Bem-vinda ao podcast Corretora de Marca. Eu sou a Giovana Carrilho, comunicadora de formação, nascida no mercado imobiliário, mas só me apaixonei por ele mesmo depois de bons anos, quando entendi que não era sobre tijolos e sim pessoas. Eu acredito que ser uma corretora de marca é sobre ser mais do que vitrine de móveis. É sobre ser e transmitir presença, confiança e originalidade. Mas para isso acontecer, A gente se vira do avesso, porque antes de se posicionar é preciso se reconhecer. Esse é o espaço para trocar histórias reais, reflexões e coragem para construir uma marca viva.
Corretora de marca. Quando a mulher se reconhece, a marca acontece. Vamos juntas descobrir que o avesso é o lado certo. Algumas mulheres entram no mercado imobiliário buscando uma profissão, outras entram tentando reconstruir a Própria vida. A infância marcada pela escassez, os pais sem condições, o avô assumindo a criação de duas meninas pequenas e mostrando através do exemplo que dignidade se constrói na luta diária. Aos 14 anos, ela começou a trabalhar, aprendeu cedo a administrar a própria vida, carregar responsabilidades e seguir em frente, mesmo sem garantias. Vieram os anos no banco, a carreira, o cargo de
gerência, a sensação de Finalmente ter encontrado estabilidade até que a pandemia chegou e junto dela mais uma ruptura. A demissão obrigou ela a encarar novamente o desconhecido, mas foi justamente ali, no meio do recomeço, que o mercado imobiliário apareceu na sua vida. E junto da corretagem veio também uma nova forma de se enxergar. Porque para algumas mulheres trabalhar com imóveis nunca foi só sobre vender, é sobre devolver esperança, criar segurança, participar de capítulos Importantes da vida de outras pessoas, enquanto reconstrói a própria também. Hoje, aos 4 anos de profissão, já são mais de 40 imóveis
vendidos. Mas talvez o que mais impressione nessa jornada não sejam os números, e sim a mulher que ela precisou se tornar para chegar aqui. Seja muito bem-vinda. Podcast Corretora de Marca Paula, Malta. >> Que honra. Tô muito feliz, muito honrada. Tô emocionada até você falando. Falei: "Meu Deus, sou tudo isso é que a Gente vai vivendo, né, e acaba não parando para pensar, não, olha quanta coisa que eu fiz, né?" Mas obrigada pela honra. Tô muito feliz, muito torrada. Que bom que deu certo, né, sua agenda supercorrida minha também, né? >> É, é isso. Que
bom. Fico muito feliz aí pela confiança. Você que falar um pouquinho, né, da nossa jornada até. Eu também dou uma até uma engasgada aqui, porque eu sempre dou uma emocionada antes, né, nos convidados, porque é o Que você falou, a gente não para para ver às vezes até a nossa própria jornada e o que a gente construiu, né? >> E então me apresenta aí, né? Quem é a Paula Malta, além de uma bio de Instagram, né? Quem é você? >> Bom, vamos lá. Eu sou casada com santista, santista raiz. Não era daqui de Santos, morava
no Guarujá. Quando a gente casou, eu vim morar aqui. Eh, não tenho filhos, adoro viajar. Quando eu tenho um tempinho de sobra, eu vou Viajar. E eu acho que isso também me ajuda na minha profissão, até para repertório, para conversar com o cliente. Sou apaixonada por contato com a natureza, sou apaixonada pela cidade de Santos, que me acolheu, né? Eh, tenho uma irmã que para mim é como se fosse minha filha, enfim, é minha vida. E assim, tento viver da melhor forma possível. Trabalho bastante, eu amo trabalhar, né, taurina que sou aquela, né, adoro trabalhar.
E aí foi, você fez Um breve resumo de muita coisa, né, de tudo que eu já passei por aí. Eu acho que eu fui preparada para estar no mercado mobiliário, né, porque eu trabalhei em cartório, em banco e hoje no mercado imobiliário. Então, quando aparece alguma demanda, eu já consigo tirar de letra, porque é totalmente a minha praia, né? Então eu tô, fico bem à vontade. >> É, acho que essas experiências que a gente vai ganhando aí ao longo, né, de Toda a trajetória, elas vão eh trazendo novas habilidades, né, e capacidades mesmo pra gente
enfrentar, né, o que você falou, a gente vai sendo preparada para chegar no imobiliário. E o quanto que assim você, eu vi assim, até interessante porque quando eu fui estudar um pouquinho ali dessa história, eu vi que não tem nada ainda você contando com a sua própria voz ali, a sua história, a sua jornada, né? Então tem um post junto com Viver em Santos Que faz ali um resumo bem legal eh da sua vida. O quanto que é difí assim é difícil também mostrar a Paula mulher além da corretora, né? Além disso, assim, >> isso
até é um desafio que eu tenho, porque eu sempre fui muito centrada, muito séria no trabalho e assim, por exemplo, nada contra quem faz, mas assim, eu nunca vou, você, você vai me fazendo dancinha, não é o meu perfil, eu sou mais, eu diria que o meu estilo é Mais clássico, né? Então eu não apareço tanto nas redes sociais, deveria aparecer mais, mas esse é um uma coisa que eu preciso desenvolver também, porque as pessoas se conectam com pessoas, né? Então, vira e mexe quando eu tô mais tranquila, eu vou lá, abro o vídeo, faço
um vídeo, deixa estático lá, porque é interessante as pessoas conhecerem você, né? >> É isso que você falou, assim, é de, né, de mostrar um pouco aí de você, mas eu Acho que você de certa forma não contou ali na sua história, mas você cria nuances que também mostra. Então, você fala das suas viagens. Então, assim, quando você falou, quando eu pedi para te apresentar, você falou de viagens, eu falei, eu já sabia, tipo, era assim a sensação que é uma mulher de fé. Então tem coisas que a gente que a gente consegue já pegar
nessa eh percepção sobre as redes sociais e querendo ou não, você traz também muito o seu estilo De apresentar os imóveis. Então, por mais que você não esteja ali falando com você também você se conecta muito no seu estilo único de mostrar assim os imóveis, né? >> Exatamente. Eu procuro sempre ser uma coisa mais simples possível, porque ninguém tem muito tempo para ficar horas olhando, né? As pessoas estão sempre na correria eh falar as coisas básicas, né? e sempre me colocar à disposição para atendimento mais personalizado quando a Pessoa vem me chamar, né? Eh, mas
é uma uma alegria muito grande poder gravar imóveis, vender imóveis. A gente, é claro que a parte financeira existe, mas é são histórias que eu poderia ficar aqui o dia todo contando para você de mudanças que nós fizemos, né, que eu fiz nas vidas das pessoas através do mercado imobiliário, sabe? Reconstruções de vida e inclusive, como você falou no começo, a minha também, né? Porque quando eu fui demitida, que era uma coisa que eu nunca Imaginava na vida, né? Eh, porque até então eu nunca tinha sido demitida, eu sempre saia de trabalho para ir para
outro, né? E foi para mim o BAC. E eu pude me reencontrar como pessoa no mercado imobiliário, né? Eh, fazer minha primeira venda, eu fiquei super feliz. Minha primeira venda eu fiz com 45 dias de corretagem, não conhecia nada em Santos, né? Eh, porque eu sempre trabalhei em Cubatão, enfim, Guarujá, morava no Guarujá, então não conhecia Muito as pessoas de Santos, né? Não conhecia quase nada. E aí, eh, buscando sempre entregar o melhor. Foi indo, foi indo, foi indo. Hoje já são mais de 100 vendas. Aí hoje, inclusive, acabei de bater 70 milhões em vendas
de em 2 anos e meio. >> Uau! >> Fora enfim, né? O todo o período aí são quase são mais de 100 milhões em vendas e assim, muitos sonhos realizados. Eu eu tenho uma frase que eu amo que é assim, Quando eu falo pros meus clientes, né? Quando vocês realizam sonhos de vocês, vocês ajudam a realizar os meus também, porque eu tenho os meus sonhos, né, de conhecer o mundo, de fazer viagens, de poder ter uma condição de vida boa e através dessas vendas isso eu posso realizar também. Então assim, é muito gostoso, muito gratificante.
>> E essa parte da corretagem, como da onde que surgiu o convite para entrar no mercado, né? Então, quem era Paulo ali Naquele momento, né? Então foi naquele momento de fé, de não, eu vou arriscar, de tipo, não, eu vou conseguir me reinventar, de até você falou que foi uma coisa que emocionalmente mexeu muito com você, o fato, né, de ser demitida. Eh, ou foi até aquele desespero de não, eu preciso voltar pro mercado de algum jeito? Bom, eu era bancária antes de ser corretora e quem trabalha em banco vai saber, né? Assim, é uma
rotina muito difícil, muito exaustiva. Muitos Clientes, né? Você atende, o cliente é um problema, o próximo é um problema e assim desgasta muito emocionalmente, né? A sua cabeça fica, enfim. Aí quando eu saí, >> pressão de metas também, né? >> É, quando eu saí do banco, no dia seguinte já tinha uma proposta para ir para outro banco, mas eu falei: "Não quero, não quero mais", né? Por enquanto não, não é uma coisa que passa pela minha cabeça. Aí meu marido falou: "Descansa um pouco, depois a gente vê o que faz", né? E eu fiquei pensando
o que que eu vou fazer. Eu tinha duas coisas na minha cabeça, né? Só que naquele momento eu sou muito observadora, estrategista. Falei: "Vou tentar a corretagem porque eu tenho possibilidade de ter um investimento inicial menor e ter um um retorno maior, né? Porque eu tinha uma outra ideia de abrir o salão. Vou abrir para você porque eu gosto de estética, né? Mas falei, vou tentar, né? Porque ainda mais a pandemia, já pensou se eu faço investimento e tem que fechar?" Então falei: "Ah, vou tentar". E deu super certo. Em seis meses de de invista.
Pode falar nome de invista, >> seis meses de invista. >> Eh, eu fiz o dobro do que eu fazia no banco em um ano. E assim, foram 23 imóveis vendidos só no primeiro ano, mas 23 imóveis da minha carteira de captações, ou seja, quase 50 negócios realizados em um ano, né? E aí quando Você junta o que você ama fazer, né? Com trabalho, fica uma coisa. >> E aí você então já se tornou corretora e já foi para vista, já teve esse convite, já teve essa parceria. Na >> verdade, antes de eu sair do banco,
eu tinha conversado com um gerente que trabalhava lá. Eu sempre acompanhei eles nas redes sociais, o trabalho deles sempre foi muito fantástico, né, em relação à exposição, né, das redes sociais. E eu conseguia vários Corretores e aquilo ali mexia com o meu coração de alguma forma. No meu primeiro emprego, na verdade, foi numa imobiliária lá no Guarujá que se chamava Praas, né, agora acho que é factual. E eu eu tive contato, mas assim, era com a parte administrativa, sabe? Eu fazia eh pedido de documentos, não era uma não era parte de vendas. Exatamente. Mas eu
e na época falar: "Ah, por que que você não vai ser corretora?" Eu falei: "Ah, não, não tem salário fixo". Enfim, né? Novinha que eu era, né? Não tinha, né? Hoje era para ser milionária, chegarei lá. >> Então assim, aí foi e graças a Deus deu tudo certo. Sempre pedindo direção para Deus. Eu eu acredito muito em Deus, né? >> Sim. >> Então assim, sempre pedindo direção para Deus, sempre pedindo para Deus abençoar. E vou te falar, tem vendas que eu faço que eu vejo assim que é a mão de Deus, sabe? Porque da minha
própria força Talvez eu não conseguisse. Então sou muito grata. Tem muitos desafios, não é fácil. Tem muita hora que você falou: "Não quero mais, vou desistir." Mas Deus tá sempre aí para sustentar a gente novo dia, nova página. Hoje eu postei, ontem à noite eu postei, né? Que é as misericórdias do Senhor se renovam todas as manhãs, né? Então >> é isso, não podemos desistir. >> É. E você até falou dessa questão dessa vontade de desistir, né? Eh, eu acho que Quando você se torna, né? Apesar de você estar no imobiliário, é uma autônoma ali
de ter que correr, né? Uma profissão que você fala, né, do banco, que também é muito difícil, mas a corretagem como hoje acho que se vende um pouco diferente. Quem tá de fora, ah, vê o glamor, vê o status, vê tudo isso, assim, os vídeos, olha só gravar vídeo. Então, acha que é uma coisa muito fácil, mas ninguém sabe que na verdade você já vendeu um imóvel, você já tá preocupada Com o ciclo dos outros, porque um mês, na verdade, vira. E e como que é também nesse momento de tipo desistir sendo autônoma, de falar
assim: "Não, pera aí, né? Onde é meu eixo?" Até o próprio equilíbrio, acho que acho que da rotina assim do dia a dia, né? >> Sim. É, eu gosto muito de me conectar com a natureza, de colocar o pé na água, no mar, sabe? Então assim, eu trabalho e depois eu tiro uns dois, três dias de folga para poder realmente eh esparecer A cabeça, porque assim, é uma coisa que eu amo fazer, é mágico, é uma delícia, mas tem seus desafios, né? O mercado, infelizmente, é muito banalizado, né? Não, as pessoas realmente acham que é
fácil e na e na verdade não é, ah, é só anunciar meu imóvel, não. Assim, para você fazer um anúncio hoje, você gasta na plataforma, você investe num filmaker, num fotógrafo, nos anúncios no próprio na nas próprias plataformas. Então, tudo isso tem um custo, né? E e As pessoas não acham que não, é só você ir lá tirar foto e não. Na verdade, não é assim. E a gente luta também para que a profissão seja cada vez mais reconhecida, porque antigamente era muito marginalizada a profissão de corretores, né? E outro dia eu passei numa num
apartamento, aí eu vi, né, visita direto com o proprietário, não aceito corretores. Aí eu falei assim: "Nossa, será que ele vai conseguir fazer o Filtro de quem realmente tem potencial de compra pro apartamento dele? Será que ele não vai colocar um uma pessoa, perdão da palavra, né, um bandido dentro de casa? Porque você não sabe, você colocou seu telefone ali, né? a gente tem o cuidado de fazer um filtro, de, né, pegar as informações da pessoa para saber se ela realmente tem potencial de compra. Eh, claro que às vezes visita e não gosta, vai ver
outra opção, não, né? Mas assim, na medida do Possível, pra nossa segurança também, pra segurança do cliente, a gente tem esse cuidado, né? Então, é uma coisa que a gente se preocup se preocupa bastante e mais uma coisa que a gente entrega, né, uma segurança em todo o processo, do começo ao fim. É, e tem toda aquela questão, que você falou, tem todo o filtro de você entender o perfil e tem até mais assim, né, do que isso, que é aquela questão de eh de você de ter aquela experiência também, não só pro Cliente, mas
pro proprietário, né, que você falou, é a segurança mesmo, proteção das partes, né, porque nós somos intermediadores, então a gente vai conciliar as partes, né? Eh, eu tive até um processo recente de uma venda que eh as pessoas se conheciam e mas enfim, optaram por eh contratar a assessoria da imobiliária, minha assessoria junto com a imobiliária, porque realmente eles queriam que ficasse tudo correto, que não tivesse nenhum problema e às vezes é Até melhor porque depois numa dessa começa as brigas por causa de besteira, acaba perdendo o imóvel dos sonhos, né? E a gente não
quer que isso aconteça. Então >> é muito importante você contar com uma assessoria pra efetivação de uma compra. É, eu acho que veio um pouco que você falou assim que era uma profissão que era mais marginalizada e acabava que antigamente era muito vista como um tira pedido >> e que hoje foi uma é uma profissão que se profissionalizou, é uma se for que tem todo esse estudo de perfil, essa esse investimento, então é uma outra visão mesmo. >> Sim. É realmente cada vez mais é são coisas diferentes, são coisas novas. >> Eh, uma das coisas
que eu fui pioneira aqui na cidade de Santos foi fazer o home staging para fazer a venda dos imóveis, né? E todos os que eu fiz, eu tive sucesso na venda. >> Era uma estratégia também essa parte de homeest para captação de móveis ou também foi >> também? Também. Eh, mas e a gente sempre tem que pensar no todo, né? Então assim, >> eh, não são todos que dá para fazer, somente imóveis com exclusividade, mas faz muita diferença você despersonalizar o imóvel e fazer uma decoração, né? Porque a pessoa chega ali e ela fala: "Nossa,
realmente tá lindo o apartamento". Teve um último que eu fiz, Que eu sempre falo, né, que foi o Mário Duarte que me ajudou, né? Ele trouxe toda eh a decoração das da loja da mãe, da da mãe dele e tudo mais. E o apartamento ficou lindo. Era um apartamento que estava parado, que não tava tendo visitas, que tinha uma parede de cada cor. A gente foi lá, fez papel de parede e depois de três meses ele vendeu. Três meses por quê? Porque é um imóvel de alto padrão. Então teve várias visitas, várias propostas até chegar,
Mas até então ele tava parado, não tava tendo visitas nem propostas. Então, >> e é uma delícia. É que assim, não dá para, eu já contratei pessoas para m fazerem e eu já tive que colocar a mão na massa para fazer, mas é muito gostoso você ver o imóvel transformado, sabe? Tá em mentorias assim que eu já dei, eu sempre, às vezes quando a corretora tem muita dificuldade de captação, eu sempre falo isso porque eu lembro de uma uma corretora amiga minha de João Pessoa que A estratégia dela era justamente homestage. Então eu falava assim,
eh, se aprofunda nisso, vai buscar parceiros ou até se capacita, porque é uma forma de uma estratégia mesmo de você, né? inteligência artificial tá mais fácil ainda, né? Então assim, as próprias imagens que eu não faço, assim, eu tenho um celular de última geração, eu já tenho a o tato para fazer as fotos, que tem que ser também de acordo com o que colocar no sistema, mas eu vou lá, Coloco na inteligência artificial, editar as minhas fotos para dar uma, sabe, aquele aquela maquiagem, né, para ficar mais visualmente mais, não, não é que esteja ruim,
é que às vezes bateu o sol na mesa, então assim, ele deixa bem bonito e faz toda a diferença assim, sabe? E eu gosto muito de captação. É uma coisa que tem corretores que não gostam muito, mas eu adoro captação. Eh, e eu faço com maior amor, porque, enfim, é muito gostoso você ir conhecer uma Nova história, uma nova pessoa, ajudar na venda, né? É isso. >> É. E e às vezes depois até na vai ajuda não só na venda do imóvel, como na compra às vezes de outro, né? E até nessa parte que você
falou de foto, que hoje você já tem esse tato, já tem esse esse olhar, eu acho que óbvio que é uma habilidade treinável que você vai conquistando aí com o dia a dia, mas eu sei também que tem muitos corretores que eles travam muitas vezes porque eles Falam assim: "Putz, eu não tenho investimento, eu não consigo pagar um filmaker". Eh, e aí assim, eu sei que você também tá na Invista, não sei o quanto que a Invista também ajuda nesse apoio, né, de equipe, mas como funcionou para você esse processo de assim, ok, eu preciso
também me reinventar dentro da dessa profissão, gravar os vídeos, você já tinha braços de equipe ou você falou: "Não, vou eu mesma começar a fazer as fotos, os meus próprios vídeos". É, a Primeira coisa que eu fiz foi investir num celular de última geração, porque eu particularmente nem gostava de iPhone, mas eu comprei porque eu vi que a qualidade das fotos eram melhores. Então, e assim, eu sou uma pessoa muito autodidata, sempre vou, tá, assim, eu sempre pensei que que eu posso fazer para me diferenciar. Então, eu fui a pioneira para fazer fotos profissionais, eh
fotos em estúdio minhas, né, para para você poder transmitir uma Autoridade melhor no Instagram. Eh, isso tudo com investimentos próprios, né? Hoje em dia a Invista já tem eh algumas eh como que eu posso dizer, alguns investimentos para para alguns incentivos para alguns corretores. >> Eh, mas no começo foi sozinha. E assim, eu sou aquela eh grata, constante, eterna insatisfeita. Eu já eu faço uma venda, já fico pensando, qual que vai ser a próxima? Qual que vai ser a próxima? Sabe? E a mesma coisa em Relação a melhorar o meu trabalho, né? Acho que sei
se a gente tava falando, é que eu queria conversar com uma pessoa de para ver o que eu posso agregar no meu trabalho, porque assim, não tem, para você ter uma ideia, né? Se a gente, camarão que dorme é onda leva, né? Outro dia entrou um rapaz para trabalhar comigo, dois meses, ele já contratou um filmaker para ficar com ele full time, né? Isso é uma coisa que eu não fiz ainda, porque assim, são vários, é muito Investimento que você tem que ter, né? E você sabe quanto que é o investimento de mídia hoje, né?
Eu acho que além do investimento, eu não sei assim, mas para mim sabe que uma coisa que me pega e olha que Valdíia tá aqui, hein? Eh, já me acompanha há alguns anos, mas aquela aquela pressão até de falar assim, meu, vai ter alguém comigo sempre ali, eu tenho, então te dá até uma travada de, né? Então eu acho que talvez uma otimizada ali de rotina de falar, não Vou pegar dois dias de gravação, né? Alguma coisa nesse sentido. Mas é o que você falou, acho que tem a disposição de tempo, de investimento, mas acho
que tem um emocional para mim que também se envolve, >> porque nem sempre você tá num dia bom. >> É isso, né? E você que tem que aparecer. Mas se bem que teve uma vez que eu fiquei tão chateada com uma situação, >> e eu acabei postando, tá, no calor da emoção lá da raiva, abri o stories e Falei: "Ai, gente, tô tão chateada que aconteceu uma situação assim assado". Não foi, né? Mas muita gente, ai eu eu te entendo tal. E naquele dia eu respirei porque eu tinha um atendimento, né? Fo assim, vou respirar,
vou, vai dar tudo certo. Fui pro atendimento, cheguei lá, atendi as moças e elas acabaram comprando comigo. Então assim, é que eu falo, né? Deus é perfeito. Uma coisa que me deixou tão chateada, tão chateada, no final das Contas acabou dando tudo certo, né? Não com aquele cliente, mas com outro. E foi, até hoje são clientes super queridas que eu tenho contato, enfim, a vida. É, é exatamente isso. E você também falou dessa parte de ser uma eterna insatisfeita, de sempre buscar a melhoria. Eh, a que você atribui isso? A até a tua infância de
de ser aquela coisa assim de eu preciso dar certo ou até pela também sua jornada, banco, de ser um aquele ambiente que você está Sempre em alerta, sempre tendo que correr atrás? >> Sim. É, eu acho que o o de mais o maior ponto para esse pr eu ser essa pessoa é realmente quando eu era criança, né, que eu tinha o meu avô que cuidava de mim, mas eu sabia que se amanhã depois ele viesse a faltar, eu poderia ficar sem ninguém, né? Então isso me impulsionou para que eu sempre fosse assim. Eu comecei a
trabalhar com 14 anos fazendo unha no salão e depois fui indo, fui Indo, fui indo, fui indo. Trabalhei em vários lugares, sempre bem-sucedida. Hoje, se eu voltar, se eu quiser qualquer lugar que eu trabalhei, falar: "Olha, tem uma vaga para mim, tem uma oportunidade, vai ter, porque meu vô me ensinou uma coisa muito séria, que é honestidade, né? E e você trabalha direito, respeitar as pessoas. Então, é isso que eu levo pra minha vida, né? Eu sou muito grata a ele por ter cuidado de mim, da minha irmã, porque se a gente se Nós somos
mulheres que somos hoje, foi pela educação que ele deu, né? Quando a gente era adolescente, ficava com raiva, né? Mas hoje eu falo: "Obrigada, vô". Porque se não fosse você, né? Então eu sou muito grata e acho que é isso. E com o passar do tempo é a vida, a vida vai te movendo para você não ficar parada, né? >> E você consegue se olhar hoje e pensar: "Eu dei certo". Ou você ainda tem uma autocobrança ali tão forte em você que Você fala: "Não, eu dei certo, mas esa aí, ainda tem mais, ainda tem
mais". Olha, eu gosto muito de olhar para tudo que eu construí e eu sou muito feliz e muito grata por tudo que eu fiz, porque eu realmente eu sei que eu fiz diferente das minhas antigas gerações, né, que eu pude fazer e coisas que nunca ninguém fez de viajar pro exterior. Por isso que eu eu não sei, sabe, quando eu vou para uma viagem, né, que você coloca o pé lá, Você fala assim: "Meu Deus, olha só de onde eu vim, olha onde eu tô agora, eu consegui, né?" Então assim, é uma >> até arrepia
porque parece às vezes uma coisa tão distante, né? Exatamente. Então assim, eh, só Deus sabe que a gente passa, né? Então você tá num lugares assim tão especiais e você fala: "Meu Deus, eu não acredito que eu tô aqui". Então assim, é muito mágico e enfim. >> É, não, mas isso é bem legal assim. E e Eu acho que a gente vai cultivando também aquela menina dentro, né, da gente, pensando nos sonhos lá de trás. E eu sei que, né, não tem como a gente planejar exatamente a nossa vida de pensar, não, eu já sonhava
em ser corretora, mas os caminhos eles vão, né, se abrindo assim. E eu acho que o mercado imobiliário, assim como eu falei, né, na descrição, que até você já falou um pouquinho de que ele deu muito mais do que só uma profissão ali para Você, né, que ele, na verdade, você em algum momento ali no nas suas redes, você fala que ele devolveu a sua >> autoestima como profissional, porque >> no banco a gente sabe que tem um problema muito sério, né, de de cobranças excessivas e na agência que eu trabalhava, ela praticamente mandou todo
mundo embora, né? E eu fui demitida por números, né, que eu não tinha, a gente tirava leite de pedra ali para para te falar a verdade e sabia que uma hora ia Chegar minha vez. Só que assim, é difícil para pr pro profissional que se dedica tanto receber uma notícia dessa. Não que eu fosse inabalável, mas sabe, você tá ali entregando e você não imagina que vai acontecer, né? >> E aí no final das contas foi a melhor coisa que aconteceu na minha vida, porque senão poderia estar lá até hoje triste, infeliz, né? E assim,
eu até gosto de falar sobre isso, né? É, >> eh, hoje eu não, eu não trabalhava no Banco, né? Sábado, domingo, feriado. Hoje eu trabalho sábado, domingo, feriado. E eu nunca tenho, nunca teve um dia que eu tenho ido trabalhar triste. Eu sempre vou com alegria, sabe? Sábado de solto, chego lá, não tenho, não tenho problema, sabe? Porque eu gosto muito do que eu faço, então para mim é uma coisa que me alegra, sabe? tá ali. E aí quando tem um momento ou outro que eu posso tirar uma folga, eu vou tirar porque eu também
sou nova, eu tenho, é nesse Momento que eu tô na fase de produzir mesmo, né? >> Depois a gente descansa. >> É isso mesmo. E aí você acabou de falar assim: "Ah, eu sou nova e, né, tô nessa idade de produzir e tal". Mas como foi também se reinventar os 30? Porque a gente sabe, começar, na verdade, do zero, porque a gente sabe que ainda é nova, mas >> os 30 anos tem aquela coisa que você vai olhando pro lado, fala: "Nossa, pera Aí". Eu achava que quando eu chegasse aos 30 eu ia estar assim
assado e pera aí de repente eu fui demitida, tô sem profissão e preciso começar do zero, né? >> Olha, eh, nos primeiros, eu fiquei três meses em casa, né? Eh, não me aguentava mais, né? Porque eu sou acelerada, ligada no 220. Eu me culpava de estar ali. Meu marido que me apoiou falou: "Não, relaxa, você merece, você precisa desse tempo, né? Cuida de você". E assim, >> eu não permitia, quando eu fiquei também parada passar, desculpa de cortar, eu não permitia nem assim, ah, deixa uma tarde livre ver o Netflix, não. Eu tinha que arrumar
um curso, eu tinha que fazer alguma coisa. >> Sim, a gente se culpa, né, de descansar. A gente se culpa de descansar. Não vou mentir para você que hoje em dia também assim, assim, se se não me policiar, eu trabalho 28 dias por mês, entendeu? Então assim, eh, eu sei, você sabe que Eu sempre tive uma coisa de que ia dar certo ou ou de um jeito ou de outro. E assim, uma coisa que eu sempre tive muito clara na minha cabeça, um propósito, eu vou tentar se meses, se não der certo, eu vou tentar
outra coisa. E a gente chega uma uma certa idade que a gente não pode mais ficar pensando muito, né? Então assim, eu falei, vou tentar seis meses, se não der certo, eu vou tentar outra coisa. Então foi muito resoluta nesse nessa nesse Sentido. E graças a Deus deu super certo. E assim não tinha como dar errado, né? Assim, eu sempre gostei de trabalhar com vendas, venda de um produto que as pessoas gostam, ajudar as pessoas, já tinham no R do banco de financiamento, tal. Então assim, foi uma coisa que encaixou perfeitamente. Eu tenho certeza que
Deus preparou >> tudo para que desse certo essa questão da corretagem. E eu percebo assim na sua história conversando com você e até ali, Né, pelas suas redes sociais, você tem uma mentalidade muito forte, porque é difícil, não não pela sua idade nem nada, mas até sair da onde você saiu e conquistar hoje e ser top um aí de vendas aí por dois anos consecutivos e aí mensalmente você eh está sendo aí premiada também, reconhecida, né, por eh está ali no no top, no ranking, né, de vendas. E como que você foi construindo? A vida
fez você construir ou você fez cursos ou Valores assim já de base também familiares? >> Com certeza valores de base familiar. Meu vô me deu uma base muito boa, mas também a minha espiritualidade. Eu acredito muito em Deus, muito, muito, muito, assim, senão não era nem para eu estar aqui hoje. E eu sempre falo com pessoas que eu tenho mais proximidade. Eu conto a minha história, o meu testemunho, porque eu tenho certeza que foi ele que me guardou, a minha minha Irmã me honrou para eu estar onde eu tô hoje. Até hoje eu sinto a,
né, a mão dele na minha vida. É, então assim, e assim a gente entender que não tem nada que é perfeito, né? Eh, não deu certo isso aqui, próximo. Não deu certo isso aqui, próximo. E inclusive foi uma coisa que na vista me ensinaram bem rápido. Aqui você tem que ser muito resiliente. E graças a Deus eu sempre fui. Por quê? Porque senão você vai e perde uma venda, você fica sofrendo três dias e os Clientes que você tinha para atender, como é que faz? Entendeu? Então, na verdade hoje é mais normal eu perder venda
do que eu fazer venda, né? A cada cinco vendas que entra a proposta, uma dá certo. Por quê? N situações, documentação, desistência de um do lado ou do outro. Então é uma coisa que pode acontecer. Então graças a Deus vai ser tudo isso que eu vivi no mercado de trabalho e também faço terapia, né? Sempre vou para as minhas terapias Também, que é colocar um pezinho na água, >> né? Para poder estar com a cabeça em dia, porque realmente são muitos desafios, né? Mas se a gente não se cuidar, porque eu acredito firmemente que você
se cuidar também faz parte de você um bom profissional, porque você consegue ficar >> mais receptivo para coisas que não estão no seu controle, né? >> É. É. Aí você fala uma coisa que é muito Importante, que é aquela coisa de tipo ficar dias ali chorando, vendo copo meio vazio, porque perder uma venda faz parte do processo, mas pode, se você não tá ali tão fortalecida emocionalmente, pode também acabar com a sua autoconfiança de falar: "Ah, não, esse mercado não é para mim". Eh, e aí então você falou assim: "É de ser resiliente". Então, é
uma coisa que você vai aprendendo ali na porrada do dia a dia mesmo ou tem alguma coisa que você consegue, tipo, até para Quem tá nessa jornada de falar assim: "Putz, eu já perco venda e não tô conseguindo virar essa chave". Sabe? >> É que na corretagem eu costumo dizer o seguinte, né? Você tá trazendo proposta, se você tá trazendo proposta, seu trabalho tá sendo feito. Porque o mais difícil é você selecionar o imóvel, ir pra rua debaixo de sol, debaixo de chuva, andar em três, quatro, cinco apartamentos. Aí o cliente gostou. e fez a
proposta. Essa é a pior parte, você Trazer a proposta, né? Então assim, da proposta em diante pode acontecer muita coisa que não tá no nosso controle, entendeu? Então assim, eh sempre procurar se fortalecer na fé, na espiritualidade, né? Eh ler muito, porque hoje em dia as vendas não são mais vendas eh só por ah, vou comprar, né? Primeira loja que eu entrei, vou comprar. Não, as pessoas têm muitas opções e eu costumo, os clientes que comprou comigo acabam virando meus Amigos porque eu falo, a gente fala de tanta coisa na visita, menos de imóvel, né,
de viagem, de enfim, de mil coisas, de, né, quando é sua mulher, é aquela conversão o tempo todo. Então, assim, eh, não tem jeito, tempo todo tem que estar estudando em evolução, fazendo terapia, buscando Deus, meu, para mim, né, no meu caso, e porque senão você não consegue, porque realmente não é fácil. São desafios, né, diários, né, enfim, >> né? É, e até você falou também sobre as Viagens, né, de ser repertório. Exato. >> Eh, isso para você sempre foi consciente de que também sair ali do mundinho que a gente vive no dia a dia,
de ter mais vivência, isso te traz repertório pro seu trabalho ou foi uma coisa também que você foi: "Opa, pera aí, ó, viajei sem querer, já trouxe isso como pauta, como um gancho num atendimento? Isso me ajudou a me aproximar, me conectar melhor com o cliente. >> Então eu gosto de usar bastante essa Essa esse gancho para conversar com o cliente, né, para não ser uma coisa monota e também falar de restaurante que eu sou, né, adoro comer como uma boa taurina. >> Então quando o cliente vem aqui que não é daqui, aí já fala:
"Ah, você gosta de comer o quê? Ah, já digar o restaurante". Então assim, é me perdi. Qual que era a pergunta? >> Não, que eu tava falando dessa consciência de ampliar repertório mesmo Da viagem, né? Se sempre já teve isso também. Eu sempre gostei de viajar, já eu já viajei no Brasil para todos os lugares possíveis. Eh, até alguns eu já voltei. E eu sempre tive o sonho de ir para fora, né? Aí em 2019 eu pude ir para fora pela primeira vez, né? Que foi para pros Estados Unidos, para Las Vegas. E aí depois
de daquilo ali você foi picada pelo bichinho, você quer viajar sempre, né? E aí agora eu vejo que isso ajuda muito, né, na minha parte De trabalho, porque é muito gostoso conversar com o cliente sobre viagem, né? Então assim, você fica ali horas falando de lugares, os clientes falam alguns lugares, eu falo outros e, enfim, fica uma atendimento gostoso, né? Um atendimento leve. >> É, eu até gravei o primeiro episódio que eu gravei foi com a Mônica Poplovsk lá de Alpaville, né? E ela falou que ela tava quase perdendo uma venda, que era um cliente
super difícil e não sei que Nisso ele atendeu a ligação da filha, a filha ia pra Finlândia e ela falou: "Nossa, eu acabei de voltar da Finlândia". E ali ela conquistou o cliente, conseguiu fazer uma palestra dela que ela fala sobre isso. >> Então assim, é exatamente isso. É que a viagem também, lógico que tem essa parte de curtir, de lazer, de espairecer também, mas acho que essa questão de ter a consciência de que é ganhar repertório e que isso faz parte, né, de até do Desenvolvimento mesmo do profissional, é uma visão que poucos ainda
têm, né, que às vezes se permitem ter, né? Exatamente. Eu fui numa palestra dela e ela falou exatamente isso e assim, ela é um exemplo para todos os corretores e eu falei assim: "Nossa, não acredito, ela tá falando isso, então quer dizer que eu tô no caminho certo", sabe? E ela é uma querida, eu adorei. >> Super. Não, eu nem tinha ainda o podcast e aí ela vinha pra Praia Grande fazer Uma palestra. Eu falei: "E eu tinha um sonho de ter o podcast". Falei: "Quer saber?" Eu falei: "Já não, eu já tenho, pera aí".
Aí falei, né? o filho dela que que intermedia, né, as conversas com ela. E aí ele não, mas ele nem me pediu nada, porque eu nem tinha nada para apresentar, porque eu nem eu tinha uma ideia e um sonho. Eu falo para brinquei com ela isso, eu falei: "Olha, eu tenho uma ideia e um sonho e você olha ó, estamos materializando". E foi muito Especial assim porque realmente é uma história que assim como a sua, eh, vem de uma jornada de muita, acho que é o que eu falei, a mentalidade de visão, >> resiliência, ela
passou por uma separação, né? >> Ela começou com 50 anos. a carreira de corretora. Né >> ex v interessante até antes de você chegar tava falando isso com o com o videomaker, com o Valdívia, que eu falei assim, é muito interessante ver essas Corretoras que estão no topo e ver como sempre tem uma história de superação, sempre tem aquela motivação de ou eu preciso dar certo ou aquela coisa, aquela sede mesmo, né, de vencer. Eu acho que isso faz muita diferença, né? >> Sim. É, eu sempre tive isso na minha vida, né? E e hoje
tá bem eh a concorrência é muito forte, né? Lá na própria vista tem 130 corretores, né? Então assim, você ser número um com 130 corretores é uma coisa bem desafiadora, Né? Mas graças a Deus estamos aí, né? E indo pro terceiro ano, se Deus quiser, né? na na no primeiro lugar, trabalhando com muito amor, com muita honestidade com os clientes, clientes que já fizeram negócio comigo cinco, seis vezes, já fez duas vezes ou não fez, mas me indica, sabe? Então assim, é isso, plantando as sementes, né, para poder colher. E isso me impulsionou, né? Tudo
que que eu passei na minha vida me impulsionou para ser a profissional que eu sou hoje. >> É, eu acho que até assim, não que o chegar não é fácil, né? A gente sabe aí tudo toda a jornada, mas esse sustentar também é muito difícil, né? Acho que depois que você chega, você o que você falou, você ainda ter essa vontade. E é muito legal ver isso assim, você de você sempre querer ainda buscar, querer evoluir, não só na questão financeira, mas de realmente, né, de de ter esse esse pulso de falar assim: "Não, pera
aí, onde eu posso melhorar?" Ah, é na I. >> É, tem uma coisa que o meu meu diretor ele fala muito que eu acho bem legal. Trabalhe todos os dias como se você tivesse sem nada, quebrado, porque a gente não sabe dia de mã mais como a gente trabalha com vendas, né? >> Então é todos os dias trabalhar >> vai dar certo, vamos lá. Às vezes você não tá num dia bom, mas você chega no escritório, o pessoal tá animado e te ajuda, sabe? E é exatamente. >> E aí você até falou também, eh, né,
de que não é fácil ser a número um, eh, ali com 130 corretores. E eu recebi até uma pergunta da Cris, uma corretora de Ubatuba, e ela falou assim, pergunta para ela é como estar no top um, então quais habilidades e o que que você acha que é o grande diferencial para você estar sendo aí, né, várias vezes top um? Olha, com certeza é o relacionamento com os clientes, porque antigamente, foi o que você falou, pessoas tiravam pedido. Hoje em dia, eh, você precisa manter a tua base de cliente sempre em ativação, sempre em movimento,
sempre lembrar do cliente, mandar um uma lembrancinha, eh, eh, ligar, mandar uma mensagem, né? Olha, entrou uma oportunidade, lembrei de você. mesmo que a pessoa não compre, mas ela tá, poxa, ela tá lembrando de mim, ela tá sempre presente. Então eu tenho hoje vendas recorrentes. O que que é isso? Clientes que já compraram comigo compram de novo. Graças a Deus eu nunca Tive um distrato na minha carreira. Espero que eu nunca tenha. Mas e eu procuro trabalhar com a verdade por nada vem demais com a verdade. Então assim, qualquer coisa que dá errado, ó, é
isso, isso, isso, isso, vamos resolver, porque pode acontecer no meio do caminho problemas, né? E graças a Deus nunca teve nenhum problema. Então assim, é isso, trabalhar com a verdade, eh se conectar genuinamente com o cliente, sabe? Não só por interesse, né? Ah, Depois que eu vendi não falo mais. Isso é horrível, isso é péssimo. Sim. E sempre tá lembrando do cliente. A gente fala hoje em dia tá muito falando desse atendimento humanizado, que as pessoas não gostam, mas assim, a gente trabalha com o o produto maior valor da prateleira. Então assim, você não vai
eh genuinamente parar aquele momento ali para fazer um atendimento de forma correta, honesta, olhar pro cliente, olhar nos olhos. Às vezes a pessoa tá Engravidou, separou, tá num momento sensível, sabe? Você não vai, né? Você precisa, tem uma frase que eu adoro, né? Quando tocar uma alma, faça todos, é, conheça todas as teorias, faça tudo, mas quando você tocar uma alma humana, seja apenas outra alma humana. E é isso, a pessoa que tá ali, ela não é um cifrão, ela é uma mulher que se divorciou, um casal que tá esperando o bebê, um casal que
acabou de casar, né? Uma pessoa que veio de fora e precisa ser acolhida aqui Nessa cidade que não conhece ninguém. Então eu vou indicar um restaurante quando a pessoa precisar. E é isso. Acho que o diferencial todo para mim é o o envolvimento realmente ali no no atendimento. >> Ah, eu adoro quando as corretoras vêm aqui, falam tudo que eu acredito. >> Inclusive, acho que no último episódio que eu gravei com a Aline, ela não é do mercado imobiliário, foi a única pessoa que eu gravei que não é, é da parte de Estética, Aline Fiueiras.
E e ela falou exatamente essa frase que ela deixa sempre no treinamento dela ali para lembrar que no fim é sobre pessoas, a gente lida com humanos, né? Então, como é de pessoa para pessoa, então eu acho que não tem conexão maior e mais verdadeira do que essa, né? >> E eu sempre falo isso também, eu sempre queria vim de uma base onde esse era o principal valor, que assim, o financeiro é uma consequência de um trabalho bem Feito e um trabalho bem feito é uma consequência ali de uma relação de verdade, de humildade principalmente,
né? Então eu acho que são todos esses fatores e aí a gente vem muito para essa relação sua com a invista, essa parceria aí que você falou qu anos >> é fizemos 5 anos agora em fevereiro. Então, 5 anos aí, né, de corretagem, 5 anos aí eh com a invista e acaba um, eu sinto que um, uma dificuldade muito grande assim nas corretoras quando Trabalha em imobiliária, principalmente imobiliárias ou construtoras mesmo empresas que sejam um nome forte, ela acaba se escondendo de certa forma e entrando numa zona de conforto, de viver ali no com base
assim, ó, eu sou a Paula, corretora da Invista, e acaba não trabalhando a própria marca. E você, na verdade, conseguiu unir isso de usar a força da invista para também ganhar força, né? E o que que eh foi uma coisa que foi acontecendo no dia a dia ou foi Uma coisa que você falou que é muito estrategista, já foi uma coisa premeditada, né? E o quanto que hoje a Paula Malta traz assim como negócio eh de forma ali no na sua rede social, o quanto, né? Não, não digo de valor, mas o quanto que isso
representa, sabe? É, não, a maior parte ainda é da invista ou é meio a meio. >> Uhum. Eh, na verdade não foi nada proposital, mas eu sempre acho que você tá, você é parceiro de uma empresa, você Tem que ir com eles até o fim, esteja bom, esteja ruim, né? >> Então, desde o primeiro momento já coloquei lá e a Invista é uma empresa muito posicionada no mercado, né? Muito bem posicionada. Então isso para mim é ótimo, né? eu falar sobre a empresa que eu trabalho, mas em paralelo a isso, eu também procurei eh mostrar
a minha imagem, porque quem não é visto não é lembrado, né? Então assim, eu não era de Santos, não fui nunca fui muito de Festa, essas coisas, então, mas na minha, então, eu conhecia muita gente, eu comecei a fazer parte de eventos, procurar eventos para participar para poder ter mais conhe ser mais conhecida e aí ficou o MET perfeito, né? E eu gosto muito de trabalhar numa imobiliária, não caso na invista, porque eu gosto de disciplina, horário para entrar, horário para sair, a gente não tem, né? Mas de você ter um ambiente corporativo, né? Para
mim, é, eu gosto, Assim, eu sou, graças a Deus, eu nunca fiquei de home office, para mim não daria certo. Eu sou uma pessoa muito ativa, eu acho que para mim não daria certo. Então, eu gosto muito desse desse modelo, né? E a Invista é uma empresa muito consolidada, então sou muito feliz e orgulhosa de poder participar desse case aí de sucesso que é em Santos, porque todo lugar que você vai tem a em vista, né? Fora que tem uma estrutura gigantesca, né? Jurídico, tudo próprio. Então, querendo ou não, você tem uma entrega pro cliente
melhor, né? A qualidade de entrega na operação é muito mais e tranquila, né? Você não fica ali dependendo, "Ah, será que você consegue me atender para fazer um contrato?" Não, a gente tem jurídico à disposição praticamente 24 horas, entendeu? Então é uma coisa que você você não vai perder negócio por causa de time, de burocracias, por exemplo, entendeu? Então isso é uma coisa muito bacana. >> É, mas ainda assim é é uma empresa sólida, consolidada, mas que também por esse motivo é muito fácil de você viver a sombra ali dela, né? Exato. Isso é uma
coisa que eu sempre procurei fazer, estar no Instagram, estar nas redes sociais e outros eventos, porque eu acho que é importante as pessoas me olharem e falar: "Ah, eu quero ser atendido pela corretora Paula da Invista". Já aconteceu, né? Eh, hoje tem Google, né? Avaliações. Mês passado, um mês e meio Atrás, mais ou menos, a cliente chegou: "Ah, eu vi no Google que você é a corretora número um da vista, eu quero ser rendida por você". E tem e a gente tem bastante mix, né, de vendas, vendas da Invista e vendas, vindas da minha prospecção,
porque eu tô eu tô eu sou corretora 24 horas e eu amo o que eu faço, não tenho vergonha de falar, >> mas isso que eu acho que esse é o grande ponto de você ter sucesso, né? >> Exatamente. E aí quando eu tô, qualquer Lugar que eu esteja, eu sou corretora, tô com o meu cartãozinho. >> É. >> E é isso. >> E você entrou no mercado aí há 5 anos, que foi quando tava ali na pandemia, começou já forte esse movimento do digital no imobiliário. E para você foi fácil? essa questão de gravar
vídeos, do aparecer, >> não, não foi fácil. Eh, no primeiro ano não, eu optei por não entrar no digital Porque eu queria minha me ambientar, ver como que seria, né? Recebia bastante clientes da Invisa também. Então eu falei assim: "Ah, não quero quantidade de clientes, seguidores, né? Eu quero qualidade", né? Então, não fui no primeiro ano pro digital, criei o perfil, mas não atuei. No segundo ano eu já fui forte pro digital a ponto de eu ter 95% de vendas vindas do Instagram, né? Mas não era fácil para mim gravar vídeos. Eu tinha uma dificuldade
muito Grande, muita vergonha. E aí eu passei por um processo de emagrecimento e eu fiquei mais confiante para poder fazer os vídeos, né? >> Autoestima ela tá completamente relacionada também, né? >> E não vou só isso, viu? A qualidade de vida e saúde que eu ganhei é uma assim disposição para acordar cedo, para fazer as coisas, sabe? Mudou, né? Até às vezes senti um pouco prostrada para baixo, mudou completamente. Eu emagreci mais de 20 kg, né? >> Então ainda tô nesse processo, né? a gente, né, tem que est sempre cuidando. >> E aí foi dessa
nessa virada aí que eu comecei a gravar os vídeos. Antes eu ia gravar e as meninas, ai, vamos gravar, eu ai, não quero, né? Mas hoje em dia eu já vou gravar com muita facilidade. Eh, na verdade eu até fico sem agenda com elas para gravar, que eu gostaria de gravar mais, mas a gente tem uma limitação, né? Mas assim, agora é Tranquilo, mas >> e é legal você falar isso, né, da questão do processo de emagrecimento, como isso trouxe autoconfiança. Eh, eu acho que é muito um resgate também, né? Só que além disso, é
aquele exercício da gente gravar, olhar para si mesmo ali num vídeo e não ser autocrítica a ponto de não deixar >> aquilo, né? Falar, não, não vou postar isso, vou ficar meio que sem coragem. >> É, eu sempre tive na cabeça também que Feito é melhor do que perfeito. Então, vamos postar do jeito que tá, né? Claro que com o melhor possível, mas às vezes eu nem olho, sabia? Ah, não, se eu ficar olhando muito, eu não vou querer que poste e aí não, às vezes é um, é uma coisa da minha cabeça e que
as pessoas não estão preocupadas com isso, né? É uma coisa minha, né? >> Mas enfim, aí tem dado certo. Eu recebo muitas eh captações pelo Instagram porque as pessoas gostam da forma que eu Faço a apresentação, né? Que é uma coisa mais tranquila, mais suave, que eu gosto de poder de fazer desse jeito, né? Então é uma forma de prospecção também muito boa. >> Em que momento você, você falou que começou aí há 4 anos o digital, em que momento você entendeu o quanto a, na verdade, você sentiu, né, esse retorno de que o digital
poderia impulsionar também os negócios para você? Olha, no segundo ano eu já fui forte pro digital. Apesar de eu não ter aparecer com vídeos, né, eu para aparecer, eu sempre fazia postagens estáticas, né, eh, e fui procurando parcerias com jornais da cidade para poder ter visualizações do meu perfil, enfim, parcerias, né, enfim. É, até aquele post do Viver Santos que conta ali a tua história. Eu achei bem interessante mesmo também. E também no começo eu fazia eh corretora indica, né, que é indicação de restaurantes. É que hoje eu tenho tantos imóveis na minha Carteira, eu
tenho mais de 100, que é difícil você achar espaço para colocar outras coisas, né? Mas eu tento mesclar aí um pouquinho de vez em quando eu posto uma foto com o meu marido, uma foto viajando, né, para também, né, as pessoas conhecerem um pouquinho da Paula sem ser corretora, né? >> Sim. Você tava falando até dessa questão de tipo, ah, você tem hoje os imóveis para você eh postar essas parcerias que você fez e tudo isso você que foi atrás, Não foi ninguém que veio atrás de você. >> É porque ali todos são um CNPJ,
né? Todos são autônomos, então você tem que tentar se diferenciar de alguma forma, né? Então, eh, tô sempre buscando evoluir, melhorar e ver o que que eu posso fazer para ficar cada vez melhor para o meu cliente, né? E consequentemente isso traz retornos para mim também, né? Mas eu ten assim, eu sempre tiro uma boa parte para reinvestir no meu negócio. Então assim, É roupa, é fotos profissionais, são vídeos profissionais, eh, enfim, para você ter uma ideia, né, quanto eu tenho 100 imóveis na minha carteira, quanto que você acha que eu já fiz investimento de
vídeos, de fotos, né, do Instagram, que hoje em dia tem muita parte de impulsionamento, né? Então, é, faz parte, né? Toda a profissão tem, >> vai ter o seu e é muito legal porque são poucos que têm essa visão, essa cultura e você vê como isso faz a diferença, né? O quão difícil é um dia a dia cheio, né, assim, de agenda cheia tribulada, você vendendo um, já pensando o outro, enfim, toda essa esses bastidores, né, que que é bem que demanda muito sobre você mesmo. O quão difícil é incluir o digital nessa rotina? >>
Na verdade, é uma coisa que tem que ser automática, né? Eu já tenho uma hoje eu tenho uma pessoa que me ajuda, né? Porque eu sou muito comercial e particularmente com tecnologia sou um Pouquinho lenta, sabe? Processo lento. Então eu eh isso é uma coisa que eu falo muito também, é conforme você for eh melhorando a tua carreira e você for, né, se vai tracionando, você precisa fazer os seus reinvestimentos. Agora assim, eu com a demanda que eu tenho, o volume que eu tenho, vou parar. Ah, não, vou parar para editar um vídeo, não dá.
E aí o tempo que eu tô editando um vídeo, o meu cliente tá ali sem resposta. Então assim, eu contratei, né, Acho que no segundo ano já uma pessoa para cuidar do meu Instagram, porque você tem que trabalhar onde a tua zona de potência, a minha zona de potência é a parte comercial, então assim, a parte burocrática, parte de redes sociais, eu tenho pessoas que cuidam para mim, né, que que porque realmente para eu poder ficar mais livre, para atender mais clientes. E é isso. Então assim, eu não fico sofrendo com, ah, eu não sou
boa em fazer vídeo, eu edito mal, não, eu não Sei fazer, vamos lá, isso aqui outra pessoa vai fazer o tempo que eu vou perder. editando um vídeo, tal, outra pessoa vai lá, faz, eu remunero a pessoa e é isso. E vamos. >> Eu acho que é legal essa mentalidade de se ver mais eh se vê como um negócio, né? Eu acho que é e aí você passa a se estruturar, estruturar a sua comunicação, enfim, todos os pilares ali como negócio. Acho que isso faz a diferença também para impulsionar e Crescer. E aí, pra gente
finalizar, eh, tem uma pergunta que eu sempre faço aqui, que o corretora de marca, ele nasceu em um momento ali no plantão de vendas, que a corretora da construtora chegou e falou: "Olha, encontrei um fulano e ele falou que ser corretora de construtora é muito mais fácil do que ser corretora de grife". Eu falei: "Não, mas você tem que ser a própria marca, né?" >> Então, o que é ser corretora de marca Para você? Olha, para mim ser corretora de marca é entregar o melhor valor pro meu cliente, não só valor de imóvel, mas eh
valor no atendimento, valor eh qualidade no atendimento, olho nos olhos, eh vender o que o cliente realmente precisa, né? Não empurrar uma venda, por exemplo. Então assim, eu sou muito grata e muito honrada de poder fazer parte de um momento tão importante na vida das pessoas, né? de um casal que tá começando a vida ou de uma mulher que Tá se recomeçando a vida ou um casal, enfim. Então assim, acho que seria uma, se eu pudesse definir uma palavra, seria uma honra poder participar. E eu tenho certeza que isso faz com que a minha corretagem
seja uma corretora, que eu seja uma corretora de marca, né, de poder ajudar os clientes com tanta genuinamente, né, e no final das contas dá tudo certo. E é isso. >> É, é, se eu fosse hoje e falar o que é Ser uma corretora de marca, né, tipo, na visão do que é ser a Paula, Malta, eu ia falar de mentalidade. Impressionante realmente essa mentalidade forte que você construi ao longo da jornada, além de mão na massa, bora e vamos fazer acontecer que isso a gente sabe que é. >> É isso aí, porque pra nossa
vida, né? A gente tem que, não existe receita de bolo, a vida não é morango, a gente tem que correr atrás. E é isso. >> É isso mesmo. Bom, então trouxe umas Flores aí para você, para agradecer, deixar também colorir aí, colorir ainda mais esse dia. Agradeço a confiança. Eu sei que a gente abrir um pouquinho mais os bastidores, a nossa jornada nem sempre é fácil. Então, agradeço muito a confiança, agradeço. Sucesso no projeto. Obrigada por abrir as portas da sua casa para me receber e conte sempre comigo para umas próximas. Obrigada.