A situação de Trump nos Estados Unidos vem piorando bastante com alguns membros, não só da oposição, mas até da situação, exigindo do governo americano uma solução rápida para essa guerra. Vale lembrar que a pressão no preço dos alimentos, no preço dos combustíveis, queda de popularidade do governo americano e uma série de país árabes insatisfeitos, com riscos a sua infraestrutura energética, a sua infraestrutura de água e até mesmo a transformação política e geopolítica que vários países faziam, a exemplo de Arábia Saudita e Barém, atraindo o setor de serviços, como por exemplo a Fórmula 1, que foi cancelada nesses países. Vale lembrar que o Trump, ele pede agora ajuda para os outros países, como China, Coreia do Sul, Japão, para que ajudem a cercar o Irã e combater o fechamento do estreito de Mus.
Vamos ver se de fato nessa tática esse pedido de ajuda do Trump vai dar certo. E riscos em relação à parte interna dos Estados Unidos, já que houve desde o início do governo Trump uma redução de efetivo no FBI, no Departamento de Justiça e a riscos, segundo a própria mídia do país, de agora ataques internos nos Estados Unidos. pelos chamados lobos solitários.
Será que a gente vai ver, galera, um ataque dentro do território americano como retaliação pela morte de Alikenei? Se vocês querem entender um pouco mais sobre esses assuntos e muito mais também sobre geografia, geopolítica, atualidades, política, polêmicas, enfim, tudo para você se manter sempre bem atualizado. Já se inscreve no canal, deixa seu like, compartilha esse vídeo que o professor Cardio conto muito com a sua ajuda.
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Bora lá pro vídeo, pessoal. Então, ó, ah, como eu falei para vocês, o governo americano, aparentemente, o governo Trump, ele se meteu em uma grande enrascada do ponto de vista político e geopolítico. Como eu já trouxe também, não há como a gente prever, como a gente e discutir o poderio militar americano.
Se os Estados Unidos quisessem, eles conseguiriam, claro, obliterar o território do Irã, seja com algum tipo de arma nuclear. O próprio Turker Cson, que era um dos formadores de opinião maga, que foi afastado agora pelo Trump, que fala que ele não faz mais parte da comunidade, porque ele se afastou do seu princípio, enfim, né, das suas ideias ali mais próximas. O Trump falou que o governo americano está eh pensando em utilizar esse tipo de equipamento.
Car, eu particularmente desconfio que seja mentira, né? Não sei se dá para acreditar muito no que o Turker Carlson fala, mas enfim. Eh, eh, e capacidade militar os americanos têm, mas a questão é quais são os custos, né, de você, por exemplo, matar uma série de civis.
A gente vem eh percebendo, por exemplo, que o ataque que os americanos fizeram contra a escola no Irã, que trouxe a morte de mais de 175 pessoas, já vem pegando com a população dos Estados Unidos, com críticas, principalmente, claro, do Partido Democrata e de outros países da comunidade internacional. A Itália da Georgia Melone falando que Israel, Estados Unidos estão ferindo os princípios internacionais. A gente tem a China mandando ajuda humanitária, enquanto os Estados Unidos matam pessoas nas escolas iranianas, entende?
Então, por mais que, ah, professor, mas foi um erro, uma situação de guerra, galera, primeiro que, né, você tem que ter uma certa responsabilidade. Os Estados Unidos é super poderoso, tem uma inteligência muito boa, mas isso vai trazendo um custo político e geopolítico bastante significativo. Quando são países, né, como China, Rússia ou membros do partido democrata, a gente dá para entender porque faz parte do jogo geopolítico e político-americano.
Agora a gente percebe que os países do golfo estão incomodados e também os apoiadores do governo Trump. Eu posso falar isso a partir de uma declaração de David Sax. Para quem não sabe, ele é o conselheiro da Casa Branca para questões de inteligência artificial, criptomoedas e é um dos megaabilionários dali, né?
Um empresário do setor de tecnologia. A gente sabe que o governo Trump para conseguir ser eleito, ele se alinhou bastante com membros do Silicon Valley, do Vale do Silício. A própria nomeação do Jade Vence enquanto vice-presidente do país tem grande impacto nisso, né?
tem grande, é muito didático de qual é o setor que tá apoiando o governo americano. Ele tem um podcast próprio e ele se pronunciou mesmo sendo um conselheiro da Casa Branca, alegando que os Estados Unidos devem buscar uma saída rápida para essa guerra, que agora é um bom momento para declarar vitória, independente do que seja vitória para os Estados Unidos, e conseguir eh sair dessa situação complicada que o governo americano está. Quando eu falo situação complicada, é porque a gente já discutiu aqui também.
Quando a gente fala de uma vitória, o que seria uma vitória para os Estados Unidos? É a queda do regime dos aatolás? Acho que tá bem distante disso acontecer.
Ou seria, por exemplo, acabar com um programa nuclear ireniano? A gente teve ataques, por exemplo, feitos fortes contra a Sfarhan. Mas aonde está o Urano enriquecido?
Poxa, os cientistas eles ainda t o no ali. Existe uma parceria forte com Rússia que foi firmada também para um acordo nuclear. Tudo isso vai ser finalizado ou os americanos não vão sair do Irã enquanto não for finalizado?
Eu falei para vocês que os americanos enviaram ontem 2. 500 marines. A gente tá falando de fuzileiros navais.
Eles vão desembarcar no Irã. Eles vão ficar ali um tempo no Irã até conseguir dominar as ilhas Karg ou dominar todo o território iraniano. Quanto tempo vai durar essa guerra contra um país poderoso?
E combinando com o aumento do preço dos alimentos, aumento do preço da energia, inflação, aumento dos juros? Isso não é uma vitória do ponto de vista político, ainda mais em ano eleitoral. Vale lembrar, galera, que dentro do próprio Maga, né, que é o Make America Great Again, eh, ao medo que ataques que os americanos façam contra infraestruturas iranianas possam gerar respostas em toda a região do Golfo.
E a gente sabe que um dos pontos mais sensíveis é a questão da dessalinização e a questão energética. questão energética pensando no mundo como um todo. Ontem, por exemplo, o Irã, ele atacou um porto super importante nos Emirados Árabes Unidos, que funciona como espécie de hub de distribuição de combustíveis fósseis.
Isso pode impactar o preço da energia. Mesmo ataques que sejam feitos contra a infraestrutura, por exemplo, de dessalenização, pode gerar também repercussões nos países árabes. Um bom exemplo, quando o Irã ele foi atacado, segundo o Irã, né, os Estados Unidos atacou um ponto de dessalrização, o Irã respondeu quase que no mesmo dia contra o Barém e também em Dubai, não exatamente contra ponto de dessalrização, mas muito próximos deles.
Vá lembrar que a região do Golfo, apesar de ser super popoada, super populosa, só conta hoje com 2% de disponibilidade de água doce do planeta. Países como, por exemplo, Kuit depende de 90% de dessalização. O OMAN 86%, Arábia Saudita 70%, os Emirados Árabes 42%.
Se os países do Golfo começarem a perceber que os Estados Unidos e Israel fazendo ataques contra a infraestrutura iraniana pode comprometer a infraestrutura dos países do Oriente Médio, dos países do Golfo, eles vão buscar ainda mais acelerar um processo de apaziguamento, pressionar o governo americano israelense para finalizar essa guerra. A gente tem críticas fora do do mundo árabe, por exemplo, da Turquia, alegando que essa guerra está sendo provocada pelos Estados Unidos, provocada por Israel, para Israel conseguir os seus objetivos, que é avançar na região do Líbano, que é enfraquecer o território iraniano e fazer o que a Turquia coloca ali, né, que é o sonho de Israel, que é dominar completamente o território do Oriente Médio. E, aliás, eu já falei para vocês também, né?
Eh, eu não gosto aqui de fazer teorias da conspiração ou coisa do gênero, mas essa guerra ela faz muito mais sentido até do ponto de vista eleitoral para Israel do que paraos Estados Unidos. Israel, Benjamín e Netaniarro vende pra população que está correndo perigo. Poxa, então se tem um ataque do Ramás, um ataque do Resbolá, um ataque do Irã, ele consegue unificar o pensamento do povo israelense em torno nome do primeiro ministro.
Esse ano nós temos eleições parlamentares em Israel. O Benjamim Etaniarro é eh normalmente é um cara que tá envolvido em escândalos de corrupção, que não tem tanta popularidade assim, excetentuando, claro, em situações de guerra que tem que promover um sentimento de unificação. Agora, pro Trump, qual é a parte positiva de fazer parte dessa guerra?
Se mesmo antes do conflito a população americana já não queria, ah, professor, mas o Irão é o inimigo, tal. Beleza, mas vamos pensar que são gastos militares, são pessoas que estão morrendo, aumento o preço de energia, aumento do preço dos fertilizantes, isso tudo são custos políticos. A gente leva a entender que devem ter alguns tipos de questões por trás.
Será que tem algum tipo de ligação com EPS files de tirar o assunto da da frente da do ponto que tá sendo mais discutido? Será que existem informações privilegiadas que o Benjamim e Taniarro que Israel sabem sobre a questão e que não podem ser divulgadas pelo Trump? Cara, claro, de novo, né?
Aqui a gente tá saindo a informação, tá indo pro campo da especulação, mas claro que levanta é esse tipo de suspeita. Os países árabes, os países do Golfo, se a gente for pensar, ah, professor, Oriente Médio, uma região instável, concordo, mas quais são os países que a gente discutia uma instabilidade política? eh o Irã, eh a Síria, eh o Líbano, a gente tem o território do Iraque, por exemplo, beleza?
Agora, os Emirados Árabes, eh o território do Kuwait, o Bahém, a própria Arábia Saudita, são todos os países que, se vocês observarem, estavam nos últimos anos tentando mudar a maneira como o mundo enxergava esses países, fazendo, por exemplo, o Sport Washing, o Qatar atraí a Copa do Mundo, bem como a Arábia Saudita também. Ah, daqui algumas copas, né? A Copa vai ser na Arábia Saudita.
É uma tentativa de fazer com que países que ganharam muito dinheiro somente com a exportação de petróleo, com as suas reservas naturais, estão investindo hoje em turismo, em diversificação econômica. A Arábia Saudita tem projetos para fazer o deline. É uma cidade, um estilo de shopping ali, né?
toda climatizada, controlada pelo estado. Eles estão com projetos de fazer, por exemplo, um grande parque do Drgon Ball também para atrair investimentos estrangeiros e turistas, os Emirados Árabes Unidos, né, com Dubai, por exemplo, esses países, eles tentam se dissociar um pouco do conflito e passar uma sensação de não, a gente é um país mais confiável, um país mais estável, invistam na gente, gera querendo ou não, são países que acabaram firmando acordos assim eh megabilionários com o governo americano de investimento nos Estados Unidos. E claro que eles contavam que a presença de bases americanas, os investimentos estrangeiros e essa conexão atraindo investidores, atraindo turismo, poderia trazer uma certa sensação de segurança.
É isso que está acontecendo agora. O o caso mais sintomático de todos, o GP do Barém e o GP da Arábia Saudita foi cancelado. Eu sei que parece uma notícia muito mais ligado ao mundo do esporte, mas acho que diz muito sobre o conflito.
Cara, o Barinho hoje não é mais um país seguro para receber um grande evento internacional, bem como a Arábia Saudita. É isso que os países do Golfo querem, perder essa credibilidade, né, entre aspas, que eles foram ganhando com gastos, contratando o Cristiano Ronaldo, fazendo com que o Sauditão fosse transmitindo na Band, né, dentre outras prerrogativas. É claro que não.
Então, há preocupações econômicas, há preocupações que o Irã possa retaliar no processo de dessalinização dos países. O Irã, por mais que também seja um país que depende muito do processo de dessalinização, é menos do que Kuwait, é menos do que OMAN, atravessava sim uma crise hídrica, né? Mas essa sensação de insegurança pode fazer com que grandes financiadores do governo americano e apoiadores do governo americano pressionem pelo fim da guerra.
Ou seja, o governo Trump está numa situação muito complicada. Ah, professor, mas fica tranquilo, porque o Irã ele não pode atacar pontos de infraestrutura. Se viu, né?
E de fato, se você pegar ali na Convenção de Genebra, você tem o artigo 45, que proíbe ataques contra infraestruturas civis. O próprio ministro das relações exteriores do Irã declarou que o Irã entende isso, mas quem começou com os ataques não foi o Irã, foi os Estados Unidos. Então, seria justificável.
E agora convenhamos que acho que numa guerra, ainda mais uma guerra contemporânea, e com a queda de credibilidade das instituições multilaterais, a última coisa que o Irã está preocupado é querer respeitar algum tipo de princípio da Convenção de Genebra sobre conflitos eh eh mundiais, né? Então, por mais que exista de fato, não acho que seja uma grande preocupação do Iran. Quando a gente pega os Estados Unidos, claro que o governo Trump ele tenta passar uma sensação de normalidade.
O Trump, por exemplo, se pronunciou e alegando que está dizimando o Irã. Alegou também que pode atacar as ilhas cargue novamente somente por diversão. Além de tudo, a gente sabe, né, que a infraestrutura do petróleo ela continua funcionando.
Isso é um ponto importante. As ilhas carg, a gente fez uma discussão mais efetiva no vídeo de ontem. Quem quiser ver, acho que tá bem legal, tá?
Mas só para quem não viu, é uma ilha que fica muito próximo da costa do Irã. É ali onde escoa quase 90% de toda a produção de petróleo do Irã, que geralmente vem do sudoeste ali do país. É uma região que tem um litoral um pouco mais profundo, então grandes petroleiros podem atracar naquelas posições.
É uma região que tem bastante água doce e uma região que sofre com a escassez hídrica. É um território super estratégico. Os Estados Unidos eles não atacaram posições de infraestrutura de energia, atacaram posições de infraestrutura militar nas ilhas carg, quase como se fosse um recado que está sendo enviado.
O governo Trump aparentemente está querendo pressionar para que o Irã aceite algumas condições para negociar um acordo de paz, por mais que ele fale publicamente que não. Quem está vencendo, quem tá obliterando o inimigo, como os americanos colocam, eh, obrigaria algum tipo de negociação. Não me parece muito é plausível, né?
A gente teve a Carol Lavit, por exemplo, colocando que 65 embarcações militares do Iran foram destruídas, mais de 6. 000 alvos foram atacados, o lançamento de mísseis do Iran desde o começo da guerra caiu 90%, no de drones foram 95%. Então apresenta dados que de fato eles são, não sei se totalmente reais, mas eles, o Irã não é que tá saindo grande vencedor, claro que não, né?
Os impactos econômicos num país que já sofria com uma grande crise, eles são muito sensíveis. Agora, vitória dos Estados Unidos também é muito difícil da gente crer, da gente acreditar. A própria declaração do governo americano pedindo para que países se mobilizem e ajudem a libertar o stre conta muito isso.
O Trump ele falou que espere-se que China, França, Japão, Coreia do Sul, Reino Unido e outros países afetados por essa restrição artificial do Irã envieem navios militares à região para que o estreito de Ormov não seja mais uma ameaça de uma nação que foi totalmente dizimada. A grande questão é que o Iran ele fala publicamente, não se enganem. Isso o próprio ministro das relações exteriores falou em entrevista, nós não estamos fechando estreito de mos.
Nós estamos fechando estreito de mous para os nossos inimigos, porque é uma retaliação econômica a uma guerra que eles começaram. E, aliás, amigos dos nossos inimigos que apoiem essa guerra também podem sofrer retalhações. Isso foi o recado que o próprio líder iraniano está colocando até para a Ucrânia, porque a Ucrânia está negociando agora com Israel o fornecimento de um sistema de drones.
A gente sabe que a Ucrânia, depois de 4 anos lutando contra os shahed iranianos, desenvolveu ali um no, né? Então a o recado é muito simples. A gente permite a passagem, negociou com os indianos, negociou com chineses, por exemplo, desde que não sejam aliados dos Estados Unidos.
Tanto que o Iria falou: "Pais árabe, vocês querem deixar de ser atacados que a gente não ataque infraestruturas? expulsa embaixadores americanos, diplomatas do regime sionista e beleza, a gente para de atacar vocês. Ou seja, é uma tentativa, né, de fazer com que os países sintam inseguros de serem aliados eh dos Estados Unidos.
Será que esses países como China, Reino Unido vão mandar suas embarcações militares pro estreito de Mous? Cara, acho que não, mas acho que é uma tentativa do governo americano de tentar acelerar algum tipo de processo, de libertar aquelas posições. Informações da mídia americana que o próprio Pentágono não consegue hoje fazer a escolta pela possibilidade de minas marítimas, pelo ataque de drones, pelos ataques que podem acontecer contra a marinha americana hoje no estreito deus.
Ou seja, uma situação extremamente complicada para os Estados Unidos. Enquanto isso, a gente tem também o aumento do preço dos fertilizantes. Isso é um ponto bem importante, tá?
Há muita gente fala da questão da água, da questão da energia, que são pontos sensíveis. Mas quando a gente pega a urea, por exemplo, mais de 40% de aumento do preço só nas últimas semanas por conta da guerra. E se o fertilizante fica mais caro, os alimentos ficam mais caros, trazendo uma sensação de insegurança alimentar para o mundo inteiro.
Lembrando que hoje existe fome no mundo, não é pela falta de alimentos, é pelo preço dos alimentos que é inacessível paraa parte da população. E claro que se o fertilizante tá mais caro, aumenta o preço geral. A gente tem hoje 1.
1 milhão de toneladas de ureia que estão presas no Golfo Pérsico porque não podem navegar pelo estreito de Urmus. e as próprias fábricas de fertilizantes na Ásia que estão paralisadas pelo aumento do custo da energia, tanto do gás como também do petróleo. É claro, galera, no mundo da globalização, uma região tão importante como Oriente Médio paralisada traz impactos no mundo inteiro e a pressão contra quem é o responsável, né, pelo menos aí na visão de atacar primeiro o território do Irã, são países que vão começar a ser pressionados.
Além disso, existe uma possibilidade que está crescendo na mídia americana, que é a ideia de que ataques podem acontecer contra os Estados Unidos. Quando o governo Trump ele foi eleito, ele prometeu fazer e até no meu para o DOD, que era o Departamento de eficiência governamental, né, do Illo Musk, eh, cortes, cortes nos serviços federais, alegando que os Estados Unidos gastava demais, né, dentre outras coisas, nós tivemos aposentadorias, corte de custos, não reposições de funcionários no FBI, no Departamento de Defesa dos Estados Unidos. Sabe qual que é a sensação hoje?
Isso dito pela mídia americana. é que talvez alguns trabalhadores essenciais em um momento em que os Estados Unidos correm risco de algum tipo de ataque possam ter sido comprometidos. Nós tivemos alguns atentados que aconteceram em Michigan.
Nós tivemos atentados que aconteceram, por exemplo, próximo da residência do Zoan Dani, atual prefeito de Nova York. Ah, professor, se não tivessem essas demissões, os cortes de gastos aconteceria os ataques? De novo, é difícil a gente saber, né?
Mas o Irã, isso o próprio Trump falando, ele tem algumas células adormecidas e a gente sabe que costuma fazer retaliações, ataques que acontecem no seu território. Quando em 2020 nós tivemos a morte do Cim Suleimani em um ataque feito pelo Trump no território do Iraque, existiam planos para que o Irã, dentro do território dos Estados Unidos, eliminassem John Balton, a época um grande assessor. Ele um cara muito próximo do governo americano.
uma retaliação à morte do Suleimani. Nós tivemos há pouco tempo aí, tá? Uma pessoa presa, um paquistano, um empresário condenado Nova York, porque ele estava contratando pessoas para eliminar uma série de eh políticos americanos em 2024, inclusive o próprio Trump.
A gente sabe que recentemente o próprio FBI colocou o Trump e negou, mas que existia possibilidade de ataques na Califórnia, feito pelos Estados Unidos, aliás, pelos iranianos, com as suas células adormecidas. E a sensação de insegurança aumenta porque os cortes de gastos fazem com que talvez fique mais difícil prevenir tais ações ofensivas iranianas, além do que os chamados lonely wolfes, né, ou seja, os lobos solitários. pessoas que talvez não tenham ligações diretas com grupos como Irã ou com outro ou com alguns grupos extremistas do Oriente Médio, mas que pensam de maneira similar e podem fazer ataques em nome daqueles grupos.
Então, por exemplo, ah, eu admiro muito a postura do ISIS, mas não tenho nenhuma ligação com eles. Eu vou lá, realizo um atentado e falo: "Ó, não tenho ligação com eles, mas foi em nome do ISIS". É uma forma desses grupos ou até do Irã também agirem no território americano.
Lembrando que lideranças iranianas já estão falando também de um suposto ataque de bandeira falsa, como inclusive falando de um novo dia 11 de setembro, né? Alegando que os Estados Unidos vão fazer um inside job para fingir um atentado que aconteceu contra eles mesmos, para acusar que o Irã fez o atentado e aí justificar algum tipo de ação ofensiva, porque claro, né, a população americana aí, se tiver algum tipo de atentado no território americano, possivelmente vai querer eh vai se coordenar em favor de uma intervenção maior no Irã. justificaria as ações militares eh americanas no território iraniano.
No momento, a fotografia é de parte da população americana, maior parte, inclusive, sentindo que foi uma operação desnecessária que respende responde muito mais nos anseios do próprio governo de Israel do que exatamente do governo americano. Beleza, pessoal? Deu para entender os principais acontecimentos?
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