E aí pessoal tudo bem vamos lá mais dando uma vamos continuar aí com as nossos estudos aí da economia brasileira contemporânea e hoje a gente vai falar um pouquinho sobre o contexto né do governo bolsonaro do período de 2019 a 2022 nesse período a gente vai achar um um problema que ocorre né no no mundo inteiro a nós tivemos aí o problema com relação à pandemia então no dentro desse desse período 19 a 22 principalmente no período de 20 e 21 é justamente onde o Brasil sente mais esse esse problema com a pandemia né todos os países sentindo mas o que é o período que a gente tem os resultados aqui do reflexo da pandemia no país esse material que a gente vai trabalhar eu tô utilizando um um artigo do Bruno lupion de São Paulo vou disponibilizar para vocês também no no material e vocês eh isso Vai facilitar um pouco a o entendimento vou trabalhar também com os gráficos para facilitar os resultados né O que que foi ocorreu nesse período do do do governo bolsonaro e e fica mais fácil também da da da gente entender né esses impactos que ocorreram principalmente com relação à pandemia aqui no governo e o que isso trouxe né de de de resultados positivos ou negativos dentro da economia então no início do governo bolsonaro a gente vem aí de um PIB fraco né e índices estáveis por conta da do período anterior do do do temer eh depois uma alta de pobreza desemprego e desigualdade em parte devido à pandemia guerras e decisões e políticas e logo em seguida recup ação né no no finalzinho do governo mas que não compensa todas as perdas que nós tivemos nesse período então a gente pode eh dividir o governo bolsonaro nessas três partes né a um governo fraco e os índices estáveis a inflação controlada e uma taxa de juros em queda entre a pandemia nós temos aí a aumento da pobreza desemprego desigualdade guerra e e também decisões políticas impactos aí com por conta das dos impasses políticos que ocorreram e lá aí no finalzinho mais do do do do período algumas recuperações mas não Que compense todo todo esse essa esses dados eh que a gente perdeu um fato no com relação ao governo bolsonaro na aula passada a gente comentou sobre o governo temer né a contração segurar as despesas controlar as despesas para não aumentar os o déficit que já já ele já tinha eh herdado lá do governo Dilma no governo bolsonaro a gente também vai ter no início do governo essa essa preocupação do da equipe de governo em Manter o controle desses gastos né ou das políticas fiscais eles vão eh buscar eh esse esse equilíbrio né e de uma forma assim até um pouco mais eh radical né eles buscam eh esse equilíbrio a gente tem uma ruptura quando começa a a pandemia que os o governo ele precisa gastar principalmente com vacinas com com outras eh em outras eh outras frentes para poder proteger a população e no final do governo a gente vê uma inversão né o governo ele abre um pouco mais a mão ele eh começa a a gastar um pouco mais e como reflexo disso a gente tem uma melhora uma pequena melhora nos resultados aí apresentados nesse período então a evolução dos indicadores socioeconômico eh 2019 o primeiro ano de gestão é marcado por fac crescimento econômico inflação sobre controle e desemprego relativamente estável né a gente tem lá eh a estabilidade de alguns indicadores nos dois anos seguintes com o impacto da pandemia né que aumenta aí a recessão e o desemprego em alto e no quarto ano então influenciado aí também pela guerra da Ucrânia e alta inflação desemprego no primeiro semestre e melhoras aí no segundo mostra também uma piora sensível na distribuição da renda para população desigualdade de renda e da pobreza atingindo aí seus piores valores desde o início da série de 2012 eh do crescimento econômico nós temos aí o o PIB né que é a a medida aí da das riquezas produzidas no país ele ele aponta afirma aí que o baixo o segundo o ex-secretário de acompanhamento econômico do Ministério da Fazenda Cláudio considera eh ele afirma que que o baixo crescimento 2019 pode ter sido atribuído a um clima de caos institucional né isso espanta consum o o consumidor e o empresário a gente fica naquela insegurança se você vai gastar você não sabe qual que vai ser eh os os os novos dados os novos caminhos da economia e acaba nem o consumidor gasta com medo de de perder o emprego né dessas situações que dessa vulnerabilidade que o consumidor fica qu quando a a a economia tá desequilibrada E os empresários também não não vão investir não vão gastar investimento porque eles não sabem como que vai tá o resultado da economia Então essa instabilidade gera né uma queda da da dos investimentos e aqui a gente tem evolução do PIB desde setembro de 2017 dezembro de eh Janeiro de 2019 então quando começa o o governo né e o fechamento lá até Junho de 2022 então nós temos uma queda aqui principalmente em 2020 que é o reflexo aí da pandemia e depois ele volta a uma uma linha de crescimento e finalizando aí começando a cair novamente em junho de 2022 então 2020 com a pandemia entra em retração o PIB né e termin o ano em 3. 9 eh positiva aí no final do do período eh is que já comentei o custo de vida relacionado aí então Aos aos gastos né ou a inflação da que é medida nesse período quando a gente fala custo de vida eu tô tô me referindo ao ao custo né do do do dos gastos como que ele variou e aí a gente vai buscar justamente lá na inflação Então os dois primeiros anos do governo registra uma inflação sobre cont cont próximo aí da Meta determinada do do do governo né que de 4:25 e 4 em 2020 com margem meio para cima meio para baixo em 2021 que é no segundo ano da pandemia os preços começam a cair sair do controle a vacinação contra o covid avança e os países voltam gradativamente a atividade Por que que a infração foge do controle nesse período nós est retomando o o as atividades no mundo inteiro e muitos produtos né o fato de principalmente em relação à China eh ficar eh fechado por muito tempo isso Começou a faltar os produtos Então se tá faltando os produtos a gente tá acabando interrompendo a nossa cadeia de produção aqui fta a matériaprima né você vai produzir menos se você tem menos eh produtos no mercado esse preço tende a subir então foi um dos problemas que nós tivemos aí com relação à inflação nesse ano né de 2020 que a gente cita aqui ó em torno de em 2021 a inflação chega a 10. 06% muito acima da Meta né que tava lá em torno de 4% máximo que poderia ir era 55% e tá aqui o o gráfico né definindo então 2017 2020 e 2022 e que é em 22 nós ultrapassamos aí o os 12% e depois ele volta a cair na ordem de 9% alta dos preços continua também se gravando que que o governo para para para reduzir esse esses preços Principalmente no final do período de 2022 com relação à guerra da Rússia né que começa em fevereiro Rússia e Ucrânia nós tivemos problema eh principalmente com combustível né o petróleo aumentou muito e o petróleo é é um produto que eh todas a maioria né da da da da produção tá ligado ao petróleo petróleo aumentou o custo dos produtos aqui vão aumentar também então o governo encaminha aí e aprovado pelo congresso um limite de 17% para lqua do ccms que é o imposto Estadual sobre o combustível e var eh antes ela variava né de estado para estado e chegava até 34% que é o caso de exemplo no Rio de Janeiro governo promove aí também seguidas trocas no comando da Petrobras para pressionar estatal adotar parâmetros mais favoráveis ao consumidor na redefinição dos preços então o governo não queria que repassasse todo esse aumento para o consumidor e ao mesmo tempo também tomou algumas decisões com relação aos impostos a fim de baratear e segurar um pouco esse esse aumento que tava ocorrendo com relação ao combustível Teve teve um Resultado positivo né os preços do combustível caiu significativamente e começou a recuar aí no segundo trimestre de 2022 onde ele registra aí uma deflação em Julho de 0,68 em agosto de 0,36 com previsão também de deflação em setembro na ordem de 0,37 por.
a taxa de desocupação taxa de desocupação a gente tá falando de desemprego né quanto que tá tá sendo ofertado quanto que estão perdendo de vagas e emprego o durante o primeiro ano do governo tava estabilizado na faixa de 12% com algumas variações aquelas variações sazonais que a gente tem período de natal existe mais contratações aí volta a janeiro né tem algumas emissões com a chegada da pandemia e as restrições sanitárias o fechamento do Comércio isso impactou o mercado de trabalho a partir do início de 2020 que foi piorando e chegando a taxa aí de 14. 9 por da população desempregada a partir desse momento mercado de trabalho começou a se recuperar e a taxa de fechamento em 2022 foi na ordem de 9. 3% como eu comentei com vocês né a gente tem o primeiro período a primeira parte do governo eh com resultados ruins entra a pandemia E é claro se a gente tem um período de pandemia 2 anos de pandemia com resultados muito baixos é claro que eh em relação o novo período onde você começa a estabilizar a situação ele vai ser melhor né porque você tá passando aí por dois dois anos com resultados negativos ou resultados eh bem mais baixo do que o esperado é claro que o ano seguinte você começando a se estabilizar a tendência é você ter Resultado positivo A retomada do emprego também deveu-se Principalmente ao setor de servço que é intensivo em mão de obra Pondera que eh São eh São vagas né em geral de pior qualidade de remuneração mais baixa do que as das Indústrias que vem se recuperando aí de do Tombo da pandemia o Brasil ele tem ele tem uma uma característica de desindustrialização Então quando você as pessoas perdem emprego lá na indústria Onde paga mais e vem pro mercado do Comércio ou para outro outros segmentos que tem um salário menor você mantém o emprego mas com uma renda menor isso vai interferir lá no consumo aqui tá demonstrando então a taxa de de de desemprego né a gente sai em torno de 12% chega em junho julho aqui na ordem de quase 15% e depois Janeiro de 22 ele acaba reduzindo o rendimento médio das famílias nos três primeiros anos do governo o rendimento registrou uma queda em em termos reais em 2019 de foi de 2471 R 1 a menos do que no ano anterior em 2020 2.
386 e depois 2265 sempre aí essa referência está sempre a preço de 2021 foi o menor valor da série histórica iniciada em 2012 então uma queda grande aí do rendimento médio né da a que mede aí Opa que mede aí quanto que as pessoas eh recebem mensalmente como renda né Então aí pode ser de do trabalho ou de projetos programas sociais do governo pior sensível em 2021 deveu ser entre outros fatores a mudança e concessão do auxílio emergencial que não foi pago no primeiro trimestre então em 2020 é feito o pagamento do auxílio emergencial e 2021 acaba atrasando esse esse pagamento Então você tem aí o gráfico né do rendimento médio do da da população eh essa fonte também é do IBGE do do penad a população a o rendimento da população do Brasil 2022 o rendimento médio então real domiciliar perc chegou a 1586 com alta de 6. 9 frente a 2021 quando registrou o menor valor de 1484 Então você pega 2021 1484 chega em 2022 a 1586 a desigualdade da renda também foi bem acentuada nesse período eh de 2020 para 2021 ocorreu para 5% da população que ganha menos uma variação negativa de 33. 9 em termos Reis Olha a a a o quanto né que a que houve de de de aumento aí da desigualdade da renda o comparativo com o início da série isso eh essa esse 5% da população que ganha o menos teve um um eh uma redução aí de 48% a menos no rendimento em torno de quase 50% do da da renda da da da população a segunda faixa que mais perdeu foi dos brasileiros de 5 a 10% que que menos ganha né então tem aí além essa população mais carente né que perdeu quase 48% e essa outra população aqui que ganha de 5 a 10% eh queda de 31.
8 de 20 para 21 e de 25. 3 desde o início da série então são as as classes que mais perderam aí no topo da pirâmide né no do outro lado dos da da da população que mede aí uma renda maior 1% com os melhores rendimentos que no ano passado no ano anterior equivaleu a renda mensal per capita superior a 15940 a queda foi de 6. 4 e de 6.
9 desde o início da série se a gente comparar né a gente tá falando da da população que menos ganha uma um uma redução aí de 48% de uma população que ganha pouco também em torno de 25% e a população que ganha eh que tá do outro lado da da da da pirâmide né que tem salários altos a queda foi somente de 6. 9% Essa foi a diferença aí desigualdade da renda nós temos aí o gráfico né demonstrando a o coeficiente de Gine todo mundo sabe quanto mais próximo de zero melhor né Quanto mais próximo ele vai variar de zero a um quanto mais próximo de zero melhor então ele chega ele sai de zero eh um pouquinho mais que 0,56 e chega quase 0,57 no final da série que é histórica aí então 0562 para 0555 aí no final do período o ainda com relação à desigualdade da renda né em termos eh de média mensal real domiciliar per capita tivemos aí o rendimento mensal subiu 7. 77 em relação em relação a 2021 chegando a 339 mil bilhões aí a região Nordeste segue com menor rendimento médio quando lá é r$ 1.
000 111 né per capita aqui no sul 927 então aqui variação do salário mínimo corrigido aí pela inflação Mas lembra que quando a gente faz a eh se você não não desconta a inflação ele vai ter uma reta né uma sempre porque você Você tá trabalhando com resultados nominais no caso aqui quando você desconta a inflação os resultados reais ele acaba provocando essa eh aumento e queda né aumento e queda por quê você vai perdendo teu poder de compra depois o governo vem e corrige o salário mínimo aí você vai perdendo de novo até o próximo período por isso que fica essa tipo uma serra aí da na nos gráficos a evolução da pobreza no país então ele assume aí o em torno de 19. 5 dos moradores na região metropolitana em situação de pobreza que é com renda diária de até 5 em paridade com poder de compra e 4. 4% deles em pobreza extrema então desses 19.
5 4. 4% eh estava em extrema pobreza que é o quê até a com renda diária de até 1,9 Vamos jogar ó aí eh por dia para para para consumo né para para para se eh sobreviver para suas subsistência e Aqui nós temos o um gráfico demonstrando a pobreza e a extrema pobreza né dentro do desses períodos como se comportou depois dos dois primeiros anos de estabilidade né em 2021 o percentual de pessoas em situação de pobreza sobe para 23% e o pessoal o percentual de pessoas de extrema pobreza chega a 6. 3% eh nesse período a gente vai a eh verificar que no naquele espaço onde o governo ele ajudou com auxílio emergencial nós tivemos um resultado Positiva em relação à extrema pobreza né que é demonstra que só deixa eu só achar aqui ó taxa de de de pobreza no Brasil em 2020 2021 por grupos então nós temos aqui no pré-pandemia em Julho 2020 quando você tem a pandemia e outubro de 2020 também e 2021 com o auxílio emergencial eh os resultados que nós tivemos aí veja que 2021 nós não tivemos tanto Resultado positivo a extrema pobreza é isso falando da pobreza né pobreza na pandemia quando a gente analisa a extrema pobreza nós vamos ver que justamente no período da da da pandemia principalmente no auxílio emergencial de R 6$ 600 que foi dado em 2020 a gente quase né ela reduz bastante ó comparado a pré-pandemia com julho de 2020 é onde a gente tava em na pandemia e pagando r$ 600 para essa população de extrema pobreza a gente verifica aí um resultado muito positivo né nesse período para essa população eh e a gente tem essa aqui no nesse outro gráfico um histórico né desde 2 de 2004 como se comportou a extrema pobreza no Brasil Então você sai lá de 13.
3% né tem uma variação em 2014 chega 4. 2 sobe para 6. 9 que é o período lá do início da da da pandemia né a forma que a gente tava eh já já eh eh vivenciando aí a pandemia né e depois em 2020 ele cai para 3.
3 novamente depois da dessa da retomada do controle em relação às dívidas eh dívida bruta Federal em relação ao PIB nós temos aí no primeiro período de 2017 para frente um aumento né em 2022 em 82. 2 por eh em relação ao PIB que é o valor da dívida pública e depois já para dois uma previsão aí para que se chegue em 2028 na ordem de set 30% Esse é o planejamento que o governo apresenta naquela época evolução da taxa celic nós vamos ver que ela chega ela fica no período de agosto de 2020 até janeiro de 21 na ordem de 2% e depois ela volta a subir né até por conta de controles aí necessários por conta da inflação a 13.