[Música] k [Música] [Música] Us k [Música] [Música] [Música] h [Música] k [Música] [Aplausos] Bom dia primeiramente queria agradecer o carinho que eu fui recebida hoje de manhã parabéns para todo mundo que participou dos trabalhos foi um trabalho áo mas foi muito bem recompensado e hoje a gente vai falar então um pouquinho sobre as vitaminas do complexo B como é que eu administro Quais são as vantagens e desvantagens de cada uma das vias o que que a gente pode fazer e a importância dessas vitaminas bom a gente vai falar algumas coisas em relação à parte básica
claro né então a gente vai ter que rememorar um pouquinho a questão das vitaminas para que que elas servem da onde elas Para onde vamos etc então uma das coisas que nós vemos é então em relação à tiamina tiamina tá presente nos grãos integrais na carne no peixe cuidado com a questão da síndrome de realimentação muitas vezes e ela tá ali relacionada a diversas eh situações metabólicas metabolismo tanto de glicose de carboidrato quanto de lípides quanto de proteínas a gente tem a questão do prevenção do diabetes incluindo o gestacional a gente tem desenvolvimento fetal evolvido
com a tiamina e as deficiências mais severas levando ao berry berry seco e úmido eu não preciso entrar em mas ele tá eh também existe uma uma questão de prejuízo eh ela tem uma relação com prejuízo de desenvolvimento fetal e da própria questão neuromuscular da mulher ã a vitamina B2 por seu lado ela é uma questão antioxidante ela vem uma conversão entre vitaminas B6 e B9 no metabolismo glicídico ela também entra dá menos sintomas porque ela a sua deficiência não é tão comum mas ela pode vir aí a manifestar com emia as edema de boca
lábios etc a B3 já começa a ser um pouco mais eh importante a manifestação clínica que é o causa da pelagra que são as ites né da questão da dermatite questão de queilite questão de eh áreas expostas ao sol principalmente e ela também entra no metabolismo energético celular é claro que eu vou entrar em detalhes isso daqui mais paraa frente mas queria só que a gente lembrasse um pouquinho da base ali para entender o racional da reposição ã aqui eu já vou entrar em relação à saúde feminina com muito mais força né a a piridoxina
a vitamina B6 Entra muito na questão neuromuscular também metabolismo proteico tem uma questão de de formação de neurotransmissores então a gente entra aí com a própria serotonina a dopamina a a a estamina e a própria adrenalina e a questão da sintomatologia exclusiva é muito mais difícil ter a deficiência ela normalmente se associa a outras vitaminas do complexo B deficientes mas o que a gente tem basicamente é que às vezes a reposição da vitamina B6 não Só melhora a absorção da B12 que elas estão relacionadas B6 está relacionado ao fator intrínseco por exemplo e a gente
vai ter também a questão de por exemplo melhorar um sintoma de de síndrome pré-menstrual então aqui já entra entra um pouquinho da questão neurotransmissor mais importante da B6 o B9 o folato esse aqui é indiscutível que nós sabemos muito em relação ao que se tem de benefício em relação não só à reposição mas à suplementação eventual por exemplo no pré-natal a gente tem relação da dele com o ã defeitos de tubo neural a gente tem com neurodesenvolvimento fetal a questão da homocisteína que eu vou aprofundar daqui a pouquinho então a gente tem no folato uma
das principais vitaminas do complexo B O outra que tá relacionada e que também tem uma importância fundamental na saúde tanto masculina quanto feminina é a B1 B1 a gente tem que lembrar que ela é obtida exclusivamente de fontes animais as outras têm origem vegetal também mas a B12 Sem dúvida nenhuma é uma das mais importantes se a gente pensar quando a gente tá falando de uma dieta mais restrita um vegetariano ou um vegano mais restrito tá ela é com enzima também fundamental para toda a questão do ciclo de crbs então metabolismo de glicose metabolismo de
proteínas e amo e lipídeos e a sua deficiência nos casos mais graves leva a uma anemia megaloblástica porém a gente tem muito mais manifestação neuromuscular anterior a essa deficiência que leva anemia então de novo a gente tem muitas vezes diferenças nas referências de laboratório por causa disso bom ã para que que então serve a B12 entra em fundamento em todos os macronutrientes no metabolismo ela entra na formação de ácidos nucléicos então na questão de formação e divisão celular Principalmente nos neurônios com a bainha de Melin e na medula ósea em relação à anemia como eu
já comentei eh as formas ativas aí eu vou entrar em detalhes também de novo Tem adenosilcobalamina metilcobalamina e a hidrox cobalamina e a cianocobalamina ela é convertida em uma dessas três formas eu vou mostrar de novo o metabolismo celular para vocês daqui a pouco um destaque que eu queria dar só nesse slide é em relação à necessidade de área esse quadro em Rosa a gente tem aqui a necessidade de mulheres num menim idosas é um pouco parecida e a gente tem gestantes e lactantes isso aí praticamente dobrando Então na verdade a gente vê aqui a
importância que você tem no neurodesenvolvimento fetal e na prevenção inclusive de alterações de humor pós-parto eh em relação à parte então da bioquímica vamos V voltar de novo pra bioquímica a gente tem aqui a questão da da do metabolismo do ciclo de crebs todas esses quadrinhos azuis são onde as vitaminas do complexo B entram na questão metabólica de proteína de açúcares e de gordura então a gente vê aqui a importância que ela tem inclusive na formação energia celular lá no ciclo de crebs dentro da mitocôndria todas as vitaminas do complexo B estão relacionadas a essa
questão metabólica e de geração de energia essa daqui é o metabolismo que entra B6 B9 e B12 tá é a questão do metabolismo da homocisteína que a gente vai ver que tem muita relação com as questões cardiovasculares trombose etc então a gente vê aqui a entrada da metionina por Fontes dietéticas metionina vai ter dois Dois caminhos ou faz o seu perfil biológico as funções biológicas que ela tem ou ela vai ser convertida na proteína de depósito que é a homocisteína lá no fígado a homocisteína por sua vez vai ter dois caminhos ela pode ser eliminada
através da da forma de cisteína na urina e essa transformação da da homocisteína em cisteína é dependente da vitamina B6 a outra possibilidade dessa homocisteína ser metabolizada é ela retornar por formato de metionina e de quem Ela depende nessa hora da metil cobalamina que vai metilcobalamina vitamina B12 metilada Vai doar esse grupo metila para homocisteína e ela vai voltar pro formato de metionina só que quem H doou esse grupo metila para B12 foi o metilfolato é por isso que os defeitos de polimorfismo da mthfr que é aquela enzima que vai ativar o folato em metilfolato
podem levar a uma deficiência nesse nessa metilcobalamina e consequentemente uma deficiência na eh conversão da homocisteína e metionina então o que a gente vai ter nisso aqui qualquer deficiência seja eh absoluta B6 B12 e folato vai ter ou relativa né em alguma delas vai ter um acúmulo de homocisteína e a gente vai ver quais são as consequências desse acúmulo esse outro é a questão de absorção da Vitamina B12 como é que a B12 vai chegar dentro da célula para fazer sua função biológica lá no metabolismo celular então a gente tem aqui que essa aqui é
alimentar tá é um pouquinho diferente quando eu tô suplementando mas a B12 que vem de origem alimentar ela vai chegar no estômago vai se ligar à aptc corrina a aptc corrina vai chegar lá no duodeno vai ser quebrada essa Bose vai ser liberada da apcor através da ação pancreática essa Bose liberada vai grudar no fator intrínseco que o estômago produziu e que é dependente de B6 esse ess esse a junção esse conjunto entre fator intrínseco e B12 vão correr todo o intestino vão chegar lá no hlio terminal e no hlio termin final vai ser absorvido
através de de de eh transportadores de membrana para dentro da corrente sanguínea através dos enterócitos do Ílio terminal uma vez na corrente sanguínea ela pode 80% das vezes voltar pro formato da apto colorina e aí voltar lá pra circulação de novo e ou então 20% dessa B1 absorvida vai cair na circulação vai chegar vai se ligar a transcobalamina E aí que se ela vai conseguir chegar nos órgãos alv Ah e agora eu cheguei nos órgãos os alvos que o que que eu vou fazer lá dentro dos os da célula ela vai ter um uma ligação
com o receptor de membrana vai ser liberada no lisossomo a B12 livre vai ser transformada através da ação do ácido metilmalônico vai chegar lá e vai ter dois caminhos ou ela é metilada E vai virar metilcobalamina através daquela questão da doação do ácido fólico para ela e vai entrar no ciclo do folato que é da homocisteína ou ela vai virar adenosilcobalamina e vai ter sua função no no ciclo de crepes tá então de novo quem é que é a parte ativa da ã cobalamina metilcobalamina mas ela teve que passar por todo esse processo Independente de
como ela foi ingerida para que você tivesse a receptor cerebral cerebral receptor eh celular e isso fosse feito de novo o metabolismo intracelular Então metilcobalamina ela é intracelular a metilcobalamina que entrou de fora ela tem que ser quebrada e entrar de novo com a transcobalamina dentro da célula Então não é diferente você dar cianocobalamina para transformar em metilcobalamina Como eu vou mostrar daqui a pouco ou dá direto a metilcobalamina é diferente tá ok aí a gente vai falar um pouquinho sobre as questões de deficiências eu vou focar um pouquinho na B12 que eu acho que
é sem dúvida uma das mais importantes as vitaminas B1 B6 e B12 então estão relacionados a 88% dos casos de deficiências nutricionais entre 40 e 49 anos principalmente mulheres tem como eu disse funções importantes no sistema nervoso tanto Central quanto periférico e na própria Regeneração celular desses D desses sistemas ela tem ação sinérgica com a energia dos neurônios com a síntese de neurotransmissores entre eles dopamina adrenalina serotonina tem função na mielinização celular tem relação com a síntese de DNA metabolismo de todos os macronutrientes e e e a deficiência vai levar o quê alterações de humor
deficiências de transporte periférico de de sensações Então as polineuropatias diabéticas por exemplo são piores nas deficiências de dessas três vitaminas você tem a as deficiências mais graves como beribéri encefalopatia de vnic a gente tem convulsões como consequências mais graves também e a própria Regeneração pós-trauma e dor neuropática também estão relacionadas a essas deficiências elas são hidrossolúveis então o risco de intoxicação é muito baixo você pode ter efeito colateral mas intoxicação como é o caso das vitamina D e outra as vitaminas lipossolúveis não tem descrição é mais efeito colateral e não intoxicação real tá então eh
tem mais de 300.000 eh eh sujeitos avaliados nessas doses maiores e a a reação foi realmente efeitos colaterais principalmente gastrointestinais Quais são as consequências das deficiências então que a gente vai levar principalmente do ácido fólico B6 e B12 hiperhomocisteinemia e esse esse daqui é um slide que mostra muito bem as consequências das dessa impomos esse acúmulo dessa desse aminoácido tóxico então é fator de risco independente paraa doença cardiovascular de formação de placas de aterosclerose é fator também importante de eh geração de trombos tromboembolismo venoso e inclusive tromboembolismo pulmonar grave gestações então ela tá relacionada a
abortamento de repetição doenças de m placentação eh e levando por exemplo a pré-eclâmpsia restrição de crescimento ela pode levar um risco aumentado de diabetes tanto gestacional quanto fora dele e isso pode realmente interferir em relação a doenças neuropsiquiátricas comuns como ansiedade e depressão pior o prognóstico de demências Alzheimer e não e não e não Alzheimer na na na no idoso e a gente tem também a esteato hepatite alguns casos de Câncer São relacionados a hiperhomocisteinemia e a hiperhomocisteinemia perniciosa autoimune ou mesmo por uso crônico de antiácidos por exemplo ou uma gastrite crônica ou até desnutrição
levando uma atrofia gástrica infecções de disbiose intestinal também são mais frequentes algumas parasitoses doenças inflamatórias como a doença de cronor retocolite a gente tem a doença celíaca como também uma grande eh causa de anemia não só de B12 mas de Ferro priva junto a pancreatite crônica lembra que é o pâncreas que quebra ali a aptc corrina para ela grudar a B1 na na no fator intrínseco as cirurgias restritivas principal somente com desvio de trânsito como é o caso das bariátricas como é o caso de doenças de eh tratamento gastrectomia por câncer e aí o uso
con de antiácidos e a metiformina E por que a metiformina é tão importante aqui porque a metiformina não é direta a relação dela com a B12 é indireta ela vai diminuir a absorção de a produção de B6 e essa diminuição de B6 vai diminuir fator intrínseco vai diminuir B12 e Sem dúvida nenhuma principalmente nas altas doses a gente pode ter com uso crônico e da metiformina a consequência na bedos então toda vez que pegar um paciente em uso crônico a gente vai ter que prestar atenção nisso a investigação Laboratorial é através do hemograma Claro a
vitamina B12 dosada cicam menor que 300 E aí é importante reforçar o 300 idealmente 400 ou até 500 dependendo da situação Clínica ácido fólico tá normal e se eu tiver suspeita de que aquela vitamina B12 apesar de tá normal não tá realmente refletindo o a dosagem sérica a gente pode pegar o total só a metti uma colônica aumenta na deficiência de B12 a homocisteína que eu já comentei tantas vezes e a questão de se eu eventualmente tiver suspeita fazer as dosagens de anticorpo anti fator intrínseco a olot transcobalamina que aí só v a B2 funcional
Qual é o tratamento então para as deficiências se eu tiver uma esse aqui é o guideline que provavelmente vai ser modificado nos próximos anos mas a ma absorção eu vou ter que talvez ou pela velocidade com que eu preciso repor administrar por via parenteral e parenteral que eu me refiro aqui é eh intramuscular ã a injeção intramuscular Este é o protocolo e depois você faz você pode fazer isso a cada 2 3 dias eventualmente uma vez por semana e depois mantém com a administração oral comprimidos de ciano cobalamina que que é mais estável tendem a
resolver só demoram mais da mesma forma que o intramuscular tá ã cuidado só que a questão aqui que eu falei da B12 não ten estômago não vai absorver é diferente paraa B12 alimentar em altas doses ela tem absorção passiva também desde a cavidade bucal e no caso de deficiências alimentares basicamente eu trato com H esse ano né aqui é o protocolo mas ée ano cobalamina oral aqui é como eu falei Existem várias formas de ã vitamina B12 então na Europa e nos Estados Unidos a maioria das apresentações são de hidróxi ou de cianocobalamina na Ásia
a gente entra mais com a metilcobalamina Apesar que também tem aqui e menos frequentemente adenosilcobalamina como eu falei a importância da B12 na questão do estômago é alimentar a gente tem absorção de todas as outras formas também pela via oral e aí a gente vai ter só que lembrar a questão da metilcobalamina é intracelular que a gente tá falando as outras formas de administração Inclusive a metilcobalamina sublingual Elas têm que ser convertidas primeiramente pela transcobalamina Então a gente tem aqui alguns estudos são dois estudos basicamente que eles falam se eu de Mete o cobalamina então
que não será que ela já não vai fazer essa doação do grupo metila direto para fazer o metabolismo celular na verdade assim em vitro sim mas em vivo ela compete com o Sam que é um um metabólito ali da da hepático também em vitro como tem muito sã ela não faz diferença nenhuma e ela é mais instável que a cianocobalamina então este aqui a explicação para que você tenha que prestar mais atenção na formulação na estabilidade dessa formulação e na dose que você tá dando se for dar metilcobalamina tá esse é o estudo que avaliou
a compara eh que comparou trans eh metilcobalamina com cianocobalamina e eles viram aqui que a cianocobalamina tinha uma resolução das deficiências muito maior esse primeiro quadrinho ã do que a metilcobalamina e que o natural indiscutivelmente as duas eram melhores E por que isso porque normalmente Você tem uma diferença em relação ao metabolismo que de 250 microg por dia de de cianocobalamina era equivalente a mais ou menos 1.00 da metilcobalamina e isso provavelmente era pela estabilidade da Fórmula tá então eles tinham essa comparação mas não é que a metilcobalamina não funcionava é que tinha mais dificuldade
de estabilização da medicação para que fosse absorvida a mesma quantidade tá então ela tem essa função e aí eu não falei nada sobre a via endovenosa porque simplesmente a gente tem muito poucos estudos que tão falando sobre sobre essas deficiências essas correções endovenosas eu peguei isso daqui há poucos dias se eu colocasse intravenos cobalamin no Google scholar eu tinha mais ou menos 1920 resultados aí eu só pus um uma aspas e só saiu um resultado intravenos cobalamin tudo junto só tinha um resultado e se eu pegasse intravenos metil Ina que é a formulação que dá
para fazer parenteral eh endovenosa eu tinha aproximadamente 19 ou 18 resultados tá e desses resultados eu fii os trabalhos eles tinham só quatro e quatro eram relacionados principalmente a eh renais crônicos tá então na reposição se eu que tiver que escolher uma via é ou vi oral ou eventualmente intramuscular se eu tiver dificuldade ou necessidade de absorção rápida tá se eu não tivesse essa necessidade a Vi oral seja qual formulação for ela é bastante interessante então cuidado tá mais uma vez tô muito feliz de estar aqui conversando sobre um assunto que eu adoro mas quando
eu montei essa aula o Guilherme me deu a incumbência de falar de um assunto que eu sempre falo nas minhas aulas que é menopausa e gasto energético e obesidade eu tentei trazer para vocês uma uma vez que é um congresso saí um pouquinho do básico Claro que vai ter coisas que eu vou ter que falar sobre o básico mas eu queria trazer coisas que te colocassem na de novo no na crista da onda do que a gente tem em State of Art em relação à menopausa em relação ao gasto energético então esses dias eu levantei
a literatura vocês vão ver que tem artigos o mais antigo Se não me engano é de 2021 e eu tenho Exatamente isso o que que a gente tem de novo nas pesquisas em relação a esse assunto que é tão importante pra gente então o que nós temos então em relação à obesidade ao longo da vida e qual é o impacto que o estradiol o estrogeno em si vai cair em relação ao metabolismo basal Então esse esse artigo aqui é de do 2023 né O que a gente tem aqui é o impacto nos sistemas de regulagem
de AD depostos E de distribuição de gordura corporal então estradiol tem receptores tanto diretos eh tipo Alfa Principalmente nos adiposos e isso vai levar a um estímulo da mitocôndria desse adiposo em relação ao gasto energético e indiretamente também ele influencia esse adiposo por quê Porque ele vai fazer com que haja o estímulo do sistema nervoso central Eh desculpa sistema nervoso simpático e esse sistema nervoso simpático também vai influenciar o estímulo de energia tanto da Ad depósito Amarelo quanto do marr do do marrom e isso vai levar à regulação do do gasto energético e a termogênese
uma outra função do estradiol é exatamente bloquear lá no cérebro os centros de fome e saciedade tanto do apti homeostático quanto do apetite hedônico aquele do prazer mesmo de comer então O que a gente tem aqui que o apetite homeostático na regulação do estradiol ele vai aumentar ou regular a ingestão alimentar e o gasto energético conforme o estradiol vai caindo na menopausa então então nós temos que a saciedade vai diminuir e o próprio gasto energético diretamente no músculo e no adipócito vão ser influenciados por esse por essa queda outra coisa na questão de distribuição de
gordura corporal a gente sabe que estradiol vai ter uma tendência a diminuir gordura eh visceral e aumentar a gordura periférica aquele padrão ginoide que nós temos e a questão da regulação dopost que eu já comentei e no apti hedônico o que que faz o estradiol ele vai fazer em relação à regulação da fome e sistema de recompensa da da alimentação e ao mesmo tempo ele vai fazer com que haja menor busca por alimentos hiperpalatáveis sistema de recompensa vai ser estimul vai ser diminuído pelo estradiol E com isso conforme vai caindo menopausa a mulher tende a
ter comer Mais Alimentos hiperpalatáveis aquela busca igual o apetite de TPM né aquela coisa de comer mais carboidrato coisas mais doces o hiperpalatáveis Então esse primeiro artigo aqui por exemplo é a saúde cardiovascular na menopausa e h metabólica Então o que a gente tem aqui é que existe uma redistribuição na pele menopausa da gordura corporal e do tecido adiposo visceral sendo que na pós-menopausa é quase 50% maior a quantidade de gordura visceral do que na pré-menopausa e a diminuição do estrogênio vai levar com que haja um aumento da atividade da lipoproteína lipase no tecido adiposo
isso vai levar a uma diminuição da lipólise e isso vai também fazer com que haja um ganho de de peso quanto menos eu estimulo o receptor estrogênio no hipotálamo maior é a minha redistribuição de gordura tendendo a acumular Mais gordura visceral e por conta disso é tão grande diferença outra coisa a deficiência de de estrogênio no metabolismo vai fazer com que haja diminuição da oxidação de gordura e do gasto energético isso influenciando inclusive células adipositas as adiposas e aumentando a inflamação sistêmica e de novo a questão da hiperfagia do tamanho das refeições com diminuição de
saciedade e isso vai impactar também na uma vez que o impacta na gordura visceral na esteato hepatite não alcoólica na doença hepática gordurosa e isso vai fazer com que haja um risco duas vezes maior de doença hepática não alcoólica na pós-menopausa do que em relação a mulheres na pré-menopausa e é 5,3 das Mulheres nesse Ness nesse período eh que versus 27,8 por na pós-menopausa em relação à doença hepática não alcoólica Então a gente tem uma esteato hepatite muito mais prevalente de 13,2 em qualqu é mulher acima dos 55 anos o que é grave se a
gente pensar já sei lembrei eh se a gente pensar em relação às consequências cardiometabólicas ãã outro estudo bem interessante também esse daqui já é de 2023 já tá mais antigo é a relação da obesidade com a menopausa é um estudo bastante interessante de revisão ele falam que a idade da menopausa natural vai influenciar vai ser influenciada tanto pela genética quanto pela questão de epigenética que é o caso do tabagismo e a idade média da menopausa das mulheres mais eh recentemente vem aumentando e isso é claro tem vários fatores entre eles genicos e ambientais a obesidade
tá eh associada a um início mais tardio quanto mais tempo a mulher leva para entrar na menopausa maior a chance dela ser eh ter obesidade e isso talvez seja por conversão periférica no tecido adiposo em excesso e a perele menopausa associada à obesidade vai ter sintomas mais severos tanto pelo excesso de tecido de Poso levando a uma diminuição de eh trocas de energia de de calor então a a o isolamento térmico aumenta porque essa mulher tem um tecido adiposo aumentado e esse nível mais baixo de estradiol e de FSH que é mais frequente por conta
da falta de ciclo na mulher obesa também pode levar ao excesso de produção de tecidos androgênicos e isso vai fazer com que haja um bloqueio no eixo hipotálamo ipov visáo ovariano e depois da menopausa não podemos esquecer que esse tecido e adiposo em excesso vai levar uma produção Extra de de estrogênio e isso vai ser vai ter um impacto maior ainda no nos sintomas a motores então sintomas pré-menopausa podem ser ã diferentes na mulher com obesidade e na mulher sem obesidade E isso também acontece na pós-menopausa então cuidado que alumas vezes alguns tratamentos paraos sintomas
vasomotores pode ser simplesmente fazer a mulher perder peso eh ainda falando em relação Nesse artigo a transição menopausal faz com que haja muito de mudanças na na distribuição de gordura corporal aumentando muito a questão da obesidade central e diminuindo a massa magra tendência a perda de massa magra também é pior nas mulheres como na pós-menopausa Esse estudo suan que seria um cisne né ele avalia o ganho de peso e gordura visceral em relação a mulheres dependendo da sua origem genética então a a transição eh menopausa nas mulheres com de raça branca ou negra ela aumenta
muito o ganho a gordura Total Inclusive a visceral e a asiática na pré-menopausa ou na perimenopausa ela não tem tanto ganho assim na pós-menopausa aí o comportamento entre as diferentes origens é diferente nas brancas ela continua aumentando talvez nem tanto quanto na transição menopausal mas nas negras isso estabiliza e nas asiáticas aí é que elas começam a ganhar mais peso e ganhar mais gordura visceral então existe um comportamento genético aí nesse ganho de peso quanto maior a dipos didade abdominal e visceral na transição menopausal maior é o risco cardiovascular nós sabemos disso mas isso também
tem impacto em outras doenças que podem até não ter aumento direto na mortalidade mas vão ter aumento de comodidade como diabetes hipertensão a síndrome metabólica o ganho de peso na pós-menopausa é secundário à queda do estradiol também por conta da regulação da Apetite e isso pode ser revertido pelo menos parcialmente quando você você faz a terapia de reposição hormonal eles podem ter H alguma influência isso em qualquer guideline não é recomendação de terapia hormonal terapia hormonal é feita de acordo com sintomas e com condições da paciente mas existe Claro um impacto positivo em relação a
este gasto energético em relação ao risco de obesidade quando a mulher recebe terapia hormonal como ela já tem um aumento do Risco cardiovascular o a terapia hormonal com estradiol oral pode piorar isso a preferência por por estradiol transdérmico e as progesteronas escorridas de preferência progesterona natural ou aquela que a gente coloca no no impl no implante intrauterino a conclusão desse artigo é que o quê a mudança de estilo de vida é que vai ter um grande impacto na saúde na prevenção de doenças a gente falou isso todos os dias desde ontem quanto maior a a
a a a mudança de estilo de vida né Jaque ah em relação a a quanto mais intensiva essa mudança de estilo de vida tem redução no s SAS da menopausa redução de fogachos e a questão da taxa metabólica basal que diminui em relação à idade ela é ausente nas mulheres que se exerciam exercitam regularmente Então isso é muito interessante pra gente pensar em intervenções preventivas de estilo de vida reduzindo não só a sintomatologia Mas também essa dificuldade que ela tem muitas vezes de controle de peso nessa fase e teve uma meta-análise também recente que esse
artigo traz que é que analisou diversos artigos em relação a caminhadas e perceberam que a caminhada por si só já de melhorava o IMC o peso corporal e percentual de gordura que é bastante interessante uma vez que o o risco de uma caminhada é muito menor em relação a à atividade física principalmente mulheres na pós-menopausa em relação à Queda etc bom esse é um outro artigo também deste ano é uma avaliação uma avaliação dos preditores de obesidade nas mulheres do período perimenopausa eles fizeram uma uma revisão sistemática e aí eles perceberam que Quais são os
fatores que podem levar a mulher nessa fase a um maior ganho de peso e ao risco de obesidade um deles esses os fatores sóciodemográficos não conseguiram ter uma conclusão significativa mas de qualquer maneira é uma coisa que a gente deve prestar atenção quanto maior a idade Claro maior é o risco de obesidade que eu já falei sobre isso hoje aumento da da do risco de obesidade nas mulheres brancas e afro-americanas e Menor na asiática também já comentei isso e a paridade maior do que três filhos com baixa escolaridade todos esses seriam fatores sóciodemográficos que podem
ter alguma influência em relação ao ganho de peso estilo de vida hábitos alimentares dietas muito ricas em gorduras em carnes e diminuída em fibras e vegetais Você pode ter um impacto no ganho de peso e a famosa troca da dieta de ah alimentos Ultra processados uma dieta do padrão Mediterrâneo que eu também já vou comentar daqui a pouco a diminuição de atividade física também é um um fator importante de ganho de peso e com melhor qualidade do menor qualidade do Sono maior é o risco de ganho de peso e principalmente naquelas que emagreceram o reganho
de peso é o que traz essa essa essa revisão e outros fatores de de saúde relacionados a esse ganho de peso que pode ser alterações de humor isso aumenta o risco de de obesidade depressão e ansiedade e os problemas de Margem corporal a história prévia de obesidade tanto pessoal quanto familiar né Principalmente Quanto quanto mais precoce essa obesidade aconteceu na vida dessa mulher maior é o risco dela piorar nesse período e é claro a presença de doenças crônicas medicamentos utilizados etc o nosso abcd FS entra aqui também como uma um preditor do Risco daquela intervenção
que você fizer ter um impacto maior esse outro artigo também deste ano é a importância da nutrição então na menopausa e na pim menopausa eh Nesse artigo é basicamente um resumo do que nós fazemos todos os dias né A questão do uso da B impedância ou de outras formas de avaliação de composição corporal muito mais que o peso e isso é importante na avaliação dessa mulher na perimenopausa manter dentro da dos endes normais o peso dessa paciente evitar o risco dela ficar ganhando peso intervir precocemente e manejar essa questão da redução do Peso em si
se ela já está num patamar já mais alto de peso a gente fazer as manobras que nós temos disponíveis para essa diminuição e atividade física sair do sedentarismo já melhora significativamente a qualidade de vida e o risco dessa mulher as recomendações que a gente tem que tomar mais cuidado em relação à proteína não pode ser uma dieta hipoproteica então Entre 08 e 1.2 que é uma dieta normoproteica é uma coisa a ser focada focar em alguns micronutrientes como cálcio vitamina D vitamina C e vitamina D e não esquecer do ômega-3 e aqui eles colocam as
recomendações diárias que basicamente é da dieta mediterrânea em relação a eh eh carnes em relação a à frutas e vegetais etc e não esquecer de novo das fibras e evitar Claro as os alimentos muito ricos em açúcares simples o tabagismo a as bebidas alcoólicas em excesso sedentarismo o muito sal eles colocam aqui máximo de 5 G por dia e a gordura saturada em excesso também deve ser evitada máximo de 10% da total de energia da dieta Então essa aqui são as recomendações que a gente fala para todo mundo não deixa de ser importante nessa fase
e a outra questão também é a questão de ã Qual é Então seria qual seria então a melhor eh dieta para isso mais uma vez a dieta mediterrânea tem um impacto positivo uma vez que ela aumenta o consumo de vegetais de cereais integrais menor consumo de eh carnes e e alimentos com gordura saturada e isso vai levar nessa dieta ao maior disponibilidade de alimentos eh antioxidantes então a diminuição do estresse oxidativo e da inflamação vai levar a uma diminuição do risco de osteoporose por inibição dos osteoclastos aumenta a proteção dos mió em relação à degeneração
e a resistência insulínica a gente vai ter uma diminuição das citocinas inflamatórias e lógico o próprio abet caroten na vitamina A vai aumentar a formação óssea uma vez que ela influencia na ação da osteocalcina ósea e a gente tem como Milton adora o magnésio né a foco na dieta mediterrânea tendo uma disponibilidade maior de magnésio vai melhorar a performance muscular aumentar o gasto energético vai aumentar o transporte transmembrana em relação a vários neurotransmissores e a própria contração muscular então não esquecer das questões de estilo de vida quando a gente tá falando em prevenção de complicações
ã Então quais seriam os impactos da dieta mediterrânea esse mesmo artigo ainda falando em relação aos principais consequências da menopausa nós temos que é um fator de risco modificável importante pra doença cardiovascular não esquecer da proteína porque isso vai ser suficiente para manter a massa muscular esquelética que tende a cair depois da menopausa ela é a que melhor eh mantém essa massa muscular esquelética dietas cuidado quando quer emagrecer dietas com muito baixo teor de carboidratos e aumento do teor de gorduras dietas mais cetogênicas não devem ser recomendadas principalmente no longo prazo por conta dessa massa
gorda não eh ter Impacto e poder perder mais massa magra e mulheres com sobrepeso e obesidade quanto menor o índice glicêmico da dieta dela maior é a redução de massa gordurosa dela a dieta mediterrâ também tem um impacto significativo na perda de massa óssea nessas mulheres com osteoporose ou mesmo osteopenia e essa eh dieta tem em relação ao Impacto ósseo uma ingestão adequada de cálcio ela foca muito nos Laticínios de de com menos gorduras linos mais light tem uma uma uma uma questão na nas nos micronutrientes como a vitamina D k selênio o magnésio e
o betacaroteno e lembrar que a dieta quando Principalmente quando a mulher está em sobrepeso é uma dieta com menos calorias e não necessariamente menos nutrientes né e isso vai prevenir distúrbios metabólicos vai ter quanto menos gordura maior impacto sobre LDL dietas com baixo te de carboidratos tendem a diminuir também tem o triglicérides aumentar HDL e a dieta mediterrânea tem uma diminuição pequena porém significativa no risco de doenças cardiovasculares e no aumento da pressão e em relação ao papel do exercício no metabolismo dos adiposos depois da menopausa então aqui esse artigo É bem interessante bem recente
também é do ano passado ele ele comenta em relação à relação entre quanto maior a a a queda do estrogênio vai acontecer da testosterona dos androgênios vai ser mais lenta quanto maior a relação de androgênios estrogênios é mais importante isso em relação à gordura visceral e ao aumento do risco de obesidade do que a própria queda do estradiol perc tá E quanto maior o nível de atividade física menor é o ganho de gordura corporal e preservação de massa magra por quê Porque o impacto do do exercício é quase o mesmo que do estradiol que tá
caindo tá e a prevenção de síndrome metabólica com exercício que isso aumenta naturalmente na época da menopausa ele é eficaz nessa diminuição da gordura visceral e é direta essa relação e no metabolismo das adiposas Como eu disse o exercício tem um impacto semelhante ao do estrogênio em relação a esse gasto energético do tecido adiposo e existe uma relação entre quantidade e a resposta eh metabólica do exercício na perda de gordura e nos parâmetros como circunferência de cintura Glicemia de jejum resistência insulínica e a pressão sistólica Ou seja todos os fatores de risco para síndrome metabólica
são beneficiados em relação à atividade física nessa fase e claro o benefício psicológico que indiscutivelmente é um dos mais importantes na ainda falando desse mesmo artigo na pós-menopausa a resposta dos adiposos em relação à oxidação de gordura é menor no Exercício por conta dessa falta de estímulo do estradiol e a obesidade ainda pior ainda mais quanto maior a a massa magra quanto desculpem quanto menor a massa magra com o risco de obesidade sarcopênica aumentar menor ainda é a oxidação de gordura durante o exercício ou seja talvez trabalhar com tipo de exercício que melhore a resistência
insulínica melhore a massa óssea vai fazer com que haja uma oxidação de gordura maior e consequentemente aumento do metabolismo e diminuição do risco de obesidade as alterações dos receptores de estrogênio no metabolismo dos adiposos são influenciados pra idade então não adianta eh não adianta não né mas é melhor com que eu comece isso precocemente do que eu esperar essa mulher ter mais idade porque o impacto da da da da do meu tratamento vai ser bem menor e a expressão dos receptores estrogênicos no tecido adiposo tem influência do exercício Ou seja eu posso usar isso sinergicamente
se eu faço exercício eu sensibilizo mais receptores estrogênicos do adiposo eu tendo a mesmo com a queda ainda na transição menopausal do estradiol ter ainda algum efeito do produção endógena e se eu dth se eu fizer um um estímulo seletivo desses receptores e juntar isso com exercício é uma grande estratégia em relação aos sintomas da menopausa em relação à saúde metabólica em relação ao impacto da essa menopausa na qualidade de vida e na longevidade dessa mulher Então nada melhor aqui se eu tiver condições Claro é de estimular o receptor de estrogênio com terapia hormonal por
exemplo e associar isso à atividade física uma outra coisa interessante desse artigo é que ele compara a o impacto dos tipos de exercício nisso então o exercício de resistência por exemplo ele preserva a massa massa Mag massa muscular depois da menopausa e diminui o ganho de peso e as alterações de composição corporal que queda do estrogênio pode provocar a terapia hormonal associada teve um efeito sinérgico como eu já comentei aí eles comparam também com o hit né O Hit foi eficaz foi eficiente para modificar essa composição corporal diminuiu significativamente a gordura visceral ele teve a
associação quando associa exercícios de Hit com exercícios de resistência um aumento maior da massa muscular e do gasto energético de repouso e na pós-menopausa proveu uma ã perda de peso significativa e maiores benefícios em relação à composição corporal por quê Porque segurou a massa magra e diminuiu mais a massa de gordura e os efeitos do hit da pós-menopausa podem ser um pouco menores né por conta da queda dos hormônios mas sem dúvida nenhuma é um bom impacto na relação ao risco cardiovascular dessa mulher melhorando A processo inflamatório melhorando a função endotelial dos vasos melhorando a
questão eh de risco cardiovascular como um todo perfil de de dislipidemias etc e outras modalidades como por exemplo banda elástica também tiveram melhora na composição corporal e no perfil lipídico o taxi também teve a mesma questão em relação à força em relação à saúde psicofisiológica e a yoga também foi uma opção diminuindo sintomas da menopausa quanto maior a atividade física então você vê que não depende tanto da modalidade Basta fazer e tem algumas modalidades cujo Impacto é um pouco maior esse aqui então é o impacto Geral do exercício sobre a menopausa e o que a
gente tem aqui é o diamante aqui essa primeira ã primeira figura a gente tem o diamante da significância estatística tendendo ainda não significativo mas tendendo a diminuir o peso corporal que é o que a gente vê aqui mas ele é significativo em relação ao percentual de gordura corporal Olha o diamante lá na última linha dessa figura e em relação também ao ganho de massa magra foi um diamante significativo ou seja existe um impacto altamente positivo da do exercício físico da dieta eh equilibrada em relação aos sintomas e a longevidade com qualidade diminuição de risco cardiovascular
na mulher [Música] [Aplausos]