Olá, uma boa noite a todos. Tudo bem, Rafa, Jéssica, Nori, Sheila, Lúcia, Roberta, é Roberta. Ah, aqui sou eu, Roberta Braz, Nádia, Marilene, Carol, Morgana, Loiane, Jery, Adriana, Marilda. Uma ótima noite para todos. Bom, hoje a gente vai começar a entender Sobre a psiquiatria, tá baseado na nova medicina germânica. Então, eh, >> o áudio tá baixo. O áudio >> talvez seja do seu do seu fone e do seu computador. Como que está o áudio pro resto das pessoas? Tá bom. Geralmente o fone de ouvido, se o fone não é assim original, não é muito bom,
dá interferência, aí precisa tirar o fone, tá? Então vamos lá. Hoje nós vamos começar a estudar sobre psiquiatria. Sobre a aula passada vocês ficaram ainda com alguma dúvida? A parte de signos. Muitas dúvidas eu a gente já foi tirando lá no grupo, né? Bom, psiquiatria, segundo a nova medicina germânica, ah, se vocês estão com dúvida no mapeamento cerebral, agora vocês vão ter mais Dúvidas ainda. A cabeça vai entrar em pan. Porque realmente é uma forma totalmente nova de se enxergar eh a mente humana e o entendimento. Eu tento trazer de uma forma aqui para vocês
assim bem eh prática, assim, bem não muito científica, para que seja fácil eh entrar, né, na cabeça nesse primeiro momento, mas às vezes não é tão simples, porque a Gente vai estar falando de questões científicas, né, e como organizar a cabeça. Então, aos pouquinhos, entendendo como funciona e aprendendo a lidar com tudo isso, se familiarizando, o cérebro vai se acostumando. Tudo aquilo que é novo, que é muito diferente, o cérebro recebe de forma confusa, tá? Mas nós vamos ter mais várias aulas falando sobre eh o mapeamento cerebral e a psiquiatria vai envolver o mapeamento Cerebral.
Então vocês vão aos poucos se familiarizando com isso e tudo vai fazendo mais sentido, tá? O que é importante vocês entenderem? Existe uma programação no cérebro devido a traumas que a pessoa viveu. Essa programação vai dependendo da situação, ser ativada. E aí chamamos de gatilhos. Algo acontece no meu externo que ativa um gatilho daquela programação E o meu cérebro gatilhado naquela região vai se comportar de determinada forma, tá? E aqui nos mapas eu tenho a cola de que se o meu cérebro tiver traumatizado nessa região, eu vou ter essas dores. Se o meu cérebro tiver
traumatizado nessa região, eu vou ter essas dores, tá claro? E aí o paciente vem, apresenta um Problema pra gente. Diante do problema, a gente vai entender eh o porqu esse problema, eh, que regiões esse problema está ativando de gatilhos. Então, a gente vai mapear para saber que regiões do cérebro estão ativadas, estão com gatilhos ativados diante do problema. Aí a gente passa o dedo no lugar que parar, é onde o cérebro está ativado diante Daquele problema. E aí a as informações aqui são os sentimentos, os conflitos que a pessoa vive por estar com aquela região
do cérebro engatilhada, ativada. Tá claro? Então, eu tenho um trauma. Vamos lá. Eu tenho 10 traumas. 10 traumas, certo? Só que dependendo da situação, não vão Estar todos os traumas ativados. Se é uma situação financeira, vai ativar determinada região, porque o dinheiro é um gatilho que ativa aquele trauma. Tá claro? E aí, diante do dinheiro, eu fico ansiosa porque o dinheiro é um gatilho. O dinheiro, o líquido é um gatilho que vai ativar regiões do meu cérebro e o meu cérebro diante daquele gatilho Vai responder de determinada forma. Vou dar mais um exemplo. Se eu
quase morri afogada, conforme nós falamos arquetipicamente, o líquido e o dinheiro estão relacionados. água, líquido, liquidez financeira, lucro líquido. Então, o dinheiro está relacionado arquetipicamente com eh o líquido. que eu quase morri afogada lá na minha infância. Quando o dinheiro entrar na minha vida, O cérebro interpreta como perigo, ativo um gatilho e eu me coloco em um estado de sobrevivência para tirar o dinheiro da minha vida. Tá claro isso para vocês? Como curar os líquidos? A gente ainda não chegou nessa parte. Tem que chegar lá na memória e reprogramar a memória. Ainda não chegamos à
fes, vocês nem entenderam o que que é o mapeamento Cerebral direito, tá? Aí eu vou ensinar a técnica de reprogramação de memórias. O importante agora é entender como que funciona a programação. Eu tenho duas prisões, vamos chamar isso de prisões emocionais. as programações, prisões emocionais, tá? Uma programação que o meu cérebro Entende como perigo e uma que o meu cérebro entende como vantagem. duas duas programações ou perigo ou vantagem, tá? Quando é perigo, é porque um trauma existe ali que meu cérebro entende que aquilo é perigo para mim. Quando é vantagem, é uma necessidade de
pertencimento ao sistema. E o meu cérebro entende que se eu não tiver dinheiro, eu vou pertencer ao meu sistema. É uma honra, é um pacto, é uma fidelidade ao sistema, tá? Porque com somos mamíferos, certo? Precisamos viver em bando. Para pertencer ao sistema, a uma triba, a um grupo, eu preciso, meu cérebro entende que eu preciso ser dessa forma para Sobreviver, porque é eh de forma primitiva todo mamífero vive em bando. Isso é forma primitiva da nossa biologia. Biologicamente o mamífero vive em bando, certo? O meu cérebro ele existe para garantir a minha sobrevivência. Então
eu preciso contar uma coisa porque para vocês. O cérebro ele não é Inteligente. Ele é burro. Ele é uma máquina limitada. Conscientemente, como alma, como essência, como espírito, eu falo: "Não, eu posso viver sozinha". Tá tudo seguro, tá tudo bem, tá tudo tranquilo. Eu posso viver sozinha, posso, eu dou conta. Isso é a minha mente consciente falando, só que meu cérebro, meu cérebro biologicamente, se eu viver sozinha, eu Vou estar em perigo, porque para o mamífero, para o lado animal instintivo, estar sozinho representa um perigo na selva. Se eu sou uma ovelha e eu estou
no grupo, as chances de eu sobreviver é muito maior do que longe do grupo, certo? O cérebro funciona dessa forma. O cérebro ele é e e ele é formado para Garantir a nossa sobrevivência. Tá claro para vocês? Enquanto isso não é consciente e eu não tenho entendimento, eu fico na forma instintiva, animal, vivendo pela biologia programada e não pela mente consciente do ser que pensa, que é consciente. Gente, então vamos dizer que vamos pensar que o nosso cérebro ele funciona, ele é animal, tá? Ele é uma máquina E nós temos a nossa mente consciente. Se
o meu cérebro está traumatizado, eu vou entrar em uma postura instintiva de sobrevivência. Eu não existo. Eu sobrevivo. Meu cérebro, ele não está configurado para eu existir. Quem existe é o ser. O cérebro sobrevive. Se o cérebro não está traumatizado, ele não vai ter gantilhos perigo de ir pro mundo, de se afastar do grupo, Do rebanho, de ter acesso a coisas que ficou programado no cérebro, que é perigoso. E aí o cérebro vai nos ajudar, vai funcionar de uma forma eh fluída para para a nossa existência. É por isso que a gente fala sobre duas
formas de se viver. Ou a pessoa está sobrevivendo ou a pessoa está existindo. Lindo, muito romantizado, muito espiritual isso. Mas na prática, enquanto a gente não tem um entendimento de nossas programações de sobrevivência, programações biológicas de sobrevivência para garantir a nossa sobrevivência como animais. Enquanto a gente não tem consciência dessas programações, não reprograma, ressignifica essas programações, a gente continua sobrevivendo E não existindo. Sobrevivendo ao quê? Aos gatilhos. Eu preciso tomar uma decisão. Eu preciso dar um passo na minha vida. Eu tô atendendo uma paciente que ela precisa trocar de casa. Ela não consegue trocar de
casa porque ela mora de aluguel, tá? E ela já foi despejada várias vezes e agora ela quer comprar uma casa para isso não acontecer com ela. Só que ela não consegue. Por quê? Porque o cérebro dela tem traumas lá da primeira casa dela, no útero. Então ela fica reproduzindo o que ela viveu lá no útero. No útero ela sofreu uma tentativa de aborto. Aí ela fica sendo despejada, tá? E ela não consegue passar de fase. Aí a gente tem que entender, ela não consegue passar de fase e ter uma casa dela porque o cérebro entende
que ter Uma casa dela é perigo ou não ter a casa dela é vantagem? No caso dela, ela não tem a casa dela por pertencimento ao sistema. Ela foi rejeitada no útero. A mãe dela foi rejeitada no útero. A tia avó morreu no útero. Todas as mulheres são tratadas como objeto quando o sistema descobre que está grávida de mulher. Quando a criança nasce Mulher, essa é a história do clã dela. A mulher só servia para procriar e satisfazer o homem. Quando descobriam que era um bebê mulher, que iriam abortar porque não servia para nada, entendeu?
E para ela pertencer ao sistema, o que que ela faz? Ela continua sendo despejada. entende a loucura que o nosso cérebro nos faz? Tá claro para vocês como funciona a diferença entre vantagem e perigo? O perigo é como se a gente repelisse a situação. A vantagem é como se a gente se mantivesse naquela situação de conflito. Por exemplo, o dinheiro entra na minha vida e eu dou um jeito de gastar ele. Na minha inform, no meu cérebro tem uma informação de que o homem é perigo e eu não consigo me relacionar com ninguém. Entra um
hora na minha vida e eu dou um jeito de afastar ele. Tá claro? Tá entendendo para vocês? Você tão entendendo? Agora, se na minha no na minha biologia tem uma informação de que todo homem trai, eu vou me relacionar com um homem que trai, porque isso é uma vantagem pro meu cérebro. Assim, eu pertenço ao sistema e pertencendo ao sistema, eu estou mais protegida. Os traumas, as programações que nós colocamos nos colocam em um estado irracional. Quem que é uma pessoa que trai conscientemente? Ninguém. Mas o seu cérebro entende que você precisa ter uma pessoa
que trai, porque assim você pertence ao seu clã. Na aula de psicogenealogia, nós vamos entender mais sobre essas vantagens, sobre essas fidelidades, que essas fidelidades se tornam Maldições em nossas vidas. Todas as mulheres do meu clã foram abandonadas e aí eu eh vivo situações em que eu sou abandonada, eu tenho uma maldição de abandono, porque assim eu pertenço ao meu sistema, tá? Tá claro? Então, quando algo é perigo, o cérebro repele. Quando algo é uma vantagem, eu fico Aquele revivendo aquele ciclo, sabe? E toda vez que eu tiver diante da situação, meu cérebro vai ativar
os gatilhos para repelir ou para me colocar ali no conflito do meu sistema. que quando eu vi o conflito ali do sistema, o conflito que o meu sistema vivia me traumatizou em determinada região e toda vez que eu tiver diante do Conflito, aquela determinada região é ativada e aí eu entro naquela configuração. Tá. Esses dias bati no retrovisor de um carro, logo depois uma pessoa bateu no meu carro e essa semana arranhei. Pode ser um trauma sim. O que é? Não sei. Precisa mapear. Pode ser que o que você tá pensando no momento esteja ativando
gatilhos. Pode ser que o carro seja um gatilho, Pode ser que as coisas que você via enquanto estava dirigindo eram gatilhos. E aí começa a ficar meio difícil a situação. A gente nunca vai saber exatamente o que está sendo um gatilho pra gente. Tá claro? Então é como se fosse mais ou menos dessa forma, tá? Aquilo que é vantagem a gente atrai e aquilo que é perigo quando a gente tá diante a gente afasta, a gente repele. A gente vai vendo com que no nosso consultório é muito mais comum a gente lidar com as questões
que estão relacionadas a vantagens. Eu uso muito a frase: "Eu revogo e renuncio". Sempre nos meus atendimentos, quando eu percebo que é uma coisa relacionada à vantagem, mas eu vou ensinar mais para vocês isso na parte de desprograma, de Ressignificação dos traumas. Então vamos lá. Eu tenho 10 traumas, tá? Tenho 10 traumas. Meu cérebro tá traumatizado em 10 lugares. Quando eu estou lidando com dinheiro, é só um trauma que vai estar ativado, que é só um trauma que vai estar engatilhado. Só uma região do cérebro que vai estar engatilhado devido aos traumas que eu vivi
relacionados ao dinheiro. Os outros noves estão lá, mas Eles não estão gatilhados, tá? E aí quando o dinheiro se torna um gatilho e ativa uma região do cérebro, eu vou me comportar de determinada forma, dependendo da região do cérebro que está ativado. E se for uma questão de vantagem, eu vou reproduzir o conflito do meu sistema. Se for uma questão de perigo, eu vou repelir o dinheiro da minha vida, Porque a informação pro meu cérebro break dinheiro é perigo. Então, se dinheiro é perigo, que que eu faço com dinheiro? Eu afasto. Certo? Agora, se lá
na infância eu via meu pai e minha mãe brigando por causa de dinheiro, que que ficou programado no meu cérebro? Que dinheiro é briga. Aí sempre que eu tenho dinheiro, eu brigo Com meu marido, porque assim eu pertenço ao meu sistema. Entenderam? Então, se é perigo, eu vou tirar o dinheiro da minha vida. Se é vantagem, eu vou viver a mesma coisa que eu vivia que me traumatizou. Eu vou reproduzir o que eu vivia lá na infância. Os traumas de perigo são traumas que geralmente colocam a pessoa em uma situação de estar entre a vida
e a Morte. E os traumas de vantagem são os traumas em que a pessoa ela fica vivendo aquela massa do conflito por vários anos. É como se fosse a crença formada ali, sabe? crença. Homem não presta. Por que que homem não presta? Porque ela escutou fal ficou escutando aquilo. Ela ficou escutando aquilo, formou uma crença diante de todas as mulheres. Como se torna uma crença, ela não vai Repelir os homens, não é um perigo. O que ela vai fazer é ficar atraindo homens que não prestam para pertencer ao sistema. Tá claro? Então, o os traumas
de vantagem estão muito relacionados às crenças que nós vamos formando ali com o nosso sistema familiar. E os traumas de perigo são realmente traumas em que a gente fica entre a vida e a morte. Por exemplo, meu trauma de nascimento, o líquido acabou e eu quase morri. Meus problemas com dinheiro vão estar relacionados à vantagem ou perigo? Perigo, certo? Agora o meu pai, ele trabalhava muito e minha mãe reclamava que ele trabalhava muito. Para pertencer ao sistema, eu vou me relacionar com um homem que trabalha muito Ou um homem que não trabalha nada. Porque assim
eu compenso a história da minha mãe. A programação que ficou é: Se o homem trabalhar, eu me sinto sozinha. ficou programado esse meu cérebro. Se eu ten um homem que não trabalha, é uma vantagem para mim, porque eu não me sinto sozinha, como a minha mãe se sentia. E eu via a minha mãe sozinha e triste, me deixava triste. E aí, para eu não sentir aquela tristeza, eu me relaciono com homem que não trabalha. E aí a pessoa, não tô falando do meu caso, tá? E aí a pessoa vira e fala assim: "Ah, só me
relaciono com homem sem dinheiro, com homem mais vagabundo". Mas pro cérebro dela isso é uma vantagem. Porque assim ela não fica sozinha. Então os traumas de vantagem tá muito Relacionado à dependência emocional, a carência, as dores sentidas, a fidelidades, a crenças, a pactos. Tá? Agora vamos lá. Tá minha infância. Meu avô me estuprou. Na minha cabeça, o sexo é vantagem ou perigo? Meu avô me estuprou na infância. Na minha cabeça é vantagem ou perigo? Depende. Se meu avô era o único que me dava Atenção e ele me presenteava e ele me agradava e depois vinha
os abusos sexuais, que que o meu cérebro entendeu? que ser abusada sexualmente por homens é vantagem, entendeu? Tá claro, gente? E aí eu vou atrair homens que se interessam por mim somente sexualmente, que fazem chantagens, Que me levam na conversa, que me levam paraa cama e depois somem, porque o meu cérebro arquivou que sexo, que através do sexo eu vou receber um pouco de atenção. Se o meu cérebro arquiva, que através do sexo eu vou receber uma um pouco de atenção, eu continuo atraindo homens que vão me dar um pouco de atenção pelo sexo, porque
isso é uma vantagem pro meu Cérebro, que não recebia nada de atenção. Pelo menos assim, eu recebo um pouco de atenção. É muito comum isso. A menina que foi abusada sexualmente pelo irmão, pelo tio, pelo primo, por um avô, e essa pessoa que abusou era a única que dava atenção para ela. O resto nem ligava, deixava ela largada, tá? Então, a pessoa, a criança confunde o Amor com o abuso sexual e ela vai viver relações em que ela eh confunde o amor com o abuso sexual, porque isso é vantagem pro cérebro dela. Agora, se é
uma menina que saiu na rua e foi estuprada por um cara desconhecido que ela nunca viu aos 10 anos de idade, o sexo para ela vai ser o quê? perigo. Essa mulher, ela vai ter problema de eh orgasmo, ela não vai ter libido, Não vai ter a lubrificação, ela não vai conseguir ter relação sexual, porque no cérebro dela ter relação é perigo. Já tem de muitas mulheres com uma programação assim de que sexo é perigo, casadas e que toda vez que iam ter relação sexual era um sofrimento absurdo. Quando a gente ressignifica isso, a a
lubrificação volta, a libido volta e a Pessoa ela consegue ter relação sexual tranquila. Tá claro? Por quê? Que que a vagina faz diante do sexo? é o órgão, vai fechar para repelir, porque pra vagina, pro corpo, o pênis é perigo, a penetração é perigo, o toque é perigo, o sexo é perigo. Então, quando a gente vai reprogramar uma pessoa que tem uma informação de perigo, a gente vai est sempre dizendo: "É seguro, é seguro, é seguro, é seguro." Quando é uma informação de vantagem, a gente vai sempre dizer: "Eu revogo e renuncio eu não preciso
pertencer ao meu clã revivendo esse conflito." É claro? Ficou mais claro para vocês como funcionam as programações, como funciona o cérebro e aí a gente entra num outro problema. Bugou já um pouquinho a cabeça ou tá claro para vocês? Porque agora a gente vai entrar no outro problema que é quando a gente tem duas regiões do cérebro ativadas na mesma direção, em dois lados opostos do cérebro. Vou dar um exemplo. Se eu vivo um conflito, se eu estou diante de um conflito, sexo é perigo, dinheiro é perigo, tá? E no momento do trauma, lá de
trás, aos 10 anos de idade que eu fui estuprada, tá? Vai, sexo é perigo. Lá atrás, quando eu fui estuprada, ativou duas regiões do meu cérebro de lados opostos no mesmo corte cerebral. Quando isso acontece e o gatilho, quando isso acontece no momento do trauma e o gatilho é ativado, Eu vou entrar em uma constelação esquizofrênica, que são os transtornos psiquiátricos. E aí o meu cérebro vai responder de uma forma totalmente diferente. Vou mostrar como o cérebro funciona. Vai funcionar. Se eu sofri um trauma de que sexo é perigo e esse trauma eh traumatizou só
uma região do cérebro. Eu vou ter eh perda da lubrificação, perda Da libido e vou repelir o órgão, o pênis, o sexo. OK. OK. Se só tem uma região ativada, se foi duas regiões ativadas no momento do trauma, eu me torno uma ninfomaníaca ou uma garota de programa, ou aquela mulher que trai o marido todo o tempo enlouquecidamente. É assim que acontece os transtornos psiquiátricos. É como se o cérebro bugasse de vez, não conseguisse lidar com nada daquilo e aí entrasse no modo de sobrevivência total, eh, de forma meio maluca. que ele não responde mais
nada com nada. Homens viciados em pornografia. Tá mais ou menos nessa linha. Vamos lá. Homem viciado em pornografia. Ele pode ser viciado em pornografia por pertencimento ao clã, porque lá na com 10 anos de idade, o pai Via pornografia e o pai disse para ele que todo homem precisa ver pornografia e o pai leva ele num num [ __ ] ali com 12, 13 anos de idade, porque assim ele é homem. Então ele vai ver pornografia por vantagem, porque assim ele se valida como mais homem, certo? ou ele sofre um abuso sexual novo, tá? E
esse abuso sexual vai traumatizar duas Regiões do cérebro e esse homem se torna um um um um homem viciado em pornografia, um homem viciado em mulheres de programas, um homem que trai todo o tempo. Porque e aí chamamos de casa nova, porque ele está na constelação esquizofrênica. Eu vou falar sobre a homossexualidade. Pode ser, vamos lá, um menino que foi abusado sexualmente pelo vô E ninguém da família recebia, dava atenção para esse menino. Somente esse avô dava atenção e abusava dele sexualmente. Ele vai buscar outros homens para ter relação sexual por vantagem, mas geralmente é
o cara que não é muito assumido, tá? é o gay que não é muito assumido. Nesse caso, nós vamos ter outra história que a Pessoa que já nasce, que já tem, já vem com uma energia diferente, mais feminina, o homossexualismo a gente tem que ver de uma forma mais abrangente. Eu tive uma paciente que ela se relacionava somente com mulheres porque o avô dela abusou sexualmente dela, muitas vezes de forma muito cruel E ela não tinha nenhum vínculo afetivo. Aí o cérebro entende que o quê? Homem é o quê? perigo e ela vai se relacionar
com um monte de mulher. Só que detalhe, ela se relacionava com um monte de mulher mesmo. Ela saiu com cinco mulheres no final de semana porque ela entrou na ninfomania. Só que na ninfomania o homem é perigo E aí ela se relaciona com um monte de mulheres. Então, cada situação é uma situação eh cada trauma é configurado de uma forma diferente perante a percepção da pessoa. Nem sempre uma pessoa que é é bi, é gay, é lésbica, é um trauma de vivido de abuso sexual na infância. Nem sempre. Às vezes uma mulher que é eh
que não tem libido É mais traumatizada sexualmente do que uma pessoa que é sexual, tá? Às vezes a pessoa é b pertencimento, a outra é traumatizada mesmo porque viveu um estupro. Então, vocês entenderam como funciona o trauma, como o cérebro reage, se for vantagem, a pessoa vai ficar revivendo o conflito, se for perigo, a pessoa vai repelir. E aí a gente entra num outro ponto que é A constelação esquizofrênica. Eu vou compartilhar o slide aqui com vocês, tá? Ah, detalhe, gente, constelação esquizofrênica não tem nada a ver com constelação familiar. Nada a ver. O que
que é a constelação esquizofrênica? Quando duas regiões do cérebro estão engatilhadas ao mesmo tempo, O cérebro entra numa constelação. O cérebro fica constelado, é como se desse pane mesmo. E aí o cérebro constelado, ele entra numa esquizofrenia. A pessoa vai ter comportamentos alterados, totalmente alterados do padrão. Mas eu quero dizer para vocês que de louco todo mundo tem um pouco. Duvido aqui uma pessoa que não tem um pouco de loucura. E eu vou dizer para vocês mais uma coisa, as nossas loucuras formam a nossa personalidade também e vocês vão entender como tá. Então, vamos lá.
Constelação esquizofrênica. Bem-vindos ao mundo da psiquiatria, segundo a nova medicina germânica, constelação esquizofrênica é uma mudança no ritmo basal do cérebro. você, esse, esse PDF tá lá na tá lá para vocês, Eu vou mandar para vocês no grupo do WhatsApp, tá bom? Constelação esizofrênica, uma mudança no ritmo basal do cérebro da vibração. O paciente se encontra em outro modo de funcionamento, alterando a sua percepção da realidade e consequentemente a sua forma de lidar com o conflito. O nosso cérebro, ele vai funcionar com diversas constelações esquizofrênicas que se Equilibram umas com as outras. Então, imagina que
eu tenho 10 traumas programados no meu cérebro e essas constelações elas vão se equilibrando uma com as outras. O próprio cérebro ele vai trazendo um equilíbrio dessas constelações no seu funcionamento. Esse equilíbrio, ele vai proporcionar a singularidade do caráter da pessoa e da personalidade de cada um, tá? Para cada mapa que nós temos, os quatro mapas, nós vamos encontrar uma forma Diferente de programação dessa constelação esquizofrênica e a gente vai estudar cada uma. Então, qual a vantagem da constelação esquizofrênica? A constelação, ela existe para regular o conflito para os limites do funcionamento do cérebro. para
evitar uma sobrecarga incompatível com a sobrevivência, ganhar tempo para resolver o problema. Ela muda a percepção do conflito Para diminuir a massa. Então, vamos lá, vamos analisar essa essa questão da ninfomaníaca. o meu conflito em relação ao sexo é tão grande, aquilo é visto de forma tão grande como eh um trauma, um perigo, que aí o meu cérebro vai tentando equilibrar isso e aí ele me coloca numa outra percepção do conflito. De que forma? como se eu Eh o sexo para mim fosse uma coisa assim, nada, ah, tá tudo bem, ah, legal, vamos transar mesmo
e pronto. É como se a pessoa, o cérebro banalizasse a situação. É como se o cérebro criasse formas diferentes de lidar com um conflito muito grande. Vamos pegar os mitomaníacos, que são os mentirosos. Como se formomania? É uma criança que toda vez que ela fazia algo errado, os pais caiam em cima da criança. É mentira. Você é mentiroso. Você roubou, você fez isso. Certo? A criança ela cresce dessa forma. Aí ela, o cérebro traumatizado escutando aquilo, traumatizando duas regiões específicas do cérebro e o cérebro com dificuldade de lidar com Aquilo. O que que o cérebro
faz? Ah, mas calma aí. Se eu for mentiroso, vai ter uma vantagem. Ele transforma o problema que a pessoa vive numa vantagem. E aí a pessoa se torna mentirosa para sobreviver aos abusos que ela vivia de humilhações, de acusações. Pessoas com síndrome de grandeza são os megalumaníacos, narcisistas, que tudo dele é maior e melhor. Por que que a pessoa desenvolve o narcisismo Complexo de superioridade? Porque ela foi tão inferiorizada na infância, tão inferiorizada que o cérebro dela passa a funcionar para ser o melhor em algo. Tá claro para vocês? Nós temos um outro conflito, uma
outra constelação esquizofrênica, que são as pessoas frias. Frias. Por que que a pessoa se torna fria? Porque essa pessoa tomou tanta pancada Ao decorrer da vida, tanta pancada, machucou tanto o coração da pessoa que ela fala: "O quê? Eu sou forte, nada mais é bala". E ela continua tomando bancada. inocente. As pancadas não vão diminuir. Ela apenas se tomou tornou fria e passou a ser insignificante em relação a sentimentos, afetos, carinho, contato. Às vezes a conta não chega, que às vezes não dói e às vezes a pessoa vai ser Psicopata a vida inteira e vai
morrer psicopata. Tem tantos políticos aí assim, sociopatas, líderes religiosos. A conta pode ser que não chegue pra pessoa. Pode ser que chegue, pode ser que a pessoa vá paraa cadeia. Dói para quem convive. Exatamente. Exatamente. Houve ontem isso. Sou blindado de dor. Como? Por que que uma pessoa sou fala isso? Sou blindado de dor. É uma pessoa que está numa constelação esquizofrên esquizofrênica, eh, emocionalmente morta. Não sinto mais nada. que a vida já me machucou tanto, então sou blindado. E ela ainda tem orgulho. É assim o mentiroso, ele mente, ele trapasseia, ele engana e depois
ele dá risada. O cérebro dele entendeu que é uma vantagem. vai falar para ele que ele tá constelado, que ele é louco, que ele tem problema na mente. Ele não consegue identificar isso. A não ser se ele começa a ter muitos problemas na vida, começa a se observar, começa a entrar no autoconhecimento, tá? Então, eh, o cérebro vai mudar a percepção do Conflito para diminuir a sua massa do conflito. Então, quando uma pessoa tem muitos traumas, o cérebro coloca a pessoa nessa constelação para lidar com conflito. E dependendo da situação que acontece, pode ativar gatilhos
que constelam a pessoa. Vou trazer mais uma visão aqui para vocês, tá? Tem pessoas que o cérebro está tão constelado Que a constelação se tornou um caráter, que a constelação se tornou uma personalidade, entendeu, Rafa? entendeu? Como a pessoa que mata, como a pessoa que é mentirosa. Então, o cérebro tá tão constelado que aquilo se tornou uma personalidade, tá? E tem pessoas que não estão tão consteladas assim, Mas que o gatilho que acontece ativa a constelação e aí naquela situação ela vai falar mentirinhas. Quem nunca falou uma mentirinha com medo de falar a verdade e
magoar o outro? Quem nunca falou? Não é, a situação ativou o gatilho. A gente entrou no medo da perda, no medo do julgamento, nos menos inconscientes. Mas isso não quer dizer que faz parte do nosso caráter. A gente mentiu para sobreviver. Diferente da pessoa que tudo que a pessoa vier é tanto trauma que tudo é um gatilho e a pessoa já tá ali no ápice do cérebro traumatizado. Tá bom? Então, vamos entender. Nós temos um trauma primário e um trauma secundário em um corte do cérebro. Então, nós temos que ter ao mesmo ao Menos dois
conflitos, um em cada lado do cérebro para entrarmos na constelação esquizofrênica. Então, nós temos aqui o trauma inicial, é o primeiro conflito que vai ativar uma região do cérebro. Diante do trauma principal, nós vamos ter a a primeira percepção do conflito. E aí o trauma ele é muito grande, ele é Contínuo e ele vai atingir a outra região do cérebro porque aquela região não está conseguindo lidar na no momento do trauma. Aí o cérebro vai usar outra região para lidar com o problema. Aí a outra região não consegue lidar com o problema, o conflito é
grande e aí nós vamos ter um segundo, uma segunda região traumatizada e uma segunda percepção do conflito. E aí nós Entraremos na constelação esquizofrênica. Isso é muito fácil de entender pelo córtex que nós temos a região da energia feminina e a região da energia masculina. Se eu sou uma mulher destra e funciono pela energia feminina e eu vivo situações de muito desrespeitos na minha infância, Eu vou tentar lidar com a com os desrespeitos, me submetendo, contornando, me esquivando, que é a energia feminina. Se mesmo sim, se mesmo se eu me esquivar, me submeter, os desrespeitos
continuam, eu vou lidar com desrespeitos na energia masculina. Eu vou bater de frente. Se mesmo batendo de frente os desrespeitos continuam, eu entro na Constelação esquizofrênica e eu me torno uma pessoa bipolar. Eu vou pro ápice da energia feminina, que é a depressão, que é a dor, que é a tristeza e o ápice da energia masculina, que é a ansiedade, que é a mania, que é o estress. Aí vem a constelação. É como se eu fosse ao máximo daquela situação e eu ficasse ali constelada. Tá bom? Uma hora me faz caindo na depressão para ver
se eu resolvo o problema e outra hora na ansiedade. Agora, se eu sofrires na energia feminina e eu tentava me esquivar e dava certo, eu continuo me esquivando e tá tudo bem. Tá tudo bem. A minha funciona, eu sobrevivo com o meu funcionamento. Agora, se eu tentava me esquivar e os respeitos continuavam e eu comecei a atuar na energia masculina e eu comecei A bater de frente, eu me torno uma mulher masculina e eu vou estar sempre batendo de frente. Sempre que algum gatilho estiver ativado, eu vou entrar na defensiva e vou ficar batendo de
frente às vezes de coisas que nem tem problema. E aí, se tiver constelado, eu vou entrar numa energia extremamente feminina, brigando, resolvendo, lidando com as coisas de frente, de uma forma extremamente energética, Sem conseguir parar, porque se eu parar eu deprimo. Então, faz pouco tempo que eu atendi uma mulher, é, CEO de um grande banco, tá? Que essa mulher trabalhava das 7 da manhã às 11 da noite. E quando ela deitava na cama, ela chorava, chorava, chorava, chorava, chorava. E ela não parava nem de sábado e domingo, porque se ela parasse, ela ia entrar numa
depressão profunda. Só que isso trouxe muitos resultados financeiros para ela, tornou ela a mulher que ela é. Então, as a constelação esquizofrênica, ela não é tão mal assim em alguns momentos, em algumas situações como bipolar, ela se torna uma máquina. Só que ela não pode parar, porque se ela para, ela deprime. E ela só começou a perceber isso por causa do parceiro dela, que toda vez que ela se sentia é rejeitada, Ela começava a brigar, brigar, brigar excessivamente, ou então ela caía numa depressão profunda. Isso é o bipolar, tá bom? E esse parceiro era um
santo, tá gente? Era e não tava rejeitando ela que só tinha dois filhos. E a ex-mulher que ele precisava resolver os problemas do filho, elas entravam nos Gatilhos e ficava emlutecer. Tá? Então vamos entender mais os conflitos, tá? A gente vai entender agora cada mapa. Eu vou trabalhar esse mapa hoje com vocês e aí para as próximas consultas, para os próximos encontros, consultas, eu trabalho o próximo mapa. Esse mapa é o nosso primeiro mapa que é a substância branca. A não, desculpa, Que é o tronco cerebral. O troco cerebral, como vocês estudaram, ele é responsável
para garantir a nossa sobrevivência. Ele fica aqui nessa região do cérebro e ele fala sobre questões de vida ou morte, de sobrevivência. Se eu tenho um trauma só ativado, se eu tenho um trauma só ativado em uma região do cérebro, você vai ler o que tá escrito aqui. Por exemplo, se eu tenho o Relé set do mapa ativado, eu vou entender que essa pessoa, ela está, o conflito que ela está vivendo, tá colocando ela em um trauma, em um estado emocional de muita carência, de muito medo do abandono, muita carência, medo de morrer sozinho, falta
de contato físico, falta de contato emocional, tá? Quando que essa região do cérebro vai estar constelada quando essas duas pontinhas aqui estiver traumatizada. Se eu tiver um trauma nessa região e um trauma nessa região não vai estar constelado. Se eu tiver traumas nessas regiões dos dois lados, não vai estar constelado, porque eles não se comunicam entre si. Agora, se eu tiver nessa região, as duas regiões consteladas, as duas regiões traumatizadas, eu vou estar constelado. Essa é uma constelação Que leva a pessoa ao alcoolismo. seria a região 11 e 12. Exatamente. Essa constelação vai levar a
pessoa a uma sideração total, eh, desorientação espacial. Ela confunde o dia, ela confunde a hora. Uma pessoa que tem a constelação, essa constelação ativada, é aquela pessoa que Vai beber até a cair e vai ficar tonta caindo pros lábios. É uma pessoa que parece perdida na vida, que se bate em tudo, que atropeça, que esquece a hora, que esquece o dia, que esquece tudo. Ela, gente, mas não é um esquecimento simples, tá? Eh, é um esquecimento que a pessoa ela vai se sabotar todo momento e isso vai colocando ela em situações de fracasso. Se eu
tenho uma região do cérebro, dessa Região do cérebro ativada, eu vou viver situações em que a minha vida desaba. Eu perco tudo, eu fico totalmente perdido, eu sinto um grande fracasso existencial. O que vai ser da minha vida? Sem rumo, grandes abandonos e fracassos, tá? Agora, se eu tenho as duas regiões traumatizadas, aí eu não consigo mais nem andar na vida. Aí eu perco o rumo total de tudo. Aí eu me jogo e entrego paraa vida. Porque o cérebro já não consegue lidar com o caminho, com propósito, para onde seguir, para onde ir. E o
cérebro fala assim: "Ah, se entrega". E aí a pessoa se entrega pro alcoolismo e fica largada na sarjeta. E ela vai sentir prazer de beber. Ela vai sentir prazer de beber até cair. Então você vê um homem que ele perde o Emprego, vem um sentimento de muito fracasso, ele se sente totalmente perdido e aí ele começa a beber. Só que a bebida leva a pessoa ao fracasso também, né? Então a pessoa ela já tá, toda vez que ela se sente perdida, ela vai beber, porque a bebida gera desorientação. Ai, não sei o que eu faço
na minha vida, vou beber. Aí eu fico alegre. E aí eu Então, gente, bebê tem uma Vantagem pra pessoa fracassada. Qual a vantagem? Não lidar com o fracasso dela, com o próprio fracasso dela. É um anestésico para o fracasso. As drogas, outra, cada droga é um conflito, tá gente? Cocaína, maconha, são outros conflitos, tá bom? Tá. A cocaína é megalumaníaco, aquela coisa do, né? São outros conflitos, tá bom? Aqui essa questão é uma questão dos tubos coletores do rim, que está muito relacionada a dinheiro, a líquido, e por isso a pessoa ela vai pro alcoolismo.
Líquido, bebida, né? Então, eu vivo um fracasso financeiro e eu vou para a bebida para anestesiar o meu fracasso. Quantos homens a gente vê grandes executivos que bebem o dia inteiro trabalhando? Que lidar com aquele peso ali das Obrigações para ele? Ele acaba se sentindo tão perdido, com tanto medo de fracassar. tanto medo do fracasso, tanto medo que ele recorre ao alcoolismo. E aí o alcoolismo vai anestesiar o medo de fracassar e aí ele vai embora, só que com a bebida. Geralmente esse cara que é um executivo e que bebe, ele vai ter uma megalomania
junto, né? aquela síndrome do grandeza, Que mantenha um certo narcisismo, a megalomania, narcisismo, tá? Que mantenha ele ali no status ainda. Agora, se a pessoa ela não tem outro outra constelação, aí ela desaba de vez, perde o dinheiro, não se promove mais na vida, desaba totalmente, tá bom? E aí tudo desaba? Me sinto sozinho, me sinto nada, não tenho referência. Essa pessoa, Ela vai ter problema de retenção de líquidos. Quem tem problema de retenção de líquidos sabe que tem problemas com tubo coletores de rim, vai ter problemas financeiros. Eh, a vida dela de sábadela vive
grande perdas de território em que ela não conseguiu se proteger, em que ela não é protegida. Ela vai ter muitos medos. A gente precisa trabalhar Com os medos dessa pessoa, a gente precisa dar um propósito para essa pessoa, a gente precisa trabalhar os traumas relacionados a líquidos que essa pessoa vive lá atrás. Eh, o alcoolismo é uma constelação esquizofrênica, tá? Então, é uma doença. Meu pai passa o dia inteiro com uma lata de cerveja na mão. Ele é aposentado e microempreendedor. Talvez a aposentadoria tenha trazido um conflito Muito grande de fracasso para ele. Ã, tal.
Aí a Rafaela, meu pai era alcólatra e meu pai bebitou muito todos os dias. Talvez no caso do seu pai, Rafa, não seja uma constelação esquizofrênica, seja um uma vantagem, um pertencimento, tá? Aí a gente vai ter o alcólatra e o alcoolista. O alcoolista é que é aquele que não bebe E aí quando bebe ele bebe muito, começa a noite, vai bebendo até de manhã. E nós temos o alcólatra que bebe todos os dias. Nós temos o alcólatra por vantagem ao pertencimento ao sistema. E nós temos o alcólatra, que é vem de um grande fracasso
existencial. Lógico que se o pai da, o avô da Rafa era alcólatra, esse pai teve um avô agressivo, teve uma referência de homem o quê, Rafa? fracassado. Então ele do mesmo jeito tem questões relacionadas aos tubos coletores do rim e inconscientemente ele vai ter um medo muito grande de fracasso. E aí a gente vai ter que programar a mente do seu pai, dizer para ele que ele não é o pai dele, que ele não vai fracassar, que ele precisa confiar nele e que ele não precisa usar do álcool para se sentir mais homem, pertencendo e
nem viver com medo de fracassar, porque ele viu o pai dele fracassando. Mas às vezes o pai da Rafa não quer saber disso, não quer se tratar, não quer se curar e tá feliz com a cervejinha dele. Aí a gente vai falar alguma coisa pro pai da Rafa. Fique, mas tá tudo bem, tá tudo certo. Whisk, a gente não pode interferir nem nos nossos pais. Isso é o respeito ao próximo, mesmo sabendo que a pessoa tá ali se afundando. Livre arbítrio. Até Deus respeita os nossos livre arbítrios. É delicado, Gente. Mas é isso. Agora, se
eu tenho essas essa região do cérebro traumatizada e essa região do cérebro aqui, que é a região contrária, que é a região da tiroide, tá? Então, se eu tenho essas duas regiões do cérebro traumatizadas mais a região da tiroide, aí é o Alzheimer, aí eu esqueço tudo. Ou seja, uma pessoa que veu vues fracassos, grandes medos do abandono, grandes culpas existenciais. Para esse cérebro, esquecer tudo é uma vantagem. Eu prefiro esquecer tudo do que lidar com a culpa que eu carrego, do que lidar com o meu fracasso existencial, do que lidar com a dor que
eu carrego. Então, pessoas que sofrem de Alzheimer geralmente carregam uma grande culpa, uma grande dor que querem esquecer, Que não conseguem esquecer. uma grande dor existencial, tão profunda que o cérebro para a pessoa lidar com aquela dor, ele vai perdendo a memória. Tá claro a vantagem do Alzheimer? Isso enquadra em todos os tipos de demência como sempre devido a um trauma, gente. Tudo começa com trauma. Que trauma a pessoa viveu? Traumas relacionados a líquidos, traumas relacionados à existência da vida que é desaboco, traumas relacionados a grandes abandonos. É aqui, ó, a pessoa ela precisa acessar
esses traumas paraa pessoa sair do Alzheimer, tá? O Paxon a gente fala depois, tá bom? Porque é uma outra constelação esquizofrênica. Quando a gente fala sobre constelações esquizofrênicas como Alzheimer, eh isso é preciso ser tratado no início, como autismo, é preciso ser tratado muito no início, né? A criança, os primeiros sinais de autismo, se você começa a tratar ali os traumas, a consegue reverter o quadro de autismo. Nos primeiros sintomas de Alzheimer e demência, se consegue trabalhar os traumas. Se esse isso está já num nível muito Avançado, a constelação já está ali tomando tanto o
cérebro da pessoa que muitas vezes é difícil reverter. A mesma coisa do câncer, né? Você vai tratar um câncer em que ele já tomou o corpo inteiro, é irreversível. uma pessoa sociopata, a gente vai conseguir curar uma pessoa sociopata dificilmente. É irreversível. Ela já tá toda constelada e a constelação tomou ela de tal forma que ela não se vê como Sociopata, ela nem acredita que ela tem problema. O pior louco é aquele que não acha que é louco. Então a constelação ela toma posse do cérebro a ponto do cérebro acreditar que aquilo é aquilo é
aquela realidade, tá? Hoje eu tenho uma tia com Alzheimer, ela tem 70 anos. sofreu muito a vida toda, muitas dores. Ela quer esquecer as dores dela, os Examamentos da existência. Não é fácil, gente, né? Então, vamos lá. A pessoa trabalha, trabalha, trabalha e foge, foge, foge para bebida. O perfeccionismo não está ligado ao Alzheimer, tá? Pelo contrário, o Alzheimer faz a pessoa esquecer de tudo, não querer mais se cuidar, ela vai relaxando, ela vai se entregando e depende de onde o Alzheimer Vai afetar. Por exemplo, tem pessoas que esquecem de falar, tem pessoas que esquecem
a as funções motoras. Então, o Alzheimer vai estar atrelado a outra constelação esquizofrênica, que são as funções motoras, tá? Já tem pessoas que elas esquecem o nome das pessoas. O meu vô, ele ficou, ele sofreu de Alzheimer, ele ficou 7 anos na cama Porque o Alzheimer pegou as funções motoras, ele foi esquecendo como era andar. Até que ele foi esquecendo como era comer, mas a gente ia falar com ele, ele lembrava o nosso nome. Lógico que a memória foi ficando falha com o tempo. Quando uma pessoa trabalha, trabalha e gasta tudo. é outro conflito. E
aí vocês precisam estudar lá no mapeamento Cerebral, porque lá no mapeamento cerebral eu falo sobre todos os mapas, tá? E aí não é uma constelação esquizofrênica, é uma região do cérebro traumatizada. constelação esquizofrênica, nós falamos sobre eh transtornos psiquiátricos. Pessoa que trabalha e gasta tudo, ela vai ter essa região do cérebro traumatizado. Aí você tem que ir lá no módulo de substância branca para estudar. Síndrome do pânico, ela fica no córtex e eu vou trazer para vocês mais à frente. dúvidas até aqui. Depressão, ansiedade, pânico, narcisismo, dependência emocional e paranoia, mitomania, megalomania, emocionantemente morto, que
nervoso. Ah, tudo isso eu vou trazer nas próximas aulas. Borderline, tudo isso eu vou trazer nas próximas aulas. TDH. Autismo, anorexia, obesidade. precisa ver que às vezes atrás essa mulher educada certinha era só uma forma de proteção as dores que ela viveu, a culpa, aos erros que ela viveu, que ela teve. Ela pode ter cometido grandes erros Que fez ela se tornar uma pessoa certinha, mas que ela não consegue lidar com isso e ela quer esquecer, tá? O Alzheimer tá está relacionado a coisas que a gente não consegue heredar emocionalmente, a gente precisa esquecer. Que
às vezes pode ser uma coisa e às vezes pode ser a vida inteira da pessoa que ela quer esquecer. Constelação do 23 e 24. não tem essa constelação, Essa região do cérebro não fica constelada. No tronco cerebral, a única região do cérebro que fica constelada são essas que eu falei para vocês. A ponta, como eu disse para vocês, essa região não fica constelada. A única que fica constelada é a ponta. Se a ponta tiver constelada junto com essa outra ponta, pode ser só um que elé, A pessoa entra no Alzheimer. Agora, as outras regiões do
cérebro, os dois lados não se comunicam entre si. somente a região da ponta do cérebro, do tronco cerebral, tá? Mais alguma dúvida? Eu vou fazer um atendimento agora para mapear novamente o cérebro, para vocês verem como que eu faço o Mapeamento de novo. Hoje eu não vou fazer a técnica do renascimento, eu vou fazer a técnica da memória celular. que é uma técnica em que rapidamente eu coloco a pessoa no trauma, tá? Tanto a técnica da memória celular quanto a técnica do renascimento. Eu vou ensinar para vocês depois com mais calma, mas só para vocês
perceberem hoje como eu coloco a pessoa rapidamente No momento do trauma, tá bom? Eh, então vamos lá. Carol Assis. Carol tá aqui. Ela você aceita? Não sei. Então vamos lá, Carol. Eh, vai ficar gravado, tá? Tudo bem? Prazer, Carol. Eh, >> vai ficar gravado. Ã, os outros alunos vão assistir, né? E tudo o que for acontecer aqui, eh, automaticamente, quando você diz sim, você já dá o direito de a gente estar colocando na plataforma para ficar lá para todos os alunos assistirem, tá? Você aceita? >> Sim. >> Então, vamos lá. Eu quero que você me
fale o problema que você está vivendo hoje, o Conflito que você está vivendo no momento presente. Não preciso saber da sua história, de nada. Só o conflito que você está vivendo no momento presente. >> Eh, eu não consigo prosperar financeiramente, >> tá? Hã, você está fazendo a formação, você tem algum outro trabalho ou não? A formação está sem caminho. >> Só para entender financeiro como está. >> Eu trabalho sim. >> Você trabalha com quê? >> Eu sou enfermeira por formação e sou treinadora cerebral com neurofeedback. Trabalho com neuromodulação, >> tá? Então você já é terapeuta?
>> Não, não é. É, a gente não se cataloga como terapeuta, né? Treinadora cerebral. >> Tá. E como eh hoje funciona o seu trabalho? Como como que é a sua agenda, o seu trabalho? >> Eu trabalho por sessões, >> tá? de forma particular, né? >> De forma particular. Você vai até a casa da pessoa, você atende no consultório online? >> Meu consultório. >> O seu consultório. >> Uhum. >> E como que está a sua agenda hoje? >> Tá bem vazia. Como como é assim, não está como eu gostaria, né? Já esteve melhor e agora esse
ano não tá >> devagar. >> Você sente que foi esse ano que piorou? >> Sim, um pou da metade do ano passado para cá. >> Metade do ano passado para cá, >> sim. Eh, começou mais ou menos na metade do ano passado. Teve alguma situação que aconteceu ali na metade do ano passado na sua vida? Eh, sim. Eh, eh, uma separação, digamos, mas não estou divorciada. Separada. Você estava casada? >> Sim, ainda estou casada, né? No papel, >> tá? >> Mas foram algumas ilhas e vendas, né? >> Tá. Vocês se separaram de vez no ano
passado? >> Sim, mas depois voltamos, depois separamos de novo, depois agora há pouco tempo ele saiu de casa de novo. Tá. Quando que foi essa separação que ele saiu de casa a primeira vez? foi ano passado, acho que foi em maio do ano do ano retrasado. >> Então já faz dois anos que ele sai de casa e volta que vocês estão nessa situação. >> É. Uhum. >> E o ano passado, o que que você sente Que agravou mais nessa situação? Eh, um pouco de desvalorização. Você se sentia desvalorizada por ele? >> Não sei se por
ele, né? Eu mesma, né? Me sentia um pouco desvalorizada. como se você estivesse se desvalorizando por estar voltando com ele e terminando. >> Não, não, não. Por essa questão. >> Oi. >> Como que você sente essa desvalorização? insatisfação, Eh, eh, um pouco de culpa, um pouco de rejeição, que eu tenho também percebido, né, quando eu li o livro, né, das emoções. >> Você se sentia rejeitada por ele? Não, >> você rejeitava ele >> também não é difícil, difícil de explicar. >> E a insatisfação vinha da onde? >> A insatisfação vinha de mim mesma. >> E
por que que isso gerava problemas no relacionamento amoroso? Eh, porque eu me sentia um pouco eh manipulada, eh, sempre com culpa, fazendo as coisas só para agradar e me deixando de lado. >> Ele te manipulava. É um pouco controlador. >> A gente controlava. >> Sim, controla tudo, né? Eu sinto que é um pouco controlador com tudo, com os Filhos também. >> Vocês foram casados há quanto tempo? >> Há 27 anos. >> E o momento de separação que ele falou de sair de casa foi uma decisão sua dele ou mútua? Foi mútua. >> Mútua. Vocês chegaram
as confusões, problemas ou só desgastou >> as duas coisas, >> tá? E por que que você sente de que o jeito Controlador dele te remete a esse sentimento de insatisfação? como se você não conseguisse sentir feliz do lado dele. >> Não, eu me sinto como que eu não tenho e me falta posicionamento, >> tá? Como se você se anulasse. >> Uhum. Isso >> você permitindo ser manipulada, mesmo sabendo, não se posicionasse direito, eh, evitando conflitos para, né, Para não piorar a situação e porque não adianta, né, eu penso assim, não adianta mais discutir. Já passei
pelo pela fase de de discutir, de querer me explicar, de me justificar. Depois já não, porque já vi que não tem jeito, é só do jeito que ele entende. Já passei por várias cas. >> Aí você foi meio eh não se posicionando mais, ficando quieta para evitar conflito. Isso foi gerando uma grande insatisfação interna. >> Uhum. >> E ao mesmo tempo que foi vindo isso dentro de você, você sente que o seu trabalho também começou a decair. >> Sim. Uhum. Há quanto tempo você trabalha na área? 4 anos como treinadora cerebral há 4 anos. >>
Há 4 anos no consultório? >> Não, há 3 anos no consultório. Trabalhei um ano. Assim que eu me formei, Trabalhei um ano na minha casa. >> E aí os dois primeiros anos foi legal e no último ano começou a decair. >> Sim. Então, gente, ela me passou um panorama da situação, tá? Eh, geralmente eu pergunto sempre quando começou a situação para saber o histórico. Lembra que é o que a gente traz aqui no aqui, ó, o problema, né? problema financeiro. E aí o Histórico, tá? Como eu já atendo há muito tempo, eu já faço automaticamente
essa pergunta do histórico, tá? Como eu não estou fazendo mapeamento biográfico nela, eu vou mapear só o trauma. Eu não vou me aprofundar nas questões da biografia de veda. É uma outra técnica em que eu vou direto ao trauma. Tá? Então, primeira coisa que eu vou fazer, eu vou mapear as emoções. O que saiu aqui foi abusos 15. Abusos 15. Quando eu olho na tabela das emoções, vai cair em desaprovação, tá? A pessoa ela vive em situações de críticas. H, ela busca aprovação e validação, mas muitas vezes não recebe. Imagina um marido manipulador, desprezo. Com
Certeza. E aí eu quero te perguntar uma coisa, Carol. Se você não faz o que ele quer, ele te diminui, ele te desvaloriza, ele te critica, ele te ignora? Ele faz essas chantagens emocionais com você? Como funciona? >> Às vezes? Sim. Já tenho presenciado, sim. >> Questões relacionadas a críticas >> também. >> Também. >> Uhum. H. Toda essa implicância do outro vai minando, né? É o que tá na tabela, tá gente? vai minando a autoestima e ela entra em um ciclo de desaprovação. Eh, então, ou ela fica implicando com defeitos do parceiro, minando a relação,
ela fica ali implicando com o parceiro ou o parceiro fica implicando com ela ou os dois começaram a implicar muito um com o Outro, que pode ser isso também. >> Uhum. É, os dois entraram ciclo de desaprovação mútua. Faz sentido? >> Faz, >> né? Os dois entraram nesse ciclo de, talvez ele mais verbalmente, você mais internamente, um ciclo de impecância e desaprovação mútua. E aí o que acontece, Carol? Se você está em uma frequência de Implicância e desaprovação contínua, sabe o que seus clientes vão fazer com você? >> Desaprovar também. Falta de credibilidade. >> Exato.
>> Uhum. >> Vou implicar com algumas coisas com você. Vão te desaprovar. >> Uhum. Uhum. >> Tá. >> Uhum. Mas você tem entrado tanto ali Numa neurose emocional com essa separação e voltas de tentar ficar junto e já começar a entrar num ciclo de implicância e reprovação e de que eu não quero isso, não posso ficar aqui e tal e você eh implicando com ele, desaprovando ele, ele é a mesma coisa com vocês. Talvez vocês tenham entrado tanto nesse vício emocional que isso foi se estendendo aí energeticamente, porque pela minha experiência, tá gente? Eh, o
dinheiro é líquido e o líquido está muito relacionado às nossas emoções. Esses dias eu atendi um moço, um executivo, que esse executivo ele era muito focado, ele fazia o que ele queria, pronto e acabou e pá, pum, pá, pá, pá, pá, resolvia. o negócio dava muito certo. O sócio dele começou a implicar com certas coisas e brigar por algumas coisas que ele fazia. Para ele evitar brigas e evitar ali o constrangimento e a desaprovação desse sócio, que que ele começou a fazer? Dar satisfação pro sócio em relação a tudo que ele fazia. Quando ele começa
a dar satisfação pro sócio, o que que ele está fazendo? Ele tá >> justificando. >> Justificando. E a partir do momento que eu justifico algo da minha vida, eu perco o meu Valor. Eu perco o meu foco, eu perco o meu poder, eu perco quem eu sou, tá? E então o hábito de ficar se justificando mina o nosso financeiro, mina o nosso poder pessoal, mina a nossa ali, eu vou fazer isso, pronto, acabou e eu faço isso, eu tenho certeza e não preciso justificar nada para ninguém. Lógico que às vezes a gente justifica por educação,
né? Aí eu tenho paciente que eu vou ter que desmarcar e vou mandar uma mensagem para ele por ética, justificando o que aconteceu. Mas a pessoa que tá ali se justificando para evitar um conflito, para evitar um problema, porque o outro é problemático e o outro precisaria, né, eh, se aperfeiçoar, aí já é uma questão que mina o financeiro, tá? e mina mesmo. Assim como uma pessoa que oscila muito Emocionalmente, tá triste, alegre, vai minar o financeiro. Assim, quando a gente se relaciona com uma pessoa tóxica que fica minando nosso emocional todo o tempo, vai
minar financeiro, tá bom? O dinheiro está muito ligado ao nosso valor interno, a nossa aprovação, a nossa confiança, a nossa, o pensamento assim lógico, claro, de direção, de foco, a nossa razão. Se o meu emocional tá muito abalado, o Meu financeiro também vai tá abalado, tá? Agora eu vou mapear os traumas. A gente vai identificar eh a raiz, né, de quando começou isso. Essa desaprovação lá atrás. Vem com o pai. Quando a gente mapeia pai, a o pai não está relacionado só com a figura do pai, está relacionado com todos ao redor, fora a mãe.
A mãe, a a energia da mãe é a mãe. A Energia do pai é energia do mundo. sempre que cai no pai, pode ser um avô, pode ser um irmão, pode ser na escola, pode ser eh um professor, pode ser uma professora, pode ser um avô, pode ser uma avó, porque pai está relacionado a mundo, tá? Agora quando cai mãe é mãe mesmo. Aí eu vou mapear os traumas. Map se é tronco cerebral, se é o cerebelo, Se é a substância branca, córtex. Estou passando o dedo. Então, o primeiro trauma que está ativo, primeira região
que está ativa é uma região eh Córtex 10, que está muito relacionado a rancor, a situações não digeridas, a mágoas. A pessoa, ela vive na defensiva, ela fica irritada, ela fica ruminando as coisas. Então, vamos lá. Eh, essa Situação de implicância que ela falou que ela começou a viver com o marido está muito relacionado a aí eh à situações de injustiça que ela vai vivendo, né, na casa dela, ã, que faz ela viver na defensiva, que deixa ela irritada. Ele te coloca na defensiva, Carol. >> Uhum. >> Você sente isso? Uhum. Tá. É como se
ele começasse a representar uma ameaça para ela, pro cérebro dela. Só que, gente, vamos entender, ela é casada há 27 anos, o trabalho dela tava indo bem, né? Ela começa a viver uma situação e o trabalho piora. Não é uma coisa que tá acontecendo pra vida inteira, tá? A separação leva ela a ativar diversos gatilhos. As brigas, os entendimentos vão piorando. Ela entra num conflito de vai e volta, termina e volta, termina e volta. E acredito que a massa do conflito dela vai piorando diante do que ela está vivendo. E isso vai indo paraa profissão
dela também. Faz sentido para você, Carol? >> Sim, >> faz. >> Uhum. Aí eu vou mapear de novo, tá? O segundo, tronco cerebral, Cerebelo, substância branca e córtex. caiu no córtex de novo. Passei o dedo e de novo caiu a região da energia masculina. Agora no território de perda masculina, perda da energia masculina, perda do masculino. Quem ela perdeu? Perdeu o marido, perda do território na energia masculina. Tá, Vou mapear de novo. Tronco cerebral. cerebelo, substância branca e corttex, intimidação, brigas, né? Mais uma vez, tronco cerebral, cerebelo, substância branca, córtex. Eu faço isso muito rápido,
tá gente? Eu não fico Passando, eu faço, eu faço muito rápido, tá? Esse é o que eu tô mostrando detalhamente. Detalhado para vocês. Vou passar a mão no córtex. E aí vem a região da bexiga na energia masculina, que é a falta de posicionamento que ela disse. Ou ela briga para se posicionar ou ela fica quieta para não gerar briga. Então ela fica nesse conflito de eh Ter que marcar território. Vocês conseguem ler aqui, ó? ter que marcar território, não conseguir colocar com situações de feio, de injusto, não correr, não reconhecimento, brigas para colocar limite,
desrespeito no seu lugar, impotência em marcar território. O que que está me dizendo aqui? que a região da energia masculina dela está toda traumatizada. Carol, eh, que ordem de filho você é? >> A segunda, >> energia feminina. Você fez o teste da palma? É canhota ou destra? >> Destra. >> Destra. Qual o seu signo? >> Câncer. >> Câncer. Bom, vamos mapear a idade agora. A idade a gente pode fazer no começo, no meio ou no final, tá? quando que ela viveu um trauma que Diante da separação com o marido, ela entrou em um desequilíbrio muito
grande da energia masculina dela. Lembrando que todos temos a energia feminina e a energia masculina. Todos temos. Independente de ser ter nascido ou canhoto ou ter mais energia feminina ou mais energia masculina, todos temos, tá? A energia, o lado eh direito do cérebro dela, que é Responsável pela energia masculina, disposição, trabalho, movimento, ação, tá todo traumatizado. Isso está dizendo o quê? Que ela precisa brigar. para ter lugar, certo, Carol? >> Uhum. >> Brigar para ter lugar. Só que ela deve estar brigando para ter lugar aí há muitos anos, né? Há muitos anos. E aí chega
num momento em que chega na separação e aí tem um conflito de perda de território muito grande. Ou seja, eu preguei a vida inteira para ter lugar e não teve jeito e eu precisei me separar. Eu lutei, lutei, lutei E no final eu perdi. Nada mudou, nada resolveu. Tô mapeando quando isso foi programado no cérebro dela, tá? Gestação, câncer, né, gente? Toda canceriada tem problemas intrutinos. Concepção, como que foi a sua concepção? >> Foi, não foi programada? O gatilho que, nossa, que até arrepiada. Sabe qual gatilho que vem? Gente, eu tô achando que o gatilho
tá na separação, mas o gatilho não tá na separação. O gatilho está no início de uma vida solteira, de uma nova vida, de uma nova fase, o início de um ciclo. Porque se o trauma está na concepção, isso está me dizendo que sempre que ela vai começar algo novo na vida dela, o início de uma nova fase, ela vai ter Dificuldades de confiar nela mesma, de acreditar nela mesma, porque lá no momento da concepção dela, ela não se sentiu desejada, então ela não consegue consegue ter a convicção dentro dela de que ela é capaz. Talvez
você tenha mantido o casamento por muitos anos para não lidar com esse momento. Que que você acha? >> Sim, pode ser. Hum. Você acha que sim? >> Uhum. >> Como que foi a sua concepção? Você você não foi desejada? Como que foi? >> É, foi uma surpresa. Aí, eh, sempre ouvi dizer, né, que eu vim num momento ruim porque estavam eh construindo a casa onde eu nasci, né? Então, foi um momento difícil, né? Eh, economicamente falando, eh eu fiz agora a pouco um, não sei se tem A ver, né, mas eu eu fiz agora a
pouco uma roda terapêutica de feminina, né, de mulheres, aonde um exercício a gente que fechar os olhos e voltar, né, a a alguma fase da nossa vida e eu voltei à fase eh intrauterina, tá? E eu senti um, eu senti um cheiro de cloro muito forte que eu tive que deitar no chão para não desmaiar. Por quê? Porque eu lembrei de um fato que minha mãe me contou que ela se jogou do trampolim na piscina, Eh, quando estava grávida de mim. E eu, isso foi agora quando adulta, até alguns anos só que eu fiquei sabendo
disso. Eu achei um, achei muito irresponsável, né, por parte da minha mãe fazer isso. Então, aquilo assim, fiquei pensando nisso, né? Então, não sei se de repente foi uma tentativa, né? Não sei. Ela se jogou do trampolim numa piscina, >> mas a piscina tava cheia. >> Sim. >> E ela teve algum problema? Ela foi pro Hospital, pronto socorro, alguma coisa assim? >> Não, não, >> não acho que tenha sido nada demais. Não >> era um trampolinho muito alto. >> Sim, era uma piscina olímpica. Ah, entendi. E ela já pulava >> Não, >> não, >> não,
não sei não, não me lembro disso. >> Talvez >> eu cresci nesse >> hã >> talvez um descaso. >> É, achei um pouco de Eu não faria isso, né? Não sei se estivesse grávida, né? >> Sim. >> Uhum. >> Hum. Vamos lá. Você já tinha uma irmã ou irmão? >> Eu tenho uma irmã mais velha, mulher, >> que é filha da minha mãe, do meu pai, mas também moramos com uma irmã que é filha só do meu pai, que ela é mais velha, a mais velha de nós de nós duas, >> tá? Então você de
útero é a sua irmã e você veio depois. Quanto tempo depois você veio dela? >> 4 anos depois. da minha irmã, da minha mãe, >> é >> 4 anos de diferença. >> E aí a sua mãe não queria engravidar Porque economicamente eh eles não estavam bem financeiramente. >> Uhum. Então vocês percebem, né, que ela não foi desejada. em um momento difícil financeiro. Ja. a gente vai fazer a técnica, eh, briga que vocês tiveram, teve problemas financeiros. Que envolve a briga >> no meu casamento. >> É, >> não, >> não >> era mais desentendimento entre vocês.
>> Sim. >> Financeiramente ele te apoiava ou vocês dividiam? >> Sim. >> Ele era provedor, você era provedora. Como que era a situação? Eh, teve um momento que eu trabalhei com ele, eh, e a pagava algumas despesas, né, da colégio, das crianças e tal, e ele também. Mas depois que eu comecei a trabalhar sozinha aqui no meu consultório, eh, no início eu come eu também dividia, quando foi piorando, aí só ele era o provedor até hoje agora só ele o provedor. >> Então hoje você depende deleamente >> é sim. E aí sim está vendo alguns
eh desencontros, né, por causa disso, né? também só agora. >> Por quê? >> Eh, financeiros, né? Que ele também tem alguns problemas de de saúde, que ele também eh o terapeuta diz que é porque ele não está conseguindo eh suportar tudo, tanta responsabilidade. >> Uhum. Então aí gerou alguns problemas, alguns conflitos devido a a a isso, né? Ao Financeiro. Sim. >> Que conflito de briga relacionada ao financeiro >> também? As duas coisas de casal e financeiro também. >> Qual Qual o conflito financeiro que existe? >> Eh, que e sou mais eu, né? no sentido de
que eu quando estou eh no momento que eu ficava separada >> Uhum. >> dele, >> eh eu eu sentia um um medo, um terror, digamos assim, de não sobreviver, né? de não ter como sobreviver, me aterrorizava isso. Então, aí eu aí eu cedia, né, devido e ele ficava, né, tentando voltar e eu cedia porque esse medo >> tá >> fazia para trás. >> Gente, eh vocês tiveram vocês perceberam que eu tive dificuldade Eh em entender eh o que tava vindo ali por trás? que só agora que ela trouxe o conflito exato do que ela vive.
Percebe? Coret percebeu que eu fui, foi difícil aqui para mim acessar o inconsciente dela. É como se ela tivesse fugindo ali, não eh naturalmente assim meio que inconsciente, se protegendo da situação. Percebe quantas vezes que eu perguntei Para ela as brigas, o que tava acontecendo, o que tava, tal, não sei o quê. E e ela não conseguia falar assim, eu fui cutucando, fui cavucando até conseguir chegar em algo, tá? E somente agora que ela falou que ela voltava com ele por medo de não ter dinheiro, tá? Para um medo absurdo de não sobreviver financeiramente sozinha.
E aí no momento da concepção dela, qual a informação que vem? Que ela não foi desejada por medo financeiro. Se eu sou um bebê que eu não sou desejado, qual o perigo que tem de não existir? Por que que ela não existe? Por que que ela não pode existir? Por medo financeiro, tá? Então, o medo financeiro, o medo de não sobreviver, de ser desejada, de a desaprovação que veio no útero em relação ao financeiro, quando ela se quando ela entra na independência dela no caminho dela, no líquido dela, ela acessa o medo de não sobreviver
financeiramente. Por isso que ela depende financeiramente do marido. Carol, você assumiu o fato que você depende financeiramente do seu marido, te incomoda? Sim, >> entenderam porque ela não falou até então. O problema dela não está em não ter clientes. O problema dela está em depender financeiramente do marido. Entendeu, Carol? Mais ou menos. Por que que não é estar nos clientes? Porque tínhamos falado antes que era sobre que não eu não passo a credibilidade, né? >> Mas aquilo é o que você tava tentando me contar. >> Senta. >> Porque você tava fugindo do conflito, porque você
tava, você só disse que o dinheiro não entra na sua vida, você não trouxe a raiz do problema, >> entendeu? Qual que é a raiz do problema? Eu não consigo sobreviver financeiramente sem meu marido. >> Uhum. Por isso que por isso que eu sinto um pavor quando estou separada, quando estou separada. Assim, estamos brigados mesmo e eu entro em terror, em pânico, me dá um negócio estranho. >> Isso >> economicamente você não vai sobreviver. >> Uhum. E aí volta a a início. >> Aí volta lá. Na realidade tem é tem a programação do início. >>
Uhum. >> Tá. >> Uhum. >> Você não vai sobreviver por causa, você não é desejada. Você não vai sobreviver. Tem um risco de vida. Risco de vida por falta financeira. Seria aquela tal de eh Despersonificação. >> Não, >> não. >> Medo mesmo de não ser aceita, >> tá? >> Porque todo bebê que não é desejado, qual o risco do bebê não ser desejado? >> É de não sobreviver, de ser rejeitado, >> abortado. >> Aham. que não querem, não quero, não quero essa bebê. A mãe dela falou do trampolim, ela não tava muito a fim de
gravidar, entendeu? >> Uhum. >> Então, economicamente, com planejamento familiar, não quiseram ela, não podiam ter ela. É uma inexistência. Por que que ela não existe? Porque falaram: "Nossa, não queria ter esse filho. Eu não queria que esse filho existe. Esse filho não podia Existir agora". Por quê? Todo trauma de concepção tem a ver com a existência, tá? Também além do início de ciclo que eu falei aqui, que foi uma suposição que eu tava eh tentando achar porque estava difícil de acessar o conceito dela, também tem a ver com uma questão de existência. Se eu não
sou desejada, eu não posso existir. Então tem esse conflito de não existência Por questão financeira. Uhum. >> Ou seja, você não existe financeiramente economicamente. >> Uhum. e o seu cérebro encontra um caminho para resolver isso, o marido que te provém. E foi assim por anos. E quando vocês se separam, você ativa o gatilho de não sobreviver por conta do financeiro. E aí vem a taque cardia, vem a ansiedade, aí você volta com ele porque ao lado dele você tem a garantia de sobreviver financeiramente. >> Uhum. Sim. Então, qual é a programação que está no seu
inconsciente? Eu não existo financeiramente. Eu não sobrevivo financeiramente, tá? Não é uma questão de vantagem, é uma questão de perigo. Tá bom. >> Aham. >> E aí o conflito tá no pai. Eu queria que você me falasse por eh como que era a questão financeira do seu pai. Eh, meu pai é militar, então ele viajava, ficava algum tempo, né? Cada vez que ele tinha que acender o Cargo, ele ficava eh algum tempo em outra cidade. Então, por teve um alguns anos assim que ele ficou durante um ano fazendo curso, né? Então, alguns longos períodos que
ele na carreira fez, fez várias vezes esses cursos, né? Então, por alguns tempos longos, ele ficou ausente. Eh, ele teve uma uma eh infância e uma vida assim bem difícil, dura pra família dele. >> E na parte, no momento ali da sua Concepção da estrutura financeira, >> hum, >> o que era a carreira dele? >> Como que era? É, >> ele só ele trabalhava, né? A minha mãe eh não não estava trabalhando no momento que eu que eu que ele engravidou de mim. Ela trabalhou antes, mas quando nasce nasceu a minha irmã, aí depois eu,
ela já não estava trabalhando, só em casa. Meu pai era o provedor, >> tá? E o ele sempre viajava para trabalhar, sempre tava fora de casa e não era suficiente o dinheiro que ele trazia para casa. >> Não, nunca faltou. Nunca faltou. Nunca tive essa necessidade. Se você não foi desejada na concepção, eh, foi porque tava faltando, né? >> Sim, mas foi só nesse momento, digamos. Mas nunca faltou nada em casa, sabe? Então, mas é nesse momento mesmo que a gente tá falando, >> tá? >> No momento da construção. >> Sim, porque aí estavam construindo
a casa, né, onde eu nasci. >> E aí eles tinham medo de não dar conta financeiramente. >> É, acredito que foi isso, que eu cheguei num mau momento, assim como eles falam, né? Várias vezes eles sempre lembram isso, né? que eu cheguei num momento difícil. >> Então, o seu pai não supria suficiente Financeiramente? >> É, tinha eh algumas dificuldades, porém nunca nos faltou assim, nunca foi uma escassez. Carol, >> hum, >> para de florear a realidade. >> Seu pai não era milionário? >> Não, claro que não, mas nunca faltou comida. >> Sim, >> foi o
básico que ele deu. Quase não te >> entendeu? >> Sim. Uhum. Uhum. >> Problema financeiro. Você depende de um homem financeiramente. Você não consegue sobreviver sozinha. Esse pai faltou financeiramente. >> Uhum. Sim. >> Não era um pai abundante. Não pode ter 10 cílios que eu banco. >> Não, claro que não. >> Entendeu? O homem profet é abundante. Não vai fazer a mulher passar essas >> inseguranças. >> Uhum. >> Tá. >> Uhum. >> Então, né, tem uma questão ali de chegou um mau momento. Eles reafirmam isso para vocês. Chegou um momento difícil. Um provedor não faz
a mulher passar por isso. >> Ele provém, >> ele vai dizer: "Tá tudo certo, vou dar conta". Vai dar um jeito e graças a Deus Vamos ter um filho. >> Uhum. >> Entendeu? >> Uhum. >> Mesmo construindo casa. Então vamos lá. Eh, vamos acessar esse momento, tá bom? >> Uhum. >> Quero que você feche os olhos. Faça uma respiração profunda. Relaxa e solta quadril, pernas, peras. Mais uma respiração. Então, Vai fazendo quatro respirações curtas e uma longa. Mais uma vez, a técnica da memória celular é o seguinte, eu boto ela fazer para fazer algumas respirações
e eu falo o problema principal dela, que foi difícil eu achar esse problema. Carol, toda vez que você se separa do seu marido, você tem um medo enorme de não dar conta financeiramente e volta para ele. O seu problema é a dependência financeira do seu marido, porque você não acredita que você vai sobreviver financeiramente sozinho. Aí eu faço algumas perguntas, tá? Qual o pior pensamento que você tem em relação a si mesma sobre isso? >> De primeira coisa que vier >> Uhum. >> de não ter o que comer. >> Não, Não ter o que comer
é a consequência. Qual o pior pensamento que você tem em relação a si mesma sobre ter ganhar dinheiro sozinha? >> Sobre que sou incapaz. incapacidade, faz uma respiração e sente essa incapacidade. Gente, vocês perceberam o quanto ela nega eh acessar as dores? que ela entra numa negação muito grande de acessar o Problema, né, de dizer: "Eu sou incapaz de ganhar dinheiro sozinha, eu preciso do meu marido, senão não tenho que comer, eu não consigo ganhar dinheiro sozinha", né? Então vamos lá, Carol. Você depende financeiramente do seu marido e por isso você volta com ele, porque
você se sente incapaz de ganhar dinheiro sozinha. Quando eu falo isso, que região do seu corpo dói? Eh, >> é dor mesmo ou é pesado? >> Pesado. >> A cabeça. >> Cabeça >> frontal. >> Frontal. vai respirando e vai sentindo essa dor frontal de fracasso financeiro por ser incapaz. Você é fracassado em financeiramente Porque você se sente incapaz. Qual o pior sentimento que vem disso? como se fosse uma paralisia. Você se sente uma paralisia? É como que quando chega esse momento que me aper me aperto, eu me sinto como anestesiada assim. >> Sai da anestesia.
Sente a dor, a emoção >> nos braços aqui assim, >> não. No coração. Qual a dor que vem de você ser incapaz Financeira? mente eh de desvalorização. >> A desvalorização tem a ver com a incapacidade, o sentimento. Eh, tristeza. Respira e sente a tristeza. Então, como ela se sente em relação a si mesma? Onde ela sente isso no corpo? E a emoção que vem disso? Carol, para de não congela mais essa tristeza. Deixa essa tristeza vir. Percebem como estava anestesiada essa tristeza dentro dela, o sentimento de fracasso, de incapacidade. Agora imagina que você acabou de
chegar e é uma sementinha lá no útero da sua mãe. você acabou de chegar no útero da sua mãe E seus pais descobrem que a sua mãe tá grávida e ao invés deles ficarem feliz e darem valor à vida, o que eles sentem é preocupação financeira. Eles te vem como um problema financeiro. Você é mais um problema financeiro para eles. Você é só um problema financeiro. Deixa abrir a tristeza que você sentiu de ao invés de você ser uma alegria, Você gerar um problema e um sentimento de incapacidade financeira para eles. Talvez a sua incapacidade
seja a incapacidade que eles sentiram de financeiramente não dar conta de tudo. Quais os pensamentos e sentimentos que vem? >> É rejeição, >> tá? E te abandono. Que mais? de talvez de exclusão. Que mais >> de incômodo? E como que tudo isso você reproduz no seu trabalho? Eh, como como que sempre tenho que vencer barreiras, certa dificuldade e Gastina e falta de de postura, né, de de ímpeto. Vocês lembram que quando eu mapei o cérebro dela, toda a energia masculina está traumatizada? Lembra? Eu quero que você se veja no útero Encolhida, apagada, com medo. É
assim que você se sente no seu dia a dia. >> Uhum. >> Qual o sentimento que vem disso? De inexistência sem vida. >> Uhum. >> Inexistência sem vida. apagada mesmo. >> Apagada. E é assim que você acaba eh vivendo a questão do líquido na sua casa, tudo que está relacionado ao útero, a vida, a inícios, tudo isso é um gatilho para você. líquido, vida, casa, financeiro. vida. Você está apagada, você se apaga como se você tivesse morta por dentro. Tá na hora de sair disso. Ninguém vai te tirar desse lugar se você não se tirar.
Talvez você tenha buscado no seu marido uma fonte de vida, de sobrevivência. Mas está na hora de você levantar, se mexer, sentir, viver, existir. Imagina como se você pudesse ir lá pra sua alma E chegar na sua alma e fala falasse para ela: "Não cai nesse lugar. Esse lugar não é para você de se apagar. Porque você foi desaprovada. Você não precisa mais se apagar por medo de ser desaprovada, por se sentir desaprovada ou por ter sido desaprovada lá no passado. Ninguém vai te aprovar enquanto você não se aprovar, enquanto você não tiver uma outra
postura interna diante da desaprovação. E essa postura é voltar a viver, ser alegre, confiar, acreditar na vida, se jogar, bater a cabeça, levantar. é voltar a sentir, é voltar a resistir. Eu queria que você visse você beber lá no útero e uma luz interna começasse a aflorar. Carol, você me permite cancelar que você se apaga diante da desaprovação? >> Sim. E que é seguro, permitido e possível você ir pro mundo conquistando o seu lugar. Independente de ser aprovado ou não, porque você vai continuar sendo desaprovado. Mas a gente continua acreditando tanto na gente mesmo que
uma hora nós somos aprovados. Você acha que eu escutei quantos nãos para chegar onde eu tô hoje? Cada não que eu escutava, eu virava pra pessoa e falava assim: "Ele vai engolir assim não, porque Amanhã ele vai me viver grande e vai ter se arrependido de ter me falado não." E hoje vejo diversas pessoas que me falaram não, que imploraram para est trabalhando comigo, porque cada não que eu recebia, eu me tornava maior, se tornava um desafio para ocupar o meu lugar no mundo. No primeiro não da sua vida, você se encolheu Por medo de
não, você nem arrisca, você já vive encolhida. E a realidade não é você querer ser aprovada. A realidade é você arriscar, arriscar, arriscar até conseguir. É escutar 300 não e não abaixar a cabeça para nenhum não e continuar arriscando e não ligar pro não de ninguém até você conseguir o seu lugar no mundo. Você percebe o quanto você está sendo Fraca? Você percebe o quanto o seu marido é uma amuleta paraa sua falta de coragem, de convicção, de propósito. você pode existir. E a cada não que você tomar, você vai existir ainda mais. E conforme
você começa a existir para você, conforme você fala sim para você, Independente do não do mundo lá fora, a vida começa a falar assim para você. Porque não importa o não do outro, não importa o não da sua mãe, não importa o não do seu pai, não importa o não do seu marido. O que importa é o sim que você diz para você. E você nunca disse esse sim para você. Você foi sempre vulnerável à opinião do outro, ao não do outro, certo? E a partir de agora, nos seus próximos Dias, o que você vai
fazer? Qual vai ser a sua nova postura nos seus próximos dias? Me posicionar mais. >> De que forma? >> Melhorizão demais. e acreditando mais em mim. Quando a gente chega pra vida, a gente chega, a gente não pensa, a gente faz. O fazer não traz pensamento, traz ação. Então eu sinto que o que você precisa fazer não é nem confiar mais em você, é fazer mais, sem pensar muito. >> É, eu penso bastante. >> Você é canceriana. Cancerianos pensam bastante e dramatizam tudo. O invés simplesmente vai lá e reagaça a manga e faz. Então eu
sinto que é isso, é fazer divulgar sua clínica, se promover, espalhar cartãozinho em todos Os lugares, se movimentar, fazer até dar certo. Perfeito, Goret, ação, energia masculina. >> Mas eu não não acho força, não tenho forças. A falta de força vem do medo da desaprovação e vem da muleta do seu marido, porque se você tiver sem comer, você vai atrás. Então, deixa vir o medo. Deixa vir o medo. Quando v o medo de passar fome, você tiver passando fome, você vai fazer. É melhor você viver isso do que você fugir disso. É melhor você não
ter o que comer do que voltar pro seu marido, entende? Porque se você não tiver o que comer, você vai se virar e vai trabalhar e vai fazer acontecer. Não é uma questão de acreditar em você, é uma questão de ser adulto e fazer e só fazer. Sem recolher ao seu marido, passa fome. A fome vai fazer você fazer. Então, o que que você precisa fazer a partir de agora? fazer mexer. >> Se mexer. Exatamente. Por isso que você sentiu a paralisia, porque a paralisia é um lugar que você se coloca emocionalmente, como uma fuga
do medo, do não. Mas talvez você precise viver ou não para você sair da paralisia. ao invés de fugir do hora. Certo? Então pode fazer uma respiração bem profunda e abrir os olhos. Quando eu estava começando a minha carreira, eu senti o mesmo medo que ela. Medo de não ter o que comer, medo de não sobreviver. Eu fiz um Papelzinho, eu imprimind numa gráfica que eu paguei R$ 150 dizendo que era terapeuta e eu espalhei pela cidade inteira. E aí eu entrei em todos os grupos do WhatsApp possíveis imaginar isso onde tinha grupo, eu tava
entrando. Grupo do Facebook, grupo do WhatsApp, grupo de tudo. E todos, todos, eu falava que eu estava fazendo um Mapeamento biográfico de graça. Em 3 meses, eu atendi 100 pessoas por medo de passar fome. Não foi porque eu queria um propósito. Não foi porque eu queria ganhar dinheiro, não foi porque eu queria ser terapeuta, foi porque eu tinha medo de passar fome, batia no peito, doía igual a mesma coisa que ela sente. Eu lembro que quando eu tava nessa fase, eu fui numa consulta com uma pessoa, com Terapeuta, eu falava assim: "Eu tenho um medo
enorme, um medo que é, eu tenho muito medo de não ter dinheiro e aí por isso eu não paro e eu fico fazendo coisas para não passar fome." E eu vou falar uma coisa para vocês. Quando bate na bunda é que a gente se movimenta e talvez você não esteja te permitindo entrar nesse lugar, entendeu? E essa é a sombra do câncer. É não conseguir ligar lidar com as emoções e dramatizar as emoções e as emoções se tornarem tão intensas que ele paralisa. ao invés daquilo que ele sente, ele transformar em razão e ação, em
resolver o problema. Para que que o câncer vem? Para resolver um problema. Se ela tem um problema, medo de passar fome, ela tem que achar as soluções para ela resolver o problema. Entendeu, Carol? >> E não ficar sofrendo com o problema. >> Então, o que que você tem que fazer amanhã cedo? é se mexer, mandar mensagens para 300 pessoas, milhões de grupos para marcar o mapeamento biográfico. É deixar a sua agenda cheia de mapeamento biográficos. Quantas pessoas você atendeu com mapeamento biográfico? >> Uma. Gente, quem ainda não atendeu 10 pessoas? Já deviam estar atendendo umas
20 pessoas, 30 pessoas. Vocês estão entendendo que a dor dela tá servindo para todos? Não vai cair do céu se vocês não agirem. Eu não cheguei onde eu tô à toa, tá? Ninguém vai chegar a ter um resultado se não se mexer. >> E não é pela emoção, não é pela razão. E eu vou falar uma coisa para vocês, vocês nunca vão estar prontos enquanto vocês não atenderem 30, 40, 50 pessoas com mapeamento biopráfico. Só me escutar não vai te tornar terapeuta. Só aprender não vai te tornar terapeuta. O que vai te tornar terapeuta é
fazer no mínimo 30 mapamentos biográficos. Ideal, 100. Como que você vai fazer? Eu mandei o textinho lá no grupo do WhatsApp. Você vai pegar o textinho no grupo do WhatsApp e vai mandar para todos os grupos que você tem no seu no seu WhatsApp. Você vai postar nas suas redes sociais, você vai entrar em grupos do seu Facebook, você vai pedir paraa sua mãe entrar nos grupos da igreja e te colocar nos grupos da igreja e você mandar o texto pros grupos da igreja. Você vai no cabeleireiro e a sua manicure vai estar com problema
e você vai fazer o mapeamento biográfico com a sua manicure. Foi assim que eu comecei, tá? com medo, sem acreditar em mim, escutando um monte de nos errando, me sentindo totalmente insegura, sem saber o que falar, com vergonha por est entrando nos grupos do WhatsApp Com medo. do que iam falar de mim. Mas eu peguei tudo isso e eu falei: "Ou eu fico com esse medo ou eu morro de fome". E eu falei: "Quer saber? Vai com mesmo medo, com medo mesmo." Entendeu? O medo de não ter o que comer é o nosso melhor amigo.
[Música] Eu nunca vou deixar de ter esse medo. Ele que faz eu ter controle financeiro. Ele que faz eu não gastar muito dinheiro. Ele que faz eu ter equilíbrio financeiro, né? Ele que faz eu pensar mais à frente. Então é o medo primário que todo ser humano tem. Comer >> é o medo todo adulto tu tem. >> Mas o que vai variar de uma pessoa para outra é o que a gente faz com esse medo. A gente nunca vai deixar de ter medo na Vida. Só que a diferença é o que a gente faz com
medo. Uhum. >> Ou o medo te torna ou o medo torna uma força para você seguir ou o medo te paralisa. Certo? Então, amanhã você nunca mais vai falar que tá com medo de não dar conta e você vai falar: "Tô com medo de não ter o que comer?" Sim. E vou me virar Para fazer isso acontecer. >> Tá bom. >> Tá bom. Obrigada, Carol. Obrigada também, gente. Falta de confiança, não se sentir b suficiente. Vocês pegam tudo isso e jogam no lixo. Só faz. Só faz. Eu fazendo dessa forma Tem 1.600.000 seguidores. E até
hoje eu faço isso. Toda terça eu tenho live. Sabe o que eu vou falar na live? Não sei. Toda terça-feira eu tenho medo. Todo atendimento eu tenho medo. Toda vez que eu vou entrar aqui, eu tenho medo. Sabe o que eu faço? Só faço. Eu abro a câmera e começo a falar um problema que a pessoa viveu. Eu mando uma mensagem ali no meu canal do Instagram, passo os temas, a pessoa escolhe um tema, eu não me preparo, eu abro a câmera e começo a falar. Já tive medo da câmera, tenho todos os dias. Quando
eu vou postar uns histories, eu fico com medo. Ai, será que eu vou falar? Será que quer saber? Vai desse jeito assim. Entenderam? Será que vai dar certo? Ah, não sei. Vai desse jeito mesmo. É a força da ação. É a força do não pensar se eu sou boa ou que eu vou falar. Gente, vocês não tm noção quantas pessoas no começo da minha carreira me criticavam porque eu falava o português todo errado, todo errado. Os meus textos no feed, o português era todo errado. Aí chegou uma hora que eu falei assim: "Acho que vou
ter que estudar língua portuguesa, que o negócio tá crescendo tanto que acho que é melhor". Eu aprendi a falar português direito. Por quê? Vocês acham que eu me preparei para fazer um post, para fazer uma live? Eu me preparei? Não, eu tinha que pagar conta. Eu só associei alguma coisa que eu gostava a uma coisa que eu visse que que eu vi Que era rentável financeiramente. E fui lá e abri a câmera e fal. Teve uma vez que eu fiz uma live de uma hora mudo. Minha voz não saía, eu só ficava falando, falando, falando
e não saía. E aí nos comentários estava desativado, eu fiquei uma hora falando e as pessoas não me escutaram. Aí quando eu tirei a live, quando eu abri os comentários, começou a subir. Tá mudo, tá mudo, tá mudo. Eu falei: "Caramba, já foi 50 minutos de live". Eu comecei a dar risada. Estão entendendo? Aí eu falei assim: "Ah, tem que melhorar o português". Aí eu fui fazer uma curso de português. Aí tem que melhorar oratória. Fui fazer um curso de oratória. Tá bom. O medo é o nosso melhor amigo. Usa ele a seu favor. Vai
lá e faz. Se joga. E se você pegar a história de todas as pessoas que começaram do nada e se tornaram grandes, foi do mesmo jeito. Ninguém sabia nada. Ninguém sabia como fazer, foi se jogando e foi fazendo e foi dando certo. Tá, tá com medo? Vai com mesmo, com medo mesmo. Faz acontecer, certo? Então, nos vemos na semana que vem. Um beijo para vocês E uma boa noite. E bora marcar a consulta, hein, gente.