vamos lá queridos então Eh então assim essa questão do do do do do padrão né de de de repetição de comportamento ele é um assunto muito importante porque como a gente falou se não houver a diferenciação não há a quebra de ciclo dessa desse desse padrão de comportamento e que daqui a pouco a gente vai falar sobre a diferenciação nosso último assunto hoje eh mas vamos lá vamos pro próximo slide E aí a pergunta que a gente faz né quando o paciente chega quando a família chega quando quando o casal chega Qual é o tema
que se repete nessa família que tema se repete Qual é o tema que tá ali eh sempre se repetindo são temas que fazem os membros crescerem e frutificar ou temas que fazem os membros adoecerem e paralisarem que tipo de tema é esse eu separei alguns só pra gente ter uma uma ideia um exemplo né de temas que fazem os membros crescerem e frutificar então por exemplo gerações de pessoas piedosas gerações de pessoas acolhedoras gerações de pessoas sábias gerações de pessoas bem-sucedidas nas suas profissões então Eh esses aí são alguns exemplos de de comportamento né de
padrão de comportamento que se repete que faz com que a as as gerações né que os membros daquela família eh cres e floresçam e se desenvolvam né de uma forma saudável tem outros tantas tem outros ter teríamos aí tantos outros exemplos Mas normalmente eh a não ser que seja algo assim que chame muito atenção mas normalmente quando os temas fazem né os membros dessa família crescer eh crescerem e frutificar não chama tanta atenção né O que chama mais atenção são os padrões de comportamento que na verdade trazem prejuízo a aos membros né E aí no
próximo slide eu trouxe aí alguns exemplos eh desses temas né então por exemplo gerações de pessoas viciadas gerações de pessoas agressivas gerações de pessoas que apresentam rivalidade fraterna gerações de pessoas abusadas gerações de relacionamentos conflituosos entre pais e filhos gerações de famílias com Segredos ou mentiras eh e tudo tudo isso né faz os membros daquela família adoecerem e aí quando você vai lá pro genograma né quando você faz o genograma por ex exemplo você você vem com um um paciente vem com com um histórico de agressividade E aí você vai no genograma E aí você
faz o genograma com ele de repente você ele vai perceber que o avô dele era agressivo ele tem três tios que são agressivos ou o avô era agressivo o pai dele é agressivo ou do lado da mãe a mesma situação então a gente e e tem e cada eh membro desse que a gente traz no genograma a gente vai fazendo marcações né tem símbolos que que indicam a dependência química eh eh agressividade eh mentiras adultérios Então a gente vai marcando né é muito interessante como você vê como é que fica claro aquela repetição na família
da da de comportamentos que vai sendo levado vai sendo repetido de geração em geração e que vai adoecendo então se eu saio da minha família de origem com alguma questão pendente com algo que eh vem se repetindo de geração em geração eu levo isso paraa minha família nuclear automaticamente meus fos filhos vão absorver aqueles comportamentos e vão reproduzir aqueles comportamentos na família nuclear deles também e assim vai por isso que eu gosto como eu falei para vocês de ao final do genograma pedir pro paciente dar um nome né um nome para essa família como eu
disse na hora que a pessoa tem a a a a a consciência daquele porque assim normalmente as pessoas não têm a consciência tá normalmente as pessoas não pararam para pensar que aquilo ali vem se repetindo né A questão do alcoolismo é outra outra questão assim também que às vezes Passa muito despercebido normalmente é assim quer ver ah Eu só bebo socialmente mas quando você vai conviver com aquela pessoa você vê que aquela pessoa já não não bebe socialmente aquela pessoa ela Já tá bebendo muito só que ela mesma não percebe que tá bebendo muito e
quando você vai escutar a história de vida daquela pessoa aquela pessoa diz ah meu pai tinha problema com alcoolismo mas eu não tenho mas deixa estar que ela já está com problema né ela já tá trazendo essa questão do alcoolismo Enfim então Eh às vezes pessoas do nosso convívio não é nem Clínico não tá eh porque na clínica no final das contas fica até muito mais fácil você eh alertar né o paciente daquilo você eh mostrando mostrando a fazendo o genograma e tudo mais fica mais fácil de você alertar o paciente que ele tá entrando
por aquele caminho que não é bacana mas eh no no no Convívio com as pessoas né Com os parentes com com amigos fica mais difícil né a gente eh alertar sobre uma questão que você como terapeuta já tá percebendo que que não não tá boa né que não tá muito amigável eh e aí antes da gente para para paraa reta final né Eu gostaria de pedir a vocês o seguinte eu vou propor a vocês uma atividade agora que fique claro o seguinte ninguém vai se expor não tá eu não vou pedir para ninguém se expor
a não ser que você queira compartilhar se você quiser compartilhar vai ser muito rico vai ser muito proveitoso mas fora isso eh fiquem à vontade para fazer sem sem medo aí de ah a Cátia vai pedir para para eu falar a respeito para eu enfim não é essa a intenção a intenção é a seguinte que como eu disse né Eu não sei se a maior parte de vocês aí já já faz atendimento ou quem não faz tá estudando para fazer é por aí não é exato nós temos eh em todos os níveis aqui uhum atendendo
pessoas que vão começar tá É nesse nível ótimo perfeito porque lembra que eu falei no início que quando eh a gente vai atender a gente precisa ter eh as nossas questões resolvidas porque a gente vai se colocar ali né diante de situações que muitas vezes tem a com a nosssa história e aí se a nossa história ela não tá eh clara pra gente ou ela não está resolvida pra gente ela pode sim trazer eh um mal-estar e até um embaçamento no momento do atendimento né um embaçamento no nosso olhar sobre aquela situação então ou a
gente faz a transferência ou a gente faz a contratransferência Enfim então é important que a gente eh cada vez mais que a gente puder a gente tem a as nossas questões ali pelo menos destinadas pelo menos que a gente tenha noção que a gente entenda que a gente veja então assim a sugestão que eu dou a vocês agora e a gente dá um tempo aí pelo menos de uns 10 minutos né que vocês escrevam Que vocês voltem lá na família de origem de vocês tá não pensem na família nuclear não é na família de origem
de vocês e que vocês tentem aí eh fazer um perfil dessa família em que sentido Cátia tá o que a gente viu hoje sobre hierarquia o que a gente viu hoje sobre papéis sobre eh a questão da até olhar aqui para ajudar vocês eh a questão da fratria vamos começar pera aí na questão da da hierarquia né como é que era A Hierarquia na sua família de origem se Vocês conseguem lembrar identificar quem tava onde né se como é que funcionava essa hierarquia familiar os papéis se eram bem definidos ou não a questão da Fronteira
se era uma família eh que respeitava ali as decisões o ir e vir ou se é uma família fechada ou é uma família aberta eh a questão do eh da fronteira a gente já falou da estrutura da triangulação se era uma se se sempre foi uma triangulação saudável ou se existia alguma triangulação rígida entre quem se existia entre quem se era era entre pai e filho ou ou ou mãe e filho como é que era essa triangulação a questão do dos subsistemas né E aí a gente vem falando aí do fraternal se quem tem irmãos
como é que tava essa fratria eh a questão conjugal ou seja como é como era o relacionamento conjugal dos pais Se vocês percebiam que existia ali algum conflito alguma situação difício eh ou se eles eram um casal fechamento ou não eh a que mais e a gente foi falando e por fim né Essa questão do tema Qual é o tema da sua família que tema se repete né de geração em geração na sua família Vocês conseguem parar um pouquinho para pensar nisso e descrever isso porque isso vai servir não só de exercício para vocês mesmos
como para eh Quando vocês forem olhar né paraas pessoas pros seus pacientes vocês poderem enxergar além da ponta do iceberg Oi professora Cátia Boa tarde tudo bem tudo bem Boa tarde eu entrei acho que umas 10 horas na aula eu acho que eu perdi a parte eu nasci e minha mãe morreu eu tinha 10 meses Então minha família foi sempre o meu pai meu irmão depois ele casou de novo tudo nesse caso tenho a figura paterna ali bem representada e eventualmente a minha avó vinha passar feiras comigo então ela seria a minha mãe né ou
não seria a pessoa que fez quem você quem você tem como referência de de ser sua mãe quem cuidou de você além do seu pai ah Babá e tinha tinha babá assim no dia a dia era babá Eu Acho É então acho que nesse caso aí você não teve a figura materna de Fato né no seu dia a dia não não tieve não teve só teve figura paterna então ok isso a figura a figura materna ficou em aberto mesmo tá e qual que são os eh o que que isso pode ocasionar né no longo prazo
Bom depende eh quando eh eh como isso foi passado para você né Essa falta materna como é que essa falta materna ela foi passada para você você então isso que você tava falando do segredo na verdade assim minha mãe morreu de câncer de mama e assim meu pai pouco falava comigo depois sobre esse assunto toda a família pouco falava meus avós maternos já tinham morrido também então meu contato era o meu pai e a família do meu pai sempre uma família muito pequena Uhum E e aí pouco se falava então eu pouco Sei do mas
eu sei que ela sofreu muito nos últimos meses enfim porque eu escutei tias falando em conversas paralelas assim Entendi então você eh como criança ali quando você era criança você eh cresceu sem a mãe e você via outras crianças com mães e que questionamento você fazia ah eu sabia que a minha mãe tinha morrido né Eu acho que pegou mais forte ali na adolescência eu senti a falta assim de uma pessoa Presente mesmo foi na adolescência Uhum eu vi minhas amigas compartilhando com as mães né o namorado a menstruação enfim Uhum E eu não tinha
com quem compartilhar isso Apesar de eu ter madrasta nessa época eu não tinha essa ligação com ela não tinha não então ela não ela não fez essa função né Não então ficou sempre aí um buraquinho um buraquinho um Buracão né na verdade é é algo que além de de de envolver muito mistério né É Ah minha mãe morreu morreu de quê morreu como o que que aconteceu é Todos falavam tão pouco todos se esquivava sabe Ah é câncer de mama ficou muito tempo fente aí eu pergunto às vezes agora que eu tô adulta para uma
te outra Ah eu fui amamentada não a eu fui mas assim nunca ninguém chega e fala né ó de fato que aconteceu né te traz a sua história é fica sempre aí meu pai também já eu tinha 24 anos quando meu pai faleceu uma história que se repete na quer dizer os dois morreram de câncer né Uhum é uma história que se repete de geração para geração é que o meu pai acabou com o tempo perdendo todos os ele conquistou chegou onde ele queria chegar financeiramente tudo e depois aos poucos foi perdendo ele sofreu de
depressão ficou uns tempos desempregado foi perdendo e hoje eu vivo um pouco eu cheguei onde eu queria construir minha casa tive o o que eu queria viajei para onde eu queria t e agora eu tô numa fase de declínio igual ele Hum Olha que interessante é e até escola eu lembro de fase que meu pai tinha que vender carro para pagar a escola dos meus filhos eu tô igual porque eu tô vendendo carro para pagar a escola dos meus filhos pô enfim é igualzinho sabe quando você repete uhum exatamente o que a gente tá falando
aqui né na verdade que no na nesse momento eu vejo que que que talvez você tenha né tenha despertado aí para essa repetição eh isso tem muito a ver com a com como a gente falou com a lealdade invisível uhum com com histórias eh escondidas né ou ou mal contadas ou contadas pela metade eh então você foi uma criança que na que cresceu sem muita explicação do que de fato aconteceu com a sua mãe você deve ter criado várias histórias na sua cabeça possivel no decorrer aí dos anos né enquanto tava crescendo eh do que
de fato aconteceu porque quando quando a gente conhece a raiz a raiz ela fortalece a árvore e a árvore é você né a Raí é a sua história são seus pais são seus avós bisavós e quando você não tem essa história eh revelada você não não não foi lhe dado o direito de conhecer a sua história você fica com uma lente passada da vida né É verdade fica tudo muito embaçado muito difícil e e a sua tendência é naturalmente repetir o movimento dos seus pais principalmente do seu pai né porque com ele que você teve
mais convivência eh justamente porque você tem a lente embaçada então você não enxerga muito o que você enxerga é o que foi te dado a possibilidade de conhecer eu não sei se você também teve problema com aprendizagem Não essa parte eu sou não tive Não foi bem foi bem então que bom foi bem foi bom bom então você foi fora aí da curva porque normalmente quando você tem um segredo familiar Ou algo não é dado a permissão né de de de do da criança saber como eu disse a criança sempre sabe que tem alguma coisa
que tá sendo escondido dela ou não está sendo tudo revelado essa sensação a criança naturalmente já tem eh mas quando ela e aí no inconsciente ela acaba traduzindo isso como não me é dado o direito de aprender não me é dado o direito de saber Hum e aí eh a gente se voltando Aí paraa psicanálise né é natural que essa criança tenha dificuldade de aprendizagem que ela bloquei essa vontade de aprender porque já que eu não posso saber das coisas Mas que bom que você não não não paralisou né nesse sentido eu acho assim naquela
época eu sabia que ela eles me contaram né que a mamãe morreu em algum momento e tudo e aí eu sabia que era de câncer de mama mas ninguém entrava fundo então eles não deixaram de falar a notícia mas deixaram de sim de se aprofunda eu era um bebê e depois era uma criança e eu não sei eu acho que eu cresci sem ter a figura materna então eu não sentia falta porque eu não não lembra então era umou a hisa mas toda vez agora que eu pergunto então o ideal seria eu ir atrás por
exemplo da minha madrinha e pedir para ela me contar de quem você puder exatamente ser repórter da sua própria história e atrás daquele da família que vai poder te dar o maior número de informações possíveis ah e para quebrar ess important você saber da sua história né É é sem dúvida e para quebrar essa lealdade né de de tá vivenciando o que o meu pai vivenciou e eu que eu falo eu mereço um melhor né eu busco por ele enfim e existe também algo que eu posso fazer então normalmente a gente trabalha com a questão
da diferenciação que é o que eu vou falar no finalzinho aí da aula Ah tá que é para já dar uma introdução PR pro Próximo módulo então era era necessário que você fizesse um um trabalho onde você conseguisse aumentar esse nível de diferenciação da sua família de origem para que você consiga quebrar esse ciclo entende sim mas agora no final se você puder ficar até o final eu vou falar sobre isso e aí a gente pode trocar mais um pouco Ah com certeza muito obrigada professora nada pode falar nossa só queria agradecer dizer que o
exercício estou aqui fazendo mas já me adiantando no agradecimento eh mas assim né tanta coisa começa a fazer sentido quando você começa a colocar isso no papel aqui você fala é um choque é um choque é um choque eh muito mais do que você trouxe casos né muito relevantes você falou das situações mas trouxe casos para nós o tempo todo que a gente pode mensurar isso na prática né como que é que acontece isso como que o o caso ele vai se desenrolando e agora trazendo esse exercício pra gente você faz meu Deus tudo faz
sentido tudo faz senti nossa aí um monte de coisa tem que levar PR análise agora né Deus agora o prso passo é levar tudo isso que a gente tá pond papel para análise muito bom muito obrigada por essa experiência bom Obrigada querida que bom que bom e a gente passa a se olhar né e a sensação que dá é de libertação acho que assim depois Primeiro assim de de de impacto né primeiro de impacto e depois a sensação de que caramba eu tenho isso aqui nas mãos isso faz sentido eu posso resolver isso aqui eu
posso tratar isso eu posso levar para análise né E aí vem em seguida vem a sensação de libertação interessante quando você começou a falar da questão dos papéis aí aí eu anotando aqui e eu perdi meu pai tem 10 meses agora né alguns colegas aqui já sabem da minha história e assim eu senti muito eu senti muito né meu pai e tal e agora eu entendi é porque era inverso o papel a minha mãe que era durou na brava da situação tipo a Ah vou chamar seu pai vou falar com seu pai lá em lá
em casa era minha mãe que era esse papel e meu pai era o que acolhia era o que quando eu tinha um problema eu conversava era que quando eu machucava tipo a minha mãe queria passar um mertiolate que era o que doía meu pai mercúrio que não dói é invertido e agora eu caramba né Agora tô entendendo tudo porque foi o papel inverti a vida toda meu pai tinha esse papel mais de Aconchego né Muito muito gente assim foi Libertador agora de verdade e aí você consegue entender também o tamanho do seu luto né porque
que tá doendo tanto porque que você tá sentindo tantoo Exatamente exatamente É isso mesmo porque com ele foi embora o quê né né o que que foi não foi só ele né O que que foi junto com ele o que tá representando exatamente foi junto isso aí é tem uma pergunta no chat aqui da Juliana Rossa estou pensando como é feito o ritual de separação da repetição de padrão com a família Então Ju na verdade como eu eu falei antes né A gente vai ver isso em relação a a diferenciação né quando a gente consegue
fazer chegar nesse nível de diferenciação fica mais fácil da gente fazer essa quebra de repetição primeiro começa pela consciência né como como a Kel até colocou aí agora que muita coisa tá fazendo sentido né que ela tá percebendo então assim primeiro as coisas que vão se discando à nossa frente coisas que a gente não se enxergava a gente não via e em seguida vem eh tá ok tô diante dessa informação o que que eu faço com isso E aí é o momento em que você eh vai fechar a sua identidade né quem é você quem
é você no seu original porque muitas vezes a gente se torna um personagem né nessa nessa família muitas vezes a gente acaba virando aquilo que os nossos pais quiseram que a gente fosse mas não o que a gente realmente é Então aí nesse momento a gente termina aí de fechar a identidade que isso vai ajudar né nesse processo de diferenciação onde você se sente pertencente e ao mesmo tempo você também tem a a sua individualidade você é você vinda dessa família de origem Então isso é um processo tá acaba não sendo um ritual não é
não é simplesmente uma técnica eh isolada mas é um processo que a gente vai trabalhando ao longo das sessões de terapia mas agora no como eu tô dizendo depois que a gente que vocês fizerem terminar esse exercício a gente vai falar sobre melhor sobre o que que é essa questão da diferenciação professora só já adiantando assim um pouquinho só para eu entender essa diferença é que você falou assim que a gente pode ser um personagem né Às vezes a gente repete o padrão Ou também pode acontecer que eu imaginei que agora até olhando para mim
de o contrário você não querer repetir o padrão e você se torna um personagem tô até falando isso em relação tava fazendo a terapia eh né psicóloga com a minha filha a psicóloga me me deu esse puxão de orelha ela falou assim olha você é muito preocupada em não repetir o padrão da sua mãe você ainda não encontrou sua identidade como mãe você se preocupe em fazer o que ela eh fazer o contrário dela e não se a E aí acaba indo para outro extremo out Ah tá então pode acontecer as duas coisas repetir ou
invento de não querer repetir coisa nenhuma e não se achar duis exatamente E aí k é importante você eh olhar pras coisas que de uma forma adulta e madura né olhar para as coisas que foram ruins moedas que não foram tão boas assim que a sua mãe te deu e aquelas que foram boas porque normalmente a criança ferida vai olhar só PR as moedas Que Não Foram boas e aí cria uma reatividade do tipo isso aqui eu não quero fazer isso aqui eu não quero ser eu vou ser uma mãe muito melhor do que minha
mãe foi E aí nessa ansia você acaba sendo às vezes pior do que sua mãe foi entende sim porque em alguma momento a pessoa foi com certeza hoje como adulta sim e depois até dessa dessa terapia como mãe né como mãe eu consegui perceber que ela foi assertiva em um milhão de coisas né então alguns pontinhos aí eu não esse pontinho esse pontinho e não o todo como eu tava fazendo antes Exatamente isso também é Libertador E aí você isso é um processo de diferenciação entende isso que você tá vivendo já é um processo de
diferenciação porque na verdade e o processo de diferenciação el te ajuda a olhar para esse pai para essa mãe de forma adulta por nenhum pai nenhuma mãe vai acertar o tempo todo ou vai errar o tempo todo sempre vão ter as coisas boas que eles fizeram e que e que você vai levar aquilo pra vida e você vai querer ser igual e vão ter aquelas coisas que você não achou muito legal mas que você entende que eles ensinaram e fizeram aquilo que eles aprenderam é e foi isso que aconteceu agora nesse exato momento eu colocando
aqui e aí automaticamente quando eu fui na minha família eu não pude deixar de ir nos meus avós por exemplo E aí eu já consegui perceber aqui padrões que a minha mãe e meu pai repetiram que foram dos pais deles eu já consegui perceber isso aqui agora muito Exatamente isso te ajuda é isso te ajuda a compreender esse lado muito bacana de alguns comportamentos que a sua mãe teve com você nesse momento você que que você faz você você você quando você entende você consegue iniciar um processo de perdão de perdão exatamente E aí ressignificar
agradecer por aquilo que ela te deu que foi bom entender aquilo que ela te deu que não foi tão bom mas que ela também foi o que ela recebeu então ela só deu para você o que ela tinha para te dar né E daí ressignificar e a Kell poder agora se ver como mãe depois dessa ressignificação entendeu não sendo nem reativa a sua mãe e nem sendo igual a sua mãe mas pegando aquilo que foi bom tirando aquilo que não foi bom mas entendendo sem mágoa e se ressignificando encontrar sua identidade materna ali como para
ser mãe dos seus filhos ou da sua filha enfim muito bacana pessoal alguém que terminou assim tem interesse em comentar alguma coisa ou não Cristiane professora fiquei com dúvida em como colocar um tema né o nome da família quais seriam os nomes exemplifique Ó você pode partir do tema né do tema que se repete na sua família quando você eh pensa na sua família o que que você observa assim eh que se repete de comportamento tá tanto comportamento que seja positivo quanto algum comportamento que não é tão positivo assim tá bom tenta pensar o que
que repete que já vem repetindo né sim é assim se repete do lado bom assim é honestidade esse negócio ser correto então eu sou muito muito certinho assim e meu pai era muito certinho exigia isso de mim e hoje Eu exijo isso dos meus filhos sim e Mas isso é bom mas também é ruim porque a honestidade é claro que é ótimo mas quando a gente exige que a pessoa seja certinho ela fica tendência a perfeccionismo né Uhum só tem que tomar esse cuidado é verdade para não exagerar nesse peso né do do do certinho
e como você falou acabar indo pro perfe ion ismo que não é bacana também sim e do lado se repete é a situação financeira né Eh Cadência não sei como chamar é você olhando mas o que que mais te chama atenção assim nessa família né você olhando paraa sua família de origem eh Você tem irmãos tenho você olhando para esse movimento familiar né eh num todo como é que você eh se você tivesse de Fora olhando para essa família como é que você chamaria essa família família dos certinhos família eh eh sem educação financeira eh
família de guerreiros eh família resiliente como é que você tô dando aqui exemplos aleatórios é você falou dos Guerreiros eu vi o meu pai sempre lutando correndo atrás para fazer acontecer e às vezes não conseguia e enfim tava em depressão eu sou essa pessoa que tô sempre lutando correndo atrás tentando fazer acontecer mas graças a Deus não tive ainda depressão né mas eu falo isso é uma situação que a gente nunca pode falar que não vai acometer né mas mas eu tenho essa sensação que eu tô sempre correndo atrás igual era o meu pai é
acho que seria interessante não sei se você faz algum tipo de terapia Cristiane eu comecei a fazer agora também até por causa do curso né tô fazendo Já sim Ai que bom porque era era era bom você também entender que eh o que que te faz correr tanto atrás né Talvez se tivesse uma organização de determinadas situações talvez você não precisasse ficar correndo tanto atrás como seu pai fazia entende por exemplo eh o exemplo que você trouxe aí da organização financeira sim sim né poderia ser algo que que você poderia fazer preventivamente porque você sendo
organizada financeiramente automaticamente você não vai ficar precisando entrar nesse Desespero de correr atrás o tempo todo mas eu sou eh quer dizer Aconteceu o que eu falei O que aconteceu com o meu pai aconteceu comigo meu pai tinha uma vida muito boa estável viajava tinha dinheiro investido tudo qu minha mãe morreu ele começou a né tendo que manter a gente tudo sozinho foi perdendo dinheiro vendendo imóvel essas coisas e eu sim também tinha essa vida construí minha casa tudo que eu sonhava eu né conquistei e na pandemia eu tinha uma empresa que faliu porque era
de eventos Uhum E aí isso entendeu parece que pum vem alguma coisa E aí agora eu tô me reinventando é é uma coisa não é uma coisa que se repete há muito tempo mas é dos últimos des da pandemia eu tô tentando correr atrás entendi entendi mas é o que aconteceu com o meu pai também ele não tinha essa situação ela veio em decorrência sei lá da morte da minha mãe da depressão dele Uhum eu acho que é momentâneo também né Eu acho que logo também eu me estabilizo tô nessa transição de carreira e sim
é só momentâneo talvez Obrigada professora nada Cristiane jucil Sim esse esse esse exercício eu pedi pro grupo fazer né de acordo com tudo que a gente viu hoje durante a aula eh que vocês parassem para pensar sobre a família de origem de vocês eh com rela em relação à hierarquia Ira papéis se existia essa hierarquia como era essa hierarquia hierarquia sempre existe né sempre vai existir em todo grupo social sempre vai existir hierarquia agora como é que era essa hierarquia essa Fronteira se existia definição de papéis ou não como é que isso funcionava na família
né se tinha uma triangulação rígida ou não enfim é o momento de vocês olharem para vocês lá na família de origem de vocês a diferenciação né então falar da diferenciação que eu venho falando desde o início da aula e eu deixei pro final porque a gente vai trabalhar muito sobre isso no Próximo módulo a diferenciação a gente alcançar essa diferenciação não é algo simples tá é algo complexo por quê Porque são são duas forças antagônicas que principalmente na adolescência elas estão mais evidentes que é o pertencimento e a individuação então Eh isso isso acontece Desde
quando nascemos tá desde quando nascemos de uma forma mais Branda como eu falei quando chega na adolescência alcança-se o áp disso normalmente né se tenta alcançar ali se fechar a identidade Mas às vezes não não não se consegue na na adolescência se fechar a identidade aí isso vai pra vida adulta e quando a gente não consegue fazer essa diferenciação de maneira saudável como eu falei você leva isso pro seu casamento você leva isso paraa sua família nuclear você sai da sua família de origem com culpa ou mágoa ktia mas culpa de quê vou explicar culpa
de por exemplo Ah a minha mãe foi aquela mulher guerreira que deu a vida dela para me criar né meu pai foi aquele filho da mãe que não não nunca ajudou minha mãe que foi embora de casa que deixou a gente e e minha mãe foi aquela pessoa maravilhosa que cuidou que lutou que fez tudo por nós então como eu posso sair de casa e deixar minha mãe sozinha como eu posso seguir a minha vida e e não pagar o que eu devo a minha mãe isso tudo é assim de uma forma subjetiva eh nas
Entrelinhas eh algumas vezes no inconsciente mesmo e aí a gente carrega aquela culpa sabe eh aí às vezes você Tá passeando você tá se divertindo em algum lugar a mas você nunca consegue ser feliz sabe tem sempre uma tristeza dentro de você do tipo Poxa eh tudo que você faz você pensa que a sua mãe ou que o seu pai deveriam e poderiam estar ali com você o tempo todo você fica se sentindo na obrigação de estar sempre suprindo os seus pais quando eu falo pais pode ser sua pai pode ser sua mãe podem ser
os dois você tá sempre com a sensação de que eu estou devendo sabe que eu poderia fazer mais que não me é dado o direito de de ser feliz eh não que não é me não me é dado o direito de ser feliz mas que Poxa eh tá faltando alguma coisa aqui tá faltando eu deixei para Trás alguma coisa sabe eu deixei para Trás uma responsabilidade eu deixei para trás um dever eu deixei para trás Então você tá sempre se sentindo eh culpado eh e a mágoa e então assim isso te paralisa isso te prende
na família de origem da mesma forma que a mágoa né a mágoa é quando ocorrem situações que não foram boas que não foram agradáveis ali e que você sai daquela família e sai muito chateado sai muito magoado e sai ferido né do tipo eu não fui eu não tinha atenção dos meus pais eh eu era Tratado de qualquer jeito eu ouvi sempre palavras de que que me desmerecem eh eu eu nunca servi para nada eh e eu sempre fui deixado de lado o meu irmão Sempre foi eh eh o o melhor filho o filho preferido
E aí você sai com mágoa dessa família né você sai magoado eh e aí muitas vezes né eu vou até usar o exemplo que a Kelly trouxe você age de uma maneira reativa você diz assim eu vou fazer justamente tudo ao contrário do que os meus pais fizeram comigo vai ser tudo diferente E aí você sai achando que você vai conseguir fazer tudo diferente e no final você se preocupando em fazer tudo diferente você vai para um outro extremo que não é saudável também não é bacana porque você tá sendo reativo àquela situação Então já
ao passo que quando você entende aquilo ali você você reconhece né que aquilo não foi bacana não foi legal mas por que que não foi bacana não foi legal por que que meus pais fizeram desse jeito e não daquele Poxa vamos olhar para da onde eles vieram vamos perceber de Que família Eles vieram de que contexto Eles vieram o que que eles passaram o que que eles aprenderam o que que eles tinham para me dar E aí vocês vão perceber que eles deram o que de melhor eles tinham para dar né ninguém vai dar algo
que não tem para dar é impossível né a matemática não fecha assim você não tem como dar aquilo que você não recebeu você não tem como dar aquilo que você não tem para dar então Eh entendendo isso você consegue ressignificar essa essa essa falta né O que faltou para você poder seguir adiante então tá então o que Quais quais moedas eu tenho nas mãos né poxa eu tenho aqui eh essa moeda aqui de ouro né que foi eh o que eu recebi dos meus pais eu recebi eh a vida né antes de mais nada se
não fossem eles você não teria nascido eh então a minha mãe me deu a luz eu te eu recebi a vida eh nem que você só tenha isso para agradecer mas já é muita coisa eh Mas sempre tem mais né Se a gente for parar para pensar sempre tem mais eh e Ok Isso aqui foi bom isso aqui foi ótimo eu recebi isso eu recebi aquilo Poxa isso aqui eu vou carregar comigo e eu também quero dar para o próximo quero dar para os meus filhos quero fazer igual agora essa outra parte aqui que eles
não tinham para me dar eu entendo porque que não tinham Ok então eu vou fazer desse jeito né Desse Jeito Que Eu Acho correto mas sem reatividade sem mágoa sem raiva né daquele progenitor que não deu o que não tinha para te dar mas com o entendimento de que ele agiu assim ou ela agiu assim pensando que tava fazendo o melhor possível e que ela não que a pessoa não que que esse progenitor ele não te amou por causa disso mas é o que ele tinha por exemplo um pai alcatra eh eh um pai abusivo
se você com certeza for olhar na história de né da família de origem desse pai com certeza você esse pai teve lá alguém que Abusou dele ele teve alguém que era alcatra ele teve a mesma situação ele só repetiu né então para que você consiga se diferenciar primeiro você tem que se livrar dessa culpa ou dessa mágoa da família de origem né com relação a a à mágoa eu já expliquei aqui um pouco né quando você vai olhar pra família de origem você consegue compreender um pouco mais e entender porque que seus pais agiram daquela
forma e aí você consegue iniciar ali um processo de perdão e ressignificação daquilo quando é com relação à culpa você precisa entender que na verdade você não deve nada pros seus pais a não ser gratidão né gratidão e Honrar porque se você chegou aonde chegou se você eh avançou do jeito que avançou é porque aquilo que os seus pais te deram foi bom né como eu disse tem as moedas de ouro e você com a sua vida você tá honrando Seus pais então busque ter uma vida íntegra uma uma vida eh Correta que você vai
estar honrando seus pais e não entre numa situação de que eh eu me sinto em dívida por exemplo né tem muitos casos Como eu disse de mães eh que criam os filhos sozinha sozinhas e que eh ao Afinal esse filho se sente no dever de ficar ali com aquela mãe esse filho fica preso a essa mãe ele não consegue ir embora o fato desse filho ir embora não quer dizer que ele vai abandonar essa mãe ele não tá abandonando essa mãe e outra coisa por que que a gente tem a tendência a incapacitar essa mãe
essa mãe criou você sozinha ela não é incapaz você era criança né E ela te criou sozinha então por que essa sensação de incapacidade porque essa sensação de incapacitar o seu pai ou a sua mãe no momento em que você sai de casa para viver a sua vida foi para isso que eles te criaram por mais que doa neles no momento que você vai voar mas foi para isso que eles te criaram e se você não sai da casa dos seus pais para conquistar aquilo que eles proporcionaram a você né a possibilidade de conquistar você
não vai estar Seus pais então todo o trabalho deles foi em vão Então pensem sempre dessa forma não eu tô saindo mas eu tô saindo para conquistar aquilo que meus pais me deram a possibilidade de conquistar e eu vou est sempre aqui como apoio deles né porque a gente sabe também que chega um determinado período da vida dos nossos pais que eles vão envelhecer e vão precisar dos nossos cuidados Mas uma coisa você cuidar dos seus pais outra coisa você se perder nisso né você se embolar com eles e virar uma massa indiferenciada e não
conseguir se diferenciar e viver a sua vida então quando você consegue sair da sua família de origem sem carregar mágoa e culpa você entra aí nesse processo você tá nesse processo de diferenciação onde você se sente pertencente àquela família então assim se você parar para pensar agora era um um bom exercício o que que me faz me sentir pertencente à minha família de origem Qual é a marca que eu tenho da minha família de origem por exemplo a quem foi que falou comigo que falou foi a Cristiane Se não me engano de ser correta ser
certinha né é uma marca da família dela de origem então Eh eu não sei tô aqui trazendo um exemplo né Pode ser que isso aasta se sentir pertencente a essa família de origem o que que te faz se sentir pertencente a sua família de origem que que você carrega ali de característica né ou de aprendizado daquilo que você aprendeu ali ou a voz que você carrega sobre alguma coisa alguma situação de vida que você sempre lembra né que seu pai falava ou fala ou sua mãe falava ou fala enfim o que que te e você
é daquele jeito também o você pensa daquele jeito então o que que te faz se sentir pertencente a essa família tem sempre tem alguma coisa ou algumas coisas que te fazem se sentir pertencente à aquela família mas ao mesmo tempo é preciso que hajam coisas originais que sejam suas e É nesse momento que você tem a sua individuação então ao mesmo tempo que eu pertenço eu também tenho a minha individuação eu sou eu não sou um personagem eu sou uma pessoa que recebi do meu pai recebi da minha mãe e recebi de mim mesmo não
é porque a minha vivência com a vida eh ela me traz coisas que só eu Eu sei só eu aprendi E aí eu junto né Essa questão do pertencimento seja aquilo que eu trago da minha família de origem com aquilo que eu aprendi fora da minha família de origem para me tornar uma pessoa o quê diferenciada Mas como eu falei pra gente conseguir chegar a esse ponto a gente precisa sair da nossa família de origem sem carregar mágoa ou sem carregar culpa ou sem carregar as duas coisas porque às vezes a pessoa carrega duas coisas
a culpa e a mágoa E aí sim você se sente um indivíduo com uma identidade fechada e não alguém que eh tá preso à família de origem com um sentimento como eu falei de tristeza de raiva de angústia de culpa de Acho que tô devendo ou ou não quero fazer quero fazer completamente diferente de tudo que eles fizeram porque eles foram horríveis porque eles são péssimos porque enfim quando você tá nesse nível de de sentimento você tá totalmente embricamento quem tá falando mais alto Aí é sua criança interior ferida ela que tá comandando a sua
vida em todos os aspectos ou na maior parte deles então quando você consegue fazer esse esse essa olhar né olhar pro pro praa sua família de origem e entender eh como eu falei né olhar no que que eu pertenço e no que que eu me diferencio no que que eu pertenço e no que que é individual que é só meu né que é o meu original podemos dizer assim e aí Você tem liberdade para transitar nessa família nonde você chega você se sente pertencente você se sente acolhido você tem a sua identidade ali você tem
algo que se que que é seu que vem dessa família onde você se identifica Mas você também tem a liberdade de sair desta família de transitar né no ir e vir e sair dessa família com a sua individualidade Sem Peso né de culpa ou de mágoa Eu acho que o que eu coloquei Foi o que eu falei né Essas duas forças são antagônicas mas precisam existir na nossa vida de maneira equilibrada então quando a gente consegue equilibrar eh essa questão do pertencimento e da individuação a gente tá com um nível bom de diferenciação né quando
a gente realmente consegue fechar a nossa identidade a culpa ou a mágoa podem dificultar o equilíbrio entre o pert a individuação aquilo que eu falei então assim na verdade a gente precisa ter isso ajustado para que a gente tenha um bom nível de diferenciação né se livrar aí de culpa eu ou mágua né enfim ou das duas coisas Gilson Dora você colocou que uma das das das condições para se alcançar essa diferenciação é o livrar-se da culpa e da mágoa né Uhum Então fica parecendo assim que é como se fosse uma etapa anterior mas essa
culpa ou essa mágoa ou ou ou melhor dizendo o livrar-se dessa culpa e desta mágoa não está não é uma consequência da individuação Em que sentido porque por exemplo muitas vezes essa culpa que você que você comentou assim a pessoa que se sente devedora de algo é fruto também de modelos familiares de de de dinâmicas familiares que se estabelecem né Eh por exemplo a pessoa que teve maior projeção financeira eh é cobrada vamos dizer assim por outros no sentido de que ele arte com todas as as despesas de outros eh membros vamos supor Uhum Então
isso na verdade é uma é uma estrutura social né um conceito daquela família que assim enxerga e Repassa pros seus membros sim o livrar-se dessa culpa não tá Justamente na questão da da individuação ou seja o que eu tô querendo o que eu tô perguntando é se essa individuação não vem primeiro e a consequência dela é na hora em que ele elabora e que ele vai falar assim Não isso não não faz sentido eh eh eu não preciso viver vamos dizer assim preso a este conceito de uma família na qual a pessoa que tem maior
projeção financeira é responsável por todo mundo na hora que ele individualiza isso E cria o seu próprio modelo de família e de responsabilidades entre os membros não é o início dessa do desmantelamento dessa culpa ou ou da mágoa conforme for foi Claro na minha foi foi foi sim foi sim e é bastante pertinente a sua pergunta mas na verdade eu não vou conseguir inclusive você citou um até uma família que que eu atendi junto com uma outra terapeuta certa vez que tinha exatamente essa questão sabe essa questão financeira e tudo mais Eh mas ele só
vai a pessoa só vai conseguir dizer não sem se sentir culpada ou cobrada se ela entender da onde vem essa culpa por isso que a gente tem que trabalhar primeiro esse sentimento de culpa entende por isso que a gente precisa primeiro mostrar para esse indivíduo que ele não deve nada para aquela família no momento em que ele entende que ele não deve nada e por que ele não deve nada ele consegue se livrar do sentimento de culpa e aí sim entrar nesse ponto da individuação ele não consegue por si só entrar na individuação carregando culpa
ele precisa est com sentimento livre Porque por mais que ele venha com esse discurso e com essa consciência de que não eu tenho minha vida eu não tenho nada com isso mas mas se essa culpa não for trabalhada se esse sentimento não for trabalhado ele pode até agir desse jeito mas ele não vai ficar em paz ele pode até tomar essa atitude do tipo não vou mais dar dinheiro para ninguém eu não tenho nada com isso mas ele não vai ficar em paz ele só vai agir assim por uma questão de defesa natural mas não
ele não vai se sentir leve sabe ele não vai se sentir totalmente livre não vai se sentir liberto porque aquele sentimento ainda vai estar dentro dele não sei se eu consegui te responder Gilson pode falar Kelly eh eu acho que o que o GILS falou GILS me corrija Se eu estiver errada era Justamente que eu estava pensando que já esse essa iniciação dessa elaboração quando ele começa a perceber da onde vem essa culpa a gente tava achando que já era o processo de individuação mas ele ele ainda é uma questão posterior à identificação dessa culpa
essa elaboração E aí sim daí essa individuação onde eu começo a partir de uma forma diferente quando eu me identifico eh na minha pessoa sem essas culpas e sem essa essa bagagem exatamente de forma que aquilo não te faça mal entendi é porque a gente tava achando que esse processo ele já era individuação mas não é então né Gilson Eu também tava pensando assim como você essa elaboração ela vem primeiro né E aí só depois entendi por isso que primeiro a gente começa trabalhando a mágua e a culpa eu ou né E aí depois a
gente vai pro processo exatamente eu entendi Kelly assim e concorda e Na verdade o que eu tava levando era para aquele exemplo que que que a doutora colocou eu posso até agir daquela forma mas isso não significa que o vamos dizer assim que o afeto tenha sido depurado né vamos dizer assim aquilo continua lá Eu só mudei a minha atitude em relação à questão na hora que a gente olha para culpe para a mágua e e e e Mexe nela aí sim se desmantela e naturalmente a doação vem Obrigado isso é isso mesmo é isso
mesmo E se eu não estiver enganada eu acho que justamente isso que o jus falou no final é a diferença entre a terapia comportamental e a psicanálise porque a comportamental se não me me se estiver incorreta por favor me corrijam aí mas pelo que eu entendo a comportamental justamente quando eu passo agir diferente diante daquela situação mas é só através da análise que eu consigo enxergar lá as causas dessa culpa não é isso mesmo Elton e ktia a agora vamos poder me você entre terapias Eu acredito que a diferença é justamente essa né Exatamente porque
assim tanto a psicanálise quanto a a abordagem eh sistêmica né elas buscam a raiz das questões eh já comportamental ela trabalha mais o presente né e tentar resolver as questões do presente eh como eu disse não que a gente fique preso lá no passado não a gente visita o passado porque o passado reflete o presente então tá então eu tem essa questão da diferenciação a pessoa não conseguiu fechar a identidade porque com certeza tá carregando uma culpa uma mágua ela não conseguiu sair da sua família de origem Então vamos lá na família de origem entender
o que que tá acontecendo o que que foi trabalhar isso e pum vim para cá né Eh É como eu digo o sintoma quando ele chega no consultório ele é só ponta do iceberg então a gente olha pro sintoma a gente ouve mas a gente já tá com com olhar lá no que pode tá causando aquilo né eh e aí com o tempo com a experiência você já vai percebendo assim na no no primeiro dia na entrevista Onde estão os nós E aí é interessante que a gente vai vai falar no no Próximo módulo né
Tem a parte infantil e tem a parte dos adolescente E aí a gente vai entender eh Por que que a adolescência Ela traz tanta t o adolescente traz tantas questões como é difícil lidar com adolescente né Por quê será que é de desculpa será que é de todo ruim o adolescente questionar o adolescente eh brigar né ter aquela rebeldia toda enfim Na verdade o adolescente tá brigando aí com essa com essas forças antagônicas porque do do mesmo é ao mesmo tempo que ele quer continuar se sentindo pertencente àquela família porque eh ele ainda se sente
criança em determinados momentos ele quer se individualizar daquela família porque ele sente que já não é mais criança e é justamente nesse momento em que ele está fechando a identidade dele e é quando ele tem mais conflitos internos ele tá com muito medo ele não sabe e eh O que fazer para para para onde ir como lidar com com várias questões enfim mas no próximo módulo a gente vai eh trabalhar mais isso mas é importante que hoje a gente consiga fechar aqui eh com vocês entendendo esse processo de diferenciação por isso que eu propus também
essa atividade prática para que vocês olhassem para eh para vocês né se olhando lá na família de origem de vocês porque fica mais fácil de entender como como se dá esse processo né Em que ponto vocês estão nesse processo Porque é independente de idade porque Dependendo da forma como você vivenciou a sua adolescência se você ali não conseguiu fazer essa diferenciação porque eh seus pais não tinham esse entendimento e não conseguiram te apoiar nesse processo de diferenciação sendo pais muito rígidos ou sendo pais muito permissivos você eh Com certeza não conseguiu fechar essa diferenciação na
adolescência E aí você tá trazendo isso ainda para eh a fase adulta então por isso que é importante esse exercício até para que quando vocês forem atender adolescentes ou estando os filhos de vocês nessa fase vocês consigam entender que processo ele tá passando também né ou quando forem receber também adultos como eu falei que não tiveram uma Adolescência que foi propícia a esse fechamento de identidade eh e aí Entender esse processo Eh que que a pessoa tá passando né E ajudá-la nisso nessa questão da diferenciação eh parece que esse negócio de família é um pouco
mais importante do que estão fazendo noos acreditar ultimamente assim tô tendo uma leve impressão pela sua aula professora a família é um pouco mais importante do que a gente tem ouvido falar a respeito dela da forma pelo menos como a gente tem escutado falar dela uhum de várias maneiras assim né Ah até desconsiderando né a importância desconsiderando o papel acho que a gente escutou Até que até esse momento é justamente o contrário né acho que a família continua sendo uma estrutura de suma importância totalmente totalmente em todos os aspectos da vida obrigada a Você Cristiane
pela participação tá querida muito obrigada espero te encontrar encontrar todos vocês aí no próximo módulo E aí é isso assim tudo começa e termina na família né Eh como eu falei todos nós nascemos em uma família e vamos morrer nela por mais que a gente eh diga que não tenho mais contato com a família não consigo mais me relacionar com com a minha família A minha família é isso minha família é aquilo há muitos anos que eu não sei de ninguém enfim não importa a família tá dentro de você tem um um terapeuta de família
muito conhecido aqui no Rio de Janeiro ele tem alguns livros lançados e ele já tá até com uma certa idade já tem muito tempo de caminhada muito tempo tempo de caminhada nessa nessa árdua tarefa né de fazer terapia com família que é o Moisés grosman que ele tem um livro que se chama família é Deus né de de de de tão importante que é a família né e de como essa família está dentro da gente a gente carrega essa família com a gente eh e ele traz esse livro justamente pontuando aí Muitas das coisas que
nós aqui hoje a respeito