Olá, pessoal. Tudo bem com vocês? Hoje essa aula é sobre a introdução à anatomia animal.
É a primeira aula da nossa disciplina de anatomia animal um. Bons estudos. Bom, primeiro vamos falar da história, um pouco da história da anatomia, né?
que no nos primórdios da história humana, desde o homem das cavernas, já se observavam os animais e os desenhavam nas paredes, as diferenças das formas dos animais, ou seja, da anatomia destes animais. Era muito importante, né, para o homem pré-histórico observar esses animais e estudarem sua forma e depois posteriormente fazerem desenhos deles para poderem entenderem se aqueles animais poderiam eh ser utilizados, né, em sua caça para sua subsistência eh na produção de carne, né, na na obtenção de carne, se aquele animal ele poderia dar leite, né, se talvez era algum animal que seria uma presa ao próprio homem. homem.
Então eles desenhavam, mas para eles desenhar eles tinham que observar, que é uma das formas dos estudos anatômicos que é a observação, tá? Então, com o passar dos séculos, desde o período antes de Cristo, depois de Cristo, foram se aumentando os estudos sobre anatomia e sempre em paralelo e o desenvolvimento da anatomia humana, bem como também o desenvolvimento da anatomia veterinária até os dias atuais. Os egípcios também ajudaram muito no desenvolvimento da anatomia, pois foi aí que começaram as técnicas de conservação de cadáveres, ou seja, as mumificações.
E com isso os corpos foram sendo conservados. E muitas dessas técnicas utilizadas antigamente são utilizadas e foram aprimoradas até hoje, né? técnica que utilizamos até hoje nos laboratórios de anatomia humana e veterinária.
Então, esse período eh da das técnicas das mificações ajudaram muito para o desenvolvimento da anatomia, seja animal, seja humana. Outro fato importante, por volta de 500 anos antes de Cristo, na época dos grandes filósofos gregos, né? Aqui a gente tem a figura de Hipócrates, considerado o pai da medicina, né?
Contribuiu muito para o desenvolvimento da medicina de forma geral, mas também para o desenvolvimento da anatomia, tá certo, pessoal? Então, esses grandes filósofos, eles começaram a se questionar sobre os acontecimentos no organismo, começaram a pensar como os corpos eram constituídos e a partir disso queriam compreender como funcionavam estes corpos, quais são as estruturas que existiam, né, quais eram os componentes e posteriormente querer entender o que ocorria quando algum indivíduo ficava doente, né? Então, Hipócrates foi um desses que deu a largada nos estudos da anatomia e Hipócrates fazia muitos estudos em animais.
Então, a anatomia animal, ela foi muito importante para o desenvolvimento da anatomia humana, para o desenvolvimento da medicina veterinária, bem como o desenvolvimento da medicina humana, né? E um outro grande filósofo dessa época que contribuiu bastante foi Aristóteles. Aristóteles também foi um dos primeiros que se dedicaram a esse ramo e todos eles fizeram seus estudos baseados em dissecações de animais, pois na época não se era permitido dessecar, tá?
Invadir, abrir os corpos humanos pelas questões religiosas dos deuses, enfim, as questões das leis da época. Então, a anatomia e a medicina humana começou baseando-se basicamente na anatomia e na medicina veterinária. Por isso que esses grandes filósofos tiveram grande contribuição para todo esse desenvolvimento da anatomia e da medicina, seja humana, seja veterinária, tá OK, pessoal?
E com o passar do tempo, veio a época renascentistas com os artistas renascentistas, que foram grandes artistas, inclusive um deles que muito contribuiu para os estudos da anatomia é o pintor dessa imagem, que essa imagem é chamada de homem vitruviano, né, que é um desenho de Leonardo da Vin Leonardo da Vinu com as suas observações, com a sua arte, né, com as suas pinturas e descrições. para o desenvolvimento da anatomia, porque ele eh a partir de um momento ele teve alguma autorização para poder eh dissecar alguns corpos e foi daí que ele foi descrevendo essas dissecações em seus estudos, tá? Então assim, ele ele descrevia em escritas, em pinturas, em obras de arte, como essa aqui que a gente observa, né, essa disposição do corpo humano, tá?
Mas tudo isso foram estudos em animais e também em corpos humanos. Então, paralelamente aí a gente vê a história da medicina veterinária e da medicina andando junta, tá certo? E também com o tempo as coisas foram se desenvolvendo, os estudos da anatomia foram dando continuidade, mas basicamente maioria dos estudos sempre em animais, tá?
Teve também o período que teve as vivsecções, ou seja, a gente faz dissecções ou dissecações em cadáveres, em corpos, né? E vivecções em animais vivos e também em humanos, em seres humanos vivos. Naquela época se faziam, né?
Eh, com o tempo isso totalmente foi proibido, claro, ainda bem, né, que foi proibido tudo isso, nada em animal vivo, nem em ser humano vivo, mas os estudos continuaram-se. É, e um dos grandes é contribuidores à medicina veterinária e medicina humana foi Claudio Bernardo, né, um dos fisiologistas, pai da biomedicina moderna, que muito fez trabalhos de até vivecção, mas também outros de secção em animais e deixou muitas coisas descritas. E grandes outros médicos e cientistas, né, que começaram a fazer as disseções em seres humanos.
E isso começou-se o desenvolvimento eh de fato da anatomia eh mais aplicada ao humano e e a medicina humana, né? Mas lembra que a base ela é muito da base da veterinária, né? Esse desenvolvimento ele veio, a gente vê que a medicina é seja veterinária ou humana até hoje é uma ciência que ela está em sempre em total desenvolvimento, em novas descobertas.
Tanto é que a gente sempre tá descobrindo novos órgãos e novas estruturas e também acabamos eh sempre observando as nôminas anatômicas, como a nómina anatômica veterinária, que de tempo em tempo ela é atualizada. Então, como ela é a silência, a gente tá tem que estar sempre atualizado em conhecer cada vez mais e essas diferenças, né, do que estão ocorrendo essas atualizações. Beleza?
Então, pessoal, a anatomia é o ramo da biologia que lida com a forma, a estrutura e a disposição dos organismo com associação à sua fisiologia. Ou seja, eu entendo primeiro qual que é a estrutura, qual que é a forma, o que que tá ali, aquele órgão, aquele tecido, aquele sistema, né, para depois saber como ele funciona. Está muito intrínseco, né, o estudo da anatomia com a fisiologia, bem como o estudo da fisiologia com a anatomia, né, porque para você saber como funciona, você tem que saber qual a estrutura que tá ali tendo essa função.
E para você estudar a estrutura, você tem que também saber o que que essa estrutura vai fazer, vai funcionar. Por isso que é muito intrínseco o estudo da anatomia e da fisiologia. Essa imagem aqui a gente vê as várias descrições de diversos eh diversos órgãos, né, diversos locais, estruturas anatômicas descritas um simples coração, tá?
Então aqui a gente vê vê a cava superior, eh, a horta, artéria pulmonar, átrio esquerdo, ventrículo esquerdo, sépt interventricular, átrio direito, ventrículo direito. E existem mais uma infinidade de nomes aqui nesse órgão, neste coração, né, nessas descrições anatômicas aqui que a gente vai estudar mais a fundo, vai aprender. Mas o que que eu quero mostrar para vocês que isso aqui é a anatomia, é a descrição de cada estrutura, seu nome, sua localização, tá?
E pra gente entender isso aqui, por que que é importante a gente saber toda essa nomenclatura? Para posteriormente a gente estudar a fisiologia. E depois eu sabendo cada nome, nomezinho de cada estrutura que tem aqui nesse órgão, tá falando só de um órgão que é o coração, eu vou saber como funciona.
Então o sangue desoxigenado, ele chega pela veia cava cranial e caudal, pela eh diretamente no átrio direito, né? Então vai começar aqui do átrio direito, vai passar pelas válvas atrioventriculares tricúspides para o ventrículo direito. Do ventrículo direito vai pegar pelas artérias pulmonares, né?
vai subir depois de uma cístole ventricular, vai chegar até o pulmão por meio das artérias pulmonares. Do pulmão, ele vai ser oxigenado, vai sofrer a hematose e vai voltar por meio das veias pulmonares, já oxigenado pelo átrio esquerdo. Do átrio esquerdo passa pela válvula átrioventricular bicúspide, ou seja, tem duas cúspedes ou também chamada de mitral, tá?
para o ventrículo esquerdo e do ventrículo esquerdo vai ter a rejeção desse sangue por uma cístoli ventricular por meio da aorta, maior artéria do organismo do corpo, seja humano ou animal. E assim a gente vai ter depois dessa pequena circulação, essa circulação cardíaca, a grande circulação em todo o corpo para oxigenar e voltar. Então aqui eu já falei basicamente da fisiologia do sistema cardiovascular, né?
um resuminho, mas para eu entender todo esse sistema cardiovascular, essa fisiologia, eu tenho que entender essa base anatômica, porque senão eu não sei por onde esse sangue, como é que vai ocorrer esse funcionamento do coração e de todos os vasos, se eu não souber quais são as estruturas que são componentes aqui neste órgão tão maravilhoso e tão vital que é o coração. Então, anatomia é o ramo da ciência que trata da forma, estrutura dos organismos, né? Vem do grego, anátome, Ana vem de partes e toma e corte.
Então, anatomia significa cortar em partes. É como a gente vai estudando, a gente vai estudar primeiro o sistema locomotor. Osteologia, estudo dos ossos, miologia, estudo dos músculos, artrologia, estudo das articulações.
Também a etimologia da palavra vem do latim de secar, de dissecação, né? Diz é separadamente e secar é cortar. Então, cortar separadamente, tá?
para que você possa estudar de uma forma melhor. E quando eu falo estudar de uma forma melhor, é o estudo da forma, que é a morfologia, o estudo da forma. Então, a anatomia é isso que a gente vai estudar.
A gente vai estudar as formas dos corpos dos animais. As divisões da anatomia, né? Inicialmente é uma ciência descritiva.
A gente vai descrever os achados, né? E aí a gente começa com a anatomia macroscópica. Macroscópica.
macro vai do que é visto a olho nudo, que é maior, né, do que a gente consegue observar, os órgãos e e o conjunto de órgãos dos sistemas, né, essa parte mais macroscópica, essa parte descritiva é a primeira anatomia que a gente vê. Depois temos a anatomia microscópica, que é a estologia, o estudo dos tecidos, muito importante paraa patologia, né, e para todos os outros os outros as outras disciplinas a fim dos nossos cursos. né, a embriologia, o estudo do início da vida da parte do embrião, do desenvolvimento embriológico, do nascimento, desenvolvimento, né, desde embrião, afeto, enfim, essa parte é de todo o desenvolvimento do ser.
anatomia comparada dos animais domésticos, né, de mamíferos, das aves, eh, dos répteis, enfim, a anatomia especial, quando é uma parte mais especializada em um determinado sistema, tá? Anatomia topográfica, quando eu pego uma região, vem de topografia, uma região o qual eu vou observar todos eh os componentes anatômicos que tem naquela região, seja músculo, osso, articulação, vasos venosos, arteriais, nervos, tá? Anatomia aplicada, por exemplo, eu quero aprender a anatomia aplicada para poder fazer uma cirurgia ortopédica de membro pélvico, de cão, tá?
Então, é totalmente aplicada a uma especificidade daquela área, né? Aplicada a um tipo de cirurgia. E a anatomia sistemática quando a gente vai eh isso é assunto da próxima disciplina, né?
Quando a gente divide a os órgãos em sistemas, né? E a gente vai observar, a gente vai estudar os sistemas de forma em conjunto, a anatomia daqueles sistemas de forma em conjunto. Então, os métodos de estudo para anatomia, temos o método de observação, que é aquele o mais descritível, que a gente observa, seja um animal já o cadáver, né, a nossa peça anatômica, seja também um animal em vivo, né, em cito, quando a gente tem essas observações.
Isso é muito importante para a clínica animal, para os as observações zoolotécnicas também, tá? através da dissecção ou dissecação, que é estudo por meio dos cortes em natura, seja nas peças anatômicas, né? A dessecação, que é a retirada de água, ou seja, desidratação daquelas peças e a conservação dessas peças que utilizamos formol a 10%, o 3 glacede, que é o formol puro, né, a 37 100%, tá?
a glicerina, que é um método muito muito bom, muito eficiente, conserva muito bem as pésatômicas, mas tem eh um ponto desfavorável aí que é o seu custo, que é um tanto quanto caro, tá? a conservação em solução salina, que também é uma solução, é uma conservação muito eficiente e utilizada em várias instituições do nosso país. a plastinação, que é um tipo mais refinado de conservação de peças anatômicas e dá uma uma vividez, dá um aspecto muito bonito às peças anatômicas e tem várias várias exposições de peças humanas e animais com a plastinação e a taxidermia que é o empalhamento, né?
Quando você pega aquele cadáver e você retira órgãos, retira tecidos e faz algum preenchimento ali com algodão ou com palhas, né, palha de arroz, farelo e tudo ali, alguma coisa que você vai conseguir conservar, né, através desse meio de conservação que é a taxidermia, deixando em Então, esse é primeiro modo aqui, a gente vê o animal em vivo, né, a anatomia observacional, observando toda sua estrutura anatômica. né? Essa forma mais macro, anatomia descritiva.
Aqui é, como eu falei para vocês, a técnica de plastinação, observando os músculos, né? Então, o estudo dos músculos é a miologia de um bovídeo. É, aqui a gente já vê mais secado observando não só os músculos, mas também os ossos e outros órgãos adjacentes também na parte da plastina, tá?
Aqui já é a parte da osteologia, o estudo dos ossos, tá certo? Então, muito importante, você já vê que a gente vem ainda é macro aqui, a gente tá vindo vendo ainda o que a gente consegue ver, olho nu, grandes, grandes estruturas anatômicas. E o que pode influenciar na variação anatômica de um animal, pessoal?
Bom, primeiro a idade, né? O timo, né? ele vai ter uma evolução no animal adulto.
Então ele diminui sua espessura, eh, ou ele diminui o seu tamanho, sua espessura e tudo. Ele vai involuir no adulto em algumas necrópsas, enfim, a gente quase tem animal que nem observa mais a presença do timo. Quando o animal é jovem, ele tá em maior tamanho, tá?
Eh, um diminui também a espessura da mandíbula em equinos idosos, porque diminui a calcificação, tá? O animal vai perdendo isso naturalmente. Processo de osteoporose, né?
processo de eh diminuição da da calcificação desses ossos, né? Perda da elasticidade da pele, ou seja, perda do colágeno, tá? Então, com o tempo, isso é natural.
Esse tecido conjuntivo, a base de colágeno dessa proteína, ele vai diminuindo e a pele vai ficando mais flácida, mais enrugada, né? O crescimento dos cornos, né? Isso com o tempo, eh, com a idade vai aumentando cada vez mais.
Então, é um dos fatores de observar a idade do animal é pelo tamanho dos seus cornos, tá? Eh, o sexo também pode influenciar como a presença do dente canino no equino macho e não na fêmea, tá? Plumagem de algumas aves que tem colorações diferentes, tá?
E as cores nos gatos, como a gente observa, quase que, vamos dizer 100%, mas quase que 100% dos gatos tricolores são gatos fêmeas, tá certo? São gatas, na verdade, né? A raça também pode influenciar, né, a raça.
E é como a gente fala até de espécies, né, lembra que os bovinos eles possuem duas espécies que são os bostauros tauros, os animais taurinos, os animais de origem europeia, tá? Aqui um exemplo é o gado holandês. Olha como é que é a formato da cabeça dele.
Um pouco mais triangular, tá certo? Um pouco mais curto, tá? Eh, já os outros animais bostauros índicos que são os ebuínos.
E aqui é representado pelo galo gir, a foto do meio, uma cabeça mais oval, maior, com o chifre voltado para baixo. E já a cabeça de um animal guzerá, da raça guzerá, um zebuíno também, que ele tem essa cabeça um pouco mais quadrangular, retangular na verdade, e esse essas chifres para cima em formato de tá o formato das orelhas. orelhas também do gado holandês você que é uma orelha menor e para cima.
Do gado gira é uma orelha maior e para baixo. Do gado guzerá é uma orelha menor, mas também para baixo, tá? E o formato dos chifres, como eu já falei aqui também, isso varia de espécie para espécie, de raça para raça também.
As linhagens também, aves com amplitude de peitos, diâmetro de coxa, como a gente vê aí eh alguns melhoramentos genéticos, os animais vão ter essa musculatura para produção de carne maior que os outros, como também no caso do suíno, a raça, né, dos landrasses, de quatro perniz ali, piedran também. Eh, são outras raças que vão ter esse desenvolvimento maior, né, nos quatros membros com uma maior projeção de de tecido muscular, ou seja, a carne posteriormente após o abate e processos químicos, que isso é assunto já de outra aula, tá? Mas só para mostrar que isso também é linhagem uma pode mudar também, tá?
O biotipo desses animais, então longelíneos, animais mais longos, como os animais galgos, né? meiolíos, como o Bigo, que é um cachorro intermediário ali, eh, fica no tamanho médio, e os brevilhinos, que são os piquines, esses cachorros menorzinhos, menores, pequenos. E também pela evolução, a evolução natural das espécies, né?
Tem medificações lentas que a gente observa nos fósseis e nos equinos também, que mudou a estrutura dentária, mudou também a sua forma de eh de locomoção, né? antigamente com mais dígitos ao solo e hoje praticamente um dígito ao solo, tá? A gente vai observar isso mais na nas aulas de osteologia.
Então, tudo isso eh influencia na variação anatômica de um animal. O meio ambiente ele também pode influenciar como se fosse a questão do armazenamento de gordura para prever a escassez de alimentos. Quando a gente observa animais que são animais locais áridos, que eles vão ter um acúmulo maior de gordura, como os animais ebuínos, que tem a giba cervical, que é o cupim, e no cupim tem um acúmulo maior de gordura, né?
E esse cupim também semelhante aos camelídeos, como os camelos e os dromedários, que tem as corcovas, né? E aí nos cameiros tem duas corcovas, enquanto no dromedário só tem um. Mas ali é um acúmulo de gordura que é energia para prever eh a desnutrição, né, para prever essa déficit de energético quando esses animais eh se t estão no local com escassez de alimentos, né, quando passam por privasão de alimentos.
o aumento dos pelos em baixa temperatura também para a própria proteção do corpo, né? manter a a homeostase, já que são animais homeotérmicos, temperatura sangue quente, ele precisa proteger. Então, os pelos a eh entram como uma barreira física de isolamento térmico.
E os usos da anatomia, a gente observa que a anatomia ela envolve conhecimentos mais detalhados que não são de interesse só do morfologista, do anatomista, mas da parte clínica para fazer o exame clínico, né? Da parte zootécnica, observação zootécnica, tá? eh, na parte da produção, na parte da cirurgia, do diagnóstico, enfim, a anatomia ela vai est intrínseca em todas essas nossas áreas de trabalho.
E nós profissionais da áreas agrárias, sejamos médicos veterinários zootecnistas ou agrônomos e também os biólogos também, né? Eh, que está no ramo da biologia, no ramo ali também pode trabalhar juntamente com a agrária, enfim, todos nós profissionais da saúde, mas como a gente tá falando de anatomia animal, principalmente, né? a gente observa aqui que a gente vai utilizar muita anatomia em praticamente quase todas as nossas áreas de Bom pessoal, para estudar essa disciplina, literatura utilizada, recomendada, né, de referências básicas, temos aí o tratado de anatomia veterinária, tá?
O Don, o atlas colorido de anatomia veterinária, o cão e o gato e o conig, né, o nosso nosso queridinho da anatomia aí, anatomia dos animais domésticos, texto de atacolos, tá? Esse livro é muito fácil de encontrar. Se você puder adquirir, adquira que você vai usar a vida toda, mas na internet você também pode achar.
Nas bibliotecas de todas as instituições praticamente ele existe. Ele é muito. E como referência complementar temos aí o Franson que fala de anatomia e fisiologia dos animais de fazenda.
Uma leitura muito objetiva, muito boa e fácil de entender. O Franz Victor é ato de anatomia aplicado dos animais domésticos, muito bom também. E o Get, né, o pai da anatomia veterinária aí é um clássico, um livro já antigo, mas que ele ainda pode ser muito utilizado, apesar de ter uma linguagem um pouco mais rebuscada, mas é um um clássico da anatomia bem completo e muito descritivo.
Bom, pessoal, essa foi a nossa aula de anatomia animal, introdução anatomia animal, falando sobre o histórico, falando sobre é o que é anatomia, seus usos, enfim. Espero que vocês tenham gostado, tá? Vamos dando continuidade.
Essa aula, ela serve tanto para os alunos da medicina veterinária, quanto da zootecnia, quanto agronomia, tá certo? E que vocês ampliam cada vez mais seus estudos. Continue acompanhando o canal que as próximas aulas da ementa eu vou estar postando aqui para vocês.
Bons estudos e até a próxima aula, pessoal. M.