o Olá vamos discutir hoje mais um pouco do item 4 do capítulo 1 do Capital intitulado a mercadoria este item 4 se efetuava o caráter fetichista da mercadoria e seu grito nós fizemos inicialmente abordagem da primeira parte deste item hoje concluiremos as reflexões que Marx apresenta neste que é o último e derradeiro item do Capítulo 1 ao capítulo da mercadoria em Marx começa observando que as mercadorias existem antes mesmo da existência da sociedade capitalista uma vez que a produção do excedente levou-a a transformação de parte dos frutos do trabalho em objetos comercializaveis portanto não é
na sociedade no modo de produção capitalista que vamos encontrar a origem da mercadoria ou seja de valores de uso destinados a troca mas sim em formas anteriores que começaram a produzir ocasionalmente ou de uma maneira mais corriqueira o excedente portanto passaram a produzir para além daquilo que o consumo de um determinado agrupamento precisava para manter a organização social para manter a sua resistência o seu mercadoria ele existe antes mesmo da sociedade capitalista antes mesmo da consolidação da formação e consolidação do modo de produção capitalista também é o necessário observar que será na sociedade capitalista que
encontraremos o fenômeno do fetichismo o fenômeno do fetichismo sem Raisa na sociedade que tem por parâmetro produzir mercadorias tem o seu núcleo na produção de mercadorias ou seja valores de uso que ao assumirem ou a dimensão de valor de troca são comercializadas ES E isto é importante reconhecer para que não se generalize o fenômeno do fetichismo para toda e qualquer sociedade vale sempre destacar mais uma vez que o fenômeno do fetichismo da mercadoria é válido apenas para esta forma particular de produção de snacks forma particular esta na qual a produção e sua conversão quase que
imediata em mercadorias passa a ser o centro da atividade social dos homens e para que isto aconteça concorre o fato de que na sociedade capitalista o caráter especificamente social dos trabalhos privados realizados portanto por produtores Independentes Independentes entre si precisam ser igualadas como tempo de trabalho social geral isto quer dizer que todos os frutos do trabalho para serem convertidos em mercadoria precisam ser reduzidos a valor a trabalho abstrato a trabalho social médio em detrimento dos trabalhos concretos que se encontram materializados na produção de uma determinada mercadoria nós vimos nos itens anteriores que para você trocar
equivalentes para você reduzir os produtos do trabalho na sociedade capitalista a elementos iguais a equivalentes é necessário que ambas as mercadorias com tenham o mesmo tempo de trabalho socialmente necessário ou seja o que faz com que elas sejam equivalentes é a quantidade de tempo de trabalho que nelas foi materializado e na mercadoria está materializado e embora as mercadorias só possam existir em razão dos atos de trabalho nelas materializadas não é enquanto fruto do trabalho humano que se confrontam no mercado e sim como coisas a serem trocadas para os indivíduos envolvidos na troca o que eles
estão trocando são determinadas coisas o capitalista está vendendo uma coisa para o comprador no comprador está comprando uma coisa ao capitalista é importante observar que na sociedade capitalista até mesmo a força de trabalho se converte em uma mercadoria uma mercadoria que será vendida ao capitalista a fim de a crescer valor a fim de fazer com que no processo de produção o crescido valor de onde vai derivar a mais-valia do capitalista Mas de onde vai brotar também o salário do Trabalhador reduzidas as coisas as mercadorias passam a ser apenas coisas que comportam tempo de trabalho social
médio iguais mas que aparecem como tendo valor pelas propriedades específicas que apresentam aquilo que Marx ilumina por corpo material da mercadoria O que significa o que eu sou significa que embora as mercadorias sejam reduzidas a valor a trabalho social geral e a partir deste trabalho social geral contido em cada uma das mercadorias se Estabeleça o equivalente entre elas isso não vai eliminar o fato de que estas mercadorias pre em determinadas propriedades materiais úteis ninguém vai comprar uma caneca trincada ninguém vai comprar um prato furado e assim por diante é necessário que o corpo da mercadoria
as propriedades contidas aquela mercadoria e que a torna algo útil este presentes e desse modo ou seja convertendo as mercadorias em valores observar a Marques desse modo o que na prática interessa imediatamente aos agentes da troca de produtos é a questão de quantos produtos alheios eles obtêm em troca por seu próprio produto ou seja em que proporções os produtos são trocados assim que essas proporções alcançam certa solidez habitual nas trocas cotidianas elas aparentam derivar da natureza dos produtos do trabalho Isto é tudo se passa como se as mercadorias pudessem alto definir seu próprio valor e
esta ilusão ela é reforçada pelo fato de que o valor das mercadorias precisam se expressar sobre a forma numérica de determinado quanto monetário ou seja o valor das mercadorias se expressa nos preços das mercadorias na medida em que estes preços Podem subir ou cair isso acontece geralmente na vida cotidiana cria-se a ilusão de que as mercadorias se regem por si mesma mas perde-se de vista algo que já estava bastante distante que é o fato reconhecimento de que o valor de uma mercadoria é dado pelo tempo de trabalho social médio nela contido e não necessariamente pelo
preço da mercadoria a mercadoria pode ser vendida acima do seu valor de produção abaixo do seu valor de produção ou ter um valor de venda igual ao um preço de venda igual ao valor de produção E daí que na troca cotidiana os indivíduos não percebem que o que eles estão trocando é o valor dos produtos do trabalho eles acreditam que estão trocando apenas preços e que esses preços tem uma Independência em relação ao próprio valor real da mercadoria E esta ideia se reforça tanto mais na medida em que os preços continuamente como se as próprias
mercadorias tivessem vontade própria para alterá-los ou como diz Marx Os preços variam constantemente independentemente da vontade da previsão e da ação daqueles que realizam a troca e dentro deste processo que se passa no intercâmbio dos frutos do trabalho que se produz a ilusão nos agentes envolvidos da troca de que as coisas portanto as mercadorias possuem vontade própria desmarques mais uma vez seu próprio movimento social possui para eles os trocadores de mercadorias a forma de um movimento de coisas sobre cujo controle se encontram em vez de eles as controlar em portanto aquele que produz a mercadoria
não se vê como o personagem ativo da troca o personagem ativo passa a ser a própria mercadoria e os trocadores apenas um atributo desta relação o Marcos observa que é somente de uma maneira tardia que surgiu o conhecimento ou a compreensão de de onde vem o valor das mercadorias a compreensão científica do conteúdo das trocas portanto é o susto só se apresenta depois que estas formas estão desenvolvidas e consolidadas enquanto parte do hábito cotidiano dos indivíduos como observa Max é preciso que a produção de mercadorias esteja plenamente desenvolvida antes que da própria experiência energia a
noção científica de que os trabalhos privados executados independentemente uns dos outros porém universalmente ainda interdependentes são elos da divisão social o trabalho e contudo apesar de como os homens compreendem no plano imediato as suas relações e os atos de troca que essa companhia as mercadorias não possuem vontade própria não chegam sozinhas ao mercado Esta é uma discussão que Marx retomará em outros momentos do próprio capital ou seja de que as mercadorias para chegarem ao mercado precisam antes de tudo serem produzidas e produzidas precisam ser levadas ao mercado pelos proprietários dessas mercadorias ou seja os capitalistas
e se estas ilusões ocorre isto decorre para Marx do fato de que as relações entre os trocadores privados de mercadorias são contingentes portanto imediatas ou seja eles só entram encontrar em contato entre si basicamente para trocar mercadorias e neste sentido o tempo de trabalho socialmente necessário a sua produção o trabalho abstrato cujo valor se expressa sob a forma de preço da mercadoria sem põe com a força de uma lei natural e reguladora é a que Marcos está observando um outro tipo de relação social que se estabelece ou seja nas formas de sociabilidade anteriores a produção
de mercadorias a relação entre os homens cidade uma maneira espontânea para realizar a existência da que me coletivo de um determinado coletivo na sociedade burguesa ao contrário os homens só estabelecem relações sociais entre si mediadas fundamentalmente pela mercadoria pela resistência da mercadoria é isto que vai produzir a interdependência básica entre eles o fato de serem vendedores de mercadorias e o fato de ser compradores de mercadorias e prossegue Marx observando que a determinação da grandeza de valor por meio do tempo de trabalho é um segredo que se esconde sobre os movimentos manifestos dos valores relativos das
mercadorias isso quer dizer que cada mercadoria contém um quanto de valor e este quanto de valor é que será colocado em equivalência com outros quantos de valores sua descoberta eu emenda dos produtos do trabalho aparência da determinação meramente contingente das grandezas de valor mas não elimina em absoluto sua forma ressecada e com isto Marques quer dizer o que ele quer dizer o seguinte muito embora a economia burguesa tenha dado passos no sentido de desvendar qual é a origem do valor é muito embora a ciência Econômica tenha chegado efetivamente a desvendar qual é a origem do
valor isto não elimina no entanto a percepção e os olhos dos indivíduos no plano da cotidianidade de que as coisas possuem uma vida própria e que as mercadorias possuem uma vida própria daí Marques falar que os homens se relacionam com as mercadorias na sua forma rave cada ou seja na sua forma coisificada e vale a pena retomar aqui esta passagem de Marx novamente sua descoberta Ou seja a descoberta da origem do valor pela ciência elimina dos produtos do trabalho aparência da determinação meramente contingente das grandezas e valor contudo no plano da vida cotidiana não elimina
em absoluto sua forma ressecada Ou seja a forma coisificada do valor portanto a ilusão de que as mercadorias possuem vida própria o Marcos observa ainda que a reflexão sobre as formas de vida e sua análise científica percorre um caminho contrário ao do desenvolvimento real isso significa que os homens primeiramente trocam as suas mercadorias os homens primeiramente trocam os produtos do seu trabalho as trocas se desenvolvem percorrem todos os tecidos da sociedade e somente no momento posterior é que os homens se debruçaram a compreender a origem da troca o sentido da troca e o que se
esconde por debaixo das trocas assim como é somente em momento posterior que os homens descobriram porque os produtos são reduzidos a equivalentes ou então por que determinadas quantidades o produto são trocados pela quantidade de um outro determinado produto e ela começa portanto essa compreensão portanto começa o susto ou seja muito tarde Após estas relações já terem se desenvolvido e Por conseguinte com os resultados prontos do processo de desenvolvimento e as formas que rotulam os produtos do trabalho como mercadorias dismax já possuem a solidez de formas naturais da vida social portanto da vida cotidiana antes que
os homens procurem esclarecer se não sobre o caráter histórico dessa formas que eles antes de a consideram imutáveis mas sobre seu conteúdo é a forma dinheiro observar a Marques não eliminará a dimensão fetichista da mercadoria o caráter fetichista da mercadoria pelo contrário o dinheiro que é ele também uma mercadoria potencializa a lógica do fetiche potencializa a realização ou a existência do fetiche social a forma dinheiro utilizado como mediador Universal nas trocas não elimina esta mistificação esse ou potencializa a potencializa potencializa esta notificação a forma dinheiro desmarque vela materialmente em vez de revelar o caráter social
dos trabalhos privados E com isso as relações sociais entre os trabalhadores pre E aí o que significativo observar também para não dizer fundamental que o fetichismo não é uma invenção da consciência dos homens mas tão somente a reprodução no plano do pensamento de como os homens envolvidos das trocas de mercadoria vivenciam suas relações reais de troca como que estas trocas se configuram na consciência dos homens portanto fetichismo não resulta de uma vontade deliberada dos indivíduos mas sim ele é resultado das relações sociais complexas que se desenvolvem no interior da sociedade na medida em que as
relações capitalistas se desenvolve se desenvolvem e se expandem e daí afirmar Marx que o misticismo do mundo das mercadorias toda mágica é assombração que a no viam os produtos do trabalho na base da produção de mercadorias desaparecem imediatamente em outras formas de produção e aqui Marques busca reforçar o seu argumento EA sua análise apontando para o fato de que em outras formas de produção que antecedem a produção capitalista o fenômeno do fetichismo não se coloca porque os produtores eles estão ligados diretamente com o resultado da sua produção o Marques começa essa parte da análise pela
literatura ele vai buscar um exemplo em Robinson Crusoé em diversos momentos da obra marxiana a referência a Robson Crusoé uma vez que Marques ver em Robinson Crusoé a expressão da individualidade do indivíduo burguês a ideia de um indivíduo dando conta da sua própria existência gira Marques em outros momentos nada mais era do que a expressão da sociedade burguesa Nascente Robinson Crusoé neste sentido seria a expressão do homem burguês mas Marques Não hesita por isso de recorrer a Robinson Crusoé para mostrar como para este o fetichismo da mercadoria não se coloca o fetichismo da produção não
se coloca me desmarques Robinson Crusoé está em sua área ele tem diferentes necessidades a satisfazer e por isso tem de realizar trabalhos úteis de diferentes tipos fazer ferramentas fabricar móveis etc O porém apesar da variedade de suas funções produtivas ele tem a consciência de que elas são apenas diferentes formas de atividade do mesmo Robinson e portanto apenas diferentes formas de trabalho humano a produção a própria necessidade obriga a distribuir seu tempo com exatidão entre suas diferentes funções a experiência e ensina isso todas as relações entre Robinson e as coisas que formam sua riqueza por ele
mesmo criada são simples e no entanto nelas já estão contidas todas as determinações essenciais do valor ou seja o tempo de trabalho social médio para produzir cada coisa de que necessita e Robinson sabe que a produção nasci o trabalho portanto não tem mistério naquilo que ele produz o Marques apresenta um outro exemplo o de como se dão as relações de produção na Idade Média gira Marques na Idade Média europeia em vez do homem independente Isto é Robinson Crusoé encontramos homens dependentes servos e senhores feudais e vassalos e suseranos leigos e clérigos a dependência pessoal caracteriza
tanto as relações sociais de produção material quantas esferas de vida erguidas sobre elas é mas é justamente porque as relações pessoais de dependência constituem a base social dada que os trabalhos e seus produtos não precisam assumir uma forma fantástica dia distinta da realidade e eles entram na engrenagem social como serviços e prestações In Natura a forma natural do trabalho sua particularidade e não como na base da produção de mercadorias sua universalidade é aqui só forma imediatamente social um exemplo disto Marx cita como sendo a corveia o acordei a é medida pelo tempo tanto quanto o
é o trabalho que produz mercadorias Mas cada certo sabe que o que ele despende a serviço de seu senhor é uma quantidade determinada de sua força pessoal de trabalho e o dízimo por sua vez o dízimo a ser pago ao padre é mais claro do que a benção do padre as relações sociais das pessoas em seus trabalhos aparecem como suas próprias relações pessoais e não se encontram travestidos em relações sociais entre coisas entre produtos do trabalho o Marques observa no entanto que não é necessário remontar a forma natural e espontânea da vida social ou seja
aos primeiros agrupamentos vivendo coletivamente para verificarmos como os frutos do trabalho aparecem imediatamente como resultado do trabalho humano E no entanto ele insiste em exemplos ou seja ele procura reforçar a sua análise para não deixar margem de dúvidas daí ele dizer que é possível de ser verificado como fetichismo não está presente em outras formas sociais quanto mais se recua na história da humanidade é o caso por exemplo da indústria Rural e patriarcal de uma família camponesa que para seu próprio sustento produz cereais gado fio ninho peças de roupa etc essas coisas diversas se defrontam com
a família como diferentes produtos de seu trabalho familiar mas não umas com as outras como mercadorias Olá neste tipo de sociabilidade dessa forma de sociabilidade e o dispêndio das forças individuais de trabalho medido por sua duração aparece desde o início como determinação social dos próprios trabalho dos próprios trabalhos uma vez que as forças de trabalho individuais atuam desde o início apenas como órgãos da força comum de trabalho da família e Mark continua reforçando os seus exemplos e por fim imaginemos uma associação de homens livres que trabalham com meios de produção coletivos e aqui o exemplo
que ele está procurando da fornecer é o de como se dão as relações em um modo de produção comunal primitivo e de como poderiam se dar as relações sociais dentro de um modo de produção que estivesse para além da sociedade comunista ou seja dentro do modo de produção comunista modelo é sempre fundamental lembrar que para Marx comunismo não é regime político para Marx comunismo é modo de produção uma nova maneira que os homens encontram para dar conta da produção e reprodução das suas relações sociais e da vida cotidiana e esse é o exemplo que ele
está procurando destacar aqui vejamos como Marques constrói o seu raciocínio e por fim imaginemos uma associação de homens livres que trabalham com meios de produção coletivos e que conscientemente despendem suas forças de trabalho individuais como uma única força social de trabalho todas as determinações do trabalho de Robinson que aparecem aqui mas agora socialmente e não individualmente todos os produtos de Robinson eram seus produtos pessoais exclusivos e por isso imediatamente objetos de uso para ele o produto total da Associação comunal É um produto social e parte desse produto serve por sua vez como meio de produção
e já em uma sociedade de produtores de mercadorias tudo se passa de maneira diversa a relação social Geral de produção consiste nesta sociedade em se relacionar com seus produtos como mercadorias ou seja como valores e nessa nessa condição apresentam-se os produtos do trabalho humano na sua forma rave rave cada ele se confrontam mutuamente como trabalhos privados mas não apenas como trabalhos privados como também como coisas o outro exemplo que Max fornece de relações sociais anteriores a sociedade capitalista está naquilo que ag nomina por modos de produção asiáticos antigos ou seja modos de produção que antecedem
até mesmo a sociedade escravista que antecede até mesmo a sociedade feudal gira Max um dos modos de produção asiáticos antigos etc a transformação do produto em mercadoria E com isso a existência de homens como produtores de mercadorias desempenha um papel subordinado que no entanto torna-se progressivamente mais significativo à medida que as comunidades avançam em seu processo de declínio lembremos que para Marx a mercadoria antecede a sociedade capitalista o que Marcos está procurando demonstrado aqui é que no interior da história a tendência foi de um maior desenvolvimento das forças produtivas das relações sociais de produção e
consequentemente da produção do excedente excedente este que passou a ser regularmente comercializado sob a forma de Oi Maria tem uma cena está aprontando Também na medida em que estas formas de organização social na qual havia igualdade entre os seus membros vai sendo preparada pela lógica da mercadoria cada vez mais estas formas de organização social entraram em declínio uma vez que dentro delas vai se instaurar a sociedade de classes a sociedade de classes vai ser o fim vai marcar o fim das organizações igualitárias tal como existiram no primórdio da humanidade campeã Windows desenvolver bem detalhadamente esta
discussão em seu livro a origem da família da propriedade privada e do Estado em particular no item 9 intitulado barbárie e civilização é isso não quer dizer que Marcos não tenha desenvolvido essas reflexões essas reflexões estão presentes também de uma maneira minuciosa em uma parte dos grundrisse que se chama formas que antecedem a produção capitalista Oi Sara Marques esses antigos organismos sociais de produção baseia-se ou na imaturidade do homem individual que ainda não rompeu o cordão umbilical que o prende a outrem por um vínculo natural de gênero ou em relações diretas de dominação e Servidão
eles são condicionados por um baixo grau de desenvolvimento das forças produtivas do trabalho e pelas escavações correspondentemente limitadas dos homens no interior de seu processo material de produção da vida ou seja pelas relações limitadas dos homens entre si e com a natureza os parques observar a também nesta última parte do capítulo 1 que a economia burguesa a economia política burguesa buscou analisar a origem do valor Tokyo fez de uma maneira incompleta chegou a tangenciar o problema mas não levou a fundo análise do problema gira Marques a economia política analisou mesmo quem completamente o valor EA
grandeza de valor e revelou o conteúdo que se esconde dessas formas mas jamais colocou a questão do porque esse conteúdo assumir aquela forma e porque Portanto o trabalho se representa no valor e a medida do trabalho por meio de sua duração temporal Oi Andreza do valor do produto do trabalho e estes limites decorre inicialmente diz Marx em outro momento do fato de que para os fisiocratas era a terra que produzia o valor o trabalho ele apenas se beneficiava das possibilidades abertas ou não pela produtividade da terra daí que isto obstáculo obstáculo usou durante muito tempo
a compreensão adequada da extração da mais-valia portanto do sobre trabalho e consegue Marques observando que tais formas em cuja testa está escrito que elas pertencem a uma formação social em que o processo de produção domina os homens e não os homens o processo de produção são consideradas pela consciência burguesa naquele momento com uma necessidade natural tão Evidente quanto o próprio trabalho produtivo e isto em razão de que para eles a produtividade do trabalho de corria fundamentalmente da terra uma terra mas estéril renderia menos produtos excedentes uma terra mais rica renderia mais produtos excedentes e nesse
sentido fica aqui uma recomendação tá de se ler o capítulo os fisiocratas que está no livro do Marcos no estudo de Marcos intitulado teorias da mais-valia ali ele vai mostrar como que os fisiocratas se depararam com este limite para compreender efetivamente O que é a produção da mais-valia uma vez que eles estavam presos a uma economia essencialmente Rural acreditavam que todo o mais valor de correia da produtividade exclusiva natural da própria terra e o quanto uma parte dos economistas é enganada pelo fetichismo que se cola ao mundo das mercadorias ou pela aparência objetiva das determinações
sociais do trabalho é demonstrado entre outros pela fastidioso e absurda disputa sobre o papel da natureza na formação do valor de troca uma vez que estamos estávamos diante de uma economia essencialmente agrária o Marcos concluir este Capítulo com uma ironia a direne e se as mercadorias pudessem falar diriam é possível que nosso valor de uso tem algum interesse para os homens a nós como coisas ele não nos diz respeito o que nos diz respeito materialmente é nosso valor relacionamo-nos umas com as outras apenas como valores de Thor e com isto Marques encerra as reflexões este
longo Capítulo 1 ao capítulo da mercadoria E com isso encerramos também nossas reflexões a respeito do capítulo 1 do livro O Capital e é isso por hoje Espero que tenham gostado da discussão encaminhe suas considerações positivas ou negativas e continuamos aqui resgatando os textos clássicos e em nosso trabalho em defesa da sociologia até o próximo