É um discurso. Produção. Então, tentei.
É, e até um minuto o BBVA, futuro do euro, e levei meu pai pra ajudar no cenário, porque era uma favela e tinha todo um esquema. Só que na minha cabeça, e como é que a família encarou isso? Não é?
Primeiro, no primeiro momento, era a da escola. Aí é só estudantil. É uma fase.
Mas, assim, o que acontece quando começa a ficar? É o segundo ano ou o terceiro, não está se repetindo muito. E os textos que aparecem, com mais seriedade, tão das conversas.
Começaram. Fico, eu lembro que no sobre o signo da Atalante, meu pai sentou do que nós estávamos do regime militar. Mesmo que a gente falava abertamente sobre o regime militar, tudo sob tortura.
Era assim, era muito declarado em cima das pesquisas que a gente viu, baseado já naquela ansiedade de querer fazer como o pessoal do terceiro não havia feito. Então, e assim, a gente foi fundo. Nem as músicas que a gente colocou.
A combinação ficou como meu pai. Ele colocou. Ele foi.
. . nossa, foi uma conversa muito pesada, né?
Eu falei pra ele: "Eu não posso fazer nada. Tem que falar sobre isso agora. " E isso não é?
Você tem militares espalhando a coisa. Tá, meu, áreas que ainda eram anos 80, mas ainda era muito. Gente, é o militarismo.
Assim, nas redondezas já existia o medo. Ainda daí eu peguei e falei: "Não vou deixar de falar. Não vou deixar de cantar Chico Buarque de Holanda.
Eu não vou deixar de fazer coisas que eu gosto porque os militares são. " E ele achava. Esse daí, o cálculo.
Então hubo brigas um pouco mais. Ela falou: "Nossa, foi pesado esse momento, né? " E na faculdade ficou pior, porque como eu fizemos geografia, tinha um militar fazendo também com a gente, e a gente foi perseguindo.
Então, eu tentava. No supermercado, estava lá. Então, a gente sofreu isso, assim, foi leve, foi, mas ainda, e os olhos da apelação em desistir.
A gente tem aquela certa forma de ficar quieto. Então, a FIFA foi meio de acender o militarismo, contexto teatral, e partindo dessa conversa com meu pai. Não é?
Com essa preocupação, mas assisti. Daí foi presente também na nossa vida, na minha vida. O momento, hoje eu vejo que a família é importante para quem é que a caminhada, se num primeiro momento, essa preocupação.
Não querem o mal da gente, eles querem o bem. Só que, assim, na verdade tive que mostrar que era isso que eu queria, a partir do momento que eu encontrei o Marcelo, que a gente ficou conectado. Ou nessa parte artística, para mim ficou mais leve e ficou mais fácil.
Fica até mais bonito, né? Assim, poder viver, porque era difícil encontrar uma pessoa para falar com os mesmos assuntos, os mesmos livros. Era difícil.
E com ele não foi muito fácil nessa conexão. Enquanto o que a agenda das peças que vocês apresentaram, esse tipo de experiência. Na das peças, apresentaram dentro do futebol foi o Cacau.
É, assim, eu estava num grupo de jovens e isso era muito presente. Ele tinha muito as drogados e drogados, né? Então, eles contaram os depoimentos deles.
É, assim, foi colocado no texto. A gente feliz. Eu lembro que fiz, assim, o papel de Ana, mas é uma coisa assim muito.
. . era um texto muito infantil.
Assim, nunca falava. As coisas se resolviam quase que simplesmente, né? Eu tinha 15 para 16.
Então, ele segue a linha da idade. Daí, eu estava no primeiro ano, bem no segundo ano. Você se lembra de Joana?
Já era um contexto de que nível de uma favela e então já tinha um contexto. Já tinha ou querer mostrar algo social acontecendo, é uma importância. Então, e daí você comédia que eu quero ver.
Gol, o compromisso com nada mesmo. Rio, após se divertir. Títulos como: "Como é que eu vou atrair pessoas para fazerem teatro?
" Nokia, que eu gostava muito de lutar, muito jogando, abertos à veia cômica sempre presente no nosso trabalho. E ela começa a brincadeira. Então, todas as pessoas pra se divertir.
Pra não tinha uma pretensão grande de fazer o espetáculo tal. É praticamente uma só participar do festival. Vi que tinha coisas bem interessantes ali.
Contexto político, tal, social. E a partir dali começou a trabalhar nas questões e colocar no texto um modo contínuo. É infame sequer um pano de fundo.
Na verdade, da repressão dentro de uma construção de uma obra, mas eu tinha apresentado do Chico Buarque e do Milton Nascimento. Tinha acontecido já meio politizado, social, onde por trair coisinha, definir isso em dúvida, se morar, enquanto Ciro, para a construção. Então, a presença da literatura dentro do trabalho é muito importante.
Também teve exatamente do sarau que fazia em sala de aula, nas aulas de literatura. E depois chega acabou colocando do espetáculo teatral com uma significância, né? Ampliada.
Então, é isso que é teu, se cuidar. E do ano seguinte, nós, assim, a gente nos unimos nossos conhecimentos. É, com moto, com o técnico, quando dois edifícios encontros fizemos juntos.
No ano seguinte, o Moto Contínuo. No ano seguinte, o Subsídio de Talento. E aí a gente foi lá, a gente pôs o dedo na ferida.
É, daí a Leto, a minha família, ganhar, né? Ficou assim, mil. Não, você não vai fazer teatro.
Não é melhor de decidir? Se eu já ouvia muitos "não", né? E, loja, com a idade, com aquela idade, você.
. . Mais que é profunda, mas não tá mais de vergonha.
É um momento importante. A conversa aconteceu, muito importante. O metrô, aperto da política, na volta dos exilados e tudo em tal.
Aquele momento, na praça, falar sobre aquilo, não tinha como. Na zona da morte, e vida, Severina também. Estão falando sobre o Brasil, falando sobre as coisas que estão acontecendo aqui, também na questão social e política, quando era muito importante tocar esses pontos.
Não tem juízo feliz naquela época. O espetáculo Koff, daí, no ano seguinte, a gente achou que inventou a roda, né? É a escola de máscaras.
Eu vou fazer uma peça de teatro, falando com uma pessoa certa na região, e da copa ninguém tendo só me funk, né, por infantilidade. E era assim, falava de dois reinos: os dois reinos, assim, o Brasil dividido no reino de Sant'Anna e o reino de Santa Cruz. E assim, quem era haverá rei no reino?
Eram dois elencos e odeia parar. Vamos discutir sobre isso, escola. E, na verdade, a gente já começava a falar também como é que, vou falar, nos reinos, criam seus filhos, né?
Os herdeiros são trocados. Quem prometeu? Vamos casar nossos filhos!
Quem prometeu? A filha nasceu menina, e quem prometeu um menino, nasceu a menina. Eles criam a fantasia, os filhos, com a mentira, né?
E daí eles se conhecem, não na natural, e se conhecem como homem e mulher verdadeiros. E isto é revelado no dia do casamento. Nossa!
E a gente achou, colocamos no festival do Getúlio, a primeira vez, um bebê que era filho de uma das meninas lá, e ela permitiu que o bebê, o herdeiro, não é verdadeira a verdade. Nossa, foi super emocionante! Tudo, enfrentam.
É, foram experiências assim, é, ainda não tinha um pouco de funk, o K2, nada, né? Ingênuo até, mas já eram experiências que ficaram nessas lembranças muito importantes nesse momento da crise. Essa é linda, né?
Ou esquecível! Foram me tornando até a fotografia. E quem é o Irã?
Não interessa. É o William e o William já não está mais aqui. Nós também já foi tempo, né?
Não é? Pessoa maravilhosa também lá dentro. Ok, mas ainda por.
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