Olá o meu nome é José Pedro calus e sou o aluno de 27189 do instituto politécnico de Beja do curso de turismo sustentável e bem-estar estamos a fazer os trabalhos da disciplina de planeamento estratégico e marketing territorial pois bem Este é terceiro o terceiro desafio e neste terceiro desafio tivemos que vamos falar do que é o planeamento estratégico bem comecemos A análise eh desta frase ou destas duas palavras planeamento tem a ver com com uma com qualquer coisa que vai acontecer no futuro e portanto qualquer coisa que temos que e escrever hoje pensar hoje planear
lá está para que venha a acontecer portanto é qualquer coisa que nos remete para a frente mas além desta palavra temos a palavra estratégica a palavra estratégico tem uma história interessante é uma palavra que vem de uma palavra de origem grega em que se divide como normalmente são palavras justapostas em que strateg Stratus Stratos quer dizer o nível mais baixo o piso hh aquilo que que suporta e atendendo que ela foi pensada do ponto de vista militar estes Stratos eram digamos as tropas o povo agentes os exércitos e depois a palavra agem ou agem é
a palavra de que quer dizer condução rota é daí que também vem a palavra viagem quer dizer a condução o sítio Para onde vamos e portanto este agem quer dizer também a a gestão como é que se G esta como é que se g e portanto como é que se Ger é daí também vem a palavra general é aquele que Ger os Tratos e portanto palavra estratégia quer dizer a forma como os líderes conduzem as massas bem Esta esta esta foi apenas um apontamento histórico para de onde vem a palavra estratégia mas nós falamos tanto
disto nesta disciplina que acho que é é importante é importante este Rigor algum Rigor este Rigor histórico bem mas e como é que ela nasceu sim terá nascido na Grécia picles terá aplicado estratégias na condução Alexandre o Grande depois no Século IV antes de Cristo eh da mesma forma eh criou todo um conjunto de estratégias que ele conhecia que os seus líderes conhecia mas do ponto de vista Empresarial do ponto de vista do planeamento estratégico tal como nós o estamos a abordar nos nossos dias ele nasce realmente com a diversificação das atividades que foram dadas
pela indústria e depois pelas pelos períodos pós-guerra pelos períodos de inovação e e tipicamente há embora o século XIX seja pode-se dizer que já havia o o que se pode chamar a pré-história da Estratégia industrial ou comercial é realmente nos anos 20 que que no pós primeira guerra mundial o desenvolvimento dos países nomeadamente nos Estados Unidos começam a sistematizar nas academias e a Harvard Business School foi mestre nisso foi realmente de como criar várias estratégias do ponto de vista indal no entanto também em Harvard mas já nos anos 90 os grandes Mestres anos 90 início
dos anos 2000 dois Engenheiros Gordon and keplar conseguem H sistematizar um conjunto de regras de planeamento estratégico para as empresas que são a base eles vinham um pouco daquelas escola dos pensadores dos anos 80 dos anos 90 do início dos anos 90 Mas eles realmente sistematizam esta questão e portanto a estratégia está muito baseada nesta questão da diversificação há há há há muito mais modelos há muito mais coisas a fazer e portanto a estratégia é importante para criar rotas ou seja ela tem que ser definida ela tem que ser criada para que se Entenda como
é que se gerem as organizações ainda mais em planos de competitividade e portanto o o o os elementos essenciais da do planeamento estratégico portanto da conceção do desenvolvimento de uma estratégia são tipicamente três a visão a ação e a avaliação e esta avaliação é muito importante a visão quando aqui falamos não é uma visão da bola de cristal não é uma visão dos mágicos que adivinha o futuro esta visão é a chamada visão Empresarial ou visão institucional ou visão política e ela tem a ver com com tá baseada nas pessoas que a definem e portanto
a visão tem que estar baseada em dois grandes alicos um qual é a missão da instituição que é gerida por por essas pessoas qual é a missão Portanto o que é que é o seu o seu digamos o seu código e depois dos valores que guiam essa missão os valores que estão muito Associados aos valores das pessoas que a pensam e portanto a visão é é é digamos que com a mistura desse cimento faz com que defina quais os parâmetros de de e de de de de atividade e portanto da ação a ação é o
desenvolvimento dessa visão ou seja aqueles conjunto de parâmetros mais ou menos genéricos depois têm que ser traduzidos em ações concretas que vão acontecer e finalmente a avaliação a avaliação é perceber se as ações que foram tomadas corresponderam à visão que tinha sido que tinha sido que lhes tinham dado origem e portanto ela as avaliações a avaliação tem um efeito bom ou de eh validação Isto é sim senhor as coisas estão a correr tal como tinham sido previstas E aí normalmente ela faz recuar de novo até à visão porque naturalmente a visão tem que se tornar
uma visão mais ambiciosa se se atingiram todos os resultados então não tem que haver uma nova visão Tem que haver um um uma um upgrade portanto uma atualização da Visão bom mas às vezes o que acontece é não a visão estava bem mas não se atingia os resultados com as ações então a avaliação tem que ir só até à ação e a partir da ação corrigir as a como como as ações estão feitas para que a avaliação consiga validar essa relação com os a a sua lógica anterior que era a visão portanto por vezes ainda
pode chegar à avaliação de que as ações foram bem feitas mas a visão tinha sido incorreta então aí sim há que restruturar a ação portanto a avaliação não é não é de de de desdenhar em nenhum de processos no entanto muitas das vezes ela não é executada eh ou não é executada porque não há meios ou porque não há vontade e portanto as coisas são Deixa tar já se fez e portanto agora passa-se arquiva isto e ca-se aqui um novo documento uma nova visão e novas ações e isto logo se vê como é que dá
Isto é o mundo real Ah não é o mundo teórico o mundo real é mesmo assim porque que H eh o planeamento estratégico eh pode ser feito em duas grandes em dois tipicamente em dois grandes setores nós quando temos que gerir o nosso orçamento familiar as nossas casas não vamos dizer que vamos desenhar um planeamento estratégico portanto estamos a falar de organizações organizações públicas organizações privadas É verdade que ele nasce nas empresas e nas empresas ele tem como objetivo eh optimizar o trabalho de uma de uma de uma sociedade de uma sociedade comercial Industrial comercial
mas uma sociedade Empresarial e portanto o o objetivo é a criação de riqueza essa criação de riqueza mas não é só criação de riqueza Muitas pessoas dizem que é o dar lucro bem o dar lucro não é por vezes não cria riqueza eh e por vezes cria-se riqueza e e não não percebemos bem como é que ela é distribuída Portanto o o o o planeamento estratégico de uma empresa deve dizer deve apontar para a criação de riqueza eh eh optimizando outros valores o bem-estar do da força de trabalho a boa remuneração dos investidores eh uma
integração com a sociedade Onde está integrado Onde está integrada a sua atividade industrial comercial de serviços eh uma um uma consideração com os desfavorecidos do modo genérico a nível a nível do do do ecossistema onde se integra as preocupações ambientais portanto tudo isso tem a ver com o planeamento estratégico ou deve estar assente no planeamento estratégico normalmente o planeamento estratégico nas empresas é feito de cima para baixo e portanto up to Bottom utilizando a designação em inglês eh Há um conjunto de diretores donos da empresa executivos de Topo eh conselho de consultores que definem uma
os valores que declaram os seus valores definem a missão e apontam para a visão e depois as o planeamento estratégico é normalmente feito por profissionais que sabem sistematizar todos os espos de um caderno que pode ser mais ou menos complexo em que pode ter contributos e portanto aí já teros uma estratégia mais ou menos híbrida contributos por exemplo da comissão de trabalhadores do sindicato da comunidade local do dos grupos de interesses eh dos clientes existe uma coisa que cham os focos Grou em que se procura e eh opiniões daqueles que vão ser os consumidores ou
os prováveis consumidores da de toda esta dinâmica eh e portanto esta é mais ou menos a a concessão deste documento normalmente o planeamento estratégico das empresas criam documentos relativamente simples mas com graus de confidencialidade diferenciados ou seja não se mostra tudo mostram-se depois os capítulos que interessam que os vários níveis hierárquicos ou os vários níveis do ecossistema social em redor da empresa devam conhecer portanto são documentos normalmente simples e mais ou menos confidenciais bom eh é verdade que o alvor de uma nova sociedade a nível europeu mas também a nível americano na América talvez mais
cedo mas a nível europeu do pós Segunda Guerra Mundial e não só o pós Segunda Guerra Mundial mas o pós recuperação da Segunda Guerra Mundial lembrem-se que a Alemanha esteve dividida durante muitos anos a França teve regimes que sendo Democráticos tinham algum totalitarismo como o caso do dos dos do tempo dos governos do degol e e um pouco mais à frente mas tinha tínhamos estados que até ao meados dos anos 70 viviam estados relativamente como o caso de Portugal e Espanha eram estados que eram ditatoriais totalitários portanto não Democráticos e e no pós essa situação
ainda houve um um fluxo de necessidade de responder a períodos revolucionários mais ou menos turbulentos mas que eh Eon cidades básicas prementes das populações e portanto só os anos 80 digamos começa a haver uma harmonia que já se vinha desenhando na União Europeia na altura comunidade económica europeia e depois União Europeia onde Portugal e Espanha Adam em 86 que para que o planeamento estratégico começasse a fazer parte da Matriz das organizações públicas por exemplo um dos planeamento estratégicos mais que todos nós conhecemos são os os pdms os planos eh os planos diretores municipais O que
são o plano diretor Municipal é um planeamento estratégico para para um determinado município tipicamente para a utilização dos solos e a e digamos que o planeamento urbanístico do do do território e e não vai a outras questões ou ainda não vai a outras questões mas depois há o plano de juventude há o plano para a terceira idade há o plano de inclusão há o plano de acessibilidades o plano de vias de comunicação enfim e planos e planeamento estratégicos e muitos com a designação plano estratégico de mobilidade urbana certamente já ouvimos alguma vez este palavrão eh
são são são são dossiês são dossiês aqui a a atividade pública gosta muito de mostrar-se e há há aqui um problema normalmente aqui ouvem-se todas as partes todos os interessados há consultas públicas algumas até obrigatórias por lei há consultas públicas há há entrevistas há contribuições e produz normamente ao contrá das empresas documentos muito pulsantes muito exaustivos com muitos caracteres com muitos gráficos com muitas com muitas imagens e os políticos e os administradores públicos normalmente gostam dos publicitar eles têm que aparecer ao contar das empresas que TM uma atividade mais reservada até por causa da concorrência
etc nos na atividade pública eles são Bandeira política de apresentação mas o que acontece é que ao contar das empresas em que eles normalmente são muito bem executados no caso da administração pública Eles são muito deficientemente executados exceto quando têm galhetas legais como o caso dos pdms como como Já vos referi em que aí e há há cuidados há cuidados a ter mas realmente é preciso ver que na que a administração da causa pública Porque vivemos em democracia e e ainda bem que vivemos em democracia tem uma característica é que tem eleições e as eleições
têm prazos e o grande planeamento estratégico que está na cabeça de um político eleito acontece no dia seguinte às eleições que ganhou a primeira coisa que ele faz a pensar é planeamento estratégico para a minha e atividade como é que vou ganhar as eleições daqui a 4 anos ou 5 anos ou daqui do prazo que vou ter e portanto esta questão vai moldar de forma efetiva de qualquer planeamento estratégico que venha a ter ao contrário das empresas o o os administradores das empresas não estão a prazo quer dizer pode podem ser despedidos podem ser substituídos
o negócio pode mudar os donos da empresa podem mudar mas não tem um calendário para que isso aconteça é uma questão circunstancial e e não uma questão conjuntural como é no caso da política e da democracia e portanto os planos estratégicos públicos são tem normamente esta característica são documentos pomposos vistosos muito bem divulgados mas com graus de cumprimento por vezes eh não tão bons como deviam ser bom não estamos a falar só de responsabilidades políticas Estamos por exemplo e de responsabilidades financeiras muitos deles estão ali cessados por exemplo em investimentos que estão dependentes de financi
entos estão dependentes de fundos europeus de de empréstimos internacionais empréstimos bancários conjunturas conjunturas diversas que por vezes não não respondem à vontade do M como respondem as atividades comerciais que estão mais pesas à questão do desenvolvimento económico e do Sucesso económico dentro dos prazos que eles que eles acontecem bem então como é que nós fazemos a elaboração das nossas estratégias temos que fazer a escolha das alternativas Isto é por exemplo um governo tem que escolher se vai investir mais em defesa do Estado por ameaças externas ou em educação em educação e em saúde se vai
investir mais em em desenvolvimento industrial nas áreas que já estão industrializadas ou nalgum tipo de desenvolvimento no interior onde é preciso investir maiores atração de pessoas etc portanto e há há sempre que que e pôr em cima da mesa várias escolhas mas além de pô as várias escolhas há Que há que fazer a escolha há que criar as alternativas mas depois há defir fala-se de um assunto muito engraçado que não sei bem se é mito se é se é portanto se é um se é uma se é um mito Urbano um mito público em Portugal
que há uns anos atrás eh o governo teria pedido a uns Consultores internacionais para definirem fazer um plano estratégico para Portugal eh sobre porque talvez nos anos final dos anos 80 ou início dos anos 90 qual seria a estratégia de Portugal seria um país de indústria pesada seria um país de portos seria um país de turismo seria um país de agricultura florestas eh atividade mineira eh desenvolvimento de investimentos noutros territórios maior relação com o com com os países de expressão de língua portuguesa enfim e houve um conjunto e foram consultadas feitas algumas consultadas algumas empresas
que apresentaram diferentes estudos e e o governo ficou felid porque todos eles eram muito bons e e e convida e paga uma fortuna a um consultor de tupo para vir a Portugal h e ele diz que leva umas na altura umas dezenas de milhares de euros para jantar com o primeiro-ministro e com o Ministro da Economia para lhes dar a resposta e esse J L foi um jantar caríssimo e e quando ele leu todos os projetos e e e e o governo estava À Espera da resposta a dizer assim à À Espera da resposta que
ele dissesse que sim que era aquele o a o b o c ou o d Qual dos projetos e e quando já estavam na sobremesa estavam Air os cafés finalmente perguntaram então ó Doutora diga-me lá diga-nos lá o qual projeto é que nós devemos seguida desses quatro que temos aqui em cima da mesa e ele disse-me eles foram feitos pelos meus colegas colegas Consultores os melhores do mundo os melhores cada um tem opções obviamente diferentes mas são todos muito bons e por isso não interessa Qual é que vocês escolham a minha opinião é que escolham
um e sigam e portanto esta é que é a questão uma uma má escolha ou uma escolha deficiente é sempre melhor que não haver escolha que haver indecisão e por isso essa esse passo final da tomada de decisão é de uma importância capital para qualquer plano estratégico depois os planos Como já tínhamos visto dependem de políticas que são muito globais que é a globalidade depois de planos políticas estratégicas eh depois de planos Concretos e finalmente de programas específicos por exemplo eh imaginemos que o governo diz assim eh Vamos definir a política para as atividades portuar
as oceânicas de Portugal bem e é e é definida uma política é definida normalmente pelo no seio do governo mas depois é preciso que os planos bem então Quais são os planos os planos é para o porto de simes são estas questões para o porto Setúbal são estas são esta este há este plano para o porto de Lisboa há este plano para o porto de leixões para o porto de São os maiores portos Figueira da Foz enfim para os portos de pesca são são est estas as questões Ah mas depois vamos ter uns programas os
programas são específicos por exemplo para o porto ces há um programa de construção de oleodutos das refinarias para abastecimento do porto mas há também o programa de e de de de cabotagem entre Barcos e de grandes dimensões para barcos de pequenas dimensões e depois há um programa de salvaguarda do património Ambiental de toda portanto são programas que estão dentro do plano do porto ces que está dentro da política de portos nacionais portanto com este exemplo julo que é fácil de perceber como é que é gradativa esta esta questão e depois H como é que como
é que nós avançamos para como é que como é que tal visão que eu vos tinha dito e h h que instrumentos é que essa visão baseada na missão nos valores tem acima de tudo há qual é coisa que tem a ver com a capacidade humana eles são empíricos eles são como é que funcionam como é que o que é que está dentro da cabeça das pessoas tem a ver com as emoções tem a ver com a intuição Eu acho que já falei nisso numa outra rubrica é a intuição dos gestores dos e depois tem
a ver com a experiência dos Consultores o consultor é tipicamente uma pessoa a quem nós pagamos uma fortuna para que nos Tire o relógio do nosso pulso para nos dizer as horas por quê Porque o consultor Nós também podíamos ver as horas mas o consultor tem essa capacidade ter uma opinião concreta isenta e tem outra coisa ele não é só nosso consultor ele é consultor dos nossos concorrentes ele é consultor dos nossos parceiros ele é consultor em out outros ecossistemas e portanto TRS com ele uma experiência acumulada extremamente importante e portanto esta visão pode ser
uma visão prospectiva ou uma visão estratégica ela é prospectiva quando lá lá está temos o tal consultor que tem um um Panorama de referência tem experiências tem dados concretos ela é estratégica quando aponta para o futuro quando olha realmente para a frente e portanto ela tem como grandes instrumentos e a típica análise SWAT que nos eh Analisa os pontos eh fortes os pontos fracos as oportunidades e as ameaças portanto os pontos fortes os pontos fracos dependem da organização e do projeto as ameaças e oportunidades são situações eh externas e portanto a conjugação desta Matriz que
tá mais que estudada que todos nós já a Lemos já trabalhamos tantas vezes é efetivamente é efetivamente eh um uma boa ferramenta que não pode ser muito complexa muito complicada eu já vi análise shot Tem cada uma das Caixas tem 20 pontos não ela tem que ter ali tem que estar resumidos a três ou quatro coisas que Fiquem na cabeça das pessoas e que se resolvam facilmente eh depois com situações específicas ou que se aproveitem ou que se redeem conforme sejam positivos ou negativos e depois iní este A A A análise a professora fala-nos na
análise causa efeito eu acho que é uma designação bonita para uma coisa que nós falamos noutros âmbitos da nossa vida que é a tentativa erro e portanto a análise causa efeito é fazemos e vimos o resultado não riscamos muito para não termos resultados muito maus mas também não teremos muito bons se forem e se forem bons então a causa deu um bom efeito podemos continuar se deu um ma efeito recuamos e portanto é o processo de tentativa erro muitas vezes não é que seja desenhável é um processo iterativo Portanto vamos voltando atrás e repetindo ou
vamos voltando atrás e corrigindo não é eh e portanto há sempre uma incerteza de quando avançamos para qualquer ess desses processos finalmente na avaliação podemos ter uma avaliação com esta designação ex an eh eu não nunca a tinha ouvido mas é uma avaliação a priori O que é uma avalia ação à priori é com os dados que temos o que é que já se fez idêntico e que resultados é que deu o que é que já se fez parecido e que erros cometeram O que é que já se fez desta forma e falhou ou as
mesmas coisas mas resultaram não é e portanto H mas por vezes não percebemos bem não é aquela Gelataria tá há 10 anos naquela praça e tem um sucesso e há uma pessoa que diz eu vou abrir uma Gelataria do outro lado da praça e essa Gelataria tá sempre vazia portanto eh lá está há aqui processos que não são propriamente científicos porque são sociais e são emocionais eh e portanto esta avaliação à Prior é cautelosa mas não é de todo segura e depois há a expost a expost é a a a avaliação à posterior é conforme
vamos avançando nos níveis de desenvolvimento da nossa estratégia termos tabelas de avaliação a perceber o que está a acontecer e por e por exemplo se se a nossa estratégia se o nosso planeamento estratégico é para algo que tem um processo repetitivo ele tem que ele tem que eh ir avaliando os vários momentos em vários anos em vários meses em vários em vários segmentos e comparando-os uns com os outros e portanto e percebendo como é que quais são não tanto as diferenças entre eles mas as tendências que podem acontecer e portanto nesta nestas avaliações ainda existe
uma outra que é já uma multidimensional que é não tão linear como a empresa eh no passado que maximiza os lucros ou os organismos públicos que organizavam que que planeavam estrategicamente o bem-estar das populações hoje muitas outras questões estão em causa as questões ambientais as questões sociais as questões emocionais as questões de igualdade de géo as questões da pobreza mundial as questões da salvaguarda do Futuro as alterações climáticas bom podíamos basear isto numa coisa que Já estudamos as ods os objetivos os ods os objetivos do desenvolvimento sustentável é uma sistematização perfeita são 17 poderiam ser
14 poderiam ser 25 mas temos aqueles 17 e portanto se basearmos o nosso estudo em todas estas questões então aí temos a certeza de que e o universo que rodeia qualquer planeamento estratégico é um universo complexo eh e a várias dimensões tanto no espaço como no tempo e o planeamento estratégico tem que ter um documento a resposta a resposta que eu daria é que sim o planeamento estratégico tem que ter um documento ele tem que ser legível para outros que não H que não aqueles que o elaboraram e mesmo aqueles que os elaboraram fazem outras
coisas na vida e passados um mês se meses um ano podem ter que recuperar a informação que estava e como é que ela em Cadência desde as políticas passando paraos planos e depois passando para as estratégias como é que ela tá a ser executada mas quando um agricultor com a sua com os seus irmãos com os seus filhos e trata da sua terra ou um um agricultor até já de maior escala trata das suas idades eh da cortiça do do das vacas falando agora por exemplo do do alentejo eh trata da cortiça trata das pinhas
trata das vacas trata das ovelhas ele tem um planeamento estratégico Pode não ter nada escrito bem agora já ter o apoio dos Engenheiros agrónomos dos dos técnicos de silvicultura do do do enfim dos gestores dos gestores agrícolas que esses Sim já T efetivamente todas estas ferramentas mas tradicionalmente ele tinha ele sabia qual éa altura que se tinha que tirar a cortiça sabia a altura que se tinham que separar as vacas tinha que se tirar os bezerros enfim portanto havia um planeamento estratégico que por vezes era feito num caderninho em casa com umas notas ou até
utilizando muito tradicionalmente o almanaque borda d'água nós não baseamos o nosso Rigor científico do almanac borda deágua ele embora ele seja bom que esteja pendurado Atrás das portas de todas as nossas casas eu espero é que o planeamento estratégico no setor privado no setor público nas nossas vidas seja uma realidade para que nos liberte mais tempo para o lazer e o bem-estar meu nome é José Pedro calos aluno número 27189 do instituto politécnico de Beja do curso de pós-graduação em turismo sustentável e bem-estar e contribuir para a cadeira de de marketing territorial e planeamento estratégico
e marketing territorial Muito obrigado pela vossa atenção