pode falar boa noite Eh boa noite utilizando algum daqueles protocolos e eles iam meio que seu ponto de partida para saber por exemplo eh aonde tá o nível de dificuldade da Criança e aonde começar aqueles protocolos Eles já dão algumas algumas testagens nesse sentido assim esses que eu tô mostrando agora né é que você mostrou o o pic eu já utilizei mas por exemplo da Síria eu não conhecia aham o da sir ele tem basicamente o o livro Um é só coordenação Então tem um arbitrário e arbitrário e o livro dois ela tem comparação oposição
espacial temporal e hierarquia eu acho tá eh ele não é um protocolo de avaliação como o pique o p que ele dá um score dá o qual que é o o programa que você vai seguir depois né tipo assim ele é ele é um protocolo mesmo o da Siri ele é mais um manual de aplicação então assim ele tem aquele fluxograma que recomenda daí você vai meio que testando você pode seguir os programas que estão lá para testar para determinar se você ensina aquilo ou não mas ele não é um score que vai dar assim
ah de 100 nem acertou 60 né não vai ter isso então você vai saber assim ah ele faz implicação mútua de igualdade ele faz de diferença ele não faz agora eu ensino é uma coisa assim que você vai mais passo a passo pelo é é um fluxograma eu não lembro é teve aquele aquele fluxograma que eu mostrei do habilidade de aprendiz Inicial daí destrincha tudo é dentro do livro dela Aquele é meio que o raciocínio das lacunas né Isso só que assim lá vai an ainda do rra né ela vai do tipo tudo que a
criança precisaria saber para chegar no rra dos pré-requisitos dos bandos certo ISO isso mas chegando a hora que chega mesmo no rra ela não tem assim uma sequência específica para fazer entendeu o que a gente tem na literatura a gente não tem ainda na verdade uma uma boa literatura que indique a sequência de desenvolvimento dessas molduras o que a gente tem são estudos separados soltos eh com com faixas etárias diferentes poucos estudos com crianças então por isso a gente não consegue fazer tantas inferências ainda do que que é mais fácil o que que é mais
difícil mas do que tem do que existe na literatura a gente tem assim uma meio que um consenso né que coordenação equivalência igualdade né como quiser chamar é o a primeira moldura é a moldura base de tudo então quer dizer se não fizer coordenação definitivamente Começa por aí nem precisa ficar fazendo as outras coisas foca em coordenação porque ela é base paraa diferença ela é base para comparação ela é base para hierarquia você usa coordenação em tudo né eu não consigo saber que todos estão contidos em uma classe se eu não sei nem colocá-los em
igualdade que todos são frutas que todos TM uma característica em comum são comestíveis que são sei lá o quê né Eh então assim a a coordenação ela meio que tá envolvida em tudo então ela ela é base para tudo e em geral a primeira moldura a ser apresentada no Desenvolvimento Infantil a gente começa por ela depois dela é tudo meio que shuts assim né então a as hipóteses que tem é que comparação e diferença seriam as próximas molduras a serem desenvolvidas e mais fáceis Então se a gente pensar em criança pequenininha é o que acaba
tendo mais exposição mesmo né a gente acaba falando muito de ai esse é muito grandão Esse é muito pequenininho a eu quero maior eu quero mais ah aqui a gente vai pegar menos não pode ser tanto sei lá a gente usa muito comparação né com as crianças pequenas então é uma hipótese de que depois vem a comparação ou diferença e ou diferença hierarquia né Então essas três seriam mais iniciais mais básicas assim aí depois não sei se hierarquia ou se seria espacial por exemplo espacial pode ser uma que seja meio que sequência meio mais fácil
também assim porque a gente também usa muito essa questão de localização né aqui aí lá né a gente usa bastante com com criança pequenininha em cima e embaixo tá do lado né então coloca dentro coloca fora então a gente usa muitas dicas relacionais espaciais também então assim eu tenho hipótese que talvez a o espacial seja até mais fácil ainda do que hierarquia mesmo hierarquia a gente começa a ver no Desenvolvimento Infantil típico mais claramente com crianças com 5 anos que começam a entender melhor essas relações de parentesco por exemplo né você vê crianças mais novas
que isso às vezes sabe Mamãe Papai a vovó e o vovô mas assim o dela né se ela tiver que falar que a mamãe da mamãe é avó dela ela já não consegue né se ela tiver que falar que o papai da mamãe éo vovô daí ela não é a minha vovó né ela sabe o diretamente ensinado ela ainda não consegue estabelecer essa relação de hierarquia né que o papai que o vovô também tem um papai né e ele é o vovô da mamãe da sua mamãe então entender isso já começa a ficar bem mais
complexo assim né E aí a gente vê que começa a ser mais com crianças cinco em diante mais comum eh quando a gente tá falando de relações de causalidade também né As crianças aprendem muita causalidade mas de maneira direta né Tipo se mexer aí vai tomar choque se não sei o qu vai vai quebrar se Se derrubar o copo quebra se não sei o quê muitas coisas assim que são mais regras direta e exposição direta aí derruba ah não falei que ia quebrar se vidro derrubou no chão quebra Então vai aprendendo relação de causalidade mas
ainda de uma maneira muito direta essa coisa do do do derivado né do do do arbitrariamente aplicável derivado é meio complicado também na causalidade não é tão simples causalidade temporal né então acho que eles viriam aí mais ou menos junto com a hierarquia mais próximo aí da hierarquia em termos de complexidade relacional E aí por último a mais difícil de todas e meio consenso seriam as relações deíticos que são as relações de tomada de perspectiva né que é essa coisa mais de se colocar no lugar do outro ou até você você em relação a você
mesmo né você em relação a você de 5 anos atrás né ou você daqui 10 anos né Essas coisas que a gente faz aí daqui 10 anos eu quero tá casada com três filhos sei lá fazendo o quê tô inventando mas assim essa coisa de projetar o pass o futuro reviver o passado eh relacionar eu com o eu do futuro com eu do passado eh eu aqui em Bauru vocês aí não se se onde né cada um em uma cidade então estabelecer essas relações de de tomada de perspectiva seriam as molduras a uma das molduras
mais avançadas e e mais demoradas de desenvolver aí então meio que em termos de complexidade relacional É é mais ou menos isso assim que a gente tem hoje sem um bom estudo olhando para isso ainda mais hipóteses igualdade de diferença comparação meio que as primeiras depois espacial Aí talvez hierarquia temporal e oposição meio junto e causalidade E aí por último de tudo as deicas tá tá bom pro eh posso tirar mais uma dúvida pode sim em questão de protocolo aham Qual que você recomendaria então protocolo a gente tá gatinhando ainda na área né O que
a gente tem realmente assim de protocolo é o pique certo é o pique que a gente tem de protocolo para isso né o o módulo lá de transformação sim só que assim você falou que já trabalhou com o pique eu já avaliei Algumas crianças com o pique e não sei se você teve essa experiência mas assim e apesar de eu achar muito legal o pique eu uso muito para programar ensino eu não gosto tanto da parte da avaliação dele a minha sensação é que é muito chato as crianças não gostam de fazer é muito não
foi muito pensado paraa criança e paraa criança com autismo eu acho Sabe sim eh eles traduziram muito diretamente da pesquisa assim né ah é sílaba sem sentido aí põe sílaba sem sentido lá mas é assim a criança não lê aí você mostra esse vug é igual você nem lê o vug né você fala Esse é igual a esse esse é igual a esse aí é uma sílaba vug e um símbolo uhum sem sentido tipo é muito baixa essa chance da criança aprender aquilo ainda mais só apresentando e engajar muito abstrato é e é um conteúdo
muito chato não é infantil assim né não tem uma adequação pro público infantil Então eu acho que é meio primeiro isso é chato de aplicar eh as crianças não gostam é meio difícil de manter a criança engajada na avaliação Mas além disso eu acho que tem também um alguns erros ali de a complexidade que tá sendo testada porque por exemplo com muita frequência quando eu testo crianças com o pique eh a criança às vezes faz gabarita tudo em deíticos e tem GAP em coordenação sim eu passei por um caso desse tanto que assim eh usei
o pique para avaliar um paciente meu uhum E aí o assim pela questão de observação pelo que eu conheço do caso eu sabia que a questão dele era principalmente em questão de tomada de perspectiva então eu teria que trabalhar deí só que eu não poderia ir direto para essa moldura se eu não tivesse com uma base bem estruturada nas anteriores e aí por exemplo ele teve uma pontuação ótima indía só que aí eh ele teve alguns erros em questão de da moldura de oposição de distinção e hierarquia aí eu elaborei para ele uhum só que
para mim ainda não tava fazendo sentido o resultado sim é na moldura que eu tava esperando mais para trabalhar com ele com que ele teve lacuna sim e aí eu não sei se a abordagem que aquele protocolo faz com relação ao rft e o que eu quero abordar com ele não não sei se é Raso ou se eu não me eh não me adentrei o suficiente uhum ali para conseguir trabalhar com ele mas eu também senti um pouco disso sabe é não mas eu acho que tem tem algum erro mesmo ali na avaliação na maneira
que foi montada as tentativas sabe eh é que é muito complexo pra gente abarcar isso agora mas assim se a gente for olhar pro pro que tá sendo testado em deíticos Na minha opinião tá sendo testado só coordenação lá não é deí com aquilo que eles estão avaliando lá porque el coordenação Se eu fosse você e você fosse eu Então traz muito uma relação de igualdade ali não traz é na verdade isso seria o deí tio essa reversão só que a questão é que ele faz com personagens do livro ele não envolve o o eu
da Criança mesmo entendeu então assim acaba sendo uma questão só de de de trocar de reverter a relação mas dentro de uma coordenação talvez nem seja deí deico aquilo entendeu então assim tem algumas coisas ali que eu acho que talvez ele ainda vai passar por revisão né Eu acho que é isso é um primeiro protocolo disso não dá pra gente esperar também que seja ótimo perfeito né vai ter melhorias aí com avanço também da da própria ciência né que vai avançando a gente vai ficando com mais clareza mas em termos de protocolo hoje o que
tem é ele eh as vezes que eu usei eu achei que não representou bem o repertório relacional do meu aprendiz eu acabei não usando como medida de relatório E aí eu acabo fazendo testagens próprias E aí eu vou testando coisa por coisa entendeu Vou testando moldura por moldura nível por nível E aí eu vou mais passo a passo eu não faço uma avaliação de tudo para pôr o resultado de tudo entendeu então tá tudo bem Eu me aprofundar mais nas molduras e depois testar com ele a partir daquilo sim tipo assim ah testei coordenação não
faz vou colocar a coordenação para ensinar que é a primária beleza aí ah aprendeu já sabe agora eu vou testar diferença e comparação certo ah não faz as duas vou rodando as duas aí depois eu testo as outras coisas né dá para ir fazendo mais assim passo a passo a única coisa é que você não vai colocar no seu relatório um resultado de um protocolo Mas você pode pôr o resultado dessa avaliação pontual Ok tem problema nenhum uhum Obrigada PR mas posso tirar uma última pode é última última mesmo não pode falar você tinha falado
que daria para começar a utilizar rft às vezes em um em uma programação que já tá em andamento E aí eu tentei associar por exemplo uma implicação muta sei lá em um programa que é do vimap Uhum Então por exemplo eh um Tato Eu testei eu acho que era o Marco eu não lembro agora de cabeça qualquer o Marc mas a criança ela tinha que me nomear só com a palavra ela tinha que me nomear ali o objeto e aí ao invés dela me nomear eh o objeto ela me falou a função e aí Conforme
você foi discutindo na aula eu pensei então por exemplo Ah tem coisa que ela sabe o nome mas tem coisa que ela não sabe o nome mas ela sabe Para que serve então aí eu treinar com ela o nome daquilo e aí depois já em paralelo perguntar ali numa num arranjo eh qual que Ela utiliza de acordo com a função aí eu estaria fazendo uma implicação mútua não necessariamente eh nesse caso o que você tá fazendo é aquela coisa de alternar controle de estímulos Entendi então você tá trocando a instrução uhum pro mesmo estímulo e
ela dando a resposta seguindo esse contexto essa alteração de contexto então assim é uma coisa já importante necessária e e que pode ser muito útil você trabalhar com a criança mas ainda não é considerada uma derivação ainda pode ser só treino direto uhum para você pensar na derivação Você sempre tem que pensar Você tem que montar a contingência do Abba sabe para saber que direção que eu treinei que direção que eu testei então se eu treino que a vassoura serve para varrer né então eu eu eu apresento a vassoura e aí a criança fala e
aí eu falo para que que serve ela fala para varrer Então essa foi a primeira a direção que eu fiz a bidirecional não dá para ser uma outra coisa né tipo ah o que que é isso daí já é uma outra relação com a vassoura Uhum é um era um AB agora é um AC entendeu certo então você tem que montar a contingência então por exemplo eu fiz a vassoura serve para quê para varrer qual que se e reforcei reforcei reforcei qual que seria bidirecional dessa relação eh O que que a gente usa para varrer
e aí ela teria que me responder a vassoura porque eu já tô falando só sobre o que eu ensinei na primeira relação né isso e isso é a bidirecional dessa entendeu aí isso seria uma implicação múa Tá tá Agora combinatório seria se eu inserisse o c Ahí imagina que você ensinou o o ac ali você ensinou que eh sei lá o que tira poeira não ah qualquer coisa que você ensinar na verdade como é arbitrário né você ensinar Ah Para que mais que serve a vassoura aham tirar poeira aí você ensina isso aí depois você
tem então a vassoura relacionado com varrer e a vassoura relacionado com tirar poeira aí depois você pode apresentar eh com o que que a gente tira poeira com que aí você tem alguma forma de representar ali o que que é para barrer e o que que é para cozinhar sei lá entendeu certo entendi pron ótimo eu posso fazer isso né uma implicação mú combinatória por exemplo pode tá posso transformar em um programa que já tava tendo um treino ali sim eh treinamento direto para um em um modelo mais em rft isso seria assim o o
o o mundo ideal que a gente conseguisse transpor muitos programas tradicionais para um formato mais de responder relacional por quê porque a gente tem economia de ensino quando a gente não faz isso a gente ensina Muito mais coisa do que precisa fica ensinando muito topografia topografia topografia topografia E aí a gente poderia ter ensinado só como relaciona que depois ela com o contexto natural vai aprendendo entendeu e não fica tão dependente desse treino direto da terapia né sim então acaba isso acaba poten né a linguagem e a possibilidade da criança aprender no contexto natural também
sim tá perfeito Obrigada pró imagina vou apresentar agora aqui um exemplo de temporal tá então quando a gente tá pensando em temporal aqui tá não arbitrário versus arbitrário por é muito difícil a gente falar de relação temporal não arbitrário Tá pera aí deixa eu tirar aqui para eu falar com vocês que eu não me vejo não sei eh como que a gente vai ter uma contraparte não arbitrária de relação temporal lembra que no não arbitrário tem é propriedade física perceptível pelos órgãos dos sentidos Vocês conseguem ver a passagem do tempo Vocês conseguem cheirar a passagem
do tempo tocar a passagem do tempo não tem muito contraparte não arbitrária de relação temporal a relação temporal ela é arbitrária são relações do tipo arbitrário por isso também que ela é uma moldura mais complexa mais avançada e que a gente não espera que criança muito pequenininha tenha bem desenvolvido tanto que quando as crianças pequenas começam a desenvolver moldura temporal em geral elas atribuem tudo como uma coisa só né então assim ela ontem vira qualquer coisa antes de agora então mês passado foi o aniversário dela ela fala ontem no meu aniversário né de manhã ela
tomou café da manhã já não é mais Agora ela fala Ontem quando eu comi o pãozinho né ela ainda não tem essa relação temporal eh bem estabelecida né e e completa que a gente adulto tem que tem noção de que um mês foi 30 dias atrás que no café da manhã foi horas atrás né E que horas atrás e e dias atrás é muito diferente né então não é tudo ontem não é tudo antes né então tem a gente tem mais noção dessa distância temporal e pra gente aprender isso é tudo arbitrário é tudo arbitrário
então é muito difícil ensinar temporal e muito Possivelmente porque que muitas crianças têm dificuldade com relatar eventos passados com a questão da temporalidade mesmo que a gente vê que é uma coisa muito comum no autismo né essa dificuldade de relatar eventos passados de falar sobre o que aconteceu né então uma das razões é porque Possivelmente envolve aí também moldura temporal eh Então vamos lá quando a gente apresenta dois estímulos visuais aí aqui a gente vai tentar facilitar e deixar de um jeito bem prático o início do estabelecimento da moldura né então quando apresentado dois estímulos
visuais um após o outro Aprendiz selecionará o outro item seguindo as dicas primeiro e depois então isso é um jeito bem facinho de fazer pego o pares de objetos familiares aí eu vou apresentar um por vez olha esse aí eu tiro da frente dele agora olha esse aí eu tiro ponho embaixo da mesa depois eu ponho os dois na frente dele e falo me mostra qual que você viu primeiro aí randomizar qual que você viu depois né então eu vou ensinar com uma distância temporal muito curtinha ele acabou de ver apresento conto três na minha
cabeça apresento tiro conto três na minha cabeça Qual que você viu antes o Qual que você viu primeiro aí você escolhe a dica contextual que você quer usar eh vai randomizar cinco tentativas de cada dica contextual aí depois troca o conjunto testa vê se faz não faz treina e assim por diante até que ele faça c com cinco novos pares sem necessidade de ensino por exemplo tá então eh isso é um um começo para dura temporal mas de novo é muito mais fácil relatar antes e depois primeiro depois né Eh quando tem uma distância temporal
muito curta como essa assim de segundos que eu tô mostrando ou eu contar o que que eu comi de manhã ou eu contar o que eu comi ano passado nessa data eu não lembro impossível eu não sei só se for alguém tem essas memórias fotográfica que tem alguma alguma super dotação aí impressionante com questão de memória né Eh mas assim a gente em geral essa essa questão da da da distância temporal também vai deixar mais ou menos complexa essa relação né se é muito rapidinho ali num num eu tenho que diferenciar um curto período de
tempo que se passou é mais fácil Se é uma coisa com uma distância temporal mais longa em geral vai ser mais difícil tá então a gente começa assim depois a gente pode esp passar né O que que a gente fez no antes no começo da sessão e o que que você fez antes de vir para cá e o que que você fez antes da escola e o que que você fez antes do fim de semana e o que que você fez antes do seu aniversário e aí pouco a pouco você vai né Eh complexificando essa
distância temporal do antes do depois do E aí pode até começar a ensinar de fato essas relações arbitrárias mas avançadas do tipo eh os dias da semana qual que vem primeiro qual que vem depois os meses do ano né o os anos em si né o 2022 2023 2024 2025 quando a gente olha na escola tem muito ensino de moldura temporal quando eles estão trabalhando o calendário né na na na pré-escola send no ensino infantil eles estão aprendendo os dias da semana aprendendo os meses do ano aprendendo os os anos como eles contam os anos
é um monte de é múltiplos exemplares já de moldura temporal ali acontecendo tá e vou mostrar por último mais um último exemplo aqui só pra gente terminar porque eu sei que já tá todo mundo cansado também minha voz tá até querendo falhar aqui tô tá seca eh um ensino espacial aqui não arbitrário né então quando apresentados pares de estímulos posicionados em lugares específicos O Aprendiz será capaz de indicar qual é o objeto quando solicitado a pegar de acordo com a sua localização espacial no ambiente então a gente pega pares de objetos familiares e aí eu
vou ensinar um par de estímulos E aí vou pedir para que ele me mostre ou ele pegue né qual que tá em cima qual que tá embaixo é claro que aqui tá faltando o em cima né para poder ter a o erro aqui né então seria esse agora se eu tiver esses dois eu poderia falar que esse tá em cima desse né E esse tá embaixo desse então também daria para fazer eh cinco tentativas né do em cima ensino depois eu vou testar ou embaixo acertou legal vou fazer com um novo conjunto vê se ele
acerta de novo senão eu vou treinando com múltiplos exemplares embaixo embaixo embaixo embaixo em cima em cima em cima ao lado ao lado ao lado até que ele faça com qualquer coisa ao lado qualquer coisa na frente qualquer coisa em cima qualquer coisa embaixo isso seria relação não arbitrária né eu vou fazendo com vários exemplares testo com novos pronto tá fazendo show fechou E aí eu passaria pro eh pro treino arbitrário a aqui toda todos os exemplos que eu trouxe para vocês eu trouxe sempre nessa sequência né ensino não arbitrário depois o arbitrário no entanto
é importante eu falar que na literatura não fala que o arbitrário que o não arbitrário né que o concreto relações concretas ela é pré-requisito para arbitrária Pode ser que uma pessoa aprenda a relação arbitrária direto sem a base não contrário tá então não é que não acontece sem o outro mas meio que logicamente parece mais fácil aprender o Não arbitrário primeiro que daí te dá base para depois para entender essa dica contextual o que que ela significa para depois você aplicar em relações arbitrárias então é muito mais fácil você aprender que eh sei lá uma
sabe aquelas bonecas holandesas que tem uma dentro da outra assim você vai tirando Vai tirando Vai tirando e tem a bonequinha mai a maior a média a menor a Menorzinha a micro tudo uma dentro da outra é muito mais fácil você entender que essa contém essas e que as pequenininhas estão contidas na grandona do que que cavalo gato cachorro passarinho minhoca lesma estão contidos em animais né uma hierarquia arbitrário é muito mais difícil do que uma hierarquia não arbitrária então em geral a gente ensina primeiro relações não arbitrárias pela nível de facilidade mesmo de complexidade
que é mais baixo e aí já dá base para você entender a dica relacional Agora eu entendi o que que maior menor significa o que que oposto significa o que que igual significa diferente significa então para eu aplicar para estímulos para relações entre estímulos arbitrários vai ser mais fácil mas não é pré-requisito Tá mas em geral a gente segue essa lógica primeiro não arbitrário depois arbitrário tá alguém quer perguntar alguma coisa alguma dúvida não gente então tá bom eu vou eu vou encerrar por hoje aqui eu acho que assim Vocês tiveram bastante conteúdo nessa disciplina
né Foi bastante coisa de comportamento verbal né ver essa essa essas teorias alternativas aí da linguagem Lembrando que todas elas são analítico comportamentais eh só que elas apareceram em momentos diferentes no tempo né então primeiro a gente teve o comportamento verbal do Skinner depois a gente veio apareceu a equivalência de estímulos que trouxe uma grande novidade e adicionou aí um uma contribuição sem tamanho assim da gente conseguir demonstrar como que acontecem relações novas né arbitrárias foi a primeira vez que teve um uma evidência disso na literatura da área então foi um um achado muito grande
assim né quando o sidman tem a a primeira pesquisa lá com equivalência foi um Marco muito importante dentro da nossa área da análise do comportamento eh e depois o o a a entrada da rft nisso né a rft meio que evoluindo que a equivalência já tinha feito de achados mas propondo uma explicação diferente falando assim olha desse jeito que é feito na equivalência muito legal muito interessante só que a gente fica muito limitado a gente não consegue transpor para outras questões não é possível que a gente Explique a linguagem desse jeito tão matemático né acaba
que a gente não consegue transpor para outros conceitos outras molduras E aí vem com a proposição que veio aí da rft com a com essas propriedades Diferentes né da implicação mútua mútua combinatória transformação de funções tem outras mais avançadas também mas acho que esse essa base é o mais importante é o mais forte eh e aí traz aí um uma nova possibilidade paraa Nossa área abre novos caminhos de pesquisa abre novos caminhos de intervenção que não tinham antes e equipam a gente com mais ferramentas né então acho que o O importante dessa disciplina era vocês
conhecerem e saberem que dentro da nossa área a gente tem essas essas três teorias aí da linguagem né Muito muito importantes e Essas duas últimas acabam sendo as mais atuais em termos de eh de recente mesmo né são mais recentes E aí rft ganhando muito espaço e muita popularização dentro da área E aí demonstrando assim ser muito promissora pro futuro da análise do comportamento então espero que vocês se sintam assim instigados e inspirados a estudar mais acho que a especialização é mais uma introdução ao assunto é vocês conhecerem o que que que T lerem né
terem um primeiro contato aí com a com a equivalência com a rft mas que depois vocês continuem buscando eh estudar mais sobre isso para aprender cada vez mais e tentar de fato incorporar aí na prática clínica de vocês tá bom muito muito obrigada pela presença de vocês aí eu sei que é muito difícil ficar em aula ainda mais que a maioria trabalha né senão todos então ficar até agora a gente fica Canado né com a aula essa hora mas obrigado pela participação e e até a próxima né quem sabe a gente não tá juntos aí
numa próxima ou em supervisão Tá bom obrigada gente Professora Muito obrigada pela aula viu Obrigada eu maravilhosa boa noite boa noite bom descanso tchau tchau professora também tchau tchau i