Sabe o que é Goés aí que ele falou? Goét. Goécia ou Goétia? Tanto faz. Que que é? Não deixa. [música] >> Que que é? >> Não deixar ele explicar, hein. Tem >> estudo de demônio. >> Tem a teurgia que se chama magia charmosa e tem o outro lado que >> é >> mais obscuro. >> Mais obscuro. >> Mas seria o quê? estudo de de >> Goete é um capítulo de estudo dessas eh chamada magia negra, entre aspas, a magia complicada, a magia mais enve ela tem um começo, ele tem >> envolve uns comprometimentos >> nesse
sentido. Por isso que eu falo que a maioria das coisas que eu gostaria de começar com ele, eu não dá para falar aqui porque é negócio heavy metal, né? >> Então, mas que que época que começa esse estudo? Tem o início do da Guete ou não? >> Eles vão dizer que foi com rei Salomão, né? Salomão acho que codificou, né, >> as chaves maiores, >> tem interpretações mais recentes, mas tudo repousa exatamente no >> Mas eu creio que havia que vou perguntar sua opinião, >> eh, a Goéssia e a apesar da cabalá te na história
vira um pouco antes, mas não remonta ao Egito, ao deus Tot, né, ao baralho de Tot? Não tem essa esse vínculo, >> o mistério por trás disso tudo, ele é muito profundo. >> É, sim. É perigoso, né? >> Chega a ser perigoso, mas assim, na hora em que você vai se envolver com certas entidades que vão exigir certos compromissos de você que, né, >> sempre tem uma troca, >> você entregar teu filho e tal, né? >> É mesmo? >> Ou filho dos outros. >> Ah, tá. [risadas] Na hora em que você vai rastrear cada mistério
oracular, você pega as runas, você pega o eting, você pega a teologia, você pega o tarô, seja lá o que você quiser pegar. O o rastreamento disso para o passado, você chega naquilo que hoje a gente chama de mitologias diversas, né? são lendas, não é algo que se estabelece com o carimbo do academicismo, então fica sempre algo meio solto, >> não é? Mas assim, eu já estudei um pouco ou muito disso tudo aí e tudo é muito complicado. Não há beleza no processo. Há um desespero por trás de todos esses mistérios oraculares de seres tentando
entender a vida deles. Nós humanos nem existimos na época em que isso começou a ser movimentado. >> Primitivos. >> Não, não é seres primitivos. O, digamos, Odim. Sei >> que não é Odin, seria um ser lendário, um deus >> de universo vizinho, um ser eh, vamos assim dizer extrafísico, tá? e Odin que teria sido o primeiro iniciador dessa tentativa de se buscar conhecimento, buscar níveis de compreensão. E cada ruma, que é um cada símbolo e entre aspas hoje chamado de sagrado, mas não tem nada de sagrado, que começou a ser trabalhado pelos antigos Aesir e
Vanir, que são duas etnias narradas no âmbito da mitologia nórdica, dizem que daqui surge todo um conhecimento, que quando os humanos surgiram, isso foi repassado para os humanos, mas é repassado com o objetivo de dominação dos humanos. E por isso que os humanos foram levados a chamar de deuses essas figuras, quando deuses eles nada têm. Aí entra esse lado perverso que o Daniel tava dizendo de você, como é um deus, Javé chegou para Abraão e disse: "Mata teu filho". É isso, cara. >> Mata teu filho, mata teu filho em homenagem a mim, blá blá. Ou
seja, são coisas tão absurdas, são coisas tão pesadas que realmente fica difícil tratar desse assunto, como >> Daniel tá dizendo, de forma >> eu até no no caso de Abraão, eu na minha leitura, né, e eu gosto muito quando você fala das fofocas espirituais, né, porque você fala assim: "Eu não tenho certeza, né? São as fofocas que estão chegando. Então, eu sou adepto de uma fofoca que, como Abraão vinha de Urdos Caldeus e ali tinha essa prática de sacrifício do filho, Deus queria fazer um teste com ele para ver se ele ia se submeter com
isso. Até o ponto que quando Isaque pergunta para ele: "Ô, pai, cadê o cordeiro pra gente sacrificar?" Aí em vez do pai falar: "Ó, hoje o cordeiro é você". [risadas] >> É. Aí o filho fala: "Mas >> vista-se com essa telezinha, cara. >> É, bota essa roupinha aqui. Eu tenho uma notícia boa e uma ruim com é verdade. Então assim, e tem um detalhe que eu acho interessante na narrativa ali no Gênesis, que ele fala assim: Deus proverá. Então eu por aí depois Abraão fica conhecido como pai da fé. Por quê? Porque ele creu que
Deus não ia fazer aquilo, que Deus ia dar uma provisão, né? E ele usa até essa expressão Jeová Jirê, que a gente chama, né? que é o Deus da provisão. E aí quando ele vai sacrificar ele pensando, caramba, não vai prover não? Aí Deus apresenta o cordeiro que tava ali preso na nos arbustos. E isso seria uma um prenúncio de Jesus como esse cordeiro de Deus, né, que vai tirar o pecado do mundo. E aí ele tá ensinando a humanidade, ó, os outros deuses gostam de sacrificar o filho. Eu não gosto, eu não vou pedir
o seu filho, eu vou sacrificar o meu filho em favor da humanidade. Então eu leio essa história dentro dessa fofoca aí que me contaram, como se fosse esse prenúncio do Cristo e Deus testando Abraão para ver se ele realmente ia acreditar que Deus não era um devorador de criancinhas como os demais, né? com Moloque os outros, né? [música] Que que que você acha disso? [risadas] >> É outra fofoca, né? Minha visão, a minha visão passa por um um caminho muito desagradável >> frente a esse aspecto agradável que você coloca essa teologia da religião, que entre
aspas tenta, na minha lógica, né, transformar aquilo que é desagradável e aceitável aos nossos olhos. >> Uhum. para poder compor uma estrutura de fé eu respeito, mas não ratifico e não é exatamente isso que eu consigo anotar nas nos meus apontamentos e reflexões como sendo aquilo que eu penso que possa ser e o que é que eu penso que possa ser é algo totalmente diferente. Então, >> mas assim, [risadas] >> certeza zero, é só, né? Mas você nunca teve assim a experiência ou a tentativa de acessar os registros acáos e tentar pegar a tirar fofoca
e a espuma e acessar a informação que tá ali no blockchain espiritual? >> Naniel, até os meus 27 anos, eu era o homem mais corajoso destemido da face da [risadas] terra. Eu obviamente queria descobrir muitas coisas, todos os sonhos, todas as buscas, né? Mas o problema é que quando eu comecei a, entre aspas, descobrir ou encontrar ou seja lá o que for, nada era agradável. Esse é o meu problema. Nada era agradável. >> Porque você entrava em choque com a vontade dessas entidades >> também? Mas porque aquilo que eu percebi, eles diziam: "Isso aqui é
ouro". Um exemplo, eu olhava e dizia: "Desculpem, isso não é ouro". >> É, tá [risadas] me enganando. >> Tipo, Abraão, mata teu filho, né? Você pode ver isso como sendo uma estupidez total, mas aí escutando o que você fala, não é? Porque é um teste, mas ainda sendo um teste, isso é digno? Como é que a gente pode ter um conceito sobre um Deus que faz um teste que diz respeita a condição da dignidade humana? Porque Abraão sofreu pacas durante um bom tempo. Mato no mato, mato no mato. E o pior, ele decidiu matar. E
só não matou, segundo a própria história, porque Javé enviou um anjo. Ou seja, isso é muito violento. Sim. no sentido de reduzir o ser humano à importância zero. >> Eu me enfio na, você pega ali o Antigo Testamento, você vai ver que Deus sempre condena o sacrifício humano. Quem entrega o filho chama de abominação. >> Se você olhar só >> o Deus da Bíblia, partindo que é o diabé falando, >> exatamente, a questão da mitologia judaica cristã, o assunto se encerra exatamente nos termos em que você colocou. Mas se você vai estudar todas as ancestralidades
que estão disponíveis, >> você a gente vai entender que o Javé é o mesmo alá dos islâmicos que surgiria depois. Mas antes do Javé surgir ou paralelo a isso tem o Brama, >> tá? >> Um que é o mesmo Javé. Eu não sei se se a gente pode falar parências, né, assim, religião comparada, né? É, mas assim, na hora que você pega toda aquela estrutura da descendência de Adão, sete enos, Cainã, Malala, Jaré, Deno Matusalém, Lamec, Noé. Quando você chega em Noé, você tem três filhos. >> Jafé, e >> via você tem Salé, eh, Fad,
Éber. Quando Faleg, >> é, origem hebreus, né? >> Exatamente. Quando Faleg, filho de Éber, >> diz: "Pai, eu não vou honrar o Deus dos nossos ancestrais". Jahé fica p da vida com o comportamento de Faleg, como já havia ficado com o comportamento de sete filhos de Adão e Eva. Tanto que a própria Bíblia diz que o primeiro a louvar Javé não foi sete, foi Enos. Ou seja, o terceiro na sequência. Quando Faleg diz a Eber que não vai honrar Javé, esse Jahé aparece para Gomer, que é filho de Jafé, um dos outros filhos de Noé.
>> E Gomer é o pai dos arianos. Aonde esse é do livro de Enoque? Você retira isso ou não? >> Não, isso aqui é você estudando as mitologias montar o quebra-cabeça. >> Aonde é que eu fui descobrir isso? Salve engano meu, eu estava estudando o livro de Velis, >> tá? >> Veles e mitologia eslava. Veles, muito provavelmente Odim. >> Sim. >> E na na na na, >> se não tô enganado, Odim gostava de sacrifício humano, né? Toro >> ele se autossacrificou para conseguir conhecimento e depois entrou nessa. >> Mas por uma questão de alquimia. >>
Então assim, a mitologia eslava chama o universo vizinho de PAV e o nosso universo de Yav. >> Uhum. >> E o tártaro seria o Nav. >> E právda em russo deve ter a ver com isso, né? que é verdade é >> então aqui há uma referência de que Ário, o pai dos eslavos, descende ou primo de Gommer, >> pai dos arianos, eslave arianos são etnias distintas. >> Então, nesse ponto, se você >> não seria da descendência de, desculpa interromper, da descendência de Jafé, que dá origem? >> Sim, os dois, >> não é? Porque essa Gomer
é da descendência de Sem, >> não é de Jafé. >> Ah, de Jafé. Ah, então tá bom, então entendi. Desculpa que eu tinha. >> Esse é o problema. Talvez >> já fé dá origem aos europeus e tal >> europeus e asiáticos, né? Então Gommer, >> quando o ser que aparecia pra descendência de Sem, que no caso é Feg, >> tá? >> E o nome é Iv, Javé, o que seja, para Gommer, >> Gom. >> Aqui surgiu o nome Brama. >> Entendi. >> Entendeu? Ou seja, Brama. >> E aí tá a conexão entre os indianos e
os arianos. E tem a suasca, inclusive, o pessoal não entende isso. Os iranianos também, né? Quando Brama aparece para Gomer, >> aqui surge a religião bramânica, >> sim. >> Os Árias, aqui surgem os Vedas. Aí tempos depois, Brama, o mesmo Javé, leva ou promove as invasões indoeuropeias, fazendo com que os Áries saíssem ali entre o Mar Negro e o Mar CASP e fossem lá para onde estavam os dravidianos, que são os ancestrais da Índia, e impus aos dravidianos a cultura área. >> Uhum. Aí, aí a mitologia torna-se ariana hindu, porque começa. Mas por que é
que Brama fez isso? Para disputar a devoção dos hindus que estava sendo dominada por Crista. Olhe bem. >> Hum. >> Quando ele não consegue isso, por quê? Porque quando Brama, que é o mesmo Javeta, >> Sim. Quando Brama percebe que dos 5.000 templos que existiam na Índia que louvavam a ele e quando Krishna surge rouba de Brama todos esses tempos hoje só tem um que ainda homenageia Brama o resto todo tornou-se devoto de Krishna porque Krishna disse para Brama: "Eu sou maior que você >> sim." >> Então assim, aí Brama largou tudo que fez entre
os arianos, voltou a pegar na genealogia de Chem quem? No tempo de Abraão. Aí foi quando você falou, Abraão vinha >> de ouro dos caldeus, >> dos caldeus, blá blá blá. Ou seja, então nós estamos vendo aqui o mesmo ser. >> Sim, >> na descendência da genética que ele protegeu desde Adão, mas que se bifurcou na época de Noé, >> ele tentou não na de Camp porque era o filho amaldiçoado, né? Então, mas de Jafé e na Ali. Exatamente. Então essa confusão que a gente vê no mundo hoje dos arianos dizer: "Ei, eu sou um
povo escolhido". Aos judeus, aos judeus diz: "Eu também sou". >> É a a suasca versão indiana, né? Indana, né? >> É que tá em pezinha, não tá caído, >> tá inclinada em >> Aí para complicar tudo, esse mesmo ser que já havia sido conhecido como Brama entre os arianos, Javé entre os judeus, se apresenta aos árabes como a lá ainda fundo islã. Então nós chamamos Salão e e o próprio lado dizia: "Eu sou o mesmo Deus de Abraão, de Isaque, Jacó". Então assim, olhando do ângulo que eu observo, >> sim. Sim. >> OK. a gente
vê uma confusa situação em que se isso for verdade, esse ser que nós entendemos como sendo Deus bíblico, ele é tremendamente responsável pelo estado de coisas que nós vivemos aqui na terra, de árabe odiando judeu, judeu odiando árabe, de ariano tentando ser o que Hitler pensou que iria ser. Ah, essa superior >> ninguém ninguém naquela época do Hitler imaginava que iraniano e indiano também era ariano. Era uma confusão. Fala, pô, pera aí, [risadas] você fala muito da como o mundo foi criado, né, a batalha dos deuses e tal. Eu vou contar uma historinha que eu
tava pensando mais cedo, que tem a ver com uma reforma que eu tô fazendo na minha casa e vou colocar isso como como se fosse uma metáfora da criação do mundo e vou perguntar sua opinião depois. Pode ser, vila, >> tô meio que atropelando, dando de entrevistador aqui. Vamos lá, >> então. Eh, eu, eu sou dono de um imóvel lá em Niterói. Comprei uma casa abandonada lá, tava cheio de morcego, rato, tudo. E aí comprei e tô reformando já alguns anos, né? Eu sou o dono da obra. Eu fui, eu comprei, aquele terreno é meu.
Aí eu contratei um arquiteto, que na verdade são duas arquitetas. Eu vou falar um arquiteto para ficar mais parecido com o que a maçonaria fala do grande arquiteto do universo. Então, vamos supor, contratei o arquiteto, montei um projeto, apresentei esse projeto pro meu amigo Rossini, que é o empreiteiro, e o Rossini, contratado, trabalhando junto com as arquitetas, colocou um encarregado da obra e contratou os peões de obra. E a obra tá rolando. Eu sou o dono da obra. Aí tem as o arquiteto e tem o empreiteiro e tem o carregado e tem os peões. Só
que quem manda na obra sou eu, foi eu que contratei. Aí vamos supor que, e isso é fato, a obra tá em Niterói, eu moro em São Paulo. Eu sempre vou lá e olho para ver se o o que tá sendo feito tá de acordo com o projeto e com o que eu quero. Às vezes a gente chega, eu e minha esposa chegamos lá e falou: "Ó, isso aqui não era assim, tinha uma janela aqui. Cadê? Ah, mas não tá no projeto." Falou: "Tá no projeto aqui, ó". Ih, rapaz, desculpa. OK. Aí, vamos supor que
um dia eu chego lá na obra e tá tudo diferente. Aí eu falo: "É, que que tá acontecendo?" Não, a gente vai fazer do nosso jeito agora. Eu vou falar: "Ainda não?" Então vou ter que demitir vocês. Aí começa o quê? Uma briga, uma líde, né? Uma confusão. Aí eles falam: "Não, mas a gente tomou posse da do teu terreno. A gente pegou um uso capião que você ficou muito tempo longe e agora essa propriedade é nossa". Eu falei: "Não, vou chamar meus advogados, vocês estão demitidos". Aí eles saem dessa obra dizendo que eu sou
o líder usurpador que fala, cada hora fala uma coisa que tinha um projeto e eles seguiram o projeto, mas eu inventei mudança no projeto e eles começam uma campanha de difamação contra mim, dizendo que eu sou um patrão horroroso, esquizofrênico, que cada hora eu quero uma coisa e não sigo o projeto original. Eu imagino que o criador, independente do nome que for, prefiro nem usar Yahvé, porque na Bíblia, quando Moisés fala qual que é o seu nome, ele fala xer, né? Eu sou o que eu sou. Tem relação com a palavra hebraica Yahué, né, que
é o Yahvé, mas pode não ter. Então esse ser criador para mim a confusão que aconteceu foi essa. Ele contratou um arquiteto. O arquiteto botou um empreiteiro, botou encarregado, botou um monte de peão e eles começaram, você fala muito que eles encontraram um defeito na obra, né? Então eles não, na minha leitura, eles não apenas encontraram um defeito na obra, mas eles encontraram além do defeito, uma oportunidade de fazer um uso capião naquela obra e ficar com a obra para eles. E isso só colaria pra plateia, né, pra mídia e vamos falar: "Daniel é uma
pessoa pública, a gente vai precisar difamar o Daniel porque ele tem mais de 1 milhão de seguidores, ele vai nos difamar, vamos difamá-lo antes." E aí eu me encontro nessa situação, falo: "Caramba, esses caras estão conspirando assumir o controle da minha obra, fizeram o uso capião, arrumaram advogado, estão dizendo que a obra é deles e estão criando uma difamação, assassinado de reputação. Eu creio que a realidade do mundo criado é semelhante a isso. O criador, ele fez a obra, colocou um engenheiro, empreiteiro e tal, independente qual o nome dessas figuras. Não vou usar Lúcifer, nem
Satanás, nem Samael, nem nada disso. Eu creio que aconteceu isso independente de quem é quem e qual o nome de quem. >> Uhum. >> E virou uma confusão. >> Cada um querendo assumir a obra, >> essa obra. E aí os moradores do condomínio, uma parte fala assim: "Daniel, tá certo". Outra parte fala: "Não, os arquitetos estão certo porque Daniel não pagou. Eles tiveram que botar dinheiro do próprio bolso." Então eles assumiram a obra para eles como pagamento pelos honorários que Daniel não pagou. Aí ficou a confusão do caramba. É igual briga de marido e mulher.
>> Sei >> que assim, a gente discute com a esposa, você tem uma interpretação, a esposa tem outra e a vizinha tem outra, o teu amigo tem uma amigo. É assim? >> E aí começa uma única história ter várias versões que são altamente contraditórias. Eu creio que algo dessa natureza aconteceu, que teve o criador e designou ali um arquiteto, um empreenteiro, né, um encarregado e eles quiseram usurpar essa obra e levar o crédito. Independente de Yahvé, Bíblia, Jesus ou não. Eh, você acha que faz sentido essa leitura, na sua opinião? Ela é uma excelente metáfora,
>> sim, >> que bem representa a visão judaico-cristã daquilo que é explicado na Bíblia, de que de fato há um senhor, um senhorio, um dono, né? O próprio Jesus menino quando ficou esquecido em Jerusalém pelos pais, reza a fofoca espiritual que ele ficou três dias lá >> escutando os doutores da lei. >> E isso aí tá no evangelho. O que é que não tá no evangelho? é que quando ele estava lá escutando um dos doutores da lei lendo o livro da sabedoria de Salomão, fala em Rockman. >> Sim, sim, a sabedoria. >> Aí pergunta >>
que é Sofia, né, na quem é Rockman? Aí os o nosso amigo Dr. Lei da lei teria dito, é uma espécie de diretor executivo de Deus que faz as obras junto com Deus, em nome de Deus, blá blá blá blá blá blá, >> que seja. Mas assim, Daniel, respeito, uma visão bonita. Claro, nós humanos precisamos organizar os pensamentos >> de novo para estruturar aquilo que a gente acredita e pensa ser o melhor pra gente. E isso aí não há discussão. Sim. Mas assim, sob a perspectiva de uma filosofia mais adulta, profunda e desagradável, você delega
autoridade. Isso aí você pode delegar, mas a responsabilidade você não delega nem a pauta. >> Se cair o prédio, >> a responsabilidade é, tá? Então assim, em termos de nós definirmos um conceito de um Deus ou de um criador ou do mai oral na história, nós vivemos diante de uma obra que se você observa a natureza como ela é, independente de narrativa bíblica, só olhar pra natureza, todas as espécies nascem primeiro. Tudo que é vivo nasce já nasce com germe da sua própria morte. Todas as espécies, animais nascem para comer umas às outras, inclusive as
algumas vegetais, né? Schopenhauer, ele define algo como sendo um diagnóstico que ele fez observando a vida e ele diz que a dor da presa é sempre muito superior ao prazer do predador, como se uma resultante do hábito do cotidiano, já que todo mundo mata todo mundo, mas assim, quem morre [risadas] dói mais do que quem mata em termos de >> É aquela ideia pimenta no olho dos outros não dá. >> Pois é. Então assim, essa definição que Agostinho de Ipona deu no século quando a turma dizia: "Ô, Agostinho, afinal de contas, Deus é perfeito?" É,
Deus tem que ser perfeito, onisciente, onipresente, maravilhoso, cheiroso, charmoso. Agostinho, mas a vida é cheia de defeitos. Então, se se conhece o fruto pela árvore. Ele diz: "Não, a vida não é cheia de defeito não. A vida é maravilhosa e quem a partir de hoje disser que não é, vai pro inferno." [risadas] Então assim, a teologia católica >> meio que impôs um você fazer vista grossa ao fato de que um ser amoroso perfeito não criaria uma vida onde a natureza já nasce doente, né? E indo pra ciência, a vida surgiu aqui na Terra. Nosso planeta
tem 4.6 bilhões de anos. Cerca de 3.8 bilhões de anos, a primeira molécula vivívula surgiu aqui, ainda que ninguém saiba de onde veio, mas tem as três teorias científicas. Transpermia balística dirigida, geração automática, blá blá, espontânea. Os cientistas não sabem explicar o como, mas todos concordam que essa molécula mãe apareceu há 3.8 bilhões de anos. Ela é a molécula mãe de tudo que hoje existe na Terra. Qual o detalhe? Os primeiros fósseis dessa molécula mãe, todos eles têm câncer. A ciência encontrou. O que implica dizer ou constatar que a vida que surgiu aqui na Terra
já veio bichada, doente, o que só ratifica a a visão de Schopenhauer e de outros. Então assim, diante desse quadro, eu tenho muita dificuldade em construir uma teologia, em construir uma reflexão que poupe, seja lá quem for, o dono do do Daniel da história ou o calculista, o engenheiro >> seja lá o que for. Por quê? Porque a obra ela é problemática nessa perspectiva. Factualmente ela é problemática. E assim, eu, Rogério, eu tenho um defeito, bem, eu tenho 337 defeitos que eu contei, os que eu não contei ainda, tô tentando descobrir. Um deles é porque
muito cedo na vida, eu fazendo pergunta aos irmãos maristas que me deram uma formação espetacular, excelente, até hoje eu guardo o meu coração e também os meus avós e minha mãe que me formaram, meu pai morreu muito cedo, eu tinha 3 anos de idade, não pude conhecê-lo. vim conhecer depois que alguém apertou um botão e essa coisa chamada mediunidade, hoje eu pareço bisavô dele porque ele morreu, ele tinha 27 anos e eu tenho 66 um cara de 110. Então assim, nessa perspectiva de fazer algumas perguntas e não ver respostas, né, quando surgiu o conceito de
transtorno cognitivo, que é algo que a gente não pode discutir porque >> academicamente está bem posto o conceito de que é quando você cria uma narrativa para lhe satisfazer, ainda que você não possa comprovar você mesmo que aquilo é real, mas você toma como verdade para lhe satisfazer. É o famoso mingana que eu gosto. >> É, lei para inglês ver. >> É, então assim, para mim, >> sim, >> a crença em Deus de qualquer forma, né, ela passa por uma pergunta: Eu posso provar a mim mesmo que Deus existe? A resposta que eu dou é
não. Então, como vocês muito bem explicam, isso é uma questão de fé. Perfeito. Tem que ser respeitado, tá? E eu respeito e tenho Deus no meu coração, tá? Agora, o Deus bíblico, >> sim, >> que é esse Deus mitológico. Na hora em que a gente sai daí e percebe que o Javé é o mesmo brah que na mitologia ariana hindu disputa com o Virgn Chiva, quem dos três antes desse universo surgir lá fora foi quem de fato criou esse universo. E agora que os três estão aqui dentro, quem dos três manda? Então assim, na as
mitologias anteriores à mitologia judaica retratam um quadro de onde aquele ser sai e diz que é superior a todos os outros deuses e ele monta a história hebreia judaica, que é hoje a que nos formou aqui no ocidente. E então surge a questão do um único Deus, né? Então assim, ainda que o que você colocou tenha toda toda uma racionalidade muito bem estruturada, mas ainda assim eu penso que não justifica porque você pode delegar autoridade, responsabilidade não. E se a coisa existe desse jeito e ele é o criador, o Daniel o dono do >> Ah,
é, >> tá certo. A responsabilidade é Daniel. Se ele contratar um arquiteto. >> É, não. Se eu se eu contratei o o calculista e ele calculou errado o prédio a culpa é dele, né, minha? Aí que tá >> Eu eu contratei mal, né? Tinha que ter contratado >> aí. Se você aí se for um juiz chato, vai dizer: "O dono do terreno >> é na origem". >> Mas acho que quem responde na lei dos homens seria teoricamente ele. Aí fica >> tá arriscado sobrar para mim também. Poxa, funcionário morreu e agora >> fica fica isso
em aberto. Então assim, trazendo para nós dois a forma como eu leio, levando agora pra Bíblia, digo: "Ó, o responsável é Javé". >> Entendi. >> A forma como você lê, não somos nós. >> Por que que eu também não concordo com isso? Porque a teologia religiosa, ela terminou fazendo vista grossa ao fato de que a vida tem imperfeições. >> Não, com certeza. Aí você diz: "Não, há um Deus perfeito que cria algo perfeito e o que não presta são os humanos". Que é isso que a teologia católica afirma. Os humanos são a doença da vida.
Por quê? Porque Deus é perfeito e a vida é perfeita. Nós humanos é que ferramos com tudo, com o pecado original. >> É. >> Então assim, >> eu não sigo muito essa doutrina. >> Eu sei, mas eu não posso aplaudir isso aqui, tomar isso de barato como, né? >> Então assim, é o comentário que podia. Mas existe, eu creio, pelo que eu estudei da sua visão, existe uma ideia de que a verdade foi escondida, né? >> A verdade foi transformada. >> Quem diz que é, não é. E quem diz que não é, pela sua humildade,
às vezes é, né? >> Pode ser, >> né? Isso, isso você concorda, né? que a verdade foi escondida, tem seres se colocando em posições que não são. E eu acho que até Kardec falava sobre isso no que é o espiritismo. Ele falava quando uma entidade aparece ali numa numa sessão espírita, você tem que tomar cuidado porque às vezes ele ali apresenta uma entidade que não é a real dele. Ele mente, né? >> Diz um nome bonito, glamoroso ao que é que Kardec diz com muita prudência. Uma mensagem não vale pelo nome que a subscreve, mas
pelo seu conteúdo. >> Sim, exatamente. Mas você assina embaixo assim na doutrina cardecista ou é só uma inspiração? Veja só, eu estudei, eu acabei de publicar há pouco tempo uma releitura do livro dos espíritos, fiz as19 perguntas, >> sim, >> ali expostas e comentei todas as respostas tentando atualizar o assunto, não para retificar nada, mas porque o próprio Kardec disse: "Ó, é importante que qualquer doutrina >> sim >> se mantém permanente escrutínio, para que ela seja valorizada pelas novas gerações sob per p A da gente daqui daqui a 5000 anos a gente ainda vai est
>> com os mesmos problemas. Aí né, né? Se for porque a gente não sai do canto. >> E Kardec tinha muito essa visão científica também. >> Tinha, ele era um acadêmico, ele era alguém daí, né, >> da sociedade parisiense de Letras e Ciências, né? era um professor que se viu instigado a organizar as ideias e ele pouco eh disse de suas opiniões, a não ser no livro Gênesis e outro lá que ele produziu, mas ele ele apenas se limitou a reproduzir, organizar as informações que chegavam via outros médiuns, né? >> Então assim, foi um trabalho
digno, mas nós nós estamos falando aqui de um trabalho feito na segunda metade do século XIX, >> sim, >> que em que as pessoas acreditavam que o mundo iria melhorar. de uma visão positivista, né? Determinista. Então assim, hoje nós estamos vivendo >> hoje a gente tá mais pra entropia da lei da termodinâmica do que para >> É um salvo puder loucas que a gente tá vivendo, né? Então assim, eu ratifico enquanto na minha pequenez o trabalho maravilhoso de Kardec, dos espíritos, blá blá blá blá blá blá blá blá blá, mas se a gente observar em
1857 Kardec lança o livro dos espíritos. >> Sim. Ele maior fala em Jesus. Em 1861, ele lança o livro dos médiuns. Não fala em Jesus. Até aqui a doutrina espírita era só uma doutrina filosófica, eh, vamos assim dizer, espiritualista e que procurava seguir algum método racional da ciência sem a questão da fé. Mas quando os católicos e protestantes leram esses livros, vários começaram a se tornar espíritas. Aí vem ex-católicos e ex-protestantes tornando aí de 1864 evangelho segundo espiritismo >> para adequar uma coisa com a outra, né? Espirismo. Constantino fez adequando a religião romana com a
doutrina cristã, >> salvou o cristianismo transformando no católico. >> O que eu acho, na minha opinião, que que estragou uma coisa interessante que tava ali quando mistura tudo, né? O imperador romano que também era sumo pontífice, se começa a virar papa. na minha leitura, né? Para mim ali que embaralhou o negócio todo. >> É muito difícil. A gente, eu tenho, eu estudo muito, mas concluo muito pouco. >> Entendi. Eh, porque é muito difícil a gente fazer avaliação, né? Orumilá, que é o ser que está por trás da revelação de Ifá, mais tarde conhecida como sendo
a doutrina dos orixais. Mas um dos conselhos que ele dá é seja lento no julgamento. >> É Jesus. falso também, né? >> Porque assim, a gente às vezes monta uma opinião, um julgamento e assume aquilo e o problema é da gente, porque o que mais limita o ser humano é a opinião que ele tem. Se ele tiver certo, bem, se não tiver, ele tá ferrado. >> Jesus. É, Jesus fala, é, acaso você é juiz para julgar os outros? Em vez de julgar o próximo, julgue a si mesmo. Se todo julgasse a si mesmo, Deus não
precisaria julgá-lo. >> E com a medida que você mediu, >> é, você será medido. É a mesma proporção. >> Então assim, analisar o cristianismo se transformando em catolicismo é um dos temas mais fascinantes que eu conheço, mas é difícil a avaliação. Para mim faz parte dessa guerra entre narrativas ou fofocas espirituais, entre times diferentes que tão querendo a hegemonia do discurso, torcendo o cristianismo para se adaptar a um projeto político do Constantino também e a um projeto espiritual também, >> que na verdade para mim Jesus que era o pantócrata, que era o colocado como senhor
do universo, é rebaixado e colocado como um bebezinho no colo de Maria que é maior do que ele, porque ela é mãe de Deus, entendeu? Essa visão é muito interessante, que é mais uma realidade semilita. Jesus é rebaixado nessa visão em relação a Maria, mas Jesus ele é levado a condição de ser igual a Deus no mito da Santíssima Trindade, coisa que não existia no cristianismo. Isso veio existir no próprio catolicismo. Então assim, eu eu não sei até, >> eu creio que até no Antigo Testamento já tinha, porque você vê Gênesis 1 fala que o
espírito de Deus se movia sobre a face das águas. Depois Samuel reclama com Deus: "Ó, o povo me rejeitou, tá querendo um rei." Deus fala: "Não se, não fique triste." Não rejeitaram você, rejeitaram a mim. Aí é o pai falando. Aí depois vem Jesus falando, né? Eh, antes que Abraão existisse, eu sou uso o mesmo nome de Deus. Então, para mim, dentro do Antigo Testamento, até quando Deus fala: "Façamos o homem, a nossa imagem semelhança, a gente pode até pensar nos arcontes, né? Alguns interpretam isso. O nome Elorinha é plural, né, de El." >> Uhum.
>> Eh, Torre de Babel, ele fala: "Desçamos e confundamos", né? Alguns vão falar que são os seres espirit, é, fala no plural. Ou ele tinha transtorno de personalidade, né, dissociativo, ou era uma equipe, né? Ele tá falando com os arquantes, não sei. É o, é o Demiugo falando com os outros eh líderes da criação, não sei, mas já bota essa multiplicidade do Deus ali no Antigo Testamento. É claro que os judeus não vão aceitar isso, óbvio, porque fala e ouve a Israel, o Senhor nosso Deus é um Deus único, né, em Deuteronômio. >> Existem dois
tipos de mitologias nessa história. Que história? Na história humana. E o que é que isso tem a ver? Mitologia quando o ser humano chama seres que não são humanos de deuses. E há dois troncos bem distintos disso. Há os tipos de deuses que se metamorfoseiam, ou seja, que são seres extrafísicos. E há seres que chegam aqui na terra em naves, mas não se metamorfoseiam porque são, vamos assim dizer, biológicos. Então, na hora em que a gente vê a mitologia grega, a mitologia hindu, lá todos os chamados, entre aspas, deuses, se metamorfoseiam. O que a gente
pode deduzir com muita tranquilidade que essas duas mitologias estão falando de deuses extrafísicos, ou seja, que vivem no universo vizinho. Porém, tem também, entre aspas, deuses que vivem no nosso universo biológico e há muito tempo haviam chegado na Terra. E a própria Bíblia nos capítul no primeiro livro da Bíblia chamado Gênesis fala: "Houve um tempo em que os Nefelin estavam na terra". Nefelim é a forma suméria de se chamar seres extraterrestres que passaram a viver na Terra num tempo em que os humanos nem existiam. Mas na Mesopotâmia os sumeres foram depois sucedidos pelos acadianos, depois
caldeus, babilônos. Então, os acadianos chamam os Nefelin de Anunque. E Nefelin e Anunque terminou sendo a história de dois clãs de Henk e de Enl, que eram filhos de Anu, que era o soberano desses seres, que a cerca de 450.000 anos haviam chegado à Terra. E nos últimos 5.000 anos, em que e em Lio já tinham tido filhos deles que nasceram aqui na terra. Então, prestem atenção. Existem anuna que são terráques, ou seja, que nasceram aqui na terra e se sentem donos da terra. Do jeito que a gente também nasceu aqui, se acha dono, né?
E esses seres na época, para aumentar o que na linguagem grega se chama telos, de um deus, ou seja, majestade, eles começaram a misturar a genética deles com humanos. E nesse ponto surgiram os seres que a gente vê muito, com muita riqueza de detalhes na mitologia grega chamada de semigar, semideuses. Na mitologia urita e tita sumeriana acadiana também existe semideuses e Gigom, portanto, seria um desses alguém semivino. >> Podias >> Gilgamech foi a pergunta que o Paqueto fez. Você você tava >> não, eu ouvi. Mas em relação aos neflins eh, seriam gigantes da Bíblia, os
anjos que copularam, tem essa teoria, sabe? >> Tem. Mas assim, é é uma e eh em inglês, se você pegar a Bíblia, a tradução literária vai tá lá. Houve um tempo em que os Nefling estavam na terra >> e que o dilúvio seria para para matar essa essa raça, não? Tá, então vamos uma coisa de cada vez. [risadas] Houve um tempo em que os Nefel estavam na terra. Quando você traduz esse capítulo do Gênesis para português, a tradução é: "Houve um tempo em que existiam gigantes na Terra". >> Isso >> na hora que você fala
gigantes, você tira a noção extraterrestre da frase. Porque quando você diz, "Houve um tempo em que os nefelin estavam na terra", implica dizer que houve outro tempo em que eles não estavam aqui. Mas se você fala gigante, aí gigante pode ter surgido aqui na terra, você, né? >> Então essa essa coisa gigante sempre foi mal utilizada. Os Nefelin de fato, os originais, porque hoje hoje em dia tem diversos tipos de anonik. É complicada a situação. Eles eram mais altos, 2, 3, 4 m. Mais tarde, esses humanoides, esses seres >> se missigenigenaram. Esses não. Um tipo
de nefil chamado igi terminou se misturando com mulheres. Aí surgiram seres gigantes e doentes. Foram esses aqui que o dilúvio pretende eu matar. essa outra geração, porque essa turma aqui começou também a se unir com mulheres e o apetite deles era maluquí. Quando mais tarde Moisés liberta as 12 tribos dos hebreus, filhos de Jacó, e leva pelo deserto e começa a enfrentar povos nômades dos desertos em que tinha gigantes como Golias. >> Sim. E a ordem de Jah: passe a fio de espada todos os membros dessa etnia, inclusive crianças e seus cachorros, seus gatos, seus
>> para não deixar nenhum DNA da descendência dos Igigis junto aos humanos que Javé não queria, porque Javé era pé da vida com a desobediência que os anuniks haviam feito a uma regra dele, que a turma de fora não deveria se misturar com os humanos. E mas é >> então, Gilgame, Paquita, respondendo a pergunta, foi um semideus que viveu nessa região do Oriente Médio e que sabia onde era uma base de lançamento dos deuses, ou seja, dos anunx e essa base era escondida dos humanos e dos semiumanos como ele. E ele queria descobrir onde era,
porque ele queria voar para onde os deuses estavam. Então, Gilgameh, a epopeia de Gilgamech tem muitos traços interessantes, mas o principal é tem a ver com essa questão do da base de lançamentos dos Anunax que ficava lá onde hoje é o Líbano. Então é toda uma história respondendo a pergunta do paqu deles. >> O DNA de Enk, que é um dos filhos de Anu, está em quase toda a humanidade >> e não poderiam ser anjos, seriam extraterrestres mesmo. extraterrestre. O nome anjo e e Deus eh foi muito mal usado o tempo inteiro [risadas] pela humanidade.
>> Ah, é? >> Eu sou do Nordeste do Brasil. Hoje em dia, né? Tá >> Natal, Rio Grande do Norte. Mas na minha juventude, adolescência, infância, qualquer pessoa que fosse rica, tivesse um carro, usasse palitó, era chamado de doutor. >> Exato. Mesmo que não tivesse nada a ver com >> não fosse, né? Então assim, é a mesma coisa. Nós humanos chamamos de Deus anjo, um monte de gente sem futuro, [risadas] só porque não é humano, >> não sabe o que é, chama de anjo, >> chama de anjo de Deus. E essa coisa era tão confusa
que até o século I antes de Cristo existia Deus na cultura das pessoas de então deuses bons, deuses ruins, deuses doentes. Existiam anjos bons, anjos decaídos, anjos ruins, anjos doentes, homem bom, homem ruim, humanos bons, humanos ruins, mulher boa, mulher ruim. Aí no século I o judaísmo criou, fez uma conceituação absurda. A partir de então era assim, anjo é bom, não tinha mais anjo ruim, aí tinha os anjos decaídos, né? Só que tinha demônios, tinha demônios bons, demônios ruins, demônios maravilhosos, demônios. >> Aí [risadas] ficou anjo bom e demônio ruim. >> Dem. Então, essa organização
do pensamento humano foi trágica porque terminou escondendo uma série de características que poderiam ser interessantes pros estudiosos e ao mesmo tempo criou nuances românticas. Aí hoje você encontra livros maravilhosos sobre anjos, anjos. Mas assim, isso é muito do romantismo nosso, mano. >> Então, na tua visão, não existe anjos, não existem eh seres a serviço desse criador. >> Existe >> como e o que seriam esses seres? >> E a porrada, quase 1 bilhão de seres. >> E o que que são? >> São anjos. São seres robotizados. >> Como assim? >> Porque as mitologias dizem muito claramente,
eu explico isso nos três livros, o drama cósmico de Jah, o drama espiritual de Jah, o drama terreno de Jahé. São três dos livros que eu lancei, que no primeiro momento o eu de Javé se reconstruiu como parasita e um parasita quer encontrar o quê? guarida num corpo. Então, Javé, >> ele depende de um corpo para >> O eu dele ficou tentando criar as partes dispersas da mente dele que havia caído quando juntou o eu dele se hospedou ali. Só que Javé, ele ficou notando que quando ele dava uma ordem para aquilo, para ele mesmo,
tudo obedecia. Então eles se achavam ser múlto. Foi quando surgiu o conceito de clones que obedeciam a Jahé ou anjos clones >> que eram >> seresados replicados. O mesmo DNA. >> É como é que funcionava? Tipo Calmeia. Abelha rainha manda, abelha operária obedece. A abelha operária nem tem senso de individualidade. Arbítrio não tem individualidade, >> nada. Só obedece. Então assim era Jahé e os anjos clones. Até que um certo espírito e mantou-se num clone desse e foi despertando o nível de consciência, agrediu Javé para Javé parar de criar seres monstruosos como aqueles. Javé devolveu a
pancada, destruiu o corpo desse clone, mas o espírito que estava entado nesse clone saiu com a forma corporal, se transformou num novo tipo de ser chamado em sânscrito daiva. E na nossa linguagem demon, demon demoníaco, porque se metamorfoseava que tem na cultura e os os gênios da lâmpada seriam esse tipo de >> É os é um tipo de o gênio de lâmpada é um tipo de gin. Aí entra a cultura islâmica muçulmana mais recente. >> Mas lá atrás >> existiam dois tipos de seres nesse universo antimaterial vizinho, tá? >> Tá. Lembre-se, o ovo cósmico diz
que surgiram dois universos, o material, antimaterial. Tudo aqui é desse universo antimaterial. Então, surgiu anjo clone e a figura demo. Quando Shiva surgiu como primeiro demo, Shiva deu para Javé a condição demo que ele tinha e depois virgulha. Então eles compõem a trimú aí desse lado vizinho. Então desse lado vizinho ficou um batalhão de robôs, que a gente chama de anjos clones que obedecem a jacim e esses demos que não obedecem muito não. Essa confusão toda que as mitologias falam há muitos. Só depois a vida biológica surgiu nesse universo vizinho que antes >> nos livros
que eu explico, né? os livros que eu produzi, a gente tenta explicar tudo isso. Um, uma das tarefas dos meus livros é tentar explicar páginas incompreensíveis ou mal interpretadas das mitologias que foram descritas. >> Mas na Bíblia se fala de anjo. Quem que são esses anjos? >> A Bíblia fala de anjo, >> anjo, anjo de Deus, né? >> Porque é o seguinte, né? >> E descreve também como uma figura não sei quantos olhos, não sei quantas asas, né? >> É. Aí depende do tipo de anjo que você tá falando. Porque assim, qual a questão? A
questão é que tudo começa na trajetória que os judeus percorrem ao longo dos milênios, quando só restou as duas tribos do sul, chamada tribos de Judá, do reino de Judá. Eram 10 tribos do norte, reino de Israel, e duas tribos do sul, reino de Judá. 10 com 1 do 12 tribos. de filhos de Jacó. Essas 10 tribos foram destruídas, são consideradas perdidas. Toda a história se resume agora, agora quando nos últimos 2700 anos. Por isso que surgi os hebreus, antes assim chamados passaram a ser chamados de judeus porque só restou a tribo de Judá. Aqui
os, essas duas tribos resistem durante muito tempo ao império assírio, mas Nabuco Donozor em 586 an. Crist leva conquista as duas tribos, o reino de Judá, e leva essas duas tribos pra Babilônia. Na Babilônia, pela primeira vez, os judeus escutam a palavra anjo. >> Ah, é? >> Os judeus já haviam lidado com anjos na época de Moisés? Quando figuras lá no deserto, a travessia do mar, aquela história toda era Jahé com anjo, mas aqui ninguém chamava ninguém de anjo. >> O nome anjo >> só surgiu na cultura babilônica junto com os caldeus, quando na época
do profeta Daniel, isso aqui foi então, vamos assim dizer, assimilado e codificado como sendo o conhecimento dos judeus. Mas foi um conhecimento que os judeus retiraram dos caldeus, dos babilônicos. E no ano 513, quando Siro, rei dos peças, libertou os judeus do cativeiro da Babilônia, os persas também falavam em anjos. Aí os judeus assimilaram também os conceitos persos. >> Entendi. >> E assim ficou até que Alexandre Magno, 300 anos depois criou a cultura helênica. E esse nome invadiu também o pensamento greco-romano e semítico babilônico, que eram as duas culturas que existiam lá na terra onde
Jesus nasceu e viveu. Jesus, ao longo de sua vida, lidava com a cultura semítica babilônica, ou seja, a cultura dos judeus que herdaram da Babilônia e com a cultura greco-romana, porque o império romano é que dominava. E os gregos, a educação helênica, tava espalhado em todo lugar. Então o homem Jesus lidou com esses com essas quatro componentes culturais. >> Que qual era a pergunta sobre anjo, Paquito? É alguma coisa que ele já falou ou completa? >> É, era mais ou menos sobre o que ele falou. Eh, que o Ricardo ele perguntou se os anjos são
sempre bonzinhos ou se eles podem ser maldosos. Então, basicamente o que ele falou, né? >> Nem uma coisa, nem outra. Eles são robotizados, eles obedecem as >> Não tem vontade própria, >> não. Não tem. Agora sim, eu não sou, entre aspas, candidato a ser dono de verdade e longe de mim querer querer impor ou tentar convencer quem quer que seja. Eu conheço muita gente maravilhosa que produziu livros maravilhosos aonde pontuam crenças em anjos, tá certo? Isso pode ser real, sim. >> Ah, é? >> É por quê? Porque ao longo de todos esses milênios, muita coisa
foi acontecendo e continua acontecendo. E assim, ninguém sabe de muita coisa, não. Ou sendo muito mais correto, ninguém sabe de nenhuma. Eu menos ainda. Nós precisamos aprender a colecionar incertezas, possibilidades. Qual é o drama da gente? é que todo mundo pensa que é dono da verdade. >> Exato. >> Aí, então assim, como todo mundo pensa ser dono da verdade, ninguém procura mais a verdade, porque a verdade tem que combinar com a minha verdade, senão já fico chateado, triste. Então, na hora que eu falo desse jeito, eu termino sendo desagradável com muita gente que curte a
angologia, >> a ciência dos anjos ou que acredita em anjos. É, e assim, eu só tô dizendo que isso é passível de ser tremendamente real, porque além da visão humana, esses seres eles se enquadram naquilo que nós humanos acreditamos, ou por respeito, ou porque eles são dementes e não sabem o que fazer da vida deles. Aí vestem as, desculpe a redundância, as vestimentas que nós humanos criamos. Vou dar um exemplo bem rápido. Posso? Claro. >> Em 1994, eu me lembro bem disso, eu tava ainda escrevendo, sem saber que eu tava escrevendo livros, né? Eu tava
com os amigos espirituais de madrugada escrevendo. E de repente eu escuto um barulho surdo na os espíritos se afastam e diz: "Você tá recebendo? A gente vai parar que você tá recebendo uma visita bem especial". Aí eu me concentro assim um pouco. Quando eu vejo, eu sinto um bater de asas dentro do meu escritório. Eu morava. >> Sente um movimento de ar? Ah, de aí vejo um ser com plumas e asas. Eu digo, putz, tô ficando é maluco, filho. [risadas] Aí esse ser disse: "Não, eu meu n eu sou Tom Teltan. Nunca esqueci e assim
me visto não e assim me invisto ter espiritualmente em respeito e em amor aos meus pares humanos". Por quê? Ele aí ele me contou a história dele, ele foi lá para escrever comigo algumas coisas, coisa que eu nunca publiquei pro sinal. Aí ele disse: "Eu há muito tempo atrás, há uns 2 3000 anos, 2000 anos atrás, o meu espírito foi designado para ser guia ou ajudante de aldeias incas ou anteriores aos incas que viviam aqui na América Latina. E todas aquelas tribos rezavam para um deus pássaro. E eu comecei as E eu comecei a exercer
a função de recolher as preces deles para levar para níveis espirituais mais altos. Mas em respeito à pureza e à simplicidade daqueles humanos, eu comecei a me deixar investir de acordo com a forma pensamento e a forma imagem que os humanos tinham a respeito do deus pássaro que eles imaginavam. E eu então apropriei a ideia deles e me visto assim em homenagem à crença deles. E até hoje trabalho, ele dizendo isso foi 1994, até hoje eu trabalho com as aldeias da América que são herdeiros dos tiruanacos, dos incas, asecas, mais o que. Então assim, eu
tô só querendo dizer que muitos seres para além da condição humana se investem das formas pensamento que os emanos os humanos emitem num espécie de respeito. >> Entendi. >> Ou seja lá de que >> os humanos esperam um tipo de imagem e eles para facilitar se parecem com essa imagem que os humanos esperam. >> Isso. Isso. Então assim, os anjos podem fazer algo parecido. Eu tô aqui falando sim, sim. Não, não. Tô só dizendo que a gente tem que colocar vírgula. Mas o fato de serem bons ou maus, então não existe isso. >> Olha, na
minha, eu tive que lidar com esses seres. >> E aí, que que você sentiu? >> Totalmente frios. >> Frios? >> São bonitos, tá certo? Mas assim, >> desprovido de >> sorriso, zero, bom humor, senso de humor, zero. >> Mas não são assustadores assim, jeito de falar, né? Porque na Bíblia tem muito que muitos encontros que e relatam como assustadores, né? Assim, uma coisa que >> não é bem assim. Se você olhar a vida de Elias, de Ezequiel, você vai ver que eles dizem que se encontram com máquinas, mas chamam de figuras com vários olhos, blá
blá blá, mas a turma chama de anjo. >> Entendi. >> Mas não é anjo. >> Que poderia ser >> naves. >> Naves mesmo. >> Carruagem. >> Do jeito que hoje em dia a gente tem várias coisas voando aí que a gente sei. >> Eram objetos não identificados. e um ou outro chama aquilo de anjo, tá? Mas não é então assim, anjo, anjo mesmo, só a partir de Daniel na época do cativeiro da Babilônia, ele chama de Rafael, de Gabriel, ele dá nome aos anjos. >> Sim. >> E em tempos mais recuados, os a descrições também
de que viam entes que ajudavam Deus, ou seja, ajudavam Javé, que assim era tido como anjos, não é? Mas assim, não é muita coisa na Bíblia. A Bíblia não fala, fala muito discretamente nisso.