Tudo certo é é Missel que fala vocês vocês podem ligar o microfone como é que vocês estão Evely tá por aí acho que não mas não tá gente vamos fazer assim eh missael você que interagiu aí com a gente pelo chat não sei se tá sem microfone mas fica bem à vontade para mandar mensagem aí eu preparei algumas atividades hoje que tinha um pouco de interação com a galera Mas como não sei o que aconteceu ali não sei se o pessoal não recebeu o link mas a gente vai no improviso aqui eu vou eu compartilhar
aqui a apresentação aí você confirma para mim só Diogo se tá aparecendo aí na pra gravação Hum tá aparecendo sim Prof o processo de transformação digital tá parente beleza ó o microfone sem problema tá mas fica vontade a para levantar a mão perguntar ali pelo chat ou comentar também Eh vamos lá então Eh o nome dessa disciplina é o processo de transformação digital e a ideia dessa primeira aula era ser um pouco introdutória então Eh eu chamei de conceito de transformação digital mas ah o que eu queria trazer aqui um pouco hoje é pra gente
fazer umas algumas reflexões assim a respeito do de como a gente vai abordar o restante dos conteúdos que a gente vai Ver nas outras lives dessa disciplina Então antes de mais nada só para vocês me conhecerem um pouco melhor né meu nome é Letícia eh eu sou graduada em design gráfico pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná e eu também fiz o meu mestrado e o meu doutorado lá ambas Em ambos em tecnologia e sociedade e eu eu estive muito eh envolvida na área de pesquisa mais voltada assim para design e para eh para projeto pensando
assim uma Questão da aprendizagem a questão da educação e questões relacionadas a isso assim na minha parte de pesquisa eh e daí na atuação profissional né Para Além da pesquisa Eu trabalho com eu trabalhei bastante Com design com design gráfico e agora eu trabalho com design eh voltado para experiência do usuário que é um pouco do que a gente vai discutir bastante aqui eh eh a gente vai ter algumas abordagens relacionadas a Design centrado no Usuário design eh voltado para projetos pensando eh como fazer essas Eh esses projetos serem mais acessíveis paraas pessoas também eh
então para só para explicar um pouco assim de alguns lugares que eu passei né eu trabalhei desenvolvendo produtos e serviços em plataformas digitais eh e produtos voltados também para aplicativos desenvolvimento de sites eh alguns focados em educação e hoje em dia eu tô trabalhando também ainda com Questões de design de experiência mas voltado mais para serviços e produtos mais no pro circuito comercial Agora é eu sou de Curitiba né e eu tinha preparado uma dinâmica que a gente não vai poder fazer ao vivo aqui agora mas eu vou pedir para quando vocês assistirem a Live
que ela essa dinâmica ela vai ser importante porque a gente vai trabalhar a partir dela no nas próximas lives também então eu vou pedir para vocês acessar eu vou mostrar aqui Todo o processo e daí eu vou pedir para vocês fazerem isso eh M mesmo que seja assíncrono Depois todo mundo poder entrar lá e fazer vai ficar o o quadro né vai ficar disponível ali tá disponível para vocês no m então todo mundo vai conseguir acessar se alguém tiver algum problema para acessar também é só me avisar eh e alguma coisa que eu acho que
seria legal de transformar né que seria essa dinâmica que eu troue aqui para vocês eu Pensei no acesso à educação política e a cidadania Então deixa eu passar aqui a ideia dessa primeira atividade seria a gente entrar aqui no board vou até mandar aqui também S um pouquinho mandar aqui também no chat vocês puderem acessar aqui [Música] funciona iram essar board aí beleza então a ideia dessa dinâmica é vocês pegarem um postite aqui escreverem N seu nome a sua atuação né a área que você tá trabalhando você faz pesquisa se você trabalha em uma área
em particular qual que é essa área eh e a sua cidade e algo que você gostaria de transformar não precisa ser algo necessariamente tangível pode ser algo pessoal pode ser algo relacionado a trabalho mesmo pode ser alguma alguma questão assim mais social enfim é fica bem aberto mesmo que a gente pensar isso também a partir das próximas atividades Eh e daí uma vez que você tem esse feito isso no pos Daí pode pegar o posit e colocar aqui no no quadro aqui ao lado só pra gente manter organizado vendo aqui acho que a missael conseguiu
entrar ah de Curitiba também [Música] Ah o Ricardo me respondeu aqui deixa eu ver [Música] Bacana gente mais tecnologia na saúde Pra sociedade segurança escolar legal tá vamos passar aqui paraa próxima eh a ideia aqui seria a gente não sei se você se a a Evely pareceu al não sei se ela tá com microfone ou não também mas se vocês puderem mandar aqui no chat Caso vocês não possam ligar o microfone queria que vocês refletissem um minutinho assim sobre eh como que vocês Acham que a transformação digital afeta o dia a dia de vocês Caso
vocês queiram eh tem o tem o postia de baixo aqui também que dá para escrever aqui caso vocês queiram escrever eu tinha feito a dinâmica com posti porque eu achei que ia ser bastante gente né daí ficava mais fácil assim mas caso vocês queiram mandar aqui no chat também não tem problema [Música] tem algum problema ali com pote se Precisar pode mandar no chat tá eu tô me batendo um pouquinho com o posti que eu nunca tinha usado eu não sei se táa dando algum problema aqui no no próprio eu vou tentar de novo para
aprender deixa ver aqui é é dá para clicar com o botão direito copiar e colar ou apertar cont Crol C cont Crol V mesmo ele deve era para opa pera aí Ah pera Aí mas será que tá com ah não agora foi se clicar e arrastar com o alt pressionado também ele ele copia uhum bom eh a ideia de dessa dinâmica eraa só a gente começar a pensar assim um pouco não só em coisas que a gente pode produzir né a partir da transformação digital mas como a gente afetado por ela de que maneira como
que ela tá Não só a gente tá engajando com ela mas ao mesmo Tempo ela tá né Eh até gostei bastante aqui do do que a Evelyn trouxe em relação né inescapável né a gente tem essa sensação ao que a gente não tem uma opção de não participar né da transformação das coisas digitais da da dos avanços entre aspas que vão aparecendo eh como se eles estivessem ali e a gente vai ter que se adequar a eles de alguma maneira então Eh essa reflexão assim era pra gente Parar e pensar um pouquinho assim como que
a gente tá se relacionando com isso também porque a proposta da da disciplina é a gente começar a pensar em soluções né em problemas coisas que nós queremos atender de certo modo a partir da transformação digital né então eh a maneira como as coisas que por que que eu digo isso porque a maneira como as coisas que a gente desenvolve elas também vão estar interpelando as outras pessoas né Por exemplo se eu penso num App novo para por exemplo que o o micel trouxe para trazer mais tecnologia paraa gestão da Saúde eu tenho que pensar
Como que essa transformação que eu tô propondo né que eu tenho um objetivo Claro né tem um objetivo de eh que isso seja mais vantajoso né que isso traga algo de positivo ali paraa interação das pessoas com esse ap por exemplo Mas como que eu vou est afetando Às vezes o dia a dia delas né às vezes um processo que elas já estavam acostumadas a fazer como Que eu vou mostrar que aquilo vai ser mais positivo né então isso é uma relação que a gente tem muito com a tecnologia né a gente eh com várias
tecnologias digitais que estão no nosso redor hoje em dia que a gente também tem um processo pelo qual a gente aprende a se apropriar delas né Às vezes isso não é muito considerado Às vezes as pessoas não têm ali eh o tempo ou o treinamento e daí o que acontece elas não têm uma aderência né ou às vezes o próprio a Própria ferramenta ela não é muito fácil de usar então também Ali você vai ter né um certo esforço você vai ter um tempo ali que às vezes a pessoa ela não vai ela não vai
se sentir que ela tá tendo ela não vai sentir que ela tá tendo algo de positivo às vezes ela vai encarar aquilo com com mais uma barreira às vezes é um acesso que ela tem ou que ela gostaria de ter Então como que a gente vai realmente né pensar essas transformações digitais de maneira que Aquilo seja acessível também né que não seja só Ah eu visualizo um problema no horizonte e eu quero dar um jeito de de contornar de trazer ali alguma coisa é um diferencial positivo pra situação mas eh existem outras questões ali que
a gente precisa estar pensando também a gente vai ver alguns exemplos disso aqui hoje eh nessa abordagem que eu tô fazendo para essa disciplina né Eu estou focando bastante na ideia dos processos né Porque é processo né chama processo mas eu coloquei ali um um sezinho porque eu não gostaria de pensar esse processo como sendo único ou cristalizado assim eu gosto de pensar muito em processos por quê porque existem variações que a gente pode fazer existem maneiras de interpretar esses processos essas olias e até essas técnicas que a gente vai ver no decorrer da disciplina
e a gente precisa pensar estratégica e criticamente sobre elas então o que que Eu gostaria Seria muito bom né seria muito bom e muito fácil Se a gente pudesse ter uma técnica ou um certo to kit de técnicas ali né um um grupo de técnicas que a gente pudesse aplicar em qualquer situação e resolvesse o nosso problema mas existe a questão que muito do que a gente emprega como eh metodologia para processo ela vai depender muito da situação que a gente tem em mãos Então por que que eu digo isso porque às vezes e em
particular né Na área de design muitas coisas às vezes vêm né de outros países de outras situações culturais ou históricas ou de momentos específicos em que aquelas soluções elas são desenvolvidas e elas precisam de uma interpretação elas precisam entre aspas de uma tradução paraa nossa realidade então é para nossa para nosso contexto paraas vivências paraas vivências das pessoas que a gente quer atender também então elas são elas são e elas devem ser adaptáveis então a A ideia aqui quando a gente fala de processo de técnica não é que vocês enxerguem isso como Ah eu tenho
que me adequar à técnica não é você olhar pra técnica interpretar a técnica entender como ela é aplicável né entender o que benefícios ou Que efeitos elas trazem para a partir delas conseguir dar sentido paraa realidade do contexto em que vocês estiverem trabalhando das soluções que vocês quiserem que vocês querem trazer enfim Então é essa essa primeira aula que eu montei foi muito pra gente pensar é é uma uma aula bem de de meta raciocínio ass a gente pensar sobre a maneira como a gente vai pensar sobre as nossas estratégias eh e algumas questões assim
que vão permear né tanto essa aula quanto a abordagem que eu fiz para essa disciplina foi a questão da da situacionalidade tecnológica então é a gente pensar né que as tecnologias elas São coisas que T contextos his históricos sociais e culturais para apropriação então Eh sempre que alguma abordagem alguma escolha é alguma ferramenta algum software ele se sobressai tecnologicamente falando né ele se torna eh um meio por exemplo porque a gente tá usando meets aqui por exemplo Existem várias versões que a gente pode usar de de eh aplicativos que fazem conferências via web assim eh
ele tá se mais popular Ou eles Eh aparecer em determinados contextos existem pessoas né existem eh eh estruturas que tão dando certas eh certas popularidades às vezes para determinados tipos de tecnologias ou determinados tipos de ferramentas para que elas sejam mais conhecidas do que outras ou às vezes o investimento que elas recebem faz com que elas sejam eh melhores falando assim em termos agora de elas serem mais usáveis do que outros Às vezes você tem algum outro tipo de de App ou algum outro tipo de software mas ele não é tão conhecido ou ele não
teve tanto investimento e tudo isso tem uma uma rede né de questões ali que estão balizando Que tipo de tecnologia se sobressai por que ela se sobressai porque que investimento é direcionado para um lado mas não é direcionado para um outro então isso é bem importante pra gente pensar Quando a gente tiver considerando né Que tipos de soluções Que tipo de de investimento a gente vai Fazer nas nas tecnologias que a gente vai trazer eh a outra a outra questão que tá nessa abordagem também é que eu vou falar muito a respeito e a partir
da perspectiva de designer né que é a área que eu atuo é a área que eu trabalho então a gente vai pensar muito em solução estratégica de problemas usando o design como eh Campo teórico de referência então Eh isso não quer dizer que ah o design ele é melhor do que Outros para resolver problemas não necessariamente assim Existem várias abordagens que podem ser feitas da solução de problemas o próprio design ele é uma o design para o design de interação o design sentado no usuário e o design de experiência eles são misturas de diversas outras
áreas né eles são bastante interdisciplinares na verdade que vai pegar coisas que algumas coisas que a gente vai ver aqui vieram da Psicologia Eh ou vieram por exemplo da Ciência da Computação Também vieram de outras outros Campos do saber da interação humana computador então Eh ele também é uma amálgama de várias outras né Tem a questão da da própria história enfim da arte então né senso estético Então a gente vai ver que o próprio design ele é uma amálgama de várias outras disciplinas também eh e a questão da pesquisa em experiência de usuário é porque
a gente Tá pensando muito e a abordagem que eu fiz considerando também eh a questão da governança digital mesmo agora né que é voltada para as pessoas que é voltada para eh conseguir dar acesso eh dar protagonismo às vezes né para para grupos de pessoas então eu foquei também dentro dessa área do Design eh eu pensei muito em relação também ao a pesquisa de usuário como um meio pra gente conseguir dar esse protagonismo né eh pensar criticamente a Respeito disso e considerar essas pessoas e na prática né A minha ideia aqui para não ficar né
essa aula vai essa primeira aula vai ser um pouquinho mais expositiva né Eh como eu falei se vocês quiserem fazer perguntas ou fazer comentários também fiquem à vontade mas a ela vai ser um pouquinho mais expositiva mas a ideia seria que a gente consiga também fazer isso um pouco mais na prática para não ser uma questão assim muito teórica e vocês consigam Sair da aula também com uma sensação de que de que aquilo é uma coisa mais palpável assim que é algo que vocês consigam aplicar tanto no dia a dia de vocês quanto em de
situações diversas que vocês precisam Ah tô vendo que a galera tá entrando agora sejam bem-vindos bem-vindas tem um exercício que que que a gente fez no início da aula mas que vocês podem daí depois fazer tá não Não se preocupem tá os links e todo o Conteúdo tá ali no no modul para vocês vocês tiverem alguma dúvida para acessar só me avisem tá eh e para quem tá chegando agora também eh fiquem à vontade tá para me interromper fazer pergunta fazer algum comentário a respeito de alguma questão que fori trazida aqui eu tô explicando como
é que vai ser a dinâmica da disciplina no momento mensagem do Ricardo aqui professor Ricardo eh Então os tópicos que a gente vai discutir nessa Disciplina né o conceito de transformação digital que vai ser hoje eh como identificar a oportunidade de transformação em um processo digital técnicas de design de soluções digitais entre essas técnicas a gente vai discutir design Thinking design participativo escandinavo codesign o ex design conceitos como protótipo MVP que é produto mínimo viável produto e questões sobre como desenvolver feedback né reconhecer feedback e escuta para Quando a gente falar com as pessoas e
com os usuários né fazer entrevistas e coisas nesse sentido então esses são alguns dos Tópicos né que a gente a gente vai discutir eh como recurso daí para essa disciplina né a gente vai contar muito com literatura especializada então a gente eu vou precisar né eu tem vários conteúdos lá que já estão no Moodle eh pra próxima aula né Tem alguns artigos documentos recomendações de leitura tem Algumas que são obrigatórias e algumas que são sugestões que fica a título de curiosidade que são coisas que agregam mas que vocês não vocês podem ler se vocês quiserem
se aprofundar no assunto ou saber mais a respeito e a ideia é a gente ler e comentar debater questionar ass ver que que concorda o que que discorda até que ponto que concorda até que ponto que discorda e tudo mais eh outro recurso a questão das experiências pessoais né daí eu vou Pedir né que vocês se sintam à vontade se vocês quiserem trazer né questões situações que vocês tenham vivido que se relacionem com os assuntos e tudo mais dúvidas etc eh estudos de caso são alguns exemplos que a gente vai poder ver a partir do
material né que eu vou trazer aqui também é em implementações sejam elas bem sucedidas ou não né tentativas de implementações de estratégias e tudo mais e multimídia Também na medida do Possível como eu falei para que não fica uma questão só muito expositiva né Se tiver conteúdos que sejam mais interativos ou vídeos e outros formatos assim também eu tento trazer pra gente poder ter um pouco mais de variedade também Eh estamos em mais pessoas agora então agora estou um pouco curiosa aqui de uma coisa eu vou mandar aqui para vocês que estão entrando agora o
link de um quadro Coletivo aqui ver quem foi vejam se vocês conseguem acessar esse quadro aqui aí quem entrou agora depois se quiser pode responder lá fazer os os dois primeiros exercícios que são dos dois primeiros postites que er vamos nos conhecer e como a transformação digital eeta seu dia a dia vocês podem pegar um posti né colocar o nome ali e escrever o as informações que tá pedindo no posti Depois pega o posti e cola no quadro que tá aqui do lado tá gente eh pode fazer isso até a semana que vem assim não
não não tem pressa mas eu queria que vocês viessem aqui no terceiro que é qual sua relação com o design eu queria que vocês colocassem o nome no poit e se alinhasse ali dentro da escala só para eu saber assim tem uma um parâmetro assim de qual relação que vocês já tiveram ou tem com o design para colar eh postit ali é só dar Cont control c cont control V tá gente aí dá para fazer mais de jogar mais uns aqui para já deixar pronto ah título de curiosidade para quem usa ou precisa usar algum
tipo de quadro digital assim esse TL draw que é essa ferramenta que eu tô usando ela é gratuita e ela é aberta tá só você colocar o link ali você consegue criar boards desse tipo eles ficam armazenados ali você pode baixar pro computador todo mundo todo mundo que tá aqui na na Col conseguiu entrar lá Alguém precisa de ajuda com alguma coisa enviar o link novamente aqui uhum Se não conseguir Acessar agora também não tem problema se quiser Ah assim quem não não conseguir Acessar agora se quiser mandar aqui no chat também né se já
teve contato nunca teve se trabalha com design é só pra gente ter um parâmetro mesmo assim do da relação que vocês tem com com o campus Boa noite professora eh vocês estão no Canvas é isso oi Gilberto isso tava um pouquinho baixinho não é que e eu Desculpa eu entrei depois professora e o parece que a professora está pedindo algumas atividades no Canvas é isso não é nessa ferramenta chamada tel draw que é esse link que eu mandei aqui não sei se tá conseguindo visualizar aqui no chat certo então é entrar ah é só clicar
No link você consegue acessar ele é um um tipo de quadro aberto assim online ele vai tá lá no Moodle também esse link então você não não puder guardar agora não se preocupe que vai tá lá o acesso para vocês também vai ficar disponível obrigado nada tá mutado aqui eh Ingrid e Guilherme que disseram que já trabalharam com designer vocês querem comentar um pouco sobre como foi que vocês fiz como é que foi Essa experiência pesquisar no chat aqui mesmo lógico pode ser boa noite para todos eu tão me ouvindo sim sim tá ouvindo sim
Então na verdade eu sou Web Designer né eu trabalhei muito fazendo sites programação frontend então daí a gente trabalha muito com tendências tipografias alinhamentos e tal mas nessa parte de design Ah sim nessa parte voltada para Web design para sites isso exato Ah oi boa noite boa noite eh eu trabalhei um tempo com design gráfico mas foi um trabalho meio a parte assim que a gente tava trabalhando com educação ambiental então eu fiz diagramação e trabalhei com alguns folhetins uns livretos coisas nesse sentido Ah sim entendi ah eu sou acho que enfim eu já tinha
me apresentado quando vocês entraram Mas eu sou a minha forma só é design Gráfico eh eh daan Érica e Luciano vocês podem comentar do contato que vocês tiveram Oi boa noite boa noite eh sou Luciano né hum trabalho na celepar né compania de informática do Estado eh contato que eu tive eh mais de cursos assim na área de design né a gente tem a gente fez curso de e para cursos de online mesmo né para melhorar a relação com com com usuário e Tal é é uma in da empresa mesmo fazer esse tipo de curso
e também pós que que eu fiz de de mobile também tinha algumas matérias relacionadas a design essa experiência de contato que eu já tive Beleza então algumas coisas que você vai ver de provavelmente talvez você tenha tenha entrado em contato já também sim design centr usuário també a Gente teve algum algumas coisas uma campanha ali na empresa Uhum é o foco da empresa era para melhorar o atendimento para conseguir é eh toda a área de desenvolvimento né teve que fazer esse curso acho que é para eh realmente assim eh fazer eh entregar a produtos mais
voltados à necessidade do usuário mesmo né Acho que nesse nesse sentido né que foi esse esse Trabalho uhum entendi daan falando aqui ia deixar a Érica falar mas já que o Luciano puxou Então vamos lá e a ladies first né mas ficamos todo mundo quietinho ali e também sou da cepar como Luciano falou a gente teve essa meta essa meta tinha uma meta corpor na celepar para eh área de desenvolvimento participar de iniciativas lá de dcu mesmo né daí tinha os treinamentos de tinha várias Eh parte de testes e eu também trabalhei tive contato com
design né participei deumas deas design sprint com o detr Paraná para pra promoção do do programa de transformação Digital do Detran então a gente tinha lá um especialista em design que era o o nosso nosso mentor mediador ali que conduzia os processos né Então esse foi o contato que eu tive com design então além de treinamentos né em dcu eh eu participei de oficinas de design Sprint Ah sim Sprint a gente vai a gente vai conversar um pouco sobre Sprint também a Érica Quer comentar alguma coisa também Cadê a Érica tava tava junto com vocês
lá na celepar não sei se eu entendi que era isso não eu e o Luciano Érica eu só ela tá com a internet ru tá com internetu Não sem problema éca mas então tá Galera Era como falei era para ter um uma ideia assim de vocês Já tinham ouvido falar alguma coisa né como é que tava assim o contato que a gente vai ter até para eu saber assim o quanto que eu aprofundo cada questão e tudo mais eh vou voltar aqui para os slides eh nessa apresentação de hoje né a a minha ideia o
roteiro né que eu usei para montar tanto a apresentação quanto a o o a caminhada que a gente vai ter aqui hoje eh a gente considerar que os nossos modos de pensar sobre as coisas Eles vão influenciar os nossos modos de de fazer as coisas e isso também vai influenciar os modos que nós sabemos das coisas no sentido de como a gente constrói o nosso conhecimento né o nosso conhecimento sobre a materialidade sobre as realidades né sobre o que vale a pena a gente investir ou não tanto em termos ideológicos quanto políticos quanto na na
maneira como a gente eh desenvolve né o nosso trabalho no dia a dia ou a gente também pensa né em como a gente pode Transformar processos e transformar né as realidades das pessoas através do que a gente pode se apropriar em termos de ferramentas digitais para fazer isso então essa apresentação ela é muito focada em como a gente está eh pensando né que que bases nós estamos usando para nosso pensamento quando a gente escolhe né as técnicas e os processos que a gente vai usar para desenvolver coisas eh n tinha a a questão do Borge
ali Nossa deu alguma coisa aqui no canva de e daí eu trago assim uma pergunta se você quem quiser comentar também fica à vontade tá eh em relação a nós e a nossa relação com a tecnologia que é como é que é o processo de implementação tecnológica né como que usualmente acontece para pegar o exemplo aqui que o daan e o Luciano trouxeram né teve uma certa teve um processo né de implementação ali tecnológica não que Pediram para vocês fazerem os cursos lá e tudo mais pessoal tava com foco em alguma coisa né como é
que foi esse processo Ele veio assim veio como uma diretriz né que todo mundo tinha que participar vocês foram consultados antes as pessoas decidiram em conjunto ele bom comentar um pouquinho então depois o Luciano complementa eh na empresa esse processo Foi ele tava na meta corporativa né A ideia era que o pessoal Eh trouxesse soluções mais eh voltadas pro cidadão tá então por isso o design centrado no usuário mesmo ali né a gente faz soluções para cidadão para estado e a ideia era era fomentar essa cultura na empresa tá então tinha tinha uma meta corporativa
eh era uma meta da da Diretoria de desenvolvimento e aí tinha que ter lá tinha era tinha um indicador e tinha a meta lá que pelo menos cada cada um dos dos dos dos membros da Diretoria de Desenvolvimento tinha que ter fazer duas iniciativas em dcu né então mais com foco no cidadão para trazer soluções mais soluções com foco no cidadão mesmo mais mais amigáveis com as habilidade melhor com responsivas e tudo mais nesse sentido Tá mas foi era uma meta tava no planejamento estratégico mesmo como uma espécie de reciclagem também né Então tinha nesse
sentido Quer comentar algo também eh não é é basicamente isso eh foi era uma meta Para para todo mundo ali do desenvolvimento então foi eh foi geral assim né e antes disso já tinha uma já teve um outro eh uma outra iniciativa de design e Central no usuário esse esse curso que a gente fez foi pela aura eh o outro anterior era algo da empresa mesmo que ele já tinham colocado Uhum Então nesse exemplo em particular né a gente tem uma diretriz ali né que era uma métrica né como objetivo né melhoria de uma métrica
e né Foram algumas iniciativas foram tomadas ali para conseguir né como daan comentou chegar nesse nesse fim e da eí assim quando a gente pensa em tecnologias em que tecnologias são escolhidas né em até por exemplo igual Lucian comentou aonde as pessoas vão estudar né Tipo se você tem um direcionamento específico né um curso da lura ver diferente talvez de um curso de alguma outra instituição né vai ter uma um viés específico às vezes pro curso ou focado mais na prática ou Focado mais na teoria dependendo do tipo de de de instituição que tá desenvolvendo
o próprio curso né Eh e a minha ideia com isso é a gente pensar quem que participa né de uma decisão sobre um desenvolvimento tecnológico né E que Impacto tem nas pessoas que estão par que Impacto tem essas decisões né se vai ser por exemplo Só a diretoria de uma empresa se isso vai envolver né os usuários finais que eles eles vão ter realmente um um eh uma participação ali No sentido de que eles só vão ser consultados na medida em que eles vão testar uma solução que foi desenvolvida Ou eles vão participar desde o
início as pessoas vão primeiro perguntar o que que as pessoas gostariam de ter né como solução digital ou se elas sequer precisam de uma solução digital para aquele determinado problema antes ou isso vai isso vai ser determinado estatisticamente ou isso vai ser determinado porque faz sentido para Alguma métrica ou faz sentido para alguma coisa que as pessoas estão querendo implementar ali né oou que uma empresa tá querendo implementar ali eh Isso é uma questão às vezes de caráter ambiental por exemplo a gente tem uma situação em que a gente precisa sei lá igual aconteceu da
questão das Olimpíadas ali com rio Sena a gente quer melhorar ali a qualidade da água do rio porque a gente tem né uma meta ali a gente tem uma situação que a gente quer Resolver por outros motivos também né Isso vai ser um um uma campanha eh de conscientização em relação ao determinado tópico Então as pessoas que participam e isso é bem importante considerar assim que uma tecnologia ela é escolhida ou ela eh ganha mais destaque ou ela é uma ideia uma invenção ela se sobrea a outras porque exe existe por trás disso um engajamento
de pessoas né a gente não assim a tecnologia não é um trem sem freio né que tá vindo que a Gente sempre fica nessas nessa no discurso pelo menos eh Popular existe essa coisa né no mediático também de ah a tecnologia tá vindo a tecnologia tá vindo né E ela ela a gente não tem como escapar disso a gente não tem como escapar do avanço tecnológico como se a gente não fosse responsável pelo avanço tecnológico e que direção esse avanço tecnológico vai tomar ou não a partir das pessoas que a gente tá permitindo participar né
dos grupos sociais que a Gente permite ou não participar desses eh processos decisórios né sobre que tecnologias fazem sentido para determinadas comunidades que tecnologias eh nos permitem eh envolver às vezes com eh processos que são mais sustentáveis com processos que consideram o bem-estar das pessoas eh com processos que são saudáveis né se a gente pensar por exemplo a questão das mídias sociais eh que Muitas delas foram desenvolvidas tendo como foco uma Questão de mercado uma questão de monetização em cima de uso e não de o quão isso é saudável pra psicologia dos usuários né então
a gente tem Inclusive tem alguns comentários que falam sobre isso né que a maneira como ess algumas dessas redes sociais foram desenvolvidas elas levam ao vício por assim dizer elas levam a você ficar consumindo às vezes sem ter consciência da do consumo que tá sendo realizado ali porque elas foram desenhadas de uma determinada maneira Que leva esse tipo de comportamento em termos psicológicos então Eh esses são questões que que a gente pode que seria interessante né a gente parar e refletir sobre isso quando a gente tá desenvolvendo soluções digitais que vários aspectos estão influenciando né
então assim a gente tem controle sobre esses processos e a maneira é as pessoas que a gente tá permitindo né os grupos sociais que a gente tá permitindo participar ou Não dessas etapas decisórias dessas etapas que permitem o engajamento ou não em determinadas escolhas que a gente faz ao desenvolver tecnologias né vai impactar nas nas tecnologias resultantes disso né então eh o próprio processo as escolhas que a gente faz a maneira como a gente pesquisa para desenvolver um determinado tipo de tecnologia vai impactar no tipo de produto que a gente vai ter ali no final
aí um exemplo que eu trago né que Vai ter um tem um videozinho quem quiser entrar nesse tá o link no próprio slide depois se vocês quiserem ler a reportagem completa eu não vou passar ela aqui ela é mais eh Como assim dizer uma reportagem Mais jornalística Então ela tem um pouco esse discurso meio alarmista de que a a open vai projetar uma ia Suprema capaz de substituir humanos e empresas inteiras eh na prática Quando você vê a notícia essa notícia É bem recente Quando você Vê essa notícia ela ela é meio que assim Ah
isso é uma coisa que vai acontecer Talvez no decorrer dos anos conforme a tecnologia foi sendo desenvolvida mas com o a popularização da ia por exemplo que é uma coisa que tem estado muito assim na no discurso recorrente sobre tecnologia hoje em dia eh some assim um pouco no horizonte eh as pessoas que estão projetando né Como que essa Como que o chat GPT veio a ser né como ele foi construído Qual foi o processo usado para desenvolvê-lo e como ele ainda está sendo desenvolvido e como toda ess esse processo ele é extremamente colaborativo e
depende do tanto dos usuários que estão interagindo com chat GPT diariamente quanto de vários grupos de pessoas que tão desenvolvendo o que as pessoas estão considerando ou pensando ser uma inteligência artificial na Perspectiva Né que quando a gente fala em em I em a em Inteligência Artificial a gente tem muito Imaginário do cinema né o imaginário de uma uma máquina que é sem cente que tá desenvolvendo ali eh raciocínios próprios eh sem interferência humana então quando a gente usa a palavra I muito dessa dessa referência cultural vai est no Nosso repertório né por conta da
mídia por conta né de de outras eh outras referências que a gente tem só Que até alguns estereótipos a respeito disso só que o que a a ia né aía que a gente tem acesso hoje que são ferramentas como chat GPT e todas as variações que existiram a partir dele ela foi desenvolvida com base em trabalho humano muito trabalho humano às vezes trabalho humano às vezes que além de não ser bem remunerado ele era um trabalho é não saudável eh inclusive tóxico né Tem a parte da filtragem tem algumas reportagens a respeito de que a
Parte da filtragem do do chat GPT foi feita por pessoas então pessoas tinham que observar diariamente conteúdo extremamente tóxico e filtrar esse conteúdo para que o chat GPT não se tornasse uma ferramenta tóxica né então só que isso não é tão divulgado quanto por exemplo aos benefícios ou as eh essa parte que fica aparecendo qu quase eh como se ela acontecesse por si mesma como se ela fosse feita por máquinas né Por computadores quando ela Está sendo feita por pessoas Eh esses filtros essa essa essa esse criticismo né que parece tá vindo artificialmente na verdade
já tá sendo produzido por pessoas uma outra notícia um pouco mais recente é que estavam pagando pessoas para que essas pessoas olhassem os textos produzidos pela pelo chat GPT para tornar para eh eh fazer críticas ali né e para que esses textos pudessem ser melhorados e o texto gerado pela ferramenta fosse ficando cada vez mais Parecido com o texto gerado porel pessoas e de novo você tinha ali um processo dito tecnológico mas que tá sendo desenvolvido por pessoas né pessoas estão lendo os textos pessoas estão dando retorno sobre os textos e e para que a
máquina possa gerar textos melhores por assim dizer então só algumas questões assim pra gente refletir em relação né quando a gente pensa em desenvolvimento tecnológico é e o quanto ele é subproduto de do que nós Pessoas Estamos fazendo e que tipo de investimentos a gente tá fazendo em relação a essas ferramentas e daí aqui eu trago uma citação que eu gosto bastante de uma autora que estuda a sociologia da tecnologia que é a dona har não sei se vocês já ouviram falar Eh que ela comenta né a máquina não é uma coisa para ser amada
animada idolatrada e dominada ela coincide conosco ela é um aspecto da nossa corpor eh e nós podemos ser responsáveis pelas Máquinas elas não nos dominam ou nos ameaçam porque nós podemos ser responsáveis pela maneira como nós interagimos com elas eh eu gosto bastante dessa citação porque ela traz esses dois aspectos que eu tinha vem comentando até aqui que é o fato de que a gente não precisa temer as ferramentas digitais as ferramentas tecnológicas porque elas são parte da gente você parar para pensar como por exemplo hoje em dia o celular ele pode ser Indispensável para
coisas que a gente faz no dia a dia como ver uma receita ou eh conversar com algum familiar Ou você às vezes saber uma coisa que tá acontecendo do outro lado do mundo Ou você pegar um carro para você conseguir ir de um lugar a outro você receber uma comida ou uma encomenda então Eh hoje em dia aquilo tem muitas eh teve uma acho que foi a deixa eu achar aqui esqueci o a Evely a Evely comentou né que a transformação digital ela nos nos Traz muitas facilidades né no dia a dia então é a
gente tem usos né não é uma questão da gente ficar tecnofoam malefício ela tem um lado que também pode trazer problemas a partir do desenvolvimento que a partir das coisas boas que ela traz ela também pode trazer outras consequências mas a gente consegue não tornar isso de uma maneira eh saudável né A partir do momento em que a gente entende que nós somos Responsáveis pelas máquinas que a gente tá criando nós somos responsáveis pelas tecnologias que a gente tá dando eh eh dando nosso tempo para desenvolver ou dando nosso investimento ali e é interessante que
a gente pense a respeito disso porque com isso a gente tem realmente eh um maior controle sobre tanto o que vai ser desenvolvido ou não né e de que maneira a gente pode direcionar isso para que grupos que não estejam sendo contemplados por essas Essas tecnologias ou por essas facilidades possam também ter acesso a isso então são são duas questões assim que eu acho que são bem eh baliz Anes pra gente começar a pensar tanto a transformação digital quanto a maneira como a gente pode interagir com aquilo né e propor mais soluções propor outras questões
ali e um outro ponto que que a dona harway traz também a partir da obra dela é que ela contesta qualquer ideia de teoria que seja Universal né ela fala Que uma teoria que seja Universal e totalizante no sentido de dizer que aquela é a única saída para alguma coisa ela vai ser sempre um grande equívoco eh isso implica algumas coisas assim porque uma uma no ponto em que você diz que nenhuma teoria ela é universal ou que ela é verdade absoluta você também pode dar margem de certo modo a que várias teorias possam ter
o mesmo peso ao mesmo tempo a gente sabe né em termos de de conhecimento Científico que algumas teorias elas eh você não pode entrar dentro de uma ideia de anticiência senão eh tudo é válido e coisas como fake News podem se tornar realidades ou verdades alternativas Então ela diz que é importante nesse momento em que a gente entende um que uma teoria ela não é universal né ela não vai ser sempre eh a resposta à verdade sobretudo ao mesmo tempo a gente tem que entender que existe uma responsabilidade nos tipos de Teorias né nos tipos
de discursos e de de ciências que a gente dá voz e que a gente permite que sejam eh consolidadas como eh relevantes ou como eh algo que realmente tá trazendo ali uma contribuição eh paraa sociedade pra comunidade enfim pro desenvolvimento a gente tem que engajar nisso de maneira responsável que a partir disso Sim a gente consegue evitar nessa Matriz de dominações ou de tecnologias que estão ali para de certo modo mais nos oprimir Do que nos auxiliar nas nas atividades e nas soluções que a gente quer trazer pro dia a dia e eu queria perguntar
para vocês aqui agora essas essas passagens que a gente viu agora da dona har e para vocês elas parecem eh atuais pro momento que a gente tá vivendo em relação a tecnologia e inovação podem comentar gente se quiserem abrir o microfone mandar ali no chat Olha Eh eu não sei de quando ela fez as percepções mas acho que elas sempre sempre serão atuais não tem muito como contestar algumas coisas então para mim parecem atuais mas nem não não procurei aqui não dei um Google rápido aqui para ver como estavam como quando ela fez tá mas
me parecem atuais [Música] uhum sim é muita incerteza sobre o Futuro da tecnologia eh essa esse texto dela ele é de Se não me engano ano 85 ela escreveu isso no contexto da Guerra Fria então havia muito essa questão da de certa maneira de um medo né do desenvolvimento tecnológico de para onde essa tecnologia tava tava indo né então por isso que ela adota muito essa crítica de dizer olha a gente não tem que ter medo da tecnologia a gente não tem que ter medo de onde tá indo a gente tem que entender Por que
Foi escolhido por que a gente tá iando né determinados tipos de desenvolvimento tecnológico e não outros né porque daí se a gente se responsabilizar por isso a gente pode mudar né se tá indo para uma direção que a gente não quer ou para uma direção que não parece muito saudável pra sociedade de maneira geral a gente pode mudar né Essa direcionamento nos responsabilizando pelo que a gente tá na maneira como a gente tá interagindo ali Eh esses textos eles são do eu coloquei Ali para vocês no Udo e mas esse é um texto complementar Então
é só quem tiver curiosidade de saber mais é um texto do manifesto ciborg e ela usa justamente o ciborg porque ele era um hoje em dia a gente tem a ia né mas na época e o ciborg ele tava muito na mídia na ficção científica né Sempre de uma perspectiva militarista né então o siborg era aquele soldado melhorado que ia eh permitir fazer guerras melhores Então ela tá dialogando com esse c borg muito desse Imaginário e ela tá se reapropriar do siborg para pensar um um outro sujeito tecnológico né um siborg que não precisa est
preso só nesse sistema de dominação e de militarismo mas que tá vivendo essas fronteiras tecnológicas né a nossa relação com o digital a nossa relação com a tecnologia de uma outra maneira né que seja mais produtiva por assim dizer então é só mas enfim pra gente ver que essas coisas que nos afligem hoje já afligiam pessoas há décadas Provavelmente afligiram sempre desde que o ser humano esteve né em contato com a tecnologia e com o desenvolvimento com a transformação da da realidade em que a gente vive eh aqui é um pouco até dar uma pulada
aqui pra gente não se delongar muito mas aqui também é uma análise né em relação a essa questão né que eu comentei né de que se a gente tem várias verdades não só uma verdade única e singular a gente pensa em ecossistemas De conhecimento né e Existem várias eh pontos de vista a partir de algo que contribuem cada um seu modo para relatos da realidade né Eh e daí eh isso também é uma questão assim que quanto mais uma área de conhecimento ela for considerada mais racional né ela fo considerada mais fechada por exemplo matemáticas
ou eh coisas das ciências exatas menos eh isso é perceptível assim quando a gente tá falando de humanas ou de Psicologia de alguma coisa assim que é mais voltada pro social as pessoas tendem a aceitar mais tranquilamente que você tem múltiplas respostas às vezes né múltiplas abordagens para o mesmo assunto mas quanto mais for ficando ali uma questão assim que é mais voltada para algo que considerado exato menos eh Isso vai ser essa heterogeneidade essas várias múltiplas maneiras de ver o assunto elas vão eh ser consideradas um você pensa que Aquilo se você tirar né
Essa verdade única e central que aquilo vai virar um caos não vai ser possível a gente Navegar mas né isso não quer dizer que no que você percebe que existem várias maneiras de desenvolver uma mesma coisa eh que aquilo não é válido né que que qualquer coisa é válida na verdade e que você que não existe uma uma uma maneira específica ali ou que não existe um certo conhecimento científico Ali no desenvolvimento de uma coisa para dar um exemplo a respeito disso em termos de Tecnologia tal a gente pensar sistema operacional para computadores né a
gente tem por exemplo que o Windows ele é mais popular porque entre aspas ele venceu né em termos mercadológicos eh se tornou o tipo de sistema operacional mais eh conhecido não necessariamente mais acessível porque ele é um ele é bastante caro na verdade eh do que alguns outros Né alguns por serem ainda menos dependendo da do do país ou da realidade social que você vive como por exemplo você pegar sistemas operacionais do iOS da Apple que são os os dispositivos são ainda mais caros do que os dispositivos de Windows então torna eles ainda menos acessíveis
pro usuário comum mas existem outros como por exemplo Linux só que como o Windows é o o sistema operacional mais prevalente eh em termos mercadológicos é o Linux Apesar de ser mais acessível né e inclusive mais aberto para você eh interagir com ele ou customizar ali a maneira como você usa a ferramenta eh ele não é ele não tem tantas eh softwares às vezes desenvolvidos para eles ou muitas coisas não operam no sistema Linux porque as pessoas desenvolvem apenas para o Windows Então esse tipo de coisa que vai acontecendo e a partir de um tempo
você meio que associa que ah você um sistema de Interface que você usa no computador é um sistema da Windows quando na verdade existem outras alternativas existem outras maneiras inclusive existem outros tipos de sistemas operacionais menos conhecidos ainda mas que também são passíveis de serem utilizados mas eles não entre aspas venceram na corrida tecnológica ali de qual se tornou né a mais prevalente Eh e daí aqui eu deixo isso aqui também é uma recomendação para quem quiser ver Mais a respeito disso esse vídeo esse T toque da yadin É bem interessante que ela fala do
Por que a ia é muito inteligente mas ao mesmo tempo ela é entre aspas estúpida no sentido de que alguns problemas simples para uma pessoa resolver a a ia não entende e ela vai comentar no mais pro pro terço final desse Ted justamente essa questão que eu tava eh falando sobre desenvolvimento tecnológico e quem participa e quem não participa por né Qual que é a Transparência desses processos porque ela fala a por ser né essa esse conjunto de vários eh conteúdos que são retirados né tanto da internet quanto das pessoas né enfim Ela tá aprendendo
com todas essas entradas que os usuários e que ela tá pegando da internet que também é construída coletivamente por usuários eh como que tá sendo processado esse dado como que as filtragens desses conteúdos estão sendo feitas nada disso é divulgado nada disso tá público ela Diz por ela ser uma ferramenta né da humanidade por assim Di é isso deveria ser transparente as pessoas deveriam poder participar elas deveriam poder saber que tipo de conteúdo tá sendo eh adicionado Que tipo de conteúdo tá sendo filtrado e com base em quais filtros elas poderiam participar disso também deveria
ser uma coisa pública realizada ali e é uma abordagem bem interessante sobre como a e ela tá sendo desenvolvida no momento e como ela poderia estar Sendo desenvolvida né a partir de uma outra abordagem então eu deixo aqui como exemplo caso vocês queiram ver depois eh V aqui é uma fala dela também né que ela fala se ela for treinada apenas com os os primeiros tipos de dados né que são Dados brutos da internet que estão à disposição de todos isso não vai ser bom porque eles vão estar cheios de racismo e sexismo e informações
que são incorretas né E daí ela comenta né se a quantidade se é seja qual for a Quantidade de dados que vai ser usada se você colocar algo que ela chama de lixo vai sair lixo do outro lado também porque né o ferramentas como chat GPT E essas ferramentas eh de de geração de de eh conteúdo generativo elas estão construindo eh conteúdo a partir do conteúdo que é produzido por seres humanos eh então por isso ela comenta né que a gente precisa que que a mesma se precisar né escrever manuais Especializados para ir estudar e
contratar tutores humanos para ficar dando feedback paraessa ia o tempo todo e ela comenta também né que esses dados eles têm propriedade né eles às vezes custam milhões de dólar e que a própria maneira que opera tecnologias como chat GPT também elas são custosas em termos de sustentabilidade né E que a gente não sabe né o que que esses dados contém Mas eles deveriam ser abertos e disponíveis publicamente pra Gente poder especiar ver se eles respeitam as normas e se eles têm valores diversos então é uma questão de abordagem como a gente tá desenvolvendo a
tecnologia né como tá sendo desenvolvida e como ela poderia estar sendo desenvolvida eh e fazer e pensar sobre as coisas né e agora eu trago uma outra brincadeira aqui que é pra gente pensar a longo prazo pode ser como TC camas de gato e Na minha visão Inovar também né e eu penso nisso como modo de começar uma conversa Quem é que já jogou Cama de Gato o joguinho de cordas vocês conhecem o joguinho a brincadeira é aquele com com barbante assim isso aham aquele que já joguei muito na infância barbantes nos dedos assim daí
você vai passando Você pode passar PR outra pessoa e ela pega de você aqui no Brasil não sei se é só do Brasil mas tem uma uma variante também que muitas crianças brincam que é o jogo do elástico também que da você em vez de fazer com as mãos você faz com as pernas mas segue a mesma lógica assim você ficar trançando beleza gente eh para quem não conhece ali eu vi que o daz que não conhece eu vou passar um videozinho rapidinho aqui não precisa nem do som só para para mostrar como é que
é então el é um Joguinho que você forma figuras de de cordas né cada figura na verdade muita gente não sabe mas cada figura de cordas ela tem um nome eh eu não vou lembrar nome de todas agora mas elas têm nomes que é tipo cama de soldado é é peixe no prato porque elas formam desenhinhos ali no meio das cordas e existem muitas muitas variantes desse jogo e as as diversas variantes que tem elas vão ter desenhos de figuras específicos tem alguns que chamam por exemplo de Montanha tem eh variantes que que que fazem
por exemplo desenhos que se mexem inclusive Quando você puxa a corda e ele tem uma um movimento dentro do próprio desenho formado pelas cordas eh e a questão que eu quero chamar a atenção aqui em relação a esse jogo é que dá para você jogar ele sozinho também aqui elas estão jogando em duas pessoas mas é possível você fazer uma eh Uma maneira de você desenhar nos seus próprios dedos e ir trocando essas mesmas formas que elas estão formando ali só que só pelo movimento das suas próprias mãos é bem complicadinho porque às vezes assim
banana ali e tudo mais eh mas a ideia dessa manualidade é que você tá trocando com outra pessoa e nessa troca você cria novas figuras e e a dona har que é aquela autora que eu comentei ela também vai usar isso daí como uma metáfora pra gente pensar a própria Construção do conhecimento e da ciência e da própria tecnologia também ou seja a maneira como a gente troca com as pessoas a gente pode fazer isso sozinho mas quando a gente troca com outras pessoas a gente cria novos padrões né E esses padrões eles podem ser
muito interessantes eh envolve um senso de coletivo né porque você vai ter que interagir com outras pessoas vai ter que se emaranhar com outras pessoas ali durante essas trocas Então ela usa isso Como uma metáfora e também pela questão do próprio movimento que né o avanço tecnológico a própria ideia de inovação ou de tecnologia ela não é estática né ela tá sempre em movimento você tá sempre tendo que construir e mandar aquilo para algum lugar e construir em cima daquilo e tudo mais então ela usa isso como uma uma possibilidade assim pra gente pensar né
na materialidade essa questão eh e eu acho curioso né que ela escreveu Esse texto 95 também né Eu tava pensando de novo dentro de um contexto específico de Tecnologia em que havia um certo pessimismo geral ali que você tinha que ter um uma uma perspectiva meio combativa e ela propõe essa cama de gato como uma maneira mais lúdica mais eh leve por assim dizer e e Mais colaborativa mesmo assim de você fazer essas construções e de perceber que no que no nosso conhecimento no que a gente traz paraa pauta quando a gente tá Desenvolvendo algo
eh a gente já é um emaranhado de muitas coisas né e uma outra visão que ela traz quando ela ela Traz essa materialidade da brincadeira da cama do gato é que se você não tomar cuidado você faz uma bagunça né que se você tá jogando Cama de Gato ali se você se perde ali né você você não faz uma figura você faz uma uma bagunça com os fios então é existe essa questão de você ter que tomar cuidado ali nessas trocas né de você ter que pensar a respeito ali Para você conseguir desenvolver essas questões
e eu acho interessante por exemplo a gente teve o trads né que foi lançado após a certa queda do do Twitter né que foi a tentativa do do do pessoal da Meta né desenvolver uma concorrência pro twitter não não sei se vingou muito até hoje mas eh o tread ele é em inglês TR fio né uma das palavras para fio e a ideia era justamente isso né que as pessoas trocassem fios ali que elas seguissem fios as pessoas usam muito Hoje também em redes sociais ali em posts a ideia do Segue o fio né que
daí a pessoa vai passando as imagens Ali pela os tipo de navegação que tem nas interfaces Então essa ideia do Fio Como uma coisa que você constrói né colaborativamente que você emaranha com outras pessoas e que você tá ali nessas Lud produtivas eh e daí também a título de C passar um pedacinho desse vídeo [Música] Eção que teve na federal aqui do Paraná que trazia o que eu ch acho que é de CAD eu não sei se eu tô pronunciando direito mas é do da etnia Catuquina que eles fazem justamente esses desenhos de cordas e
a própria har Ela traz muito essa questão das cordas porque também é é um jogo que é o jogo de Cama de Gato ele não pertence a um grupo específico né Ele é jogado de muitas maneiras com muitas pessoas em diversos contextos Históricos e sociais deixa passar o vídeo aqui profe tá sem som o vídeo pera aí gente então deixa eu deixa eu compartilhar de outro jeito aqui para aparecer o som para vocês tá saindo agora Pior que ainda não tá não não tá Ah que pena mas tudo bem vou só adiantar aqui para vocês
verem tá comentando Eles vieram Mas vocês podem ver depois no vídeo Al Daí eles estão comentando que eles iam desenhar algumas dessas figuras né [Música] ah i profe se eu puder aproveitar que tá sem som para fazer um comentário Ah fica à vontade eh eu lembrei eu já li esse livro Manifesto ciborg há alguns anos atrás e ele se trata de uma distopia se eu não me engano né sim é uma coisa bem assim bem dramática e eu também tenho a mesma opinião do Colega que comentou ali Acho que o é uma coisa muito presente
sim ainda o medo em relação à tecnologia é um aspecto bem forte eu vejo pelos meus pais assim a forma como eles enxergam por exemplo o chat GPT e toda essa questão de que a gente vai ser substituído pelas máquinas eu não não lembrava que era um livro mais antigo mas bem legal sim é é interessante pensar que é cíclico né a gente tem um uma determinada tecnologia Eh Ela é nova por assim dizer e ela entre aspas ah Esso daí que eu comentei que tem um certo movimento ali naquele desol daria para imaginar que
daria para fazer isso com barbante né gente a exposição que teve na na na federal ela foi dessas desses desenhos que eram formados pelas cordas ali eh daí eu deixei o link ali para vocês conhecerem sobre a exposição eh o ctina como eu comentei dos Catuquina que são localizados no Acre é Como eles nomeiam esse a cama de gato né esse jogo de barbante que pra gente é conhecido como câmera de gato eh e daí tem um comentário né que fala que é um jogo infantil mas ele envolve uma sociabilidade específica né entrelaçando não apenas
no caso deles não apenas os fios mas também as gerações de pessoas né em que tem muito essa questão de ser uma pessoa mais velha ela tá passando ali ensinando aqueles desenhos para uma pessoa mais jovem Então existe uma Sociabilidade ali envolvida Além de que existe também uma uma habilidade manual né necessária ali para você conseguir ter a coordenação ali de de desenvolver os desenhos e tudo mais é um jogo bem interessante pra gente eh fazer assim que uma vez que você temha aprendido a desenhar as formas você percebe como aquilo ele é ele adquire
um uma percepção de cor corporal mesmo assim você aprende Às vezes a fazer o desenho mas se você pensar sobre como você está Fazendo você se perde no desenho assim então ele tem um um uma uma maneira de desenvolver ali o processo que tá muito focada no próprio corpo assim eu acho interessante a gente pensar isso porque quando a gente considera pensar né ainda mais que a gente vende uma herança eh da da modernidade racional né balizada ali pelo iluminismo né que a mente ela tá estaria acima do corpo né o corpo seria menos do
que a mente no sentido de que é o as ideias as coisas né válidas não não Estariam relacionadas à atividades que você faz através do corpo eh a gente Será que o próprio corpo ele é um meio de pensar também né então a gente deslocar essa Matriz de pensamento para outros espaços e quando a gente pensa no na tecnologia digital Isso facilita em muitos processos né Para dar alguns exemplos até meio eh spoiler já das próximas aulas que a gente vai ver mas quando a gente olha para algumas diretrizes de desenvolvimento de Tecnologias por exemplo
em dispositivos móveis né alguns botões algumas coisas elas ficam em determinados lugares da tela porque a gente consegue usar por exemplo né só com uma mão né então acho que me cular não vai aparecer aqui mas eh n não vai aparecer por causa do do filtro mas e vocês pegarem o celular vocês vão perceber que a maneira como os botões às vezes Estão dispostos em determinados aplicativos é para facilitar o uso com polegar né ou para o Uso no centro da tela porque é mais fácil de clicar você tem mais precisão ali eh e se
você às vezes move um botão né isso criou a gente criou Convenções tão fortes em relação a isso em relação a esse tipo de uso que se você mover um botão de lugar Às vezes você vai lá e clica num lugar que não era clica numa coisa errada porque você acostumou que naquele lugar é onde costumava ficar Então em vez de você não tá necessariamente pensando a respeito Daquilo né pelo menos não conscientemente você tá não saber que é corporal ali você aprendeu pela memória corporal onde você clica onde você vai ou a própria a
própria eh movimento né de deslizar a tela para determinada direção deslizar para direita pra esquerda que é mais intuitivo para umas pessoas do que outras justamente por conta do letramento digital né do acesso que as pessoas têm não se a pessoa não teve ali Aquela fase em que ela aprendeu eh o próprio movimento do mouse às vezes se ela não teve ali acesso e aprendizagem ali naquele espaço e aquilo não é tão natural para ela nessa memória corporal que PR às vezes pra gente que tá mais imerso às vezes na tecnologia digital é tão comum
às vezes para outras pessoas não é e às vezes você vai lá lança uma tecnologia que é para facilitar alum alguma coisa pra população mas não vai necessariamente Facilitar porque talvez aquela população não tem acesso né a esse saber corporal a esse tipo de contexto e tudo mais então Eh por isso que a gente hoje se fala muito também em interfaces que sejam intuitivas que sejam parecidas com coisas que as pessoas já fazem no dia a dia né que elas consigam criar metáforas em relação né ao que que tá aparecendo no virtual e o que
elas fazem no dia a dia Então são são coisas pra gente ir Pensando assim eh ah aqui também uma fala da da dona R desse texto dela do da cama de gato especificamente esse de 95 que ela por que que ela ela tá pensando nesse jogo né que ela fala ele nos convida a um senso de trabalho coletivo né a pessoa não é capaz de fazer todos os padrões sozinha então ela vai precisar de outras pessoas eh e que ninguém ele é um jogo em que ninguém ganha né porque o objetivo do jogo ele ele
é ele é mais Interessante e mais aberto do que uma pessoa ganhar o prd então é por isso que ele tem esse senso colaborativo né porque se você não conseguir o seu objetivo é conseguir passar a Trama de fios para outra pessoa para o jogo poder continuar então ele implica que exista essa colaboração para que se continue jogando ao contrário de alguns outros jogos que são só a questão da competição não que a competição seja necessariamente ru tá gente Mas é só pra Gente pensar que isso traz um um senso ali que tá dentro da
própria estrutura né de como você cria esses padrões eh e que H né uma habilidade analítica que é incorporada né onde que você coloca os dedos para conseguir puxar para aquilo quando você esticar fazer o desenho específico e tudo mais e e ele é um jogo jogado ao redor do mundo e tem um um um significado cultural considerável né E ela ele ela comenta né Ele é local ele é global e ela é Entrelaçada E se a gente não aprender a jogar bem a gente pode simplesmente fazer uma bagunça e isso é muito parecido com
o desenvolvimento em si né a gente tem um um um uma necessidade de colaborar com outras pessoas né a gente tem que analisar várias questões questões muitas vezes que estão incorporadas ela vai ter um caráter que vai ser local e também tem uma relação com o global e dependendo do que a gente fizer a gente pode acabar fazendo Simplesmente uma bagunça oi oi acho que professora travou acho que ela deve voltar né Boa noite pessoal tudo bem Boa noite Professor Marc boa noite tudo bem acho que entrei na hora certa ou na hora errada né
Travou a professora travou bem agora acabou de voltar acabou de voltar Boa noite Letícia boa noite eu não sei o que aconteceu smente simplesmente caiu mas não foi internet tá eu tava Comentando né Eh com os com os meninos entrei na hora certa ou na hora errada para dar uma saudação a você e aos alunos né Foi na hora que você caiu aí acontecer alguma coisa Posso aproveitar o Ganchinho então claro fica à vontade tá bom é super bom né Gilberto bom muito boa noite a todos boa noite Letícia Obrigado por em nome da equipe
de coordenação do do programa né por aceitar o convite pelo desafio você fez toda a interlocução com o professor Ricardo e eu tinha me programado para entrar no comecinho da aula mas eu tô com uma alergia muito forte tava tinha acabado tomar uma medicação que deixou um pouquinho baqueado agora eu já tô um pouquinho melhor aí e mas seja muito bem-vinda à equipe a ao programa residência a gente tem o maior orgulho do Mundo desse programa que nós temos são mais de 200 pessoas eh boa parte acaba vendo Depois das aulas gravadas né mas espero
que você eh enfim se sinta em Casa né que seja muito bem acolhido os meninos aqui os residentes os servidores são excelentes e que essa essa jornada seja bastante produtiva para todos e que seja a primeira Jornada de várias suas conosco aí seja tanto nas aulas em si de repente participando de bancas Quem Sabe numa outra edição até orientando né fazendo mentorias enfim em todo esse ciclo de do anos que nós temos né E que eh como eu disse acho que vale repetir a gente tem maior satisfação né de Contribuir paraa qualificação de alto nível
tanto dos nossos servidores tô vendo aqui o Gilberto bastante ente já na na na vida e no trabalho né E esses meninos mais jovens aí jovens de recém-graduados né com até trê anos de Formação então mais uma vez seja bem-vinda Vou deixar vocês à vontade aí né E que Deus nos acompanhe que tudo ocorra muito bem muito obrigado agradeço enormemente o convite e enfim que possamos construir coisas assim como eu Tava comentando até aqui né estamos eh enfatizando em práticas colaborativas né em trocas que a gente consegue fazer entre as pessoas para construir tanto tecnologia
conhecimento e moldando nossa sociedade né na direção que a gente quer perfeito Tire o Como diz a sabedoria Popular Tire o sangue deles né e eles também tir o seu couro aí porque é para isso que a gente tá aqui parae intercâmbio como você muito bem disse tá bem obrig Obrigado vou ficar quietinho Aqui daqui a pouco já me ausento né ten uma outra agenda ali sigam em frente fiquem à vontade Muito obrigado meninos Obrigado obgada prazer vcê boa noite deixa eu compartilhar aqui de volta estamos estamos quase encerrando na verdade aqui acho que tá
aparecendo né sim está Professor sim ah beleza então eu vou deixar essa atividade né não precisa fazer agora podem fazer durante a semana enfim ou durante a Disciplina mas coisas para mais para vocês refletirem assim mesmo e se quiserem compartilhar é legal porque né a gente pode ir trocando ideia ali às vezes eu gosto Eu gosto do quadro colaborativo porque o quadro colaborativo ele funciona assim Às vezes a gente tem uma ideia e às vezes a gente sei lá se não se sente tão à vontade para comentar né ou mas quando a gente escreve num
postite ali e a gente coloca Às vezes a gente olha pro do lado e fala Olha pessoa ali pensou uma coisa parecida ou que conversa com a ideia que eu tive e daí você já tem ali um momento para um diálogo né já consegue puxar né uma uma relação ali trocar uma ideia por isso eu acho legal o quadro colaborativo a gente consegue inclusive ver tendências né Às vezes a tem várias pessoas pensando sobre esses tópicos por exemplo tem várias pessoas pensando sobre saúde ou tem várias pessoas pensando sobre eh para mídias sociais ou Coisas
assim então eu acho interessante isso então eu incentivo fortemente né que se vocês não fizerem agora no fim da aula ou se fizerem durante a semana enfim ou até o fim da disciplina que vocês vão lá e escrevam essas questões ali no quadro como vocês acharem melhor al pode usar mais de um potit fiquem à vontade tá esse quadro ele é para para vocês dessa turma né enfim ele eh é pra gente fazer colaborativo e construir coletivamente ali mesmo Eh então só pra gente fazer meio que um um um uma revisão né do que a
gente foi discutindo até aqui é a ideia é a gente pensar né em termos de novo voltando lá na narrativa do dessa apresentação que a gente e da própria narrativa da disciplina né que é o processo da transformação digital aí a gente considerar sempre que não tem um processo único de transformação digital existem múltiplas maneiras de gente transformar digital realmente uma Determinada situação um determinado problema uma determinada realidade social e que a gente vai ter investimentos específicos né nessas nesses processos sejam eles né nossos investimentos próprios né coisas que a gente acredita que são melhores
ou coisas que né a nossa cultura permite ou que são né mais aceitas socialmente eh ou que vão ser eh assim são mais viáveis em determinado contexto então existem investimentos que a gente Faz né E eles vão moldar os processos né nesse sentido Então a gente tem que fazer né Essas escolhas pensando né tanto nos efeitos quanto na responsabilidade que a gente tem ao engajar ou não com determinados processos com determinadas maneiras de desenvolver em detrimentos de outras e tudo mais considerando também a questão dos impactos né não só os sociais como a gente questão
de sustentabilidade né quando a gente pensa uma nova tecn a Gente tem que pensar não só né se aquilo vai resolver um problema agora mas se ele vai resolver um problema a longo prazo né pensar por exemplo desenvolvimento de plástico plástico era incrível né tinha um um quando foi desenvolvido né era era melhor do que outros materiais que tinham sido utilizados até então do que o vidro que era menos resistente né tinha Questão de quebra o plástico você derruba ali tá tudo OK mas daí descobriu-se depois né O Que que a gente vai fazer com
o plástico e agora né E isso aconteceu em muitas questões né de inovação tecnológica de que se desenvolveu algo que funcionava muito resolvia muito ali uma determinada situação mas e a longo prazo né E para determinadas eh outras para outros grupos sociais né E para eh O que que a gente vai fazer com isso depois como a gente vai Enfim então são são coisas que hoje em dia também estão dentro do escopo né do desenvolvimento pensar não Só eh falando de novo em redes sociais a gente Ah sem problema da boa noite da fica fica
à vontade vai ficar gravada Obrigada pela contribuição eh eh tem por exemplo a questão tem notícias de que o pessoal que desenvolveu algumas questões eh em mídias sociais a pessoa se retirou depois e comentou que né eles estavam desenvolvendo coisas ali que que eram prejudiciais né que tinha sabia-se que Eram prejudiciais né determinada sobre determinado viés ali e que as pessoas depois né que conseguiram sair ali da da do escopo do desenvolvimento elas foram falam não eu me retirei desse processo justamente porque ele ele era prejudicial né então o que eu a minha ideia com
essa conversa aqui hoje é estimular a gente abraçar criticamente né a a questão da tecnologia eh para um pensamento que ele é direcionado para repensar as realidades Vividas e como que a gente pode trans transformar essas realidades a partir da apropriação tecnológica né pensando sempre que a gente tem uma apropriação tecnológica né que a gente não precisa ser carregado pela tecnologia né a gente não precisa né não que não exista o a esfera em que por exemplo a ia está substituindo mão de obra sim a ia está substituindo mão de obra eh isso não é
só um um discurso né Eh de para estimular medo nas pessoas aí está Realmente tomando alguns cargos de trabalho mas a gente tem que considerar não só isso como sendo ah aí é vilã ela está indo lá roubar emprego das pessoas não a gente tem que pensar que instituições são essas que estão querendo por exemplo baratear o desenvolvimento e em vez de contratar ou realocar essas pessoas em outras funções ela está preferindo substituí-las por eh interfaces digitais né Por por inteligências digitais que a gente sabe Que não são 100% ainda eh não tem uma acurácia
de 100% e que cometem erros então não dá nem para dizer que a a gente substituindo por ia porque a ia não comete erro porque a ia também comete erro por enquanto pelo menos eh então a gente pra gente pensar né mais criticamente sobre isso né então não não é dizer que H essas realidades não existem mas que tipo o medo da tecnologia ser utilizada para dominação ou para sistemas opressores não exista Mas que a gente tem que entender se existe essa opressão se existe essa dominação por que ela tá lá e quem são as
pessoas que estão dando respaldo para que ess essas coisas estejam prevalecendo ali né e como a gente poderia fazer isso diferente porque isso nos liberta dessa de ficar meio que refém né de de uma ideia de que a tecnologia tá vindo ela vai faz ela vai agir de determinada maneira né que seria o determinismo tecnológico e a gente não Pode fazer nada a respeito né a gente pode fazer coisas a respeito is não quer dizer que vai ser fácil ou que vai ser simples né mas a gente tem maneiras e modos de engajar de maneira
mais responsável e com muito mais agência né em relação na relação que a gente tem com a tecnologia e e nesse sentido é importante a gente Reconhecer essa complexidade né então a gente tem contextos a gente tem grupos diversos a gente tem tensões né entre esses grupos Entre as pessoas as máquinas as redes os dispositivos os discursos as práticas e as próprias limitações sejam elas em termos de recursos materiais né recursos para se fazer por exemplo uma rede né se a rede aguenta né recursos Como o próprio computador né se o computador consegue acessar um
determinado ne ativo se é muito pesado para ele se a pessoa tem acesso a um celular para conectar alguma coisa que ela precisa usar no dia a dia e atividade sim atividade tá no Moodle Uhum E esses slides ainda não estão lá mas e eu vou colocar eles lá depois da aula também os slides eu sempre eu gosto de colocar os slides depois da aula daí eu vou colocar eu vou pedir pro rapaz subir lá também para vocês vai est disponível eh então a gente entender né que isso vai ser vai ser sempre um embate
ali a gente vai ter questões que são se delicadas da gente trabalhar no dia a dia e nessa relação que a gente tem com A tecnologia inerente ao próprio processo né Eh e a partir disso né considerando isso eh A ideia é a gente experimentar construções de mundos mesmo né possíveis que também é uma ideia que a har Ela traz em alguns textos mais recentes dela agora que é a gente pensar como as nossas relações como a maneira como a gente constrói conhecimento não tá construindo só uma teoria científica ela tá construindo a maneira como
a gente Percebe o mundo às vezes ou como a gente não percebe o mundo ou quem a gente percebe no mundo então são são coisas todas que estão permeando a maneira como a gente interage com a tecnologia e e daí quando a gente pensa em inovação tecnológica eu vou trazer aqui agora uma outra autora que a gente vai acabar trabalhando bastante durante a disciplina eh que é pensar n tá tudo bem a gente tem né A gente reconheceu que tem uma complexidade grande ali mas é Como que a gente lida com isso numa rede sociotécnica
e daí eu Trago essa outra autora que tá o texto dela ali também eh que é Suzana le Star e ela fala muito sobre em uma um aspecto que eu acho bastante relevante pra gente pensar inclusive pra gente pensar governança digital e órgãos públicos e relação deles com a tecnologia transformação digital que é a ideia de infraestrutura eh e a Ela comenta sobre o desenvolvimento tecnológico que uma vez Que a anedota das cebolas que ela traz no texto é que ela conta uma história que assim ela tem alergia à cebolas e ela fala ser alérgico
a cebolas não é uma coisa comum não tem muitas pessoas aparentemente que são alérgicas a cebolas portanto eh ela dizia que quando ela ia no McDonald's ela pedia para tirar cebola do sanduíche e isso fazia com que o pedido dela que era uma rede é é uma rede fast food para você conseguir comida rápido mas fazia com que o Sanduíche dela levasse meia hora para mais para ela conseguir retirar o sanduíche Porque ela tava fora da rede estabelecida do que é um sanduíche do McDonald's Então ela por ela estar fora e ela pedi uma alteração
nessa nessa rede né estabelecida ela tinha que enfrentar umas Barreiras ali que ela imaginava que existiam e ela comenta isso sobre a tecnologia né que uma vez que uma tem uma categoria que ela chama de rever abilidade que ela diz que Quanto mais estável é uma tecnologia Eh pode se tornar quase impossível né de você modificá-la depois que ela já foi adotada e se tornou prevalente como eu comentei do Windows né uma vez que o Windows eh como o sistema operacional ele se Torn meio que padrão as pessoas vão desenvolver software pro Windows elas vão
desenvolver para outros porque não vai ser comercialmente viável não vai fazer sentido né a pessoa não vai conseguir Talvez um lucro ali se ela Desenvolver para outros naquele momento pelo menos eh e daí ela outro conceito que ela traz que é o de marginalidade e aqui ela entende marginalidade não necessariamente como eh você estar periférico né você estar na margem ela entende marginalidade como uma pessoa que está em dois lugares ao mesmo tempo mas está na margem mas no sentido de você estar habitando duas realidades duas ou mais realidades né que ela chama De múltiplo
pertencimento e para essas pessoas né que T múltiplo pertencimento né que elas estão na rede mas elas não estão naede rede eh a relação com a tecnologia ela vai ser sempre conturbada né como exemplo del do Sanduíche ela tem acesso mas ela não tem acesso né porque o dela demora mais e daí por exemplo se ela tava num intervalo ali com colegas né ela não ia conseguir comer na mesma velocidade que eles porque o dela pediu Dela ia demorar muito mais ela ia ter que fazer isso de algum ter que contornar isso de alguma outra
maneira e a gente consegue pensar não vou abrir agora só pela questão do tempo mas a gente consegue pensar em muitas situações que a gente lida com a tecnologia e que a gente tem mesma relação conturbada né que a gente tá dentro tá sendo reconhecido mas não tá sendo reconhecido ao mesmo tempo né Eh e daí ela comenta também eh sobre uma Questão que é a o momento em que é possível estranhar os padrões e As convenções de uma determinada rede estabelecida e uma vez que ela é desestabilizada a ideia de que existe uma neutralidade
né como por exemplo no caso dela do Sanduíche né que é desestabilizada izada a ideia de que o sanduí do McDonald's atende todo mundo então é possível você perceber que ele não é neutro né existe ali um grupo de pessoas que tem acesso que foi projetado Para um determinado grupo de pessoas e a mesma coisa acontece né Inclusive a gente vai pensar criticamente aqui sobre o próprio conceito de design centrado no usuário porque quem que é esse usuário às vezes ele não é o o as pessoas são muito diferentes entre si e às vezes quando
a gente fala né na teoria e no conteúdo de de alguns eh alguns processos que foram desenvolvidos a partir do Design centrado no usuário e hoje em dia isso é muito criticado por Alguns autores mais contemporâneos do próprio ux e de outras maneiras de desenvolver eh que é assim esse usuário às vezes ele era um um cidadão né mediano mas um cidadão mediano a partir de um determinado gênero de um determinado território né de um determinado lugar um país Uma expectativa um determinado eh eh classe social então onde que tava neutralidade desse centrado no usuário
não era qualquer usuário era um usuário Específico né então a gente não tá falando de uma de uma neutralidade a gente tá falando de determinados eh recortes que já estão sendo feitos ali no que você tá tendendo a uma ideia de que eu estou pensando nas pessoas mas Quais pessoas né então são coisas pra gente ir pensando assim eh e daí a a leif star Ela comenta né que uma vez que os arranjos eles se tornam padrões em uma comunidade a criação de padrões alternativos pode ser Caro ou impossível a menos que uma comunidade alternativa
se desenvolva por algum motivo e às vezes a despesa é possível justificada e pode levar ao desenvolvimento de uma outra comunidade então Eh para exemplificar isso eu vou trazer algo bem recente que foi a pandemia né antes da pandemia não se imaginava a gente ter aulas quer dizer existia Tá mas não se imaginava e não era tão Popular a gente ter aula assim no Formato que a gente tá tendo de maneira remota às vezes era até inviável ou injustificável em termos de infraestrutura seja das Universidades né o acesso à própria eh internet ou a as
próprias ferramentas que se usava para fazer conferência também não não tinham sido tão não havia tanto investimento dependia muito da ferramenta e daí veio a pandemia e daí todo mundo teve não tinha outra alternativa a rede estabelecida que era você ir Presencialmente ter aula você ir presencialmente pro trabalho você ir presencialmente de fazer as coisas não dava mais para fazer então a rede foi foi desestabilizada e a partir disso a gente outra comunidade passou a a a ter potencial para se desenvolver que foi a organização remota das coisas né o trabalho remoto eh as pessoas
começaram a olhar para isso e daí quando elas encontravam barreiras por exemplo ai a ferramenta que eu uso não tá funcionando Ah eu preciso de uma ferramenta melhor e daí as empresas olharam e falar ah as pessoas estão usando muitas ferramentas e tá faltando ferramenta tá faltando recurso vamos desenvolver isso vamos olhar para isso vamos investir recurso nisso Hoje em dia a gente tem muito mais ferramentas para organização remota por exemplo esses quadros digitais essas isso sempre existiu em determinado grau não era tão popular e às vezes não tinha tanto investimento paraas pessoas Estarem utilizando
aquilo ou estarem se organizando dessa maneira Mas a partir do momento que aquilo foi desestabilizado as pessoas começaram a olhar para isso e começaram a correr atrás daquilo que tava em lacuna né que tava precisando de mais desenvolvimento de mais coisa ali e as pessoas começaram a a e a gente começou a ter né acesso a esses recursos a gente começou a ter essas comunidades essas possibilidades por exemplo a gente tá tendo aula aqui Com pessoas não sei por isso que eu queria perguntar da onde que você da da onde que que cidade que vocês
eram por favor respondam lá depois nos postites pra gente ter um Panorama assim também eh a gente tem algumas facilidades hoje em dia né com a própria organização remota que a gente não teria por exemplo no presencial né Por exemplo Tá tendo aula à noite a gente tá tendo aula à noite eh isso pode ser muito mais difícil se você tem que se deslocar Presencialmente se você mora longe você mora num bairro bem longe da Universidade ISO te envolve um risco né de você voltar para casa depois que a aula termina também você tem o
custo do deslocamento Você tem o custo às vezes de você ter que comer algo no caminho ou comer algo na volta enfim e aqui a gente tem muito mais facilidade né você ter a gravação para ver depois também você tem algumas alguns recursos que não tinha né dentro da a l digital vai ficar Disponível sim ela vai ficar disponível até o até depois do fim da disciplina na verdade ela é é é da gente é minha e de vocês assim é para é um recurso pra gente usar eh então Eh isso se modificou né mas
antes antes da pandemia Provavelmente você chegasse e tentasse impor né não agora a gente vai começar a fazer tudo por organização remota e a gente precisa de mais investimento nessa área e tudo mais eh provavelmente isso não funcionaria Naquele momento mas uma ilização da rede fez com que fosse possível e daí agora pós pandemia né a gente tem o quê A gente tem aquele outro processo que ela escrev formou-se uma outra né organização Uma uma outra comunidade que é a favor da organização remota que vê essas vantagens né Tem desvantagens na organização remota tem falta
o contato às vezes falta coisas que você não pode fazer no remoto que você pode fazer no presencial é claro não quer Dizer que uma é muito superior a outra Elas têm as suas vantagens e desvantagens tem seus efeitos né sociais e culturais e tudo mais mas formou-se nessas duas comunidades por assim dizer pensando no Home Office na questão do trabalho hoem dia a gente tem embates que são discursivos ideológicos que as pessoas que não todo mundo tem que voltar pro escritório e a galera que fala que não existem muitas vantagens psicológicas eh e pras
pessoas que estão Podendo trabalhar de casa né existe uma questão de gênero às vezes associada também porque às vezes a a mulher tem mais mais eh possibilidade de fazer atividad se ela pode fazer coisas de casa pela questão de ter mais ter menos divisão de trabalho doméstico e ter menos eh questão de por exemplo ter cuidar de crianças e tudo mais então tem questões ali que vão surgindo né E daí as pessoas vão se formando em comunidades e defendendo determinados Tipos de questões dependendo de que lado né que investimento que elas estão fazendo e que
responsabilidades que elas estão tomando em relação à aquilo mas eu trago isso como exemplo né pra gente ver isso na prática assim achei foi um exemplo bem bom paraa questão da do que ela tá falando ali no texto de novo esse texto é de eh 90 se eu não me engano 1990 eh E daí como eu comentei né mais importante argumentar qual que é melhor né se ah Presencial remoto é melhor é a gente refletir né queas redes elas passam por essas transformações infraestruturais a partir de uma necessidade humana né E que eh essa necessidade
humana às vezes eh ela existiria a partir de um único indivíduo né Ela deveria ser tão relevante quando a gente tem um único indivíduo como quando a gente tem vários grupos Mas elas vão ser sempre mais eh não diria fáceis mas o investimento Acaba sendo maior a partir de um grande volume de pessoas e é por isso que a lestar comenta que por elas por alergia cebolas não ser uma coisa tão reconhecida ela sofria mais problemas em relação a isso e o que costuma acontecer né quando as pessoas estão nessa situação de marginalidade de uma
determinada rede que é estabelecida e como elas não têm voz individualmente né no sentido de que as vozes delas não são ouvidas quando elas falam ou que as Estruturas não vão da base ali para elas eh terem as necessidades delas atendidas é que elas acabam tendo que se unir em grupos né se unir em comunidades né Ganhar ali uma um grande volume para conseguir pedir um um determinado retorno né seja de um governo seja de uma empresa seja de um eh uma instituição Educacional ou uma instituição qualquer que que possa atender as necessidades delas né
então pra gente pensar a respeito disso eh e Outro aspecto que é interessante no no no discurso da lef Star sobre tecnologia é que ela comenta que não tem nada que é necessário eh ou inevitável sobre qualquer ciência ou tecnologia né que elas são todas construções historicamente contingentes ou seja Elas têm um motivo para ser né como eu comentei não é que ah eh Home Office e organização remota melhor não teve um motivo ali teve um momento em que aquilo fazia sentido por causa de uma questão Que estava acontecendo globalmente e a partir dessa questão
as pessoas foram desenvolvendo outras né ou puxando outros discursos fazendo outras reflexões e que para algumas pessoas aquilo continuou fazendo sentido e para outras pessoas não fazia mais sentido elas voltaram para uma outra eh para uma um outro estado né outra maneira de interagir eh então não importa quão estabilizada seja uma rede né independente dela ser uma rede que não Vai permitir né que outras outras eh outras maneiras de interagir emerjam ela não é inevitável né e nem ela é essencial ela é construída né ela ess como eu falei comentei lá da tecnologia no isso
a gente faz investimentos a gente escolhe coisas a gente constrói responsável ou irresponsavelmente às vezes a maneira como a gente tá transformando a nossa realidade e por último acho que ess é vai ser o último conceito que eu vou Trazer hoje é essa ideia de de infraestrutura que a star também traz dentro da pesquisa dela que é ela comenta que é o estudo as do estudo das coisas tediosas que são as coisas que não são necessariamente visíveis dentro de um determinado sistema e aqui a gente pensando em sistema é tanto um sistema eh seja ele
digital quanto um sistema tipo uma relação de pessoas né como as pessoas estão se relacionando dentro de um que não precisa necessariamente ser Mediado por interfaces digitais eh a le start pensando muito na na questão dos computadores né de trabalho mediado por computadores na pesquisa dela mas a infraestrutura não só não tá necessariamente só conectada a uma ideia de computador a uma ideia de rede digital assim tradicionalmente falando mas aqui uma coisa que ela comenta e que eu acho que a maneira mais eh fácil da gente visualizar o que que é uma infraestrutura é que
a infraestrutura Ela é invisível eh por isso a gente não pensa sobre ela né Eh por exemplo aqui a gente tá dentro de um de um sistema né mediado pelo pelo Google que é o meets e por isso a gente tá conseguindo ter essa conferência vocês só perceberam isso entre aspas quando eu caí né aquela hora que falhou e eu caí Então seja a infraestrutura falhou né eu não consegui me conectar por alguns segundos então não não estava mais acontecendo a conferência E daí você percebe né você Percebe a a interface você percebe os problemas
ali as questões que estão acontecendo e essa é uma maneira da gente conseguir pensar essa ideia de infraestrutura ou seja ela é a coisa que tá acontecendo por de trás dando eh respaldo para que determinados processos aconteçam mas que ela não é visível a princípio ela vai ser visível quando alguma coisa não estiver funcionando nela não apenas nessa situação mas eh é uma das maneiras que a Gente consegue perceber a o quão influente a infraestrutura é para fazer a gerência desses sistemas eh e devido as suas dimensões grandiosas né cheias de camadas e complexas elas
podem adquirir significados diferentes e localmente e a infraestrutura ela nunca vai ser isso também acho que é bem importante aqui pros assuntos que a gente vai tratar aqui em relação à governança digital ela nunca vai ser modificada de cima para Baixo essas mudanas elas vão levar tempos justamente porque as infraestruturas elas são robustas né Elas vão demandar à vezes de ajustes esses ajustes vão puar ajustes em outras instâncias que vão puar ajustes em outras instâncias e você vai ter que ir navegando assim para conseguir fazer modificações em uma determinada infraestrutura ela também comenta que ninguém
está realmente no comando de uma Infraestrutura porque ela acaba sendo maior do que as pessoas que estão acessando o sistema eh e daí para analisar essas infraestruturas Ela traz alguns pontos pra gente pensar que eu acho que vão ser bem importantes quando a gente for considerar questões de desenvolvimento e de desenvolvimento centrado tanto nos usuários quanto da própria experiência e tudo mais que é ela comentando de identificar narrativas principais ou Narrativas mestras que é você perceber que a a maneira como se utiliza algo ela tá focada em um determinado grupo normalmente apesar disso não ser
assim visível é que aquela ideia de neutralidade de novo como na questão do McDonald's ali que ela comenta eh que existem eh determinados grupos que estão sendo privilegiados pela infraestrutura que eles são o principal usuário ali eh a outra questão que ela traz é a ideia de a gente tornar O chamado trabalho invisível Ou seja pessoas que estão interagindo nessa infraestrutura também mas que nem sempre se percebe né no caso ela dá um exemplo que seria Tipo se você tem um ambiente ali um local de trabalho às vezes você olhar para questões que estão dando
respaldo pro funcionamento Eh vamos pensar por exemplo na universidade assim não só os professores e os estudantes estão dando eh possibilidade da existência da Universidade mas a gente Tem zeladores a gente tem as pessoas que estão fazendo manutenção dos espaços que estão fazendo a manutenção da segurança da Universidade todas essas pessoas também estão construindo o espaço Universidade ali mas nem sempre elas estão sendo reconhecidas como parte dessa construção né pessoas que estão às vezes fazendo reformas em em em partes da universidade para que elas fiquem mais eh fáceis de circular ou para que você tenha
mais acesso e tudo mais Eh é outra questão que eu acho bem relevante principalmente em interfaces digitais é a gente pensar no que ela chama de trabalho articulado para execução de tarefa F que é uma vez que você tenha que aprender a fazer algo de uma maneira eh diferente do que você tá habituado né então se você sempre fez algo de uma determinada maneira manual e daí você recebe a a a informação de que agora você vai fazer isso mediado por um sistema digital você vai ter que tirar Tempo para aprender a usar esse sistema
e mesmo que ele Facilite mais a sua vida né mesmo que aquilo vai deixar o seu trabalho mais eh eh rápido ou mais ágil você vai fazer em duas horas algo que você fazer em quatro esse trabalho que você vai ter de ter que aprender a refazer algo que você já estava acostumado a fazer só que de uma maneira nova ele NS vezes não é computado como parte como parte do esforço para se aderir a uma determinada tecnologia Eh e isso que é bem relevante no sentido de como que as pessoas vão engajar ou não
né porque às vezes você tem sei lá uma empresa e daí chega um software novo que é para facilitar a vida dos dos empregados ali das pessoas trabalhando e daí Todo mundo odeia porque né Elas vão ter que aprender a usar e elas não querem aprender a usar porque elas já estavão acostumadas com da maneira como elas faziam antes e ninguém quer aquilo e tem um estresse porque né tem essa Questão do trabalho articulado né não é só parece pode ser mais fácil pode realmente que aquela tecnologia ela tenha apropriação dela traga benefícios para uma
determinada comunidade mas mas é a resistência das pessoas pode ser justificada para essa questão do trabalho articulado E isso também tem que ser considerado durante essas implementações que chegou uma pao da gestão documental Ah o e-mail sim eu posso deixar Assim deixa vou mandar aqui para ti eu acabei esquecendo de colocar na apresentação mas vou colocar ali depois quando eu subir os slides de uma padinha aqui se tá fazendo isso mas enfim daí retomando também né essa esse foi Esses foram alguns conceitos né ficou meio aceleradinho aqui mas era o que eu queria trazer assim
a partir de hoje era a gente pensar essas questões pensar criticamente sobre a tecnologia pensar Icamente sobre as próprias abordagens que a gente vai fazer quando a gente for pensar o design e pensar usuários e pensar em desenvolvimento em transformação digital eh também queria deixar bem eh claro né que como eu comentei né não existem verdades absolutas não existem verdades universais Então essa é uma abordagem possível eh não é só o design Nem só a CTS que traz essa possibilidade da gente criticar os sistemas ou da gente pensar Em outras eh outras possibilidades de desenvolvimento
né existem outras teorias existem outras abordagens que também estão pensando em questões sociais e dialogando de muitas maneiras com isso essa é só uma abordagem possível né AB Estou trazendo ela porque foi a abordagem que eu estudei e é abordagem que eu tive acesso à a gente vai falar em algumas aulas eh mais para frente sobre essa questão né de se se situar né como desenvolvedor como Pesquisador ali né a partir do do das limitações e das coisas que a gente tem acesso dentro do Nosso repertório né pra gente pensar também Quais são os nossos
vieses para onde que a gente tá olhando e por que nos motiva ou não eh mas aqui a gente vai trabalhar dentro dessa estrutura né a gente vai pensar o design Então a gente vai aplicar metodologias do Design para considerar o desenvolvimento de estratégias para governança governança digital e daí eu Deixei bastante material ali para vocês na parte sobre eh Design na verdade sobre o Como que é o panorama da Inovação no Brasil eh não sei se vocês têm acesso já a o material que tá no inap mas lá tem bastante eh conteúdo gratuito Creative
commons que é bem interessante e que traz bastante panoramas assim pra gente ver como que tá a situação do Brasil em relação à transformação digital em relação à inovação em relação a como as pessoas Estão lidando com isso e o que que eles estão trazendo eh e daí eu queria né ter muito essa abordagem do criticismo né para quando a gente for para esse material a gente já ir com com essas questões que a gente viu aqui hoje né pensando criticamente a respeito do que foi implementado como foi entado se a gente pensa que poderia
haver outras possibilidades na maneira como as pessoas estão lidando com essas questões né se as ferramentas e Tecnologias que as pessoas estão utilizando elas fazem sentido se el poderia ter sido feito de outra maneira então quando a gente consumir esses esses conteúdos eu não queria que a gente fosse Sei lá só com uma perspectiva de Ah eu vou ver como é que tá e vou aceitar tudo que tá aqui não eu quero que a gente olhe para isso também com crítica que a gente Olhe isso pensando pode ser que não tenha necessariamente algo ali para
ser Melhorado ou que a gente possa eh que que dê para seguir as as referências que estão ali e tudo mais mas eu queria que a gente tivesse essa essa percepção de que se alguma coisa ali a gente achar que a gente pode melhorar ou trabalhar em cima daquilo ou talvez combinar com algum outro campo de saber então que a gente fosse com esse caráter bem exploratório assim meio desbravador no sentido de pensar Ah o que que faz sentido o que que não faz sentido o que Que eu posso combinar aqui né de para não
aceitar só passivamente o conteúdo não só pensar se tá aqui é porque é lei né Justamente a gente fosse pensando isso a partir né de de considerando como a gente pode agregar O que que a gente pode questionar ou o que que faz sentido mesmo a gente tem que investir a partir daquela daquela percepção daquela abordagem e chamar mais pessoas para trabalhar a partir daquilo eh e daí também né vai ser uma abordagem Bastante multidisciplinar né considerando que tem muitos Campos né que estão ali eh se entrelaçando na hora da gente desenvolver tanto tecnologia quanto
o próprio como falei o próprio design ele é um amálgama de muitos muitos outros Campos que vão construindo e dando sentido para ele eh e aqui também no multidisciplinar A ideia é da gente não ficar fechado num campo né de ah eu tô fazendo design Então eu só falo com a galera de design e eu só estudo Design eu não vou para outros Campos assim ó então eu tô fazendo pesquisa eh na área de computação Então eu só falo com uma galera de computação tipo não gente vamos trocar vamos falar com pessoas de áreas diferentes
da nossa vamos perceber como essas pessoas pensam o mundo ver como isso entra em conflito ou como ele tem pontos de contato né com a maneira como a gente tá enxergando o mundo pra gente poder construir essas questões né poder ver nesses contrastes Né O que que tá acontecendo eh e daí o exercício para pensar os conceitos ele tá ali no no mudo eh são algumas perguntas que tão vinculadas ao ao exercício do início dessa aula acho que vou até voltar aqui porque porque teve gente que não tava quando eu falei no início mas nesse
quadro coletivo que tá ali que vai ficar disponível tá gente eh para você escrever o seu nome a sua área de atuação eh ou a área de pesquisa e a sua Cidade e algo que você gostaria e acho que seria legal transformar eh então e daí a partir disso que você selecionar ali no colocar ali no posit que você acha que você gostaria de transformar tem algumas perguntas que a gente vai trabalhar ao longo da disciplina eu coloquei nove perguntas ali para vocês pensarem essa essa questão que vocês gostariam de transformar não precisa se preocupar
em responder todas pode ter coisas ali que Vocês ainda não TM a resposta pode ser que leve inclusive um bom tempo para ter a resposta mas é só pra gente ir pensando sobre isso então tudo bem se a resposta pra pergunta for eu ainda não pensei sobre isso ou eu nunca tinha pensado sobre isso porque a ideia é a gente entrar em contato com essas questões e pensando isso a partir da da ideia que a gente gostaria de Transform formar lá no início eh e daí só para encerrar aqui a parte expositiva mesmo Eh essa
é uma outra citação da har que eu acho interessante porque ela fala sobre uma metalinguagem na nossa própria maneira de fazer coisas né então que ela comenta que importa Quais questões usamos para pensar outras questões quais histórias usamos para contar outras histórias que nós que atam os nós quais pensamentos pensam quais pensamentos que descrições vão descrever inscrições que laços atam laços importa Quais histórias criam mundos e quais mundos criam Histórias então que que ela tá falando nessa confusão aqui é que a própria maneira as próprias escolhas que a gente faz quando a gente tá descrevendo
o mundo quando a gente tá eh investindo em determinadas teorias científicas elas vão estar construindo o que a gente entende por teoria científica o que a gente entende por mundo né O que que a gente tá construindo ali então Eh deixa vocês com essa citação então para confundir um pouco a cabeça mesmo e para A gente ir pensando sobre essas questões né O que que a gente usa para pensar sobre a nossa própria teoria sobre a nossa pesquisa sobre o que a gente quer fazer ali né como estudante como professor enfim como profissional e é
isso gente espero que vocês curtam as lives e deixo agora aberto para perguntas para qualquer questão que vocês queiram trazer enfim fiquem à vontade Obrigado Everton Obrigado Gilberto Obrigada Ingrid prazer conhecer vocês né fiquem à vontade para comentar para mandar Se precisarem de dúvidas ali o e-mail tá disponível eh e assim vocês estão liberados a partir de agora assim quem quiser ainda ver alguma questão aqui Fique à vontade vou ficar disponível mas ão tá tranquilo Muito obrigado professora muito boa aula Obrigada Gilber l