[música] [música] [música] Oh. Olá, sejam todos muito bem-vindos ao caso a caso. Eu sou Carla Buquerque e tenho a honra de ter aqui comigo. Opa, pera aí que eu tô me ouvindo. Vamos voltar aqui e tenho a honra de ter aqui comigo hoje três pessoas. Hoje essa mega mesa aqui pega fogo. Uma que é aqui, estamos aguardando, é uma advogada que a gente adora aqui de paixão, a Dra. Alessandra Girarde daqui a pouco vai entrar por aquela porta, mas temos aqui com a minha frente dois homens. Uhum. E também um deles é perito. A gente
não pode chamar que foi perito, né? Porque quem é perito nunca deixa de ser perito. Temos aqui o Hamilton, que é perito, trabalhou muito tempo na nossa polícia técnico-científica aqui do estado de São Paulo, um grande perito, e hoje está na atuação da área do direito criminal, Especialista também aqui na questão do direito digital. a minha frente aqui, aqui nessa diagonal, esse policial que a gente adora de paixão, que é quem? O Cobra, investigador de polícia aqui do estado de São Paulo. Do Olha, então vejam só, é uma mesa aqui hoje só de feras. A
gente só traz feras aqui. A Dra. Alessandra deve est chegando daqui a pouquinho porque São Paulo tá pegando fogo no trânsito. Trânsito. O Dr. Hamilton, porque agora Dr. Hamilton, advogado também, perito de muitos anos, muitos anos de polícia técnico-científica. E eu já quero aqui deixar um oi para essa nossa querida audiência. Já peço para você deixar aí seu like, para você se inscrever, para você compartilhar, porque essa live vai ser mais uma live importante. A gente vai trazer aqui três casos para vocês. Vamos trazer o caso Henri Borel, Rio de Janeiro, porque não é, eu
não, eu preciso dividir com todo mundo aquilo que eu encontro. Porque eu encontro, eu saio dividindo, principalmente se for importante. E eu quero ouvir deles, deles, olha só, né? Policiais, advogados, peritos, o que que eles acham? Vamos trazer o caso Vitória de Cajamar, que, né, está também pegando fogo, pegando fogo em vários lugares, né, no Principado de Cajamar, no Reinaldo do Rio de Janeiro. E vamos falar também do caso do Pedro Turra, Esse em Brasília, aonde agora o advogado se retirou ali da defesa do Pedro. Vamos explicar para vocês o que que isso significa e
que isso não é tão incomum, né? às vezes pode acontecer, às vezes inclusive até por divergência de visões. Então já vou começar aqui com Cobra, não vai dizer oi pra sua querida audiência, Cobra? Gente, obrigado. Boa noite, Carlinha. Obrigado ao nosso querido colega que abandonou, mas tudo bem. Fazer o quê? Sorte dele. Enfim, gente, boa tarde. Vamos lá. Eu sei que tem muita novidade em todos esses casos. Sei que existem realidades que a gente, infelizmente, acaba vendo e fica triste, porque às vezes colegas nossos se comprometem com o lado errado e a gente fica triste.
É, é, é chato. A gente ao mesmo tempo também vê pessoas de alto escalão de outros, né, lugares muito importantes na justiça, eh, também tomarem as, eh, medidas erradas e irem também pelo lado contrário. Quando eu comentava que o crime organizado não é só o bandido que puxa uma arma, e sim às vezes um cara que puxa uma caneta. O peso de uma canetada, peso de um cara que tem o poder de ter a caneta na mão. E a gente tem visto muito isso em muitos lugares. O cara com uma canetada, ele prejudica assim uma
quantidade de gente. Olha quem está entrando aqui. Doutor, boa noite. Boa noite. Boa noite. Agora a mesa tá completa. É intempestível, mas é sincero. [risadas] A mesa tá completa. Olha só, gente. Dra. Alessandra Gir chuva São Paulo justifica circun são circunstâncias alheias a minha vontade, esse atraso, meus amigos. E mas olha só, e só para lembrar todo mundo, hoje é advogada criminalista, mas expolicial, também trabalhou anos no DHPP. Então aqui essa mesa hoje tá rodeada que é pra gente, ó, vamos embora. Eu falei que que a gente hoje vai eh vai colocar couro vai comer
hoje. É, o couro vai comer. Tem o último caso. É, eu eu adoro uma frase da Dra. Alessandra que é o seguinte, né? Caixão e vela preta. Mas a gente vai deixar o caixão e vela preta pro pro final. Enfim, quero que o Hamilton dê o oi dele aí também. Hamilton é expperito, ex-policial, agora está no direito retomando as atividades. Retomando que eu já advogava antes. Daí ingressei na polícia, exonerei recentemente, agora eu vou voltar a advogar. Ah, bacana. Tô voltando aí. Isso já tem a experiência na perícia e vai trazer grande perito, fez grandes
casos. E Alessandra aqui é a nossa advogada criminalista também, ex-policial. Então vejam aqui que nós temos uma mesa de policiais. Amiga, já minha amiga, [risadas] já estivemos juntos. Vamos. Bom, gente, vamos começar ali com o caso, né, que bom, esses dois casos abalaram essa semana, tanto o caso Henry Borel quanto o caso Vitória de Cajamarra. Mas eu quero começar com caso Henry Borel porque eu quero olhar pro rostinho dessas pessoas que estão aqui sentadas comigo. Gente, de novo, tudo que a gente mostra aqui, né, e vai mostrar, está no processo. Tudo, tudo, tudo, absolutamente tudo.
Então, eh, só que assim, o que que é muito interessante, porque nem tudo que tá no processo às vezes é usado, né? E não faz sentido você colocar as coisas no processo e não usar o que tem lá dentro. Esse caso do Henry Borel é um caso que me incomoda muito, né? Eu já discuti isso com várias pessoas e olha, vamos deixar claro que nenhuma dessas pessoas Aqui faz parte de absolutamente de nenhum desses casos, né? Então eles estão livres, leves e soltos para falar. O que que acontece? é aquela criança que vai chegar no
Barrador. E quando ela chega no Barrador, ela vai passar ali por um atendimento médico. É uma criança que está em estado crítico. Depois de horas ali de atendimento, mais ou menos uma hora e pouco, é, vai ser declarado o óbito dessa criança, né? E aí o procedimento normal é o encaminhamento do corpo pro IML, porque ele chegou em estado crítico. Muito bem. Quando ele chega lá no IML, nós vamos ter ali uma sequência de múltiplos laudos, seis laudos de necropsia, o que não é comum. Vou fazer essa pergunta para todos vocês. Bom, doutor, é comum
termos seis laudos de necropsia? Não, não é comum. E se há vários [risadas] pedidos reiteradamente, muito provavelmente para comprovar que há uma divergência, né? E assim, Carla, eu eu fiquei pensando aí nesses dois casos aí que a gente essa semana bombástica com novidades em dois grandes casos de repercussão, que é o caso Vitória e caso Henry Borel. E ambos no mesmo sentido, a gente vê aí fraude processual em ambos os casos. E aí, eh, o meu primeiro pensamento foi a busca da verdade real. A busca da verdade real, Ela não é só para o réu.
O réu é o um dos maiores interessados, assim como a vítima, os familiares da vítima. Então, não querendo aqui me posicionar do lado da defesa, do lado da acusação, em nenhum desses casos, mas ambos têm essa peculiaridade que é a gente se deparar com nulidades que maculam o procedimento, o processo penal. E aí, olha só o trabalho de investigação, quanto dinheiro já foi ali gasto, principalmente Tribunal de do Rio de Janeiro, no caso Iburel, para essa logística de julgamento, há tanto tempo aguardando esse jurri que se aproxima, a gente tá em véspera e já está
designado esse plenário do caso Henri Borel e agora chegando mais essa informação. Mas essa informação já estava no processo? Tudo já estava no processo. Aí eu vou perguntar aqui pro Hamilton, que trabalhou anos na Polícia Técnicífica. É comum isso ter tantos laudos? Carla, eu não não acho comum quando a doutora falou e eu como já atuei na polícia científica, eu me coloco no lugar nessa situação. Eu mesmo não gostaria de assinar, de emitir seis laudos diferentes. Boa, porque se eu faço um laudo e alguém identifica algum erro, seja formal, material, um erro de digitação ou
ausência de alguma informação, eu vou suprir essas informações por meio de um laudo complementar. Então, fazer um Laudo e por algum questionamento de alguma das partes da autoridade policial eh houve algum erro desassessanado e eu fazer mais um laudo, eu acho que é cabível, estaria dentro aí das conformidades do esperado. Agora, um número de seis laudos. Pois é. Será que precisaria de seis laudos para emendar um erro? A pergunta que eu faço que eu não eu não sei do processo, mas assim eh eh como ele acabou acabou de comentar, eh são laudos que divergem um
do outro, sim, né? Ou são, como falou, a gente às vezes faz um adendo ao boletim de ocorrência, um adendo a a tal coisa. Eh, o fez o a perícia, mas o o autoridade policial ou do judiciário pede até uma outra coisa para ser feita. Próprias partes, cobra. Exatamente. Acusa pede um laudo complementar a fim de esclarecer tal tópico. O outro la complementar, ele faz parte da do próprio laudo. Ele é uma ramificação da daquele laudo original e ele esclarece pontos dentro daquela perícia que a gente fala, né, doutor, aí ficou jeg. Se são seis
laudos, ficou jeg. Não, porque se precisou de seis. Então, Pessoal, vou mostrar para vocês, para vocês entenderem onde eu quero chegar. Fefê, o cinco. Vamos mostrar o cinco aqui para eles. Olha, prestem atenção, gente. Aqui vocês estão vendo isso aqui? Esse é o quarto laudo e esse é o quinto laudo. Tem duas coisas que são muito interessantes. Primeiro é a hora. O quarto foi feito às 9:295 do dia 20/04. O quinto foi feito às 16:11 do dia 20/04. Tão vendo que é o mesmo dia? No mesmo dia. Olha o que tem e o que é
muito relevante aqui. Existência de infiltrado inflamatório ao redor. Isso aqui o que que ele tá dizendo? Eu o menino tinha vida. Prestar atenção? Vida. Tava com vida. Já no quinto, há pergaminhado, ausência de infiltrado sanguíneo. Já no quinto ele tá morto, entende? Olha só, prova de vida. Então isso aqui, o quarto é que ele entrou com vida no hospital e o quinto que ele entrou morto no hospital. Olha que coisa esquisita. Muito bem. Agora eu quero que vocês escutem o que o perito, né, todo mundo colocando fone aí, vai falar, né, sobre eh essa divergência
aqui, né, Porque como é que fez no mesmo dia? Tem temos dois laudos. Fefê é o seis. Coloca aí, por favor, para eles ouvirem. Na audiência de instrução, gente, escreve que não há infiltração hemorrágica. Mesma coisa. O senhor também nesse quesito se retratou no mesmo dia. No mesmo dia. Nessas 10 horas, entre as 9 horas da manhã e às 16, aquele dia 20, o senhor teve contato com algum investigador, algum delegado para essa contratação? Investigador. Investigador não, eu tive contato com outros peritos. Quais peritos? Peritos registros do ML. O senhor pode nominá-los? D. Gabriela Graça,
eh, se eu não me engano, Dra. Gabriela Graça com certeza me ajudou. Um caso mais complexo, eu pedi ajuda para debater as lesões e poder afirmar de melhor de melhor com mais com mais segurança, né, pelas gestões. E essa conversa teria corrido no necrotério no mesmo dia 20. No dia 20. Dia 20. E por isso que o senhor se retratou na parte da tarde. Sim. Bom, vamos lá, gente. O que que acontece? Esse dali é o é o médico legista que assina os laudos, esse, esse E todos os outros. É o Dr. Tauill. Ele precisou
fazer parte da audiência de instrução, correto, doutora Alessandra? É assim que funciona? Sim. Ele foi arrolado como testemunha pela própria eh defesa. Eu acho que não. Acho que ele foi rolado por todos. Foi até pelo Ministério Público. Rol comum. Ele fez parte de um rol comum. Deixa eu tirar o fone aqui. Ele fez parte de um hall comum. Uhum. Hum. Ou seja, de ambas as partes para para ela olhar ali pra câmera. Então ele tá lá para responder os quesitos tanto do Ministério Público quanto da defesa. E ele tá na frente da juíza aquela audiência
antes da pronúncia. Ele pode mentir? Não, jamais. Jamais. Ele tem um juramento. Tem é dotado de fé pública. Porque apesar de testemunha ali, ele tá representando o estado, né? Ele é o, ele foi empossado naquele cargo. O cobra viu um negócio que ele, olha lá, você viu o que que ele fala? cobra investigador dos bons ali. Uma coisa que me chamou atenção, se o Fef conseguiu colocar novamente, uma coisa que me chamou atenção é os laudos todos tem a mesma numeração, todas o Mesmo protocolo, só muda realmente o o a a a o conteúdo. Não,
não muda, esquece o conteúdo. Se você for olhar ali, ó, requisição 0 031006 lá em cima, certo? Tá sim. 116/2021 3320 is 162 como é aí encerramento do laudo. Aí você vai ver lá embaixo 9, né? Mesma data 92954. Prontuário, mesmo número de prontuário. Aí você joga no quinto laudo e você vai ver que todas as numerações correspondem iguais às primeiras. Se tivesse um um pedido feito pela autoridade, que ali tá escrito requisitante 16º delegacia de polícia, se eu tivesse uma nova requisição, não teria a mesma numeração. Então, desculpa, mas realmente tem uma cobra, eu
vou ler, tem alguma coisa. Olha o que o fala agora. Ele fala que ele precisa consultar outros. Ele não tem segurança para laudar o microfone da A fala dele, a fala dele é uma fala de insegurança. Porque a partir do momento que ele eh se depara com essa situação que ele percebeu que há divergência e ele necessita, ele confessa isso lá diante da destruição e julgamento, que ele precisa e eh eh consultar outros Profissionais para poder laudar isso. Ou seja, qual que é a segurança desse laudo? Se o próprio perito durante a audiência de acabou
de falar aqui, a gente mostrou aqui ao vivo, ou seja, é inseguro. Agora tem uma coisa que ele fala ali, gente, vamos prestar atenção que ele não conversou com nenhum policial, mas que ele foi se consultar com a doutora Gabriela. Quem é a Dra Gabriela? Para que vocês entendam, porque eles são todos aqui de São Paulo. Dra. Gabriela, gente, ela é a chefe do IML. tá daqui de São Paulo, lá do Rio, do Rio de Janeiro. Lá do Rio de Janeiro. Dra. Gabriela é a chefe do ML do Rio de Janeiro. E aí a gente
tem um outro áudio que eu quero que você, eles não ouviram isso, gente. Agora vamos vamos escutar o áudio. E esse áudio é do advogado do Leniel para o Leniel. Vamos, prestem atenção nesse áudio. Fefet, tem ele aí, por favor. É o áudio. Já vou te dar o número, Fefê. Não, não, não é o oito, não. Eh, aqui, ó, 10. Só para te informar, tá? Eh, amanhã marquei com o pessoal 9:30 no meu escritório pra gente fazer a emissão da força tarefa de amanhã que a gente vai ficar o dia inteiro agarrado nisso, tá? Outra
coisa, já fechei com a Gabriela, a perita, muito boa, tá? Tecnica muito boa, professora da Erge, chefe do ML, muito boa mesmo, tá? Tá disponível, tá totalmente para ajudar a gente. Já está, já dei as orientações, já está escrevendo, tá? Mulher tá tá debruçada. Essa galera é cientista, é meio maluca. Essa escreve de madrugada, é meio que nem eu, assim, fica também sou meio maluco, fico 24 horas vidrado no negócio, entendeu? Enfim. Eh, vamos lá. O rapaz, o perito que você indicou aqui, eu esqueci o nome dele também, entr em contato com ele. Tem dois
peritos, um é de local do crime, outro é legista. Muito gente boa também. Vai marcar reunião com a gente horá no escritório. Pô, dar as orientações para ele para ele começar também. Muito bom. É da polícia também, entendeu? Muito bom. Tá. Então, tô andando nessa direção aí. Assim que a gente me der laud, eu vou fazer uma petição bonita. E se eles já tiverem preso, eu vou só informar eh no inquérito policial. Se não tiverem preso, eu vou informar, vou informar as minhas coisas que eu já juntei e vou sustentar paraa prisão, tá? OK. Bom,
gente, a cara do cobra, vou deixar ele começar porque o cobra tá estado, Ele eu eu quase que pedi para entender o oxigênio para ele, porque ele tá sem área aqui. A primeira coisa que eu pergunto é: qual o intuito do advogado em constituir ou querer constituir esta perita, colocar ela para ela ser uma analista, para ser uma uma para ajudar ou para ela manipular a situação? Isso que eu Então só que o duro é isso, porque ela como funcionária pública pública ela não poderia dar essa assessoria. Agora sabe o que que me parece vocês,
né? Ela que já foi polícia, você que é polícia em relação ao laudo, como você disse, vamos trabalhar com uma hipótese. Pode ser que realmente o legista tivesse uma dúvida, ele teria elaborado o laudo, terminado o laudo, ele teria tirado a dúvida com a colega mais experiente, falou assim: "Doutora, a senhora acha que isso aqui, ah, muda isso ou aquilo?" Agora, seis reerados, né? Porque se o quinto foi às 16 horas, imagina que hora que foi o primeiro. Não, mas a melhor a a parte que mais me choca é o quarto foi às 9:30 da
manhã. Imagina o primeiro. Segundo agora que tá não parece que é um arredondamento. Estão querendo arredondar alguma cois. Veja só o que ele fala. A fala dele é muito. Eu já dei as instruções. Ela pode dar instrução pra perifa. Ele fala: "Eu vou dar a direção". Ele usa exatamente, inclusive esse esse é um termo muito utilizado pela comunidade do crime, né, digamos assim, não é mesmo? Cobra que o criminal geralmente fala assim: "Então, doutora, é o seguinte, certo? Eu vou dar a direção". Geralmente ele, [risadas] geralmente eles falam assim. Então essa linguagem dele, não tô
dizendo que ele é criminoso de forma alguma aqui. E não quero deixar fica bem na boca de fica bem. justamente. Então, vou dar direção. Direção, qual seria a direção que o senhor vai dar? Entender as motivações, né? Esse, então, esse é o grande, é assim, ela pode realmente, vamos falar que ela tava tá iria fazer um bico, esse bico vai sair caro para ela, porque realmente se ela é uma funcionária pública e ela iria eh ver a perícia que foi feita e palpitar, né, eh eh eh sobre a perícia e qual seriam o que que
eles poderiam fazer? Porque se o próprio médico legista falou que consultou ela. Sim. Para arredondar para quem agora? Mas tem uma parte que é interessante. Eu vou pedir para ele colocar que é o o nove. Você coloca aqui para eles olharem esse áudio para todo mundo entender. Está dentro do processo. Olha aqui, ó. Celebrite. Isso aqui, ó. Tá vendo? Isso aqui é o celebrite. É extração do telefone do Leniel. Então, eh, o azul é o é o advogado que mandou para ele, né? Ele vai aparecer com verde, mas aqui estão as informações. A gente coloca
preto porque é o número do telefone. A gente não pode eh deixar essas informações aparentes. Tá ali Leonardo Barreto mandou esse áudio. Esse áudio tá dentro do processo. Isso está no processo. Agora para que vocês possam, eu vou deixar vocês debaterem. Eu tô aqui só olhando. Eu vou pedir eh a extração da conversa de Cébrite também está no processo da Dra. A Gabriela com o Leniel. Temos uma conversa ali. Então, cadê Fefê? Deixa eu achar aqui pro Fefê. Pera aí. Ah, pera aí. Vamos lá. Conversa é a sete. Vamos lá. Olha aqui. Muito bem. Vamos
lá. O Fefê vai botar do começo. O verde é o Leniel. Ele vai mandar para ela. Bom dia, Dra. Gabriela. Tá vendo isso aqui? Tudo do Celebrite. Ó lá as as extrações, eles todos conhecem aqui, né? Como funciona. Aí o Fefê vai mudar de tela. Vamos lá para outra tela. Não sei se tem acompanhado as notícias da morte do meu filho. Ela responde: "Poxa, que emoção! Sim, eu o vi. Ou seja, viu o menino, né? Preciso da sua ajuda. Ele vai pedir ajuda para ela. Ela vai pra próxima a pedido dos delegados. Vou te ajudar.
Cara do cobra, pode contar comigo. A próxima vou ficar muito feliz em ajudar. Próxima, vou ficar no anonimato. OK. Próxima. OK. Ele responde. Ela vai dizer: "Não é bom eu aparecer. Vou evitar falar contigo também, tá?" Por quê? OK. Mas sinta-se abraçado. Ela é a chefe do perito que assina os laudos. E aí a cara do do Cobra, a cara do Hamilton, a cara da Gerard. E aí essa conversa, isso aqui está dentro do processo. Uhum. Porque vocês me conhecem, né? A cara do cobra, sabe como a Carla é. Eu comecei com tantas inconsistências que
eu fui achando, eu falei, eu quero, eu pedi para ter acesso, né, essas coisas. Pergunta, Carl, é assim, ela eh eh na verdade assim, o o réu não é o pai, não? O réu seria o padrastro, não é isso? Isso. Nesse lado é o lado do pai. É o lado do pai. Às vezes a gente vê, como em alguns casos que nós tivemos aqui em São Paulo também, a gente vê o lado da da vítima, não fala que o pai também é vítima, procurar pessoas eh eh eh do ramo as melhores que que tenham para
realmente fazer um laudo para, como a gente diz, meter a faca no cara, pro cara pegar uma condenação, mas é um Lucas, então aí que tá Às vezes, é o que eu falo, uma ajuda, por mais que seja do bem, tá errada. Eu, pelo que eu tô vendo aí, foi exatamente isso. É uma ajuda errada. Eu não conheço o outro lado do processo. Então eu não sei se isso foi feito. O pai queria realmente um laudo mais forte ou mais isso, mas aí a gente vai ver a a a os laudos que nem a gente
viu que são seis. E aí aonde tá a trama? Aonde tá o problema de tudo isso? sendo que você tem seis laudos lá e depois você vê um pai procurando uma perita para saber se ou vai perpetuar aqueles laudos, as alterações que tiveram e tudo mais. Aí o que o a pergunta sou eu que faço agora. Qual seria o intuito desse pai procurar uma perita desse calibre? a chefe, a chefe, mas não tem uma inconsistência em relação ao lado do pai, uma busca que ele fez no chão? Então, isso depois eu vou mostrar para vocês,
mas é uma questão importante porque a gente precisa entender o seguinte, né? Aqui temos dois advogados na mesa também. Ah, as partes ou qualquer parte, mesmo que seja o delegado de polícia, ele pode pedir coisas? Não, ele até pode, o delegado pode pedir, mas ele tem que requisitar. precisa de um ofício. Esse ofício tem que est anexado num processo, porque depois se tiver algum problema fala: "Não, eu pedi, tá?" Porque a polícia vive através da burocracia, isso que as pessoas precisam entender. Então, tudo tem que tá burocratizado para não termos uma nulidade lá na frente.
Tirando isso já, né, Dra. Alessandra, aqui as partes podem conversar com a perícia de uma investigação em aberto? Se a perícia entender necessário, ela pode consultar as partes até para poder eh elaborar, né, dentro da verdade real. Eh, eu de verdade esse caso ele ele traz assim muitas inquietações, principalmente vendo essa frase aqui, a gente vê na vou evitar falar contigo também, né? Se a doutora eh Gabriela, que é a chefe da OERGE, tem um currículo absurdo, é uma pessoa ética, de conduta moral e e libada, por que ela deveria Evitar falar com a parte
que, diga-se de passagem, está atuando aqui em tese pelo lado da como assistente da acusação, mas nesse caso eu acho que ela tava atuando só como médico legítima. Por isso que eu tô falando apenas. Por que que ela não quer? Porque tudo que eles fizessem se discussi não, não é isso. Você quebra tudo que você tem no processo, se torna nulo, você vai de um, eles vão ter, na verdade, o maior problema quem vai ter aí são justamente ou quem tentou ajudar, quem tentou ajudar o pai a que fizesse com que o o padrasto do
menino realmente fosse acusado e fosse condenado. E só que estão fazendo da forma errada. E aí eu aquele negócio não, porque a questão toda é, nós temos dois laudos no mesmo dia aonde o perito diz que o menino chegou com vida no hospital, que aí que tá aí depois o outro diz que chegou morto, chegou cada entende a diferença. Então, o seguinte, o que que ela, essa conversa me parece completamente inapropriada, inadequada. Isso o perito ele assim você pode chegar, eu vou falar por mim algumas ocasiões em que quiseram ter acesso a mim, então vamos
supor, tem o prédio lá, é igual delegacia. Uhum. Aí chega alguém fala assim e avisa lá pessoal que fica na na no atendimento ao público: "Ô Amilto, tem um pessoal aí querendo falar com você de tal caso. O que que eu fazia?" Falou: "Olha, eu me manifesto no laudo. Tenho que ter conversa até porque você são os olhos do juiz, correto? Sim. Vamos supor, se eu obtém alguma informação com um parente, alguma coisa, eu posso ter o meu juízo viciado na hora de eu elaborar o laudo." Então, às vezes, nessa Dra. A Gabriela, chegou para
ela uma história de que o, como você falou, né, o padrasto cometeu algum às vezes ela até porque o brasileiro é muito clubista, né, ele torce para um lado ganhar e pro outro perder. Tá tomando aí um lado Exato. Por uma parte e aí vai pesar mais a nós somos e nós temos que ser imparciais. Aí a imparcialidade sumiu porque automaticamente quando o pai procura ela contratou na melhor é quase um contrato isso aí. Ah, vou te ajudar e tal, ó, vou ficar meio de segunda, tal. Isso já é invalida até porque o legista que
ser fala que consultou ela e ela entrou em contato de primeiro ela teve contato com o corpo da criança. Ela fala que teve contato. Eu vi, eu ouvi. Se ela já viu e ela tomou iniciativa, ele estava lá desde esse momento, ela já não pode mais nem tomar particípio nem vou não vou Almoçar, não vou jantar. Não me ligue e não me procure não. E detalhe, ele fala no áudio que a que que a que a Carla traz aqui que eu fechei com a Gabriela. A a a fala dele é muito clara. Eu fechei com
a Gabriel. Fechou o quê? E aí ele fala na no áudio, ele fala d eu vou eu tô eu vou tá dando a direção que foi o que eu aqui. Ou seja, duas esses dois pontos da fala do do Leniel também porque os delegados fechei com a Gabriel, tá fechando com ela. Ok, tudo bem. Vamos contratar o assistente técnico. A direção, o perito, um profissional ético, ele não pode. Todo mundo aqui polvorosa, cada [risadas] vamos falando de cada vez. Eu entendo porque isso tudo, gente, que é importante que as pessoas entendam, número um, tudo isso
que a gente tá mostrando para vocês tá dentro do processo. Por que que isso causa estranhamento? Porque essas, sabe, é inadequado. Por mais que uma família esteja em sofrimento, ela precisa acreditar. Você não acredita, né, na boa perícia, então deixa ele fazer a perícia da forma correta. Qual é o problema para que vocês entendam? O Barrador inclusive vai soltar laudos de triagem porque eles perdem o o prontuário do menino. Um absurdo. Um hospital, né, que é nível ouro. Olha só, você que é perito, vem cá, cobra. Você já viu o cadáver respirar? Nunca. Você já
viu? Você já viu? O que que é isso aqui? Saturação de oxigênio a 76%. É. Isso aqui é do barrador, gente. É, isso aqui tá no processo também. Como é que um cadáver respira? Cadáver é cadáver. É isso que me chamou muito atenção. Quando porque isso aqui demorou a entrar no processo também, viu? Esse esse processo tudo as coisas foram retiradas do barrador a forceps. Então, e na sequência o Fefé vai mostrar o outro, a saturação do menino cai para 50%. O que que acontece? Eu conversei com vários médicos, aquela saturação de 76, ela era
reversível, entende? Você conseguiria reverter o processo crítico, 50% não mais, porque aqui já temos um comprometimento grande cerebral. Temperatura, não, temperatura até mesmo você vai a pressão, um por um. É, é. Tá vendo aqui? Isso tudo aqui já tá apresentando rigidez já. É. Aí o que acontece? Porque o corpo não tá recebendo oxigênio necessário, né? E aí a gente vai ter, temos uma radiografia, eu acho que tá na sequência, Fefê, o raio X. É, olha só, Fefê vai colocar para vocês verem, tá vendo do menino aqui? Fizeram uma quantidade de manobras com o menino, desde
intubação, raio X, punção venosa, todo tipo de coisa. Mas aqui que é importante, ó, a gente, ele tá com monitoramento cardíaco, tá vendo aqui? Sim. A gente tem um Hamilton aqui que se especializou inclusive na parte, né, eh, digital. Isso significa que nós teríamos informação, né, dos dentro da do aparelho, porque fica ali, né, e eu fui checar com o fabricante, isso aqui ficaria 96 horas. É fratura até subscrever. Não, não tem fratura. Aqui é um pneumotórax bilateral. O que que aconteceu? Ele sofreu perfuração nos dois pulmões e teve uma laceração hepática, se eu não
me engano, também pela massagem ele não isso que é então isso é o que ele o ML vai falar. Mas vejam só aqui, tá vendo? Isso aqui é um pneumotórax. Ele fez pneumotórax no hospital porque tentaram entubar ele uma vez, tentaram entubar ele na segunda, não conseguiram as duas e aí o pulmão entra em colapso. Veja, de 76 para 50. O que que acontece? Eu, Carla, eu, Carla, não tenho a menor dúvida que esse menino chegou com vida. Chegou em estado crítico, mas chegou com vida. E alguma coisa aconteceu no hospital, não conseguiram, né, fazer
o que deveria ser feito. E aí é uma outra questão. Não tinham médicos que tinham a capacidade da intbação, enfim. Eh, e esse menino veio a óbito. E aí o que que acontece? O que que me incomoda? E o cobra vai entender o que me incomoda. Por que é que o delegado, que é aquela visão do túnel, né, não pediu tudo que encostou nesse menino, cânula, porque a gente saberia se entubar o pulmão ou estômago, porque é muito próximo, né? É tudo, tudo nesse menino. Isso não, isso não existe. Não adianta a gente chorar porque
esses vestígios não existem, porque o delegado resolveu que não era importante. E depois de tanto tempo, depois de tanto tempo e de tanto. E aí eu fui conversar com vários médicos, inclusive é o padrão policial. O que que acontece? A gente precisa, se ele chegou, né, em estado crítico, a gente precisa entender o que que aconteceu nas 72 horas antes da vida dele. Correto, gente? Certo? 72 horas vão dar parte da vida do menino com a mãe, parte da vida do menino com o pai, porque ele passou o final de semana ali com os dois,
no finzinho com a mãe e com o padrasto, e o sábado e o domingo com o pai. Muito bem. E aí vocês sabem como eu sou remexo naquele processo de trás pra frente, são 5 anos, né? Parece uma louca. E o que que eu pedi? pedir para ver as extrações do celebrite para entender como é que foi a dinâmica desse final de semana do menino, porque ali poderia ter alguma informação. Quando eu chego nessas conversas, nessas trocas, que aquilo eh me pareceu extremamente inadequado. Ou, inclusive a gente tá pedindo, né, Esclarecimentos pra Secretaria de Segurança
Pública do Rio de Janeiro, inclusive pro Ministério Público, o que que eles vão fazer em relação a essas informações. E aí, uma pergunta aqui para vocês, toda a extração do celebrait vai uma cópia pro pro delegado, correto? Para o Ministério Público, para a defesa e a juíza também. O juiz também tem. Vai pro examente. O processo e todo mundo tem acesso ao mesmo ao mes ao único con o conteúdo é único. Conteúdo é única, pega uma cópia e aí vai rodar para quem quiser ter acesso. Autoridade policial é a mesma cópia. É, cada um tá
com a sua senha e cada um tem seu acesso. Quando é online. Essas licenças de celebrite são são caras, não são? Aproximadamente, pelo que eu ia falar, R$ 200.000 R cada uma. Então, então, mas que bom, mas que bom que a gente tem, né? Olha, veja, olha aqui. E é, né? Agora, o que que adianta eu ter essas e esse equipamento e eu não fazer o uso do Porque não adianta eu extrair e eu não, porque o cobra pode explicar também o seguinte, eu faço a extração e o mérito tá ali dentro, eu preciso entender
o que que tem ali dentro, correto? É, na verdade é é até mesmo a gente brinca às vezes, né? Teve um advogado há um tempo atrás que meteu um uma receita de bolo numa petição a um juiz e o negócio passou batido até meter a caneta e tal. É a mesma coisa que a gente fala Numa investigação. O o quando você extrai isso do celebrate, ele vem e você tem que saber eh eh olhar, analisar, porque às vezes ele vem meio ele vem meio desconexo as coisas, não vem tudo bonitinho, detalhadinho, não. Às vezes ele
ele vem até meio complicado, depende do software que você tá usando. O que acontece? O Celebrite, ele trabalha em duas etapas. Primeiro você usa o Wilfed ou Fed, ele vai extrair esse conteúdo. Posteriormente você usa um segundo software que vai gerar um relatório digital. Nesse relatório você faz a análise dos dados. Só que o que que eu percebo vai poder falar muitas vezes, não vou criticar o trabalho dos peritos, mas muitas vezes é extraído esse conteúdo, é gerado o relatório e esse conteúdo não é analisado, porque se você olhar naquela imagem tem vários diretórios, como
se fosse Windows, é WhatsApp/ database. até para deixar agora eu vou ser o eu vou ser o advogado do do é simplesmente impossível impossível para um ser humano, certo? policial, eh, o que for, juiz, promotor, analisar todos os casos. Mas é justamente por isso, porque o celebra, ele é uma ferramenta muito completa, então porque você não vai analisar tudo. Você quando extrai, existem várias formas de extração, extrações mais básicas, extrações mais profundas e algumas extrações que conseguem recuperar até material que já foi deletado. Não, a maioria hoje já. Só que o que acontece quando você
vai gerar o relatório, existe um negócio que chama media classification. No media classification você consegue o que você efetivamente quer. Então de um celular hoje em dia os celulares tem capacidade, é um filtro, tem capacidade 256 GB. Só que esses 256 GB na hora da extração, como fica bagunçado, às vezes vira 500, dobra o tamanho. Então realmente é impossível um ser humano conseguir analisar, que é o caso aqui, tanta conteúdo nesse processo, é um processo tão volumoso que de repercussão tinham que ter se debruçado nisso e analisar essas informações, porque é isso que vai decidir
o caso. Esse é um caso que já passou por várias várias defesas, teve vários advogados constituídos. É uma dança da da da OAB, né? Entra um, sai outro. Entra um, sai outro. E o caso vai complicando. Mais uma coisa eu digo, esse caso em Riborel é o caso que o que vai definir o julgamento, que definir o desfecho do caso desse menino é a perícia. Esse não é um caso de debates entre acusação e a defesa. Esse não é um caso, foi você, não foi o Jairinho, não foi a Monique, não. Esse é um caso
que eu tenho certeza que o o que vai definir o convencimento do Conselho de Sentença desses jurados é a perícia. E agora a perícia produz provas objetivas, né, doutora? não tem subjetividade na prova. Então, se a gente tem aqui hoje uma, digamos, uma conjectura que de que, ah, O Leniel colocou a perícia que é favorável para ele ou não, a gente não sabe. Mas uma coisa eu garanto que a defesa tanto de ambos os réus que a gente tem duas defesas. Nesse caso, a gente tem a defesa do do Jairinho, capitaneada pelo advogado Zanon Júnior.
E de um outro lado, a gente tem a defesa de Munique, captaneada pela doutora Florence Rosa. Então, a gente tem aí duas, dois réuses defensivas convergentes, ou seja, não estão alinhados, mas que na verdade pouco importa se há ou não, qual é a tese que eles vão trabalhar, porque esse processo, Carla, e você sabe, todos nós sabemos aqui, vai ser definido porque geralmente tem três versões, né? A minha, a sua e a verdade. Justamente e a verdade quem traz é a perícia. É a parte, é a parte técnica, parte científica. Portanto, nós precisamos confiar na
perícia. Brinca de cachorro grande da perícia. E aí não dá pra gente ter essas confusões todas de laudo, um monte de laudo, no mesmo dia, na mesma requisição, droga, tá com vida, tá sem vida. O Barrador dizendo aqui, entrou com oxigenação. Eu nunca vi cadáver oxigenar. O dia que cadáver oxigenar, a gente pode, né, sei lá, a gente vai ressuscitar muitas pessoas. Mas eu sempre me questiono, será que são erros Cometidos que o ser humano é passível de falha ou são erros, né, propositais? Porque se a gente encontra esse tipo de conversa e depoimento, a
gente começa a fazer esse tipo de questionamento, né? E aí entra a motivação. Mas veja só, apesar desse volume absurdo de coisas, aí o que eu digo, existem várias investigações, eu explico isso pras pessoas, tem investigação policial no qual o Cobra faz parte, o Hamilton fez parte, a Dra. Alessandra fez parte também. Temos investigação científica, né? São os nossos cientistas e tem investigação jornalística. Eu faço parte dessa. E aí comecei a procurar e eu vou conversando com perito, com policial, com delegado, com eu eu converso com médico, médico legista, médico plantonista, médico intensivista. Eu vou
eu fui procurar tudo porque eu também não sou exper, né? O que que é um pneumotórax bilateral? entender qual é o padrão ouro de um hospital, eh, o que, como é que o celebrite funciona, eu precisava entender, mas aquela questão das 72 horas me chamou atenção. Então, se tá ali, eu falei, a informação tem que tá nesses dois universos, né, do pai, da mãe e do padraço. São essas pessoas que estavam com ele. E foi por isso que eu pedi e aí já me dei de cá, porque aí eu fui procurar, sabe aquela coisa? você
tá procurando, vendo e não sei o quê, você acha tudo aquilo e é um material que está dentro do processo. É Um processo que inclusive não tem sigilo. Mas tem um outro detalhe que me chamou muito, muito, muito atenção, porque o Celebrite, é bom que o Hamilto também sabe bastante do Celebrite, pode explicar para vocês, ele não não ele não vai, ele vai fazer uma cópia Sherox, não é isso? do eletrônico forense, ou seja, ele vai pegar eh se tem e-mail, e-mail, se vai ter conversa telefônica, geolocalização, se você procurou no Safari, tudo tudo que
você faz, gente, no tudo, absolutamente tudo foto, tudo, tudo, tudo vai aparecer lá, mas não adianta tá lá se a defesa não achar isso, não ler o processo. [risadas] Gosto da palavra dos dos do mundo da jurídico, que é eles eles falam para mim assim: Carla, o que não está no processo não está no mundo, mas está no processo, está no mundo. Então aqui, [risadas] tá aqui muito bem, não é uma informação que veio de fora, alguém me deu, como é uma conjectura, é uma prova, é um elemento cabal e contundente que está nos autos.
Mas como a doutora falou, eh, os advogados têm que se encarregar de se debruçar sobre isso. Sim, sim. Aí temos aqui você traz o o o 13, por favor. Isso aqui é muito interessante. Olha só. Isso aqui é parte também do telefone do Leniel. E essa linha azul aqui, ó, é uma geolocalização. E aí, olha que interessante, né? E eu vou falar aqui e o seu falar qualquer coisa que não esteja correta, eu vou pedir pro Hamilton me corrigir. Ele tá na UTC mais zero. A gente Rio de Janeiro e São Paulo é UTC -3.
Então tudo a gente tem que tirar 3 horas do horário. Aí pega esse aqui, esse item aqui. Olha isso aqui. Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, Avenida Brasil. Ó lá aqui, 8/03/2021, às 3 horas da manhã, 19:59. Tiramos 3 horas, vamos para meia-noite. Aqui o endereço, Avenida Brasil, o ex e da partida dia 8. dia 8, ou seja, ele entrega o menino pra mãe por volta das 7 horas e à meia-noite ele está no Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. Por quê? É uma dúvida. Porque aconteceu um acidente. O que que aconteceu? Alguém se acidentou?
Porque isso me chamou muito atenção. E ele vai para lá e assim de novo, quando a gente vai olhar o depoimento dele que ele conta pro delegado, ah, eu deixei o menino, não sei o quê, às 4 horas a Monique me chamou e eu fui lá pro Barrador. Ele não conta que ele esteve aqui. É o problema de omitir algumas informações, porque pode falar aí quando alguém omite algo, você já levanta, né? levanta fal mas por que que você tá omitindo esse tipo de informação agora se o Celebrite puxou esse tipo de informação, não tem
como ter inserido essa informação que é objetivo. É, então e é de novo celebrantemente jamais, não tem como. É a cópia dele. Então ele ele esteve aqui, né? O ex, ó lá, Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia, ó, o telefone do Leniel, tá aqui, iPhone Leniel. É, e é importante, Carla, só fazer um adendo aqui para as pessoas que estão aqui nos ouvindo. Nós não estamos aqui tomando partido de absolutamente nenhuma parte desse processo. Aqui nós, como profissionais e éticos que nós somos aqui, nós estamos analisando tecnicamente as provas desse processo. Se elas beneficiam uma
parte ou outra, Isso para nós pouco importa. O que nós buscamos aqui é tão somente a verdade real. E como muito bem destacou aqui, Carla, você tá nos autos. Ninguém tá produzindo prova aqui num programa ao vivo. Isso tá no processo. Um dia depois no dia não, na noite do dia 7. A é também não. Ele dá na madrugada, na mesma madrugada. É isso aí. Não, ele entrega, ele é entregue pra mãe na noite do dia 7. Ele, o pai avisa, ele está vomitando. Ele está vomitando, não tá sentindo bem. Ele vai num carro de
um amigo dele da polícia, policial Sigmar. Este policial é que vai apresentar o delegado, o advogado, o Leonardo, para ele. Então, assim, inclusive ele, então entende por por que que essa esse vício é complicado? Porque de imediato a gente pensa o quê? Ah, o pai entrou em contato com os peritos do IML, os médicos legistas, para tentar forçar para incriminar. Só que quem garante que não ocorreu algo antes? E e esse contato tem uma carro, ele entrega o menino pra mãe. Quem no que horas e que dia? No dia 7 às 19 horas o menino
vomitando. Tô, vou passar as informações, tá? que estão lá no processo. Entregou vomitando, a mãe pega o menino, vai até a padaria, compra um lanche, Vai dar um banhozinho, oferta comida e menino não quer comer, está inapetente. O que ela conta? Ela vai deitar com ele, vai ler uma historinha, a gente, ela tira, faz um videozinho, uma foto, manda foto pro pai, manda o vídeo para um priminho, uma coisa assim, e bota ele para dormir. Aí à noite ela ela conta que o menino acordou duas vezes, ela botou para dormir. Na terceira quando ela encontrou
o menino tava colapsado no chão. Ela vai descer junto com o Jairinho no elevador. A gente vê que eles não trocaram a roupa do menino porque é a mesma roupa da foto que ele envia pro pai. Então ele está vestindo o pijaminha e vão pro Barrador. Chegando no Barrador, aí o Barrador perdeu o prontuário médico. O Barrador eh as câmeras não funcionavam, não. Tudo aconteceu no Barrador. O hospital mais top do Rio de Janeiro, hein, gente. Hospital o hospital que a Rede Dor comprou a Sulamérica. Vamos lembrar aqui. Não é qualquer é o nível ouro
aqui. Sírio, libanês Einstein de São Paulo. Mas nada, nada ali funcionava. Esse essas informações do hospital foram sendo tiradas a forceps, sabe? Você tem que tirar porque elas foram demorando. Eu acompanho esse processo há muito tempo e para entrar nesse no fazer parte do processo. E aí o que me chamou muito atenção, porque é que ele vai pro Instituto de Ortopedia, mas tem um outro, uma outra informação também do telefone dele, que é a seguinte, Fefê, vamos colocar aí que é uma outra pesquisa que ele faz. Esse é o pai. Esse tudo é tudo do
telefone dele aqui que é o seguinte. Olha só esse aqui. Vamos lá que ele vai o hospital a qual o menino foi levado o Covador. E esse Instituto Nacional de Traumatologia. Então, mas é é longe um do outro? É bem longe. Aqui aqui ó, aqui é Avenida Brasil, tá? É longe, tá? E outro tá na no Barra. É longe, tá? os autos não tem o depoimento dele sobre esse esse dia e o não, isso ele não fala, a gente não tem essa informação. E aí, prestem atenção que é o 17 FF você coloca, olha aqui,
nesse dia, olha aqui, no dia 7, OK? que é o domingo. Aí a gente vai fazer de novo a mesma coisa, vai tirar 3 horas daquele UTC que, né, que é UTC zero, você tem que tirar e ele vai procurar a farmácia. Olha ali, esse é o histórico do Safari, correto? É o histórico do Safari. E ele procura farmácia ali, ó. Tá vendo? Ele tá procurando farmácia horas antes dele entregar o filho pra mãe e se direcionar. Cartão nele. Hã? cartão nele, não. O cartão dele pagamento de ele teve tem alguma coisa no no no
no no processo sobre isso? Boa. Vou procurar. Olha o cobra, eu vou sentar com cobra, a gente vai olhar esse processo na verdade aquele negócio. Vamos investigar cobra. Eu vou pegar. Você tá me mostrando aí é uma coisa. Então assim, ele foi no Instituto de Traumatologia, o menino tava vomitando. Outra coisa importante é nós estávamos na época da COVID. Covid. Covid em alta. O que que uma uma pessoa passando mal, o que que você faz? Você leva imediatamente pro hospital, porque ele menino podia estar com Covid, correto? O que eu faria? E sou eu, Carla,
tá passando mal. Vamos pro hospital. Ah, tem que entregar pra Monique. Danis, Monique, vem aqui buscar o menino no hospital porque ele tá vomitando. Não sei o que que ele tem. Pode estar com Covid, vai que passa Covid pros outros. Mas ele entregou pra mãe e Alice avisou. A mãe não sabe o que aconteceu com o pai antes e o pai não sabe o que aconteceu com a mãe depois. Aí a gente vai ter esse menino no hospital. Aí tô aqui na investigação. Muito bem. Continuando na investigação do do conteúdo, eh, ele diz, e isso
saiu, foi amplamente divulgado na mídia, que ele ficou final de semana com o filhinho, que ele foi numa festinha, eh, no sábado, no domingo, ele levou menino num shopping, num brinquedão, aquela coisa toda. Foi almoçar com um amigo, fala da comida, mas que ele dormiu à noite só com o menino. Muito bem. É isso que ele vai contar. E ele, né, qualquer pessoa, vou fazer uma pergunta para o cobra que é investigador. Essas 72 horas do de vida do menino, todo Mundo que teve contato com o menino tem que ir prestar depoimento pra polícia, correto?
Sem dúvida. Basta a autoridade saber qual foi em que momento e se tem relevância. É, não tá intimação vai lá e vai falar ou senão a pessoa sabe que teve, viu alguma coisa de livre espontânea vontade, livre espontânea vontade pode chegar na delegacia, ó, eu sei de tal situação que porque uma dessa situação 7 hor que aí é uma aí tem que tirar 3 horas, três hora da tarde, 10 vai meio-dia meio-dia 11 horas, 11 meio-dia 1 horas 9 horas da manhã. É, foi mais ou menos isso aí. Vamos lá porque tem um outro, tá?
Não, só para só só para atentar esse detalhe. 9 horas da manhã aqui do dia 7 do3 e lá no no no hospital meia-noite que bate esse vai ser no dia seguinte. Isso aqui é é amanhã do domingo. Então aquele é a madrugada, né? Então é que é continuação do dia. Dia é aqui. Foi primeiro. Primeiro ele procura farmácia, daí ele entrega o menino passando mal. Aí ele ele vai até o centro de traumatologia porque a gente tem o ex dele que ele dá partida, né? E ele assim, ele não é que ele só põe
a busca, ele põe a busca e partida, ou Seja, ele inicia o ex, sabe? Quando você bota lá iniciar, aquela coisa. Muito bem. Aí a gente tem um outro que é o 18. Coloca aqui extração do celular também. Lembra que ele falou que ele ficou só com o menino? O Fefê vai colocar. Muito bem. Vamos lá, Mônica. Renault, guardem essa moça. 7/03/2021 de novo. Vamos tirar 3 horas ali. Olha ali. OK. Me fala, tem como parar o carro dentro? Isso aqui é ela, né? O azul, né, gente? Ela pro Leniel. Ela pergunta qual apartamento. Aí,
Fefê. Vamos lá. Ele diz que sim. Vaga de baixo. Vamos pro próximo. Ela responde: "Tô aqui o próximo." Aí ele vai agradecer. Obrigada pela noite. Ela passou a noite com ele. Chegando. Pode descer. Vamos lá pra próxima. Amei meu dia de ontem com você e seu anjinho. Agradeço a Deus pelos momentos juntos que tivemos. Ou seja, ela esteve com ele. Isso já no dia 8, 4 horas da tarde. Exatamente. Aí vamos lá no outro. Tem mais um. Tem. Tem aqui, ó. Ele responde para ela. Nunca vou esquecer nossos momentos juntos com ele. Aqui com ele,
o Henry. Aí ela responde: "Papai do céu, me deu privilégio de estar com vocês e curtiu os últimos momentos. Sou grata e não vou esquecer para sempre. vai estar no meu sempre terá meu apoio. Você especial estar agarradinha com você, te dando carinho e colo. E aí terminou. Esta mulher não aparece na investigação. Por quê? Só agora. E detalhe, ninguém tá o pessoal que tá assistindo aqui ao vivo, porque eu conheço uma pessoa com o mesmo nome e detalhe conheço, conheço uma pessoa assim, não é uma pessoa do meu conhecimento, mas é que é do
Rio cobra é do Rio. Eu não sei, mas é uma pessoa extremamente, não sei qual idade dessa aí, mas é uma pessoa extremamente conhecida. Se você colocar agora no Google, você vai ter mais ou menos. Eu tenho ela aqui, tem a foto dela aqui. Vamos mostar só pro cobra. Uma dessa, não posso até te falar se é ou não. Não. O fato é para o pessoal que tá nos assistindo aqui ao vivo, Sabe qual é o trabalho dessa dessa dessa mulher? Não. Uhum. Hã? Sei. [risadas] Mas isso aqui, vamos lá. Aí o que acontece aqui?
Vamos todo mundo comigo aqui. Todo mundo dando um Google agora. [risadas] Não, todo mundo aqui e com a Carla. Essa pessoa tinha que prestar depoimento, não é? Não é o que eu não é o que eu pensava. Tinha que tinha que prestar depoimento, correto? Até para dizer: "Olha, eu estive com o menino, o menino não tinha nada, o menino tava ótimo, menino tava saudável, brincando, não é isso? Mesmo que ela não desse depoimento, eu acho que merecia o pai ter, né, levado essa informação até autoridade algumas coisas e um alib desse até mesmo por todos
esses perfeitos. Porque aí já encerra ela falou assim: "Não, não, eu tenho provas de que o menino tava bem, eu estava acompanhado, até mesmo porque você ter o telefone dessa dessa moça também, o telefone dela poderia ser extraído todas as situações E mostrado que realmente o pai não tem nada a ver com a situação. É, é, enfim, mas você não acha estranha a forma como ela se referiu? Papai do céu, privilégio vocês e curtir os últimos momentos. Sou grata. Se pé nem cabeça. Eu eu quero ouvir Alessandra também. Doutor Alessandra, o que você tem a
dizer? O que eu tenho a dizer é que a E Mas isso aí já tinha acontecido. Eu eu entendo que a defesa teria que tentar arrolar em caráter de urgência. Essa Mônica Renault. Eu faria, eu se fosse advogada de defesa, seja do Jairinho, seja da Monique, seja eh assistente de acusação, em qualquer parte que for desse processo que eu estaria, que eu estivesse representando. Então, na nessa altura do campeonato, que a gente já tá com plenário marcado para julgamento, eu pediria pra juíza presidente ouvir a Mônica Renault, já que ela não pode mais ser arrolada
como defesa, mas ela pode ser ouvida na qualidade de testemunha do juízo. Exatamente. Há previsão legal no Código de Processo Penal para que as partes peçam, se for imprescindível, ouvi-la como testemunho do juízo. Era o que eu faria. Então, já que primeiro ninguém trouxe Mônica, não foi o caso Acaso que trouxe a Mônica Renault no processo já está de uma extração de dados legítima lícita, que está nos autos. Portanto, há elementos aqui de convencimento para que essa juíza defira essa esse testemunho dessa mulher é imprescindível. E pode mudar inclusive todo o desfecho do processo em
véspera de julgamento. Eu se fosse advogado agora de Jairinho ou de Munique ou de qualquer uma das partes, seja o próprio Leniel, eu entendo que essa senhora, ela tem que comparecer perante o conselho de sentença para esclarecer, na verdade, porque pera aí, não tinha contato com ninguém, só eu tive contato com o menino. Agora aparece uma mulher com uma prova cabal e contundente que estava junto com o Henry naquele final de semana. Isso tem que ser apurado, isso tem que ser esclarecido. A senhora viu a primeira linha? Linha lá. Papai do céu me deu privilégio
de estar com vocês. Ela errou o curtir, né? Mas e curtir os últimos momentos. Último momento do quê? Sou grata e não vou esquecer para sempre vou estar no meu sempre terá meu apoio no meu quê no meu coração estar no meu sempre terá meu apoio. Você é especial queria estar agarradinha umuma estar agarradinha o estar agarradinha é tipo tô te consolando e você te dando carinho. A interpretação pode ser a minha, pode ser a do juízo, pode ser do advogado de acusação e do advogado de defesa, promotoria, tudo. Só que esta primeira frase é
uma coisa bem complicada pro jurri, vai. Isso aí tem um peso, é essa frase tem um peso gigante. Pode mudar todo desfecho. Por que que ela, por que que ela usa eh eh curtir os últimos momentos? É muito estranho. Sou grata. Você, você tá grata dos últimos momentos do quê? Ela teria que explicar. E não vou esquecer para sempre. Não vou esquecer para sempre do que, né? Vai estar no meu, seria o meu coração. É como se fosse uma despedida. Só que aí que entre a motivação, por que o pai, que no caso seria o
maior interessado em esclarecer todo o Embrolho, por que ele omitiria que ele tava acompanhado numa noite antes? É bem, é bem estranho isso aí também. Por que que ele fez aquela pesquisa de farmácia? Por que que ele esteve naquele endereço? Ele entregou, né? Por que que ele precisa fechar com uma perita? Por que que ele precisa dar direção para essa perita? Porque vamos vamosizar os nardores. Ninguém precisou falar com os peres. Ô, faça um bom trabalho aí, por favor. É, você não precisa desse contato, none? Não, mas no caso da eu tive, no caso da
chega jogou o criança apenas então Isabela Nardon tá na donard. O pai correu atrás do perito, só que é óbvio, não era um perito. Entendi, né? da polícia técnica científica um perito. Era um perito que fez, o pai tinha dinheiro, o advogado tava gastou dinheiro para fazer uma outra perícia. Para quê? para Então, mas aí eu acho interessante a gente a gente separar porque a gente fica falando muito perito, perito, perito perito. Então vamos supor exatamente isso que eu falei. Nós falamos perito porque tem experiência em algo. Perito. É, não. Perito, gente, só a gente
quando, principalmente nesses contextos, o perito é a pessoa que trabalha na polícia técnico científica, Ou seja, né, dentro, pode fazer local de crime, pode ter trabalhar dentro de uma área especializada no departamento da polícia técnico científica ou no IML, que é o Instituto Médico Legal. Fora disso, eles são assistentes técnicos. Ou seja, há o perito que é nomeado pelo magistrado para atuar como ali ele tá eh exercendo uma função, ele vai ajudar o juiz a entender as provas produzidas. que ele ali ele representa o estado, ele é nomeado pelo magistrado. Olha você, eu confio. Então
tem as partes aqui estão litigando. O perito ele vai esclarecer, trazer luz ao magistrado e as partes podem a contratar um perito como assistente particular da pessoa que tá contratando. E como aqui a gente tem uma questão aqui de um perito que é nomeado, né, de de de uma influência que tá sendo exercida nos bastidores a partir do momento que Então, mas esses peritos que fala Dra. Gabriel e o outro são médicos legistas concursados que trabalham no ML do Rio de Janeiro. Eles não deveriam atuar de forma como assistente técnica em nenhum caso do Rio
de Janeiro. E você tem esse interesse, é que você chama, sei lá, de um outro estado, faz igual eu, isonera. Esonera. [risadas] Agora, por que, por qual razão o Leniel procura essa senhora? É essa a pergunta. E ele fechei com a doutora Gabriela. E depois disso que a Carla mostrou pra gente, eu vou dar direção pra perita. Pera aí. Você fechou? Fechou o quê? Você fechou? Eu vou contratar. Tudo bem, cobra. Eu vou contratar um perito para atuar como assistente técnico. Eu sou advogador, eu já fechei com vários peritos. Então, porque a partir do momento
que eu contrato um perito para mim atuar como meu assistente técnico, eu enquanto advogada preciso de um assistente. Tudo bem, isso é legítimo, isso é lícito. E a gente pede pro juiz, juiz, eu quero a habilitação desse profissional aqui para me auxiliar como assistente técnico. Aí o juiz vai analisar se vai ou não deferir. Vai analisar. Então ele pode fechar. Olha, eu vou contratar você. OK. Agora da direção ele não pode. Porque isso sim é antiético e é aí que fica aquela puguinha atrás do orelho. Por que que o Lenial tem que dar direção pra
perícia se ele é se ele é vítima, se o filho dele veio a óbito, se ele busca a verdade real, ele não tem que intervir, não tem que dar direção. Doutora, podemos também pensar no seguinte: contar a verdade, por mais que eu tenha feito, não vai ser para uma perita. A perita, eu vou falar para ela o que eu acho que ela tem que ouvir. Por isso que o problema de conversar, porque eu vou dirigir ela ficar por quê? Primeiro viu, viu a criança. Então, se viu a criança lá, viu o corpo da criança, já
tem aquela parte da sensibilidade, emoção e tal, pode tendenciar para um lado e ajudar de, porém, se sensibiliza, me desculpe, e essa essa perita, ela ela ela fez ela se se prendeu na própria ratoeira, porque ela sabe que mandando um áudio, que mandando certas coisas e estar em certos lugares O que que aconteceu? Ela se queimou com ela confessa, quando ela fala, olha, ninguém pode saber que a gente tá conversando. Então, quer dizer, é é complicado todos esses e esse essas esses pequenos detalhes, é o que eu falo, como a gente diz em filmes dizem
também, são nos pequenos detalhes que você vai encontrar a veracidade de quem é o réu e a inocência daquele que tá sendo acusado. Não estou falando que o pad o padrasto é brando aqui hipóteses. dúvidas que vem para nós e fica assim, a gente que já participou de tanta investigação e às vezes e eu já vi muito isso, de receber o telefonema assim, o cara que matou tá aí agora. O meu maior incômodo como profissional na área de jornalismo investigativo é por o hospital não foi investigado, entende? Por o que que é assim de novo?
O que que aconteceu ali? Se ele chegou com 76% de oxigenação, esse quadro poderia ter sido revertido. O que que aconteceu? Esse menino podia estar vivo. Depois você discute maus tratos, o raio que oparta, entende? Agora e assim, mas de novo, o que que aconteceu para ele precisar de atendimento médico? Ninguém responde. Então tem um monte de quebra, sabe assim, eh, sabe o livro da Agatha Cristo no Oriente Express? Todo mundo matou um pouco. Para mim é mais ou menos isso. É, é uma porque assim, ninguém ninguém a Eu não tenho essa resposta. Eu não
tenho, eu não tenho, eu não tenho, eu não tenho. É, sabe que nem aquele filme Tropa de Elite? Todo mundo, um jogando o corpo pro outro. Não, pega ali, joga para lá, tira daqui. Não quero isso aqui, não. É, é isso. O meu sentimento. É, esse é o meu sentimento. For analisado corretamente, fio a fio, linha por linha, todas essas informações, não só desse aparelho, como Dessas outras pessoas, você vai ter o criminoso da situação e o exatamente, né, o que se aconteceu no dia. estranhíssimo. Inclusive o acobertamento, né? Se tiver alguém acobertando. Exatamente. Por
e por qual motivo, né? É, tudo bem. Aconteceu um acidente, eu já vi isso acontecer. Aconteceu um acidente. Em vez do cara chegar lá e contar a verdade, entrou em pânico. Exato. Acabou fazendo besteira. Quis ocultar um cadáver, quis fazer, quis mexer, que e acaba tomando a cabeça. Vai pra cadeia. E e não pela culpa que teve, mas pela burrice, os desdobramentos que foram se autoacusou numa coisa que às vezes foi um acidente, medo, entendeu? atropelamento. O cara vem naquela lá, o cara sai da da rua, né? Mamado, cachaçado, passa na frente do carro, você
tá ali a 60 por hora, né? A velocidade compatível da da atropelou, pô. 60 por hora, você mata o cara, pô. Para, só corre e leva. O cara fica com medo, dá um pinote, pô, vai. às vezes em vez de de assinar o isso só termina quando acaba. E eu quero falar uma coisa para vocês. Eu ainda estou debruçada nos arquivos de Celebrite. Vou chamar o Hamilton para Ajudar porque ainda vai achar mais os pelos pelo não, mas eu vou achar tudo, tudo e tudo que eu acho eu acho eu vou dividir porque eu preciso
dividir, né gente? Porque informação boa é quando a gente divide p todo mundo Mas isso é importante. Sabe o quê? Eu vou dividir, achar e procurar no processo, que aí a doutora vai poder fazer muito bem até junto, se já aquela pessoa foi ouvida, isso se aquele detalhe, né, ele tem uma resposta perguntando aqui sobre quem tava com pressa no pra pr pro IML. Eu vou trazer essa informação para vocês e vocês vão cair da cadeira [risadas] porque agora tá comigo, tá tudo comigo, tudo tem. Olha, tá lindo aquilo. Eu, gente, dá um trabalhão, viu?
dá um trabalho, ficar lendo, olhando, eh, e assim, porque trabalhou mais que todo mundo que tá no processo. Trabalhou mais, mas não é isso. Esse esse trabalho, Carlinha, é uma das coisas mais inteligentes e importantes que na verdade nós policiais, Ministério Público, os advogados, principalmente de defesa, ele tem que se valer de que ele tem uma coisa que é de graça. Isso é uma prova de graça. Tá ali, ó, para você, você não precisa gastar tempo e dinheiro com absolutamente nada. Só pedir pro juiz. É simples você pegar lá e começar a analisar e ó,
ó, marca texto, né? Olá, pera aí, mas esse horário, pô, marca esse, pô. Você tem formas de você jogar esse produto todo que você tem do Celebrite, algumas coisas e e formatar ele em Excel. ou qualquer outro PDF que vai te dar vai te colocar datas e e e momentos que vão se unir. Sim. Até porque os jurados cobra não vão ler milhares e milhares e milhares de páginas. Se você não chegar ou minúst. Vocês lembram do caso do fará Jorge Fará? aquele que, enfim, que esquartejou a Maria das Dores, enfim, o médico, enfim, depois
ele acaba que o Dr. Nico é vai lá, né? Enfim, ele vai pedir a ele vai pedir revisão, né, de pena. E nós tínhamos feito um documentário sobre o caso, né, todo. Aí simplesmente o Ministério Público pediu o nosso documentário porque ele queria apresentar no dia ali. Eh, tava muito bem explicado, a gente tinha separado as partes que eram mais importantes. Adivinha o que aconteceu com o fará, Jorge Fará? Ele saiu com aumento de pena. A revisão foi para cima, doutora. Ó, isso é é só vendo, porque na realidade eu entendo que a revisão criminal
não pode. Ó, ele teve aumento de pena. É, se for um recurso ministerial, porque a se for um recurso do Ministério Público pode aumentar, se fosse exclusivo da defesa não. Mas só pra gente concluir aqui o Boré, antes da gente ir pra próxima aberração jurídica da semana, [risadas] antes da gente ir pra próxima aberração jurídica da semana, a gente tá junto na na no nas coisas que eu vou que eu vou lá, porque agora nós agora a Milton vai ter que me ajudar também, porque a Milton é especialista. F lá, perito, [risadas] trabalhou muito com
celebrais. Tô quase ficando louca, né? a gente contribui com o que precisar. Eu tô ansiosa para esse julgamento porque eh eu de fato, a meu ver, o meu posicionamento, o meu parecer no caso em Eborel, é que esse menino ele chegou com vida sempre, desde o início, desde que aconteceu, acompanho o caso. E para mim eu entendo que nem Jairinho e nem Monique eles, eles têm responsabilidade na morte dessa criança. Também acredito que pode sim. Ninguém na verdade ter tido o dolo, a intenção de ceifar a vida dessa criança. Essa a morte, essa tragédia, ela
pode ter sido decorrente de imperícia, de imprudência dentro do ambiente hospitalar. E é onde falha essa esse esse essa questão que a Carla destacou. Doutora, acredita então no acobertamento de um erro médico, digamos? É, eu não digo isso, mas eu eu eu tenho certeza que nesse processo, por isso que eu tô ansiosa para para ver o desfecho, o grande debate não vai ser entre a acusação e a defesa. O grande debate ali vai ser técnico, vai ser a perícia, porque eu tenho certeza que a defesa do réu Jairinho, que é uma defesa, digamos, que tem
condições financeiras de contratar o assistente técnico de primeira qualidade, um bom profissional, com reconhecimento nacionalmente para dar legitimidade, para com credibilidade poder explicar o que pode ter acontecido com essa criança no hospital. Então é um é um julgamento que o que vai definir o desfecho de absolvição ou condenação a perícia. A Vamos aguardar, vamos aguardar. Vamos pro próximo que a gente tem pouco tempo que a gente entrou atrasado o Fefê, senão o Fefé vai começar a gritar. Ele vai arrancar os microfones, vai apagar a luz aqui. Vou embora. Caso Vitória de Cajamar. Jesus cobra o
que que eu te falei que a aquele angu é que tinha um caroço, tá? É uma caroçada ali. Olha que tá difícil. Triste. Gente, essa semana, né, a gente trouxe aí informação, eh, a gente recebeu na semana na semana passada. É lógico que a gente tava apurando tudo isso, eh, nós ali junto com o pessoal da Record, que o Perito, o Renato Patoli, um perito muito experiente, muito experiente, assim, com grandes casos, né, mais de 30 anos de mais de 30 anos com casos importantíssimos. comércia na Cashima, ele fez lá toda a reconstituição, né, no
crime que envolve a Suzane Von Roffen, entre muitos outros, gente, vai fazer uma denúncia e essa denúncia é assustadora. V de novo, olha aí, batendo na perícia também, né? eh aonde ele vai explicar que ele esteve na cena do crime no dia 10 e não encontrou absolutamente nada, não encontrou vestígios de sangue e no dia 11 entra uma equipe fora do conhecimento dele que não foi feita pela requisição dele e para examinar a a casa do Michael e vai achar microvestígios de sangue. Ele vai trazer, gente, muitas coisas. Primeiro, a questão do cachorro, o Hamilton
pode explicar, porque ele dizia que era inadequado naquele momento, poderia contaminar. E o mais chocante, tá sentado, cobra. Um dos policiais vai mandar um WhatsApp para ele, Eh, perguntando se não dava para ele dizer no laudo que o Michael tinha trocado os bancos do carro. Aí ele estranha fala mais: "Aonde temos a confirmação de que isso aconteceu? Aí, bom, o que que ele faz? Ele vai mandar essas informações, né, paraa sua diretoria logo na sequência e, infelizmente, ele não recebe uma resposta. Passado esse tempo todo, essa confusão desse caso também que não se para em
pé com tanta interferência, puxa, ó o caso difícil esse. Ele resolve denunciar tudo isso. Para mim, ele foi muito corajoso. Ele tem o meu respeito. O meu respeito, porque não é fácil você ir contra o sistema, não é fácil você ir ir contra a instituição. E aí, vamos deixar isso aqui muito claro, porque nós temos aqui, né, dois momentos eh aqui em São Paulo, porque nós temos nós temos um momento que é agora com o novo secretário de segurança, que é o Dr. Nico, que recebeu essa bomba aí para desarmar. Não era na gestão dele,
né? Ele não era secretário à época, era um outro secretário. E nós recebemos ali, infelizmente, inclusive do diretor da Demacro que vai mandar, a gente recebeu esses documentos, É uma resposta dizendo que essa investigação era ilibada com aquele show de horror que a gente viu. O juiz aí vai mandar desentranhar dos autos aquela confissão toda conduzida. um absurdo. Cobra já explicou isso aqui muitas vezes, como é feita, né? Eh, a uma confissão espontânea. Enfim. Sabe o que que é triste, gente? É porque a gente tem uma menina muito nova que foi morta e aquela cena
do crime é muito brutal. A gente tem um paizinho desesperado querendo uma resposta e a gente tem um salceiro policial, né? E assim, e de novo ess essas pessoas envergonham a boa polícia. Isso mesmo. Eu tenho aqui um policial ainda nativa que é o cobra que eu tenho muita admiração. Esses outros dois que foram policiais, mas é essa polícia que a gente quer. Essa polícia com vontade de trabalhar. Essa polícia com vontade de entender o que aconteceu, porque isso não pode acontecer. Veja só, olha o tamanho do problema. Aí eu vou passar aqui rapidinho para
Milton para ele poder explicar o que quer dizer isso. Alguém da um policial chegar e falar assim para você tipo não pode constar no teu laudo que de repente a Carla trocou a capa aí do celular dela não era roxa, era amarela. [risadas] Essa interferência é essa interferência é muito complicado, porque os policiais geralmente a gente tem um bom relacionamento porque trabalha junto, às vezes atende local de crime junto, mas jamais sugerir pro colega algo que possa constar, seja num relatório de investigação ou num possa prejudicar qualquer um, não. E não se sugere nada, né?
a gente vai no local de crime, faz o relatório, o o o perito arrecada aquilo que ele entende conveniente e o perito ele tem que justificar no laudo tudo aquilo que ele tá dizendo, né? E principalmente o laudo é instruído com fotos, então vai ter foto, vai ter explicação dizendo quais foram os vestígios encontrados. Então assim, eu não sei quando foi feita essa sugestão, né, para esse perito, eu não sei nem o como que seria feito isso, porque iria legar isso com base no quê. E ele, pelo que eu fiquei sabendo, se saiu muito bem,
falou que ele só testaria algo, né, que ele pudesse realmente não, ele tem, ele tem assim e o meu respeito. Cobra para você é muito triste isso, né? Ah, triste por todas as circunstâncias que a gente, primeiro, um pedido desse, eu não sei, eu não sei da onde que o escrivão tirou de primeiro tomar a liberdade de ligar pro, pro perito para fazer um pedido WhatsApp. É, tá a prova. Exato. Então, e aí tem uma mensagem que foi suprimida, né? Foi suprimida, mas agora sabe o que que fizeram? Cobra, pediram a quebra de sigilo. Você
imagina o que que não tem naquele celular? Então, se mandar o celular celebrar vai cantar. [risadas] É aquele negócio, infelizmente prezo muito por muitas pessoas que eu conheço do Demacro, que são meus amigos, mas é que é o que eu falo, doa quem doer, o que a gente só não pode deixar é o pai de uma menina como ela, Vitória, sem a resposta. E a gente realmente, independente do erro deles, culpai toda a sociedade, né? Exato. Independente do erro, encob se for para encobrir, se for é dar uma resposta, pegar quem fez essa maldade, né?
Existem algumas linhas que a gente sabe que estão sendo seguidas e espero que quem esteja na na nessa direção, nessa nessa estrada alcance o objetivo de realmente achar quem são. E falo de novo, doa a quem doer, seja quem tenha sido que tenha feito essa maldade, né? Eu não quero que eu pode ser importante, pode ser quem for dinheiro. Quando veio a informação que achei até achei estranho, né? Carla comentou, falou quando veio a informação que uma morte dessa menina tinham mais de 40, 50 viaturas da Guarda Civil Metropolitana de Cajamar, era o que tinha
e o que não tinha de viatura. Fazendo a escolta do corpo da da da menina. Aí eu achei mais estranho ainda. Falei: "Pera aí, o corpo foi encontrado e quem tá fazendo a escolta é a guarda civil de de de Cajamar. Por qual motivo? Cadê a Polícia Civil? Quem determinou quem? Palavras do secretário de segurança de lá, quem autorizou essa escolta. Não, e falando que não existia crime organizado e Cajamar, que não existia uma umas balelas que a gente começa a ver. Exatamente. Um negócio como essas provas aqui. Muitas vezes tem muita ânsia de dar
uma resposta e nessa ânsia acaba sendo tudo meio trabalhoado. Exatamente. Vários erros procedimentais. Doutora Girarde, o que que acontece com um processo desse? Fraude processual. O que que acontece com um processo desse? Nulidade, evidentemente, porque a partir do momento que a gente tem aqui hoje, qual a situação do Michael? É, e aqui mais uma vez, assim como eu falei no caso Henri Borel, repito aqui no caso Vitória, independente das partes aqui, porque a gente tá buscando aqui analisar essas investigações criminais de uma forma Muito imparcial dentro dos elementos que estão constantes nos autos. E a
partir do momento que a gente tem duas situações aqui, primeiro é uma é é uma confissão extraída mediante coação que já macula o processo, tudo bem. Ah, não teve prejuízo. Ah, será que não tem? Isso ainda ficou e eh em dúvida. Outra coisa que ficou estranho também, no meu ponto de vista, é a questão de terem alegado que ele era stalker. É, isso não para em pé, né? Porque não tem o perfil. E outra tem element o Stalk ele é o cara que segue, é o cara que que vem tentando [risadas] mostrar absolutamente nada uma
questão técnica não coloca nada que o cara tem. Eles eles alegaram isso com base no quê? de que tinha muitas fotos de mulheres com perfil parecido, culturo. Só que o que acontece direcionado isso é uma tristeza porque ele entrega o celular, OK? A polícia tem que fazer o quê, né? Doutilton, bota em modo avião, lacra direitinho, né? Cobra, manda lá para a extração. O que que acontece quando voltou o celebrite? Sabe o que que voltou no Celebrite? Depois que ele entregou o celular, tinham 75.000 75.000 arquivos deletados, outros tantos inseridos e outros modificados em data
posterior. Em data posterior, celebritor não não tem como. Pronto, gente. Como é que como é que tem isso? Porque sabe qual o problema desse caso? A gente se foi esse processo nos diz que não é o Michael. Agora se foi o Michael, esse é o problema. Com esse processo, com isso tudo, gente, danou-se. Agora, uma coisa eu tenho certeza. E aí o cobra, você aquilo, vocês viram a cena do crime? Aquilo não é crime de uma pessoa só, não. De maneira nenhuma. Aquilo é um crime que tem mais de uma. Tem agora e assim e
é para mim esse aqui no no meu na meu entendimento, este é um crime de uma pessoa que conhecia Vitória. Este é um crime de uma pessoa que tinha muita proximidade com esta menina, porque tem muita barbaridade naquela cena do crime. Não é um crime de um stalker, não é um crime de uma pessoa que tem uma ficha, a gente levantou a ficha criminal dele, não tem nem multa de trânsito, quer dizer, o primeiro crime dele é naquela barbárie. Então assim, é difícil, não é? Bem, e agora agora eu me questiono, eh, por que que
o escrivão, Cícero, por que que o escrivão, né, entra em contato com o perito do caso Vitória, que digamos de passagem o réu é, desculpa o termo, um borra botas que Não tem poder aquisitivo para comprar polícia, para comprar escrivão. Da onde que vem assim? Vamos lá. Qual que é o interesse do escrivão? em eh alterar o resultado dessa perícia. Qual que é o interesse do escrivão em trocar os bancos? Por que que eu quero trocar os bancos? Por que que eu preciso? Por que que o escrivão faz esse pedido para o perito? Porque o
perito ele coloca aqui, olha o o isso pelo WhatsApp. O escrivão Cícero pelo WhatsApp me solicita orientações sobre a reprodução simulada. E essa é a motivação da ligação. Olha, tem a reprodução simulada, tal. O motivo do contato do escrivão para o perito é para discutir a questão da reprodução simulada. E aí no decorrer dessa conversa, o Silvão fala aí, ele pediu para em off, né, se dá para eh eh constar que os bancos do CA tinham sido trocados em off. Outra coisa, outro anonimato, né? Tem tem muitos anonimatos. a a vezes para evitar algum exame
no banco, ó, fala que o banco foi trocado. Outra coisa também sangue, porque toda, a história toda era o seguinte, que ela tinha sido morta no carro. Aí a gente, né, a gente até fez uma brincadeira. Então quando esse moço sair da lá da do sistema prisional, a gente tem que contratar ele para montar, tem que mostrar que ele não tem sangue porque Ele trocou o banco. Ah, você não achou sangue porque tá constando que trocou o banco. É possível? É possível sumir com todos os vestígios? Ah, praticamente impossível. Até mesmo pelo d pelo amador
fala que é profissional. Só aquele cartel a que vai encrustar ali no banco, né? Porque escorre, entra, vai na espuma. lavagem. Eu já, eu já atuei alguns casos que era de crime sexual. Justamente isso. Mesmo após a lavagem, escorre aquilo para dentro. Você primeiro detecta com luz forense, depois você faz um recorte do local e manda para pro DNA. O DNA se você não se você ver onde tá o o esfregar o dedo ele limpa superficialmente, mas o interior do estofado, o material genético está resguardado ali. É aquele negócio, a gente pega o DNA às
vezes e você porque a perícia ela tem que fazer o [risadas] exame e o exame vai dizer se vai dar positivo ou não, se vai ter um perfil de DNA, porque também falaram, né? Não que tenham excluído o se houve uma violência sexual com a vitória ou não, mas falaram assim: "Ah, não dá para fazer o exame porque o cadáver, né?" Não sabe. Só que tinha que ter feito, o máximo que aconteceria era o quê? Voltar negativo. Exatamente. Mas o exame tinha que ter sido realizado e não falar: "Ah, não dá porque já tá no
estado avançado de putação." Esse é, olha, esse sabe o que que eu tô rezando aqui, né? Né? Nosso secretário atual de segurança, Dr. Nico, delegado maravilhoso que eu conheço há mais de 20 anos. DHPP, por favor, caso vai pro DHPP, tem ainda o inquérito aberto que é de ocultação de cadáver. Avoca isso, puxa o outro e filho. Como é que é, doutora Gerard? Caixão e vela preta para quem cometeu esse crime preta. Até porque agora a gente tem um documento de um perito certificando aqui pro presidente Bruno Lazares de Lima que olha, não fui eu
que assinei isso, não fui eu que pedi isso. Inclusive o escrivão ali da delegacia pediu para eu ainda forjar aqui uma informação que inverídica. Portanto, isso por si só deveria ser esse depoimento do perito do perito. Para mim, você que que trampa trabalha documento aqui, eu trouxe, eu imprimi inclusive pra gente comentar aqui. Isso, isso tem que ser isso tem que ser o Renato virou meu processo. Renato virou meu herói. Falou: "Não periciei isso, não assinei esse laudo, essa informação é falsa, não foi eu que dei." Ol, Renato. Não, olha, quando a gente pergunta quem
são os heróis, verdadeiros heróis, ele é um herói. O Renato para mim é um herói. é de uma coragem assim Absurda. E tem uma outra informação pra gente encerrando aqui, denunciando o Ministério Público, agora um outro promotor, não o promotor que tá com caso da vitória, pediu depois também, né, daquela aquela confissão completamente inapropriada, inadequada, como o próprio juiz, né, vai dizer. Ele pediu para o o nobre delegado dar uma passadinha lá na corregedoria para se explicar. Ou seja, nós não temos a confissão. A a confissão é ilegal. A gente, né, a gente a motivação
não se sustenta aqui. Essa a perícia, né, o perito tá explicando um monte de coisa em relação aos vestígios. Seguinte, não tem nada, gente. Só tem começado zero. Eh, eu, de verdade, eu falo, vou falar 1 milhão de vezes. Eu espero que esse caso vá pra Dr. Ivalda, pro Departamento de Homicídios, Proteção à Pessoa. Ela deve agora nesse momento estar me xingando porque já é um processo que olha, um caso para ela, [risadas] não que foi se perdendo tudo. Mas eu acredito sim, né? Acredito na nossa polícia. Vou continuar acreditando, vou brigar pela nossa polícia,
pela boa polícia, que assim, eh, eu tenho certeza que na nas mãos certas esse caso vai ser Desvendado. E olha, ela conseguiu depois de 10 anos convencer o Ministério Público a reabrir o caso Vitória Natalini, lembra da escola Waldorf? Olha quantas vitórias, né? É muita vitória e acabou de acontecer um feminicídio agora com uma outra vitória. Deixou assim, né? Falei: "Nossa, que que coisa triste". Dra. Ivalda, a gente tá aqui torcendo para que caso Vitória vá paraas suas mãos, eu tenho certeza que você vai ali descobrir quem fez isso e quem quem fez mandante, grupo,
ah, enfim, todo mundo tem que responder ali perante ao juiz. E é isso, né, gente? Fazer o quê? E lembrando que a verdade real do caso Vitória, do caso principalmente aqui do caso Vitório, é interessante. Não é só pra defesa de Michael demonstrar que essas nulidades, que esse processo é nulo, que ele tá viciado. A verdade real, ela é importante principalmente pra família da vitória, porque a família da vitória, ela não quer que o Michael seja condenado, ela quer que a justiça seja feita. E a justiça para ser feita, ela tem que ser com aplicação
da verdade real no processo penal. Então, se a gente tem aqui uma informação inverídica, alguém tentando ludibriar, alterar perícia técnica, isso não é busca da verdade real. Então, seja o Michael ou seja quem for que está envolvido na morte da vitória, os familiares, os pais da vitória, a irmã da vitória, o que eles querem é a verdade. Eles não querem vingança. Ah, Manda o Michael pra cadeia a de eterno, prisão perpétua pro Michael. Não, eles querem a verdade. Ou se foi o Michael e tem outras pessoas. Se o Michael foi boa de piranha, se o
Michael ganhou um troquinho para assumir o BO. Isso pode ter acontecido? Claro que sim. A gente não tá descartando aqui a a responsabilidade, a culpabilidade, a a o vínculo dele pode sim, evidentemente, ele ter aceito receber alguma coisa para ocultar, para participar da empreitada criminosa. Não, mesmo que ele não tenha diretamente atuado, ele pode ter recebido dinheiro para isso. Isso não é descartado. Aqui é uma conjectura, mas o fato é que esse processo aqui vai acabar sendo anulado, Carla, porque é tanta irregularidade, é tanta nulidade, porque isso não vai sustentar. Mesmo que ele for para
júri, mesmo que o conselho de sentença entenda que ele é caso de condenação, a defesa desse rapaz com certeza vai ter um êxito num tribunal de conhecimento daidade. Ou seja, no final não vai dar em nada, o processo vai anular e quem de fato participou, quem tá por trás desse crime, que triste. Quem pode ter eh eh quem tem interesse em ocultar essas provas? Quem tem interesse em alterar, porque a partir do momento que você pede para inserir uma informação falsa de um perito judicial, a gente aqui não é perito contratado. A gente não tá
falando aqui de assistente técnico contratado pela defesa. Esse perito, ele foi nomeado pelo Estado. Então isso é muito importante, isso é muito sério. Vejam aí, dois problemas, né? no Rio, perito nomeado pelo estado. São Paulo, perito nomeado pelo estado. Meu Deus, ó, só de olhar aqui realmente o que você falou, uma coragem absurda e ele desse perito, inclusive, ele detalha, ele detalha para denunciar isso, ele detalha muito, muito, muito bem na denúncia dele que ele fala assim: "Eu não tenho conhecimento de de de tal lado. Eu estive em um momento no dia X e só
o restante não tenho. Ele detalha. Essa assinatura não é minha. Eu não sei como é minha. Ele mostra, ele mostra exatamente diligência. Então, mas em relação a Carla sempre disse, não, como a Carla sempre disse, onde há fumaça há fogo. Esse fogo ainda está queimando. E eu vou falar uma coisa, é exatamente que a Carla acabou de falar. E a gente tem que pedir realmente ao nosso secretário de segurança, Dr. Nico, que mande esse processo, porque no DHPP a gente sabe que lá é o o o must da Polícia Civil, é a nossa é é
uma coisa que blinda até coisas erradas que acontecem em vários lugares. O que nos Salva às vezes realmente é o trabalho que é feito por lá. São policiais que se dedicam demais, são pessoas inteligentíssimas que gostam desse dessa desse desse departamento, né, de trabalhar com homicídio, que é muito bacana. Trabalhei lá de 2003 até 2007, 2008, trabalhei lá. Então, eu falo uma coisa, eh, isso aqui tem que ir o mais rápido possível. Isso aqui vai dar pano paraa manga, muito pano paraa manga. Vai cair muita gente porque para encobrir a morte de uma menina. Isso
aí poderia ser um tribunal do crime, pá. Foi lá, matou. Beleza, ele racha dificilmente. E eu vou falar isso como polícia, com 31 anos de polícia que eu tenho, dificilmente um homicídio desse já não estaria rachado e os vagabundos já não teriam preso se não tivesse tido a interferência de alguma coisa. Isso. Por todo esse clamor de todo mundo que pede a justiça por ela, você tem um cabo de guerra. Tem. E esse cabo de guerra é quem fez e quem quer descobrir. Graças ao bom Deus, nós temos hoje briga de cachorro grande. Lado bom,
o lado bom. Estamos aqui. Uhu. Briga de cachorro grande. A cara. Não preciso nem falar. Eu sou fã dela, sou amigo dela, tô com ela, né? Já conheço a Carla de 20 anos também, gente. 20 anos. [risadas] Então eu o que eu vou falar é cobrera garoto. Este homem aqui, ó, este homem, vamos falar homem com h g h maiúsculo, que é o que foi o espírito. A partir disso aqui, eu acho que não tem nem como um processo desse, né, o inquérito desse ficar lá. O processo desse tem que ir pro para um lugar
aonde vai dar toda, como a gente acabou de falar, doa a quem doer até por uma questão de suspeição. E a partir do momento que você tem uma informação que o escrivão, ou seja, de da competência daquele inquérito policial, tá querendo alterar a informação a pedido de quem? A pedido de quem? Exatamente. Acho que eu acho que é a pergunta mais importante. Com certeza é uma pessoa muito poderosa, porque não foi o escrivão de livre espontâneo a vontade de defender o interesse dele que solicitou isso, né? Gente, mas agora, hein, com o DHPP, tem muito
dinheiro rolando aí nesse bastidores. Mas lá, mas eu digo lá no DHPP não tem essa gracinha, não. Tem gracinha lá não, porque eu vou te falar, caiu na mão Deivalda. Uh! Outro caso que a gente vai pedir para ir pro DHPP é o dessa. Fora dos bastidores. Eu vou dar uma ideia do suposto suicídio que eu não espola, Acabou de acontecer. A gente vai trazer amanhã que tô louca para esse caso e pro DHPP. E assim, e se for, olha, ai coitada da pessoa fez aquilo. Uhum. Porque aquilo não foi um suicídio, não foi. Você
tá falando da da policial militar? Da policial militar. Na verdade, o marido matou ela. Precisamos de uma investigação. Eita, lá vai essa. Mais uma. Precisamos de uma investigação. Só depois de uma boa investigação a gente a gente terá resposta concreta. Dobra. Eita. Sem uma investigação. É um policial militar, não é? marido é não é doutora até maior que não investigação daquelas boas assim aí a gente vai ter certeza se foi um suicídio ou se foi um homicídio. Eu olho para aquilo e não consigo acreditar em suicídio. É, na verdade a única coisa que eu que
eu prestei atenção, eu não eu vi até pela televisão que ela liga para alguém da família, fala que tava muito pressionada, que não sei o quê. Isso que a televisão passou para nós, né? A gente sabe que, infelizmente, hoje nós não temos, e eu vou falar para todos vocês, hein, hoje nós não temos apresentadores de televisão que dizem a verdade. Eles querem o sensacionalismo, Né? Quase 90% deles para chamar sua atenção, te encher de bobeira na cabeça e eles não sabem absolutamente nada, né? Infelizmente são poucos os que falavam a verdade. Então, os repórteres que
ficam na rua, que acabam colhendo certas informações, às vezes são até proibido de contar certas coisas. Então, eu falo para vocês que apresentadores de televisão que se dizem muito inteligentes, que que conhecem os fatos, que sabem, nunca pisaram numa cena de crime e eu falo dos grandes aí, os que tm cabeça grande e tudo mais. É. Esses caras não sabem de absolutamente nada. Então, cuidado com aquilo que você ouve na televisão, que você escuta esses caras falarem, porque eles são ruins, eles não sabem do que eles estão falando. São pessoas que até na própria casa
deles tem um tem problemas gigantescos. Depois eu vou te falar, viu? Que eu fiquei sabendo. Um deles aí anda fazendo coisa errada. Ui, vai contar para mim. Ah, vou. Lógico, é só ele parar de bater na mulher dele. Eu eu gente. Mas a gente traz. Da, eu posso dizer que eu tenho muito orgulho. Eu fiquei acho que o qu acho que bem uns 12 anos gravando operação policial. Sim. Oh, não. Eu era a rainha das delegações. Carlota, se hoje eu tô aqui e eu tenho um nome Azelá, eu tenho o nome Azelá porque academia de
polícia tem o nome do meu avô. O primeiro delegado geral de polícia se chamava Franklin Toledo Pisa. Esse cara aí foi meu tio avô. Então o lado primeiro já era da família, o segundo foi o que deixou o nome dele marcado, porque realmente no DHPP ele fez o nome dele. Coriolano, Coriolano Nogueira Cobra, patrono da academia, graças ao nosso querido deputado aí que tá sempre no nosso no nossos grupos lá, fanados de Azad, que foi com projeto de lei, deu o nome à academia, botou o meu avô como patrono por tudo que fez na pela
polícia. E o que eu falo é, gente, não dê ouvidos a essas pessoas de televisão, porque o que eles querem é te chamar atenção, te prender ali, só falam besteira. Bom, gente, vamos encerrar aqui, senão Fefê, coitada, amanhã tá, estamos eu e Fefê de manhã cedo aqui, né, Fefê? Olha lá, queria agradecer essa trinca maravilhosa. Vocês voltam porque eu vou ainda vou vou me debruçar nesse processo. É porque agora que eu tô com celebrite, hein? Celebrite aqui na minha mão. Ela vai pagar R$ 200.000 R$ 1000 licença. Eu quero celebrite aqui na minha. Celebrite premium.
Premium [risadas] mais do que o celebrite. É outro tipo de licença. Aí depois depois o o que na verdade as licenças são muito caras, né? E elas precisam ser atualizadas porque os celulares eles estão sempre sendo renovados. Beijos aí pra Sônia. Gente, muito obrigada. Obrigada pela audiência. Todas as informações que nós passamos aqui são informações oficiais, informações que estão no processo, informações fonte zero. Cada um tem o direito, né, de acreditar no que quiser, mas contrar fatos não há argumentos. Fato é fato. Você pode até não gostar do fato, mas ele é um fato. É
isso. E eu aqui não quero torcer ninguém, não é isso? Eu eu só tenho uma preocupação com a verdade. E às vezes a verdade pode não ser tão boa para determinadas pessoas, mas a verdade é a verdade doa quem doer. É isso, gente. Um beijo. Obrigada, Milton. Adorei. Vai voltar mais vezes aqui. Cobra a figurinha da casa. Dra. Gerard também. O Hamilton vai fazer parte. Eu quero deixar meu Instagram, hein. Qual que é? @alessandra. Com j de janelas abertas. Mil. Qual é o seu Instagram? @amilton com h no início no final_line magela magela você colocar
marco cobra você vai ver o 13 lá é o primeiro sou eu mas vamos embora querido fe muito obrigada feê aí trabalhando sem parar demais já tá a gente já teve junto de manhã agora à tardefé fenomenal um beijo e um beijo para todos vocês e a gente se encontra às 9 horas da manhã no Alenda Notícia às 6 horas aqui no caso a caso. Beijão. Fiquem com Deus. A próxima. เฮ [música] [música]