E hoje eu vou falar especificamente sobre arquétipo vocês vão ver que é impossível falar especificamente sobre arquétipo que você acaba tendo que falar de uma série de outras coisas para falar de arquétipo tem que falar de inconsciente coletivo e tem que falar de instinto né E você tem que falar de uma série de outras coisas eh Então falar do arquétipo isolado é Apenas um recurso didático ele não é uma coisa que possa ser falada isoladamente certo E além disso né Eh o arquétipo talvez seja o conceito Hung guiano que nesse mundo de meu Deus é
mais avacalhado né E hoje em dia a avacalhação modo arquétipo é aquela palhaçada da Carol S Pierson que é uma palhaça e criou aquele negócio dos 12 arquétipos jungianos né isso tem ó faz é tempo eu vivia ouvindo o povo falar desses 12 arquétipos eu nunca tinha Visto emcanto nenhum falar disso que obviamente não foi ele foi aquela palhaça da Carol Person né Eh e foi assumido como verdade pelo povo do marketing da internet acho que é só do povo da internet os markete em geral nem uso isso eh e a história de ativar arquétipo
né que também é outra toliss é uma rematada eh estultice né então hoje vamos discutir arquétipo e obviamente eh eu quero que vocês tenham sempre em Mente algumas coisas certo A primeira é o único critério de validez de uma hipótese em psicologia uiana é seu valor eh heurístico explicativo Então se o que eu tiver falando aqui não explicar nada não foi heurística para nada é porque eu tô falando groselha Ok então vocês tem que estar o tempo inteiro atentos a isso e não é só com os outros não é comigo também eu tenho que ser
alvo da crítica que eu ensino para vocês eu não sou esses pau no cu da sbpa não sei o que do Meu cu de São Paulo que vive de carteirada e dinheiro então vocês devem me contestar devem me criticar aquilo que eu ensino para vocês deve ser aplicado a todos inclusive a mim ok Aqui é o local pra gente debater francamente eu não tenho nenhuma carteirada para dar aqui é pra gente aprender discutir debater de verdade não é para ficar naquela frescura de Ai meu Deus você é uma Pessoa grosseira você está discordando de mim
mas eu penso assim mas esse é o meu e diso não existe isso aí é burrice é burrice não existe né Isso é uma eh é uma contradição performativa né porque você Tá negando um o critério Geral de verdade critério Geral de verdade não existe e eu tô colocando o meu critério de verdade logo como eu tô criando um outro critério de verdade o meu não pode existir né assim a minha percepção é só uma piada né Mas vamos lá E aqui é para discordar aqui é para discutir e a outra coisa é qual é
qual é o valor pragmático disso ou seja o que é que muda na realidade com isso que que o Yung tá falando como eu posso atuar de fato na realidade com isso ok vocês tem que estar o tempo inteiro atentos a isso Beleza a outra coisa se puderem abrir a a câmera também eu fico me sentindo muito sozinho aqui eu sou muito extrovertido E aí eu fico mais felizinho se eu ficar vendo a carinha de vocês tá Bom eh só quem quiser também quem quiser ser introvertido doido aí eu tenho inclusive amigos que são introvertidos
tá tudo bem Eu tô fazendo um café aqui da manhã aí não aí vai ficar fechado que aí vocês iam ver minha cozinha aqui que é que tem sua cozinha tá tá balançada não tá até Ok mas já eu abro tá bom organizar melhor nada não pode abrir besteira agora pronto os penetro Também pode abrir a câmera pode falar porque eu Convidei eu sempre convido gente né eu sou extrovertida Então para mim dem more the merrier OK tá bom Carolina pode ficar então caladinha aliás fechada a câmera pode passar V por favor então Quais são
os livros que eu utilizei hoje para fazer essa aula né Eh eu não eu não usei aquelas coisinhas ABNT ou apa para colocar Estações eu coloquei só o nome do livro e o parágrafo a não ser quando o livro não é paragraf quando é algum outro livro Certo aí eu coloquei a página E aí depois vocês podem pegar as obras do Jung e ir eh verificar o contexto das cações que eu faço Ok é importante que vocês façam isso depois eu usei o volume o as obas completas natureza da psí Volume 9 os arquétipos inconsciente
coletivo as cartas do Jung inglês volume 2 um livro chamado entrevistas e encontros que é bem interessante né Eh um livro que eu gosto muito chamado entrevistas com Jung as reações de Ernest Jones e a Interpretação dos contos de fadas da mar Luise n Inclusive a pronúncia correta do Alemão é da V FR FR né é is certo certíssimo her muito bem G G vamos lá inclusive ia falar contradição performativa do jeito que o fala em alemão vid é assim né vid certinho isso isso é isso aí se eu te falar alguma besteira me corrija
eu não tenho nenhum problema com isso viu eu eu gosto Inclusive porque eu eu acho ruim é falar besteiras né Eh então vamos falar de arquétipo em alemão archetipo né Vamos lá então a primeira coisa que tem que saber sobre o arquétipo é que o arquétipo não existe essa é a primeira coisa que vocês precisam entender sobre arquétipo arquétipo é uma das coisas principais da psicologia analítica é um tema fundamental é o correlato indispensável Da noção de inconsciente coletivo e o arquétipo não existe se vocês entenderem que o arquétipo não existe Vocês estarão a 1000
anos luz à frente de todos os jungianos bocos que estm por aí beleza mas erá como pode como o arquétipo não existe a gente tá aqui falando de uma coisa que não existe mm como é que tu faz uma coisa dessa comigo brother eu tô pagando para aprender sobre arquétipo e tu me fala que Arquétipo não existe vai se meu irmão mas vamos lá né Eh tem uma nota de rodapé eh no no volume no obras completas os arquétipos inconsciente coletivo em que o Jung esclarece né de maneira bastante Clara isso e que vai ficar
esclarecido mais ainda na outra disciplina que eu vou ministrar vocês vão ter uma disciplina de filosofia uma disciplina de epistemologia Geral com Tomás que é Ótimo a primeira de filosofia creio que vai ser com o Vítor que o Vítor é o que é supimpa sensacional Tomás também a alra del é maravilhosa e aí você terá uma disciplina de epistemologia eh da Psicologia complexa comigo em que a gente vai falar de nominalismo E aí isso vai ficar ainda mais claro né então se vocês ficarem assim nossa mas pá eu vou explicar melhor na outra disciplina mas
não quer dizer que eu não vai explicar nessa né então nessa nota de Rodapé no Volume 9 eu falar a seguinte coisa pode passar Won eu coloquei essas plantin aí Vocês já vão entender veja as plantinha tá vendo as plantinha ó aí plantinha pensa nas plantinha Tá bom pode passar e aí o tá se queixando que o povo fica atacando os arquétipos dele né E ele fala pelo que eu saiba até hoje não foram feit outras propostas a crítica contentou-se afirmar que tais arquétipos Não existem e não existem mesmo assim como não existe na natureza
um sistema Botânico Mas será que por isso vamos negar a existência de famílias de plantas naturais ou será que vamos contestar a ocorrência e contínua repetição de certas semelhanças morfológicas e funcionais com as formas típicas do inconsciente trata-se de algo em princípio muito semelhante são formas existentes a priori ou normas biológicas de atividade Anímica Nossa mas então o que é que ele tá dizendo né Eh a a a classificação botânica é um fato empírico da natureza se eu for para uma floresta eu vou encontrar uma classificação botânica eu vou deparar com a categoria pteridofitas briofitas
gimnosperma angiospermas na natureza Não porque isso é uma categoria abstrata isso não existe não é um fenômeno não tá lá o que é que vai tá o que é que é empírico são as semelhanças morfológicas entre as famílias das plantas O que é que vai est lá que vai lá são essas idades comos que que se repetem e que são visíveis e que eu posso agrupar dando certos nomes como briófitas pteridófitas angiospermas ginospermas mas que a classificação botânica ela Mesma ela não existe na natureza dá para entender isso o que existe são as similaridades das
famílias das plantas Ok ó se o Jung fala assim são formas existentes a priori o a priori quando a gente estudou cant na aula passada não foi o a priori ele não é uma coisa dos fenômenos né o a priori sempre é universal né o a priori mas o que é fenomênico é o a Posteriore são as coisas acidentais as coisas que estão lá né então assim como uma classificação botânica não existe como um fenômeno o que eu tenho de fenômeno é eu acho uma plantinha que tem flor aí tem uma outra plantinha que não
tem flor aí eu percebo que as plantinhas que não tem flor elas TM certas similaridades morfológicas e funcionais e eu digo Nossa isso aqui se repete eu posso dar um nome para isso aqui e o que vai conferir o caráter de Eh eh de realidade a esse nome são as semelhanças morfológicas e funcionais que essas sim eu encontra a natureza nas plantinha isso fica claro mas a classificação botânica eu posso andar e topar com a classificação botânica eu posso apontar com meu dedin a classificação botânica não né ela não é um fenômeno ela não é
um fato da natureza ela é um nome inventado para indicar um Fenômeno das similaridades morfológicas e funcionais nas famílias das plantas isso fica claro Maria eh só pra gente voltar para nossas Ground rules quando eu terminar aí eu eu abro pra pergunta Tá bom aí vocês anota as perguntinhas para vocês porque se eu vejo a pergunta eu sou extrovertida a minha primeira eu me desconcentro e eu vou querer responder tá bom mas sim é Uma convenção humana claro que é uma convenção humana exatamente beleza Não sem problema sem problema beleza mas é uma convenção humana
Ok eu inclusive poderia não chamar de gim nos per e chamar de Francisco não podia podia é um nome é como o Shakespeare fala lá eh a Rosa se tivesse um outro nome será Que não teria o mesmo perfume O importante não é o nome Rosa o importante é o perfume da Rosa que esse sim é ah um fenômeno um fato OK aí nesse argumento ainda não abriu perguntas pode passar eu coloquei essa imagenzinha né de umas gavetinhas com espaço para colocar etiquetas porque o vai dizer que os arquétipos são etiquetas Ok E aí talvez
fique mais fácil ainda de Entender pode passar isso aqui tá no entrevistas e encontros né é um cara que que entrevistou o Jung e ele escreveu veu mais ou menos como é que foi a entrevista né entrevistas encontros página 243 el diz assim passei em seguida certas escolas modernas de psicoterapia que questionam a existência dos arquétipos jungianos e mencionei o nome de alguns autores vivos Jung descreveu essas críticas como puro verbalismo Né que é uma expressão eh pragmática né é uma coisa que é puramente verbal significa que isso não tem materialidade prática isso não tem
e eh não de fato se refere a algo que que faça diferença na realidade né E aí o vai utilizar a seguinte alegoria para eh descrever o que é que ele tá chamando de arquétipos né É como se eu tivesse uma coleção de minerais com diferentes pedras e numerosas gavetas para fim de orientação eu etiqueto as gavetas com Descrições das Pedras esses críticos não estão nada interessados nas pedras mas apenas nas etiquetas falar da existência não é a mesma coisa que a própria existência palavras e nomes não são objetos eu sou um empirista e eu
estou interessado em Fatos o pensamento desses críticos é bidimensional eles não têm respeito algum pelos fatos psicológicos Ok nessa alegoria O que é que são os arquétipos aí as pedras as Etiquetas volta o outro slide o o a a outra situação ó Pelo que eu saiba até hoje não foram feitas outras propostas a crítica contentou-se afirmar que tais arquétipos não existem e não existem mesmo assim como não existe natureza um sistema Botânico Mas será que por isso vamos negar aí existência de famílias de plantas ou será que vamos contestar a ocorrência e continua repetição de
Assemelhanças morfológicas funcionais Então volta para outra cação lá né mas o arquétipo então não existe enquanto fenômeno que o nome arquétipo não existe em si não mas o arquétipo não é um fenômeno o fenômeno é o sonho o fenômeno é a mitologia o fenômeno é a fantasia Ah tá o fenômeno é a é o sintoma o fenômeno é a produção cultural humana uhum isso é que são as pedras OK tá O arquétipo não existe até porque a própria definição de Arquétipo coloca como algo psico ou seja similar ao psíquico tá então ele não é psíquico
né então o arquétipo eles são as etiquetas e o Jung não tá interessado em etiquetas ele tá interessado nas pedras o arquétipo ele não não é psíquico e aí vai entrar mais adiante uma distinção fundamental entre arquétipo e imagem arquetípica aí Imagem arquetípica esta sim é um fenômeno psíquico que eu posso estudar os meus animes que eu estudo que os animes Shonen Esses são fenômenos são pedras né a poesia literatura são pedras os arquétipos são etiquetas e não faz sentido criticar as etiquetas a crític que tem que se dirigir às pedras aquilo que eu tô
eh chamando de arquétipo a etiqueta pouco importa porque falar da existência a mesma coisa que a própria existência palavras e nomes não são objetos Ok E aí é um negócio você devem lembrar pro resto da vida pro resto do Curso palavras e nomes não são objetos Ok os objetos são outra coisa é por isso que quando eu digo assim ah tal coisa e a Ânima eu calo na minha boca eu substituí a realidade por palavras eu troquei um fato psíquico Exatamente luí isso não é um cachimbo perfeito você não pode beber h2oo perfeito perfeito Nossa
sensacional na próxima aula eu vou botar essa imagem na na no slide perfeito nossa muito bom a Luí aí agora ganhou 100 pontos para ring claw ela só pode se dar Raven Depois dessa beleza mas é isso os arquétipos são as etiquetas não as pedras eu nunca encontro arquétipos na vida né posso dizer que a matéria prima que a PS faz uso para de novo vai ter um momento pras perguntas gente mas não o arquétipo não é a matéria prima porque aí eu estaria fazendo uma Hipóstase do arquétipo o arquétipo é uma outra coisa que
a gente vai já explicar beleza mas não é a matéria prima a matéria prima é a vida matériaprima são as coisas que acontecem a matéria-prima é a cultura matéria prima somos nós o arquétipo é só um nome ele não é material ele é puramente formal ele é uma forma vazia ele é vazio de conteúdo ele é uma forma vazia puramente Formal e a priori Ok beleza mas Lembrando que tem um momento para fazer as perguntas quando eu perguntar assim tal coisa você pode responder tá certo porque senão vou ficar falando sozinho feito um bocol aqui
né Mas pergunta pergunta mesmo só quando eu disse assim agora pergunta beleza porque senão me distraio eu não aguento eu respondo aí tem que também eh respeitar a minha limitação enquanto extrovertido Tá bom mas eu vou dar o tempinho certo pra gente perguntar e aqui tem uma passagem de um texto que eu acho fundamental que pariu esqueci de botar um dos livros que eu usei que é o escrit também entra nessa aula os escritos diversa tá bom que eu usei só um texto escrito Diva pode passar e aí só o as as preda né os
mineral pode Passar e aqui tá esse texto eu acho o texto mais sensacional que Hung escreveu e olha que Hung escreveu textos muito sensacionais mas esse aqui é absolutamente sensacional é o bem e o malem psicolog analítica né quem trabalha com gente na clínica não pode não esse texto 10 vezes e aí pronto agn esse aqui é falei 10 vezes e aí vai dizer a seguinte coisa estamos diante do perigo de que a realidade seja substituía em nossos dias pelas palavras Isso nos leva aquela terrível ausência dos instintos no homem de hoje principalmente no homem
Urbano falta-nos o contato com a natureza em seu estado puro a natureza viva e palpitante só sabemos o que é um coelho é uma vaca revistas ilustradas pelas enciclopédias ou através da televisão e depois de depois pensamos que os conhecemos realmente mais tarde porém ficamos espantados ao verificar que os estábulos fedem porque é isso não estava nas Enciclopédias isso é fundamental o nome arquétipo né Eh ele é só um nome né a realidade a realidade ela tem carne e sangue Ela fede ela tem emoções ela tem um monte de coisa que o nomezinho arquétipo não
tem porque a gente estuda pedras não etiquetas ok nós não nos interessamos por etiquetas os arquétipos são etiquetas para as pedras mas não as pedras Pois é né Você só pode falar em ativar Arquétipo se você substituir a realidade por palavras Ok porque o arquétipo é um elemento estrutural do psiquismo e toda a estrutura ela não é diacrônica ela não tá no tempo ela é sincrônica Ela é fora do tempo ela não é um fenômeno ela tá fora dos fenômenos Ok o arquétipo um elemento estrutural do psiquismo ele é uma forma vazia ele é um
elemento puramente formal Alguém aqui já estudou lógica ou já estudou literatura Porque se você tiver estudado essas coisas fica muito claro a diferença entre forma e conteúdo os aspectos formais né É só como a coisa estruturada mas não dizem nada do conteúdo o conteúdo é uma outra coisa e a mesma forma pode ter vários conteúdos por exemplo conto é uma forma possível de Narrativa só que eu posso escrever 1 milhão de contos com a mesma forma entende Haikai é uma forma específica a redondilha maior com qual se escreve até hoje a a o Cordel aqui
no Nordeste né is verso dac sílaba isso é s a forma é o aspecto formal o conteúdo pode ser sobre um jumento pode ser sobre um gato que descome dinheiro pode ser sobre um que Interr um cachorro pode ser sobre o Lampião enfrentando o diabo conteúdo é uma coisa forma é outra coisa e o arquétipo é um elemento puramente formal é um elemento estrutural do psiquismo E aí se você faz essa distinção entre forma e conteúdo fica muito mais fácil entender o que é que a gente tá falando e a não cair na tentação de
substituir a realidade por palavras ok pode Passar pronto aqui eu termino o argumento perguntas oito Pergunta aí par também de repente te ajuda Brando inclus Estudando bastante par timamente então o arquétipo é um nome uma etiqueta essa etiqueta etiqueta o quê se refere a qu el ela se refere a pronto o que é que a O que é que o sistema Botânico O que é que o sistema Botânico se refere às plantas Os Vegetais hum hum hum não é isso não Hum porque se eu disser isso qualquer Seja mais específica O que é que diferencia
o angiosperma do gimnosperma e as duas são Vegetais mas uma pteridófita ou de uma briófita a classificação das similaridades isso vinia ela não se refere só à plantas elas se referem às similaridades recorrentes entre as plantas Ah logo o arquétipo se refere ao quê aquilo que é a priori o a priori é o que Universal é o que é não acidental aquilo que se repete de maneira Universal e uniforme no acontecer humano aquilo que é idêntico em todos os locais em todos os tempos e em todas as pessoas que é uma recorrência Hum eu posso
comparar com outras coisas e perceber que há uma similaridade exatamente eu vou já falar dos elementar G dunken Hum eu vou já falar deles tá a Ness sabida que Só então o arquétipo ele é um nome para aspectos eh universais e a priori que são que não são acidentais que são universais e que eh me permitem compreender porque que cada pessoa não é um fenômeno único isolado porque que nós temos um aspecto conforme do psiquismo uhum por por exemplo eh quando o quando o Chomsky ele vai pensar a linguística gerativista dele ele vai dizer que
existe uma gramática Universal que todos os idiomas t a estrutura de eh sujeito verbo e objeto isso é um arquétipo tá uhum o Jung ele vai dizer e que o Freud só Descobriu um arquétipo foi o complexo de EDP hum Porque de fato isso é uma Recorrência isso o Freud não tava errado não era uma coisa falsa ele era era uma verdade parcial que é pior do que ser uma coisa falsa Ok Ah então mas eu vou explorar isso bastante até o final da aula você não vai ser sem entender mas ficou mais claro Renata
ficou ficou mais claro Obrigada Beleza então os arquétipos não são as pedras os arquétipos são as etiquetas os arquétipos são um a classificação que a gente dá para Recorrência Universal TRANS hisória e transpessoal de certos elementos do psiquismo que se comparados são idênticos ou são estruturalmente similares e funcionalmente similares Ok Maria pode lá não é só para confirmar se o meu entendimento tá correto também que é quando eu falo é uma convenção humana no sentido de É uma elaboração humana de compreensão de como isso funciona como eu dou um exemplo Às vezes o calendário o
calendário é uma convenção humana pra Gente que a gente olha esse tempo de o tempo de uma forma linear mas o tempo não é o calendário mas o é exatamente ó o tempo não é o calendário mas o calendário é uma alegoria ruim né OK A não ser que eu dissesse o calendário lunar Porque de fato no calendário lunar Eu tenho um fenômeno natural que a partir desse fenômeno natural eu faço uma classificação do tempo mas o calendário ele pode ser uma coisa completamente abstrata por exemplo no Japão sempre que morre um Imperador e vem
outro eles mudam a data a o fato a gente esher eh antes e depois de Cristo é uma convenção arbitrária Então por mais que os arquétipos el sejam uma convenção eles não são uma convenção arbitrária assim como não tem uma arbitrariedade na eh classificação botânica porque ela obedece um fenômeno natural existe na natureza é um fato que são as similaridades morfológicas e Funcionais nas plantas E aí a convenção é o nome que eu dou para isso sim era eraa nisso que eu queria chegar realmente é é uma como você falou as etiquetas é uma maneira
de a mente humana entender isso funcionando que provavelmente também é um fenômeno arquetípico o fato da gente precisar de etiquetas já é um fenômeno arquetípico obrigada Ok mas não é uma convenção arbitrária do contrário o Jung seria um filósofo seria um Idealista e ele não é Ele é um empirista a gente já aprendeu isso Beleza show fala Agnaldo eu acho que você respondeu já é complexo né é que é o arquétipo é a etiqueta é isso né is é isso perfeito é isso mas você falou que o na entrevista o Yung fala o arquétipo não
existe mas a PR na nota de rodapé isso eh o arquétipo não existe mas a prática o empirismo do processo de observar eu consigo colocar uma etiqueta para poder ter uma referência no processo é mais ou menos Isso então perfeito exatamente Ok obrigado Luiz Felipe não coloca Não porque as categorias cananas também são a priori elas não são no micas elas são categorias do sujeito então não coloca Não o próprio compara as categorias cananas é o arquétipo eu vou mostrar já já então a resposta é não Felipe agn tu quer perguntar outra coisa a forem
Perguntando abaixem a mão que me dá agonia eu tô cheio de de doidice hoje né Não não quero não tá posso seguir Mais alguma pergunta E aí o Jung usa uma outra alegoria para falar do que que é o arquétipo certo só uma só agora eu quero fazer uma pergunta fenita tá começando a clarear as coisa que até o final da aula aquela tua pergunta tem que tá respondida então eh eu até ia perguntar mas eu acho que tu vai falar ainda para explicar o que Que é então o fenômeno arquetípico Ah vou falar tá
vou chegar lá Mas aí você já tem uma pista né ó se a a o fenômeno que o botânico tá falando são as similaridades morfológicas e funcionais da família das plantas e o arquétipo é uma espécie de classificação botânica da alma a O que é que o arquétipo se refere a Que tipo de fenômeno pode repetir a pergunta posso ó vamos vamos pegar a alegoria Certo o arquétipo é uma espécie de classificação botânica da Alma né e a classificação botânica ela é um nome que eu dou para um fenômeno Qual é esse fenômeno a recorrência
de similaridades funcionais e morfológicas nas famílias das plantas não é isso logo aqui fenômeno arquétipo é uma espécie de class ação botânica da alma se Refere aquilo que é recorrente na alma nos fenômenos psíquicos exato perfeito as similaridades funcionais e morfológicas dos fenômenos psíquicos fica mais claro fenita eh acho que vou deixar para depois para ver se show tem uma uma analogia não sei se tem mais alguém aqui que vem da área do direito uma coisa só vira lei quando tem recorrência suficiente no mundo da vida para que Aquilado pela lei ex quando um fato
da vida humana tem repetição recorrência e gravidade suficiente aquilo precisa de ser regulamentado por lei isso a lei é um fenômeno é uma é uma coisa que uma formalidade eu deparo com a lei eu cheg assim vem uma lei bate em mim eu dis lei vou te processar ela fala Eu sou a lei otário isso acontece não não acontece os juízes que agem dessa maneira mas enfim como tem uns analistas e um guiano também que Fica dando a carteirada do arquétipo é tem essa galera patética né beleza pronto vou passar para um outro argumento agora
mas você garantiu aí na na 100 pontos aí para ravenclaw aí n Renato só tem Raven claw nessa turma Bora lá eh tem uma outra Pronto agora acabou as pergunta quando eu terminar essa argumentação mais pergunta beleza que é muita coisa hoje e daqui a pouco eu chego na pergunta da Yana que vai ser respondida sobejamente se tem Arquétipo que não é yungo e o Yung vai falar da água mãe do Cristal né como eh uma alegoria pro arquétipo o que que é água mãe do Cristal é uma aguinha sem forma nenhuma não tem forma
é uma água que eu posso botar num copo eu posso botar num negócio emem formato de passarinho de de Lagartixa e ela tomar essa forma cheio de moleculin né mas que ela mesma não tem forma de nada Beleza só que todos os cristais que vão se formar dessa aguinha eles vão ter eh a mesma pera aí passa aí que eu esqueci o nomezinho que eu falo eu até procurei uns vídeos bota o cristal rapaz eu boto a figura eu passe de madrugada pegando figura aí a pessoa só bota aí Cristal aí é um cristal você
que não conhece é um cristal que eu passei de madrugada procurando uma preda que prestasse para você ver um cristal bota a figura wellon meu irmão respeita o meu trabalho de madrugada agora passa aí pro negócio pronto então vamos lá ó isso aqui tá no arquétipo inconsciente coletivo parágrafo 155 Volume 9 das obras completas no tocante ao caráter determinado da forma forma e aí ó forma conteúdo forma conteúdo conteúdo é a coisa que existe é um negócio que preenche é um negócio que tem substância A forma não ok ok isso fica claro por isso que
o arquétipo é Uma forma vazia forma vazia é um elemento puramente formal Ok lembra da da da da da poesia da redondilha maior do conto da crônica né se eu digo para vocês vou escrever uma crônica eu tô falando sobre a forma tô falando sobre o conteúdo é pois é mas e Maria uní eu não gosto dessa alegoria porque o recipiente é uma Coisa sólido eh e aí a gente cai numa numa tendência a concretização do arquétipo que é o que vai chamar de hipóstase do arquétipo e não e aqui não hipostase arquétipo OK agora
se eu digo assim vou escrever uma crônica como eu já escrevi é do dia do meu casamento aí eu tô falando da forma e do conteúdo Qual é a forma a crônica do dia do meu casamento crônica Qual é o Conteúdo seu casamento dia do meu casamento e o dia do meu casamento não é um fato negócio que aconteceu lá que depois eu me separei foi uma desgraça mas foi lá nossa foi uma desgraça o segundo casamento Mas isso é a forma isso é o conteúdo é um evento uma coisa uma parada que aconteceu beleza
a forma é só a a estrutura com a qual eu organizei a narrativa desse conteúdo beleza isso vocês T que entender não Pode ser daqui sem entender tá bom no tocante a car determinado da forma é elucidativa a comparação com a formação do Cristal na medida em que o sistema axial determinar a estrutura estérica não porém a forma concreta do Cristal então a aguinha lá que não tem forma nenhuma todos os cristais vão ter a mesma estrutura estereometria tipo lá o bismuto que umas cois quadradin né não porém a forma concreta do Cristal né particular
este pode ser Grande pode ser pequeno ou pode variar de acordo com o desenvolvimento diversificado de seus planos ou da interpenetração recíproca de dois cristais o que permanece apenas o sistema axial em suas proporções geométricas a princípio invariáveis o mesmo se dá com o arquétipo a princípio ele pode receber um nome e possui um núcleo de significado invariável o qual determina sua aparência apenas a princípio mas nunca concretamente o modo Pelo qual por exemplo o arquétipo da mãe sempre aparece empiricamente nunca pode ser deduzido só dele mesmo mas depende de outros fatores e aqui nota
de rodapé da natureza da psique refiro-me aqui não as formas existentes do tempa mas su estrutura fundamental PR Consciente e portanto não diretamente observável essa estrutura pode ser comparada ao retículo cristalino que existe pode pode Fechar P tem como você Renata pode fechar obrigado [Música] eh pode ser compar a rí Cristal que existe em estado potencial na água mãe mas não deve ser confundido com o sistema axial diversamente estruturado do Cristal individual E aí mantenham isso em mente tá certo Ok quando eu falo no arquétipo da mãe ou do arquétipo do Pai eu não tenho
como deduzir muita coisa dele né Eu não Tenho como deduzir como ele aparece como ele se manifesta Porque como ele se manifesta vai depender das condições históricas materiais concretas da vida da pessoa daquela sociedade daquele momento histórico dos fatos com o qual essa forma vazia do arquétipo será preenchida Ok pode passar e aí entrevistas com yungas ações dees eles são elementos estruturais da psique Inconsciente então uma forma vazia é um elemento puramente formal e a priori e eles são elementos estruturais da psica inconsciente e a estrutura não é um fenômeno não está no tempo OK
beleza a estrutura deduzida dos fenômenos mas isso vai ficar claro eu vou trazer bem mais coisas para que isso seja explicado beleza até aqui Pronto pode passar momento e pergunta agora pode Passar e agora eu vou responder a pergunta da Yohana com essa parte da aula mas vamos lá até aqui alguma pergunta eu tenho Manda fala Doutora naana quando você fala lá o núcleo o arquétipo tem um núcleo de significado invariável mas apenas a Priore né nunca concretamente isso e por que isso e quando ele fala fala isso ele tá dizendo que esse arquétipo Apesar
ele tem uma uma estrutura meio que fixa ela pode ainda ir se moldando é Isso a estrutura não a estrutura não pode se malar e ó Uma vez eu tava eu fui dar uma palestra e eu expliquei numa conversa antes da palestra pra pessoa que me convidou para dar palestra sobre arquétipo ela disse assim ah mas os arquétipos não podem se modificar Aí eu falei não não pode se modificar ah não mas como porque varia não sei o qu disse assim ó eh saca o DNA não são sempre os mesmos nucleotídeos isso não muda são
sempre os Mesmos nucleotídeos né timina niacina né guanina niacina guanina porém com esses mesmos nucleotidos de sempre tem a Dra Naiana tem a Maria Eunice tem a Renata tem o Heráclito e tem uma infinita variação de pessoas não é isso sim é a mesma coisa que um arquétipo hum é É que eu achei eu não consegui entender o sentido da frase né ele tem significado invariável mas nunca Concretamente ó eu vou isso vai ficar isso vai ficar mais isso vai ficar mais claro D anayana quando eh eu vou falar sobre categorias da fantasia e ou
mitologema tá E aí isso vai ficar bem claro Beleza beleza então anota Não esquece e me cobra OK assim como a fenita vai me cobrar no final da aula beleza fenita estamos combinado show Aline pode falar Aline tá bem baixinho a linha não tô Ouvindo não [Música] pô agora porret esse aí hein a se agora vai ser manda al melhorou melhorou para um hein ai tá bom joga o outro fora então eu tô com uma dúvida assim e o o arquétipo é é a nominação da enfim só para ver se eu entendi a nominação das
similaridade dos fenômenos psíquicos eu nomino essas similaridade mas ao Mesmo tempo ele é uma forma eu só não tô entendendo é como que ele é uma forma mas desculpa uma nominação mas concomitantemente ele é uma forma vazia sim é porque eh A partir dessa variedade eu faço a seguinte pergunta eh como é que pode o fenômeno psíquico é tão amplo mas ele sempre vai se encaixar nessas formas para que isso aconteça para que haja essa similaridade Deve existir um elemento estrutural que é Condição e que força o acontecer psíquico a estar sempre nessas formas OK
assim como o DNA me força ser um ser humano eu tenho um DNA de ser humano me disseram né Eh eu não tenho DNA de gato Apesar de eu ser um gatinho né Se eu tivesse um DNA de gato eu seria forçada ser um gato não é isso mas eu tenho um DNA de ser humano Então eu tenho a forma as funções e o comportamento de um ser humano então quando eu observo essa variedade que no Fundo tem uma unidade eu penso assim nossa para que isso aconteça eu tenho que supor uma forma a priori
similar a a por exemplo as categorias cananas de de tempo e espaço Uhum que quando se junta com o fen as coisas da realidade isso entra nessa forma entendeu E aí isso é o próximo passo que a gente vai dar para entender isso mas deu uma esclarecida deu deu obrigada obrigada Pensa no DNA show Fala Priscila eu posso dizer que os números eles são arquétipos eles são sim tanto é que tem um livro da vanf chamado Number and time é justamente estudando a perspectiva arquetípica dos números mas sim tanto é que até hoje existe uma
discussão na matemática se os números são naturais ou sees são inventados e essa sensação de que eles são naturais é porque são um fenômeno Arquetípico Eu lembro que o Jung Ele falou alguma coisa nesse sentido no livro sincronicidade se eu não me engano Sim sim por isso que o Number en e o aí tem outro tem outro da Von Fran é uma continuidade da pesquisa da sincronicidade que o Jung legou a von Fran Entendi então assim eh eu não sei se faz muito sentido essa pergunta mas eh a gente poderia então não atribuir necessariamente arquétipo
só fenômenos eh não sei se faz sentido bom mas meio Que da psique humana fenômenos Eh sei lá humanos vamos dizer assim Porque para mim é tão abstrato assim essa coisa do número tão isolado mas ao mesmo tempo a gente se relaciona com ele mas enfim acho que é nesse sentido assim número mas o número é um fenômeno da psique humana é porque a gente criou né foi uma convenção também nossa né não é e o sentido de criação aí quando você tá falando de uma coisa arquetípica a Criação ela tem um outro sentido né
mas os números por mais que eu concordo com você eu sou contra os números a minha religião é contra a matemática né Eh os os números são uma coisa super abstrata Mas eles são fenômeno da psique humana inclusive são um fenômeno arquetípico eles não são uma outra coisa eles não tão fora né mas eu entendo eu entendo perfeitamente como uma pessoa de humanas essa sua sensação de que o número são coisas alienígenas né é 7 x 8 tinha que Ser proibido joia Obrigada her exatamente e porque ó sem se eu falo no fenômeno arquetípico vamos
voltar lá para PR as plantinha né ah qual é o fenômeno que a classificação botânica aponta aquilo que é recorrente na planta quando eu falo que um fenômeno arquetipo que esse fenômeno aconteceu só uma vez com uma pessoa ou ele é recorrente ele Se repete de maneira razoavelmente uniforme na história da humanidade em qualquer tempo em qualquer lugar isso E aí nós temos um fenômeno arquetípico isso só que esse fenômeno ele é ao mesmo tempo individual e coletivo porque ele tá acontecendo ele não é uma pura abstração Ok só que ele não é uma singularidade
eu vou já dá uma porrada de exemplo uma de exemplos Beleza mais alguma pergunta antes de eu passar para próximo argumento er você tá usando Eh estrutura e Yung usa também a a palavra padrão né isso perfeito excelente boa lembrança luí comportamento que liga aos instintos né uma de vincular os instintos também né quando eu falo em padrão o que que eu tô falando eu tô falando de uma organização são recorrente não é isso quando eu falo em um padrão Geométrico é porque aquele desenho vai seguir a mesma estrutura geométrica não é isso o arquétipo
é um padrão de um monte de coisa OK Bem lembrado Luiz garantiu agora luí É da luí é da griffor finalmente 50 pontos aí para griffor beleza Ô professor e no no texto anterior e na parte onde é fazendo favor na parte do final do primeiro parágrafo ali ele traz um exemplo e aquilo Me me trouxe uma referência em relação ao conteúdo onírico Aonde a imagem ela ela representa tá assim menos do que o próprio conteúdo pro sonhador ou por exemplo eu sonho com uma ex-namorada mas e eh o o sentimento em relação à Aquilo
é o que faz mais sentido ah do que a própria imagem da pessoa mas o sentimento faz parte da imagem Hum mas mesmo se não referir a a a aquela Pessoa é porque o termo em alemão build né Imagem ele é muito mais amplo do que em português e aí quando a gente fala imagem em português a gente tem uma tendência a imaginar uma fotografia e em alemão não é assim aí aana pode até me ajudar aqui né tanto é que eh por exemplo formação é bildung né Eh mesmo quando eu falo em formação acadêmica
e tal não sei o quê eh então o pensamento sobre a imagem o sentimento sobre aquela sobre aquela que Aquele conteúdo eh a intuição sobre aquele conteúdo eh faz parte da imagem hum imagem pro Jung eh não é uma fotografia isso a maioria dos jungianos não entendem eles pensam que imagem é uma é uma figurinha é uma é uma cartinha de jogar bafo mas o sentimento faz faz parte da imagem ele não é uma outra coisa OK entendi né Yan tu que entende Alemão Tu Quer fazer um comentário para ajudar aqui na aula sobre build
não Heráclito tá tá certíssimo eh teria acho que formação também pode se falar House build né house building é pronto exatamente House building né formação Ger né aild né exato exato quando eu digo Ah eu tenho uma formação geral humanista a palavra que eu uso é eh Algem build entende então eu eu tô falando do dos Pensamentos que eu tenho da da do conteúdo intelectual e cultural que eu tenho entende eh tem uma o plural é bilda né isso isso tem tem e é das né neutro né das build eh é bem mais amplo do
que em português e isso gera um problema quando as pessoas vão ler Especialmente porque os jungianos não vocês os outros são Band De bocó né e Eles não conseguem entender isso mas eh faz parte da imagem muita coisa né E aí a a gente entra numa dificuldade que é é uma Abismo linguístico né mas eu vou já explicar isso que você me perguntou isso aí eu vou isso aqui tô eu tô criando uma dívida enorme já tô com uma dívida com a fenita agora tô com outra dívida aí com o Rodrigo daqui a pouco eu
tenho que ir pro pro SPC como é o negócio lá para tirar a Dívida sei lá também eu sei que eu tô lá de verdade mas beleza não tranquilo tranquilo fala Artur TR a gente pode falar que o arquétipo ele é ontológico não tá não porque senão eu estaria fazendo metafísica tudo bem eu não posso falar nada sobre ontologia porque o arquétipo ele não é uma essência porque a Rigor Eu não posso falar que tem Essência nem que tem Essência porque Ah nós nos filiamos a um agnosticismo cantiano fica claro tudo bem sim fica assim
obrigado show de bola fala Bruno Muito obrigado pel pergunta muito boa oi tá dando para ouvir tá ó deixa eu eh fazer uma pergunta porque quando tava falando de água mãe lá e eu não sei se entendi direito porque eu não entendo de cristal mas só entende de cristal para você purificar sua aura exatamente cristalografia mesmo eu não entendo esse negócio mais misto mas mulo Mas aí o que que acontece ele tava falando nos textos primeiro da quest da classificação quequer chamou uma classificação mas ali parece que ele tá falando de uma quando ele fala
de forma vazia parece que é algo da onde surg as coisas exatamente que é a mesma que ó só só para te interromper um instante Bruno eh eu tava eu tava dando uma eu tô dando uma disciplina né de de psicologia e religião ocidental junto com um teólogo católico né um Padre católico e aí a gente tá falando do simbolismo da missa e a gente falou de um aspecto simbólico né E aí uma das alunas se fixou nisso E aí eu tinha colocado eu trouxe uma cação do Jung que ele que fala nesse texto né
olha Eh um símbolo ele não vai ter só uma camada de significado ele vai ter várias camadas de significado Então quando vocês entenderem uma camada de significado do arquétipo não se peguem a ela porque eu vou passar pra próxima Ok o arquétipo ele é uma classificação Mas ele também a partir dessa classificação eu vou deduzir um elemento estrutural do psiquismo que é isso aí que você tá falando Uhum não é isso que eu ia perguntar Porque existe uma diferença né primeira a a classificação o que a gente faz o e colocar numa forma é o
que qu tipo faz não é a gente que faz uhum É isso mesmo colocar numa forma entendi mas não sei isso não seria tipo é isso que você Falou né uma dedução é uma dedução igual aquela questão do do cant que eu deduzo que tem uma ponto gravitacional Ah entendi só para clarificar a diferença entre as duas noções obrigado porque ó as essas coisas vão se complementando então Vocês entenderam que o arquétipo é uma etiqueta pronto não se apeguem mais a isso ele é uma etiqueta mas ele também e ele também e ele também e
ele também e ele também OK beleza OK Beleza a gente tá o Jung tá lidando com o fenômeno complexo Oi Jessica tudo bom chegou agora eu não ah tá eu já cheguei desde iní início mas tem muita gente né Aí não dá pr parer Tá T caladinho É bom que tu tá com a câmera tá em preto e branco tá parecendo um filme ISS par tá na lista de é porque menino aqui onde eu moro eu moro em Petrópolis né na região serrana do Rio a temperatura tá 10 graus o tempo tá todo nublado tô
quase no no inverno Pois tá Aí tá parecendo que tá na lista de Xing Petrópolis é muit tá no clima de Jung quem quem mora em Petrópolis também é o Jordan que é nosso professor aqui foi nosso aluno fala luí o herac Então quer dizer que o arquipo acontece tanto a nível pessoal como coletivo ele acontece nos dois porque o nível coletivo ele não existe ok É porque eu tenho a mesma dúvida que a fenita por isso que eu tô tentando me Aproximar dessa compreensão aí para poder tirar a errada lra negó rosto lembra do
negócio do rosto não é coletivo todo mundo tem dois olhos nariz e uma boca só que todo mundo tem rostos individuais eu consigo apontar só a estrutura inte do rosto não eu observo vários rostos e eu deduzo que todo mundo tem um rosto dessa maneira fale Yana Ô Heráclito eu tava aqui pensando eu não sei quem foi que falou agora sobre o sonho né e mas ele tava fazendo é Rodrigo e ele será que ele não tava querendo falar sobre a questão do Freud da teoria de da interpretação dos sonhos que justamente ele ele menciona
processos psíquicos que são por exemplo condensação a é a Ferd deslocamento isso o deslocamento ferum né simbolização Eh Será que ele também não quis dizer eh por exemplo tem o conteúdo manifesto e o Conteúdo latente né então vai ver o a a imagem da e é o conteúdo manifesto e o conteúdo latente né O que poderia tá associado o significado do sonho queria entender vai ver esse paralelo tá Yana porque pro Jung eh o sonho é é a sua própria interpretação a imagem ela não esconde ela revela a imagem é o significado ela não esconde
um outro significado entende eh mas isso aí entra numa série de complexidades como por exemplo a questão Da participação mti é a questão da finalidade a questão do símbol né que não dá para para eu entrar muito aqui mas é só você é só você lembrar da seguinte coisa pro Jung é o sonho não é uma fachada e a imagem não esconde a imagem revela Ok Mais tá certo tá certo show por mas mass tem alguém que saca de alemão na turma mais alguma Pergunta posso seguir dou lhe uma dou-lhe duas dou lhe três segui
e agora vamos responder a pergunta da Yana uma dívida menos para mim existem arquétipos que não são jungianos sim e o próprio Jung vai dizer isso o o Jung diferente do Freud ele não queria ser o cara super original ao contrário como ele tem uma teoria arquetípica cada vez que ele encontrava alguém que dizia mesma dizer é isso tá aqui a prova de que eu tô certo porque tá aqui a estrutura é geral mesmo é universal chupa Freud chupa a sociedade e aí eh eles ficavam feliz com isso porque se ele tá falando de uma
coisa que é arquetípica Ou seja que é uma recorrência humana geral Universal e a priori certamente outras pessoas teriam que ter falado a mesma coisa que ele do contrário não seria né E aí o Jung ele tinha um aguda Consciência histórica ele chega mesmo a afirmar que a história é indispensável para a Psicologia indispensável né E aí ele mesmo aponta os antecedentes históricos dele e aqui eu trouxe uma de citação em que o próprio Jung aponta seus antecedentes E aí ontem eu caí na besteira de pegar o livro do Adolf B em alemão o livro
que ele cita do do mous em francês para pegar uma Definição mas eu li para o mous e eu não encontrei o da categoria da fantasia que o fala o m Falando nisso sim só de maneira muito indireta se não direta assim paraar definição e o Bastian o Bastian se uma pessoa botasse um revólver na cabeça dele dissesse assim me dê uma definição sucina ele dizer não veja o céu e os espíritos eles T uma recorrência no pensamento primitivo e você matava ele ele não consegue Não consegue eu perdi mais de uma hora aquele filha
da não tem nada né e eu não botei eu botei da vão Fran que a vão Fran consegue desgraçado não eu queria que ser uma pessoa com uma formação humanística me mostrar aqui para vocês que aqui a gente bota o original nenhuma por causa daquele filho da desgraçado do Bacha miserável culpa dele não é minha não Dependência de mim tinha culpa do baixa Da né Agora vamos antecedentes históricos né e eu vou depois eu vou ler com calma o m né e o B que é o livro lá melange do stard não sei qu eu
não achei ess his categoria da fantasia mas vou eu tô nessa missão baixei um monte de livro do M em francês e assim que eu tiver um tempinho eu vou ler tudo para ver essas parada né Vamos lá pode passar por favor wellon então o termo arquétipos já se encontra Em filo judeu como referência a mago de no homem e também Fabric de Alien arp trans né é o criador do mundo não fez essas coisas diretamente a partir de si mesmo mas copiou de outros arquétipos no corpos herméticos Deus denominado ar a luz arquetípica em
Dionísio europ encontramos esse termo diversa vezes como deel hierárquia a aai arquia os arquétipos e materiais bem como divinus o termo arqué é usado por Agostinho mas Sua ideia no entanto está presente por exemplo no divers qubus ide qu I IPS form qu Divina inteligên continent ideas que não são formados mas estão contidos na inteligência Divina arquétipos é uma perífrase explicativa Na verdade uma paráfrase Doutor traduziu errado do idos Platônico em em grego escreve eidos mas quando você tem um é do lado do iota assim você pronuncia idos Ok não eidos pras pessoas que entenderem
grego não achar que eu tô lendo errado né Então Veja que o Jung Inclusive tem uma situação muito interessante eh que ele vai dizer de onde ele pega emprestado o termo arquétipo e não é de Platão que é bem interessante Então o termo arquétipo inclusive já existia na no na na filologia por exemplo ele é utilizado na filologia ele é utilizado nos métodos comparativos fala assim arquétipo né então o termo arquétipo né como perífrase paráfrase explicativa Do os Platônico ele é o qu ele é um tipo primordial então o arquétipo É um tipo Ok Isso
é uma coisa fundamental tal para vocês entenderem o arquétipo É um tipo ele é um uma tipificação do acontecer psíquico só que ele é arcaico primordial ele é um arqu ok e aqui o Jung eh ele mesmo tem uma profunda consciência histórica eu poderia ter colocado um monte de outras situações Tem mais ainda né de onde de outras pessoas que já usaram o termo Arquétipo inclusive porque isso ajuda ele a mostrar que a nossa de arquétipo eh é geral porque são fenômeno as similaridades das coisas é uma coisa fenomenológica OK pode passar por favor para
aquilo de novo arquétipo doente coletivo parágrafo 9 no parágrafo 5 para aquilo que nos ocupa a denominação é preciso de grande ajuda pois nos diz que no concernente aos Conteúdos do inconsciente coletivo Estamos tratando de tipos arcaicos tipos arcaicos é a tradução de arquétipos Então os arquétipos são tipos arcaicos Ok ou melhor primordiais Isto é de imagens universais que existiram desde tempos mais remotos o termo representações colectivas e esse termo é fundamental se der tempo eu vou voltar a ele usado por lev brw para designar as figuras simbólicas da cosmovisão Primitiva poderia também ser aplicada
aos conteúdos inconscientes uma vez que ambos T praticamente o mesmo significado Ok E aí ele vai dizer ó o l BR também tava falando de arquétipos a falar de representations colectiv segue adiante pode passar a pesquisa mitológica denomina motivos ou temas na psicologia dos primitivos el correspond é o conceito de representações colectivos de lev Bru e No campo das religiões comparadas foram definidos como as categorias da Imaginação ó vão vão percebendo as palavras padrão categoria tipo motivo tema Ok por hilber e pelo mous Adolf Bastian designou as bem como pensamentos elementares elementar ged G dunken
ou primordiais a partir dasas referências torna-se Claro a minha representação do arquétipo literalmente uma forma Preexistente não é exclusivamente conceito meu mas também é reconhecido em outros Campos da ciência então o arquétipo é uma forma preexistente é uma forma a priori mas e ele é uma forma vazia ok que já estava no no Marcel m no L etc etc etc eles são motivos mitológicos ou temas mitológicos ou mitas eu vou voltar a isso tá bom já já e aqui a gente já tem um monte de Arquétipo que não é Yung guiano tá vendo Yana pode
passar natureza da psique parágrafo 275 Platão confere um valor amente está ordinariamente elevada aos arquétipos como ideias metafísicas como paradigm ó paradigm paradigm perdão eu expliquei a regra e eu li errado paradigm então o que que é paradigm é um paradigma em relação aos Quais as coisas reais se comportam meramente como eh mimeses imitações ou cópias como bem se Sabe a filosofia medieval desde Agostinho da qual tomei emprestada a ideia de arquétipo então a ideia de arquétipo Jung não vem de Platão ela vem de Agostinho isso aqui é fundamental o que já tira muito a
ideia da galera de que o Jung é Platônico que o não é Platônico que Platão era um Realista e er nominalista ele vai tirar de Agostinho inclusive ele vai falar aqui mais PR frente a Jéssica vai gostar que o Espinoza já falava de arquétipo ele vai colocar aqui que o Espinoza é um antecedente dele né até malebranche e bacon ainda se encontra em terreno Platônico sobre Esse aspecto embora na escola Escolástica já desponte a noção de que os arquétipos são imagens naturais gravad do Espírito humano e com base nas quais este forma os seus juízos
Ok mais um antecedente histórico que o próprio Yung aponta pode passar a partir de descart malebranche porém o Valor metafísico da ideia do arquétipo declina sensivelmente torna-se um pensamento uma condição interna do conhecimento Como diz claramente Espinoza peride interlig mentes concep meas Format finalmente k reduz arquétipos é um reduzido número de categorias da Razão Então veja o Yung Lê as categorias da Razão do cant como arquétipos aí a Jésica tá sorrindo né porque o Espinosa também rindo porque ele fala assim como diz Cadê cadê claramente Espinosa claramente Espinosa é mete um latim no meio e
a gente por ideia tá mais mais claro que isso assim não mas tá claro eu vou traduzir por ideia eu quero dizer um conceito na mente da qual ela tira o seu formato né porque por conta dessas coisas eu fui estudar latim em grego porque eu não aguentava me sentir burro vend dizer porque claramente e aí hoje em dia eu leio em grego E latim só por para me sentir um dbio mental lendo Essas cor do Y olha tem uns livros do Espinosa que é uma página em latim e outra página é em português né
então é legal porque dá para estudar e dá para perceber como as traduções são péssimas não é horroroso diz uma coisa o português diz outra causa Muita confusão inclus essa minha tradução foi muito por cima se meu professor de Latim me vi traduzindo aqui ele me dav um zero viu né porque você tem que traduzir bem certinho no mesma categoria gramatical Sintática lá e tal Ok eh shopenhauer vai mais longe aí no processo de simplificação embora ao mesmo tempo volte a conferir um valor quase platônica aos arquétipos em latim grego onde também um pouco na
faculdade estuda na Alemanha el ainda estudam grego E latim né na faculdade le portuguesa alemão mas queria dominar e me aprofundar mais Ah foi aqui em Fortaleza que eu estudei Tinha um um funcionário do um funciono do da Casa de Cultura espanhola Que ele dava curso de Latim E aí eu fiz todos os cursos dele depois eu fiz latim mesmo cadeira na fauldade fui lá letras fazer latim aí eu fui lá letas fazer grego também na facade mas Dev ter algum Ah eu tenho um amigo que D curso de grego E latim online super bom
ele Fernando Opa me passa vou passar sim ele se garante Inteligentíssimo inteligentíssimo tava na Grécia outro dia inclusive Ok Vocês estão entendendo que essa história ela é tão evidente que um monte de gente já falou isso que não é só o Jung isso fica claro fica inclusive é muito estranho a galera falar mal dos arquétipos porque é uma das coisas mais bem fundamentados do Jung assim é tão bem fundamentado que me parece estapa furo a crítica Ok pode passar e aqui eu vou me deter apenas em um dos caras que o falou ok Porque como
vocês viram senão a aula acabar nunca né Eh mas ó eu quero que vocês tenham em mente que talvez desses o mais importante para nós seja eh a categoria da fantasia e o eh do do HR ber e do Marcel mous e o a Representação colective por quê Porque o Jung vai se assenhorar ele vai se apossar desse termo representação colectiv que quem é da sociologia já leu de cim sabe que isso aí é do de cim né Eh mas eu vou falar do Bastian porque o o bastians desgraçado que não consegue dizer uma coisa
sem falar 500 palavras né acho que ele dizia bom dia é o sociólogo mesmo o subino do oia da da imaginação é o quê categorias da Imaginação ah categorias é perdão Categorias da Imaginação isso né E aí o b ele escreve um livro chamado é aen in etn n contribuições para psicologia comparada a alma e suog que a é a Shin wien Ah pera aí não me digam Yana é tipo aparição fenomenologia deixa esqueci talvez formas de é formas de aparição de é né forma deé é é isso né que é a Shin é experiência
né é a Shin ven Seria tipo A sei lá acho que é far é experiência Ah é a Shin é fatos não fat taren é a Shin é ai merda forma de se mostrar né é tipo forma de se mostrar perdão eu confundo as coisas T fato é a experiência é a Shin é é isso né seria contribuições Se bem que eu tô esse fica bem coisinho né sua PSI uma vez uma pessoa me disse que não era PSI é PSI mesmo não é Yana Olha acho que sim é psicolog é psicolog é é esse
y p Ah o né porque um dos meus professores alemão Mas acho que ele morou num local que o profess falava show não sei Coli né ô é eu acho que isso também varia de acordo com o alemão austríaco o o alemão da Alemanha eu já vi na na internet que eu tava vendo por curiosidade os vídeos em alemão eles fala tipo Eles falavam psh Oli mas acho que depende do lugar é com com o Professor que eu aprendi pela primeira vez ele sempre falava suoli né mas eu vou agora pela Yohana chogi eh contribuições
para a Psicologia comparada a alma e suas sei lá o que que aparece lá na etnografia né suas aparições sei lá que merda essa e é onde ele vai falar sobre elementar gedanke e folka gedanke né pode passar e aí são os livros que ele vai falar sobre isso né Eh Será É pode ser manifestações né pode ser pode ser pode passar é né E aí o Bas vai falar de elementar g dunken e funken eh e eu vou me poupar de explicar não eu vou explicar não é porque eu botei a explicação da V
França seria mais ou menos o seguinte ó o que que é o elementar gedan ele é e pronto a dout Naana qual foi aquela passagem lá que você que você encasquetou repita aí para mim vamos lá deixa eu achar aqui acha aí acha aí P eu mandei você mandei você guardar ah guardei aqui ó ah isso aí é o núcleo de significado é invariável a nca concret Pronto agora a d naana vai entender se não entender sei não você vocêa seu n o elementar é esse núcleo invariável de significado Ok Por vamos sup exe certo
isso aí é o elementar gedan que um maor devorador só que na história da Chapeuzinho Vermelho ele é um lobo na história do do dos vikings Ele também é um lobo lá o fen mas sei lá na Polinésia ele é um tubarão mas o núcleo de significado invariável é que o tubarão é um bicho que vai devorar tudo e no Japão você tem a ideia de que o Eclipse é uma cobra devorando a lua e aí Nesse caso o ma devorador é uma cobra que é O fol Mas qual é o núcleo invariável de significado
é algo maligno que come as coisas que vai devorar as coisas ok E aí você pode ter por exemplo [Música] e pode ser um dragão né Pode ser que aí vai ser o fol kaged vai ser a maneira cultural eu não sei como Nacional Mas pode F ser Nacional né a forma cultural a forma Nacional a forma geográfica e Temporalmente limitada em que essa esse núcleo invariável de significado vai se manifestar concretamente ou a d Naiana pode ter um sonho já que ela veterinária de um cachorro preto com os olhos assim em brasa correndo atrás
dela tudo que esse cachorro pega ele come e ela F o cachorro vai me comer eu tô pô tem que correr aqui para Ah entende entendi entendi não concretamente o não concretamente é justamente isso porque em umas culturas vai ser o tubarão em outras vai ser a cobra gigante outras o lobo mas o sentido ali ele ele permanece exato núcleo invariável de significado show show Valeu matou matou mesmo é doido aqui a gente mata a cobra e mostra o pau isso aí é doido aí ó economizei R 100 ainda bem que aana é séria né
que eu dis ah Entendi não otário entendi gan R 100 Podia ter mandado só o número do PX né ter mandado nmero eu falei essa sacanagem mensalidade aí para mim fazendo favor n não vou não vou mais propor isso aqui já acabou essa proposta porque eu mesmo dei a sacanagem para fazer perdi 100 conto no no SB per 100 conto ia entender e ganhar 100 conto aí beleza e o Bastian já percebe isso por quê Porque ele faz uma psicologia Comparada dá para entender show vamos lá pode passar eu gosto de citar o Bash porque
com o Bash como ele faz uma coisa simplificada Mas não tão simplificada vai ficar muito mais fácil de entender e aí uma passagem do próprio Jung pouco importa que o herói da mitologia vem essa hora um dragão ora um peixe ou um outro monstro o motivo fundamental é sempre o mesmo Isto é um patrimônio Comum da humanidade e não formulações passageiras das diferentes épocas e regiões fica claro e aí quando ele fala né um patrimônio comum da humanidade vamos lembrar da classificação botânica fenita fica mais claro fica fica fica eu eu acho que eu aquela
questão da raiz arquetípica Eu acho que eu entendi Opa e aí você vai explicar no final para mim eu eu só eu Tô ainda assim já não sei mais que Que relação que as pessoas fazem com de complexo com arquétipo mas enfim é porque a galera é é o O bom de eu dar essas aulas para vocês é que depois vocês vão ter as mesmas raiva que eu tenho né com o povo é pois é eu até tô tentando aqui formular que relação teria é ah massa mas tem tem a gente vai já ver mas
não é como a galera fala né Sim mas você vai conseguir formular até o Final da aula e vai me dizer tá com certeza porque a aula foi construída para isso para vocês conseguirem fazer essas interrelações complexas que as pessoas não fazem que vocês são meus alunos vocês não são qualquer pessoa se é um dia disser assim ai vamos pro encontro da sbpa aí assim Car que eu quero ir não vai mas todo mundo vai vocês não são todo mundo tô frescando pode ir vocês quiserem tá Bom beleza mas é isso vocês não são todo
mundo são meus alunos vocês me respeit vocês se respeitem me respeitem né Vamos lá isso aí suão ó outra mãe Bora lá igual o standup l do a Jumenta V aqui né pode passar e EV FR vai falar sobre isso né um outro estudioso Adolf Bastian Aí ela fala de novo o nome do livro né tinha uma teoria interessante dizendo que todos os temas mitológicos básicos São que ele denominou de pensamentos elementares da espécie humana ó da espécie humana não é do Heráclito não é da Naiana não é da fenita não é do Bruno não
é da luí não é da Yohana não é da Jéssica é da espécie humana né e Até doan bocó que eu sempre tratei como se fosse gente né eles reclam que eu sou que eu sou eh que eu sou grosseiro mas sempre tratei como se fosse gente eu não tem Que reclamar né Eh sua hipótese era de que a espécie humana tem um estoque de elementar G dunken tem até amigos que são que não migra mas é congênito a cada indivído e que esses pensamentos lamentares aparecem com diferentes variações na Índia Babilônia mesmo por exemplo
nas histórias dos Mares do Sul ele chamou as histórias de fka S dunken Eu não eu não entendo essa essa escrita da V Franz eu acho que ela que é um um tipo é um typo Né um erro tipográfico mas pensamentos nacionais a ideia dele se aproxima claramente da ideia de Jung sobre arquétipo e imagem arquetípica e aqui a von France dá uma diferenciação uma distinção fundamental quando eu falo no Dragão quando eu falo no cachorro quando eu falo no lobo quando eu falo na cobra estou falando de imagens arquetípicas quando eu falo no núcleo
invariável de signific de um ma Devorador eu estou falando do arquétipo ok e essa distinção é fundamental que vocês façam porque a gente não encontra ela em geral entre os jungianos e isso causa as mais variadas confusões qual é a diferença o arquétipo é a disposição estrutural básica para produzir uma certa narrativa mítica e aqui a gente um degrain o arquétipo são etiquetas o arquétipo é Uma classificação bot como é que se estess os arqué são nomes aesmo tempo eu supor uma estura humana bsica que é psic composta por formas vazias que é uma disposição
estrutural básica para produzir uma certa narrativa mítica E aí eu vou ter as imagens arquetípicas a imagem específica sobre a qual o arquétipo toma forma sendo denominada de imagem arquetípica Ok então a imagem arquetípica é um fenômeno ela é uma pedra ela existe ela tá lá eu encontro com ela eu esbarro com imagem arquetípica eu vejo imagem arquetípica Todo o dia na minha clínica eu vejo imagem arquetípica Todo dia vendo televisão eu vejo imagem arquetípica Todo dia em filosofia Eu só não vejo arquétipos os arquétipos são deduzidos das imagens arquetípicas Ok E aí como eh
uma classificação uma simples etiqueta não consegue forçar a percepção e a percepção humana a se enquadrar numa determinada forma eu ten que supor como uma hipótese de trabalho que só pode ser comprovada até certo ponto pela própria similaridade do acontecer humano de que o arquétipo em si é uma disposição Estrutural básica para produzir uma certa narrativa mítica e aqui a gente sobe um degrauzinho que era a pergunta do Bruno tá respondida Bruno se não tiver vai ser mais respondida ainda pode repetir Heráclito posso ó eh vocês lembram que o elementar gedan é um núcleo né
o arquétipo né para não usar a cor do do Bastian Luisa ele é um núcleo invariável de significado Né E aí por exemplo né Eh a decida a ao ao mundo dos mortos é um motivo mitológico é um arquétipo não é isso mas aí eu tenho inana descendo lá para salvar o marido dela e em cada um dos portões vai tirar roupa tirar joias não sei o quê não sei o quê não sei o qu não sei o quê e aí eu tenho o ulices que vai lá para uma caverna e ele mata uma uma
cabra para poder só falar com o com o eh tiresias e aí eu tenho eh Perséfone que ela não só desce mas ela é Sequestrada por rades E aí eu tenho eh o da arpa lá Orfeu que desce ao submundo para resgatar e comover lá os reis do submundo com a sua música para eh resgatar a sua amada né Eurídice E aí eu tenho Parmênides que na sua poesia ele é conduzido pelas filhas de Apolo até a escuridão do submundo onde o sol vive e ele é justamente cumprimentado por eh calma Suzana ainda ainda não
chegou no momento das da perguntas tá Bom se bem que respondendo mergulho inconsciente assim a lua pergun tô respondendo ten que responder também eí eu tenho parmen também desce lá submundo eu tenho apos crian vai e Mat aente pon para conseguir absorver um poder telúrico que é o da Profecia E aí eu tenho héracles que desce até o rades para capturar o cerberos E aí eu tenho Eh Susano que vai até o mundo dos mortos para trazer de volta sua esposa que havia falecido ao dar a luz a kagu Sushi o Cami do fogo e
também não consegue assim como Orfeu todas essas são imagens arquetípicas Mas qual é o núcleo invariável de significado descer ao mundo dos mortos aquilo que em grego chamava-se de catas entende cada um vai ter um um um sabor Regional vai parecer está falando De uma coisa só daquela cultura mas na realidade está falando de algo que faz vibrar uma corda comum no ser humano então o arquétipo é o núcleo invariável de significado ou seja a decida ao mundo dos mortos em busca de encontrar algo e trazer este algo de volta para o mundo dos vivos
que às vezes falha às vezes dá certo E essas são imagens arquetípicas seria o fag enquanto núcleo invariável de Significado ao mesmo tempo o arquétipo ele é a disposição Estrutural para que em todos os locais a gente fale de uma descida ao mundo dos mortos porque na nossa vida psíquica nós descemos frequentemente ao inconsciente nós temos aquilo que chamou de regressão da libido ao inconsciente para que a gente reative regressivamente as imagens da fantasia para que daquilo que está morto a gente consiga reavivar a Consciência vocês vê iso em algum outro lugar nenhuma issima nenhuma
é só aqui eu aposto r000 vai nos outros cursos aí vai na sbpa do meu cu não sei o que de São Paulo tem é que tem isso aquies só muito é burro só tem dinheiro aques abastar dá para entender o arquétipo é a classificação que eu dou é o núcleo invariável de significado e ao mesmo tempo é a Disposição Estrutural para produzir esta história que corresponde fundamentalmente a uma psicodinâmica inconsciente viva e atuante e e psicologicamente real fica claro Nossa eu levei 24 anos para conseguir dar uma aula dessa Vocês estão com muita sorte
eu tô muito empolgado com essa aula se vocês não aprenderem comigo desistam não aprender com mais ninguém fica Claro aí agora próximo slide só é uma crítica que aão FR faz ao ao Bastian E aí vai responder um pouco à pergunta que eu fiquei devendo do Rodrigo baixi nós discordamos de BASA quando ele se considera esses temas como pensamentos ele tinha um espírito muito filosófico obviamente um tipo Pensador tentando mesmo interpretar alguns pensamentos elementares associando com a ideias de Kant e lipit para nós ao contrário o arquétipo não é somente o Pensamento elementar Então veja
o arquétipo também é um pensamento elementar Ok mas também uma fantasia e imagem poética elementar Uma emoção elementar e mesmo um impulso elementar dirigido a alguma ação típica então nós agregamos a ele toda uma subestrutura de sentimento emoção fantasia e Ação então o arquétipo ele tem pensamento ele tem sentimento emoção fantasia e A porque a base pro Jung falar de arquétipo é o instinto que é um impulso inconsciente a ação vocês perceberam que a gente já subiu vários degrain e que em geral que negada a fala de arquétipo por aí não dá nem 1% não
é nem 10 centavos que o Jung realmente tá falando pode passar alguém ia falar pode falar pronto er desculpa é impulso consciente ou inconsciente eu não entendi inconsciente É o impulso inconsciente a ação o instinto Ok erro Fala Luiz eh o ess pelo Bastian as ideias elementares pressupõem uma unidade psíquica da humanidade O Jung também pressupõe a gente poderia dizer isso em relação aos arquétipos também ao inconsciente coletivo com certeza e e e Tendo isso como como referência é você eh dizer que Jung é racista né Pois é é um completo absurdo já é um
absurdo quer Dizer alguém que que que pressupõe a humanidade a humanidade ser racista eh contraditório completamente contraditório né a galera porque pela madrugada e é sempre uns branc Playboy rico que fala isso um bando de gente claramente racista classista e p cu mas claramente eung explica né com certeza J inclusive o cham da Zani que é um homem indiano né dis assim cara eu sou indiano o não é racista ele deu uma Palestra aqui que é um pau no cu da USP sei lá ou é da PUK dizer porque Hung era racista ele não é
não eu eu sou homem indiano tô dizendo ele não é racista assim como eu sou um homem judeu o Jong não era antissemita o Yung é estudado em Israel a gente não estuda antissemita e nazista em Israel ponto fala alona só para dizer que era da JB não era da USP não ah era da JB né Tá tinha que ser desta palhaçada o ason tava lá Que não me deixa mentir né É uns palhaços uns idiotas uns burr do Vou botar essa aula online para eles verem a JB é uns idiota palhaço burro do filho
da burro só tem dinheiro idiotas perdão galera assim meu sentimento é inferior e é isso aí desculpa aí o pensamento é do né mas o sentimento é isso aqui vamos se acostumando É nos pés ô erito já que tu puxou esse assunto deixa eu perguntar Uma coisa se puder clar tem a ver com arquétipo não não tem a ver com arquétipo Ah então não pode não J então tá então deixa para perguntar no final da aula então então não pode tá proibido inclusive O Alison é professor de vocês eh o Alison vai ministrar uma das
disciplinas de fundamento e o Alison é um professor muito bom As aulas deles são excepcionais são excelentes então vocês vão ter eh não vai cair em nada dessa da qualidade dessa aula aqui Quando vocês tiverem aula com o wson é um dos alunos que eu tenho mais orgulho assim me enche de orgulho sempre que tanto eu vejo as aulas dele quanto eu vejo os comentários sobre as aulas que são sempre excelentes né então aguardem com ansiedade aí pelas aulas do Alison ela é para Então vamos lá né Nana é é uma frase que você falou
que eu não não compreendi direito se é isso mesmo o instinto é a base pro arquétipo isso o instinto é a base pro arquétipo Tá inclusive dá uma base científica muito sólida tem uma base etológica né alguém fez uma pergunta que acho que foi fenita ou seja não seria elemento argante mas um elemento arg full perfeito também um elementar full um elementar fantasia um elementar intuicion perfeito né perfeito exatamente um elementar perfeito perfeito Exatamente exatamente elementar Elementar O Elementar a sensação elementar também você pode dizer ela não colocou mas é também elementar fantas perfeito perfeito
garanti sem 100 pontos aí para de cal eu ia te botar aqui na Raven clw mas olha provavelmente eu sou sou serina Ah então pronto 100 pontos PR sonserina aí prana tava achando cara de sonserina mesmo assim tá parecendo cab lour sofre tanto preconceito né É Malf fala L Oi só ver para organizar um pouquinho só o meu pensamento eh então assim no nos degraus a gente tem eh do arquétipo nominação classificação forma eh núcleo invariável de significado e de Exposição estrutural básica é isso não não não é isso Beleza obrigada beleza é isso aí
e ele não é uma dessas coisas ele é todas essas coisas ok perfeito Obrigado fala lua Heráclito é assim quando se fala que ele é uma disposição estrutural básica eu poderia comparar com as línguas humanas assim Pode Com certeza Claro capacidade de falar qualquer língua dependendo de onde eu nça é iso se garantiu 100 pontos PR tu é de qual casa pode serin prto pois pronav 100 pontos ex ente se a lua tivesse nascido na Alemanha ela não tinha ficado sem falar ela ia ser um bebezinho que me fodi era para eu ter nascido do
Brasil só consigo Falar português agora você muda essa dessa Alemanha do não ela ia falar alemão se a Yana tivesse estudado na França ela falava francês capaz de falar francês também né mas sei lá na Turquia ela falava turco não e e e elem não mas em potência todo ser humano vai aprender um idioma ou vai ser capaz de aprender qualquer idioma é exatamente o arquétipo é essa potência essa capacidade a imagem arquetípica é o Idioma o idioma é a pedra a potência a capacidade é a a a a forma vazia o núcleo invariável de
significado e a etiqueta fala fenita eu ia perguntar se se coisas conscientes não são arquétipo por estarem conscientes ou o arquétipo estaria falando sempre da motivação por trás tá chegando na resposta né vamos já responder isso aí Guarda aí que vai vir justamente uma passagem que vai falar disso Ok tin uma coisa que você falou agora o arquétipo é a potência a imagem arquetípica é é a ó eh vamos pegar a alegoria que a Lua Falou da da língua né Uhum quando um bebê nasce ele não fala né Uhum ele só ele tem um momento
que ele só faz aquele balbucio selvagem que não quer dizer nada né não tem nenhum significado chama balbucio selvagem mas ter chega um determinado momento que ele Começa de fato imitar as pessoas e ele vai momento inclusive o meu bebê tá aprendendo a falar é a coisa mais fofinha da face da terra a coisa mais maravilhosa coisa mais ruivinha linda eh e aí a potência que todo ser humano tem né tem eu tem cois mais fofa chama Telêmaco eh depois mand uma ftin para você vocês eh a potência Telêmaco ou em grego telémaco né E
aí Eh a potência que a gente tem a capacidade é o arquétipo a língua isso aqui que eu tô falando ou quando eu falo com a com a Yohana lá genal né Eh a a Yohana colocou aqui ó vários vários coisas em alemão elementar gedan que um pensamento elementar elementar gef um sentimento elementar elementar fantasia fantasia elementar elementar Action ação elementar que é Alemão é uma imagem arquetípica Ok então a potência a disposição herdada a disposição herdada estrutural elementar é o arquétipo você vê essa disposição não o que você vê é o quê o o
desenvolvimento da a imagem arquetípica que é o idioma a imagem arquetípica é tipo a tradução dessa potência Exatamente é a atualização no tempo dessa estrutura que é sincrônica que é Fora do tempo é uma atualização diacrônica do arquétipo ok então eu tô falando inconscientemente ou conscientemente fenita ah duas coisas mais mais consciente agora né fala eh ai droga eu esqueci Teu nome tá parendo só casa harmonizada Érica Érica vai Érica esquece de trocar e então a língua a língua de uma maneira geral não Uma língua específica a língua de uma maneira geral é a imagem
arquetípica cada língua é uma imagem arquetípica diferente do mesmo arquétipo da mesma estrutura invariável de significado que é uma potência humana para desenvolver uma língua então a língua é a imagem arquetípica e a potência para desenvolver é o arqué Vocês estão entendendo Essa potência eu eu eu deparo com ela eu tropeço nela Eu aponto ela eu vejo ela não mas todo mundo não fala em algum momento aí eu tenho que supor que todo mundo tem o quê essa capacidade Desde que seja exposto às condições para que essa potência se realize entende fala Jésica Heráclito mas
a função disso no caso é possibilitar essa comunicação entre consciência e inconsciente é isso a função do arquétipo seria mais ou menos essa Não isso é a função de um arquétipo específico que é o arquétipo da cija a Ânima que é uma função de relação entre a consciência masculina e o inconsciente e o animus que é a função de de diferenciação entre a consciência feminina e o inconsciente então um arquétipo específico faz isso Sim essa também é a função do mito Mas essa é a função do mito para a consciência coletiva o mito ele é
eh a maneira com Qual nós nos relacionamos com o inconsciente de maneira geral é uma das funções do mito pro campo o mito tem quatro funções a função sociológica a função cosmológica a função eh Mística e a função psicológica mais alguma pergunta mas é sim você tá certo você não tá errada não eu só complexifica a sua resposta tanto é que frequentemente a entrada para o submundo é guardada por Uma mulher quem é que recepciona eh Orfeu lá no submundo é Perséfone quem é que recepciona parmenides no poema de parmen no submundo peré quem é
que o que o eh Orfeu vai resgatar né também uma mulher né E por aí vai etc etc ET etc Ok é a imagem feminina E aí de novo temos o quê um núcleo invariável de significado e uma Disposição Estrutural herdada para produzir a mesma narrativa mítica pam pam pam você estão entendendo fala fenita primeiro fen depois Van depois luí não eu eu eu só ia falar parece que os arquétipos não TM função nenhuma assim eles só existem Ah mas eles T função a gente vai já ver as funç do arquétipo além de existir eles
T função mas fala fenita completo raciocínio que eu fui eu Te interrompi muito rudemente por favor perdão não não eu ia ia falar isso e também eu fiquei pensando quando vocês estavam falando dos arquétipos junguianos também eu entendi que vocês estavam falando dos arquétipos que o Jung falou porque os arquétipos eles não são junguianos eles só são né ah é porque o termo arquétipo né Eh ele foi utilizado por outros pesquisadores né e o Jung interpreta certos termos de outros pesquisadores como arquétipos Né mas a gente vai já ver quantos arquétipos tem essa pergunta será
respondida hoje será que são 12 arquétipos Será que são 13 e na verdade é o arquétipo do petralha pam pam pam aí foi a van né depois a Luísa né vané Por favor é uma coisa simples quando então o Quando fala-se que o arquétipo não existe porque ele não foi manifestado ainda a partir do momento que ele se manifesta seja pela língua pela forma Que ele se torna concreto ele passa a a se manifestar ele passa a ser uma imagem isso uma imagem arquetípica arquétipo Ele só tá no no mundo das ideias é calma porque
o mundo das ideias é uma concretização metafísica do Realismo metafísico do Platão é por isso que ao invés de usar mundo das ideias porque o Jung não era Platônico mas um empírico e a empiria eh ela É avessa né ela tem uma recessividade com relação a essa noção de mundo das ideias realmente existente em algum lugar né que é o realismo metafísico do Platão eu falo em uma estrutura ou uma categoria A pior do entendimento da percepção e da percepção uma forma vazia entende e não uma mimeses como o Platão falava tá certo sim sim
mas mas para você entender né como alegoria Tá certo Entende arquétipo ele tá no ir Manifesto não manifesto e a imagem ela vem pro campo da manifestação Resumindo perfeito exatamente Resumindo tá perfeito zero eh zero reparo show luí eu tenho duas perguntas mas uma eu vou deixar pro final da aula show essa de agora é o seguinte o arquétipo ele é apriorístico exato logo ele é universal universal beleza mas ele só pode ser deduzido a partir das imagens arquetípicas das são Individuais né ele deduzido para o estudioso digamos assim isso mas ele ele é a
priori isso porque a dedução ela vem depois exatamente minha pergunta é a imagem a posterior a imagem é a posterior mas a dedução por né Eh isso aí seria o que o Kant é uma é uma categoria racional que o Kant ele vai formular bem no comecinho da de critic né da Crítica da Razão Pura que é o que ele chama de a priori empírico o Que que é um a priori empírico eu observo uma de fenômeno e esses fenômenos T todos a mesma característica E aí a partir dessas características eu vou dizer bom então
isso deve ser uma a priori E aí os próximos fenômenos que eu vou achar ah realmente continua a mesma coisa então então isso essa dedução a partir das imagens arquetípicas cria o que o chamaria de um apriori empírico Ok então mesmo dentro do Fundamento E aí de novo k tá vendo que eu tô o tempo inteiro recorrendo ao Kant né Não dá para passar sem o Kant entendeu k é indispensável não é não é birra minha né que eu quero apurar vocês com cant né E aí eu vou supor né a partir dess fatos empíricos
um a priori mas ele vai ser uma dedução a partir de fatos empíricos não é uma dedução a partir da minha cabeça ó eh no mundo junguiano como as pessoas abandonam o Yung e Abandonam os fatos empíricos acaba caindo naquela de uma maneira torta na história do do do Cis né porque como eu não tô mais falando de nenhuma empiria eu tô falando do negócio que eu inventei porque eles tem da cabeça dele como é que eles resolvem as disputas com depotismo despotismo vai ter uma galera que vai dizer mas eu sou de não sei
aonde mas eu tenho 30 anos de clínica Mas você é um idiota que é grosseiro E aí vai calar Outras pessoas vocês percebem isso como cant é último PR gente perceber até isso mas se eu me limito ao invés de eu pensar que eu sou o da da carteirada e vou não tem uns Fatos empíricos e tem o que Yung escreveu que é muito importante porque eu sou junguiano eu não preciso mais do depotismo em algum momento aqui eu tô sendo despótico com vocês não eu tô me baseando no quê nos Fatos empíricos e no
trabalho hercúleo monumental que Jung teve pra gente entender esta merda que você tem que ser um completo imbecil para jogar fora entende a negada da filosofia não joga fora o heidegger que era um nazist do com roupinha de nazista e tudo roupinha de nazista demitiu o professor dele o o o cara que que formou ele o Russell porque era judeu Russell nunca se recuperou Dessa dessa dessa decepção a galera da filosofia não joga fora o nazista da porque o que ele escreveu é importante e eu nem era nazista nem era nada disso que o povo
fala vocês percebem que o que a gente tem aqui é um tesouro é um negócio de uma utilidade assim inestimável e o povo que quer jogar isso fora é porque são burros porque não entendem porque são uns Animais umas bestas quadrada umas capivara não tem como galera olha isso aqui olha isso aqui que eu tô explicando para vocês gente é um tesouro tem que ser uma capivara tem que ser um Tapi uma unta para olhar PR você quiser não ess cara racista ess Cara não sei o quê e é superado fala Jéssica Ô Heraclito Mas
é difícil combater um senso comum porque por exemplo o que se massifica em torno De arquétipos é esse imagine A Cleópatra e manifeste o arquétipo da Cleópatra na sua personalidade você vai seduzir todos os homens e ganhar muito dinheiro a ISO cara é impressionante eu vejo pessoas produzindo conteúdo que tem milhões de seguidores produzindo essa Neira né E aí as pessoas o pessoal de fora tem um contato primeiro com esse com essa noção de arquétipo que é completamente Insana e e já cria um preconceito uma barreira para se aprofundar né É É Né mas tô
aqui nesse trabalho de formiguinha com vocês né Hum já vamos na nona turma tem um monte de gente formada aqui vocês vão difundir o negócio melhor né No mínimo vocês não vão falar groselha por aí né Opa a fenita já tá se garantindo Pô eu sabia que você ia chegar na sua própria resposta que eu não ia precisar nem fala Bruno Mas é difícil mesmo Jess Você tem toda a razão e é chato oi não eh eu ia falar só uma questão assim Parecida com que a Jessica falou mesmo porque você vê muito quase todo
lugar um debate muito superficial assim sabe quase inventado fala de inventado mesmo eh E especialmente entre as pessoas que são especialistas em Jung né Uhum não tem nenhuma em geral é uma coisa mais fácil mas quando você tem a vontade de aprofundar meio que não tem nada assim sabe E aí eh ficou na minha cabeça aquele negócio você falou na primeira aula aula de que Eh o conhecimento é uma ruptura você falou um negócio assim né o Ato epistemológico é um ato de ruptura com o conhecimento antigo que você tinha isso E aí pelo menos
na minha experiência quando eu tento explicar pras pessoas que não é bem assim não sei qu é um pouco difícil de de conceber que aquilo que elas aprenderam não é não é exatamente aquilo então tipo gera uma resistência então tem essa coisa de ruptura mesmo de dificuldade a pessoa Tem sim Eu mesmo tenho dificuldade eu eu às vezes não entendo Fico tipo nossa que é isso né basicamente é mas ó eh quem não não é capaz de suportar a dor de não entender jamais vai entender porque qual é o problema dessa galera da da sbpa
do meu cu de São Paulo eles não suportam ess não entender eles querem que alguém dê para eles um conhecimento eh eh é fácil mesmo que seja falso né porque para aprender alguma coisa Real que esteja lidando com os fenômenos reais que são infinitamente complexos você precisa suportar a dor de não compreender Você precisa olhar para aquele negócio e dizer Olha eu não entendo e eu quero entender e para entender eu preciso primeiro não entender né Assim como se você vai tentar fazer qualquer coisa para ser bom você tem que suportar ser ruim porque ninguém
vai ser bom de cara em nada a não ser que você seja a Exceção da exceção e seja uma fênix né um gênio né Eh mas todos os demais se não suportar ser ruim alguma coisa nunca vai ser bom E aí essa galera precisa criar uma comunidade em que as pessoas vão dizer pô tu é bom hein que no fundo é uma comunidade que tá contando a mesma mentira um pros outros porque eles não entenderam nada e eles são ruins para só que eles fingem para eles mesmos pros outros só que viver uma Mascarada é
um veneno pra alma né E a mentira ela tem pernas curtíssimas essa coisinha bobinha que vão te ensinar não vai ter nenhuma serventia vai chegar uma pessoa com o peito sangrano e você vai est lá feito um Pateta sem ser capaz de na pior das hipóteses ser capaz de fazer nada na pior você vai atrapalhar você vai piorar a Situação enquanto o Yung dá pra gente de fato ferramentas para fazer algo pela pessoa se isso fosse uma filosofia abstrata que a gente tá discutindo sei lá qualquer out mas não gente é para tratar pessoas que
estão sofrendo que estão estão com alma despedaçada não é admissível a existência dessa galera que fala merda não é admissível é imoral é imoral Não não pode não não tinha não Era para poder a nossa missão é muito grave é muito grave é gravíssima muita coisa depende disso essa gente burra era para ser proibida por lei de pegar no Jung sabe é um negócio que e eh ah é isso é a minha indignação fala Jéssica Ô Heráclito tu acha que isso tem uma relação ou não submeter ao próprio método porque o Yung era um empirista
né para você se observar os fatos Você Também precisa de certa forma se relacionar com os fatos cer E aí o o o processo disso é um tanto quanto doloroso né como você falou tanto quanto é muito doloroso ignorância e enfim né não gente assim admitir a própria ignorância é é o básico é o básico o meu pau não diminui nem um centímetro Quando eu digo para vocês que eu não sei do negócio cara mas nemum centímetro é não sei não Entendo a Minha autoridade não depende de uma fachada de entendimento falso que eu não
posso permitir nenhuma rachadura sen não acabou porque é falso E aí é uma galera que não tem nenhuma experiência real com as coisas do Jung E é difícil é não é difícil só intelectualmente é moralmente difícil é fisicamente difícil e são eles quem determinam quem podem ser os os verdadeiros analistas UnG eles determinam o porque são Ban de falso e verdadeiro sou eu e vocês pau no cu daquela galera eles determinam uma me processe que não tem nem lei para isso que esse palhaço eu sou Analista e um guiano se eles quiserem achar ruim que
V um reclamar comigo vão levar uma bifa na cara porque são Band de nota de ó aqueles palhaço vou botar ess online só para el chamando eles de palhaço de novo desculpa eu tenho um intelecto muito sofisticado meu sentimento é uma bosta né e é isso aí Ele tem que se manifestar mesmo porque senão nunca vai se desenvolver espero que vocês me perdoem essa limitação do meu sentimento e assim acabando de ter um exemplo da função inferior atuando atuando Exatamente é um tipo intelectual extrovertido né É isso aí isso aí é o é o arquétipo
Ô Heráclito Então tu é contra né isso porque eu sei que tem uma uma discussão muito grande contra contra é é fichinha o que eu sou eu digo na casa do freguês tem tem uma Discussão muito grande né quem é e quem não é analista e um guian aí tipo rapaz a galera que acha que se analista e um guiano depende de um diploma essa galera devia ser ridicularizada mand no inconsciente agora gente é o mesmo blá blá blá da psicanálise que isso é psicanalista quem é formado pelas instituições da Ipa As instituições que não
são da psicanalistas é mais ou menos a mesma merda Nossa e a Ipa é uma palhaçada Ô e já falando de arquétipo tu Acha que isso é uma relação com o arquétipo do pai Talvez mas muito torta viu mas vamos lá né Gente vocês se incomodariam se eu passasse pelo menos meia hora porque eu coloquei uma de coisa né eu sei que tem pessoas que se programam para assistir até 11:30 e é uma sacanagem eu eu sei que é uma sacanagem eu esticar a aula mas eu tô muito empolgado com a aula eu preparei uma
de de de slide eu peço desculpas pela pela por não pelo Não cumprimento do horário né Eh eu entendo quem tiver que sair porque se Estendeu e tal e tal e tal eu tinha prometido que ia ser 11:30 né minha culpa minha máxima culpa aqui né sol tá brav tá bom então vamos lá né porque agora que a gente vai chegar na definição de arquétipo Apesar de que a definição de arquétipo ele já veio em vários momentos né mas apenas de forma tangencial OK agora a gente vai entrar de chofre na coisa né é quem
pode ver a Gravação mas eu acho que as pessoas preferem ver ao vivo né em geral não tem essa mas vocês estão vendo que é um tema complicado e eu não e eu tô indo né n e de uma forma que vocês estão tendo uma construção de saber né subindo várias escadinhas e saindo daqui vocês vão ter uma uma uma um conhecimento muito mais completo do que 99% Bloc por aí né acho que vale a pena o atraso né Aliás o atraso não a estender né Fala lua só uma dúvida em relação à lista de
Presença já Pass hoje eu não vi sei não sei eu também não vi não Luisa Bom quem tiver mais algum comentário é agora porque agora vou passar pra definição de arquétipo que é a última parte da aula Ok e é a parte em que boa parte as coisas vão ser costuradas por isso que eu não queria deixar pra próxima aula porque aí vocês vão esfriar o que a gente tá quente agora e vai ficar mais difícil fazer essa Costura ok bom se ninguém tiver nenhuma pergunta mais eu vou seguir adiante do uma doui duas dou
três seguir adiante pode passar Então a primeira definição que eu quero dar para vocês é que o arquétipo é o correlato indispensável a noção de inconsciente coletivo e você já podem responder para mim por por que que eu tenho que falar de arquétipo falar de inconsciente coletivo Porque ele se refere as similaridades que se repetem na humanidade e não na história pessoal só show Jésica foi a Renata na verdade mas eu ia responder parecida né são as grandes narrativas da humanidade que perpetuaram ao longo dos séculos e ficam se repetindo show então posso falar de
inconsciente coletivo sem falar de arquétipo não é o correlato indispensável mais alguém quer responder tá vendo como Meu método funciona Sou para né não diz aí pode me elogiar pode me elogiar não tá vendo como funciona é tu é doido meão Então pode passar como eu disse eu mato a cobra mostro pau né aqui arquétipo do inconsciente coletivo parágrafo 89 o conceito de arquétipo que constitui um correlato indispensável a ideia docente coletivo indica a existência de determinadas formas estão presentes em todo tempo e em todo Lugar de novo a palavra forma e de novo o
fato estarem presente aonde em todo tempo e em todo lugar logo o arquétipo é algo TRANS hisória e ele é uma forma Ok pode passar wion eu vou tentar ser mais suscinto dessa vez arquétipos são condições e e não causa do psiquismo vocês também já sabem responder isso por que que o arquétipo é condição e não causa do psiquismo Bora bota as catraca para funcionar Que Vocês conseguem porque ele é algo elementar é algo de base priori isso a priori isso mas que mais vamos vamos vamos vamos a resposta tá correta ele é a Priore
ele é elementar mas eu quero que vocês desenvolvam mais vai V ela ia falar causa da disposição estrutural básica ele é um núcleo invariável Por onde começa é o início isso mas eu quero mais ainda Ainda dá para ir mais por exemplo eh se eu digo assim para vocês eu vou escrever um conto quando eu digo que eu vou escrever o conto isso é a causa do fenômeno conto a causa é a minha vida a minha vontade as minhas ideias né o conto é só o quê é a forma é uma condição eu vou fazer
um negócio e essa condição é ser um conto ou então se alguém diz assim eh para entrar nesse Concurso você precisa escrever um uma crônica a crônica é a causa ou a condição do concurso condição condição né a forma a priori elementar eh ah Universal a forma vazia o aspecto puramente formal ele não é causa ele é condição Bruno eh não eu ia falar isso mas você já explicou e seria seria condição eh igual Por exemplo um soneto tem que ter lá 4 qu TR tem que ter um uma para você poder chamar de soneto
então o arquétipo seria uma condição mas a a a causa por exemplo seria o xinto isso que eu ia perguntar não eu não sei tô não não não é qual é a causa por exemplo por que você escreveria um soneto Porque eu tive uma ideia ali uma claramente um tip pensamento pode ser não mas tipo assim eu tive uma ideia de narrativa ali uma Uma história legal não Soneto Bruno Soneto Tu tem uma ideia tu escreve um ROM sei lá Soneto velho tu tem uma gatinha eu não sei porque tu quer impressionar a gatinha Tu
tem um sentimento pela gatinha uhum ou gatinho sei pode ser um gatinho também e tanto faz é porque é o mais Quadradinho que eu consigo pensar assim para dizer para ser quadrado pode ser pode ser com pode ser com aresta Uhum E aí tu va assim eu vou Impressionar essa gatinha escrevendo aqui um soneto ela vai dizer não muito antiquado né ninguém ah Bruno para com isso menos 100 pontos Raven que antiad tu já leu os sonetos do Shakespeare Rapaz então tá tudo errado aqui menos mais menos odiava odiava Son a própria existência não porque
aía filosófico né Maria a própria existência não é causa De nada ela é uma condição existi uma condição também fala ren em outra metfor jurdica por exemplo um contrato de aluguel a condição pro contrato partes capazes tem que ser maiores de idade tem que tá por escrito aquilo tem validade jurídica a causa é uma pessoa precisa alugar uma casa PR morar É isso aí perfeito seria também por aí a o paralelismo Exatamente exatamente eu a causa que eu gostei da casa a casa é boa eu achei a casa bonita Eu quero morar naquela casa eu
posso pagar aquela casa a causa não é quadrada a causa cheia de arestas O que é quadradinho é o pensar é a ideia elementar a causa as coisas as caus elas são cheias de aresta elas são um monte de coisa elas são entende Soneto Porque eu tive uma ideia vai se Bruno de ideia eu tive ideia não fala mais vai perder mais pon cal uma Olha aí o luí o luí é poeta fala Tuas poesias aí fala um poema poeteiro mas é ei BR tô frasando viu não é sério não fala Man Fala aí porque
ó o Luiz já escreveu poema por causa de uns gatinh não foi não Luiz Oi não pela Ânima Ah tá me engana que eu gosto vai fala marl ó marl também vai ser professa de vocês e marl é para também para vai tá na minha banca escrever um livro Fala aí mar tu levantou a mão não ah Obrigado pelos elogios o leonino Fica né Fiz Ah vou jogar uma umas coisas que eu tava pensando e eu tava Tô preparando as aulas sobre sincronicidade que aí vão para Bá um extremo da teoria do Jung também sobre
sobre arquétipo Ah e o arquétipo como psico que aí é bem mais difícil de aprender e tu entra Tu entra em questões de tipo simplesmente o que que é a realidade o que que é a ciência como nós compreendemos são são são questões absurdas assim eh e eu tava tentando conectar que eu peguei eu Entrei faz pouco faz 5 minutos eu acho minha aula terminou faz não faz muito H então eu não peguei o o anterior Mas a partir desse pouquinho que eu peguei digamos dessa frase que tá aí arquétipo são condições é complicado mesmo
de afirmar isso porque digamos para ser didático Ok concordo arquétipos são condições e não causas mas que nem acho que foi o Bruno que falou eh se tu toma que o arquétipo como psico Ou seja que transcende mente e matéria ele é ao Mesmo tempo as duas coisas né ou mente matéria ou psique e matéria são dois lados do mesmo Unos mundos do mesmo mundo único ou universo único que ele chama no no cartas dois que eu Dev ter emprestado para alguém e comprei de novo ele chama de mundos arquétipos Ou seja é um inconsciente
coletivo é um inconsciente coletivo como uma espécie de realidade ou fenômeno que está por trás de tudo que está em todas as coisas que tu acabaste de de falar do do Arquétipo né que transcende dito de outra forma que transcende espaço porque está em to coisas e tempo né bom eh pensando dessa forma o arquétipo também é condição porque tipo visto no sentido mais biológico ou seja matéria como instinto sim o instinto é causa de determinados comportamentos né até mesmo como como energia o que que é o instinto é ibido que impulsiona padrões de comportamento
etc bom mas aí tu vai pro mais específico se tu vai pro menos Específico para essa teoria geral sim sim sim do conhecimento o arquétipo é o que que está por trás sim como condição de tudo vou dar dois exemplos a eu termino meu comentário e um que também é extremamente complicado acho que a von France eh dá uma uma simplificada mais didática é coisa do número o o o Jung diz o arquétipo ele é não somente uma representação ele é uma entidade E aí eu pensei Bá isso aqui é é uma entidade análoga ao
número e Aí tu entra numa coisa tão cabulosa que é o seguinte o número é uma criação humana mas será porque há regularidades E aí na minha aula de sincronicidade eu vou tentar entrar nisso ISS há regularidades por exemplo o número 137 que marcou a vida inteira do Pauli que é uma regularidade inexplicável da natureza que agora eu já não me lembro mais qual que é mas tipo esse número sempre aparece e nas mais variadas coisas é um número primo etc etc e o Pauli morreu no no quarto de de hospital dele era o número
137 esse número apareceu 200 vezes de forma sincrônica buen mas se tu dizes que o arquétipo ele é análogo ao número no sentido de que ele é uma entidade aí tu cai no grande problema por trás de tudo se os arquétipos se o mundoos arquétipos para falar não só de um arquétipo ele está por trás de tudo ele é a base da nossa realidade que a gente apreende de uma forma muito porca normalmente através de Causalidade através da Razão etc através dos Sentidos etc etc Bueno isso está por trás de tudo e o que que
está por trás de tudo e ao mesmo tempo transcende tanto o humano Quanto o tempo o espaço etc Deus aí inevitavelmente tu vai cair de alguma forma em linguagem religiosa é não tem como bom foi uma baita de uma maconha esse meu comentário mas espero ter pensamentos é mas aí a gente entra na noção de que e eu vou só eu vou só pincelar né Eh de que a psi que é a Realidade né mas eu não vou me aprofundar né vocês vão ver isso com Marlo essa maconha é dele né Eh sim com certeza
até porque ela fez para isso né mas eh a gente tá aqui numa escadinha né a gente tava no quarto degrau marl mandou a gente pudesse mandar né mas vamos voltar aqui mas o que ele falou tá tudo certo entendeu mas para vocês verem né Eh a gente tá aqui há quase 3 horas e a gente não chegou Assim muito longe a gente tá formando as base do nosso entendimento mas você vê que o Jung chega muito longe com isso ok é inclusive é ótimo isso que o Marlon falou para vocês terem um Horizonte né
Eh sim sim a sequência Fibonacci exato beleza aí pode passar Wellington Professor rapidinho Fala Fala Rodrigo eh nessa frase eh eu sei que é meio Óbvio mas eu tava pensando aqui o contrário o contrário é também é verdadeiro né porque para ver causas Tem que haver uma Condição antes exato exatamente né E também não há como não ter condições sem as causas né ã por exemplo um sofrimento psíquico exato a pessoa a pessoa tá sofrendo por algo eh teve ela tá com aquelas condições mas tem a causa disso exato uma causa eficiente seria mais ou
menos como se a gente pensasse assim né Eh vamos pensar na alegoria da combustão Uhum eu tenho um combustível vamos supor Que o meu combustível seja gasolina Certo certo e aí a condição da combustão é o comburente Qual é o com gente é o oxigênio oxigênio sem oxigênio não tem combustão né fou sair daí Luiz mas se eu tiver só o combustível e o comburente isso vai ter combustão não eu preciso de uma fagulha também né sim é a causa é que é a causa exatamente E aí eh Uma das coisas que o arquétipo é
é o oxigênio é o comburente mas ele não é só Isso ok certo beleza beleza aí a gente tá construindo aqui né a escadinha o que o Marlon falou tem que ficar para vocês como um Horizonte para vocês olharem e se irem se dirigindo para aquilo beleza certo pode passar e aí eu peguei das cartas em inglês só só uma Talvez seja importante o que eu falei agora no meu comentário eu fiquei pensando se eu fazia ou não eu acho que raramente ente ou nunca falava nas minhas aulas porque Aí a teoria de arquétipo inconsciente
coletivo etc pós pa digamos especialmente depois de 1950 que é quando ele publica sobre a sincronicidade Aí complica tudo normalmente é melhor aprender bem a teoria anterior dele sobre arquétipo inconsciente coletivo etc etc e aí depois vai para toda a questão do Psico da psicossomática e assim é porque pós Paulo começa a incluir a matéria e aí complica sensivelmente mas Isso aí é um Horizonte pra gente caminhando em direção até lá né então arquétipos nunca foram para mim pura causa e ele de novo tá metendo aqui um latim mas condições bedingungen eh das conclusões que
eu encontro você diz não entendeu completamente o meu conceito de arquétipos né E aqui é um filósofo existencialista chamado medard Boss é um analista existencialista né que para variar criticou a noção de arquétipo do Jung disse que o método o Método fenomenológico era muito melhor E aí quando ele foi dizer o que era arquétipo ele repetiu o que falava né mas é o desde que Hung era viva a presepada é essa pode passar e aí o arquétipo é isso que eu tava falando para vocês ele é uma facultas pré formand ele é é uma faculdade
performativa ela é uma potência é uma possibilidade ele é uma potência ele é eh aquilo que é antes da forma por isso que ele é uma forma antes Da formação que ele é a forma vazia Ok então a gente já viu que ele é pronto Por que que o arquétipo é uma facultas PR formand pelo que eu já expliquei aqui como é que vocês responderiam se alguém perguntasse para vocês vocês já sabem você só precisa articular já expliquei para vocês lembra do líquido mã do Cristal lembra do Bastian lembra do Repete a pergunta por favor
por que ele é uma facultas porque que ele é uma faculdade No sentido de uma né de uma potência pré formativa a priori certo ele é pr porque ele é a priori perfeito mas que mais vamos vamos é isso perfeito resposta C vamos ar mais eu poderia dizer que é tipo uma uma forma tipo um pré formador pode por isso que ele é um tipo obviamente é uma alegoria material e a gente não pode nos prendermos a alegorias materiais mas metaforicamente Falando assim não metaforicamente falando alegoricamente isso ele é universal ele é a priori logo
ele é universal Renata é um padrão hum ele é um padrão beleza por isso que ele é uma facultas PR formand ele é um padrão Rodrigo o que você tá me que você perguntou por que que ele é uma facultas pré formand isso O que é queo significa Por que é uma pergunta filosófica formulei mal o que é que significa por porque deu quis né ninguém Sabe porque a partir dele não sei não sei nem como formular o que eu tô pensando porque a partir dele as as imagens arquetípicas vão começar a traduzir essa forma
vazia ele sendo uma forma vazia ele abre espaço ele ele é um espaço para que as coisas possam ser traduzidas esses fenômenos vida não vamos pensar assim ó a gente fala português não é isso o português tem uma Gramática por mais que hajam variações se eu não seguir algumas das regras fundamentais vocês não vão entender o que eu tô falando não é isso logo a a gramática do português que está na minha cabeça e eu inconscientemente consigo acessara ela é uma facultas PR formando não é isso E aí quando eu falo português o meu português
ele vai ser formatado ele vai ser padronizado ele vai estar dentro desse padrão não é Isso entende sim de novo é uma alegoria Marlon vai eu tenho uma palavra aqui que vem do Especialmente do Paul que eu acho que a a a imagem que eu mais gosto é a do Cristal Digamos que tem um e E aí vem a palavra tem um ordenamento que já está a priori mas que tu não vês tu só vês quando o cristal se forma perfeito ou dito de outra forma há algo que é a priori e que não Necessariamente
é concreto ou dito não é concreto ele transcende o concreto transcende a matéria ele é a pura ordem digamos mas aí quando ele aparece na matéria aí tu vê o cristal tem esta forma da mesma isso na matéria né da mesma forma que foi o que a Renata eu acho eh falou nas imagens arquetípicas o arquétipo em si ele ele é transcendente e ele é inapreensível o que que ele é em última análise a gente não sabe Mas como é que ele aparece ele aparece como um Ordenamento ou como tipos ou seja imagens típicas de
tal forma então por exemplo ocorre determinada situação típica etc etc como é que a tua psiquê expressa isso absorve isso expressa isso de uma forma arquetípica ou seja com uma imagem arquetípica que se conecta a algo a um motivo arquetípico mas tu só vais ver isso na imagem entre aspas concreta a forma que ordena isso no caso por exemplo o salvador ou o herói tal ou o não sei o qu ela está antes ela é dada a Priori é ó quando eu tô aqui falando português vocês não estão pensando na gramática eu não tô pensando
na gramática mas as regras do português elas estão informando elas estão padronizando elas são paradigma do que eu tô falando e elas são anteriores a tudo que eu falo entende fala dout Naiana é sabe o que que fica passando assim na minha cabeça por exemplo como o arquétipo é ele é uma ação ele né em si A gente não consegue a fundo definir eh O que que ele é por exemplo quando eu tô lidando se eu for lidar na clínica com o arquétipo Mãe por exemplo como é que eu sei que eu tô lidando com
com o arquétipo mãe e não com por exemplo o arquétipo do filho porque entende Você entendeu Mais ou menos minha pergunta porque se ele traz uma história se ele conta na verdade uma é uma a gente não tem algo fechado não é uma figura não é uma imagem como é que eu sei que eu com Que parte dess desse contexto eu no fim eu tô lhe dando vou dar um exemplo veterinário manda né Eh imagina que chega um cachorrinho e ele tem um determinado conjunto de sintomas aí esse conjunto de sintoma pode ser mais ou
menos umas três doenças diferentes uhum só que aí tem um sintoma que faz não isso aqui é eh leite maniose uhum como tem isso aqui e isso aqui por mais que tenha os outros eu sei que é Leite maniose porque a semiótica né de cada de cada de cada doença ela não tem um certo padrão vai ter febre vai ter não sei o quê aí todas três T febre todas três TM uma uma queda de pelo Ah todas três vai ter uma esquimose Ah mas vai ter um vai ter uma que vai ter isso tudo
mais o crescimento das unhas mais não sei o qu mais e a magreza pronto matei é os show foi ótimo show Tu é doido aqui é Didática Aqui é Paulo Freire a partir do vivido e percebido Ah aqui é Paulo freir na prática Beleza pode passar e aí vem a citação né arquétipos em consciente coletivo parágrafo 155 o arquétipo é um elemento vazio e formal em si que eu repeti a aula inteira nada mais sendo que uma facultas pré formand uma possibilidade dada a priori da forma a sua Apresentação O que é dado não são
as ideias mas as formas as quais so Esse aspecto particular correspond aos instintos igualmente determinados por sua forma Então por exemp algumas vezes aparece igualzinho né Eh eu não sei se foi nessa turma que eu já falei de um exemplo que o Yung dá eu vou dar dois exemplos aqui tá bom mas eu vou voltar a esses exemplos eh o Jung ele tinha um paciente ele fala isso no Energia psíquica que quando ele finalmente estava conseguindo abandonar a dependência da Infância e tornar-se adulto ele tem um sonho porque ele tá numa caverna e uma enorme
serpente vem e o prepúcio dele esse sonho não é pessoal Tomara que não seja né Deus queira que não seja ele claramente é uma imagem arquetípica até porque lembram do courus que eu falei do Apolo menino que vai uma Caverna matar uma serpente aitam né a própria caverna é uma imagem materna é um oco né E aí eh o Jong havia estudado a mitologia dos aborígenes australianos e os aborígenes australianos tem uma um ritual similar ao ritual judaico da circuncisão E aí nesse ritual eles vão até a cabando das mulheres onde ficam as criancinhas pequenas
dizem o avôs cobra está Farejando o prepúcio de vocês porque uma serpente vai tirar deles o o prepúcio E aí qual é o núcleo invariável de significado que tá presente nos dois no sonho do rapaz e na no ritual aborigene o rito de passagem dele para exade uma transformação física que simboliza uma transformação psíquica perfeito Artur qual é a tua Casa Artur sonserina tá cheio de sonserina aqui 100 pontos para tem dois só dois já é cheio Tudo bem então 100 pontos aí para littering né perfeito perfeito é isso tão entendendo E aí como o
Jung tinha esse paralelo ele entendeu É um sonho arquetípico e tá funcionando o cara tá virando Adulto por quê Porque o simbolismo do avô cobra também surgiu do inconsciente o avoc cobra é uma representação coletive que um dia um abor teve um sonho teve uma visão e o avô cobra apareceu para ele porque o avô cobra é uma imagem psíquica psicologicamente nós somos canos né não sabemos se Av cobra tem ou não tem tomara que tenha Av cobra acharia muito legal ter Av cobra mas psicologicamente é Isso outro exemplo né E aí nesse caso foi
igualzinho né fala Jéssica Ô Heráclito quando isso aparece no sonho significa que a pessoa o sonho só tá falando sobre um processo que tá acontecendo né ou o sonho também tem a função de possibilitar que esse processo aconteça as duas coisas e o sonho também está apontando o sentido do processo e as possibilidades imanentes a esse processo e a potência do Processo entendi Ok E aí no eu inconsciente o Jung ele fala assim ó eh eu tive um paciente que era um eh aprendiz de Serral analfabeto que aos 19 anos enlouqueceu de forma definitiva e
ele tinha a seguinte eh eh Delírio o mundo era a sua o seu livro de figuras e bastava ele virar a cabeça que ele eh passava as páginas do livro de figura ele falou Olha essa ideia do mundo como livro de figuras é a mesma ideia que está na base da filosofia do schopenhauer do mundo como vontade de representação e só um gênio e um Lou conseguem se afastar tanta realidade a ponto de ver o mundo como mera representação ele vai dizer por quê Porque os pomos de ouro caem da mesma árvore e pode ser
colhido por um jovem ap serralheiro louco ou por um filósofo mas a mesma ideia Arquetípica está na base da filosofia de schopenhauer e do delírio do jovem abr serralheiro louco porque você tem o quê o mesmo núcleo indestrutível de significa se manifestando de maneiras diferentes numa imagem arquetípica é a filosofia de chh no outro é o delírio do rapaz pirado fica claro foi mal Cristina vou tentar ser mais sintético na próxima fala luí Perá eh vou me arriscar agora numa pergunta idiota que você disse que não existem perguntas idiotas só pessoas idiotas que não as
fazem nessa frase final aí essa parte final da citação fala né as quais sobre Esse aspecto particular correspondem os instintos igualmente determinados por sua forma Então o que como é que os instintos estão para os arquétipos os instintos é que são as representações particulares dos arquétipos não não Como eu disse é impossível falar de arquétipo sem falar de instinto eu fiz uma escolha didática mas tem um momento que o vai dizer olha não dá nem para dizer se se os instintos são instintos mesmos ou se os dois são a mesma coisa porque o conteúdo muitas
aspas do inconsciente coletivo são os arquétipos e os instintos o instinto é o impulso para agir né e o arquétipo é a imagem da ação é aag ação do instinto pronto é a imagem Do instinto é é aquela imagem que corresponde aquele impulso mas no fundo a gente não sabe nem se tem mesmo instinto ou se não é a mesma coisa mas aí eh se a gente vivesse no Mundo Ideal que não existisse a quantidade enorme de pataquada sobre arquétipo eu iria falar de arquétipo instinto direto inclusive o primeiro texto onde o Jung vai usar
o termo arqué se chama Arquétipo é instinto inconsciente Ok beleza beleza beleza pode passar Então os arquétipos são formas inatas da apreensão e essa parte talvez se uma das partes mais complicadas da aula né mas aí vai costurar vai dar um laço em V outras coisas n por porque o o arquétipo ele ele é uma forma priori da Percepção e da apercepção humana na própria percepção essa categoria paradigma lógica forma coloca as coisas forçosamente numa forma humana e na maneira que eu ap percebo Ou seja no aspecto psíquico da percepção o arquétipo também é uma
forma a priori da percepção é por isso que eu ajo percebo e a percebo de uma forma tipicamente humana é por isso que ela uma facultas Preform ele não preforma ele não dá forma só a fantasia a forma como a gente vê ouve sente o mundo e e forma imagens do mundo já é arquetípico então é por isso que na clínica talvez a gente intua que a questão o que tá em questão é o arquétipo da mãe e não do filho pode ser se vem essa forma inata de apreensão algo acontece ali no campo que
a gente capta lá está como o arquétipo não vai se apresentar literalmente A gente capta que aquilo pode estar relacionado ao arquétipo da mãe pode ser porque você vai ter nesse caso uma intuição que também é uma forma a priori de percepção mas assim ó eh existe um texto do wilheim flusen chamado espote infernales que é um peixe é super esquisito que existe em profundidades abissais e ele diz é impossível pra gente com compreender como é que o espires infernales Experimenta o Mundo assim como eh tem um outro autor que não me lembro agora que
ele tenta imaginar como é que o morcego Experimenta o mundo todo mundo aqui não experimenta o mundo de uma maneira muito similar vocês estão olhando para mim e estão vendo um cara muito gatinho com a barba bem legal que faz CrossFit que tem umas tatuagem né estão vendo vocês não estão me ouvindo e ó vocês escutam Eh que que a humildade eu sou a pessoa mais Humilde que eu conheço eh vocês não me ouvem mais ou menos do mesmo jeito se não houvesse uma base comum do psiquismo nós não seríamos capazes minimamente nos entender o
vunt era contra uma interpretação psicológica eh dos mitos quer dizer não não tem uma base comum na na época não tinha a ideia de Inconsciente pro vunder diz então não pode ficar fazendo interpretação psicológica de Mito só que o você lê pé de Gil Gam lá da Mesopotâmia pô da Mesopotâmia da suméria o cara 6000 7.000 anos atrás e você entende o que tá se passando ali não é uma coisa completamente Alienígena obviamente há coisas alienígenas que dizem respeito à Cultura né que se tornaram completamente Estranhas inclusive traduziram as piadas sumerianas que se não explicar
uma de coisa não faz o menor sentido né Eh mas tem um núcleo invariável de significado que você disse bateu em mim isso aqui não tem do contrário a cultura egípcia seria completamente Alienígena do contrário nós não nos entenderíamos é por isso que o shom vai falar de uma de uma gramática Universal Então os arquétipos forçam a percepção humana e a percepção a uma forma humana típica Ok pode passar os arquétipos são formas de apreensão todas as vezes que nos deparamos com formas de apreensão que se repetem de maneira uniforme regular temos gente nós um
arquétipo qu reconheçamos ou não se mitológico eu vou dar um exemplo se Vocês não entenderem eu mudo meu nome Beleza você já ouviram falar de paranoia já ouviram o que que é paranoia paranoia é um estado patológico os Lacan tem umito m bonho o mar não gosta mas é tão facinho que eu vou explicar de maneira Lacan só pela facilidade os Lacan explicam assim o neurótico ele depara com o significante e ele atribui uma porrada de significados por exemplo bateu a porta Ah pode ser o vento pode ser o gato pode ser o entregador lá
a maconha essa maconha é pesada Pode ser que a porta esteja quebrada Ah o Telefone Tocou pode ser minha namorada pode ser do presídio pode ser um golpe pode ser um vendedor pode ser de uma loja pode ser qualquer coisa já o sujeito que é paranoico todos os significantes T sempre o mesmo significado a porta bateu é o Marlon que tá me perseguindo ele quer Nossa nossa os gaúchos são Gaúcho leonina então meu Deus do céu acabou é a Perseguição tocou o telefone é o Marlon ele já tá aí merda tá me perseguindo tô ele
quer faz sincronicidade não não não não eh alguém bateu na porta merda aí não é uma outra pessoa foi o Marlon que mandou você percebe que isso é uma apreensão da realidade percebe eu olho pra realidade e eu apreendo ela de uma forma Específica todo paranoico é igual não é não não é a tal ponto que eu posso dizer formar uma categoria no zoog gráfica chamado paranoia não é isso vai mudar quem tá perseguindo mas a maneira que ele aprende a realidade não vai ser igual para todos estamos diante do quê meu povo de um
arquétipo exato ou seja o sujeito também manifesta esse arquétipo né de uma claro O tempo inteiro próprio mas ele não perde a sua forma ele só ganha uma uma mas o núcleo de significado permanece o mesmo tem algo que me persegue e eu sou o centro de um esquema gigantesco de perseguição em que tudo está relacionado comigo o tempo inteiro isso é um exemplo muito caricato porque a patologia ela sempre é da Ordem da caricatura Mas você percebe como o arquétipo é uma forma de apreensão então a gente poderia falar em Arquétipo da paranoia pode
ok é a mesma coisa agora eu vou dar um exemplo menos caricato quando o Kant Vai falar que você na na estética transcendental que você tem a intuição de tempo e a intuição de espaço que são categorias do sujeito que são condições a priori para você perceber o mundo é a mesma coisa se vocês forem lá estudar o cant o cant tá falando de dois arquétipos que são formas de apreensão da Estética São Formas de apreensão estética que funciona universalmente para todas as pessoas outra coisa que é uma forma de apreensão típica o ritmo começa
uma batucado daqui a pouco tu tá ó dá para entender show Tranquilo então o arquétipo ele é uma forma da apreensão ele é uma categoria a priori É uma forma a priori da percepção e da percepção é por isso que eu percebo como ser humano e não como espote infernales ou morcego e é por isso que a gente tem mais ou menos as mesmas percepções obviamente eu vou gostar de umas coisas o marl vai gostar vai ainda tem mais um pouquinho lua se você puder esperar eu peço mil desculpas por ter de novo né ultrapassado
aqui o tempo e tal mas Vocês estão percebendo que a gente tá costurando as coisas seria chato deixar para outra aula né Então bora lá pode passar Valeu Felipe natureza da psique né mas a fora esses no inconsciente encontramos também as qualidades que não foram adquiridas individualmente mas são herdadas ou seja os instintos de nov os instintos não dá para falar de arquétipos semem falar de instinto mas eu fiz uma escolha didática né um recorte Idade enquanto impulsos destinados a produzir ações que resultam de necessidade interior sem uma motivação consciente devemos incluir também as formas
a priores inatas da de intuição quais sejam os arquétipos da percepção e da apreensão que são determinantes necessária e a priori de todos os processos psíquicos da mesma maneira como os instintos impelem o homem a adotar uma forma de existência especificamente humana assim também os Arquétipos forçam a percepção e a intuição a assumir determinados padrões especificamente humanos os instintos arquétipos formam conjuntamente o inconsciente coletivo Ok então os arquétipos eles forçam a percepção e a intuição e a percepção a padrões especificamente hum a nossa estética ela é padronizada ela é informada pelos arquétipos ok pode passar
Ô mas e a definição de Intuição eu perdi a intuição a percepção via inconsciente intuição é percepção do inconsciente via inconsciente percepção via inconsciente tá isso é a definição mais fácil só para ser ligeiro pode passar os arquétipos são formas típicas de comportamento Ok po passar e aí o vai dizer os arquétipos natureza psí parágrafo 435 os arquétipos são formas típicas de comportamento que ao se Tornarem conscientes E aí vem a pergunta da fenita assumem o ASO de representação isso Exatamente exatamente próprio fala eu coloquei umaação do Jung antes que o Kant resume os arquétipos
ele simplifica né Eh como tudo que se torna conteúdo da consciência porque se trata de modos caracteristicamente humano já não é de espantar que possamos encontrar formas psíquicas do indivíduo que não ocorrem não somente nos antípodas mas em outras Épocas distante de nós centenas e milhares de anos as quais estamos ligados unicamente através da arqueologia né então os arquétipos eles também implicam num comportamento humano típico são formas de comportamento são formas de aprend e eles são formas de comportamento típicas E aí de novo eu ressalto a questão da forma Ok forma conteúdo a gente aprendeu
direitinho essa distinção né Show Bora lá pode passar natureza da psique mas o inconsciente não dizer apenas um preconceito histórico gigantesco ou seja não é só um lado de coisas históricas do passado né É também a fonte dos instintos visto que os arquétipos não são mais do que formas através dos quais os instintos se expressam Mas também da fonte viva dos instintos que Brota tudo que é criativo por isso inconsciente não é só determinado historicamente mas Também mas gera também o impulso criador a semelhante da natureza que tremendamente conservadora e anula seus próprios condicionamentos históricos
seus atos criadores é por isso que na prática da psicoterapia o Yung vai colocar uma antinomia um paradoxo o inconsciente é o castelo do conservadorismo ao mesmo tempo que é de onde Brota toda a criatividade Ok por exemplo se Eu eu tenho a forma do Soneto quantos sonetos eu posso escrever com essa forma infinitos eu tenho cinco notas musicais quantas música eu posso fazer com essa forma infinitas formas ao mesmo tempo n certos condicionamentos e certas padronizações do inconsciente ele mesmo anula com formações criativas Mas é uma é um paradoxo que a gente vai entrar
depois pode Passar e aqui tem mais fácil de entender né os arquétipos são motivos típicos categorias da fantasia miten e aqui eu vou costurar um monte de cois também tá certo eu vou costurar for ção formas de comportamento e categorias da fantasia Beleza pode passar e aí natureza da psique parágrafo 278 aqui encontramos constantemente certas imagens e motivos que são os fundamentos suas mitologias Estas são imagens autóctones e de uma regularidade Relativamente grande assim por exemplo a ideia de uma força de substâncias mágicas que o mous eh vai chamar de mana a partir da do
do próprio térm utilizado pelos a quee tira lá no sur Lon né sobre a dádiva eh substâncias mágic espíritos e comportamento de heróis deuses e suas lendas nas grandes religiões do mundo observamos o aperfeiçoamento dessas imagens seu progressivo envolvimento em formas Racionais elas emergem até mesmo nas ciências exatas como as raízes de certos conceitos auxiliares tais como de energia de éter e de átomo na filosofia Bergs proporcionou um exemplo do ressurgimento de imagem primordial com seu conceito do recrea que já se encontra em próculo e so sua forma original em Heráclito né então por exemplo
o que são esses motivos típicos no folclore na Na na mitologia o motivo do Herói o motivo do herói óf que você tem o Naruto você tem Moisés você tem eh Superhomem o motivo do Redentor a criança abandonada à natureza como Moisés foi abandonado à natureza como Superhomem foi abandonado à natureza só que em invés de um rio na nave espacial o motivo da Fuga Mágica o motivo do roubo do fogo o motivo da Preciosidade dificilmente alcançada o motivo da viagem noturna pelo mar ah O motivo do reencontro no pai como o campel fala ah
o motivo da mulher como tentadora o motivo da salva da Redenção o motivo da do mundo dos mortos da vida após a morte da Alma como duplo o motivo do do irmão gêmeo maligno eh o motivo mitológico dos gêmeos Ah Ah que pena fenita Gente desculpa eu tô muito empolgado E aí eu tô me estendendo eu sei que tem que ter um negócio e tal tá certo né Eh o motivo da descida ao mundo dos mortos eh o motivo da reencarnação o tema do huma né da substância mágica da própria magia tá bom valeu Luiza
desculpa Gente desculpa mil perdões que mais ah o tema da o tema Da Ah tem um zilhão né A Grande Batalha cósmica o fim do mundo né Apocalipse da Redenção do Redentor como o Luiz falou do Dragão da morte do dragão de ser devorado pelo peixe o tema do escolhido que é muito se tornou muito comum né o tema do demônio dos Elfos do mundo dos Elfos o duplo Nascimento boa Vanessa o tema do duplo Nascimento o tema do Nascimento miraculoso o tema do Nascimento Virginal o presente dos Deuses o tema da do elixi exatamente
da Viagem ao fundo do mar ah o tema das façanhas da criança que já prefiguram o seu destino heróico por aí vai tem infinitos temas mitológicos do Sol da árvore Fala Luiz importante nesse aspecto aí que é a Exatamente é o que chama de uma pales surgimento espontâneo que diz que que que esses temas esses motivos são devido migração migração isso só que no esquizofrênico analfabeto como é que Ressurge o negócio do mal devorador né o tema da aí E por aí vai né dá para entender o arquétipo é isso esse esse essa forma esse
tema esse motivo que possui um núcleo invariável de Significado E aí eu vou dar um exemplo eó lembra eh o o arquétipo é uma forma da percepção e o arquétipo é uma forma do comportamento e o arquétipo é um motivo típico eu vou costurar essas três coisas tá bom beleza de vez em quando eu dou esse exemplo eu tava num num grupo de estudos que tava dando um pequeno um curso na verdade era um grupo de estudos era um curso sobre interpretação de Sonhos e o Luan tava lá que é um aluno meu que hoje
dia meu amigo e ele Ah uma amiga minha teve um sonho é bem simples e aí disse assim essa amiga tava dirigindo o carro da mãe e aí ela bate o carro num poste eu falei é um sonho arquetípico ele tem uma coincidência flagrante com o mitologema conhecido que mitologema é esse que para mim foi Óbvio é o mitologema do faeton o faeton um dia Pergunta pra mãe dele quem é o pai dele Ela diz que é Hélios febo Apolo ele vai até os estábulos lá onde Apolo guarda o carro de Apolo onde ele carrega
com sol e pergunta eu sou seu filho ele fala é e como eu sou um Deus eu vou lhe conceder uma dádiva peça o que você quiser aí ele diz eu quero dirigir o carro de Apolo aí o Apolo diz assim não faça isso os cavalos estão acostumados às mãos de um Deus e são muito bravios e o Sol é muito quente e o firmamento é cheio de monstros é muito perigoso eles Não quer saber eu quero quer dirigir o carro de apo E aí o faon vai lá T dirigir o carro de apo ele
perde o controle o mundo quase pega fogo EAC vai lá e para evitar que o mundo pegue fogo Mat o faeton com uma f de ponta de bronze envenenado sang da Hidra de lerna eí cai no mar já morto qual é o núcleo invariável de de significado eh que tem no sonho e no Faeton violar uma proibição da mãe não hibris sim uma ríes ela tem uma presunção Qual é a presunção Ou seja a presunção é eu posso viver como meu pai eu posso viver como a minha mãe mas na verdade eu estou identificado inconsciente
com a minha mãe e meu pai e a o que acontece vocês percebem que isso é um motivo típico da fantasia a fantasia expressou a situação dela através que é uma situação típica Através de um motivo típico Mas por que que o arquétipo é uma forma típica de apreensão porque ela se percebe como sendo Idêntica a mãe inconscientemente ela tem uma apreensão de si mesma como sendo capaz de viver como a mãe e essa é uma situação típica uma situação arquetípica ela está identificada com o arquétipo da mãe a por que que isso o arquétipo
é uma forma de comportamento porque ela vai se Comportar como se fosse a mãe mesmo sem poder de maneira compulsiva E aí como isso é uma ação instintiva devido a uma falha inconsciente ou seja uma lacuna na consciência a fantasia vai se expressar por meio de um motivo típico que dá conta dessa dessa percepção e desse eh e desse eh comportamento entende é fez um comentário interessante inclusive faton É filho de uma etíope onde estou morando atualmente na Etiópia sim que massa inclusive e inclusive como ele tava na Etiópia isso é a explicação para o
qual os africanos são pretos Porque como o sol baixou muito a pele deles queimou er e voltando pro sonho que ela sonhou bater no carro da mãe e essa imagem ser arquetípica o que ISS significaria significa que ela está Passando por uma situação típica que não é uma situação singular da vida dela mas mas por exemplo é bater esse carro da mãe significa o desejo de romper com esse arquétipo materno não o nesse caso o o símbolo parcial é do sonho aponta simplesmente a situação arquetípica em que ela está assim como fa Ton ela acha
que pode viver como o pai mas isso é falso e ao tentar dirigir a própria vida como a mãe ela bate o carro e tem Acontece uma catástrofe hum ou seja se Ela continuar com esse comportamento com essa ação instintiva e essa percepção instintiva devido a uma identificação com o arquétipo ela vai acabar como faetonte vocês percebem como as coisas se costuram fala Naiana Doutora Naiana e e mesmo sem eu conhecer por exemplo todos esses mitos eh dentro da da me relacionando com essa pessoa quando ela me conta o sonho por intuição eu posso conseguir
chegar no Núcleo desse desse arquétipo porque a gente tá na verdade inconscientemente eu também vou est eh tendo essa intuição do que ela tá falando é isso tipo não sei se eu me fiz Claro pode dá para fazer assim Mas nem todo mundo tem uma boa intuição e é muito mais fácil você conhecer os arquétipos conhecer as figuras mitológicas eu só me toquei porque eu já conheci o mito do faeton entendi e é para isso que serve a Mitologia na clínica não é para contar a historinha PR as pessoas pode até ser porque em psicoterapia
não há regras mesmo isso não é uma regra mas e em geral serve para você conhecer os arquétipos ser capaz de identificá-los fala Marlon nesse caso Aí talvez um adendo interessante seja na Etiópia na época do mito etc se a criatura pegasse um carro e acontecesse isso num concreto né ou um sonho tanto faz s a cultura entenderia Da forma arquetípica porque a forma de apreensão dos fatos da realidade tanto psicológica quanto externa que para eles é quase indiferenciada as duas coisas estão muito juntas funciona da forma arquetípica eh é muito mais difícil para nós
entendermos dessa forma intuitiva ou com essa intuição porque nós estamos muito distantes pela questão da nossa cultura da racionalidade ETC Pois é a gente perdeu o contato com os instintos e com o inconsciente né A a nossa relação com o inconsciente é muito mais problemática do que o ex etíopes do século V eles nesse ponto tinham uma grande vantagem sobre pra gente né perfeito marl Excelente excelente adendo viu pode passar e aí ó eh estes sonhos o tá falando de uns sonhos lá da natureza da psique contém os chamados motivos mitológicos ou Mitologema que eu
chamei de arquétipos e o que que este termo designa formas específicas e grupos de imagens que se encontram sob formas coincidentes não só em todas as épocas em todas as atitudes mas também nos sonhos individuais nas fantasias nas visões e nas ideias delirantes tanto sua aparição frequente nos casos individuais como sua ubiquidade ubiquidade é universalidade né sua onipresença étnica provam que a alma humana é Singular subjetivo e pessoal apenas por um lado mas coletiva e objetiva quanto ao mais ok É só para para continuar exemplificando né pode passar e aqui é só para eh O
que é que que os arquétipos não são tá então enqu gente coletivo não é misticismo nem é uma especulação Eu acho que já dá para vocês sacarem que não é misticismo nem especulação né mas que o inconsciente coletivo se expressa de maneira eloquente e flagrante no misticismo na Mitologia na religião no folclore e é por isso que a gente faz uma uma remissão ao mito Ok pode passar e aí tem uma passagem do entrevista doações deest Jones que é massa não pretendo figurar na declaração Geral de reabilitação mas simplesmente vocês ainda não estão conos da
realidade ele tá falando dos Americanos tá metendo o pau nos americanos existem muito mais coisas sobre as quais as pessoas não faz ISS que era uma ideia contei-lhe o caso daquele teólogo que nem sabia o que era inconsciente ele supunha que era uma aparição todos que dizem que são místicos não passam de idiotas não compreendem simplesmente a primeira palavra de Psicologia né pode passar é só porque eu acho Masso o Jung sendo grosseiro por motivos óbvios porque o Jung ó não era esse docin Nossa o Jung até abuso dos Jungianos aqui do Brasil viu ele
conta uma histó de que ele tava nos Estados Unidos e ele tinha ele tinha ouvido que os americanos Riam de boca aberta e na Europa na época dele isso era assim a coisa mais mal educada que a podia fazer e ele vivia R de boca aberta e aí chamaram ele para uma festa super elegante em que os americanos ficavam macaqueando os europeus Aí ele começou a contar umas piadas cada vez Mais escabrosas cada vez mais sujas cada vez mais eh eh eh eh eh picantes e rocambolescas para ver se alguém ria de boca aberta aí
um garçon negro deu uma gargalhada estridente boca aberta e disse nossa naquele momento eu amei aquele negro ele finalmente viu que ele queria ver que era os como os americanos Riam mas ele tava lá contando altas piadas sexual bem suja bem doida para ver se alguém ria porque el var ele paraos Estados Unidos e meteram ele com Uma galera que ficava fingindo que era europeia né Mas vamos lá né quando se afirma que nossa fantasia percepção e pensamento são do mesmo modo influenciados por elementos formais inatos e universalmente presentes parece-me que uma inteligência normal poderá
descobrir nessa ideia tanto ou tão pouco misticismo quanto na Anor dos instintos apesar de me terem acusado frequentemente misticismo deve insistir Mas uma vez que o inconsciente coletivo não é uma questão especulativa nem filosófica mas sim empírica a pergunta se é simplesmente saber se Tais fórmulas universais existem ou não no caso afirmativo existe um ar da psí podemos chamar de inconsciente coletivo ponto ok então não é misticismo nem é especulação é uma constatação empírica é uma dedução a partir de fatos empíricos beleza isso fica claro pode passar Arquétipos também não são ideias herdadas o próprio
Richard Evans falou uma besteira lá no vou perguntar aqui de arquétipos que é uma coisa quase lamarquista não tem nada de lamarquista aliás tem um pouquinho durante um tempo depois o abandona ele tem um certo crip lamarquismo mas ele abandona pode passar tenho sido acusado À vezes de acreditar supersticiosamente em ideias Herdadas mas injustamente porque tem enfatizado expressamente que essas concordâncias não provém de ideias mas de disposições herdadas de formas herdadas de potências herdadas de faculdades herdadas que nos levam a reagir exatamente daquela maneira como sempre reagiram os outros diante de nós e Vejam a
palavra que ele usa reagir porque o inconsciente também é uma forma de ação o arquétipo pode Passar eu não vou ler as outras eu botei várias ideias herdadas aí vocês eh vão leem quando eu mandar pode passar de novo ideias herdadas de novo ideias herdadas que não é não é não é não é não é de novo pode passar e aí a pergunta quantos arquétipos existem que que vocês acham wellon Car passou mas agora que Abou deixa né há tantos arquétipos quanto situações típicas na Vida ponto pode passar basta isso ok então há tantos arquétipos
quanto situações típicas da vida o casamento a morte se apaixonar perder alguém querido eh podem surgir novos arquétipos né já não não podem Não não até que a gente não sabe nem se tem arquétipo é exatamente como eu dei o exemplo do começo do DNA não estão sempre surgindo pessoas novas mas não são sempre as mesmas bases De nucleotídios timina guanina Uhum que mais lá surgem novos nucleotídeos não mas não surgem novas pessoas o tempo inteiro uhum o que surgem são novas atualizações do arquétipo porque surgem nov coisas da vida e aí essa esse esse
esse paradigma vai assimilar novos elementos da vida material concreta Uhum mas não surgem novos arquétipos só se surgisse uma nova raça Humana Ah tá ok tá é tipo o DNA psíquico da humanidade mesmo pronto examente da humanidade tá ó eh Por que que o arquétipo é uma forma vazia é pelo mesmo motivo que o laud suu no da ding ele vai dizer eh é por causa do vazio É porque a flauta é vazia que ela pode produzir infinitas músicas se o arquétipo fosse em ideias Herdadas só existiria um número limitado de arquétipos Mas como ele
é uma forma vazia ele é como uma flauta devido a ser vazio ela pode gerar infinitas músicas entende mas continua existindo uma flauta apenas exato n No Vazio o a ênfase é no vazio não na fluta e agora a última parte da aula finalmente chegamos né o arquétipo é um drama sintetizado pode passar é apenas uma das muitíssimas Formas de comportamento ele tá aqui tá falando do edipo né porque el disse ah o épo é o único arquétipo que o Freud descobriu o edipo dá-nos um excelente exemplo de comportamento de um arquétipo é sempre uma
situação Total há uma mãe H um pai H um filho portanto há uma história completa sobre o modo como uma tal situação se Desenrola e até onde pode finalmente levar isso levar é um arquétipo um arquétipo é sempre uma espécie de drama sintetizado começa de Tal e tal maneira amplia-se em virtude de tal ou tal complicação e encontra sua solução desta da aquela forma Este é o modelo comum por exemplo considere o instinto dos passos para construir o ninho na forma como constroem os ninhos há um princípio um meio e um fim os ninhos são
feitos apenas para receber um determinado número de filhotes o fim já está previsto é o que faz a dificuldade do arquétipo não há uma temporalidade é uma condição intemporal em que o Princípio meio e o fim são Dados em conjunto três situações em uma só como no caso do carro ali estava passado presente e futuro né Por que que tinha o passado porque Aqua era uma situação intemporal porque aquilo já era o faetonte no século V Por que que era o presente Porque era a situação de identificação com a mãe e com o complexo materno
da menina por que ele era o futuro Porque se ela seguisse adiante naquilo o futuro Dela seria bater o carro ou seja seria destruir a vida dela dá para entender isto é apenas indicação sobre o que é o que pode fazer um arquétipo entende magistrato de fato de uma questão complicada Pode passar ou por exemplo parece tá um arquétipo mais conciso como o arquétipo do Val da travessia da Val que tem lá no no esing é favorável a atravessar o grande água não é favorável a atravessar o grande água o Yung adorava esse Arquétipo que
quando ele teve na África e teve que atravessar uns Rios cheios de crocodilo ele sentiu a emoção típica desse arquétipo né Eh é uma situação complexa a pessoa tem que atravessar um rio aval está metido na água e é uma armadilha ou um animal aquático Digamos um jacaré coisa parecida há um perigo vai acontecer alg uma coisa o problema é como escapar temos assim uma situação total que constitui um arquétipo esse arquétipo Tem agora um efeito sugestivo sobre a pessoa por exemplo a gente está metida uma situação mas não a conhece não sab que conhecer
situação subitamente é invadida por uma emoção ou presa de um encantamento e comporta-se de uma certa maneira que não tinha previsto faz algo é completamente estranho a si mesma Tá vendo como o arquétipo também é uma forma de comportamento e aí ele dá um exemplo é o último slide cheguei no último slide chupa a sociedade pode passar inteiramente espontâneo isso é feito através do arquétipo correspondente é claro temos um caso famoso na história da Suíça o Rei Alberto que foi assassinado na Val do ry não muito longe de zurik seus assassinos seguiam ocultos desde zurik
e depois de longas deliberações não conseguiam chegar ainda um acordo sobre se queriam matar ou não o rei no momento em que o rei meteu o cavalo na água para acusar o Roy aval eles pensaram matar e gritaram por que é que consentimos que ele abuse de nós foi então que o mataram porque esse era o momento preciso em que uma emoção específica os dominava era o momento certo assim quando se viveu em circunstâncias primitivas na floresta primeva onde entre proporções primitivas então conhece esse fenômeno e conhecia esse fenômeno a pessoa é presa presa de
um certo conjuro de um encantamento ou como ele queira chamar e faz coisas Inesperadas pode tirar os slides bos slides E agora vocês têm toda a base sobre o que é arquétipo qual é a resposta pra pergunta da fenita qual é a pergunta mesmo eh Por que eu não posso dizer que o complexo é individual e o arquétipo é coletivo Mas e aí por é que o heracto fala que tal fenômeno que é um fenômeno individual tem uma raiz coletiva como é que entende esse aparente contradição Ah mas até o próprio complexo então pode ser
um arquétipo pela por essa aula não uhum um arquétipo Doutora naana todo complexo tem um arquétipo relacionado não tem alguma vamos lá diante de uma contradição faça uma distinção o que que é um arquétipo uma vazia uma forma vazia então se ele é uma forma vazia e o complexo é uma coisa que tem substância digamos assim um complexo pode ser um Arquétipo pode ser uma imagem arquetípica uma imagem arquetípica exatamente todas as imagens arquetípicas São complexas Hum heracito deixa eu te fazer uma pergunta parece que é boa mais 100 pontos aí pr eh quando você
falou do do do m de fon e e que a moça né vai bater o carro essa análise ela não sou um pouco determinista se eu não tô julgando O Problema é que quando sim sim sim não eu entendo entendo não tô me sentindo julgado não viu ó comigo não precisa de frescura mesmo que você tivesse me julgando estou lhe julgando er ó aqui é sem frescura eu não tenho frescura com vocês não precisa ter frescura comigo A não ser que vocês se incomodem aí vocês vão no particular e dizer eu gostaria muito que você
tivesse frescura comigo bom se você fosse gentil e delicada eu vou ser super gentil e delicada Específica com aquela pessoa que me pediu tá bom mas não precisa ter frescura comigo não precisa justificar não precisa achar que meus sentimentos vão ficar feridos que eu não sei o quê não eu adoro ser questionado ok ok lembra do que o Yung falou sobre o negócio do Val lembro que no momento específico Uma emoção os invadiu e eles foram lá e mataram o cara sim quando um arquétipo está constelado Ele tem uma força compulsiva Ele vai levar você
a agir de uma maneira típica especialmente Se você não for capaz de diferenciar a sua personalidade do arquétipo quando você fala constelar é justamente esse essa ativação Vamos colocar assim isso é quando o arquétipo está ativado constelar é um conceito em um constelar quando algo eh reagrupado e reatualizado reagrupado é reagrupado e Reatualizado por exemplo eh você terminou com a namorada ou namorado eu fico falando namorado porque eu sou étero gente e aí eu fico falando do lugar de fala do étero eu sabe você sabe que eu sou comunista né negócio de lugar de fala
eu acho besteira n sou marxista leninista eu tô frescando mas aí vocês pode ser namorado pode ser qualquer coisa tá bom também não se ofendam com isso né Tudo bem e eh e Aí tava tocando uma música né que é o que o vai chamar no teste psicológico lá da palavra de de um estímulo verbal e aí passou 2 anos 3 anos tu já tá bem já tá com outra pessoa já tá E aí nunca mais tinha pensado nessa outra pessoa falar pessoa agora e aí tu escuta essa música P aí de repente volta Todas
aquelas imagens São reagrupadas Tu lembra da pessoa Tu lembra da situação Tu lembra do lugar e aí A é reatualizado o sentimento volta Ai meu Deus eu achei que eu tinha superado eu achei que eu estava cantando lá Survive AF né [Música] back né não sen não chegou esse ponto ainda né Isso é constelar entendeu sacou Como se você tivesse você se se você tivesse ouvido e simplesmente pensado ou depois Nossa acho que foi mas Não fosse tomado por essa necess você você não foi cons examente exatamente vocês essa turma é hein vocês são mas
aí no caso do determinismo eh porque assim o que eu quis dizer com isso é que por que eu tô trazendo essa ideia a gente tem algum você falou da da forma vazia né E que a gente não consegue de fato eh falar direto com o o analisar diretamente o arquétipo a gente consegue a as as imagens arquetípicas né então Por exemplo se eu falo dragão dragão em si não significa nada se eu falo um dragão por exemplo como uma força destruidora né relacionada com fogo tudo a ver com a idade média europeia é uma
coisa se eu fal é com relacionado com a água de fertilidade é outra e é por isso que eu digo assim no bater o carro ela sonha em bater o carro eh se eu não é assim é óbvio por isso que eu te falei da questão do julgamento mas se de repente É o que você trouxe foi uma hipótese que no caso ele deveria ir investigando exatamente pronto pronto pronto pronto pron eu me expressei mal muito obrigado Artur você me fez fazer uma diferenciação eh mais sofisticada né eu levantei essa hipótese que agora eu tenho
que investigar se a hipótese for verdadeira ela de fato estiver esse arquétipo estiver constelado se nada for feito e a consciência dela não for ampliada ela Vai seguir o rumo do arquétipo porque nesse caso ela está agindo de maneira coletiva e não individual certo ok perfeito tranquilo matou minha questão Obrigado mas você matou sozinho né você inclusive corrigiu a minha fala que foi imprecisa né Muitíssimo obrigado excelente que agradeço você consegue repetir a parte da hipótese que eu não entendi você explicou e eu me confundi mais é porque assim ó quando eu vejo isso eu
percebo Que tem um arquétipo Isso não é um verbalismo não é uma resposta verbal eu levanto essa hipótese e agora eu vou investigar na vida da paciente no comportamento da paciente nas fantasias da paciente sintoma da paciente etc etc OK fala Lu Então como representante da dúvida da fenita que é também a minha porque eu também tinha ouvido falar a mesma coisa então corrigindo ao fim da aula a gente pode dizer Que a imagem arquetípica que é um comp é no inconsciente coletivo hum a imagem arquetípica pode ser inclusive eh na consciência ela lembrou do
sonho o sonho tava não desculpa então o arquétipo é no inconsciente coletivo o que a imagem arquetípica é no inconsciente pessoal hum não ainda não ainda não chegou Então esse paralelo que as pessoas fazem de arquétipo complexo não existe existe existe eu vou ter vou explicar ó eh o que existe Fenomen psiquicamente são complexos são imagens o complexo é uma imagem de uma situação eh vivida né ou de uma situação típica de forte carga emocional eh que possui uma grande coerência interior e se comporta como uma personalidade parcial ah o o o complexo e as
imagens o o o complexo é uma imagem é o que existe ok é o que existe o arquétipo e o instinto são hipóteses e mesmo que eles existam eles São estruturas eles são faculdades eles são potências né Eh e eu não tenho como dizer que o arquétipo é coletivo e que o complexo é pessoal o o complexo é pessoal e coletivo e o arquétipo é pessoal e coletivo por quê Porque da mesma forma que eu só encontro essa estrutura em t que é coletiva no meu rosto no rosto do mar no rosto da tanana no
rosto da Jésica no rosto da Renato no rosto do Bruno no rosto da luí eh e eu nunca vou Encontrar essa forma abstrata andando no mundo mas ela não é coletiva mas meu rosto é individual mas ele é individual só por um lado por outro ele é coletivo porque ele tem a estrutura inte Sem o qual vocês nem me reconheceriam como um cara um um quase cinquentão gatinho né assor às vezes não é só pelo Iphone né meu sonho que um dia eu esteja nesse meme né E aí que acontece né Eh o arquétipo nem
Existe mas quando ele existe quando ele encarna ele é individual mas ele é individual só por um lado por outro paradoxalmente ele é coletivo então a galera que diz ah o arquétipo é coletivo complexo individual eles só estão rompendo de maneira completamente artificial e de maneira completamente tola de maneira completamente inútil o paradoxo fundamental da Psicologia de que o geral não significa nada o individual não significa nada Diante do geral e o geral não significa nada diante do individual por sem a ideia de um elefante genérico a existência de elefantes individuais seria inverossímil mas não
existe um elefante genérico só existem elefantes individuais não existe arquétipo só existem complexos entende e aí os complexos podem ser culturais né também podem mas mas a maneira como as pessoas falam de Complexo cultural é uma bobagem né é uma tolice que foi inventada por americano bocó mas o yong também usa o termo complexos culturais ok ele usa o termo complexos familiares por exemplo constelação familiar é um termo que o Hung usa na para falar desses complexos familiares Ok então a gente poderia dizer que o complexo ele se compõe de coisas que aconteceram na história
daquela pessoa imaginando uma Um complexo indivídu ele se compõe de coisas que aconteceram concretamente na vida daquela pessoa e e só são só é um complexo porque tá traduzindo ou encarnando algum arquétipo foi organizado todo todo nosso psiquismo é organizado artipic algunas imagens São arquetípicas por quê Porque elas coincidem com mitologia conhecido e elas expressam não uma situação individual da minha vida mas uma situação humana geral uma Ainda que Clínica PR aquela pessoa se traduza pela mãe fulana queou quando tinha seis anos e as duas coisas são fundamentais eu não posso nem tirar a mãe
fulana nem eu posso tirar o arquétipo materno eu tenho que lidar com esse paradoxo e sustentar os opostos sem contradição fazer isso é uma maneira artificial né dizer é uma coisa é outra coisa é é uma forma de não sustentar os opostos sem contradição fala Bro Ai meu Deus eh Então eu não sei se eu entendi muito bem acho que vou ter que assistir essa aula de novo mas eh tipo o arquétipo dizer que o o complexo é algo individual e arquétipo é algo coletivo é uma desição que não hum não faz que é insuficiente
né ah atamente suficiente Então eu não sei será que dá para explicar de novo porque eu eu eu acho que ficou meio confuso a minha cabeça Vamos lá vamos lá né Vamos lá tu tem mãe Bruno eu tenho Mãe tu tem mãe não tem uhum Jéssica tu tem mãe sim dout anen você tem uma doutora mãe tem tem né Eh eu também tenho mãe né E aí Ahã tem mãe eh só tu que tem mãe Bruno não muita gente tem mãe não muita gente tem mãe né Eh tu já se encontrou com a abstração coletiva
Mãe não ela nem existe né nos fenômenos não existe não existe existe né ah as mães individuais Mas se eu não pensar nessa abstração mãe que é coletiva vai ser muito mais difícil saber o que diabo é uma mãe individual não é isso Uhum aí eu posso dizer que a abstração mãe é coletiva e que a tua mãe é individual ã poss Não não tá bom Artur não para que a tua mãe seja identificada como mãe eu Tenho que ter abstração de mãe para eu dar o nome mãe né Igual not ela falou que o
significado das palavras é algo coletivo exatamente Entendi agora entendi aqui ninguém sai sem entenderem não entender leva paulada Então fica sabendo quem não entender vai ter que levar uma paulada e é obrigatório fala ah fala Bruno mas por exemplo já já vou acabar né porque acho que eu tô tomando muito tempo mas assim Não não se preocupe tomar tempo tudo bem O o arquétipo tem a ver com aquela forma vazia que a gente tava falando isso aí o complexo né você falou que constela e tem essa reorganização tem a ver com eh com aquela coisa
que age na pessoa que não é seria mais do que o arquétipo que o arquétipo é uma forma mas o arquétipo ele não é só uma forma porque ele também é uma forma do Comportamento hum ah é que falou Uhum beleza beleza Jéssica mas o Heráclito para que esse complexo possa tomar ele também se relaciona com a gente pela Via dos afetos né isso não não é então por exemplo quando a gente diz assim ah o complexo foi constelado é porque essa imagem arquetípica dotada de uma carga afetiva muito grande ela acaba influenciando o nosso
comportamento né então acaba sendo que essa imagem arquetípica se manifesta Na nossa psique e faz com que que a gente reaja de uma forma influenciada por esses afetos né perfeito é por isso que algumas pessoas MOV eh algumas pessoas com questões com complexo materno elas vão se relacionar com de uma forma completamente diferente do que outras que não TM questões mais profundas né assim tipo as problemáticas digamos E aí você entra numa questão que a gente vai chamar de nen que é a energia específica do arquétipo que faz Com que o arquétipo possa ser um
sujeito do psiquismo e não apenas um objeto psiquismo aí veja que é porque eu adquiro os mesmos vícios do Jung o Jung ao invés de falar sempre o que é uma imagem arquetípico que é um arquétipo ele frequentemente US o termo arquétipo indistintamente para imagem arquetípica né que é o que eu acabei de fazer agora sim então no caso é como se a nossa história pessoal se relacionasse com essa história Coletiva né E aí ela fosse tomando uma forma que ao mesmo tempo é universal e a mesmo tempo é pessoal perfeito tanto que o inconsciente
coletivo é parte da estrutura psíquica não é algo que tá fora da psí perfeitamente exato exatamente fala Marlon exatamente um um B teria muita coisa para falar mas só um paralelo com isso que a Jéssica falou eh dá para ver no biológico digamos Todos nós somos homo sapiens completamente Coletivo bilhões de homo sapiens né Cada cada um de nós tem um DNA praticamente único ou seja completamente individual ao mesmo tempo nós não somos só homo sapiens por trás de nós tem toda a história literalmente da vida na Terra nós temos um cérebro reptiliano nos arquétipos
aparece por exemplo o dragão é uma forma de cobra serpente etc etc é ess é essa vida extremamente primitiva que mais quem é que falou luí eu acho Naida não oi naid de média aparece predominantemente no ocidente né aparece predominantemente sobre o aspecto negativo que é o aspecto digamos Tenebroso do inconsciente e da natureza e na China e no Oriente de forma geral aparece muito mais frequentemente com um aspecto benevolente L Nature de digamos a luz da natureza ou a luz da consciência que paradoxalmente já está lá então tipo a questão do complexo em relação
a afeto e essa é a última coisa Sen não me estendo muito Ahã que a gésica mencionou isso tem uma profundidade gigantesca assim porque é na questão da dos afetos da emoção que tá Talvez o a grande conexão entre o psíquico e o biológico e o material por exemplo no Damásio um dos grandes neurocientistas de hoje ele coloca toda a base da Consciência Humana que é um mistério ele coloca nos afetos naosa na coisa da sincronicidade E isso Também vai ser um ponto muito importante porque as sincronicidades costumam acontecer quando há alta emoção envolvida arqu
de outra forma quando toca com um arquétipo ou quando um complexo tá constelado de forma muito forte que aí toca o arquetípico e assim por diante então esses construtos arquétipo complexo etc eu vou falar uma uma frase muito muito heráclio agora eles são nomes então é é complicado eh aplicar isso ah tal coisa é arquétipo Tal coisa é complexo eu diria o seguinte em termos práticos eh O que que é complexo bom é quando tu conecta com história individual da pessoa e nesse sentido individual quer dizer familiar também etc com aqu com o que tá
em torno daquele indivíduo quando é que é melhor chamar e perceba é melhor é mais Hã ai não hermenêutico é mais heurístico tipo é melhor para produzir conhecimento para tu entender melhor aquela situação que é arquétipo é quando tu vês especialmente Pela questão do númen né ou seja Aquilo é muito carregado afetivamente tem uma energia muito grande ali mas que o o complexo também tem só que quando o complexo H aparece ou é constelado de uma forma muito muito porrada normalmente tem elementos arquetípicos por trás Então essa diferenciação arquétipo e complexo até certo ponto ela
é meio artificial Porque incorre nessa questão do paradoxo mas incorre nesse sentido último digamos de que cada ser Humano cada um de nós é ao mesmo tempo individual vide a coisa do DNA etc e ao mesmo tempo totalmente coletivo Extremo não só coletivo Universal é a vida na Terra nós temos toda a história disso em cada um de nós agora como lidar com a atenção desses imensos opostos aí entra A grande questão do Jung aí entra um dos dos grandes das grandes dificuldades do Jung que ele tenta construir Na minha opinião é o mais bem
Sucedido de todos teoria holística No melhor sentido da palavra que Abarca esses dois opostos tá Eu já falei demais é veja que que tipo de distinção Marlon fez uma distinção pragmática na prática pragmaticamente você vai e eh ver o que é que vai dar melhor resultado é uma distinção puramente pragmática e é isso né fala Bruno eh não então é porque eu não sei eu tô com um pouco de dificuldade de definir Essa parte do complexo não se acho melhor guardar essas dúvidas para uma outra aula acho que a gente deve falar isso mais aprofundadamente
vai sim mas tipo assim eh se eu for simplificar por exemplo o arquétipo é como eu nomeio e classifico as coisas aí o complexo é quando eu tô lái lá asis tô eu tô lugar na na rua aí eu escuto a música lembro da da mulher lá da namorada e aí constela os negócios tem os afetos é isso obrigado marl ó eu Vou usar a tua primeira frase eh o arquétipo é as etiquetas que eu uso para definir as coisas o complexo é as coisas Ah tá entendi o complexo é as coisas agindo ali entendi
entendi agora agora ficou muito claro Vale Então o arquétipo a etiqueta e as pedras nas gavetas são complexos tá comple e como esses complexos possuem similaridades funcionais e estruturais pronto eu vou eu vou ficar por aqui porque aí vocês vão Eh articulando vocês tê que entender que é mais não é menos Ok não tentem simplificar tentem complexificar o conhecimento de vocês mais alguma pergunta mas de novo mil perdões vai dar 1 hora da tarde né mas eu fiquei até 3 horas da manhã fazendo esta merda desta aula lendo umas baixa em alemão saco desgraça Para
quê Para nada para nada nada para nada Alguém tem mais alguma pergunta alguém Vocês entenderam minha gente Vocês entenderam eu quero que vocês entendam eu tô cansado de gente bocó no meio engan que a gente gente eu acho que a gente tá num processo de end n é um processo a cada aula a gente vai entendendo um pouco mais eu acho isso eu tô sentindo que eu tô entendendo boa boa boa boa aana fez um comentário interessante você mencionou nossos musicais lembrei do genteo e musicais Pois é porque o l ele vai ser um estruturalista
é um Estruturalista estruturalista elétrica antes do L né antes da década de 50 né fala Cristiane gostou da Cristiane gostei gostei muito e eu não sei se se eh me veio muito isso à cabeça entendeu então depois que o marl Falou então você constela esse complexo tá dentro do do processo individual que tá dentro de di algo muito maior coletivo traz essas imagens elas vem a consciência essas imagens arquetípicas que você trabalha Elas e também tem os efeitos físicos sim porque o afeto ele ele tem uma uma raiz corporal tá então você constelado você traz
a consciência e você através de sincronicidades como ele falou entre aspas você tem essa demonstração de efeitos físicos sim inclusive efeitos psicossomáticos né porque o afeto tem uma raiz hum eh no corpo né quando um afeto tá constelado Ah a perme realidade psicogalvanômetro [Música] Que chama em Japonês é um chica chica ch Chic atropelei o Chic imenso então e outras coisas que aconteceram esse ano então por isso até morem koto Não eu moro há 1 hora me de Kyoto eu tô no meio eu tô na terra dos ninja ah ah tu tá a moro Isso
é uma cidade Caraca você mora no Japão que legalo também tô aqui chada que massa moro em iga Olha aí eu treino em judo bujin tem um meus professores mor aí no Japão é aqui é bem é bem uma cidade é bem pequenininha uma cidade Pequena é toda em volta de Montanas Então aqui tem todos os bichos tem toda essa coisa do da natureza diferente né quando eu terminar a merda do meu doutorado V Se eu ganhar uma bolsa de pós-doutorado para ir no Japão aí L visita em iga ó vem aqui vem aqui é
isso você vai até se vestir Ninja que eu passei mas não é o cas tem roupinha de ninja Fala aí não eles alugam você fazer os pontos turísticos mas eh essa questão eu queria entender então tá interligado Tá era só isso tá Tá mas é isso aqui até o final do curso a gente vai desenvolver fala luí não eu sei eu sei tá Tá legal obrigada é nós é só complementar aqui eu acho que o melhor professor e o melhor curso trazem os melhores alunos Olha aí a turma é mesmo he mes Pô vocês são
para eu tô muito impressionado vocês são para eu já tive muito aluno viu É mas assim eh é é quem quer a complexidade né quem não quer ficar no Raso né é quem sabe Ah isso aí não é para mim né ess Essa bobagem esse feijão com arroz né valeu yoran gente Gente vou falar a verdade eu não vi nas outras aulas mas eu vi as gravações vocês fazem umas perguntas que explodia minha cabeça P Aí eu falava Nossa qu simples é o negócio Pois é o o mais elev ficação é a simplicidade Mas é
isso Mais alguma pergunta mais alguma dúvida pessoal tá debandando aqui aqui é poder abandar também que eu tenho filho tenho mulher Ten tenho dois filhos cor para criar não vou ficar gostoso sozinho Tenho que treinar também valeu erac obrigada pela aula hã perdão pois é isso valeu moçada obrigado e eu espero que vocês tenham entendido anotem as suas dúvidas a aula que vem como eu consigo terminar esse negócio a gente vai falar sobre a consciência e aí termina essa primeira disciplina consciência ó consciência valeu valeu gente bom fim de Semana valeu obrigado todo mundo é
nós vu tchau