De título ficar com esses título aí no >> verdade, verdade. >> E e aí, menina, gostou da semana passada? >> Incrível. >> Gostou? >> Muito, muito conhecimento, muito conteúdo. Para mim, assim, é um, é uma forma nova, né? O universo, para mim é um universo novo, né? Porque eu trabalho na área de algum tempinho, porém sempre No anonimato. >> Sim. faço os cursos, mas esse contato direto com o mentor é a primeira vez de gratidão. >> Que é isso? Então, porque é um propósito de vida muito lindo esse seu, muito mesmo. >> Na verdade, assim,
é o que eu falo, é é o é a hora que eu consigo descontrair, né? E oante, professor, é que eu me tô Ligando minhas fontes aqui tudo. >> Fica tranquila. >> Tava de bicicleta com os meninos, dando anda, fazendo a andadinha de bicicleta todo dia. Se eu não for, os dois pequenos aqui de hoje, de 3 anos, me pega. >> Ah, fica bravo, né? >> Ah, mãe, tá na hora. Mãe, tá na hora. É, >> fiquei correndo, falei: "Agora é minha hora. Me deixa e vai ver o pai de vocês, irmãs e vai para
lá". Agora é o meu momento. >> Ô, isso é, isso é gostoso. >> É, é algo muito novo para mim e incrível, pessoal. E como eu tava falando, foi algo que eu descobri assim, eu me atrevi, né, a passar um pouquinho dos desse conhecimento. >> Sim. Tem muita gente que eu faço, eu faço parte de muitos grupos assim e tem muita gente que ainda tem essa dificuldade de de identificação dos Meridianos, saber onde começa, onde termina, para onde vai, né, a direção deles. >> Mas é muito comum isso, viu, Eliane? >> Hã, >> isso é
muito comum de acontecer. Muito mesmo. >> Muito as pessoas, Eliane, mas para que lado eu coloco a agulha? Eu falei: "Pera aí, gente". Onde tá começando, Verid? O que é que você quer fazer? Você quer tonificar? Você quer sedar? Você quer Dispersar aquela >> aquele espaço? >> E aí >> o o legal do >> Eu vou ver se >> o grande legal do Tung. Ah, e é o que eu mais admiro assim, né? é que esse negócio de ah tonificar, sedar ele não seguia muito bem essa essa linha, sabe? Agulha no sentido do meridiano contra
o meridiano. Na Verdade, ele até seguia, >> mas de uma forma um pouquinho diferente. Ele se preocupava mais com a profundidade da agulha do que o sentido. >> É. E e isso daí, nossa, me abriu assim a mente, viu? Muita coisa ele me ajudou nesse ponto. >> Mas >> então, no meu caso também que que sacada assim naquele tema que que facilidade, né? Eu acho que cada pessoa Que trabalha ou que estuda com a cupura, acaba abrindo um horizonte assim gigantesco, né, de >> possibilidades, de visão >> que cada um tem visões certas e diferentes.
Nenhuma divide, né? Nenhuma é mentira, mas são muito diferentes uma da outra. E é incrível isso. >> Mas isso daí é uma coisa que você tá falando que as pessoas muitas vezes me questionam muito, Né? Ah, Júlio, mas lá no livro do imperador amarelo tá escrito assim: "Você tá falando que é assado". Falei: "Não, gente, pera aí. Não é que é assim, não é que é assado. Ã, são visões que vem evoluindo com o tempo e muitas vezes a verdade de ontem se torna uma mudança de hoje, né? ou ou vamos pensar de uma outra
forma, >> mas Até essa semana passada, ã, poxa, é triste, né, de de ver as pessoas, né? Tem o cursinho que a gente fez aí do da introdução do Tung, que foi a galerinha fechada, né? >> Sim. saiu distribuindo o link aí no das aulas no nos chatzinho aí nos grupinhos do WhatsApp. >> E eu achei estranho, né? Um monte de gente começou a me fazer pergunta no celular, no particular. Pô, Júlio, você tá me falando isso assim? Ado, mas eu faço aula com o professor reitor lá da faculdade, não sei da onde. Olha, >>
ele fala que é assado, especialmente a gente vai entrar no canal do inter vou comentar um pouquinho. E uma coisa que eu falei, tá bom, ele não está errado e eu não estou errado agora, Já que você não fez o cursinho aqui e não viu todas as aulas que só vazaram um vídeo, >> vai lá, não, eu falei, vai lá e pergunta pro seu professor o por que ele falou que é dessa forma, qual o fundamento que ele usou. Porque isso que eu falei, ele tá baseado aqui, aqui, aqui, aqui. Expliquei direitinho, né? Aí a
pessoa virou assim: "Nossa, eu Nunca tinha ouvido falar dessa forma, agora fez sentido. >> Agora tem sentido." >> Falei: "Então, a diferença é essa. Uma coisa é a gente querer vender curso, outra coisa é a gente entender o porqu tá acontecendo as coisas". >> Nossa, >> e aí, nossa, aí muda a mente, né? Aí começa a mudar a cabeça, né? Eli, quando você entende a coisa, né, >> muda muito. E é algo que eu percebi, eu, Meu Deus, eu tô eu sou a sementinha ainda dessa área da compa, mas quando a gente começa a ensinar,
a gente fixa melhor, né, o aprendizado, o conhecimento. >> Ah, não. Por que que eu gosto de fazer isso aqui, >> eu amo fazer esses bate-papo que é que eu a hora que eu aprendo, >> eu aprendo mais incrível isso. Um, um, um, você pega um comentário de uma pessoa, um comentário de outro, você Fala: "Nossa, meu, olha, nunca tinha passado pensado nessa linha de raciocínio". E você vai fechando o seu sua forma de tratar, né? Vai começando a entender a história, né? >> Sim. Eu tô tentando tirar o papelzinho que tá aqui no meu
notebook, que eu não sei nem quantos anos esse papelzinho tem aqui. >> Foi a primeira vez que eu ouvi falar de >> de canal unitário, de canais acoplados. Aí eu fiz a sacolinha, olha, tava tá no meu notebook aqui, acho que há uns três anos já, ó. >> Deixa eu pegar aqui. Pera aí, deixa eu dar um Spotify. >> Ombro, data quadril. >> Uhum. >> Cotovelo, joelho. >> É, essa holografia é sensacional, menina. >> Gente, tá aqui no meu computador, ó. Eu acabei de tirar para mostrar pro filho, Mas tá aqui há tantos anos. Papelzinho
colado aqui. >> Então, >> e realmente >> e é a base, né? E se você olhar, é a base da da acupontura. É que nem o quando a gente entra lá nas raízes, né? A primeira pergunta que me vem. Ah, Júlio, mas onde já se viu tratar coração na perna? Gente, não é nada mais do que a holografia desse papelzinho que você Mostrou. >> Holografia. É, é verdade. >> E o Só que assim, né, as pessoas escondem informação, né? Sim, professor. E às vezes dá uma informação tão vazia que você fica, meu Deus, mas o
que faz com isso? >> Sim, é que >> para onde? De onde vem isso? Para onde vai? Para que serve? >> Uma outra coisa que me perguntam muito, Eliane, ai mas no balance é diferente. O tung muda algumas coisas e você vai perguntar pra pessoa, não, mas tudo bem. Você você fez o curso de balance, né? O fundamento do balance é tung >> não. E o fundamento do balance, né? >> É o tung. Aí vem assim: "Nossa, ah, mas eu fiz, eu optei só fazer o balance e se torna colocador de agulha, se torna Leitor
de protocolo porque assim não teve fundamento. Eu eu costumo falar que é uma jornada para você chegar lá no no balance, né? Tem que ter sistêmica, não tem jeito, tem que conhecer conceito de de meridiano, estrutura de canal. Tem aqui esse >> o maior perigo dos >> Oi. Professores, esse é o maior perigo dos professores de hoje em dia que fala: "Não precisa você ir para aquela Dificuldade, não precisa você estudar". Não, eu tenho, >> só faça isso. >> Tenho uma amiga, >> meu Deus, que perigo, né? >> Eu tenho uma amiga muito querida aqui,
muito mesmo, que ela vem lá da do lá do Pail Lin, né? Parente lá, né? e é uma pessoa assim muito inteligente no MTC e ela caiu nesse papo de vendedor. Eh, ela assim, ela ela ela da masso, é Uma pessoa assim muito boa em a na massagem oriental e ela foi estudar com a gente, né? Caiu na no papo de vendedor é uma beleza, né, meu? >> Caiu naquela historinha de ah não precisa conhecer sistêmica para fazer o tung, porque não tem nada a ver tung com a sistêmica, é outra coisa, é totalmente diferente.
E a gente sabe que não é, né, gente? Essa essa moça, ela tá deu um nó na cabeça dela que ela não conseguia desenvolver o o raciocínio. A gente estudou junto mais de 10 anos, né? Agora que ela resolveu ir fazer a sistêmica e ela tá assim: "Nossa, agora eu entendi aquela história do pontinho do Tung aqui. Ai, mas agora eu tô entendendo o Porquê. >> Mas por quê? É um é um caminho, né, Helene? >> É a base. >> Não, e é um caminho, né? >> É um caminho, né? Não adianta, meu. O povo
faz, faz fala: "Ah, vou fazer o tum, não preciso da sistêmica". Vai apanhar, vai virar colocador de agulha porque não vai ter a base. >> Vai virar. É isso aí. >> Ah, vou fazer o balance. Tem o sistema Que eu vou fazer o balance. Gente, se fizer o balance e não conhecer o princípio do Tung, vai ficar refém de protocolo. E infelizmente é isso, né, que a gente tem no dia a dia, né? >> Verdade. >> E quantos outros, né, que nem o pessoa, eu falo: "Gente, Coriô explico em um minuto, né? Só você tiver
o esquema da holografia. >> Eu aprendi cori nas tuas aulas, nos teus Vídeos do YouTube. Eu falei: "Meu Deus do céu, não sabia que era isso, porque aqueles pontinhos daquel, eu falei: "Não, >> aquele mapa é ridículo de entender". >> Eu tenho uma impressa que eu falo: "Como é que isso funciona? Para onde vai?" Aí vem, vem o senhor e faz aquela holografia toda aqui, eh, os canais unitários, a união de cana faz. Ah, tem uma aula que eu me risquei inteirinha, >> fui riscando junto pra gente. Mas o que Que é? A base da
sistêmica, a gente só projetou a sistêmica na mão. >> Os pontinhos do Tung, os pontinhos de Tung, todos eles, todos se explicam na sistêmica. É, é impressionante isso. Mas tem gente que vende o curso falando que não precisa. >> Boa noite. >> Boa noite. Quem que tá falando aí? >> Monalisa de Fortaleza. Eita! >> Vai lá, vai. >> Sai daí, mulher. Vai praia, mulher. >> Sou mais a assistir a aula, viu? >> Ai, que coisa linda. Isso aí. >> Tudo bem, Mona Lisa? >> Não mais assistir a aula, professor Júlio já depois de dia, né?
Não chama de professor, pelo amor de Deus, gente. Você ainda não colocou, como é que a gente faz? >> Ah, então deixa eu comentar um negócio com vocês. Por que que eu não coloquei Ainda? Tá, Monizar. >> Ã, mudei todo o esquema. Tinha passado um >> Você escreveu, digitou lá. Aí eu quero saber o número do Pix. Então, deixa eu comentar um negócio para com vocês. Aí a gente já começa aqui. Eu tinha anunciado um valor lá na no sábado passado, né? >> E eu >> Aí mudou o valor. >> Lógico que eu mudei. Você
sabe que nesse país aqui tudo aumenta, né? Não, na verdade assim, eu pensei uma coisa, eu não falei na no bate-papo anterior, >> mas vou falar aqui. Por que que eu tô fazendo esse bate-papo gratuito aí? abrir no no YouTube, quem quiser aí, pessoal do YouTube também, boa noite. Ã, esse mês aqui de agosto completa 5 anos que eu tô dando esse curso. >> Aham. >> Por isso que eu abri aí gratuito, né? >> Aham. >> E vou vou se Vamos ver, né? Não sei como que vai ser aí no futuro, mas e acredito que
>> você não falou pessoas que quem for querer a apostila e e o certificado. >> Isso aí que que eu vou fazer, Monaisa, eu tinha anunciado, deixa eu abrir aqui e aí a gente já começa e já vou explicar, tá? >> Eu tinha comentado que ia ser, deixa eu pegar aqui o valor aqui que eu não Lembro de cabeça, tá gente? No bate-papo lá, pessoal lá do YouTube já tá vendo. Tinha comentado que ia ser 250 no Pix e 300 no crédito em duas vezes, né? >> Isso. >> Mudei tudo. Vou fazer assim, ó. 180
no Pix e 200 em até duas vezes. >> Certo? >> E por que que eu ainda >> eu vou querer eu vou querer do Pixel? >> Não. Beleza. E por que que eu não passei o link ainda? pessoal aí que já fez o cursinho do do Tung já viu, né, que recebeu a apostila. Eu contrato uma empresa, é uma empresa americana que ele certifica as apostilas para não ter problema de pirataria, aqueles compartilhamentos indevidos que a gente sabe, né? tava comentando até com a Eliane semana, tem umas duas semanas que o curso nosso interno ele
Que de um de uma classe aí do que a gente teve, pessoal andou compartilhando os links, né, gente? Eu sou tudo avisado, porque essa certificadora ela me avisa, ela não sei aonde foi a origem, sei quem compartilhou e e eu tava precisando de acordo dessa dessa empresa, porque eu contrato uma quantidade de de licenças, tá, Monalis? De licença, né? E isso. Aham. >> E eu eu fechei o o contrato na Sexta-feira, eu só tava esperando o de acordo delas para mim seguir. Eles mandaram o de acordo agora, era umas 4 e pouco da tarde, por
isso que eu não mandei link ainda. >> Aí, >> aí amanhã cedo eu começo a mandar, >> tá? Tá, >> vamos começar, gente. >> Bora, >> gente. Antes de mais nada, boa noite Todo mundo aí. Tenho que falar as questões legais, né? Não tem jeito. Deixa eu só voltar aqui, gente. Pessoal que tá no Zoom, tá participando com a câmera ativa ou microfone ativo, implica em consentimento de direito de imagem e som, né, e imagem e voz, conforme a lei da LGPD 13709 de 2018. Por que que eu falo isso? Gente, já tive Problemas de
processos aí de fazer essa transmissão ao vivo aí com o pessoal do YouTube. Tive umas notificações judicial aí, eu tive que colocar o vídeo para fora, senão ia pagar multa pesada. Então, tá, concorda em não utilizar câmera e microfone, quero falar alguma coisa. Você tá concordando com a lei 13709 de 2018? Ah, tô quietinho aqui. Vou ficar quietinho. Não vou abrir o microfone. Fica à vontade. E estamos lá no YouTube já ao vivo também. Tem 11 pessoas lá, gente. Boa noite, pessoal do YouTube também, tá? Tem bastante gente aqui, ó. O Davidon aí. O Davidon
aí é de pertinho de você, Monalisa. Ele tá, se não me falha a memória, em Recife. Se não me falha a memória. >> Boa noite. >> Ô, Davidson, >> tudo bem? >> Bom, falei certo. >> É Jabuatão dos Guaráes, vizinho de Recife. >> Tá, tá no canto. >> É no Nordeste. >> Nordeste. >> Tá caçando uns tubarão aí, Davidson. >> Então, a Bitagem já é bom. É tubarão. >> Ah, gente, muito bom, meu povo. Bom te ver aí, meu amigo. Beleza. >> Bom, >> é assim, é que eu falo, é é a hora que eu
consigo descontrair. >> Ah, tem um pessoal que tá seguindo no YouTube também aí, que tem um delay aí. Tô ligando minhas fotos daqui a pouco. >> Gente, eu vou vou mutar a os microfones. >> Quem quiser falar alguma coisa. >> Vou mutar os microfones, gente. Fiquem à vontade para conversar. Se precisar falar alguma coisa, pode abrir o Microfone, comentar. Só lembra, gente, hoje é uma aula, tá? Não é, tira dúvidas aí de, ah, meu meu tio tem um problema, minha avó, normalmente a gente tenta conciliar, mas a ideia é a gente focar aqui na aula.
Se for uma pergunta muito específica, manda lá no grupinho que tem um monte de gente que ajuda. Sempre tem gente com boa fé aí de ajudar, pessoal. Falar um pouquinho dos nossos cursinhos aí, ó. Dia 30, pessoal de São Paulo, tá? Vai dia 30 e 31 vai ser um cursinho que a gente vai dar, que é esse mesmo cursinho que a gente tá fazendo aqui, tá? Que só que eu vou fazer presencial aqui em São Paulo, tá? São 12 vagas, já tenho quatro pessoas que se inscreveram, né? Então, a gente tá aí com oito vagas
ainda, tá? Ã, o valor dele R$ 300 no Pix, 350 em duas vezes no crédito. Como que vai funcionar esse bate-papo, tá? Esse workshop aí, diferente de todos os que eu já fiz. No dia 30, das 8:30 que a gente começa e normalmente eu sou bem rígido no horário de começar. Vamos aí até umas 17:30, 18, um pouquinho mais, um pouquinho, um pouquinho menos aí depende a canceira do povo. E no dia 31 a gente vai começar às 8:30. Normalmente o cursinho do Tung, ele vai Até meio e meio, 1 hora. Só que eu vou
fazer um pouquinho diferente esse bate-papo. Ele vai ser, eu normalmente no curso do Tung eu passo o videozinho mostrando como que é o agulho. Vocês vão ver aqui no nosso encontro, né? Nesse daí não vai ter vídeo, a gente vai se agulhar aqui na na live. Então assim, Júlio, eu quero fazer o curso, mas eu tenho medo de ser agulhado. A ideia é Não faça esse curso, porque você vai ser agulhado, né? Inclusive até mulheres, homens pedir para vir com uma bermuda, mulher com uma saia ou uma bermuda, né? Porque vamos usar pontinho de perna.
Por qu? Qual que é a ideia? A gente fazer uma imersão nesses pontinhos aí, né? que a gente passa esses 21 pontos mais as raízes para ter a experiência que o paciente vai sentir lá na hora do agulhamento. Então, pode ser que a gente Termine no dia 31 a meio-dia ou 1 hora, pode ser. Pode ser que a gente vai terminar lá nas 18 horas, então reserve o dia 31 o dia todo, tá? Outra coisa, semana passada eu repensei um pouquinho e eu tinha comentado aqui, quem quisesse apostila e certificado desse nosso encontro ia cobrar
250 no Pix e 300 no crédito. Gente, eu refiz isso aí. Falei: "É, não, gente, é a última vez que eu vou dar esse cursinho hoje, exclusivamente hoje, a gente tá fazendo aniversário desse curso aí. São 5 anos que eu tô dando esse bate-papo. Então, vou fazer o seguinte, gente. Repensei no valor. Vou fazer R$ 180 no Pix e 200 no crédito em duas vezes, tá? Ah, pessoal do YouTube tá conseguindo me ver bem? Se puderem dar um joinha aí, Só porque eu vi aqui que meu meu software ele ele deu um erro de conexão,
senão qualquer coisa eu subo de novo lá. Bom, pessoal, paramos no a semana passada a gente revu os meridianos regulares, vimos o o trajeto dos meridianos, os pontos chu antigos que são importantes lá no Tung, né? especialmente o terceiro ponto de estal, o riacho para desobstruir o Meridiano. Hoje a gente vai começar a falar um pouquinho de um negócio chamado canal unitário. Deixa eu pegar aqui e passar para vocês. Obrigado, Mariá. Gente, o pessoal do YouTube que tá aí, eu não consigo mandar mensagem por aqui, tá? Eu saindo da live aí eu começo a divulgar
que eu consigo ler as mensagens, não consigo responder. Gente, pra gente conhecer um pouquinho da história dos canais unitários, sabe aquele negócio tai, Tain, Yangming, Xiain, Xang. a gente precisa voltar um pouquinho na história. E aí quando eu falo voltar na história, é voltar lá para trás, lá 2000 anos antes de Cristo, antes da gente conhecer o que a gente conhece na acupuntura lá, a sistêmica, Os cinco elementos, os meridianos regulares, existia um negócio chamado medicina chinesa. que que era a medicina chinesa? Eles tinham lá os pontinhos, né? E eles tinham o trajeto dos meridianos.
Eles conheciam alguns meridianos chamado Taim, Juim, Shaoin, eh, Yangming, Shayang e o Yang Ming. E isso daí era a forma que eles tratavam com esses meridianos. Porém, teve um imperador lá na China que ele proibiu o uso da acupuntura. tão somente os mestres da época que poderiam praticar a medicina chinesa, a medicina tradicional chinesa, só que o chinezinho ele é inteligente, ele foi inteligente. E esse conhecimento ele transpôs para a religião, Ou seja, aquilo que antes era uma ciência, eles adaptaram aquela ciência no tal. E aí vem a confusão que a gente tem hoje da
acupuntura. é uma coisa mística, alguma coisa assim, nossa, é uma coisa divina, energia. Por quê? O a medicina era só possível ser praticada pelos estudiosos da época ou os curandeiros da época. População normal não podia. Esse imperador ele Falou: "Ou vocês param ou cortem-lhe as cabeças". e foi proibido. Só que o chinizinho e não sendo pejorativo, pelo amor de Deus, gente, ele na sua inocência e inteligência, ele pegou todo esse conceito e transpôs tão somente para a religião. E quando ele era apego lá praticando a medicina tradicional chinesa, Ele alegava: "Eu não estou fazendo acupuntura,
eu estou praticando a minha fé". E aí surgiu o conceito dos cinco elementos, o conceito do do dos meridianos regulares lá que a gente tem, pulmão, basso, fígado, enfim, todos os meridianos aí. Só que antigamente era desta forma aqui. E por que canal unitário? Eles pegaram o meridiano lá para colocar nos cinco elementos. Eu vou pegar o Exemplo do Taim. Ele fundiu, dividiu, né, o meridiano do taim em dois meridianos. Um meridiano aqui na mão até o tórax e do tórax até o pé. e fundiu o pulmão e o basso, que era antes um único
meridiano. Ele chamou o taim de pulmão e basso. Meridiano do pulmão na mão, meridiano do baço no pé. Por isso que nasceram os cinco elementos aí, os conceitos do do Dos cinco movimentos, né? Os meridianos regulares que a gente conhece, tão somente por uma proibição legal. E o chinês ele foi lá e conseguiu quebrar o sistema praticando a fé. Por isso que a gente tem que ser muito grato no quando a gente fala do tauísmo na acupuntura, porque eles receberam de braços abertos a medicina tradicional chinesa e não deixou morrer esse conhecimento. Oi, Mari, quer
falar alguma coisa? María, você levantou a mão, quer falar alguma coisa? Então, bora lá. Qualquer coisa aproveitando então. >> Ah, tava fechão. >> Oi, oi. >> Tava fechado. >> Oi, Alice. >> Ah, é porque eu achei que ela não ia falar, mas então ela fala primeiro. >> Pode falar. É só confirmar. Quer dizer que os cinco elementos eles Vieram mesmo da medicina e não pro. >> Então é que assim, o tal >> comparado do tal para medicina, mas da medicina pro tal, >> na verdade assim, o tal ele gera muito em cima dos movimentos, dos
cinco movimentos, né? E o a base do tal é essa, né? >> Já é. Aí o que que eles fizeram para conseguir chegar no adaptar, né, a medicina chinesa, Eles quebraram os meridianos aqui, o canal unitário, por isso que é o nome dele, é um único meridiano, né? Eles criaram dois em cada um e jogaram lá na filosofia do taísmo e adaptaram a medicina. a medicina chinesa na religião e conseguiram perpetuar aí o conhecimento. Foi daí que surgiu Maria, quer ver um exemplo bem legal? A pessoa tá com gripe forte, por exemplo, Não é muito
comum dos pontinhos que a gente agulha muito, não é esse pontinho aqui, ó, aonde eu tô riscando, mais ou menos aqui. O BP6 a gente usa muito ele, né, pr aumentar a imunidade da paciente, né, independente de patologia, a gente não usa bastante ele. Por que que a gente usa tanto ele? É o conceito do canal unitário. Eu tô tratando o taim, ou seja, o baço tratando o Pulmão. Fez sentido? Era era essa dúvida que você tinha, Maria? >> Não era mais com relação ao tal e a medicina ali quando elas se integram às vezes
a questão filosófica mesmo jeito >> ah tá na filosófica e foi isso que eu que a os chineses fizeram. Adaptaram a filosofia do tal do tauísmo, né? na medicina tradicional chinesa. E foi muito legal isso, né? Porque senão hoje a gente não teria esse conhecimento, né? Quer falar alguma coisa, Alice? Eu ia eu ia fazer a observação >> eh sobre o o tal o Laudsé, né? Laudsé foi o que levou a filosofia do tal. >> Uhum. na época, né? E eu acho que ele foi contemporâneo de Confúcio, se não me engano. >> Ixe, não. >>
E e o Laudsé, ele escreveu aquele aquele Livrinho dele que chama Saltetim, Saltetim. E E ele vai versar ali, são versos eh lindíssimos, né? e ele vai falar eh sobre essa filosofia e focando muito no in. >> Sim, >> né? Na nos opostos, né? In e para poder eh mostrar, né? Eh, todo esse contexto do taísmo, né? Uhum. >> Eh, no princípio das polaridades, de onde nasceu aí a acupultura, não foi >> isso? Inclusive, o Inyang cabe tão bem na acupuntura porque é o seguinte, canais de energia, né? Lembra lá, ó, noin, o que que
ele significa? É a massa, né? Não é isso? >> Matéria. Sim, matéria. >> Matéria. >> E aí? E o Ian? A, o win, e ele não teria aí duas e vamos falar assim, duas vertentes do IN, que seria a parte, né, mais condensada, líquida. e a parte mental, que também seria aquela em que eh há a receptividade. >> Uhum. >> né? Esse lado do feminino, a serenidade, a receptividade, a >> pode pensar também quando a gente pensa Na >> nesse aspecto, pode >> né, do feminino, >> pode pensar nessa estrutura >> pra parte psicológica também,
né? Perfeito. Só vamos voltar aqui, ó. Quando a gente fala de in, a gente pensa em massa, parado, né, ou estrutura, né, que os órgãos estão lá. Quando eu falo de Ian, a gente tá falando de movimento, né? Lembra na quando a gente vai fazer lá para acender uma lâmpada que a gente tem que ter o polo positivo, que é o polo onde tá a energia ou oan. E tem a parte de estrutura, né, o aterramento que não tem energia, que é o inim, né? E a junção dos dois faz a lâmpada acender. É a
mesma estrutura. no canal unitário. E aí eu já tô entrando um pouquinho mais Lá no Tung, vocês vão entender porque que eu tô falando isso. Por não existe o in sem e o Ian. Eles se complementam. E uma dúvida que eu sempre tive em canais unitários e quem já estudou vai ouvir muito isso. Você ouve sempre os nomes dos canais unitários, certo? o e o trajeto deles. Só que ninguém explica pra gente ou assim, a gente não tinha maturidade de aprender. E no tung a gente vai ver bastante isso, que os canais unitários eles se
acoplam aos canais unitários yang, formando a energia motriz para nos dar a vida do jeito que a gente conhece. Por exemplo, ó, a gente agulha lá no primeiro dia de agulhamento no nosso ambulatório da sistêmica. a gente numa agulha F3 e G4, que é a grande circulação, a gente vai ver que nada mais é isso do que o canal Ian Mais baixo, canal unitário in, perdão, canal unitário in mais baixo, se ligando ao canal IAN mais alto do nosso sistema. Isso daí a gente aprende. A Eliane tá mostrando aí. Daqui a pouco eu vou te
mostrar isso aí. Eliane, guarda isso aí, mulher. Esconde isso aí. Não dá, não dá spoiler ainda não. Mas voltando aqui no canal unitário pra gente entender direitinho a história. Então o pulmão lá na mão, Ele vai se ligar no baço, formando um único meridiano, que é um meridiano chamado taim. Vamos chamar meridiano para ficar mais fácil aí que a gente tem na cabeça isso, né? Um canal chamado Taim. Da mesma forma, eu tenho um meridiano. Isso daí é só a gente revisando lá da sistêmica que a gente aprende isso. Um meridiano chamado ou um canal
Unitário chamado chau in, que ele é composto pelo meridiano no coração, na mão, vai até o peito e do tórax vai até lá no pé. no meridiano do rim, formando um grande meridiano. Aqui a gente tem o meridiano do join, que ele é composto pelo meridiano do pericárdio e o meridiano do fígado. Anotem isso aqui. Lembra quando a gente agulha o Pericárdio se pr aquela pessoa extremamente nervosa, que tem problema de fígado, tá com estagnação de fígado, a gente agulha o pericárdio se aquele paciente que chega lá no seu consultório vermelho de raiva, bufando de
ódio. Se agulha o pericárdio se e aquele paciente vai se acalmando, aquela serenidade vai tomando conta dele. Na verdade, o que que a gente tá fazendo? A gente tá invocando o join Tratando aqui, ó, o pericárdio para chegar lá no nosso meridiano do fígado e acalmar aquela alma cebosa lá, aquela almazinha que tá querendo matar um. E que eu tô usando tão somente o nosso conceito do join canal unitário, muito bom para tratar fígado e muito bom do fígado para tratar o pericárdio. Da mesma forma, eu tenho os canais Ian, que é o Ian Ming,
formado pelo IG aqui na mão, ligando aqui o nosso estômago, formando um único meridiano grandão, né? Meridiano de G, né? Ele vem um pouquinho mais aqui para cima, né? formando o um conceito do canal unitário do Yan Ming. Lembra lá, paciente tá com dor de Estômago, tá com queimação gástrica e é muito comum a gente agulhar IG4 e IG11 para acalmar aquele estômago e o paciente começar a evacuar melhor. Nada mais é do que eu estou invocando o canal unitário Ian Ming. O Taian eu vou falar daqui a pouquinho. Vou pegar aqui o Shain ou
Xuyang, né? O Xuyang, ele é composto pelo triplo aquecedor Aqui na mão, se ligando aqui na cabeça com o vesícula biliar, formando esse grande meridiano. Por que que eu falei que eu ia falar o Taim por último ou taang por último? O Taian começa lá no Domininho, lá no canal do ID. vai lá até a cabeça, se liga com a bexiga e vai até lá no dedo do pé. Lembra na semana passada que toda hora que a gente revu lá os Meridianos, eu falava para vocês: anotem o terceiro ponto de tal riacho. Por que que
eu falava isso? pra gente pensar um pouquinho em canais unitários. Teve até uma moça hoje que teve aqui com a gente no ambulatório. Não sei se ela tá aqui presente aí, está na live hoje. Ela viu bastante isso. Paciente chegava aqui com a gente com dores. Primeiro procedimento que eu fazia, terceiro, terceiro ponto de stal. Tá aí a Fabiana. Fabi, se você quiser comentar alguma coisa, fica à vontade, tá? Fabi, ela ajudou a gente aí hoje, ela veio com uma situação aí e ela pode comprovar, né, Fabi? Todo mundo aqui. Ela tá falando, bom, você
expôs, né, Fabi, eu vou comentar. Ela trouxe a mãe dela. Santo de casa não faz milagre, né? Ela como acupunturista é uma excelente acoponturista, só que a mãe não deixa ela fazer agulhamento. Então ela trouxe aí com a gente pra gente tentar ajudá-la. E aí ela acabou acompanhando a gente aqui um pouquinho no ambulatório, né? Acho que é uma das coisas que você mais viu aqui, né, Fabi? Terceiro ponto de stal riacho. Pessoal com dor nas costas. Eu pego muito isso com dor nas costas. Primeiro procedimento que eu faço, tá gente? invocar o canal unitário.
Terceiro ponto de estal riacho. E por que que eu falei do do taian, né, que eu ia falar para vocês. Normalmente o seu paciente, ele vai chegar lá no seu consultório, opa, com uma dorzinha mais ou menos assim, ó. Ã, vamos pegar aqui, ó. Ah, eu tô com uma dor no meu ciático. E fala que é uma Dorzinha assim e que desce por trás da perna. Não é isso que a gente pega bastante no dia a dia? Muito comum da gente pegar isso, né? A F viu bastante isso. O terceiro ponto onde está o riacho,
para mim destravar aqui a lombar dela ou essa região aqui, eu poderia vir aqui lá na região do pé dela, lá no B64. Esse é o terceiro ponto distal, B63. Deixa eu pegar aqui que eu não lembro de Cabeça, tá gente? >> B65. B65. Obrigado. Obrigado. Alice. Poderia pegarla no pé dela no B65 e agulhar e manipular a agulha, tá? e dá um teti forte para tentar desobstruir essa região do meridiano. Só que lá na acupuntura, quando você aprendeu a acupuntura, você aprendeu uma coisa e provavelmente quando foi lá pro ambulatório a gente Deixa de
lado, que é o tratamento quanto mais distante, mais efetivo. Não é isso que a gente aprende? Pois bem, quando eu sei o conceito do canal unitário e eu sei que o Taian ele é composto do ID e a bexiga é um grande meridiano. Então isso aqui é um meridiano só. O que é mais distante da dor, né? a minha perna que tá doendo toda e a região do glúteo e pego aqui lá no B65 Ou eu pego aqui na mão, que é a parte que não está doendo, não está afetada e vai percorrer todo esse
trajeto aqui, né? Então, qual que é o grande lance? Quanto mais distante, mais efetivo. Lembra da anatomia do chinês? Todo mundo sendo assaltado com a mão para cima. O que que tá mais distante da minha região lombar aqui? É a minha perna toda afetada Ou o meu a meu braço que tô aqui em cima? Meu braço, né? Então o ID3, se você agulhar e manipular a agulha aqui, conseguiu um Teti, você vai pedir pro paciente se movimentar. Isso aí eu já tô entrando lá no princípio do tung, tá? Por que se movimentar? Porque quando eu
desobstruo o meridiano, eu tenho que levar energia aonde está afetado. E como que se chega a energia onde tá afetado? Com o movimento. Então, que que nós fizemos muito, né, Fabi? DTI, paciente com dor lombar. Ponho aqui no ID3, manipulo a agulha bastante. Senti o teti, senhor paciente, procura a dor. E normalmente eu faço isso com o paciente sentado, tá? Por que sentado ou deitado, tá? jamais com o paciente de pé, porque Pode dar um dar uma vertigem, qualquer coisa assim, e o paciente pode cair, pode desmaiar, enfim, a acupuntura ela mexe com energia. Então,
tomem muito cuidado com o agulhamento de pé. Agulhei. Poderia agulhar aqui no pé? Poderia. Funcionaria? Funcionaria. Só que vem uma dúvida. Quando eu peço pro paciente teste a sua dor com a agulha aqui no pé, o paciente vai ter movimento total da Perna? Não, quando a agulha tá aqui no ID3, que é o canal mais a parte mais distante, mesmo com a agulha aqui na mão, ele vai conseguir abaixar, fazer um agachamento, procurar a dor. Sim, por isso que o ID3 ele é muito efetivo nesses casos. Identifiquei que o meridiano, o paciente Chegou lá, ah,
tô com dor lombar, identifiquei que é o meridiano da bexiga. Terceiro ponto dist riacho e D3 vai destravar da mesma forma. Ah, tenho, por exemplo, a a Jane levantou a mão. Quer falar alguma coisa, Jan? >> Eu quero. Olha só. Pois não. >> Eh, é sempre feito o lado oposto, >> não, >> né? >> Ontem eu recebi a paciente e ela tem essa dor nas duas pernas, ela desce pela perna toda. Aí eu queria saber se tá correto da forma que eu fiz. >> Errado. Não, errado não está. Só que não está correto. >> Vamos
lá. >> Hã. >> E manipulando só um lado, mandava ela andar, ela sentia melhoras. >> Ih. >> E aí eu fazia o outro lado. Tá correto fazendo assim? >> Então vamos lá para a técnica como um todo. Vamos pensar o seguinte. O o ponto riacho, eu vou apagar aqui só o vermelhinho, tá? A minha dor é na no meridiano da bexiga. Vamos imaginar aqui do lado direito, OK? O canal unitário. E por isso que eu Falei que não está errado, tá, Jane? Mas também não está 100% certo. O meridiano da bexiga. Ele é, vou fazer
um meridiano da bexiga aqui sem vergonha, tá gente? Só pra gente ilustrar aqui a a coisa. Ele vem aqui e vem o canal do ID aqui assim, né? Com seu M. Vou fazer bem bem rabiscão, tá gente? Que que acontece quando eu trato por canal unitário? Qualquer meridiano, vamos pegar o Taiano. O ID e a bexiga é o mesmo meridiano. E quando eu vou desobstruir o meridiano, eu tenho que fazer do lado da dor. Quando eu penso em terceiro ponto de estar o riacho para desobstruir o meridiano, tá, Jan? sempre do lado da dor. Ah,
mas o meu paciente tem uma, a dor lombar dele é em faixa E corre pros dois pés. A gente vai pegar isso, pegar muito, né? Aí sim você vai fazer bilateral. Mas quando eu falo de terceiro ponto de estal riacho, eu estou trabalhando um único lado, tá? Quando eu falo em terceiro ponto distal, em canal unitário, tá gente? Aí a gente vai ver que depois tem outras formas de tratar que vai ser o contralateral. Deu, deu para ter uma ideia, Janin? Sendi? >> Então, e como que você vai fazer aqui? Tá, Jan? Agulhei, por exemplo,
o ID3 e fiz, manipulei lá, dei o tetizinho lá. Pede pro paciente se movimentar. Não precisa tirar a agulha, tá? Porque senão é mais uma sensação de picada que o paciente vai ter. Eu brinco que eu não tenho dó de paciente, mas eu não gosto de deixar ele Sofrer. Não, não há necessidade de tirar a agulha. Própria agulha pede para ele movimentar e procurar. Normalmente ele vai falar assim: "Ah, Júlio, olha, deixa eu só apagar aqui desse lado aqui, ó. Melhorou um pouquinho aqui a região do glúteo, mas ele tá nessa região aqui, ó. Agora
concentrou a dor. Opa, cadê? fugiu aqui. Deixa eu só trocar a caneta. Concentrou a região aqui na na falsa poplía, né? E continua Descendo. Mas a minha dor lombar melhorou. Por quê? A gente não desobstruiu 100% do meridiano. Lembra? O terceiro ponto distal riacho, ele manda um rajada de energia. Tá tudo obstruído aqui. Essa rajada de energia, o que que tende a fazer? Vai perdendo a força à medida que ele vai desobstruindo, né? Então, que que vai acontecer? Vai chegar um momento que vai Parar e vai continuar a estagnação aqui. E aí, qual que é
o procedimento? Senhor paciente, sente novamente e você vai manipular aqui o terceiro ponto distal, no caso o ID3, novamente até sentir um teti novamente forte. E aí você vai pedir pro paciente se movimentar e ele vai falar: "Olha, melhorou. Eu não tô sentindo correr para trás da perna, Porém ele começou a a doer agora, por exemplo, aqui é muito comum de acontecer isso. A gente viu isso, né, Fabi? Ah, começou a doer agora um pouqui lateralzinha da perna. Foi assim que a gente pegou, né, Fabi? Por quê? Não é que começou a doer. Quando a
gente liberou a estagnação da bexiga, Existia uma outra meridiano sendo obstruído que era o vesícula biliar. E aí o que que a gente faz? Mesma coisa. Terceiro ponto distal do triplo aquecedor. Vem aqui e pode tirar a agulhinha do ID3. Terceiro ponto distal, riacho do triplo aquecedor. Manipula, manipula a agulha. A tendência de desobstruir esse Meridiano é muito grande e o paciente manda o paciente se movimentar. Tem uma coisa que eu brinquei bastante, né, Fabi? Fala, ó, a gente fez essas técnicas do terceiro ponto distal, gente, acabou meu tratamento, eu não preciso mais tratar o
paciente. Aí é acalmar a cabeça ou senão coloca um elétron lá para fortalecer musculatura. Mas o problema raiz do paciente já foi resolvido. Oi, Fabi. >> Oi. Então, não só para compartilhar do que eu vi, né, no no que eu fiquei lá, né, que a resposta é muito rápida, né? eh, praticamente é um interruptor, né? Liga e desliga e a pessoa já melhora, ganha amplitude, redução de dor. E eu fiquei assim encantada. Minha mãe também. E é e uma coisa que a gente tava discutindo são esses pequenos detalhes que fazem muita diferença, que não são
detalhes, né? mas que fazem muita diferença e que às vezes assim a Gente vai aprendendo, vai estudando e e não é passado, né? São coisas que são desconsideradas. Aí até eu falei, se eu começo a tratar, por exemplo, pulmão, vou pro IG contra lateral, vou pro basto, se eu for fazer essa sequência basso estômago, vou chegar no pulmão aqui, não vou resolver, né? manter no mesmo mesmo lado, o mesmo canal. >> E aí >> e aí era o que eu fazia. Aí você falou: "Não, né? A gente mantém, por exemplo, o tai o e o
tainho eh eh no mesmo lado." Então começo pelo basso. >> Se for o caso da >> é é uma coisa que a gente tava comentando bastante, né? né, Fabi? E é as coisas assim, é tudo é um passo na na medicina tradicional chinesa. Vou parar um pouquinho aqui só para comentar com vocês um pouquinho. Tudo é um passo na medicina chinesa. Eu Tava conversando com a Eliane também agora a pouco, né? A gente normalmente a gente quer correr sem aprender a andar. E acontece isso na na medicina chinesa. É muito comum a gente ver o
pessoal vendendo curso, por exemplo, curso de balance. Gente, é muito bom o método balance. Não estou falando que não seja, tá, gente? Pelo amor de Deus, ao contrário, amo o Método balance. Só que não adianta, vou falar para vocês, gente, faça o balance sem conhecer a sistêmica, porque é a base nossa da medicina tradicional chinesa. Não adianta fazer balance sem conhecer a acupuntura do Mestre Tung, porque uma coisa é evolução da outra. Ah, mas o mestre, o mestre, o Richard Tan, ele não seguia a acupuntura Do mestre Tum. Mentira. A, Alice comentou, né, Alice, no
grupinho essa semana. >> Ele bebeu na fonte, >> ele foi lá, ele ele é amigo pessoal do Tung. Por que que ele não ensinava método Tung? Porque ele foi proibido por questões legais, porque Tunger tinha 73 discípulos dele, mas os caras eram amigos, pô. Um, um compartilhava protocolo com o outro lá. Então assim, muito da acupuntura do balance, quem já fez o balance e não fez o tung, vocês vão ver muita coisa muito parecida aqui. Por a base do Richard T é 100% eh eh acupuntura do Mestre Tung. Aí a Gláuscia tá me perguntando aqui,
Júlio, no Balance o ID é contralateral? Depende. Por que que depende? Quando eu falo de Estrutura de canal unitário, quando eu falo de terceiro ponto de estal riacho glauciar, é base da acupuntura da medicina tradicional chinesa, da sistêmica. lá na base, é do lado afetado. Quando que eu vou usar contralateral aí no balance, seja no balance ou no tumb, quando a gente entrar lá no canal extrafu, tá? Mas quando eu penso só em canal unitário, Gláci, vai do lado Afetado, você vai ver que vai dar um resultado bem mais interessante, tá? Tranquilo? É. Eh, então,
desculpa te interromper. >> Que é isso? >> Mas a a questão do balance, ele enriqueceu, né? A ele sofisticou um pouquinho, né? >> Sim. Ele evoluiu. Exato. >> E então, e e tudo vem para um vem para um bem, né? porque Ele tinha um uma bagagem muito grande de conhecimento. Então depois ele entrou com os hexagramas, né? Ele ele foi um pouquinho mais adiante aí. >> Mas mas é uma evolução normal, Alice, >> né? >> Primeiro em gatinho, pego lá os pontinhos da sistêmica, pego o livrinho. Ah, pontinho de dor de cabeça. Vou lá e
ponho o pontinho de dor de cabeça. Não é assim que a gente faz na sistêmica? É, é, era, era assim. >> Não, mas é, é o básico, faz parte. A gente tem que engatinhar, né? >> É. >> Aí depois, ah, não, olha, vou começar a tratar por canal unitário, abrir o canal na em cima, fechar o canal embaixo, né? Vou usar a técnica do punho e tornozelo, que nada mais é do que conceito de canal unitário. Ah, não. Agora eu comecei a estudar o Tung, eu vou começar a tratar pelo canal Extra Zangfu E começo
a entender a estrutura dos pontinhos do Tung. Ah, agora que eu aprendi um pouquinho do tun, entendi a lógica por trás daquele negócio todo. Ah, puxa, eu vou fazer o combo do milhão lá do do Richard Tan, né? Tudo num passinho. É isso que eu quero passar para vocês, gente. Tomem muito cuidado com isso. Não adianta você querer sair correndo lá na frente se eu engatinhar, a gente ainda não tá Conseguindo. É a mesma coisa de cursinho que o pessoal me pede muito, curso de diferenciação de síndrome. E eu brinco, gente, a gente não sabe
cinco elementos. Não adianta eu tá lá na frente fazendo diferenciação de síndrome se eu não aprendi o básico ainda. Quando a gente ficar 100% no básico, bora lá que a diferenciação vai ajudar. Mas é o que eu brinco, tudo é um Passinho, né? Tudo é uma construção. É o que Alice falou, né? O Richard pegou toda aquela bagagem do Tung, aí foi lá pra frente, veio os exas gramas, veio os combos de de meridianos, né? Ele trata lá o >> É é >> o Taim pelo >> é porque ele ele fez uma estrutura muito bacana
eh dos quatro quadrantes, né? Alternando inha. Por isso que o ID, a pergunta dela, né? O ID é contralateral. Porque ele fez um balance, por isso chama balance, balanceou no quadrante, >> né, do >> Mas >> eh do ind do Ian, né? Então, como o canal unitário é é um canal apenas, então ele tem uma uma polaridade apenas, é a mesma polaridade. >> Exato. Então, olha que interessante, canal unitário, ele tem uma única polaridade, só que existe inen Yang, >> não. >> Hum, hum. Então, o canal unitário win, e aí o Tung trouxe a luz
pra gente, o canal unitário in ele tem que se ligar com um canal unitário IAN, formando sim, aí sim um novo in IAN. E o Richard Tan, na sua inteligência, ele pegou esse conceito do acoplado dos canais unitários e criou os nossos quadrantes que você tá falando, Alice. >> Você vê, é uma evolução. Ele, a gente tá Estudando, é vivo ainda, né? O Richard tá >> não, não. Eh, eu tô falando da da medicina tradicional chinesa, ela é viva, >> ela vai evoluindo. >> É, exatamente. Agora virar outro, né? Quem será? >> Exato. Eu sei
que eu não sou porque a minha a minha simplicidade é muito grande. >> Não olha para mim. Não >> quer falar alguma coisa, Nel? Né Júlio? >> Oi, Júlio. >> Oi, Nel. perguntar assim, porque no livro do Mestre Tung, aquele livro que a gente comprou do Walter, né? >> Aham. >> Então ali na página 41 ele fala sobre o primeiro sistema, que seria o canal unitário. >> Canal unitário. Isso. >> E aí ali ele fala que o meridiano a tratar Eh, vamos dizer, o primeiro sistema, estômago yang ming da perna do lado oposto. >> Uhum.
oposto aqui no livro fala assim, nesse livro eu não sei esse livro o que que você aprendeu. Você aprendeu diferente pelo que eu vejo, né? >> Não, não faz >> aumenta assim. E aí eu fiquei em dúvida. Outro dia eu tava lendo isso aqui, eu pensei, mas >> faz, >> é, eu fiquei pensando na >> faz sentido sim, tá, Nelis? Ah, porque assim, vamos voltar lá pro conceito da da medicina tradicional chinesa. Esse livro aí é muito bom que você tem, né, Nelis? Mas lembra, o lado direito trata o esquerdo, esquerdo trata o direito. Posso
tratar, por exemplo, a minha dor lombar aqui, ó. Vou pegar aqui o tainha, a estrutura aqui, ó, direita e esquerda. A minha dor é aqui. Opa, deixa eu pegar aqui a minha canetinha aqui. Ohô Jesus. Pera aí, pera aí. Aqui. >> Eu inclusive, Júlio, eu acredito que o de usar do mesmo lado funcione melhor, porque é o mesmo canal. >> Exato. Quando eu falo de disma polaridade. Então eu acredito que para funcionar teria que ser do mesmo lado. Se bem que um lado trata o outro. Isso não é tudo mesmo, né? >> Isso é que
assim, >> só que eu acho que é mais efetivo tratando do mesmo, me parece assim a princípio ser mais efetivo do mesmo lado, da mesmaidade, né? >> Matou. Você matou, né? Quando eu falo em riacho, ponto riacho, por que que ele é mais efetivo? Porque ele vai mandar a rajada de energia no meridiano inteiro. Então ele vai vir, a rajada de energia vai sair daqui, vai passar todo o percurso do canal do ID e todo o percurso do canal da bexiga de um único lado, nesse nessa linha de raciocínio do lado afetado, tá, Nelis? >>
Aham. poderia pegar, por exemplo, o canal do ID nesta região aqui, ó, para tratar dor lombar. >> Eu não tô vendo. Ah, tá. Aham. Do outro lado. Poderia >> o mesmo canal, mas >> podia. Só que seria >> vai demorar mais para chegar. >> Exato. Esse é o grande lance, né? Existe certo e errado? Não. São formas que podem ser um pouquinho mais rápidas. Uma forma que pode ser um pouquinho mais demorada. Vai chegar lá do mesmo jeito. Vai. Não, não tá errado não. Tá, Nelis, >> eu não sei porque eu nunca estudei método balance,
então eu não sei, eu não fiz esses cursos de método, eu fiz o Teu. Na verdade, >> o balance nis, ele só vai colocar mais uma camada de complicação. Mas >> mas como a gente tava falando, >> que eu tava falando de quadrante e essas coisas, eu não sei. >> Ou na verdade assim, mais um pedaço como a gente tava falando, né? Ele ele acabou eh sofisticando mais. Mas sabe o que que eu Tava pensando? >> Ele >> o Dr. o mestre T >> Uhum. Ele não atendeu 400.000 com a gente >> isso. >> E
ele ia ficar pensando em quadrante. Não dava tempo, cara. >> Não, gente, é evolução natural. Dava tempo. >> É evolução. >> Ia demorar para caramba. E aí eu já resolvi numa sacadinha só, né? Não, a Fabi que teve aqui hoje, ela viu. Fabi, eh, quiser comentar quantas pessoas eu vi pulso aqui? Zero, gente. Eh, é a quando você vai começando a entender a história, né, Fabi? Eu achei a dinâmica incrível, porque primeiro que você tem, claro, um um conhecimento aí incrível, né, de anamnese, de percepção, de análise do que o paciente te traz, mas eh
é baseado Em canal, que eu acho que é a base da medicina mesmo, da compultura são os canais assim do que eu trabalho e do que eu acredito, mas a forma como que você trabalha me abrir outro horizonte, porque é aquilo, às vezes a gente aprende, mas não aprende. É o que eu falei para você que às vezes eu me senti até um pouco enganada, né? A gente aprende o A, o B, o C que é o que é que eles falam assim, o pulo do gato, Né, que >> não é >> e acho que
isso não é só pra gente que é profissional, que é prejudicado, né? Mas quem procura ajuda, >> mas é >> para quem tá precisando. >> Mas é o que eu falo muito, né, Fabi, o chinezinho há 2000 anos atrás, ele não tinha o conhecimento que a gente tem hoje e ele fazia, dava certo. E a gente com tanto conhecimento, com Aquela cabeça gigante, o Google aí, chat GPT e tudo mais, a gente não sai do básico. Por quê? Eles conheciam a essência da coisa. Eles sabiam o que estavam fazendo. A gente se torna muito raso,
né, né? Não é hoje, né, Fabi, a gente olhou muito o pé da pessoa, né, Fab? Quantas quantas pessoas a gente fechou a namnese pelo pé? Só de olhar a estrutura do pé. Unha, unha seca, micose, olho de peixe, Gente, estrutura. Alteração vascular, né? >> Alteração vascular. >> Que que é isso? Precisam pegar no pulso? Olhei lá na pessoa lá cheia de micose. O que que é? Estagnação do fígado, gente. O fígado se manifesta nas unhas. Ah, a pessoa tem um monte de veia e úlceras varicosas. O que que é isso? deficiência de basso. Vamos
tratar isso. Então, muitas vezes assim, a gente peca Na naminese, né? E a uma namnese bem feita é a chave. E é o que a Fabi falou, né? A gente viu muita gente aqui. Ah, tô com dor lombar, pô. Vai lá um terceiro ponto de estal riacho. Vamos tratar por canal unitário. Depois, sim. Aí sim. Vamos relaxar um músculo, vamos fazer um tratamento, vamos equilibrar o fígado, vamos equilibrar, trazer a pessoa para baixo. Mas qual que é o grande desafio de nós acupunturistas? Tirar a dor do paciente da primeira sessão, né? no primeiro momento, porque
senão paciente já foi no médico, o médico não resolveu. Paciente já foi lá no padre Marcelo. Padre Marcelo não resolveu nada, foi lá no Macedão, lá no Universal, não resolveu. Foi lá no centro de umbanda, não resolveu. Por último, chega aqui com a gente e se a gente não resolveu, a acupuntura Não prestou. Então, gente, pense em estrutura. A mensagem é: pense em estrutura de canal unitário. Quer tratar seu paciente, quer ter um paciente fidedigno, estrutura de canal unitário, você vai gerar, além de uma analgesia muito forte, você vai tratar o seu paciente. Essa semana
o pessoal me eu vi lá no grupinho o pessoal perguntando bastante, eu e minha boca grande, né? Comentei de Canal de da técnica do punho e tornozelo, né? Alguém pergunta: >> "Parab, Júlio, tu resumiu o livro em 30 segundos, >> gente. Mas aí, >> mas gente, eu fico doido de raiva de ver gente vendendo curso de punho e tornozelo. Punho e tornozelo nada mais é do que isto aqui, ó. Vou dar o cursinho para vocês em um minuto. Canal unitário. São seis pontinhos lá no na técnica do punho e tornozelo. Seis pontos na mão, seis
pontos no pé. Quantos meridianos a gente tem na mão? Seis. Quantos meridianos a gente tem no pé? Seis. Meridiano do IG. Abri o IG, fechei o estômago. Abri o ID, fechei na bexiga. Abri o triploaquecedor, fechei na vesícula. Ou pode ser o contrário Raciocínio, né? Abri na vesícula, fechei na no triplo aquecedor. Da mesma forma nos canais in. Deixa eu só apagar esse monte de rabisco aqui. Abri no pulmão, fechei no baço. Abri no coração, fechei no rim. Abri no pericárrdio, fechei o fígado. Aonde que você põe? Mais ou menos, tá gente? a o agulhamento
do da técnica do torno Nozeiro. Deixa eu ver se eu tenho uma caneta aqui, senão eu vou pegar. [Música] Ã, não tenho, mas vamos ver se essa aqui vai riscar. Não sei se vai riscar, senão eu pego corrolar uma aqui. Isso aqui, ó. Ah, deu para ver. Deu, né? Mais ou menos região do punho mesmo, na prega do punho. Bem intradérmico. Que que eu tô invocando? Pulmão. Que que passa aqui? Pericárdio. E aqui coração >> atrás. Não é assim, ó. Técnica do punho e tornozelo. >> Não é isso aqui. Quem que tá aqui? D triplo
aquecedor >> e >> e G. >> É isso que é a técnica do punho tornozelo. Os cara demora três semanas para dar um curso para falar que é isso aqui. E por que que a gente agulha e uma dúvida, Ju. >> Oi. >> Já que você falou aí de Yang, você me levantou uma dúvida. Pode ser Yang com I lá embaixo ou tem que ser sempre I, Yang? >> Ele abre e fecha. É o mesmo canal que a gente vai fechar. Então, abrir no abrir no pulmão, >> vou fechar lá no basso, entendeu? >> Canal
unitário, ele ele >> ele entendi. Abre o canal unitário, fecha o mesmo canal unitário. >> É isso. >> Entendi. >> Essa é a técnica. >> Porque são sempre, a minha dúvida era que são sempre três agulhas. Então, se eu boto três agulhazin, eu vou ter que botar três agulhas lá embaixo. >> Então, para ficar fácil. >> Eu não entendo nada. Nunca nem parei para olhar isso. >> Tem tem um tem um mapinha, depois eu mando lá no grupinho. É bem simplão, né? Pulmão. Vamos tratar essa parte aqui, né? essa faixinha aqui e pode refletir essa
faixa no corpo todo. Pericárdio, faixa do meio do corpo. >> É, pode colocar pulmão e ta. >> Você pode colocar os 12, não tem problema. >> Ah, tá. >> Não. Qual que é o segredo? E aí é o Segredo, é o pulo do gato da técnica do punho tornozelo. Agora que eu descobri que eu abri e fechei o canal unitário, quanto mais intradérmico for a agulha, mais resultado vai ser vai ser o paciente vai ter. Por quê? Por que intradérmico? Entrando no princípio do tung de novo, a gente vai ver lá no tung que o
sentido da agulha não influencia muito, mas a profundidade da agulha vai influenciar. O pulmão não é responsável pelo ei ou ti defensivo, a nossa imunidade. O pulmão ele se ele cuida da pele, certo? Nossa pele, a pele, se eu ponturar, lembra que a gente aprende na sistêmica, lá no nos primeiros dias de curso da sistêmica, que a ponta da agulha direciona o ti, não é isso que a gente aprende? Se a ponta da agulha tiver, quanto mais intradérmico tiver, mais próximo da pele ela tiver, O contrário também é verdadeiro. A pele trata do pulmão, ou
seja, agulhamento intradérmico, eu estou invocando e por isso que a técnica do punho tornozelo é tão efetiva. Eu abro e fecho o canal unitário. Eu ligo um bypass entre eles, né? E uso o ti defensivo passando no corpo inteiro. Por isso que a técnica do punho tornozelo dá uma analgesia Absurda. Abriu e fechou o canal unitário e utilizo, invoco o para aquele canal. E aí a pegadinha só da técnica do punho e tornozelo é a seguinte. A ponta da agulha direciona o Ti, né? Se a agulha estiver direcionada, no sentido aqui, ó, para baixo, ela
vai tratar do pulso do punho até o pé. Se elas tiver, vou fazer uma sepsia natural aqui, tá? Não liguem. Se a agulha tiver apontando para cima, eu estou tratando a minha mão. Lembra? Ponta da agulha direciona o Ti, ou seja, tem de nit eh, como que chama? Dedo em gatilho, >> túnel do carpo. >> Túnel do carpo. Essa técnica é muito efetiva. >> Hã, perdão. >> Dormência, >> dormência, tudo isso ela vai tratar. E da mesma forma lá no pé. Tô no tornozelo. Imagina que aqui é meu pé, né? Agulha apontando pro pé. Esporão
de calcanho, facite dormência. Ele vai tratar a agulha apontando pra perna. Eu tô tratando parte de cima do corpo. Tá aí o curso de >> Aí, aí não entra pontos riachos >> não. Esquece o ponto riacho nesse nesse caso, tá? Eu tô abrindo e fechando o canal unitário só. Ô Júlio, me passou uma loucura aqui pela cabeça que nem tu disse. Ah, fiquei pensando assim, a mão não reflete o corpo e se eu apontar essa agulha pra mão, será que eu não posso tratar o corpo? >> E aí eu vou vou te fazer uma outra
pergunta. >> Por que que você não pode misturar tudo e vai misturar tudo. Vamos fazer uma outra loucura, Nelis. >> Sim. >> Lá na cori sei que é cabeça, braços e pernas, né? >> Sim. É isso que eu queria dizer. Por que que eu não posso usar a técnica do punho e tornozelo? Aqui, ó, na no punho. >> Sim. >> E aqui no tornozelo. >> Sim, >> funciona, gente. >> É isso que eu queria chegar ali. Essa loucura aí >> funciona. >> Intradérmico. Não precisava nem fazer pro fundo agulha de >> verdade não tenho acesso
aqui. O paciente pegou aqui e quebrou. Gente, posso usar nos dedos? Por que não? É um microssema. É, mas é bem pensado, Nelis. Eu já fiz essa experiência e funciona, viu? Aham. Legal. >> Mas vocês vem, >> a gente depois que tu começa a fazer tuas loucuras, a gente começa a imaginar as nossas, né? Não, mas >> vamos pensar numa loucurinha que nem o jú. >> Mas nê, é o que eu falo, é a base da sistêmica. A gente só reflete, por exemplo, na corô, reflete no tung. É a base, né? E canal unitário, gente,
vocês vão fazer Miséria. Estudem canal unitário. Eu sei que me prolonguei muito nessa história, mas é a base, é o fundamento da medicina chinesa, é o raio do canal unitário. A Magali perguntou quanto tempo vai ficar as agulhas. Gente, eu deixo a agulha em torno de 30 minutos, pelo menos, tá? Normalmente aqui na clínica, Fabi, viu, tem gente aí que eu deixei mais de uma hora lá, deixa lá descansando, tendo espaço na maca, Né? Fica. >> Ô, Júlio, tem uma coisa que tu falou logo era importante naquele dia, tu falou: "Se a pessoa tá com
deficiência do pulmão, a técnica não vai ter". Ah, boa, Nelis, obrigado por avisar, Nelis, obrigado. Eu tinha esquecido disso. Na verdade, foi o Davidon que comentou, falou uma dúvida, né? >> É, alguém comentou e tu tu reforçou, né? >> Olha que interessante, o paciente não tem energia deit ou tá com a imunidade Super baixa. A tendência dessa técnica do punho e tornozelo é ser efetiva, ele não tem energia. vai ser efetiva, vai, vai ajudar, vai. Porém, como eu não tenho tanto e ou agulhamento foi intradérmico, ele não vai ser 100%. Recomendação legal fazer, aumenta primeiro
a energia do cara, faz lá aquela mochinha lá no no BP6, no E36, R7, P9. Chegou a energia, paciente, você vê que melhorou a energia. Aí sim, né, Nelis? Bota a agulha no povo, né? >> Aí sim, >> porque >> vale agulha, mas intral nem dói. >> Não, não dói. Mas é importante, tá gente? A acupuntura só funciona se o paciente tiver energia. Se não tiver energia, fia, >> você só espetou o paciente. >> Energia. Se a pessoa não tem energia, Você vai circular o quê? Mas agora me diz uma coisa. E quando a pessoa
tá com tá sem energia, mas tá com aquele calorão, excesso de de calor na cabeça, você vai fazer uma bocha? Então, a pessoa tá com excesso de calor, tem uma estagnação aí, né, Jan? Qual que é o grande lance? tem uma estagnação, libera estagnação primeiro. Não, não. TR lá embaixo, >> por exemplo, porque assim, se tem uma estagnação, Alguém tá represando energia, certo? Você quebrou essa essa represa, Jane, o ciclo da energia começa a fluir de novo. E aí no próximo ciclo, aí nos próximos 28,8 minutos, você já vai ver que a pessoa mudou. Mas
faz sentido isso, tá, Jenny? Primeiro quebrar esse ciclo aí de represária. Faz bastante sentido para falar a verdade. >> Ô, Júlio, você faz numa sessão apenas aí A o procedimento, por exemplo, para elevar essa imunidade é uma coisa mais demorada um pouco, não é? Então o elevar a imunidade, sim, Alice, mas levar a energia não. A energia é rápida, certo? E no caso desbloquear o a estagnação, ou seja, o excesso, né, de >> de ascensão do fígado aí, por exemplo, porque se tem muito calor e sem energia, >> aí você vai eh acionar um uma
desestagnação, vamos dizer, né? >> Isso é o que que eu vou fazer, tá, Alice? E aí você já, como é que você faz na primeira sessão? >> Na, sendo bem sincero, o que que eu vou fazer? Por isso que normalmente eu deixo o paciente aí, pô, 45 minutos, às vezes 1 hora. Tem paciente que deixei de mais de 2 horas já, né? Percebi que tem uma estagnação muito forte. Primeira coisa que eu faço, desobstruo, por exemplo, uma estagnação de fígado, Tá, Alice? Vamos pensar em estagnação de fígado. Pôs lá o F2, F3, C8. É só
para ilustrar um protocolo simples, né? >> Uhum. >> Gente, passou meia hora, eu sei que o ciclo de energia já rodou nesse caso, né? >> Sei. >> Deixo lá só com esse agulhamento. Passou meia horinha, eu faço o meu protocolo que eu quero atender o paciente. >> Ah, tá. >> Por quê? Já passou, já teve o tempo de ter o movimento energético, né? >> Sim. >> Aí sim eu posso fazer meu tratamento, porque eu sei que a energia já circulou, né? >> Aí você retira, né, essas agulhas. Claro. >> Ou até posso deixar, tá, Alice?
Aí depende. >> Como às vezes, como a estagnação de Fígado é muito grande, né? Normalmente eu deixo ela, eu só incluo mais agulhas para completar o tratamento. Ah, >> tá? Porque a estagnação do fígado, ela não vai sair do na primeira hora, né? Ele vai por pouquinho, pouquinho, mas ele vai aumentando a rajada de energia até desobstruir. Então, >> é porque aí então vai eh o corpo já vai direcionar Com mais facilidade, né? o tratamento. >> É, inclusive aí é uma coisa que o mestre Tung fazia, tá gente? Vocês lembram quanto que era o tempo
de agulhamento do Mestre Tung? Quanto tempo ele deixava o paciente agulhado? Pessoal que já fez >> é 40 e >> 75 minutos. 45. É 40 >> 75 minutos. Ele deixar 75. Isso. >> 75. >> Por que 75? O ciclo energético não roda a cada 28,8 minutos. >> Ah, por isso que eu falei 28. É porque cada ciclo, >> né, ele tinha certeza que pelo menos dois ciclos ele atendeu. >> E aí que vem a efetividade do mestre Tung. Ele sabia que o relógio tinha rodado pelo menos duas vezes. Isso que é o legal. Aí a
a Magali comentou: "O tempo da agulha pode alterar o resultado do tratamento? Vai alterar, tá? Magali depende muito do que você quer fazer. Como tô falando, Mestre Tung deixava 75 minutos. Para quê? Para ter certeza. Por exemplo, desobstruir o fígado. Primeiro ciclo energético, o que que vai acontecer? Ele vai mandar a energia, aquela enchorrada de energia pro pulmão, né? Ou pro pulmão, pro coração, perdão. E no segundo ciclo energético, o coração vai começar a distribuir aquela energia, né? veio muito excesso para ele e ele vai ter que direcionar. Por isso que ele deixava 75 minutos
para ele ter certeza que o ciclo estava sendo completo. A Gláuscia, ela fez uma pergunta bem legal, Glaucia. Júlio, quando o agulhamento, quando agulhamos e a agulha fica presa para entrar e para sair fica grudado, tipo, Falta energia? Não, Glau isso daí acontece pelo seguinte, a fibra muscular ela enroscou a agulha, ela se torceu lá na agulha. Isso aí é muito comum de acontecer. Aí você vai fazer o seguinte, Glaucia, um jeito fácil de tirar. Você vai pegar uma outra agulha e vai colocar do lado daquela agulha presa. Aquela fibra muscular, ela vai laciar e
aí você vai puxar a agulha sem dor. Isso daí são as fibras musculares grudando. Você lembram? Eu odeio aquela agulhinha, aquela agulhinha de cori, a agulhinha de ting, né? >> Por quê? Ela enrosca. Ela é muito fininha. E ela enrosca na fibra e normalmente é uma dorz, ela não quase você não sente para inserir, mas na hora de puxar parece você ganhou um beliscão, né? >> É. Você tá falando aquela que põe com a Canetinha. >> Isso >> complicador. >> Fica doidinha, né, Jan? >> É >> por ela enrosca com a fibra muscular. Eu normalmente
eu ponho uma agulhinha um pouquinho mais grossa de 16. Se tiver 14 fica difícil de comprar. 14, né? Mas uma agulhinha assim, porque a agulhinha Ting, ela é 08, ela é quase >> 18 por 18. >> Oi? >> 18 por 18. >> E 18. >> 18. >> Isso. >> Ela é bem fininha mesmo, ó. Deixa eu pegar aqui a a Ela tá mostrando aqui, ó. Ela é muito fina. Ela é praticamente, ela é muito próxima. >> Ó a diferença. Eita, é tão difícil de até de achar. Ó, a diferença da da Essa é 25. >>
Isso. Dá para ver, dá para ver bem a diferença. >> Dá para ver. >> Dá o que que acontece, gente? A agulhinha 08, ela é muito próxima da gramatura da das nossas fibras musculares, por isso que o o corpo prende. Então, o que que eu prefiro? >> Mas ela é boa no rosto só, eu acho. Assim, para tu fazer >> a estética é maravilhosa. >> Então eu acabo usando 2530 na estética, sabia? É, eu uso a zinha também >> porque mesmo aqui, ó, aqui a gente usa bastante bigodinho chinês aqui as faces de expressão, né,
no na estética. experimenta as 25 30, especialmente aqui nessa região do bigodinho chino. Tem também >> é é menos, >> mas tipo assim, entre os usos dela, eu acho, na face que menos >> é que assim, essa região aqui você não vai sentir dor. Essa região aqui não, mas extremidade de boca é bem dolorida. A a fibra muscular ela enrosca muito fácil, né? Aí você experimenta 25 30, se tiver 14. É que difícil achar no Brasil 14, né? 14, >> mas fica muito bem. Bora lá, gente, senão a gente não sai de tung hoje, >>
tá? Então, >> oi. >> Você falou aí no nesse tempo de agulhamento, nesse tratamento que eu falei que eu fiz, então eu não tiraria, então, agulha. Eu eu manipulei. Manipulei tudo depois, deixa ela lá. Pode deixar. Perfeito, Jen. É a forma que eu trato aqui, tá, Jenny? Porque assim, se você tirar e tiver que Agulhar de novo, Jane, são duas picadas no paciente, né? >> Então, eu porque eu manipulei um lado todo, manipulei, andou. Aí deixa a agulha e fui pro outro lado e a agulha fica lá. >> Sim. >> Aí depois deixa lá 1
hora, sei lá, 40 minutos. >> Perfeito. Eu procuro aqui, tá, Jane? Pelo menos 45 minutos eu deixo o paciente. Eu não, eu não deixo menos que Isso na maca porque eu sei que pelo menos um ciclo energético eu deixo mesmo no atendimento social. Ah, Fabia aí, o pessoal já viu aí que já vê a Iraci, pessoal, Marcelão, né? Eu deixo tendo espaço aqui de maca, gente, vai ficar duas horas lá na maca porque eu sei que vai ter um efeito melhor, né? Tem hora que não tem jeito, né? Tem hora que a gente tem que
tirar o paciente que tem a próxima vez, né? Mas Se puder deixar bastante um tempinho maior é melhor, tá? Janinho? Bora lá, gente. Gente, por que que a gente tá falando tudo esse monte de coisa que agora a gente vai entrar no tung de verdade? Dúvidas, pessoal? Tá tranquilo. Bom, bora lá, gente. Mestre Tung, olha os princípios do Mestre Tung. Ele preconizava que o tratamento, quanto mais distal, mais efetivo. A gente aprende isso na sistêmica, né? Lá nos primeiros dias de curso a gente aprende isso. Só que aí quando a gente pega o nosso paciente,
e eu vou dar um exemplo simples, tá? Vou me sujar todo aqui. Paciente cont. Não é muito comum a gente fazer esse agulhamento aqui, ó. O conhecido triângulo de Buda. Ah, paciente tá com tendinha. Vou fazer o triângulo de Buda. Gente, o tratamento quanto mais distante, mais efetivo. Nada impede de eu fazer o triângulo de Buda. Mas faça um teste. Faça ele contra lateral na outra mão. O Inata o Yang, a direita não trata a esquerda. Eu fazendo dessa forma aqui no ponto local, eu posso pedir pro paciente movimentar o braço e ver se a
tendinite Melhorou. Posso fazer isso? Não, porque vai doer, né? A agulha vai cutucar ele, né? Se eu fizer na outra mão, pedir pro paciente mexer a mão com tendine. E só pensando no agulhamento que a gente aprende em triângulo de Buda. Na outra mão, na mão afetada, o paciente não vai ter esse movimento, eu vou conseguir ver se foi efetivo ou não. E Mestre Tung, ele preconizava isso, gente. tratamento, quanto mais distante e mais efetivo. Ele falava que ele enfatizava pros discípulos, tá? Que o tratamento local ou meridiano afetado só levaria mais dores ao paciente.
Primeira coisa, se eu colocar lá na minha tendinite lá, eu sei que a minha tendinite tá aqui, por exemplo, no pericárdio, aqui nessa região do pericárdio, certo? Colocar o, por exemplo, pericárdio 6 aqui. Um exemplo simples, né, que é o do princípio do triângulo de Buda. Paciente tem tendinite aqui. A agulha bateu no tendão, ele já tem uma dor, certo? Que que vai acontecer? Mais dor pro paciente, certo? Um exemplo simples, mas meridiano afetado no mestre Tung, ele falava que a gente só levaria mais dor pro paciente. Poderia usar o pericárdio do outro lado, poderia,
não Tem problema. É o mesmo meridiano, só que do outro lado, né? A Jane colocou aí, né? P9 C7 e o pericardo 6, né? Trângulo de Buda. Então, experimenta no seu dia a dia tratamento do outro lado. Faz um teste, você vai ver que vai. Oi. >> Levando em consideração, então, aí quanto mais distante, mais efetivo, eu poderia colocar esse pericádio eh com o coração e o pulmão ou o pericádio, coração e pulmão. Eu não poderia colocar lá no pé Com os meridianos unitários que seria >> rim e fígado. >> Matou a charada. Posso pensar
nessa forma? Posso fazer o triângulo do Buda lá, a holografia do triângulo do Buda lá embaixo, coração, rim e baço. Você tá tratando. É isso aí, Alice. E de brinde, o que que você ganha? Paciente, movimenta aí seu punho, vê se melhorou alguma coisa. E é isso que a gente vai fazer, tá, Alice? Nesse primeiro momento, pensa assim, vamos pensar na outra mão, pensando só direita, tratando esquerda, tá Alice? >> Mas lembra, tratamento quanto mais distante, mais efetivo. Que que tá mais distante da minha mão? >> O pé. >> O meu pé. Qual ponto utilizar?
Conceito de canal unitário. É o pericárdio que tá. Identifiquei que o meridiano afetado é o pericárdio. Aonde que eu vou tratar? >> Do fígado. >> Lá no fígado. E aí que a gente tá entrando, começa a entrar devagarzinho no conceito do tung. Mas é isso aí mesmo, tá Alice? Vou nessa linha. Tranquilo, pessoal. Uma outra coisa que o mestre Tung falava e Júlio daí teria que usar pontos acima do tornozelo ali, né? Isso. A gente a gente vai fazer bastante essa holografia, né, Lice? >> É, fica do quatro >> lá o o R7, por exemplo,
R6.6, sei lá. >> Isso. Basso cinco. >> Basso cinco, né? Basso C. F4. >> Ótimo de pensar. E aí, a última lei do Mestre Tung. Existiam poucos relatos de pontos locais. Que que é ponto local? Por exemplo, terceiro ponto de estal riacho lá que Ele usava bastante, né? Mas ele difícil ele usava um meridiano afetado. Era muito raro. Ponto a Xi para Mestre Tung não existia. Tá. Ah, tô com dor aqui no meu no meu, vamos dizer, vai. aqui, ó, no meu tendão, poucas vezes ele ia no pontinho a agulhava ele. Era raríssimo. Não é
que ele não fazia, era raro, como tudo na vida. Tem hora que ponto a X vai resolver o problema. Para caramba vai resolver, senão não >> é tipo o Dry Neidlin, né? O drylin, por exemplo, o é que o drylin ele pega a musculatura, né? Ele vai um pouquinho no nos pontos gatilhos, >> mas o o trazendo pro mundo oriental o drin ele ponto xi, eu vou achar lá o pontinho de dor e agulhar. >> Mas Júlio, esse ponto AX você pega ele, Se voltar o exemplo aí do triângulo de Buda. >> Uhum. da tendine.
Você vai pegar ele lá no pé, >> não ponto relato de ponto local, a X local. fala os pontos no eh no unitário, porque >> a gente a gente vai achar lá isso >> isso vai achar lá muito mais efetivo do que eh o ponto, vamos dizer assim, como você colocou aqui, coração sete, Pulmão nove, perico, seis. Isso daí é a técnica do triângulo de Buda, né? Certo? Da triângul você tem os pontos certinhos. >> Isso que é o P9 ou se você, por exemplo, você pegar na outra mão aqui e procurar aches, >> então
muito mais interessante, não >> muito. É que na verdade assim, né, Alice, vamos ser sincero, para que que serve os pontos na medicina tradicional Chinesa? >> Para nada. É só para orientar nós o do Ocidente para falar: "Ah, meu, o ponto lá do P9 tá aqui." Foi uma forma da gente ocidentalizar a medicina tradicional chinesa. Mas quem diz que o P9 tá aqui e não tá aqui? Ou o P9 tá aqui e não tá aqui? Muitas vezes o o e e falar aqui na clínica, tá? paciente vem com dois. Vou falar da da tendnite, né?
Ah, eu vou Fazer o agulhamento, por exemplo, do triângulo. Pegar o exemplo do triângulo do Buda, tá? Ah, eu vou palpar aqui o P9, mas se ele sentiu dor aqui, é aqui que vai ser meu P9. Ah, ou não. O paciente sentiu dor aqui. Eu vou aqui que eu vou agulhar. É a mesma coisa. Lá no tung a gente vai conhecer um pontinho chamado lingu, né? O lingu ele coincide com IG4. O IG4 a gente aprende assim, ó. Dobra pon os dedos, né? O IG4OD cair é o IG4. Não é isso que a gente aprende?
>> Sim. Lá no tung a gente vai fazer assim, ó, pinçar o dedo. Aonde cair aqui a forcinha é o lingu ou o IG4 do Tung. Então, ó, IG4 aqui da gente, G4 de Tung. Era muito comum o Mestre Tung mostrar pro discípulo o seguinte, ó. Esse pontinho preto aqui é o lingu. Ou senão esse pontinho aqui era o lingu. Porque o que que ele ia na região, na palpação da região, aonde ele sentia mais dolorido, era ali que ele ia agulhar. Então, o que que é importante pra gente ocidental? A gente tem uma base
aonde tá o ponto, mas o correto mesmo palpar e sentir as fissurinhas aqui do anatômicas, né? Isso, isso é o importante. >> A Lucimar tá comentando que usa muito Dry Needling, provavelmente é fisioterapeuta, né? aproximar. O fisioterapeuta ama dryedling. O, ô, Faustino falando que tá aprendendo bastante gente. Você vê que eu tô revisando a base da acupuntura para falar do tung e o Luci. Ah, a Glau tá perguntando, então, o Mestre Tung usava muito ponto riacho? Ele usava bastante ponto riacho, viu, Gláciel? Por Isso que eu insisti na primeira aula, anote o terceiro ponto distal
riacho. Anote o terceiro ponto distal riacho, porque é uma das técnicas que Tung usava para tratar dor. Inclusive, o terceiro ponto de estal do no Tung faz parte de um dos pontos mágicos de Tung, né? Ele tá na lista lá dos pontos mágicos do Tung. Ah, Lucimar tá falando que é massoterapeuta e acuponturista. Eu imaginei que tinha um pezinho lá, porque Físico ama, mas o terapeuta também usa bastante. Uma dica, tá gente, pra masserapeuta, gente, ficar amassando pãozinho lá que nem um louco é legal quando a gente tem 18 anos. Quando a gente vai ficando
um pouquinho mais de idade, começa a doer tudo, né? O paciente sai bem, nós terapeutas saímos acabados, né? Uma das técnicas bem legais, tá? Que o Masso tem que assim, me corrig se eu tiver errado, tá, Luciar? Mas vou falar uma besteira, tem obrigação de aprender, chama-se dryedling. É chato de aprender porque você vai ter que estudar anatomia, estrutura de musculatura, mas vai te render muitos atalhos na massagem. Às vezes você vai pegar um pontinho lá que você vai soltar um nódulo, você vai ficar 10 minutos lá Com as pontas dos dedos se matando. Você
põe uma agulhinha lá e e passa lá 2 segundos, acabou o nódulo. Aí você pode vir na massagem liberando sossegado. Infelizmente, gente, dica pra massoterapeuta, Stude dryling é chato. Você vai ter que reconstruir toda a sua visão de estrutura anatômica, porque a gente tem tem a a visão oriental, né? E você tem que ocidentalizar essa visão, mas vai Ser muito bem legal. Outra coisa que a Lucimar tá falando aqui, ó, não tenho braço para amassar pão, né? Por isso uso dryidrin e o toque 100. Toque 100 é num dos princípios do Seitai, né, que é
o a vibração, né, percussão, né, Lucimar? Bem, outra técnica legal para massoterapeuta, gente, sensacional usar essas técnicas. Estudem isso, gente. A gente vai chegar numa idade, vai chegar numa idade que a gente não tem força de ficar amassando Pãozinho. Então, vamos ganhar shortcut aí, ganhar atalhos, né? E a Eliane tá falando a podologia, né? Ela é provavelmente ela faz reflexologia podâmica. >> Não faço, não. Tem que apertar muito. Achaja bom. Então >> eu que já fui indicada de de cirurgia pros dois túnelos de carro, eu não operei por causa da cultura, masicação de duas cirurgias.
Pontologia não dá não. >> A Isabel tá falando aqui, né? Ela usa bastante cotovelo. Cotovelo também é sensacional na masso, né? E outra coisa que é legal, punho da pantera. Em vez de você ficar aqui, ó, assim, punho da pantera, você libera musculatura. É bem legal para deoterapia, não exito, né? Mas assim, o professor ele ensinava muito usar o corpo e não mãos. >> Sim, >> né? Sempre usa o seu corpo. Toda hora Falava use o seu corpo, não use suas mãos porque vai lhe dar problema o peso do corpo, né? >> Sim. Não, a
massa é muito gostosa. Por que que eu não atendo massa aqui na clínica? O paciente sai bem e eu me desgasto. >> É, eu também. >> A Flávia perguntou: "Ah, posso colocar diapasão nos nódulos?" Sensacional. Dia apasão é o princípio do toque 100, é o Princípio do do Seitai, Fláviar, é o de apasão. É ressonância de é reverberação, né? De onda. Sensacional o pensamento, tá? Bora aqui no Inclusive, gente, muitas vezes eu ensino aqui, normalmente vocês vem eu falando, ó, palpalar a região do pessoas, agulho BP9 e pistona. Gente, se o paciente tem dor nessa
região do Pessoas para soltar BP9 pode pistonar. Aonde que eu aprendi isso? Lá no Seitai. No seai a gente solta, né, o o BP9, fica lá massageando ou fazendo martelinho para soltar. Nada impede de colocar agulha, nada impede de colocar um diapasão. Por quê? Terminação nervosa, estimulação da da estrutura ou dry neededlle, né, como a Lucimar comentou. Bora lá, gente. Gente, falando de tung, três princípios. Preconizava que o tratamento, quanto mais distal, mais efetivo, enfatizava que o tratamento local só traria mais dor pro paciente. Poucos relatos de tratamento local ou ponto a China lá na
dor. Uma coisa que a gente aprende na sistêmica, e aí a gente tem que desconstruir no tungstruir novamente é o seguinte. A gente aprende que o rim trata osso, Que o fígado ele é responsável pelos tendões, né? o coração por vaso sanguíneo, o basso paraa musculatura e o pulmão para a pele. Isso a gente aprende lá no conceito, lá no princípio da medicina tradicional chinesa. O mestre Tung em sua sabedoria aí, ele fez a seguinte analogia. Se o rim trata osso e eu sei que a ponta da agulha direciona o ti, Se a agulha tocar
o osso, eu estou beneficiando o rim. Se a ponta da agulha tocar o fígado ou tocar o tendão, eu estou beneficiando o f o fígado. Se eu toquei a musculatura ou um músculo, eu tô beneficiando o basso. Se eu estou agulhando um vaso sanguíneo, um vasinho, eu tô beneficiando coração. E nós acupunturistas temos morremos de Medo de agulhar vaso sanguíneo, né? Mas mestre Tung falava que beneficiava o coração e a pele, lembra lá do punho e tornozelo? Eu vou beneficiar o pulmão. Quer ver como faz todo sentido? A gente tem um agulhamento que a gente
aprende lá na sistêmica chamado a união dos trêzinhos. Você lembra qual que é o agulhamento? Alguém lê? >> Bp6. Isso >> o basso seis, gente, a gente fala que é a união dos três ins. Rim, fígado e basso, né? Olha só que interessante a estrutura da onde está localizado o baço seis. Lá no basso se eu tenho osso. Então se eu agulhar o basso seis, e aí é importantinho, se eu fizer um agulhamento mais profundo no baço seis tocando o osso, eu estou beneficiando o rim. E se eu pensar em canal unitário, o rim e
o coração não é o mesmo meridiano? Então estou beneficiando rim coração, certo? Se eu tocar a agulha no tendão lá no BP6, não passa o maior tendão do nosso corpo, né? O tendão de Aquiles não tá ali do ladinho. Se agulhar um pouquinho mais para trás do BPC, você vai pegar tendão, né? Estou beneficiando fígado. Se eu agulhar um pouquinho mais superficial, vou pegar a nossa musculatura, ou seja, vou tratar o baço. >> Então, tava pensar que se você aprofundado até o osso, você pegou os três. >> Você perfurou os três, as três camadas, lembra?
Tratou seis. Exatamente. >> Mas aí nem sempre vaso sanguíneo vai ser alcançado, né? >> Normalmente quando eu falo vaso Sanguíneo, você vai acabar pegando, né, uns vasinhos ali. E na região, especialmente de Bastos seis, é uma área bem vascularizada, né? É muito, tanto que muito difícil, especialmente pessoa mais de idade não ter aquelas aquelas úlceras varicosas, né? Ou ter os vasinhos um pouquinho mais aflorados. Esses vasinhos um pouquinho mais aflorados, gente, é sensacional para Tonificar coração. Pode agulhar sem medo. Lógico, gente, pelo amor de Deus, não vai pegar uma úlcera varicosa desse tamanho, achar que
você vai ajudar, o contrário, você vai ter problemas, mas esses vasinhos mais estrutura mais simples vai beneficiar muito a estrutura do coração. Gente, desculpa, tô per desculpa, tô perdendo a voz. vares tá sugerindo aí no caso as varizes, >> isso, aquelas mais superficiais, né? As veinhas que estão mais intradérmicas, né? Tranquilo, pessoal? Aí eu posso também pensando em Mestre Tung, a gente aprende na sistêmica que a agulha para cima tonifica, agulha para baixo seda, né? ou agulha no sentido meridiano tonifica, agulha contra o meridiano seda. Nada impede de eu fundir as duas visões. Posso fazer
um agulhamento, por exemplo, Num basso se tonificando, pegando a estrutura de musculatura para beneficiar basso. Sim, por que não? É as duas técnicas sendo uma única só, né? Mas na prática, mestre Tung, ele não ligava para o sentido da agulha, tá? Pouco importava agulha para baixo, agulha para cima. Era a profundidade da agulha. Tanto que a gente vai ver alguns pontinhos de tung esses 21 pontos mais As raízes, por exemplo. Ah, pontinhos aqui, ó, na mão. Toquei a ponta da agulha no osso aqui na mão, que não tem nada a ver com o meridiano do
rim, mas a agulha tocou o osso. Eu estou beneficiando o rim. Ah, toquei aqui, ó, no meu tendãozinho aqui, ó. Sei que dói para caramba, tá, gente? Eu sei que dói, não tô falando isso, mas tocou a agulha no meu tendãozinho aqui da mão, estou beneficiando o fígado. Agulhei aqui meu bíceps aqui, a minha musculatura aqui que é forte para caramba. Estou beneficiando o basso. Passa a meridiana do baço aqui, mas eu agulhei o músculo. Eu estou beneficiando o basso. Essa era a ideia do mestre Tung. Por que que não existe no Mestre Tung o
conceito dos meridianos regulares? ou ele usava o conceito do meridiano regular de uma outra forma. No Mestre Tung a gente vai conhecer áreas, área da mão, área dos dedos, a área do da cabeça, da orelha, por qualquer pontinho aqui. Ah, pus uma agulha aqui, ó, no entã, toquei no osso. Tô beneficiando rim. Ah, essa argulinha aqui, ó, do IG4 aqui não passa musculatura. Tô beneficiando o basso. Era isso que mestre Tung trazia pra gente. E ele dividiu os pontos dele lá, os 1000, acho que é 10000, me corrige nele. Acho que São 700 e pouco.
E se agulhar todos dão praticamente 1200. Danel is que boa de número >> é você você fala sempre 1200. >> É em torno de ponturados, né? Mas pontos declarados acho que são 700 e poucos, alguma coisa assim. 400 e pouco. Não me recordo de cabeça, gente, me perdoem. É que alguns pontos >> 1200 pontos bilateral. Eu não entendi. >> É, não é que assim, no tung, por exemplo, tenho esse agulhamento. >> Ah, entendi. É >> esse agulhamento aqui, ó, que é lá no pé entre o F2 e o F3, que é o o osso flor.
A gente vai colocar aqui na sola do pé. Isso aqui, isso aqui é um ponto só pro tung. Os quatro >> os quatro pontinhos é um ponto. Então, se eu for agulhar todos eles declarado, dá em torno de 1200. >> É isso mesmo. >> Agora declarado mesmo, essa junção de pontos, se não me engano, são 700 ou são 400, alguma coisa assim. Eu não, eu não me recordo de cabeça, gente. Me perdoem. >> 700. Entre 700 e 740. >> 700, né, Nelis? Obrigado. >> Você falou de alguns pontinhos que é considerado um, no caso, Zibu,
já vi pessoas falando, pode colocar uma culha transversal todo, >> ao invés de fazer, >> por exemplo, os ivu aqui, ó, são declarados três pontinhos aqui, ó. Só que isso aqui lá na literatura do Tung é um único ponto. Esses três perfurações é um único ponto. Então a sumatória disso aqui dá em torno de 1200 pontos. Tá um pouquinho mais, um pouquinho menos. >> Então, mas pode colocar na inserção da agulha uma agulha maiorzinha, inserir os três de vez. >> Sendo bem sincero, Eliane, a gente vai passar lá no Zivu, tá? Difícil. Acho que eu
nunca vi ninguém Agulhando o zivu. Normalmente sangria porque >> eu fiz uma vez. >> Hã? >> Eu fiz uma vez. >> Não, tranquilo. Na literatura ele >> é que a pessoa era muito sensível a agulha. Eu falei: "Então vou fazer o pontinho, né, de do pegar os três." >> Não vai funcionar. Vai funcionar. É que normalmente, tá, gente? Como a gente Zivu é um pontinho que ele espele sujeira do corpo. Tanto que numa tradução livre lá zivu é sujidade ou sujeira, né? E quando a gente fala de tirar sujeira do corpo, o que que a
gente tem que fazer? Sangrar. >> E não sangra de jeito nenhum. Ea pontinho botar sangue para fora por aí. >> Deixa chegar lá. Vou ensinar, vou ensinar um truquinho ou senão ensino já. Sabe o que você faz? >> O, o meu não funciona com álcool, não. Tá, >> pode funciona. Você vai fazer o seguinte, ó. Massagenzinha, ó. Uma massagenzinha de leve. Vai furar com as lancetas. E pode, >> tô pensando em mudar minha lanceta, que eu tô achando que >> essa L >> tá muito fininha. >> Essa lancetinha é boa. Essa lancetinha. Você acha que
eu não sangrei ninguém >> não. Isso aí sai um pingo. Se sair um pingo. >> Não, mas v vamos chegar lá nosô. Eu vou explicar direitinho. >> Depende a pessoa. >> Não tem necessidade. >> Tem gente que sangra mais, tem gente sangra menos. Aí depende como é que tá a veinha ali, se tá mais fácil. >> Mas a técnica que o Júlio vai ensinar foi essa de apertar, estimular, depois Usar alguma coisa para falar para você ver como vai dar. Tava com saudade de você, mulher. Aula. >> Oi, Júlio. >> Tava com saudade de você.
Falei: "Ih, cadê a Lu? Não tá mais aí com nós? >> Eu entro não, eu entro. Só que assim, semana passada às vezes você tem compromisso, você não consegue. Ah, >> eu tô aqui sempre ouvindo. Tá bom. >> Tava com saudade de você, mulher. Vocês estão bem? >> Sempre, né? Obrigada, Júlio. Vocês estão perfeitos, maravilhosos. >> Lu, não sei se ligaram para você. Te mandei um paciente aí. Sério? >> Sério? Hum. >> Teve uma paciente que >> teve uma paciente que veio aqui que ela tava em viagem. >> Aham. >> Falou: "Você não conhece ninguém
lá na na minha terra?" Eu falei: "Ah, Conheço." É a Lu. Mandei para você aí, mulher. >> Então, provavelmente ela não procurou vai chegar. >> E ela tava em viagem, ela ela ela veio aqui na quinta-feira. Eu acho que ela deve te procurar semana que vem. >> Perfeito. Então, muitíssimo obrigada. >> Que que é isso? Bora lá, gente. Gente, antes de falar de pontinhos de tung todas essas coisas, a gente tem que entender uma coisa. Existe lá no tung, a gente aprende isso na sistêmica e a gente acaba não praticando muito. É aquilo que eu
brinquei com vocês no pontinho do triângulo de Buda, mas Tung usava muito isso e levava muito a sério, tá? O lado direito tratar o lado esquerdo. Então o que que Tung falava aqui pra gente? Tá gente? Problema na minha mão de esquerda, eu trato pela minha mão direita. Problemas do meu antebraço direito pelo antebraço esquerdo. E da mesma forma, é o esquerdo eu trato pelo direito. O meu cotovelo direito eu trato pelo cotovelo esquerdo. O meu braço direito eu trato pelo braço esquerdo e o meu ombro direito pro meu ombro esquerdo. Isso daí é uma
holografia simples de tunge. O lado direito refletindo o lado esquerdo. Então, Mão direita indo lá pra mão esquerda. Ah, minha tendinitezinha tá aqui, ó. Eu trato pelo outro braço, é o que a gente tava comentando há pouco. E aí vai. Essa daí é uma holografia direta. A gente aprende isso lá na na sistêmica quando a gente tá começando a nossa formação, nosso ciclo de aprendizado. Mas Tung, ele começou a trazer algumas ideias mais legais aí de holografia e forma de tratar. Ele inverteu o pensamento. Então, a minha dor é no meu na minha mão. Eu
vou tratar pelo meu ombro. Pensem só aqui comigo. Tem o meu ombro aqui, certo? Meu ombro vem reto aqui e vira. Certo? Tem o meu trapézio e vira para descer pro braço. Se eu fizer o braço assim, ó, a minha mão assim, olha o meu trapézio aqui. Olha o meu Formato de trapézio aqui. Olha meu formato do ombro aqui, ó. Dá para fazer essa analogia? Então essa dor aqui na minha mão, eu posso tratar por esta região. A minha tendnite lá, hoje eu peguei o exemplo da tendnite. Não tá aqui, ó. Não é nessa região
a tendinite que dá nada impede de eu procurar pontinhos doloridos na região de axila. Daqui a pouco vai ficar mais fácil que a gente Vai entrar no conceito do meridiano, tá? Mas eu posso procurar, ah, minha dor é mais aqui nessa região aqui do punho aqui, né? Eu posso procurar pontinhos doloridos aqui. Ah, minha, meu problema é dedo em gatilho, né? Não consigo fazer esse movimento. Nada impede de eu procurar pontinhos doloridos aqui no meu trapézio e vai Tratar muito bem. Lembra, tratamento quanto mais distante, mais efetivo. Nesse momento a gente vai chegar lá no
pé, tá? O que que é mais distante do meu braço, da da minha mão? Não é o meu ombro. Então, posso tratar o ombro por ele, posso tratar também o meu antebraço pelo meu braço. O cotovelo fica lá no cotovelo mesmo. Meu braço pelo antebraço. Aí só repete, né? Posso tratar problemas de cotovelo pela mão. Sabe aquele problema de amplitude de movimento ou limitação de de movimento do ombro? Eu posso procurar pontinhos doloridos na mão. Ah, Júlio, mas que ponto que eu posso usar nesse momento? Vamos pensar na holografia. tão somente, tá? Imaginem assim, ó.
A minha dor na minha tendinite é nessa região aqui, não está lá no pulso. Então eu vou procurar pontinhos doloridos aqui no meu cotovelo ou no meu no meu ombro. Mas qual o ponto exato? Não tem ponto exato. O que que você vai fazer? Vai vir com palpador da aurícula, cabinho da agulha e vai palpando aqui. Ah, achei Essa região aqui, ó, resistente à dor. O paciente sentiu muita dor. A hora que eu palpei aqui, você vai vir com a agulhinha aqui, ó. Deixa eu até trocar a cor aqui. E vai agulhar aqui e vai
pedir pro paciente mexer a mão com isso contralateral, tá gente? E você vai ver que essa dorzinha que o seu paciente, opa, tem aqui, vai tender a diminuir. Ah, Júlio, Eu coloquei a agulhinha aqui. Esta região aqui passou, só que essa parte branca ainda não. Continua palpando com a agulha ou com o cabinho da agulha, né? Ah, achei um pontinho resistente a dor aqui, ó. agulha essa região que você achou aqui o pontinho dolorido e veja se melhorou o a dor do paciente. Normalmente com uma agulha vai no máximo duas, três. Nossa, difícil de passar
de três agulhas, tá gente? Você vai tirar a dor do seu paciente. Essa é uma holografia um pouquinho, é mais simples, mas é já um pouquinho mais trabalhada que eu tenho que fazer a imaginar, né? Aqui sendo meu a minha meu trapézio, né? Meu ombro, meu braço e o meu cotovelo. Gente, >> vai manipular. >> Não precisa manipular, tá, Jan? É só inserir a agulha. O que pode acontecer, gente? Deixa eu pegar uma agulinha aqui Para mim. Aí, pô, não tenho uma agulha aberta hoje. Povo consumiu agulha hoje aqui. O que pode acontecer é o
seguinte, ó. Vamos imaginar. Eu vou pegar uma agulhinha aqui só para mim demonstrar, tá, gente? Eu tô com uma dor aqui no meu bíceps. Eu vou tratar aqui pelo meu antebraço, OK? E eu achei um pontinho dolorido. Nessa região aqui verde. Dá para ver? Eu vim aqui, ó, palpei. Aqui é meu ponto dolorido. Eu vou lá, ó. e agulhei. E vou pedir pro paciente procurar a dor aqui no meu bíceps. Pode ser no problema do punho pelo pelo ombro, tá? Ah, Júlio, olha, melhorou. Só que ainda tá sentindo a Flávia contra lateral tá. Ainda estou
sentindo. Você pode procurar os pontinhos doloridos de novo. Você vai vir aqui, ó, e vai procurar os pontinhos. Só que aí é o pulo do gato, tá? O truquinho. Você pode fazer isso aqui, ó. Puxa a agulha um pouquinho de volta e dá uma viradinha nela, ó. Como se fosse um reloginho. Tá vendo? o ponteiro do relógio virando e pede pro paciente testar. Porque muitas vezes o que que pode acontecer? Eu achei o local certo tratar, mas sabe quando precisa aquele ajuste fino da agulha? Chegou no local, mas não pegou bem o pontinho que é
para tratar. Então você vem aqui, ó, tira um pouquinho, não precisa tirar a pontura, só vira ela e insere de novo ela. Só rotaciona a agulha. Isso é uma dica boa. Posso procurar outros pontinhos aqui? Pode. Mas normalmente esse movimento de rotação já vai resolver bem. >> Você não vai fazê-la >> pé. Você não vai fazer ela em pé para você ter essa posição sempre inclinada. >> Sempre inclinada, Jan. >> Isso. Sempre inclinada. E uma outra coisa um pouquinho mais profundo também, né? >> Um pouquinho mais profundo. O que pode acontecer? >> Manipulação. >> O
o que o que pode acontecer aqui, gente, é um pouquinho mais profunda, tá? Nesse momento aqui, ó, nessa viradinha que eu fiz, o paciente pode relatar assim: Júlio, tava bom, parece que piorou. Que que aconteceu? Eu saí um pouquinho da região. Pode ser que a agulha tava do outro lado, que seria mais legal. Então, eu volto ela um pouquinho e volto, rotaciono ela para o outro lado. Então, a ideia, o que que é? achar direitinho, tá? Isso aqui é uma diquinha Que o paciente não vai sentir tanta dor. Tem uma pessoa aqui, ah, Fabiana tá
perguntando aqui. Fabiana, dores na articulação gleo, nossa, não vou conseguir ler essa palavra. Glenoueral, eu iria procurar pontinhos a na região do punho. Sim. Você tá com a você tá com a câmera aberta aí, Fabi? Que que é esse? Clemal. >> Então vamos pegar aqui porque também o Povo vem com esses nome bonito aí de anatômico. >> Vamos, vamos achar ele aqui, ó. Aí tem um negocinho que eu gosto muito de usar, que é esse aqui, ó, gente. Tem um negócio aqui, ó, chamado Googleul do ombro. >> Dor no ombro, né? Olha, olha onde que
fica a articulação aqui que a Fabi comentou. Gente, eu sou péssimo de anatomia. Eu não sei nome assim não. Mas olha onde ele fica aqui, ó. Bem na junção do ombro, né? Prega do ombro eu posso fazer com a prega do punho e vai ajudar bastante, viu, Fabi? Oi, Naris. Quer falar alguma? Oi. >> Eh, ah, uma dica aí do Dr. Tan. Eh, se no caso aí a a dor ela for do lado Ian, você vai no punho do lado i. >> Então, a gente vai chegar lá. É, é isso aí. Na verdade, isso daí
é a base da acupuntura do tung, Alice. >> Sim. Aham. >> Essa é a base do tung. Como que eu vou pegar no punho contra lateral? É isso aí. >> Isso que você tá falando. Então você vai procurar pontos aes. No caso, se a dor ela é no ombro, >> na parte. >> Aham. Então você vai lá no punho >> na parte, >> porque o in tratando Ian. Agora uma dica De ouro, tá gente? E aí até vou contradizer um pouquinho o Richard T por experiência clínica, tá ali Alice? >> A dor aqui é no
meu ombro, na região Yan, certo? >> Sim. Qual meridiano que vai passar aqui? Eu vou pegar nessa região aqui, certo? >> Que músculo que passa aqui que dói para caramba se eu tocar? >> Não sei. >> Ou qual Estrutura? Tendão, né? Passar tendão aqui, né? >> Ah, tendão, sim. >> Que que vai acontecer? Vai doer para caramba se eu pegar o tendão aqui, né? Concorda? Se eu se eu >> pode ser >> nada impede de eu vir aqui atrás, não tem problema, vai achar. E aqui não tem o tendão passando e vai ser sensacional pra
gente tratar esse tipo de dor. >> Aí você aí você não vai no ponto ah, Você vai lá onde dói menos. No ponto ash, você vai achar um pontinho as do mesmo jeito, dolorido. Por que que eu não iria aqui? Porque aqui eu fatalmente eu vou pegar um tendão, né? Então nada impede de eu procurar aqui. Da mesma forma que quando lembra lá na Coriô que tem o meridiano aqui da bexiga, o quec da bexiga? >> Sim. >> E eu falei, ó, tratamento de dor lombar. Eu não gosto de tratar aqui porque não tem carne.
Uhum. >> E eu pego aqui na palma da mão. >> Sim. >> É o in tratando o Ian. E funciona. Funciona muito bem isso, viu, Alice? Vale muito a pena pensar nisso. É, é aquilo que eu brinco, eu não tenho dó de paciente. Se tiver que fazer uma técnica dolorida que o paciente vai chorar lá, Eu não tô nem aí, eu vou fazer. Só que assim, judiar de paciente, eu acabo não judiando. Então, por exemplo, pegar aqui que eu sei que eu vou pegar o tendão, gente, o paciente vai sofrer. >> Você pode subir, talvez
porque ele ele procurava nas faixas, né? Então, >> não exatamente se Ah, tá, você pode distanciar um pouquinho dos locais mais sensíveis, né? Sim, Mas pensa, penso sempre nisso, tá, Alice? Lógico, tem hora que não vai ter jeito, você vai ter que pegar aqui no tendãozinho. É o que a gente fez hoje, né, Fabi? De estimular o pericárdio seis. Gente, fatalmente eu vou tocar no tendão. Não tem jeito, vai dar choquinho. Mas tem que fazer. Mas isso é só o choquinho que você tá falando, porque aí tá o pericádio sete, que é pior do que
o pericádio seis. É, o pericádio sete é Horrível, né? >> Então, por quê? Terminação do tendão, né? Por isso que você sente essa essa dor horrível no pericardio set. Dor horrível é o choquinho que você tá falando. >> É, é uma é uma dor muito grande. É o é o eu falo que é choquinho, né? Mas é o pegar no tendão, que é aquela dor horrível que dá, né? Tanto que a gente vai aprender lá no tung um agulhamentozinho que é esse Aqui, ó. Não é deti, né? Isso aí é tendão mesmo. >> É tendão.
É, não é teti. É diferente a do tenti. A gente vai agulhar esses três pontinhos aqui assim, ó, que é muito próximo do pericárdio 7. >> Nossa, eu fiz isso demais na minha mãe. Como ela gritava? >> É doído. Mas gente, >> mas melhorava a dor 80%. Exato. Por quê? É o que é o que a gente brinca, né, Jenny? É uma técnica dolorida. É dolorida, vai resolver o problema para caramba. Então, às vezes a gente tem que pesar o que que vale mais, né? O paciente sentir a dor da bezetail e ficar bom ou
a gente vai ficar dando de pirona pro cara lá até o corpo resolver ter uma melhora, né? Tá. Eu fui fazer esse ponto aqui no meu marido que tá com dor no joelho. Ele gritou, falou assim: "Prefiro ficar com dor no joelho. Mas tá bom. >> São escolhas, né? Eu tive uma paciente aqui. >> É, tem dizer para ele que ali vai doer só uma vez. O joelho dói sempre. Ah, >> ó, eu vou comentar com vocês o que aconteceu aqui com a clínica. Eu tinha v uma paciente há pouco tempo, aí tem uns umas
duas semanas, acho que duas é. Ah, sabe aquela, aqueles pacientes de não me toque, não me rele, >> Nutella? >> É Nutella. E quer escolher o tratamento? Ah, eu só quero se for a agulha aqui. Ai, só quero se for a agulha. Não quero que ponha agulha na minha perna. Gente, e eu sou meio eclético nas coisas. Terapeuta sou eu, não é ela. Senão não precisava estar aqui. E eu falo isso pro paciente, tá gente? Eu não acho que a gente tem que ser justo, porque assim, se a paciente escolhe o Tratamento, se não dar
certo, a culpa é sua, né? Ou a culpa é minha, né? Se deu certo. Ah, não. Também tô falando para ele o que tem que fazer. É normal, gente, a gente vai ter isso. E eu peguei uma paciente dessas aí e ela fechou um pacotinho com com a si de 10 sessões e calhou na época de eu tá dando esses cursinhos. Eu não tava acompanhando assim nos atendimentos. Gente, Ela veio aqui, mas judiou da Cida e falava e falava. Falei: "Tá bom". No dia que eu tive isso tranquilo lá para atender, eu falei: "Deixa que
essa daí eu vou atender aí ela: "Ah, eu só quero que se fosse assim". Eu olhei, falei: "Olha, terapeuta sou eu, quem manda aqui sou eu." Ah, mas eu não gosto que deixa. Então, primeira coisa que eu falei, então vamos Fazer o seguinte. Levanta da maca que eu não vou te atender. Não, porque tem que ser assim, senão não resolve. E tava com as filhas dela aqui. Aquele, aquele a que vocês conhecem, né? aquela aquele barraco armado, né? Falei: "Não, eu não vou atender". Fui na na minha caixinha aqui, falei: "Ó, tá aqui seu dinheiro,
você pode ir embora, você pode procurar o terapeuta que vai fazer o que você Quer, porque eu não vou fazer isso, porque no futuro processo aí que tiver, o juiz, ele não vai falar que, ah, você não fez o que ela queria, o responsável pelo tratamento é sou eu." Então, se eu não tenho autoridade de fazer o tratamento que eu acho conveniente, você não vai ser tratado aqui. Ela ficou meio assim, né? Aí a filha olhou: "Não, mas tem que fazer o que ele tá mandando". Falei: "Não, gente, ela não quer tratamento, ela não quer
ser tratada. É uma senhora de bastante idade, né? você procura alguém que ela se identificou, porque infelizmente eu não vou entregar o que ela o que ela tá esperando e eu não quero ser lembrado como a pessoa que fez tratamento errado, né? Sei que essa mulher foi embora. Esses dias a filha me ligou: "Ai, Júlio, acredita que ela achou um cara aí que tá fazendo tudo que ela tá querendo?" Falei: "Ah, que bom. E aí melhorou? Não, parece que tá pior." Falei: "Gente, tem coisa que a gente não pode escolher, né?" Falei: "Não, mas continua
lá com ele, porque se ela se identificou, mal não tá fazendo, porque a acupuntura não vai fazer mal, né?" né? Lógico, pode, podemos fazer alguma Caqueira aí, mas 99,9% das vezes, mesmo ponto errado, a gente tá tratando bem o paciente, né? Mas às vezes a gente tem que ser abaixar a cabeça e falar: "Fia, segue seu rumo, porque não é só de dinheiro que a gente vive, né? Paz de espírito é melhor. Ó, a Gláus, ela fez uma pergunta aqui que me chamou muito a atenção. Júlio, você acha que o balance é incompleto em relação
à acupuntura do Mestre Tung? Ao contrário, Glaucia, ela evoluiu a acupuntura do mestre Tung. Que que acontece? Como eu falei no começo, o Tung e o Richard eram amigos. Eles o Tung ensinou tudo que o Richard sabia ou tudo que o Richard implantou na no Balance é a base da sabedoria do Tung. E ele acabou evoluindo mais o Pensamento, tá, Gláciel? O que eu falo bastante é o seguinte, é uma recomendação de amigo, não faça curso de balance sem antes estar firme na sistêmica e tá firmado no princípio do tung, porque aí o balance fica
fácil se você tiver essas duas vertentes. Tem muito vendedor de curso que fala: "Ah, não pode fazer o balance que não tem nada a ver com tung sistêmica, Gente, vai apanhar porque a base da pontura do Richard Tanda Balance é o é o tung, é a sistêmica". Então, tomem muito cuidado com isso, tá, Glciar? Stude tung e você vai ver que tudo aquilo que você aprendeu no balance, não sei se você fez também o o tung, pelo amor de Deus, tá gló? Não quero inferir nada nisso, mas você vai ver que muita coisa do Richard
É fundamentado no que a gente vai falar daqui pra frente. Bora lá, pessoal. Oi. Quer falar alguma coisa, Angela? Bom, gente. Oi, Angela. Acho >> vou mutar aqui, gente. Uma outra analogia aqui de holografia, tá? A gente falou da braço direito tratando braço esquerdo e braço esquerdo tratando Direito. A mesma forma acontece com a perna. Opa, tem alguém rabiscando minha tela aí. Fernandão, não faz isso comigo não, Fernandão, por favor. Da mesma forma acontece com a nossa perna. Então o pé direito trata o pé esquerdo e o esquerdo trata o direito. A minha perna direita
trata a perna esquerda. O meu joelho direito trata o joelho Esquerdo. Lembra aquele agulhamento que a gente agulha lá no joelho para tratar joelho, que é o Xian, se não me falha a memória, mais o E36, os olhinhos do joelho mais o E36, que é para tratar joelho. Por que não? Da mesma forma que a gente falou do triângulo de Buda, por que não fazer, ó, essa esse joelho é o que tá com problema? Por que não fazer na outra perna? Que que eu ganho? movimento, o a perna dele, o joelho machucado, ele pode movimentar
e a gente testar se o atendimento foi efetivo, pós qual a forma da gente testar isso aí. Vamos pegar esse exemplo do agulhamento do joelho, tá? Os olhinhos do joelho mais o E36. Agulhei contra a lateral. Eu posso pedir pro paciente movimentar o joelho afetado e saber se meu tratamento diminuiu a dor na hora. Se diminuiu a dor na hora, eu tenho certeza que meu atendimento está sendo efetivo. Se não diminuiu, o que que eu posso fazer? Trocar a técnica. Posso ir, por exemplo, para uma crânio de Amamoto, o D e o ponto G? Posso.
Ah, posso, sei lá, posso tratar, a gente vai ver depois, mas posso tratar pelo cotovelo, posso. Mas a ideia o que que é? Sai do achismo. Por testou a dor, melhorou. Melhorou. Eu sei que meu tratamento está funcionando. Se eu coloco os olhos do joelho mais o E36 do lado afetado e não estou dizendo que eu não vou colocar, tá? Mas na hora do primeiro atendimento eu vou ter certeza se meu atendimento tá sendo efetivo. Não. E aí eu vou ficar aqui atrás da minha mesa com paciente aqui na minha frente deitado na maca e
eu assim, ó. Pelo amor de Deus, Senhor, que esse paciente levante bem, que ele saia bem. Deus de misericórdia, manda seus anjos aí na frente desse homem. Por quê? Eu não sei. Eu não consegui testar se teve. Vai ter melhora. Lógico que testei, teve uma melhora, por exemplo, só coloquei os olhinhos do joelho e o E36 contra lateral. Senti, o paciente sentiu que teve uma Redução da dor, nada impede de eu colocar os olhos no joelho do lado afetado, mais o E36, o elétro lá no no lado afetado, que eu adoro trabalhar com elétro, né?
Fabi viu aí hoje, né? Todo mundo coloquei elétron. Não precisa. Mas vamos lá, põe elétrico que vai ajudar. Por qu vai relaxar a musculatura? Primeira coisa. o primeiro princípio da eletro, mas aí sim aliviei a dor. Sei que meu tratamento vai ser efetivo. Nada impede de pôr o pontinho local lá ou tratar conforme a sistêmica que a gente gosta, que aí o a gente tem certeza que ele vai levantar e não vai ter dor e manda embora. E vai tranquilo que é vida que segue. A coxa eu, a coxa direita eu trato pela coxa esquerda,
o glúteo direito pelo glúteo esquerdo. Da mesma forma, eu que nós fizemos com o braço, eu posso inverter o meu pensamento. Olha que interessante, a região de bacia eu posso tratar pelo meu pé. Olha que interessante. Vamos pegar esse exemplo aqui, ó, que aí ficou fácil aqui. Essa, essa aqui é novidade. Eu acabei de pensar. Olha a região do glúteo aqui, ó. Olha essa região aqui, ó. Não faz mais ou menos a mesma estrutura? Então o pé eu posso tratar essa região aqui. O a minha perna eu vou tratar a minha coxa. O joelho, eu
vou tratar o outro joelho. E aí eu inverto a coxa tratando a perna e o glúteo tratando o pé. pessoal que veio aqui, viu lá, né, a clínica, São várias marquinhas, uma do lado da outra, né? E eu não tô nem aí, gente. Misturo homem, mulher, é ambulatório. Gente, vou tratar um problema de dor ciática, por exemplo, vou agulhar um VB30 ou vou expor alguma parte da íntima da pessoa. Pense na holografia. Em vez de eu usar a região do glúteo, eu vou usar a região do pé e vou ter o resultado tão bem quanto
Expor o paciente em alguma situação aí que não seja legal. Isso daí funciona muito bem, tá? Da mesma forma, ah, meu problema é uma, sei lá, canelite, aquela dor que é insuportável. O pessoal aí do do futebol, né? Vira e mexe, arrebenta as canelas, né? Nada impede de eu procurar pontinhos doloridos na minha coxa, contral lateral. E você vai achar pontinhos doloridos e vai acalmar a dor. Ah, mas tenho que conhecer estrutura de meridiano. Não tem necessidade de conhecer meridiano nesse momento. Para deixar bem claro, nesse momento, lógico que quando eu conhecer a estrutura dos
meridianos, eu vou ser mais assertivo, né? Vou direto. Ó, sua dor é aqui, mas não sei estrutura de meridiano. Só conhecendo essa holografia aqui, ó. E a meu problema é nessa região. Opa, cadê ele aqui? Deixa eu apagar aqui. A minha dor é nesta região aqui, ó. Aonde que eu vou procurar? Pensa aqui, ó. Estrutura anatômica aqui, ó. Não lembra um maléulo? Ô malulo, um calcanhar. Vou procurar pontinhos doloridos nessa região aqui, ó. Ah, que ponto que eu vou usar? Palpação. Vai procurar na coxa inteira. Lógico que com a estrutura de meridianos, eu vou direitinho
no meridiano afetado. Não sei o que fazer. Sai procurando aqui. Pega o palpador da aurículo. Ah, sentir dor aqui, ó. Pode agulhar aqui. Sentir dor nesse nesse pontinho aqui, ó. Pode ter certeza que vai diminuir a dor Aqui. Ah, não. A minha dor é lá no glúteo, lá nessa região aqui do glúteo. Eu preciso expor o paciente. Não procura pontinhos doloridos no pé. Aonde? Sei lá, procura o pé inteiro nesse momento. Achou o pontinho dolorido, você vai agulhar ele e vai pedir pro paciente se movimentar. Tranquilo, gente? Essa é uma outra holografia de Tung. Confesso
para vocês, essas quatro que nós vimos não é sempre que a gente vai usar mais raro. O que a gente vai usar muito estas olografias aqui. Lembra que a gente aprende princípio da acupuntura? tratamento. Quanto mais distante, mais efetivo. Então, o meia mão eu vou tratar pelo pé. Minha mão não tem dedo. Pé tem dedo. Pé trata a mão. O meu antebraço eu vou tratar pela minha perna. O meu cotovelo eu vou tratar pelo joelho. O meu o meu braço eu vou tratar pela minha coxa. Olha lá a estrutura anotômica aqui, ó. O meu ombro,
eu vou tratar a região de glúteo. Olha que interessante. E o contrário também é verdadeiro. Então, a coxa eu vou tratar pelo meu braço. O meu joelho eu vou tratar pelo cotovelo. a gente não pega muita dor no joelho, eu posso procurar pontinhos doloridos na região do cotovelo e vai ser muito feliz com isso, tá? Um resultado muito bom. Região da minha perna, eu posso procurar No antebraço meu esporão de calcanho aqui, né? Aquela dorzinha horrível aqui eu posso procurar na minha mão. Olha que legal isso daí. Essa holografia a gente vai usar muito no
tung, tá gente? muito, muito, muito. Acho que é uma das aulografias que eu mais utilizo, essa e a próxima no dia a dia. Ah, é problema do, Por exemplo, né? Ah, problema no joelho, procura pontinhos doloridos nessa região aqui. O Fernando tá comentando aqui: "Problemas de virilha, né, Fernandão? Eu já volto aqui na na Helena. Problemas de virilha. Olha a estrutura anatômica, gente. Deixa eu ver se eu consigo mostrar aqui para vocês. Ã, se eu falei que aqui eu trato o glúteo. Ai, deixa eu ficar de pé ficar mais fóssil. Que que que parece isso
aqui? Estrutura de virilha. E eu vou tratar virilha nessa região da axila. Como eu eu brinco, tá gente? Pelo amor de Deus. Cheiro de bacaiu lá embaixo, cheiro de bacaiu aqui em cima e vai tratar bem da mesma forma, gente. E aí é um Pouquinho mais difícil, né? Porque eh problemas de ombro, isso daí acaba expondo o paciente. Eu eu acabo não fazendo isso, mas poderia pegar na região da virilha para tratar essa região aqui, não teria problema. E vai tratar muito bem. Tranquilo, gente. Só que o Tung na sua imensa loucura, tem umas perguntas
aqui que eu tô segurando, tá, gente? Que vai encaixar agora no próximo slide, tá? >> A verilha seria por aqui também, né? >> Oi. Perdão, gente, eu não tô vendo. Deixa eu só estopar aqui quem que tá falando. >> Eli, >> cadê você? Cadê você? Vai ter na mão >> a virilha. Vai ser. >> Aguenta aí, aguenta aí. Vou chegar nessa aí. Por isso que eu tô segurando as perguntas do povo. O o Tung na sua imensa utilização de mocha, né? Deve ter fumado Muita mocha esse homem, rapaz. Vocês não tm noção. Ele inverteu esse
pensamento aqui também. onde. E aí veio o que a Eliane falou e esse monte de pergunta que tem aqui, que aí eu vou começar a responder elas. Ele inverteu a holografia, onde o pé eu vou tratar pelo meu ombro ou o ombro eu vou tratar pelo pé. A minha perna eu vou tratar pelo braço. O meu joelho continua sendo tratado pelo cotovelo. E aí vem a sacada aqui, ó. A minha coxa eu vou tratar pelo antebraço e a minha região de bacia, né? Eu vou tratar pela mão. E aí o que a Eliene tava falando
era tratar virilha pela prega do punho. Se você pensar em anatomia e você ficar de pé dessa forma aqui, ó, a sua mão dá Direitinha na região lombar. A prega do punho, ela vai coincidir isso na anatomia normal, tá? Tem sempre pras mudancinhas aí, as alterações, né? A prega do punho vai coincidir com a virilha, com o espaço da virilha. E funciona assim, Taelene, funciona muito bem. O aí aí vem as perguntinhas aqui do povo. Vou começar com falar delas aqui. Então gente, uma coisa assim que eu uso Bastante a distância. O que é mais
distante eu tratar aqui, ó, nessas holografias que nós vimos? O paciente tem essa dorzinha aqui, ó, uma dor lombar. N vamos pensar que ele tá com uma dor aqui. O que tá mais distante dessa dor é a perna. Deixa eu pegar aqui, ó, que ela tá acoplada nessa região. Ou é o ou é o punho aqui, a mão Na mão, né, mais distante. Que que eu vou tratar? Sempre o que for mais distante, pensando na holografia. Então eu penso na holografia, eu inverto ela aqui, ó. Holografia inver. Cadê a holografia invertida? aqui, perdão. A holografia
invertida é a bacia sendo tratada pela mão ou a região lombar sendo tratada pela mão. Da mesma forma, é um dedo em gatilho. E já pegando o Gancho aqui da pergunta da colega, né? Ã, da Helena. Boa noite, professor. Meu dedão médio continua em gatilho. Dedão médio, dedo da mão. Que que eu aí? Ela termina aqui, ó. Só no período da manhã. Que que eu posso tá fazendo? Tem alguma dica aí, né? Dedo da mão. Eu vou procurar pontinhas. O que que é mais distante do dedo da mão? Poderia tratar pelo cotovelo. Poderia Dedo do
pé. >> Poderia tratar pela bacia, né, Nelis? Poderia. Mas o que que é mais distante? Não é o pé. >> É o dedo do pé. >> Eu vou tratar pelo dedo do pé. Eu vou procurar pontinhos doloridos no dedo do pé. E aí, pensando em canal unitário, gente, que a gente falou aqui, daqui a pouco a gente vai ver os outros, tá? O que é mais distante do dedo médio? Dedo médio, que meridiano que passa? Lembra? >> Pericárdio. >> Pericárdio. Qual que é o canal acoplado ou canal unitário do pericárdio? Não é o fígado. Em
vez de eu procurar toda a sola do pé dela, eu vou procurar pontinhos doloridos na estrutura do meridiano do fígado. A gente vai ver outras formas de estrutura. Ah, mas eu não sei que o pericárdio passa aqui no dedo médio. Eu não sei. Tô começando agora na acupuntura. Sem problema. Eu tenho o conceito da holografia. Que que eu vou procurar? Pontinhos doloridos em todo o pé. Vai ser efetivo, vai. Vai dar mais trabalho? Lógico que vai. A gente vai Ter que ficar caçando lá, né? Se você der sorte de catar o pontinho certinho lá sem
querer, muito que bem. Se eu sei a estrutura do meridiano, eu já sei aonde eu vou pesquisar. Então isso é importante, de preferência contralateral. E aí, vê que que eu prego? Canal unitário sempre do lado afetado. Então vou procurar, vou tratar por canal Unitário essa dor aqui. Meu meu minha dor é na no dedo médio, né? ou o dedo engatilho no dedo médio lá no no pericárdio, eu vou procurar lá no meridiano do lado afetado. Lembra? Canal unitário, ele faz este esse desenho aqui, ó. Pericárdio aqui, liga com o fígado aqui. É mais ou menos
esse desenho, né? O estrutura do meridiano. Então, ligação direta. Poderia pensar no terceiro ponto distal para ajudar a nossa amiga? Poderia. Qual o ponto que eu usaria? Posso pegar o terceiro ponto de stal, que é o T7, se não me falha a memória. É isso que é o riacho >> três. >> Ô, aliás, pericárdio. Pericárdio S, se não me falha a memória, né? >> Pericardio S. Desculpa, desculpa. Eu falei, eu pensei uma coisa e falei outra. Era melhor pegar o fígado três, que é mais fígado três, >> o mais distante. Exatamente. Ó, fígado três. E
vou manipular o fígado 3. A energia não vai percorrer com força. Tendência é desobstruir esse dedo gatilho. Pode ser que não desobstrua de uma vez. Deduro de gatilho, tem vários problemas aí. Pode ser estrutura, pode ter mexido Em estrutura muscular, pode ter congelado, pode ser. E aí entra na diferenciação de síndrome, né? Dedo em engatilho é muito ligado a frio, né? Congelou a região. Mas terceiro ponto de estal F3 do lado afetado pode ser que ajude também. Ah, não quero usar o terceiro ponto de stal, mas achei um pontinho dolorido próximo lá de de F,
vamos pensar aqui, F4, F5, normalmente dedo >> não pode usar o extra zang full. >> A gente não conhece ainda extraang full, Nelis. >> Ah, tá, tá. >> Vamos chegar lá. Mas é isso aí, vamos chegar nessa daí, né? Mas o que que eu penso aqui? Tratamento, quanto mais distante. O que que tá mais distante da mão, pé? A gente vai, vou pegar esse exemplo se você me permitir, Tá, Helena? Pra gente exercitar nos outros meridianos quando entrar, tá? Olha que a Isabel tá perguntando aqui pescoço e cabeça. Vamos chegar lá, Isabel. Deixa eu ver
só tem mais alguma aqui. Fernando tá perguntando tempo de mocha. Gente, uma coisa interessante aí e é bem legal. Tung ele não usava mocha ou usava muito pouco mocha, tá? Particularmente eu não uso mocha aqui na Clínica, tá Fernando? Porque a C é alérgica. Não que eu não goste, eu adoro mocha, mas a cida é muito alérgica a ela. Então eu acabo não utilizando mocha, eu acabo usando infravermelho e acabo deixando aí os seus 30, 40 minutos aí tranquilo. Ah, gente, a ú a outra holografia aqui a gente já volta aqui na história aqui que
a Isabel comentou, pescoço e cabeça. Porque até agora eu só falei de holografia de braços, né? Braço tratando braço, braço tratando ou perna tratando perna, né? Braço tratando perna e perna tratando braço. Eu não falei aqui deste quadrantezinho aqui nosso, né? que é a região de cabeça até a lombar e da lombar até a cabeça. Mas aí acho que agora vocês já começaram A entender a coisa. E antes de passar pro próximo slide, a gente vai nesse slide aqui, só para ter uma ideia, lá no seu almanac de acupuntura, lá da sistêmica, a gente aprende
que o VG20, ele é um pontinho ótimo para tratar hemorroida, não é isso que a gente aprende? E muitas vezes a gente acaba agulhando até os quatro cavaleiros pensando em tratar hemorroida. É o topo da cabeça tratando o parte baixa. Lembra na nossa cabeça aqui, ó, cabeça do ser humano só tem titica, né? Só tem caca, não é isso que a gente aprende? né? Ou a boca, a nossa boca aqui, ó, só fala meleca, né? Parte de baixo só não solta meleca. é a cabeça tratando a parte de baixo. Da mesma forma, se você pegar
no seu Almaná aqui de acupuntura, VG1 e VC1, que a gente nunca agulha, e a gente tem que agulhar esses pontinhos, aí você vai para cori, vai para outra técnica, né? Mas se você quiser algulhar na sistêmica, pontinho lá, o VG1 e o VC1 que fica lá na parte baixa lá do lado da região retal, pontos que acalmam o chem, certo? Não é isso? A calma a mente abre Os orifícios da mente. Você vai ver isso na literatura. Por quê? Tá lá de alegre. Não, olografia é a parte alta tratando a parte baixa. A parte
baixa tratando a parte alta. Olha que legal, Tunger explica a sistêmica. E isso daí acredito que o pessoal que tá na sistêmica nunca fez essa analogia, né? que ainda não tinha visto essa parte Do tung, mas é esse o conceito, é holografia, cabeça tratando a parte baixa. E o que que eu posso fazer é o seguinte, ó. Nesse slide vai ficar um pouquinho mais fácil, porque ele traz aqui as linhas médias do corpo. Se eu for lá a pessoa e dcerar a pessoa, ã, cadê? Aqui achei meu meu rabisco aqui, gente. Se eu for lá
e dcerar a pessoa, a o meu umbigo está no centro da pessoa. Lembra? Anatomia chinesa. Pelo amor de Deus. Todo mundo sendo assaltado, mãozinha para cima. A linha do umbigo difere a parte alta da parte baixa. Então, topo da cabeça eu vou tratar por esta região aqui. A minha parte baixa ali, baixo ventre, eu vou tratar por esta região, A região pouquinha ali da região de Cristelíaca. E aí você vai pegar a estrutura aqui do pescoço, já respondendo a pergunta da Isabel. Se você palpar essa região aqui, ó, do pescoço, você vai ver que é
a mesmo formato da cristilíaca lá embaixo, não é? Você palpar a cristelíaca, você não tem os dois ladinhos e o buraquinho, né, dos órgãos aqui no pescoço, a mesma estrutura. Única coisa que é um modelo um pouquinho mais reduzido no pescoço. Então eu posso tratar questões do pescoço nessa região aqui da crista ilíaca, um pouquinho mais para cima, um pouquinho mais para baixo. Da mesma forma essa região, né, da cristilíaca lombar, eu posso tratar aqui pelo meu pescoço. A minha barriga, ela trata o tórax E o tórax trata a barriga. Olha que ideia legal de
se pensar. Da mesma forma, lembra que a gente fatiou o corpo, pernas e braços. Vamos passar holografia por holografia. O joelho na perna é o nosso umbigo, o nosso centro aqui, ó. Essa essa imagem tá mais legalzinha aqui de ver. Deixa eu só apagar aqui para ficar, senão vai ficar uma bagunça aqui para Ninguém vai entender nada. Então, questões de joelho eu posso tratar na linha do umbigo. Eu posso procurar pontinhos doloridos na região do umbigo e tratar joelho. Da mesma forma, o joelho da próxima da mesma forma o abdômen. Eu posso tratar aqui pelo
joelho e perna. Tratando assim esta região aqui, ó. Baixo ventre eu posso tratar pela perna. Da mesma forma, a parte de tórax eu posso tratar pela minha coxa. Ó lá, que legal. a minha coxa tratando a região toráxica. Inclusive a gente vai ver lá nas raízes de Tung ou os pontos que tratam os órgãos na sua essência. E a gente vai perceber que a raiz do coração, do órgão coração, Ela passa aqui na coxa, no molrafia direta, ela cai direto aqui na região do tórax. Por isso que o coração de Tung é na coxa. Da
mesma forma o raiz de pulmão lá para tratar na sua essência. Só tô dando spoiler das semanas aí, tá? Pulmão não tá aqui no tórax. Ó, meu pulmãozinho aqui. Eu vou tratar o pulmão na minha coxa. Por quê? tá? Tung ele usava muito isso. Questões de cabeça, como a gente falou, e aí volta a holografia aqui de baixo. Eu vou tratar pela minha bacia, mas eu posso inverter a holografia da perna. E aí eu posso tratar questões de cabeça pelo meu pé. Lembra que a gente agulha o F3 para acalmar o nervosismo da pessoa? Aquela
pessoa com os olhos vermelhos, aquela cara de ódio e a gente agulha o F3 aqui e o F2 e a pessoa clareia, né? Pensando lá em estação do iando do fígado, por exemplo, por que que ele é tão bom? Que que tá mais distante da cabeça? O glúteo, né? A região do glúteo ou o pé? O pé. Por isso que é tão bom a gente agulhar lá o F2 e o F3 para questões de neuvosismo, né? Os nervoso, Por quê? É o mais distante, é o pé tratando a cabeça. Não sei se vocês tinham já
esse tipo de analogia. Já tiveram esse tipo de analogia? Ah, mas o meu problema é no meu pescoço. Tá bom, vamos lá. Pescoço, a gente tem um negócio chamado pombo de Adão, certo? Ou gogó. Não vou falar que nem o Wilson que Tava tratando aí umas mulher com gogó. Aí falou: "Toda mulher tem gogó". Tá bom, né? Não sei qual a mulher que você tava tratando, mas na verdade tem sim. >> Ô Júlio, se eu não posso tratar o coração pela coxa, por exemplo, eu posso então tratar pelo braço, né? >> Pode tratar pelo braço.
Na verdade, >> acesso a coxa do paciente, ele tá lá de calça jeans. >> Uhum. Vou contar uma, vou vou contar já tá no braço, né? >> Vou contar uma coisa que você não achou no livro ainda, tá, Nelis? e não vai achar nada impede, tá, de você aplicar, por exemplo, as raízes do tung que a gente vai ver aqui na cori, na estrutura da Coriô, nada impede de você refletir o agulhamento da raiz do coração no do tung, que é lá no Centro da coxa, no bíceps. vai funcionar, tá gente? Porque eu uso aqui.
Você acha que é uma pessoa, por exemplo, ela tá, ela é amputada das pernas. Gente, se eu tiver estrutura de canais, todos as raízes, né, Nelis, eu posso refletir em qualquer parte do corpo. Que que eu preciso ter? Ideia da holografia. Aí tá muito bem firmada a holografia E tá muito bem firmada a estrutura de canais. E aí você vai criar os seus os seus pontinhos do jeito que você quiser. >> Você citou algo interessante aí, né, Jun? Na questão de pessoa você citou algo interessante na questão de pessoas ocultadas, né? Na questão das dores
fantasmas. Perfeito, gente. Dor fantasma existe muito isso. >> Vou vou dar uma dica para vocês. Não é do curso de tung, na verdade no curso de Crânio. >> Não, é só a pele holografia que você falou, né, de >> sensacional você fazer. >> É que é que assim, táene, dor fantasma, ela tá ligada mais à neurologia. >> Sim. >> E aí, >> Yamamoto, né? Yamamoto. E tem uns pontinhos yamamoto que ficam aqui entre a C1 e a C2, que é chamada de master key ou master Reset, hard reset. Vocês vão ver todos esses nomes aí.
Eles zeram a memória da dor, são pontos neurológicos. Vale muito a pena. Eu passo para vocês lá no grupinho o a relação dos pontos. É bem legal de tratar, tá? Mas e aí entra mais na parte neurológica, né? Então, ó, pensando aqui na garganta, linha maléulo aqui no pé, linha do gogó. Mesma coisa. Região de tórax. Eu vou tratar pela minha perna, O umbigo, a região umbilical. Eu vou tratar pelo joelho. A minha coxa passa a tratar a região abdominal e aí fecha a parte da perna. Da mesma forma a mão tenho a mesma, tá
gente? Qual que é a holografia que a gente vai fazer? O meu ombro, Eu posso tratar a cabeça, axila aqui, né? A região da axila vai tratar o quê? Essa regiãozinha aqui, né? Meu braço, eu vou tratar o meu tórax. É que essa aqui tá feinha de de fazer a holografia. O meu umbigo, eu posso tratar a região umbilical pelo cotovelo. Tanto que, ó, pontinho que a gente usa muito, IG11 para dor de cabeça a gente Não usa muito. Ou pr dor de cabeça não, para dor, para dor abdominal a gente não usa muito G11
pra pessoa pôr para fora. Gente, G11 tá tratando essa região aqui de umbigo. Dá para entender? Deu para ver essa analogia? Meu antebraço, a parte de abdômen e a minha mão é essa região aqui pélvica. Da mesma forma, invertendo o pensamento, a minha mão. E aí eu brinco aqui, ó. Nós temos o cabelinho aqui, né? Os dedinhos aqui você pode imaginar como se fosse cabelinhos, tá? Então, a mão vai tratar cabeça. Aqui na mão, não tem a bolotinha aqui, né? O malulinho vai tratar região de pescoço. O antebraço vai tratar a região de tórax. Cotovelo
vai tratar a região umbilical. Meu braço e o e o ombro vai tratar a região abdominal. Gente, isso aqui é importantíssimo ter essa ideia. Toda a base da estrutura do tung sistêmica também, tá gente? está neste slide. E aí você vai conseguir tirar um monte de dúvida. Quer ver um negócio interessante? A gente pega a agulhinha lá, a gente vai prender lá o IG4, né? Não é muito bom para dor de cabeça, especialmente essa região aqui. Olha a holografia aqui, ó. e G4. A prega do punho tá aqui, pescoço tá aqui. E G4 vai tratar
essa região aqui, ó. Não, por menos o IG4 é a terminação nervosa da C1, né? Coincide com a terminação nervosa da C1. Por isso que dor de cabeça para muito rápido quando você agulha em G4. Quando você agulha o F3 é o mais distante, às vezes tem um resultado melhor. Mas toda a sistêmica está explicada nesse slide. Você pode pegar todos os pontinhos da sistêmica, você vai conseguir jogar aqui na holografia e trazer algum resultado para algum lado. Dúvidas, pessoal? Ô Júlio, por isso que o TA6 trabalha a constituação aqui. Holografia. >> Aonde que tá
o >> Aonde que tá o T6? >> Ali no para cima do punho, né? E vai pegar bem a região do intestino. >> Tá aqui assim, né? Aqui ou aqui, né? Ó lá. Aqui é bacia, né? TA6 vai est mais ou menos nessa regiãozinha aqui. >> Exatamente. Nelis, vocês percebem que a Sistêmica ela foi construída na base da holografia. É que ninguém conta isso pra gente. Talvez a gente não tinha essa maturidade para aprender na época, né? Mas agora a gente como acupunturistas já um pouco mais experientes, a gente consegue ter essa visão. E aí
a gente começa a sair um pouco do manual, né, do da técnica de função de Pontos. Gente, tá cheio de mensagem aqui. Hum. Ó, eu vou ler só uma aqui pensando em só comentar em D gatilho aqui que a Eladir comentou. Se for frio, pode pensar em mocha. Gente, Tunger não usava mocha, mas sendo bem sincero. E se eu pudesse, né, aqui com certeza eu faria faria mocha. É muito legal, tá gente? A mocha vai ajudar bastante, seja pensando na Medicina ocidental, né, porque vai levar calor pra região e vai beneficiar aí a estrutura do
do canal aí obstruído. E pensando no ocidental, né, o calor, o que que vai acontecer? Vai relaxar a musculatura, né? Relaxou a musculatura, o dedo, o gatilho ele tende a desarmar. Então, faz bem sentido, pessoal. Dúvidas? Tão gostando do bate-papo, gente? >> Top. Ótimo. >> Tão gostando mesmo, gente? Eu sei que é bastante informação, gente. É um é um negócio. Tem >> aula o dia inteiro, Júlio. Amanhã tem aula o dia inteiro de novo. Hoje >> eita >> essa questão de dedo gatilho que você falou aí. Eh, e se fosse falta de nutrição do do
da madeira pro fogo, mesmo assim usaria mocha? >> Então é que aí poderia pensar também na mocha, tá? Porque o que que vai acontecer, Eliane, mesmo que seja, é que aí a gente vai entrar no conceito do Inyang, o máximo de um vai se tornar o outro. Então pode ser um falso calor apresentando também que é no lembra do caso da endometriose? esfria, esfria, esfria e a mulher sente o fogacha, sente o calorão. É o falso calor. Então, quando você colocar a mochinha, a tendência desse frio é se manifestar, porque vai exarcebar aí o o
calor e vai apresentar o o caso do frio. Então, faz sentido fazer sim. Eu iria nessa linha, tá, Helen? >> Dúvidas, pessoal? Mais uma aula top, >> gente. Vamos encerrar por aqui. Eu vi que tem um monte de pergunta de lá no YouTube. Eu vou tentar responder Aí no final. Ah, Magali perguntou alguma coisa. Magali, eu não vi a pergunta. Perdão, menina. Ah, deixa eu só responder aqui da Magali. Deixa eu achar ela aqui. Cadê Magali? Cadê você? Deixa eu achar aqui a pergunta da Magali. Me perdoe, Magali. Você puder repostar ela, menina, eu não
tô achando aqui. Achei. Achei. Dores que iniciam no punho e vai até o polegar da mão direita. É certo que o que é por esforço repetitivo e pela minha profissão. Tem um ponto no início do punho que aperto chega a dar choque. Ah, chega a dar choque ao longo de todo o tendão até a ponta do dedo. Nesse caso, tratamento seria, gente, vamos lá, vamos pegar aqui o caso dela para encerrar que é importante. Esse daí é legal. Desculpa. Ã, Magali, eu não tinha visto, na Verdade, passei batido. Me perdoe. Tá. Então, ela tem uma
dor aqui que ela pega. Você quer abrir o microfone para explicar, Magali? Consegue? Então, vamos lá. >> Tá, vou vou falar aqui. >> Boa. >> Oi, Júlio. Boa noite. >> Boa noite, menina. Deixa eu, deixa eu só estopar aqui, achar você aqui. >> Não, não, tudo bem. Ah, então ele, ele Não chega a ser uma modelo do gatilho, né? Inclusive, eu fui até no médico ele mandou fazer ultrassom e raio X, porque em 2021 eu tinha no na mão esquerda. >> Uhum. >> E agora eu tô com fiz uma dorzinha na mão direita. Não é
que tu aperta no início do >> do do punho e aí tem um ponto que ele passa bem onde passa ter andão. No início do punho, do lado aqui. Acho Que seria o canal da em cima que intestino grosso, né? >> Ó, eu eu tô aqui nessa região aqui. É isso? >> Não, em cima do dedo. A na parte yan >> aqui assim. >> Isso. Isso. Aham. Exatamente. >> Tá. E aí tu aperta nesse ponto bem aqui entre que tu que tu ergue ali, tem um um afundado assim. >> Você nesse ponto aperta, dá um
choquinho Ao longo do dedo. >> Ao longo do dedo indicador, é isso? >> Não, do dedo polegar. >> Do dedo polegar. Tá. Então vamos lá. Ã, pensando rapidinho, a gente vai falar bastante aí na próxima aula de estrutura de meridiano, tá? Mas a gente sabe que essa dorzinha aqui, ela tá envolvendo o meridiano do pulmão, né? Aham. Ah, pulmão. Tá. >> É porque ela dói ao longo também na Parte >> yang e na parte in, digamos. >> Perfeito. Se a gente pensar aqui, ó, o polegar pulmão e G, pensando na estrutura inteira, né? Tá aqui
o pulmão e o IG aqui nessa região, né? poderia pensar aqui, ó, uma técnica, a do terceiro ponto de estar riacho lá no BP3 do lado afetado. Então, você pode manipular lá o BP3 no lado afetado, pode ser que te dê uma Ajuda. O que você pode pensar? Você tá, vamos, vamos fazer um teste. Você tá com dor agora, né? Sim. >> Vai lá no dói. Ele não dói parado, mas é se eu aperto ele, ele dói. >> Então você vai fazer um teste pra gente, ó. Ó, eu me colocando, sempre me complicando, né? Eu
adoro fazer isso. Ô, meu Deus. Vai lá no seu pé. >> Aham. >> Mais no pé 500 >> no contralateral. No contralateral da dor, >> tá? Você vai achar um pontinho bem dolorido, mas bem dolorido mesmo. Mais ou menos no Bexiga 65, bexiga 64. Você vai achar um pontinho bem dolorido. >> É que eu eu tô ainda no início do eu tô sou estudante de acupuntura, né? Então >> Júlio, não seria basso, >> né? Ah, não. >> Vou vou mostrar. Vou chegar >> fazer trang full. Ele tá fazendo trang full, gente. Controlade >> Ah, tá.
Extra zang full. >> Ó, vamos pegar nessa aqui, ó. >> Mostra no bonequinho para ela. Acho que fica mais. >> É, eu vou pegar aqui, ó. >> A gente vai pegar aqui. Eu eu gosto do Google, por isso ele quebra nossos Gaios, viu? >> Você vai pegar uns pontinhos doloridos. Eh, desculpa. Tem um livro aqui do ponto a ponto também da comultura aqui. >> É, então não pegue o ponto, tá, Magali? >> Tá. >> A gente vai pegar isso aqui, ó. Ah, vou pegar esse pé aqui, ó, com umas joanet legal. Control. Qual que é?
>> Ó, a gente vai pegar essa região aqui, ó. Ã, nossa, essa fotinha aqui não ajudou em nada, né? Mas tudo bem, Ajudou. O meridiano da bexiga, ele passa nesta região. Tá, tá compartilhada? Não, >> deixa eu compartilhar aqui. >> O da bexiga. >> O meridiano da bexiga passa nessa região aqui do lado do dedinho, certo? Certo? >> Você vai procurar pontinhos doloridos mais ou menos, ó, nessa região aqui, próximo do calcanhar até o meio do pé. Você vai achar um pontinho bem dolorido. >> Tá. >> Achou. >> Qual que qual seria o Tenho? Aham.
Bem perto do do próximo tornozelo. >> E achou bem dolorido, né? bem dolorido. >> Você vai fazer o seguinte, ã, aperta ele um pouquinho, >> vai dar uns 30 segundos aí e você vai ver que ele vai começar a diminuir a dor ou até até diminuir um pouquinho a dor, tá? Vai dar uns 30 Segundos, >> tá? >> Tá. A hora que começar a diminuir a dor, você me avisa. >> OK. >> Seria mais ou menos porque eu tô sentindo a dor seria no ponto do B72. >> Perfeito. Excelente. >> Uhum. >> Porque assim, >>
tá, >> ó, enquanto isso eu vou explicando para Vocês. Ó, a dor dela nessa >> nessa região aqui, ó. Imagine assim, ó. Meu pé, >> a minha dor tá aqui, então tá próximo do meu calcanhar, né? >> É. >> Diminui um pouquinho a dor na pressão. >> Uhum. >> Movimenta a mão. Procura a dor na mão que tá doendo. Diminui um pouquinho. >> Acertou tanto com o dedo que a dor foi Embora. diminui um pouquinho. >> É assim. Aham. Já apertando já não sinto mais aquele choque. >> Isso daí é o que a gente vai
ver lá na próxima aula, que é o por eu poderia fazer o seguinte, poderia pegar a perna dela, falar para ela: "Ah, Magali, procura pontinhas doloridos aí em todo o pé". Só que como ela me descreveu que o Meridiano afetado é o pulmão ou IG, eu sei a teoria de canais e a gente vai ver na próxima aula a teoria do extra zangu, que a bexiga trata pulmão. Por isso que eu te pedi para você procurar pontinhos doloridos. >> Aham. >> E a gente vai ver na próxima aula o por isso aí. Mas isso é
um conceito do extra zangfu. É o taim, que é o canal unitário do pulmão e do baço, Sendo tratado pelo Taang, que é a bexiga e o ID. >> Uhum. >> Isso, isso é bem legal. Aí, aí vai ficar para semana que vem. Diminuiu bem, né? >> Obrigada, Júlio. >> Que é isso? >> Ô, Júlio. >> Oi, Né, >> só uma experiência aí, ó. Eu tava com uma leve dor na minha coluna, mais ou menos o canal da bexiga, Eh perto ali da da região lombar, mais abaixo um pouco. Aí você foi fazendo nela ali
e eu fui achar na holografia, pela holografia ali, ah, o canal do pulmão, né? Porque pulmão extrafu por do lado direito, o canal do pulmão perto do punho, mas um pouquinho mais acima. Apertei, mas bem dolorido. Passou a dor na cor. >> Ótimo, né, gente? Vamos encerrar por aqui. Posso só fazer um jabazinho, >> gente? Quem >> quem quiser apostila disso aqui, tá? Amanhã eu já começo a mandar os o os links de pagamento. Vou cobrar R$ 180 no Pix. da apostila o e o certificadinho, né? E R$ 200 no crédito em duas vezes. Vocês
tinham visto esse valor aqui que eu falei na última aula? Eu repensei, como é a última vez que eu vou dar esse curso do Tung, eh Eu vou fazer isso daí, tá? Esse ano eu não dou mais esse curso do Tung, né? E o outro curso do Tung, quem tiver em São Paulo, dia 30 e 31 vai ser um presencial aqui na clínica. São 12 vagas só, tá gente? Na verdade, agora só faltam oito. R$ 300 no Pix e R no crédito em duas vezes, gente. Só que assim, não gosto de agulha, não quero ser
agulhado. Não vem nesse bate-papo, tá gente? Nesse curso não se inscreva, Porque a ideia é ter uma imersão. Aí a gente vai agulhar ponto mesmo, vai sentir os teuído, que a ideia é a gente ter nesse nesse encontro a experiência que o paciente vai ter aí no no tratamento do dia a dia. Eu brinco que a gente só tem um jeito de saber o que o paciente vai passar, né, a gente passando junto, né? Então, quem quiser vai ser no dia 30 e 31. Começar às 8:30 vai até umas 18 no Dia 30. No dia
31, normalmente eu termino em torno de 1 hora, mas reservo o dia inteiro, porque se ficar alguma coisa, ah, tá, precisamos, estamos atrasado, porque normalmente tem esse bate-papo, a gente acaba ficando um pouquinho, ã, conversando de outras técnicas, né? Então, separa o dia 31, o dia inteiro também, tá? E se a gente acabar antes, melhor a gente vai paraa casa mais cedo, senão eu Vou ficar aí até o último ponto, tá bom? Bora descansar, gente. Vamos embora. Já viu? >> Muito obrigado, viu? Como sempre, ótima. >> Ah, ô Guita, amo muito vocês, gente. Tenho muito
carinho por vocês. Sabe disso, né? >> Ô, pessoa querida. Obrigado, Judo, >> meninos. Bom descanso a todos, uma boa semana e é isso aí. Qualquer coisa chamem lá no grupinho pessoal do YouTube. Eu vou Colocar o link do grupo lá no no comentário, só não sei se eu consigo fazer agora. Amanhã cedo eu faço, que agora eu quero mais é uma pizza. Bora descansar, gente. Vamos divulgar, pessoal. Vamos colocar aí no Instagram. Eu já vou colocar no meu Instagram aqui os link, as coisas. Vamos divulgar. >> Agradeço que eu sou péssimo nisso, gente. Sou zero
esquerda. >> Boa noite a >> Já mandei para grupos. >> Gente, bom descanso a todos. Muito obrigado do carinho também. >> Boa noite. >> Boa semana a todos. >> Deus abençoe. Abraço. >> Amém. Tchau. Tchau, gente. Pizza. >> Opa. Aí sim. Grande abraço. Fiquem com Deus, gente. >> Boa noite a todos que vocês t Boa noite. Tranquila, >> tá? Bom domingo para vocês. >> Para nós, gente. Fiquem com Deus.Ém, >> certo? pessoal do YouTube. Então, só para encerrar aqui, pessoal do YouTube, gente, novamente, quem quiser tá lá, eu vou mandar no na descrição aí do
vídeo direitinho. Provavelmente amanhã cedo eu faça isso, tá, gente? É que hoje eu tô realmente acabado, mas amanhã eu já mando isso aí. Grande abraço a todos, obrigado aí do carinho até agora. Bom Final de dia a