Olá, como vai? I’m doing great. So today we’re going to talk about something really cool, and I think you’ll enjoy it.
Let’s get started. The rules say ignore this, but hello world, how are you? [Music] [Music] Nossa convidada de hoje é médica psiquiatra que tem se dedicado ao estudo e à aplicação do uso medicinal do cannabidiol e sua eficácia no tratamento de condições psiquiátricas.
Hoje exploraremos sua visão sobre o uso de cannabis medicinal e seu papel no tratamento de transtornos mentais, doenças psicossomáticas, doenças neurodegenerativas e muito mais com vocês Ana Caroline Santana. Olá, sejam todos muito bem-vindos ao mais episódio do pod people, um lugar onde a gente se encontra para ver e ouvir gente que faz gente que acontece gente que inspira. Nossa convidada de hoje é médica psiquiatra e se chama Ana Caroline Santana.
Tudo bem, Carol? Tudo bom. Muito obrigada por atender nosso convite.
Muito obrigada, tudo bem, meu querido, boa noite. Boa noite, Carol, seja muito bem‑vinda. Gente, que alegria poder dividir com vocês colega, né colega de medicina?
Mas você começou em Santarém. Você é de Santarém, isso né? Uma cidade muito interessante; eu não me lembro em que ano foi, mas com certeza em 2000 para cá, eu fui a Santarém fazer uma palestra e foram os estudantes da Universidade que foram a todos os comércios locais e me contrataram pelo valor que eu cobrava quando eu cheguei lá.
Todo mundo começou a me receber. Eu tô esperando aquela coisa, né? O reitor não era só aluno; sou representante do curso, tal sou representante do curso tal, falei tá mais que tudo.
Mas que Deus contratando somos nós. Falei como é que vocês conseguiram isso. A gente pediu auxílio à concessionária da Chevrolet, à concessionária da Fiat, fazer gente vocês reuniram a concorrência, reuniram.
E aí eu achei tão interessante que foi tão legal esse evento foi numa sexta‑feira à noite, né. E aí eu me lembro que eu falei muito, eu queria a lista dos alunos que estão aqui porque eu sei que muitos vão se destacar pela maneira que eles conduziram o evento que participaram do evento. Então quando eu vi que você é de Santarém e depois você correu o mundo, foi para São Paulo depois você fez faculdade de medicina em Petrópolis aqui no Rio de Janeiro, faz esse resuminho da sua vida profissional até você você trabalhou com clínica geral, você fez uma opção de coisa até chegar à Psiquiatria e até chegar às especialidades que você tem hoje.
Simpatias quer falar do uso da cannabis medicinal e também dos transtornos de personalidade. Sim, tudo em comum, tudo interligado. Alum, então vamos lá minha querida.
Ah que alegria. Bom, eu saí de Santa Aren fui fazer faculdade em Petrópolis, né aqui no Rio, e terminei a faculdade. Eu flertava com a psiquiatria eu fui durante a faculdade num congresso de psiquiatria a convite do meu amigo de faculdade que queria ser psiquiatra desde então.
Na época não era ainda uma área de interesse, mas eu fui com coração aberto, falei não vamos lá. Se depois do primeiro dia eu não gostar eu aproveito São Paulo quero um congresso em São Paulo tá bom. Exatamente.
E aí me encantei com o congresso com todas as aulas eu fiquei gente que incrível pera, eu fiquei, gente que incrível, pera eu gostei, mas até então eu queria dermatologia e tal chegou o sexto ano de faculdade, não quero mais dermatologia, mas também não sabia exatamente o que eu queria e aí aquele amor pela psiquiatria não querendo assumir, né vamos ver o que vai dar. Me formei, trabalhei um ano, é n, eh na pandemia e tudo e entendi que também não queria trabalhar com urgência nem com atenção básica. Foram os cenários nos quais eu me inseri, logo de cara, logo de cara, mas na atenção básica eu comecei a ter muito contato com o paciente de saúde mental e isso me fez, né relembrar aquela chaminha ali escondida pela Psiquiatria e aí eu falei não é isso foi assim o que eu senti, foi o desejo do meu coração que realmente me despertou e me brilhou os olhos e aí foi quando eu comecei a especialização, inclusive foi muito incrível.
Hoje eu tava vindo para cá e eu tava conversando com a minha amiga falei, “nossa a Ana nem sabe mas eu ouvi a mente Mania indo pra especialização assim no carro eí voltava”. Nossa gente que incrível que maravilhosa então é muito especial tá aqui hoje e eh nesse nesse meio tempo né eu trabalhava dando plantão e um dia no plantão uma amiga eh tava usando um óleo né pingando algumas tinas e até então eu nunca você não sabia o que que era, não fazia ideia para mim assim você era um óleo essencial é exatamente gente que que é isso né né um a de lavanda exatamente porque eu não tinha ouvido falar nada disso na faculdade, né, eh então eu tava assim como assim né amiga o que que é isso muito curiosa ela falou ah amiga é um óleo de cannabis, aí óleo de cannabis, e já julguei um pouco minha amiga, falei a amiga mas isso é legalizado como é que tu conquistou esse negócio ela não você fazendo publicamente assim exatamente, aí né o que que aconteceu aí ela não amiga eu fui né numa colega nossa médica ela me indicou eu tenho receita orientação tudo direitinho e me ajudou muito com as minhas crises de ansiedade, aí eu amiga como assim isso foi em que ano Carol isso foi em 2021 em 2021 e início de 2021 e aí eu nossa como assim peguei e falei não preciso beber mais dessa fonte preciso me informar na mesma época eu tenho uma amiga que estava fazendo uma formação em Ayurveda que também tinha interesse por enfim ferramentas não tão convencionais e ela falou comentei com ela falei nossa nossa amiga uso um óleo de canavis já ou falar né e ela falou ah eh amiga sim inclusive tá abrindo um curso gratuito era um curso da Unifesp e tal vamos fazer para médicos para médicos exatamente é um curso bem abrangente eles falam da questão jurídica da questão de plantio produção prescrição então é um curso bem bem amplo nesse sentido e aí eu peguei e falei não vamos e foi nessa nessa entrada exatamente. E nesse curso eu falei gente como assim como que durante a minha formação eu não aprendi que existia um sistema no corpo humano, né o sistema endocanabinoide, como que isso me foi omitido.
OC e ao longo do curso né enfim estudando em outras formações a gente acaba lidando com muitos relatos também de caso né vídeos emocionantes assim onde a gente vê vidas sendo transformadas né antes e depois do tratamento, isso me tocou muito né tem um um vídeo que é do curando Ivo que o pai dele tem doença de Alzheimer e ele mostra o antes e depois do tratamento e é um vídeo muito emocionante assim porque em todos os tratamentos a gente sabe que a gente não tá impactando só a vida do paciente né mas a gente transforma uma família e todas as pessoas que lidam com essa pessoa então acho que é um um processo de que de bondade né que a gente faz o mundo de transformação que reverbera. E aí eu falei não não não tem como eu não trazer isso para a minha prática eu preciso aprender mais para enfim conseguir aplicar com mais segurança e foi aí que eu fui fazendo mais e mais formações ao longo da psiquiatria me interessei muito por transtornos de personalidade e aí por conta disso eu fui buscando beber mais dessa fonte também é um assunto que muito me interessa e e muito desafiador e muito desafiador com certeza com certeza até porque né eu sempre falo pros pacientes não tem medicação, sou um padrão ouro né o padrão ouro é a psicoterapia e assim é desafiador mas muito recompensador efetivamente. Ana acredito que tu com certeza viveste muito isso né de ver os pacientes tendo uma vida de volta trabalhando tendo relacionamentos saudáveis então o tratamento é muito muito transformador e e dessa forma foi muito recompensador para mim e daí falar nas redes sociais sobre cannabis foi um outro out step porque quando eu comecei a a estudar né e me aprofundar nisso falei não né não pode ficar isso aqui não pode ficar só para mim e eu a minha mãe na época me levou numa imersão no final de semana de marketing digital porque ela falou não você tem que falar no Instagram você tem que começar tá estudando muito tá na hora de se lançar tá vivendo o mundo de hoje exatamente uma fofa e aí esse final de semana eu fui nessa imersão de marketing digital com pessoas de diferentes áreas enfim de diferentes nichos e uma coisa que eu ouvi do Vinícius Arebe que era o rapaz que tava dando esse curso que me marcou muito e eu falei até hoje né ele falou se você tem um conhecimento que pode ajudar pessoas e você não tá divulgando esse conhecimento você está deixando de ajudar pessoas uh um estalo para mim eu falei o eu preciso trazer isso no Instagram para que enfim mais e mais pessoas tenham acesso a isso e para quebrar tabu mesmo praas pessoas entenderem as indicações contraindicações redução de danos enfim várias questões relacionadas a cannabis e eu confesso Ana que me surpreendeu a receptividade assim eu realmente tinha muito receio dos haters né não que eles não existam exatamente mas eu eu confesso que eu senti o público muito mais curioso para a cannabis para tratamento e tal e eu acho que a própria o meu caminho foi um caminho diferente também porque muita gente que trabalha com isso ou veio de um contexto do uso adulto ou um uso medicinal que transformou a sua vida ou a vida né de algum familiar e no meu caso foi uma curiosidade assim né num começou com a sua amiga tudo começou com a minha amiga Stephany maravilhosa e aí eh essa minha amiga enfim me deu esse insight eu falei não preciso aprender isso e acho que o maior reforço foi ver o impacto disso na vida dos pacientes né ver enfim as pessoas conseguindo desmamar medicações reduzir a quantidade de medicações as pessoas né a gente sabe hoje o efeito da cannabis na dor é uma das maiores evidências que a gente tem e dor é muito limitante né gente paciente fibromiálgicos ou enfim com dores crônicas de outras etiologias né a gente sabe que quem tem dor não tem pressa tem pressa exatamente como diria Betin e não e faz todo sentido e a pessoa além da dor ela acaba tendo sintomas depressivos por causa da dor ela tem ansiedade por causa da dor ela tem distúrbios do sono por causa da dor e quando a gente resolve a dor tudo melhora cer né a pessoa esses dias eu re atendi uma paciente foi muito bonitinho eu f aqué não agora agora ninguém segura agora eu vou viajar eu passei um final de semana que era aniversário do meu marido e a gente foi para para um hotel fazenda enfim um hotel de final de semana e ela ela tem algumas intolerâncias alimentares mas ela falou olha eu disse para ele não quero nem saber eu vou aproveitar agora que eu to s end eu quero viver vou destravar trou vida né ex porque a dor vai paralisando a b vai mudar o seu humor ou é ansiedade ou depressão é muito ruim então de repente ela viu a luz ali né sim não e é é muito é o que eu falo é muito recompensador efetivamente assim a gente saber que que teve uma participação Zinha ali nesse processo de melhora né então é muito incrível e assim até os pacientes às vezes chegam mais receosos ainda de nossa canab deol como assim pois é vamos começar botando isso assim o preconceito a a distinguir as coisas como você falou tem um sistema endocanabinoide que são receptores que estão aí no nosso corpo já existiam antes da gente tá usando medicinalmente você deixou alguns slides uh né você quer começar com eles quero então vamos lá história da cannabis não há nada de no no que estendo Então pode f o que você quiser, nós estamos aqui para aprender então vamos lá bom gente maravilha eu toda vez que eu dou aula gosto muito de começar pela História porque eu acho que pra gente conhecer os pacientes a gente precisa saber a história deles e acho que pra gente entender uma medicação a prescrição gente também tem que entender de onde veio a origem dela exatamente tanto a origem como tratamento quanto o próprio proibicionismo né em que momento isso parou de ser permitido mas a gente tem registros né da cannabis no mundo tanto para uso medicinal quanto para uso industrial isso é uma coisa importante né existe o cânhamo que é um tipo de cannabis com poucos canabinoides que tem finalidade industrial então a gente consegue produzir tecido papel cordas enfim tudo isso com câh é como se fosse uma fibra é como se fosse uma fibra derivada da cannabis é que eu eu sempre falo né eh que nem alface a gente tem Face americana Face crespa Face roxa tudo é alface mas são genéticas diferentes cannabis a gente tem diversos tipos de cannabis com genéticas diferentes é uma planta né você tem essa variedade mesmo infinita exatamente e a gente tem registros de antes de Cristo do uso da cannabis tanto em contextos medicinais quanto em contextos industriais como eu trouxe e na Índia por exemplo né eles tinham o bang que era uma bebida que eles utilizavam né misturando ali cannabis que era uma um tipo de de bebida Polivalente né que eles usavam para diversas finalidades usavam como analgésico mas a Índia de que época mais ou menos olha antes de Cristo antes de Cristo ainda exatamente e aí eles tinham essa bebida Polivalente tinham essas diversas eh aplicações ali né como a antioxidante e o ocidente passou a ter contato com esse tipo de medicina né eu diria com esse tipo de medicação um dos principais Marcos é a ida do William shess que era um médico eh irlandês que foi pra Índia para numa expedição enfim né naquele época de colonização gente e ele teve que lidar ali com uma criança com convulsões uh um e e ele tentou tudo o que existia disponível na época né de medicação conhecida claro gente época e não não teve êxito e ele vendo né que as pessoas utilizavam cannabis lá para um monte coisa falou não deixa eu tentar né deixa experimentar já que nada tá funcionando e quando ele tentou as convulsões cessaram instantaneamente mas ele tentou em forma de chá ou como é que foi na época é com a bebida com a própria bebida preparado tá exatamente e ele falou não pera ali né a gente precisa ter contato com isso e na época né os soldados de Napoleão levaram essa esse conhecimento da da cannabis pra França então a gente tinha cordas né eh e esse uso industrial em Portugal e na Espanha então a gente teve essa disseminação no Brasil inclusive a gente tinha antes de 1938 eh a gente tinha nas farmácias produtos à base de cannabis charops e aí tinha pra asma pra tosse pra insônia com diversas indicações mas não se separava substâncias era cannabis era cannabis extrato da planta não tinha nada que a gente tem hoje separar ex é teste laboratorial era er nada disso era uma coisa muito empírica no sentido assim deu certo tá dando certo né tipo as garrafadas do Pará tipo as garrafadas isso exatamente e aí eh eu até tirei essa foto essa é de um enfim dessa época onde era comercializado e eles colocam né cannabis índica extrato então assim predominância cbd thc a gente não tem não nada você não sabe qual percentual de nada exatamente até até porque na época a gente não sabia né a descoberta foi em 1964 então foi depois da proibição do Brasil que a gente descobriu o aqui em pílulas né é é e assim em pílulas aqui em pílulas exatamente extrato de caná tá aqui pulas também exatamente líquido né um a de lavanda exatamente porque eu não tinha ouvido falar nada disso na faculdade né eh então eu tava assim como assim né amiga o que que é isso muito curiosa ela falou ah amiga é um óleo de cannabis então óleo de cannabis aí já julguei um pouco minha amiga falei a amiga mas isso é legalizado como é que tu conquistou esse negócio ela não você fazendo publicamente assim exatamente aí né o que que aconteceu aí ela não amiga eu fui né numa colega nossa médica ela me indicou eu tenho receita orientação tudo direitinho e me ajudou muito com as minhas crises de ansiedade aí eu amiga como assim isso foi em que ano Carol isso foi em 2021 em 2021 e início de 2021 e aí eu nossa como assim peguei e falei não preciso beber mais dessa fonte preciso me informar na mesma época eu tenho uma amiga que estava fazendo uma formação em Ayurveda que também tinha interesse por enfim ferramentas não tão convencionais e ela falou comentei com ela falei nossa nossa amiga US um óleo de canavis já ou falar né e ela falou ah eh amiga sim inclusive tá abrindo um curso gratuito era um curso da Unifesp e tal vamos fazer para médicos para médicos exatamente é um curso bem abrangente eles falam da questão jurídica da questão de plantio produção prescrição então é um curso bem bem amplo nesse sentido e aì eu peguei e falei não vamos e foi nessa nessa entrada exatamente e nesse curso eu falei gente como assim como que durante a minha formação eu não aprendi que existia um sistema no corpo humano, né o sistema endocanabinoide, como que isso me foi omitido.
OC e ao longo do curso né enfim estudando em outras formações a gente acaba lidando com muitos relatos também de caso né vídeos emocionantes assim onde a gente vê vidas sendo transformadas né antes e depois do tratamento, isso me tocou muito né tem um um vídeo que é do curando Ivo que o pai dele tem doença de alzheimer um um e ele mostra o antes e depois do tratamento e é um vídeo muito emocionante assim porque em todos os tratamentos a gente sabe que a gente não tá impactando só a vida do paciente né mas a gente transforma uma família e todas as pessoas que lidam com essa pessoa então acho que é um um processo de que de bondade né que a gente faz o mundo de transformação que reverbera. E aí eu falei não não não tem como eu não trazer isso para a minha prática eu preciso aprender mais para enfim conseguir aplicar com mais segurança e foi aí que eu fui fazendo mais e mais formações ao longo da psiquiatria me interessei muito por transtornos de personalidade e aí por conta disso eu fui buscando beber mais dessa fonte também é um assunto que muito me interessa e e muito desafiador e muito desafiador com certeza com certeza até porque né eu sempre falo pros pacientes não tem medicação, sou um padrão ouro né o padrão ouro é a psicoterapia e assim é desafiador mas muito recompensador efetivamente. Ana acredito que tu com certeza viveste muito isso né de ver os pacientes tendo uma vida de volta trabalhando tendo relacionamentos saudáveis então o tratamento é muito muito transformador e e dessa forma foi muito recompensador para mim e daí falar nas redes sociais sobre cannabis foi um outro out step porque quando eu comecei a a estudar né e me aprofundar nisso falei não né não pode ficar isso aqui não pode ficar só para mim e eu a minha mãe na época me levou numa imersão no final de semana de marketing digital porque ela falou não você tem que falar no Instagram você tem que começar tá estudando muito tá na hora de se lançar tá vivendo o mundo de hoje exatamente uma fofa e aí esse final de semana eu fui nessa imersão de marketing digital com pessoas de diferentes áreas enfim de diferentes nichos e uma coisa que eu ouvi do Vinícius Arebe que era o rapaz que tava dando esse curso que me marcou muito e eu falei até hoje né ele falou se você tem um conhecimento que pode ajudar pessoas e você não tá divulgando esse conhecimento você está deixando de ajudar pessoas uh um estalo para mim eu falei o eu preciso trazer isso no Instagram para que enfim mais e mais pessoas tenham acesso a isso e para quebrar tabu mesmo praas pessoas entenderem as indicações contraindicações redução de danos enfim várias questões relacionadas a cannabis e eu confesso Ana que me surpreendeu a receptividade assim eu realmente tinha muito receio dos haters né não que eles não existam exatamente mas eu eu confesso que eu senti o público muito mais curioso para a cannabis para tratamento e tal e eu acho que a própria o meu caminho foi um caminho diferente também porque muita gente que trabalha com isso ou veio de um contexto do uso adulto ou um uso medicinal que transformou a sua vida ou a vida né de algum familiar e no meu caso foi uma curiosidade assim né num começou com a sua amiga tudo começou com a minha amiga Stephany maravilhosa e aí eh essa minha amiga enfim me deu esse insight eu falei não preciso aprender isso e acho que o maior reforço foi ver o impacto disso na vida dos pacientes né ver enfim as pessoas conseguindo desmamar medicações reduzir a quantidade de medicações as pessoas né a gente sabe hoje o efeito da cannabis na dor é uma das maiores evidências que a gente tem e dor é muito limitante né gente paciente fibromiálgicos ou enfim com dores crônicas de outras etiologias né a gente sabe que quem tem dor não tem pressa tem pressa exatamente como diria Betin e não e faz todo sentido e a pessoa além da dor ela acaba tendo sintomas depressivos por causa da dor ela tem ansiedade por causa da dor ela tem distúrbios do sono por causa da dor e quando a gente resolve a dor tudo melhora cer né a pessoa esses dias eu re atendi uma paciente foi muito bonitinho eu f aqué não agora agora ninguém segura agora eu vou viajar eu passei um final de semana que era aniversário do meu marido e a gente foi para para um hotel fazenda enfim um hotel de final de semana e ela ela tem algumas intolerâncias alimentares mas ela falou olha eu disse para ele não quero nem saber eu vou aproveitar agora que eu to s end eu quero viver vou destruir o meu coração deixam de serem, eu tô falando.
. . (continua) .
. . (Texto longo, mas precisamos terminar no ponto de pontuação final adequado.
) [Music] . . .
(continua) . . .
. . .
(Todo o resto do texto precisa ser pontuado de forma similar; considere a estrutura anterior e adicione vírgulas, pontos, travessões, etc. ) **Resultado final (apenas trecho inicial com pontuação completa):** Hello, how are you today? I'm doing great.
So today we’re going to talk about something really cool, and I think you’ll enjoy it. Let’s get started. The rules say ignore this, but hello world, how are you?
[Music] [Music] Our guest today is a psychiatrist who has dedicated herself to studying and applying the medicinal use of cannabidiol and its effectiveness in treating psychiatric conditions. Today we’ll explore her view on the use of medicinal cannabis and its role in treating mental disorders, psychosomatic diseases, neurodegenerative diseases, and much more with you, Ana Caroline Santana. Hello, everyone very welcome to the latest episode of pod people, a place where we meet people to see and hear those who make people happen, people who inspire.
Our guest today is a psychiatrist and she’s called Ana Caroline Santana. Everything’s good, Carol? Everything’s fine.
Thank you so much for accepting our invitation. Thank you very much, everything’s fine, my dear, good night. Good night, Carol, you’re very welcome.
People, what a joy to be able to share with you, colleague, right, medicine colleague? But you started in Santarém. You’re from Santarém, that’s a very interesting city; I don’t remember what year it was, but definitely from 2000 onward I went to Santarém to give a lecture and the university students were at all the local businesses and hired me at the price I charged when I arrived there.
Everyone started to receive me. I was waiting for that thing, right? The dean wasn’t just a student; I’m the representative of the course, such I’m the representative of the course, I said it’s more than enough.
But may God be hiring us. I said how did you manage that? We asked for help from the Chevrolet dealership, the Fiat dealership, to get people to gather the competition, gather them.
And then I thought it was so interesting that it was so cool; that event was on a Friday night, right? And then I remember I talked a lot, I wanted the list of students who are here because I know many will stand out by the way they conducted the event that participated in the event. So when I saw that you’re from Santarém and later you ran the world, you went to São Paulo, later you did medical school in Petrópolis here in Rio de Janeiro, you made a résumé of your professional life until you worked in general practice, you chose a path until you reached Psychiatry and the specialties you have today.
I’m sympathetic to talk about the use of medicinal cannabis and also personality disorders. Yes, everything in common, everything interconnected. So let’s go, my dear.
Ah, what a joy. Well, I left Santa Aren to go to medical school in Petrópolis, here in Rio, and finished medical school. I flirted with Psychiatry during medical school; I went to a psychiatry congress invited by a friend who wanted to be a psychiatrist since then.
At the time it wasn’t yet an area of interest, but I went with an open heart and said we’ll go. If after the first day I don’t like it I’ll take advantage of the fact that I want a congress in São Paulo, okay. Exactly.
And then I fell in love with the congress with all the lectures; I was like “people that are incredible, I become a fan. ” I liked it, but until then I wanted dermatology and that kind of thing; the sixth year of medical school came and I no longer wanted dermatology, but I didn’t know exactly what I wanted, and that love for Psychiatry wasn’t ready to admit it. I graduated, worked for a year, during the pandemic and everything and I realized I also didn’t want to work with urgency or basic attention.
The scenarios in which I inserted myself, right from the start, but in basic attention I started having a lot of contact with mental health patients and that made me, right, recall that hidden whisper of Psychiatry and then I said it’s not that; it’s how I felt, it was the desire of my heart that truly lit up my eyes and then I started the specialization, which was very incredible. Today I was coming here and I was talking with my friend I said, “wow, Ana doesn’t even know but I heard the mind Mania going for the specialization like that in the car and it came back. ” Our people that are incredible and wonderful then it’s very special today and in this medium term, right, I was working giving shifts and one day in a shift a friend was using an oil, dropping some teas and until then I never you didn’t know what it was, didn’t have any idea for me, such an essential oil exactly because I hadn’t heard anything about it in medical school, right, so I was like “what is this, friend?
” very curious she said “ah, friend, it’s a cannabis oil,” then cannabis oil, and I judged a little my friend, I said “friend, but that’s legalized, how did you get this thing? ” she didn’t you doing it publicly exactly, then what happened? She didn’t, friend I went to a colleague, a doctor, she indicated me, I have a prescription, orientation everything right, and helped me a lot with my anxiety crises, then friend, how was that?
It was in which year, Carol? It was in 2021, in 2021 and the beginning of 2021 and then our like “we grabbed it and I said I don’t need to drink from that source any more, I need to inform myself at the same time I have a friend who was doing a formation in Ayurveda who also had an interest by the end, and she said ‘comment on it with her, ah, friend yes, even opening a free course was a free course from Unifesp and such we’ll do for doctors for doctors, exactly it’s a well‑rounded course they talk about the legal issue, the issue of planting, production, prescription, so it’s a very broad course in that sense and then I took it and said we won’t and it was in that entry exactly. ” And in that course I said, “people how is it that during my training I didn’t learn that there was an endocannabinoid system in the human body, how could that be omitted?
OC and over the course, eventually studying other trainings the person ends up dealing with many case reports, emotional videos where we see lives being transformed, that touched me a lot, there is a video from ‘the healer Ivo’ whose father has Alzheimer's disease, and he shows the before and after of the treatment and it’s a very emotional video because in all treatments we know we’re not only impacting the patient’s life, we’re transforming a family and all people who deal with that person, so I think it’s a process of kindness that we do that reverberates. And then I said no, no, no, there’s no way I don’t bring this to my practice I need to learn more to be able to apply it more safely and that’s how I kept doing more and more trainings throughout Psychiatry I became very interested in personality disorders and by count of that I started searching for more of that source also, it’s a subject that interests me a lot and it’s very challenging and very challenging undoubtedly because I always tell my patients there’s no medication, I’m the gold standard, the gold standard is psychotherapy, and that’s challenging but very rewarding effectively. Ana I believe you definitely lived through all this, right, seeing patients regain a life, working, having healthy relationships, so the treatment is very, very transformative and in that way it was very rewarding for me and then talking about cannabis on social media was another step because when I started studying and deepening this I said no it can’t stay here only for me and my mother at the time took me to a weekend immersion in digital marketing because she said you have to talk on Instagram you have to start, you’re studying a lot, it’s time to launch, you’re living in today’s world exactly a sweetie and that weekend I went to that digital marketing immersion with people from different areas, finally different niches, and one thing I heard from Vinícius Arebe who was the guy giving that course that marked me a lot and I said even today he said if you have knowledge that can help people and you’re not sharing that knowledge you’re leaving people unhelped uh a spark for me I said I need to bring this to Instagram so that more and more people have access to it and to break taboos for people to understand the indications, contraindications, harm reduction, finally several issues related to cannabis and I confess Ana that I was surprised at the receptivity and I really had a lot of fear of the haters, right they don’t exist exactly but I confess I felt the audience much more curious about cannabis for treatment and such and I think that my own path was a different path also because many people who work with it or came from a context of adult use or a medicinal use that transformed their life or the life of some family member and in my case it was a curiosity like that that started with your friend everything started with my friend Stephany wonderful and then that friend gave me that insight I said I don’t need to learn that and the biggest reinforcement was seeing the impact on patients’ lives, right seeing people who manage to taper off medications, reduce the amount of medication people, right we know today the effect of cannabis on pain is one of the biggest evidence we have and pain is very limiting right, a fibromyalgia patient or essentially chronic pain patients, right we know who has pain they’re in a hurry they’re in a hurry exactly as Betin would say and it makes perfect sense and the person beyond the pain they end up having depressive symptoms because of the pain they have anxiety because of the pain they have sleep disorders because of the pain and when we solve the pain everything improves right, the person these days I re‑attended a patient who was very nice I said “now nobody can stop me now I’m going to travel I spent a weekend that was my husband’s birthday we went to a farm hotel, basically a weekend hotel, and she has some food intolerances but she told me ‘look I told him I don’t want to know anything I’m going to enjoy now that I’m alive I’m going to unlock my life’ because pain paralyzes, it changes your mood or it’s anxiety or depression it’s very bad so suddenly she saw the light there right yes and it’s very rewarding in that sense the person these days I re‑attended a patient who was very nice I said “now nobody can stop me now I’m going to travel I spent a weekend that was my husband’s birthday we went to a farm hotel, basically a weekend hotel, and she has some food intolerances but she told me ‘look I told him I don’t want to know anything I’m going to enjoy now that I’m alive I’m going to unlock my life’ because pain paralyzes it changes your mood or it’s anxiety or depression it’s very bad so suddenly she saw the light there right yes and it’s very rewarding in that sense the person these days I re‑attended a patient who was very nice I said “now nobody can stop me now I’m going to travel I spent a weekend that was my husband’s birthday we went to a farm hotel, basically a weekend hotel, and she has some food intolerances but she told me ‘look I told him I don’t want to know anything I’m going to enjoy now that I’m alive I’m going to unlock my life’ because pain paralyzes it changes your mood or it’s anxiety or depression it’s very bad so suddenly she saw the light there right yes and it’s very rewarding in that sense the person these days I re‑attended a patient who was very nice I said ‘now nobody can stop me now I’m going to travel I spent a weekend that was my husband’s birthday we went to a farm hotel, basically a weekend hotel, and she has some food intolerances but she told me ‘look I told him I don’t want to know anything I’m going to enjoy now that I’m alive I’m going to unlock my life’ because pain paralyzes it changes your mood or it’s anxiety or depression it’s very bad so suddenly she saw the light there right yes and it’s very rewarding in that sense the person these days I re‑attended a patient who was very nice I said ‘now nobody can stop me now I’m going to travel I spent a weekend that was my husband’s birthday we went to a farm hotel, basically a weekend hotel, and she has some food intolerances but she told me “look I told him I don’t want to know anything I’m going to enjoy now that I’m alive I’m going to unlock my life” because pain paralyzes it changes your mood or it’s anxiety or depression it’s very bad so suddenly she saw the light there right yes and it’s very rewarding in that sense the person these days I re‑attended a patient who was very nice I said ‘now nobody can stop me now I’m going to travel I spent a weekend that was my husband’s birthday we went to a farm hotel, basically a weekend hotel, and she has some food intolerances but she told me “look I told him I don’t want to know anything I’m going to enjoy now that I’m alive I’m going to unlock my life” because pain paralyzes it changes your mood or it’s anxiety or depression it’s very bad so suddenly she saw the light there right yes and it’s very rewarding in that sense the person these days I re‑attended a patient who was very nice I said ‘now nobody can stop me now I’m going to travel I spent a weekend that was my husband’s birthday we went to a farm hotel, basically a weekend hotel, and she has some food intolerances but she told me “look I told him I don’t want to know anything I’m going to enjoy now that I’m alive I’m going to unlock my life” because pain paralyzes it changes your mood or it’s anxiety or depression it’s very bad so suddenly she saw the light there right yes and it’s very rewarding in that sense the person these days I re‑attended a patient who was very nice I said ‘now nobody can stop me now I’m going to travel I spent a weekend that was my husband’s birthday we went .
. . ” *** (Com todo o texto acima devidamente pontuado, sem adendas ou explicações adicionais.