pera aí um pouco mais perto por favor disse ele apontados no alvo não se passaram 5 segundos e nossa rainha sem segredo mais um relato completinho para vocês amores Ouçam com carinho e Se divirtam a casa cheirava a sal marinho Naquela tarde abafada enquanto eu Luciana arrumava as cortinas do quarto de hóspedes o mesmo quarto onde o cunhadinho Bruno dormiria pelas próximas semanas meu boi Ricardo viajara para resolver negócios urgentes na capital como sempre fazia quando o tédio tomava conta deixou-me com um beijo mecânico e a promessa vaga de ligações que nunca viriam Bruno irmão
mais novo dele chegara para cuidar da propriedade dizendo-se preocupado comigo mas eu conheci Aquele olhar de lobo sob o disfarce de Cordeiro Ele entrou na sala às 15:47 botas sujas de terra do campo camisa pouquinho aberta revelando um torço que o sol havia pintado de âmbar seus braços marcados por veias que pareciam mapas de rios bravios carregavam uma caixa de ferramentas como se fosse pluma preciso consertar o telhado do galpão anunciou erguendo um martelo com naturalidade a chuva tá fazendo estrago eu ass sentia fingindo interesse enquanto ele subia na escada meus olhos ah seguiram o
movimento dos músculos das suas costas so o o tecido fino da camisa eu já sabia que ali era só usar uma artimanha que eu chegaria no meu objetivo Bruno era daqueles homens que respiravam confiança como se o mundo girasse só para testar seus limites à noite depois do jantar ele apareceu na cozinha com uma garrafa de tinto bebe ofereceu os dedos sujos de graxa envolvendo o gargalo só um pouco aquela mentirinha passando o dedo por cima da taça sentamos na varanda o vento trouxe o cheiro do Rio próximo e eu senti o vestido branco leve
fininho colar no pelo ele não desviou seu olhar quando me inclinei para pegar o copo você tá diferente Luciana disse a voz de macho alfa Ricardo parou de dirigir ou não tá sabendo conduzir direito sorri deixando o tinto colorir meus lábios viúva de marido Vivo tem dessas coisas ele riu baixo enquanto eu subi o que lhe interessava as mãos sem querer o saleiro meu coração deu aquela aceleradinha de leve como moto em estrada vazia o telhado Tá seguro agora disse baixinho sorrindo os dedos dele deslizando sobre meu pulso Mas você você tá segura aqui não
respondi levantei e caminhei até a janela sabendo que ele me seguiria aquela encostadinha por trás e eu senti o contatinho logo abaixo duro e como Promessa de dívida Bruno soltei num suspiro quase advertente ele enterrou o nariz no meu pescoço respirando fundo seu cheiro parece Jasmim depois da chuva girei devagar até nossos rostos estarem a um sopro de distância seus olhos castanhos Mais Escuros que os do Ricardo espertos refletiam na entreaberta isso aqui é furada murmurei minhas mãos subindo ente no seu tórax furada eu tapo com cimento Ele respondeu fechando a distância o beijo foi
incêndio em mata seca suas mãos ásperas de trabalho agarravam meus quadris como quem doma cavalo bravo enquanto a língua dele invadia minha boca com a urgência de quem teme ser pego minhas duas frutinhas Livres esmagaram Se contra seu torço os mamilos endurecendo como frutas colhidas antes da hora tô pensando em ligar esse motorzinho de baixo que não tá sendo usado rosnou mordendo o meu lábio inferior joguei o contra a parede minhas pernas envolvendo Sua cintura num movimento fluido o tecido subiu no automático revelando a fininha de renda preta a mesma que Ricardo nunca viu cuidado
com o que come Bruno respondi guiando o condutor algumas coisas viciam ele riu os dedos encontrando meu calor como ench em terra fértil tô disposto a pagar o preço foi Quando o Telefone Tocou Ricardo congelamos ele quase dentro Eu ainda com as unhas cravadas em suas não atende Bruno ordenou sua voz um comando mas eu já estava escorregando para baixo arrumando o tecidinho outra hora sussurrei sabendo que a próxima vez não teria interrupções ele segurou pelo braço e pela primeira vez Vi os seus olhos brilhando isso aqui que não acaba agora sorri passando a língua
nos lábios ainda inchados Claro que não continue a dirigir a estrada tá livre como não tinha muito tempo para deixar ele conduzir a flor dei uma ajudinha nele passando marchas no sofá e saiu tanto que eu via escorrer nos dedos ao mesmo tempo que ia para os lados a chuva Começou a cair duas noites depois pesada e insistente como se o céu estivesse tentando lavar nossa as intenções Bruno apareceu na portinha enquanto eu mexia no celular olhos brilhando no escuro e eu sorri o galpão tá fazendo barulho estranho vem ver eu fui lá ver porque
eu queria muito eu tava descalça pijaminha com um tecido excelente o galpão cheirava a madeira úmida e ferrugem iluminado apenas por um farolete pendurado no vigamento ele trancou a porta com um cadeado enferrujado o som ecoando como um sim não dito tá com medo perguntou aproximando-se como onça farejando caça de você ri encostando na mesa de ferramentas tenho é pena do Ricardo ele serrou os dentes a mão no meu quadril Zinho experiente o Ricardo não sabe a oportunidade que ele teve diferente da primeira vez não havia hesitação só fome seus dedos saíram abrindo o tecidinho
no respeito como papel molhado e o frio do galpão contrastou com o calor que estava se instalando empurr contra um pilha de sacos de ração O atrito áspero misturando-se com minhas unhas pintadinhas de rosa atrás dele agora eu vou dirigir com vontade rosnou mordiscando de leve meu ombro enquanto as mãos exploravam as duas frutinhas deixou até marquinha neles toda desarrumada toda minha na hora que ele desceu o carro no morro abaixo eu dei uma gemidinha alta quando a boca desceu até meu ventre traçando caminhos que eu ficava só meditando de olhos fechados seus dentes Puxaram
da fininha que eu dei um pulo de alegria Bruno supliquei os dedos enterrados em seus cabelos curtos ele ergueu o rosto os olhos faiscando quer mais agora eu escolho o ritmo que você vai conduzir nessa estrada enquanto montava a cavalo na lentidão Cada centímetro entrava devagar calculado os quadril zinhos firmes na empinada tinha colocado tudo por completo não segura ordenei só segue e pronto quero tudo a chuva batia no telhado de zinco marcando o compasso do nosso ritmo ele movimentou bem a flor seguiu fielmente minhas instruções deixei-me levar sua vez de obedecer raspou no meu
ouvido mordendo a nuca enquanto suas mãos prendiam meus pulsos nas costas abre disse ele a voz um comando que Eu segui antes que minha mente decifrasse ele explodiu em minha boca como maré alta salgado e quente enquanto meus dedos segam o tecido induzindo el ir mais adiante engoli cada onda até seu recuo os joelhos cedendo no chão de terra batida ofegou segurando meu rosto com mãos como um pedido de agradecimento sorri limpando os lábios com o dorso da mão ainda acha que o galpão é problema você é o problema e eu adoro consertar coisas quebradas
deixei o me carregar Até a pilha de feno no canto onde o calor dos corpos secou a umidade do pecado mais tarde ainda naquela noite meu dedo ainda procurava a pontinha no tecido isso aqui foi dele perguntei sabendo a resposta encostei a cabeça em seu torço ouvindo o coração acelerado e agora Agora continua Só vai tem mais estrada para você caminhar ainda a chuva parou ao amanhecer mas nós Ah nós continuamos a tempestade gostaram da narrativa Espero que tenham gostado Beijos da rainha e até o próximo relato