Muito boa tarde. Sejam muito bem-vindos a uma live que vai ser uma verdadeira história do mercado da suplementação esportiva. Vocês sabem toda a Calma, ó, ó, ó, ó ele me avisando aqui, Ó ele me avisando, ele me avisando. Vocês sabem toda a campanha de mercado que foi feito por uma marca chamada Grove. O que vocês não sabem, não tem noção de como foi, quem é, quem são, quais são as histórias. Muita gente se espantou. Caramba, não sabia que a Grove vai fazer 17 anos. Pois bem, talvez vocês conheçam a Grof 2, 3 anos antes da
pandemia, 2016 paraa frente, 2017 paraa frente, mas bem antes disso já vinha existindo uma empresa. Hoje nós abriremos a caixa preta da construção da Grove, né, Julião? Boa noite, galera. Eu tô muito curioso para saber que esses caras fizeram para crescer tanto, mas tanto em 17 anos, tiozão. Bom, e para isso nós temos a alegria, o orgulho, a honra de receber Fernando, que foi até semana atrás CEO da Grove Suplements e fundador. E Eduardo, que Até um mês atrás foi vice-presidente, diretor de marketing e founder também da GROF. Não, mais, não são mais sujeitos ocultos.
Não mais, não mais sujeitos ocultos. Eh, Renatão, se se você me permitir, gostaria de dar um abraço em você e no Júlio como forma de agradecimento por toda a história em nome de todos os colaboradores. Se eu quero que os colaboradores se sintam abraçados e os clientes também que não tem essa oportunidade. Então, gostaria de dar um abraço tanto no joelho quanto louco. Que alegria. Obrigado. Obrigado. Obrigado por todo o crédito que vocês deram para nós. sempre. Hum. E não menos especial no meu irmãozão também, né? É 17 anos. [risadas] Hã, quase 17 anos, cara.
Isso mesmo. Já não chega a ter dividido a mesma a barriga. A barriga. Era assim. É, nós somos gêmeos desde o início, né? O peito tudo. Desde o início. Desde que a gente nasceu. Nunca deixamos de ser gêmeos. É. Vocês [risadas] são quem nasceu primeiro? Eu. Você. Isso. Mas quer ver uma coisa engraçada? Eu e Fernando, obviamente, nascemos no mesmo dia, 7/06. E a minha mãe 7/06 também. Nós nas nós nascemos no mesmo dia que ela nasceu. Caramba. É a mãe de vocês ainda é viva? Sim, graças a Deus. Sim, sim. Essa data é importante,
hein? E a gente precisa dela viva para sempre. Ela foi a nossa maior motivadora. Ela é fonte de inspiração e de orgulho exno para nós. Se tem uma pessoa que o cara hoje olha e pensa, tipo, se eu pensar em uma pessoa para ter na mente para tipo, cara, como fonte de trabalho, a inspiração de manhã até de noite, todos os dias, imparavelmente, tipo, incansavelmente, de 365 dias no ano, só pousada, atendendo, limpando, ajudando para pegar ela, pegal trabalho não, ela tem uma pousada em bombinhas, eh, e ela gereusada. Caramba. Então ela foi uma inspiração
de força de trabalho. Sim, sim. Muitos dois, tanto minha mãe quanto meu pai. De ver. Você p trabalha com ela? Sim. Isso. A esquadrinha de alumínio da pousada que eles construíram foi o meu pai que aprendeu. E aí ele foi lá e fez toda a esquadrilha de alumínio e vidro. Isso. Porque ele colocou toda a esquadrilha de de vidro. Ele aprendeu a fazer para poder montar isso. Isso para economizar porque ele não tinha o dinheiro para comprar o pagar tudo. É. Eles tinham uma pousada menor, era como se fosse da mesma rua, uma menor um
pouco mais distante da praia, uns 150 m para trás dali da primeira e a primeira eles venderam essa segunda como forma de pagamento nesse outro terreno que era frente avenida pr frente mar frente mar ali quase praticamente. E com essa outra com essa outra pousada eles ficaram captando e juntando dinheiro para poder construir, para ter construção. E aí entra até uma história legal de que eles estavam lá trabalhando. Hoje em dia não é barato construir e é por isso mesmo que meu pai fez essa a esquadria. Ele aprendeu a mesmo fazer a esquadria de alumínio
porque é caro. Dava tipo na época, vamos dizer que é 2 milhões por aí. Custou na mão dele 300.000 fazer. É, ele economizou 1 milhão700. É tudo. Ele fez perfeito. Inclusive o nosso amigo Nando da Innová, isso que ele faz esquadrilha de alumínio tudo. Ele mesmo falou, ele viu a qualidade da esquadrinha e ele falou: "Cara, isso daqui é profissional. É isso aí. Eu, tipo, eu tenho que batalhar muito. Eu tenho anos de mercado, tipo, eu já tô há quantos anos ele tá no mercado? 10 anos, 15 anos de mercado, para chegar nessa qualidade do
teu pai. Tipo, teu pai, pelo amor de Deus, não deixa ele abrir uma esquadrilha de alumínio, senão eu tô ferrado. [risadas] E o meu pai, não, não, não quero. Foi pra pousada mesmo e tal. E aí entra uma história interessante que a minha mãe e meu pai sempre batalharam muito e sempre com dinheiro contadinho, com foco em anos e anos e anos e anos e anos de trabalho. Passou que uns 8 anos, 10 anos trabalhando depois que eles compraram o terreno. Mais ou menos isso para construir essa essa pousada nova na avenida. Seu pai trabalhou
de funcionário? É, na os dois na pousada. E ele de funcionário como se fosse um funcionário construindo a esquadr começou a construir o prédio obra. E aí chegou num momento que como custa muito caro construir, levantar um prédio ali de 23, 20 com 23 apartamentos, 21, 23 tem, né? Eh, na época a Grof já já estava andando, já era um anos pra frente um pouco. E aí a minha mãe quis pegar mais empréstimo do banco. E aí a gente tipo, não, não, mãe, pega o nosso dinheiro. Já tinha um pouco de caixa e aí a
gente foi e deu tudo que tinha na época para ela, tudo, tudo que a gente tinha. vendeu os dois carros que nós tínhamos na época. A gente pegou todo o dinheiro que tinha na conta, praticamente quase todo. Aí a gente fez mais ou menos uma conta de fluxo de caixa, mas a gente pensou nela porque, tipo, ela tinha que finalizar, ela tinha que finalizar, tinha que finalizar porque ele já tava com a obra rodando, indo e aí tipo começou a faltar dinheiro porque começou a aumentar preço do cimento, do tijolo, do ferro, da fundação. Isso
é é pensa que vai custar cinco, custa 10. Isso é isso aí. Quem já teve a oportunidade de fazer obra vai entender do que a gente tá falando aqui. E aí a gente deu praticamente quase todo o valor que nós tínhamos para ela. Sim. E aí chegou no momento de o Fernando olhar para mim e falar assim: "Ó, cara, é, para de comprar mídia. Tipo, eu comprava nessa época R$ 1.000 por dia de mídia, eu comecei a comprar R$ 50, não tinha R$ 100 porque tinha acabado. Aí entrou em junho, as vendas caíram um pouco,
que a metade do ano a venda de suplemento cai, o inverno chega e aí a gente sem dinheiro contando no dedo o tipo a gente ficou apert apertado. Por exemplo, chegava caminhão com a importação, a a gente até contou hoje, né? Chegava caminhão com com contêiner, o caminão com contêiner é alto, né? Então batia, vinha um chapa, o motorista e um chapa. O chapa não ajudava a descarregar embaixo, ele só ajudava a botar de cima, em cima da nossa cabeça, as o saco de da importação na porta do na porta do contêiner, né? Na porta
do contêiner. Isso ia o resto paleteira para dentro. Não, não. Sem paletinha batido na cabeça. Eu bati saco já, hein, velho. Não era na paleteira sabe já fiz isso bastante também, viu? 19 toneladas. Quando tinha bato, saco na cabeça, botava em cima das cabeça, ia cab descarregava um contêiner de 20 m que dava mais ou menos um 40, o de 40, o de 40 que vinha 19 tonelas e 200 depende do fornecedor. Isso ficava ali à tarde toda manhã, da manhã até o final da tarde descarregando aquele contêiner ali porque ficou tão contado, tão contado,
que não tinha dinheiro para ficar pagando dois, três chapa, pagar. Então a gente e o pessoal dentro da fábrica tendo que produzir, né? importante que talvez seja a primeira curiosidade, eh, por que uma marca de suplementos? Da onde surgiu? Da onde surgiu a ideia da Grove? Por que Grove? Porque esse nome? Quem criou esse nome? Perfeito, perfeito. Mas antes, ô Renatão, gostaria de pedir uma coisa. Claro, o bem mais precioso que nós temos até hoje na Grove são os colaboradores que estão lá. Indiscutivelmente. O bem mais precioso. Sim. A empresa não passa de um número,
que foi aquilo que eu falei no nosso vídeo de que nós lançamos no domingo, no CNPJ 10832644 invertido 08. Se não tiver ninguém na empresa, a empresa acaba amanhã. Você sabe disso, Júlio sabe disso, todo mundo sabe. Então gostaria de pedir uma salva de palmas. Aí eu me emociono um pouco para todo mundo que tá lá porque, cara, eu passei em área por área, trabalhei em todas as áreas com todo mundo e eles são como se fosse uma família para mim. Então, foi o que eu falei no vídeo [aplausos] e dá para ver a emoção
no seu olhar falando isso. Ntido. E eu queria estender eh esse agradecimento, porque Se nós eh hoje eh temos acesso a a esse patrocínio, a essa parceria, tudo isso, estrutura, se nós vendemos é porque existe um pai de família, uma mãe de família, um jovem, uma jovem que tá lá dentro. Sim. Trabalhando com muito amor, com muito carinho para que isso aconteça. Pero, perfeito, perfeito, perfeito. Então, eu acho que eles são os grandes heróis e como todo grande herói anônimo, né? É, exatamente. Eu fiz o meu discurso, não é discurso, né? Falei no na sexta-feira,
me despedi dos colaboradores que estão lá na empresa, né? Falei com 800 pessoas. 800 mais ou menos por aí, pelo que me falaram, acho que deu umas 800 pessoas. Não foi todo mundo, são quase 1500 funcionários, colaboradores. Eh, cara, tem história de tudo lá dentro. Gente que batalha muito, muito. Dá de ver que ele quer vencer, que ele quer fazer o negócio. Então, cara, gratidão eterna para todo mundo que tá lá. Gratidão eterna mesmo. Sim. E pessoas que devem ter muitos anos de empresa, ter começado junto praticamente, muito. Muitos, muitos. Por exemplo, Diogo Cirico. Nossa,
Cíou. Di é, ele é o Dio, tá louco, nutricionista da empresa. Isso é o melhor de todos, com todo respeito. Mas cara, sou muito fã dele. Um cara com aquele conhecimento ali, ele é um diamante, cara. É. Não. E doce, né, cara? Uma simplicidade. Eu já palestrei muitas vezes com ele, cara. Diogo é, esquece. Quem aí acompanha Grove sabe quem é o Diogo Civil. Diogo Civil é aquele cara que todo dia na hora do almoço tá ao vivo no canal da Grof ensinando as pessoas um pouco mais sobre nutrição. Perfeito. Ele é fera demais e
faz isso com carinho, velho. Ó, da live um até hoje a energia dele é a mesma. Ele não tá com cara de bosta de novo. Não, não, não. Ele vai com a empolgação da primeira live e ele continua até hoje. Primeira live. Isso. E uma coisa que que ele acabou implementando foi de ter acesso grátis. de forma gratuita ao nutricionista lá pelo site da Grof, por exemplo, tira, tira sua dúvida sobre a suplementação, sobre como você vai tomar, como você vai consumir, o que que você tá fazendo, talvez um pouco da alimentação para ele dar
uma dica ou outra, ajustar conforme o suplemento, eh, bota gordura junto com essa com essa vitamina ou não, tira carboidrato ou não, como consome jejum ou não. Então, cara, ele ajudou ali, parceiro, é, ele ajudou milhares de pessoas tirando a dúvida do pessoal ali no no e-mail e atendendo. O cara é fenomenal. Você começou, seu primeiro emprego foi do quê? Meu primeiro emprego foi de Salva viidas. Salva viidas? Ô louco. Salvaça. [risadas] Louco. Ô louco, tio. [risadas] Salva vidas. Ontem eh, teve um comentário no no vídeo do Notícias Maromba que lá fala assim que o
Fernando parece é Tamgret [risadas] e eu pareço o Tanks do náufrago. Aí eu falei: "Cara, quase que ele acertou". Eu fui praticamente o cara ali do náfrago do salva viido. Eu vivia na praia, ele acertou de alguma forma. Não, eu fazia faculdade de ciências da computação e trabalhava na pousada com a minha mãe. Na recepção, trabalhava na pousada da mãe. É, como é que surgiu a GROF? Como é que surgiu o interesse em montar uma Como isso? Essa ideia, como é que nasceu? Foi a oportunidade de mercado ou vocês começaram a treinar e começaram a
gostar do da da coisa? Como é que surgiu dentro do coração de vocês a ideia de montar uma marca de suplementos? Porque isso inspira muita gente que é do mercado e tentar entender. Sim. O Eduardo fazia, ele era salva vidas nessa época. Eu trabalhava com a minha mãe, eu lembro até hoje, eu acho que o salário era R$ 400 naquela época. 2000, eu tinha era um pouco antes ali, é 2008, 2009 ali, eu tinha 18, 19 anos. Foi quando era R, era isso aí. Sim, sim. E daí ali naquilo ali eu recebi o salário dela,
fui na farmácia, comprei um suplemento porque eu estava começando a treinar, treinando. Você começou a treinar? É, começar a treinar. O Eduardo não tinha como porque ele estava faz tava ele era salva vidas, mas daí ele treinava e corria. Falei: "Cara, eu vou ali, vou comprar um suplemento para mim e para ele." O Eduardo recebia tipo uns R$ 75 na época. Sovidas ganhava bem para caramba e ganha ainda até hoje. Ainda ganha bem hoje. Hoje eu acho que é R$ 250 ou R$ 275 alguma coisa nessa faixa por dia, da diária inteira, né? 12 horas.
Porque tem salva vidas de meio turno que tu trabalhou na parte da manhã ou na parte da tarde. E tem o integral ali que é desde manhã até o final. Eu fazia o integral. Ia correndo e voltava. correndo e e comprava férias de todo mundo porque tem a escala, né? Então eu via que, tipo, por exemplo, o Renatão vai folgar na quarta, você cobria ele? Eu cobria ele, aí eu pegava 75 dele para mim. Você trabalhava de segunda a segunda? Segunda a segunda, não importava. O pessoal ouvia a minha folga, tipo, Eduardo, cara, quer me
vender a tua, quer trocar comigo? Eu car já sabia que você ia comprar folga? É, ele ol, ele me olhava na escala e falava: "Eduardo, vai folgar na segunda. Quero folgar na segunda". Eu ia lá no lugar dele. Falei: "Me d 75 aqui". Uhum. E daí eles ficaram sabendo, isso aí se espalhou, cara. Quem cobre folga todo mundo é Eduardo. Aí me botaram lá para trabalhar. E aí você foi comprar suplemento? Eu fui comprar suplemento, fui lá na farmácia. Na época o suplemento não era bem visto. Quando alguém chegava na sua casa e se tivesse
um pote de suplemento em cima da via, é complicado, difícil para caramba naquela época. com saquinho preto. E daí eu comprei o suplemento, levei pra casa e aí eu fiquei com algumas dúvidas de como consumir e naquela época eu entrei na internet, vi um fórum e aí o que que acontecia no fórum? Tinha muita informação boa, mas muita, muita, muita gente que sabia muita coisa. Qual era o fórum? Eh, na época tinha aquela fã, tinha hipertrofia, tinha aquela eh no painame, fisicoturismo. fisiculturismo.com.br também o fórum. Essa galera mexer naqueles naqueles naqueles não, eu sempre olhava,
mas eu nunca tinha aquele rato. A galera também, a galera que era rata de academia não estava lá. É, não, acho que não. Tipo Júlio, a galera mesmo que tinha um conhecimento puro do negócio. Mas ó, desses desses blogs aí, desses fóruns, eu vi isso aí. Eh, Emanuel Martins, isso, isso. Raluch, isso, todos sair abas, vi sair muito nego monstro dali, monstro. Gênio ali dali. Isso, mas um pouco mais pr frente treinamento. Acho que o próprio Valdemar tava ali também, não tava, Júlio? Não lembro não. Valdemar antecede isso aí. Não, não, mas que tava ali
atuando, eu não lembro. Mas tinha muito também saiu de lá. Muito isso. Muito. Mas aí eu fui lá, comprei o suplemento, tive dúvida. Lentin, Lentin. Lentin também. Lentin também. E inclusive a nossa parceria com o Lentin começou no fórum. Sim. Ele gostava tanto, tanto, tanto e ajudava tanto as pessoas nas dietas. Você falou: "Esse cara é bom, velho. Esse cara é bom. Ele ajuda todo mundo de graça. Ele vai lá na Porque como é que pro pessoal entender como é que funcionava o fórum? Antigamente não tinha Instagram e o YouTube praticamente não existia quase ali,
não tinha conteúdo quase nenhum, praticamente nenhum. Então era tudo concentrado no fórum. Você ia lá e postava assim: "Minha dieta para booking." Então eu montava lá segunda-feira isso, isso de alimento, tanto de caloria, tanto de gordura, tanto de proteína, tanto disso, tanto daquilo. São esses alimentos. Uso não sei o que. ficava discutindo, não, não concordo com ele, ficava ali, entendeu? Tira isso, volta, é isso. E aí ele aparecia, aí daqui a pouco aparecia o Dudu Ralu ali, Ah, minha opinião em relação a isso é tal, tal, tal. Aí todo mundo seguia, é, falava de tudo,
tava na parte orgânica, os caras tirava. C, ó, peguei um ciclo de um atleta americano, dá uma olhada aqui, puff, ó, esse aqui é meu ciclo brasileiro, puff. Isso. Naquela época tinha aquele GH15 que era muito famoso, então todo mundo colocava lá no fórum car, lembrando aqui, ó. Will de Chile. Ah, Will de Chile. Sim, todo mundo veio dessa época. Aí, você só você só não responderam uma pergunta do nome da Grove. Como que surgiu? Você comprou o suplemento, foi paraa casa, fui estudar e entrou nos blogas. Isso. Entrei nos fóruns. Aí tinha aquela discussão
de um cara falando que era assim, que era assado, que não podia tomar antes, que não podia tomar depois, que podia, não podia tomar no café da manhã. Falei: "Cara, que confusão". Todo mundo se brigando no comentário da coisa. Eu cheguei e falei: "Cara, melhor do que isso, eu vou mandar esse e-mail, essa pergunta esclarecer aí, eu vou mandar pra fabricante do produto." E era a galera que era o topo de linha, tipo o o Isso da época assim, tipo, cara, entre as top dois, trê, mandei e-mail, eles responderam uma semana depois com uma resposta
conttrol c conttrol v resposta merda. E o produto muito caro, R$ 150 mais ou menos na época. Era era caro, era caro. É 1/ç de salário mínimo praticamente, quase. É por aí. E daí eu peguei, mas como eu respondi em meio da pousada, é normal, naquela época era normal usar o contrl V bastante. E aí eu falei: "Cara, Provavelmente eles foram responder um outro e-mail e com essa dúvida que eles responderam, com essa com essa resposta e responderam para mim. Eu vou mandar de novo falando: "Oi, tudo bem? Acho que a resposta veio errada. O
que eu estou perguntando é sobre o consumo. Eu posso usar de manhã? Eu posso usar de tarde? Como é que funciona melhor? É logo depois do treino. Eu espero 30 minutos? Não espero. Fiz uma pergunta só assim. Mandei de novo. Uma semana se passou de novo. Mais uma semana a mesma resposta. Aí eu falei: "Não, aí não pode ser, aí tem alguma coisa errada". Ou seja, ninguém tá respondendo isso. Isso. Isso. Daí eu falei: "Cara, aqui tem uma oportunidade". Aí eu falando com Edu, falei: "Cara, comprei o suplemento aqui assim, assim, tem um para mim,
tem um para você, porque você tá indo correr, tem que tomar assim, assim antes de chegando lá no trabalho você toma não sei o quê". Aí ele falou: "Cara, mas muito caro isso aqui, muito caro, porque ele como salva vidas que ganhava muito bem, R$ 75 por dia, não aguentava comprar." É, levava dois dias dele para ele comprar e eu consumi quase metade do meu salário. Isso eu falei: "Cara, tem que dar um jeito de encontrar uma fonte mais barata para isso aqui". Entendeu? Tem que fazer alguma coisa. Não tem atendimento, tem coisa errada. E
aí a Grove nasceu com o atendimento de nutricionista, sempre tirando dúvida, e continua de lá até hoje. Por isso que tem um nutricionista com a gente, para suprir a mesma dor. A Grove, a a excelência de atendimento da Grove nasceu de uma sensação que você teve da falta de atendimento que você recebeu de uma marca, da falha de um atendimento. Não quero que a minha empresa tenha esse mesmo padrão de comportamento. Isso. Isso. Isso. E daí naquela época eu fazia ciências da computação. É, ciência da computação. Daí eu fazia programa e aí por isso que
eu tinha um pouco mais de dinheiro por causa de programa. É, mas programa de computador. Entendi. Você fazia programa [risadas] isso. Mas programa de computador, entendeu? Pessoal, fazem esse corte. A Golf nasceu, Fernando fazia programa e fez um dinheiro com isso. É, fez job, fazia site. E daí eu comecei [risadas] e aí fez job. Não, aí aí foi bem perto da época que ele acabou. que ele estava parando de trabalhar de salvaavidas e daí ele queria ser piloto de avião, piloto comercial, tinha tudo pronto para ser piloto da e etc, etc. Queria muito fazer. Acho
que ele tinha até dado entrada no começo, tava ia pagar ou pagou alguma coisa assim. E aí ele tinha um dinheiro bom, eu também tinha um dinheiro bom. E daí a gente começou, eu nós começamos a ir atrás, eu comecei a ir atrás porque eu tinha tempo ali na pousada, enquanto não Chegava nenhum cliente, eu ficava pesquisando. Encontrei uma forma de comprar produto, comprar matériapra foi lá e comprou, achou um WPC da achou uma distribuidora de de ingredientes e comprou uma WPC. Aí foi ver o preço. Isso aí fui foi o preço. Quando eu vi
o preço, eu falei: "Cara, saco de 25 de 20 kg". Aí eu falei: "Cara, mas pera aí, o produto eu conseguia vender muito mais barato que ele". E aí eu fui ver a tabela nutricional. desse produto, dessa, dessa matériapra, mais concentrado, muito mais disparado. Aí quando me toquei e olhei aquele outro produto que custava tipo R 150 ou R$ 100, sei lá quanto que era na época, eu olhei a tabela nocional e falei: "Mas o que que é isso? Ali caiu a minha a minha ficha". Porque eu olhei e falei: "Cara, ele tá me dando
malto para caramba". E aí nesse mesmo distribuidor eu pedi o preço do malto aí o malto, tipo, R$ 3 o quilo. Isso eu falei: "Caramba, era mais mal que tá aqui a margem". Falei: "Imagina a margem disso". Eu falei: "Cara, se eu vender o o custava tipo R$ 17, vamos supor, se eu vender por R, que era o preço do começo, R$ 30 o kg, começou com R$ 30, 30, 32, se eu vender por 30, eu já tenho é só que os caras estão vendendo por 30 com ei batizado de um monte de mal." Não,
eles estavam vendendo por 150 com ei batizado. E a e nós conseguiríamos vender por 30 100% puro. Mais isso, com margem com 80% de concentração. Era o produto que era o produto de R$ 200 na época. É. Aí falou: "Quer saber? Eu vou começar a embalar e vender isso aqui." Isso aí. Isso. E aí começou na conchada. Isso aí. Isso. Não. E aí começou eu. Concha e balança. Eu e o funcionário. Eu funcionário um. Funcionário um dois também. Na na na na casa da mãe. Na casa da mãe. No fórum. Pesa. Caramba, que da hora.
Fernando WS. Entrava em campo. Fernando WS o nome porque era Fernando Web Fernando dos programas. Vendia, vendia, fazia site ainda. Isso aí. É. entrava no, aí você começou a entrar nos no no nos fós, falou assim: "Gente, tem aqui a esse preço mais concentrado assim, acessado." Sim. Aí comprou um tópico no hipertrofia, né? Uma área lá de propaganda, foi de propaganda e ficava um tópico só de venda de suplementos. Aí ali a gente começou a anunciar. Aí falou: "Pec de um nome". Isso daí nós corremos, compramos que isso compramos chamamos de F, eles chamam de
Fernando por causa que é Fernando WS, mas é que ninguém sabe que era Fernando WS porque era um usuário antigo, então a gente só usou para pr para entrar ali e já postar. Não pensamos no nome de marca, até porque a gente não sabia que que ia ser o tava comprando Fernando WS. É. E aí ali começou, então ficou Fernando WS, que na verdade era Fernando website do site que fazia. Mas falou: "Caram, eu preciso de um nome." E aí? É isso aí. Isso, isso. Daí começou aí pesquisando bastante, pesquisando bastante veio a palavra grouve.
Quem que eu Falei cara eu, isso, mas não, pouco importa. Mas assim, isso, mas daí sai grove, aí Grove crescimento. Aí o Edu chegou em casa, o que que tu acha de Grove? Ele animal, pô, a palavra com presença, com força, etc, etc, etc. Grove, bonito pr caramba. Falei Grove. Então, Grove Suplementes, car, é um nome muito bonito. E aí o é Way WPS80 sem sabor. Isso aí, sem sabor. Caraca. Júlio, os caras começaram com um único para WPC 80 sem sabor. Sem sabor e embalava. Comprou aquelas aquelas máquinas de lacrar no pezinho. No pezinho.
Exatamente. No pezinho. Lacrava no saquinho transparente ali. Isso. Isso aí. Isso. Exatamente isso. Peguei o dinheiro na época que eu tinha lá de Salvavidas, comprei. A gente fez ali a estrutura para montar tudo ali. Isso aí depois compramos um terreno vivendo do fórum. É. É. E um pouco do dinheiro que nós já tínhamos. o o terreno, a conru, mas o 100% dos clientes era fórum. Isso sim. Fórum fórum de vários fóruns. Isso. E da e da fã, né, que é aquela fanáticos de academia e musculação que era docut na época, né? Isso. Entendeu? Aí gastei
todo o dinheiro para comprar o terreno. A minha mãe ajudou a comprar a primeira tonelada porque daí eu fiquei sem o dinheiro porque eu comprei o terreno e aí depois quando eu fui comprando mais tonelada a gente já começou a construir ela. Ajudou também para não descapitalizar a empresa. Ela impressou tipo ajudando a comprar. A Grove ficou com um único SKU e sem colocar sabor no produto. Ah, eu acho que durante um ano. Depois primeiro ano ali, né? Aí começou com BCA, glutamina. Não, glutamina não, era BCA, depois albumina. Isso porque a glutamina era registrada.
Depois saiu o nosso registro. Óleo de peixe e o a glutamina e o óleo de peixe o Ministério da Saúde de volta à creatina. Ah, depois da creatina. Isso aí voltou a poder ser vendida no mercado, né? Lembra isso aí. RDC, aquela de 2010 logo na sequência não tinha site. Já tinha site já que era Fernando WS também. É, no começo começou aí podia mandar e-mail por ali e mandar os comprovantes de pagamento. Mas no começo começou só por e-mail, né? Isso. Antes era no começo era só no e-mail, passava a cotação do frete, o
a pessoa passava quantos quilos queria, por exemplo, quero 2 kg. Aí nós respondíamos para qual CEP, localidade, preantade, tudo. Aí a pessoa falava: "Ah, CEP 88 330 1 2 3 Aí passava cotação, ia lá no site do correio, cotava e mandava para ele, porque naquela época não tinha e-commerce. Único, os únicos e-commerce que tinham era submarino, americanas, galera, que não sei, magazine luía, algumas coisas assim, tinha era muito pouco. Aí ele respondia, confirmava, você me mandava pagar. É. Aí ele pagava, eu confirmava na conta, reconhecia o pagamento e mandava. Aí preparava, pegava o pacote, subia
na bicicleta e ela apstar no correio. Isso porque antigamente você deposa, cara, você depositava via envelope, demorava um dia envelope para cair. Levava um dia para cair, mas no envelope tinha o o número do envelope. Então, pelo número do envelope, pelo comprovante que ele mandava, localizava-se o pagamento. É isso aí. Era tudo manual. Naquela época não existia nada automatizado, não tinha ah GT de pagamento que daí já prova, já vai no sistema, já tá integrado com RP criava. Tipo assim também, ó, o Renato deu a tua compra deu e R$ 70. Eu falava assim, deposita
R9,99 porque naquela época era tranquilo para fazer isso. Até hoje é, né? Mas aí o cara depositava, quando você depositava esse valor, caía lá, eu já reconhecia, era uma forma de de reconhecer automático, mais rápido e pá, já liberava. Se ele depos deposar 70, eu nunca jogava o valor exato. Então eu ficava com Excel controlando e falando, cara, o cara que fez o pedido tal no horário tal do do dia lá é esse valor aqui aí quando eu encontrava o valor na conta, eu vinha no Excel, procurava, encontrava ele que era uma forma de reconhecer
fácil para ele não precisar, para eu ganhar velocidade e não precisar esperar que o cliente enviasse o comprovante. Então quando às vezes quando ele vinha enviar o comprovante, eu já tinha enviado o produto, Porque eu deu, fiz a primeira venda, vamos supor, a primeira venda de todas, preparei o pedido, saí de bicicleta, fui lá, postei, voltei, tinha mais uma venda, preparei o pedido, fui lá correndo de novo, postei, voltei até começar a chegar o tempo de ter cinco, 10 pedidos. E aí eu ia de bicicleta de novo, voltava aí, pô, caía de bicicleta, aí o
Eduardo ficava respondendo. Não, não, isso aí o Eduardo ficava respondendo a galera. nisso às vezes ele ia de bicicleta e eu ficava respondendo, ficava trocando, ficava naquele negócio todo ali. E daí nisso aí e a minha mãe tinha carro, é na época já, mas ela é muito, sábia, muito. E ela formou quem a gente é, tanto ela quanto meu pai e a nossa família, né? Quem nós somos. E aí ela tinha carro, mas ela não dizia não. Ela criava um jeito de eu se o culpado de eu não conseguir fazer, porque ela falava: "Pode usar
o carro, mas devolve ele com um tanque cheio. Mas deixa quieto." É, deixa quieto. Vou de bicicleta, não tenho dinheiro para nada, tenho que investir tudo na empresa. Como é que eu vou ficar indo de carro todo dia? E ainda ajo fazendo várias e ajo no dia que eu faço bicicleta, não custa nada. 4 km para ir, 4 km para voltar, 4 km para ir. E aí na no correio a galera ficava lá esperando e eu só falava: "Cara, pelo amor de Deus, só abre a porta lateral aqui, porque a porta giratória é difícil para
caramba de passar. E eu tô vindo a terceira vez aqui, eu tô muito cansado." É o cara todo encharcado, cara. Chegava lá, pô, no sol, cara, verãozão, tipo 30º, o cara pedalando, indo, voltando, indo, voltando. Verão, verão de região de car puxado ali o calor, velho. É. E aí, tipo, ficou nisso. Daí a minha mãe deixava usar o carro. Aí depois ela viu que começou a ficar muito perigoso. Aí eu caí de bicicleta, me ralei todo, voltei, peguei tudo, as encomendas de novo, fui de novo ralado. É isso. Daí ela viu, ela viu, ela falou:
"Pô, aí é aí ela viu que que o cara tava querendo se esforçar mesmo, né? Que o cara tava querendo, entendeu? Ela botou o cara num limite pro cara, tipo, cara, eu quero isso aqui, eu vou na raça, vou de bicicleta, que nem quando eu era de Salva Vidas, todo dia eu ia, trabalhava de bicicleta, voltava, entendeu, para almoçar. almoçava, voltava para lá e depois voltava. Fazia tipo 25, 30 km dia todo dia, entendeu? E o Fernando também. Você foi lá, encheu, se encheu de coragem, comprou um terreno. Isso aí. Bom dia. Isso aí. Lá
na época não era tão valor tão valorizado quanto é hoje, né? Por isso que a gente conseguiu comprar na época. Quantos metros quadrados de terreno? Ah, 250. É pequeno, né? Como terreno de uma casa, cara. Isso. Isso aí é isso aí. Tá. E aí, levantou um galpãozinho ali. Que que você fez? Sim. Contratamos uma empresa que era Reali, eu acho que era era o Cléber e a Renata, se eu não me engano, alguma coisa assim, uma empresa, duas pessoas incríveis, fizeram o projeto acreditando E falando, cara, que vocês são diferentes, vocês são diferentes, cara. Eu
deram o sangue para montar a estrutura dentro daquilo ali, atendemos todos os padrões ali, já começamos com tudo ali, mas antes disso aí aquilo virou empresa, porque até então era fundo de quintal. Isso, isso aí. Aí, aí a Glow aí, aí ali nasce, né, velho? Isso. Só que um pouco antes disso eu já tinha começado o sétimo período de faculdade. Nossa, você tentando. Aí é aí difícil para caramba. Ciência da computação. E aí eu fui lá e decidi encerrar o curso, para travar o curso. Parou. É, parei para investir todo o meu tempo na Grof.
Ai na Grof. Tá aqui. Tipo, é o meu sonho. É isso aqui. Tinha até uma professora que era difícil para caramba. É. No sexto período ali, ela deu um trabalho. Eu lá de bombinhas, 1 hora meia para ir de ônibus, 1 hora e meia para voltar de Itajaí. Todo dia, 3 horas de ônibus. 3 horas de ônibus, 3 horas de ônibus. E aí eu ia tentando aprender a programar, voltava estudando essa 1 hora e meia para ganhar 3 horas de programação todo dia. E aí essa professora fez um trabalho em grupo, cinco pessoas mais eu,
seis pessoas no grupo. Chega lá na hora da apresentação, como era todo mundo distante e eu era de bombinhas, um de Tijucas, outro não sei da onde e tal, nós fomos apresentar. Eu compilei todos os trabalhos. Quando vai fazer a apresentação, eu falando, deixa eu que eu comece, eu compilei tudo, eu vou saber quais são as páginas que tem. começa a apresentação que nem tá aqui, tô falando do gráfico e tal, aí o cara na página cinco e era para tá na página um. Aí eu não não volta, volta pra página um. Aí voltava ele
na dois. Aí Ficou uma bagunça, ficou uma bagunça, bagunça. A professora chegou e falou: "Para tudo". Deu com essa bagunça aqui na frente de todo mundo, 40 pessoas. Deu com essa bagunça. Que nota vocês acham que vocês merecem? Aí eu falei: "Cara, ia falar um cinco. Eu vi que ela tava brava, que ela estava brava. Falei: "É um três? Eu acho que é um três." Aí ela chegou e falou: "Não, zero". Dali paraa frente, ela saiu da sala, cancelou todas as apresentações do dia, todas. Saiu da sala, eu saí atrás dela, fui lá na sala
dos professores, chamei ela e falei: "Professora, não, não, isso aqui que tá, que aconteceu aqui não foi justo, porque eu fiz o trabalho, eu sei o que que tá acontecendo e eu posso fazer apresentação individual para você. Eu faço agora. Começa a apresentação aqui, eu vou te É isso." Daí ela chegou e falou: "Mas qual que era o nome do trabalho?" Eu falei: "Ah, sei lá, matriz e alguma coisa de programação". Aí ela chegou e falou: "Não, nome, o que que era o trabalho?" Eu falei: "Trabalho em grupo". Daí ela falou: "Então, zero para todo
mundo, a nota é igual para todo mundo." Isso. Isso é. E daí eu falei: "Cara, daí ela quer um conselho?" Eu falei: "Quero." Ela falou: "Se eu fosse você trancava a faculdade." Meu Deus, tranca, tranca o curso, tranca a minha matéria pelo menos, para não ficar gastando isso aqui porque você rodou. Falei: "Não". Falei: "Vou até o fim porque senão vai bagunçar minha grade dali pra frente." Aí atrapalha tudo. Aí vira uma bagunça. Fiquei atrás dela. Era igual ela fugindo de mim, eu atrás dela. Ela saía da sala, eu tava lá. Eu eu trocava a
a aula que estava boa, que eu tinha que eu tinha nota boa para ir atrás dela na faculdade. Falei: "Eu vou passar, eu vou passar, eu vou passar, eu vou passar". Até o ponto que ela entendeu que eu não ia desistir. E aí eu falei: "Cara, eu vou passar". Eu falava para ela, eu vou passar. Ela: "Não, mas tava difícil, tá difícil para caramba". Tira dúvida, né? Andi atrás dela. Tir tirava. É, tirava dúvida, cara. Que que é isso aqui? Como é que eu aprendo? Porque na internet não tinha essas coisas. É muito difícil. E
aí ela chegou, eh, ficou minha amiga, ficou tipo amiga, né? Palava forte, né? Mas é isso. Ela entendeu o esforço do cara. Quando eu fui pro outro período, pro sétimo, quando eu fui trancar a faculdade, a primeira coisa que eu fiz, eu falei com ela, era no dia da matéria dela. Aí eu falei com ela: "Professora, olha só, eu vou trancar o curso, encontrei uma coisa que eu amo fazer. Eu tô aqui aprendendo contigo, mas a minha cabeça tá lá, eu quero ir voltar lá, eu quero responder e-mail, eu quero saber o que que aconteceu
nesse período que o meu irmão tá tocando." Falei, ficava tipo, cara, que que tá acontecendo? Como é que tá, quantas vendas, como é que tá para amanhã? E ficava naquilo ali. E ela chegou e falou: "Cara, olha só, de novo, posso te dar uma dica de novo?" Aí eu cheguei e falei: "Pode." Aí ela falou: "Epreender no Brasil é muito difícil. A empresa vai ter 4.000 de lucro. Você como programador você vai sair daqui ganhando 10. Você é um bom programador. Você tem esforço, etc. Quer aprender? Aí eu falei: "Putz". E naquela época tinha muita
gente sendo contratado pelo Google em dólar. Sim. O cara se formava já empregado, né? È aí ela falou assim: "Fica, fica". Eu falei: "Não, tô decidido, é isso que eu quero. Amo isso aqui, amo". Desde o começo a Grof, a gente sempre amou ela. Fui lá no reitor, travei também. Daí ele: "Não, cara, não faz isso. Eu vou pausar aqui, não sei o que, tranca." Pode trancar. Voltei para Explicar isso pra minha mãe. Aí 1 hora e meia no ônibus voltando de Tajaí para Bombinhas. Que que eu vou falar para ela? Como é que explica
pra mãe que você é tá deixando a faculdade, sendo que o pai e a mãe, ele quer o filho naquela profissão certinha? Isso aí. Isso. Expectativa que foi criada, né? Mas aí voltei, aí o normal, como minha mãe tinha pousada, o normal é a família morar dentro da pousada no inverno, nos quartos da pousada. Voltei, subi a escada da pousada, entrei na recepção, ela sai do quarto, não deu nem tempo. Fala, foi o destino, cara. Tá aqui, fala com ela. Parece que veio uma mensagem, ó, fala com ela. Eu chegue que eu falei: "Mãe, tem
uma notícia lá, meu Deus, boa ou ruim?" Ai [risadas] depende. Isso que eu falo. Eu falei para mim boa. Para você não sei porque uma mãe do outro lado, olhando o filho no sétimo período de 10ira. Quase acabando. É isso. Quase acabando. Investimento. É. E aí eu cheguei ali e falei para ela, é. Não, eu tranquei a faculdade e é isso aí. Daí ela falou: "Mas é isso que você quer?" Daí eu falei: "É isso que eu quero". Ela falou: "Então dá o teu melhor." Caramba, cara. Daí eu falei, pode deixar. Dali pra frente, 17
anos, quase 17 anos, vivendo todos os dias a Grof, no máximo, como se fosse um filho, cara, cuidando como se fosse um filho. Ninguém toca nele. Tipo, tá aqui eu e o Edu juntos como destino, cara. Isso, Cara. Vocês compraram o terreno, virou a Grove Suplementos e aí você virou e falou assim: "Qual foi o momento que você virou e falou assim, cara, a gente não pode passar a vida inteira respondendo e-mail. A gente tem que criar um meio de tecnologia chamado e-commerce." Sim. Como é que foi esse momento? Isso daí logo depois ali, né,
do já teve um pouco, já começou a melhorar e começaram a lançar e-commerce, e-commerces com integração. Isso aí era na época até uma plataforma chamada Siscommerce. Isso aí eu peguei, contratei ela, mas não tinha integração ainda com o RP. Aí o que que acontecia? Não existia, era muito difícil. Daí o que que acontecia? O pedido entrava, o Renato Cariani comprava lá, pagava, continuava a mesma coisa. Eu ia encontrando pelo número do pedido porque o frete quebrava o valor do pedido agora porque dava R$ 17,33. Aí mais R$ 100 eu sabia que era R7, 33 isso.
Aí pegava e pagava. A gente encontrava o teu pagamento e mandava lá. E daí o que que acontecia é que eu tinha que entrar de madrugada, tanto eu e o Edu para fazer a nota fiscal na mão. Isso. Porque não tinha integração, não tinha. Aí acordava 3 da manhã, que é o horário que cai o boleto e cai os pagamentos ali e tudo mais. Os doc, Ted é doc na época, bastante doc, não tinha quase TED. E aí Entrava o pagamento, eu já começava a preparar tudo e fazer tudo no nosso cal porque não dava
tempo se eu ficasse só esperando para entrar 8 horas da manhã e começar. Aí entrava 4: da manhã, 3, 5, dependia e ficava até o dia que daí teve a integração com o Bling RP, o RP Bling muito famoso. Demorou, é mais demorou. E aí depois começou a melhorar e a integração começou a acontecer mais fluída e mais rápida. Isso quando a Grove começou a ter suplementos e quantidade, nunca passou pelo por vocês a vontade de de olhar e falar assim: "Cara, por que a gente não vende pras lojas? Nunca passou pela mente de vocês
entregar para logista, varejo, essas coisas? Cara, não, não ponto, não porque sabe por quê? Porque nós nascemos no atendimento, eu e meu irmão, e a gente queria, nós queríamos estar é online e no atendimento, nós queríamos estar ali próximo do cliente, do consumidor, cara, porque aparece de tudo ali e é muito legal. Eu acho que o fato de vocês terem tido aquela negativa quando vocês usaram o suplemento foi suficiente para vocês criarem essa ideia de pó isso a empresa não vai fazer um trabalho como nós vamos nós respondemos o e-mail durante 14 anos. Durante 14
anos nós ficamos no saque. Inclusive até no último dia de do nosso trabalho, a minha mesa e a mesa do Fernando era dentro do saque. Sempre, desde sempre, sempre dentro do saque. Nunca tivemos nunca tivemos uma uma mesa separada com Você nunca teve uma sala de diretoria? Não, nunca, nunca, nunca, nunca teve uma sala de presidência igual do tecar. Você viu a sala do tecar? Não, não. A sala do tecar é maior que isso aqui, velho. Apartamento dele que é o apartamento dele. Sabor Lamborghini. [risadas] Deixa eu te perguntar a ideia da embalagem de de
plástico, saquinho. Quem quem quem que teve? Começou comigo comprando aquelas embalagens plásticas e aí a gente sempre acreditou, tanto eu quanto o Edu, a gente compartilhava disso de que o pote era muito caro. O cliente geralmente tinha pote em casa e aí ele não precisava também. A questão é e e ocupar muito espaço logística, esse é o ponto logística. Custo, uma caixa desse tamanho pro para entregar um pote que o cara já tem o pote. E eu ia pensar do dobro do tamanho no estoque. Isso. Embagens vazios, hein? Como é que guarda embalagem vazios? Imagina
1000 embalagens. É um bloco assim. Isso é por aí, sei lá, um bloco assim, vamos supor. 1000 potes. Quanto que enche? Bota 1000 potes aqui. Enche aqui, enche isso. Enche a sala inteira, velho. Isso. E na encomenda do cliente que ele vai comprar, por exemplo, 1 kg de Whey, eu consigo botar 1 kg de Whe numa caixa pequena. Um pote precisa de uma baita de uma caixa. Você comprar 4 kg, vai precisar de uma caixa. A a Grof foi feita para ser a mais a empresa mais inxuta possível. Prática e direto. Prtica, rápida. Um único
foco, qualidade. Isso aí. Qualidade. Cara, eu desafio você a entregar um de qualidade melhor que o meu. Isso aí. A gente focou sempre tanto na qualidade, na seriedade que até no lançamento dos produtos, por exemplo, no no quando tivemos o Iproten aí depois foi foi foram tendo outros produtos, chegou numa numa fase que a gente teve que lançar, por exemplo, o basic way, tá? Basic, porque aí a gente é para atender uma outra categoria de público. É porque tem um cara que não tá, ele tá querendo fazer uma receita, então ele não quer usar um
80%, mas nunca para enganar. É porque o nome já disse que existe. É, ele é básico. É um básico. Aí tem, aí tinha o médium. Que que, que que que significa o médium, cara? Ele é um intermediário entre o básico e o casa de 65%. Isso aí. Depois tinha o Top Way, que era o nosso Way Plot concentrado, que é o mais famoso agora, que é o mais famoso carro, é o carro, carro principal, o Wi de 1 kg. Então a gente sempre, desde o começo, focou, cara, na seriedade, na transparência, pra pessoa olhar e
falar: "Cara, eu posso comprar qualquer coisa deles que vai est com máximo de qualidade, com o máximo de confiança." Inclusive até num vídeo que o Leandro fala, ele falou o seguinte: "Cara, eu deleto meu canal se eles aprontarem alguma coisa". Isso porque ele sabia da seriedade, porque ele já foi, ele já tinha ido lá na fábrica visitar e ele viu quanto que a gente se dedicava, quanto que a gente tinha de carinho pela marca, pelo nome, pelos clientes, pelos colaboradores já na época e o quanto que o cara tipo levava aquilo ali a sério e
tipo, cara, não posso, tem que ter tá no máximo da qualidade, tem que tá tudo perfeito. E desde aquela época já com ideia do 1 kg, que as outras ideas começou com já começou com 1 kg. Por quê? Porque vocês achava engraçado. Porque os caras bota 900 g n esse negócio? Pois é, porque encaixa melhor a dose, não é? Acho que é isso aí. Encaixa 30 g ali no 900, encaixa certinho. O nosso dá 33 dias, né? O nosso 1 kg dá 33 dias, por isso o deles dá 30. Só que eu pensava o seguinte,
tudo é 1 kg, o arroz 1 kg, feijão 1 kg. Pro consumidor brasileiro vai ser muito mais fácil para ele calcular o preço com 1 kg. E eu vou me E aí eu tô eu tô vendendo com 100 g a mais para ele. É. Você já pensou nesse diferencial já? Sim. Eu ido na época. Sim. Sim, eu acho que o 900 g nasceu com a ideia do duas libras americanas, amicia americana. Mas, Júlio, olha que interessante, né? Um padrão, né? É, mas olha que interessante. Eh, você sabe, eh, como é que é ambiente, né? Você
sabe por eh o Eduardo e o Fernando sempre levaram tão a sério a questão da qualidade? Os caras começaram entregando pra galera dos fóruns. A galera dos fóruns era os revers dos revers. Ali, meu irmão, ninguém enganava ninguém. Se tinha alguém que entendia da coisa, era ali. Fala assim: "Cara, eu tô entregando pros caras que mais entendem". Isso aí. Então, eu preciso entregar algo que seja indiscutível. Sim. Isso. Então, a cultura da empresa já nasceu o seguinte: topo, qualidade, isso. Depois preço. Por que preço? Porque o Fernando se sentiu lesado quando ele viu o preço
da matériapra vez se o pers que ele tava pagando. Então, o sentimento que o que ele teve de consumidor que eu não quero isso nunca pra minha marca. Isso. E terceiro, a praticidade. Pera aí. Por que um potão desse negócio? Uma embalagem mais fechada? Por que isso? Interessante isso. Você história da Lamborghini Ferrari. Mas sabe uma coisa que assusta? Tudo bem, a empresa nasceu nisso, mas ela não foi corrompida nenhuma. 17 anos, cara, com a mesma com a mesma cultura que foi lá atrás. Sim. Exatamente. Isso. Inclusive o pessoal do fórum era tão no extremo
que quando eu comecei a patrocinar o pessoal no fórum, por exemplo, Dudu Ralucha, eu não sei se ele vai se lembrar ou não, ele era o top do top do top, ele era o auge de influenciador na época ali já da da parte científica, né? É científica. E eu precisei e eu pensei, cara, preciso ter um cara desse na marca porque, tipo, ele é o cara que vai comunicar e o que ele falar tá falado. É, tá uma uma autoridade enorme dele. Daí eu cheguei para patrocinar ele, ele falou: "Cara, mas como é que tu
vai me provar tua qualidade? Falei: "Cara, posso te mandar o tu testa?" Daí ele pegou e falou: "Ah, vou ver". Eu eu percebi que ele ficou. Eu falei: "Faz o seguinte, usa qualquer pessoa para comprar o meu produto. Um amigo, não me importa, não me fala, só compra aleatório e manda pra análise". E aí depois tu escuta a minha proposta. Caramba, velho. Não foi fácil convencer o Dudu, hein? Não, não foi. [risadas] Tiveram vários que foram assim, cara, compra lá como um consumidor, usa o nome do seu melhor amigo, qualquer pessoa que você quiser, manda
analisar e me manda a conta. Isso. E me manda conta que eu reembolso. Isso mesmo. Rembolso análise. Vou te provar que eu tenho qualidade, cara. E através da qualidade e eu te provando que eu tenho qualidade, eu já ganhava crédito. Posso falar? O cara nem manda analisar com um negócio desse falou: "Não, entendi agora daqui". O cara vai fazer Não, não, mas mandava analisar mesmo. Alguns mandavam mandavam lá conta lá, ó. Tá aqui análise, eu analisei e era até bom isso por causa que ele mesmo já divulgava, ó, entrei na marca Grof, tu façou agora,
agora sou parceiro, tá aqui a análise, mandei analisar, comprei de no anonimato, igual o Félix Buffin faz, ele chega lá, ele compra no anonimato, no nome de qualquer pessoa, a gente não tem como saber que é ele comprando, a gente manda, né, a expedição despede o o pedido, envia e ele faz análise lá no na nas segas. A gente não sabe qual o produto que ele tá analisando, qual que é o lote. Gostinho, Gtinho. Tem como. Então, quem foi o primeiro influenciador da GRF? Foi o Leandro Twin. Leandro Twin foi o influenciador 01 da GR.
É, foi. Como é que vocês contrataram Twin? Foi pelo fórum na época que ele respondia muitas pessoas, ajudava muitas. Ele tava lá no fórum isso. E ele começou a relatar uma dieta dele. Isso aí. E aí o fórum parou para assistir e naquela época no fórum aparecia ali no no no na no como se fosse um tópico dele ali que ele criava, onde ele ia falar a dieta dele, tudo. É, nos tópics. Eh, aparecia tipo 20.000 pessoas olhando esse tópico. Aí eu falei: "Cara, tem 20.000 pessoas olhando e lendo o que ele tá falando aqui
e 40.000 pessoas, 60.000 pessoas. Acho que Deve ter no hipertrofia. Se for lá embaixo, acho que tem um recorde ali de pessoas online e aí todo mundo que tava online ia no tópico dele. Daí eu cheguei ali, mandei uma mensagem para ele e falei: "Cara, oi, tudo bem?" Ó, cara, gostaria de te enviar para você. Eu tô vendo que você, tipo, tá com a sua dieta, né? Você fala bem do você gosta de e tal, mas eu gostaria de tipo te fornecer o que você tá tomando ali, que você tá fazendo a sua dieta, que
você estab naquela época? Não, não era sem sabor. Daí ele, ah, mas eu não gosto de divulgar, não quero ser fazer propaganda, não quero isso, não sei o quê. Eu falei para ele, não precisa fazer nada disso foi? Falei só, só fala, só bota na sua dieta. É, só bota na sua dieta que você tá usando meu produto. Fala, cara, ó, primeira refeição de dois scop da Grove. Isso era exatamente isso. Eu falei, não precisa fazer nada, só fala que tá tomando meu produto, analisa ele, confirma que tem qualidade. Primeiro eu quero que tu tome
antes de falar que tá incluído na sua dieta. Experimenta o meu produto. Você dando OK, gostando, você começa a dizer: "Eu te dou todo mês um suplemento de graça, um um pacote, né? Um um kit, um kit de graça." E ele topou. Aí ele começou a botar lá e aí eu comecei a ver que, tipo, começou a vir venda, entendeu? Vendia, tipo, por exemplo, nessa época 20 encomendas por mês, por dia, 30. Começou a ter, 50, 55, aí na próxima segunda 60, aí na outra segunda 65. Encomendas no dia. Falei cara, ano? Ah, isso foi
bem no começo, né? É 2011. 10 no máxim 10. Porque o nosso tópico lá em hipertrofia foi criado. Tu tu tem uma, a gente editando ele lá para fazer o primeiro post lá, 2 da manhã, 3 da manhã, tá tá sendo editado lá, né? E aí 2 da manhã editando tópico, é, editando tópico, ajustando ali as escritas dos produtos, tudo. Então, tipo, eh, não existia influenciador, não existia isso de influenciador, não existia. E aí eu comecei a pegar todo mundo que fazia dieta, que existia era atleta patrocinado, influenciador, não, isso. Influenciador não existia. Ele, ele
fez e até atleta eram poucos, tá? É, era muito pouco. Era tipo, tinha Alex dos Anjos que era famoso, aquele Samueled. É, Edon, Samuel Vieira Vieira e o Edson. né? Acabou isso. E aí tinha muito poucos, muita pouco atleta. É, desde sempre, sim, claro. É. Aí o Alimar Guimarães, que era muito famoso na época, né? Eu ainda pensei naquela época quando nós começamos, eu falei: "Cara, um dia eu vou ter esse cara no time". É, levou, eles se levaram ali 14, 15 anos para ter ele conosco. Mas um dia aconteceu, porque na época ele tinha
aquele livro, o livro que ele lançou, é, anabolismo total, pô. Ele tinha aquelas atletas dele, o pessoal. Eu pensei, cara, um dia eu preciso ter esse cara na marca. E demorou, demorou, demorou até Um dia que chegou, sentei lá para que foi a jornada do Twin na marca. Ele começou aí nisso. Isso começou, começou. A gente começou a patrocinar através dele que eu vi que começou a trazer venda, eu já comecei a correr atrás de patrocinar todo mundo que relatava dieta e que era acessada, que tinham acessos nesses tópicos. Eu olhava ali, tipo, pô, 2.000
pessoas nesse tópico aqui, esse cara tá chamando atenção. Ia lá, ele, cara, deixa eu fornecer o a da tua dieta. O pessoal aceitava, testa ele para mim, leva para análise, eu te reembols, tal, tal, tal, ia convencendo. E ali começou uma uma amizade com o Leandro, porque aí o Leandro foi o primeiro, claro, o cara vai ter mais contato, vai falar mais. E aí, eh, um dia a gente chegou para ele e falou: "Cara, você é muito estudioso, você posta tipo sobre tudo o tempo todo. Ele tinha, sei lá, 4000 postagens, não sei, na época
era uma coisa de toda hora ele postando, postando, postando, tipo, tudo tópico muito bem elaborado, muito bem feito e sem chat EPT, né? E sem chat, [risadas] muito muito bem estruturado. Se pegar um post antigo dele, tu fala: "Até hoje deve ser tipo uma coisa muito atual e muito detalhada". Então, a gente chegou para ele ali, ele tava: "Ah, não sei o que". A gente, cara, faz um canal no YouTube, cara. Não tem nada lá, é mato. Vai para lá. Ele, eles foram fazer um ebook primeiro dairo. É isso que a gente tentou patrocinar o
grupo deles, eles ficaram brigando ali. Achei que a gente não patrocinou, né? Não deu, né? Isso. É. Eí, tinha ele, o tijolo, mas não sei quem. Era um cara chamado tijolo. Aí eles meio que que um queria mais dinheiro, outro não queria. O Leandro queria que a gente entrasse de graça pr no ebook. Eu acho que soltaram até o e-book sem sem a gente. E o ebook na época foi muito baixado. Muito muito muito. Tipo assim, 500.000 downloads na época. A gente, cara, que perdemos perdemos aí a oportunidade de aparecer para 500.000 pessoas, tal. E
aí foi tendo a amizade com o Leandro e ele começou o canal dele no YouTube dele, cara. Mas ele começou de um, ele começou com um celular, acho que até era um celular ou era uma câmera, acho que era uma câmera que uma amiga dele emprestava para ele. Parecia que ele tava no fundo do oceano gravando aquele vídeo lá. Áudio horrível. Áudio horrível. Aí ele botava música com rock and roll. Ele botava um rock and roll que era mais alto do que a voz dele. Isso. Isso. Nossa. Ele mandou e-mail perguntando para ver, valida aí,
vê o que que você acha do vídeo. Eu falei: "Que que eu falo para esse cara? Não dá de escutar o que ele fala." É, era uma parede azul no fundo, lembra? Ele sentado ali e tudo. Aí a gente eh não, ó, ficou ótimo, continua. Ele era muito tímido no começo. É. Falou: "Cara, tu tem tudo para ser o cara tipo top um." Isso aí. O conhecimento você tem vastamente. Então, continua, faz vídeo, não para. É questão de tudo na vida é assim: trabalhe, trabalhe, trabalhe, trabalhe, trabalhe, nenhum resultado, mas eu tô melhor. É isso.
Isso. Trabalho, trabalho, trabalho, trabalhe, trabalhe, trabalhe, nenhum resultado, mas eu tô melhor. Trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho. Nenhum resultado, mas eu tô ainda melhor. Tem uma hora que eu vou, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, resultado, tô melhor ainda. É, entendeu? Quando começa, isso aí quando o resultado começa, que você sente o gosto do resultado, o que que acontece com muitas pessoas, cara? sentir o gosto do resultado, a pessoa freia em vez de ela acelerar mais ainda, que, por exemplo, é o seu caso hoje. Pô, você tá no topo, Renato, Júlio, pô, todo mundo no topo,
estronda, a galera toda giga, cara. É acelerar é sempre acelerar mais, mais. Eu tava trabalhando 15 horas, preciso trabalhar 16, 17 no meu limite, entendeu? Então, tipo, eu acho que é isso que é o o sentido, entendeu? Não parar constância. E por que o Twin fala, o Twin tem uma gratidão muito grande por vocês, porque ele fala que vocês ajudaram ele a pagar a faculdade. Me conta como é que foi essa história. A comunicação com ele era só por e-mail. Naquela época não tinha nem WhatsApp ainda. Não existia WhatsApp não. Só por e-mail. Aí mandava
e-mail para lá, para cá, para mandar o suplemento para ele. Um dia ele aparece falando que ia tentar melhorar de vida. Hum. Não, mas eu acho que não. Antes disso, eu vendo ele os YouTube dele e aí ele fazendo o vídeo, aí eu mando, falei, chamei o Eduardo, falei: "Olha isso aqui, cara incrível, não sei o que". Falei, Leandrão, se puder dar uma dica só, melhora o áudio, a imagem, isso, e tira essa música de fundo, diminui, tipo, bota 20% do que tá, cara, ou tira o rock, diminuir isso. Daí ele falou, ele respondeu dizendo,
acho, se eu não me engano, ele respondeu dizendo que não tinha dinheiro para comprar a câmera, para não tem como melhorar, porque é de uma amiga minha, é o melhor que eu tenho. Eu falei cara, meu pai na pousada tinha uma câmera, é, tinha que ele usava para bater fotos quartos, tudo para para botar no site, para colocar no site. Quarto eu falei, Leandrão, daqui uma semana chega um negócio para você aí. É isso aí. Nós pegamos, não, nós pegamos antigo, como eles batiam foto da da pousada anual, então isso daí foi tipo depois do
verão, então ele só ia usar essa câmera de novo no próximo verão. Que que nós fizemos? Ficava, lembra? Lembra que ficava embaixo da escada num estoquezinho. Nós abrimos, pegamos a pegamos a câmera, botamos na embalagem dela normal, embrulhamos, botamos numa caixa, pegamos o endereço do Leandre aqui, ó. Vai. Minha mãe, meu pai. Quando é que você vai usar a câmera? Ah, só no final do ano. Ah, beleza. Então vou usar ela nesse período aqui. É, mandou para lá. Isso. Mandei. Mandamos para lá. Mandou. Pronto. Se o problema é nossa. E ali nasceu o canal do
Leandro Twin. Aí melhorou absurdamente o vídeo e a qualidade do áudio. Aí ele, opa, já aumentou bem de canal assim, já melhorou bem já. Car. E daí em uma dessas trocas de meio, ele relatou que tava que estava entrando na faculdade. Ele começou a trabalhar numa loja de suplemento, não tinha o dinheiro Para entrar na faculdade. Eu falei: "Cara, tem que estudar e tem que fazer alguma coisa para evoluir". Porque a gente sempre acreditou nisso, cara. Você tem que, qual que é o seu próximo passo? O que que você tá tentando fazer para alcançar o
próximo objetivo? Eu quero ser gerente, mas o que que você tá fazendo para alcançar isso? Você tem que est se preparando para quando chegar a hora da oportunidade, você está pronto. E é isso que a maioria da galera não faz. A galera fica esperando, o pessoal fica esperando a oportunidade de chegar. Aí chega, tá? E aí eu não tenho faculdade de contabilidade, eu não tenho de finança, eu não tenho de nada, eu não estudei, não sou administrador, não é isso? Aí chega lá para nutrição, uma vaga para nutricionista. Se eu não sou nutricionista, não fiz
a faculdade, acabou. Isso aí o Leandro, que era muito mais para treino, foi atrás da faculdade de educação física. Ele mandou: "Tô entrando, tô muito feliz, é assim, assim, assado". E daí ele começou, daí daqui a pouco ele manda, eu vou ter que travar a faculdade porque eu não tenho dinheiro para pagar a mensalidade da faculdade aí quando eu falei, eu li o e-mail dele, eu falei: "Caramba, cara". Falei: "Mas esse cara tá indo muito bem, cara. Não é possível, cara, que ele vai parar isso e vai perder o Aí eu lembrei da minha época
que eu tinha trancado a faculdade. Eu falei: "Cara, ele vai estragar toda a grade dele". Falei: "Não pode parar, cara". Falei: "Ô Edu, olha aqui o Ed, eu respondendo e-mail, Eduardo fazendo caixa, ou seja, dois [ __ ] ainda." É. Ô Edu, Edu, vem cá, vem, vem aqui ver uma coisa de um cara aqui. O Leandrão tá aqui no e-mail falando isso, isso, isso, isso. E aí? Daí eu falei: "Cara, eu vou depositar duas vezes. Eu vou pegar o valor dele em suplemento, que era tipo R$ 600 suplemento e eu vou depositar." Na época eu
depositei tipo R00 ou 600 depois. Eu acho que o kit dele era de Rí a gente depositou R$ 600. Acho que foi coisa assim. R00. Aquela época era um dinheiro, velho. Isso. Isso. Porque o salário mínimo na faculdade era uns 1200. Agora é por aí. É isso. Porém. É. Daí a gente fez isso, pagamos aí no outro mês pagamos de novo, alguma coisa nesse sentido, aí duplicou, aí ele criou fôlego, aí ele quis devolver, falar: "Ó, eu acho que vocês pagaram o automático aí. Eu acho que vocês não entenderam que era é por causa que
ele porque o seguinte e ele disse que ia trocar de emprego, ele disse que ia procurar um negócio melhor." Isso aí nós falamos, o Fernando falou para ele na época o seguinte, falou: "Leandrão, eu tô te". Aí o Leandro: "Meu, tu depositou errado, era só R$ 300 e tu depositou R." Teve honestidade para falar que você depositou errado. Isso depositou errado. Aí o Fernando chegou e falou: "Não, não, não, tô te dando isso aqui para te procurar um emprego com calma, para você não aceitar qualquer emprego, porque você tá na faculdade, você tem que pagar
mensalidade, você tem o seu custo de vida, você tá sem emprego, entendeu? Então, tipo, para você ter um, dois meses aí de fôlego para você procurar um emprego, tipo, justo, para não aceitar qualquer coisa, para não entendeu, para não. E aí você foi ajudando ele na faculdade até ter fôlego. Isso aí, até ter fôlego. A gente acho que ajudou boa parte, né? Não lembro direito quanto tempo não. Aí logo depois ele começou a fazer assessoria, né? Aí a assessoria dele já começou a Aí ele já falou: "Cara, muito obrigado". Ele me pediu para eu ligar
para ele, se eu não me engano, e aí falando que não queria mais ser patrocinado, não tem mais o vínculo ali com a Grof. Aí eu liguei para ele, eu fui no Edu, falei: "Cara, Edu, olha só isso aqui". O cara ali, aconteceu alguma coisa, tipo, aconteceu alguma coisa, tu Falou alguma coisa? Tem alguma coisa que aconteceu? Não, tá louco, liga para ele. Eu já liguei para ele na hora. Falei: "Leandrão, o que que aconteceu, cara? Que que a gente fez?" É. Daí ele falou: "Não, cara". Ele falou: "Não quero ser mais é: "Não quero
ser mais patrocinado por vocês". É, né? Porque a gratidão que eu tenho por vocês, por vocês terem pago isso e agora eu já consigo me virar, tipo, é para sempre. A partir de agora vocês não me devem mais nada. Eu vou falar pela Grove de Graças. Isso. Isso. Isso. Meu Deus. Isso. Isso aí. Isso fala muito sobre a personalidade e o caráter do Leandro Twin e fala muito sobre a personalidade e o caráter de vocês. Não é sobre negócio, é sobre eh pessoas, sobre empatia. É sobre gente, cara. Gente, isso aí sim. Sobre gente. E
a gente vai transcorrer aqui e toda essa história e as pessoas já podem se preparar, tá? Vocês vão ver várias vezes, não a Grove, vocês vão ver várias vezes dois seres humanos tirando às vezes o fator financeiro de lado e literalmente focando no fator humano. Vocês vão ver porque vai ter muita história aí. Fiquem conosco, tem muita história braba. Depois do Twin, quem foi o segundo influenciador? Se eu não me engano, ou foi o Jason ou foi o o Lelis. Não, o Lelis foi depois. Foi o Jason, acho que foi o Jason. Foi o segundo.
É o Jason. Jason muito na parte dela. É na época da máscara. Isso. Jason de máscara. Isso. Foi. Ele foi um dos dois ali. Ou foi o Lelis ou foi o Gorgonoide. E e Jason. Foi tudo mais ou menos quase na mesma época ali. Aí depois foram entrando outras pessoas assim que é difícil de recordar. Claro. Só que chegou um momento que eu falei Mas naquela época eles eram pequenos. Pequenos não eram caras grandes. Porque hoje, pô, Gorgonoide todo mundo conhece, Leandro Twin, um dos maiores do Brasil. Jason, entendeu? Um dos maiores. Mas naquela época
eles eram pequenininhos, né? Pequeninhos. Exatamente. Vocês cresceram junto com eles, né? É. O Jason na época que a gente patrocinou ele, ele tinha tipo no YouTube, sei lá, eh, 6.000 inscritos. O Goronoide tinha, acho que ou 800 inscritos ou 1000 inscritos. Só que, só que desde o início é é o potencial. Isso. Você vê que a pessoa tá com vontade, falta ela lapidar, mas você vê quando uma pessoa tem vontade, você consegue identificar. Isso. Isso. Entendeu? Você vê que ela tipo esforçada, não para, continua, tá sempre melhorando, poide, ele muda o fundo, ele Investe no
microfone melhor, ele muda, ele bota aquelas risadas, bota sua risada, bota não sei o quê, bota não sei o que, ele vai inventando e vai, vai, vai interventando, entendeu? Então, na época, ele não tá no automático. Isso é isso. Mas tem uma coisa que poucas poucas pessoas sabem, ele me traiu, né? Traiu. Traiu. É, ele ele daí ele pegamos ele ali pequeno. Corte, corte, corte. Cadê? Barulho de dinheiro. Barulho de dinheiro. Isso aí ele pegou na época na vou falar, vou colocar igual ele fala coisa horrorosa. [risadas] Ele tava na Grof e aí ele foi
para uma outra, ele tinha depois ele tinha um que uns 3.000 seguidores, 4.000 assim. Ele, ah, vou para outra marca que não sei o quê. recebeu uma proposta melhor. É, recebeu uma proposta melhor. Daí na época acho que eu nem falei, cara, não tem como cobrir nada. Tipo, já tava no limite o car para nada aqui. É é. Aí ele pegou e foi pr para essa outra marca. Aí chegou lá, eu acho que deu uma semana, não me lembro, um mês, ele pediu para voltar, não se adaptou. Aí ele já tinha crescido mais um pouco.
Eu já gostava do trabalho dele. Falei: "Então volta". Ele deu só uma chifradinha e voltou. É, só deu um, só um, só foi lá dar um selinho na na outra marca e voltou. Aí ele voltou. Eu falei: "Vem cá, filho". Aí eu falei: "Cara, pô, você tem tudo para ser imenso, grande, é só você continuar. Vem com a gente, acredita no nosso trabalho que a gente vai". Porque Eu o seguinte, se você entra numa marca e ela não se esforça, você, cara, só eu tô me esforçando. É, mas a GRF, por que que por que
que eu e o Fernando que nós nunca aparecemos? Porque a gente sempre quis dar o crédito para pro outro lado também, pro influenciador. Isso é top, entendeu? Tipo, porque os influenciadores entravam na marca, a marca devolvia junto com eles, fazia eles crescerem também. Ele aparecia no Instagram da Grof, ele aparecia no canal do YouTube, ele aparecia em alguma rede da Grof. Então, tipo, nas outras máquinas não, você vai para impulsionar e ela não te dá nada em troca no seu salário ali e a e a comissão e a GRF não. A Grof te coloca no
canal do YouTube, coloca nisso, coloca no projeto, bota, faz a ponte com Cariani para fazer um projeto, faz a ponte com o Giga, faz a ponte com o Leonda, faz a ponte com o Toguro, faz a ponte com todas as pessoas, entendeu? Então ali você tinha a oportunidade de crescer muito e já desde o começo nós nós tínhamos essa mentalidade de cara, ele vai vir, eu vou somar com esse cara e nós dois juntos, porque a força unida é dobrada. Isso. Então se ele tá forçando do lado dele, eu tô com uma marca forçando aqui
e eu tô dando crédito para esse cara, esse cara tá crescendo e eu tô crescendo junto, vai ser dobrado o negócio. Isso. Então essa essa era aí um outro ponto, se uma página ia falar da Grof, o que que ele ia usar de imagem para falar da Grove? Isso. O logo ou algum atleta, isso não usava nosso rosto porque daí não massagiava o nosso ego. Era uma forma de controlar para nunca deixar isso. É a vaidade, ego para não sair disso. Nossa, porque o mais importante, o mais difícil de tudo é você ter oportunidade de
fazer alguma coisa e você segurar. É você ter o dinheiro para comprar uma coisa e você segurar. Isso é o mais difícil de tudo, né? É a oportunidade de aparecer e não querer aparecer. É isso. Para ser chamado por, vamos supor, por Forbes. Forbes, tu nega um pedido desse? Primo rico, você nega sei lá quem do topo, do zero ao topo, sei lá quem, todo mundo vem aqui no palco não sei da onde para receber o prêmio. Não, vocês não colaboradoros, sempre enviamos um colabor colaborador ou atleta. É o atleta. Caramba. É, vai o Diogo,
vai o Ed, vai o Ed. Isso. Esse ano foi a Bruna que ganhou o prêmio do Reclame aqui. Ela que aumentou a nota da Gruf, se esforçou com a equipe dela. Ou seja, vai lá que o filho é teu, vai que o filho é teu. Você que ganhou essa nota, então vai você lá. Caramba, entendeu? Pessoa não, eu quero ir lá, eu quero aparecer no reclame aqui, eu quero meu meu rosto estampado lá. E não, a Bruna que fez isso. Eu tava por trás só dando suporte para ela. Foi aquilo que a gente falou no
vídeo e ali de despedida. A Grove foi um show. É um show da vida, um show de da do de CNPJ, um show de de pessoas, porque por trás tem pessoas nos bastidores, por exemplo, aqui tá todo mundo ali trabalhando, os colaboradores, os colaboradores, o público aplaudindo e assistindo e o pessoal dando show que era o Gogonoid, Léo Estronda, Giga, eh, Júlio Balestrin e Fernando Sardinha, eh, todo mundo, entendeu? E e não necessariamente no palco principal, por exemplo, que é o Instagram da Grof e YouTube, mas cada um o seu palco principal em volta de
um palco geral, que, por exemplo, são os próprios influenciadores, por exemplo, um Fred do treino pesado, entendeu? Um Jovi, um Thales, entendeu? Aquele science fitness, entendeu? Então teve várias pessoas que tinha o palco deles e o cara dando suporte para eles, as comunidades, né? Isso. E o cara dando oportunidade para eles e o cara tipo, pô, vai, vai, vai aqui, vai lá, pô, chama total tal fulano, faz colab tal fulano, cara. É isso aí, entendeu? Então, e são vários volta de um palco. Teve um negócio que foi muito legal, que eu lembro até hoje que
ele veio para mim, nós estávamos no carro fazendo alguma coisa, aí ele vem e fala assim, ó: "Sabe o que que a musculação precisa? precisa de dinheiro investido em gente, porque o futebol ele só é o que é porque ele movimenta um monte de dinheiro. O esporte só cresce quando tem movimentação de dinheiro. Não tem conversa. Isso é discussão question. Tira o dinheiro para te tirar o dinheiro, cara. Bom qualquer esporte. Aí ele pensou, pô, e esse cara sou fã número um, cara, fã número um dele. Aí Ele chegou e falou: "Cara, tá aqui, a
gente tem que patrocinar um monte de gente isso para gerar, para começar a crescer, porque quanto mais, porque um monte de gente vai desistir porque não recebe nada". Entendeu? Um monte de gente vai desistir como o Leandro desistiria por não ter recebido dinheiro. Então a gente vai achar um jeito de comissionar e pagar o cara para ele ganhar um pouco, ele ter o sustento e isso aqui virar a coisa principal, a gente transmitir a mensagem. É, cara, quando ele falou isso aqui, caiu. Eu falei: "Cara, não acredito, cara. Naquela época não existia influenciadores assim, cara.
Naquela época, quando ele falou isso, eu falei: "Cara, manda balau somente". Fala, manda bala com tudo, com toda a força que tem. Ou seja, a gente não tem dinheiro, não tem condição, não tem nada, mas a gente vai dividir o nosso lucro com essa galera para poder ter uma rede de influenciador poderoso. Eles vão ser os nossos logistas, praticamente isso agora que ele vai ganhar uma comissão em cima da venda. Então eles estão quer contar a jornada, mas eu vou fazer um parênteses entre essa jornada. Quantos influenciadores a Grove chegou a ter? Chegou próximo a
5000. [risadas] Não dá de acreditar. Eu achava que era 1600 já era absurdo. Próximo de 5000 influenciadores. 5000 influenciadores. A pergunta é inteligência artificial e eh ferramenta. O que que você utilizou para conseguir comandar quase 5.000 influenciadores? No começo sozinho, porque por um bom tempo, durante muitos bons anos sozinho, porque esse essa calvice tem motivo, tem estresse. Imagina aguentar tanto influenciador enchendo o saco. Meu Deus do céu. Não, mas aqui tem um ponto. Mas eu vou pegar com o Renatão o contato do cara que fez implante. Você tem que fazer, velho, porque aí [risadas] foi
muito influenciador. Arrancou o cabelo seu. Não, mas tem um ponto nisso que eu olhava e eu queria dar sugestão para ele, para ele colocar um time para fazer mais gente. E ele falou uma coisa que eu lembro até hoje, cara. Ele falou assim, ó: "Não, porque é o meu momento de falar com ele. É quando eu estou pagando ele, que é o melhor momento da vida dele, que é a coisa mais preciosa que tem, eu vou lá e dou atenção e falo com Não que ele não desce nos outros momentos, mas ali, Renatão, tá aqui
o salário, tá aqui o comprovante e aí eu começo a converso contigo, cara. Como é que você tá? Tudo bem. Ele sem querer passar direto por um pagar um por um. Ass. Então eu vou falar 3000 influenciadores esse mês. Durante os cagu pagava. Teve uma época que eu cheguei a pagar acho que quase 4.000 influenciadores em três dias. Mentira. E aí você e aí vai ter uma pergunta. O pessoal em casa vai se perguntar: "Tá, mas por que a Grof na época que tinha 4000 influenciadores já era gigante?" Gigante Gigante? Então por que que não
tinha uma equipe para fazer isso para ele? Porque era fácil montar uma equipe, cara. Porque era um dado extremamente sensível. Alguém ia saber ia vazar. Isso. Porque existe os as pessoas gigantes, por exemplo, um Leo Stronda, um Cariani, um giga, que todo mundo obviamente sabe que vende muito bem, mas tem as pessoas, aqueles caras que estão por fora, correndo por fora, que ninguém dá nada, que ninguém dá nada, mas o cara vem 1 milhão no mês e ninguém nem sonha. Tem cara que vende 1 milhão por mês na growthy e que a a galera olhava
e falar assim: "Não acredito". E vende mais que às vezes cara grande muito. E aí por quê? Se eu colocar, tem cara pequeno que vende mais do que cara gigante. Sim. E o mercado não sabe. O mercado não sabe nem quem é. E eu não deixava vazar e não deixava de jeito nenhum vazar isso, porque isso daí é um dado extremamente sensível. Isso. Porque aí o que acontece? Às vezes você vai botar ali uma pessoa, ela não faz maldade, mas a partir do momento que você conta para uma pessoa, ela chega em casa, ela conta,
pô, sabe, fulano de tal, ele vende tanto, todo mundo tem amiga, não é? É, todo mundo tem um amigo para contar. Ele confia em alguém, que alguém confia em alguém vai embora. É em quem ele vai confiar, quem essa próxima pessoa vai confiar para passar pra frente. É, vira um telefone. E a partir do momento que isso aí toma atração de falar que tal fulano vende 1 milhão e o pessoal e a pessoa tem 100.000 seguidores, 90.000 seguidores que tu nem imagina. Você conhece um A Grof já teve influenciador de 100.000 seguidores de vender uma
milha. É, teve sim. Vendou próximo disso ou muito próximo disso. Então para isso vazar e chegar num concorrente. É, e esse mercado sabe como é que é. Ele é predador. Então, tipo assim, chega lá, ninguém respeita. É, se se chegasse essa informação em você, você no movimento que era concorrente nosso. Nossa, ia vir igual muito nesse disso. Eu já eu ia lá para cima. [risadas] Foi muito menos isso. Incomodou o Edu por muito menos. Não, a gente vai contar aqui a história do Ramon. Vai contar como é que a história do Ramon. Vocês vão entender
qual é a história do Ramon. A gente vai contar aqui ao vivo a história do Ramon. Não, mas a gente, o Renato, quando ele tá do outro lado, na marca que na concorrência, na concorrência, é muito difícil trabalhar contra você, muito, porque você é do mesmo estilo nosso de trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar, trabalhar. Nenhum resultado, mas eu tô trabalhando isso. Quantas vezes o seu canal ficou estagnado nas views ou caiu um poucas views e você continuou até aumentou o trabalho e quando ele voltou a ter as visualizações, você ainda aumentou ainda mais o
trabalho em vez de segurar, falar: "Não, agora mau vou dar uma descansada que voltou a ter aquele pico, batemos o recorde de novo, vou dar uma segurada". Não, então era muito difícil trabalhar contra você. E outra, você é um cara, tipo, sempre tava eu, o que que acontece? O pessoal costuma olhar o quê? Ah, vou fazer hoje e deu. Ah, caro, vou vou tocando aqui. Não, você olhava 5 anos para frente. O que eu estou fazendo hoje? As estratégias, tudo que eu estou que eu estou estudando, com quem eu ando, o que eu escuto e
o que eu aprendo com meus erros, determina quem eu vou ser daqui 5 anos. Isso aí. Isso daqui a um ano, daqui a dois anos, daqui a três, daqui a cinco. Então você tem a estratégia ali de, cara, isso daqui, o que eu tô fazendo hoje é para um ano, esse daqui, essa outra coisa vai dar resultado só daqui a 5 anos. É isso aí, entendeu? Então, tipo assim, e mantém, então você mantém isso, essa estratégia, isso que você tá fazendo para um ano a curto prazo. E a outra estratégia por trás, daqui a cinco,
porque você tinha empresa de química, é, você era patrocinado por uma marca de suplemento, você era influenciador, você era do marketing de empresa de suplemento. Exatamente. Olha quantas coisas. E você dava conta de tudo. Exatamente. E eu olhava e falava: "Cara, desgramado, cara. [risadas] A única, a única pessoa, a única pessoa que eu vi tirar a paz do Eduardo se chama Renato Cariani. É [risadas] forçou tudo que dava, botou o cara no máximo daqui para cima essa calvice por sua causa. É. E a gente vai contar algumas histórias aqui que vai ser legal, porque eu
me lembro até hoje. Ah, eh, eu entrei em contato com você, você tava na 3Vs. Exato, cara. Isso é bem no começo. Você não tinha canal, você não tinha nada. 2017. Isso. E desde lá eu tenho, ó, eu levei, olha só como é que esse negócio que nós acabamos de falar em relação a 5 anos pra frente, 10 anos pra frente. Eu olhei aquele dia lá para você que nós tomamos aquele café no shopping, eu acho que o cara, você foi com um cara, era seu primo, o primo da sua, da, meu amigo lá. Ah,
teu amigo, meu irmão ali de falou, é meu irmão de vida. Isso. Aquele dia nós tomamos o café, trocamos uma ideia sobre coisa, eu tentei trazer você, você perguntou o momento da Grof, eu falei tud tu tudo. Aí você foi pra Integral Médica e você tava para fechar com a Dragon na época também. Você tinha um patrocínio com a Dragon. Já tinha um patrocínio com a Dragon. Isso. Fazia alguns vídeos pro canal deles. Vou contar aqui só contexto pra galera. Essa época eu tava com Bamb fazendo reunião com eles também. Outro lado. É o seguinte,
pessoal. Em 2017, eu cometi um dos maiores erros da minha vida no que diz respeito a decisão. Em 2017, eu estava saindo da 3Vs e eu já tinha, vamos dizer assim, um pré-contrato assinado com a integral médica, mas o contrato ainda não tava totalmente assinado. E aí de repente alguém vira para mim e fala assim: "Renato, olha os o os donos da GROF quer falar contigo". Aí eu falei, pode passar meu contato. A Bina foi a Bina. Ela que fez a ponte. Foi a Bina. Exato. Inclusive a Bina é parceiraça. Bina, beijão para você. Você
é parceiraço, amiga. E aí a Bina ela, eu acho que ela tava comigo na Não, a gente tava num progresso, a gente tava, tinha um projeto. É, um projeto com a Bina pela Farma, eu acho. Isso. E aí ela foi lá, passou. Aí eu falei, pô, Balneário, tu tal. Aí eu falei, entrei em contato, combinamos, vamos lá paraa Balneária. Aí tem um amigo meu da minha vida inteira, o Wagner, meu amigo, meu irmão da vida toda. Falei: "Wagnerã, vou ir na sua casa que eu tenho uma reunião pessoal da GRF". E aí o Edu chegou
e assim, eu vou ter humildade de reconhecer aqui, tá? Porque agora tem que ter humildade. Eu cheguei pro Eduí Edu foi lá e falou assim: "Renato, o seguinte, eh, nós queremos patrocinar você, entendeu? Eh, e é o seguinte, eu sei que você tá aí recebendo algumas propostas do tal e é o seguinte, eu não sei qual proposta tem para receber, mas eu cubro essa proposta. Agressivo para caramba. Agressivo. Eu cubro essa proposta aí, cara. Cara, que merda, velho. Aí eu cheguei pro Edu. Não sabe por quê? Eu falei: "Pô, Edu, mas é o seguinte. Eh,
eu perguntei algumas coisas da Grove, tudo tal, como é que tá a estrutura de YouTube? Como é que tá a estrutura de YouTube? Tudo tal. fecha tinha evitado essa calvice dele. É, [risadas] nos cabelo até aqui nessa é já é tinha me evitado uma série de coisas também. Aí ele chegou e falou assim para mim: "Renato, ó, a situação é essa e essa essa". Aí eu falei: "Poxa, mas eu já tô com alinhamento aí com a integral, tudo tal, pá". Aí eu virei e falei assim: "Poxa, eu virei pro meu". Aí eu falei assim: "Poxa,
vou dar uma pensada, mas eu tô ainda com alinhamento com a Integral". Aí eu falei pro meu amigo, né? Falei: "Poxa, cara, mas, pô, Integral Médica hoje é a maior empresa do segmento, os caras ainda estão começando tudo tal, pô, eu entrei nessa daí também com eles, cara, porque o que que aconteceu?" Ou seja, eu não tive a visão, porque eu tinha ter tido a visão, independente de não conhecer o Eduardo Fernando. Pera aí, velho. Os caras são uma marca 100% online, as outras marcas é varejo. Eu sou um cara 100% online. Aonde eu vou
ter mais espaço para crescer? Numa empresa que quer falar 100% online ou numa empresa que ainda tá no canal de varejo? Faltou visão no Renato Cariani e essa minha falta de visão me fez tomar a escolha errada. Mas é que tá aí. Você abriu uma oportunidade para mim que eu pensei, ele não veio pr pra Grof porque eu não claro, obviamente tinha todo mundo de relevância porque não tinha um cara, não tinha um nome pesado, tinha o Gorgon Mas era pequeno, tinha Dis era Pequeno, tinha Leand Twin, mas era pequeno ainda tudo e aí que
aconteceu eu pensei, cara, para eu começar a trazer as pessoas grandes, outros influenciadores e começar a chamar atenção, eu preciso de uma pessoa grande. É isso. Na época, e na época era o Léo Araújo. Aí que eu entro na jogada. É. Aí, aí foi quando aconteceu as coisas na Marx, porque ele era comigo lá. Ele era top um, não era, né? Ele era lá ele tava estourado, porque ele foi o grande influenciador. Depois quem era o cara. Ah, e sabe como é que nós validamos, como é que nós validamos a força dele? Ele que tinha
um site meio que de dieta, alguma coisa nesse sentido, e usava o nosso site tabeladealimentos.com.br como base, porque nós sempre ficamos tentando criar coisas pro cliente para que facilitasse a vida dele. Soluções, soluções. Então tinha um sistema chamado dietaino.com.br, um site onde ele entrava, o cliente entrava e fazia e montava dieta, não tinha sistema naquela época. A gente chegou a ter 500.000 usuários usando o sistema, fazendo dieta e tinha tabela de alimentos.br. Então nós consolidamos todos os alimentos do Brasil pegando todas as tabelas que ninguém tinha, porque a tabela taco, ela tem 1000 e poucos
alimentos, 2000, 3.000. A nossa tabela tinha 30.000 alimentos. Nossa, na época, na época, imagina na época. E aí você via que ele acessava e você viu o tamanho do acesso jogava o link de acesso pro pro nosso site. Ele indicou o site pra galera montar a dieta no sistema dele. E aí eu olhei o site, falei: "Cara, o que que é isso? Tipo, sei lá, 10.000 pessoas entrando". Eu falei: "Estourou". Daí eu falei: "Cara, olhei o acesso, o Google naquela época ainda dava referência de quem tava vindo, da onde que estava vindo". Ele dava mais
detalhes do que hoje. É, eu cliquei no Instagram, falei: "Não, não era Instagram, era alguma no YouTube". Ele era forte para caramba no YouTube. Eu falei: "Cara, cliquei, caí no link dele que a galera ficava, tinha referência, se eu não me engano foi isso." E aí tinha lá, cara, eu abri a descrição do vídeo dele, tinha lá curto o link. E eu lembro que o Jú falei, "Eduardo é que ele tá, o cara é muito forte, cara". Aí eu lembro que o Júlio tava fazendo um projeto com ele, que o Júlio era treinador dele. Ele
ele tava fazendo campeão comigo, tava muito muito rpado. De repente ele sumiu, velho. Pediu as contas da Max. Não, não, ele saiu muito decepcionado. Porque que que aconteceu? Ele fez um ano de Max comigo. Ele entrou no lugar do Ander. Foi. Isso. Só que ele já entrou grandão. Ele já era enorme trofeando. Tava subindo. É, o canal dele era rpado. [risadas] Aí ele entrou na max com contrato de um ano. Fizemos o trabalho todo no final do do do projeto dele. Acabou que ele não conseguiu competir, teve problema de abesso. Não, mas as visualizações arregaçam.
As visualizações arregaçaram. Só que no final do contrato o Léo, pô, vou ter uma renovação boa. Na hora que veio a renovação, mesma coisa. Renovação, nossa, sem aumento nenhum. Na hora que ele viu aquilo, o o sonho dele foi por terra baixo. Foi isso, porque ele trabalhou por uma coisa, ele trabalhou por uma coisa ali, imaginando que ia crescer junto com a empresa, a empresa, pum, e ele ficou. Nesse mesmo momento o Eduardo contatou ele. Como se fosse hoje vocês recebendo ele no no escritório de vocês a salva de pau. Meu, aquilo foi incrível cara
e ali eu falei: "Cara, Léo, vai para cima". Aí ele falou: "Julião, os caras vão ser discutido, hein? Muita gente falou assim: "Ih, caramba, o cara tendo uma marca desconhecida". É como se ele tivesse, por exemplo, vai, digamos que ele tava ali num clube A, num time de clube A e alguém apostando num num time que que apareceu do nada. com Red Bull aí, tipo, que esse aí, entendeu? Isso aí fizeram aquele e barulho quando ele chegou e aí ele, Julião, tô indo para essa empresa, se você quiser, porta aberta lá para você, eu olhei,
eu falei: "Não, pera aí, Léo, você tá indo para uma empresa que é pequenininha, cara". Mas viralizou na época o seguinte, todo mundo chamou ele de mentiroso porque viralizou na época que ele tá vindo para ganhar R$ 10.000. A gente falou: "Não existe uma empresa pago falar não." E ele falou para mim o salário 10 pago, não era? Ele falou, ele falou junto, aí ele falou assim: "Cara, não, mas a gente achava que era mentira". Falou: "Mano, como é que uma empresa desse também consegue pagar 10 pau, velho?" Isso. A Golf além de de mim,
porque já virou o maior salário da época. Na época ninguém pagava aquele valor. Ele saiu para ganhar um salário que ninguém ganhava aquele valor. Isso porque a Golf na época além de diminuir o preço do produto, de baixar, diminuir o preço do produto, ela aumentou o preço de patrocínio dos dos atletas influenciadores. Influenciadores. Nossa, ele foi pra Grof, eu fiquei, eu falei: "Não, vou ficar aqui de boa fazer minha cena". Isso. [risadas] Fazendo aquela questão que eu preciso movimentar dinheiro, que eles precisam ganhar dinheiro para se dedicar cada vez mais isso e cada vez trazer
mais pessoas, mais trouxemos ele e aí dali abriu bastante portas. Eu não lembro se o daí logo em seguida já veio o Toguro. Aí o Toguro veio. Aí depois sabor é preciso. É sabor energético. Um beijo Toguro. E aí ele depois o Léo quando o Léo foi para lá eu trabalhava com o Léo. O que acontece? Nós estávamos juntos lá, trabal lá com o Léo e o Léo era um cara que fazia muita presença VIP, velho. Então ele era um cara muito estratégico pra marca porque ele era o cara mais pedido na presença VIP. Então
o cara ele viajava o Brasil inteiro, só que a gente percebia que ele tava muito cansado porque o Léo ainda fazia show. Então ele fazia show, fazia presença VIP, fazia show, fazia presença VIP e tudo mais. E aí ele começou a entrar em conflito lá dentro com um diretor, entendeu? E os caras batendo de frente com ele, tudo tal. Aí o Léo um dia acordou e falou assim: "Pera aí, mano, tô dormindo pouco, trabalhando para caramba, fazendo presença VIP, fazendo show e ainda tá ruim. Tá ruim. Então, tchau. E aí, Léo indo para lá. Quando
vocês levaram o Léo, aí o negócio ficou certo. Quando vocês levaram o Léo Araújo, a visão foi o seguinte, cara. Os caras deram uma pernada. Será que essa pernada é muito grande? Será que os caras vão aguentar? Sim, quando vocês levaram o Léo Stronda, aí eu acho que a prateleira subiu. Sim, foi quando vocês levaram estronda, aí as, eu falo porque eu tava do outro lado, tá? As marcas começaram a olhar, falou: "Pera aí, como é que essa marca levou Estronda?" Isso mesmo, porque o Léo era muito grande já naquela época já era muito grande.
O Léo era aquele cara que chegava na feira, não era da época que ele fazia a entrevista caiua, né? Ex da fazenda de monstro. Ele tinha acabado de sair da fazenda depois acho que botura foi depois do [risadas] Então aí quando vocês levaram o Léo a gente falou assim aí a gente olhou e falou assim caramba, quando vocês levaram o Léo aí foi depois foi daí a gente botou para ele o Caio Botura para treinar com o Léo treino de de peito e pant lembra de perna e tudo aí só que tem uma coisa, vocês
levaram o Léo, eu acho que dois três meses o Léo rompeu o peitoral, velho. Isso foi aí todo mundo falou assim: "Ferrou, os caras vão mandar o leão embora, velho. Por quê? Porque os caras são pequenos". Era a nossa visão, tá? Tinha noção de quanto faturamento, mas a gente achava que era pouco. Os cara apostaram tudo no Léo. Pô, o Léo é um influenciador da musculação. Rompeu o peitoral, não vai dar para treinar. Isso. Isso. Eu acho que até o próprio Léo falou assim: "E agora? Que que vai ser da minha vida?" Isso. Só que
eu conversei com o Léo depois e o Léo virou e falou assim que vocês chegaram, falou assim: "Não importa quanto tempo você vai demorar para se recuperar, não importa a sua recuperação. Nós não contratamos você para agora, a gente contratou você pra vida toda. Fica tranquilo, faz sua recuperação. A gente tá aqui com você, a gente vai te ajudar". E o Léo falou que cogitou a possibilidade de vocês reduzirem o pagamento dele. Falar assim, ó: "Não me paga, vê lá". Vamos ver um negócio bom por nos dois lados. Eu falei: "Não, não, não, eu te
contratei por esse valor". Ele falou: "Eí eu falei: "Eu te eu contratei você por esse valor, eu vou honrar". É, é um acidente. É a mesma coisa eu te contratar para ser meu meu meu entregador. Você cai no meio do caminho, fala: "Ah, fechou, filho. Você caiu de moto e se quebrou agora não é mais problema meu". Não, eu vou te continuar até você. Mas existe também um outro lado, vocês olham para cima do contato, rompeu o peitoral. Meu Deus do céu. E agora? Isso é zica. E aí o que que ele falou para mim?
Aí eu fui visitar ele na casa dele. Eu falei: "Vou a ir aí". Eu fui lá na casa dele, pedi um sushi, a gente comeu lá, tal. E ele falou assim para mim: "Eu vou dar volta para cima disso daqui eu vou fazer uma história, vou fazer uma história de superação, que aí foi onde ele, pô, ficou magrinho e ele, cara, suplementar, vou fazer um Book de novo, vou recuperar o peito e vou ficar grande de novo." Ele fez, porque ele ficou, pode ver, pega a foto dele na época que até a gente fez um
grof day, cara, ele tava magrinho, mirradinho, mirradinho. E aí depois ele fez um projeto disso e todo mundo ficou acompanhando, acompanhando, acompanhando e ele deu a volta por cima ali, entendeu? Tipo, fez valer realmente investimento até mais do que ele um dos líderes da Grosso na época, principalmente, principalmente. Ele era o ele era a cara da marca, era ele é. E ele levou pra marca uma chancela muito poderosa porque do tipo assim, cara, se eles contratarem o Leo Estronda, ele consegue pagar meu salário. Aí a gente começou a olhar o seguinte, ó, a próxima vez
se vier alguma propostinha, eu já não vou mais, entendeu? Isso, isso. E aí abriu a porta, eh, abriu a porta para outros influenciadores. Exato. Por exemplo, abriu a porta para contratar o Fé Franco. Foi o pró. Eu me lembro até hoje que eu fui lá nele e ele perguntou assim: "Mas vocês pagam em dia?" Foi a primeira pergunta dele. Como é que vocês estão com esse pessoal todo? Você pag Mas ele tá traumatizado com outros patrocinos. [risadas] Eu falei, eu te garanto, eu te pago antes de virar o mês, cara. Se é se a questão
de a gente fechar o contrato, a gente começa a te pagar dia 30, se for necessário, dia 29, 28. Ele falou: "Sério mesmo? Sério". Daí eu fiz a reunião com ele ali, eu pensei: "Cara, ele não vai fechar, ele não vai fechar comigo". Aí depois ele, eu tô dentro, se é para fazer acontecer, tô dentro. E antes do do Fe Franco, acho que a gente contratou o Giga, né? Foi claro, foi antes que foi franco que teve toda a contrário. Eu eu tentei em contato com o Giga três anos foi ele. Ah, vamos ver. Ah,
tá bom. Vou ver. Um dia a gente se fala. Aí um dia, ó, eu juro, eu eu lembro onde é que eu estava. Eu estava indo do jantar em Jurerê. Era de noite, eu abri o celular, tipo, sai do carro, abri o celular, uma mensagem, Fábio Giga, falei: "Credo, que ele foi mandar, tipo, Eduardo mandou para alguém, tipo, eu acha que ele mas isso era no Insta da GRF, né?" Não, acho que eu tinha passado meu número para ele e ele na conversa acho que foi. É, eu acho que ele já me chamou, acho é
aou. É. E ele achou certo, entrou na conversa ali do Insta, pegou meu WhatsApp, pô, falei: "Um dia se quiser falar comigo, tá aqui." Aí ele pegou e falou: "Aquele café tá de pé. Eita". Falei: "Mentira que ele mandou isso". Falei: "Tá, ele quando tu pode vir aqui?" Eu falei: "Amanhã mãe de tue falou: "Sério?" Falei: "Sim". "Que horas?" Falei: "Hora que tu quiser da manhã tá bom ou 10 da manhã?" Falei: "9 da manhã, 10 da manhã, tá bom?" Ele: "Tá bom". Só olhei no celular, olhei no relógio. Quanto tempo daqui de São Paulo
de carro? 7 horas. É 10 horas da noite eu chego a tempo lá. Saí, não jantei, não jantei. Saí, fui em casa, só tomei um banho, peguei uma muda de roupa, botei numa mochilinha, botei no banco do carro e, ó, pé na estrada. Tá bem. Ele amanhã de manhã eu tô porque não não tinha como comprar um voo. Não dá para comprar voo. Não era assim na época. Não é tipo, o próximo voo era 11 da manhã, tá? Tem esse cor de não é? Ou de ou de não decolar ou de qualquer coisa. Falei: "Não
vou perder oportunidade, vou de carro". Tô indo de carro. Um caminhão bateu num poste, eu não vi. Eu cheguei com a caminhonete no meio do poste aqui, ó. P hum no meio do poste com a caminete. Pegou no na ponta dela assim, quebrou a parte de cima dela toda assim. Daí eu olhei e parei assim, parei para ver o que que tinha acontecido. Olhei tudo, né? Eu tenho a filmagem até hoje. Falei: "Meu Deus do céu, cara, que que foi isso?" Um poste no meio da da BR. Caiu aquele poste tombado, ele você bate, ele
não sabe quando tem a murata e tem um poste que é como fosse de latão, ele bateu ali e o poste caiu. A minha caminete veio e deu ali. Aí eu quebrei em cima dela assim, trincou um pouco do vidro. Falei sua cabeça poderia é não, eu me abaixei na hora eu frei tanto ela, acho que ela abaixou tanto que não deu no meio do para-brisa. Pegou na na tampa assim de cima da na lata e aí eu me abaixei dentro da caminetim e deu na lata. Daí eu olhei tudo quebrado assim, falei: "Caramba, cara,
quebrou tudo, tá bom?" Continuando, continua. Continuei, cheguei lá em São Paulo com a caminete toda quebrada, escondi ela pro gig que eu cheguei com camion toda quebrada. Esse cara não vai me pagar, velho. O cara tá andando. Consertar caminhonete. É, não. Certo. Ele pensa, se ele visse eu ia explicar, pô, bati num poste vindo aqui fechar contigo. Ah, o cara não vai acreditar falar, tá? Ele fal assim, isso Aí tá zicado, isso é mensagem. Ele vem com a caminete toda quebrada desse jeito aqui. Ele, ele tá com essa caminete quebrada faz tempo. Fazer isso. Parei
ela lá longe, fui na padaria, daqui a pouco cheguei ele lá com a Z700 dele, 750, uma motona, pum, capacete ali, cara, o cara chegou. Daí eu tava ali, daí ele procurando, me procurando assim porque naquela época eu não tinha nem foto no WhatsApp, né? ficava WhatsApp sem foto. Daí eu, diga, ele ô cara, você falei sou eu. Fui lá, apertei a mão dele. Aí falei, falei com ele, o santo bateu, falei: "Cara, que cara massa, cara, legal, gostei dele." Aí eu saí de lá com a sensação, ele falou assim: "Ah, vou dar uma conversada
com a Júlia, vou ver se vou ver estudar, passar, conversar primeiro com a minha mulher, com a minha esposa, tal". Falei: "Não, conversa lá com ela, cara, mas faz o que o teu coração mandar. Eu quero você feliz. Primeiro de tudo, não adianta eu estar com você na minha marca, no meu time e você tá triste. Adiantar o quê? Falei: "Quero você feliz, faz o que é melhor pro seu coração." Ele foi falou com a Ju quando eu tava descendo a serra ali do cafezal do café ali, vind de São Paulo, é, voltando de São
Paulo pr Santa Catarina, eh, com a camareta toda quebrada, o celular toca, ele: "Pai, tá de pé a proposta?" Falei: "Tá". Ele falou: "Certeza mesmo?" Falei: "Certeza?" Ele falou: "Então fechou". Aí sim ali eu falei, cara, vamos ter que trabalhar muito porque agora a gente vai ter que dar conta de pagar o giga. [risadas] E olha que interessante daí o contrato foi assinado lá em E agora um outro uma outra coisa nesse momento o Giga já tava acordado comigo. O que acontece? Eu tava saindo da Integral Médica e eu tava indo para Max Titânio e
tava tudo certo do Giga ir comigo. Lembra, Maurício? Tava tudo certo. Aí o Giga me ligou e falou assim: "Irmão, preciso falar com você". Falei: "Pode falar". falou: "Irmão, não vou mais para Max contigo". Falei: "Por que que aconteceu?" Ele falou: "Cara, eu conheci Eduardo aqui da Grove, conversei com ele e, cara, eu achei a nossa conversa foi incrível, eu achei o cara sensacional e o meu coração disse que eu tenho que ir para lá". Eu falei para ele, irmão, seu coração disse que você tem que ir. Segue seu coração, irmão. Nossa amizade não vai
mudar. Não insisti, não peguei. Lembra? Sé o seu coração diz isso, vai para cima, irmão. Nada muda. Isso, isso mesmo. E na época, eh, eu mandei como soci ele tava em preparação pro Arnold de Ohio, lembrava pro, para, para competir no amador para buscar o profissional no Arnold de Ohio. Ali na hora mesmo, eu já falei para ele, eh, ele mesmo que pagou a passagem dele, eu falei independente de você. E na época era, a marca não quis pagar a passagem dele, ele ele não tinha potencial. Isso. Falando para ele não competir. Eu falei ali
para ele na hora ali da da conversa ali, eu falei o seguinte para ele, eu falei: "Não importa se você vai fechar comigo ou não. Os custo dessa passagem Que ele falou: "Pô, não, eu quero uma empresa que some comigo, que, pô, que possa me mandar pros lugares, que eu possa crescer, crescer junto, somar, tal, tal". Falei: "Não importa, eu pago a sua passagem, eu pago tudo aquilo ali para você". Caramba, velho. Falei: "Para você competir em paz, cara, para você ter paz agora, porque não adianta você tá tipo agora com stress de e o
meu cartão vai vencer e eu não tenho carro para alugar, como é que eu vou me locomover lá?" que na época não existia também Uber assim. Eles e e ele falou ainda na época que eu lembro bem, eles falaram que eu não ia ganhar, que eu não vou ganhar. E aí o Eduardo respondeu ele falando, eu lembro até hoje Eduardo respondendo, não importa a posição que você ficar, você é ganhador da vida. Nossa senhora se você vai subir, você vai dar o seu máximo, é você contra você, você vai ir, você vai ter feito o
seu máximo e você já ganhou, cara. Isso é nossa. E aí eu corri, cheguei em casa de noite, eu mandei como se fosse um pré-contrato para ele, só para ter tipo B já formalizado, mas não tinha fechado ainda, porque ele não chegou no escritório. No escritório, chegou no escritório, não tava nem aí pro carro, era no escritório. Ele voltou pra empresa, eu sentado respondendo e-mail, ele chega do meu lado, ele falou: "Preciso fazer o contrato agora". Isso. Mas era como se fosse um pré-contrato porque já ia viajar pro Ohio. E naquela época não tinha essa
assinatura digital. É isso, entendeu? Era em mãos. Era em mãos. Mas eu já mandei um online para ele para tipo meu tá meio que E aí eu peguei e fui em Ohio, mandei o Toguru com ele, pedi pro Tuguru cobrir. Aí o Tuguru já começou a fazer a cobertura dele e tal, mas não tava fechado, fechado, fechado, fechado. Mas deu muito bom a cobertura do Turelho. Toguro mandou muito bem naqueles vídeos, meu. os vídeos subiam em alta, bati 1 milhão, aquele hype, o Brasil inteiro, extraterrestre e assim e Julião, você lembra porque o que acontece
começou um lance o seguinte, a expectativa das pessoas eram tão grande de ver o Giga novamente no palco, tão grande o Brasil inteiro parou para ver e eu me recordo porque o Giga parava tudo nas feiras já é e a expectativa de ver o cara competindo e aí o e o Toguro soube como levar ali o rolê filmava ele era e mostrava o dia a dia. Caramba qu eu lembro que eu tava chegando para fazer a minha ú minha penúltima presença VIP. Chegando para fazer a minha penúltima presença VIP. Eu entrei, quando eu tava chegando
ali botando o pé, o pessoal falou assim: "Cariane, você não vai acreditar". Eu falei: "Que que foi?" Os caras assistindo aqui. Lá tirando foto. O Giga ganhou. O Giga foi campeão overal do Arnold Sports Ohio. Foi loucura aquele dia. Não, mas bugou a internet. Foi travou internet até foi o primeiro brasileiro, né, que ganhou o Arnold de Ohio. Foi o Giga. Travou a internet, cara. Só tinha uma coisa no bodybuild. O Giga tem paciência porque o Tuguru chegava a a Etila me mandou mensagem era sei lá quase 1 da manhã já tava na Grof. Tava
na Grof e ela já era uma das favoritas também para ganhar na biquíni ali. Ela era tipo era a de chave. Isso era questão de tempo de ela chegar no auge ali. E aí ela, pô, eu tô sem bolacha de arroz. Aí eu falei pro Giga, me empresta a caminete para eu comprar, para eu ir comprar pra Étila a bola, aquelas aquelas biscoitos de arroz que que tem muito nos Estados Unidos, eles usam. Aí fui procurar o deck que tinha o mercado mais próximo aberto 24 horas. Aí o Giga falou: "Por que tu tá perguntando
se pode pegar caminhonete? Foi você que pagou a caminhonete?" É, você não pagou al lugar de falei: "Tá bom, é, vou perguntar". Aí eu cheguei para ele, fal, empresta a caminar para eu ir buscar uma bolacha de arroz lá para deixar tudo pronto pra Étila. Aí ela porque ela precisava acordar e já e já carbar e ela não ia ter tipo de tempo no mercado porque parecia que ela tinha que acordar às 5 da manhã, alguma coisa assim. A a categoria dela era bem cedo. E aí eu falei pro Turo, vamos aí o Tuguro, vamos
lá, vamos. Eu falei, vamos. Aí achamos um mercado aberto 24 horas que tinha bolacha de essa bolacha de arroz tipo 15 km da casa onde o Diga tava. Meu Deus. É 20 km. Não deu tempo. Dá trabalho, cuidar de at 40 minutos da manhã. Dá trabalho, cuidar de atleta. O atleta à noite lembra que precisa de biscoito de arroz para carbar no outro dia. Meu Deus do céu, biscoito de arroz é básico de qualquer negócio. Mas o atleta vai lembrar à noite, aí toca a pessoa pegar 15 km para buscar um biscoito. Isso era longe.
Pode perguntar pro Toguro. Olha, atleta dá muito trabalho. Depois a galera entende porque a atleta acaba perdendo patrocínio, porque o atleta dá trabalho. Fomos lá, achamos a bolacha de arroz. Eu até mandei para ela na época a foto, falei: "Cara, é essa com sal, sem sal?" Porque ela não tinha me falado. Ela só falou bolacha de arroz. Falei: "Não, dúvida vou comprar as duas com sal e sem sal". Comprei, ela já tava dormindo, fui aí o tu gurou: "Vamos passar comprar um Mac, pai, estourar um baldinho com o Mac." Falou: "Ah, vamos, vamos lá". Aí
ele, deixa que eu peço. Aí chegou lá no inglês dele lá, ah, tio, quarteirão, não sei o quê, não sei o quê. Meu Deus. Eu fiquei só olhando, eu falei ele, o que que tu quer? Deu o quarteirão. Ele ti o quarteirão, não sei o que, não sei o que, não sei o quê. O cara deu a sacola do Mac, né, para levar. Ele botou ali, eu botei ele no meu pé, a gente foi para casa. Aí quando ele chegou para entrar na casa, eu fui ô vamos comer aqui porque o Giga tava dormindo na
sala. A Ju tinha expulsado ele do quarto, roncando no porque ele roncava e muita flatulência. É, muita, muita, muita, muita. E aí a Ju tinha expulsado ele do quarto. Inclusive o Tuguru filmava essas coisas assim, né? Tipo, a Ju vai, vai pra sala, domina sala que não te aguento mais dentro desse quarto, não sei o quê. E aí e eu cheguei ali com Togor, falei: "Vamos comer aqui fora, né? Para não fazer vontade também, né, galera? É, para não fazer vontade. Isso como é. E outra coisa, a gente vai ter que passar e fazer barulho,
acender luz. O Giga tá dormindo no sofá, no primeiro sofá que tinha na sala. O Tru que jeitou dele. Não, pai, ele não liga para isso. Vamos embora comer lá dentro. Não, vamos comer aqui no carro. A gente parece doido. Aí eu, meu Deus do céu, não, não, não, não. E ele foi, foi. Me dá aqui, vem, vem, vem, vem. Foi, entrou. Daí na hora que ele foi entrar, eu não deixei ele acender a luz. Falei: "Não, não, não, não, não, não acende a luz". Falando baixinho, né? Para, para, para. segurando Togur. Daí ele chegou
e o só depois o Giga tava sentado deitado assim com a bolsa e ele pode acender a luz [risadas] velho. Pode acender a luz e pode comer. Aí a gente, eu fiquei caramba, cara. Daí eu falei não, mas vai passar à vontade cara, tipo, cheiro de McDonald's aqui dentro passando fome aí, cara. Comendo. Quem fazia o arroz dele era Ju tudo. Mas algumas vezes foi tipo na correria ali de pintar e vai e volta a Ju levando e buscando, fazendo mil coisas. Quem fazia a comida dele e nossa era o Toguro, o arroz. Cara, se
pegar a panela de de arroz do Toguro que ele fazia, tira o arroz, deixa a panela e o der na tua cabeça dá um tretizo craniano que ele fazia uma pedra de arroz. Pergunta pra Juus. Eu tô imaginando Toguro na cozinha. Se tinha que o o arroz dele Você pegava tipo assim, ó, quebrava em bloco de, sabe? É, pegava cada um pedaço de bloco para comer. E o e a carne dele, tipo assim, se você pedisse para ele extremamente passada, chegava a sair fumaça ali quando ele fazia, cara, fumaça, até disparava o alarme de incêndio
da casa. e tinha que cancelar antes do bombeiro vim, porque de tanta fumaça que ele fazia para fazer um bife, ele fazia meio meio km de fumaça. Daí eh eu falei: "Cara, não faz." Daí ele o diga: "Não pode vir, come aí, fica tranquilo". Falei: "Caramba, cara". O cara é punk mesmo, cara. Profissional. É profissional, mas extremo ele. Eu falei: "Ele vai ganhar, cara". Cara, e ele cara, qualquer outro atleta teria comido aquele BMC junto com a gente. Aí o Toguru olha, olha só, acendeu a luz, fez um barulhão do caramba. Quarteirão, cheiro de McDonald's
no no na sala ali onde o Giga tava dormindo. O cara ele abre o eu me lembro até hoje como se fosse hoje. Ele abre aquela embalagem do do McDonald's do quarteirão. Ele olha e fala, ele olha assim: "Mas isso daqui é me tristeza?" [risadas] Hã, pai, isso aqui não tem queijo, os molhos. Eu falei: "É, tu pediu sem nada. Ele, ai car, eu não como isso aqui. Aí não comeu, deu vontade de ir no Giga, acordou ele. [risadas] Trabalho igual. O Giga não matou ele naquela preparação. É porque o Giga tava com muita vontade
de ganhar. Tava com muita vontade de ganhar porque que o Togur encheu o saco dele lá na E [risadas] por isso que deu tão certo, foi tipo um um causando e outro e outro ali resiliente. Isso. Isso aí tinha vezes que o Giga que o Toguro mandava uma mensagem assim para nós assim: "Ô, vou dar uma segurada porque eu acho que ele tá começando a ficar bravo comigo que eu acho que eu tô Passando do ponto, vou dar uma esparecida". Então hoje eu ia entregar três dias e só vou entregar dois, tá bom? A gente
não, cara, no faz não atrapalha aí. Detalhe, hein? Ainda o contrato não tava assinado, não. Não tava. E aí? Tava palavrado. É. E aí quando eu cheguei, é, ele tinha passado pr as finais e aí tinha classificado ali tudo, né? E aí e aí eu cheguei com o contrato. Aí é onde tem aquele vídeo que eu chego, o Toguru já me encontra no corredor ali e ele: "Oi, pai, compra um Kitcat para mim. [risadas] Toguro. É o Toguro, mano. Toguro é chato. Quando ele quebra e pai, beleza. O homem do baldinho chegou com ele. Desde
sempre a gente sempre falou: "Não me filma, não filma a gente, tal, tal, tal". E ele, ô, o homem do Baldinho chegou, "Compra o Kitcat para mim." Um Kitcat. Falei, cara, compra, compre Kitcat. Nossa, o Edu, com a paciência de J. O Giga saiu lá de dentro, gente, pô, parabéns. Tal tal tal tal, tal tal tal, tal, tal, tal, tal, tal. Falei, cara, faz tudo com calma. Fitou aqui para vir para assinar, mas se tu se tu mudou de ideia, tá bom, cara. Não se sinta tipo pressionado. Mas claro, já tinha ido lá para para
ganhar tempo, né? Não ia deixar ele voltar pro Brasil vencendo ou não. Você queria realizar seu sonho de teu giga, cara. Teu giga. E aí a gente sentou no, me lembro numa mesinha ali de fundo. Assinamos ali. Ele falei: "Bem-vindo, pai". Falei para ele Naquele dia, todos os atletas que que a gente foi fechando, todas as pessoas, eu sempre expliquei, eu falei: "Cara, eu sei que você não tá fechando com a maior, eu sei disso, eu não sou a maior, mas um dia eu vou ser, cara". Nossa, leve o tempo que levar, leve o tempo
que levar, cara. Nós seramos as maiores, a maior marca de suplemento do Brasil. Falei, a gente vai trabalhar para isso. Se a gente vai ser, eu não sei, mas eu vou te dar toda a estrutura que você precisa. Eu vou te dar todo o apoio, entendeu? E eu vou e eu vou estar trabalhando por trás. Você não vai me carregar nas costas como influenciador. Eu vou dar todo o suporte, ainda vou empurrar e vão colocar isso tudo junto, entendeu? Então é o Felipe Franco foi a mesma coisa. Eu falei para ele, ele subiu no palco
giga, né? Daí ele mas por que que eu fecharia com você, não fecharia tipo com Integral Max? Ele falou isso é. Aí eu falei, porque eu tô aqui? Quem estaria aqui? Os caras estão aqui com você? Chama, chama eles para ver se vem algum dono falar com você. Não vem. Falei: "Então". Eu falei, "le vai, vai mandar um diretor de marketing, vai mandar um e nada contra, mas eu mostrar que eu tô com tanta vontade de eu chegar, como eu fui também presencialmente falar com vocêud, eu falei: "Cara, Eu vou eu vou mostrar para esse
cara que eu tô com tanta vontade que na hora que o cara botar um diretor de marketing para falar com ele, ele vai falar: "Não, vou fechar com outra ali". Ele veio aqui, ele me mostrou, ele falou, ele mostrou a energia da máquina, mostrava quais er. Você sabe que o Ch falou para mim e o Chica vai se lembrar como se fosse hoje. Eu tava, Maurício, só pr por via de dúvida, Starlink, tudo mais, deixar Starlink não vai aqui só internet segura mais umas duas horinhas acabar a luz. Internet segura mais umas duas horinhas acabar
luz. Só a internet em Sim, mas aí o restante a gente, tá bom? Não, porque você viu o temporal chuva. Bom, mas voltando com eh, eu lembro como se fosse hoje o Giga chegou e falou assim: "Irmão, o cara veio até aqui falar comigo. O cara veio até aqui e ele falou assim: "Sabe qual o mais louco?" Eu mandei mensagem para ele num dia, ele tava aqui no outro dia de manhã. Aí a Jú olhou para mim e falou assim: "Qual foi o dono que veio aqui um dia e te trouxe a tua atenção? que
trouxe, qual foi o o dono de empresa que veio aqui e te deu toda a atenção que você precisava. Você fechou com o Giga porque você foi lá. Você não falou assim, vai lá, fala com ele. Eh, não, porque você foi lá. Ele disse para mim que aquilo foi fundamental. Ele se sentiu muito valorizado, cara. Sim. Foi bem legal na época. Foi bem legal. E aí eu sempre tentei ter essa proximidade, explicar o que que a marca buscava, porque que eu achava que a Grove, porque eu e Fernando nós achávamos que a Grove era diferente
das outras e explicava o porquê do do 100% online. Inclusive falava para eles, cara, hoje você, tipo, tinha gente na época que depois o nós fomos contratando que tinha comissão, mas as outras marcas vendiam em outros outros canais. Eu falava: "Você tá perdendo venda que você vai vender muito mais". E aí quando essa pessoa vinha pra Grof, ela viu o potencial de venda dela. Ela falou: "Cara, eu tava deixando dinheiro na mesa". Ela mesmo comentava com outras pessoas: "Cara, eu tenho contato com o dono, eu falo direto com ele. Eu três vezes mais na Grof,
recebo três vezes mais que a outra patrocinada." É porque a GRF vende muito mais barato e tá no online. Isso. Vende mais barato com qualidade extrema, sempre focado em segurança máxima de qualidade pro cliente. Então porque o cliente não iria comprar da Grove? É. E uma coisa que é importante de falar aqui, que é o diferencial, o diferencial da Grove, sabe o que que é? Os colaboradores. Isso. A nossa diferença para qualquer outra marca de suplemento sem querer desmerecer é o nosso time de colaboradores. São especiais e são, cara, é, é, é a essência do
negócio. Vocês tratam cada peça com, é a cultura. E a gente sempre falou para eles, quem dá um show aqui são vocês. Vocês são os responsáveis por isso aqui, porque eles dão a estrutura. Isso. Eles dão a estrutura pro negócio. A logística da GRF foi criada por nós. Quem que era o cara de logística lá dentro? Ninguém. A gente venda a necessidade com os colaboradores, foi criando método, método de expedição. Ah, pegou consultoria, pegou não sei o quê, nada. Até hoje nunca ninguém de de de logística, etc. Foi ali, deu uma dica que melhorou ou
mudou alguma coisa muito diferente. Nunca foi evolução. Foi evolução com colaborador falando e ouvindo o cara lá, porque nós trabalhávamos na expedição também. Então eu ouvi o Renato falando aqui, ó, Renato, ah, se melhorasse isso aqui melhorava muito. Se isso aqui mudasse ia melhorar muito. No outro dia melhorava. Ouvindo quem tava no front. Sim, no front. Ouvindo o cara do fronte lá, o cara embalando a caixa e falando assim: "Cara, sabe uma coisa que podia melhorar? Isso isso, isso." E quando o cara via E quando o cara via que nós estávamos junto com a mão
na massa, aquela cultura da empresa ali se tornou um negócio que é assim, cara, a gente vai é e vai vencer. E a gente não buscava o primeiro lugar. vocês motivavam tempo todo. Sim, qualidade. Qualidade sempre qualidade em tudo, atendimento, logística, tudo que a GR fazia fazia bem feito. E aí isso era consequência para se tornar primeiro e com constância todo dia, todo dia, todo dia, todo dia com um time incrível, receita por sucesso. É quem faz uma análise de mercado e assim, tá, um, eu tenho propriedade para falar com vocês, porque eu tive do
outro lado. Então assim, antes de eu me tornar Team Grove, eu acabei trabalhando nas maiores marcas. Então nós fomos, vamos dizer assim, concorrentes em várias frentes. E uma sensação que eu tinha e assim, tá? Quando eu tava na primeira marca, eu falava assim: "Gente, dá uma olhada no movimento dessa empresa que é isso aí. Nunca será, nunca será. Esquece. Era isso, ó. Tem um contratando influenciado. Nossa! Influenciador não traz brand pra marca. Tem que trazer fisiculturista, atleta, porque o atleta traz o branding. Isso aí esquece, não faz brand pra marca, só bagunça, é só resenha.
Olha o que eles estão fazendo aqui, entendeu? Olha o que eles estão fazendo aqui. Aí o presta atenção nesse mov. Não, a gente não quer isso não. Isso aqui não é a nossa cara. Deixa eu atender o Toguro aqui que ele vai querer. Fala, bonitão. Tá fazendo o que aí? Tá fazendo o que aí, pai? Tô fazendo o quê? Você sabe o que eu tô fazendo? Eu tô com os os donos do mercado aqui, meu irmão. Eles estão eles estão no Monjar, pai. Estão parecendo dois caveiro. [risadas] Não, vem cá, você veio aqui, entendeu? Para,
para fazer igual você faz comigo todos os dias. Você sabe que o Toguro é aquele amigo que ele nunca tem uma palavra positiva para você, né? Ele me encontra, ele fala: "Nossa, como você tá velho, Cariane". Nossa, seu cabelo caiu. Nossa, tiozão, você parou de treinar? Ele é aquele amigo que nunca traz um fator. Nossa, o pescoço tá parecendo de peru. [risadas] Mas eles não estão no Monjar, tiozão. Ele acabou deigou, cara. Quem precisava entrar no mãoar era você, Toguro. Pelo amor de Deus, eu vou comprar um mão jaro pr você. Depois fala pro pro
Edu falar o ciclo dele aí. Você tá ao vivo agora, então conta como é que foi a sua entrada na GR pra galera aqui. O teu culo. Caraca, pai. É sério mesmo? Vai falar ou não vai? O o Educo tem que falar. Eu eu me bijei de rir quando ele falou que o Giga, ele é bom contando a história, pai. O Giga falando que pode pode abrir o pode pode acender a luz aí. [ __ ] foi história, velho. Fazinte, se você lembrar de alguma história top que envolve a GRF, dá uma ligadinha aqui que
eu ponho você ao vivo. Fechado. Caraca, estamos. Eu vou escutar o Edu falando do do da história de como nós fechou. Tá bom, fechado. Depois você fala para ele quando quando nós deu um rolê em bonear e derrubou tudo lá na balada. Ah, nunca nunca nunca [risadas] isso acho que ele não quer contar aqui, ó. Não quer contar, não quer contar não. [risadas] Agora não se esqueça que agora ele é um homem casado. Não, não, nunca teve isso. Mas ele era, ele era solteiro na época. Tá de boteira. [risadas] O cara é doido. Se ele
lembrar de alguma história, eu te chamo aqui. Doido. É ele. É esse amigo aí, ó. Ele só veio para fazer asação antes, ele joga o veneno e ele joga a bomba e sai. Antes de nós chegarmos aqui, eu liguei para ele. Aí primeira coisa que ele me fala, tá com o cara de mãojaro, que ciclo tá tomando? Passa ali as coisas. Eu falei: "Ah, meu Deus, cara". Ele falou: "Tá com o cara chupada". Bom, eu tive do outro lado e eu falava: "Gente, presta atenção nesse movimento". Não é assim, a soberba de muitas marcas acabou
fazendo com que eles desacreditassem. Soba precede a queda, né? Exato. Você ali no início ali na rampagem no início da empresa, você foi procurado por marcas e empresas? Você teve contato com alguma marca, alguma empresa, alguma? Eles chamaram você, quer seja, pô, vem aqui construir uma aliança ou não. Quero entender vocês. Alguém já alguma coisa você, não quero que vocês cite empresas, quero que você cite uma situação. Houve alguma situação interessante envolvendo empresa, dirigente? Teve uma que nós fizemos uma feira, nós não tínhamos dinheiro para comprar o estande na feira, nós contratamos o estacionamento. É
e nós começamos a distribuir camiseta. Ali eu fiquei puto ali. Eu fiquei puto ali. Eu fiquei puto, mano. Nossa, cara com [risadas] uma sacolas dando, mano. Eu só dava a camiseta da Grof a feira inteira, velho. Arnold Classic Brasil 2018, velho. Isso. Arnold Classic Brasil 2018. Isso. A feira mais cara que tem. Beleza. Eu tô lá. Eu era, eu era speaker head de marketing de uma empresa do tal. E na época da feira era o dia que eu mais trabalhava. Era o cara que fazia o discurso de entrada, discurso de saída, coordenava ali, tod vejo
o moleque com camiseta da GRF. Eu falei: "Caralho". Aí eu desci, eu falei assim: "Vem cá, meu, descobre aonde tá o stand da Grove aqui, porque falar que ele não tá na feira, tem que tá um stand aqui." O molecada tudo com camiseta da Grove. Não é possível que os moleques resolveram sair de casa com a camiseta da Grove, só para me irritar. Não é possível. E ali daqui a pouco vem um cara, Cariane, é o seguinte, que que foi, ó? Os caras tão na porta, é no estacionamento. Estacionamento. É, estão na, é, sei lá,
os caras estão lá na linha feira, entendeu? Entregando camiseta pra galera e sorteando ingressos. 500 ingressos. Compramos 500. O valor do stand, se eu não me engano, nós compramos em ingresso. Comprou ingresso tinha no gás camiset lá 20.000 em ingresso aí eu falei, descobre na onde é isso aí. Não é possível que os caras estejam na porta. Os caras falou, Renato, eles estão com uma operação lá no estacionamento. Liga pra Ana. Ô Ana, que a Ana, beijão, Ana Leal. Ana e a Ana, cara, ela é uma é uma dama, né, cara? Assim, a mulher uma
de uma educação, de um refinamento. Ana, para os cara lá, velho. Faz alguma coisa, faz alguma coisa, caceta. A gente pagou a feira aqui, pagou uma grana preta, os caras só estão rodando de camiseta Grofa aqui. Segura os cara. Ela falou: "Cariana, eu não posso fazer nada, eles estão do lado de fora. Eu não posso fazer nada do lado de fora. Se eles estão presenteando as pessoas com camiseta, as pessoas estão entrando. Se ele tá sorteando ingresso, as pessoas estão entrando. Cariane, eu não posso fazer nada, mano. Cara, Mas daí nesse ponto, quando nós começamos
ali no estacionamento, a galera que era dona de marca começou a zombar, zombar falando: "Olha lá, não tem dinheiro para pagar um stand". Agora eles mostraram para todo mundo que eles estão falidos, até pros atletas, porque os atletas vão ver que vocês não têm standes, vocês só conseguem pagar lá fora. Agora Diferencia a gente deles. É sucesso, cara. Quando começou a feira que eles entenderam o que que tava acontecendo, era gente correndo para tudo quant é lado. E além disso, nós mostramos pro consumidor que fala: "Eu tô aqui, eu não tô com o dinheiro para
botar lá dentro porque eu tô economizando produto que fica mais barato." É só que eu tô te dando R$ 100.000 R000 que foi tipo que e R$ 500 ingresso a R$ 200 deu R.000. Falou, eu gastei R.000 para deixar para para te ajudar a entrar porque tinha um monte de gente lá que falava que falou: "Cara, eu não tinha condição de comprar e entrar fez tira do grande para dar pros começou que a galera entendeu mais do que outras marcas que a galera tava zombando e depois o jogo virou". É, fala cara, a galera enlouqueceu
cara, era a gente correndo para tudo quanto é lado. Nós demos o quê? [risadas] Esse dia foi falta praticamente. Acho que foi isso, né? 30.000 camisetas mais ou menos, né? Agora não lembro de número assim, cara. Mas era marketing foi isso aí. Não, não temos a capacidade de gastar e não queremos gastar para ter um stand lá dentro. É a possibilidade ali de gastar 2 milhões, mas eu vou gastar 200.000, 10%, e vou fazer a feira inteira me ver. Eu sou 60.000 pessoas vão me ver. 100.000 pessoas, eu não sei quantas passava, era isso, né,
que passava nas na feira, né? 100.000 pessoas. É por aí, é falar. Então eu vou dar lá 30.000 camisetas, 1 terç da feira vai estar usando minha camiseta. Muita gente vai ver a marca, vai falar: "Cara, que marca que é isso? Que que é isso? Grufo, Gruf, Grufo." E daí ali a gente começou a chamar mais atenção, mais atenção. Cada vez se chegou um momento no meu stand que estavam pedindo para tirar a camiseta para fazer a foto. [risadas] Você tira a camiseta, coloca essa para fazer a foto. Juro por Mas que entra, cara. Imagina
ou isso. Muita gente espera o momento perfeito para fazer as coisas. E deveria fazer com o que dá. E a gente fazia com o que dava, porque eu poderia ter esperado, ah, vou juntar 200.000 esse ano, esse ano, esse ano, daqui a 10 anos eu faço o stand. Não, eu vou fazer com o que dá. Que que dá para fazer hoje, cara? Dá pra gente pegar, dar camiseta para caramba e lá dentro a gente ter mais visibilidade do que o stand, porque vai est todo mundo brigando por atenção. Naquela época podia ser um alto, lembra?
Era uma bagunça e não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Falei: "Cara, eu vou encher, eu vou botar tipo 1/3 das pessoas que estão lá com a minha camiseta". Então, tipo, tinha 30.000 pessoas com a minha camiseta e tinha lá 70.000 pessoas. Sem essas 70.000 pessoas vamos passar por por alguém que tá com a camiseta porque o cara vai pensar, mas o que que é isso, cara? O que que é tanta gente com essa camiseta de Golf? E ali eu chamei essa atenção de pelo menos umas 50.000 pessoas deve ter
chamado. Ah, e essas 50.000 pessoas falaram para outras 50.000 pessoas, para outras 50.000 pessoas, porque o pessoal, ô cara, a Grove, todo mundo com aquela camiseta, deve estar todo mundo comprando e não tinha ninguém comprado, era todo mundo ganhou. Tanto o Rei gravou, o Léo gravou, o Toguro gravou, Mano. Foram os vídeos que estouraram na época. E quem inventou o Grove Day? Não, não. Mas antes tem uma coisa. Antes tem uma coisa. Vocês perguntaram ali da marca, que marca que falou com vocês, etc. Você teve contato com alguma marca ou algum dirigente? Alguém chamou pr
conversa? Conversa? Teve teve uma marca pedindo para entrar na associação. A gente sempre foi contra associações. Beleza, essa morreu, essa reunião morreu. Aí depois veio, caras queriam que você entrasse na associação, veio uma outra marca, uma outra pessoa querendo comprar a Grove. Comprar, né? E daí nós tá bom, vamos escutar então. Chamou lemb não, ele entrou em contato primeiro falando para unir forças para aumentar a importação e aí a gente falou: "Não, não, porque se eu se ele quer unir força para aumentar a importação, ele tá querendo saber o meu volume." É isso. Ele quer
importar junto comigo com uma marca que ele que essa pessoa acha que é pequena. Não faz sentido nenhum. Então não, aí essa pessoa veio de novo falando o seguinte: eh, vamos na Anvisa, vamos sentar para conversar, para tentar liberar, unir forças, para tentar liberar novos produtos, para tentar e conseguir, tipo, pô, porque na época muito a o brasileiro comprava muito suplemento importado, muito, é muito, porque tinha pré-treino com um monte de ingrediente que aqui no Brasil não podia. falou: "Vamos na Anvisa lá batalhar para conseguir". E aí sim a gente aceitou, foi a brecha que,
tipo, ele achou para, tipo, convencer a gente a aceitar, ter uma conversa pessoalmente. E aí, nessa conversa pessoalmente a gente conversando tal tal tal tal, surgiu sobre também nessa meia Época tipo de pô e aí se a gente fizesse uma se fizesse uma aquisição da Grove, se fizesse alguma coisa, tal? E aí eu fui para essa conversa para ser humilhado, car, para ser humilhado. Cheguei lá para ser humilhado do começo ao fim. Como é que foi a reunião? Começou tranquilo lá, pedimos os pratos, não sei o que. Aí começou, cara, quem que é o quem
que faz o marketing da Grove? Eu falei: "Ah, eu, tal, não sei o que, o Fernando junto, porque o Fernando também a gente sempre se complementou. Eu sempre andei um pouco na área dele, ele sempre andou um pouco na minha área. Então, porque, tipo, se um dia eu precisasse viajar, fazer qualquer coisa, o Fernando sabe tocar. Se um dia o Fernando precisasse viajar, qualquer coisa, eu sei tocar um pouco verdadeiro sentido de almas gêmeas. Isso. Então, sempre teve essa esse 30 70 30. Ele sabe fazer 30% do que eu sei, eu sei fazer 30% do
que ele sabe. Isso vai se equalizar. Então, tipo, chegou num aí, chegou lá na reunião, a pessoa: "Ah, vamos vamos importar junto?" Eu falei: "Não, não tem como, cara". Obrigado, Daí ele começou, a pessoa começou: "Cara, é você, quem que é o marketing?" É, quem que é o marketing? Aí eu falei, eu faço marketing ele falou: "Mas você tem faculdade, tem alguma coisa?" Eu falei: "Não, cara, não, nada, é vivência de mercado, né? escutando o que tem para falar, eu no saque, vou aprendendo por ali, direto com o cliente, com o consumidor, escutando meus colaboradores,
escutando todo mundo. Aí ele chegou e falou: "Ah, eu fiz faculdade de marketing ou tinha alguma coisa assim". Aí eu falei: "Pô, legal, cara". Ele falou: "Se tu quiser um dia eu te dou uma aula, te dou um curso, [risadas] se tu me pagar, Porque o é se eu comprasse a Grove, se eu comprasse a Grof, eu mudaria o brand inteiro dela, porque isso que vocês fazem não é brand." É, é. falou isso. Isso que eu tive a reunião primeiro foi comigo, a primeira em Fliranópolis e aí depois o Eduardo foi para São Paulo e
aí na reunião comigo, ah, não foi uma reunião muito boa. E aí depois o Eduardo foi lá, mas com o amigo também, ele falou, eu bati no ombro dele e falei que ia ultrapassar ele. Falou: "Pô, aí começou um assunto no mercado que eles iam comprar Grof, sendo que tinha NJ assinado para não fazer informação, tinha umas coisas". Então, tipo, já começou um negócio meio estranho. Aí eu falei, "Eduardo, vai para São Paulo com os advogados, entende? você é melhor, porque eu não entendi o que aconteceu. Falá, vai lá e entende. E aí teve uma
época que ele perguntou do faturamento. É, na época nós faturávamos, não, nessa nessa reunião ele perguntou, é isso. Daí nós faturávamos 150 e falamos que faturava tipo 90 para ver, para ele não ter noção 100% do tamanho nosso, porque a gente sempre protegeu o faturamento, sempre. E o maior mistério de todas as marcas era saber o nosso tamanho. Exato. Porque com faturamento você consegue saber volume e tudo mais. E quanto que cresce a cada ano? Isso. A gente sempre ficou fora do radar porque a gente nunca deixou ninguém saber o nosso faturamento, enquanto as outras
marcas falavam: "Ah, eu faturo não sei quanto, eu faturo não sei quanto". É. E e nesse almoço, essa pessoa chegou, olhou para mim e falou: "Ah, vocês faturam quanto?" Aí a gente jogou lá embaixo, fal: "Ah, fatura 90, 87." Aí a pessoa chegou e falou: "Ah, tá, vocês são pequenos, sou Cinco vezes maior que vocês." Sabe sabe o que que é faturar? Ele, a pessoa perguntou: "Você sabe o que que é faturar 500 milhões?" Aí eu falei: "Não". Ele falou: "Sabe qual que é a sensação?" Não, falei, deve ser muito boa, porque deve ter muito,
muito colaborador, deve ajudar muita gente, é uma empresa grande, né, querendo não movimenta muito. Aí ele, a pessoa chegou e falou para mim: "Legal, sabe quando é que tu vai faturar isso?" Falei: "Cara, tô, tomara que daqui 2 tr anos". Aí ele falou: "Não, tu não vai faturar isso daqui nunca." Nossa, foi foi a hora que o aquilo machuca. A hora que o Eduardo voltou, se ele tem, se ele tinha tentado fazer uma coisa negativa para desanimar ele, fraco, você não vão faturar isso nunca voltou. Muita gente, é, muita gente teria, muita gente teria desanimado.
Cara, vou fazer tudo contra vocês, vocês não vão crescer. Vou travar vocês de tudo quanto é lado, vocês não vão. É, é. É. Então, psicológica total. E eu pensei o seguinte, aí eu fiz uma pergunta assim, eu fui conversando ali depois, né, esse deu esses aí e eu fiz umas perguntas, falei: "Ai, tu curte muita vida, pô, com uma empresa desse tamanho?" Aí o cara, sim, sim, sábado, domingo, vou pronunciar, a pessoa vai, vou para tal, vou para tal lugar, vou para tal lugar, curto a vida, isso, aquilo. Eu pensei, tá aí a brecha. É,
é, eu lembro disso aí. Alguém tá trabalhando pouco. É, tem alguém trabalhando pouco aqui nessa mesa. Tem alguém trabalhando pouco. E eu já tava trabalhando muito. Fernando também. Todos os colaboradores, nossos colaboradores sempre compraram a ideia, sempre foi. A a Gruf, não sei se o público que tá assistindo, sempre teve uma sensação de família. É isso. Até no time de atletas. até no time de atleta, inclusive no time de de atletas, os colaboradores, porque todo mundo sabe que tava todo mundo se esforçando, não tinha ninguém trabalhando sozinho. Então, o pessoal que tá atrás das câmeras
tava se esforçando, pessoal que tava no palco tava se esforçando. Pô, os os a plateia, os clientes, os influenciadores postava para caramba demais demais. Então, na hora que que eu perguntei assim, eu só fiz umas perguntas básicas assim, ei, a vida e tal, não, eu curto para caramba, viajo, tiro um mês de férias, não sei o quê. Falei: "Cara, uma conta simples. Ele sábado, domingo, ele disse que não trabalha e que eu sou burro, que eu trabalho." Falei: "Então eu tenho dois dias a mais na semana que ele isso. No mês eu tenho oito. Em
10 meses 80. Em um ano eu tenho praticamente três meses a mais que ele de trabalho. Mais um mês que ele tira de férias que eu não tiro. Isso. E mais um mês que ele tira de férias que eu não tenho. Então que eu não tiro. Então eu tenho quatro meses a mais que ele no ano. Então a conta é simples. Falei essa qualquer empresa que seja ele ele tem 10 anos a mais de mercado que eu. Eu vou buscar esses 10 anos na raça. Eu vou eu vou vou cortar caminho. Eu vou trabalhar o
tempo que ele não tá trabalhando. Enquanto ele tiver dormindo, eu tô trabalhando. Porque nessa época a gente ia e tinha uma regra simples. Tem horário para acordar, mas não tem horário para dormir. É isso aí. Eu sabia o horário que eu tinha que acordar no outro dia. Vocês dois tinham uma regra. É isso. A gente tinha essa regra. O Fernando passava na minha casa para me buscar. Ele, ó, amanhã a gente vai acordar 5:30 da manhã. Tem que fazer isso, tem que vazar a tem que ajudar na expedição, tem que correr para não sei o
quê. Eh, nosso motorista e se acidentou. Tu vai, vamos resolver? Eu falei: "Me dá van." É, me dá van. Eu vou para São Paulo porque não tinha na época uma pessoa para ir dirigindo para São Paulo de confiança com a carga dos clientes. Você foi você foi de motorista. Não tinha como ter funcionário eh motorista parado esperando para ficar tampando. Ter vaga? Não tinha. É motor foguista cobrir a vaga do cara. Isso aí durante acho que um mês e pouco, né? Acho que foi isso mais ou menos. Eu fui três vezes na semana. Sim para
São Paulo. Respondi e-mail o dia todo até às 8, 9 horas da noite, mais ou menos, dependia do volume de de meio. Ia para casa, tomava banho, voltava ali na empresa, pegava van São Paulo. Chegava aqui em São Paulo, descarregava encomenda, porque nessa época nós éramos pequeno ainda pro correio, pros correios. Então eu mesmo descarregava a encomenda, batia na época na do cato cabe o qu 600 encomendas. É por aí. Por aí descarregava 600 encomendas sozinho, fechava a portinha da docato e ia carregar matéria prima. É, mas só um ponto aqui. O que que uma
outra empresa ia fazer? Comprar uma empilhadeira, comprar um caminhão que gasta três vezes mais combustível, ia botar paletizado. Vai A gente desenvolveu na logística uma ducato, aquela vanzinha que fazia nove com litro, três vezes mais, manutenção muito mais barata. A carteira de motorista era de carro, classe B, então achava fácil motorista. Era fácil de ter motorista. Vai, cara. Qualquer um podia pegar a van e isso só tinha que ter segurança porque tava lidando com 600 encomendas, né, de clientes, não podia parar em qualquer lugar. Então, tipo, tinha que ter um treinamento ali antes, não dava
para achar do dia pra noite uma pessoa para dirigir 7 [risadas] horas da madrugada. Não, e achar uma pessoa que consiga dirigir 7 horas sem parar na madrugada, porque tinha tempo para ir e tempo para voltar. É. E anda mais rápido que camião. Camião levava 11, 10. Avan em 7, 8, 7 horas. É, 7 horas. ganhava tempo, economizava combustível, usava o máximo que dava da van. Isso, tudo enxuto de novo, a Grof inteira, tudo 100%, tudo, tudo financeiro, operação. Eu lembro até hoje de um cara que eu chamei para ir na Grof, a hora que
ele viu a operação e viu nós produzindo e ele perguntou assim: "Qual que é a capacidade de produzir aqui?" Aí eu vou falar um número qualquer, tipo 500 toneladas por mês? Aí ele chegou e falou: "Não acredito". De tão enxuto que era, era falou: "Não acredito que vocês desenvolveram isso aqui". que a galera complica tanto. Redução de custo, preço no produto, agilidade, agilidade, rapidez na entrega. Isso Dia um, né, cara? Vendiam um produto já correr em vez de esperar o dia inteiro vender tudo e levar tudo de uma vez. Isso. Isso. Leva um por vezes.
Isso. E eu me lembro até uma vez veio uma empresa fazer uma proposta para colocar um sistema de para bipar a encomenda é bipar o produto, bipar para ver se bate produto, para botar dentro da encomenda. Daí o Fernando fez os cálculos lá, falou: "Tá, mas vai diminuir a minha velocidade de expedição porque o cara vai ter que ficar bipando". E a gente, o Fernando montou um sistema, Fernando junto com os com o pessoal montou um sistema para o número dentro do da expedição é um é o produto é um número. Então eu sei 10.001.
Ah, o sabor chocolate, eu não vou pôr o E sabor chocolate. Então no corredor tem do 10.001 até o 2100. Então tu sabe onde é que tá o 99, 87? Tu vai olhando 67, faltam andar mais 20 casas pra frente, então tu ia lá e achava, entendeu? Então, tipo, desenvolveu isso. E aí eles vieram e falaram: "Pô, mas você achou muito mais eficaz que o bip isso?" E muito mais eficaz. E aí que que aconteceu? Eles falaram: "Ah, mas a taxa de erro de vocês é grande". Mas o Fernando e o pessoal criaram um sistema
de reverificação. A nós tínhamos a lista de quem fazia as caixas, os colaboradores. Então tinha a lista das pessoas que mais acertavam as encomendas, que não erravam através do sistema que a gente pedia pro cliente, cara, ah, chegou um produto errado aqui na minha encomenda, bate uma foto da etiqueta. Ali tinha um um negócio secreto que a gente sabia quem caixa Qu fez e o horário que fez para puxar na câmera para ver se realmente era de fato tinha errado ou não. Puxava na câmera, via, não, realmente faltou esse tal produto. Então esse pessoal da
que mais acertava encomendas passava por uma segunda etapa. Isso ele ficava na reverificação porque ele era uma pessoa muito boa, mas atenta, mais atenta, extremamente atenta. E tinha pessoa que era muito rápida, que fazia duas, três vezes mais rápido, mas mas errava. Então o que acontecia? Ele errava e parava na segunda, na segunda leva de onda. E aí a taxa nossa de erro, o pessoal ia olhar e era não, 0.1 0.1% e a taxa de erro dela com o sistema era 0.3 0.4. Isso você conseguiu criar um sistema mais eficaz do que os sistemas operacionais
avançados que a galera vende ia perder tempo, aumentar erro, velho. Ia ter tá quantade de de colaboradores, ia ter que aumentar tudo custo sistema. Caiu luz, caiu a luz para o sistema. Ninguém mais processa nada. Isso. E a gente continuava operando. É, a gente continuava operando muito. Exatamente isso aí. Exatamente. Caramba. Nossa senhora. Falando sobre gestão ainda, eh, eu recebi, cara, eu tá, recebi centenas de mensagens no meu direct de colaboradores, pessoas que trabalham dentro da GROF arrasadas com a saída. Eu recebi centenas, centenas. A sensação que passa. E eu poderia ler aqui várias aqui,
várias, centenas, centenas de mensagens. A sensação que eu tive é como se eles estivessem eh se despedindo de um pai. Sim. Eles me chamavam de pai. Eles me chamavam de pai lá. De pai. É bastante gente chamava de pai. Aham. Centenas, centenas de mensagens. Como é o modelo de gestão da Grove? Era um modelo por meritocracia, qualificação, performance, humanização, gestão de conflito, entendeu? Porque o que acontece, pessoal, eu tô perguntando algo que é muito importante para você aprender. Gestão de conflito, eu crio um ambiente de competitividade entre esses dois caras. Performance-se, ganha mais quem entrega
mais. Gestão humanizada. Cara, eu entendo os seus problemas, as suas dificuldades. A gente tá aqui junto, vamos crescer junto. E acabou. Gestão por competência. Tá aqui, o filho é teu, toca. Te dou autonomia. Se você fizer cagada, é o teu filho. Vamos lá, você topa. Então são vários modelos de gestões e não tem modelo de gestão certo ou errado, porque vai ter que lidar com com a cultura da empresa. Se a cultura da empresa é uma cultura humanizada, se a cultura da empresa é uma cultura de performance, se a cultura da empresa é uma cultura
de gestão por competência, a cultura é quem vai dizer se o modelo de gestão funciona. Isso. Perfeito. Perfeito. Perfeitamente. O que nós criamos, nós criamos, né? O que o nosso coração mandava fazer, pedia para fazer, era o seguinte, deixar o pessoal livre por competência dele. Eu dava o filho para ele. Vou te contar um exemplo aqui. Eu fazia impressão da encomenda, faturamento. Chegava 4 da manhã na empresa, começava a fazer integração, faturar, cruzar etiqueta e nota e etc para quando a expedição quando, para que quando eles chegassem já estivesse tudo pronto, tudo separado, com toda
a malha logística, etc. Ficava lá das 4 da manhã até 8 da manhã imprimindo. Você é? Uhum. Teve um cara dentro da empresa que falou: "Cara, eu quero isso". Daí eu falei: "Cara, Fabrício, o nome dele, eu quero isso aqui". Eu falei: "Cara, é como é que eu te ajudo?" Top, mano. Daí eu falei: "Cara, é, tu tem muita vontade mesmo?" Tenho. Daí eu falei: "Cara, deixa eu pensar e eu te dou um retorno". Aí, beleza. Continuei imprimindo depois das 6. Ele chegava junto contigo? É, chegava, tipo, ele chegava às 8, saí às 6. É.
Daí 4 da manhã, tudo lá, não sei o quê, ele chegou, tipo 8 da manhã e subiu para falar comigo e pediu oportunidade. Daí passou esse dia, ele tava na expedição, ele estava na expedição. Aí deu 6 horas da tarde, ele pegou, ele deu 6 horas da tarde, ele pegou e foi lá, porque eu continuei imprimindo. Pegou uma cadeira, sentou do lado. É, ele falou: "Posso sentar aqui do lado e aprender?" Aí eu olhei para ele, eu falei: "Cara, ele tá com vontade". Eu falei: "Pode, fica aqui". ficou ali no outro dia, 4 da manhã,
tá o cara lá de novo. Eu cheguei 4 da manhã na frente da empresa, tá ele. Falei: "Caramba, cara". Falei: "Cô, mas eu falei: "Ô, Fabrício, mas olha só, eh, tu não me pediu nada, vai atrapalhar a expedição porque hoje é um dia que tem bastante caixa, bastante encomenda e eu precisava que você viesse na expedição, só que agora que você daí eu, só que agora você já tá aqui, então vem aí você vai embora mais pra casa." Ele: "Não, tá bom?" das 4 às 8 do meu lado ali, aprendendo, aprendendo, aprendendo, aprendendo, aprendendo. Chegou
lá 8 horas da manhã, ele foi pra expedição. Daqui a pouco eu olho, tô 6 horas da tarde, tô lá fazendo mais impressão de encomenda, ele chega do meu lado, posso continuar aprendendo? Eu falei: "Mas pera aí, mas o que que tu tá fazendo aqui? Que que você tá fazendo aqui? Porque eu desci para meio-dia para fazer encomenda. Ele tava no almoço, aí eu não vi ele, certo? Ele foi dormir. Aí eu volto, 6 horas da tarde, ele tô aqui, vou aprender. Eu falei: "Cara, mas vai pra casa, vai descansar". Falei: "Não, Eu quero muito
assumir essa posição." Caramba, cara. É, meu Deus. Chamou no peito. Chamou no peito. Aí eu falei, tá bom. Falei: "Cara, mas hoje eu vou ficar imprimindo aqui até umas 8, 9 da noite. Vou tá junto, vou responder e-mail, vou voltar, vou responder e-mail, vou voltar". Ele: "Não, tô aqui." Aí eu ia responder e-mail, voltava para imprimir ele ali. E responder e-mail, voltava ele ali. Eu te falei, a empresa GRF é formada por pessoas incríveis, cara. Incríveis. Não tem outra. A Grove se diferencia das demais por causa do time de colaboradores. Repito, inúmeras vezes. Ele ali
com vontade, no outro dia 4 da manhã eu falei: "Amanhã ele não vem, amanhã ele não vem". Isso. Ele tá muito cansado, cara. Aí eu chego 4 da manhã, tá um gurizão lá, cara. Ele tinha 16 anos, 17 anos, sei lá. É, eu acho que ele tinha uns, é, 17 para 18. Moleque, moleque. Cara, eu chego lá na frente da empresa, tudo escuro, eu olho assim, meio chovendo assim, um gurizão parado lá na calçada lá. Eu falei: "Não acredito, cara. Não acredito, cara. Eu olhei para ele, eu falei: "Cara, tá tudo bem? Vai paraa casa,
cara, descansa, vai para casa". Não, eu quero, eu quero assumir isso, cara. Eu quero te ajudar. Vou ficar até aprenda, cara. Entrou lá, entrei, sentei no computador. Quando eu fui sentar, ele Fernando, posso eu tentar fazer? Mano, eu tô arrepiado com esse lugar. Aí eu falei: "Cara, [ __ ] tô ar, pode." Aí ele ficou, cara, das 4 às 8 fazendo, deu 8 horas da manhã, ele chegou e falou assim, ó, levantou, eu daí eu do lado dele acompanhando para não ter nenhum erro, né? Porque ele é a primeira vez tocando. Fiquei tipo uns três,
quatro dias acompanhando 100%, ou mais. Não, não, uns três, qu dias. Ele pegou muito rápido, cara. Ele deu 8 horas, ele levanta e vai pra expedição. Vai pra expedição. Daí eu ele nãoou posição dele, não continuou, cara. Ele sabia que ia faltar gente, que ia precisar dele lá embaixo. Deu perto do meio eu fui lá e chamei ele. Falei: "Fabrício, vamos fazer o seguinte, cara. Tu quer fazer mesmo isso aqui? Tu tá com vontade? Ele é o que eu mais quero." Falei: "Sobe e imprime que eu vou ficar no teu lugar aqui na expedição". É.
Tá mentindo, velho. Cara, todo da empresa virou auxiliar de expedição. É isso. Daí ele pegou porque nós sempre estávamos ali fazendo, né? caixa. Inclusive a sua esposa era tanta encomenda, era tanta coisa que faz chegava a chamar a esposa dele para ele ajudar no domingo. Domingos, né, cara? Vem domingo trabalhar sábado trabalhar a esposa do Marcelo. Marcelo a Jade vem Jade vem junto. Chamava a esposa do pessoal para Marcelo. Marcelo é o nosso braço direito também. É uma pessoa extraordinária isso. Ele estudou com a com com ele era que dirigia, ele era o cara que
dirigia a van. Fois sumindo de cargo, subindo, subindo, subindo até se tornar ali. Ele também. Mais uma pergunta. O Frabígio aos 16 anos de idade com essa atitude obsessiva e a história dele virou com 16. Ele virou diretor de produção. Virou diretor de produção. Aí garoto. É isso. 16 anos de idade, comportamento obsessivo, mostrou pros donos que queria aquela oportunidade, insistiu, insistiu, insistiu até o dono falar assim: "É seu!" Que o cara virou. Imagina a quantidade de promoções que ele não teve, né? Pum pum pum pum. Isso virou diretor da empresa. E tem e tem
gente que faz o hoje e já quer que o tipo aumentou a a recompensa seja amanhã. Exato. Não é o imediatismo e essa e a juventude de hoje tá muito assim. Então assim, o que você está fazendo de diferente para se destacar? Cara, você tem que se destacar. Se você for trabalhar às 8, sair às 6, mostrar ou você é muito bom. Tem que mostrar serviço ou você é um cara muito bom para se destacar das 8 à se inclusive na nossa legislação. Esse é um problema, porque a pessoa às vezes quer se destacar, mas
ele não pode fazer hora extra. Mesmo recebendo, mesmo recebendo, mesmo recebendo. Tem limite, acho que de duas horas, é 8 mais Do e aí ele deixa de trabalhar na empresa que ele tá para somar, para crescer, que era o caso do fale na época, eu preciso dinheiro, ele vai trabalhar num de de entregador, dinheiro, vai fazer bico de garçon de noite. Vai fazer bico de garçom de noite, deixa de crescer na empresa que tu tá, que ele vai, ele vai continuar trabalhando. Então isso aí é uma coisa, dier do modelo americano que paga por hora.
Isso. E aí eu trabalho americano paga por hora. Tem conversar. E aí eu trabalho, eu trabalho quanto que eu aguento sem, eu sou contra o trabalho, o cara vai ter que trabalhar. Não, não, não. Quanto você aguenta, cara? Você bota o seu limite. Eu quero. Se eu aguento trabalhar 18 horas, 19, 20, tô ganhando por hora, cara. Tô querendo botar esforço. Eu vou mostrar pros caras que eu vou, obrigado, eu não fui obrigado, entendeu? Eu tô querendo trabalhar. Eu tô aqui chegando no 4 da manhã porque eu quero, porque eu vim, porque eu quising ganho
por hora. Então, ou seja, vai melhorar minha caixa. Isso. Isso. E aí lá dentro da Grof nós temos vários exemplos. O Marcelo era motorista, ele ia voltar para São Paulo e voltava para de São Paulo. Um dia ele vem, chega da van, vê uma correria na expedição, ele deixa a van, vai fazer caixa. Isso. E aí ele gostou pra caramba. Aí daqui a pouco vou ver. Ele se tornou um novo líder da expedição, o gerente da expedição. Falei, cara, sem que assim, sem ninguém mandar, mandar instintivamente, né? Instintivamente, isso que vai destacar qualquer qualquer um
de vocês que tá assistindo no mercado, o instinto e decisões de você tomar e assumir humildade e empreendedorismo, isso, [risadas] entendeu? uma função diferente que porque para você se destacar dentro de uma empresa e ter sucesso ou qualquer coisa relacionada a esse tipo, você tem praticamente duas ou três opções ali. Ou você faz alguma coisa para melhorar a empresa ou você traz mais faturamento pra empresa. É isso. Precisa, a empresa precisa disso, de melhorias, de soluções e de faturamento. Ou você traz alguma dessas duas coisas ou é difícil você crescer. Cara, o problema é que
tem um lado, dois lados a moeda. Existe uma grande galera que não quer fazer nada para se destacar e também existe um empregador que não consegue enxergar o esforço, né? Eu acho que o grande diferencial também de vocês foi tá junto. Porque se você tivesse trancado lá na sua sala, você ia saber se esse cara quer se esforçar, você ia saber que ele queria uma oportunidade? Você queria saber que ele tá com comportamento obsessivo? Talvez o chefe teria até medo dele. Falou: "Esse cara vai tomar meu lugar. Ó, ó, ó, manda esse cara embora aí
que esse cara vai tomar meu lugar. E nós tivemos várias pessoas. Por exemplo, Ricardo, ele começou com o quê? 16 anos lá. Começou com 16 anos. 16 anos. Hoje é diretor do saque. É gerente, né? Ger saque. Comando o saque inteiro da Grof, moleque. Um cara que começou uma expedição fazendo cach mesmo caso. Saía da expedição, vinha responder e-mail para aprender. A gente chegava lá, pagava as horas extras dele e tudo. Ele falava pra Gente: "Não precisa, todos eles, não precisa pagar nada, cara." Eu não sei nada. Ele não queria nem que pagasse porque ele
estava aprendendo. Falei: "Não, não, não, tá louco, paga, tá em dobro". As pessoas começaram a observar a oportunidade da vida delas ali, cara. Isso, todo mundo. E aí, por exemplo, assim, Thiago Bruno, que assumiu a nossa operação João Pessoa, quando eu falei, cara, acho que tem um negócio legal, tem assim uma operação assim, assim assado, eu quero fazer, eu acho que vai dar certo, ele já eu toco, eu mudo de estado, eu me mudo daqui, vou tocar lá. Tudo que ele tinha lá foi tipo para João Pessoas, um mês depois, cara, pro outro lado do
Brasil, no norte, outro lado do Brasil, outra cultura, outra alimentação, outro clima, tudo, tudo diferente. É, e isso tudo só foi possível porque a nossa família e esposas elas foram compreensivas. Então, cara, a chave de tudo é a família que tá com você, é a sua esposa, é o seu o seu cônjugue, né, que tá junto contigo, porque ele vem e tem que ir, cara, chegou triste em casa, cansado, dá o tempo dele, deixa ele a cabeça, apoia, cara, amanhã vai ser diferente. Vamos temp, você, por exemplo, que sempre foi casado, né? Há quantos anos
você é casado, F? 14 anos. 14 anos. Você tem 36, ou seja, você casou com 22 anos. Casou um garoto. Ou seja, você tava ali na ralação da Grofer. Isso. Eh, por quantos anos e que horas você entrava na Grove e que horas você saía? Ah, cara, entrava, é que variou muito, né? Mas em média das 7:30, 8 horas até 10 horas da noite, 11 horas, meiaite, muitas vezes 15, 16 horas todos os dias. Ou seja, se você não tem uma esposa que entende que esse é um momento, uma fase total, agora me fala uma
coisa, isso para motivação pra galera. Semana que vem você vai para onde? Semana que vem para pros Estados Unidos. Com quem? Com a minha esposa, com a minha família. Por quanto tempo? N entendeu? Quantos 20 dias quantos dias você chegou em casa e seu filho já tava dormindo? A todos. Você acordou e seu filho ainda estava dormindo. Quantos dias você chegou e falou assim: "Amor, eu não vou conseguir jantar com você hoje. Eu tô aqui batendo caixa". Quantos dias você chegou e falou assim: "Amor, me perdoa. Eu também não vou conseguir jantar com você hoje.
Eu tô aqui fechando etiqueta. Amor, me perdoa. Eu vou ter que trabalhar nesse sábado, o dia inteiro. Eu sei, tá sol, tá um dia lindo. Eu prometi para você que a gente ia pra praia, mas eu não vou poder cumprir essa promessa porque vou ter que bater caixa caixa. É. E ainda leva por quantos dias? Além dela não ir, ela ia ela ajudar. Além de não sair para ela ainda leva fazer amanhã. Semana que vem você vai pros Estados Unidos ficar 20 dias com seus filhos sem responder e-mail nenhum. Sem responder e-mail nenhum. Gente, não
existe sacrifício que um dia não tenha recompensa. Não existe esforço que um dia não vai ser pago. Nós estamos com dois exemplos aqui de dois irmãos gêmeos que literalmente acreditaram nos seus sonhos sozinhos, conchando o ei sabor e colocando em saco e lacrando em máquina manual e vendendo em fóruns de maromba. Eles construíram a maior marca de suplementação esportiva da América Latina em menos de 17 anos, em 16 anos. E um detalhe, maior disparado, detalhe, no mercado que tem empresas que passam dos 40 anos de história. Sim, mas é maior assim de longe. De longe.
Que aula tem até nesse negócio do maior de longe é uma coisa interessante, porque quando todo mundo ficava falando do tamanho, Todo mundo vinha e viu lá que fulano falou que fatura não sei quantos um bi, não sei quanto, 800 milhões. Falei quando a pessoa vinha, falava, fala: "Não, não, não, não, não fala para nós". É isso. Porque eu quero ter a sensação que eu tô sempre em último foi porque a partir a partir do momento que eu souber, tô em primeiro, na frente, eu não quero mais correr tanto. É, talvez em 2023, em último,
tu tem que correr mais do que todo mundo junto. Em 2023 foi a batalha do umbi. Duas marcas degladiaram para para chegar próximo do umbi em 2023. Eh, em que ano a Grove bateu um bi? Acho que foi 22, 23 ali, né? 22 eu acho que foi, né? Se eu não me engano. Eu sei que quando eles divulgaram que realmente tinham conseguido bater um bi, foi 2023. É, tinha que juntar as duas, bateu 967. É. Aí nós já faturávamos 1.9 B. 1.9 B, ou seja, as duas somadas, porque as duas somadas deu 1.8 alguma coisa
de bi. É que não tinha batido ainda, né? É, você encontrou aquele cara que falou que você não ia ser maior depois. Não fui dar retrocar, não fui nas. [risadas] Mas uma coisa, mas ó, eu estive do outro lado e eu tenho uma visão, tá? Que eu tinha essa visão e eu falava para todo mundo, ó, a GRF é uma empresa que não olha pros lados porque eles não copiam a gente. Presta atenção. Isso, isso não copiam. Olha pra frente e vai. Olha pra frente vai. Nós estamos, ó, nós estamos fazendo isso aqui, ó. Tá
vendo os caras fazendo tudo igual? Vocês estão vendo que a Grove tá fazendo diferente? Sabe por quê? Eles não olham pro lado. Eles eles têm uma linha e uma filosofia de trabalho e eles não olham pro lado. Sim. Então, eu acho que vocês nunca nem pensaram eh quem era o maior deixava de ser. Sim. Vocês tinham uma linha que vocês acompanhavam e acabou que a gente acritava e seguia ela. Seguiu ela. E a gente sempre teve uma, se a gente a gente sempre teve uma premissa que era o seguinte: "Cara, ou você tá subindo ou
você tá descendo." Isso aí. E a gente acompanhava isso no mercado. Fala, cara, a gente tá subindo, a gente tá ganhando espaço, tem alguém descendo. Se tem alguém subindo, tem alguém descendo. Essa é a premissa da vida. Então, quando a gente olhava e falava: "Cara, o faturamento tá crescendo, acertei nesse influenciador, acertei nessa campanha, campanha de mídia, pô, conseguimos importar o Fernando acertava Muito o preço de Way, comprar o o lote na época, isso na compra, pô, e ali economizava, comprou bem, vendeu bem. Eu me lembro até hoje que a tinha uma tinha uma tinha
uma uma mulher da Fonterra no Brasil que ela queria emplacar o ei da Fonterra no Brasil. E aí eu cheguei porque eu sempre fui do marketing, mas eu sempre rotacionava entre as áreas, né? E aí eu cheguei, ela falou: "Pô, cara, e aí eu desculp, eu mandei um e-mail pra Fonterra na na na Nova Zelândia e uma brasileira me mandou me respondeu o e-mail e falou: "Ó, eu sou representante da Fonterra aqui no Brasil, isso, isso e isso tal". Baita produto, hein, velho? É baita produto. Qualidade é top de linha, caro. É, então, mas ela
queria botar o produto no mercado, certo? Eu cheguei nela o que que eu falei: "Cara, eu vou deixar o teu e famoso." Outras marcas vão querer usar a partir do momento que que a Grove quer for usar. Quanto que você tem estoque? Ela: "Cara, eu tenho no Brasil parado". E ela tava tentando emplacar e não conseguia e eu fiquei sabendo disso e ela tinha tipo 250 toneladas. Caramba, eu pr caceta, muito aí eu me lembro que eu tava em São Paulo, ela me ligou no telefone, ela: "Ah, tá, Eduardo, não sei o que, não sei
o que, não sei o que". Eu falei: "Cara, eu compro tudo". Aí ela falou assim, ó, e eu compro tudo em três meses, ou era três ou seis, né? Eu compro essa, eu estoque todo, eu não lembro se era três ou seis meses. Aí ela falou: "Certeza, certeza". Aí ela pegou e falou: "Negcio fechado". Porque o Preço que eu tinha conseguido era muito bom. Aí eu peguei e falei pro Fernando. Aí fechei com ela. Eu liguei pro Fernando e falei: "Cara, fiz cagada". Aí ele: "Meu Deus, o quê? Mas o Fernando sempre me apoiou muito.
Vamos dar um jeito de vender isso aí. É, vamos dar um jeito. Falou: "O que que tu tá pensando?" Eu falei: "Cara, eu consegui tanto de desconto, vai sobrar tanta mais por mês. Sobrando tanto a mais por mês, eu vou comprar tanta mais de mídia." E a gente vai vender essas 250 toneladas nesse prazo. Cara, antes de acabar o prazo, não sei se era de três ou se meses, eu já falei: "Me dá mais, ela tem um lote para vir. Se eu consigo tal preço se você comprar 500 toneladas?" Eu falei: "Fechado". Nossa Senhora de
cheguei no Fernando. Isso. Cheguei no Fernando e falei: "Cara, acho que agora eu fiz cagada de verdade, [risadas] agora foi." Conclusão. Falei: "Agora, agora o tiro não volta mais, cara. Agora foi, tá dado. Aí eu falei: "Meu Deus do céu, mas o preço era ótimo." Que por exemplo, o pessoal tava vendendo a 10, eu conseguia tipo a cinco. Foi, era um negócio assim, assistir, ninguém sabia. Então eu cheguei inclusive, tipo, eu cheguei no Fernando e falei: "Cara, consegui, tipo, baratear mais ainda. Vamos comprar mais mídia ainda." Sempre com que a gente ia barateando, a gente
ia melhorando a fábrica, pensou no bolso? Não, e comprando E comprando. Eu morei de aluguel durante até meus, eu acho que é 20, 28 anos para É mais não, mais até os dinheiro tudo dentro da firma só até não, até meus 31 anos, 32 anos era só aluguel para não botar o capital em um bem tipo que ia ficar parado. Então era alugel, um apartamento pequenininho, pagava 2.000 por mês, era o que eu precisava porque eu só vivia na empresa e e casa empresa, casa, empresa. A gente ficou durante muitos anos, longos anos. É aquilo
lá, se você trabalha, se você tá duro, você vai ser recompensado. Quando a gente tinha 18, 19, 20, 20, é, começou a gros dos 19 ali por dos 20 ali, né? Mas, pô, é o auge, todo mundo na balada, todo mundo em festa. Sabe quanto que a gente foi em festa na vida, cara? duas vezes foi muito e eu sempre acompanhado. Então assim, tipo assim, nunca o cara nunca viveu isso, foi sempre dentro da empresa. É, nem ostentação, ah, comprar barco, comprar isso, comprar aquilo. Não, não. O claro que se se o cara falar que
não teve, teve, mas há poucos anos atrás, não tô falando durante a construção até a consolidação. Poderia ter tido muito antes, mas a gente reinvestiu tudo e na empresa durante muitos anos. Então assim, eh, cara, trabalhe, trabalhe duro, muito duro, que você vai ser recompensado. Moral, hora vai chegar. Aí você pediu meia as 500 toneladas. Falei pro Fernando e falei: "Cara, fiz cagada. Agora a cagada tá feita de verdade, eu comprei 500 toneladas para vender em seis meses. Não vamos dar conta, né?" Aí o Fernando, cara, vamos dar conta sim. E ele sempre acreditou muito
em mim. foi um cara que, tipo assim, quando eu achava que, cara, por exemplo, na sua contratação, nossa foi muito top, velho. Eu liguei, o Gogonoide me avisou, é que a gente nós sempre mantivemos o respeito um pelo outro, o Ferando por você e eu. E a gente sempre manteve, como eu sempre mantive pelo Júlio, por todo mundo. E a gente sempre manteve uma comunicação distante, óbvio, porque o cara não era próximo de tá falando todo dia. Mas Renatão, parabéns lá pelo vídeo que você lançou, lembra? Pô, não sei o quê, que que tu acha
do mercado? Lembra, tu me ligou uma vez quando acho que você tinha acabado de entrar na Max, pô, esse negócio, tu falou, pô, na pandemia acho que a venda vai ser assim, assim, assado, eu acho que tal produto vai aumentar, vai estourar algumas informações. Isso e sempre mantemos o respeito. Respeito. E é aquele negócio dos 5 anos pra frente, porque eu levei praticamente 7 anos para conseguir trazer você para marca. Verdade. É isso aí. Foi desde 2017 e eu trouxe você em 2 23. Então, levei 6 anos. Eu fiquei 6 anos. Eu sabia que é
24, perdão. 24. Então foi foram 7 anos. Eu sabia que os seus contratos eram todos dois anos. Sabia? Eu peguei sempre que você vencia. Sempre final do ano. Sempre final do ano. Sempre final do ano. E eu tinha na mente: "Daqui dois anos eu chamo ele de novo. Daqui dois anos eu chamo ele de novo. Daqui dois anos eu chamo ele de novo." E aí da última vez que a gente falou, você acabou renovando com a marca que você tava. Acabou acontecendo tudo que aconteceu. O Gorgonoide entrou e falou: "Cara, eu acho que é a
oportunidade de vocês." Eu te chamei, você falou do pô top conversar, tal, tal, tal. Eu falei: "Cara, acredito em você. Precisamos você na marca, pô. Você é um cara, cara. Aí você falou, vamos conversar aí, eu aumento. Aí não foi assim, eu tava, eu tinha uma reunião mesmo comportament eu tava o mesmo comportamento da empresa quando era pequena, cara. Eu tava numa reunião, arrogância, velho. Eu tinha ido para uma reunião no Rio Grande do Sul de urgência. Eu não consegui um voo. Eu peguei o carro e fui. Você aceitou falar comigo. Eu peguei um voo
que tinha, o mais próximo que tinha era saindo de Florianópolis. Eu voltei de de do Rio Grande do Sul para Florianópolis. De Florianópolis eu já parei meu carro, abandonei e peguei o voo e já vim falar com você no outro dia, cara. É, no outro dia que foi lá na casa. É, não, a gente era o contrato meu irmão. A minha contratação tinha um interveniente. É, não, não foi lá na Ah, é verdade. [risadas] Tinha o Léo Stronda lá, mano. Sempre, como sempre, tiozão. Tinha o Léo Stronda. [risadas] E aí eu bote, eu falei com
o Léo, falei: "Léo, olha só, cara, tô trazendo é uma Pessoa, meu Renato, tal, tal, tal". E aí sempre teve, tipo assim, cara, no meio do mercado sempre teve pessoas querendo botar pessoas contra pessoas. Opa. É, principalmente quando era comigo. É. E principalmente quando é um cara que tipo competitivo, que é muito competitivo. Então eu cheguei pro Léo e aí eu marquei um café com ele antes de falar com você, antes daquela conversa de noite que nós tivemos, que nós ficamos até 2 3 da manhã lá. Exato. [risadas] Aí ele, eu cheguei pro Léo e
falei dele: "Pô, mas isso aqui, essa história, aquela história, aquela história, aquela história". Eu falei: "Beleza, Léo, tu tem razão em tudo que você tá falando, porque falaram para você". Então, cara, era pessoa de confiança, mas tem uma chance de dizer que tudo talvez ser mentira. Cara, vamos escutar o cara. Quer Vamos falar com ele hoje de noite? Vamos. Eu falei, mas eu tenho uma pergunta antes para fazer para você. Eu falei: "Como CNPJ, você contrataria o Renato ou não contrataria? Se você fosse a Gruf, é uma coisa boa ou uma coisa ruim?" Ele uma
coisa boa. Falei: "Então já tá a resposta aqui. Tu toparia? Não, não tá certo que a GRF deveria contratar o Renato?" Não, não deveria. Falei: "Então tá meio caminho andado." É só tirar. Você deu exemplo do jogador de futebol também? Isso é isso. Cara, falei, entra. Se você não gosta de uma pessoa numa empresa, você vai falar: "Ah, não trabalho na mesma sala que ela". Cara, faz o seu Trabalho. Não precisa sair para jantar na casa do cara, fazer um churrasco com ele. Mas respeita ele dentro do ambiente de trabalho, trata ele com carinho e
dali para fora é cada um com a sua vida, cada um com a sua esposa, cada um com a sua família, cada um com com a sua vida, entendeu? Eu vou trabalhar com você, mas eu não vou ser seu amigo. [risadas] Lembra, Júlio? E você? E quem diz que eu quero ser seu amigo? É muito e hoje estão aí. [risadas] E aí muito bom, muito [ __ ] isso. E aí foi tudo o que aconteceu que aí o Renatão veio pra Grof, deu todo esse barulho que foi na época. Eh, eu me lembro até hoje,
cara, aí a gente ficou até a madrugada, lembra? E aí não saiu fechado, não. Não saiu fechado. Você foi pr casa. Comu muito forte com o Léo, velho. É, você foi pra casa, aí depois você me ligou. Acho que ligou 3 da manhã, né? Eu atendi, daí eu e o Renato a gente falou tal, aí eu falei: "Cara, vamos fechar e vamos fazer acontecer". Aí tu falou: "Vamos". Eu falei: "Eu te mando contrato amanhã de manhã". Lembra? Lembro, cara. Aí eu passei umaada, eu fiz o contrato. E sabe o que foi mais top? Posso falar?
Eu já assinei muitos contratos porque, meu irmão, são tantos patrocínios, tudo mais. Acho assinei, meu, agora mesmo eu tenho acho que 14 patrocínios. O contrato mais simples da minha vida se chama Glow Suplementos. Uma página e meia. Sim. Aonde era o seguinte, isso aqui é o nosso combinado, é isso aqui, essa aqui é a data e acabou. Não tinha nenhuma objeção. Você tem que fazer tantas postagens, você tem que fazer. Foi o único contrato na minha vida que eu não levei pro jurídico, porque cara, é só uma pessoa ler, só qualquer lei ler. Vamos lá.
nome da empresa, nome do contratado. Quais são o combinado das obrigações do do do influenciador? O que que eu combinei de acertar com você? Certo, a data e o dia. Uma página e meia com a assinatura, tá? Então, imagina a página e meia tem os campos da assinatura, formato de remuneração e acabou. Acabou. Acabou. Simples. E eu fiz, amor. A gente, nós desligamos a ligação, eu já puxei o notebook, sentei na cama ali do hotel, comecei a fazer, fazer, fazer, fazer, fazer, fazer, fazer. Falei: "Quando ele acordar, o contrato vai estar com ele. Você acordou?
Você me deu bom dia. A gente marcou para bem cedo, né? Numem cedo lá em casa. Não, não foi antes. Foi num negócio de trabalho, aqueles espaço. É, cowork. Daí você chamou o Balestrin, chamou o gnomo, chamou o Caik lá. lá eu conheci todo mundo, a gente fechou para depois fechou tipo na palavra, né? E aí depois foi assinar o contrato lá na sua casa lá. Mas eu falei: "Cara, já vouar o contrato de manhã cedo para agilizar isso tudo, para não dar margem, para ficar tipo pensando muito e coisa arada". Então, tipo, quando foi
já foi para fechar. Vamos aqui, vamos ali, vamos aqui, vamos na tua casa. carta e um cara um cartividade e um dos caras que mais resolveu conflito no meio maromba foi Eduardo, porque quando ele teve a oportunidade de tentar trazer o Júlio que vocês estavam brigados, ele lembra, ele falou para mim assim, ó: "Cara, tem briga e é o momento deles resolverem". E tinha oportunidade de vir mandar uma proposta pro Júlio e aí ele: "Não, não vou mandar porque é verdade, porque o Júlio sen não vou ficar mais a max". Lembra Júlio? Aí você começou
a ligar os caras, não vem para cá. Quem é que chamou você para Grove? Eu lembro alguém. Você até me contou. Ó, o Felipe Franco. O Franco acho que foi o Felipe Franco. Foi o seu Franco. Com o próprio Léo também Araújo. E se ele tivesse se intrometido, provavelmente teria teria vindo. Tá, a treta tava até hoje. Isso, né? E você abriu mão para falar assim: "Deixa esses caras se resolver". Deixa, caramba, velho. Deixa eles se resolver. E o Jul é um [ __ ] cara. Já era, já era o cara. Não, você carregava o
canal da Maxian naquela época. Sim, carregava. Era ele, era o Júlio. Aí depois o Renato entrou, somou a força de vocês dois juntos. Aí mesmo que estourou de vez, né? Não ia ter essa maravilha que tem hoje aqui, né? E aí, cara, eu lembro que um pouco antes de eu ser contratado, eu tava na Max e aí o Toguro trouxe o Ramon. Nossa, essa história eu quero. Trouxe o Ramon. Essa história é boa demais. Do Acre cá. Aí ele chegou e falou assim: "Tiozão, trouxe o Ramon, já tava conversando com o Ramão ali também". Ele
falou: "Trouxe, trouxe, trouxe ele, vem para cá". Aí ele foi lá, mostrou aí aquele vídeo emblemático. Pô, vou te ajudar o carab traz o cara pro CT, que a gente já tinha o CT nosso fechado lá com o Beto. Traz o cara pro CT e aí começa a gravar os vídeos. Aí foi quando saiu o meme do desgramado, tá pronto, essas coisas, tudo tal. Aí eu cheguei pra marca e falei assim: "Vamos contratar?" Não, porque não dá, tá apertado, época de pandemia, não sei que falei, gente, vamos contratar esse cara. Esse cara vai ser o
cara, esse vai brigar. E o Júlio vendo, Júlio, me ajuda, vamos contratar esse cara. E o Júlio, vamos contratar? Não. Aí eu virei e falei assim, vamos fazer o seguinte, tudo bem. Você não quer contratar, senhor, acredita? Eu vou pagar do meu bolso. Eu vi cada mês você tirando ali o dinheiro com fim, eu vou pagar do meu bolso. É. Eu falei assim, vou pagar do meu bolso, certo? Já que você não quer pagar, meu irmão. Chega uma hora, ele vira para mim e fala assim: "Pai, preciso falar com você". Falei: "O quê?" "Fechei com
a Grof." Falei: "Pô, [risadas] fechei com a Gru". Falei: "Caraca, velho, fechou, levou meu filho". Ô, Renatão, [risadas] ô Renatão, a entrada que deu, as entradas que deu em você foi por causa do Edu também. Foi, também foi, velho. Ele foi lá e fechou esse e foi bravo, velho. [risadas] Caraca, bom, foi muito rápido essa rapidez que do outro lado na cidade não tem. Aí beleza, pegou o Ramon, o Ramon lá em cima subindo, subindo o Ramon lá em cima e estourando, estourando, estourando e aquilo atravessado em mim. Falei: "Esse cara, vou pegar esse cara
na curva, velho". Vou pegar esses caras na curva aí e conversa, conversa, conversa. Tenho que dar os médicos certo? Aí um dia tô eu lá no CT e ali, né, cara? Pô, a gente querendo o cara de volta, pô. Eu tinha certeza. Assim, uma coisa é fato. Se tem alguém que tinha certeza absoluta de tudo que ia acontecer com o Ramon, esse alguém se chama Togur Cariani. Sabia? aceitava, velho. E teve uma pessoa mais também, Manuel Martíz. Ele foi o primeiro cara mates. Manu, Manu, ele mostrou pra gente na época lá atrás. É, olha aqui
esse cara. E ele pagava a dieta dele. Era um negócio assim, cara. Antes de ser contratado pela Dragon Trag, quem tava ali ajudando era o Manu. Ele o médico. Ou seja, Manu já viu o potencial no menino quando tava ganhando mais fizic. Isso aí. Eu eu patrocinei o Ramon naquela época lá mandando suplemento para ele, mas ele tinha uma parceria com uma loja na época lá no Acre. Ah, ele continuou divulgando a loja dele no Acre. Aí eu parei, falei: "Pô, esse cara tá, pô, tá no Acre", não quer. Ele prefere ficar com uma loja
tipo da cidade do que, tipo, vir para uma empresa nacional. Daí foi onde a Dragon pegou ele, ele falou: "Ó, eu acho que ele tinha até uma esposa na época, uma uma companheira, né, na época tal". Ele falou: "Ah, não, São Paulo, não sei o quê, não sei se". Aí depois acho que o Toguru chegou nele e falou: "Pô, vem aqui". Tá, tá, tal. Daí era o Toguro, né? Daí o cara tipo foi falou: "Pô, não, no hype da mansão marum". É, na no hypezão, né? Mas quando ele tava apagado, o Toguru foi lá e
encontrou de novo. Encontrou de novo. Aí eu falei assim, aí eu falei: "Esse cara, trazer esse cara, traz esse cara". E aí a gente cheguei tentando e aí de vez em quando ele vinha tudo tal. Aí o Beto, o Beto foi um cara muito Responsável pela pela por trazer de novo. O Beto chegou, entendeu? E falou assim, ligou para ele e falou assim: "Ô, ele o o o Ramon ali ali naquela correria dele precisando de dinheiro total." O Beto falou: "Vem cá que eu vou te ajudar. Vem aqui em casa". Aí o Beto me ligou
e falou assim: "Renato corre aqui agora". Foi isso. Corre aqui agora porque o Ramon tá vindo para cá. Beto conseguiu trazer o Ramon, aí eu, puf, fui pra casa do Beto. Aí o Beto já tava conversando com ele e o Beto lá, o seguinte, cara, eu vou organizar tua carreira, eu vou gerir a partir de agora tua carreira, vou conseguir os patrocínios para você, você é um cara que não tem conhecimento ainda para fazer uma gestão. Eu vou fazer já patrocínios para você, tudo tal. E é o seguinte, cara, você tem que vir paraa Max,
isso. Vir paraa Max, não sei o que lá. E é o seguinte, tem que ser agora tudo tal e vamos conversar isso, vamos conversar aquilo e uma proposta disso, uma proposta daquilo outro. E eu lembro que na época eh vocês contrataram o Fabrício Moreira. Fabrício Moreira. Isso. E aí a gente chegou e falou assim: "Olha, é seguinte, eu não sei quanto eles estão pagando para você, mas eles estão pagando 15 pau pro Fabrício Moreira". Foi, cara. Sim. Foi eu que deu a merda. Fabrício e aí ele falou assim: "Porra, não pode ser, cara. Tô ganhando,
acho que era 7,5 algum não, 9 ali. 9 10 e com uma promessa de ganhar 60.000 se ele fosse classificado. Era mais, era mais era acho que era 200 ou 300.000 se ele gan ele entrasse pro Olímpia, se ele fosse classificado, era muito mais do que o normal ali. Por causa que eu falei para ele o seguinte, eu falei: "Ramon, olha só, na época que que ele foi contratado, eu falei: "Cara, eu vou te dar 6.000 para você não gastar em besteira nada, cara". Você tá começando a vida mais a comissão, né? Acho que era
mais a comissão, tudo. Mas na hora que você ganhar a vaga, porque tipo ele já carregava, ele carregava o canal da Grufa ali nas costas. Falei: "Na hora que você ganhar, eu vou dar o dinheiro para você comprar a casa lá do seu pai e da sua mãe." É para trazer eles. É para você trazer eles ou para você comprar e tal, tal, tal. E aí na época que vocês fizeram a proposta ali tudo, a Vint tava grávida. Tava grávida. Isso aí a gente chegou e falou assim, ó, vamos lá. Eles contrataram Fabrício Moreira, entendeu?
Eu e o o Beto. Olha, eles contrataram o Fabrício Moreira tá ganhando 15 pau por mês, cara. Você tá ganhando bem menos do que ele, sendo que você entendeu e tá ali no canal tudo tal, pô, a gente reconhece demais, pô, Fabrício Moreira, atleta profissional, caramba qu, só que a gente acredita aqui em você e a gente vai acertar com você aqui R 20.000 de 20.000 de salário. Só que é o seguinte, tem que ser agora. Foi aqui não, eu vou ligar pros caras. Não, você não vai ligar pr os caras. Assina embora aqui. Assinar.
Legal. Legal. Se você for embora, forar com os caras, os caras vão cobrir e os caras só vão ter coberto porque a gente amou. Aí eu fiz o meu papel. V agora. Cara, ele saiu de lá assinado. Foi quando ele saiu de lá assinado. Sequestraram ele. Eu sequestrei ele. Calma. Ele saiu de lá assinado. Quando ele saiu de assinado, aí o Júlio e o o Beto falou assim: "Não pode deixar agora você liga para eles aqui, mas eu vou estar aqui juntos". Mandou uma foto. Não, ele mandou uma foto no WhatsApp com um documento assinado.
Isso. Mandou uma foto. Alguma coisa. Sim. A gente a gente não deixou os caras chegar perto deles. Meu amigo, pensa num cara que ficou bravo. Foi esse cara, velho. Ele ligou pra Mariane, velho. Ele arrancou, ligou pra Mariane. Ele ligou pra Mariane e falou assim, ó. Mariane, é o seguinte, agora o bicho vai. Cariane tá jogando sujo e se ele vai começar a jogar sujo também vou começar a jogar sujo. Então ele se prepara que eu vou começar a mano, eu tirei no co do juiz a me ligou apavorada, falou cariane, o Edu ligou bravo
aqui, tudo tal. Aí bom, só que a braveza dele dura 24 horas porque aí depois no outro dia ele falou: "Quer saber? O cara foi que iso entendeu? Tem mais que fazer tudo mais". É, nós tínhamos colocado ele para fazer dieta, nós tínhamos contratado o Cris Aceto, Tinha dado toda a estrutura para deixado de boy para cuidar só dele. Exato. Aí nós fomos, contratamos o Ramon e foi essa história das vários embates que nós tivemos. É que na verdade ele ganhava muito mais do que sete. É que o formato que nós fizemos não dava essa
impressão. Tinha porque tinha o coach, tinha o Ah, pagava salmão, pagava GH. Salmão. O o Rood Boy conseguiu um salmão que não era aquele que é com ração, coisa, era aquele importado, o salmão de verdade mesmo, o verdadeiro. Vinhas, tipo, salmão, acho que pagava GH também, tinha medicamento, as coisas tudo dele ali. E aí, então, tipo, o salário dele era 20.000. É ele saiu pelo mesmo valor. Ele saiu pelo mesmo valor. Uma empresa não pode pagar essas coisas. Então era coisas que você pagava e a empresa pagava o contrato. Isso, isso, isso mesmo. E aí
ele saiu. Aí na hora que ele saiu, ele me mandou uma mensagem, ele falou: "Pô, pai, você tava pagando mais cara, não sei o quê". Eu falei: "Não, cara, mas olha só, faz a conta comigo, Ramon. Pô, eu te dou isso, isso isso isso e isso eles vão te pagar. Ele tá, a premiação não tinha te prometido tanto. Tinha. Falei: "Então tu ganha mais aqui do que aí?" Meu Deus. Isso. Ele: "Pai, mas é que assim, a Vit tá grávida. E aí, tu não, tu não, pô, tu não me melhora tal". Falei: "Mas eu não
sabia que ela tava grávida, cara. [risadas] Deus do céu." Falei: "Por que tu não me contou?" Aí não, mas já fechei com os caras, não sei, não tem mais como voltar atrás. Eu falei: "Ai, Cristo, cara, vai, vai". Não, ele dava mais, ele ganhava mais na Foi um a um ali. Foi, foi num a porque você tinha pego ele primeiro. A gente vai pegar, ficamos num aí tirou, mas foi divertido. E aí, cara, o Ramon é um sucesso. Eu tenho uma admilhação imensa por ele. Claro. E é, cara, não tem falar dele aí, físico, incrível,
né? Pessoa também incrível. Brasil incrível com ele, com todos. Mas vocês foram premiados depois porque vocês acabaram descobrindo Bitelo. É, Bitelo é um sucesso, um fenômeno, né? E aí tiveram outros grandes sucessos que que foram aparecendo agora, por exemplo, o Mikel PQD que entrou pro FC. Sim. Entendeu? É demais. eh, que eu acho foi Strona que descobriu ele e junto com a com aquele treinador lá, o Camões. Camões. Isso. Ele já era trata do Cam já era já era trata do Camões. Acho que o Crona ficou sabendo, chamou o John e aí o John já
correu já. Aí também teve o Chucrão. É, teve o projeto do Costelinha e do e do Geleia. Então, tipo, foram aparecendo na Grof, tipo, foi dando muitos tiros certos ali, vários tiros certos, né, pô? Teve cavalo, teve todo mundo, entendeu? Então, mérito do Guerrito e do John. O John. É, o John acertou muito também. O John o Joh te incomodava, né, Renato? John me incomodava. Na verdade, é o seguinte, sabe uma coisa que é legal? Uma coisa interessante, né? Incrível, cara. Eh, dentro do meu trabalho, el outra patrocinadora, nós tínhamos um trabalho muito ligado ao
fisiculturismo, certo? A gente trabalhava muito isso, tanto no meu canal, isso a gente fazia isso, fazia cobertura, live, essas coisas, tal. Aí um dia eu cheguei para gravar um atleta, aí o atleta virou e falou assim: "Cara, eu não vou gravar não". Aí eu falaram para mim: "Pô, por que não vai gravar? Tá marcado". Ah, não. Ele disse que ele não é pago para gravar no seu canal, Renato. Eu falei assim, com mídia, recebendo mídia. Sim. Falei: "Caramba, velho, mas toda vez que a gente grava aqui, pô, audiência dele alto, tudo tal, né, pá, ele
vende mais, ganha mais?" És eu falei, Maurício, você percebeu que as pessoas, haters ou até canais dizem que eu sugo o hype de todo mundo? Cariane tá sugando o hype do Ramon, Cariane tá sugando o hype do fulanço. Falei: "Quer saber, velho?" Então, o seguinte, a partir de hoje, falei pro Júlio, Júlio, se prepara, você não vai mais ser treinador de atleta, Você vai ser treinador de celebridade, eu vou mudar esse formato. Não gravo mais atleta, nenhum da marca no meu canal, não gravo mais. Porque se eles acham que eu estou usando a mídia deles,
que eles não estão se beneficiando da minha audiência, da nossa audiência, sendo que o nosso canal sempre foi o maior canal do meio, desde 2021, é o maior canal do meio, eu falei assim, quer saber? A partir de hoje a gente vai fazer outro formato. Chamei o Igor do Flow, puff. Isso. Mas Batista versus Criano, puff. Danilo Gentil, puff. Mas olha só, isso que foi feito nessa época que você fez, o Eduardo tinha tentado fazer muitos anos atrás contratando o MCB Laden para fazer um projeto. É, cara, mas isso não sei que ano que era,
mas era 2016 eu lembrei consegui o Fotoguru trazer ele. Cara, o que a gente virou de chacota no meio da galera dizendo que olha aí, cara, o que que vocês estão fazendo? Vocês estão colocando uma pessoa qualquer para fazer o projeto nunca. Por que que não dá oportunidade para atleta? Por que que não sei o que lá, tá? Aí daí o Eduardo respondia: "E como é que cresce o mercado?" A gente tem que furar bolha. Depois que vocês começaram com isso de trazer trazer famoso, o que que o mercado de suplementação fez? Tudo igual. Subiu
não muito. Subiu muito. Muito. Porque chama muita gente fura bolha. Fura bolha. Aí você começa a ver cara que tá tomando suplemento que já não pra maromba. Isso. Isso. Aí tu vê Virgínia hoje na maromba, tu vê a Ana Castela na maromba. Aí você vê o Rodrigo Faro treinando, aí você vai ver Sal treinando, você vai o cara traz a tia, traz a mãe, tira o preconceito da avó, tira o preconceito do vô. Aí tu vê aquela, lembra? A gente fez um projeto com aquela, aquela senhora do É, irmã Marlúci, que ela fazia lá o
treino. Tu pensa, tipo, outra assim, o alguém, algum jovem vai ver aquilo e vai mostrar pra vó e falar: "Olha só, aí vó, começa a treinar". Olha, olha como ela, como ela se locomove bem, como é que ela tem força, como é que ela sobe bem a escada, como é que ela desce bem, não se machuca fácil. Isso aqui na volta aqui, ó. Traz cada vez mais pessoas para dentro da musculação, traz cada vez mais pessoas para dentro do meio e todo mundo se beneficia. vai ter mais gerar mais emprego nas academias, vai gerar mais
emprego na suplementação, mais emprego em tudo quanto é lado. Então isso aí de trazer famosa ainda conceito é ajudando na saúde. Então ajuda de lado. E aí cara, eu só sei o seguinte, que nós trocamos, viramos a chave, dobramos, triplicamos as nossas visualizações, rompemos todas as outras bolhas. O Instagram do Júlio fez assim, ó. Vlog. Hoje o Júlio tem 6 milhões. Júlio, tô com cinco, batendo 58 a semana que vem. Meu Deus. Aí ó, o Instagram do Júlio fez isso aqui. Au, meu Instagram também começou a crescer ainda mais. Cheguei com 400.000, velho. Coordenato mais
de 10 vezes, entendeu? De crescimento. E e é e essa ideia dos atletas, ela ela ela perdura até hoje, cara. Então, os caras não, mas não vou gravar, porque que eu vou ganhar, quem ganha a ele, o canal é dele. Não, não vou gravar. enxergar o que que é essa vitrine, você não tem condição de continuar esse mercado. Sim. O próprio Bitelo, imagina a quantidade de bolha que ele fura. Nossa. Nossa senhora. Não, nós almoçamos hoje com ele, cara. Todo mundo ali na churrascaria pede para parar ele. Todo mundo. Todo mundo, todo mundo. Uma foto,
o jefe do do da barbacoa, ô, tirar uma foto com ele, tal, tal, tal. Cara, todo mundo, todo mundo conhece, todo mundo conhece o Bitel. O quanto de faturamento ele traz pro mercado, não só para Grove, não, pro mercado. Pro mercado, cara, ele ele acendeu uma chama pro Powerlift que não existia, que não existia fazia 1000 anos, não entendeu? Então quando a pessoa quando a pessoa fala, ah, e um comentário que eu sempre vi muito, ah, GRF só tá Investindo ali nos influenciadores e vai aumentar o preço por causa disso. Não, por causa que quando
tu traz os influenciadores, você traz ali, você traz venda. Quando você traz venda, eu pago comissionamento. É, ele tá ganhando só uma comissão. Eu não tô dando salário. É, ele é como se fosse um vendedor, um logista. Então ele não vendeu, não ganhou. Então o cara achava que ah, tá com 5000 influenciadores, cara. Mas era comissão. Se essas 5.000 não vender, não vai receber quase nada. E assim, muito pouco. Talvez o Roy de um seja mais baixo, mas o Roy de outro no final da linha compensa compensa. É muito positivo, porque senão a Golf não
teria quase 5.000 influenciadores. Isso. Exatamente. Seja você acredita desde o pequeno ao gigante. Isso. E aí quando entrando no mérito dos influenciadores, o que aconteceu? Chegou num ponto que eu eu não tava mais quase dando conta de pagar. E aí o que que eu fiz? Eu pensei: "Cara, de novo entrar aquilo lá. Se você faz coisas diferentes dentro de uma empresa que você trabalha, você vai ser visto diferente. Ou até às vezes você sai de uma empresa que você trabalhava, mas você foi um bom funcionário, você foi um bom colaborador, você foi uma boa pessoa.
Por exemplo, o Andre, sim, ele saiu da Grof, Andrew, Helena. Andre, e Helena, que tocaram comigo essa parte, eu liguei para ele e falei: "Topa um projeto novo, sair da empresa que você tá para voltar para cá. Eu tenho isso aqui. Você me ajudar na gestão dos atletas, vai ser assim, assim, assado, assim, assim, assado. Cara, hoje ele é mestre nisso, em gerir, olhar, em separar por categorização os influenciadores, entendeu? Helena, a mesma coisa. Eles me ajudavam a fazer a o filtro para mim já dar o valor pronto com a conta do atleta pronta. Eu
só chegava ali, eu acreditava nos valor que eles passavam ali para mim, que ele já tinha pego no sistema quant que tinha vendido tudo e aí facilitou. O que eu levava, tipo, cinco, seis dias sozinho, eu comecei a levar dois para pagar todo mundo. Isso. Só que com duas pessoas de extrema confiança que eu sabia que não ia vazar, que não ia chegar para nenhum concorrente do mercado, quem que era os, pô, olha aqueles 100 pequenos influenciadores ali que trazem muito faturamento, que são bons com bons com bons com números, que que todo que o
mercado todo acha que não vende nada e eles vendem muito. Então, tipo, depois eu tive pessoas do lado, hoje tem o time do Andre lá dentro da Grof que é grande, ele montou, ele foi estruturando e aquilo lá, a pessoa passa a bola pra pessoa e fala: "Filha é teu assume agora é toca, eu quero ver". E aí a pessoa vai ganhando promoção, vai ganhando tudo. E eu fui buscar ele quando ele tinha saído, o cara lembrou, ele era bom, ele era de confiança, ele não fala nada para ninguém, entendeu? Então quando você é bom,
cara, você vai ser lembrado, cara. E depois teve a teve teve a ISO, o Lucão ajustando ainda mais para automatizar a parte de pagamento. IS Lucão para ajustar ainda mais, automatizar ainda o pagamento depois ali que é para liberar mais ainda. Então tudo vai somando, cara. Tudo vai somando. E se e uma coisa na sua vida, na vida de quem tá assistindo, tenham pessoas do seu lado que que te apoiem. a vida, você não vai ter esse outro janeiro novamente. Você não vai ter essa data novamente, você não vai ter essa idade novamente. Ela é
uma garrafa de água, só que você não bebe ela inteira de uma vez só, você bebe por goles. Então, escolha beber o gole de cada cada vez que você vai dar um gole com pessoas boas do seu lado, somando com você. Por exemplo, a minha esposa hoje, essa semana, todo mundo achou, né? Ah, eles aposentaram, agora vão curtir, tal, tal, tal. Mas antes do Fernando viajar, Fernando, olha só, tem esse, esse esse esse projeto. Eu tinha falado pra minha esposa, vou vou descansar agora, ficar um mês aí, tirar um mês sabático, não quero falar sobre
trabalho, ficar um mês até final de janeiro, vou cara, cara qu cara andar de cavalo, vou fazer isso, isso, treinar, não sei o quê. E ela pegou e falou, eu falei: "Cara, apareceu essa oportunidade essa essa". Ela pegou e falou: "Vai, amor, vai, acredita em ti, vai dar certo isso aí". Falei pro Fernando, Fernando, bora. Em tr dias percorremos 13 horas de voo, 11.000 km. Caramba, cara. Sete reuniões. Sete reuniões e com a pessoa certa ao seu lado. Fernando, bora. Vai dar certo. A minha esposa, vai, amor. Como é que foi? Deu certo? Oba. Isso
aí vibrando. O cara fala, cara. Tipo, que tesão é isso aqui? Eu tenho alguém que, tipo, que gosta de mim e uma pessoa que não tá mais aqui hoje é o nosso vô. É que era o nosso fã. A nossa, claro, tem todo mundo da nossa família que gosta muito do nosso trabalho, tudo, mas a gente a Grove teve um grande fã, o maior fã de todos da Grove foi o Vanderlei Cavalho da Rosa. Pereira da Rosa, pai da sua mãe? Pai da minha mãe. Ele foi o nosso maior fã. Ele perguntava como é que
tava, como é que não tava. A gente ia lá ver ele na casa dele, a gente levava o notebook, respondia e ele queria entender e ele se emocionava, se orgulhava quando quando ele ia lá na fábrica queria entender. Ele contava para todo mundo, cara. Olha só meus netos, isso aqui, isso aqui, isso aqui e hoje ele não tá mais entre nós. Eh, e você se torna diferente quando ele faleceu. Eu fui rápido a quando ele faleceu, levou tipo um mês ali entre começar a ficar mal, mal, mal, mal e foi rápido. No dia que ele
faleceu, ele só esperou, para falecer, ele só esperou a minha tia que mora em Brasília ela chegar. Ela pousou, ela chegou no hospital, ele já faleceu ali. Parecia que ele tava esperando ela chegar. E um dia antes foi eu e o Eduardo lá, nós fomos lá. É. A gente foi um dia antes lá nele. Concei um monte com ele, cara. E é aquilo ali, quando você trabalha de uma forma diferente, eu trabalhei até o último minuto antes de começar o enterro dele. Caramba. E a gente voltou do enterro dele para não deixar cliente na mão,
para não deixar colaborador na mão. A gente voltou e continuou respondendo em mim, chorando. É muito que a gente tinha perdido nosso maior fã. Mas aí que é aí que você se demonstra diferente das pessoas. Entendeu? Tipo, cara, outra pessoa ficaria chorando, chorando, chorando. Eu pensei o seguinte, cara, ele era fã da Grove. É isso aí que ele quiser, que ele queria que fosse feito, né? É, era isso aqui que ele esperaria de mim, eu voltar para cá, responder esses e-mail, fechar esses contratos, aumentar a venda. E a gente sempre falou para ele: "Cara, a
gente vai ser grande, vô, a gente vai ser grande". Entendeu, cara? Um dia a gente vai ser grande. Ele, vocês vão conseguir. É isso aí. Vai lá, vai lá. Então ele, a minha avó, todo mundo, meus tios, todo mundo sempre apoiou. Mas ele foi o cara assim que, meu pai, minha mãe também, sempre, extremamente, mas ele era aquele cara assim que tipo, sabe quando tu olha pra pessoa e fala assim: "Eu vou orgulhar esse cara, eu vou deixar ele orgulhoso". De tamanho, tamanho entusiasmo que ele trazia para vocês. Isso. E aí quando as pessoas falam
assim, por que que vocês venderam a Grof? Isso é uma pergunta que se faz muito, muito. Por você olha que a vida é um sopro. É, é aquele gole de água que eu comentei. Eu tive que voltar do enterro dele e responder e-mail. Muito trabalho. Antes de ele ser enterrado, eu trabalhei até a última hora. Eu saí de Tijucas e fui para, eu fui direto da empresa, direto da empresa pro enterro dele junto com o Fernando. Quando ele começou a ser velado, tudo lá, a gente foi direto, chegou na hora e voltou da empresa direto,
voltou do velório direto pr pra empresa. Então a gente pensou o quê? Cara, eu preciso ter mais tempo. O Fernando com filho de um ano, dois anos, um aninho. Ano, não, um ano. Um ano, um ano. Fernando, precisa ter mais tempo com ele, cara. Tu não vê ele dormir, tu acorda, ele não tá acordado ainda, entendeu? Você tem pouco tempo com a sua família, cada vez mais a empresa vai crescendo, cada vez mais, você vai tendo cada vez menos tempo, entendeu? Então, Fernando agora tem uma uma princesa de 4 meses, c meses. Mes eu falei:
"Cara, é isso aqui. Chega um momento na vida que que o negócio não é mais o dinheiro, você olha e fala assim: "Mudar a vida das pessoas". Aí você vê pessoas lá dentro da Grove evoluindo. Uhum. Aí tu olha, cara, que bacana. Esse cara chegou aqui, pô, ele era alcólatra. É. E agora tá comprando a casa dele. Tá comprando a casa dele. Gerindo a produção. Gerindo a produção. Esse cara era não sei o quê. Virou isso aqui. A Lali era era do segurança do correio. A gente conheceu ela lá dentro do do correio entregando caixa.
Ela que abrir a caixa, a porta pra gente entrar com a caixa para não passar na roda, na porta giratória. E ela hoje é gigante dentro da Grove. E ela tá lá há anos. Quantos anos ela lá? Ele tá lá 10. Não, acho que é. É, eu acho que é. Entendeu? Caramba, cara. E a gente e a Lali acabou vindo paraa Grof através do nosso amigo que ele também era segurança lá no correio. Eles eram marido e esposa, eles eram um casal. Então a gente trouxe o Alex, que foi o nosso grande amigo que já
não tá mais entre nós, que era um cara fenomenal, que acabou falecendo. Faleceu também. É. E a gente viu que a Lali ficou desamparada por causa que a empresa que ela trabalhava, o Alex teve câncer e a Lali foi cuidar dele. Você é guerreira demais, cara. É. E aí a gente, eu sempre mandei mensagem para ele, tenho tudo salvo aqui até hoje, assim, eh, eu guardo com muito carinho essas mensagens dessas pessoas que me motivaram e o cara depois continua trabalhando por causa delas, de lembrar delas. E aí a empresa chegou para lá, ela e
falou, ela falou: "Ó, eu fiquei sem trabalhar esses quase se meses, oito meses, não tem, não sei quanto tempo ela ficou fora da empresa de segurança lá, porque eu tava cuidando do meu marido, ele tava com câncer e ele faleceu, preciso voltar a trabalhar, né? Tem um filho pequeno, tal, tal, tal, e a empresa Não, não, tchau. Nossa, cara, quantas vezes na Grof a gente teve casos de pessoas com depressão, com algum problema de saúde, a gente calma. O Léo é o por exempo, não é? O Léo Araújo. Léo Araújo. Eu vi o relato de
um outro patrocinado que ficou anos, o outro menino, o próprio Stronda quando rompeu o peito, cara. O outro menino também de muitos anos queimadora. Não, outro menino é foi Max. Max durante anos também o cara manteve. Então, tipo assim, a empresa tem que olhar esse lado humano. Isso é uma coisa que muitas empresas pecam, só o lucro. Chega o momento que a tua empresa tá tão grande e ela tá dando bastante lucro que tem como você absorver o Renato num momento que ele não tá tão bem. O Gorgonoide, por exemplo, nem sempre ele teve no
auge. É, vários momentos o canal dele ficou parado, mas a gente nunca deixou de acreditar nele. E eu acho que isso faz a diferença, entendeu? Eu acho que isso faz a diferença. E a Grof, a gente acabou vendendo ela, saindo da operação para ter mais tempo com a nossa família. Eu acho que o nosso papel tá foi feito, entendeu? Para ter mais tempo com a minha mãe, com o meu pai. Fazia tempo que eu não consegui ir lá visitar eles. Para ter mais tempo com a minha esposa. Agora vou ser pai, né? Então, para ter
tempo de, cara, chegar de noite, dar um banho na minha filha, é ter tempo de, pô, ficar algum tempo ali com a minha esposa, de acompanhar no som, sentar o celular estourando de mensagem, entendeu? Eh, na última alteração, na primeira alteração que a gente fez, eu ainda tava trabalhando e eu em reunião e eu pensei: "Cara, isso aqui não é mais para mim, Tá ali." É, é, cara, o bebê no na tela e eu tô aqui com o celular aqui, eu não posso desligar is cara, olha só, não tem que desmarcar essa reunião. E cara,
e ela super entendeu? É, ela falou: "Não, amor, tá bom, continua aí, tu tá aqui do meu lado". No primeiro parto da minha esposa do Noa, eh, ela estava tendo parto, o filho nascendo, a conta do Banco do Brasil travou. Isso foi verdade. O Eduardo me liga e fala: "Cara, parou todos os meus pagamentos de atleta aqui". É, peguei o celular, peguei o notebook no meio do parto, ligo pro gerente, fala: "Cara, libera agora. Ele tem que imprimir um documento e assinar e me mandar". Eu falei: "Cara, eu vou te mandar uma foto aqui agora.
Tô no meio do parto, pelo amor de Deus, libera. Depois eu assino, cara. Não tem como. Ele não tem impressor aí perto. Falei, cara, no meio do parto, eu tô vendo a cabeça do meu do meu filho aqui. Nossa Senhora, velho. Falei, cara, pelo amor de Deus, cara. Tinha caído a luz, estava sem sem área do celular. A única vez que apareceu a área foi quando eu liguei para ele, falei: "Cara, pelo amor de Deus, vai cair a área, libera a conta pro meu irmão continuar pagando a galera para não atrasar, porque a gente sempre
presou por não atrasar o pagamento." Nunca aceitamos isso. Porque o mais importante de tudo que a gente preza salário na conta antes do prazo. Antes do prazo, porque é o meu é o meu jeito de te respeitar. É o meu jeito de respeitar o fornecedor e não deixar ele quebrar. Eu não quero que o meu fornecedor quebre. Eu não quero ficar estorquindo ele, pedindo prazo e fazendo um monte de coisa com ele ou jogando lá para 10 dias, 15 dias e o cara vai falar: "Cara, vou quebrar isso. Meu negócio contigo era um volume da
da Grofa é tão grande que quebra uma empresa se se a Covid permitiu ainda continuar o crescimento da Grove? Permitiu e a gente não reduziu o salário de ninguém permitiu na época da COVID. É, não, ninguém de nenhum atleta, de nenhum influenciador, nada. zero. O que eu acordei com eles, por exemplo, o Felipe Franco eu fechei antes da pandemia, salário altíssimo. É, eu não baixei de ninguém. Não tenho não existe um atleta que vai falar que que a gente diminuiu o salário. Foi o pior momento. Foi da Grove. Foi. Foi esse a grave dos correos.
Ol, vocês chegaram, olharam e falar assim, tipo, um olhar pro outro, fal assim, aí que a gente faz. Esse é a grave dos Correios, aquela mais grave que teve em que parou tudo, né? É. Que parou tudo, tudo, tudo mesmo. Não lembro que ano que foi, acho que foi 2018 ou 19 ali, né? Acho que foi um pouco 18 mês, né? Foi, foi um mês de greve ou dois meses de greve. Foi punk que eu cheguei aí para Brasília, São Paulo, não lembro foi São Paulo falar com o vice-diretor do correio. São Paulo. E aí
é nesses momentos que o cara dá atacada, né? Porque eu cheguei nele e falei: "Cara, tá todo mundo saindo do correio". É. E eu tô ficando, mas eu quero algo em troca. Não é? Eu quero que eu quero que melhore. Eu quero algo em troca, óbvio, porque eu tô acreditando que tu tá, tu vai me fazer aqui, cara. Tô me ferrando com você. Tá tudo atrasado, entendeu? Tá todo mundo lá se ferrando. Ficou dois meses, acho, na greve, cara, alguma coisa assim. Era muito tempo. Mas para eu acreditar em você, para eu te dar um
voto de confiança e para eu passar por esse momento junto de mão dada com você, pô, eu preciso acreditar que eu tenho um benefício, né, cara? Isso. Isso. Então, preciso acreditar. E aí sim eles eles olharam, eles viram a Grofo com outros olhos. O cara prometeu, era aquele cara que era bem empenhado, lembra? É, o Gustavo, acho que era o nome dele de Belo Horizonte. Ele foi referência de Belo Horizonte. Gustavo, ele foi referência logística de implementação, um monte de coisa. E aí ele prometeu ali pra gente que ele ia resolver o sistema de floros
ajudando. Não é porque é funcionário público que ele não tem amor e paixão pelo negócio. Tem muita gente do correio que bate no peito e fala: "Eu visto essa camiseta do correio". É muito, muito. E a gente encontrou essas pessoas funcionário público, que trabalha pr caramba muito de noite, 9, 10, 11 da noite, caramba, cara. Corri de Florianópolis mesmo, sempre excepcional. Precisava a gente trocava, tipo assim, tinha uma encomenda atrasada de um cliente, a gente mandava mensagem pra Lucy direto. Olha só, ela era funcionária pública, ela podia falar: "Cara, se lasca, pelo amor de Deus".
Cara, ela comprava a briga do correio e da Grof e falava: "Me manda o número do rastreio que eu vou pedir agilidade na agência que a encomenda tá parada". E ela começou, cara, na greve junto com esse Gustavo, a gente passava uma lista de encomenda. Ela 35 dias de greve. É isso aí, cara. Passou de um mês, foi 2020, então agosto a setembro. Então, então foi e aí a gente foi, o correio acreditou e não, então daí ele não, então eles levaram, ficaram tipo um tempão. Aí o que que aconteceu? Nós falamos para ele: "Cara,
não dá, tá dando 30 dias, tipo 20 e poucos é muito". E chovendo reclamação no e-mail, chovendo reclamação. Eu falei: "Cara, nós vamos ter que ativar uma transportadora secundária para fazer os reenvio das encomendas e aí caiu a venda para caramba". Se eu não me engano, caiu a venda, um monte de coisa e a gente tinha um contrato de valor mínimo, senão a gente pagava multa. Eu falei, cara, pelos clientes a gente vai mudar e vai levar essa multa de 1 milhão, por exemplo, cara, e 1 milhão pesa muito. Louco, mudamos a transportadora e eu
falei: "Cara, eu sou fiel a vocês, mas do jeito que tá, eu tô prejudicando o meu bem mais precioso, que são os consumidores que acreditam na marca. É, como é que eu não vou fazer nada por eles?" Troquei a transportadora, ficamos lá, o correio ia mutar, ia mutar. É, a gente pediu como foi o presidente do correio e ele deu uma carta de exceção pela fidelidade, pelo comprometimento da Grof com os correios. Isso ele falou: "Cara, eu assino isso aqui pelo que vocês fazem, pela anência, a multa, entendendo que a responsabilidade foi deles". Assim, eu
falei, não tenho o que fazer. Eu tentei o máximo, fiquei 20 e poucos dias travado na greve. Isso. E a grávid dos caminhoneiros também foi outro marco importante da Grou, porque houve bloqueio de todas as as as vias as vias. O que que a gente fazia? Eu ia de caminhonete na frente batendo como batedouro. Você, eu, eu e o Marcelo e um caminhão da Grove carregado de encomenda atrás, há uns 5 km para trás e eu ia na frente vendo se tinha bloqueio ou não e cortando pelo A ruas por trás da BR. via cidade,
via, eles jogavam pedra, quebravam tudo, quem tentava furar o bloqueio. E a gente achou o meio de chegar até, olha só, sair de bombinhas, porque era em bombinhas ainda a empresa. É, se alguém quiser, bota no Google Maps bombinhas até o aeroporto de navegantes. Pensa que a gente não entrava nenhuma vez na BR, nenhuma vez, sempre pelos cantinhos. Sobe um pouquinho na marginal, mas não lá em cima da berra, embaixo, já volta para dentro da cidade. Vai, vai, vai, vai, vai. Passava por dentro de uma reserva florestal que tinha uma estrada dentro. chegava no chegava
no aeroporto de Navegantes, contratamos a Gol, pagava uma fortuna para não deixar as encomendas do cliente na mão, embarcava tudo em avião. Nossa, para onde esse custo, velho? Avão. Isso, tudo em caminhão. E a gente fez daí a greve dos caminhoneiras, eu não sei quanto tempo levou, mas acho que levou quase dois meses, um mês e pouco. Mes mês inteiro a gente fez isso. Aí o meu pai eh desenvolveu uma um sistema de válvula pra gente tirar diesel dos caminões que estavam parad. para botar naquele que tava levando as encomendas e na caminete que era
diesel também, porque também não tinha combustivo, porque não tinha combustível, tinha acabado em todos os postos. E pensa que eu fiz isso, nós fizemos, né? Todos os colaboradores colaboradores fizeram junto o motorista ali, a gente com rádio na frequência diferente, porque eles também tinham rádio, os caras que estavam na greve de corrente tinham rádio, eles ficavam escutando quem tava falando ou não, eles tinham pesquisa, eles pegavam os rádios e a gente vem, não vem, espera, tem dois caras aqui, deixa eu ver se é da greve ou não é. Aí não, não são. Aí teve uma
vez que um que eu entrei na rua e aí tinha dois caras parados num canto do muro assim e eu com a caminete, eles estranharam a caminete passando. Eu fiquei olhando ele, olhei no retrovisor, falei: "Cara, tem dois caras ali, bota o bico do caminhão ali para ver o que que eles fazem. Vim devagarzinho. Falei, gira, gira a frente dele na rua, porque qualquer coisa você joga ré na coisa e vai embora pela rua que você veio. Não toca em frente. Na hora que ele girou ali à frente, o cara já baixou atrás do do
poste, pegou pegou um baita de um tijolo, começou a correr na direção do camião. Ele deu a ré, [risadas] deu a ré jeito que eu falei ali, voltou na rua e e saiu por onde ele veio. Olha isso. Eu falei, bico o caminhão, mas não vem. Olha os caras lá. É, olha eles aí. Na hora que eles pegaram a pedra, ele já beteu a réinão e saiu. [risadas] E aí eu com a caminhonete, eles vieram jogar Pedra na caminhonete também. Aí eu saí com a caminhonete e aí voltamos pra empresa. Aí a gente, cara, lascou.
É porque agora a única via que a gente tinha, eles descobriram que a gente tava passando por ali escondido. Ah, alguém ainda pensando pensa. A gente ficou a madrugada toda tentando achar via onde não tinha ninguém e o camião voltou pra empresa carregar de encomenda e eu fiquei ali indo, voltando, vai volta, vai vem por aqui, não por aí, qualquer outro empresário ia est na mesa chorando, fala: "Deixa quieto, ferrou". Não, e a gente viu todas as encomendas buscando saída, cara. Não, não teve nenhuma, não ficou nada parado, né? Não, todas as encomendas até de
Santa Catarina a gente mandou pela Gol para São Paulo para de São Paulo os os correios e as transportadoras distribuírem pro Brasil todo, porque motoboy dentro da cidade eles não paravam, né? Entendeu? Então tipo, não, dentro da cidade de São Paulo rodou normal. Rodou normal. É, estrada era estrada. A única questão era com estrada isso. Era o combustível que era limitado, mas aí o correio provavelmente deve ter e combustível próprio, tanque, essas coisas. E aí a gente fazia essa esse percurso, cara. É, como é que surgiu? Não, e teve uma vez, sabe o que que
nós fizemos, cara? Eles não vão bloquear o ônibus. É, ônibus de lugar com passageiro, eles não vão bloquear. Aí nós colocamos, tinha uma, tinha tipo eu, Edu, não sei quem, não sei quem, não sei quem, sentado tudo ali na frente com motorista para eles olharem, ver que tinha gente dentro do ônibus. Dali para Trás as encomendas tudo tampada. Tudo encomenda, tudo tampada de preto. Ele falar, eles não vão. Como é que surgiu a oportunidade de sair de bombinhas para ir para Tijuca? Tijuca não é Porto Belo, né? É Tijucas. Tijucas. Tijucas. Nós nós tínhamos as
construções em bombinhas e daí depois nós começamos a ver que tipo a operação, a o nosso crescimento, a gente não ia dar conta de crescer porque tinha um galpão é de 2000 m que nós tínhamos acabado de construir e a gente não cabia mais já dentro desse galpão. Acabado de fazer, é, acabado, ficou novo, já não cabia mais. A gente pensou, caramba, cara, fala, preciso vender. E aí a gente veio falar, cara, eu preciso vender para pegar esse dinheiro de volta. E aí a gente precisa ir atrás de aluguel. E aí a gente encontrou estrutura
em Tijucas, que daí o aluguel, eu pago lá 50.000 de aluguel, vamos, por exemplo, o galpão lá custou 3 milhões, voltou 3 milhões pro meu caixa, eu pago 50.000, tchau. Fala, além de tudo me deu dinheiro. Conseguiu vender bombinhas? Sim, conseguiu vender todas as operações. Foi pr Tijuca, mas foi um espaço muito maior. E bombinhas é um lugar de turismo, é uma praia muito famosa no Brasil. É, quem não quem não foi, que tá assistindo a live, se quiser ir, é lindo, é maravilhoso lá. E só tem, só tinha uma entrada e o outro era
estrada de chão. Então o camião não conseguia passar pela outra, pela segundação. É de praia é terrível, tava trava tudo. C horas você parado na fila. Então o nosso camião ia sair de bombinas no verão, ficava parado na fila, tinha que sair de madrugada e na madrugada às vezes tinha 3 horas de fila, entendeu? Então tipo assim, não tinha como, chegou um limitante que tipo assim, a gente queria ficar em bombinhas porque foi criado lá, né? A empresa foi, nasceu lá e a arrecadação vai pro pro município. Então a gente parte dela, né, vai pro
município, o município se beneficia disso. Eh, a gente tentou ficar lá até onde deu, masí que tinha TPA que bloquear, região. É, aí tipo assim, o camião não podia entrar das 8 às 7 da noite. Das 8 da noite não pode entrar caminão em bombinhas. Aí o nosso caminão aí começou a dificultar, né? E dificultou demais, porque é um lugar turístico, né? Mas não lugar deita, é, e a deputada Paulinha tentaram ajudaram muito. Paulinha, Paulinha, a Paulinha é tentaram tudo quanto é jeito, mas não tinha, né? Vai abrir exceção para uma pessoa só uma com
e aí a gente teve que correr para Tijucas e Tijucas abraçou a gente assim de uma forma incrível e a gente fica na beira da Aí a Gro foi pra beira da BR, então o camião só faz um, sai direto, já sai na BR. Então, facilitou muito, agilizou muito, a gente conseguiu expandir muito porque aí tinha vários galpões e os e o Pessoal lá desse que são donos desses galpões, desses terrenos, são muito ágeis. E é para conseguir, ele já tá pensando na frente. Então ele sabe que eu aluguei esse, ele já começou o outro,
ele já tá com outro pronto. Ele sabia do crescimento que a gente vinha tendo, da velocidade, da nossa vontade, que a gente pagava em dia. Então não era um risco para ele ele ficar tipo, por exemplo, lá naquele condomínio lá, eu acho que 2/3 do aluguel é Grof. Ah, provavelmente sim. É. Então, do do condomínio inteiro, 2/3 o cliente dele é a GRF. Então, a confiança que ele tem de deixar metade da do faturamento dele mensal ser da Grof, que ele viu que tinha trabalho duro, entendeu? Ele sabia que ele ia construir um próximo galpão,
a gente iaugar porque a gente tava crescendo, tinha vontade de crescer. Então, aí a gente foi pr pra Tijucas para dar essa facilidade de coisa. E aí, claro, a GR tem outros centros que são de redistribuição por todo o Brasil. Tem nove, nove, é, acho que são nove no total, é pontos de operação, né? É ponto de operação. É, são pontos de operação para escoamento de carga que aí e Rio Grande do Sul, Curitiba, eh, Rio de Janeiro, João Pessoa mesmo que tem outro CD, São Paulo, Distrito Federal, Belo Horizonte, eh, Goiás, né? Goiânia ali,
é, tem também. Então, tipo, e tudo isso sem uma consultoria para dar a consultoria, fazendo sozinho, Sem só vendo que tava precisando, escutando os colaboradores, quem tá na operação na ponta e dando oportunidade deles fazer testar, errar, errar. E uma coisa que é muito importante para quem tá assistindo, tem empresa ou trabalha numa empresa, entendeu o seguinte, que nem sempre você vai acertar isso, você tem que aprender rápido com os erros, isso aí, e você tem que arrumar rápido. Isso. Então, isso a GR sempre foi muito rápida. Erramos. O que que precisa? Corrige. Precisa resolver
amanhã. Resolvia. Não importa. Vamos resolver e não culpar o cara. Porque às vezes tem uma baita de uma pessoa que para de tomar boas decisões. Por que eu chego para você e fala: "Renantão, pô, é se lá cara. Ó o prejuízo que eu tive 100.000. Tá, mas às vezes você já gerou 1 milhão de lucro para mim. Aí eu vou ficar apegado em 100.000. Cara, eu quero. Pode errar mais três, quatro, cinco vezes. Opa, começou a errar muito. Opa, calma lá. Tá dando muita atacada fora. O oportunidade de teste. Mas cara, quando o cara é
bom, ele vai errar. E às vezes, muitas vezes, a pessoa olha e fala: "Cara, errou". Tipo, por exemplo, pô, contratou um atleta que não deu resultado, tá? Tá, tal, olha o custo que eu tô tendo na folha de pagamento, tá? Mas os outros que deram bom, que é aquilo lá que você falou da média. É isso, mas é, ele julga por um erro. E o melhor jogador do mundo, quantas vezes ele chutou pro gol e quantas vezes ele errou? Tu vai julgar ele pelos erros ou pelo acerto? Decisões que ele fez. O melhor jogador do
mundo errou muito chute ao gol, vai acontecer dentro da empresa também junto com os colaboradores. Então para quem é, tenha mais empatia, é mais empatia. Eu acho que isso aí falta muito e tem que ter muito, por exemplo, com o Andre, com a Helena, com todo o pessoal, Fernando, com o pessoal, o cara testa, vai, faz, faz, testa isso aí, entendeu? Vamos embora, bora. Vamos testar. Me liga, tô disponível. Esse é o ponto. Me liga. Deu qualquer coisa, não sabe como resolver. Me liga. É, eu vou assumir. O boo é meu, viu? Que negócio, eu
vou pagar o pato disso aqui. Fica tranquilo. Mas a hora que der o erro, me fala, não esconde. Me fala quantas vezes eu liguei, eu recebi ligação 3 da manhã, cara. Tá aqui com problemaço no faturamento. Eu errei um monte de coisa aqui. Que que eu faço? Fala, cara, faz isso, isso, isso, isso. Tá testando isso, isso, isso, isso, isso. Testei isso, isso, isso, isso. Cara, chegamos num ponto. Resolvido. Agora, se ele não te conta porque ele tem medo, não. Aí o preju é grande, né? Aí ele vai, é, vai jogando erro em cima de
erro, guarda aí. Podia ser resolvido, não foi. É, vira uma bola de net. Isso mesmo. Eu acho que então para quem é gestor de empresa, eh, entender o momento do do do colaborador, eh, tentar não fazer ele ter medo e sim ele ter coragem. É isso. Ele não pode ter medo da pessoa, né? Ele não pode ter medo. Você tem que ser um amigo dele. A galera fala: "Você não pode se aproximar do colaborador, tem que se aproximar. Ele tem que ser o seu amigo." E eu preciso entender porque ele precisa contar para mim o
que que tá acontecendo. A partir do momento que ele tem medo, ele não vai contar as dificuldades, que ele vai falar: "Ele, pô, meu gestor, é, o meu gestor acha que eu tenho muito problema. Só falam de problema. Não, se ele tá me contando o problema, é porque ele abriu para mim o que que ele tá achando que tá acontecendo de errado. Às vezes é uma coisa que, tipo, que não tem como resolver, mas outras ve algumas outras vezes é coisa que o cara pode sentar com ele e falar: "Cara e tal, então vamos resolver
de tal e tal jeito. Dá para fazer assim, dá para fazer assado ou não dá para fazer de jeito nenhum? Vai curo mesmo." É verdade que a mesa de vocês ficava no meio dos funcionários? Vocês não tinham salav no saque? Sempre no saque. Porque? No no saque. No saque. Dentro do saque. Por quê? Para escutar o que o consumidor estava pedindo. Isso. Nossa. dentro do saque, a gente ouvia as pessoas conversando entre elas, por exemplo, o Maurício perguntando pro Renato sobre tal encomenda, que acontecer tal coisa. O cara já, opa, que que aconteceu? Por que
que essa encomenda deu isso? Por que que começou atraso, pô? Sobre qual produto, comeou ligar os problemas, arrumar solução. Sobre qual produto estão reclamando? Por que que estão reclamando? Que que tá acontecendo? Entendeu? Então, dentro do saque você escuta tudo. Na expedição você escuta tudo. É lá no galpão, no no estoque você escuta. Então você tem que ter boas pessoas em bons lugares com ouvido, para entender e absorver aquilo ali da forma positiva para repassar e não para guardar para ela e falar: "Opa, vou segurar esse BO aqui para não cair lá no Fernando no
Eduardo ou no meu gestor ou na pessoa que não arruma, né? Isso porque não vai arrumar nunca. E muita coisa é guardada nas empresas embaixo do pano. Esse é o feeling inexplicável", entendeu? E e a pessoa guarda embaixo do pano para não passar, sendo que se ela passa de perder emprego, é resolvido, não pode. Isso, entendeu? E daí nós tínhamos a parte também de gestão próxima e deixar eles fazerem que a galera que e e a gente nunca teve visto de cargo de organização. Olha o o sistema da hierarquia. É a hierarquia, a governança definida,
porque todo mundo responde para todo mundo. É, fala: "Se o cara entrasse no saque e me perguntasse, eu ia responder. É, não tem carteiraço, não tem alguém falar alguma coisa para alguém? Se um auxiliar de expedição subisse na tua mesa, você ia falar: "Ele entra no saque". Ele entra no saque, né? Todo mundo ele falava comigo. Sempre falaram sempre teste vai falar com seu gerente. E daí ia lá na expedição, começava a trabalhar, a galera começava a ver, fala: "Quem que é esses caras que aparecem aqui? E daqui a pouco some e aparece e some
e aparece e some." Aí eu lembro da Suane falando: "Cara, quando eu descobri que eram os donos ali, aí ela falou: "Cara, aí a empresa virou referência para mim. Eu nunca acreditei nisso, porque o cara tava ali fazendo goma, passando goma, porque eu queria saber o que que tava acontecendo dentro da expedição. E aí o Marcelo tá lá, tava todo mundo lá dentro da operação, cara, vem onde que tá o nosso erro, como é que eu melhoro, como é que eu diminuo a taxa de erro, o que que tá acontecendo isso aqui para acelerar, entendeu?
E no entanto que depois quando o fundo entrou, o fundo entrou e falou: "Filho, gestão de vocês, a gente não vai mexer em nada, dá o show, o show tá sendo feito, faz de tão que a tanto que a empresa tava na mão, né? Isso, fala, faz. A gente não quer saber de nada, cara. Pode fazer. 99% do que foi feito foi feito por nós, pelo nosso time. Isso dentro de casa. dentro de casa antes. A hora que o fundo entrou e viu o negócio acontecendo, eles falaram: "Inacreditável, tem algum gato aqui, tá acontecendo alguma
coisa no começo, né?" É, ele falou: "Tem alguma coisa errada, tem alguma coisa." O Renatão falava, né? Tem alguma coisa errada junto com o Luiz. Aí eu falava, cara, pode vasculhar a empresa inteira. A hora que eles viram a Empresa: "Não acredito que a empresa tá tão na mão de vocês, caramba! Porque tipo, a empresa era feeling, cara, feeling. O Eduardo investia no YouTube sabendo que ia dar o retorno. Aí o cara me me prova por quê? Porque eu tô sentindo que é isso. Que que você conhece o mercado? Depois um tempão difícil para caramba
de mensurar, deifar. Tem muita coisa que é imensurável na vida. E dentro de na vida já tem muita coisa que é imensurável. Imagina dentro de dentro de uma empresa, dentro do marketing. Não. E o nosso mercado ele é muito singular. Nossa, mercado de suplementações. Eu vi diretor de marketing vind da GC Lever, já vi diretor de marketing vim da Red Bull, diretor de marketing vem de fulano. O cara não performa porque é um modelo de mercado diferente, nichado, com público diferente, muito qualificado e que tem um comportamento que não é padrão. Isso. Isso aí. Exatamente.
Perfeito. E daí chegou no momento que a o fundo assumiu, não, né? A gestão não foi nossa até perto do fim. Eh, e daí depois disso ali a gestão tipo direto junto, né? Aí nós começamos a pedir para sair. É, cara, deixa eu, a gente nós protegemos a protegemos, nós ficamos na empresa durante dois anos, praticamente, não precisava mais estar um ano e meio praticamente, é, Para fazer a transição completa, para deixar tudo redondo com respeito aos colaboradores que estavam lá. E aí nós pedimos para sair. É cara, no momento que acontecer, nós ficávamos pedindo,
cara, no na data tal você precisa preparar isso, isso, isso do teu lado. E nós vamos para que você assuma. Tá aqui a data, tá aqui a data. Preciso ir embora também de empresa. Continuo saindo daqui 10 horas da noite, né? Isso, isso, isso, [risadas] isso. E aí depois foi solicitado pra gente ficar no conselho, ficar em um monte de estratégia. Não, não, não. Aí encerrou mesmo o ciclo, né? Aí deu, encerrou e a gente começou a tentar fazer novos projetos porque, cara, é uma coisa que você cria, um filho, ele tem que ir embora,
ele tem que seguir o caminho dele. Ele emancipou, né? É isso. Então daí depois a gente veio e começou essa nova 17 anos aí, essa nova empresa que nós estamos tentando começar. Estamos tentando, não, nós vamos fazer acontecer. É, o CNPJ dela abriu hoje semana passada. É, começamos semana, é, começamos semana passada, mas o CNPJ dela abriu hoje. Perguntar isso se acaba. E aí, não vai dar um spoiler pra gente do que segmento que é? Continuar, continuar, porque uma das coisas que a gente gosta de ter é gente trabalhando com a gente. É gente, cara,
você precisa dividir para multiplicar. Se você fica sozinho só somando, cara, na no primeiro cálculo tu me passa, mas durante 10 anos eu vou te passar com certeza, né? Com time, com um time que é tudo e que é o que a gente tem e tinha de mais precioso na Grof e hoje são amigos mais importante do que tudo. Cara, eu vou fazer acontecer, né? Voltei de São Paulo com o Eduardo, né? Percorremos 11.000 km, um monte de reunião, cara. Com a hora que a hora que o negócio engatou aí cata dinheiro de um lado
e faz uma reunião pro outro e faz isso. É, cara, a hora que deu certo, que o negócio falou: "Cara, vai acontecer, graças a Deus, cara, eu vou conseguir fazer de novo." Eduardo, Fernando, vão abrir uma nova empresa. Sim. foi aberto hoje. Ou seja, não é dinheiro, velho. É quando o cara ama trabalhar, ama construir, ama transformar vida de pessoas, ama gente, ama isso. E quando você tem pessoas do seu lado apoiando, porque eu poderia hoje olhar e falar: "Cara, não quero mais trabalhar, vou parar, vou ficar em casa, é, vou aposentar e tudo." Quando
você tem pessoas do seu lado, por exemplo, Fernandoas, ele provavelmente contou para Lou, tô vendo isso aqui com o Eduardo, tem isso aqui de chance, por exemplo, hoje nós estamos aqui, nós vamos dormir aqui em São Paulo, amanhã de manhã a gente, nós temos uma reunião em Sinope, Mato Grosso. Nossa, é longe. Longe. Aí de Sinope a gente volta para Santa Catarina. É. E a já tem mais podia, cara, não vou fazer isso aqui, não vou fazer essa reunião em Sinop, eu vou voltar para casa, vou de renda aqui. Um abraço. Viv de renda. Acabou.
Mas aí tem uma coisa que pega a gente, porque a esposa acredita. O meu filho, tá? Vamos lá. Vamos combinar que o dinheiro tá resolvido. Sim. Mas o meu filho falou uma coisa para mim. Eu quero trabalhar contigo. Nossa, aí ferrou. Já era. 16. Essa era a injeção que o pai queria. [risadas] Mandou, tu mandou um vídeo pro, acho que do alemão é embaçado, hein, mano? O filho dele é adoro o filho dele. Manda os vídeos muito o moleque é resenha, velho. O alemão é embaçado. E aí ele falou: "Papai, eu quero trabalhar com você.
Papai, eu quero ir no escritório. Papai, eu quero não sei o quê". É isso aí. Tu fez um vídeo, tu fez um vídeo, acho que tu, não sei se tu mandou no grupo com o Renato ou com o Ciro, ele aí tu falou: "Mas não pode ter preguiça, tem que trabalhar verdade". É vou trabalar ele tá bom vamos trabalar vai ter preguiça. Não, não vou ele falou. E ele tem 5 anos. Ele, eu quero trabalhar com meu pai. Não, o alemão é embaçado. Não. E aí quando tem pessoas assim, por exemplo, o filho do Fernando
falando que quer trabalhar com ele, o cara vai parar. Não, pô, tem a minha esposa falando que acredita no cara. Ele é esposa do Fernando. Mas assim, vocês são muito jovens também. Minha avó tenho, nós temos muito para entregar. Nós temos como fazer time. Olha uma uma um negócio legal. Eu desenvolvi o chocolate da Grof, o Fit junto com, é, junto com Mauro e o time de PID, mas o desenvolvimento, o começo, começo começou na minha casa. Eu comprei a Melanger, eu fui atrás de tudo, comecei o teste e dava pra galera que ia me
visitar, eu entregava o chocolate. Prente isso aqui. Até um dia que chegou e o cara falou assim, ó: "Caramba, cara, que que é isso? Onde é que tu comprou isso aqui? Eu quero mais". Eu falei: "Tu, só para ter uma noção, isso aqui não tem açúcar. A galera, meu Deus do céu, onde é que compra? Onde que compra?" A minha esposa e o meu filho são fã número um e a minha mãe também são fãs número um do chocolate da Grof. Todo dia meu filho come um pedacinho do chocolate da Grofe. O chocolate é bom,
né? Junto com a minha esposa. Todo dia a minha esposa come dois, três quadradinhos da do chocolate da Grof. Cara, como é que o cara vai desistir com a família sendo fã de coisas que o cara tá criando? É. E dando oportunidade de ter time? Não, você construiu o sonho de quantas famílias famílias construíram o sonho através do sonho de vocês? Isso em outro setor, outra área. Mais quantas famílias pagaram faculdade dos filhos, criaram os seus filhos, compraram sua primeira casa, compraram seu primeiro carro, deixaram eh uma vida mais simples, deixaram a pobreza graças Ao
sonho de uma empresa que começou lá atrás. Sim. E uma coisa que é muito legal, quando você tem contato com as pessoas dentro da empresa, chega histórias em você. É, por exemplo, pá, fulano de tal, a casa dele alagou, ele perdeu tudo. Foi. Então, pô, vamos comprar uma geladeira de novo, vamos comprar uma fogão. História do ladamento que ocorreu lá. É isso, exatamente na cidade. É, é. Pega, faz a lista de todos os colaboradores, vê quem tem criança, ajuda quem tem criança primeiro, resolve para ontem para quem tem crianç. Vocês mandaram muito mantimento pr aquela
galera lá quando Ah, do Rio Grande do Sul, aquela vez do Sul. Isso aí é uma coisa que aquela vez que aconteceu do Rio Grande do Sul, nós não postamos que tava ajudando, que tava, ó, caminão carregado, não postamos no YouTube nem nada, porque a gente tava focado em ajudar. O nosso foco era ajudar, enviar. Eu não ia usar uma marca. Claro, tem uma, vou fazer branding aqui. Quando quando você tá numa, quando você é uma pessoa, por exemplo, Renato, pô, ir lá filmar, ajudar, não sei o quê, você incentiva outras pessoas a ir ajudar.
Quando eu sou uma marca, eu não quero vincular ela a tipo, cara, talvez eu gerar um pouco mais de venda, isso não. O Renato tá gerando o quê? Envio de mentimentos, motivação, mais gente lá na linha de frente, ajudar quem tá precisando, quem tá lá submestre naquilo Lá que aconteceu. Cara, a marca não, a nossa era o nosso camião tá em São Paulo, manda voltar vazio com medicamento, escoltado pela polícia. Polícia federal escoltava os nossos caminhões. Colão, colchão, colchão, água. Água. Até o meu primo, meu primo tava com o camião parado, aí ele, pô, tô
sem emprego, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Aí a gente, que que precisa pro teu camião voltar a andar? Ah, preciso comprar uma bateria, uma um farol ou acho que o pneu, não lembro o que que era, e encher o tanque. Vai tanto de tanque para ir pra voltagem. Então vai lá pro Rio Grande do Sul, vai. Nossa, vai, vai lá, pega esse camião, carrega. E aí o que que aconteceu na nossa região foi que o pessoal começou a ir de avião, só que avião tem um custo muito alto.
O nosso car, o nosso piloto, o Daniel Batistot e o Gualp foram juntos, foram também, decolaram levando mantimento, só que na primeira hora isso vale a pena. E depois medicamento. Medicamento tem que ir de avião para chegar o mais rápido possível. Acabou isso, cara. A gente chegou lá, o time da GRF chegou lá e falou: "Cara, encosta os caminhões lá no aeroporto, no no aeródromo lá, e começa a carregar caminão para evitar o custo e pede pra galera dali que tem um avião que não vai decolar o custo que ele teria para levar e voltar
dá em dinheiro para comprar coisa". E aí começou a parar camião nosso, porque um camião nosso leva 20 toneladas, um avião leva 500 kg, 600 kg. Aí vai levar a cesta básica. Não, pô. E a galera lá fez um trabalho incrível, chamavam gente, colaborava para carregar, carregava os camiões tudo, camião. O cara precisa, eu falei, é tempo, tempo de estudo, tempo a única coisa que não volta. O cara pode ser o mais rico do mundo, ele não consegue corrigir o tempo. Falei: "Cara, o tempo tem que ter 100 pessoas para carregar rápido e o camião
tem que sair, porque lá no Rio Grande do Sul tem uma família precisando." E aí começou lá 10 caminhões, 12 caminões parados nosso lá. Carrega, carrega, carrega, vai volta, carrega, vai volta, entendeu? Sem parar. Nossa, isso. E aí a gente não postou, falei, dá dinheiro e aí economiza. A gente começou a ser cobrado nas redes sociais. Ah, Gro não vai coisa, Grof não sei o quê, a Grof não sei o quê. Porque não grita, né? Isso aí eu fiz, eu não lembro se foi um post ou se foi um histories, né? Tá. Explicando, cara. A
gente tá ajudando, a gente tá enviando, mas a gente não vai postar nada. E na época eu mandei pros influenciadores explicando, se tiver algum influenciador seu comentando alguma coisa, avisa que a gente tá mandando. E eu fui direto nos influenciador, nos influenciadores, por exemplo, a Bruna Vila Verde, que é de de do Rio Grande do Sul, ela, cara, estão precisando em tal lugar. Ela ia me avisando e eu ia avisando Fernando e eu e a equipe de logística. Cara, em tal lugar, tá, tem pessoa ilhada e estão precisando de medicamento lá, pô, carregou um camião
aqui de medicamento, pô. Teve aquele cara lá que que doou não sei quantos milhões de medicamento, o cara não quis aparecer, não quis nada. Cara, tem muita Gente boa no Brasil. O cara deu acho que 20 milhões de medicamento. Ah, muita coisa. Com avião. Ele chegou com o avião dele lá. Ele chegou com o avião dele, mandou carregar no nosso camião e falou: "Vai, eu não quero que divulga meu nome, eu não quero". Avão caríssimo. Ele entupiu de medicamento dentro até o teto. Isso. Acaba com o avião. Fosse pouco salvar ali, cara. Ele falou: "Não,
não quero que divulgue. Eu não quero que conte que eu dei, eu não quero nada, só quero que leve". Muito [ __ ] isso. Muita gente no Brasil. Helicóptero do Neymar. Os cara, o helicóptero do Neymar ficou lá só isso. Pá, pá, pá, pá, pá, pá. E ele falou assim: "Usa o quanto for necessário por quanto tempo for. Pode usar o tempo todo, não se preocupa e esquece com isso. Só ajuda o pessoal". Isso. O, a gente tava lá, o caras falaram o que o Neymar disse: "Deixa aí o helicóptero, esquece, é para usar o
convendo e detona o helicóptero." "Pode detonar." Ele falou: "O importante é ajudar o pessoal". Acabou. E o cara vê como que o brasileiro é um povo literalmente na na na palavra [ __ ] Porque cara, tu viu que como todo mundo se comooveu o Brasil inteiro para ajudar. A gente teve união. Das poucas vezes que eu vi o brasileiro mostras, cara. Verdade unir. Ninguém segura, cara, o Brasil no mundo. É um país incrível, né? É. Então, cara, se se unir isso dentro de uma empresa, é a mesma coisa. Se uniu todo mundo, ninguém segura. A
GRUF é União. É isso ali. Se você for ver os comentários dos vídeos, é, cara, eu sinto como era uma família, que é uma família, que o time é uma família, que o time de influenciadores é uma família. Pô, quem tá lá dentro da grupos colaboradores, eu sinto que é uma família, parece que eu tô num time p Então é isso. É a pessoa se sentir fazer parte daquilo, né? Então a gente sempre batalhou por isso muito. Bom, manter a pessoa engajada. Eu acho que a Grove ela é um case que para ser replicável pessoas
aí, gestores, empresários, empreendedores, para ser replicável ficam aqui três lições. Primeiro, obsessão. Fazendo justo, honesto. É obsessão. Segundo, eh, muita fé, né, cara? Porque fazer o que vocês fizeram ali de insistir, de bater, é ter fé, olhar, falar assim: "Não, isso aqui vai dar certo". É isso aí. É aquilo que o Edu falou, trabalhar, trabalhar, trabalhar não dá certo. Trabalhar, trabalhar, trabalhar não dá certo. Trabalhar, trabalhar sem resultado, sem resultado, sem resultado, sem resultado, mas eu tô percebendo que o processo tá melhor. Isso. Isso. Se eu olhar para um ano atrás, nossa, ó, eu sei
que o resultado ainda não veio, mas lembra que a gente fazia assim, olha como a gente tá fazendo agora. É exatamente isso. Ou seja, eh, comemorar e enxergar os microrresultados, porque no começo é só microresultado. Microorado. E uma coisa, invista em você, na verdade, é o seguinte, invista em coisas que ninguém pode tirar de você, ninguém pode roubar de você. conhecimento, dedicação, fé, experiência com erros, porque você aprende. É, então você investindo nisso como pessoa, se tornar uma pessoa melhor, porque às vezes você não tem a ver empreendedora, mas alguém te chama para vem junto
comigo. Uhum. E cara, você ganha um [ __ ] de um salário. É, indo naquela base de você ou você resolve um problema de uma empresa ou você traz faturamento para ela, você vai ganhar um ba salário. Nem todo mundo é empreendedor, nem todo mundo vai acertar e ter a sorte de acertar no negócio. Tem isso também às vezes, muit das vezes também a sorte de entrar no momento certo, de ter o momento certo, de ter a demanda para aquele produto, aquele consumo. Então tem tudo isso, entendeu? E e mas se você for esforçado, cara,
você fica bem indivíduo, não importa como, cara. Se você foi esforçado aqui, eu vi um garoto de 16 anos que virou diretor. Isso. Uma moça que era segurança do correio que virou e responsável de uma área. Isso. Um rapaz que era motorista que virou o braço direito da fábrica, gerente de logística. Eu vi o o And que saiu, tava numa empresa, eu busquei ele de volta para ser o gestão de atletas. Exatamente. Um rapaz que tava lá insistente, batalhador, que hoje comanda uma área no em João Pessoa, na Paraíba. O John que hoje toma conta
do canal do YouTube da GRF que saiu da Ford, o Edinho que o Léo me apresentou que ele era do mercado financeiro, que a gente trouxe ele para cuidar também dos atletas de gestão. A Mayara que assumiu financeiro, fiscal, RH, DP e contábil áreas quando a área, quando a Grofa era pequena. Eu fazia isso tudo e ela veio e falou: "Deixa eu fazer, deixa eu fazer, deixa eu fazer". Aí eu fui dando aos pouquinhos para ela, monstro, referência na área dela, tocando cinco áreas, montou o time maravilhoso, time dela incrível, incrível. Então, gente que tá
lá 9 anos, 10 anos, 12, muita gente. A GR sempre evitou fazer demissão de pessoas, tu viu? Vocês vocês viram como atleta participamos? Eu eu conver já fiz várias palestras com o com com com Cirilo, né, nutricionista. Ele falou: "Renato, eh, a Grove ela tem uma política de entender até o último minuto e motivar até o último minuto. Pra pessoa se desligada da empresa, é porque ela quem desistiu, não foi a Grove quem desistiu. Porque senta, conversa, entende, senta, conversa, entende, senta, conversa, entende." E aí a pessoa senta e fala assim: "Cara, fala a verdade,
você não quer mais, tá tudo bem, segue seu jornada, a gente tá junto." E ele falou assim, Renato, e isso faz com que assim lá qualquer um, tem 7, 10, 12, 14, 15, 8, 9, C, não tem. É assim, ele falou assim, Renato, é só gente de muito tempo de casa, muito tempo, muito tempo. E aí no final do dia, eu acho que o aprendizado desse podcast é o seguinte. Eh, o podcast A Grove não é sobre tecnologia que o mercado tanto via, né? Caramba, meu. A marca que enxergou que enxergou o digital, que criou
o e-commerce e saiu na frente. Mas não é sobre tecnologia. A Growy, a marca que juntou quase 5.000 influenciadores. Cara, eu desconheço uma empresa no mundo que fez isso, tá? No mundo que tem gestão aplicada em quase 5.000 influenciadores. A Grove, a empresa que comprava matériapra à vista e a gente não entrava na nossa cabeça na concorrência. Como assim? Fornecedor diz que a Grove compra vista à vista. Que jeito? As empresas, a primeira coisa que ela faz é pede prazo e trabalha com dinheiro alavancado. Não, a Grove é sobre pessoas. Sobre pessoas. Eu acho que
o final desse podcast a gente nós vimos que a Grove sobre pessoas. Deixa eu te dar um exemplo para fechar o podcast com o exemplo que é o maior de todos. Quando nós fomos fazer a venda, nós podíamos ter feito aumento de preço De produto para alavancar o EBD da empresa e mostrar um resultado muito maior. Só quem ia tá pagando o pato disso tudo. Já fizeram tantos consumidor consumidor consumidor que tanto acreditou em nós na gente na Grove. Não fizemos, vendemos com o que tinha com a margem aqui, ó. Depois de novo, quando chegou
lá na frente que nós tínhamos a chance de vender de novo, que foi feita uma venda e depois a outra, né? É, quando chegou de novo, nós tínhamos oportunidade de subir o preço para fazer e receber muito mais isso para poder aumentar. Não fizemos como respeito ao cliente. Eu não fiz nada demais, gente. É uma forma de agradecer. respeito. O cliente sentiu isso. Pelo menos se ele não sentiu, eu vou dormir com a consciência tranquila de que eu fiz o meu melhor. E não é a gente que paga o imposto. A gente pagou o imposto
quando a gente fez a venda na empresa. Aí a gente pagou uma cacetada de imposto. Mas o resto do imposto foi pago pelo cliente. Porque quem paga o imposto não é o empresário, é o cliente. Porque o cliente paga o produto e o o valor do do imposto tá ali. Eu só tenho dinheiro para pagar o imposto porque o cliente pagou. Isso. E aí a gente tem isso, né? A nossa a nossa o nosso objetivo foi concluído. Como pessoa física, pagamos uma cacetada de imposto. Isso aí foi pra população. A gente fica muito feliz por
isso. É, é ruim, né? O cara sofre para caramba [risadas] porque já foi pago um monte de imposto ao longo dos anos todos. Mas cara, uma forma de agradecimento. De Forma o o empresário tipo concluiu a vendor de uma empresa, vai pagar o imposto se pudesse destinar. Cara, eu quero que mande para essa instituição de caridade. Eu quero que acompanhe esse gasto disso daqui e realmente chegasse nas pessoas esse valor que a gente pagou. Aí o cara pagaria com extremamente bom gosto e o cara olharia e falar: "Cara, olha só, tá indo aqui, tá indo
ali, pô, mandou lá pro Rio Grande do Sul, manda para isso, manda para aquilo". Eu acho que isso no imposto era uma coisa que deveria ser de o cara poder destinar para onde o cara quer, né? Que aí seria muito mais bem utilizado, né? Mar, as melhores perguntas. Cara, temos algumas mensagens aqui. Mensagens? Isso. As melhores mensagens. O R Investe mandou assim: "Isso aqui é a melhor aula de empreendedorismo do mercado, meus amigos". Bondade, nossa senhora. Muita bondade dentro. Qualquer curso que tu paga por aí não tem o peso do conhecimento dessa história, dessa live.
Vocês são [ __ ] De coração. Obrigado. Concordo. Em gênero no minigrau. O João dos Venenos. Que aula, meus amigos. Um verdadeiro curso gratuito de empreendedorismo e humildade para todos nós. Obrigado, Renan. João dos Venenos, velho. João dos venenos. O João é antigo também, hein? Muito. Sabe por quê? Porque eu conheci a Grove pelo João dos Venenos. Eu acho que ele tá uns 10 anos conosco. Mais se duvidar mais, mais mais. Eu conheci a Grove. Primeira vez que eu vi a Grove foi através do João dos Venenos. Sim. Sim. No mesmo de João dos Venenos.
É. Ah, faz mais. Eu vi na feira das camisas. É. Não, mas aí é antes eu tava eu tava entrando no meio na época assim ia consumir, né, Maurício? Oi? Ia consumir Grof, né? Ah, eu ia. [risadas] Ó, vou fazer, ó, pergunta aqui um super chat do Diego, não, Diógenes. Eugênio. Durante um ano, a Grove, através do Edu, me ajudou, pagou as contas da minha casa com minha agência de OGS de Recife aqui. Edu, obrigado por tudo. Eu acho que sim, cara. Grande abraço. É, é, é esse tipo de coisa que deixa o cara muito
feliz, entendeu? Do jeito que ele falou aqui, você amparou o cara. Não, e ele lembra dos 5000 pessoa um pessoa por pessoa pelo nome. Sim, sim, sim. Mas o nível de gratidão, cara. Tem ele no WhatsApp. Eu tenho ele no WhatsApp. Provavelmente ele me mandou mensagem. Eu desliguei o celular para não ficar recebendo mensagem, mas ele deve ter mandado aqui também alguma coisa. Nosso Superman, Fernando Superman, equipe diferenciada, orgulho de fazer parte dessa família. Ô, Julião, grande abraço. Super. E ajuda da Grove pros angolanos também, não? Ajuda aquilo projeto foi surreal, cara. Aquilo foi não
assistiu, procura no YouTube. Nossa. Grof Angola. Muito legal aquilo foi, cara, você, ó, tá marcado aqui pro resto da minha vida, porque ali foi uma uma mudança de chave Ali para mim a pessoa tudo que aconteceu na naquela viagem, eu vivenciar aquilo com aqueles caras, vê o tamanho da força, de vontade deles, do sonho de cada um, cara. E às vezes você entende que às vezes o sonho de uma pessoa é trazer o próprio alimento pra casa. Meu Deus, era o sonho daqueles caras, cara. Eu não quero dormir de barriga vazia. Sim. Então você enxergava
ali naqueles caras, então aquilo mexia demais, cara. Sim. E vocês poderem proporcionar o registro de cada momento daquele, né? Foi legal. E o quanto que eles foram especiais, o povo brasileiro abraçou eles de tal maneira ab e não. Obrigado por aquela experiência porque pode ter certeza que aquilo foi uma divisão de águas ali na minha vida como pessoa. E na vida deles também, que você mudou. Eu enxerguei a vida depois daquilo. Legal, cara. muito [ __ ] E Renato, acho que uma mensagem assim que seria legal perto desse final do Aquaglorian que ele mandou aqui
no chat, esses caras são ricos de verdade e não estou falando de dinheiro. É, ó, a Maria, a Maria Cilian aqui, por mais empresários como Fernando Eduardo, maravilhoso, que aula de discernimento. Caramba, cara. Nossa, mas tem muito comentário aqui. A galera, meu Deus, quero trabalhar com você. O que eu mais tenho é gente pedindo emprego, tá? Quero trabalhar com vocês agora. Por favor, dá um faz uma mentoria pro meu chefe. Me ajuda. Melhores chefes do mundo estão aqui. Torcer para essa nova empresa crescer bastante, pra gente conseguir contratar bastante gente. É isso aí. Deu certo.
Já deu certo. Eh, da minha parte fica um reconhecimento público e eu sempre falo isso para vocês. E eu vou falar isso até o fim dos meus tempos. Mesmo agora nós não estando mais eh na relação chefe eh colaborador aqui, houve um momento, cara que eu vi que eu precisei de um voto de confiança, eu não tive. Mas sabe da onde veio o voto de confiança, Júlio? Às vezes a mão vem de onde você menos espera. Eita! Eu sei, eu sei. Eu me recordo, eu tava eh em casa ali, sabe? Cabeça milhão, arrasado. Aí o
Fernando, Fernando, perdão, o Edu, o Edu mandou uma mensagem, falou assim: "Renatão, o seguinte, eh, eu sei que você tá passando, você deve estar recebendo muita mensagem, eu imagino que você não tá bem, mas é o seguinte, cara, eu só quero que você saiba, nós acreditamos aqui em você. Nossa, é inocente até que prova contrári. Sei que você entendeu e eu sei a pessoa que você é e para mim, até que se prove o contrário, para mim você é um cara inocente. Foi na própria man tudo que aconteceu, mandei logo para você. Não, assim, no
mesmo dia ou no dia depois. Não, não foi no mesmo dia. Isso. Exatamente. Aí, né, cara, e eu não tinha recebido uma mensagem de quem eu tinha que ter recebido, entendeu? Não tinha recebido nada. E aí depois o Gorgonoide começou a ali fazer aquela intermediação, né? E aí eu liguei pro Edu, o Edu falou assim: "Renato, é o seguinte, cara, eu não sei a sua situação, mas eu quero que você saiba o seguinte: aqui você tem um lugar, é, aqui você vai ser bem recebido. A gente acredita no seu trabalho. E o trabalho que você
fez em favor da suplementação esportiva pro mercado, que inclusive eu atribuo a mim, o trabalho que você fez pra minha empresa, quando você ajuda, acredita aqui você tem um espaço. No momento que ninguém, velho, ninguém acreditava. Que tinham que me estender a mão me estenderam num momento que ninguém me ligou, que mandou mensagem. Pelo contrário, fecharam as portas. Exatamente. Então, se tem uma coisa que eu aprendi com os meus pais, é a gratidão. Fernando Eduardo, muito obrigado pelo que vocês fizeram por mim. Eu trabalhei em todas as empresas das grandes e nenhuma empresa eu fui
tratado da forma com que eu fui tratado por vocês na GROF. Obrigado por tudo, de verdade. A gente que agradece. Eu acho que a o mundo maromba, o mundo eh esportivo e todo mundo aí do Brasil aí que já foi Beneficiado por você tem que te tem esse agradecimento por você também. Eh, confia e na justiça que ela vai ser feita. E cara, e você é um cara fenomenal, Renatão. Quem te conhece pessoalmente sabe do do cara incrível que você é. Eu sou seu fã número um, assim como sou fã do Júlio, pô. A gente
lá em San Diego, né, pô? Andamos lá muito. Eu sou fando do Giga, do Léo, todo mundo que de todos os atletas do Twin, pô. falar de todo mundo, o cara vai ficar uma hora aqui agradecendo todo mundo. E o bem que todo, todas essas pessoas fizeram pro mercado, quanto de gente que foi impactada pelo pelas dicas do Leandro, dica do Cariani, dica do do Balestream, cara, cara, quiseram do do Laécio, é verdade, do Laécio, cara, mudaram aí a saúde do Brasil e com certeza ajudaram muitas empresas aí a se manter em pé indiretamente, né?
É, e eu só tenho que agradecer o papai do céu por ter tido esse irmão, cara. Ah, pô, que legal. É, para quem não sabe, a gente é um caso raro. É, é. A minha mãe engravidou. Minha mãe engravidou sete dias depois de mim. Então, ela teve mais um ovo. Bivitelinos. Nós somos vocês fizeram proeza. Nós somos bivitelinos. Então, bivitelinos. É. Deus quis a gente junto. Ele sabia que eu precisava do Fernando para ser que eu sou. Alma gêmeas. Não tem jeito. E ele ia para um trabalho que ia ser piloto de avião, eu programação
e o e o destino. Papai do céu, mudou a gente junto. É, então, muita muitas coisas da vida é Deus que foi Deus que botou você no nosso caminho, foi Deus que botou o Júlio. Cara, tem um motivo para as pessoas entrarem na nossa vida, entendeu? Então a gente só tem que fazer o melhor por isso. Edu como é legal quando eu falei com o Feio, o Feio falou que você quer chorar para caramba. [risadas] Ó, mas aquele dia que a gente fez o vídeo, eu já chorei muito já. Eu preciso agradecer aqui também, porque
eu acredito que vocês dois, ã, foram forjados pela sua mãe para poder forjar cada pessoa que vocês consideram como família dessa empresa. Vocês consideram isso? É, é genuíno isso? É, vocês e essa consideração que vocês têm fez com que você fizesse cada funcionário mais forte e preparado para poder chegar nessa fase agora falar: "Ó, eu fui seu pai até agora, mas é hora de você levantar e ir atrás do seu sonho sozinho. Você já tem idade suficiente e força para lutar pelo seu espaço." Então você preparou, vocês dois prepararam cada um que tava no seu
cargo respectivo para ser uma pessoa inserida nesse novo mercado forte, com possibilidade real de crescimento. Então o meu agradecimento vai primeiro a mãe de vocês e o pai de vocês, porque a educação, eles são os nossos heróis e e a forma como eles criaram vocês, honrosa como foi e cheia de princípios. Sim. Fez com que você desenvolvesse uma empresa aonde o princípio fosse prioridade. Sim. E através desse princípio você geraram uma família que, por mais que vocês tenham se afastado como pais deles, você pode ter certeza que esses filhos retornarão pra casa dos pais. Sim.
para poder comemorar a vitória deles junto a vocês. Tem tanta e tem tanta coisa que acontece que, por exemplo, no meu último dia que eu tava na empresa, a Mavi, que toca o social mídia da Grof, ela, eu não, eu não sabia, ela contou, ela chegou para mim e falou o seguinte: "Você me ajudou no pior momento da minha vida. Eu acho que ela tinha perdido o pai dela, alguma coisa assim". Caramba, cara. Falou: "Sem saber, você não sabia." E a Grof me deu força para continuar. Caramba, cara. Entendeu? Então, tipo, e ela faz hoje
crescimento, tudo, cara. É, ela entrou pequena e hoje é uma uma gigante dentro da empresa. Então, tipo, cara, ó, o Igor, Igor, ó, Igor Cobaia, Edu e Fernando, eu não sei como agradecer toda A oportunidade que me deram, tenho muito orgulho de ter feito parte dessa jornada. Eu sou a prova que eles sempre me permitiram errar, aprender e crescer. É, isso é coisa de pai, velho. Não tem como, cara. Vai, faz de novo, volta à conção melhor. Sabe um negócio que é legal? Quando nós tínhamos e estávamos na primeira série, a professora indicou paraa minha
mãe, sugeriu para ela que ela separasse os dois, botasse uma numa, um numa sala, outro na outra para não criar dependência emocional um do outro. Verdade. Eles, a escola terminou o ano falando o seguinte, os cara que dividiram o mesmo útero. É, [risadas] difícil, hein? No final do ano, no final do ano letivo, a escola falou: "Pode botar os dois juntos de novo, de novo junto, porque não tem como separar eles, porque quando ia pra sala, eu entrava na sala, ia pra outra sala, ia na sala dele. Se não era eu, a professora ficava de
olho em mim, ele fazia o mesmo. Ia, pedia para ir no banheiro no mesmo tempo, ia lá e trocava, ficava junto, entrava na sala junto. Ele ia fazer prova de matemática, eu era melhor em matemática em português. Eu assumi a prova dele e ele assumia a minha. Então, trabalhando junto desde pequena, cara. Desde pequeno era normal. Como é que vai separar? Amigos, brincando junto, crescendo junto. Como é que faz? Na hora das namoradinha, como é que fazia? Na hora das namoradinha. [risadas] Cara, são, os cara era moleque, velho. Não, não, fica. Fica tranquilo, Júlio. Calma,
vamos cobrir o Calma, Júlio. Calma. [risadas] É, calma, calma, calma. A gente, como é que vai separar? Não separa, cara. A gente praticamente quase nunca teve, não teve muitas namoradas, muito, muitas relações, porque a gente sempre teve focado muito na Grof, desde muito novo, entendeu? Então são 17 anos, né? Vocês t desde comer, desde cedo até de noite não ia pra balada, não fazia nada. Era só empresa, empresa, empresa, empresa, empresa, empresa. É aquilo lá, trabalho, trabalho, trabalho, trabalho, não deu resultado, mas eu tô melhor. Então a gente que aula, que aula. Obrigado pelo momento
de hoje. É só isso que eu tenho para dizer. E isso de gestor não participar da empresa, eu nunca vi acontecer. É com um monte de gente que eu falo, não, o cara tem que estar na operação. É, nunca deu certo no caso, né? É, eu nem lembro. O nível que vocês estavam era surreal. Você conhecia a empresa com uma palma da tua mão. Como é que é minha expedição? Pá, pá, pá. Como é que é meu fotonomento? Pá, pá, pá. Se alguém sentasse você como se, você sabia dizer todas as operações da empresa, talvez
não aco. Trabalhei todas, mas você, exatamente, você trabalhou em todas. Sem exceção. Limpar banheiro, eu limpei muito. Produção de muito, muita gente recebeu produzido por mim. Muito descarregar cápsula comprimido, desenvolvimento de comprimido foi a gente junto com o José Alemar. A gente tínhamos a máquina e a gente sempre teve a tentativa, né? Compra a máquina e a gente dá um jeito. Compra a máquina de laboratório de análise e a gente dá um jeito. Aí atrás a pessoa para encontrar. É com a Fernanda química, todo mundo. Caramba, cara. Os caras operam a empresa de qualquer posição,
qualquer posição. Vai, vai, hein, Mauricião, vai acontecer. É zaga, é ataque, é meio campo, é goleiro, é tudo por bem ou por mal. É juiz, é tudo, é juiz, é tudo, é torcida, é tudo. É legal ver a história da galera que a gente admira, né? Não é do É muito legal muito mais legal é saber que você admira as pessoas certas. É, não, não, não errei. Não fui enganado por nada, mano. As últimas mensagenzinhas que mandaram aqui, o Otáviano, Otávio Barreto mandou: "Parabéns meos irmãos. Gratidão. Valeu, a gratidão que vocês têm aos seus colaboradores
é incrível. Forças e muita fé na nova jornada. Obrigado. Eh, o Alfer mandou grande abraço. Sou grato pela oportunidade, pelos aprendizados. Sucesso sempre. O Alê, ele ele alê Fer 301. Não, não dá para saber. Hum. Uma Fernando. Alê Fernandes. Eu não. Sim, sim, sim. O Gabriel, sou de Sinop. Não sei qual o investimento que vocês vão fazer aqui, mas Sinop está de portas abertas para você. [risadas] Sou empresário pequeno no ramo de transportes. Caso ter oportunidade de serviço. Estou precisar aí. A gente vai precisar. Me emocionei com com o vídeo de vocês. Como consumidora da
Glow, produtos com bom custo benefício e ótima qualidade. Verdadeiro empresário é isso. No Brasil precisamos de empresário que pensam em logística, pensam em equipe. Vocês são gêmeos e gênios, cara. Só tem assim, cara. Assim, é super gêmeos. É muito comentário, muito [risadas] assim. Eu acho que no final desse podcast, eu acho que as pessoas saem inspiradas. Muito legal. Que bom. E se a gente consegue inspirar as pessoas a poder trabalhar mais, e o mais importante, né, talvez a vida, a dificuldade, às vezes uma empresa ruim, às vezes um ambiente ruim faz com que a Pessoa
comece a desacreditar, né? Pô, não vale a pena trabalhar, pô. Não vale a pena dar o meu máximo. Pô, eu dou o meu máximo, ninguém valoriza. E aí senta dois rapazes, porque 36 anos de idade de rapazes. Dois rapazes que construíram o maior império de suplementação esportiva da América Latina e Brasil chegou a ser a terceira maior marca de suplemento do mundo. Nossa, né? em faturamento. Hoje falar como o Fernando falou, como o Eduardo falou, trabalha, trabalha, trabalha não tem ainda o resultado, mas você melhorou. Trabalha, trabalha, trabalha, o resultado ainda não veio, mas você
melhorou. Mostrar na prática, não é papo de coach, né? Não é coach Alfav, na prática que o resultado de um trabalho vem é para todo mundo olhar e falar assim: "Quer saber meu, eu vou trabalhar para caramba porque vai dar certo". E sem aquela roupinha estilo Favile também, não. Aí, ó. Não, os caras [risadas] estão diferentes. Será que um dia nós teremos acesso ao Instagram de Eduardo e Fernando? Que você sabe que a gente não tem acesso, não tem? Não, nós só aparecemos para agradecer. Isso foi a princípio só agradecer. Jogar agora uma bomba de
fumaça. Como é que eu vou agradecer? Eles vão jogar uma bombinha de fumaça. Como é que eu vou agradecer os os colaboradores e os clientes? Todo mundo, todo mundo no anonimato. Que tipo de agradecimento é esse? Não é muito injusto da nossa parte? Concordo. Soltar uma nota, quem soltar um vídeo só com voz? Em quem sempre aquele vídeo que nós fizemos, que nós fizemos, chegamos lá 4 da manhã de domingo, hoje de praticamente sem dormir, direto. 4 da manhã, sentamos no banco à 5, sem roteiro, sem nada. Edu senta aqui, vai. Uma tentativa só, sem
tentativa mais, uma só. e falou, não teve direto, sem corte, sem nada do coração. E aqui a oportunidade em 4 horas de podcast poder agradecer de verdade e contar a história dessa empresa incrível, né? Meu Deus. É de coração, pessoal, quem assistiu, cara, ficou assim, de verdade. Para mim, só existe uma coisa aqui hoje. O final, o seguinte, a growth é sobre pessoas, a growth é sobre movimento, muito. A growth é sobre comunidade. A growth é sobre sonho de dois irmãos. O que vocês botar à mão vira, vira ouro com bondade sua, entendeu? Eu sei
que vocês estão abrindo uma empresa e se essa empresa precisar de influenciador, tem dois aqui candidatos para trabalhar de graça, entendeu? Para trabalhar de graça no começo. Muito obrigado. Valeu, pessoal. Sua audiência. Estamos junto pessoal. 3