E pega sol Então é bom dia a todos a nossa proposta da aula de hoje é falar sobre emoções e hoje a gente começa a falar sobre temas que vão ficando cada vez mais difíceis da gente conseguir definirá sistemas e no caso particular da emoção a gente começa a ter esse sentido que vem dessa dificuldade que a gente tem naturalmente de definir o que é emoção de forma geral tão proposta da Aula de hoje vai ser que a gente consiga entender Talvez um pouco mais intuitivamente o que sejam as emoções e tentar entender um pouco
melhor é como esses processos eles acontecem no cérebro humano Então a primeira pergunta que surge naturalmente quando a gente apresenta esse tema é o que é emoção a gente vai perceber claramente que emoção é um desses conceitos que todo mundo e o que é Até que a gente seja pedido para definir o que é aquele conceito a gente Tem a clareza do que é emoção a gente consegue comunicar emoção para as outras pessoas mas efetivamente a gente não consegue traduzir aquela expressão em palavras a emoção é um é um componente e não é faveola inefável
no sentido de que a gente vai tendo cada vez mais dificuldade para conseguir descrever em palavras exatamente o que é emoção Então qual vai ser o nosso caminho aqui agora eu vou tentar dividir a emoção em basicamente três subprocessos tendo um Primeiro componente o que eu acho que é muito intuitivo nosso a partir do momento que eu digo que a emoção é uma experiência subjetiva o que a gente diz que está ligado com o sentir daí o termo sentimento quando eu pergunto para vocês o que é emoção onde é que vocês foram cabeça de vocês
eu imagino que foi nessa experiência subjetiva que a gente tem o que a gente descreve como um sentimento então é uma experiência Subjetiva que guarda um conjunto de processos específicos que curiosamente intuitivamente a gente consegue agrupar esses vários subprocessos ou esses vários sentimentos quando eu falo emoção e a princípio existe um componente muito importante da definição da emoção que essa parte inefável do que era emoção que essa parte que eu não consigo descrever que é o componente subjetivo do que é emoção e aqui a gente vai contemplar na aula de Hoje essa dificuldade que a
ciência tem e o caminho que a ciência precisou percorrer para fugir da ideia de que a emoção é um sentimento subjetivo Porque aí se a gente se assim se não fizer isso ela cai num buraco muito profundo que é o buraco de estudar alguma coisa que ela não consegue nem definir tô com assim como é que você tá estudando uma coisa que você não definir como é que você tá tentando estudar algo Que é subjetivo bom então se você tá tentando estudar algo que é subjetivo você infelizmente não vai conseguir lançar mão das estratégias ou
da linguagem da ciência a ciência não é uma linguagem que tá aí para estudar coisas subjetivas e qual é a Quais são as experiências Quais são os elementos concretos que a gente tem para estudar experiência subjetiva existe um componente de sistema emocional que é o que eu vou chamar de experiência Emocional um cão em outras palavras quando você sente medo o medo é uma experiência que você consegue transformar essa experiência em algo objetivo na sua discrição eu não consigo descrever medo de maneira objetiva e a experiência subjetiva em outras palavras a experiência de medo é
uma experiência subjetiva não existe um componente do que a gente vai falar hoje Que sob vários aspectos a ciência deixou de lado a experiência subjetiva a ciência deixou de lado não foi sempre assim então eu espero que nos próximos slides vocês percebam que alguns psicólogos tentaram manter essa ligação tentaram criar um elo entre a experiência subjetiva e algo que eu conseguisse medir tão uma primeira divisão do que é a experiência emocional do que é a expressão emocional Bom então a expressão emocional são os comportamentos Associados aquela experiência subjetiva por exemplo que eu tô colocando nesse
slide expressões faciais e elas são características para diferentes expressões subjetivas experiências subjetivas e emocionais Então quando você sente medo você tem uma expressão facial que é diferente da expressão facial de alegria que é Diferente da expressão facial de tristeza que é diferente da expressão facial de surpresa e assim por diante Então é isso aí a expressão daquela experiência passa a ser um conjunto de elementos importantes para que a gente consiga estudar aquela experiência subjetivo então que a gente vai tentar fazer agora é criar correspondências no comportamento na exibição daquela experiência subjetiva e aí tentar quantificar
aquela experiência Subjetiva essa ligação aqui gente ela é tão forte o Kia as primeiras pessoas que estudaram essa essa ligação entre a expressão emocional e a experiência emocional como por exemplo um cara que ficou muito famoso chamado Paul ekman que criou essas Faces assim aqui que vocês estão vendo essas Faces são conhecidas por faces de ekman o que o Eggman e outros pesquisadores tentaram fazer foi essa Associação direta e inequívoca entre uma experiência Emocional e músculos da sua face que são recrutados por aquela experiência emocional isso é tão forte gente que hoje você tem toda
uma linha da Psicologia que tenta interferir sobre os seus processos emocionais a partir da modulação desses mesmos conjuntos de músculo em outras palavras a lógica por trás desse tipo de terapia é a ideia de que da mesma maneira que quando você tem uma experiência emocional A externa àquela experiência emocional pelo recrutamento de determinados músculos da sua faça o contrário também pode ser verdadeiro eu recrutar músculos da minha face vão fazer aparecer aquelas experiências emocionais que a princípio estão Associados aquele conjunto de músculo Então eu acho que vocês já devem ter ouvido falar de riso terapia
quer dizer uma terapia em grupo que a perspectiva dessa terapia é fazer Com que você Force o riso que você fosse a atuação desses músculos né e da expressão desse conjunto de músculos que acontece quando você tá ficando você tem essa experiência subjetiva emocional e o que essas terapias fazem a tentava é tentar interferir sobre essa experiência subjetiva ou seja mudar o seu estado de humor é baseado na criação entre aspas artificial daquelas experiências Subjetivas a partir do recrutamento daqueles músculos que levam aquelas experiências emocionais claramente no nosso dia a dia a gente utiliza vários
dessas desses mecanismos bom para regular o nossos estados de humor primeiro conjunto de elementos a se tentar fazer uma relação direta entre a experiência subjetiva e o sistema autônomo tão o terceiro A terceira parte desse processo Então a primeira parte do processo é o que a gente chamou de Experiência subjetiva da emoção a segunda parte é o que a gente chamou de expressão daquela experiência e a terceira parte que tem sido um foco muito importante da ciência é a ligação intuitivo inclusive que a gente tem que existe direta entre a emoção e o sistema autonómico
é de onde vem essa ligação intuitiva quando você sente medo do seu coração bate mais forte a sua boca seca há cinco Minutos de começar uma prova sua mão tá mais molhada sua boca tá mais seca sua cabeça tá mais agitada Você tá no estado de maior ansiedade mas em quieto então isso representa de alguma maneira uma ligação muito clara entre reações da experiência subjetiva emocional que a gente tem e o sistema autonómico e como o sistema autonómico representa a experiência subjetiva e se eu perguntar para vocês e o sistema autonómico o atividade do Sistema
autonómico ela é fruto da experiência subjetiva em outras palavras é a sua intuição é que as mudanças do sistema autonómico elas vem em decorrência da experiência subjetiva da emoção em outras palavras você sente medo e por que você sente medo é que você exibiu aquele comportamento por exemplo de secar boca essa intuição que vocês têm ou é o contrário a impressão que vocês tenha que você secou a boca e aí Depois que você secou a boca é que você sentiu medo e qual é a intuição que vocês têm dessas duas possibilidades da relação do sistema
autonómico com a experiência subjetiva emocional Qual a intuição de vocês e no sistema autonômico ele é basicamente dividido Fale a ciência de novo esquematicamente em dois sistemas a gente tem o primeiro sistema que é o que tá aqui do lado esquerdo que a gente Chama de sistema simpático e a gente tem o sistema que está descrito aqui do lado direito que é o que a gente chama de sistema parassimpático esses dois sistemas a princípio eles são antagônicos No que diz respeito ao tipo de reação que eles produzem o sistema simpático Ele é todo um sistema
de alerta ele é um sistema que você tem uma momento da dilatação da pupila redução boca seca aumento da respiração aumento da Frequência cardíaca aumento de adrenalina redução da atividade gastrintestinal Então a gente tem um sistema aqui regula esses processos autónomos os batimentos cardíacos respiração pressão e assim por diante Mas eles regulam de maneira Oi Mônica enquanto um ativa e sistema o outro inibe sistema então enquanto o sistema simpático ele dilata a pupila o sistema parassimpático contrária pupila e quando o sistema simpático reduz a Salivação são sistema parassimpático aumenta-se a elevação e assim por diante
então isso significa que o nosso sistema fica balanceando autonomica mente esses vários processos o que a princípio também são independentes então quando eu digo para você o batimento cardíaco ele está diretamente relacionado a frequência cardíaca ele tá diretamente relacionada a frequência respiratória sim em outras palavras se eu mudar minha frequência Respiratória Vamo dar uma frequência cardíaca eu vou mas eu posso mudar minha frequência cardíaca sem mudar minha frequência respiratória Claro posso ter um aumento da frequência cardíaca sem necessariamente tem um aumento da minha frequência respiratória bom então aqui gente a gente já tem uma terceira
esse terceiro componente da emoção que essa ligação entre emoção e sistema autonômico É nesse ponto que a gente tá agora tentar discernir se é o Sistema autônomo que leva essa experiência emocional ou é a experiência emocional que leva o sistema autônomo Então essas são as duas possibilidades que a gente tem na nossa cabeça até agora até que veio um outro caro William James e o lanche o e saem com essa proposta que é uma proposta que eu espero e acredito que chacoalha o juizo de vocês porque o que o James e o lanche fizeram foi
a caminhar com a hipótese De que os sentimentos ou as emoções e eles são e as mudanças no sistema autônomo e em outras palavras o que eles dizem é que a a experiência emocional subjetiva e ela é fruto da interpretação que nosso sistema faz das mudanças que ocorrem no nosso sistema autonómico bom então a emoção é a interpretação das mudanças do sistema autonómico isso De acordo com esses dois caras William James e o Cauã já estão que eles disseram é que para que a experiência emocional ocorra é necessário que as mudanças autonômicas apareçam se não
houver mudança autonômico não a emoção a inscrição dizendo olha olha a força do que eles tão dizendo e o que eles tão dizendo aqui emoção é mudança autonômica que a emoção é a interpretação subjetiva é o reconhecimento EA Interpretação subjetiva aquelas mudanças que aquele estímulo emocional promovem sobre o nosso sistema autonómico Então como é que agente faz para testar esse tipo de hipótese então que a ciência fez foi Vamos tentar relacionar um sistema autonómico ao sistema emocional como é que aqui eu vou apresentar então para vocês basicamente três experimentos e é diferentes que sugerem que
a ligação que esses dois fizeram ao que é experiência subjetiva não é tão absurda Assim primeiro experimento então quê que eles fizeram eles pegaram um grupo de pessoas saudáveis deve está sendo mostrado aqui em cinza e um grupo de pacientes com lesão na medula o que eles estão mostrando aqui auxiliar o seguinte eles mostraram imagens é de teor emocional o e pediram para esses dois grupos de indivíduos reconhecer a emoção que Estava sendo apresentada Então você apresentava Uma emoção uma Face de medo e o que aquela pessoa tinha que fazer a reconhecer aquela Face como
sendo de medo é apresentar uma Face de raiva e a pessoa tinha que reconhecer aquela Face como sendo uma Face de raiva nesse experimento então eles usaram um reconhecimento explícito da emoção Então você reconhecer explicitamente uma determinada a emoção e eles usaram basicamente cinco emoções que a gente Reconhece Atualmente como assim promoções básicas que são raiva medo alegria tristeza e nojo então o que que esse experimento aqui fez ele apresentou essas imagens para pessoas comprar pessoas Oi meu nome é Júlia para pessoas estão lesão na medula e pediu para reconhecerem essas imagens O que que
você nota nessa parte aqui em cima à esquerda é que não existe diferença significativa entre os dois grupos no que diz respeito ao número de erros Que esses dois grupos cometem ao tentar identificar as diferentes emoções agora se você pedir para o grupo de pacientes com lesão na medula para eles identificarem a emoção e afirmar i o grau de certeza que eles têm de que aquela então por exemplo isso aqui é medo tem certeza que é medo não não tem é isso eu tô tão eles o reconheciam é mas a certeza e a clareza que
eles tinham Reconhecimento da emoção é o que está sendo apresentado aqui embaixo então que vocês notam que os pacientes com lesão medular eles têm menos certeza no reconhecimento daquelas emoções E além disso E aí foi a segunda parte do processo que é super interessante é mostrando que quando os pacientes eram apresentados a essas emoções a modulação no sistema autonômica deles é menor do que a modulação no sistema autonômico do grupo controle e essa diferença é Significativo isso aquilo que ele tá vendo por exemplo é variabilidade cardíaca então é é realmente atuação ou atividade do sistema
autonómico O que está sendo mostrado aqui é que a atividade do sistema autonómico em resposta a estímulos emocionais em pacientes com lesão medular é menor do que a resposta do sistema autonómico de grupo controle para Duas Medidas diferentes sobre o sistema autonómico que o que vocês estão vendo aqui do lado Direito dessa figura bom então aqui eu tenho um primeiro indício que realmente o existe uma relação entre direta entre o sistema autonómico e o reconhecimento de diferentes emoções e como é que isto se expressa no cérebro então isso aqui é um outro trabalho publicado em
2006 em que mais uma vez eles fizeram uma tarefa de reconhecimento de emoção em um grupo de pacientes com lesão Medular em comparação a um grupo controle e o que eles encontraram foi mudanças em diferentes regiões do cérebro então que vocês estão vendo aqui são áreas do cérebro que você tem uma maior atividade no grupo de pacientes em comparação ao grupo controle mostrado aqui em azul e levando a crer então que a as mudanças que foram encontradas nesses pacientes envolvem áreas que estão diretamente relacionados ao reconhecimento da emoção Olha que curioso ao reconhecimento no sentido
de que quando você dentro da teoria do James lingerie e a experiência emocional seria a interpretação né segundo ele dos sinais em que se que alteram no sistema autonómico Então o que o Quando eu digo para você que é a interpretação e significa que de alguma maneira o seu sistema precisa reconhecer e o que eles estão O que está sendo sugerido aqui é que como a informação do Sistema autonómico e é abalada em vista da lesão medular e isso leva e a um impacto sobre o reconhecimento mesmo da emoção o que que eu reconhecimento é
experiência subjetiva né mas quando eu digo eu tô sentindo medo o que que é o que que você tá reconhecendo da experiência subjetiva então reconhecer bem uma experiência subjetiva parece depender da integridade dos sinais do seu sistema autonômico É tão tem algum sentido o que o James elanger trouxeram pra gente Dessa relação entre o sistema autonómico e o reconhecimento a expressão emocional ser muito mais indicada ser muito mais sombreada uma dentro da outra do que a gente dizer que uma leva a outra tá claro que a gente tá dizendo que uma parece ser a outra
tanto é que quando você abala uma você abalou a outra diretamente diretamente bom só para fechar esse Argumento eu queria trazer uma última série de experimentos que foi feito por esse neurocientista neurologista português chamado António Damásio ou que eles fizeram foi basicamente o seguinte eles da mesma maneira que aquele experimento que eu apresentei para vocês a 2 slides atrás eles apresentaram as imagens que tinham um teor um conteúdo emocional associado Aquelas imagens e eles mediram o batimento cardíaco então eles traíram Variáveis de batimento cardíaco a respiração o e movimento gástrico O que é o movimento
do sistema do trato gastrintestinal movimento do coração e movimento do pulmão foi isso que eles que eles avaliaram o movimento com as suas propriedades frequência profundidade e amplitude tudo isso então as coisas que você consegue variabilidade da frequência todas essas Coisas que você consegue extrair do do seu traçado que você tá fazendo medida sobre o seu sistema autônomo e aí o que que eles fizeram eles criaram eles traíram parâmetros dessas medidas que eles fizeram sobre o sistema autônomo o e tentar avaliar se de alguma maneira esses parâmetros eram diferentes quando as pessoas estavam sendo expostas
a diferentes estados emocionais ou ao reconhecimento de diferentes emoções então que você tá vendo em vermelho é Raiva que você tá se vendo em amarelo é medo que você tá vendo em verde é a alegria e que você tá vendo em azul é tristeza o que ele tá mostrando aqui então nesses diferentes gráficos são diferentes variáveis que ele extrai da desses traçados e tentou avaliar se essas variáveis elas conseguiram separar as diferentes emoções que eles estavam sentindo ou que eles estavam tentando identificar e o que que ele encontra Olha que lindo assim que SIM para
várias dessas variáveis ele consegue separar as diferentes emoções em outras palavras e quando a pessoa Tava sim tava vendo uma imagem de raiva esses parâmetros aqui associados ao sistema autonómico são diferentes dos parâmetros de quando ele tava se sentindo alegria ou de quando ele tava sentindo medo então que esse slide traz aqui é a diferença que existe entre os parâmetros que Ele mediu E essa diferença é capaz de prever ou de adivinhar Qual é a imagem que a pessoa tá vindo veja tão separados aqui esse esses parâmetros aqui para as imagens de medo nesse caso
aqui espalhados por todo lugar não tem esse amarelo espalhado por todo lugar eu tenho esse amarelo concentrado numa determinada região que é diferente da área de concentração do verde que é diferente da área de concentração do vermelho então isso aqui representa dizer que se eu medir E essas variáveis do sistema autônomo A princípio eu conseguiria Identificar qual era a emoção que aquela pessoa estava tentando reconhecer ou seja se isso fosse se isso fizer sentido o que eu tô mostrando aqui é uma ligação direta entre mudanças que acontecem no sistema autônomo e as mudanças que são
sentidas do ponto de vista subjetivo quando aquela pessoa está tentando reconhecer diferentes emoções é isso então leva a gente a uma primeira Estrutura do sistema nervoso central que é extremamente importante nos processos de emoção que é o hipotálamo no hipotálamo é uma das principais estruturas no encéfalo humano a regular mecanismos o sistema autonómico ele participa de vários processos Associados a modulação do sistema autonómico hipotálamo por exemplo é um dos principais responsáveis por manter a gente respirando mesmo que a gente não tenha ciência que a gente está Respirando é por manter o nosso coração batendo naquela
frequência por mais que a gente não tentam manter a homeostase do sistema autonômico em boa parte passa pelo hipotálamo vários mecanismos de estresse por exemplo passam pelo hipotálamo e por algumas por outras por algumas glândulas também que estão Associados em que estão próximas ao hipotálamo ficar do hipotálamo então quê a cultura que vocês estão vendo aqui como o próprio nome indica é hipotálamo Então abaixo do talo tá aqui o talo e tá aqui o hipotálamo vejo uma ligação direta essas estruturas são estruturas muito básicas para a sobrevivência para permanência da sobrevivência do ser humano e
vejo que ela faz uma ligação muito Direta com o hipotálamo Tão hipotálamo é uma das primeiras e importantes estruturas de ligação dessas partes do tronco cerebral do tronco encefálico com essas regiões mais mesiais do encéfalo Embora não tenha falado ainda sobre essa estrutura eu queria só trazer a clareza para vocês que o hipotálamo ele ele lança projeções tanto para o córtex pressa estrutura aqui do corte que isso que a gente viu na aula passada que tem várias estruturas importantes aqui no sistema de recompensa como por exemplo núcleo accumbens tá nessa região aqui e essa região
e todo esse giro aqui é o que a gente conhece por giro do cíngulo a e é uma estrutura que eu já falei hoje Para vocês porque foi bem aqui no giro do símbolo dorsal Medial que existe uma mudança significativa entre pacientes com lesão medular e pacientes do grupo-controle no reconhecimento de emoção tão giro do cíngulo ele é um giro muito importante no reconhecimento de diferentes emoções ah e também na regulação como a gente vai ver na daqui a duas aulas também na regulação de algumas emoções isso se dá muito por essa ligação que o
hipotálamo Faz por exemplo com essas regiões do sigilo dos cinco e das ligações que o hipotálamo não faz com essa estrutura aqui que vai ser muito importante na aula de hoje que a amígdala está úmida essa estrutura que que ela anterior ao hipocampo e parahipocampo que a gente falou dele quando a gente falou de memória então anterior ao hipocampo tem essa estrutura eu vou falar mais dela a gente localizar ela melhor mas só para dizer para vocês que o hipotálamo também Faz uma ligação direta com a amígdala e nessa Ligação Direta com a amígdala parece
ser uma das vias pelas quais existe uma relação tão direta entre emoção e sistema autonómico uma outra estrutura que é super importante nesses processos de regulação do sistema autonómico equipe que ganhou mais interesse recentemente é a ínsula também é conhecido por córtex Insular e forma esse cérebro Zinho dentro do nosso cérebro aqui a gente tem a fissura Silviana que é bastante profunda que é o lobo temporal agora que eu tô fazendo é um corte de toda essa estrutura aqui que pega o lobo temporal que pega parte do logo parietal e que pega parte do lobo
frontal a ínsula essa estrutura bem Central no cérebro e é uma estrutura que tá extremamente conectada a todas essas outras estruturas de tal maneira Oi gente já faz uma separação muito clara entre o papel funcional da ínsula anterior Comparado ao papel funcional da ínsula posterior mas nossa ela forma esse cérebro Zinho esse alienzinho dentro do nosso cérebro tendo uma capacidade de processamento muito importante semelhante ao cerebelo que eu falei para vocês na aula passada quando a gente falou de aprendizagem também trazendo para vocês a ideia de que o cerebelo é esse mínimo minicérebro zinho com
núcleo com 15 com várias estruturas internas como sendo uma unidade de processamento Própria Como é o tálamo que a gente viu que é uma outra estrutura que também é uma unidade de processamento próprio então o cérebro dentro dessa lógica compõem algumas unidades menores de processamento como é o caso por exemplo da ínsula é a ínsula foi por muito tempo estudada e permite que é aquele naquele neurophysiologist canadense que estimulou várias regiões do córtex humano em paciente basicamente com pacientes com epilepsia têm esses Pacientes com epilepsia aqui um se submeter a uma cirurgia nos anos 50
nos 40 anos 50 o que o perfil de Fazia era estimular eletricamente diferentes regiões do córtex daquele paciente que estavam expostos para cirurgia e aí quando o corte é que estava exposto para aquela região estava exposto para cirurgia ele ia fazendo um mapeamento naquele paciente daquela região que estava exposto mapeamento significando dizer o que ele estimulando Aquelas regiões do cérebro e ia tentando avaliar o tipo de comportamento que a pessoa iria exibir quando da estimulação naquela região E aí ele foi montando mapas por exemplo o homúnculo motor e o homúnculo sensitivo Esse é um mapa
em que ele associava diferentes áreas da estria motor ou da estria sensitiva a diferentes partes do corpo assim também o pênis fez com a ínsula só que o que ele notou é que quando ele estimular vá isso o que ele percebia era regiões que Ou respondiam diretamente ao estímulo com o movimento do sistema gástrico bom então quando ele estimular vá aquilo lá existia uma movimentação do sistema gastrintestinal então quando tinha resposta motora mesmo propriamente dita em comparação a centro a centros que ele simulava que não tinham a movimentação não tinha a parte motora associada aquele
estímulo mais tinha a sensação visceral de que aquele estímulo aconteceu que você tá vendo nesses Pontos aqui são vários pacientes Não é um paciente que foi estimulado ter montava um mapa E aí Ele montou esse mapa na ínsula com círculos quadrados ou círculos com quadrado Cadê círculo com quadrado aqui um círculo com quadrado tá vendo aqui ó aqui tem um círculo com quadrado que tem só um circula que tem só um quadrado o círculo representa a sensação visceral e o quadrado representa a representação motora e o círculo com um quadrado representa as Duas coisas e
o tanto a parte motora quanto a sensação visceral tão notem que uma boa parte da ínsula me responde a estímulos que tem a ver com a vice com as vísceras Então olha que curioso a gente tem aqui um sistema que parece participar de maneira muito significativa de processos viscerais mas ao mesmo tempo em estudos mais recentes a gente observa que a isso é Uma estrutura que participa também de alguns processos de emoção particularmente processos Associados a nojo Olha que curioso eu acho esse dado super curioso porque se você for pensar uma parte do seu corpo
associada a nojo eu vou sistema visceral ele está directamente associado essa brincadeira é quando você fala indo Ju o seu sistema é isso as vísceras elas estão diretamente Associados a esse processo de nojo eu acho muito curioso Que essa área Então res os estímulos de nojo que você tá vendo nesse estudo aqui é um estudo de ressonância magnética funcional mostrando que quando as pessoas eram apresentadas as expressões de nojo e elas tinham que reconhecer expressão de nojo o reconhecimento da expressão de nojo está diretamente associado à atividade dessa região do cérebro que a isso mais
um pedaço de evidência para corroborar com essa ideia são casos de Pacientes com lesão na ínsula como por exemplo paciente que tem lesão nessa região aqui da ínsula que vocês estão observando aqui realmente mostrando para gente que esse paciente com essa lesão na isso ele tinha um déficit no reconhecimento da experiência de nojo então mais uma vez ligando diretamente a ínsula a essa experiência mais a piada no sistema gastrintestinal de uma série de estudos que foi feito por um argentino que mora na Inglaterra Um cara chamado Hugo critchley e o que ele mostrou foi que
existe uma relação muito direta entre a ínsula e o que a gente chama de atenção interoceptiva interoceptivo não há introspectiva não existe uma diferença entre interocepção e introspecção interocepção é habilidade que você tem de detectar os sinais internos do seu próprio corpo é interocepção é eu ganhar a habilidade de perceber os sinais do meu corpo interno e externos O yoga é uma maneira é uma prática de inteiro acepção essencialmente é uma prática em que você tá tentando ganhar ciência e do seu corpo não só da Sensações externas do seu corpo mas Sensações cada vez mais
internas e mais sutis a interocepção urgente do ponto de vista Clínico do ponto de vista da Psicologia super importante a gente tem hoje em dia a gente entende a interocepção como sendo um mecanismo que pode ser Mal-adaptativo por exemplo pacientes com depressão muitas vezes eles têm uma interocepção aguçadissimo pacientes com síndrome do pânico muitas vezes não têm teorias que tentam Ligar síndrome do pânico a uma interocepção muito aguçada tô na síndrome do pânico por exemplo existe um um ciclo vicioso durante a crise que muitas coisas que as pessoas acham que vão morrer naquele momento e
é muito comum as pessoas em crise do Pânico a morrer pela ligação Que fazem diretamente com batimento cardíaco bom então aquilo lá vira um ciclo quer dizer você passa a sentir o seu batimento cardíaco com mais clareza E aí dá impressão que no fundo é o seu coração que tá batendo mais forte quando Na verdade é um mecanismo de intercepção não é que o seu coração tá batendo do mesmo jeito de sempre bateu só que agora você por algum motivo você ganhou uma sensibilidade aumentada para o batimento Cardíaco e essa sensibilidade aumentada tá fazendo com
que você acredite que no fundo não é que você tá mais sensível a perceber os seus batimentos cardíacos mas é que você é que no fundo do seu coração tá batendo mais forte Oi e aí vira esse ciclo vicioso que que o critchley mostrou ele mostrou que essa habilidade de perceber os sinais internos Ah tá diretamente relacionada a isso então que ele mostrou com esse gráfico Que vocês estão vendo aqui a direita é que quanto maior a inteiro habilidade interoceptiva do indivíduo maior era a atividade da ínsula desse indivíduo que ele fez foi correlacionar a
habilidade interoceptiva com a atividade da isso como é que eu meço a habilidade como é que eu faço um experimento para medir a habilidade interoceptivo super simples de preferência você fica sentado com menor quantidade de toque do seu corpo com Outras regiões estão daqui na cadeira grande preferência fica sentado sem encostar as costas sem tocar a mão na sua perna e eu tenho um equipamento que mede o batimento cardíaco seu um eletrocardiograma e ao mesmo tempo eu vou pedir para você fechar os olhos e contar Quantos batimentos cardíacos você e consegue contar num determinado intervalo
de tempo ou seja estimar o número de batimentos cardíacos naquele Intervalo de tempo e isso seria uma uma possibilidade de medir pelo menos algum aspecto da sua habilidade inteiro receptiva porque o que eu vou fazer é eu tenho dado que você disse para mim que você reportou então eu vou lá você não sabe por quanto tempo você vai ficar contando batimento cardíaco eu vou pedir para você começa agora você vai lá parado e vai ficar aqui tentando contar dois três quatro cinco seis depois de um determinado Intervalo de tempo eu digo pode parar aí você
pára de quantos você contou você vai dizer 62 aí eu vou lá no meu equipamento de eletrocardiograma e digo Na verdade nesse intervalo de tempo foi 102 batidas e não 62 então a habilidade interoceptiva dele é a distância que ele tem por certo a uma distância proporcional que tem entre 62 e o cento e pouco que ele pediu é isso que Ele mediu aqui performance na detecção de batimento Cardíaco Esse é o que tá aqui em baixo é então que ele viu foi que quanto maior a performance quanto maior a habilidade interoceptiva dessa pessoa maior
era atividade da ínsula dessa pessoa tu só para fechar o raciocínio fechar a conclusão diz que eu quero falar para vocês é vão Então se você tiver certo e interocepção deve ter a ver com a emoção de alguma maneira como é que você liga agora inteiro acepção que eu que a gente fez foi ligar intercepção com a ínsula Eu liguei emoção com a isso depois eu liguei aí Sula com interocepção e agora vou tentar fechar o negócio que ele diz o seguinte interocepção tem relação com elas com o reconhecimento da emoção de que maneira foi
feito isso então esse aqui é um estudo que eu acho interessante nesse sentido em que o que eles fizeram foi o foi o seguinte eles mostraram há três tipos de imagem divertidas de raiva e de medo e pediram para as pessoas Reconhecer imagens Divertidas imagens de raiva imagens de medo e aí eles pediam para que as pessoas dissessem o impacto emocional seja a intensidade da experiência subjetiva que foi ativada e por aquela imagem Então você tem que se Mostre uma imagem aquela imagem teve um impacto emocional sobre você e a minha pergunta é de 0
a 7 horas ou de 0 a 10 qual foi o impacto emocional que essa Imagem teve sobre você você vai dizer dois próximo imagem 7 próximo Imagem Cinco próxima imagem quatro é isso que você vai me dar de dado Beleza então você que você vai me ver o impacto subjetivo emocional que aquela imagem causou sobre você É mas no mesmo grupo de indivíduos eles mediram a habilidade interoceptiva dessas pessoas mas fizeram dois experimentos com essas pessoas primeiro experimento eles mediram Habilidade interoceptivo desse jeito que eu contei para vocês bota a pessoa para contar a batimento
cardíaco que ver com a com correto eles estão com relação ao número real de batimentos cardíacos que você me viu naquele intervalo de tempo no outro experimento eu vou pedir para que você me diga o impacto daquele lá sobre você o que que eles viram então que você tá vendo aqui em preto é o grupo de pessoas têm uma boa habilidade interoceptiva em branco tá as pessoas Que tinham uma fraca habilidade interoceptivo e o que ele me mostra que é que o grupo que tem uma maior habilidade interoceptiva tem uma tendência vejam nos nas três
imagens dos três grupos de imagem ele tem uma tendência de sentir o impacto emocional daquela imagem com mais força do que quem tem uma habilidade interoceptiva menor último slide eu queria trazer para vocês Nesse artigo que foi publicado na Penha a s d 2014 bom e o que eles fizeram foi um mapa em um número muito grande de pessoas de onde essas pessoas sentiram aquelas emoções no corpo dela sentir um aumento uma redução daquela emoção no corpo na diferente parte do corpo tá Por exemplo quando você sente raiva e me diga quais são as partes
do corpo que você sente aumentar a atividade ativação a aí eu pessoa lábios marcava nessa um corpinho assim quais eram as Partes do corpo que eles mais sentiram a tela emoção e aquilo que vocês estão vendo Então mapa é de milhares de pessoas dizendo onde ela sentem no corpo aquelas diferentes emoções então aqui gente só para fechar esse argumento que emoção que emoção de forma geral tem uma relação muito próxima com sistema autônomo e com o corpo de físico de maneira geral de tal maneira aqui a Gente pode o consegue mapear emoção no sistema autonómico
emoção em diferentes partes do corpo como eu tô mostrando para vocês nesse slide queria trazer para vocês gente uma clareza e quê que é o seguinte na maior parte dos cursos que você for fazer por aí de emoção de neurociências né de neurociência cognitiva da emoção você vai ver que a maior parte dos cursos vai se focar muito na sobre a amígdala e a emoção não É só amiga que tem várias Outras estruturas associadas a esse processo de emoção e amido tem uma participação importante a gente vai entender porque já já amido é essa estrutura
aqui todo mundo imagina como sendo a estrutura mais importante para emoção eu vou entender a gente vai entender um pouco mais sobre isso primeira característica importante dessa dos primeiros modelos por trás da emoção é a perspectiva de que a gente tem algumas emoções básicas E aí essas emoções básicas elas estão Elas seriam basicamente raiva medo tristeza alegria e nojo com essas cinco emoções básicas eu consegui a princípio montar qualquer outra emoção O que é o que aparece aqui nesse modelo de rosell estão no modelo de Russell o que eu tenho é a apresentação de várias
de várias manifestações do sistema emocional tão de várias manifestações emocionais É dividida aqui em duas propriedades dessas emoções que o eixo X representa o que a gente chama de Valência afetiva então a Valencia afetiva seria uma Valência No que diz respeito à dimensão do prazer e prazer pode ser positivo ou negativo Então a primeira coisa que o hostel fez foi dividir as emoções ou os estímulos emocionais No que diz respeito a sua Valência a a valência de um estímulo pode ser positiva ou negativa o a valência de Uma emoção decorrente de um determinado estímulo pode
ser positiva ou negativa e a outra dimensão que ele dividiu aqui foi a dimensão do que a gente chamou de ativação ou a razão então é ativação que aquela emoção promove ou a ativação que um dado estímulo promove a ativação ou House seria Relacionado ao uso de recursos da atenção então quanto que aquele estímulo emocional com saliente é aquele estímulo emocional então quanto a ativação ele promove em você ativação ela pode ser tem um alto ao House ou um baixo ao House On bom então vamos dar exemplos uma imagem que tem uma Valência negativa é
uma imagem por exemplo de uma pessoa dentro de um carro gravemente ferido depois de um acidente de carro e essa imagem ela é negativa é e ela tem Uma House super alto e outras palavras quando você olha para aquilo seus olhos chega cresce tanto que você de tanta ativação que aquele estímulo traz em você você fica arrepiado você fica ligado você fica pronto para correr por exemplo Esse é um mecanismo de aos uma imagem que tem um mecanismo geralzão alto e ao mesmo tempo uma Valência negativa Você recebeu uma notícia muito boa agora de uma
coisa que você tava esperando Essa notícia ela vem carregada de uma Valência agora positiva bom eo mau House alto Você também vai ficar muito ligado por causa daquela notícia só que o componente de Valença a dimensão de prazer e um caso é positivo no outro caso é negativo então eu consigo colocar várias imagens no que diz respeito à ao House e no que diz respeito a valência então se eu tenho uma imagem de baixo ou House ou por exemplo a imagem de uma xícara E quando você olha para uma imagem de uma xícara ela tem
Valência neutra O que é uma xícara a princípio não desperta Claro em algumas pessoas Pode despertar mas na maior parte das pessoas a xícara é um estímulo neutro a união estímulo neutro que tem Valência baixa nem A positivo nem negativo nem fico super excitado ativado por que vem uma xícara tá claro então esse dentro desses modelos a gente consegue diferenciar as diferentes emoções do Ponto de vista comportamental então esses são os principais modelos No que diz respeito a estímulos emocionais do como é que eu divido estímulos emocionais ou experiências emocionais No que diz respeito à
variáveis de Araújo e de Valência então com isso eu monto um mapa modelo das diferentes emoções que a pessoa pode ter no que diz respeito a valência e ativação esses modelos de emoção de alguma maneira eles andam par-a-par com o modelos que tentam Descrever os processos daquelas emoções no cérebro humano então a gente tentar identificar com O que é essa experiência emocional é processada pelo cérebro para gente fazer isso o que a ciência fez no primeiro momento foi tentar avaliar as emoções básicas as emoções que tem muito Bauhaus e que tem muita Valência bom então
a lógica da ciência foi focar num primeiro momento em processos emocionais que são que saltam mais aos olhos Então se eu quero estudar emoção por onde eu começo bom eu vou começar por emoções que primeiro são claros para gente então se eu falar para você raiva medo é muito mais claro para você do que eu falar em Sereno se sente Sereno é mais se é mais claro para você o que você sente quando eu digo que você diferendo ou quando você se sente com raiva é muito mais claro para mim entender o conceito de raiva
do que entendeu o conceito de ser e não entendo Diferente também mas é mais difícil diferenciar A Serena relaxado tranquilo é meio que eu não tenho uma característica própria daquele negócio ali para eu conseguir diferenciar aquilo no estado emocional muito claro então que a ciência tentou fazer foi this e emoções que representam o estado emocional muito claro dois a maior parte dos estudos que a gente conseguiu fazer até pouco tempo atrás digamos até os anos 90 anos 2000 No que diz respeito ao processo cerebral envolvido naquelas emoções foram estudos que se basear ão ou em
pequenos animais ou em modelos animais propriamente dito ou em lesões em pacientes que tinham algum tipo de lesão só nos últimos anos 90/2000 é que surgem essas técnicas de neuroimagem funcional E aí sim aí são essas técnicas de neuroimagem funcional que possibilitam você avaliar o funcionamento do cérebro né Pessoas pessoas que não tem não tipo de Patologia para tentar avaliar mudanças que acontecem enquanto ela tá viva é aquela experiência emocional ou reconhecendo diferença emoções tem significa dizer que a princesa boa parte dos modelos que eu vou apresentar para você agora são modelos que surgem com
essa perspectiva são modelos que afunilar ão ainda mais no que diz respeito à o tipo de experiência emocional que você tá estudando então São modelos restritos a alguns tipos de experiências emocionais e dois são modelos que foram testados basicamente em animais Oi e aí eu queria trazer também para vocês aqui uma discussão que eu acho uma discussão muito interessante da gente tem nesse momento baseado um pouco do que a gente conversou na no início da aula de hoje que é o fato de que quando eu estudo a raiva Ou medo no rato o que é
que eu tô estudando eu estou estudando medo é verdadeiramente não porque eu não estou estudando medo porque é medo quando eu digo para você o que é medo medo é a experiência subjetiva associada aquele estímulo isso é medo e o comportamento associado ao medo Esse é o que eu consigo estudar É mas eu não consigo estudar a experiência subjetiva não sei nem se rato sente medo é um é um overstreet eu dizer resultados sente medo rápido sente raiva rápidos em tristeza mas a gente faz isso eu tenho modelos animais de depressão eu tenho modelos animais
de ansiedade mas o que que eu tô estudando aí gente eu tô estudando a representação comportamental daquele daquela experiência se o rato tem medo mesmo ele Ficar com medo como a gente ao Tô com medo sei lá se ele tem medo nunca vou saber se ela tem medo Nunca que eu digo enquanto eu tô vivo aqui eu não vou saber se ele tem mesmo tem assim é a experiência subjetivos a ser quando ele pergunta Tem jeito ou então até que eu consigo até alguma medida da experiência subjetiva que a gente não tem também significa dizer
que o que eu vou apresentar para vocês que o que as neurociências É sobre emoção está restrito a em boa parte aos estudos que foram feitos em ratos para algumas poucas emoções como é que eu vou estudar felicidade e rato e assim medo já é difícil de estudar em rato imagine estudar felicidade rato bom então o que eu tenho aqui eu vou fazer isso vou tentar estudar a felicidade Vou tentar estudar raiva Vou tentar estudar medo Vou tentar estudar essas coisas mas o que eu queria que você estivesse muita clareza que Verdadeiramente a gente não
tá estudando nada disso porque importa para o ser humano a gente não tá estudando nada disso porque o que importa o ser humano é a experiência de medo quando eu pergunto para você se sente medo você não vai dizer para mim sentir porque eu corri não você não vai dizer para mim que você sentiu porque você teve um comportamento você vai dizer que para mim que você sentiu porque você sentiu aquela experiências subjetivas fa Caramba sentir medo de onde vem esse medo vem da mudança no sistema autonômico vendo o quê que vocês não interessa é
o que está dizendo para você aqui então se você não está estudando a experiência subjetiva que você está estudando não é a emoção que você está estudando é um comportamento associado a noção Agora eu vou começar a apresentar a esses dados de como o cérebro processa emoção onde é que vem Esses estudos então eles começam acontecer ali nos no século 19 é é pouco conhecido pouco sabido que vou brocar o por Pierre brocar aquele mesmo cara da linguagem que que descobriu a fazia de brocar ele também foi uma pessoa que estudou muito o que ele
chamou de lobo límbico então ele foi uma pessoa que estudou muito regiões do cérebro regiões mais internas do cérebro que são essas regiões que a gente tá vendo aqui que Compreendem a formação e por campal tão córtex entorrinal várias aquelas estruturas que a gente viu na aula de memória e que compõe essa estrutura que atrás aqui a que é a medula que vocês agora tão vendo essa estrutura que eu falei para vocês agora em uma outra perspectiva que compõem essa estrutura que são muito importantes são os corpos mamilares então vezes todas as estruturas aqui estão
super conectadas entre elas Amígdala formação e por o e os corpos mamilares E essas estruturas fazem uma ligação muito importante com outras estruturas associadas ao giro do cíngulo que o que vocês estão vendo aqui atrás e ao tálamo que é o que vocês estão vendo aqui então esse circuito e ficou conhecido como circuito de papel é um circuito formado por essas estruturas então hipocampo fórnix corpo mamilar núcleo talâmico giro do cíngulo córtex Entorrinal hipocampo formam um circuito Tá vendo Por isso que é circuito de papel em outras palavras a informação Segue uma ordem e os
sinais elétricos aqui Segue uma ordem nesse circuito daí o nome circuito de papel o papel Então ele deu origem a esse primeiro circuito a ideia do Círculo pap que foi aprimorado por esse americano chamado por uma clínica o Pomar Clean Ele trouxe uma lógica em cima do Circuito de papel mas a lógica foi de que o sistema emocional é um sistema que do ponto de vista evolutivo ele é muito primário então o que você tá vendo aqui é evolução dos sistemas de diferentes bichos então aqui você tá vendo na correspondência entre o cérebro humano o
cérebro de mamíferos e o cérebro de um réptil bom e você vem então que esse sistema límbico como o Pomar Clean trator é um Sistema aqui do ponto de vista evolutivo é muito antigo e surge antes do que a gente chama de neocórtex ou do córtex então o sistema límbico um sistema em bem mesial no cérebro que ir e muito antigo e a impressão que a gente tem quando a gente passa a tratar de emoção é que a emoção tem um papel muito importante no que diz respeito à preservação da espécie é a emoção que
faz com que você se aproxime ou você se afaste de Estímulos O que é emoção que faz com que você se proteja de certos estímulos Oi e a gente aprende e a gente vai ver se já já que a emoção é um mecanismo muito importante de aprendizado a gente sabe que que memórias que são fortalecidos por processos emocionais são memórias que tem um traço de força muito maior do que memórias que não tem esse componente emocional junto então pendências muito Importantes na vida de uma pessoa a pessoa não teve um filho se ela tá lá
na na sala de parto e quando o o filho nasce Aquilo é uma experiência muito marcante a experiência aqui aquela memória daquela experiência ela vai demorar se apagado uma vez que aquela experiência ela foi marcada por todos esses processos emocionais Associados aquela experiência então o que o povo acline fez foi criar foi aprimorar ao circuito de papel e criou o Que ele chamou de sistema límbico notem aqui uma coisa muito importante gente que é o seguinte dentro do circuito de papel a amígdala não tá O amido não faz parte do circuito de papel aqui ela
ela não formam o circuito de papel ela tá fora do Círculo de papel Isso foi uma das principais adições que o povo Maclean fez que foi incorporar o que ele chamou de lobo Límbico que veio do brocar a esse sistema visceral que veio do pop então ele criou o povo a clínica é responsável pelo que a gente chama hoje de sistema límbico sistema límbico como sendo um sistema que está representado aqui e que incorpora é esse sistema visceral que vem do pap com um sistema emocional a do lobo límbico que vem do brocar dando origem
então a isso que ficou conhecido por sistema límbico e que inclui várias outras eu usei not Flock frontal CEP que vais estruturas que fazem parte do que ficou conhecido por sistema límbico como é que a gente estuda a emoção e humanos então como eu falei para vocês em modelos animais e humanos algumas síndromes passaram a apontar de maneira muito clara para o envolvimento de uma estrutura que eu falei para vocês então a amígdala amígdala passa a ganhar muita força dentro da neurociência dos sistemas emocionais é muito por conta Desse tipo de síndrome é a síndrome
de kluver bucy que se observa nesse bichos é que eles passam a apresentar comportamentos sociais totalmente inapropriados para esses bichos então é o que você tá vendo aqui por exemplo é um gato em cima de um cachorro É esse mesmo gato em cima de um macaco então o gato ele perdeu completamente primeiro ele ganha uma característica de hipersexualidade E ele perde o que seria um comportamento social de reatividade emocional adequada quer dizer a reatividade emocional de um gato um cachorro é se afastar do cachorro e não ficar próximo do cachorro então com esse tipo de
estudo começou a ficar muito claro que a amígdalas seria uma estrutura importante no envolvimento de comportamentos emocionais no envolvimento de comportamentos Associados a diferentes emoções a gente tem uns um então um pouco melhor Para Dizer para vocês que esses estudos em pequenos animais esses estudos que são feitos em ratos tem um grande benefício que é o fato da gente conseguir verticalizar o conhecimento de uma maneira que a gente não consegue fazer em humano porque agora no caso dos pequenos animais a fazer experimentos são cada vez mais invasivos que eu posso fazer experimentos de lesão proposital
em diferentes núcleos da amígdala e avaliar Qual é o tipo de Déficit que eventualmente esse esse essa lesão numa determinada região vai promover em determinado tipo de comportamento emocional então isso aqui para dizer para vocês que na dentro das neurociências dos sistemas emocionais desenvolvidos em pequenos animais a gente já chegou no nível de amadurecimento de conseguir identificar as diferentes vias de ligação da amígdala com diferentes regiões do cérebro e tentar identificar A participação dessas vias em diferentes processos que vocês estão vendo aqui são algumas dessas vias da amígdala então vejam tem uma primeira via da
amígdala nesse caso que liga é diretamente com símbolo anterior e com o córtex pré-frontal eu tenho ligações da amígdala que liga para essa região pede aqui do tal mas você quer uma outra vi super importante da amígdala eu tenho uma outra via da amígdala que se liga diretamente ao hipotálamo que é o que Vocês estão vendo aqui passando pelo hipocampo tão aqui o amido ou isso aqui é tudo e para o campo Aqui tá o córtex entorrinal o hipocampo a o corpo vamos lá então veja tem várias vias da amido e o que a ciência
conseguiu fazer foi a partir de estudos como esse Então a partir de estudos de condicionamento operante nesse caso um condicionamento compor choque bom então você condiciona o animal a Responder ao som quando é feito um pareamento entre som e choque típico de um condicionamento então ele faz um pareamento entre sonho e Choque bom e depois quando ele tira o condicionamento e só apresentou o som o rato faz um comportamento de freezer então mesmo sem o choque o rato foi condicionado a aprender aquela resposta de mesa é com esse tipo de estudo onde a gente chega
então aqui eu não esse esse peça Revisão que eu trouxe para vocês aqui não é uma revisão que eu queria que vocês entendessem essas vias Não é esse o objetivo de eu mostrar esse paper para vocês o objetivo de mostrar esse paper para vocês aqui vocês compreendam que diferentes núcleos da amígdala e diferentes vias da amido estão Associados a diferentes partes desse processo de condicionamento de medo por exemplo então isso aqui é para trazer para vocês o grau de Amadurecimento que a ciência conquistou e o grau de verticalização que a ciência conquistou a partir de
Estudos em animais e a partir da lesão desses diferentes núcleos idades diferentes vias para tentar de secar mesmo Qual é a atividade que diferentes partes desse sistema estão associadas as paredes comportamentos então você vê por exemplo aqui botar lá no lateral hipotálamo lateral dentro dessa resposta que ele recebeu do núcleo Central Núcleo central Da amígdala núcleo central da amígdala tá ligado a substância Negra tá ligado ao hipotálamo lateral e tá ligado à ao hipotálamo para ventricular então a saída disso aqui com a saída do núcleo central da amígdala queimou Dura Por exemplo todas as respostas
autonômicas de que Freezing pressão sanguínea e hormônio tão que esse gráfico que traz para você uma descrição Olha o nível de detalhamento quer dizer uma via que sai Ele ouve chega no tálamo vai para o córtex auditivo Mas tem uma outra via que vem do córtex auditivo do tálamo auditivo direto para o núcleo lateral da amido existe uma aí esse estímulo sai do núcleo auditivo do tálamo e vai para o córtex auditivo mas também ensinei do núcleo lateral da amígdala tão que você tá fazendo aqui é tentar seguir o caminho do estímulo mesmo para tentar
distinguir o comportamento associado a diferentes Núcleos desses por exemplo da amígdala em diferentes processos sim mas mais uma vez nesse caso a gente precisa ter clareza que o que a gente está estudando é medo um desses animais em um estímulo condicionado e qual o tipo de comportamento Então como é que eu condiciona essa resposta emocional e como é e qual é o tipo de comportamento que esse bicho uma vez que ele é condicionado aquela resposta emocional Bom então em humanos como é que a gente estuda esse humanos para a gente olhar para amídala e olhar
para os processos de modulação da amígdala em humanos passa como vários outros processos que a gente já viu nesse curso pela identificação de comportamentos Associados a certos tipos de lesão nesse caso aqui um paciente que ficou muito famoso paciente SM que sofreu uma lesão bilateral na amígdala como vocês estão observando Aqui isso aqui é uma medula normal isso aqui é a amídala com lesão Então existe uma grande lesão na medula bilateral e esse paciente passou a apresentar um destino o crescimento de medo Olha que doideira Isso aqui que vocês estão vendo aqui em bolinhas em
círculos Qual é o grau de reconhecimento o grau de acerto de voluntários em círculo voluntários controle e no triângulo paciente SM então é o reconhecimento para diferentes Emoções que você tá vendo aqui alegria surpresa medo raiva desgosto e nojo e tristeza e em círculo um grupo controle e em triângulo paciente SM Olha que loucura ele reconhece igual ao grupo-controle praticamente todas as emoções ele reconhece alegria os dois grupos reconhecem praticamente do mesmo jeito surpresa praticamente do mesmo jeito raiva praticamente do mesmo jeito Que nojo praticamente do mesmo jeito tristeza praticamente mesmo mas olha medo então
essa paciente com lesão na amígdala ela tem um defe de reconhecimento de expressão de medo tão aqui para fechar o meu argumento que a amígdala não é emoção não faça o paralelo como vocês vão ouvir por aí que é colocar um símbolo de igual entre amígdala e emoção esse tipo de exemplo tá trazendo para fazer aula de hoje eu espero teja trazendo para vocês a Clareza e que um a gente já viu importância da ínsula a gente já viu a importância do hipotálamo tanto participando em que em algumas experiências emocionais específicas a isso parece ser
uma estrutura que está muito associada a nojo da mesma maneira que a amídala parece estar muito associada a medo que no fundo os estudos que o vizinho pequenos animais estão na sua enorme maioria Associados a medo é então que a gente tá mostrando aqui é Uma especificidade a importância da amígdala a gente tá fechando o argumento de dizer que amido é uma estrutura super importante nos processos de emoção particularmente nos processos de emoção ligados a medo só medo que que a ciência diz hoje não a amígdala é uma estrutura cuja actividade está diretamente associada a
experiências emocionais de Valência negativa e isso é da mesma paciente que o reconhecimento passa por você expressar Aquela emoção tão eu tô dizendo uma coisa Eu reconheci você reconhece que isso é medo a gente viu aqui nessa aqui não ele não sabe apresenta o medo ele não sabe o que é medo ele não reconhece mesmo e aí essa é a segunda parte da loucura agora eu peço para ele representar a emoção represente alegria represente tristeza estão e são desenhos dele I represent medo e esse é o desenho dele para representar medo Olha que loucura é
Essa experiência emocional que pode ser que pode ser sentida ou representado ela se perde por uma lesão na medula e outras características da amiga então hoje que a gente sabe da amígdala como eu tô colocando aqui para vocês aqui a amídala Então ela responde a estímulos aversivos de medo de raiva de tristeza então esses estímulos aversivos e em boa parte eles estão Associados à atividade da amígdala principalmente medo E outras emoções modulam a medula também mais medo é a principal emoção a modular a amígdala outra característica ela responde super rápido O amido com estímulo de
17 mil segundos um estímulo emocional de 17 mil segundos a amígdala aumenta a atividade outra característica importante aqui que eu vejo que a gente tá falando é que a gente tá falando de uma estrutura que é super antiga e ela tão importante ela é tão relevante esse processamento que a Atividade da amígdala aumenta mesmo quando o estímulo é subliminar eu tô apresentando esse estímulo em 17 meses segundos mas olha esse escolhe o quê que eu tô apresentando tô apresentando só os olhos de uma Face de medo e só os olhos de uma Face de alegria
mesmo apresentando por 17 milissegundos só os olhos de uma Face de medo isso faz com que a medula responde tamanho é importância da amígdala na nesse processo emocionais e tamanho a Importância desse processo emocionais sobre a nossa sobrevivência mais uma vez e esses processos emocionais em boa parte os responsáveis por fazer com que você se aproximem ou se afaste de estímulos se aproxime ou se afaste de risco Quando você vê um estímulo você avalia risco naquele estímulo o que que é avaliar risco naqueles ingresso sentir medo de bloco em boa parte o medo é uma
maneira de avaliação de risco super é indicada na gente porque é uma estrutura Super antiga Então se você for pensar um bicho ele precisa ter um instinto de mesmo que não sinta a experiência de medo mas ele precisa ter um instinto de fugir precisa ele precisa ter um instinto de se aproximar de certos estímulos e fugir de outros estilos precisa eu quero precisa saber que dia um gato ele tem que correr e que de uma barata ele precisa se aproximar e o que que faz você se aproximar ou se afastar a gente é o sistema
emocional Uma outra coisa curiosa também para amarrar um pouco mais essa nossa história eu falei a gente começou a aula de hoje falando não é emoção é muito sistema autonómico né A Experiência emocional ela parte em boa ela é em boa parte a experiência que vem do sistema autonómico o que eu tô mostrando para vocês aqui é uma medida de condutância da Pele que é uma medida do sistema autonômica basicamente o colocar um eletrodo na palma da mão Em certas emoções é natural a gente imaginar que quando eu tô sentindo aquela emoção a minha mão
sua tô nervoso minha mão sua tô com raiva Tô com medo minha mão sua Então esse é um dispositivo que nada mais é do que um eletrodo como o eletroencefalograma só que a inveja botar na cabeça volta na mão e que muda ela responde baseado na condutância porque quando eu sua a minha mão o suor é salino uma solução Salina é mais condutora do que a mão sem sexuada Quando a mão sua eu aumento a condutividade Oi o que você tá vendo aqui nesse nesse gráfico é o quê e aqui a quando foi apresentado um
estímulo de negativo e aquilo que vocês estão vendo o que acontece com a maioria de nós que é quando ela apresenta o estímulo negativo a condutância da pele aumenta e Olha o que que acontece com um paciente com lesão na amígdala não existe uma mudança essa mudança não é significativa o fato é que não aumenta bom então você a resposta que você tem que eu tô mostrando com esse slide é que a odeste na amígdala uma lesão na medula leva a um impacto direto sobre o sistema autônomo não tem uma via que liga directamente onde
é que tá o o hipotálamo e amígdala aqui ó Direto uma ligação direta do hipotálamo comida isso leva então a gente a crer que a amígdala ela tem também vamos falar de novo desse processo o sistema de emoção ele também comunga de vários outros sistemas o que a gente tem cognitivos que processam informações de maneira botão up top Down eu estou a medula é uma dessas estruturas em que a gente observa processos top Down e Bottom up Acontecendo sobre ela hoje eu vou dar o exemplo do processo que é bottom-up na próxima aula eu vou
dar o exemplo de um processo top-down exemplo de um processo bota um up vem desses experimentos que estão Associados a essa ligação o tio o tálamo visual faz com a amígdala e que o hipotálamo faz uma amiga dela nisso significa dizer que eu tenho com a amígdala uma ligação que é direta o e uma ligação que passa pelo sistema Visual e que depois é processado pela vida então quando eu vejo um estímulo visual essa informação ela vai direto para mim Lda um por um caminho e vai indiretamente a amígdala por outro caminho esse processo aqui
é o responsável pelo que a gente chama de processo bottom-up essa ligação entre o talão visual direto na mesa lá o que a gente chama de processo bottom-up da emoção processo bottom-up em que sentido na amígdala ela se você vir uma Cobra no meio do mato você vai automaticamente se afastar daquela cobra sem nem identificar que aquilo lá era uma cobra então isso significa dizer que instintivamente o simples fato da do estímulo ter chegado aqui na amígdala como sendo um indicativo de aquilo lá era uma cobra e faz com que você desencadeia uma série de
processo e essa série de processos levam a uma resposta automática da Amígdala então a amígdala é uma estrutura que está diretamente associada a processos automáticos Ou seja a amígdala ela também ela é modulada ela sofre tanto um processo boto app como com a esse caso aqui então a atividade da amígdala é aumentada por por essa informação preliminar que a pessoa recebeu que aquilo a pode ser uma hora né mas ela também é alimentada por um processo top dão só que para que o processo top-down aconteça eu preciso Identificar aquele estímulo bom então o processo botam
up assim como no caso da emoção da atenção Ele é um processo em que o seu sistema responde automaticamente frente a perspectiva de perigo que você tem naquele estilo mesma forma se uma pessoa gritar e aqui dentro da sala eu vou olhar assim vai ser se eu tiver andando no meio do mato e vi uma coisa que parece uma cobra vou olhar é mais antes de olhar eu já posso ter Pulado eu pulo e depois eu olho então que eu tô fazendo aí é um primeiro processo que foi a amídala acha que é uma cobra
e aí no final das contas a gente vai olhar e vai dizer 20 era só uma mangueira era um galho tinha nada de cobra fez um reconhecimento errado aqui o pulei aí reconheci o objeto falei na é só uma Ok beleza tá tranquila só uma Uma mangueira são pedaço de pau Oi beleza E é geralmente os processos sim é e aqui aqui não é cortes bom então o que eu tô dizendo que é o top dá um passa pelo corte botam up não necessariamente e o bottom-up foi é o mexer a cabeça quando eu quando
eu ouvi um som por exemplo Então o que é o que eu tô dizendo aqui é que boa parte do sistema do processamento visual já está acontecendo No tálamo o tálamo já tá fazendo uma primeira identificação daquele estímulo para que você consiga reagir aquele filme é só para gente terminar então aula de hoje queria falar sobre emoções positivas usando um exemplo trazendo a luz para esse núcleo que a gente já falou na nas aulas passadas que é o núcleo accumbens então lembram que o núcleo accumbens foi uma das estruturas que eu mostrei para vocês na
aula Passada isso é que está diretamente associada ao sistema de recompensa lembra que tinha uma uma projeção aqui era nigroestriatal e tinha uma outra projeção que era negro cortical e que passava pelo núcleo accumbens essa estrutura aqui também a basal ao tálamo e o que se descobriu a da participação do núcleo accumbens vendo esse experimento o experimento super curioso dos anos 50 desses dois canadenses Aldine Müller e o que eles fizeram Olha que loucura o experimento que eles fizeram Eles colocaram um eletrodo diretamente no núcleo accumbens de um rato Oi e aí quando o rato
apresenta apertava a barra o núcleo accumbens do rato é estimulado então quando ele pressionava essa barra aqui estimulavam eletricamente o núcleo accumbens por esse lookzinho aqui fechar vou circuito e já tava uma corrente no Núcleo do rato e o que acontecia aqui é que com o tempo eu vou mostrar para vocês aqui esse experimento veja esse vídeo aqui do experimento Então esse aqui é o aparato que ele construiu esse aqui é uma luzinha simplesmente para dizer que o estímulo da sendo entregue no cérebro dele então nós tem que o rato tem uma uma um eletrodo
aqui no cérebro e essa Barrinha Barrinha que ele vai apertar a medida aqui A minha barriga ele que ele vai apertar nós tem que ter que acontece quando ela aperta a primeira vez ele é uma pessoa ainda apertou uma vez e aí pronto agora ele não para mais apertar Então esse estilo é um estilo extremamente prazeroso preciso como é que esse processo ele era tão a importante que eles fizeram um experimento de tal maneira Que agora eles eletrocuta vão essa esse caminho aqui ó Ah é Então rato passava por um lado e mesmo com o
choque super forte e ele a ponto de morrer ele voltava para levar para dar um choque na cabeça dele não é só isso aqui virou um dos principais modelos de drogadição porque existem experimentos muito semelhantes em que ao invés de estímulo você coloca cocaína ou alguma experiência alguns substância aqui leva a tolerância Oi e aí o rato se comporta da mesma maneira e é daí que vem a ligação entre os circuitos de recompensa o núcleo accumbens hidrocad são então A ideia é hoje de boa parte dos modelos de drogadição tá ligado a esse tipo de
sistema em que você precisa de uma recompensa toda vez que o estímulo é apresentado com uma substância no caso cocaína ou alguma outra substância que tem a tolerância é aumenta a tolerância ou seja como a cocaína exibe tolerância Significa dizer que com o tempo você precisa usar mais para chegar no mesmo lugar então esse tipo de experimento o experimento que sugere que esses circuitos de recompensa estão diretamente Associados nesses processos de drogadição é em que você aquele prazer passar ser a coisa mais importante da sua vida além de você poder inclusive morrer em busca daquele
prazer então esse modelo Aqui é o modelo eu diria muito cru e muito ruim da perspectiva de drogadição mas é um modelo que tem muita força dentro das neurociências e dentro do que as pessoas entendem é como modelos de drogadição e de onde é que vem a ideia de que tem prazer né então eu tô aqui de questionando dizendo é o rato não tem prazer eu já tu não tem raiva rápido eu tô dizendo para vocês que aqui é porque o rato teve trazer mas ela não tô dizendo por causa desse experimento tô Dizendo por
causa de experimentos que fizemos com humanos Então esse é um outro experimento que fizeram com um mano mas é um experimento se quiser a mesma coisa com uma paciente então implantaram um eletrodo e o núcleo accumbens dessa paciente e vocês vão ver que com o tempo a medida isso aqui é ela sendo estimulada quando ela é estimulada ela começa a rir e a pessoa O que que você tá rindo ela fala não escreve me deu vontade de ir Até que dão e fazem o mesmo experimento com ela agora tá com o botãozinho aqui ela tem
controle sobre o que ela sente e ela passa apertar esse botãozinho o tempo inteiro o dedinho dela ali ó Olá ela passa apertar esse desse botãozinho tempo inteiro e aí aí eu médico pergunta o que que a senhora tá sentindo esse trazer elas que tipo de prazer ela parece um prazer de orgasmo parece um prazer de ela ela leva para fazer que ela já teve muito Descritivo do que seria prazer né E ela também não para de apertar esse botão insistentemente nesses mecanismos de prazer ou então com isso gente eu termino a aula de hoje
é trazendo uma perspectiva de perto espero né trazendo a perspectiva para vocês que é um e a estudar emoção é algo que está diretamente relacionado a estudar processos subjetivos o e dentro desse impasse de estudar Processos subjetivos a ciência sofreu uma bifurcação entre pessoas que continuam tentando desenvolver estratégias para identificar esses processos subjetivos e estudar a subjetividade da experiência na compreensão de que isso é o mais relevante para você estudar e só mais significativo que isso é a gente assim Apesar que que eu quero estudar quero te dar o ser humano ser humano é esse
desse objetivo é isso que é a psicologia do Ser humano é esse bicho cheio de sensações né quando você fala que consciência como a gente vai falar pô tem um conceito mais subjetivo porque esse conceito de consciência então é esse bicho subjetivo essa bifurcação aconteceu isso fez com que a gente e fui lá se afunila Lace em processos emocionais mais restritos e em bichos bom então basicamente medo rato EA medo mas isso mesmo que a gente a fugir Lace significativamente Entendesse esses processos automáticos entendesse eu comportamentos Associados à actividade da amido e por outro lado
isso não representa a emoção o processo subjetivo e a outra informação é que vocês descobrem da ideia de que emoção é amido vocês vão ver isso direto direto é em vários artigos as pessoas há na Foi estranho porque eu não consegui ver a amídala atividade da amígdala Então existe mesmo dentro da ciência é exatamente por essas informações que a Gente conseguiu obter a partir dos modelos animais existe dentro da ciência confusão muito muito clara de que a amígdala tá participando de todos os processos emocionais estão Espero ter trazido para vocês pelo menos com exemplos de
outras estruturas como por exemplo a ínsula e o núcleo accumbens para trazer a clareza para vocês de que a emoção ela é essa esse processo de experiência subjetivo associada a múltiplas áreas do Cérebro e não há uma estrutura como a vida é Oi beleza