no início da epidemia de aids a notícia da infecção significava uma sentença de morte como não havia tratamento dos infectados eram este climatizados pela sociedade depois passamos por um período entre o tratamento era complicado chegando a recomendar 32 comprimidos por dia muita coisa mudou foram desenvolvidas novas drogas com menos efeitos indesejáveis e mais eficientes aumentando a qualidade de vida para pessoas vivendo com hiv a pvh e vê agora vamos acompanhar o caso de um jovem que chegou à unidade de saúde de francos usuárias a nossa cidade fictícia ansioso dirigiu se à recepção e solicitou uma
consulta médica urgente o jovem foi conduzido pela recepcionista para uma primeira conversa com o técnico de enfermagem o diálogo foi franco e direto o jovem estava apreensivo relatou que em seu último relacionamento que durou um ano nunca usou preservativos a única precaução era o uso de anticoncepcional pela parceira ao fim da relação ele conheceu outras mulheres namoros breves nos quais nem sempre usou camisinha é essa é uma situação frequente entre os jovens apesar do uso do preservativo ser o principal meio de proteção contra as infecções sexualmente transmissíveis o técnico de enfermagem ouviu atento relato do
jovem sua postura foi acolhedora educadas em juízo de valor um bom acolhimento favorece o vínculo entre o usuário ea equipe da unidade de saúde e facilita o acesso ao serviço e ao tratamento ao se estabelecer o diálogo termine a compreensão e o esclarecimento de eventuais dúvidas que abrisse o caminho para a superação das dificuldades ao final sugeriu que ele fizesse um teste rápido para hiv eo apresentou para a enfermeira responsável pelo procedimento durante a coleta do material para o teste a enfermeira explicou para o jovem os procedimentos para sua realização o diagnóstico do hiv pode
ser feito por meio de testes laboratoriais ou por meio de testes rápidos a unidade de saúde são realizados testes rápidos que podem utilizar sangue coletado na ponta do dedo nos testes rápidos os resultados saem até 30 minutos nesse caso o resultado do teste rápido foi reagente ea orientação conforme definido na portaria número 29 de 2013 é que se faça um teste complementar como enfermeira já havia explicado ao jovem foi feito um segundo teste rápido novamente o resultado foi reagente para hiv é nesse instante que a atuação do profissional da saúde é fundamental o bom acolhimento
começa pela demonstração de interesse por seus sentimentos e pela disponibilidade para ouvir e orientar orientações precisas e seguras favorecem o retorno do usuário diagnosticado a unidade de saúde ea continuidade do tratamento a enfermeira ouviu atenta às preocupações do jovem deixando que ele expressassem suas dúvidas angústias em seguida o jovem foi apresentado a uma médica de família da unidade de saúde que orientou como será conduzido o processo nesse primeiro momento diversas vezes eles serão realizados entre eles o exame de carga viral do hiv e um de contagem de células cd4 que servirão de base para monitorar
o tratamento ao final marcar uma consulta para os próximos 15 dias já com os resultados em mãos o jovem foi informado pela médica de que passará por uma avaliação clínica para determinar o local de seu acompanhamento se nessa unidade de saúde ou no site essa estratificação de risco é importante para que os jovens têm o acompanhamento de acordo com as suas condições clínicas a unidade de saúde é a porta de entrada para o sistema porém outros serviços poderão ser envolvidos no cuidado a esse jovem que acordo com as suas necessidades já mais tranquilo que na
primeira consulta quando recebeu o diagnóstico o jovem obteve mais esclarecimentos a respeito do tratamento da infecção pelo hiv e sobre a aids sob o ponto de vista médico neste momento foi enfatizado a importância da adesão ao uso diário do medicamento ea rotina de exames que passaram a fazer parte do acompanhamento entre eles o controle da carga viral ao se despedirem o jovem foi orientado sobre os direitos assegurados às pessoas vivendo com hiv dentre eles o sigilo do seu diagnóstico e o direito a não ser discriminado muitas tv hiv sofrem preconceitos e rejeições nos meios em
que vivem tanto familiares quanto de grupos sociais e até de profissionais de saúde atitudes preconceituosas provocam relações sem vínculos de confiança diferente do que aconteceu no caso deste jovem observamos como acolhimento foi feito de maneira exemplar desde a sua chegada ao serviço na atitude da recepcionista passando pelo técnico de enfermagem a enfermeira ea médica que ouviram com atenção e responderam aos seus questionamentos o seu retorno foi influenciado também por essa conduta acolhedora pois ele compreendeu que encontrar naquela ubs uma equipe preparada para ajudá lo a enfrentar os desafios a vencer as suas incertezas e encaminhá
lo a outros serviços sempre que necessário