e retomando aula anterior onde a gente viu o a partir da hemostasia fisiológicas e fisiopatológicas do processo hemostático agora a gente entra de fato na parte da farmacologia dos antiglicantes anticoagulantes e fibrinolíticos porém importante reforçar o quanto entender esse processo fisiológico entender as etapas da hemostasia primária de vamos fazer secundária permite a compreensão e a forma adequada de escolha desses medicamentos nas doenças que envolvem esse esse processo a gente vai começar a pelos medicamentos anti agregantes dentro dos medicamentos anti agregantes não tem como eu deixar de falar novamente sobre aquele ligação proprietário e aqui a
gente tem esforço todo o processo que a gente já tinha vicinal no interior então o processo de lesão endotelial é a expressão de fatores que estimulam agregação proprietário e do fator tecidual que é o responsável pela ativação da cascata de coagulação então aqui a gente tem as plaquetas e liberando substâncias que são responsáveis pelo processo de agregação plaquetária e aqui a gente tem já o processo completo onde eu tenho a ligação de uma plaqueta com a outra a eloa mas quais são esses alvos terapêuticos para utilização de antiagregantes tudo aquilo que possa limitar esse processo
pode ser um alvo terapêutico e aí por exemplo a gente tem que ir a serotonina e é uma substância liberada que gera vaso constrição e a vaso conceição ela gera agregação plaquetária só que a serotonina lá a gente versus outros lugares no corpo então quando se pensa em algo therapy oi gente tem que lembrar do local aonde gente quer que esse medicamento haja mas também é importante entender que se ele tiver outras ações fisiológicas a gente tem uma chance maior de eventos adversos então quanto mais específico for quanto mais direcionado o processo que você quem
teve melhora esse medicamento e este começa a falando oi nete o processo de agregação plaquetária e aí a gente começa a falando ah esse quem que é uma s.o.s. é um anti-inflamatório não esteroidal conhecido como ácido acetilsalicílico e que tenha essa atividade antiagregante plaquetário mas como ele funciona e qual é o diferencial dele frente aos outros antiinflamatórios é que o aécio e riam medicamento que promove uma ligação irreversível a cicloxigenase e ele tem uma seletividade em baixas doses a cicloxigenase do tipo um lembra que na aula passada comentei com vocês sobre a cicloxigenase do tipo
um presente na plaqueta e a cicloxigenase do tipo 2 presente nem do império nesse caso o wesley tem essa seletividade essa afinidade pela cicloxigenase do tipo 1 e ela e ele promove essa inibição de forma irreversível e ai lá mas existem outros anti-inflamatórios que também tem essa capacidade de inibição da cicloxigenase do tipo um porém esse diferencial de promover uma ligação irreversível e aí considerando a plaqueta ela tem todo o efeito que é gera uma resposta bem diferente quando a gente utiliza outros antiinflamatórios porque na verdade a plaqueta marcelo ela é oriunda de um megacariócito
e aqui a gente tem um componente celular a gente tem né hum eu não sei como dizer acho que até uma de fato né mas a teclado do celular e na verdade não tem núcleo ele participa ele tem uma participação extremamente importante na hemostasia mas ele é a no criado então tudo o que for inibido principalmente de forma irreversível na plaqueta ele permanece até relação dessa pra que isso quer dizer o que eu a essa ele tem um efeito mais ou menos antiagregante plaquetária em torno de sete a dez dias que esse justamente o efeito
o tempo né de permanência dessas plaquetas o outro fato importante é que o aécio quando ele é utilizado ele normalmente a dose antiagregante varia né 75 até 325 mas no brasil a gente tem a forma farmacêutica de 100mg então a gente tem uma faixa de antiagregação e o que que é relevante que quando a gente utiliza uma dose de 100 mg a gente não tem uma inibição sem por cento das plaquetas a gente tem uma inibição intermediária é quando eu promovo a utilização de um abs que é um medicamento de ligação irreversível que tem um
efeito prolongado fazer uma inibição de 100 porcento acaba gerando risco aumentado de hemorragia então a dose de 100mg é uma dose segura e ela consegue promover esse efeito antiagregante é sempre mover grandes eventos hemorrágicos ok então o aécio acetilsalicílico ele vai me via cicloxigenase do tipo um presente nas plaquetas consequentemente eu não vou ter a formação do tromboxano e aí o tromboxano a2 ele é um grânulo responsável pela ativação da agregação plaquetária como a gente já viu e aí não tendo esse essa substância eu tenho parte da ativação da agregação plaquetária inibida é isso que
o s faz ele inibe a formação de uma substância que é responsável pela ativação da agregação plaquetária automaticamente eu não tenho 100 porcento da expressão do meu receptor responsável pela agregação plaquetária o receptor gp2 b3 lá tá bom lembrando sempre que lá é se ele é um medicamento que ele age na plaqueta inibindo a formação de tromba opcional dores e quais são outras informações relevantes e importantes que a gente precisa ter em relação ao as por ser um anti-inflamatório não esteroidal a gente precisa lembrar que ele inibe para que é desculpa inibe cicloxigenases a um
via cicloxigenase preferencialmente nesta dose que a gente colocou ele mas mib cicloxigenase do tipo 1 que também é responsável e a gente também falou na rua passada é só da produção da praça de ondina é responsável pela proteção gástrica então alguns pacientes que possuem uma sensibilidade maior mesmo em doses mais baixas que a doses utilizadas aqui como antiagregante plaquetário e não colar era a utilização do aécio porque tem esse desconforto gastrointestinal além do que o aécio é uma ácido então ele em contato com a mucosa estomacal ele também gera se e o que que a
gente precisa reforçar que o aécio de base né de efeito farmacológico primário ele é um anti-inflamatório não esteroidal e ele tem como mecanismo de ação a inibição da cicloxigenase ponto ele é um astro e tudo isso pode em pacientes que são mais suscetíveis geraram desconforto gastrintestinal qual é a estratégia que a gente tem para poder minimizar isso uma primeira estratégia é utilizar o aécio após a refeição que durante o processo de refeição a gente tem todo uma estimulação fisiológica de proteção da mucosa e nesse momento que eu tenho a liberação do ácido clorídrico mas eu
tenho também a participação de outras substâncias de outras enzimas que acabam diminuindo o contato direto do aécio como coza além de diminuir também é a velocidade de absorção mas como é um medicamento que ele e isso acaba não tendo impacto no seu resultado terapêutico a segunda estratégia é uma estratégia farmacêutica é uma tecnologia farmacêutica onde você desenvolve é formas farmacêuticas tamponadas então é chamado a é se tornando que que é isso ele perde essa característica é inicial de ácido para que ele consiga atravessar a mucosa e ela atravessar a mucosa ele não gere no momento
da ingestão do medicamento ele não gere esse desconforto local só alguns pacientes a utilizar depois do almoço ou utilizando a essa tamponado eles acabam não apresentando mais o desconforto gastrointestinal ok ea terceira situação que é importante também relação ao é se equipou gerar né esse efeito de diminuição da agregação plaquetária o a esse pode ir à hemorragia bom então todas as vezes que um paciente for passar por um procedimento cirúrgico mesmo que seja um procedimento cirúrgico menor né a gente tem ali a extração de dentes procedimentos odontológicos é sempre importante o paciente suspender o uso
desse a esse por pelo menos 7 dias de 5 a 7 dias para não ter este efeito antiagregante durante esse procedimento cirúrgico e após durante o procedimento o processo de recuperação tão o ácido acetilsalicílico ele é um excelente medicamento não tinha elegante mas se não for utilizado se for utilizado desculpa durante alguns processos onde eu preciso dessa agregação plaquetária automaticamente eu vou ter um processo hemorrágico é o mesmo princípio só que de uma forma diferente da dengue hemorrágico quando eu tenho um paciente com suspeita de dengue eu automaticamente se ele tiver e não do aécio
preciso entender porque o que a própria doença ela gera uma diminuição das plaquetas isso é uma característica da dengue se eu tenho além da diminuição das plaquetas eu tenho uso do a esc promove essa ligação irreversível a chance de desenvolvimento de hemorragia e de piorar a situação de um paciente porque dengue também promove né existe esse risco de hemorragia acaba sendo maior então todo paciente que tem suspeito de dengue tem que suspender o aécio durante esse período por quê que existe o risco de agravamento da doença ok então a essa é um medicamento barato a
essa um medicamento fornecido pelo sus o a essa é o medicamento seguro apesar dessas reações adversas que eu apresentei ele é o medicamento seguro e efetivo então entrando naquelas nossa os discos né que eu falei isso é importante de vocês buscarem no momento da prescrição é eu tenho pacientes que necessitam utilizar esse medicamento seja ele como prevenção primária secundária que a gente vai falar na parte clínica é da dessas classes medicamentosas é ele é efetivo ele consegue diminuir agregação plaquetária ele é um medicamento seguro apesar dessas reações adversas o risco de hemorragia é pequeno a
gente só tem que tomar alguns cuidados em determinados procedimentos ele é um medicamento disponível no sus então acesso é mais tranquilo e a gente pode orientar porque o wesley é utilizado uma vez é um dia então isso também facilita a adesão e aí a gente consegue cumprir os princípios para uma boa prescrição de medicamento ok ah mas isso não paciente não tolerar uece se o paciente não poderá uma segunda opção terapêutica são justamente os inibidores de adp que são esses medicamentos eles são medicamentos que inibem o receptor de adp a gente viu que o aécio
ele inibe a formação no tromboxano a2 neste caso agora a gente vai ver a inibição do receptor de adp consequentemente eu não vou ter que ele é um antagonista emily ele vai pedir a ligação da dp no seu receptor automaticamente eu não tenho a cascata fisiológica e e eu não consigo gerar uma formação uma expressão do receptor de fibrinogênio então eu de forma parcial quando eu promovo a inibição desses receptores de adn e o parcialmente diminui o parcialmente o impeço a expressão desse receptor gt2b 3 anos e quem são esses representantes dessa classe a gente
tem a ticlopidina clopidogrel prasugrel e a gente tem também o ticagrelor tá eu não coloquei aqui mas depois eu acrescento para vocês que que esses medicamentos fazem pelo que eu falei para vocês ele se me vêm de forma direta o receptor então a farmacodinâmica mecanismo de ação deles exatamente igual todos eles tem o mesmo mecanismo de ação o que que difere o medicamento do outro primeiro a ticlopidina ele é um pro fármaco da mesma forma que o clopidogrel é só que eu te que eu pedi numa ele tem uma característica uma reação adversa de discrasia
sanguínea então termos de segurança a ticlopidina ele ela não tem essa uma segurança tão efetivas então adequada pensando nos pacientes que vão utilizar então os estudos clínicos que a gente tem ele vai comparando efetividade né ele vai comparando então ele comparar as características do medicamento consegue promover o que se era esperado mas ele também com para a segurança então entra ticlopidina e o clopidogrel que também é um profarma ele é tipo pedindo é menos segura então o corpo do grell hoje é um medicamento de escolha quando o paciente ele não tolera o ácido acetilsalicílico ou
quando eu necessito de uma dupla ou tripla até é tão dentre os inibidores de setor de dp a gente tem quatro representantes mas de forma específica assim mas é usual a gente ainda hoje utiliza mais o clube do remo e como eu falei ele é um medicamento que ele é um profarmaco automaticamente ele tem um início de ação um pouco mais lento e isso é um fator negativo quando a gente busca mais rápida antiagregação então muitas vezes eu preciso utilizar uma dose de ataque maior para conseguir promover o efeito antiagregante que eu busco e os
eram profarmaco ele necessita de uma metabolização mediada pelas enzimas do citocromo p450 ele tem essa característica de necessitar dessa ativação automaticamente ele tem maior risco de interação medicamentosa e os carros que utilizam é esse conjunto de enzimas do citocromo p450 eles correm esse risco no caso do gabriel a acip é a cip 26 19 que é mesmo enzima utilizada pela os inibidores da bomba de prótons quê que isso pode ocasionar e qual é o problema em relação a isso é que todas as vezes que o paciente utiliza o clopidogrel e também utiliza o inibidor da
bomba de prótons ele pode ter uma diminuição do efeito do clipe do grau lembrando ele é um profarmaco ele é um medicamento que ele precisa dessa ativação para poder conseguir promover o seu efeito farmacológico e automaticamente essa enzima ela está promovendo um outro uma outra metabolização existe uma competição e consequentemente a gente tem aí uma diminuição do efeito farmacológico o hotel é uma atenção sempre que paciente utiliza esse medicamento verificar se ele também não utiliza o inibidor da bomba de prótons um em especial que tinha comentado na aula que a gente fez quinta-feira eu sempre
gosto de colocar aqui inibidores da bomba de prótons eles são medicamentos necessários mas infelizmente a gente tem um uso irracional que que acontece todos os vezes que um paciente interna normalmente os prescritores deixam já li o inibidor da bomba de prótons como protetor como medicamento no caso de uns três fisiológico stress escatológicos ele já tá ali prescrito caso paciente venha necessitar então muitas vezes o paciente internado ele utiliza o inibidor da bomba de prótons mesmo que ele não tenha como doença de base como né não tem um histórico de alguma doença do trato gastrintestinal e
não tem uma doença do refluxo gastresofágico ele não tenha uma gastrite ou mal úlcera então mesmo assim ele acaba utilizando um inibidor da bomba de prótons então quando você estiver em um paciente que internou por uma síndrome coronariana e tem essa necessidade de ficar internado observar o tomar esse cuidado de se ele for utilizar um copo clopidogrel não utilizar o inibidor da bomba de prótons e um outro fator importante é que por ser um medicamento que a população já conhece né é de uso corriqueiro de grande parte da população é muitas vezes os médicos esquecem
suspender quando prescrevem quando eu tenho um tratamento específico eu tenho que ter início aí sim algumas formas doenças crônicas eu não tenho sim exato mas no caso do uso do omeprazol normalmente a gente tem data para terminar esse isso não foi dito para o paciente ele acaba utilizando omeprazol a dieta para o resto da vida tá bom então sempre que vocês forem para escrever pelo que deu grew observar se ele tem o uso corri o inibidor da bomba de prótons e nas internações tomar cuidado no momento que vocês podem prescrever um protetor gástrico tá bom
com relação ao prazo girl e o ticagrelor ó eles são dois medicamentos que em termos de efetividade eles são semelhantes ao clopidogrel apesar por exemplo do prazo girl ter uma biodisponibilidade muito melhor que o clopidogrel ele também é um profarmaco mas ele tem uma impacto bem menor quando eu falo e simples comparado com clopidogrel então em termos de biodisponibilidade em termos de interações medicamentosas o prazo grew ele tem um efeito menor e o ticagrelor ó ele não é um profarma que então eu consigo ter menos impacto indo quando a gente fala estocolmo p450 e ele
tem o início eo término e não conseguindo fazer com que o prescritor ele perceba quando é quando eu tenho esse efeito iniciado quando eu preciso terminar esse efeito medicamentos que você demora demais a quando você tem que ele mantém esse efeito farmacológico corre-se o risco do paciente tem alguma reação adversa e e ela se estender por que o efeito do medicamento continua mesmo e na suspensão dele que é o que acontece com a ticlopidina e é o que acontece com o objeto ok então esses são os representantes dos inibidores de adp reforçando que eles agem
antagonizando inibindo o receptor de atp na plaqueta impedindo é a parte da estimulação desse receptor de glicoproteína aqui que é o receptor do fibrinogênio e continuando a gente tem os inibidores de gp2 b3 a e quem são esses são justamente aqueles que agem diretamente no receptor de fibrinogênio então ele acaba sendo extremamente mais específico quando a gente fala em agregação plaquetária porque ele age direto no local aonde o fibrinogênio se liga lembra que eu falei também na aula passada aqui segurando a gente ele é uma molécula que ele tá ali na corrente sanguínea se eu
não tenho essa essa molécula se eu não tenho desculpa o receptor eu não consigo promover essa ligação de uma plaqueta com a outra então aqui você deixa de ter esse receptor ativo olha aqui então eu tenho a presença eu dou desses inibidores que agem de forma direta impedindo com que o fibrinogênio se liga ao seu receptor os dois principais representantes que a gente tem desses inibidores desse tipo de receptor é oab xxvii mab ea tirofibana o mais utilizado aqui no brasil é o hábito esses imab tá bom mas a gente tem uma característica que é
o culto então apesar de eles terem medicamentos mais específicos a gente tem um custo muito alto o risco de hemorragia maior então eles não são medicamentos de primeira escolha todos os dois eles são parenterais é o hábito esses imab como o próprio nome diz ele é um anticorpo monoclonal então ele tem uma tecnologia envolvida o que encarece mais ainda o seu o preço desse medicamento e e ele acaba os dois acabam sendo mais utilizados quando o circo ou quando eu tenho não uma inadequação com aécio tem uma não consigo utilizar o laércio quando eu não
não consigo utilizar um inibidor de receptor de dp a minha terceira opção acaba sendo esse tipo de medicamento porém existem algumas situações bem específicas clínicas em alguns tipos de cirurgias cardíacas que se faz o que a gente chama de terapia tripla antiagregante então eu inibiu tromboxano usando a s e o inimigo adp utilizamos antagonistas de adp e eu e igor esse receptor gp 2-b 3-a promovendo uma tripla antiagregação ah mas esse é um risco muito grande porque porque aí eu aumento de forma significativa o risco de gerar algum processo hemorrágico ok a extensa eu vou
parar aqui e aí a gente dá continuidade na próxima com os anticoagulantes