E aí, pessoal? Vamos começar mais um episódio do podcast sócios. Quem fala aqui é Bruno Perini, host do podcast. Estou como sempre com a Lu Perini, minha esposa, host, o belo rosto dos sócios. >> Olá, pessoal. Sejam bem-vindos a mais um episódio dos sócios. >> E sobre qual falaremos hoje? >> Hoje começaremos a falar sobre o tema do ano, né? ou não, porque temos muitas coisas dividindo esse ano, mas as Eleições certamente é um tema quente que vai acontecer aí durante esse ano. A partir de agora, acredito, >> até agora o tema do ano foi
Banco Master, quebra do Willbank, só em janeiro, né? Janeiro, >> vai ter Copa do Mundo, mas temos um encontro inescapável com as eleições em outubro. Esse tema já tá presente já há bastante tempo. O mercado comenta bastante expectativa, sai pesquisa, mas esse ano, daqui a pouco, toda semana vai Começar a ter pesquisa. Vamos falar um pouco disso com o nosso convidado. Mas antes de apresentá-lo, eu tenho um recado para vocês. Eu vou lembrar que no dia 9 de fevereiro eu vou lançar a 35ª turma do Viver de Renda, meu curso de educação financeira. Lá você
pode entrar sendo completamente leigo, que se você assistir as aulas e tirar as dúvidas, você aprenderá a investir tanto no Brasil quanto no exterior e a formar sua carteira de ativos diversificada entre Ativos, moedas e países. Então, para quem quiser, nós temos um Qcode aparecendo na tela e um link na descrição. Lembrando que para os 300 primeiros tem um bônus especial, você ganha além do viver de renda, um ano de finclass. Então, para quem quiser concorrer esse bônus, é muito interessante que você esteja na lista de pré-inscrição, porque lá a gente abre a inscrição às
8 e depois pro pessoal de rede social somente às 9. E esse bônus Costuma acabar em alguns poucos minutos. Dado o recado, vamos apresentar nosso convidado. Estamos aqui com Romeu Zema, é governador de Minas Gerais, um dos principais líderes da direita brasileira na atualidade. Entrou na política em 2018, quando venceu sua primeira eleição e foi eleito governador com 71.8% % dos votos válidos no segundo turno. Em 2022, foi reeleito no primeiro turno com mais de 6 milhões de votos, o que dá 56.1% para o mandato de 2023 a 2026. Antes da Vida pública, Zema já
era reconhecido como gestor experiente no setor privado. Esteve à frente das lojas ZEMA por mais de três décadas e liderou a expansão da rede, que saiu de quatro unidades em Minas Gerais para mais de 470 lojas em seis estados. Empresa que completou 100 anos em 2023. Formado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas, ficou conhecido nacionalmente pela transição do setor privado para a vida pública e pelos resultados Eleitorais que consolidaram como uma das principais lideranças políticas do país. Zema, bem-vindo ao podcast sócios. >> Prazer, Bruno. Um prazer, Malu, estar aqui com vocês nos sócios.
Espero poder contribuir. Sempre muito bom estar aqui. Bom, para começar, o que que te levou a migrar da vida privada, setor privado, onde você teve sucesso, indiscutível pela métrica aqui de abertura de lojas, né? Uma marca com mais de 100 anos pra vida pública, onde a gente sabe, né? Eu Como digital influencer e a minha esposa também, todo dia tem gente falando mal da gente. Com político é muito pior. Você pode fazer o certo e mesmo assim vai ter muita gente o tempo todo criticando, por melhor que seja a sua conduta. Por que que você
compra essa briga, >> Bruno? Eu acho que teve aí um vários fatores, um alinhamento de planetas, não foi só um, não. Vamos recapitular aqui. Primeiro, eu Fiquei 30 anos abrindo lojas, rodei mais de 2 milhões de quilômetros dirigindo, grande parte disso por Minas Gerais. Lembrando que apesar da empresa da família ser antiga, esse ramo foi um novo negócio que eu abri. começou praticamente do zero. O ramo nosso sempre foi concessionária de veículos, existe ainda, só que hoje o negócio de varejo é muito maior do que o de concessionária de veículos. E eu vi que tinha
um potencial de crescimento. Comecei a abrir, fiz de acordo com o o perfil de Minas Gerais, Minas Gerais são 853 municípios, a grande maioria pequeno. Então nós especializamos nesse tipo de negócio. Nós não temos loja em shopping, nós não temos loja em região metropolitana, nós temos loja em cidades de 10, 20, 30.000 habitantes. E é o que não falta em Minas Gerais. Então, fiquei dedicando toda a minha vida e chegou 2016, eu falei: "Eu quero ver essa Empresa que eu fiz crescer funcionar sem a minha presença." Eu já vi muitas empresas, você também que acompanha
negócios, começarem a sofrer, porque já passou da hora do fundador, >> do acionista passar o comando para uma geração mais nova e ele insistir em continuar. Eu acho que nós temos condição de contribuirmos muito, mas nós somos mortais. >> Então, já vi muito empresário só deixar o negócio na hora de ir pro cemitério ou pro hospital e eu não queria isso. Então, fiz a minha sucessão em 2016, a empresa profissionalizada, com balanço auditado, tudo direitinho. E fui para o conselho de administração. Queria ter uma vida menos corrida, entendeu? Aí foi pra política >> e tive
no ano de 17. O ano meu de 17 foi um ano totalmente atípico na minha vida. Eu não estava nem e o dia todo empresa e Nem dedicando a outra atividade. Tava estudando, tive oportunidade de conhecer startups fora, ver como que funciona. Tá ajudando, contribuindo com a empresa de uma outra forma que não lá no dia a dia, reunião, cobrança, relatório, viagem, deslocamento sem parar e contribuir. e coincidiu de no final de 17 o Partido Novo entrar em contato comigo. Ó, nós queremos disputar a eleição para governador ano que vem e queremos você contribuindo com
o partido. Eu nunca gostei de política. Eu tinha até a versão. Eu ajudava a fazer a política de recursos humanos, os procedimentos. E uma das coisas que eu sugeri foi introduzida, que era proibido entrar político na empresa para fazer campanha, para fazer qualquer coisa. Varejo você depende é do seu João, da dona Maria, do Joãozinho para poder tá vendendo. Não depende de político. E eu sempre vi com péssimos olhos a política no Brasil. Então a minha reação natural Foi falar: "Não, você concorda? eu ser chamado por uma coisa que eu sempre abominei, que eu nunca
gostei, que eu considerava uma atividade semicriminosa, mas esse não começou a ter um custo para mim, com a minha consciência, eu acordava de noite e pensava: "Gente, eu sempre critiquei tanto o setor público, a burocracia do estado, os políticos, agora eu tô sendo chamado, posso contribuir com algum alguma coisa e não vou. Então assim, e aquilo me pesou, porque só criticar é fácil. Sim. >> Você mora no condomínio, você critica que o jardim tá feio, que a piscina não tá limpa adequadamente, que a pintura tá não sei o quê, mas você não vai em reunião
de condomínio, você não participa. Então eu comecei a ficar naquela dúvida, mas antes de falar assim, eu fui numa psicóloga para ela me dar um atestado de sanidade mental, que eu comecei a duvidar que eu pudesse Estar tendo alguma alucinação, alguma coisa assim. Fui, ela me entrevistou, conversou muito e falou: "Não, você tá tudo bem, você tá só muito indignado". Lembrando que lá 2017 a gente tava vivendo pós impeachman, petrolão, mensalão, mala de dinheiro, mais escândalo, corrupção do PT, não sei mais o quê. Ela falou: "Não pode >> igual agora, né? Muda tanta coisa 10
anos depois e pouca coisa mudou". E aí >> mudaram algumas coisas? É, eu fui com a cara e com a coragem. Eu falo que se aquela eleição de 2018 fosse esses grandes aquários que a gente vê com tubarão, teria lá alguns tubarões que são os políticos de sempre >> da política tradicional com partidões por trás, com apoio de centenas de prefeitos, milhões para gastar. E além desses tubarões, teria lá um lambari desse tamanho, que seria eu, entendeu? Porque eu tava num partido pequeno, Desconhecido, sem recursos, que o partido não usa, não usava recursos públicos, mas
mesmo assim acabamos fazendo essa revirvolta. Então, acho que o que me moveu foi inconformismo, foi indignação. Lembrando que meus últimos 2 anos na empresa, 2015, 16, Bruno, eu tive de reduzir o quadro da empresa em 2.500 funcionários devido à recessão. >> Você acompanha a economia, você sabe que a maior recessão da história do Brasil foi a de 2015, 16. E ali eu comecei a Ver que não adianta você estudar muito. Eu sempre fui bastante estudioso. Não adianta você ser um bom profissional. Não adianta você criar uma empresa boa se você tá num país que tá
caminhando para ser uma Venezuela. Que que vale qualquer empresa na Venezuela? Nada. Ninguém quer ir para lá. Um país aonde só tem corrupção, não tem nenhuma previsão de nada. Então, em 2015, 16, eu acho que eu comecei a a sentir, mas a virada mesmo veio em 2017 com o convite Do partido e essa reflexão. E lembrando também que a minha situação financeira me permite tá na política ganhando ou perdendo eleição. Não vai fazer diferença. Eu não dependo, graças a Deus, de tá ganhando ou não qualquer eleição para me manter. Meus filhos já formados, criados também.
Outro ponto que acabou ajudando, eu separado, que eu acho que casado e fazer campanha é uma coisa complicada, sabe? Você fica mais, você passa a viver igual cigano, cada Noite num lugar. Eh, porque na minha campanha de 2018 eu fui a mais de 200 cidades. >> Nossa, >> numa campanha há mais de 200. Rodei só no meu carro, sem considerar voos e carros de terceiros que às vezes eu utilizei mais de 70.000 km. Então é uma maratona e para quem tem família acaba sendo às vezes um obstáculo, mas os filhos criados, separado, acabou que funcionou.
Então estamos aí e mostrando Que é possível fazer uma política diferente. >> 70.000 km só na campanha. >> Só na campanha. E >> foram quantos meses? 10 meses, 7000 km por mês dá 220 km por dia. Não é nada demais, não. Concorda? Mas não é pouco também não. É, tá pensando no carro, no carro da Malu. Você tem 40 milos rodados em 4 anos. >> Em qu >> Ah, mas olha só, esse é um carro bom Para vender, hein? No dia que você for vender, venda pessoal sabe. Tá a venda que a gente fez um
episódio recentemente e aí eu eu botei a venda. Tá a venda. Ó, >> porque um carro híbrido no episódio falou: "Pô, híbrido pode dar problemas." >> Conta, amor. A gente tá aqui vendendo carro paração. >> E e o que você notou assim de grande diferença do funcionamento do setor privado pro setor público, assim, as principais. E eu também queria saber se A experiência com o varejo te ajudou, porque eu gosto muito quando eu conheço executivos que passaram pelo varejo, porque as margens são sempre muito apertadas, >> tem que fazer milagre. >> Então, se o cara
não não tá atento a custo, daqui a pouco vai pro negativo, entendeu? E aí quando esse cara chega numa empresa com uma margem ótima, ele fala: "Caramba, né, é outra vida". Mas eu queria saber se você teve, conseguiu Trazer os ensinamentos do mundo privado pro público e aplicar realmente. >> É, você falou muito bem, né? As empresas de varejo tem uma margem mínima. Tanto é que se você pegar as varejistas de 30 anos atrás, poucas estão aí hoje. Acho que 90% sumiram >> e várias que estão estão capengando. >> Estão. É, e inclusive tá numa
época muito difícil, né? Eu tenho notícias lá da empresa minha, né? Que eventualmente eu me inteiro da situação. Nós estamos Pagando para trabalhar, entendeu? pagando para trás. E muitas varegistas estão nessa situação. O e-commerce veio muito forte, a inadiplência tá alta, os juros estão alto, eh o consumidor mudou muito, veio aí bets, veio outros concorrentes que nunca existiram. Então, eh, o varejo tradicional, que é que é o nosso caso lá, tem sofrido bastante, mas ajuda muito, porque eu sempre percebi, ô Bruno e Malu, que você precisa, antes de tudo, montar uma boa Equipe. E nós
temos excelentes pessoas no setor público. Lembrando que no setor público você tem muita gente concursada, capacitada, só que geralmente essas pessoas são relegadas a um segundo plano pela politicagem. Vamos pegar o caso lá de Minas Gerais. Nunca no passado um servidor de carreira da Secretaria de Meio Ambiente, da Secretaria de Educação, tinha sido secretário de meio ambiente ou secretário de educação. É a mesma coisa que numa empresa, Bruno, falar: "Ó, vocês aqui podem crescer, mas nunca serão presidentes da empresa." >> Você tá entendendo? Eh, eh, você concorda que isso é uma ducha de água fria
no ânimo, no entusiasmo de quem quer crescer? >> Então, lá em Minas, e acho que em boa parte do Brasil funciona assim, mas nós vimos, fizemos processo seletivo e Colocamos pela primeira primeira vez na história uma mulher à frente da Secretaria do Meio Ambiente que é de carreira lá. Colocamos um ex-diretor, professor à frente da Secretaria de Educação. E quando você tem gente boa, e nós fizemos processo seletivo, Red Hunter, inclusive, que nós usamos quando eu ganhei a eleição em 2018, você já começa a ter um diferencial. Setor público não gosta de gente Competente, gosta
de gente que vai para lá para fazer politicagem. Por isso que a saúde não avança, por isso que a segurança pública não avança no Brasil. Esse é o grande problema do setor público. Coloca lá quem é mais cabo eleitoral do que quem entende de saúde, de segurança, de educação, de segurança pública. E lá nós somos hoje, Bruno, o estado que tem o menor número de secretarias. Se você fizer um levantamento, apesar de Minas ser o estado o segundo mais populoso do Brasil, só perde aqui para São Paulo, nós somos o estado mais enxuto, 14 secretarias,
muitas cidades do interior tem mais secretários do que nós temos lá. Agora você precisa de três dentistas na sua boca para resolver seu problema no dente não precisa. Um dentista bom resolve, não é? E assim nós fizemos lá. Então, o setor público, além de ter gente boa, tem a politicagem que faz com que esse Pessoal fique, na minha opinião, subutilizado e também indignado. E nós chegamos lá fazendo essa mudança. Agora ajudou muito além dessa visão de pessoal que eh eu sempre tive, né? Você ficar sempre com os melhores, tá selecionando eternamente a sua equipe. A
questão de ter meta, de ter acompanhamento, não tinha. O ex-governador de Minas, Fernando Pimentel, do PT, a informação que eu tenho é que ele ficou lá 4 anos, não teve uma reunião de secretariado. Eu não sei como que funciona. Eu faço no mínimo duas por mês para poder tá acompanhando, passando as diretrizes, discutindo algumas questões. Mas eu acho que o raciocínio no passado era outro, era lotear, é falar o partido tal, essa secretaria aqui é sua, você faz o que você bem entender aqui. E não precisava conversar com outra, com nada. Eu acho que nenhuma
empresa, instituição, funciona se você não tiver um processo bem lubrificado. Se compras Não tiver conversando com produção, que conversa com vendas, que conversa com marketing, que conversa com financeiro. Você concorda? lá ninguém conversava com ninguém. Então, dá para ver como o setor público no Brasil não tem eh eficiência, porque tá cada um olhando só para o próprio umbigo, sem olhar o resultado, as sinergias que você pode estar extraindo do todo. Então, é um grande manancial de oportunidade. Na hora que chega lá alguém com uma visão de Eficiência, com uma visão de entrega, você começa a
fazer uma diferença gritante. E o que que você viu assim de diferença com essa experiência no setor privado pro que você encontrou nas empresas públicas do estado de Minas Gerais? A Semiga e a Copasa, por exemplo, porque você falou do governador anterior, né, o o Pimentel, o PT, não posso falar que é só o PT, né? Boa parte da política tradicional funciona através desse Esistema de loteamento de cargos, né? Olha, você é meu aliado, então toma aqui uma estatal para você tomar conta e aí bota um político para gerir uma empresa, sendo que esse cara
às vezes não tem nenhuma experiência de gestão e a empresa acaba virando a um cabide de emprego, fica mega ineficiente, era para dar lucro, dar prejuízo, tipo Correios agora, por exemplo, >> que que você encontrou lá que você falou: "Cara, isso aqui é como é que Pode funcionar assim? O que que você fez para mudar?" Então isso que você falou é mais pura verdade. Tanto é que a Semig e a Copasa desde que eu fui eleito em 2018 mais do que triplicaram ou quadruplicaram de valor. >> Inclusive, se puder explicar para quem não é de
Minas o que que é a SEMIG Copaz. >> É a SEMIG é a nossa operadora de energia elétrica, né? É como se fosse a CPFL Aqui em São Paulo, a CESP, Eletropaulo. Qual que tá? acho que é. É. >> É. Então o pessoal acho que consegue entender. A SEMIG é uma grande operadora, tem mais de 8 milhões de clientes. E a Copasa é a nossa Sabesp, São Paulo, a companhia de saneamento, >> que também atende mais de 740 municípios em Minas Gerais, responsável pelo fornecimento de água e também Tratamento de esgoto. E essas empresas estavam,
Bruno, nessa situação que você falou, né? Era cargo político, era para atender favores políticos, mas assim, primeiro inchadas, da mesma maneira que o estado. Entre estatais, estado e autarquias, nós reduzimos mais de 50.000 cargos. >> 50.000 cargos. >> 50.000 cargos. Minas numa crise financeira gigantesca. O governo passado pagava o salário Parcelado, não pagava 13º, não eh fazia pagamentos a fornecedores, repasses para as prefeituras e você tinha de enxugar. Então enxugamos, era gente demais. Agora, o fato assim que mais comprova como uma empresa estatal eh impede o desenvolvimento, eu vou te contar aqui dois casos que
eu vivi e ainda vivo de certa maneira na SEMIG, que é a nossa companhia de energia elétrica. >> Uhum. A SEMIG, quem acompanha a vida dela, vai saber que lá nos anos 2010 por aí, ela foi investir no Brasil todo, menos em Minas Gerais. >> E SEMIG significa companhia energética de Minas Gerais. Ela deveria investir em Minas, mas ela foi investir na Light, no Rio de Janeiro, que você deve conhecer, foi investir >> investimentos. Teve um outro que não fica para trás não. O parque eólico renova no sul da Bahia. Esse tá pediu falência ou
recuperação judicial. Belo Monte Santo Antônio, lá no Nortão. Todos desastre em termos de investimento. Esses quatro investimentos conjuntamente deram de prejuízo contábel mais de 12 bilhões de reais para SEMIG. a participação societária, a equivalência patrimonial. >> E você acha que realmente foram investimentos? Um gestor tomou a decisão e ele avaliou mal ou foi troca de Favores, tipo fundos de previdência comprando CDBs do Banco Master, porque provavelmente alguém tava ganhando por fora, né? >> Alguma corrupção. >> Nessa época eu não acompanhava a política, mas que foi investimento ruim, foi e foi também, na minha opinião, projeto
de politicagem. Eles queriam transformar a SEMIG numa Eletrobras do falando eh agora a SEMIG vai ser grande, vai atuar em todo o Brasil, que isso vai Ajudar aqui no meu projeto político >> de ex-governadores, lembre de quem você quiser aí, entendeu? Então era um projeto político e com isso, sabe o que que aconteceu? Além da SEMIG ter tido esse prejuízo superior a 12 bilhões nos balanços, >> teve ainda o sucateamento de toda a infraestrutura de transmissão e eh distribuição em Minas. Quando eu fiz a minha campanha em 2018, Bruno e Malu, o que eu mais
assisti na hora que eu Chegava numa cidade era um produtor rural falando: "Ó, meu pivô central tá parado, tem 4 anos. Porque eu não recebo energia. >> Nossa, >> ó, a minha indústria, eu tive que comprar um gerador que eu ampliei a produção e a SEMIG não me entrega energia. Escutei isso aonde eu ia. Tanto é que na minha gestão para poder corrigir isso, nós saímos, a SEMIG eh completou 70 anos há pouco tempo. Em 70 Anos ela tinha feito 400 subestações. Na minha gestão nós entregamos 200. Para você ter ideia, em 70 anos fez
400, em 7 anos nós estamos fazendo 200 para poder tirar esse atraso. Agora não é só dinheiro que resolve isso. Ela atende o estado todo. O estado de Minas tem o tamanho da França. É quase que o dobro da área do estado de São Paulo. precisa além de dinheiro, de de material, de gente para executar, mas esse problema tá quase que resolvido. Dessas eh 200 subtações, nós já estamos aí entregando as últimas já. E outro problema que nesse caso esse não é só incompetência, não, falta de planejamento, esse é máfé, na minha opinião. Quando eu
assumi Minas Gerais gerava 500 m de energia fotovoltaica, energia solar. 500 M. Hoje tá gerando quase 14 GB. Multiplicou por 28 a quantidade de 500 M para 14 GB. 28 vezes mais. Isso significa que nós colocamos dentro de Minas Gerais uma Itaipu, praticamente, que é a capacidade uma Itaipu, mais de 85 bilhões de investimentos privados que essas usinas levaram para Minas. Isso tá tudo pulverizado. São centenas, milhares de pequenas usinas esparramadas em todo o estado. Mas antes isso não acontecia. Você sabe por quê? Porque a SEMIG só autorizava a construir uma usina solar quem era
amigo do rei. >> Aí o amigo do rei construí uma usina solar que era e ainda é, apesar das Mudanças, um negócio muito rentável. E na hora que ele tinha a carta de autorização, adivinha se ele construía? O que que ele ia fazer? Ele saía no mercado. Ó Malu, eu tenho aqui uma autorização para fazer esse negócio aqui que é muito rentável. Você me paga 4 milhões, eu te vendo. >> Hum. funcionava desse jeito e a fila não Andava para poder privilegiar alguns poucos amigos do rei. Muita gente enriqueceu assim e o estado ficando sem
energia elétrica, as represas só baixando. Quando eu entrei, colocamos um CEO novo na SEMIG, escolhido por Red Hunter, passou por todo esse processo. E uma das coisas que eu exigi dele foi um mapa de Minas na internet, que tá lá até hoje. Qualquer um pode consultar onde é possível ter conexão. E aí teve esse boom de investimentos. Então, dá para ver como uma empresa eh pode travar o desenvolvimento de um estado e de um país. Por isso que empresa estatal não é um bom negócio. Você citou os Correios aí e tá um exemplo atual. >>
É, os Correios na gestão passada eles chegaram a dar lucro, eles estavam para ser privatizados em uma época que ia ter gente querendo comprar >> agora. Só que isso não aconteceu, o lucro virou para prejuízo e é muito Difícil correr agora, ter valor como era no passado, porque você tem toda uma infraestrutura que foi criada pelos concorrentes privados que investem muito mais, porque eles têm lucro e usam o lucro para reinvestir. O correio tem prejuízo >> e aí para poder sanar nesse problema dos correios, que que vai acontecer? O estado vai capitalizar os correios. Então
acaba que o nosso dinheiro de impostos em vez de para educação para Segurança, vai para salvar os correios que são >> vai colocar num negócio que não é um bom negócio hoje em dia, >> que não é um bom negócio. Aqui no grupo a gente tem nove negócios diferentes, né? Então eu falo que a minha tarefa junto com os diretores do grupo é alocar bem os ativos. Se tem um negócio que gera muito mais resultado, recebe mais dinheiro em comparação com outro que não gera resultado. Aquele que não gera Gente fecha muitas vezes. >> Já
na gestão pública o que acontece é: ah, aqui tem um negócio que tá gerando pouco resultado, não dá mais dinheiro. >> Dá mais dinheiro. >> Exatamente. É que eles não tm dinheiro, não tem recurso, eles culpam isso. Então vai, enfia dinheiro, o negócio não vai pra frente. Mas é inacreditável que o negócio que dava lucro agora dá tanto prejuí. E o e o Correios, como você falou, valia um dinheirão aí há 10 anos Atrás, há 8 anos atrás, né, quando se cogitou de privatizá-los. Hoje eu acho que ninguém quer nem de graça. Pois é, >>
já tem todo um passivo que seria herdado. E no caso de Semig Copasa, que que faltou na sua opinião para conseguir privatizar durante o o seu governo? Ou você não era o intuito? Você acha que, olha, apesar de >> sempre foi objetivo, eh, eu quero lembrar aqui que nós privatizamos mais de 200 empresas que não dependiam de Autorização legislativa. A SEMIG tinha muitas subsidiárias, >> caramba. >> O estado tinha muitas participação, Light, Renova, Belo Monte, Santo Antônio, tudo foi vendido, entende? A Semig e a Copasa precisa de autorização do legislativo. A Copasa já conseguimos. vai
ser privatizada eh em breve, talvez até março, abril agora ela vai tá sendo privatizada. é a última das grandes empresas de saneamento do Brasil, que Ainda está em mãos do Estado. E com essa privatização, Bruno, nós vamos ter uma avalanche de investimentos nessa área de fornecimento de água e saneamento, tratamento de esgoto, já que uma empresa estatal, eu falo que ela, se fosse um carro, ela anda com freio de mão puxado, >> porque na hora de executar uma obra, ela tem de fazer toda aquela burocracia, licitação. Quem fica em segundo lugar embarga, entra na justiça
falando que o primeiro não pode ganhar, que ele não Atende esse quesito e as coisas simplesmente não andam. na hora que tá no setor privado, você vai contratar quem você acha que te te presta um bom serviço. >> Então agora a coisa vai andar a partir de março e quem vai ganhar com isso é o mineiro, porque a empresa vai ficar mais inxuta, mais eficiente e o cálculo da tarifa de água leva em conta esse tipo de gasto operacional. E quanto menor o gasto operacional, >> mais barato, >> mais barato fica. >> É bom lembrar
isso porque às vezes as pessoas ouvem, né? Ah, vai privatizar e tem uma uma sensação de que é ruim ou que é ou que vai ou que vai ficar mais caro, sendo que é exatamente o contrário. É que vai ficar mais caro, só que tudo no Brasil fica mais caro, né? Porque tem inflação. Essa é a primeira coisa. Porque o pessoal fala: "Pô, nas companhas aéreas, né, eh, querem tirar a Bagagem obrigatória que existia no passado para falar que vai baratear. A passagem só ficou mais cara". É porque tudo fica mais caro. A gente tem
inflação ano após ano. >> Mas no caso de abastecimento de água e coleta de esgoto, o Brasil de cada dois domicílios, um não tem abastecimento de água coleta de esgoto. Para quem mora numa grande cidade, parece absurdo, mas isso é o retrato do Brasil. >> Uhum. >> E agora o mercado privado, ele pode investir nisso, mas durante muito tempo, antes do marco de saneamento, praticamente não podia. Então quando deixou só na mão do estado não deu certo. >> E a gente morou no Rio de Janeiro, Zé. >> Lá na época a Sedai era uma estatal
que fornecia água e esgoto. E para ser mais eficiente parece que fizeram tudo no mesmo cano durante um certo período. Porque a água saia marrom da torneira. Eu quando fui fazer exame de sangue tava lá que eu tive hepatite A. Eu falei: "Ué, mas como é que eu peguei esse negócio, né? Pela água. >> Que isso? >> Água do Rio de Janeiro, >> entendeu? >> Foi assintomática a sua hepatite. A e foi pela água. Foi pela no quartel. Depois eu vinha descobrir no quartel, fui militar durante 11 anos >> que na hora do almoço o
bebedouro com Filtro não dava vazão. Então o soldado para ser mais eficiente pegava da torneira >> para ser mais rápido, né? >> Então não sou eu tiver para titiar no meu quartel, acho que >> provavelmente todo mundo, né? >> É. E água do Rio de Janeiro vinha da cidade. >> E hoje depois no pós-privatização como que está? >> Aí a gente já saiu do Rio de Janeiro, Então já não acompanhou. E nem quero saber mais do Rio. >> É, mas a notícia que eu tenho, né, que inclusive acho que saiu na mídia, é que a
Bahia de Guanabara já tá bem mais limpa. >> É, o vídeo melhorou. É, >> não é que está limpa não, mas tá menos suja, vamos dizer assim. Mas é um avanço já >> e é necessário porque o estado já tem coisa demais para fazer na saúde, na Educação, na segurança pública, né? Aí ele vai ficar ainda administrando empresa de eletricidade, de água. Não, não dá. é que o Rio ainda tem o grande desafio das favelas, né, das comunidades gigantes que provavelmente não tem é difícil entrar, mas provavelmente agora que que >> todo sanhamento, né, aí
acaba despejando tudo na de Guanabara, né, a maré ali. >> É, e som-se a isso a questão, né, de muitas vezes esse trabalho ser quase que Impossível de fazer, devido o crime organizado que controla alguns territórios, fazem os gatos e se beneficiam cobrando disso. E a última coisa que eles querem é que essas empresas chegam lá com eletricidade, com água, porque são concorrentes deles. >> Examente concorrente deles. >> Você citou muito bem esse ponto, porque quando você disse que a SEMIG tinha investimento na Light há não muito tempo, o último resultado trimestral da Light, eles
sempre divulgam, né, o que eles têm de perdas lá. E é alguma coisa como de cada 10 ligações que existem de energia no Rio de Janeiro, seis são clandestinas. E é exatamente isso. A gente morou em Ralengo, no Rio de Janeiro, tinha eh algumas ruas em que eu entrava que eu não vi o céu de tanta ligação clandestina assim, era um monte de fio passando. E isso é por todo o Rio de Janeiro, porque em todo local você vai Ter uma área não planejada com esse monte de gatos, né? Então a empresa perde muito dinheiro
com essas ligações e tem que cobrar mais caro de quem tá regularizado. >> Exato. E você falou dos Correios. Quando nós vendemos a Light, teve vária crítica lá em Minas Gerais com relação a essa operação. Hoje se nós fôssemos vender, talvez valesse cinco vezes menos do que o que nós conseguimos levantar na época. de lá para cá, só diminuiu o valor aí de Mercado da empresa. O que na sua opinião, na sua gestão, ao longo desses dois mandatos lá em Minas foi uma decisão acertada, mas foi muito impopular na época e com o tempo se
provou correta? Ó, lá em Minas teve um populismo sem tamanho e isso atrapalhou muito o estado. Então, lá atrás e um governador falou: "Eu vou congelar o meu salário, o salário dos meus secretários." E quando eu assumi um secretário de Estado de Educação que tem 200.000 1 funcionários na equipe. Minas Gerais, nós temos aí cerca de 3.500 escolas. São 200.000 funcionários na educação. Um secretário de estado de educação ganhava menos do que praticamente todos os secretários municipais de educação do estado, que tem 853 municípios. É a mesma coisa que um general ganhar menos do que
um major, do que um capitão. Não faz sentido. Você concorda? >> Sim. >> E ninguém tinha coragem de corrigir isso lá em Minas Gerais. E eu corrigi. Aí falaram: "Esse governador tá aumentando o salário, o estado quebrado. Agora como que você leva gente competente? >> É, >> alguém vai querer ser promovido a general se como major ele ganha mais? Você falam: "Me deixa aqui como major, não é?" E só que antes não é que ganhava eh pouco, não. Antes eles tapeavam povo Arrumando outros cargos dentro das estatais, das subsidiárias, entendeu? Então, a a bem da
verdade era isso. E eu gosto muito, ô Bruno, e acho que você também é de transparência. Se eu tenho aqui um secretário, salário dele é esse, é o salário correto que todo secretário no Brasil ganha, da Bahia, de São Paulo, do Rio de Janeiro, do Rio Grande do Sul, não é diferente. Em vez de falar que ele ganha lá um pouquinho e por fora ele tá ganhando não sei mais quanto em conselho Fiscal, em conselho disso, daquilo, etc. Então, criticaram muito. Lembrando que eu sou um político antissistema, eu sou o que mais recebe crítica. Uhum.
>> Porque tudo que tá errado na política eu critico, eu questiono. Se fosse para fazer igual, eu ia ficar lá na minha zona de conforto. Você concorda? Tá cheio de gente para fazer igual aos políticos de sempre. Eu tô na política para fazer diferente. Então, tivemos esse reajuste que foi certo. Isso já tem 3 anos aproximadamente. Então, o pessoal de certa maneira já absorveu isso também. E é o correto, porque eu tinha lá secretário que tava fazendo papel de voluntariado. O que ele ganhava às vezes dava para ele pagar o combustível e o almoço dele.
Você tá entendendo? Aí ele ia falar: "Não, é melhor". Eles até ficaram alguns anos trabalhando alguns deles como voluntário lá, ajudando a resgatar o estado, vamos dizer, por patriotismo mesmo. E eu desde o início Sempre dou o meu salário, principalmente para a paz, entendeu? Eh, tenho essa postura. Eu assumi quando fui candidato que eu doaria o meu salário enquanto o funcionário público de Minas não recebesse em dia. Mas depois de 3 anos coloquei o salário em dia, os pagamentos todos em dia e mesmo assim continuei doando. E ainda criticaram que eu tava aumentando o meu
salário. Se você doua o seu salário, que benefício que você tem na hora de você aumenta? Eles deviam ir Lá perguntar paraas rapaz se elas estão achando bom ou ruim, porque eu tenho doado para essa instituição que eu gosto e admiro bastante. Então, eh, você é agora crítica no setor público eu já acostumei, faz parte. >> No setor privado tem, no público muito mais, porque todo mundo eh ali você não tem concorrente. Eu falo que em setor privado você tem concorrente, não é? No setor público você tem algo mais forte, é adversário, é gente que
quer te Detonar, mesmo que para isso a população esteja perdendo. É uma guerra muitas vezes suja que você enfrenta. Mas o meu couro foi engrossando aí aos ao longo dos anos e a gente vai absorvendo cada vez com menos dificuldade esses impactos. É, quando eu era mais novo, eu ficava pensando, caramba, acho que é muito injusto isso dos políticos receberem eh salários. Deviam ser pessoas voluntárias para fazer isso, né? Só que depois eu fui amadurecendo e Vendo que realmente sem uma remuneração boa você não atrai gente boa. Hoje nós conhecemos algumas pessoas que só eram
parlamentares em âmbito estadual ou federal e que não pretendem se reeleger porque o cara durante 4 anos abriu mão de muito dinheiro que ele poderia ganhar no setor privado. >> Fala, cara, não compensa no final. E olha que ganha >> quando a pessoa faz de forma honesta, ele não tá ganhando, né? >> Exatamente, né? Porque se você entra e começa a participar do jogo da política, aí você ganha bastante dinheiro de forma errada. Eu tenho secretários nessa situação. Alguns que já saíram falaram: "Ó, governador, eu vou, eu contribuí aqui 3 anos, 4 anos e já
dei a minha contribuição. Agora eu vou pro privado, porque lá eu vou ganhar é quatro, é cinco, é seis vezes ou até mais do que isso. Eu tenho hoje, eu posso te afirmar, um secretário de saúde que é Médico. Ele tá lá no governo ganhando muito menos do que ele ganharia como médico. >> Uhum. tá lá como um voluntário, mais ou menos como eu estou, entendeu? Porque acredita que pode contribuir a saúde em Minas tá tendo um avanço extraordinário com a gestão dele também. >> E você acha que você conseguiria fazer, Zema, pelo Brasil aquilo
que você fez por Minas de pegar um estado que tava com as finanças >> eh muito ruins, melhorar esse panorama, dar mais eficiência a ponto inclusive de ser reconhecido pelos mineiros, né? Porque não é fácil se reeleger no primeiro turno. Você acredita realmente que dá para mudar o Brasil? >> Com toda a certeza. E eu quero aqui lembrar, ô Bruno, que Minas é um estado bem complexo. Minas 853 municípios. O estado do Brasil que mais tem municípios. Minas tem uma Parte que é igual Nordeste, não sei se você conhece o norte de Minas ou não.
Ali se fala igual baiano com sotaque da Bahia. A zona da mata nossa, a região de Juiz de Fora, igual Rio de Janeiro, né? Juiz de fora, já vi algumas vezes. >> O sul de Minas aqui, igual São Paulo, >> igual São Paulo, >> né? E o triângulo noroeste ali, igual Goiás, que é a minha região. E >> então, eh, nós somos um estado, talvez nenhum outro no Brasil seja tão Heterogêneo em diversidade cultural, diversidade ambiental. Nós temos Catinga e temos igual São Paulo aqui, que daqui a 100 a 100 km aqui já é o
sul de Minas. Então é um estado mais difícil de administrar e nós pegamos um estado arruinado. Quando eu assumi em 2019, Bruno, na primeira semana como governador, a minha sala fica no quarto andar. Na hora que eu olhei na janela, tinha ali umas 500 pessoas, 500 prefeitos fazendo Manifestação, querendo receber aquilo que o governo do PT tinha roubado deles. Repasse de CMS, de PVA, recurso da educação, do FUNDEB e também da saúde. Nós tivemos prefeitos em Minas que adoeceram, que renunciaram e até que suicidaram. >> Caramba. porque eles não recebiam aquilos que eles tinham direito.
Então os prefeitos lá gritando com trio elétrico, com megafone, queremos o que é nosso. Então uma situação assim muito Difícil mesmo. E nós provamos depois de 7 anos que dá para reverter esse quadro caótico e é com gente competente, como eu te falei, com meta, com acompanhamento. Nós não tivemos um escândalo no meu governo, não tivemos corrupção. Eh, fui criticado recentemente agora por causa de um voo que eu fiz, que eu atrasei. Sabe por que eu fui criticado? Porque nós damos transparência. Tudo que eu gasto hoje, qualquer Equipamento que eu uso do estado como uma
aeronave, no mês que vem tá no portal da transparência de Minas Gerais. O que o presidente gasta e utiliza daqui 100 anos o seu Tatar Neto vai ficar sabendo, >> talvez. >> Talvez. Entendeu? É, então tem uma diferença brutal aí. E você que é do mercado sabe que boa gestão rima com transparência, porque na hora que você é obrigado a prestar contas, você vai Fazer o melhor e vai fazer o correto. Concorda? Uhum. >> Então, lá em Minas, nós fizemos eh esse avanço e é isso que o Brasil precisa. Saímos de um déficit na época
do PT de 11 bilhões para um superavit em 24 de R 5 bilhões deais, >> menos 11 para mais 5. Com isso, o estado voltou a ter condição de investir na saúde. Eu recebi um cemitério gigantesco de obras abandonadas. Na hora que o PT acabou com dinheiro, ele parou tudo quanto é obra no estado, tudo depredado, hospital que tava quase pronto, todo mundo carregou luminária, ar condicionado, cabo. Você precisa de ver que tristeza. Concluímos tudo e eu vou entregar pro meu sucessor daqui a poucos meses um canteiro de obra em andamento grande e com um
detalhe, com um recurso depositado em conta para ele poder concluir a obra. Linha dois do metrô de Belo Horizonte. Ficou 22 anos sem ampliar o metrô de Belo Horizonte. A 22 anos, Belo Horizonte não crescia 1 m o metrô. Nós vamos entregar sete estações novas. Rodo anel metropolitano de São Paulo tá concluindo agora. Tá faltando só o licenciamento ambiental para essa obra acabar. 5 bilhões a primeira etapa dela. Duplicação Belo Horizonte, Ouro Preto, Mariana. Duplicação Belo Horizonte, Brumadinho e muitas outras obras que Estão lá, eh, tudo já no menu, tudo planejado e tudo com dinheiro,
que é sempre a grande restrição no setor público. Então, é possível, sim. Agora, nós precisamos no Brasil é de gestão e não de politicagem. Então, lá em Minas nós provamos, dá para tirar o Titanic do fundo do mar. Sim. E nunca teve um empresário dirigindo no Brasil, um empreendedor. Você concorda? advogado. Não tenho nada contra os advogados, mas acho que já teve advogado Demais. Acho que sei que teve médico, inclusive o Jcelino era médico também. Por que que não podemos dar oportunidade para um empreendedor, para quem gerou emprego, para quem consegue pensar no empresa não
precisa de estar na de vez em quando, uma chacoalhada. Eu acho que o Brasil tá precisando também. >> Concorda? O Brasil tem andado com freio de mão puxado há muito tempo. >> A grande questão é que aí lá em cima você vai passar pelo Congresso, que é um Grande problema. Se o governador ele tem mais poderes do que um presidente tem comparando assim os executivos, né, o federal e o e o estadual, mas a gente pode falar que o nosso modelo democrático tem ficado cada vez mais caro, né, que o executivo tem que negociar o
tempo todo com o legislativo, funcional, né? Aqui se fosse uma empresa é como se a área de marketing tivesse indo lá e dando piti na área de TI, na área de recursos Humanos. Esse Supremo aí eu acho que ele podia recomendar fechar o Banco Central, fechar a Polícia Federal e ele assume tudo. Ele sabe de tudo, não sabe pelo jeito, né? Ele ele sabe fazer mais política monetária do que o Banco Central. Ele sabe investigar melhor do que a Polícia Federal, não é? >> Sim. tá se metendo em tudo. >> Ele tá tá se intrometendo
em tudo também, né? >> Legislando também. Fecha o Congresso Também legisla também. Então acho que eles podem tudo, né? Nós temos ali uma instituição única no mundo, né? Que consegue fazer de tudo. Mas então, supondo aqui, Zema, você foi eleito presidente, eh, por onde você começaria a mudança do Brasil? Qual você acha que é o problema nevrálgico assim que deveria ser o primeiro a ser atacado entre os vários que existem, né? A gente pode falar que, olha, estamos com 1 trilhão de déficit Nominal, quando você pega o primário mais o juros da dívida. A gente
é um país de produtividade estagnada desde a década de 80, praticamente. A previdência passou por reforma há pouco tempo, mas vai ter que ter reforma novamente no futuro. Educação, a gente tá nas piores posições em exames internacionais. A gente tá em segundo no ranking dos países neném, perdendo só para África do Sul. Tem uma lista grande para ser citada aqui, mas que que você Acha que é o primeiro a ser atacado? Ô Bruno, eh, eu não acredito assim em bala de prata, né, que um problema atacado resolva a situação do Brasil. Você precisa atacar em
várias frentes. Mas nós temos um problema que, na minha opinião, tem efeito dominó sobre diversos outros. E na hora que você corrige esse problema, você automaticamente começa a corrigir outros. Eu falo que lá em Minas, quando nós assumimos, o estado estava num Círculo vicioso. Falta de dinheiro significava escola em má situação, merenda ruim, aluno que não tinha interesse de ir na escola. E na hora que você começa a ter dinheiro, você melhora a estrutura da escola, melhora a merenda, o aluno passa a querer a frequentar a aula. Então você sai de um círculo vicioso para
um círculo virtuoso. E o Brasil, na hora que você corrigir essa questão da gastança do governo Federal, acho que você que acompanha a economia vai concordar comigo, você começa a corrigir uma série de outros problemas. Os grandes números hoje eu acho que são uma dívida do governo federal de R 8 trilhões deais. Um juros de 15% sobre 8 trilhões significa 1 trilhão2 bilhões por ano de pagamento só de juros, sem considerar todas as outras Despesas, porque nós temos um governo perdulário, gastador, que não tem nenhuma responsabilidade com o futuro e uma dívida que tá caminhando
para ficar incontrolável. Quem tá no mercado financeiro sabe disso. Na hora que entrar um governo, falar aqui nós vamos ser sério com gasto aqui todo ano. Se a inflação for 3%, eu só vou deixar a despesa aumentar em 2%. Nós vamos melhorar as contas. Essa taxa de juros cai no mínimo pela metade, vai Cair pro seu 7%. Sou sempre tenho conversado com economistas aí, na hora que uma taxa de juros dessa cai, o gasto com juros do governo vai cair de 1 trhão2 bilhões pela metade. Vai sobrar só aí 600 bilhões por ano. Sobra aí
só 2 bi por dia, vai começar a sobrar para o governo federal. Então, com isso, você além de melhorar as finanças públicas, você também tem um impacto gigantesco no setor privado. Tem muita empresa hoje que tem máquina velha, que precisava ser substituída, que está disposta a investir, mas o financeiro lá fala: "Não dá para financiar com essa taxa de juros, mas na hora que cair para sete, para seis, para cinco e é possível, essas empresas vão investir, vão se modernizar, vão ficar mais competitiva, vão ficar mais produtiva e produtividade maior significa fica renda maior >>
e o Brasil começa a soltar esse freio de Mão que tá puxado aí há muito tempo. Então, economia andando, arrecadação melhora, aí você tem condição de investir mais em educação, as prefeituras, os estados, a união, você tem condição de investir mais em segurança pública. >> Uhum. em saúde. Então eu falo que esse problema da gastança do PT, do Lula, é um problema que faz com que o Brasil fique travado. E esse problema é antigo. Aqui no Brasil parece que falar em em Economizar no setor público é palavrão, é ofensa. Você concorda? Não é? Todo mundo
só quer gastar, gastar, todo mundo só quer mais um naco daquilo ali. Ninguém quer apertar o cinto. E tá aí. Eh, inflação até que não tá tão alta, mas essa taxa de juros tá asfixiando e vai explodir a bomba se não tiver alguma mudança que for feita por bem, vai ser feita por mal, porque a dívida tá tomando um rumo incontrolável. Você deve conversar com economistas aqui de vez em Quando, né? Eles já devem ter mencionado isso até de forma mais clara que eu tô falando aqui, é essa bomba relógio que tá armada aqui no
Brasil. Então eu falo que esse é o grande problema. É como se numa casa você tivesse goteira, comida ruim, colchão velho, roupa que não serve mais em ninguém. Você precisa ter dinheiro para começar a consertar tudo isso. Concorda? >> Sim. >> Não é? Então, a primeira coisa é falar: "Nós vamos começar a economizar para sobrar dinheiro, pra gente consertar todos esses problemas aqui. E devagar você vai melhorando educação, vai melhorando saúde." Eu te diria que foi o que nós fizemos em Minas. Sem dinheiro você não resolve as coisas. Se você não toma conta das contas
adequadamente, não sobra dinheiro para hospital, não sobra dinheiro paraas escolas, não sobra dinheiro paraas estradas, nem paraa segurança. É, essa questão financeira, né, dos juros aqui no Brasil, acho até que ela é relativamente fácil de ser consertada, porque você falou: "Poxa, a gente tem uma taxa de 15%. E a gente tem outras taxas de juros de títulos públicos que também estão dentro da dívida pública, né? mais ou menos metade a trelada seria que é uns 47% para para pegar o número mais exato e o restante tem lá mais alguma coisa, pré-fixados E a taxa de
longo prazo tá muito alta também, tá? E PCA mais sete alguma coisa, né? E vários economistas que já vieram aqui falaram: "Olha, o Brasil não aguenta isso muito tempo, porque a dívida, juro de 15%, em 5 anos, a dívida dobra se fosse tudo com juro de 15%, né? Só que metade é, então é é muita coisa de crescimento, sendo que não é só a dívida crescendo também, porque você tem mais dívida sendo feita, já que no primário o governo ele arrecada um tanto E gasta mais do que ele arrecada. >> Você tinha que ter um
primário superavitário, você concorda? Além da dívida ainda tem o déficit primário. >> Exatamente. Pois é, a gente não consegue fazer o superavit, mas quando entra alguém com uma postura muito mais fiscalista, só desse cara ter essa postura, o juro de longo prazo já pode desabar. >> Uhum. E aí com isso você começa a ter financiamento paraa empresa com juros Mais baratos no longo prazo. Então realmente melhora a produtividade da economia. E e um dado que eu acho absurdo, né? Sempre que eu vejo esse dado e que a gente não não aumentou produtividade desde a década
de 80, eu penso: "Caramba, mas veio mecanização, >> muita coisa aconteceu, >> um monte de trator no campo." Antes eram as pessoas começaram a ter mecanização, ficou muito mais produtivo o campo, por exemplo, você teve computador, você teve Smartphone, você teve robotização, você teve a >> agora >> e não tem produtividade a mais. >> Como é que pode isso, né? O campo é mais produtivo, mas se lá tá crescendo a produtividade e no final a gente não cresceu, quer dizer que tá decaindo ainda, >> exatamente, em vários outros pontos a gente não conseguiu produzir mais.
E isso é bizarro porque o tanto de Tecnologia que foi agregada, né? E se tem uma regra que a gente pode colocar no mundo é que se você dar tecnologia pro homem, ele produz mais. Um cara pescando com a mão, ele é menos produtivo do que um cara que usa uma vara de pescar, que é menos produtivo do que um cara que usa um barco. Mais tecnologia igual a mais produção. Tecnologia avançou para caramba. Se eu pego um cara dos anos 80 e teletransporte para cá, é outro mundo. >> E o Brasil não consegue produzir
mais. >> E por quê? Porque não investe? Porque você precisa de capital. >> Sim. >> Não é projetos aí em outros países, qual que é a taxa interna de retorno? Se for 15% todo mundo investe na Europa, Estados Unidos. Concorda? >> Sim. >> Aqui 15% todo mundo vai falar: "Deixa meu dinheiro rendendo." >> É pro governo. >> É, não é? E e e um ponto ainda importante, Malu e Bruno, é isso. É altamente concentrador de renda. >> Sim. >> Para onde que vai esse dinheirão? para quem tem 50 milhões, 10, 100, 1 bilhão, 2 bilhões.
Esse esse pessoal tá rindo, tá satisfeitíssimo com esse governo. Agora o pobre que conta, compra o telefone celular parcelado, compra a moto e o carro financiado, tá pagando prestação da casa própria, esses estão Sofrendo. Eu falo que esse governo dá com uma mão e tira com a outra, porque o que ele paga de juros, esse 1 trilhão 200 bilhões, é muito mais do que o que ele paga de bolsa família, se não me engano, é 400, 600 bilhões a ordem de grandeza. Ele dá muito mais dinheiro para rentista do que para pobre que precisa. E
aí pegando dois problemas que eu queria ouvir a sua opinião, Zema, porque na percepção do brasileiro, inclusive o Atual presidente, ele tem perdido popularidade por conta disso. Os brasileiros batem muito na tecla da corrupção e tem uma sensação também de que nada vai mudar, né? A gente vê os maiores absurdos e é só mais um dia normal no Brasil. >> Uhum. E o outro ponto é criminalidade. A gente teve operação feita pelo governador do Rio de Janeiro, que gerou muita polêmica, mas depois quando foram pedir a opinião das pessoas, os Moradores de comunidade, os mais
afetados pela operação e pela criminalidade eram os que mais aprovavam a operação. Só que mesmo com esse tipo de operação, a percepção também é que o Brasil, se não é, ele tá às portas de virar um narcoado. >> A gente olha pro México e pensa: "Pô, o México é um narcoado." Acho que o mexicano olha para cá e pensa a mesma coisa, né? Então eu queria ouvir sua opinião sobre esses pontos, né? Como Combater corrupção, que parece que é endêmica, né? É algo que tá arraigado na política brasileira, e como também diminuir a criminalidade, sendo
que hoje a gente já tem, inclusive um, a a criminalidade se infiltrando nas maiores esferas de poder do Brasil, né? Bom, Bruno, vamos falar de de corrupção primeiro. Eu acho que corrupção primeiro você tem de ter aí uma tolerância zero, transparência que eu falei agora a pouco, fundamental. Você concorda? Se Uma empresa de capital aberto, o acionista não sabe o que que o CEO, os diretores ganham, estão gastando, vai virar uma zona, não vai? Sim, tem de ter acompanhamento do conselho de administração. Então aqui no Brasil nós temos acabar com essas caixas pretas que existe
dentro do setor público. Presidente pode gastar não sei o quê. O único gasto, na minha opinião, que tem que ser confidencial é aquele referente a a a segurança do país. Se o país Comprou uma arma lá, tá colocando uma base na divisa com a Venezuela, tudo bem por uma questão de segurança nacional. Mas tirando isso, tem de mostrar tudo que é gasto. E aqui no Brasil não se mostra. E regras também que eu falo duras. Eu sou governador de um estado, Bruno, que tem 300.000 funcionários públicos. Você sabe quantos parentes eu tenho lá na folha
de pagamento? Zero. Sabe quantos parentes meus fornecem pro estado, prestam serviço pro estado? Zero Também. Acho que nós temos de ter esse tipo de rigidez no setor público. >> Você tem algum parente fiscalizando também? Porque em vários estados é assim, né? O governador quem fiscaliza ele é própria esposa. >> Não, também não tenho. Não, nãoi nenhum parente pro Tribunal de Contas do Estado, que é outra coisa comum aqui no Brasil, né? Não tenho nenhum parente que é juiz, desembargador também até tenho orgulho de ser o governador de Minas que Mais nomeou mulheres para para o
Tribunal de Justiça, desembargadores, cinco ou seis que eu já nomeei, nenhuma parente, todas selecionadas, entrevistei uma por uma. Então eu acho que nós precisamos separar o público do privado. Agora, na hora que o ministro do Supremo, a mulher dele tem um contrato, me parece, para ganhar 3 milhões por mês de um banco que só tá fazendo fraude, isso para mim é de república de banana, aonde acontece esse tipo de coisa, se Acontece e não num país sério. Se isso acontecesse num Japão lá, eu penso que a pessoa teria até suicidado, porque lá tem honra. Parece
que aqui nós não temos isso não, né? Aqui nem demissão a pessoa eh eh tem vergonha de de pedir, né? Então, acho que nós precisamos começar a moralizar e para isso é preciso bons exemplos. E é o que eu também, além de parente, fiz lá em Minas. O ex-governador do PT, que é o governo, né, o partido que se diz tudo pelo Social, morava num palácio com 32 empregadas. governantas, garçons, cozinheiros, ia e voltava para o trabalho todo dia de helicóptero. Governo do PT é isso, entende? Eu aluguei uma casa que eu pago o aluguel,
eu tenho uma empregada que eu pago do meu bolso. Eu vou e volto todo dia de carro porque inclusive peguei uma casa próxima do meu local de trabalho. Então esse governo do tudo pelo social Costuma dar exemplo ao contrário. E isso contamina. Se o presidente faz isso, o ministro quer fazer. Se o presidente faz isso, não sei quem lá quer fazer igual. E quando eu faço, eu exijo da minha equipe fazer igual. >> Sim. >> Então eu acho que corrupção você começa a combater com bons exemplos e com leis rígidas também. O Faquim tá lá
no Supremo querendo colocar um código de ética e parece que ninguém tá querendo Código de ética. Para quê? Porque parece que tá se beneficiando dessa zona que tá lá. >> Sim. Não é? O outro tem o irmão que é sócio lá do máster, tem negócios com master também. Então é necessário separar esse público do privado. Quem tem cargo público tinha de fazer uma declaração, ser muito mais fiscalizado do que quem é do privado. Eu venho do privado igual você. Eu tinha fiscal lá todo dia do ICMS, da Receita Federal, do Banco Central, do município. Agora
o sujeito é ministro, ele não pode ser fiscalizado. Tinha de ser mais. Ele tá lidando com dinheiro público. Você concorda? >> Sim. >> Se você é aqui do privado, o limite do dano que você pode causar é sobre os seus recursos. O limite que ele pode causar lá é o Brasil inteiro, então tinha de ser muito mais fiscalizado. E e com relação à criminalidade, é um pouco Nessa mesma linha aí, precisa ter rigidez. Eu gosto muito de citar um caso um tanto quanto extraordinário que nós tivemos em 2021 em Minas Gerais, mas para mostrar que
tem efeito didático, sim. 2021, na cidade de Varginha, a inteligência da nossa polícia detectou que uma fazenda foi alugada por 28 homens e tudo indicava que eles tinham lá um arsenal de guerra. A polícia foi lá dar uma averiguada e Foi recebida a tiros. Resultado final, 28 criminosos mortos. Quando você atua dessa maneira, parece que você começa a deixar o recado claro. Não venha fazer novo cangaço aqui. Esse pessoal é especialista em explodir agência bancária, caixa eletrônico, utilizar escudo humano. Põe uma pessoa em cima do capô para fazer essas ações, de forma que a polícia
não atire, porque é como se tivesse ali um refém. E desde então, Sabe o que que aconteceu com essas ações do novo cangaço em Minas? Em 2016, nós chegamos a ter 260 ocorrências desse tipo de ação. O ano passado nós tivemos uma. Então, na hora que você deixa claro aqui, o crime será punido, aqui o crime não será tolerado, você dá um recado pro bandido. Agora, quando você tem um presidente que fala que bandido é vítima da sociedade, aí ele se sente, eu acho que muita vontade para est atuando e é o Que tem acontecido
no Brasil. Então, nós precisamos tornar as leis mais rígidas aqui. Bandido não recebe polícia com diálogo, nem com buquê de flores. Recebe polícia com bala. E na hora que a polícia revida, tem gente que critica. E lugar de bandido, pelo que eu sei, é na cadeia e não com tornozeleira na rua. bandido que oferece algum grau de de risco paraa sociedade, como muitas vezes tem feito no Brasil. E nós temos hoje uma das legislações, Bruno, mais Permissivas do mundo. Eu posso te mandar depois um prontuário de uma pessoa lá de Belo Horizonte que já roubou
mais de 80 celulares e tá solto. Ele rouba, passa um dia detido e na audiência de custódia o juiz solta ele porque ele ainda não tem nada de condenação eh transitada em julgada. e vai repetindo, virou profissão, roubar celular e muitas vezes isso é o primeiro passo para ele amanhã tá armado e começar a matar também. Então, o Brasil Tem se transformado numa escola de criminosos por causa de um governo permissivo, um governo que acha que a pessoa não tem eh livre arbítrio para escolher, que acha que ela é vítima da sociedade. Todo mundo tem
livre arbítrio. Quem foi pro crime é porque em determinado momento optou por isso. Então a nós o que nós precisamos realmente é endurecer essa guerra. o ano passado, quantos miles? 35.000. Qual é o país recordista, campeão a Décadas no mundo em homicídios? O que nós vivemos? Não tem nenhuma guerra no mundo que mata tanto quanto aqui. Acho que nem se só matar todas mata tanto quanto se mata aqui no Brasil. Então é um país que precisa mudar e isso tem um custo pra sociedade gigantesco. Primeiro, um custo social. >> Sim. Quantas mães, quantas famílias são
destroçadas porque perdem seus filhos? Sim. >> Você já pensou que tristeza, >> não é? Ficam abaladas, traumatizadas, sem condição de fazer nada, porque perder um pai ali que sustenta filhos ou um filho, alguma coisa assim, tem um custo pro estado gigantesco na saúde. >> Sim. >> Quantas pessoas são atendidas com tiroteio, com eh traumatizadas por perseguição, etc. tem ainda um custo paraa previdência, quantas ficam aí inválidas. >> Uhum. >> Né? Levou um tiro na coluna, eh, teve um membro amputado por causa aí de dessa rivalidade, dessa guerra. Então, o custo pro Brasil é gigantesco e
você perde geralmente homens novos que estão na idade produtiva. >> Uhum. >> É, realmente criminalidade é um problema que ele é um dos mais urgentes no Brasil, né? Até porque é um negócio hiper rentável. Vai saber se não estão comandando o país dos bastidores. >> Porque eu falei outro dia, né? O que o Vorcaro fez com alguns bilhões mostrou que não é tão caro assim comprar um país. >> Será que E aí a minha sogra falou: "Pô, ele é um cara inteligente, né?" Eu falei: "Não, ele foi pego". Inteligente mesmo é um cara que faz
isso, não é pego. Ninguém conhece inteligente aí vários que a gente vários é devem estar por aí. >> O Mad foi mais inteligente do que ele Que levou uns 40 anos para ser pego. Não foi o dele foi o quê? uns oito. >> É, não sei quanto tempo demorou MAD. Ele caiu por causa da crise de 2008, que o mercado caiu, o pessoal queria o dinheiro de volta e não tinha para todo mundo. >> Mas eu acho que ambos eram meio que pirâmide financeira, né? >> É, é que um montou com CDBs e o outro
era um um serviço de rentabilidade lá. Mas era era um esquema parecido até se Você pensa. >> É. E o Mad foi uns 40 anos, não foi? Que ele ficou lá. >> Eu não sei se foram 40 não. Estados Unidos foi o maior esquema de pirâmide do mundo, né? O do Madof. E ele é um cara que ele ajudou a criar uma das bolsas americanas, a Nasdak. Ele foi presidente da NASD. >> É aquele aquele a gente assistiu um documentári, >> um documentário dele. Muito bom. É. E Quanto a educação, Zema, por que você acha
que o Brasil não progride em educação? Sendo que se você quer que um país ele tenha desenvolvimento, seja mais produtivo, isso geralmente acontece porque as pessoas receberam educação, elas têm boas ideias, elas empreendem naquele país. Se o ambiente for amigável para isso, né? Se tiver propriedade privada, se eles tiverem clareza de que o resultado vai ser deles, se tiver mais segurança jurídica, mas tudo parte da Educação. E no Brasil a educação ela é sofrível. Eu quando era militar a gente fazia uma prova de redação para escolher os soldados que iam fazer curso para se transformar
em cabos, que era a graduação seguinte. E aí eu pegava soldado que tava na faculdade de engenharia de administração, o cara fazia uma redação 20 linhas com um ponto só. Era começava aqui vírgula, vírgula, vírgula, só tinha um ponto final lá, tudo escrito errado assim, esse era o Cara bom e o cara universitário, >> entendeu? >> Então esse é o nível de educação do Brasil hoje, né, >> Bruno? Eh, se fosse fácil, alguém já tinha corrigido, mas eh eu que estou lá à frente do governo de Minas há 7 anos, né? Nós avançamos na educação,
como eu comentei aqui, reformamos mais de 2.500 prédios escolares, reformas grandes. Você precisa ter uma estrutura física Boa. Eh, nós temos lugares no Brasil, eh, em Minas, acho que já isso já não existe mais, em que as pessoas têm eh aula num lugar totalmente improvisado. Parece que você tá convidando o aluno para não ir, né, ele assentar em caixote, né? Você primeiro acho que você precisa ter todo esse essa infraestrutura. Aí colocamos o Wi-Fi em tudo. CFTV para questão de segurança. Uma merenda que eu faço questão de almoçar quando vou no interior, que não É
muito diferente da minha casa. Para você ter ideia, o PT em 2018 investiu em merenda escolar 20 milhões. O ano passado nós investimos 470. De 20 para 470. Dá para ver como que não tinha qualidade nenhuma antes. Você multiplicar por 23 vezes um orçamento com merenda quer dizer que se serviu uma porcaria. E era verdade. Então hoje essa merenda é muito boa. Mas isso é o básico. Isso não quer dizer que as crianças vão aprender o que nós Precisamos. E você que vem aí de Forças Armadas, de um mundo militar, sabe muito bem e que
falta nas escolas do Brasil, se chama disciplina, se chama aprender princípios. No Brasil, o que nós temos hoje, eu converso muito com algumas professoras, são alunos que às vezes de famílias mais humildes, que até recebem bolsa família. E a professora fala: "Não vem na hora que a mãe é alertada que ela pode parar de receber bolsa família, aí ela começa A se preocupar um pouquinho." Então, na minha opinião, todo pai, toda mãe tinha de ser responsável recebendo ou não bolsa família pela frequência dos filhos. Igual você precisa tá em dia com os seus pagamentos de
impostos, você precisa estar em dia também com a frequência do seu filho à escola. Você entendeu? Eu acho que num país aonde as pessoas ainda não têm esse sentimento da importância de frequentar uma escola, nós precisamos Endurecer um pouco a regra, falar: "Seu filho precisa ir pelo menos 80% da das aulas, caso contrário, você não está em dia com as suas obrigações como cidadão, como votar, como prestar o serviço militar, etc." Então, eu sou meio linha dura mesmo, porque senão você não muda as coisas. Tem pai que tá aí só bebendo, só não sei o
quê, se drogando, mãe só não sei o quê, e não quer saber de filho. Se colocou um filho no mundo, você tem obrigação. Se você não quer, Passa pro avô fazer, então, pra sua mãe, pro seu pai. E outro ponto, nós precisamos mudar a estrutura, a forma que muitos sindicatos atuam na educação. O ano passado lá em Minas nós queríamos escutar, vou deixar muito claro aqui, fazer audiência pública para implantação de escola cívico-militar no estado todo. E lembrando, essas escolas só seriam só serão colocadas onde você tem diversas escolas estaduais. Aí você pega três, quatro
ou cinco e transforma uma delas Em cívico-militar. Então, quem não gosta de escola cívico-militar, tem a outra lá, continua funcionando. Nós vamos transformar é 5, é 10% das escolas em cívicomilitar, aonde você só tem uma numa cidade pequena, essa não vai sofrer mudança. E sabe o que que aconteceu? sindicato dos professores entrou com uma ação para não ter audiência pública e conseguiram no Tribunal de Contas do Estado, que não tem nada a ver com a Educação, >> uma decisão para não deixar escutar. Mas graças a Deus, essa semana nós revertemos essa situação na justiça comum,
entendeu? Vamos escutar. Eu sei que muitos pais, muitas mães, alunos e até professoras querem que a escola seja cívico-militar. Vai ter dentro dessa escola um militar acompanhando. Vai fornecer disciplina, vai fornecer noções de moral, de civismo que nós precisamos no Brasil. Não adianta você saber muita matemática e agir para montar um banco master. Você concorda? >> Você tá dando uma melhor nem saber, você concorda ser um analfabeto que aí não teria feito tanto prejuízo assim para um país como o Brasil. Então, nós temos formado aqui eh pessoas que muitas vezes não sabem como você falou
e às vezes até que sabem, mas que vão pro lado errado. >> Uhum. >> Então o o o sistema educacional precisa De uma mudança de mentalidade. A esquerda tomou conta. Não sei se você de vez em quando vai falar em universidade. É um dos ambientes geralmente aonde você mais vê que tá ali o pessoal. É só criticando quem trabalha, só criticando quem veste. Você é explorador, você tá destruindo o meio ambiente, mas tá todo mundo de carro, tá todo mundo de telefone, celular, como se aquilo ali não demandasse minério de ferro, aço que foi extraído
de uma mina, né? uma Alienação total do mundo e e só criticando tudo e só favorável a esse estado paternalista e não a quem precisa se qualificar e ter princípios morais. O problema do Brasil, além de dessa questão estrutural do ensino, vai muito pra questão cultural, né, moral mesmo. As pessoas precisam ter um modelo mental diferente de que trabalhar vale a pena. de que se qualificar é importante e não ficar só pensando que dia que esse governo aí vai me dar uma boca aí, uma Bocada para mim resolver meus problemas, que é o que muita
gente faz. >> Com certeza. >> Quer comentar sobre isso experiência no colégio militar e depois na faculdade? Achei interessante. Achei uma boa, uma boa, talvez uma boa alternativa algumas, né? Porque eu estudei em colégio militar, o Bruno estudou também. Então, eu no Rio de Janeiro, você passou por Mana? É, eu passei por dois, Campo Grande e Manaus e faz diferença. Agora Uma pessoa só dentro do colégio não vai fazer tanta diferença. Eu acho. >> Você vai precisar de um pouco mais de algum de >> É porque os caras militares que a gente passou, eles eram
grandes. Eram demilitares. >> Sim. Nós temos lá os colégios tiradentes, que aí são nessa linha que vocês estão falando. >> Tem colégio militar também, acho que em Juiz de Fora e Belo Horizonte. Não tem, >> tem do exército. Tem. >> Foi isso que a gente estudou e foi muito bom. Eu só conheço uma pessoa que fez colégio militar comigo que não se deu bem na vida, que se moveu com drogas. O restante todo mundo se deu bem na vida. >> É, no Rio de Janeiro tem aqueles também que que foram para para lados que a
gente não tem certezas. Ele se deu bem, só não sabe se é do bem ou do mal, entendeu? Ele tá bem. >> Pode ser, né? >> É, mas eh outra que você falou da faculdade, né? O Bruno não fez faculdade e eu sempre falo para ele que é um mundo completamente à parte, porque como ele fez academia militar, ele não passou pela parte acadêmica civil, que é realmente uma loucura assim, você e eu fiz faculdade pública e >> aonde que você fez? >> No Rio de Janeiro, fiz Unirio, >> ciência política. >> Fiz ciência política
que o Bruno Carinhosamente no ninho das cobras, tal. Exatamente. E é muito engraçado >> todos os escorpiões >> de todas de todos os pensantos. E e o Bruno sempre fala que era ciências soviéticas. Porque >> é porque só tinha um lado da política lá, não tinha os dois, entendeu? >> Sim, só um lado. >> E na minha casa, meu pai militar, meu irmão militar, eu era tida como uma pessoa de esquerda. Na faculdade eu era Tida como uma pessoa de direita. Então tudo depende do referencial. E de fato >> não tem espaço paraa direita na
na faculdade pública. E eu fiz faculdade há 10 anos, 15 anos, quanto faz? Faz muito tempo. >> Faz bastante tempo. >> Faz bastante tempo. E naquela época já era assim, imagina agora, >> acho que tem uns 10 anos de formada já >> que que o negócio tá muito pior e >> e só piorou. >> Só piora. >> Tudo pichadado. >> Uhum. >> Só bicho louco lá, não é isso? Nesses lugares aí. De vez em quando aparece aí >> outro ambiente. O ambiente é aqui em São Paulo também tem, né? Então é loucura. >> Uhum. E
quanto e e não é com esse pessoal que nós vamos construir um país do futuro. Você concorda? Não vamos de jeito nenhum. E e esse o problema é que isso tem se reproduzido, >> né? Uma geração substitui outra e o país não avança. >> Izema, você acha que a sua candidatura seria uma terceira via frente a um quadro polarizado? Porque a gente tem de um lado, né, na esquerda o Lula, e acho muito difícil que não seja ele a concorrer, né, mas ou alguém que ele coloque lá, vamos colocar essa hipótese menos provável. E na
direita, o nome mais forte hoje, o Tarcis já se exentou da participação na eleição, seria o Flávio Bolsonaro. Atualmente, né, as coisas podem mudar. E aí você surge como um candidato também de direita. Por que que você acha que você deveria eh ser o candidato principal, digamos assim, para um segundo turno, provavelmente contra o Lulogé indicado por ele? Bom, eu tô conversando com o Bruno, que eu acho que entende de negócios que você acompanha, né, instituições aí no Brasil, ô Bruno, nós sempre tivemos eh Acho que até governadores e principalmente presidentes que sempre vieram do
meio político. Na minha opinião, nós precisamos aqui de um turnaround, como eu comentei, né? De uma virada de chave de alguém que venha com uma visão de gestão, alguém que venha com ideias novas. Lá em Minas, nós mostramos que eu fui eleito governador de Minas em 2018, sem nunca ter sido vereador, prefeito, deputado estadual, Federal, sem nunca ter disputado uma eleição. E muita gente apostava que aquele governo não ia dar certo lá em Minas. Mas tem hora que o que nós precisamos é oxigenar o sistema e não continuar o sistema, dar uma chacoalhada no sistema.
E na minha opinião, o Brasil precisa dessa chacoalhada. E infelizmente quem já tá na política há 10 anos, há 20, há 30, etc., que vem de família política, etc., Já incorporou, não sei se felizmente ou infelizmente, diversas práticas que eu considero que são ruins para o país, como loteamento de secretariado, de ministério, que nós comentamos, como você eh ou alguém da família fazer um negócio com banco master e achar que isso é normal. Para mim não é. Você tá entendendo? ou você gastar dinheiro público a rodo e achar que você não tem que prestar conta,
para mim também não é Normal não, entendeu? Então, eu acho que a gente precisa de uma pessoa que venha com esse modelo mental, com esse mindset diferente paraa política, porque caso contrário vai continuar acontecendo o que sempre aconteceu. Nós temos aqui eh bons políticos com bons desempenho, mas a grande maioria deles vem com esse modelo já que a gente sabe que é dar continuidade ao que já se provou que não é bom para o Brasil. >> Perfeito. Não sei se eu consegui Explicar. >> Não conseguiu na minha opinião. Sim. Você tem mais uma pergunta? >>
Não. >> Bom, tem muita coisa para ser perguntada, né? Mas tem um horário aqui limite do podcast. Então, Zema, só agradecer. Foi ótimo recebê-lo aqui. Espero que volte mais vezes. Desejo boa sorte na campanha e se quiser passar um recado final pra audiência, fica à vontade. >> Ó, eu acho que é a primeira vez e olha que eu já dei muita entrevista que eu sou entrevistado por um marido e mulher, >> viu? Parabéns. É, eu não me lembro dissistente. A, o programa já existe há 5 anos. >> Acho que vai completar 5 anos. >> 5
anos. >> É uma raridade isso, viu? É, eu acho que é difícil encontrar. Parabéns, os dois muito bem preparados, >> mas eu espero ter contribuído aqui eh Com o debate até uma coisa que eu não comentei, que eu quero contribuir muito na minha pré-campanha e campanha com debate que eu vou trazer ideias novas como essas que eu falei aqui, transparência, tudo que você gasta você tem de mostrar. Para que que o cartão de crédito presidente não pode ser mostrado? Ele tá gastando meu dinheiro e o seu, concorda? Não é? tem de ser mostrado. Por que
que quem voa com ele ou nos aviõezinhos que nós pagamos o Combustível, ninguém pode ficar sabendo. >> Um ministro pegar aviãozinho jatim para assistir jogo de futebol. Se ele gosta de futebol, o problema dele não é. Eu moro numa cidade que fica 5 horas de Belo Horizonte. Eu nunca usei o avião do governo para ir lá com finalidade particular. Eu vou de carro, eu falo, eu não vou gastar dinheiro do mineiro para para ir lá na minha casa. Se eu tenho compromissos lá na região, eu até o avião desce lá e me deixa. Então acho
que a gente precisa ter essa responsabilidade com o dinheiro público, igual nós temos com o nosso. Então isso para mim é fundamental. fico indignado com muita coisa que acontece no Brasil e acho que eu vou ter a oportunidade de estar mostrando nesses próximos meses aí. e agradeço muito ter tido eh esse momento aqui com vocês. Parabéns aí pelo programa, muito sucesso e bom saber que nós temos aqui dois ex, né, estudantes Militares, >> acho que até que por isso que estão indo tão bem assim, que sabe que não tem solução mágica, precisa ter disciplina, precisa
ter plano de longo prazo, nada melhora do dia paraa noite, não é isso? Mas ao longo de 10 anos dá para melhorar muita coisa. Então é essa noção que nós precisamos tá levando pros brasileiros. Muito obrigado. >> Obrigado a você, Zema. E vocês encontram a gente aqui semanalmente no canal dos Sócios, sempre com o episódio novo para agregar de alguma forma sua vida. E também me encontram no @maluperini no Instagram. >> Vocês me encontram no Instagram Bruno_line Perini, no canal do YouTube Você Mais rico, tem vídeos toda semana e aqui no sócio também semanalmente. Para
quem assistiu, diga. Vou dar o meu recado também. Romeu Zema oficial no Instagram também. Tô lá no meu perfeito. >> Então, quem quiser acompanhar as Atividades do Zema, tá lá Romeu Zema oficial. >> Isso. >> Tem mais algum link que você queira deixar? >> Não, esse aí mesmo. Me siga lá no Instagram, Facebook, tenho no LinkedIn também. Tudo Romeu Zema. Tudo Romeu Zema. Perfeito. >> Para quem assistiu nosso, muito obrigado pela audiência. Ao nosso convidado, obrigado pela presença. Espero que volte Mais vezes. E é isso, pessoal. Grande abraço e até a próxima. >> Beijos.