e o programa a seguir tem classificação indicativa Livre E aí com esta estrutura em espiral é o DNA as moléculas funcionam como receitas com as informações e instruções genéticas para o desenvolvimento dos seres vivos É mas o que define quais genes serão ou não expressos são os eventos que ocorrem ao redor do DNA no ambiente da epigenética e o Ciência apresenta hoje as pesquisas científicas que querem compreender melhor o papel da epigenética no câncer de mama as descobertas podem levar a tratamentos e diagnósticos inovadores para a doença E aí E aí e no DNA estão
todas as informações necessárias para o funcionamento e o desenvolvimento dos organismos vivos mais uma célula do tecido por exemplo não precisa das mesmas habilidades de um neurônio e é aí que entra a epigenética epigenéticas são eventos que acontecem ao redor do DNA e esses eventos eles fazem com que o DNA ele tem uma ele tem uma forma né E essa forma ela é modificada por esses eventos então a epigenética ela tem de genética só o nome ela não tem nada a ver com a genética esse porque ela é EP ela tá ao redor sobre a
genética Então o que é a genética dessa parte o devemos um gênio né então aquele GN ele tá está sendo Expresso ele precisa o preço naquelas célula vamos aqui é um gene que controla para que a célula Não perca o controle sobre o círculo se com celular ela não crescer exageradamente tentar epigenética é ela controla o funcionamento dos genes os eventos que acontecem ao redor do DNA são capazes de desligar algumas informações genéticas é a chamada metilação ela é muito importante para essa compactação de regiões dos nossos promoções que não precisa ser expresso as células-tronco
elas vão se diferenciando e de forma se ela final lá diferenciada tal como que a sala troco sai daqui de uma célula que ela é capaz de se transformar em vários tipos de células e aí você chega lá Numa célula final então é a metilação do DNA as modificações de histona que vão a esses e não se sabe como Exatamente isso é definir o digamos assim a esses esses cinco mil genes aqui que tava aqui na célula tronco nessa social diferenciado eles não são necessários então um pacto a cromatina pela metilação do DNA e aí
vem as histonas tipo assim como se fosse para mais uma garantia de que aquele Gene vai está compactado as histonas fazem parte da epigenética são proteínas que enrolam os genes tanto compactando algumas áreas quanto deixando outras abertas isto determina as características que serão ou não expressas pelas células diferenciadas então elas estão lá normalmente né Todos nós temos então o DNA naquele desenho bonitinho que sempre aparece nos livros de ciência que ele tá que é um X né aquilo lá na verdade é um cromossomo que tá super enrolado né então como é que ele se enrola
porque existem as histórias DNA ele O que é uma longa firma dupla fita né mas para ele poder estar dentro do núcleo preciso sistema mente compactado então é mais ou menos que nem o fio do telefone né E deve ser enrola enrola enrola enrola e depois você tem que enrolar ele sobre ele mesmo e se enrolar sobre ele mesmo é ah são essas proteínas estamos as histonas se apresentam com diversas formações moleculares há mais de duas décadas cientistas de várias partes do mundo estudam o chamado código das histonas são as é uma complexidade que nós
Ainda temos muito muito tempo de pesquisa para entender e a gente conseguir esclarecer isso melhor eu acredito que nos próximos dez anos a gente vai conseguir esclarecer muito gente vai entender desde o processo do desenvolvimento embrionário os problemas que podem acontecer nessa fase e várias outras doenças não só o câncer é hoje e o Diabetes está relacionado com pic genética a obesidade e cada vez que alguém procura a Será que nessa doença que tem pedir tem vai lá e da escola Sabe tem várias porque esse é um processo está envolvido com as coisas normais e
as doenças são coisas anormais então tem grande chance de você encontrar esses eventos refrigeramento socorrendo as histonas são formadas por duas porções a parte mais estudada é a n-terminal é nela que ocorrem as modificações que regulam os genes essas proteínas nessa região n-terminal que me chama tá porque é uma ponta e tem um nitrogênio numa conta lá por isso que ela se chama ele não é essas região n-terminal ela sofre uma série de modificações tá a essas modificações a elas são várias tem mais de 60 modificações de escrita e essas modificações nada mais mais são
do que a inserção de um grupamento químico nessa porção 1 o quanto mais abertas são as histonas mais elas permitem que os genes se expressem já as mais fechadas impedem a expressão ainda as histonas bivalentes que realizam os dois papéis Eu acredito em termos de de estudo que essas marcas de Valentes eles vão começar a ser mais mais estudadas sabe porque justamente por ser um código Easy tanta modificação pode acontecer ali eu acredito que é na verdade um conjunto de uma ou mais marcas que promovem realmente a sinalização para que ele se gênio estar presentes
as pesquisas com a epigenética são realizadas em vários Campos como a psiquiatria EA diabetes na Universidade Federal do Paraná um grupo comandado pela professora Gisele classe se dedica a estudar a epigenética do Câncer D e nós já vivemos estudando câncer epigenética algum tempo em 2008 nós começamos a estudar vou as coisas foram acontecendo e nós acabamos nos entrando na linha das metástases do câncer de mama o objetivo principal é compreender os eventos epigenéticos ligados a metástase ou seja entender o que faz uma célula cancerígena ganhar habilidades para se locomover no corpo humano porque no câncer
justamente o que acontece é isso são um conjunto de células que crescer que crescem exageradamente então o que que aconteceu aquelas proteínas que deveria estar controlando isso foram compactadas Ou foram deletadas no próximo bloco você vai conhecer a pesquisa que pode revolucionar e nós Tico e o tratamento do câncer de mama E aí E aí E aí E aí o tumor é formado por células defeituosas que se reproduzem descontroladamente se o tumor for maligno é o câncer a fase mais preocupante da doença para os médicos é quando estas células cancerígenas ganham a habilidade de se
movimentar e passam a conquistar novas partes do organismo é a metástase o Ciência apresenta hoje as pesquisas de epigenética que procuram entender o comportamento das células capazes de fazer a metástase é um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Paraná estuda especificamente a relação da epigenética com câncer de mama e o tumor ele cresce ele aparece a partir de uma célula ele vai crescendo crescendo crescendo chega um determinado momento que para cada tipo de câncer varia e o jeito que a meio genes são diferentes mas basicamente assim chega um determinado ponto do câncer que no
caso com esse idioma ele pode ser até bem pequeno 12 centímetros ele começa a ter células que tem a capacidade de começar a sair daquele local onde começou o crescimento Então isso é invasão para invadir então o câncer de mama mais comum é o Dudu que tal se ele quer sair do ducto e começar a invadir ao redor do ducto ele precisa invadir para invadir ele precisa de enzimas para degradar aquele ambiente então aí entram as metaloproteases os cientistas observaram que uma proteína chamada mmp-2 é produzida pelas células cancerígenas que é uma metástase o primeiro
passo era entender como células em habilidade de produzir a proteína ganhavam esta capacidade então quando existe essa essa proteína é a célula é isso nos indica que a célula ela tem uma capacidade maior de de invadir os tecidos não é regra mas é um diferencial para essa célula fazendo etapas então só que ninguém havia estudado Se isso era um mecanismo epigenético não sabia que existir sabia que essa proteína aparecia Quando você põe ali bonitinho então gente quis avaliar o que estava acontecendo no molecular nessa proteína Então por que que a fibronectina era capaz de induzir
a presença dessa proteína né Isso realmente é garante a célula que ela vá conseguir sair do foco onde ela está e migrar para outros sítios de metástases é esse aqui a nossa nossa Pergunta a resposta poderia estar na fibronectina uma proteína presente nos tecidos os cientistas desconfiavam que a proximidade do elemento com o tumor fazia com que alguns genes das células cancerígenas desmenti-las em ativando habilidades que estavam adormecidas todas as metas proteases né estão envolvidas nesse processo de degradação É como se você tivesse é confinado um ambiente ao redor tá tudo bloqueado que são as
proteínas normais assim que tão E aí algumas células aprendem a degradar essas proteínas que estavam normalmente ele tá então a mmp-2 agora falando especificamente sobre ela ela é então uma enzima que degrada colágeno é né Eu acho que isso é uma coisa bem tranquila também de entender que uma o colágeno é uma das proteínas que mais abundante nós temos colágeno e todos os tecidos então e ele é uma barreira para que ela célula que aprendeu a invadir Então a primeira coisa que essas ela precisa fazer é passar expressar essa metaloprotease E aí a vida abrindo
o caminho o principal tipo de câncer de mama oitenta por cento dos casos é o do Que tal então o que que é o câncer ductal é o leite materno foi ele é produzido lá nos lóbulos né durante a gestação e aí ele deve sair pelo dutos e chegar até o mamilo Então essas células do duto única finalidade dela é servir mesmo de um ducto mesmo caminho para o leite passar para ele tá aqui Que ela possa expressar a mãe cima para ligares a Colágeno é só porque ela se transformou maligna mente né que estão
aí dentro das nossas pesquisas nós começamos a criar hipótese de que ela poderia está sendo regulado epigeneticamente e só que em 2009 apareceu o trabalho né mostrando toda a nossa ideia isso é bem comum e ciência né Ainda mais quando a gente não tem todos os recursos na mão quando eu de você ter ideia daí a gente viu Nossa então mas a gente observou que dentro da Pesada da ideia ter sido publicada inicialmente tinha várias coisas que a gente poderia responder ainda E aí dentro dessa desse Nossa estuda a gente tinha observado que a uma
proteína que é componente da Matriz extracelular que daí entra a outra proteína que a fibronectina ela é uma proteína o que ela tá lá nesse entrelaçamento junto com o colágeno porém não é muito comum a se bonitinho na no tecido da mama tá tem bem pouca fibronectina notícia da mama mas vários trabalhos viram mostrando que quando colocava uma linhagem de câncer de mama em contato com a fibronectina ela passava Expressar e bmp-2 então nós juntamos esse trabalho com o outro trabalho que viu que era epigeneticamente e pensamos Espera aí vamos tentar juntar esses dois trabalhos
não só para tentar comprovar a hipótese foram realizados experimentos em laboratório com ensaios in vitro durante o doutorado a pesquisadora Edinéia utilizou células de um tumor de mama que ficam congeladas no nitrogênio líquido não é tão simples assim só dando para pegar um tumor de uma paciente e ver o que tem de diferente não é tão simples assim né a gente precisa o embasamento a partir de uma coisa que seja mais mais homogênea né mas mais fácil de trabalhar para você poder extrapolar ponto muito tão todos os trabalhos Eles começam realmente dessa forma pelo menos
na análise de câncer uma célula imortalizada que é comercial vendido comercialmente Então a gente tem uma parceria com o Instituto Ludwig de São Paulo que foi o qual se deu essas linhagens para nós então a gente tem isso congelado em nitrogênio líquido tá então eles ficam um tubinho que a gente chama de Vaio é um tubinho criogênico para congelar mesmo então a gente retire-se tudo nitrogênio coloca-se além cultivo essas ela precisa de um meio de crescimento ótimo preciso de antibiótico precisa de uma atmosfera adequada Então essa célula cresce em CO2 escreve cresce uma estufa depois
de 15 dias a fibronectina foi adicionada as células ficaram em contato com a proteína em diferentes períodos 358 12 e 24 horas assim a cientista poderia traçar um perfil deste contato ao longo do tempo a gente quis avaliar o que estava acontecendo no molecular nessa proteína Então por que que a fibronectina era capaz de induzir a presença dessa proteína né Isso realmente é garante a célula que ela vá conseguir sair do foco onde ela está e migrar para outros sítios de metástases é esse aqui é essa era a nossa nossa pergunta um grupo de controle
foi criado células normais não cancerígenas também foram cultivadas e colocadas em contato com a fibronectina pelos mesmos períodos de tempo quando eu cultivava cela e expressão era positiva então nós pegávamos uma sala que era negativa para mim ter dois não aparecia né não tinha MP2 no Brasil os cultivos nos tempos até a hora que essa expressão ela aparecia Então a partir de uma vez que ela começa a água expressarem P2 era o a etapa na qual que é o na qual eu iria fazer extração DNA para ver o que causa diferente né Muito bem então
é a gente fazer a extração não tem a e fazer a reação de sequenciamento na reação de sequenciamento a gente consegue diferenciar a mostra que é o nosso controle Então as células senha firme Tina né e amostra com a fibronectin e a gente compara as duas sequências simples assim até quando surgiu o sequenciamento do Genoma secos o sente ficar até frustrados né porque não tem nada demais o que é diferente é a expressão de cada um né O que cada um é Qual gênero de cada um expressa que me torna diferente de você ouvir torna
diferente de qualquer outra pessoa né Por é uma doença por que que eu não tenho determinada doença os resultados mais expressivos começaram a aparecer depois de apenas 5 horas de contato as células controle praticamente não sofreram desmetilação já nas culturas tratadas com a fibronectina ouvir desmetilação em trinta por cento das células O que quer dizer que estas células ganharam a habilidade de produzir a proteína que degradam o colágeno invade os tecidos o princípio da metástase é porque quanto mais ventilado no Gene está menos ele é expresso pelo menos vai ter aquela proteína naquele tecido naquele
óleo naquele local tá então a metilação a regula dessa forma ela segura a presença daquela determinada proteína né então o que a gente viu foi que após 5 horas de tratamento essa ventilação de a trinta por cento trinta por cento a nível molecular é muita coisa muita coisa então isso sinalizou para a gente que era epigenético então essa célula diminui a metilação É um mecanismo epigenético muito bem mas isso realmente influencia para que ela faça uma metástase né a senhora pergunta e a segunda pergunta era e é essa célula além de fazer mettas isso é
permanente tipo ela mudou diminuiu a metilação Mas isso é permanente ou isso não é permanente porque quando a gente mandou o trabalho para publicação na primeira vez isso é bem comum você manda o trabalho para publicar da revista Olha a gente fez isso isso isso com esse modelo aí eles perguntaram para nós tá tá gente achou interessante mas me mostre alguma coisa que eu possa visualizar na célula um comportamento tá um fenótipo e se chama né E aí nós ficamos Puxa aqui que nós vamos fazer o desafio era descobrir do que as células cancerígenas eram
capazes depois do contato com a fibronectina Ea habilidade de produzir a mmp-2 Será que elas realmente conseguiam migrar no corpo um novo experimento foi desenvolvido o laboratório de São Paulo foi o ensaio de invasão e de migração que que a gente queria avaliar com isso se essa era capaz realmente de invadir os tecidos porque essa ela que a gente trabalhou é uma célula tumoral mas existem padrões de células tumorais Então existe uma célula tumoral que ela é mais invasiva ou seja ela tem uma capacidade de milhar extremamente rápida e muito eficiente e existem células que
não são assim que são mais estacionárias que é o caso dessa sala né então nós gostaríamos de visualizar que ou a lenda fibronectina promover a expressão de mmp-2 que é um fator de migração que essa célula tivesse a capacidade de grau as células cancerígenas foram colocadas em contato com a fibronectina e depois receberam soro suficiente apenas para a sobrevivência um risco chamado de Fronteira ferida foi e Então como que funciona isso fica isso de novo congelou colocou para crescer colocou em contato com esse bonitinho E aí colocamos uns passinhos elas tecidos Aliás o sido previamente
tratadas e fizemos um risco já estavam fechando totalmente oposto olhava no passe quatro não tinha espaço vazio tá aí a gente foi com uma ponteira e fez um risco no meio tá isso é como se chama woodling que é uma sugestão feita uma ferida né a gente fez um risco e em 52 horas as células cancerígenas conseguiram invadir a fenda um experimento que demonstrou a capacidade de migração Ou seja a metástase nem fácil de imaginar imagina se ela que não foi tratada a gente fez e ela ficou Aquela aquele aquele espaço lá que não foi
preenchido e fala se ela não foi tratado na hora que foi tratada você observa meu Deus as células estão migrando elas passaram a migrar mas não só estão expressando a meta da Portela elas estão realmente migrando aquela célula que não era migratória Depois de 5 horas em contato lá passou a migrar então foi daí depois que a gente conseguiu mostrar esse fenótipo e é o artigo foi aceito pela revista é o próximo passo foi estudar as histonas ou seja entender como elas se comportaram neste processo com os genes responsáveis pela produção da proteína mmp-2 para
isto foram necessários novos experimentos em laboratório você precisa da célula não é do teu alvo tá então a célula cultivada a célula ela sofre um tratamento que você é como se você for tirasse uma foto da célula naquele exato momento Ou seja você para tudo que tá acontecendo na sala tá como que você para os seus um composto que ele vai fazer pontos cruzados em todas as proteínas da célula e isso faz com que ela fica estática né quando quando quando nós fizemos essa análise das histonas então a gente viu que que a quantidade de
marca fechada é muito alta eu sei a proporcionalidade entre as fechadas e a marca aberta era muito similar então inicialmente a gente ficou desconfiado desse resultado porque a gente esperava aqui a marca fechada ela estivesse mais baixo e a marca aberta você tivesse mais alto que isso ajudaria a expressado a expressão MP3 Edinéia constatou que depois de 5 horas de contato entre as células cancerígenas e a fibronectina aumentavam as histonas de marca aberta e reduziam as de marca fechada Lembrando que as histonas abertas são aquelas que permitem que os genes se expressem então além de
ser gente vê que a metilação HS responsável pela expressão do Gene uma expressão rápida passível de ser um é revertida a histona ela além de promover e auxiliar nesse padrão de expressão ela segura metilação os resultados determinam um novo marcador ou seja o tipo histológico dos processos metástase do câncer de mama não só a gente viu esse sapato molecular que tem visibilidade e agora como levar isso para um benefício para os pacientes estão em paralelo nós utilizamos então várias amostras de tumores que foram que fazem parte dessa colaboração com esse grupo com professor a professor
enilze Ribeiro professora Clínica Vale da genética que nos cederam as amostras dos tumores os dados clinicopatológicos todos eles e dos médicos que vem acompanhando esse grupo da genética desde que são os responsáveis na verdade pela colher pelo pelo pela com os pacientes pelo que elas deem um apoio assim não termo de consentimento que o doutor Rubens Silveira Lima e o doutor Cícero Urban que são os dois que comando essa parte do do contato com a paciente Então esse é um trabalho em conjunto o nosso que que nós fizemos pegamos é o que a gente tinha
disponível de tumores de e que a gente é poderia então usar fazer a mesma técnica que técnica que é usada já para os outros marcadores tão nós tendo tínhamos acesso a todos esses marcadores nós pedimos então aí numa outra colaboração com a Puc com a professora Lúcia de Noronha ela fez a imuno-histoquímica desses mesmos tumores que tinha esse todo estrógeno progesterona retirou ela fez também da mmp-2 tá metaloproteases E aí nós fomos nós Montamos toda a estate nós fizemos elaboramos tudo e observamos que aquelas pacientes que tinham né mmp-2 positivo e quero receptor de estrógeno
negativo elas eram as pacientes com maior risco de terem metástase resultados como os alcançados no laboratório de epigenética da UFPR ajudam no desenvolvimento de medicamentos que freiam a metástase em pacientes com câncer de mama o que pode aumentar a eficácia do tratamento e o percentual de cura pouco tempo a gente viu que essa proteína está sendo expressa então e a gente tá vendo nas paciência infelizmente né mas paciência que vieram a óbito ela também tava lá sendo Expresso né então poder para o futuro aí vai depender de novas terapias né mas talvez o que eu
posso imaginar hipoteticamente que o médico ao analisar o que realmente funcione que os a comunidade médica aceite hipoteticamente no futuro ele olha a essa paciente que eu vou por nesse meu grupo de risco maior eu vou dar uma atenção maior para ela porque ela tá nesse grupo Ela é séria candidata a termitas então eu vou fazer mais exames para investigar né não vou esperar que ela vem aqui passando mal já me taças e disseminada eu vou fazer esse acompanhamento antes eu quero ver se tem metástase antes de ela se tornar muito agressiva se a genética
aguarda as informações sobre tudo o que as células Precisam fazer no nosso corpo é a epigenética que determina quais células e quando vão desempenhar cada habilidade é como um mecanismo de controle entender o segredo deste código é um grande desafio para os cientistas do mundo todo e as descobertas podem a funcionar a medicina E aí E aí E aí E aí