[Música] Olá pessoal tudo bem então hoje vamos paraa nossa segunda aula e na nossa segunda aula a gente vai falar um pouquinho sobre o desenvolvimento de habilidades motoras e coordenação para pessoas com teia Então hoje a gente vai começar a falar um pouquinho do transtorno espectro autista eh como o que é né como o desenvolvimento dele e e o qual é o papel da educação física com essa população vamos lá então o objetivo de hoje é discutir Como a educação física pode auxiliar no desenvolvimento de habilidades motoras e coordenação em crianças com teia Por que
crianças com teia a gente vai focar um pouquinho né nesse esse grupo que são as crianças às vezes eu vou falar dos Adolescentes né então eh a gente vai focar nessa população resultando Pode ser que em algum momento eu Comente sobre adultos Mas o foco de hoje é nas crianças e nos adolescentes Então qual que é a importância aí pra gente melhorar aptidões sociais e motoras através da atividade física ou do exercício físico também tá vamos lá então vou falar um pouquinho o que é o autismo né devem ter muitas informações internet Livros Google né
se você coloca lá vem diversos tipos de de informações né Eu trouxe um trechinho pra gente entender o que é o autismo né O que é o teia o teia é um transtorno do neurodesenvolvimento que afeta a comunicação a interação social e o comportamento e comportamentos repetitivos então Eh esse transtorno né que é do neurodesenvolvimento é do processo de desenvolvimento né tem algumas peculiaridades que a gente tem que ficar atento logo nos primeiros anos né que ele se manifesta antes dos 3 anos de idade Ah Tati mas como é que eu sei que é antes
dos 3 anos ou depois dos 3 anos um acompanhamento né com o pediatra sempre importante pra observação e as observações em casa tem algumas coisas que eu vou trazer aqui que a gente pode pensar nas observações em casa tá bom continuando aqui o que é o teia ele causa prejuízo no desenvolvimento pessoal social pedagógico e profissional esse prejuízo pelas peculiaridades né que o transtorno traz que precisa ser muito bem avaliado e observado ele traz muito nessa questão do Social e do pedagógico com algumas dificuldades no aprendizado né algumas dificuldades para interagir Então tem que est
sempre observando pra gente entender como é que tá aquele Desenvolvimento Infantil daquela criança eu tenho uma citação aqui do Dr Thiago né que tem um livro que fala bastante sobre o transtorno do espectro artista que é o seguinte o teia é um transtorno complexo e variável importante Entender seus sintomas para lidar de modo mais consciente empático eu falei um pouquinho desse consciente desse empático ali quando eu tava falando de observar como que a gente entende o que tá acontecendo por ser um transtorno bem peculiar e com diversas nuances né esse olhar é muito importante com
da Consciência em que sentido eu tenho que tá informado entender como o o teia funciona observações que eu já tenha visto ai ele não faz né O contato visual que é Uma das uma das características que é colocada dentro do diagnóstico eh então se ele não faz o contato visual eu já tenho que classificar como um um teia né não é bem assim então essa observação com consciente né empática afetuosa faz com que a gente eh consiga lidar melhor com algumas questões né se eu tenho essa essa informação eu consigo entender onde vou buscar de
que forma eu vou agir com calma né Eh sem também eh devolver pra criança ou pro adolescente Ah ele tem que fazer isso ele tem que olhar ele tem que né então é legal esse olhar aí Consciente e empático E qual é o papel da educação física né com com esse grupo a educação física vai trazer desenvolvimento de habilidades motoras grossas ou Global né como a gente pode chamar como rolar pular correr que ajudam na percepção dos limites do nosso corpo Ender esse corpo e me reconhecer como sujeito que domina esse corpo o que que
é tudo isso do corpo e falou muita coisa do corpo né Eh na nossa primeira aula eu falei uma frase vou trazer aqui de novo alimentar esse corpo nutrir esse corpo né quando a gente coloca eh habilidades motoras e desenvolve habilidades motoras né nos exemplos que eu dei de rolar pular correr que são habilidades que a gente pratica bastante ali na nossa primeira infância é o que vai nutrir e alimentar esse corpo eu vou me reconhecer eu vou entender que corpo é esse Eu vou entender como sujeito até onde é meu limite o que que
eu consigo pegar o que que eu não consigo pegar se eu consigo ficar num pé só se eu não consigo ficar num pé só como isso eu vou entender e conhecer É nesse momento é nessa faixa etária né que eu falei da infância que eu vou alimentar cada vez mais e nutrir esse corpo cada vez mais com habilidades motoras desenvolver as habilidades motoras em todos os sentidos e usando a os recursos da atividade física do exercício físico que é o papel desse profissional eu falei da coordenação motora GL Global né que é são grandes né
movimentos grandes como correr pular saltar rolar são movimentos grandes que eu vou me reconhecendo como esse sujeito e o que que que esse meu corpo vai fazer mas também tem os benefícios dessa coordenação motora fina né acho que todo mundo conhece esse a maioria das pessoas conhecem esse linguajar de coordenação motora fina que são pequenos movimentos né então vou falar um pouquinho como a gente pode alimentar e nutrir esse corpo com para essa coordenação motora fina então recortar colar montar objetos Essas atividades são essenciais no processo de aprendizagem Especialmente na escrita onde faz a criança
se sentir incluída e pertencente aquele grupo então a gente chegou num num lugar que é bem eh que se fala muito que é escola né Essas habilidades finas requer a esse caminho escolar esse caminho do aprendizado onde é importante pegar num lápis é importante pegar num giz de Sera então Essas atividades que eu dei de exemplo e podem ser outras a gente pode adaptar né que vai trazer e essa nutrição essa alimentação para essa coordenação motora então quando eu pego uma brincadeira Ah vamos recortar papelzinho Ah vamos colar então preciso ter essas habilidades de segurar
esse objeto de como eu vou segurar num primeiro momento vai ser uma forma um pouco mais e vou dar esse exemplo essa palavra grosseira né porque eu vou segurar o tubo de cola de uma maneira mais grosseira mas daqui a pouco eu já vou organizando os meus músculos para segurar de uma de uma outra outra maneira esse lápis muitas vezes vai Tá Sendo segurado dessa maneira E conforme eu vou trazendo habilidades eu vou conseguindo trazer esse movimento pro mais fino então é importante a gente nutrir né esse corpo com diversos exercícios e o profissional pode
fazer tranquilamente esse tipo de exercício muitas vezes fica a cargo das pedagogas né trazer esse tipo de exercício de recortem de colagem né de montagem com com peças pequenininhas mas o profissional de educação física também tem eh esse gabarito de trazer esse tipo de atividades outros benefícios aptidões sociais atividades em grupo promovem a socialização e a interação reconhecer os seus pares mesmo nas suas diferenças conseguir uma comunicação efetiva que o sujeito se faça entender e se e seja compreendido então Eh esse papel da educação física aqui que eu trago das aptidões sociais e se reconhecer
tá nas atividades mais em grupo né quando eh eu trabalho em grupo faço atividades mais em grupo eu consigo trazer esse Esse reconhecimento dos pares que a gente estava falando quando uma criança brinca com a outra ela consegue se reconhecer por igual mesmo nas suas diferenças né ou físicas ou não então é importante para essa socialização no trabalho né com o profissional de educação física esses trabalhos em grupo e eu consegui que aquele grupo seja companheiro um do outro que aquele grupo se ajude que aquele grupo seja cooperativo né para que a criança consiga ter
ali seu primeiro momento social né então esses trabalhos em grupo que o profissional de educação física traz né ou na escola ou em outros locais é importante para esse primeiro contato social eh da criança isso é muito interessante é o que vai traz vai alimentar mais mais uma vez esse corpo né com esse tipo de habilidade então é um processo muito bacana tá eu falei vou voltar aqui um slide eu valei um pouquinho nessa última parte que é reconhecer os seus pares mesmo na suas diferenças conseguir uma comunicação efetiva que o sujeito se faça entender
e seja compreendido então eu vou no próximo slide que eu passei aqui vou falar um pouco dessa coisa da compreensão né e de ser compreendido que é o enfoque do lúdico também atividades devem ser lúdicas e divertidas para engajar as crianças personalização das atividades conforme o nível de suporte necessário então como eu tava falando dos grupos e dessa comunicação eh interessante as atividades sempre ser lúdicas nesse primeiro momento então eu preciso trabalhar aquele grupo eh na sua socialização e de que forma Então vou trazer brincadeiras eh atividades lúdicas que mesmo com a cooperação tem a
diversão para que fique prazeroso agradável né então é interessante e a personalização das atividades conforme o nível de suporte necessário Então eu preciso avaliar Naquele grupo que eu tô trabalhando Que tipo de atividade é positiva pro grupo não adianta eu ter um grupo e trazer uma atividade cheia de complexidade cheia de regras cheia de muitas coisas que não vai trazer benefício nenhum para aquele grupo então se a gente começar de atividades simples como passar uma bola né como atividades de roda Eu acho que o benefício é maior e com o tempo aquele grupo vai me
trazendo resultados e conforme o resultado eu vou dificultando um pouquinho mais para nutrir e alimentar muito mais aquele corpo tá bom mas a ludicidade é muito importante gente porque é na lucidade É na brincadeira que sai um bastante resultado então eu vou falar para vocês né nessa aula de dois duas atividades práticas que a gente consegue fazer então a gente falou no slide anterior que era importante essa ludicidade então vou trazer dois tipos de atividade e a primeira chama pegada essa atividade tá bom E essa atividade ela trabalha a lateralidade o equilíbrio a e a
coordenação motora como isso né falando dessa atividade que eu vou trazer aqui o desenvolvimento como ela funciona ela pode ser super adaptável né eu tô falando desse jeito mas cada pessoa que vai eh desenvolver atividade pode adaptar da forma como é seu grupo Lembra que eu falei que o grupo eu tenho que avaliar avaliar direitinho como é que eu vou levar essa atividade para eles então eu trouxe dois exemplos aqui para vocês mas a adaptação pode ser tranquila para cada pessoa tá bom vamos lá como é que essa atividade vai funcionar então eu vou desenhar
no chão como eu falei ela chama pegadas vou desenhar no chão pegadas pegadas do pé mesmo desenhar pezinhos a gente pode desenhar pezinhos da maneira que a gente quiser E aí eu vou pedir pras crianças colorirem as pegadas né desenhamos E colorimos nessa parte da brincadeira né de desenhar e colorir que que eu já tô trabalhando a coordenação motora fina né eu já tô pegando no lápis preciso desenhar a pegada Preciso pintar cada uma criança pintando né Então olha o trabalho já olha o que a gente já tá fazendo Olha o profissional ali já atuando
em outros fatores que vão beneficiar certo depois que todo mundo Coloriu a as pegadas né que todo mundo desenhou a gente vai fazer o seguinte andar sobre as pegadas alternando entre direita e esquerda que que eu tô trabalhando aí lateralidade né coordenação motora Global lembra que eu falei da coordenação motora onde eu vou entender como é esse corpo como que eu consigo pisar né que se eu consigo já pô o pé direito se eu já tô entendendo que é direita que é esquerda né então com essa atividade já tô alimentando e nutrindo esse corpo com
mais uma atividade né mais alguma coisa então como é que vai como é que vai funcionar a brincadeira então vou Pintei as pegadas no chão e aí a galera vai andar como um pé direito um pé esquerdo um pé direito um pé esquerdo tá muito simples você vê que a atividade é muito simples né Sem muitas regras que é pro entendimento né e expli a explicação sempre tem que ser bastante Clara que é legal e para incrementar né incrementar a nossa brincadeira criar uma história lúdica por exemplo caminhando para um reino encantado Então qual é
a graça da brincadeira Ah se eu pôr só a pegadinha lá e as Crianças andarem fal assim ah mas a gente só andou e acabou Pronto né aí que enta um pouquinho a criatividade do profissional então vamos criar uns podemos criar um cenário onde nós vamos descobrir um reino onde a gente precisa fazer essas pegadas para eh chegar até o tesouro então contar uma história reunir as crianças eu posso fazer uma contação de história antes né de fazer as pegadas eh e contando essa história agora a gente vai pro caminho onde a história falou e
a gente precisa fazer essa pegadas para que todo o mundo eh chegue junto ao final então incrementar a brincadeira ajuda muito e aí a criança vai o quê nutrindo esse cérebro com criatividade com imaginação Então ela já imagina esse reino onde eu tenho que chegar né eu vou fazer as pegadas e já ajudo então a essa atividade se a gente ler na íntegra é muito simples Nossa só isso desenho pegadas e and e acabou não Eu Posso acrescentar muitas coisas né da pegada muitas coisas podem sair se vocês viram que muitos trabalhos foram feitos só
com uma atividade né então sejam criativos na hora de montar as atividades né pensem Como eu posso trazer uma atividade simples mas que vai trazer muitos benefícios independente das regras né como que vai ser então tenham esse pensamento incrementem sejam muito criativos lúdico é muito legal e uma segunda atividade que eu vou trazer para vocês vamos lá chama gosto do meu amigo gosto do meu amigo como será que é isso vamos lá trabalhar ela trabalha socialização afetividade a comunicação e a linguagem e coordenação espacial olha bastante coisa numa atividade só hein então trabalhar a socialização
pense no grupo que a gente conversou eu vou estar interagindo com os os meus pares ali as crianças afetividade a Uia né no transor espectro artista tem essa questão né Traz essa dificuldade muito do contato né do toque então com o tempo e com a observação e com o vínculo que eu vou criando né com aquele grupo eh ela vai desenvolvendo um pouquinho essa atividade conforme as atividades vão acontecendo e o vínculo que vai sendo criado né a comunicação nessa atividade eu vou precisar falar vou precisar me comunicar como é que isso vai aparecer Então
já tô trabalhando um pouquinho dessa comunicação que às vezes também traz um pouquinho de dificuldade né paraa população con teia às vezes não consegue falar palavras específicas ou entendimento da comunicação né então é uma atividade que vai ajudar bastante na linguagem né n como que isso também vai beneficiar e a coordenação espacial a coordenação espacial é saber Ah para que lado que eu vou se eu vou mais pra frente se eu vou para trás né entender como é que vai ficar Então como é que essa brincadeira vai funcionar então eu vou formar um círculo com
as crianças né E aí cada criança vai fazer um círculo ao redor de si mesmo Desenhando no chão então círculo grande e cada uma um círculo menor eu já vou dar uma dica de adaptação você pode ou fazer um círculo grande cada uma dentro de um círculo ou você pode colocar as crianças em lugares diferentes com um círculo no chão desenhado e elas estando dentro então dá para fazer dessa maneira também tá você pode fazer o círculo grão ou espalhar as crianças do espaço dentro de um círculo certo cada um que tá dentro do Círculo
que foi desenhado no chão né E vai dizer pro amigo da esquerda Se isso tiver num círculo grandão Então vou dizer pro meu amigo da esquerda ou a esquerda depende da esquerda de como vocês estão me vendo e eu gosto do meu amigo porquê E aí a gente vai pedir pra criança falar um uma questão positiva do que eu gosto do meu amigo certo e porque a gente vai querer que essa brincadeira se torne uma questão positiva vamos trazer benefícios positivos então meu amigo da esquerda eu vou virar para ele e falar eu gosto do
meu amigo porque ele é legal eu gosto do meu amigo porque ele é engraçado e assim cada criança vai falando eh um aspecto positivo do que gosta do seu amigo com isso a gente tá trabalhando a questão do contato visual porque eu tenho que virar e falar com o meu amigo a gente tá trabalhando essa fala nessa comunicação se eu tiver com as crianças espalhar né Aí eu posso direcionar de uma forma Ah eu falo pro meu amigo da frente eu viro pro meu amigo que tá atrás de mim então também eu tô trabalhando essa
questão espacial onde é que tá o meu amigo da frente onde é que tá meu amigo do lado e até todo mundo todas as crianças falarem o aspecto positivo porque gosta do seu amigo né O que que qual o as questões positivas então toda até todas as as crianças falarem né Quais são os aspectos positivos porque eu gosto do meu amigo então eu dei esse exemplo dessa brincadeira Mas podem ser outros né Eh Ou vocês podem adaptar conforme for a realidade de cada um de vocês tá bom eh Vamos pensar que esse essas esses dois
exemplos de brincadeira eh trazem esse contexto lúdico que a gente falou né trazem eh essa esse momento de socialização com os amigos então é interessante a gente pensar quais tipos de brincadeiras não esquecendo sempre que a gente tem que avaliar muito o nosso grupo né Que grupo é esse quais atividades eu consigo trazer tá bom eh então a gente tá partindo um pouquinho pro finalzinho da nossa aula então Vamos retomar e discutir um Pou pouquinho do que a gente conversou nessa aula de hoje falar um pouquinho das experiências e desafios da prática com crianças com
teia e refletir sobre a adaptação das atividades conforme o nível de habilidade e suporte essas experiências né Eh eu como profissional de educação física tive muitas experiências com crianças com teia crianças eh de nível um ou de nível três né que é é um um pouco mais grave eh as experiências nunca são eh fáceis precisa de um processo de adaptação tanto do profissional como da criança que a gente tá atendendo né já tive experiências de tratar no individual como em grupo então cada forma de atendimento né de que você vai atender aquela criança Ou aquele
adolescente é rica né como eu falei tanto em grupo como individual mas é um processo né gradativo uma coisa muito bacana que que dessa vivência né das experiências é muito vínculo é muito o que qual é o processo que você vai estabelecer com aquela criança quais os resultados né que você vai estabelecer com aquela criança então e cada momento de atendimento em grupo individual eh é bastante enriquecedor eh eu tô aqui falando para vocês né dessa minha vivência e tô lembrando de uma história de onde eu trabalhava eh num local de saúde eh um um
capis infantil não sei se todos conhecem eh esse tipo de estrutura Mas é bem conhecido em toda a região e nesse local estávamos um atendimento no momento mais lúdico né da da de uma brincadeira eh com as crianças um pouco mais livre né brincando e tinha um escorrega né na no local e essa criança foi des escorrega tranquilamente desceu já tinha colocado os pezinhos no chão para sair do Escorrega não tinha nenhum problema mas quando ela saiu né num garotinho quando ele saiu eh ele tropeçou acho que no próprio pezinho dele mesmo e na queda
ele quebrou o braço Nossa aquilo foi tenso porque né um menino com autismo ele tinha pouca comunicação ele era um pouco mais grave e a gente teve que correr né para imobilizar então eu e mais uma profissional ali fizemos a imobilização para levá-lo né para para socorrê-lo e eu tinha muito vínculo com ele né nos atendimentos era era bem bacana a nossa relação né e e ele tava com muita dor né Tadinho e nessa questão na hora que eu depois da ação eu peguei no colo para levá-lo ele devia est com muita dor que o
vínculo ele tentava me morder mas ao mesmo tempo não fazia mas ao mesmo tempo não não não fazia força né na mordida ele tentava me morder mas não fazia força porque ele não queria me machucar mas ao mesmo tempo tava sentindo dor e a gente conseguiu né atendê-lo deu tudo certo levou o bracinho dele ficou ok né teve que imobilizar engessar mas só para vocês terem ideia desse vínculo ele entendia que eu tava socorrendo ele já tinha essa percepção que eu tava socorrendo E ajudando mas a reação dele com a dor como ele às vezes
não como ele não conseguia se comunicar muito bem com a fala né ele tentou a mordida mas ao mesmo tempo ele não queria fazer força porque ele sabia quem eu era e o que eu estava fazendo então só para vocês terem uma ideia é de como o vínculo ali desse processo e essa avaliação que você vai fazendo com com a com aquele grupo de pessoas ou no atendimento individual é tão rico né E a nossa última parte aqui da reflexão é refletir sobre a adaptação de atividade conforme o nível de habilidade como seria acho que
cai muito bem no que eu tava falando se aquele grupo tem habilidades que eu consigo trazer atividades mais complexas bacana vou levar E aí vou enriquecendo e alimentando mais esse corpo se eu tenho um grupo ou né um atendimento individual que as habilidades são menores Então qual é o meu papel como profissonal enriquecer as habilidades menores porque se ele tá com poucas habilidades Eu Preciso enriquecer para eu conseguir trazer habilidades e maiores para ele tá certo Então pessoal vamos fazer um pouquinho aqui como iniciei falando um pouquinho na da durante a aula um resumo e
algumas ex implicações que a gente pode dar dessa questão do trabalho de coordenação e habilidades né a gente falou muito da coordenação motora tanto grossa como fina Então vou trazer para falar um pouquinho de coisas habilidades ou atividades que a gente pode fazer se a gente for falar um pouquinho da coordenação motora Global né da coordenação motora grossa como todo mundo fala eu dei alguns exemplos de pular eh saltar correr e que tipos de atividade a gente pode fazer eh durante e essas eh essas habilidades de coordenação motora grossa então vou falar se eu for
falar de rolar então a gente pode trabalhar o quê n o profissional de educação física pode trabalhar o quê eh rolamento aquela famosa cambalhota ou antes de chegar na cambalhota a gente pode podemos fazer um rolamento que é simplesmente rolar aleatório da maneira que a criança achar melhor para para começar esse movimento para começar a nutrir esse corpo então coloco o coxon em algum lugar no espaço da sala onde eu tiver ou se eu já tiver uma sala da adaptada né com tatame alguma coisa então vamos a brincadeira vai ser rolar então primeiro rolar aleatório
livre sem eh nenhuma nenhum direcionamento nenhum comando direcional então rolei livre depois eu vou começar a me adaptar nesse rolamento que que eu vou fazer nesse rolamento aí vou começar dar alguns direcionamentos então eu tenho que ficar na tal posição né tem que pôr a cabeça em algum lugar né Normalmente quando a gente vai ensinar um rolamento né os profissionais de educação física quando vai ensinar um rolamento a gente coloca a criança mais próximo do chão pede para colocar a cabeça um pouquinho mais próximo do tronco pra gente formar aquela bolinha do corpo para ela
começar a rolar então aí a gente já tá dando o quê direcionamento na atividade quando a gente fala de rolamento né esse papel da do educador físico nesse trabalho quando a gente vai falar de pular né Que tipos de atividade a gente pode falar de pular da mesma maneira que a gente falou do rolamento a gente vai fazer com o pular a gente pode começar com saltos aleatórios Então a gente vai pular né aleatório Ah brincadeira é pular no quando der o comando para pula lei Quando eu der o comando para aí eu posso iniciar
colocando alguns objetos né então posso colocar bambolês Então na hora de pular Eu só posso pular dentro do bambolê tô caminhando e pulo dentro do bambolê eu salto aí eu vou acrescentando outros objetos né para ser um momento gradativo nessas atividades de desenvolvimento Global nessas atividades que vão trabalhar o corpo inteiro quando eu falo de corrida criança ou adolescente adolescente nem tanto né mas criança adora correr Então falou que é para correr é com eles mesmos então nas atividades de corrida aí que tipos de atividades eu posso fazer eu posso iniciar com as brincadeiras como
um pega-pega né outros tipos de brincadeiras que são mais conhecidas pelas as crianças que t a corrida né então vou começar bem do simples pro mais complexo depois eu posso colocar tarefas nessas corridas né eu posso colocar Ah agora nós vamos correr em duplas até o final ah agora nós vamos correr eh saltando os objetos aí o que que eu fiz eu já unir uma atividade com a outra unir aquela atividade de saltar de pular com corrida então eu já dificulte a o processo então eu alimentei aquele corpo né com uma atividade Global né já
dei alguns indícios e já comecei eh dificultar unind uma atividade na outra eh na coordenação motora fina vamos pensar em alguns tipos de atividade eu falei para vocês né que de alguns exemplos como colar recortar montar objetos que tipos de atividades né dentro da coordenação motora fina eu posso desenvolver no recortar pode ser alguma coisa que eu tenha uma figura não é que eu tenha que recortar fazer algum pode ser figuras aleatórias com como ondas quadrados aí formas geométricas então eu vou pegando do mais simples de uma linha reta até mesmo a formatos mais abstratos
para ir dificultando e alimentando esse corpo com essa habilidade o interessante na coordenação motora finina é que é a gente na atividade de col lá eu posso começar com atividades grandes até atividade pequena né é diferente você vê normalmente a gente começa com coisas pequenas para ir pras grandes né ou habilidades pequenas para ir pras grandes mas de mais fáceis pras mais complexas mas nesse caso não nesse caso da colagem interessante começar com grande então vou colar um papel grandão né então coloquei na mesa papéis grandes então depois eu vou colar eh menores aí eu
vou começar a dimensionar né colocar um quadradinho tem que colar o papel lá dentro eu vou depois eu começo a diminuir coisas pequenas para que do grandão Eu Comece a ter habilidades menores tá bom e montar objetos o montar objetos também eu sempre vou começar do grandão né da de blocos grandes então vou colocar um bloco em cima do outro eh vou montar objetos de encaixar grandes né vou encaixar um objeto em cima do outro para depois eu chegar nos objetos menores Então as os dois tipos de atividades no no papel do educador físico que
traz eh esse essas habilidades alimentando esse corpo eh É bem interessante Então o que a gente já conversou Essas atividades seriam bem interessantes para esse tipos esses tipos de habilidades na coordenação motora grossa e na coordenação motora fina das que a gente falou um pouquinho do papel do educador das aptidões sociais atividades em grupos que que promove a interação né Então quais tipos de atividades em grupo que a gente pode fazer para promover essa socialização diversas tem muitas habilid muitas atividades em grupo atividades como brincadeiras de roda né musicais até mesmo que a gente vá
colocando as músicas a gente já tá trabalhando um pouquinho dessa fala a gente tá trabalhando essa comunicação em entendimento e compreensão né Então as brincadeiras de roda são grandes atividades que a gente pode colocar para essa questão da socialização né Isso é muito interessante quando a gente tá falando também lá que eu já tinha comentado do papel do educador físico de reconhecer seus pares mesmo em suas diferenças né entender e ser compreendido se encaixa muito nessas nessas atividades de roda que eu tava falando de de socializar por ele vai reconhecer esse sujeito eu vou entender
como aquela brincadeira funciona Tá certo então acho que é um alguns exemplos de atividades que a gente possa podemos né fazer eh com as crianças dentro desse papel então não se esquecer que o importante é a gente eh avaliar bem né como que tá sendo eh esse grupo e esse sujeito para trazer uma boa compreensão e atividades que vão ser prazerosas então esse resuminho e essa esses exemplos de atividades eu acredito que vai ajudar você que tá assistindo no processo de de fazer né esse grupo para uma evolução tá bom Espero que esse exemplo de
atividades que eu dei né para essas habilidades de coordenação motora e coordenação motora fina sejam positivos para vocês então espero que ajude muito espero você na próxima aula e até mais m