Começando mais uma edição do D Letra Show. Givanudo, não vou te dead hoje, Givanudo. Nós já estamos, já tá virando tradição. >> Sim. >> Queria inclusive agradecer ao presidente, mas também parabenizar o presidente e a sua equipe pela sabedoria de nos receber a dias da eleição mais uma vez, porque da última vez deu certo. Então, muito obrigado, presidente, por Receber. Só que dessa vez, em vez do nosso estúdio, estamos aqui >> na casa. >> Exatamente. No fala do Alvorada. Muito obrigado, presidente. >> Ô, satisfação. >> É que vocês ficaram chique. O o o o load
lad, você chama ele de Givanildo, é um desprestígio, sabe? Avan de é o nome meramente pernambucano. Então, eh eu queria dizer para vocês que Foi muito importante saber que depois que nós fizemos aquela entrevista em 2022, vocês se deram bem, cresceram >> graças à competência de vocês, a capacidade de vocês. >> Por isso, meus parabéns. >> Obrigado. Obrigado. Aconteceu muita coisa boa de lá para cá, né? >> É verdade. Muita coisa boa rolou e realmente foi foi um marco na nossa carreira. >> Mas é bom, Char, conversar com o Lud. Obrigado. >> Eu queria que
vocês levassem em conta o seguinte: aqui vocês perguntam o que quiserem do jeito que vocês quiserem. Olha, >> não tem veto e nem censura nenhuma pergunta. Se eu souber responder, eu respondo. Eu não sou, eu falei, eu não sei. Pergunta para Jorge aí, você pergunta, ela responde. >> É, a gente quer, a gente quer ainda hoje falar de Lula quatro projetos, falar de Eleição, mas a gente é um programa de atualidades, então a gente também gostaria de trazer algumas das atualidades, né, e principalmente falar sobre essa essa reta final de eleição, >> porque tem uma
coisa que tem intrigado muita gente, presidente. Parece que quanto mais aparece lá na capivara do seu potencial adversário de segundo turno, parece que quanto mais aparece de suspeita de envolvimento e todas as histórias de rachadinha e de compra de Imóvel com dinheiro vivo, a gente não vê isso se refletindo na pesquisa eleitoral. E a gente queria saber de você, por que que você acha que esse fenômeno acontece, que parece que quanto mais suja o nome do do homem, isso não se reflete na pesquisa, a gente fica intrigada. Olha, eu acho que primeiro nós temos que
compreender que o Brasil vive um momento diferente de outros momentos. Ou seja, eh, antigamente você fazia uma campanha disputando com o PDT, Disputando com o PSD, com o PMDB, com o PSDB, >> com Serra, com era outra coisa, era outro nível na política. >> Uhum. A política tinha rivalidade, mas não tinha o ódio espalhado como tá hoje. Porque hoje não é mais político, hoje é ódio e mentira, disseminando mentira 24 horas por dia. E você sabe que desde pequena a gente aprende que a mentira voa e a a verdade engatinha, tá? Então é muito mais
difícil porque para falar a Verdade você tem que construir a narrativa da verdade. Para mentir não. Para mentir você abre a boca, fala uma bobagem qualquer, aquilo não se espalha. Então um dado que tá acontecendo na política brasileira. A segunda coisa que tá acontecendo na política é que é o movimento mundial hoje de crescimento da extrema direita no mundo inteiro. >> Sim. >> Que tem hoje como referência o presidente dos Estados Unidos. >> Ele é o grande guru da extrema direita e tem tentado fomentar isso em várias partes do mundo, na Ásia, na América Latina,
eh na Europa. >> Sim. >> Eh, e nós temos que enfrentar isso com muita sabedoria. Eu sempre acho que nós vamos ganhar essa disputa fazendo a verdade derrotar a mentira, >> porque a mentira também tem um tempo. >> Uhum. >> A mentira também tem perna curta. Se a Gente souber construir a narrativa correta, >> a gente vai dar um show neles. Eu sinceramente não vejo como não ganhar essas eleições. >> Não vejo como. Eu digo todo dia o seguinte: eu não sou movido a pesquisa >> nem quando eu tô bem, nem quando eu tô mal.
Eu sou movido a um trabalho. Eu tenho uma meta, vou trabalhar e por tudo que nós fizemos nesse Brasil, eu tenho certeza que nós vamos ganhar as Eleições. Uhum. >> Tá? Essa é a minha tranquilidade. Eh, você veja uma coisa, o que que é mentira? Eh, nós estamos vendo aquele julgamento na Suprema Corte. >> Sim. >> Tá. Ontem o meu adversário gravou um vídeo dizendo que eu sou responsável pelo Alexandre de Morais, já porque o a obsessão dele é pegar o Alexandre de Moraes, mas ele não quer brigar com Alexandre de Moraes por causa do
Banco Master. Sim. >> Não é por isso que ele tem raiva, porque ele sabe que ele tem o rabo preso ao banco massa mais do que qualquer outra pessoa. A raiva dele do Alexandre de Moraes é porque o Alexandre Moraes sabe, mandou prender o cara que matou a Marielle. >> Sim. >> A bronca dele do do Alexandre de Moraes é que o Alexandre de Moraes prendeu o pai dele e os golpistas que tentaram Fazer o 8 de janeiro. >> Sim. Sim. Então esse é o pavor dele e a a bronca dele é porque essa apuração
que tá tendo na Suprema Corte vai descobrir quem é de verdade que está metido nisso. Por exemplo, eles criaram a quadrilha do do INSS. Eles criaram a quadrilha no governo Bolsonaro. Nós em dois anos descobrimos a quadrilha, já aprendemos quase todos eles, já tomamos bem de quase 6 bilhões deles. >> Já pagamos 5 milhões de aposentados. Investindo R bilhões e meio deais para pagar o roubo que eles fizeram na previdência social. >> E eles tentam passar a ideia que é nossa, ou seja, eles montaram a quadrilha, nós prendemos, ah, o filho do Lula é sócio
do Careca e quem tem o escritório junto com o Careca é ele, Flávio. Então nós temos que desmontar essa coisa. >> Veja, eu não era presidente quando o Alexandre de Moraes foi indicado para ministro da Suprema Corte, ele era senador, ele deve ter votade. Uhum. né, no Alexandre Morais, eu não era presidente quando ele indicaram o Cásio, ele deve ter votado. Eu não era presidente quando ele indicaram o André Mendonça, portanto ele é o culpado e não eu. >> Então ele tenta jogar. E eu quero dizer para vocês ao bom som, todo mundo que comeu
teu erro, cometeu erro em qualquer Área, tem que ser julgado. >> Sim. >> O que eu defendo é um julgamento justo, com direito de de defesa, mas a pessoa cometer um delito, a pessoa tem que pagar o preço. Isso vale para mim, vale para Alexandre Moraes, vale pro Faquim. E vale para você, Cau? E vale para você, Luto. Exato. >> Então essa é a minha tese. >> Eu acho que o Alexandre Moraes prestou dois grandes serviços a à democracia Brasileira. Ele foi presidente do TFE, sabe, na eleição em que eu ganhei as eleições. >> E
ele sabe, o Brasil sabe a tentativa que o Bolsonaro fez para destruir a credibilidade nas urnas brasileira, que é o processo eleitoral mais moderno e mais rápido. Um país com 8 milhões e meio de qum qu milhões de eleitores, você sabe o resultado eleitoral em todos os estados 2 horas antes de acabar a eleição. 2 Horas. E eu digo o seguinte, se fosse possível roubar a una, eu nunca teria pedido da república. >> Você acha que eu ia ganhar do Serra? Acha eu que ia ganhar do que sabe jamais. A urna é uma coisa muito
séria e ela não está subordar a internet, por isso não há processo de manipulação. >> Então eu eu é o seguinte, nós temos quear isso construindo a narrativa correta pro povo compreender. Sim. >> E nós temos tempo para isso. Eu tô muito Tranquilo nesse aspecto. Muito tranquilo. >> Perfeito. Muito bom. É, inclusive, seguindo no no tema de narrativa e você citou a Suprema Corte, a gente tá vindo agora num contexto onde acho que a Suprema Corte vive o seu momento mais conturbado. Eu não tenho memória de ter visto uma situação como essa. E por falar
em narrativa, o senhor acha que existe uma parcela, talvez, do eleitorado ou talvez um trabalho ativo Da de parte da imprensa para tentar de alguma maneira associar e confundir as pessoas de que uma crise da Suprema Corte é uma crise do governo, sendo que não é. Você acha que isso? >> É, eu que fui preso por essa Suprema Corte e fiquei preso 580 dias. É, é muito engraçado isso. O que ele tem que explicar é, cadê os 130 milhões que ele pegou do Vocaro para o filme do seu pai? >> Sim, >> aquele filme mequetref.
>> Ah, a gente leu o roteiro. Meu Deus do céu. >> Eu quero saber, o Flávio pegou o dinheiro 130 milhões. >> Aham. >> R 130 milhões. Não foi R$ 13. >> Exatamente. >> Não foi R 130.000. Não foi R 1.300. foi 130 milhões para fazer um filme ruim ainda >> e não explica da onde tá esse não explica aonde tá esse dinheiro. Era um Fundo que saía direto, não sei da onde para ir para os Estados Unidos, ou seja, para sustentar o irmão dele que tá lá tramando o golpe contra o Brasil. Perfeito. >>
Sim. >> E se ele voltar pro Brasil vai ser preso. >> Sim. >> Porque traidor da pátria tem que ser preso. Ele tá vendendo o Brasil aos interesses americanos. Então tudo isso nós precisamos e eh da nossa responsabilidade, não é da respondade dele, falar bem deles. Nós temos que falar o que eles são. >> Exato. >> Eu vou dizer para vocês uma coisa, é quase que uma quadrilha, não uma família. >> Uhum. >> Esse é o dado concreto. E cabe ao PT colocar isso na ponta da língua para todo mundo dizer. O povo brasileiro não
Pode, sabe, em benefício do próprio povo brasileiro, sabe, escolher alguém desqualificado para presidir esse país. >> É, >> não tem que ter responsabilidade, né? Porque tudo que a gente tá vendo rolando nesse momento deixa o público, né, meio confuso. O pessoal fica tipo: "Ah, mas o filme, esses negócios, fala: "Não, cara, isso aí tudo é a maracuta que os caras tava organizando, né?" >> Pois é. Pois é. E presidente, a gente fez uma transmissão ao vivo lei uma coisa simples eles criaram o Banco Master. Aham. >> Eles criaram o Banco Master. >> Sim. >> Ou
seja, eles criaram um banqueiro >> e eu tio o banqueiro prisioneiro. >> Esse é o dado concreto. >> Sim. >> Eles criaram a quadrilha do INFS e eu prendi a quadrilha, >> sabe? Então eles têm muita rapidez na internet, >> sabe? E eles tentam jogar toda a culpa deles em cima do nosso governo. >> Sim. >> Então veja. Ah, mas tá o custo de vida tá caro. Eu sei que não tá barato o custo de vida. Eu sei que tá caro. Eu sei que tá caro, mas presta atenção numa coisa. L de Cauê, nós temos
a menor inflação acumulada em 4 anos. Nós temos aumento do salário mínimo real todo o Ano acima da inflação. No governo dele foi 7 anos sem aumento real, sabe? >> Nós temos a nós temos um um a o crescimento da massa salarial, sabe, maior da história desse país. Nós temos maior quantidade de emprego, 5.3 de desemprego é o melhor desemprego da história do Brasil. Ainda tem o custo de vida tá caro. Mas comparado ao quê? comparado ao seu salário de uma pessoa que ganha hoje. Mas se você comparar o custo de vida, sabe, do meu
governo, foi 13% em 4 anos o custo de vida de alimento. 13%. No governo dele foi 56%. >> Caramba. >> 50. Então você percebe que nós pegamos um um avião nas alturas, >> 2 anos e meio, onde nós ficamos para recuperar para recuperar todos os ministérios que eles acabaram com o Ministério da Cultura, do trabalho, ministério da mulher, ministério da previdência, eles acabaram com tudo. Acabaram com tudo. Uhum. Nós tínhamos Que recuperar tudo. O Ministério da Cultura nós recuperamos e hoje nós temos 16.400 pontos de cultura nesse país, cara. >> Saímos de 4.000 para 16.000.
Porque eu sou daqueles que acham seguinte, sem cultura não tem nação. >> Sim. >> Sabe uma nação, sabe? Um um um uma das caras de uma nação é a cultura do povo. >> Justo. >> E elas tentaram acabar e nós Recuperamos. Então é isso que tá em jogo. >> Sim. Da daí porque a minha tranquilidade, >> sim, >> a minha tranquilidade é total e absoluta. >> Vai chegar o momento em que o povo vai dizer o seguinte: é amanhã eu vou escolher quem vai ser o padrinho do Brasil. >> Uhum. >> Eu vou escolher quem
vai cuidar desse país. Eu vou escolher quem vai cuidar das pessoas. E é nesse momento de meditação que todo eleitor tem que fazer. Eu até tenho um pedido seguinte, sabe? Não precisa escolher o nome para votar. Vote em você. Você quando tiver na urna, você começa a pensar o que que eu quero pro país, o que que eu quero pra minha família. E aí você vê dos candidatos quem é que pode fazer o que eu quero. Aí você vota. >> Pronto. Proposta. >> É tão simples assim, >> você volta. >> É porque se tirar a
camada de ódio à esquerda que eles propagam, sobra pouquíssima coisa. >> Faço nada, né? E o senhor tá falando bastante da questão da cultura e tinha uma pergunta que eu separei especificamente, que vocês reservaram, né, 50 milhões para 2026 e 27 pra Escola Nacional do Hip hop, né, que vocês vão Fazer. E eu queria entender que tem, bo tem uma outra proposta que é de o hip hop entrar numa grade escolar, né, pra galera com a questão do break, o DJ, o MC e o grafite ali na parte das artes também. Como que você enxerga
que a cultura hip hop ela consegue entrar nessa educação pra galera? Porque o hip hop ele salva vidas, né? A gente sabe que tem pessoas que estão fazendo isso há mais de 30 anos aí, oficinas e tudo mais. Como que você enxerga esse plano Funcionando de inclementar ali a cultura hip hop? >> Olha, o que eu espero é que a gente consiga aprovar no Congresso Nacional uma lei para tornar definitivo. >> Uhum. >> Sabe? E é por isso, ô, que eu defendo a escola de tempo integral, porque numa escola de tempo integral você vai ter
tempo para você, além das aulas normais que você tem que dar, você vai ter tempo de abrir a cabeça da meninada no mundo Cultural. >> Uhum. A menada tem que saber, a molecada tem que aprender sobre sobre rap, sobre sobre hip hop, tem que sobre funk, sobre samba, sobre bolero, sobre o que ele quiser aprender. E vai aprender também discutir a questão do do vai também aprender a discutir a questão do feminicídio. Nós queremos dar creche à universidade preparar a molecada para ele saber que o homem não é melhor do Que mulher, >> que a
gente é igual. Então vai ter uma coisa fantástica, vai ter, nós estamos aí com 50 milhões já colocado nesse início que é quase que um plano piloto para já provar que é possível fazer muito mais do que a gente tá fazendo na área da educação e abrir muito a cabeça da sociedade, abrir abrir a cabeça da juventude, porque toda vez que a juventude pensa, sabe, no seu futuro, nós temos que pensar realmente o Seguinte: qual é o futuro que nós queremos pro povo brasileiro? Qual é o ser humano que nós queremos criar? É um ser
humano raivoso? É um ser humano brigante? Ou você quer um ser humano que aprenda a viver em harmonia, a respeitar as pessoas, a conviver democraticamente na diversidade? >> É esse mundo que a gente quer fazer >> e esse mundo passa por levar todas as nossas coisas para a escola. >> Uhum. >> Aliás, presidente, você falou sobre isso, sobre deixar de ser raivoso, focar na cultura e tudo mais. Eh, no começo falamos sobre essa ascensão da extrema direireita e como ela tem por parte inclusive do padrinho mor deles, o Trump e tudo mais, mas é uma
em escala global no Brasil também. E eu acredito que o senhor seja um pouco mais otimista do que a gente, porque a gente às vezes se perde um pouco na na quantidade de de pessoas extrema direita no Brasil e Acaba ficando um pouco desacreditado. Mas isso daí que eu acho que é é quase uma pergunta pessoal para ver se me injeta um pouco de esperança. O senhor acha que existem pessoas que foram longe demais nesse buraco da extrema direita que ele não dá para resgatar ou todo mundo ainda a gente consegue puxar de volta um
dia? >> É, não, não. Eu vejo, o cara que é na vista não vai deixar de ser na vista. >> Uhum. Se tá na sanguinidade dele, ele Não vai. Tá aí. >> E tem cara que assim, até hoje na Alemanha foi recriado agora recentemente um partido nazista ganhou a eleição numa cidade pequena na Alemanha. Sim. >> Então você não consegue acabar com esse extremismo. Tem cara que nasce assim, vai morrer assim, mas eles ficam muito pequenos diante da sociedade. >> O que é importante é que o sistema democrático precisa passar pra sociedade a ideia que
vale a pena. E para a Democracia valer a pena, é preciso que ela faça as coisas que a sociedade espera dela. >> Uhum. >> A democracia não é um pacto de silêncio em que a sociedade não se manifesta, não grita, não é exatamente o contrário. A democracia é o único espaço que permite que a sociedade se manifeste, que ela grite, que ela exige. Não basta votar. É preciso votar e cobrar. Sim. >> Votar e cobrar. Votar e cobrar para que A gente tenha a esperança de mudar cada ano a gente eleger gente melhor para cuidar
do legislativo, para cuidar da prefeitura, para cuidar do estado e da união. Eu acho que a gente não consegue sabe extrair, sabe o cara que é do mal de verdade, que tá na origem dele. Por exemplo, você jamais vai imaginar que um palmeirense fanático vai torcer pro Corinthians. >> Uhum. >> Vai querer que o Corinthians seja Campeão da Libertadores desse ano. >> Vai. Como também é verdade, você jamais vai ver um corintiano fanático torcer pro Palmeiras e assim Flamengo pro Vasco >> e assim Grêmio pro Internacional, ou seja, tem aquela parte fanática que não muda
de posição, mas tem uma maioria >> que pode se mover de acordo com a conjuntura política e o papel de um partido político como o PT é o de tentar mudar as pessoas. Ontem eu tava discutindo com as pessoas, eu fico Pensando o seguinte, o PT em São Paulo nunca ganhou as eleições, né? O PT sempre foi o segundo colocado em São Paulo. >> Agora, por que que o PT não ganhou as eleições? Não é porque o nosso adversário pessoalmente tem mais votos do que nós. É muito mais pelo antipetismo. >> Sim, sim, >> sim.
>> Sabe, não tinha um antimagufismo? >> Sim. >> Todo mundo se juntava para derrotar o Malufo. Agora todo mundo se junta para derrotar o PT, >> porque o PT virou a grande referência política desse país. Veja, eu sou presidente pela terceira vez. A Dilma governou duas vezes. São cinco mandatos do PT em pouco tempo. >> E como eu vou ter certeza que eu vou ganhar o quarto mandato, ou seja, é uma coisa fantástica para esse país. >> Sim. >> No mundo democrático você tem o Rus, que foi o melhor presidente americano, que foi eleito quatro
vezes. E aqui no Brasil você vai ter o Lulinha que vai receber o voto do povo, sabe? Quarta vez a gente tá bom. >> E tem uma coisa, C, tem uma coisa que eu digo pra meninada, porque as meninadas de 16, 17 anos, 15 anos, 20 anos, o pessoal às vezes é um pouco rebelde. Eu tenho cinco filhos, eu sei como é que Procede essa molecada. >> Às vezes ele não acredita em nada, às vezes tudo tá errado, às vezes sabe, >> mas eu fico pensando assim, sabe nada. É importante eles perceber o seguinte, você
tem que analisar a história do país para você poder não tomar atitudes precipitadas erradas. Uhum. Sim, >> eu tenho desafiado as pessoas o seguinte: estude o Brasil desde o dia 15 de novembro de 1889. Você vê que eu fui longe, >> eu fui longe. >> Pega a data da proclamação da República >> em que Marechal de Ordó da Fonseca era marechal de verdade. Hoje não tem mais Marechal, mas naquele tempo tinha. era o cara que nunca saía do exerto dele. Então, >> pega da primeira eleição dele >> e faz uma análise, qual o presidente da
República de todos, de todos os partidos, de todas as religiões, de todos os setores da sociedade. Analisem De 1889 até agora e veja se tem algum governo que tenha feito 10% da inclusão social que nós fizemos. >> Uhum. >> Lula e Dilma. >> Sim, >> pode pegar. Essa é um pouco a bronca que tem de nós. >> Sim. >> Porque quando a gente coloca 14 bilhões no pé de meia, os banqueiros fica falando: "Poa, tá gastando dinheiro com Esse pobre aí dele poder tá aqui pra gente poder especular um pouco com ele. >> Mas a
gente tá salvando a molecada, sabe? De cair no caminho errado que não incentivar eles estudarem. >> Sim. Porque vira exist. >> Então quando nós gastamos 400 bilhões de política de inclusão social, os banqueiros ficam pensando, pô, esse dinheiro podia atacar a gente, pô, ficar dando dinheiro para pobre, para que que po, para que que pobre tem que sabe, ele Fica dizendo isso, eles ficam questionando porque o povo tem que estudar. >> E para mim, você sabe, para mim a educação é uma obsessão. >> Sim. Como eu não tive o direito de estudar, eu trabalho dia
e noite para que todo brasileiro e brasileira, sabe, da periferia tenha o direito de para uma universidade para ser doutor, para se informar em alguma coisa, para garantir o seu futuro. >> Sim. >> Sabe? Essa é a minha obsessão e é por isso que tem muito preconceito contra nós. >> Mas a gente de ficar com raiva, a gente tem que lidar com isso com muita tranquilidade e levando o barco e fazendo mais coisa. Tem mais coisa para fazer, tem muito mais coisa para fazerum. Nós agora fizemos uma coisa fantástica. Nós provamos uma linha de financiamento
de moto, de bicicleta, de Carro para motorista, de Uber e de táxi. >> Aí, ó, >> sabe? Já vendemos 50.000 carro. >> Caramba, que da hora. >> E moto já vendemos acho que 19.000 moto. >> Agora todo mundo >> essa molecada que trabalha aí carregando comida quente na costas tá passando fome. >> Não deve ter coisa pior do que você tá com a lumbriga maior, comendo a lumbriga menor dentro da sua barriga >> e sabendo que tem comidinha quente nas suas costas. Então a gente quer primeiro discutir melhor o salário desses caras e dar condições
e também estamos criando ponto para que eles tenham direitinho de fazer suas genes ter o direitinho de poder trocar de roupa para para carregar, sabe, o seu carro, carregar a sua moto, carregar seu celular. >> É tratar como gente as pessoas. >> Exato. Ah, e vocês já fizeram isso no passado bastante coisa legal assim Quando exemplo os céus, né? O que tem a vida da Marta também na época ali. Eu eu cresci no céu jambiro, né? Então, tipo, lá eu tinha acesso ao teatro, a pintura, piscina, pista de esquente. >> Marta, a Marta perdeu as
eleições pro C, sabe? Por isso eu digo sempre, a Marta, que é uma mulher de classe média alta, perdeu as eleições em São Paulo por Cassabe, por ela ter optado para fazer a escola de qualidade chegar dos pobres. >> É, tirou as escolas de lata. >> Eu quando fui, eu quando eu fui no Cro de Guianáes, tinha uma grande favela perto, eu fui na inauguração, eu fiquei vendo aquele bairro pobre. Eu fiquei falando assim pra Marta, a classe média não vai te aceitar, Marta, >> porque você tá colocando o pobre numa escola que tem piscina,
que tem teatro, que tem quadra, que tem computador para todas as crianças, >> sabe? A elite paulista não vai aceitar. >> E como não aceitou, >> como derrotou ela. >> E é e é muito doido porque essas fábricas, hoje em dia a gente tem também as fábricas de culturas na periferia, né, que leva essa cultura e o acesso, né, para esses jovens que normalmente eles não vão ter em outros lugares, sabe? Então vocês conseguiram construir coisa ali que dá essa oportunidade para eles, né, de se apresentar e ter o espaço ali. >> Pois é. Você
sabe que uma vez o o Cauê, uma vez eu fui eu fui no encontro eh em Belo Horizonte, é um encontro com o pessoal do hip hop, a periferia, o morro desce para Belo Horizonte, era isso o nome. E quando eu cheguei, cara, um clima nervoso, mas nervoso, já tinha, passou um policial sendo carregado no colo, sangrando o tinha gente tacando bolinha de good no palco, cerveja. E o e o o meu amigo tava lá, o pessoal Manobral e eu fui falar: "Mano Brau, acho que tá na hora Da gente falar porque sabe, o clima
não tá bom". Ele falava assim para mim: "Ô, mano, mano, deixa, deixa o pessoal gastar energia". no momento certo, nós vamos lá. Aí chegou uma hora, o Manobral falou: "Vamos lá". Mas não deixou ninguém subir, nem candidato ao senador, nem governador, só eu e ele. >> Aham. >> Ele chegou lá e e deu um um um uma voz de comando lá. Olha, eu sei que vocês Aqui não gosta de política, mas aqui eu tenho meu irmão, meu mano aqui e tal. Falei e me deu a palavra. Foi o comício mais curto que eu fiz na
vida, porque eu olhava pra cara das pessoas, das pessoas não tava querendo ver. Aí eu falei, acho que eu não falei nem 4 minutos. Eu falei o seguinte, ó. Eu tô percebendo na cara de vocês que vocês não gostam de política. Eu tô vendo percar de vocês. Mas eu quero dizer uma verdade para vocês. Sabe qual é a desgraça de quem Não gosta de política? É que é governado por quem gosta. >> Exatamente. >> Então passe a gostar de política para vocês eleger as pessoas de vocês. Não fique só carrancudo, porque não vale a pena.
Exato. >> O resultado eleitoral vai vir independente da cara que vocês estiverem fazendo. Então, invés de ficar bravo, entre na política, ele o cara do hip hop para ser vereador, para ser deputado, Para ser prefeito. Quando a gente fizer isso, a gente começa a mudar esse país. >> Mas enquanto a gente fica apenas zangado dizendo: "Eu não gosto, eu não gosto". A gente tá ferrado. É. >> E eu falo isso, ô Ludo, porque eu em 1978, Cauê, eu tinha 33 anos de idade. Eu não queria saber de política. Você sabe o que que eu dizia?
que eu achava que era bonito. Eu não gosto de política e não gosto de quem gosta de política. >> Olha, >> eu achava o máximo. >> Você achava? >> E a imprensa paulista falava: "Agora sim, surgiu um operário puro, um operário que não quer o poder, só quer saber tá fazendo. Aí com três meses eu criei o partido. Aí eles ficaram com broca de mim. E por que que eu tomei consciente de criar um partido? Porque eu fui no Congresso pedir para aprovar uma lei, evitar que aprovasse uma lei que era uma lei que proibia
bancário de Fazer greve, proibia frentista de posto da gasolina de fazer greve e proibia professor fazer greve. Aí eu fui no Congresso Nacional. Quando eu tô no Congresso Nacional, desculpe que não tinha nenhum operário lá, >> não tinha nenhum trabalhador. Eu falei, como eu sou imbecil, eu tô esperando que o Congresso aprove uma lei para ajudar os trabalhadores e não tem nenhum trabalhador aqui. >> Deixa embora, eu vou criar o partido aí. Criei PT. >> Criei três vezes presidente em breve quatro vezes. Aí ó, é uma jornada, né? Não vej o PT não é pouca
coisa não, porque olha, eu fui o segundo em 89 disputando com Lites Guimarães, com Brizola, com Aureliano Chaves, que era vice-presidente, com Maluco, com a FIFA Domingo, com Mário Covad, eu fui o segundo. >> Em 94 eu fui o segundo. Em 98 eu fui o segundo. Em 2002 eu fui o primeiro. Em 2006 eu fui o primeiro. Em 2010 a Diba foi primeiro. Em 2014 a Diba foi primeiro. Em 2018 o ADAT foi segundo. Em 2022 eu fui primeiro. Então o PT tem história. O PT e é isso que alimenta o ódio da extrema direita
contra nós. >> Sim, >> é isso, >> presidente. Qual qual qual que seria a diferença? Já que inclusive é isso, com um quarto mandato, o senhor se torna ao final de um quarto mandato, acho que o Presidente com mais tempo em exercício também, né? Se não me engano, >> mais longevo presidente eleito democraticamente, porque o Getúlio ficou 15 anos de 30, 45, mas ele era um ditador. >> Sim. >> Tá nessa época. E depois virou um grande presidente. Mesmo sendo ditador. Eu comecei na vida política fazendo muita crítica ao Getúlio. O PT nasceu anti Getúlio.
Aham. >> Por conta que a gente dizia que a carta de lavoro, ou seja, a CLT, >> era cópia fiel >> da estrutura sindical brasileira. Era cópia fiel da carta de lavoro de Mussolini na Itália. >> Aí eu fui ficando mais esperto, fui aprendendo mais coisas. Hoje, além do PT, teve um presidente que fez política de inclusão social, Getúlio Vargas. Em criou o salário mo. >> Uhum. >> E em 43 criou a CLT. Hoje tem gente que critica a CLT, >> mas a CLT naquele tempo tirou o trabalhador da escravidão, >> deu jornada de trabalho,
deu férias, cara. >> Então foi uma coisa extraordinariamente corajosa. Por isso que em São Paulo não tem uma viela com o nome do Getúlio. >> Uhum. Porque a elite paulista odeia o Getúlio, >> como deve me odiar também. >> Mas eu acho que esse discurso da CLT que a gente tem hoje em dia com os jovens, eu acho que é eles for falando mal da CLT, mas não necessariamente, como posso dizer isso? É, entendendo, porque tipo os benefícios que tem é muito bom para quem faz. Eu acho que é muito mais sobre a questão da
escala, né, de trabalho. >> Mas L, deixa eu te falar uma coisa. O problema da CLT é o seguinte. Ah, eu sempre tive defesa da CLT e defendo ao mesmo tempo mudança da CLT. >> Uma lei que foi criada em 1943, ela precisa se adaptar ao mundo atual, >> não pode ficar a mesma coisa. Então temos que mudar. >> Por isso é que nós defendemos o contrato coletivo de trabalho, porque num contrato coletivo de trabalho, através do sindicato, se for um sindicato forte, os trabalhadores defin jornadas de trabalho, define a questão de salário, define uma
série de direitos paraos trabalhadores, tá? Por isso é que eu sou Defensor do contrato coletivo de trabalho e agora nós estamos defendendo o fim da escala 6 por1. >> Isso. >> Ou seja, eu sempre trabalhei 5 por dois, tá, né? A indústria organizada, a indústria automobilística trabalha 5 por2 já, mas tem milhões de pessoas, sobretudo no comércio, que trabalha 6 por um. A pessoa não tem tempo de descansar. Você imagina a mulher que tem às vezes três tarefas, sabe? Porque a Mulher tem que cuidar das crianças, tem que cuidar da casa, tem que cuidar do
marido e ainda trabalha fora. Então é importante que a mulher tenha um dia para ficar em casa descansando. Descansando de verdade. >> Sim. >> Porque a noite da mulher é de trabalho e o domingo da mulher é de trabalho também. Porque ela que limpa a casa, ela que lava a banheira, ela que dá banho nas crianças, ela que troca as crianças, Ela que prepara o almoço, ela que prepara a janta, sabe? Então é preciso que a mulher tenha um tempo de descanso >> e nós homens ainda não aprendemos ir pra cozinha ajudar a mulher. Você
ajuda a tua mulher? >> Às vezes. >> Às vezes. E por que não todo dia? >> Pois é, né? Por causa do trabalho. >> Você ajuda tua mulher? >> Eu eu não tenho. Não é, eu ajudo. Ajudo. Eu não tenho, eu não tenho competência Para cuidar da casa. Eu sou ruim nisso. Pr >> não, mas limpar pelo menos limpar o chão, passar um pano que passar um pano, >> lavar um prato. Você não sabe lavar prato? >> Não. Lava, lava, lava. Eu disse, eu não tenho para limpar a casa, mas o resto das tarefas eu
tô fazendo. >> A gente tá na nas tarefas. Pode dar de presente pra tua casa um robozinho. Pode dar um robozinho para fazer limpeza. >> Sim, mas é que entra nisso você falando, né? Tipo, às vezes acaba até sobrecarregando, né? >> É muito trabalho, por isso que nós estamos defendendo. Eu espero que o Columbo coloque em votação logo para que a gente possa ter certeza de que a gente vai ter mais tempo para descansar, para cuidar da criança, para passear, para ler alguma coisa. Tem um momento de >> e não para jogar da Bets. >>
Sim, é Bet is aí. Isso aí é um problema. É bom, é bom dizer, é bom dizer para vocês dois o seguinte, nós estamos discutindo. Já fiz três reuniões no governo, já fiz reunião com a sociedade e a minha disposição pessoal é acabar com as betes. >> Boa, >> tá? Minha adão pessoal, obviamente que eu tenho que levar em conta o que pensa a sociedade. >> Esses dias eu conversei com oito pessoas, oito >> que estão devendo abertos. Um companheiro deve 2.hões2. Nossa, >> vendeu terreno do pai, vendeu a loja dele, vendeu o carro dele.
>> Por bet é uma doença. >> Sim. >> É ludopatia. Doença, ludopatia, >> sabe? >> Então, conversei com a menina de 27 anos, ela tá devendo R$ 730.000. >> Nossa. >> Tá. Não consegue mais sair. E pior é que as pessoas com essa doença, as pessoas escondem do marido, esconde do pai, esconde da mãe. >> Vergonha, né? Você tá lembrado quando surgiu o craque? >> Sim. >> Surgiu o craque. O que acontecia com o cara que era viciado? Ele chegava em casa, a mãe não tava na cozinha, ele tirava o botijão de gás do fogão
para vender o botijo de gás para culpa para Craque. >> Exato. >> Sabe? Outro pegava o alimento que tava na prateleira, o arroz do feijão para vender, para poder comprar craque. >> Sim. >> A a Bet tá assim, >> as pessoas estão vendendo o que não tem, se endividando >> para jogar, porque todo mundo acha que vai ficar rico na hora. É, >> e ninguém cria jogatina para que fica Rico. >> Não cria, não qu. >> Ah, um pode ganhar pro milhão perder. >> Sim. >> Então eu ando muito irritado com isso. Eu quero ter
muita responsabilidade. Mas esse negócio tem bet boy e bet não, todas as bet viv de jogo. >> Exato. >> Antigamente você tinha loteria que você fazia 13 pontos >> e um dia eu ganhei na loteria. Em 74 eu Ganhei na loteria. >> É. >> Você não tem noção que eu descobri que eu era suvina. Eu não contei nem pra minha mãe porque eu achei que eu tava rico. Eu falei: "Tu contar pra minha mãe, ela vai contar paraos meus irmãos. Meus irmãos vão pedir meu dinheiro emprestado, eu não vou contar pra minha mãe. Aí no
outro dia eu morava no Parque Bristo lá em São Paulo. Aí no outro dia eu levantei, fui na banca do jornal, Peguei o jornal datado e fui lá, mais de 30.000 pessoas ganhou. Eu ganhei só, eu ganhei R$ 100. >> Aí eu descobri que eu tava pobre também, pô. Mas eu descobri que era subir. Então nunca mais eu joguei. >> Foi muito rápido, né? >> Nunca mais eu joguei. Então, mas naquele tempo você demorava uma semana para para para jogar e tinha limite. Agora não, cara. Agora o jogo tá dentro da sua casa, tá na
sua cama, tá na sua cama, tá No seu banheiro. Essa menina que deve 730, ela ia tomar banho escondido do marido, levava o chuveiro, levava o celular, jogava tomando banho. >> Uhum. >> É porque essa aqui tá do lado agora, né? >> Aqui, aqui, aqui. >> Uhum. >> Trabalhando comigo, eu peguei duas pessoas que estão devendo, >> uma tá devendo R$ 10.000. >> Quando uma pessoa que ganha quatro tá Devendo 10, ela não pode mais pagar, cara. >> Sim, sim. Então é uma, conheci uma mulher que o filho dela se matou com 26 anos, se
enforcou. >> Caramba. >> Aqui no Palácio do Alvorada, um jovem soldado deu um tiro na cabeça. Eu fiquei sabendo que é porque tavaendendo devendo R$ 200.000. É, >> é esse problema. >> Então é o seguinte, não dá para você Permitir um tipo de jogo que leva as pessoas à morte, que leva as pessoas ao tortura, sabe? Os caras conta coisa, sabe? É, é muito triste você ver os cara contar chorando. Uma mulher já tentou se matar três vezes, sabe? Com vergonha do marido, com vergonha do pai, porque enganou o pai, enganou a mãe, enganou o
tio, enganou o compadre. Ou seja, a pessoa vai enganando todo mundo. Então eu quero que vocês saibam o seguinte, se depender da minha vontade pessoal, eu Acabarei com as detos. Obviamente que eu sou o presidente, eu tenho que ouvir outras pessoas, porque eu não posso tomar uma decisão abrupta, sabe? sem pensar as consequências dela. >> Mas sinceramente >> a Bet hoje é uma desgraça nesse país para o povo pobre que trabalha e que perde o seu dinheiro jogando. >> Eu quando eu trabalhava na Vilade lá em São Bernardo do Campo, eu tinha um companheiro meu
chamado Azeitona, >> ó o nome dele, Azeitona, >> sabe? Esse Azeitona era um baita de um companheiro, mas companheiro de qualidade. Ele me chamava de Taturana, eu chamava ele de azeitona. Esse companheiro, no dia que ele recebia pagamento, a gente recebia dia 10 e dia 25. Dia 10 era o salário, dia 25 era vale. Ele ia pro bar do Ramiro, que tinha uma mesa de Snuk. Ele só saía quando tava pelado, cara. >> Nossa. >> No dia seguinte ele tava pedindo dinheiro emprestado. Então nós não podemos deixar >> um endividamento de uma parte da sociedade
é por conta disso. >> Sim. É muita gente. >> É muita gente, né? Muita gente. >> É, presidente. A gente também quer, como a gente tá super ligado, >> eu tô achando que eu tô falando demais de você. Não ter falado demais. >> Mas isso isso pra gente quando quando o Entrevistado quando o entrevistado >> vai a gente gosta porque aí a gente também tem tempo de refletir sobre o que mais quer conversar. Inclusive, a gente tá inserido aí no meio digital e a gente tá sempre sempre apoia as medidas que favorecem a soberania nacional
frente à influência das bigtechs, empresas americanas, tentando colocar os programas dele aqui no Brasil para inclusive, né, até por parte do governo deles no passado para espionar a gente. Fizeram isso com a Dilma no governo Obama e tudo. E a gente tá sempre fechado com a ideia de soberania nacional. O meu sonho era ter uma internet que nem da China. Eu queria que a gente tivesse a nossa própria rede social, sabe? que a gente não precisasse se expor a o Vale do silício, mas infelizmente parece também que existe uma dificuldade de de assimilar isso por
parte das pessoas que ficam só com raiva. Ah, por que que tirou do ar meu Serviço? Porque o serviço é um serviço de outro país, não quis se submeter à subberania nacional, precisa então de alguma maneira algo ser feito. O que o senhor tem a comentar a respeito disso? Porque é é triste ver as pessoas >> ficam revoltadas com o governo quando ele toma uma medida para protegê-las. Eu fico doido. >> Olha, eu compreendo isso porque eu já vivi muitos anos sem ser presidente. Ou seja, muitas vezes a gente não mede as Consequências das coisas
que a gente critica. Eu até 23 anos, a a minha vida era ver, sabe, a coluna, sabe, do do dia da noite do esporte, as 20 notícias do Guzma, >> sabe? E nada, não pensava em política, sabe? Nenhum governo prestava, nenhum sindicato prestava. Era assim, tem muita gente assim hoje. Então não é culpa deles, é culpa nossa que não estamos conseguindo dar a pessoa, sabe? A Narrativa correta. >> Eu sempre falo o seguinte, Lod, >> se você fala uma vez, a pessoa não entende, você pode falar pra pessoa que ela é burra. Se você fala
a segunda vez e a pessoa não entende, você ainda pode falar que ela é burra. Mas se você falar terceira vez e ela não entender, burra é quem tá falando. Compreender, >> sabe? Então nós temos a obrigação de construir a narrativa correta para as pessoas. >> Sim. >> Sabe? Para que as pessoas começa a compreender. Você veja, por exemplo, uma coisa que eu queria dizer para vocês. Vocês sabem que eu só tenho o diploma de torneiro mecânico. >> Uhum. >> Tá. Por conta do meu diploma de torneiro mecânico, eu fui o primeiro filho de oito
filhos da minha mãe a ter uma geladeira. Eu fui o primeiro a ter um televisor, eu fui o primeiro a ter um Carro, fui primeiro a ter uma casa por conta de um diploma técnico que eu fiz. >> Uhum. >> Então, muitas vezes eu vejo que a menina se forma, fala: "Ah, não valeu a pena estudar porque eu continuo ganhando pouco. Eu pensei que eu ia melhorar". Não é tão rápido assim. >> É uma construção, >> sabe? As pessoas estuda, é gratificante as pessoas ter o seu diploma, mas depois as pessoas ter que analisar o
mercado de Trabalho, elas tem que ver se tá o curso não tá tendo oportunidade de emprego, eu vou fazer outro. >> Uhum. >> Porque é preciso procurar também aquele curso que tem mercado para você trabalhar, porque se tem muita gente fazendo o mesmo curso, a chance de diminuir a vaga é muito grande. >> Uhum. >> Então, quando a procura é maior do que a oferta, é mais difícil. Hum. >> Então, nós precisamos começar a procurar fazer curso olhando as ofertas que existem no mercado de trabalho. Por exemplo, agora, questão de inteligência artificial, eu >> vou
fazer muito investimento nesse meu quarto mandato na educação. >> Uhum. >> Eu já sou o presidente que mais fiz universidade na história do Brasil. Eu sou o presidente que mais fiz Instituto Federal na história do Brasil. Eu sou o Presidente que mais coloquei estudante. Eu vou lhe dar um número nessa cabeça de vocês. Em 2004, o Brasil tinha 4 milhões. Em 2003, o Brasil tinha 4.800.000 trabalhadores no mercado de trabalho com diploma universitário. Sabe quanto tem hoje? >> 25 milhões. Caramb. >> E eu quero que chegue a 50 milhões. >> Aham. >> Tá. E nós
vamos investir muito em cursos Renov, sabe? Esses cursos agora inteligência artificial. >> Uhum. Eu não quero ficar devendo, sabe, nada pra China e nada pros Estados Unidos. A gente vai ter que aprender fazer inteligência artificial na língua portuguesa. >> Por isso, nós vamos formar muitos meninos e meninas. Vamos abrir cursos em todas as universidades, nos institutos federais, sabe? E nós vamos ser o rei da inteligência artificial, sabe? O Brasil Chega de ser tratado como se fosse um país insignificante. >> Mas aí é legal também pensar na regulamentação, né, da inteligência artificial, que hoje a gente
tem um um problema também, que a inteligência artificial, principalmente americana, né, ela é como que fala? Calibrada com muita arte e é com roubo de outros artistas ali também, né? >> Então essa é é outra coisa importante, Lod que nós temos que pensar. A Regulação da inteligência artificial, ela vai ter que ser feita de forma global. Ontem eu vi um artigo da ONU reclamando que é preciso urgentemente fazer uma regulação universal da questão da inteligência artificial. É inteligência, >> porque a inteligência artificial hoje os país forte nisso é a China. >> Depois dos Estados Unidos
e a China, a Índia tá evoluindo um pouco, mas o Brasil precisa fazer a sua. >> Uhum. >> Tá. Nós já temos um governo praticamente digital. 178 milhões de brasileiros, sabe? utiliza o governo pelo GOVR. >> Uhum. >> Sabe, nós temos aqui informação na saúde, na educação, mas nós precisamos evoluir e formar gente. Por que que nós vamos investir muito e a regulação nós vai ser vão ser dura? Você veja, vou te Dar um exemplo de uma regulação dura. Eh, nós fizemos uma regulação para que a gente não permita que meninas e meninos sejam vítimas
de ofensa, de provocações pelo celular. Uhum. Sabe, esta é uma coisa extremamente importante para que a gente possa defender. Nós proibimos as crianças de levar telefone na escola. É outra coisa extremamente importante. >> Eu tô sabendo que a Austrália tá aprovando uma lei para ela ela ela ela pegava os não deixar o algoritmo Algoritmo tomar conta das pessoas. >> Então nós vamos avançar nisso. >> O Brasil já tem a maior regulação, sabe, contra o uso da internet para criança, meninas e meninas nesse país. >> Sim. É, >> e nós vamos continuar avançando. >> É importante
porque com essa crescente que a gente vê na internet, né, dessas plataformas que, como o Cauê falou, né, de você entender que quando o governo toma uma decisão, muitas vezes é pro seu Bem, né, não é só para prejudicar a plataforma, porque tem muitos canais de redill, sabe, coisa de ódio na internet que às vezes chega nas crianças e até mexe com a cabeça de alguma pessoa >> coptando essas pessoas pro lado errado. Eu acho que a regulamentação também pros artistas que dependem da sua arte, sabe? Ilustradores, músicos, né? Eu tava conversando com o MC
dele até tava falando, pô, mano, o rolê dos royalty, sabe, de como cuidar disso tudo ali para O governo deixar certinho pra galera entender, porque os data center estão sendo feitos aí, né? Aqui >> não, nós acabamos de aprovar a lei aí garantindo que os artistas vão ser respeitados nos seus direitos. Ninguém pode, sabe, fazer com que o artista eh fique pobre, porque a a a internet toma conta das músicas dele e as plataforma. Nós vamos nós já fizemos e vamos continuar trabalhando nisso. Cara, eu estou convencido o seguinte, eu acho que O internet é
uma coisa extraordinariamente boa, sabe? É um avanço tecnológico, sabe? Extraordinário, mas é preciso que a gente tenha isso em benefício das pessoas e não em prejuízo das pessoas, >> sabe? As pessoas que cometem crime digital tem que ser punido como se tivesse cometido crime na vida real. >> Exatamente. >> Sabe, o cara acha que ele é inocente porque tá na internet falando bobagem, Falando falando neira, provocando mulher, fazendo a fédio, xingando. Essa gente tem que ser punida, categoricamente punida. Vai ter gente que não gosta paciência, mas nós vamos fazer que a pessoa seja punida. >>
É, tem até a história do, eu criei um canal lá no Billy Billy, né, do da >> canal chinês lá da plataforma. E aí na hora que eu fui cadastrar o meu vídeo lá, acho que eu coloquei uma tag errada, um negócio, e já tomei um ban no meu Canal, sabe? Lá lá os cara não deixa nem você escrever uma vírgula errada assim. E imagina esses conteúdo que a gente tem saber o programa mandarim. >> Não, não. Eu tava subindo os vídeos do Brasil lá e aí não podia, >> não passou, não passou. Hein, cara.
>> Sofisticada, né? O Givanildo depois que virou Lond tá mentido, cara. Não, mas eu tomei o ban de um ano porque lá é assim, lá até as pessoas que falam sobre saúde, essas coisas, eles têm que subir o Arquivo bonitinho no vídeo mostrando, >> tem que mostrar a pesquisa, tem que mostrar o currículo, não vai fazer um canal para falar para ser contra vacina. >> Se porque primeiro que a gente sabe que isso não tem fundamento científico, né? Mas quando tem lá, lá tem que apresentar documento para poder fazer conteúdo na internet. >> É, lá
é bem, deixa eu botar um assunto que foi a primeira pergunta que você me fez que é o seguinte, ó. O Ministério da Educação incluiu o hip hop na grade escolar como instrumento didático pedagógico. >> Isso. >> O programa Escola do Hip hop é uma estratégia de engajamento de jovens e de integração desta forma de produção cultural na educação. São 50 milhões para apoiar iniciativas em escolas públicas em 202627. Em junho de 2026, sabe? 100 coletivos culturais do país foram beneficiados no prêmio nacional Vozes periféricas. premiação inédita que fortalece coletivos que atuam com batalhas de
>> de rimasã. >> Deixa eu te falar essa coisa. Qual é a novidade nisso? A novidade é que uma parte da elite bolsonarista, ele quer tirar o filho da escola pro filho estudar em casa. >> Sim. E nós queremos que a molecada vá pra escola para conviver, Para as pessoas conviverem socialmente, as pessoas brincarem, as pessoas brigarem, as pessoas lutarem, as pessoas correrem, jogarem bola, fazer qualquer coisa. >> Uhum. >> Tá, o ser humano nasceu para viver em comunidade. >> Sim. >> Nós não podemos nos trancar no mundo do nosso celular. >> Sim. >> Porque
hoje as pessoas assim, não sei se você é assim, perdeu o sono na meia-noite, pega o celular. >> Acordou duas horas da manhã, pega o celular. Você fica. >> Eu sou, eu sou. >> É assim. Aí vai dormir meia-noite, a mulher tá do lado da cama, nem olha pra mulher, pega o celular dedo. >> Aí levanta de manhã, a invés de olhar a mulher, dá um beijo nela, pega o celular e fica com o dedo da filha. >> Já vai no celular já. Uma bobagem imensa. >> Sim, >> exato. Sim. Você você não almoça, almoça
com o celular em cima da mesa, você vai no banheiro com o celular. Ah, não é possível, gente. Isso virou >> virou uma doença. >> É >> uma doença. É uma droga que viciou as pessoas. viciou. >> Sim, >> as pessoas não conseguem mais viver. E eu acho engraçado é que todo mundo tá carrega o celular na mão assim, tem gente que carrega três na um pacote celular na mão. >> É. >> É. >> Sabe, >> eu tô eu faço muito disso. Eu sou culpado. >> Pendura no pescoço, pô. Pendura no pescoço. >> Mas é
muito assim. >> Agora você pode andar com ele porque agora vai tá. Nós dificultamos roubar celular. Você sabe que nós criamos o celular seguro. >> Hum. que agora qualquer pessoa que tiver o celular roubado, se roubar o teu celular, você vai entrar na plataforma, sabe, do celular seguro e você vai dar o número do teu celular, ele será bloqueado na hora. >> Olha aí. >> E nós vamos pedir para que que roubou devolva na delegacia pra gente poder devolver para você. Essa é uma coisa muito importante. A outra coisa importante é que se você for
comprar um celular e ele tiver mais barato, você opa, opa, opa, não tem almoço de graça. >> Sim. Você pode entrar com o seu número e fazer a consulta para saber se aquele celular é roubado. >> Legal. >> Sab onde que ele veio >> e agora o Brasil inteiro. >> Legal. >> Muito bom. >> Presidente, você Bom, vai dar tudo tudo certo com a eleição. Em breve começa Lula 4. Dessa vez você tem o privilégio de não ter que pegar um governo de transição do Jair Bolsonaro. Isso daí eu não consigo imaginar. Eu não consigo
imaginar esse trabalho. O que que O que que a gente pode esperar de facilidade? Porque agora seria uma reeleição e Principalmente em linhas gerais, assim, o que que qual é a expectativa para Lula qu? >> Ah, deixa eu te dizer, o Brasil tá pronto para mais. >> Uhum. >> Nós passamos 2 anos e meio recuperando o Brasil, recuperando de verdade. >> Aí reconstruindo até os liberad, >> recuperando, recuperando vários ministros, recuperando o Palácio Davorado, Planalto, o Congresso Nacional, o poder judiciário, ou seja, mas recuperando. Fazia 10 anos que não tinha reajuste na refeição da molecada
na escola. 7 anos sem aumentar o salário mínimo, 7 anos sem resetar a bolsa da CAPS, ou seja, fora dos ministérios que não existiam. Então nós tivemos que reconstruir tudo isso. Eu vou dizer mais um déficit fiscal de 2.8%. Quando nós pegamos o governo, não tinha dinheiro pra gente pagar o bolso da Família, não tinha dinheiro. Então nós recuperamos esse país, equilibramos a economia, equilibramos o fiscal. Agora estamos pronto para mais. Agora no quarto mandato eu quero definir a educação. Tava a educação agora vai ser escola de tempo integral até o ensino médio para todo
mundo. Vamos universalizar escola de tempo integral. Vamos fazer mais instituto. Estamos com quase 800. Vamos chegar a 1000 Institutos federais no próximo mandato, vamos continuar fazendo mais universidade e vamos fazer cursos extraordinariamente, sabe, novos para preparar para as novas funções que o mercado está cobrando, >> sabe? Nós vamos mandar a gente estudar na China, estudar nos Estados Unidos, estudar na Alemanha, estudar na França. Aonde tiver curso de inovação, nós vamos mandar molecada, porque eu quero o Brasil altamente preparado. Porque eu Não quero mais ser exportador só de soja, de minério, de ferro ou de milho.
Não, ou de carne. Eu quero exportar inteligência e conhecimento. E isso é a educação que vai permitir que a gente consiga ter isso. Então, o quarto mandato será isso. Depois a segunda coisa importante que é a questão das terras raras e minerais críticos, sabe? São a terra rara, são 17 elementos químicos que você extrai daquela daquela daquela terra, você extrai, sabe, os Elementos químicos para você produzir celular, para você produzir bateria de carro, para bateria elétrica, para você produzir chips. >> E hoje quem tem mais capacidade é a China. Agora o Brasil tem muita, mas
muita, nós somos o segundo país do mundo em reserva de mineraras e a gente não vai permitir, sabe, que os caras vi aqui comprar e levar nossa terra rara para vender depois o produto acabado para nós. Não, nós queremos Extrair aqui, sabe? Transformar aqui, fazer o produto industrializado aqui e vender. >> Uhum. >> É esse o país que eu quero construir, >> tá bem? Para que a gente possa. Nós agora descobrimos petróleo na margem equatorial a 175 km maradentro noapá e a 575 km da Bavônia. >> Não é coisa perto. Sim, >> sim. >> E
é muito petróleo, eu acho. Tô com muita fé. >> Se tiver esse petróleo, nós vamos fazer do dinheiro desse petróleo muita coisa na educação, muita coisa na ciência e tecnologia e muita coisa na saúde. Uhum. >> Tá? Então esse país vai dar um salto de qualidade de forma extraordinária. >> E eu falo isso com muito orgulho, sabe por quê? Porque eu vejo quem tá candidato aí. Nenhum que tá candidato tem compromisso de fazer isso ou tem Interesse de fazer isso ou jamais fez isso. >> Uhum. >> Tá. Eu falo com muito orgulho. A única pessoa
capaz de fazer com que o pobre suba o segundo degrau e o terceiro degrau na escala educacional, na escala social, na escala da saúde. Sou eu. >> Uhum. >> Porque eu vim de lá. >> Uhum. Sim. >> E eu sei como é que é lá. Eu sei como é O mundo da periferia. >> Uhum. >> Eu sei o que é viver mal. Eu sei que é ter vontade de comer as coisas e não poder. Ter vontade de comprar as coisas e não poder. Eu sei. >> Então eu quero que o povo progrida, porque somente quando
o povo progredir é que o Brasil estará bem. >> Tem ficar bem. >> Justo. >> Não, pô. Uma dúvida que eu tenho que Essa é mais pessoal mesmo assim. Quando você não tá trabalhando, o que que você escuta? >> Música. É de música. É, porque eu não sei. Eu eu vejo o Lula, eu me pergunto muito disso que eu falo, cara, eu não sei qual é o seu gênero musical, não precisa falar nome de artista se quiser, mas tipo, você escuta um new metal, um death metal, um pagode, um samba. Que que é bom de
música é JJ. >> Ô cara, eu tenho muito pouco tempo, >> não dá nem para ouvir um. A vida de presidente a vida muito, às vezes eu tô com a na piscina com a janja, eu ouço alguma coisa, porque ela põe no celular dela, não temente trabalha, não tem tempo não dá de, né? Não dá. Ah, >> é muito difícil, é muito difícil. Por esses dias eu assisti, assisti a que dois ou três show do Rock Rio. >> Olha aí, >> porque eu cheguei aquela tava assistindo, eu sentei no sofá e fiquei Vendo. >> Mas
se dependesse de eu ligar a televisão para ver, eu não ia, porque eu ia tomar um banho, ia deitar. >> Sim, sim. Tá ver assim, minha vida, é levantar 5:30 da manhã, fazer 2 horas de ginástica e trabalhar. Chegar aqui 8 ou 9 horas da noite quando eu não tô viajando. Porque quando eu tô viajando, a gente às vezes chega meia-noite, 1 hora da manhã, às vezes eu almoço no avião, às vezes eu janto no avião, >> sabe? É uma vida >> ocupada, não tem, não tem mole, não tem mole. Aliás, é, aliás, por falar
nisso, como eu sei que o o tempo é limitado, eu queria inclusive >> aquele MECF que governava antes de mim, sabe? Ele ficava aqui dentro. >> Aham. Sabe? Fazendo o gabinete do OD aqui, >> sabe? Saía ali no chiquirinho para dar uma entrevista, falava de alguém e voltava aqui para dentro. Eu não, >> eu meu nome é trabalho, trabalhando. >> E o apelido é Horestra. >> Presidente, olha só, a gente tá caminhando, né, pro final do nosso horário, mas tem uma coisa muito curiosa que eu sei que, beleza, hoje o senhor não tem tempo de
parar para ouvir uma música, mas ao longo da vida teve tempo de ver muito jogo do Corinthians, né? Aí o que acontece, presidente, 4 anos atrás, quando a gente conversou, o Load ainda não estava convertido. Ele não era Nem do futebol, mas agora é um recém corintiano fanático, que é doido, apenas um recém- corintiano fanático. Queria saber do senhor porque ele tá fazendo intensivão e estudando inclusive se o senhor teria algum jogo da história do Corinthians para recomendar para ele chegar em casa e assistir e e se e sair mais corintiano ainda? Algum jogo que
você fala assim, Lud, vai assistir a esta partida aqui? >> É um jogo da minha vida. Cuid de Ponte Preto, em 1977. 77 >> depois 20 e poucos anos foi campeão p >> 2 anos 25 anos exatamente tem que ver esse gol do Basílio >> tava no Morubi >> tava >> você tava lá >> eu viu o gol do Basílio de cabeça caramba >> primeiro chute do Vladimir e depois o gol de cabeça. Aham. >> Caramba. >> Eu tenho que ver ess. >> Mas eu vou falar uma coisa que vocês não perguntaram. Eu não sei
se estava tempo de acabar, mas eu vou falar uma coisa que eu pensei que vocês ia perguntar. >> Hã, >> a questão dos jogos eletrônicos. >> Verdade. Que inclusive agora ser gamer é uma coisa coisa para caramba e você não pergunta >> não, né? Eu ia eu ia falar sobre isso na Hora das obrigado a pautar vocês aqui. Primeiro, nós temos consciência que o setor de game é um setor estratégico e divertificado. >> Uhum. Ele, por exemplo, movimenta um PIB de 13 bilhões por ano. >> Tá vendo? Uma coisa muito forte. O que que nós
já fizemos? O Brasil tem cinco títulos de de jogo de game. >> Sim. >> O Brasil é uma das referências do mundo, é o maior da América Latina e tá entre Os cinco maior do mundo. >> O Brasil é bonisso. Daí eu vou contar uma coisa. Nós temos 25 títulos mundiais em várias modalidades de esporte que fez o Brasil ser sede de eventos internacionais de primeira linha. >> Aham. Essa importância justifica termos adotado nos últimos anos medidas para assegurar uma política dedicada ao setor. Criamos a diretoria do esporte do Ministério do Esporte dedicada exclusivamente aos
esportes eletrônicos. Sancionamos o marco legal dos games, que reconhece que para os games a criações culturais. Com isso, o esporte passou a acessar o fomento da Leonê e da lei de audiovisual de cultura. Sim, >> incluímos o setor na classificação brasileira de ocupações para incentivar a formalização de muita gente, sabe, nesse game. >> Pois é. Então, veja, >> eh, já eu já trabalhei dentro da desses, já estive apresentando evento de games Também e a gente é referência global. Quando eles não perguntarem, eu vou dando a pauta para vocês aqui. Eu vou falando que você que
vocês não fala do Corinthians, [ __ ] >> De Corinthians. Então, o Lud acabou de chegar aqui. >> Eu sou, deixa eu te contar uma coisa. Eu sou fanado. Eu sou fanado por esporte. Eu eu já fui muito mais, eu já pude ir muito a campo, mas agora eu não tenho condições de ir a campo. >> Uhum. >> Mas eu ia saía da Vila Carioca. De Vila Carioca é quase divisa com São Caetano. >> Uhum. >> Eu saí da Vila Carioca, eu ia na fazendinha, cara. Pegava três ônibos para chegar na fazendinha, >> sabe? E
às vezes o Cu perdia. Eu voltava, sabe? Eu voltava, >> mas ser corintiano, né? >> Eu voltava puto da Não tem noção. Uma vez eu fui ver Citas De Portuguesa, rapaz. Eu cheguei atralado meia hora. Quando eu cheguei, tinha um cara chamado Mendes da Portuguesa, marcou três gols no Corinthians, 3 a 0 para Portuguesa. Eu não acreditava. >> Aham. >> Você, o senhor revelou, >> mas eu tô preocupado com o Corinthians. >> Aham. >> É que agora >> você sabe que dia eu tava falando com a Caixa Econômica, você sabe que o Corinthians tomou 400
milhões de emprestado para fazer o estado. >> Sim. >> Já pagou 1.ão75 e ainda deve 600.000. Então isso a gente, >> eu falei pro cara da caixa, que loucura é essa? Eu peguei 400, paguei 1 bilhão, ainda devo 600. É por conta do juro. >> Aham. >> Mas eu tô tentando ajudar o Corinthians. Você sabe como aquela campanha que os fiéis a Gavião fez, eu dei R$ 1113 para pagar o a dívida do Corinthians. >> Sim. Os torcedores, né, que >> então arrecadamos 8% da dívida. Mas agora eu falei pro presidente da Caixa propor o
Corinthians uma coisa nova que é o seguinte: pega a fazendinha, o velho Bra São Jorge. >> Sim. >> Faz daquilo um um um faz um convênio com o setor imobiliário, sabe? E venda Aquilo para pagar dívida. >> Sim. Fazer dívida, >> sabe? Faz um crédito imobiliário daquilo e paga dívida. Para que ficar aquela fazendinha lá paralisada, >> parada lá. >> Venda aquilo e paga o estado pro Cint poder comprar um jogador. Não aguento mais, cara. Não aguento mais. Eu até eu não o Corinthiano é uma torcida tão fantástica que é a única torcida que não
vai o time. Mas [ __ ] eu fico que é Triste, tem hora que testa. Eu >> tem hora que eu fico xingando o carro. Ele é bom de bola, você percebe que ele é bom de bola. Tem um toque bonito na bola, mas parece que tem hora que ele tá com preguiça, cara. >> Sim, sim. Presidente, hoje jogo de volta na Libertadores. Palpite do presidente Lula para hoje de novo. >> Eu fiquei mais nervoso pro jogo hoje do que vou ter um comício. Eu vou ter um comício aqui. Onde que é o comício já?
>> É na Seilândia. Eu vou ter um comício lá 7 horas. O jogo é 9:30. >> É o jogo da noite. >> Então eu vou chegar e vou ver o jogo. Eu tô pedindo a Deus, pelo amor de Deus, faço um gol só. Eu, se fosse técnico do Corinthians, não tinha esse negócio de tática, de estratégia, não. Eu juntava o jogador no meio do campo, mostrava o gol do adversário. Olha ali, é o gol do adversário. Você só tem que chutar lá, pô. Chuta lá. E aqui na nossa defesa, Não deixe ninguém chutar contra nós,
porque nós não chutamos bola pro gol. Teve um jogo que ficou 80 minutos de chutar bola pro gol. >> É, foi feio. Foi >> que não chuta não marca gol. Cara, eu fui jogador de varde. Eu fui bom de bola. Se >> jogava bem. >> Você foi bom de bola, presidente. >> Joguei muita bola. >> Muita bola. Eu não fui profissional Porque a minha mãe falou: "Ol, você pode jogar e se preparar para ser presidente. Fiquei 50 anos me preparando para ser presidente e não fui profissional. >> Mas se você fosse dar um palpite hoje,
você acha que o placar é o quê? >> Eu acho que o vai ganhar de um 1 a 0. Hum. Bem exprimidinho. Sabe aquele gol de canela? >> Mas falando de futebol. Eu outro dia eu dei um conselho procelote, >> tá? Eu acho ele. Ele agora convocou só Jogadores que estão jogando no Brasil. >> Eu gosto da C. dois jogos na Austrália é um bom sinal. >> É um bom sinal. >> Mas desfalcou o meu Corinthians. >> Desfocou completamente o Corinthians. >> A gente não tinha nenhum, ele tirou três, sabe? Então, então, mas eu, se
fosse ele, ao terminar o Campeonato Brasileiro, pegava a próxima data FIFA, escolhia os 22 melhores jogadores em cada posição do Campeonato Brasileiro e Levava para jogar na seleção. >> Eu conclu >> para dar uma colher de chá de quem vive no Brasil, >> porque tu vai pra seleção quem tá jogando fora até em time de segunda categoria. >> Sim, sim. Tem gente que é reserva na Europa e vai convocar paraa seleção. E os nossos brasileiros aqui se matando, tomando conelada, ele não é convocado. >> Eu falei assot, [ __ ] cara, [ __ ] você
Ganha bem cara, >> vamos. >> É o maior salário de técnico do mundo. >> Olha, >> caramba. >> E não ganhou nada ainda, [ __ ] [ __ ] >> Legal trazer cinco chances. Brasil. Dancelot, eu acho ele um cara sério, achei ele um cara preparado. Agora ele foi bom de bola, jogou junto com o Falcão, jogou junto com o Cerezo, >> sabe, no Roma. >> Sim. >> Ah, e eu acho que era um bom técnico. Agora o nós estamos numa fada ruim que a anti-çafa do jogador não tá boa. >> Aham. Não tá boa.
Quando eu vejo, olha, quando eu vejo um companheiro, eu não quero falar nome não para não ver, mas quando eu vejo, nós não temos um mermador, >> nós não temos nenhum rivelino, nenhuma adminia, nós não temos ninguém, nenhum gerço, nós não temos ninguém de Qualidade, >> tá complicado, tá complicado. >> Mas de qualquer forma, >> de qualquer forma >> a gente tem que torcer pro Brasil dar certo, porque nós cansamos de perder já, né? >> Sim. Não, >> eu até agora tô com aquelas 71 da Alemanha engasgado. Olha que os alemães fizeram três gols. Falei:
"Porra, Felipão, desmaia no campo." Felipão coro Do campo e desmaia, desmaia. >> Um ataque agora. >> Deixa paralisar meia hora o jogo para dar um conselho para essa molecada, pô. >> Não tem como do jeito que tava. Ai ai. >> E aí eu achei engraçado naquele jogo que quando tava tudo perdido, o Felipão tira um jogador outro e coloca aquele Bernardo do Atlético Mineiro, 1,50 m de altura. junto com aqueles alemães de 2 m de altura. Aí marcaram mais quatro na Gente. [ __ ] >> Nossa, esse dia foi >> aquele jogo a Alemanha não
marcou 10 porque não quis marcar >> por respeito ao Brasil. Perfeito. >> É, senão tinha feito, senão ele tinha feito. Então é o seguinte, meus companheiros Cauê e meu load, >> aliás, presidente, desculpa interromper, mas o senhor foi quem revelou que Givanildo, o nome do load foi de um jogador do Corinthians e o pai dele talvez tenha ouvido de lá, quem sabe >> foi um jogador do Corinthians que veio do do Santa Cruz em Pernambuco, pergunta pro teu pai, veio do Santa Cruz, foi da seleção brasileira, foi titular do Corinthians há muito tempo e depois
foi o técnico que trouxe o América Mineiro três vezes pra fériar. Pô, tem que colocar esse cara aí paraildo. >> Mas vê que até teu parente, pô. >> Tem que colocar ele para jogar na Copa. Agora já tá velho. Agora tá velho. >> Mas, pô, gente, você sabe que eu sou de uma geração que eu vi o Pelé jogar. >> Sim. >> Eu era corintiano, mas quando o Santos ia jogar no Pacaembu, eu fui ver muito jogo do Santos. Era um espetáculo à parte. >> Sim, sim. Outra época, né? Era, era, >> é, >> era
bom isso. >> Ó, a gente trouxe, inclusive o Lad escolheu bem uma camisa da democracia corintiana pro senhor autografar para >> Foi muito amigo do Sócrates, >> foi muito amigo do Casagrande, >> foi muito amigo do Vladimir. >> A meta é conhecer o craque Neto também, né? >> A gente gosta do homem, né? >> Ah, gosta do Neto? >> Ah, eu conheci o craque Neto. >> É que fito o Neto Janja. É, eu eu conheci o fiz um fiz um trabalho com o Neto e me surpreendeu a personalidade, uma figura fora da câmera, muito gente
boa, muito gente boa. >> Eu quando deixar aprender, acho que eu vou trabalhar com o Neto. >> Presidente, eu trouxe a minha também, por favor. Só tem uma dessa. >> Essa eu peguei inclusive, quat representar a invasão do ano anterior. Fica isso aqui, ó. Para ficar isso aqui. >> Bom, >> é verdade. Coloca o adesiv aqui. >> Vou colocar, vou colocar, vou colocar. Estica aqui, estique aqui. Puxa, filho. Puxa, filho, >> hein. >> Ó lá o Givanildo lá, ó. Nossa, ele era cabeludo. Olha, o Givanildo era cabeludo. Enterrou o jejum de 22 anos do Corinthians.
>> Ah, ele ele esteve no encerramento do Jejum. >> Mesma camiseta, né? Que loucura, eu nem sabia. Obrigado, presidente, presidente, posso pedir aqui também que isso aqui é um cartãozinho que os grafiteiros normalmente faz a sua tag, né? O os artistas. É, eu vou deixar um aí. É meu. >> Não, eu vou levar para mim colocar na minha pastinha que eu tenho de vários grafiteiros. Aí eu quero ter um também que eu esqueci minha carteira de trabalho para renovar para meu emprego Para mais quad. Não, mas ess vai ser no Lula cinco. Presidente, eu queria
terminar num num tom um pouco mais sério. Aliás, é muito legal descontrair falar de Corinthians, mas porque eu tava sério até agora, cara. Ah, não, claro. Corinthians é coisa séria. Pelo amor de Deus, ô nação, não tô não tô subestimando não. Mas é, eu queria voltar só nessa nesse momento conturbado que a gente tá vivendo para ver se até se a gente termina pelo menos com uma Mensagem que dá um pouco de esperança pra gente, que vê tanto tanto caos na imprensa agora com relação a toda essa briga do Supremo e, enfim, a eleição com
a sujeira que é o lado de lá e tudo mais. Eh, a gente já a a Dilma sofreu um golpe, o senhor foi preso e num esquema que a gente percebeu posteriormente que era um golpe e agora fala-se, pelo menos dentro da da de uma de um do esquerdas, fala-se, gente, não enganem-se. O que a oposição trabalha neste momento para Tentar operar um golpe no Brasil e eles não vão descansar. Então eu gostaria de saber o que que o senhor tem para dizer com relação a isso sobre essa essas insistentes empreitadas golpistas por parte deles
e como a gente vai continuar lidando com isso daqui paraa frente. >> Deixa eu te dizer uma coisa, Cauê. Ah, eu eu estou convencido que a extrema direita sempre vai pensar, sempre vai trabalhar na perspectiva de dar um golpe. >> Uhum. Eu queria dizer para vocês que não há perspectiva, porque nós estamos atento para evitar isso e fortalecer o regime democrático nesse país. >> Uhum. >> Eu acho que o que tá acontecendo na Suprema Corte não é uma coisa boa. Não é uma coisa boa. Porque significa que aquele mafiodo chamado Vcaro >> Uhum. >> sabe
que eh ele envolveu todo mundo. >> Doidez. U todo mundo agora que o celular Dele tá na mão de oitos ministros, tá na mão do Zanin, tá na mão do do Mauro, do Jilum, tá na mão do do companheiro Flávio Dino. Agora a gente vai saber, sabe quem é que tava com mulher, quem foi fazer [ __ ] com as mulher que vieram da Fina, que foi. É porque é isso que aconteceu, orgia. >> Sim. >> Tá, tá, tá todo mundo na expectativa fez tudo isso, sabe? Tem gente famosa que era agenciador, que era o
cafetão da Turma. Tudo isso vai aparecer agora e é importante que apareça pra gente poder limpar esse país. >> Sim. >> A Suprema Corte não pode ter a sua vida manchada. Ela é a instância máxima de poder nesse país. Quando ela toma uma decisão, ninguém pode mudar a decisão da Suprema Corte, sabe? Então, o que que eu tenho dito? É importante que se apure, dê direito de defesa das pessoas. A presunção de inocência tem que ser Garantida a todo mundo, mas é preciso apurar, sabe? Ninguém está acima da lei. Essa é verdade. Nem eu, nem
o Faquim e nenhum ministro da Suprema Corte e ninguém nesse país. Agora o que não dá pra sociedade ficar assistindo esse denuncismo. Fulano pegou não sei quantos milhão, fulano ganhou não sei quantos milhão, o filho de não sei quem, o pai de não sei quem, a mãe de não sei quem, sabe? E a sociedade tô tá ouvindo tudo isso todo santo dia. >> Uhum. >> Sabe? Então o presidente Faquim, sabe, ele tem a responsabilidade de não permitir que isso atrapalhe o processo eleitoral. >> Sim, >> porque as pessoas que criaram o banco Bocaro, foi ele,
o banco mat foi eles que criaram, >> ele, eles criaram. E foi criado quando o Roberto Campos era presidente do Banco Central, indicado por eles. Quem acabou Fomos nós. Nós acabamos com o banco, banco nós prendemos o banqueiro deles porque era um ladrão. Deu um golpe de 60 bilhões nesse país, sabe? Então a gente agora tem que apurar com muita seriedade. Apurar com muita seriedade. Apurar, sabe? Ver quem tem culpa. Quem tem culpa tem que pagar e vamos fazer uma reforma no poder judiciário a partir de agora. Eu acho que aí mesmo, sabe? Não, não
tem como não discutir mais isso. Não é uma coisa Feita de forma precipitada, mas a gente precisa começar a pensar fazer reforma nas instâncias do poder judiciário, porque tem muita queixa e a imagem não tá boa. Aquele debate todo na televisão, eu assisti uma parte dele, não é correto. >> Eu continuo admirando as pessoas que trabalham, sabe? Acho, vou repetir aqui. Acho que o Fernando de Moraes, Alexandre Moraes fez um trabalho extraordinário para garantir a democracia nesse país, Prendendo o Bolsonaro e os golpistas que são com ele. É por isso que o Flávio tá nervosinho.
>> É, tá nervosinho. Ele tá nervosinho porque vai aparecer todas as facuras dele de vocaro, o churrasco, sabe? As bebidas, as mulheres e os 130 milhões que ele pegou, >> sabe, do VCAR para poder financiar o filme do pai. Não vai assistir, presidente, o Dark Horse não pretende assistir o Dark Horse assistir. Mas Então seguinte, eu só peço isso também. Eu não sou muito precipitado, eu tô indignado porque >> a sociedade brasileira não merece isso. >> Não merece isso. Então eu tô confiante de que nós vamos encontrar uma saída, apurar, punir quem tiver que punir
e começar a discutir uma reforma no poder judiciário que tem que ser acompanhada uma reforma na política também, sabe? Porque também a política tá muito apodrecida no Brasil. Muito apodrecida. >> Quem tá falando é um cara que já foi presidente três vezes. A política está apodrecida. Eu votei 15 anos depois. A política tá bem pior do que tava naquele tempo. Uhum. >> Bem pior. Então, se a gente não reformar isso, eu não sei o que vai acontecer com esse país. Então, esse é meu compromisso para o quarto mandato. >> Perfeito. >> Muito bom. Bom, então
é isso. A gente Agradece muito a oportunidade de conversar com você. Uma honra mais uma vez >> mantendo a tradição já, né? L a gente agora, eh, se houver um Lula 5, saibam, em 2030 a gente tem que tá aqui de novo. >> Tem que tá aqui. >> E muito obrigado, presidente. >> Querido Cauê, querido Givanildo, muito obrigado. Foi mais um prazer muito grande falar com vocês. Eu espero que a gente possa se encontrar depois das Eleições para vocês ir fazer novas perguntas. >> Legal. >> Sim. E eu quero agradecer que a gente viu a
casinha do João de Barro ali. O João de Barro você fez ele fazer outra casinha ali. Ficou maravilhoso. >> Não. E ali, deixa eu ver. Interessante que eu coloquei. E veja a o lago é longe. >> Sim. >> Então eu coloquei uma caixa de madeira Com barro, coloquei água para ficar mole e coloquei um monte de de raí de capim para ele poder fazer as paredes da fã. >> Você foi o orelha seca dele, né? O ajudante de pedreiro. E é impressionante você ver ele fazer aquela casa. Aham. >> É um trabalho ininterrupto. Dia inteiro
pegando terrinha no bico, levando e falou cantar por uma >> é um negócio e depois cantando para chamar namoradinha. A cada tá pronta. >> Eu entendi o que ele canta. A cada tá pronta meu amor. Venha, venha pro nosso conchego. Ninho. Ninho. Minha vida ninho minha vida. >> A casa dele é a casa do João de Barro. Minha casa. Minha vida. Do João de Barro. Meu ninho, minha vida. Até o João de Barro ganhou. Eu tô tô muito, eu, eu vivo ou Cauê e, eu, eu vivo talvez o melhor momento da minha vida como ser
humano. Eu digo isso em tudo contô bem, tô bem com as coisas que estamos fazendo No governo. Obviamente que eu queria fazer muito mais, eu queria poder ter feito muito mais, mas a dificuldade foram enorme. Nós agora temos vendo o Trump invadir o Irã, trazendo prejuízo para nós, >> porque o preço do combustível aumenta a gasolina. aumenta o petróleo, aumentando a gasolina o petróleo, aumenta o arroz, aumenta o feijão, aumenta o pão, sabe? Aí aumenta o fertilizante, aumenta também a nossa agricultura, sabe? Sem Uma uma guerra que não tem necessidade mais da Rússia ficar com
a Ucrânia e os Estados Unidos brigando com o Irã. Mesmo assim, sabe o que que nós fizemos? Nós já colocamos 47 bilhões, 47 bilhões de reais o governo colocou para pagar, sabe? Fazer um pagamento a Petrobras e as empresas que exportam petróleo. Nós recolhemos deles o imposto para pagar para que não aumente a gasolina e o alho diesel pro povo brasileiro, >> tá? Talvez seja o único país do mundo que tenha feito isso. Já são 47 bilhões que nós estamos deixando de investir nesse país para evitar que o preço da gasolina chegue no prato do
povo brasileiro. >> Uhum. Muito bom. >> É isso. >> É isso. >> Isso. >> Portanto, meninos, boa sorte para vocês. >> Boa sorte para todos nós, presidente. >> Todos nós, né? Estamos todo mundo aí na mesma expectativa. Obrigado pela recepção. Obrigado a toda a equipe. E é isso aí, Givas. Isso. >> Tá entregue mais um papo com o presida e a gente se vê, rapaziada. Muito obrigado, viu? >> Tchau. Tchau. Muito obrigado. Obrigado, presidente. Valeu, gente. Deixa o like aí, hein? Se inscreve no canal. Bravo. O brabo.