[Música] parabenizo a você é líder do ministério da criança que está neste momento participando do curso de liderança do ministério da criança ele foi organizado pela divisão sul americana se você está aqui é porque você sente o desejo ea necessidade de crescer por isso mais uma vez ele parabenizo o tema que me deram para eu dirigir nesse momento você fala sobre inclusão eu acredito que é um tema muito importante porque nas demandas atuais da educação seja na escola seja na igreja é muito importante que a gente perceba o nosso aluno a nossa criança como um
ser único integral que esteja lhe feliz alegre participativa que se sinta acolhido em todas as atividades que eu forneço a ele talvez também eu estou dirigindo esse tema porque eu tenho um filho é com necessidades especiais às necessidades deles são físicas ele se locomove com o uso de muletas mas me lembro que desde pequeno na escola sabatina ele era uma criança que precisava ter um olhar especial e por isso nesse momento eu faço algumas perguntas para você quem são os seus alunos quais necessidades eles têm possivelmente você não tem alguma criança com síndrome de down
ou talvez uma criança cadeirante mas será que você não pode ter em sua sala alguma criança que talvez por estar acima do peso por talvez não se vestir tão bem ela de alguma forma sofre algum tipo de discriminação ou será que pelo seu jeito de falar ou caminhar ou se portar ou até seu sotaque ela de alguma forma ela não sofre algum tipo de brincadeiras o que a gente tem feito com estas crianças eu vou contar para vocês a história desse garoto o igor ele chegou sábado na classe da minha escola sabatina ele bateu à
porta e eu atendi perguntei é tudo bem agora ele disse tudo bem eu tenho 14 anos qual é a minha sala eu falei aqui você pode entrar aqui ou na sala adolescentes e ele disse não vou ficar aqui e ele deixou o irmãozinho na sala ao lado era do jardim e entrou percebi pela sua fala que era uma criança que falava de uma forma demorada juvenil que tinha uma fala um pouco mais demorada para a sua idade também percebi o seu andar ao entrar na sala ele puxava um pouquinho uma das suas pernas e logo
incluir sinalizei que a história a gente estava lendo a bíblia o trabalho em equipe logo um colega ou incluiu dizem aqui fala que com a gente fique com a gente e quando a gente perguntou que se ele pudesse ler disse eu não sei ler e em seguida ele ficou ali eu digo ele não sabia 14 anos têm alguma dificuldade e ele pediu posso buscar a minha oferta tinha eu estranhei a palavra oferta tinha que normalmente juvenil no uso dessas palavras no diminutivo ele saiu quando ele voltou eu já percebi que ele não se sentiu muito
bem naquele ambiente porque ele disse assim ficou olhando para a sala do jardim que estava com a porta aberta e disse assim posso entrar nessa sala para acompanhar meu irmão nesse momento eu vi que aqueles minutos que ele passou na minha sala ele não entendeu muito sobre o assunto ele sentia feliz mais feliz é colhido naquela outra sala você pode ver que nessa imagem ele está todo feliz no meio das crianças menores e na hora da adoração infantil ele foi à frente é um desafio pra mim e pra minha colega professora porque nós pouco conhecemos
sobre ele ainda foi simplesmente foi sábado passado que ele apareceu em nossa sala mas já o deixei à vontade para escolher a sala que ele quer participar possivelmente levar para a sala dos primários porque do jardim o irmãozinho que está junto acho que vai sentir-se melhor lá será que você tem alguma criança com alguma dificuldade na sua sala quando os pais os professores recebem alguma criança com alguma dificuldade alguma necessidade especial o que os pais podem pensar ou que medos e inseguranças podem aparecer quando o meu filho thiago nasceu eu vi que ele tinha mielomeningocele
hidrocefalia eu digo não estou preparada para isso e esse é um dos medos será que eu posso fazer o melhor por esta criança que está em minhas mãos seja como pai ou seja como professora eu digo pra você que ninguém está preparado mas você pode buscar auxílio ajuda de quem tem experiência da literatura dos médicos e psicólogos e educadores ea experiência eo lidar com a criança e deus me ajudando inspirando lhe e do eln e orientando você vai sabendo lidar com cada dificuldade com cada criança como ser uma pessoa única há também é não só
essa insegurança mas alguns equívocos também que gostaria de falar pra você um dos equívocos josé creio que devo ser um voluntário pois deus enviou essas crianças para ensinar e você percebeu o equívoco dessa fala schutter é um pastor que escreveu o manual do ministério da criança ele diz o seguinte deus não envia criança com deficiência para provar a fé de alguém ou ensinar e amar cada pessoa tem o mesmo valor e pode ser uma bênção para os outros independentemente de suas características quer dizer você não está ali trabalhando com aquela criança você não é mãe
ou professor daquela criança especial para aprender algumas lições ela não vê ali para ensinar algumas coisas você até pode desenvolver algumas habilidades algumas virtudes em detrimento do convívio com ela mas cada criança vem pela vontade de deus não para nos ensinar lições e esse é um grande equívoco que a gente precisa evitar a eu vou aceitar trabalhar com essa criança porque deus precisa mencionar a paciência não é assim que a gente deve estrear esta criança né que necessidades à família de uma criança com necessidades especiais ela ela passa vamos ver primeiro essa família tem necessidade
de aceitação eu diria pra você que estou lembrando aqui de uma experiência de uma amiga minha e até mencionei que eu iria falar sobre ela nessa nessa fala minha essa experiência que eu vou partilhar agora e ela diz o seguinte ele e quando eu descobri que meu filho tinha é défice de atenção e hiperatividade eu tive um alívio porque durante cinco anos eu passei me sentindo a mãe mais culpado do mundo todos me olhavam discriminação todos achavam que eu não sabia tocar o meu filho e ainda mais que ele era filho de pastor e ou
professora da escola eu fiquei preocupada quando os alunos os colegas da escola o diretor me chamou e disse que eles iriam sair em função do meu filho esse meu filho sofreu tanto em nossas mãos porque a gente queria um filho perfeito o filho que não nos envergonhar se ea gente não era aceito pelos membros da igreja eles olhavam com olhares de discriminação pra gente como a gente não soubesse educá los e o peso maior por ser professor e meu marido o pastor era pior ainda essas famílias precisam de aceitação eles precisam perceber que os filhos
são aceitos da forma que eles do jeito que eles são acolhidos nas suas dificuldades espaço de acolhimento também é o que esses pais essa família precisa acolhimento às necessidades do seu fim de seus de seus filhos eles precisam sentir que são amados incondicionalmente eles precisam também eles buscam na escola sabatina na igreja amizade e apoio religioso não sei que alunos você tem se você esteve alguma vez as dificuldades são imensas são muitas físicas emocionais dificuldades deficiência também intelectuais mas os pais quando coloco na escola sabatina eles esperam que os seus filhos também recebam amizade o
carinho amor incondicional da professora e também apoio religioso esse amor incondicional que já foi falado é um dos pontos mais importantes você precisa aceitar acolher e oferecer amizade porque tudo isso é um sinal de que você ama incondicionalmente aquela criança tem um verso que eu gosto muito ele diz o seguinte porém ele deus sabe o meu caminho o professor se você está preocupado que tem um aluno que você não está sabendo lidar com ele tenha certeza de que deus sabe o seu caminho deus sabe os pais estão passando também se você sente incapaz o que
eu vou fazer nessa situação você pode recorrer a ele porque o meu deus eu também segundo as suas riquezas suprir a todas as vossas necessidades apoio da família da igreja isso é muito importante também a igreja precisa entender uma coisa e praticar uma crença de que todos os seus filhos independente de quais ele seja precisam ser ensinados do senhor aqui está o verso da bíblia e ele fala isso todos têm o direito de aprender a aprender a amar o senhor ea crescer espiritualmente e ali na escola sabatina que eles têm o seu lugar também ações
da igreja que podem ajudar no processo de inclusão para desenvolver essa fala eu vou chamar a psicóloga rose a psicóloga rosely mão tinha especialista em inclusão ela trabalha com a inclusão na rede de escolas adventistas aqui da associação planalto central em brasília e ela vai poder orientar vocês sobre as dificuldades de aprendizagem que a igreja pode fazer e as famílias também agora com você rose requeridos a igreja é muito relevante numa comunidade e conseqüentemente ela tem o seu papel no processo de inclusão social algumas dicas que podem ajudar em relação a ações é que podem
ser ações simples mas que têm um efeito grande dentro desse processo gostaria de falar um pouquinho sobre conhecer as necessidades da criança e de suas famílias é evitarmos emitir juízo de valor ou algum parecer sobre a situação sem conhecermos então uma ação simples mas que pode ajudar a parar um pouquinho entrevista àquela família saber de onde vem qual é o diagnóstico daquela criança quais as necessidades daquele momento daquela família daquela criança e isso faz com que se evite rótulos é criança não ser rotulada de repente a gente tem algumas crianças assim de que a gente
observa o comportamento ea gente já emitiu parecer em um juízo sobre aquele comportamento que a gente observou então entrevistar conhecer saber a realidade pode ajudar bastante uma outra ação que pode ajudar a partir do conhecimento da necessidade de buscar garimpar os recursos existentes dentro da igreja a igreja lugar muito rico de recursos nós temos pessoas nós temos materiais e por mais dificuldades que se tenha ainda assim pode se dizer que é um lugar que existe onde existam recursos porque existem pessoas ali então garimpar os recursos existentes também pode ser uma ação importante é para que
a igreja possa atuar nessa nesse processo de inclusão está consciente que conclusão é um processo é que se fazem parceria e sempre acessar a rede de apoio quando necessário nós precisamos fazer algum algumas quebras de conceito de que a gente tá conta de algumas situações sozinhos em alguns momentos nós precisamos de ajuda de ajuda de especialistas né é e nós temos uma política pública nacional que prevê o apoio a situações como essas então o que a gente precisa saber que existe uma rede de saúde de educação que existem centros de referência em alguns momentos tirar
algum tempo pra ouvir essas pessoas ouvir esses centros fazer o encaminhamento dessa família quando necessário em alguns momentos onde a gente percebe que a criança não está sendo cuidada é adequadamente pelos pais ou que ela não está recebendo atendimento que ela merece e que ela tem direito a gente precisa buscar os filhos para isso há uma dica que eu daria ou seus conselheiros do bairro tem conselheiros tutelares que podem ajudar nesse processo de de orientação de um caso de encaminhamento do caso não estou falando de denúncia não estou falando de queijo estou falando de busca
de aconselhamento então todo 60 o saque de referência como o cras o crédito conselho tutelar hospitais postos de saúde podem ser locais onde você tira um tempinho da semana vai lá converse com alguém que possa te dar uma dica que vai ajudar no processo algumas necessidades especiais que se apresentam é que às vezes nós somos chamados a lidar com ela dentro da nossa realidade lá na igreja por exemplo as crianças com déficit ou perda visual ou auditiva existem procedimentos que são indicados para casos como esses quando não há alguém na igreja a primeira coisa é
conhecer esse diagnóstico é o diagnóstico da criança seja uma criança cega mas é uma criança que tem uma baixa visão então às vezes os materiais oferecidos para ela precisa de uma adaptação precisa ser uma letra diferenciada ao falar com ela precisa se adotar uma postura diferente falar bem de frente olhando pra ela enfim ao conhecer o caso você vai conseguir mapear as necessidades e ao conhecer as necessidades então poder intervir de maneira mais assertiva com a criança a outra ou outras dificuldades crianças com alguma limitação para se locomover e nesse caso é muito importante a
questão da acessibilidade ou verificar observar se a igreja oferece isso rampas e de repente fazer uma uma conscientização buscar ajuda também né às vezes a própria estrutura do prédio precisa ser de alguma forma adaptada para receber melhor essa criança crianças com transtornos globais do desenvolvimento e elas podem apresentar uma variedade de comportamentos é preciso conhecer observar e buscar as ajudas necessárias às vezes alguém que tem uma habilidade grande para a maternidade uma mãe que tenha filhos e filhos diferentes nós temos essa gama de recursos dentro da própria igreja e quando isso extrapola o nosso conhecimento
a gente poder buscar as ajudas que mencionei anteriormente é o que que é seguro nesse mapeamento é a gente não tentar oferecer algo que é nosso é aquilo que a gente imagina que a criança necessite sim algo que ela realmente necessite um exemplo que eu daria crianças com dificuldade de contato social e contato físico por exemplo as crianças autistas ou com síndrome de asperge são crianças que rejeitam um toque e às vezes na tentativa de ajudar a gente certa de cuidados cerca de de atenções e as vezes de contato e isso causa uma irritabilidade a
criança não recebe bem tão importante estar atento transtornos emocionais de conduta crianças um pouco mais resistentes a comandos a limites é também precisam ser é atendidas né que a quem ela atende melhor é quem seriam as pessoas de maior referência pra ela e buscar essas pessoas para a rede de apoio às vezes há alguém lá da escola sabatina uma figura é mais feminina mais materna não está conseguindo um resultado porque essa criança precisa de um limite colocado por uma figura de maior estruturação dentro das vivências que ela tem é então de repente chamar alguém com
quem ela convive bem com que ela ela consegue se dar bem isto é um recurso que pode ser acessado crianças com tdh esse é um transtorno muito freqüentes e cerca de 6% da população escolar ea gente tem é é indicativo pesquisas que mostram que existem escolas até que chegou até 11% de crianças que têm esse déficit e esse transtorno né são crianças que apresentam um comportamento muitas vezes incômodo para a maioria das crianças e para a maioria dos ambientes coletivos ela acaba se dispersando com muita facilidade tem dificuldade em aprender porque não foca a atenção
então é poder praticar algumas atitudes simples que podem levar a uma melhora e lembrando sempre que nós não vamos ter um não podemos ter a pretensão de queremos resolver plenamente o problema temos uma idéia de processo de que nós estamos dentro de um processo com aquela criança que ela tenha a igreja e ela tem a família e ela tem os contatos sociais ela tem a escola e nós estamos inseridos aí né então poder dar um pouquinho de atenção chamada buscar é a atenção dessa criança chamando estimulando de maneira mais pontual e também de forma atrativa
para ela buscar saber os gostos as preferências as situações em que ela consegue se concentrar melhor e ter uma aprendizagem mais satisfatório transtorno de oposição desafio é também um transtorno de de conduta que pode levar um desgaste muito grande um ambiente coletivo porque são crianças mais resistentes assim como crianças hiperativas né tem mais dificuldade com comandos com limites com regras estabelecidas e as crianças com altas habilidades que são crianças que precisam ser mais afiadas às vezes aquilo que é oferecido de conteúdo de de materiais e de atividades e se apresenta como pouco desafiadoras elas acabam
tendo comportamentos em algumas situações e comportamentos diz atenção e até de desinteresse por aquilo que está sendo trabalhado buscar novos desafios conhecer com a família onde essa criança se adapta melhor qual o tipo de estímulo que pode ser melhor usado com ela a postura de aceitação e de inclusão por parte do professor é um instrumento fortíssimo na no atendimento a essas crianças as adaptações do ambiente também classes menores é mais silenciosas com rotina bem estabelecido evitando excesso de estímulos a gente foi muito muitas coisas acontecendo ao mesmo tempo dentro de uma sala de aula e
na escola sabatina não é diferente disso às vezes uma mãe que está conversando com o professor a porta a outra professora tentando a transmitir 11 conteúdo ou dirigiu uma atividade ea criança fica dividida ela acaba não tendo um direcionamento e dentro da dificuldade dela se torna mais difícil a aprendizagem estabelecimento ele estava em visível e invisível de regras claras e pontuais que devem ser comunicados em bali lembradas a todos isso aqui é um aspecto importante é fazer um uma listagem das regras que regem a classe de forma negociada com as crianças que seria melhor maneira
e não impositiva mais negociada e que essas regras se vão para todos porque a gente acaba desenvolvendo muitas vezes o hábito de chamar a atenção para as regras apenas aquela criança que dá um pouco mais de trabalho que tem um pouco mais dificuldade de se comportar dentro desse contexto de regras e limites mas lembrar que as regras são para todos e de preferência que essas regras ao serem listadas elas tenham a participação das crianças facilita bastante lidar com as regras que eles ajudaram a construir estar atento a criança hiperativa buscando a sua atenção já falou
um pouquinho disso sempre que necessário e envolvê-la em atividades valorizando a sua participação aqui tem um aspecto importante às vezes se evidencia demais as dificuldades e se valoriza pouco as conquistas então focar na valorização de conquistas poder fazer com que essa criança se enxergue como alguém produtivo alguém assertivo também não só alguém que está fora do lugar o tempo inteiro alguém que dá trabalho alguém que é que precisa se chamar a atenção quando a gente fala de atenção aqui a gente fala da busca de atenção dessa criança mencionar o nome dela enquanto você está trabalhando
uma atividade pedir a opinião dela valores valorizar aquilo que ela disse que conversou com você no corredor é trazê-la para o procon texto coletivo como alguém importante isso ajuda bastante é para que ela seja também valorizada pelo grupo porque os comportamentos desejáveis dela quando valorizado diante do grupo pode ajudar bastante numa construção positiva de si mesmo ea professora elenita em outras sugestões que ela pode nos dar bem dentro da área pedagógica e agora vou gostaria de que ela nos ajudasse bom primeiro promover um ambiente interativo em que todos possam participar independente de suas características se
por acaso você vai fazer uma dramatização sobre uma determinada história bíblica e aí você tem uma criança que têm dificuldade de se locomover talvez ela possa fazer um papel um personagem que quase não anda não se locomove com às vezes você está preparando uma gincana pra alguma determinada situação e ao invés de participar da gincana que ela não tem condição ela possa estar entregando né algumas alguns prêmios algumas tarefas alguns papéis ea crianças vezes que é cego que tem baixa visão pode também ajudar às vezes simplesmente recém entregando a um papel de uma determinada pessoa
você coloca na mão dela outra pessoa recebe e assim na escola sabatina você vai perceber o que aquela criança dentro das suas limitações pode fazer para participar daquela história daquela atividade que você organizou do ministério da criança evite expor a criança em atividades onde não se tenha certeza de que ela possa realizá las com sucesso se você percebe alguma limitação em algum aspecto da criança vítimas que ela passe pelo constrangimento de não conseguir aquilo ou de não fazer ou então alguma situação que é constrangida é nesses sábados atrás é uma das crianças na hora de
a gente dar as mãos para fazer a oração é dois garotos se negaram a dar as mãos para uma coleguinha depois procurei em particular mas vamos imaginar que na sua escola os dois realmente não querem dar a mão para a colega o que você faz então eu minha opinião de que você deve deixar de fazer aquela oração com mãos dadas para evitar o constrangimento daquela situação eu espero que nos próximos sábados os colegas que depois dessa conversa eles aceitam inclua eles têm as suas razões porque não querem dar a mão para a colega possibilite a
cooperação entre todos os alunos e oportunizar situações de conquista neste momento às vezes é importante também o colega ajudar o outro nessa luta com dificuldade de se levantar a apple tem dificuldades como é esse de se locomover que o colega possa pegar na sua mão e ajudá-lo né se alguém tem algum tipo de dificuldade dificuldade sentir os colegas a participarem ajudarem uns aos outros de mais tempo para as respostas e providence recursos audiovisuais se isso ajudar porque às vezes a gente na nossa sociedade faz a pergunta mas a gente não quer que logo vem a
resposta tem que demonstrar paciência e aguardar procure também não ficar somente aceitando a resposta daqueles mais rápidos daqueles que são mais ágeis e espertos se você tem um que adora falar você incluir os mais tímidos os que não falam diga ele é agora vamos ouvir as meninas vamos supor que é um garoto e agora quer ouvir as meninas ou quero ver esse lado de cá e aquele falante que quer responder tudo de primeiro lugar está desse lado ah eu quero então vira a última fileira porque ele está aqui na primeira é uma forma de você
entre aspas anular aquela criança e dar oportunidade para que os outros participam também estou lembrando de uma experiência de uma aluna que eu vou dar o nome dela decida não é esse o nome ela não abrir a boca na hora da escola sabatina e quando a gente fazer a pergunta pra ela era professora de juvenis em outra igreja eles diziam mais professora ela não fala e já estava combinado naquela sala que ela não falava que não precisava perder tempo e fazer perguntas depois de alguns dias e eu descobrir que ela não falava um dos motivos
é porque ela sofria bullying na escola no sermão que a mãe não viu na igreja me procurou e disse é isso que meu filho está sofrendo é as crianças esperam agulhas nela tomar um lanche dela e ela por não se defender eles estão realmente atrapalhando muito essa minha filha desenvolvimento dela falamos na escola com a direção isso acabou e um tempo atrás eu voltei nessa igreja para pregarem a mãe disse eu descobrir a causa do fato da minha filha não se posicionar em público depois eu te falo ela ainda não me ligou para dizer ela
tinha um problema mais sério do que é o bullying que ela sofria na escola que a fazia tímida e fechada né é importante então nesse momento eu tentei não consegui mas buscaram ajuda depois e agora está começando a falar e se desenvolver de oportunidade para que todos falem também não somente o grupo promova de argus e ações onde a diversidade e valorizada é combine com os seus alunos se você sente que aquela criança que tem dificuldades ela está sendo de alguma forma desprezada discriminada no momento de ausência dela faça o seguinte é fale sobre as
dificuldades e potencialidades das limitações e previne os outros crianças para que eles não discriminem é conversa sobre isso e dessa forma você está fazendo com que os alunos observa a diferença na classe dentre esses alunos e respeito também e mantenha sempre a comunicação aberta e honesta com a sua família com a família da criança porque você conhecendo as limitações e potencialidades da criança e os pais conhecem muito mais do que você eles vão ajudar a lidar melhor com esta criança lembre se sempre de que a aceitação da criança com necessidades especiais por parte do seu
professor favorecer a aceitação dela pelo seu grupo eu encerro fazendo uma pergunta pra você será que você não tem uma morena em seu ministério da criança lorena o número o nome fictício e agora eu apresento vocês ela lorena essa pessoa adulta que está ali no final da foto ao lado das crianças está cantando nesse momento naquele ali na outra foto ela está atrás ela tem 40 e poucos anos e elas atrapalhava muito curta porque ela gritava ela ela fazia muito barulho muito revoltada atrapalhava o momento de adoração na igreja até que a coordenadora do ministério
da criança por lenny nemes ela perguntou pra ela lorena você não quer assistir na salinha das crianças e ela deixa esse momento começou a freqüentar os primários amou feliz da vida na hora de adoração infantil ela vai à frente ela canta ela participa e ela na hora que você está olhando ela também faz a sua oração alta ela coloca as duas mãos assim é no seu peito e hora junto com você na primeiro momento que ouviu pensei que alguém estava fazendo ao celular na atrás de mim quando eu olhei para trás era mil dobrando o
senhor ela vai na oração intercessora na frente e ela acredita em jesus aceitou como seu salvador pessoal eu faço uma pergunta pra você uma pessoa com 42 anos foi incluída na sala dos primários da nossa igreja feliz da vida e ela quer ser batizada uma pessoa dessa um adulto com a mentalidade de 456 anos não sei mas aceitou jesus você não acha que ela pode ser batizado jesus aceita sua decisão claro que aceita ela decidiu lado de jesus e ela sábado no final do culto estava pedindo a roupa dos aventureiros ela não conseguia falar laranjado
foi engraçada a ela tentando se expressar eu quero uniforme porque eu sou agora uma aventureira jesus ama todos e quer dizer todos incluídos será que você tem um adulto excepcional que ainda estava na sala dos adultos também participando de um culto que às vezes nem bem entende e eu quero fazer um apelo a você depois dessas sugestões seja um instrumento nas mãos do senhor para ministrar essas crianças que deus me ajude a partir desses rápidos conselhos que deus me ajude a procurar bibliografia especializada deixamos aqui no final algumas dessas bibliografias a buscar conselhos conhecimento da
daquela criança melhor parte da família dos pais e que você possa realizar um trabalho para o senhor fazendo o seu melhor fazendo com que todos da sua classe sinto incluídos porque se você está aqui nesse momento sendo capacitado é porque deus a chamou deus o chamou e ele vai capacitar para lidar da melhor forma possível com muito amor com qualquer criança que esteja em suas mãos que deus abençoe e que você possa ter muito sucesso ao ministrar o ensino de deus e do seu amor e de sua palavra aos cordeirinhos que deus confiou pra você
[Música]