[música] [música] [música] [música] [música] Olá a todos da lista de transmissão. Agora são 15:39, né, que eu gravo esse áudio para vocês. É, infelizmente a lista de transmissão, tem hora que eu vou enviar alguma coisa, vai, tem hora que fala que já ultrapassou, né, a quantidade de envios, né?
Então, cada hora tá de um jeito. Aí, que que eu vou fazer? Depois desse áudio aqui, eu vou excluir a lista de transmissão e aí eu volto a refazê-la na terça-feira à noite, tá bom?
Quer dizer, eu vou excluir na segunda-feira depois que eu enviar o comprovante para vocês de quem Masel escolher, né, para receber os 10. 750. E assim que eu enviar na parte da manhã, eu já excluo a lista de transmissão, na terça-feira eu refaço ela.
Beleza? Aí eu vou aproveitar, vou excluir meu WhatsApp e vou instalá-lo novamente para ver se volta ao normal. Tranquilo?
Vamos lá. Eh, as pessoas, né, aqui da lista de transmissão estão pedindo para eu contar o meu dia a dia. Como todo mundo sabe, né, eu estive em Araçuaí, como sempre, toda semana eu tenho que estar lá, mas tem vezes que dá vontade de ficar por lá e passar na casa, seja da Gilda, da Zélia, né, da Eugênia.
E aí coincidiu, né, de eu poder ficar lá praticamente de um dia por outro, né? Aí as pessoas ainda me perguntam, né, como é que isso é feito, de que forma que é feito, se através de portais, como é isso, né? Então, já expliquei várias vezes, mas eu trago uma explicação simples aqui.
E quando eu estava lá conversando com a Gil da Zélia, né, eh, não me recordo se Eugênia tava no momento, mas acho que é só a Gilda e a Zélia que tava lá na casa da Gilda, elas me perguntaram como é essa questão de voltar no tempo. Aí eu contei para elas, né, porque a gente tava tratando de alguns assuntos onde se sabe, né, que todo mundo, né, todos nós temos aquela vontade, né, de viver aqueles momentos que foram bons pra vida da gente, né? Então eu comentei com elas, né, a fundo, até me parece que foi a Zélia que sugeriu, a Gilda sugeriu deixar o celular gravando, né, enquanto a gente estava conversando e acabou que eu esqueci de fazer isso, né?
Então assim, eu vou trocar com vocês aqui só alguns parênteses e se eu interromper o áudio aqui é porque eh interfone tocou ou alguém me ligou. Tá bom? Então vamos lá.
Eh, semanalmente eu tenho que ir em Araçuaí, tá? E eu não vou de veículo próprio, sempre vou através das dimensões. Quando eu quero estar lá para visitar as pessoas, aí eu sou conduzido através de uma máquina inteligente ou através daquele portal, tá?
que fica desfragmentado e que quando é acionado ele gera aquele círculo que inclusive na época vocês receberam o desenho de como é e por ali dá para passar o veículo, porém não é muito recomendado, tá? Justamente por causa da questão eletrônica do carro. Se é um carro, como por exemplo, um Fusca, uma Belina, o Fiestinha, eh, que mais?
uma Brasília, uma Kombi, ó, tá OK, não afeta tanto. Mas quando é um veículo de eletrônica, como os carros atuais, né, vamos dizer assim, de 2012 para cima, de 2010 para cima, que tem uma eletrônica mais sofisticada, não é muito recomendado porque pode eh estragar, né, a centralina do veículo. Bom, eh, e a outra forma é através da máquina inteligente, que aí no caso não é aquele portal que fica desfragmentado entre o espaçotempo, né, mais a nave espacial.
E como é feito isso? Geralmente eh, se dá quando eu estou em deslocamento, tá? Eu já sei que vai acontecer.
Aí eu estou em deslocamento, vem aquele clarão muito forte, mas muito forte. E quando ele vai se decipando, eu estou no salão da nave, ou seja, da máquina inteligente. E tem o outro jeito que é quando eu estou no sítio, tá em Serra Azul, que é Mateus Leme também, que é o sítio da minha mãe.
E aí o carro está estacionado lá, é, no jardim, ou seja, debaixo de uma garagem, pode ser até dentro de uma casa, não, não importa, nada disso impede. E aí eles lançam aquele feixe de luz que é conhecido, né, que é visto em filmes e todo mundo sabe de que maneira é, onde há a abdução, ou seja, há o tragamento, a tragação, não sei se é essa palavra correta de se usar, do veículo. Vamos dar um exemplo.
Se for uma garagem que é embutida numa casa de laje, por exemplo, não importa, porque aquele raio ele desfragmenta as moléculas daquele material propriamente dito, seja o matéria de barro, seja a madeira, seja a lajes, seja o vergalhão, enfim, desfragmenta e combina aquela matéria com a matéria que é produzida o veículo, ou seja, o minério, a lata, né? a borracha, né, que é o pneu ali, enfim. E eles conseguem fazer a separação dessas moléculas, tá, desses átomos e faz com que aquilo ultrapasse, ou seja, transpasse aquela matéria, né?
Então aquela matéria que está sendo desfragmentada, ela não entra no algoritmo daquela matéria que está ali, que é a causa do impedimento. Ela se dissipa junto com a outra molécula que se dissipa e aí é feita a abdução independente de onde esteja. Você pode estar enterrado aí debaixo de um colocar aí 1 km de concreto.
Não interessa, né? Se eles querem te levar, te levam de qualquer jeito. Então, somente duas vezes que aconteceu do carro estar estacionado na casa, né, na casinha que muitos de vocês já conheceram.
E ali tem uma garagem, né, que é afastada da casa, que é de telha, telhado normal, todo mundo já viu aí. E eles lançam a luz ali em cima, tá? Aquilo ali que é a matéria que compõe a telha, que é o barro, que é a resina.
a madeira, né, que é o material de suporte, é todo desfragmentado. O veículo também é desfragmentado numa equação totalmente negativa. Aí eles transferem, ou seja, o carro vai ser positivo e a construção vai ser negativa ou vice-versa, né?
Esse caso aí, a ordem do fator não altera o produto. E aí uma matéria passa pela outra sem afetar, entendeu? Só que a olho nu você vai ver só aquele feixe de luz e o veículo subindo e atravessando os materiais quando na realidade aquilo ali foi desfragmentado em várias partículas de átomo para que não pudesse causar impedimento naquela outra matéria propriamente dita, transpassar aquilo ali.
Beleza? Então, espero que eu tenha explicado isso aí para vocês em relação à questão da volta no tempo, né? Depois eu quero tá gravando um áudio melhor para vocês.
Eh, funciona da seguinte forma, tá? Eh, volta e meia eu sinto saudade da minha infância quando eu morava em Ribeirão das Neves, quando eu tive momentos bons na minha vida, né? Porque, infelizmente, a gente vive de momentos, né?
E esses momentos a gente pode até confundir com felicidade, mas aí fica a cargo de cada um acreditar e interpretar da maneira que quiser. Eh, mas nesse mundo aqui nós temos momentos felizes. Ninguém aqui é 100% feliz, correto?
Então eu sempre desejei, desejo voltar em certas partes do meu tempo e me ver na pessoa, né, do Carlos Henrique. Então, como é que funciona? Igual eu expliquei para agido, para Zé.
Eh, eu estou aqui nesse exato momento conversando com vocês, só que depois de amanhã eu quero voltar no agora, que é o passado. E aí eu vou me ver aqui nesse momento que eu estou sentado com celular nas mãos, gravando o áudio. Só que o eu do futuro presente, porque eu estou no presente para voltar no passado, correto?
Eu vou estar de pé do meu lado, me vendo, vivendo esse momento que agora está acontecendo, que é esse momento que eu estou gravando o áudio para vocês, que já é 15:50, correto? e tem 10 minutos e 56 segundos de áudio gravado. Então, é dessa forma que funciona.
Então eu contei para elas que eu voltei na minha infância quando eu tinha ali os meus 6 anos de idade, quando eu era aquele homem lá de seis anos de idade, onde eu estava saltando, né, com aquelas varas de de bambu, o riacho, né, quem não sabe, o riacho ele é um um riozinho, né, de no máximo uns 6 m de largura, 5 m de largura. em alguns lugares e apenas alguns 1,5 m de largura. Então a gente tinha aquelas varas de bambu e a gente colocava de um lado e saltava pro outro, né?
E isso era a nossa brincadeira. E os barrancos quando ficava sobressalientes assim, a gente enfiava aquelas varetas para jogar aquele torrão de terra no chão e pegar aqueles calangos, né, que hoje dificilmente você vê que são aqueles calangos verdes, né? bonitos que naquela época tinha, né?
Hoje tá mais extinto. Então, sempre eu tenho essas essas vontades de voltar no meu espaço do disco passado. Então, o que que eu faço hoje, né?
Eu já tenho aquela habilidade de poder ir para uma mata, né? usar códigos e sigilos com autorização deles, porque isso precisa da autorização deles, porque se eu ficar preso no lapso temporal do passado, é somente eles que podem me tirar de lá. Eu não consigo voltar sozinho se acontecer algum erro.
Eu tenho que seguir regras dentro desse erro, entendeu? Eu tenho que seguir essas regras para poder pedir ajuda, inclusive se caso eu cometa os erros lá dentro. Então, essas regras é que ditam e a minha permanência ali e ditam se eu poderei voltar outras vezes ou não, ou se serei advertido e punido e ficar um prazo sem poder regressar no passado.
Então, uma das partes da minha infância que mais me destaca era sempre aquela sexta-feira, né, no final de tarde, porque eu estudava na parte da manhã, eu chegava da escola, almoçava, que eu estudava de 7 a 11:30, que era o horário que tinha na época, que era muito bom, e almoçava, fazia o dever de casa. Então, das 14 horas em diante eu fazia isso aí, né? A gente brincava lá no riacho, a gente pegava aquelas pineiras, né?
entrava no riacho e pegava peixe, pegava aqueles cascudos que ficava em eh enfiado eh naquelas lajotas de concreto, né? Porque em frente à casa onde a minha tia morava na época, eles tinham construído uma ponte, eu nem era nascido ainda e veio uma chuva muito forte, torrencial, e levou aquela ponte e o que sobrou ali foi manilhas, eh, ferragem, né, todas retorcida e com o tempo a areia, né, ela foi tomando conta daquilo ali. ficou até na época uma paisagem muito bonita e tinha muito pé de mamona, eh tinha muito eh muitas palmeiras, muito coqueiro daqueles pequenos, né?
Então era um uma paisagem assim como se fosse lá no Rio Grande do Norte, né? Naquelas dunas do Rio Grande do Norte. E ali o pessoal na época tirava muito areia.
Eles faziam aquelas bancas de areia. Já contei essa parte da minha infância para vocês que eu mesmo tirava areia, né? E era uma das partes que mais me impactaram.
Então eu gosto sempre de voltar, né? E quando eu volto para esse tempo, eu vivo aquela realidade nas horas que sucederam aquela realidade. Ou seja, eu uma hora ali, eu estou vivendo uma hora daquele tempo, entendeu?
Só se eu quiser viver fragmentos daquele tempo, aí vai haver alguns saltos, mas para isso eu não consigo fazer sozinho. Aí eu preciso que ouete ou atili ou a, principalmente a, né, eh me auxilie. Aí eu comunico com ele que eu quero fazer isso e ele de onde ele estiver, ele fica me monitorando e me saltando entre o eixo do espaço, entendeu?
Eu mesmo não posso fazer isso porque eh não me foi dada essa habilidade de estar aqui ali dentro do espaço passado ao mesmo tempo. Então eu voltei nessa parte da minha infância, onde eu estava brincando, onde eu estava pegando, é aqueles cascudos, né, na pineira que ficava debaixo daquelas lajotas de concreto que onde aqueles cascudos gosta de esconder. Aí quando chegava ali a parte da tarde para anoitecer, que era muito gostoso, você vê aqueles morceguinhos, né, no céu, eh, capturando inseto.
Era por volta ali das 17 até às 18 horas, você enxergava eles como se fossem andurinhas, né, no céu. Então, eu sempre gostei dessa parte. Então, quando eu volto para essa realidade, eu vejo ali o Carlos de 6 anos de idade.
Então, o Carlos de 47, ele está ali na presença do Carlos de seis, correto? E tudo que está ao redor se torna palpável a mim, porque faz parte da minha realidade. O que eu não posso é tocar nas pessoas que estão ou nas pessoas que viveram comigo naquele passado.
Ou seja, os meus colegas ali, se eu quiser tocar neles, é proibido. Eu não posso. Mas em mim eu posso.
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