gente ter uma afazia então a gente viu que a fazia
quando eu tenho uma lesão né principalmente em giro frontal inferior área de brocar nós temos uma fasia de brocar qual a característica de uma fasia de brocar é aquela fasia que a fala não é fluente que o paciente tende A compreender bem ou discretamente alterado não é o grafismo a acompanha fala ele não escreve bem e a alteração motora tende a ter hemiplegia principalmente a mão em garra mas a perna vai evoluir melhor porque a representação do córtex cerebral pra perna é na face medial do cérebro tá ok irrigado pela artéria cerebral anterior tá é
a fasia de Vernique artéria cerebral média esquerda também só que a região mais inferior giro temporal superior não é então fica no lobo temporal mas no giro temporal superior responsável pela compreensão da Palavra Falada então é o paciente que fala fluente logor mas não mas sem sentido e às vezes ele nem percebe que está falando sem sentido que é um problema no início na fase aguda dele né então ele fala Fluente mas ele não entende nada a compreensão é muito alterada o grafismo dele tá presente só que às vezes ele não escreve porque ele não
entende e a alteração motora geralmente não tem alteração motora tá a a fasia de condução Lembra que eu falei que nós temos os faccos passando pelo cérebro e eu falei que a gente vai ter um fío super importante ó P aqui ó fío que vai ligar lobo frontal a Lobo oxical que é o facc Longitudinal superior junto com facc arqueado e que às vezes a gente vai ter uma lesão lá que eu mostrei para vocês um paciente meu com uma lesão parietooccipital lá trás pegando esse faulo e que o paciente ele não tinha o quê
né tinha ficou com uma fasia importante né uma dificuldade muito grande de repetição então ele tinha uma fala até fluente mas com erros com alterações e com falhas também né de compreensão Embora não é que não entenda nada né ele ende mais com falha certo isso é uma afasia de condução tá a fazia Global feend tudo foi aquela bomba no cérebro né foi a bomba no cérebro Então você tem alteração de fala alteração de compreensão geralmente você tem alterações motoras plegia dispagia vem tudo junto né Alexia a grafia todos os dificuldades de reconhecimento de Símbolos
linguísticos né a calcula então é um paciente com comprometimento mais significativo e os comprometimentos mais leves da fazia nós temos as afasias transcortical a afazia transcortical motora filhote brocar né é uma fasia em que o paciente tem o quê a fala é a sua maior dificuldade queela fala com esforço com muita dificuldade mas ele repete ele repete e ele entende certo a Transcortical sensorial filhote de vern ele a compreensão é sua principal dificuldade né ele tem a fala mais fluente mas simbola bastante porque ele não compreende bem mas ele repete não é e a transcortical
mista ele tem fala às vezes fluente Mas ele tem dificuldade de falar tem dificuldade de entender mas repete tá somente os transcortical repetem certo a fazia de brocar não repete a fazia de verni que não repete a Fazia de condução a pior dificuldade dele é a repetição e a fazia Global não repete transcortical motora repete dificuldade maior de falar transcortical sensorial repete dificuldade maior de entender transcortical mista repete mas dificuldade de entender e de falar certo faz isso disartria lesão de neurônio motor Superior bilateral disartria espástica voz tensa estrangulada pacientes com espasticidade base neuromuscular mais
difícil né pode ser o quê TCE pode ser doenças neuromusculares né Depende do do do da causa não é mas AVC pode acontecer também mas já não é tão comum é mais frequente um encefalite né algo que fez algo bilateral agora uma uma uma disartria de Eh neuromuscular unilateral né de neurônio motor unilateral não é Aí sim que é a chamada de espástica leve é bem frequente de AVC bem típica de AVC isquêmico tá bem comum mesmo de AVC isquêmico e aquela mais leve da gente resolver nãoé voz mais pastosa né uma disfagia Zinha leve
então é mais fácil de resolver tá é uma uma disartria flácida lesão de neurônio motor inferior doença mais comum estenia graves outras doenças que Pode ser Vivi não é e síndrome de guilam ou um TCE que lesionou os neurônios motores inferiores lesão de tronco cerebral tá e disartria hipocinética hipo pouco movimento não é sempre comprometimento de núcleos da base pouco movimento baixo dopamina Parkinson tá voz rouca trêmula soprosa certo né uma prosódia ruim às vezes com aquelas Aceleradinha né para poder acabar logo a fala certo e uma disastri hipercinética doença de huntington é a principal
Exemplo né mas falei para vocês Tonia também doença pode ser cor de sidn nãoé então núcleos da base hipercinética muito movimento núcleos da base muita dopamina não é então excesso de movimento então Eh aquela articulação mais imprecisa tônus muscular Flutuante não é então é a característica principal tá des artria taxic cerebelo cerebel a taxia a taxia fala do bêbado tônus muscular não é mais baixo às vezes uma entonação mais marcada para tentar eh se né uma entonação excessiva para tentar conseguir se se fazer entendido não é mas a arria tá está sempre relacionada com o
CB e diarria mista é a mistura né é is cambos generalizado não tem essa doença viv n Então não neurônio motor superior lesionado neurônio motor inferior lesonal por exemplo esclerose lateral neotrópica né que pega o tracto córtico espinhal inteiro tracto córtico nuclear não é então Atri mist doença de Wilson que às vezes pega lesiona cerebelo lesiona neurônio superior lesiona Corttex então lesiona mais de uma região e pode ter flutuações nas características Então você classifica como disartria mista certo Pessoal beijos Encontro vocês na aula bônus n