o olhar hoje em dia para o surrealismo é estranho é todo mundo confusa às vezes encantador irônico ou repulsivo e violento muito influenciados por freud e os surrealistas tentavam buscar nos sonhos uma ruptura da nossa percepção mental habitual de realidade a intenção ali em parte eles por uma verdade psicológica então a estranheza do mundo o absurdo dos sonhos quando trazida por consciente revela a fascinação ea estranheza dos objetos que antes seriam familiares essas coisas que a gente conhece tirado o seu lugar normal e misturadas com um monte de abstração e simbólico inconsciente expressava essa sensação
de alienação que muita gente sentia na modernidade a gente olha para isso e acho estranho porque de fato a modernidade por aquelas pessoas era estranho sentimento era de incerteza entre os surrealistas um deles foi em muitos pontos o mais subversivo o rené magritte como quase todos os surrealistas os comunistas rejeitava com força o racionalismo dos valores burgueses mas ao mesmo tempo ele não exatamente buscava uma resposta em uma verdade nos sonhos e no inconsciente a pintura de uma grife e causa um tipo de incômodo tipo de desconforto e de mistério que floyd literalmente não explicaria
trabalho dele na verdade parece tirar sarro de freud uma me essa pintura é a chave para os sonhos ela mostra esses objetos como se fossem símbolos prestes a serem explicados só para negar que eu quero significação rígida e tabelada que eles pudessem ter as legendas não tem conexão nenhuma com as imagens na visão de uma gripe ea psicanálise só deixa a gente interpretar coisas que já dá para se interpretar de qualquer jeito ele toma cuidado para pintar só imagens que evoca o mistério do mundo e para fazer isso ele precisaria estar bem acordado essa sensação
de mistério é o que é tão único no trabalho do rené magritte ele é muito bom com realismo o realismo que às vezes na primeira olhada parece quase entediado mas sim o ponto de tensão alguma coisa que cobre tipo um véu o olhar para dentro da alma e a grande verdade cheia de sentimento divino que os surrealistas procuravam uma gripe coloca essa verdade numa dinâmica de tensão entre o visível eo invisível nesse processo para trazer a atenção para o que a capacidade de representação do código esconde ele pode deixar no escuro todo uma parte de
uma pintura que se não tivesse isso seria uma sala até meio assustadoramente genérica e plástica a pintura que se chama a voz do silêncio irradia esse desconforto esse ruído meio ensurdecedor de ausência daquilo que se oculta por trás do código o mesmo acontece nos retratos pintados pelo magritte se a essência da linguagem do retrato como formato consiste na ideia de representar uma pessoa mesmo que uma forma de revelação contida magritte evoca a ideia do retrato para negar ela logo em seguida assim como na sala meio escura ele nega representação preenche ela a detenção de mistério
que ele implica com isso é que representar também é esconder a pintura do magritte funciona à beira do código visual é impossível ver através do silêncio do objeto porque obstrução não tá no objeto ela tá na visão na percepção o que a gente quieta sempre atrás do que a gente vê o que parece inicialmente ser uma mensagem confiável untada com um realismo que sugere a possibilidade de se apresentar e seguindo um certo formato conhecido e totalmente compreensível acaba por um pequeno elemento se tornando semanticamente caótica e volátil segundo magritte as pessoas vêm mais com o
intelecto de com os olhos ao invés de ver espaços coloridos elas vêm conceitos e já que elas sabem que o nível da água parada é horizontal elas fazem observar que o mar no horizonte vertical' se os outros realistas estão mirando uma libertação do racionalismo burguês as suas convenções estruturas restritivas através de um rompimento total com a lógica eu procurava o real nos sonhos uma grande justamente surfar naquele realismo na semelhança em todas as convenções certezas em torno da linguagem da representação sopra fragmentário destruir tudo de dentro para fora esse jogo com o código e a
linguagem encontra um momento mais icônico e provocativo justamente na obra mais famosa do rené magritte na traição das imagens ele representa um cachimbo na sua forma mais universalmente conhecida e acompanhe embaixo a frase isso não é um cachimbo de cara ou de lama parece até simples entender não se trata de um cachimbo senti uma imagem de um cachimbo mas isso também não é um cachimbo e também nada garante o determina que essa frase se refere a imagem de um cachimbo e não se próprio se tudo parece seguir um caminho óbvio no início um objeto que
é uma das coisas mais automaticamente reconhecidas principalmente no surrealismo colocado de forma que parece um quadro de escola o livro de biologia ea legenda na hora de nomear nega o objeto daí a unidade do visual de apresentar possibilidade do texto e apresentar a hierarquia que se pressupõe que existiria entre visual e texto tudo desaba a representação passar isso com de não se sabe mais o que se refere aqui e todas as bases as quais a linguagem se apoiava desmoronam em cima desse dilema tão simples e tão ridículo como diz o focou no ensaio sobre a
pintura os três pezinhos pontos do cavalete exalam uma fragilidade queda iminente de desabamento do cavalete da tela do painel do desenho e do texto figuras em fragmentos e letras separadas umas das outras a ponto de as palavras talvez não poderem mais se reconstituir [Música] olá meu nome é otávio eu vou deixar algumas fontes e referências na descrição assim como as recomendações também então dá uma olhada ali e nossa campanha de financiamento ela possibilita o canal existe muito obrigado pela atenção e até mais