Ah. [música] Terráquos, como é que vocês estão? Sou Rogério Vila, tá começando mais um Inteligência Limitado, o programa onde a limitação da inteligência acontece somente por parte do apresentador que vos fala. Sempre trago pessoas mais inteligentes, mais interessantes e com a vida muito mais criminalizada, criminal, criminosa do que a mim, do que a sua. >> Pois é, rapaz. >> Você está até com uma caveirinha aí em cima no boné. >> Caveir aí no boné, né? >> Mas é uma é uma caveira funny, não é uma caveira. >> Uma caveira engraçadinha, né? >> Engraçadinha. >> Fofinha.
>> Joga aqui para mim o boné. Deixa eu mostrar pro pessoal aqui. Ih, tá careca, hein, cara? Ô caraca, né? Ô, ô, Romer, que que o pessoal, como que o pessoal vai participar hoje no chat com perguntas? Me fala aí. >> Bom, hoje nós teremos aquela live supimpa, então já deixa o seu like, se inscreva no canal, torne-se membro e envia o seu super chat maroto. A gente vai ler os melhores comentários, beleza? >> Isso, fechou. Então, já pessoal já vai mandando então o seu like, já se inscreve no canal e manda a pergunta porque
hoje tem muita coisa. A gente vai Falar sobre a mega operação, os desdobramentos, o se vai ter uma revanche, já teve uma revanche aí do das facções e essa questão de classificar os caras como eh terroristas ou não e a repercussão >> fora do mundo e muito mais. Mas eu quero falar com você aí de casa também, Terráqueio, o G4 Educação, parceiro aqui da Inteligência Limitada e parceiro do empresário brasileiro, nos traz o ingresso acessível ao G4 Valley 2025. É Um evento que reúne 10.000 empresários que buscam conhecimento, práticas e conexões para acelerar o crescimento
do seu negócio. Ó, 14, 15 e 16 de novembro em São Paulo. É para tirar os limites da inteligência do empresário. Disponibilizamos o ingresso online para vocês. Você que não está presencialmente no evento, ainda poderá participar online assistindo as palestras de sua casa. Olha que bacana. Acesse g4valley.com Ou leia o Qcode que tá na tela, certo? >> Sim. para saber mais sobre o evento. Também agradecer a nossa parcelona de longa data que é a >> a Insider. Tá com a gente, hein? >> Insider. Fui pro Rio de Janeiro só com quatro camisetas Inside, quatro cuecas
e quatro meias e duas calças. E isso foi minha mala e deu tudo certo. Então, ó, Terracos, na Travel Week da Insider, nós preparamos pra Black Fighter. Pra Black Black Black Black Friday. Black Friday >> Fa três vezes. >> Black Friday. Black Friday. Black Friday. >> Pô, tá melhor do que eu. E também para as viagens de final de ano e tudo isso com 50% off. O gerente ficou louco. As peças mais perfeitas para entrarem na mala da viagem. Cueca, Tech T-shirt, Daily T-shirt, masculina regata Intec, camiseta Sport e Future Shorts 200. >> Rapaz, você
viu? Sustentabilidade, mobilidade, conforto e Estilo no mesmo ritmo para se preparar para Black Week da Insider, que já tá chegando o nosso cupom inteligência da 15. É isso, 15% de desconto mais, hein? >> Mas somado com promoções do site pode chegar até quanto? >> Promoções pro chegar até 50%. >> Isso. Essa é a Black Friday mais potente em descontos da história da Insider. Link na descrição. Qode na tela. Na tela >> e inglês como que é na tela? on the [risadas] Em francês detel >> emelê néelê >> espanhol em [risadas] >> pimentel não acredit japonês
>> japonês >> sabe que japonês é é japonês é o lene que manja mas eu tô aprendendo um pouquinho >> como que é na tela em japonês >> é requere oara >> requereuaraquerara >> requereara requerea >> ele tem uma pronúncia que é do sul da do Japão, né? [risadas] E por falar em estrategia, vamos falar também que todo mundo quer segurança, um bom salário e mais qualidade de vida, não é mesmo? Mas poucos sabem que tudo isso pode estar a um concurso de distância nos próximos meses. Mais de 86.000 1000 vagas devem ser abertas em
concursos públicos para nível médio e Superior em órgãos como Polícia Rodoviária Federal, INSS, Banco do Brasil, Câmara dos Deputados tem concurso muito bom e com salário melhor ainda, com mais de R$ 25.000. A questão é, você vai continuar esperando ou vai agir agora? Ser aprovado em concursos públicos, ao contrário do que muita gente pensa, não é sorte, é estratégia. O Estratégia Concursos escolhido por 70% dos aprovados está com menor preço do ano. Não é só uma promoção de Black Friday. É melhor que Black Friday, não é? Ó que agora tá Black Friday. >> Cara, tá
certo esse negócio aí? 52% mesmo. >> Isso aí. >> Até 52% de desconto em todos os cursos durante o mês de novembro. Estude com quem mais aprova no Brasil, com uma metodologia que foca exatamente no que cai nas provas e encurte seu caminho até a estabilidade financeira que é Recode na tela e link na descrição. >> É isso aí. Bora. >> E vamos dar uma salva de palmas ao nosso aniversariante Leni. [aplausos] Quantos? 49. >> 50. >> 50 anos, cara. Cara, >> e eu fiz aniversário aí no sábado também. >> Então, mais uma pessoa vai
de palmas, né? Eu fiz 39 de novo. >> Eu te mandei parabéns. >> Mandou, mandou. Obrigadão aí, gente. >> Aí >> os dois mais velho aqui, né? Eu e você, né, Henry? >> É isso aí. >> Só que você parece mais do que eu, né? [risadas] Sejam bem-vindos. Estamos aqui para falar do que todo mundo está falando. Joel, se apresente pro povo. Sua câmera é aquela. Seja bem-vindo. >> Boa noite, pessoal. Joel Paviote aqui. Acho que deve ser a décima vez que eu Veio para cá. >> E vai ter, vai vir mais sempre quando puder.
>> Hoje eu vou debater com um cara aqui e vai ter vai ter muita treta hoje. >> Ih. Duvido que esse cara tá mais à direita que eu agora. [risadas] Os cara defende operação policial de um jeito entusiasmado que eu vou te falar. >> Pimenta que você dá um oi pro povo. >> Então tô aqui de novo aqui, né? Com esse Com com o melhor time de debatedora de segurança pública do Brasil. >> Concordo. >> Com os dois duas pessoas que eu considero amigos aqui, viu? Então que dão espaço para pra fala aí para pro
debate. Então obrigado pelo convite, irmão. >> E estive e você acompanha, né, Joel? Eu tive lá na no Rio fazendo uma série de de entrevistas lá com secretário, com o o governador, com Menezes, com o Pimentel, com policiais envolvidos lá na mega operação. Queria primeiro eh saber de vocês o a mesma pergunta que eu fiz para quase todos lá, se essa mega operação ela vai ser vista daqui um tempo como uma chave, alguma coisa que virou e mudou a o discurso, a ação sobre segurança pública, ou simplesmente ser lembrado como como uma uma operação letal
e que morreram tantas pessoas e que voltou a tudo a a ser como era depois de um tempo. Que que você acha, Joel? >> É, primeiramente, isso aqui não é o debate, tá, pessoal? Porque eu não me envolvo em debate. Eu acho que muita muita coisa num debate não é aproveitado. Primeiro é meu amigo, a gente sempre troca uma ideia, debate, o Vilela também. E a gente dá para colaborar aqui para conversar que eu acho que é o que tá precisando, tá? >> Sim. Sim. Hoje a segurança pública precisa de cooperação dos três entes Federativos:
federação, estado, estado e município. Eu acho que essa operação ela é histórica. Seja você se acha que ela é pro bem ou pro mal, ela é histórica. Ela é resultado de uma gama de acontecimentos e ações que t acontecido e que não têm sido combatidas como deveria. E essa operação, mega operação dentro do quartel general do comando vermelho, que até então tava transponível, trouxe uma Perda humana pro Comando Vermelho gigantesca e abriu um debate, colocou no debate, inclusive por conta da letalidade também, colocou no debate, no epicentro do debate, o que ano que vem vai
ser a menina dos olhos da discussão política. Não temos dúvida disso, né, Pimentel? vai ser a discussão principal de qualquer candidato do ano que vem >> para eh para para governadores, para deputados, para senadores e também paraa presidência da República. >> E a gente já percebe aquilo que a gente que nós vimos falando, talvez há um ano e meio, a gente conversa aqui, que inclusive governadores de esquerda vão eh eh de forma lenta e gradual mudando sua opinião. A gente já acompanha a situação mais mais crítica do Brasil no que se refere à violência é
a Bahia, mas no que se refere a ocupação territorial e ao caos social é no Ceará, as pessoas expulsas de casa. A gente já percebe o governador do PT, é o Mando de Freitas, Mudando opinião e colocando a necessidade da polícia ser combativa, né? Ele já tá quase que igual o discurso dele com discurso de uma de uma direita conservadora. É aquilo sentir água batendo na bunda, né? Então, o eleitor é a principal vítima da violência, o morador de periferia tá sendo expulso de casa e ele tá percebendo isso. Então, eu acho que eu concordo
que é um marco, é, é um marco. Essa operação é um marco paraa sinalização da opinião pública de Periferia. As pessoas não suportam mais viver oprimidas pelo tráfico, mas eu não acho que seja um marco de mudança, não, viu? assim de mudança na na atitude eh na atitude do estado. Eu eu assim >> assim eh o morador do alemão nos próximos 7 8 meses gostaria que não, mas vai sofrer uma nova operação policial >> até porque não foi ocupado. >> Até até porque não foi ocupado. Então assim, mas estamos aqui debatendo já mais de uma
semana e e os debates estão Nos jornais, né? Então, deputados de esquerda propondo mudanças de lei, eh, deputados de direita propondo mudanças de lei, sabe? Tá todo mundo mais atento, >> se mexendo, né? Não, mas mas é que é no Brasil tem que acontecer uma tragédia para muita gente se mexer. Eu e o Pimentel, a gente tem conversado muito e identificado um fenômeno que muita gente ainda não está falando, que é o êxodo de guerra. O êxodo de guerra seria o êxodo. Êxodo é um fenômeno em que um conjunto Gigante de pessoas precisam se mudar
da sua localidade, fugir da sua localidade por alguma questão de guerra, fome, peste. >> A gente viu isso na história da humanidade diversas vezes, inclusive na história recente, né? >> Exatamente. O Ceará tá sendo esse exemplo. Por quê? muitas pessoas por conta da guerra de território, porque agora o GDE que as guardiões do estado, que era a facção criminosa eh >> hegemônica, >> lateral de lá e hegemônica junto com o Comando Vermelho, ela foi absorvida pelo TCP. >> Agora o TCP já é, segundo o relatório da BE, uma facção nacional. Tá no Rio, tá em
Minas Gerais, tá na no Ceará. Que que que tá acontecendo? O TCP tá replicando a guerra que faz com o CV dentro do Ceará. E aí as pessoas estão tendo que fugir Das suas casas. Um exemplo muito claro disso daí que a gente estava conversando. O Iraponga é um distrito da cidade de Morada Nova que fica a uns 100 km mais ou menos de Fortaleza. Ali uma briga de facção fez com que 2000 pessoas tivessem que desaparecer de suas casas. E sabe-se lá qual é o custo disso do cara ir embora da casa, tal. >>
Abandonou emprego, comércio, abandonou com a igreja está fechada, meu amigo. Você passa na frente da igreja, tem um gato passando em fenon, como se fosse cidades do velho oeste que viraram fantasmas, >> e virou uma cidade fantasma. Esse êxodo, ele vai mexer muito com a questão do IDH da região, com questão fundiária e essas coisas. E isso tá acontecendo no Ceará. E o Elumano agora ele tem dado uma virada de chave porque ele vai precisar fazer esse combate >> nessa situação. >> Hoje eu percebi também, Joel, eh uma uma cidade onde um prefeito do PT
foi ameaçado pelo Comando Vermelho, a prefeitura foi pichada. o o não só o prefeito como secretário também de >> fugiu, fugiram secretário fugiu, né? >> E aí eu percebi que a polícia do Ceará agiu muito rápido, porque porque eu elogio a polícia do Ceará sempre, tá? Prendeu os dois bandidos eh em 24 horas, do mesmo jeito que a Polícia Civil do Ceará agiu muito rápido, a justiça do Ceará também agiu muito rápido, viu? Os bandidos foram soltos na audiência de custódia, né? O que faz um governador diante disso? Ele bota a mão na cabeça e
fala: "Calma aí, cara, eu tenho que resolver o problema dessa prefeitura, que o prefeito, inclusive, é do meu do meu partido. A minha polícia agiu rápido, prendeu o bandido e vai lá a justiça do estadual, que é um poder independente, lógico, vai Lá e solta esse bandido. O meu prefeito vai ter que sair da cidade e a minha polícia vai ficar desmoralizada. Daqui a pouco o humano vai começar a raciocinar exatamente igual o Derrit, igual o Tarcísio, igual o Cláudio Castro. Olha, não tem polícia no mundo que resolva esse problema. Eu preciso que o governo
federal do meu partido provoque mudanças de lei através do Ministério da Justiça, através de propostas, mobilizando a bancada, chamando Hugo Mota. Olha, não Tá dando mais aqui, não tá mais resolvendo prender. Daqui a pouco a sociedade do Ceará vai se comportar exatamente igual a sociedade do Rio de Janeiro. Tem que matar. Matar é a única solução. E matar não é a única solução. Matar é a solução do desespero. >> É >> aquele morador que não sabe mais o que fazer, sabe? Puxa vida, não sei mais o que fazer. A justiça não resolve. O Doca já
foi preso. O o o o todos os bandidos Ali já foram presos três, quatro vezes, né? Isso não tá mais funcionando. E sem politizar o debate. Ricardo Lewandovski de fato não consegue perceber isso, sabe? não percebe mesmo. É o ministro da justiça mais fraco que nós já tivemos na história. Ele nunca se posicionou sobre esse êxodo de guerra que ele falou aqui. Você não tem uma declaração dele falando: "Esse cara tá preocupado, eu tô preocupado, você tá preocupado, mas o ministro nunca tocou num assunto de uma Cidade ser esvaziada. Parece uma diáspora de de de
Parece a diáspora, né? E e aí, Joel, o que eu queria ouvir tua opinião, irmão. Posso perguntar pro Joel? >> A Rede Globo fez uma matéria sobre isso segunda-feira. A gente fala sobre esse assunto há meses aqui nessa mesa. Por que que a principal emissora de televisão do Brasil demorou tanto para perceber essa tragédia humanitária? Meu irmão? Isso é uma Covardia da imprensa? É a imprensa tentando proteger o PT? O que que é isso, Joel? >> Cara, eu particularmente não sei, cara. Eu eu não sei te responder essa essa questão aí. >> Se você fosse
jornalista, tentava emplacar essa matéria na tua redação, cara. >> Não é que eu falo isso, entendeu? O Pimentel, eu falo sobre >> você percebeu o drama. Tu percebeu o Drama? >> É, eu percebi, mas do Rio de Janeiro eles sempre falaram. >> Sim, cara. >> Agora, tu acha mesmo que os caras tava, por exemplo, eh, defendendo, protegendo o PT, porque assim, é muito claro que a Bahia, que é o governo Jerônimo, e o Ceará, a coisa tá muito feia lá também. >> É humano. >> É, o governo é humano. Eh, é muito >> A coisa
tá feia. A coisa tá feia para eh para três estados do Nordeste, porque as 10 cidades mais violentas do Brasil, elas estão no Ceará, na Bahia e em Pernambuco, né? Eh, Calcaia e eh que é também do Ceará, nós temos calcaia, temos também a Maranguape e temos Maracaúna, né? Só do Ceará. do Pernambuco nós temos nós temos três também e da Bahia nós temos quatro cidades. Então o foco da explosão da violência é o Nordeste brasileiro. >> É o norte também tá tá ficando feio. >> Lógico, lógico. A gente não pode esquecer aqui, né? >>
Pará. Essa região também tá bastante feia. Amapá também, né? >> É porque, tipo, assim, as duas facções, >> e qual a explicação? Por que que esses essas regiões tem essa explosão? A gente a gente entende São Paulo e Rio, porque o dinheiro tá aqui, a concentração de pessoas. Por que que >> tá no Nordeste, no norte também expandindo? >> É, as as grandes facções que são as que dominam as rotas do tráfego mesmo, que é o Comando Vermelho e o PCC, eles se estabeleceram no Rio de Janeiro e em São Paulo muito tempo já atrás.
Eles chegaram na no Nordeste há poucos anos e ainda as forças ali estão se configurando para consolidar e esse é um fenômeno que causa bastante violência. E aí essa briga de território e essas Coisas, muitas vezes os caras não tm mecanismo para conseguir conter isso daí e aí vira uma violência absurda essa situação. >> A explosão da violência na Bahia, logicamente tá relacionada ao a disputa territorial. Eu eu fui do Amapá, eu te falei. Amapá, por exemplo, a Polícia Civil do Amapá tem a melhor taxa de resolução de homicídios do Brasil. É a polícia que
mais investiga e que mais consegue identificar o Então, parabéns, Os caras estão indo muito bem. Ao mesmo tempo que a polícia consegue elucidar, os homicídios aumentaram. Esse ano teve queda, acho que dois anos seguidos de queda. >> Mas por que que explodiu? Por que que explodiu a violência lá >> em função da disputa de facções? Lá no Amapá tem terceiro comando. Terceiro comando, o principal assassino do Amapá, se escondeu numa favela do terceiro comando no complexo da Mareé, foi preso Pelo BOPE e pela polícia civil da Amapá também. Então assim, eu acho que os governadores
estaduais não estavam preparados nos últimos 10 anos para essa disputa, para essas disputas de facções quase todas eh eh assim provocadas pelo pelo pela franquia do Comando Vermelho local, né? Porque o Comando Vermelho às vezes ele se apresenta com a sua marca, mas lá atrás ele vinha com uma franquia. Ele ele mantinha a marca do da facção depois que mudava aos poucos, né, Joel? Depois que mudar o nome da marca, né? >> Mas cara, hoje hoje eu faço justiça a a uma questão que eu já debati com Joel. Se você pegar governo Rui Costa e
Jaques Wagner, esse governo teve melhoria das condições sociais? Teve sim. Teve redução da desigualdade social, redução do desemprego, né? Ainda assim a Bahia explodiu e os números da Bahia hoje são vergonhosos. Os números do Ceará são vergonhosos, né? Eh, eh, e, e, e, e, e a atenção brasileira não Deveria estar no Rio de Janeiro, viu? Deveria estar no Nordeste hoje, porque daqui a pouco vai ficar igual, viu, J? >> Mas aquele negócio da Globo, o que que você falou? >> Não, cara, eu não sei porque eu não sei porque durante tanto tempo a imprensa brasileira
omitiu a questão da violência no Nordeste, cara. E, e acho que continua omitindo. Eh, eu vou dar um exemplo para você aqui. Para mim isso é uma tragédia e para ele também. Nós não Somos umbandistas. Eu sou, eu sou meio cristão, mas, né, às vezes um pouco até >> cristão de, cristão do BGE. >> É, às vezes eu assisto um Rodrigo Silva aqui e tal, até tu que me indicou. Mas assim, >> mas vamos lá, camarada, fechar templo bandista, isso deveria ser uma vergonha nacional, >> pô. Claro. >> E lá no Ceará, semana passada, uma
facção, possivelmente terceiro comando, Né? fechou comando puro mesmo, >> fechou quatro, mandou fechar quatro templos bandistas na cidade de Maracaúna. E se você pega a lei que a Dilma Russef sancionou em 2016 de terrorismo, é a lei que excluiu o comando vermelho, o terceiro comando e o PCC do terrorismo. Se você pega a lei, você tá muito claro na lei que é é crimes contra religião, né? Ódio contra religião, não é isso? código e xenofobia, racismo e religioso. >> Pode pode pedir para esse colega aí pegar esse texto da lei aí. A lei é a
lei é a lei de terror da Dilma. >> Só de jogar lei lei antiterrorismo. >> É 2016 foi ela foi a Dilma assinou isso aí em 2016. Ou seja, pela lei da Dilma >> que a gente tá querendo mudar, a gente já encaixa o terceiro comando como terrorista, tá? Então, >> sim, sim. Terceiro comando. O Peixão já é investigado por isso, realmente. >> Mas ele é investigado por por Intolerância religiosa, né? Não, não, por terrorismo mesmo. É, a Polícia Federal tava investigando ele por terrorismo. Não sei quanto ficou isso daí, mas ele mandou fechar um
monte de terreira. >> Sim, ele bateu, ele ele mandou ele, ele ele espancou os os os pais de santo, né, cara? Assim, é uma isso, isso é, cara. E e eu não vejo a grande mídia do Sudeste >> cobrindo isso. É, >> cobrindo isso. >> Mas, mano, é uma questão tradicional também. Eles falam muito do Rio de Janeiro. >> Eu vejo, eu faço lá no canal, eu faço vídeo do Nordeste no canal e do Rio de Janeiro. >> Uhum. Nossa, do Rio de Janeiro dá 1 milhão, do Nordeste dá 70.000. >> Pois é. >> Então
o cara fica condicionado de fazer isso daí mesmo, entendeu? Agora a questão é que não caso do Nordeste agora Tá tendo uns casos macabro mesmo. Coisa cara, um rapaz da igreja esses dias atrás, ele saiu da casa dele, >> ó. Tá aí a lei, ó. >> Ah, tá aí. >> Consegue ler essa [ __ ] >> ó. Essa lei mas é ali, ó. São atos de terrorismo. Usar ou ameaçar, usar, transportar, guardar, portar e trazer consigo exp. Ah, não. É lá na parte de cima. Essa lei regulamentada, disciplinada, terrorismo, tratando as Exposições investigandivas reformulada. O
terrorismo consiste na prática por um ou mais indivíduos dos atos previstos nesse artigo por razões de xenofobia, discriminação, preconceito, raça, cor, etnia, religião >> e religião >> e religião. Quando cometidos com a finalidade de provocar terror social e ou generalizado expondo o perigo, pessoa, patrimônio, paz pública ou incolumidade pública. Isso que >> mandar mandar fechar um templo, depredar o templo, na minha opinião, já encaixa. Eu conversei com o juiz sobre isso hoje. Eu liguei para aquele juiz que lançou o livro terrorismo brasileira e eu perguntei se isso aí encaixava ele, o o Eduardo Lemas, Petel,
plenamente encaixado, tá? Tá aí a a a facção já é terrorista na própria essência da lei atual, né? Não precisa nem mudar, meu irmão, tem que mudar a lei, mas na lei atual a gente já pega o terceiro Comando. >> A discussão em cima disso é que essa lei ela pune, ela ela contempla os atos segundo a intenção. Então, no caso da intenção do TCP, foi isso mesmo, acredito eu, fechar, porque o negócio é evangélico mesmo, entendeu? Os caras é fechado com uma interpretação evangélica lá que eles fazem, que é uma interpretação que Deus manda
eles fazerem as coisas e eles fecham isso. Daí >> a grande discussão em relação à questão do terrorismo é que muitos atos desses traficantes, que são atos gravíssimos, violentíssimos, que são similar ao terrorismo mesmo, não tem a intencionalidade de desestabilização nesse sentido. E e política, mas isso já tá sendo rediscutido, né? Porque pode não ser direto, mas você tá pegando um território para você e politicamente você tá influenciando. Uhum. >> E essa discussão, ela começou a crescer Principalmente pelo movimento identitário policial, que é muito forte, que tem já tratado as facções criminosas como narcoterroristas. Há
uma discussão muito grande se esse alinhamento, se isso seria um alinhamento com os Estados Unidos, poderia trazer alguma questão internacional que a gente ainda não sabe, uma falta de guerra terror. >> Isso. Ou >> por exemplo, e aí eu trago a fala do Lincong aqui, que é o que eu concordo Mais com ele, né? que é para mim hoje no combate à facção criminosa e à máfia ninguém sabe mais do que o Lincoln aqui. Ele dá palestra na Itália e universidade italiana nos caras que já combate máfia há 40 anos. >> É o promotor de
São Paulo, né? >> Isso. O promotor de São Paulo. É, ele é >> Não tive a honra de conhecê-lo ainda, >> pô. Cara, cara, mano é muito de facção, cara. Ga ele >> as melhores gac é as maiores pancadas Que que o PCC já tomou na vida foi tudo foi ele, entendeu? E ele teve um amigo muito grande, morto, juiz Machadinho, lá no começo. Ele que mandou Marcola para pro presídio federal. Ele é jurado pelo PCC. Assim, se ele perder a escolta, eu tenho até pela vida dele. Ele fala que a gente não. E aí
eu aí eu concordo com ele demais nessa parte, viu? Porel, talvez você vai concordar também, que eu sei que você alinhado o negócio do terrorismo. [risadas] >> Eh, aí eu concordo muito com ele. A gente não fez 10% do que deveria fazer para combater suas facções criminosas. Ele fala, por exemplo, cadê a legislação que confisca tudo do cara? Por exemplo, o cara, bicho, você foi pego lavando o dinheiro pro PCC, seja você da Faria Lema, você ou seja você um cara da Dega, vai confiscar tudo, tudo que você tem, até o teu hamster. Porque confiscando
isso daí você perde o B material, que é todo final de de Atividade legal, você comprar coisas, certo? Cadê a legislação? E que você possa seguir o dinheiro com menos burocracia, que você possa combater com muito mais tecnologia a questão das armas, porque atividade principal dessas facções é tráfico de droga. Você pode sufocar o dinheiro, mas não vai ter como você parar essas pessoas se elas continuarem traficando, se elas continuarem na atividade principal. Você vai bloquear o Dinheiro do cara, mas o cara continua com as máquinas, com energia para funcionar e não tem toda essa
legislação antimáfia. Porque a gente não fez legislação nenhuma. O Lula ele tirou e eu votei nele, eu sou de esquerda e ele tirou, eu se continuo falando isso, mas as pessoas tá chamando ele de fascista agora deum >> ele tirou agora uma uma lei do Sérgio Moro do bolso, no desespero, ele sancionou a lei e uma outra lei que dá Uma aumentadia na pena do cara que é faccionado. Mano, isso é para inglês ver, >> né? Tem que sentar os governadores de direita, o governo do PT, os governadores de que tá todo mundo no mesmo
drama. A mesma coisa que o Zema tá passando, o Mano tá passando, só que a forma tá passando. Então assim, como que a gente vai fazer isso? Daí vai ter uma cooperação geral entre todo mundo para Que as pessoas parem de sofrer na mão dessas facções ou vai ficar desse jeito que tá? >> Entende? Aí sim eu respeito a discussão sobre terrorismo. Eu aceito conversar sobre isso e tal. Eu falo que eu eu combino mais, eu tenho mais uma visão ligada ao Senin Congaquia do que propriamente com os amigos policiais, por exemplo, que eu tenho
que já definiram que é isso, entendeu? >> Esses dias eu vi o o secretário de segurança pública da Bahia, que eu sempre elogio ele, viu, Marcelo Werner, né? Ele deixando claro, olha, as facções praticam atos semelhantes aos terroristas. Eu acho que isso já é um consenso de qualquer um, porque uma facção que ataca uma prefeitura, >> que manda fechar um templo religioso, que fe é o número >> que fez o que fez com com um monte de ônibus trancando as vias do >> Nós pegamos o número lá, a gente não sabia desse número. O comandante
falou pra gente 86 ônibus roubados e 86 vias fechadas durante Janeiro >> na mega operação. >> É, durante a me operação, porque o número que eu tinha era 13 ruas fechadas. Braço direito do beamarca e mandou os caras sair pra rua. Ó, seus buchas de canhão sai pra rua e vão parar tudo. Vão mandar ele para um federal com certeza, né? Deve deve já mandaram, já Mandaram ou vai mandar? >> Mandaram, já mandaram, mandaram no dia. >> Xa. >> Ah, é? >> Aí isso, isso, isso, isso é uma porrada grande para eles, viu? >> Myor,
choque, todos esses >> Vilela, isso é a pena dentro da pena. Isso é uma porrada. O cara vai pro RDD lá no É o que eles não querem. É isso. Eles não querem isso. É o que eles não querem. É isso. Lá é >> o cara fica maluco, não fala com ninguém, né? Tudo que falou, né, Jo? O cara não tem com quem conversar, né? O Fernandinho tá lá acho que 22 anos, faz 20, 21 anos e tal, >> entendeu, meu amigo? O meu ponto de vista é esse, mas eu eu também não tenho como
negar que esses atos não são atos violentíssimos, que são similares. Sim, atos de >> atos. É, eu tenho um problema com a nomenclatura e com que isso pode Deir consequências pra gente nacionalmente internamente de alguém de alguém usar isso para invadir o Brasil. Invadi o Brasil >> agora. [risadas] Eu acho que não estaria nem disso. É, é, não é isso que me preocupa outras questões aí, cara. O Paraguai e Mas o Paraguai e a Argentina eles já se alinharam e já era. >> Sim, já taxaram como como terroristas, né? >> Meteram o tanque de guerra
e o exército Fechando as duas fronteiras, porque geralmente acontece isso, né? O cara foge daqui, ele vai pro Paraguai, ele vai pra Bolívia. A Bolívia foi a única que não fechou a fronteira, porque não faz parte da tripla. Se o que acontece, >> vão para lá, >> vão para lá, entendeu? >> Argentina e Paraguai já fizeram isso. >> Já, já. E para eles as facções brasileiras são terroristas, o que eh dificulta a cooperação também com o Brasil, porque eles consideram já >> Masel, historicamente tivemos muitos bandidos brasileiros do Sev Paraguai. Muitos historicamente, né? >> Tivemos
um indo para >> mas indo lá para fugir, para treinamento, para quilo. >> Ah, porque lá busca droga também. Geralmente a droga sai da Bolívia, fica no Paraguai e aí você pega e traz para cá. >> Quando é que tava com matuto da arma, Com matuto da da maconha, da cocaína. Eh, até alguns compraram patrimônios lá, montaram casas ali, né? Eh, tentaram levar vidas assim, eh, eh, eh, fora do crime. Alguns tentaram, >> dizia que o Fernandinho tem fazendo até hoje lá, ó, como é que o negócio do confisco >> não funciona, >> entendeu? Sim.
É, é razoável que você falou, viu, Joel? Vou vou vou passar a bater mais nessa tecla aí, sabe? Assim, Eh, e a Itália eh na época da da eh de Falcone, né, tomou uma porrada de providência nesse sentido que ele tá falando aí. O quê? Por exemplo, vamos lá. O >> juiz é fácil. >> É, ele ele ele foi morto, né, pela máfia. >> O que que acontecia? >> Os mafiosos naquele naquele até o >> cara tava infiltrado em tudo, né? >> Eles estavam infiltrados em todos os Lugares. Que que eles começaram a fazer? Eles
começaram a punir quem colaborava com os caras. Banco, fintec. Naquela época não tinha Ftec, mas banco, eh, supermercado, lojas, todo mundo começou a redobrar a atenção e ver que não era interessante fazer esse tipo de lavagem de dinheiro, porque perdia propriedade, pô, fechava o mercado, pô. >> Entendeu? Então, você tem um mercado que você tira tua teu sustento de lá, o cara Vai fazer lavagem de dinheiro no seu mercado, se descobrir isso, fecha a localidade, entendeu? Fora as prisões que os caras faziam e deixavam o cara pro resto da vida da cadeira. >> Mas o
juiz sem face ainda tá em vigor ainda ou funcionou só na época da >> Não tem mais. >> Não tem mais. É uma lei extraordinária. >> Mas aí o que que eles fizeram então para para para combater o o a a máfia lá que pode ser replicado para cá? >> Depois depois que o Falcon morreu, >> eles continuaram na combatendo e a máfia continua lá funcionando. Então >> com pacto com PCC e tal, etc. Entrou Berlusconi, que foi um cara que deu uma arrefecida na situação, tal. Ô, >> Vilela, eu eu tive na Itália uma
vez, conversei com o Carabinieri, ele me passou uma uma informação assim, aliás, o Carabinieri veio ao Brasil para um simpósio de um simpósio de >> de máfia mesmo, >> de lavagem de dinheiro usando obras de arte, né? Foi, foi dar aula no Brasil. >> Carabin um policial, >> é uma polícia militar italiana. E ele chegou para mim e falou: "Pimentel, tivemos uma uma ação, não sei se tá em vigor, mas foi das coisas mais inteligentes que eu vi até hoje. O o o bandido mafioso preso, ele ficava incomunicável durante 12 meses, com exceção da esposa
e dos filhos. Ele só podia falar com a esposa. Ah, mas ele Isso, isso tira o direito ampla defesa? Não, ele tem o direito ampla defesa. >> Isso em sentido de eh eu esqueci de falar isso. Provisório, né? >> Ele tem direito à defesa, mas ele tem direito à defesa, sim. Daqui a 12 meses ele vai falar com o advogado dele. 12 meses sem falar com a máfia ele perde a conexão. E se ele falar com a esposa, se ele falar com a esposa, a esposa passa a ser personagem do crime também. Ela ela é
sugada para dentro da máfia e a Polícia vai prender ela. >> Ah, entendi. >> Então, a relação dele com a esposa era afetiva, eh, minha mulher e tal. Ele não usava a esposa de de pombo Correio, ele não passava mensagem pela esposa. Então essa ação do do da Itália, não sei se tá em vigor, foi extremamente efetiva para arrebentar a máfia durante um pequeno período pós morte de Falcone, né? Ah, mas tem que lembrar também que as pessoas >> que é o marco, tá? As pessoas falando a gente não aguenta mais povo, o povo foi
pra rua, né? O povo foi pra rua, teve marchas na cidade, centenas de milhares de pessoas falando: "Dá, não dá mais, não suportamos mais". Sabe? E e os políticos italianos entenderam, os políticos brasileiros não entenderam ainda o resultado das pesquisas, né? >> A sensação que eu tô tendo agora, não sei se eu tô exagerando, mas com essa mega operação é um início do que a gente Viu não vem pra rua. A a galera tava cheia de tanta coisa que virou um clamor e acontecer alguma coisa nas ruas e acontecer alguma coisa em relação à opinião
também do da mega operação e das pessoas eh no mínimo discutindo ou todo mundo se mobilizando em relação a isso, né? É, só terminando da máfia, só pra gente deixar, por que que voltou na Itália a máfia, tá? >> Porque os próprios governantes, eles passaram a ser cooptados e infiltrados. Toda facção criminosa, organização criminosa, a máfia, cartel, ela obedece três fases. A primeira fase, inclusive eu li isso numa literatura sobre máfia russa, cara. O livro é russo. Uhum. A primeira fase é uma fase de início que a organização sempre é muito violenta porque ela tá
adentrando no território e ela tá batendo o pé da porta. >> Sim. >> A segunda é o movimento de expansão dessa organização enquanto ela começa a Coletar dinheiro e arrumar vias para poder se sustentar. O problema é a terceira fase, que é o que tá acontecendo com o comando vermelho com o PCC, que é a fase de infiltração. O PCC hoje você já não sabe mais onde ele tá. É, >> a máfia você nunca mais vai conseguir tirar da Itália porque ela tá infiltrada em todos os fios do sistema que simplesmente você >> ela se
confunde, ela se confunde com a Economia italiana já >> formal, informal, formal, informal, >> como os cartéis é mais explícito, mas como os cartéis mexicanos, tem estado que o cartel mexicano emprega 30.000 pessoas, pô, pensa, 30.000 Então passa nessa fase. Eh, nesse ponto aí, só retomando sua pergunta que você falou, >> é só para completar a pergunta do do Vem pra rua. Por que que eu tô falando? Porque o Vem pra Rua começou por um Motivo e foi coptado depois por esse ou aquele movimento político e virou outra coisa. E o que tá acontecendo agora
é uma briga de narrativa para ver quem vai tomar essa essa comoção nacional e transformar em outra coisa, ou em ganho político, ou em ganho financeiro, ou em outra coisa. Eu tô vendo esse movimento acontecer. muita gente ajustando o discurso, muita gente eh eh tem tendo ganho público, como o próprio governador do Rio de Janeiro, como aqui em São Paulo, o Lula ajustando o discurso, o PT ajustando o discurso e toda essa discussão do Derhit agora também no no Congresso, né? Então vocês não vem esse movimento, tá todo mundo se movimentando como aconteceu lá, a
galera tentando entender, viu a opinião pública e fala, a gente precisa colocar a nossa onde a gente vai ficar aqui, >> ajustar esse discurso? >> Vou vou te falar uma coisa. Eh, o Cláudio Castro, ele tava, A popularidade dele tava baixa. Foi essa operação, ele só no Instagram ele ganhou 1 milhão de seguidores. É. Ele só perdeu pra moça que não é que não deixou a menina sentar no avião no lugar dela. Brasil é muito louco. >> O Brasil é muito louco. Tô ligado. Aquela que ela brigou com a criança não vai sentar assim >>
de ganho de seguidores, cara. E o Cláudio Castro, ele cria nesse momento um modelo e uma tendência pra popularidade de governador. Se você entra no Instagram do Zema, o Zema tá fazendo react dos vídeos do Rio de Janeiro. Obviamente que o TCP cresce em Minas Gerais igual Capinho terreno baldil e o Zema tem que cuidar disso daí, mas o Zema já foi até o Salvador para fazer aquele discurso do Buqueiro e tal. Criou-se o modelo e uma tendência. É >> o caiado chega e fala assim: "Não, em Goiás não acontece isso daí, mas se você
quiser policiais, vem para cá". >> Os caras tava estourando fogos lá, mas a polícia de Goiás prendeu 32. Que os caras >> você postou 10 da noite, meia-noite a polícia prendeu. >> Prendeu 32. >> Caguetei os cara. >> Pois é. >> É. [risadas] A polícia foi bem eficiente lá nessa fita e prendeu os cara e botou na cadeia. Diga-se de passagem. O Elumano no mesmo no dia posterior, >> só para atualizar nosso pessoal, mano Ceará PT, viu? Isso, mano. >> Não, >> minha polícia matou sete. Os caras ia tomar um, os caras ia tomar um
bairro. >> Uhum. >> Já tava descendo para tomar um bairro, Bateu de frente com a polícia e morreu. Matou sete aqui no Ceará. Não vai. Você tem que ver, cara. Chegou para 3 milhões de pessoas lá no Twitter e curtiram e comentaram para caramba: "Ah, o senhor é de esquerda do PT." Mas eu acho que é isso mesmo. Tem que dado a questão da letalidade, né? E o Jônimo foi perguntado, ele falou assim: "Não, a Bahia vai ter autoridade também, vai pegar, vai chegar junto, Tal". Tarciso falando aqui também que aqui não se cria. Então
ele criou uma tendência de governador conseguir aumentar sua popularidade em relação a isso. Então eu o governador do do Ceará >> Ceará. >> E eu entrevistei o Roberto, o Roberto Sá. Sim, >> pô, cara. Cara inteligentíssimo, policial federal muito famoso, tal. Caveira do BOP, hein? É, era do BOP >> caveira do BOP, capitão do BOP, que era Muito, muito [ __ ] >> E aí, que que acontece? >> Ah, é verdade, verdade, desculpa. >> Eh, federal o outro. >> Uhum. >> E aí, que que acontece? >> Não, ele é delegado federal. Não, ele é delegado
federal e caveira do BOP. >> Os dois do B, ele que era policial federal. >> Serviu no BOP da capitão, passou no concurso para delegado. >> Tá, eu achei que tava confundindo com o Víor. O Víor é policial federal. >> É, Víor é policial federal. Mas o Roberto Saia é caveira e delegado. >> Caveira e delegado. Lóte de polícia, hein? >> E foi secretário de segurança pública do Rio de Janeiro também, viu, cara? >> Gente boa demais. Ó, tem uma visão logística absurda sobre as as facções criminosas. >> Tá dando azar com os números, viu?
Tá Dando azar com os números, viu? Não, [risadas] mas cara, é que a lei chegou muito forte. Sei disso, eu sei disso, sei >> aí. E outra, o PCC tem uma ligação histórica ali, GG do Manga, os caras que configuraram o tráfico de droga, tinham tudo casa ali naquela região, já foi encontrado gente de cartel lá, mas ele colaborou com uma investigação muito forte aqui, que descobriu que o Johnny Bravo aqui na Rocinha tava, vou parar de Viajar para esse lado, vamos lá voltar lá, desculpa, Vilar, >> não tá imperativo esse maluco, hein? >> É,
mas é e aí que que acontece? Eh, pode até esqueci o que eu tava falando, [ __ ] >> A gente tava falando de dos governadores. >> Ah, sim. Criou-se a tendência. É o Roberto só criou-se a tendência e aí todo mundo vai pegar uma carona. O governo federal ele percebeu que ele Tava atrasado nas ideias. >> É, >> porque ele tava fazendo uma leitura sobre a letalidade, né? Ele pensou assim: "Bom, vamos esperar uns umas horas para ver se essa letalidade vai é surtir mal ou vai como que vai surtir isso daí. A gente
teve partidos que na hora já fala: "Ah, foi uma chacina, tal, etc. Morreu só inocente, essas coisas". Cara, quando começou a sair os vídeos das das câmeras dos policiais, [ __ ] eu tive acesso, irmão. Teve Batalha da Síria que eu assisti no comentário que não era aquilo. Meu Deus do céu, cara. E aí essa letalidade, na verdade, fez com que a população apoiasse a operação. Uma vez a população apoiando isso, lógico que os governantes eles vão para esse lado. O Lula começou a se mexer, entendeu? começou a se mexer. >> Mas antes disso, Joel,
o o o o parceiro Do Lula no Rio de Janeiro, candidato a governador, Eduardo Pais, prefeito da cidade da capital, já tinha se posicionado a favor da operação, tá? Nas primeiras horas do dia, >> o Eduardo Pai já tinha, já tava ali declarando a favor da operação. >> Ele falou para contar com ele, né? >> Exatamente. Isso é muito forte, cara. Isso é muito forte. Então, assim, eh, eu eu tô percebendo com o Joel a mesma dinâmica, Vilela. Eu tô percebendo, por Exemplo, tem um deputado do PT, o o >> Cláudio teve aqui com com
>> contigo, >> não, mas teve aqui em São Paulo também para falar com Tarcísio também >> da conversa, >> não sei o que saiu disso também e depois se falar sobre as a a as 10 novas operações que ele falou que vai fazer também, né? >> Mas eu eu pedi para tu perguntar lá, tu não sei se tu perguntou, né? Vou Assistir se ele vai ser o Buquell do Brasil. >> Claro que eu perguntei. >> E aí, o que que ele falou? Tem que assistir. >> Ele deu uma desconversada lá, mas respondeu sim. Ele falou
que é um é uma referência, mas assistam lá o corte sobre isso. Mas ele ficou constrangido quando tu perguntou. Não, >> não, de maneira alguma. É, >> esse cara perguntou se o Cláudio vai ser O Buquell do Rio de Janeiro. >> Então os cara já tá fazendo montagem com o rosto dele no >> no corpo do Buquelli. >> É. >> Não, porque por que que eu >> coloca o Buquele aí para >> esse é o Eduardo P, prefeito do Rio de Janeiro. >> Esse é o prefeito do Rio de Janeiro, né? >> É, eu eu
o que eu o que eu ia te falar aqui, >> mas tem gente tem gente já fazendo colando ele mesmo no no na figura do Bquelin. Todo mundo táutando o discurso, cara. Tu tem um público aqui muito novo, então pouca gente vai lembrar do que eu vou te contar aqui, >> tá? >> Eh, esse cara lembra porque ele é pesquisador. Alm, ele assumiu o governo do Mário Covas. Mário Covas morreu. Ele não tinha Expressão política no estado, era desconhecido nacionalmente. >> E a Polícia Militar cercou um ônibus no castelinho, matou 13 bandidos do PCC. >>
É, eram chefes inclusive. >> É. E aí? E aí, resultado, o Alvin explodiu nas pesquisas de São Paulo. A população de São Paulo adorou, >> abraçou. Depois essa essa operação foi investigada e eh eh desconfiava lá que foi execução, teve inquérito e tal. Esquece, a população aplaudiu em ponto Final e os policiais foram condecorados e tal. Foi uma foi uma uma bela operação da Polícia Militar de São Paulo. Eu acho que da rota do Có e do Gato, né? Não foi isso não. >> E o Gradig foi uma uma >> tinha um bandido infiltrado, né?
Tinha um bandido filtrado, >> tinha polícia filtrado. A polícia a gradi era era uma pequena >> um órgão, >> um órgão que foi feito só para essas Operação de infiltração. Então tinha policiais militares infiltrados entre os bandidos e um cara do PCC entregou, passou pros caras um roubo que os caras poderiam fazer foi os roubo nem existia na verdade roubo não existia. >> E aí a polícia socou bola no >> pegou os caras. Isso tornou o Al. Então, se se algum governador do Brasil ganha politicamente com morte de bandido, eh, isso não é novidade, né?
Se o Cláudio ganhou politicamente, isso não é Novidade. O o o primeiro que ganhou politicamente no Brasil foi o próprio que eu lembre, foi o próprio foi o próprio Alkim que ganhou, né, com essa com essas mortes. Eh, mas que que eu ia contar que a movimentação? Eh, eu tenho uma uma preocupação que eu já compartilhei com o Joel. que são essas pessoas expulsas de casa. O o eh Vilela, o bandido não coloca a pistola na sua casa e fala: "Sai da sua casa". É muito mais ininível. O bandido coloca Uma pichação, vaza e tu
sai correndo. Então a tipificação desse crime como extorção, como ameaça, é difícil para [ __ ] E que se o cara for preso, o tipo penal é inferior a 8 anos, ele cumpre em liberdade. Ou seja, as polícias civis do Brasil não tem ferramenta para prender os bandidos que expulsam você de casa. Eu comentei isso com Quaquá que eu te falei, prefeito de Maricá. O prefeito de Maricá conversou com deputados federal do PT que eu não Conheço, que é o Dimas e já tem uma PL pronta, tornando o crime de expulsar morador de casa, um
crime de 8 anos de cadeia. E aí que tá o pulo do gato que eu sempre falo em podcast, no Brasil só fica preso superior a 8 anos. Abaixo de 8 anos, o gato cumprind liberdade, né? Então, quando você produz uma legislação penal no Brasil, hoje tem que estar atento a isso, né? Ah, vou dar uma pena de 6 anos, 5 anos, o cara não esquece, o cara já vai já vai sair da da da Delegacia ali pra casa dele, no máximo ele vai colocar uma tornoseleira e olhe lá. Então, a gente tá despreparado na
legislação para enfrentar essa realidade do Brasil. >> É. E aí, pô, se não sentar e não discutir isso daí, tá de brincadeira. Tem que ser cooperação mesmo. >> Hum. A Polícia Federal tá no R absurdo para rastrear dinheiro e lavagem de dinheiro, que é um crime complexo, tá ficando cada Vez mais complexo. >> E aí você tem as polícias militares, as polícias civis que são as militares que são prontas para confronto. >> Sim. >> E assim, cara, não adianta falar que você vai combater facção sem confronto armado. Joel, eh, você escuta isso também, isso me
dá raiva, >> [ __ ] Na federal lá na Faria Lima não deu um tiro, né? Eh, eu eu sempre explico pro meu seguidor, camarada, na Faria Lima não tinha um bunker, não tinha um fuzil, né? Então não tem porque a federal dar tiro na Faria Lima. Mas você concorda comigo que perseguir o dinheiro é somente uma etapa da operação? >> Sim, cara. É, é uma é uma etapa de sufoco, >> correto? Mas essas pessoas vão continuar com armas, até porque na comunidade tem como o cara se financiar, porque o cara cobra taxa, cobra energia,
internet, >> vende cocaína, vende maconha, >> vende. Então ali dentro ele já consegue se financiar, sabe? Um o eh mas eu falei isso do lance do PCC, a gente tem que separar as coisas, né? É que vira meme, né? Às vezes e tal. Ah, não disparou nenhum tiro, tal. Realmente não disparou nenhum tiro. A carbono, chegou na Faria Lima, prendeu gente da Faria Lima, tá? Prendeu, >> imobilizou R 8 bilhões de reais. >> Sim. Mas veja bem, o TH Joias e o índio Do lixão, que era do comando vermelho, chefe, certo? Chefe de segundo, terceiro
escalão, mas chefe foi preso também sem dar o tiro. Ou teve? Não teve tiro. Não, acredito. Não, >> não >> tá preso. E era o cara que ficava mais na área ali do político do da lavagem de >> O TH Joias pro nosso Posso fazer sempre essa [ __ ] >> Th Joia deputado >> estadual do Rio de Janeiro >> que já tinha sido condenado a 14. Aí ó, aí o que você falou que >> a montagem. O TH joia já tinha uma condenação h a há 14 anos de cadeia, mas conseguiu participar de uma
eleição. Foi eleito deputado estadual, era suplente pelo MDB e o THJ foi preso recentemente, pela segunda vez, por vender drones pro Comando Vermelho e o Terceiro Comando e e e milícia, deputado estadual do Rio de Janeiro, do MDB, nessa nessa confusão, né? Então, e e isso faz com que a gente Pense realmente, será que é só operação em favela? Certamente não é. Operação de favela é um pedacinho. Buscar o dinheiro é mais um pedacinho. Prender as lideranças é mais um pedacinho. Combater corrupção nas casas legislativas é mais um pedacinho, né? E assim por diante, né?
>> É. E aí que tem o lance da cooperação, cara. Você precisa do governo federal, do governo estadual e do governo municipal. Aí diminui a letalidade. >> Sim. Absolutamente. Porque quanto mais você consegue, cara, é que é assim, cara, eu acho [ __ ] como eu fui professor muitos anos na minha vida, sempre que a gente pred crime, eu não vou chamar os cara de menino não, senão você fica bravo. >> Não, >> mas sempre que eu perdi um moleque, >> p de 12 anos, eu eu tinha eu tiro. É, >> não, mas eu eu
tô falando dos meus alunos. Sempre que eu perdi o moleque Pro crime e eu perdia, né? Você fala assim, >> perdeu muito, Joel, >> alguns. É que aqui é diferente do Rio de Janeiro, mas eu perdi alguns pro crime. Você fica, mano, você fica lesado. >> Mas era para um C7 ou pro tráfico? Era o quê? >> O C tráfico basicamente, tá? >> Eh, você fica muito triste, sabe, Pimentel? Tem tem professora que chora, às vezes você dá um uma coisa ruim Assim, porque você acha que você poderia ter salvado ele dessa vida, porque você
sabe que é uma vida que não vai adiantar de nada, cara. Tá ligado? Que o cara vai no a expectativa de vida no crime é 5 anos. bucha de canhão é 5 anos. E aí você vê esses caras, molecada entrando pro crime que hoje não entra para ganhar dinheiro, tá, irmão? V, vamos, vamos atualizar todo mundo nas ideias. Não entra para ganhar dinheiro, entra para ganhar status no Instagram. Eles Publicam, eu mapei mais de 50, eles pegam, fazem um Instagram, ficam postando foto de fuzil e de moto andando pela comunidade e aí eles vão aumentando
esse Instagram. Daí nesse Instagram eles vão lá e e divulgam eh jogo legal, não sabia disso, não sabia disso, cara. Então você pega muitos daqueles caras que morreram, aqueles moleques que morreram, eles têm 200, 300.000 seguidores, 50.000 60.000, 70.000 Seguidores, porque eles são influencers, então eles entram no crime e isso possibilita que eles possam mostrar essas paradas. Hoje o salário médio, vamos lá, de um cara que fica na boca de fumo é de 2 a R$ 4.000. >> Rio de Janeiro é menos que isso, viu? É, não. Aí, aí já >> 100, mas 3% do
valor arrecadado no na cocaína é muito pouco. >> Só que você consegue mostrar nos stories E no Instagram esse status, essas fotos e tal, que é o que acontece com boa parte das pessoas. Por exemplo, a mulher ela começa a fazer lá no Instagram, ela começa a mostrar o corpo dela, aí daqui a pouco ela vai ganhando seguidor, daqui a pouco ela faz uns procedimentos, tal. É a mesma coisa que esses casos, começa com uma pistola, daqui a pouco vai com fuzil, vai ganhando seguidor, vai ganhando seguidor, vai ganhando seguidor. É esse lance. Agora todo
mundo Que que canta, que fala de crime dessas desapareceu, né? Você percebeu que todo mundo sumiu, né? Depois que morreu tudo esses cara. Por que aqueles caras que morreram, cara, de 14 às 24 anos, que era a grande maioria, era tudo bucha de canhão que o traficante deixou para morrer. O Doca, ele é um capitalista, cara. >> O Doca fugiu e os líderes de outros estados também fugiram, tá? >> Fugiram. Fugiram. se esconderam na casa E se entregaram para batalha. Morreu a garotada. >> Vai lá, morre pra gente aí, seus otários, né? E isso a
gente tem que bater muito forte, viu? Agora, Vilela, viu que ele falou aqui? Por que que o jovem tá indo pro crime hoje? Não é porque não é por questão de de dinheiro, é status, né? Para poder >> internet. Eu eu quando eu vim aqui pela primeira vez, há dois anos que eu conheci o Vilela, >> também é dinheiro, né? Estatus na internet também é dinheiro. >> Eu pedi pro Vilela ler o Falcões do MVB e do Celso Taí. Falcons meninos do tráfego. >> Isso que é um outro perido, né? >> Que é um livraço
do [ __ ] que no final do livro o MVB e o Celso Taí pergunta pra molecada da da boca e por que que você tá aqui? E a molecada não fala porque eu tô passando fome em casa. A molecada fala: "Eu quero status, eu Quero eh um tênis de marca, eu quero uma uma respeitado. >> Eu quero ser respeitado." É uma coisa incrível, cara. É realmente sair da invisibilidade social, né? E antes você tinha meia dúzia de pessoas para quem você se mostrava estando na boca. >> Hoje no Instagram você consegue mostrar isso para
100, para 200.000, para 250.000. Isso potencializa a entrada do cara dentro do crime, certo? Bom, Vamos partir desse princípio que isso aqui é importante. O doca ele é milionário. Então, quando a pessoa fala assim: "Ah, o traficante não tá na favela, está, a gente precisa assumir isso." Eu acho até preconceituoso, às vezes do meu campo político, achar que um cara que nasceu e cresceu na favela, não pode ser milionário lá dentro com empreendimento legal, como tráfico de drogas. O Doca era um cara Que foi chapeiro, depois ele foi pedreiro. Ele entra pro crime com quase
30 anos de idade. >> Cascudão. >> Ele vira um milionário operacional em 2006. Ele ajuda a organizar aqueles atos eh que pararam o Rio de Janeiro em 2006, porque os caras iam ser transferidos para presdio federal e ele organizou. >> E ele é um cara milionário. >> Um Barc VP é um cara milionário em que os filhos dele são caras que não Nasceram e não nasceram e moraram em favela. O filho dele não mora na favela, o filho dele mora no Joá, mora na Barra. E esses caras estão entrando pro crime, estão morrendo de bucha.
Porque assim, o cara que levanta o fuzil para dar tiro no no na polícia, ele tem que ser neutralizado, velho. Entendeu? E aí um cara desse que vai trocar tiro com o BOP, eu acho que ele não tem nem noção do treinamento que o BOP tem, do Que é tá na frente de uma pessoa do BOP. E aí a gente tem que problematizar isso também. Por que que esses caras tá entrando pro crime, mano? Porque se a gente não fizer isso, vai ter faccionado no Brasil pro resto dos dias do Brasil. Então é isso que
eu falei. Por que que eu eh a operação, no caso da operação, erro caso não ocupar o alemão já com toda a o planejamento. Agora com o lance das ocupações da DPF tem um plano, tem um Plano grandão, eu li o plano, tá, de colocar escola, lazer, uma série de outras coisas que o estado precisa entrar lá. Men falou com ele sobre isso. Menes contou essa história, né? É, ele falou isso com você >> e aí fica aquela história que eu eu tô sendo muito criticado quando eu tô falando isso, né? >> Às vezes as
pessoas falam sobre a questão estrutural do capitalismo e do cara ir pro mundo do crime por conta Disso. E realmente acontece, mano, por questões estruturais. Mas o cara que tá na ponta na favela, 1%, 0,3% entra pro mundo do crime. Ele tá vendo o filho dele levantando todo dia para trabalhar, todo dia para estudar. Cara, esses dias atrás eu vi um moleque que faz sucesso para caramba no Instagram lá da Racinha. Eu não fiz vídeo sobre ele porque os traficante assiste meus vídeos também. Falei: "Ah, daqui a pouco acho que eu tô". >> O moleque
ele ganha R$ 1 por tijolo que ele sobe, os caras deixa os tijolos aqui embaixo e ele sobe R$ 1 por tijolo. Ele consegue tirar no dia 1500 conto por semana. Ele faz três disso daí. Moleque tá bem trabalhando aí nos comentários. Ah, mas ele tá trabalhando com o tijolo nas costas e tal, pô. Mas é serviço, é digno. Alguém na sociedade tem que fazer, né? >> O policial foi lá, ficou da 4 horas da manhã até 9 hor da noite numa loucura. E Esses caras que trocaram o tiro também ficaram lá todo esse período.
>> E aí, cara, que que o o morador enxerga, Vilela, o Pimentel? O morador fala assim: "Pô, se eu tô todo [ __ ] aqui, pegando o central do Brasil, parado, esse cara que fez escolha para ir pro crime, porque eu tô na mesma situação que ele. Por que que ele foi pro crime ou não? é desprezar essa questão da escolha pessoal que faz com que a esquerda, por exemplo, que ao meu campo Ideológico, a gente cria uma desconexão com a realidade. Ô, ô, ô, Joel, eu falei pro Filela que hoje de tarde eu conversei
com um rapaz que a mãe dele foi assassinada, é, >> eh, na quitanda. A mãe dele foi refém do comando vermelho. >> Só uma coisa, no morro da quitanda, senão os cara acha que é quitanda, quitanda é, >> tá? Morro da quitanda. Esse rapaz, esse rapaz assim, a história dele realmente Me comooveu. Não vou falar o nome dele aqui, >> cara, mas a história dele muito triste mesmo, cara. O cara morador, nascido na comunidade, com comércio da comunidade. A mãe dele liga para ele, meu filho, o comando vermelho invadiu a comunidade, né? E e ele
ele tá na rua, ele vai correndo pra casa pr mãe, se se fecha na casa, vai pro quarto, fecha a porta e tal. E daqui a pouco a mãe dele tão atirando. Daqui a pouco o bandido pulou Para dentro da casa da mãe dele, né? Fez ela refém e e ela terminou morta, sabe? Uma tragédia, cara. Eu conversei com ele, me emocionei muito de tarde. >> Foi no dia anterior a operação >> foi dois dias antes. Eu ia dar uma, ele ele viu a mãe dele morrendo, cara, porque ele chegou, bom, ele tava do lado
de fora da casa, né? >> Uma tragédia, cara. E >> ele tava do lado de fora da casa. >> Tava do lado, ele tava, ele foi, ele Correu pra favela, mesmo a favela sendo invadida, porque ele queria tirar a mãe dele da favela, né? E e ele me contou essa história e eu me emocionei e o o o o e eu penso o seguinte, se eu sou ele, eu quero doca preso, porque a minha mãe morreu por culpa doca. Quem determinou essa invasão do morro da quitanda foi o Doca. Os bandidos partiram do alemão. Aí
não vou dar o nome dela aqui porque não é isso, não é nossa missão. Eu vi uma atriz da Globo esses dias falando, pô, para que no alemão se prender 100 bandidos vão vão surgir mais 100. Se matar 100, vão surgir mais 100. E eu fiquei pensando, ô minha filha, se fosse tua mãe assassinada, você ia pensar assim? >> Você ia pensar desse jeito? Porque você tá na zona sul, no seu apartamento, não foi sua mãe que foi assassinada? Você ia tá torcendo para ir lá buscar o Doca preso, sim. E se o Doca reagisse,
ele ia morrer. Então assim, a a a Cegueira, Joel, dessa turma é impressionante, sabe? seguir é impressionante. Hoje eu pensei num outro fato, Vilela. Eu eu eu não eu não eu não critico o o Luciano Hul por falar das mães dos bandidos. Ele tava fazendo o programa dele lá. Ele fez um desabafo sobre a tristeza das mães. >> Ele conseguiu desagradar esquerda e direita. >> Mas camarada, você teve no Bop, cara. >> Ele teve lá. >> Você teve no B? >> Não, eu tive lá. Mas ele teve. Ele ele visitou ou não? >> Não. Você
teve no BOPE. B, >> os policiais do BOP, os 14 policiais feridos do BOPE, os dois mortos, também tem mãe >> Pois é. >> Ele poderia ter colocado um segundo mais e as mães >> dos policiais >> que morreram. Por que que ele não fez isso, cara? Eu não consigo. Aí como eu tenho boa memória, que eu falei pro Joel, Joel, eu tenho uma [ __ ] de uma memória. Eu lembro que ele foi assaltado em São Paulo em 2007. Roubaram um rolex dele, Joel. Eu não lembrava de >> roubaram rolex do do dele e
ele escreveu um artigo, acho que pra Folha de São Paulo. >> [ __ ] agora lembrei, deu maior polêmica Isso aí. >> Um artigo deles que surge mais capitães de nascimento, >> ou seja, para quem roubou o Rolex dele, tiro porrada e bomba, porque Capitão Nascimento tiro porrada e bomba, né? Não é isso? >> Mas eu acho que eles fizeram uma leitura errada, cara. >> Tem certeza? >> Eu acho que eles fizeram uma leitura errada no momento que eles pararam de Falar. >> Quem? O Luciano Hook. O Hul, uma galera que apareceu desse jeito, quem
não >> errou na errou na já, já já voltaram atrás. >> Quem não estuda segurança pública, muitas vezes tem que se posicionar com o pacote que é mandado por eles, tá ligado? Então é o meu meu influen é meu influencer político fala um barato, eu preciso replicar esse bagulho aqui. O que acontece é que os caras começaram a Replicar isso e eles perceberam que o negócio tomou outro rumo de popularidade >> e que eles não tinham ideia também, né? >> Não tinham ideia para onde iria. A hora que aconteceu, eu falei: "Puta letalidade". Foi muita
gente morta. E aí o pessoal é se posiciona, fala sobre Falei: "Calma, eu não vi nada, tá morrendo gente ainda, vamos esperar porque também tá morrendo policial". Cara, morreu muita gente nesse barato. Eh, isso não quer dizer, eu acho que a gente tem que discutir também, viu? Pimental, letalidade policial, que a letalidade policial no Brasil é gigantesca, velho. Não tem como também. >> Mas vamos começar pela Bahia, que é que mais mata no Brasil. >> Então, é o que Mas ninguém fala, mas é o que mais mata. A polícia baiana, meu irmão, a polícia baiana
matou o Adriano da Nóbrega. A polícia baiana, a polícia baiana mata para [ __ ] Matou o Próprio cara lá para você ver que eles não hesitem atirar, tá? >> Por que que o Lidberg não fala isso? Por que que Benedita da Silva não fala isso? Por que que o Alm Por que que o Alm não fala? Por que que o Por que que o o Lewandovsk não fala isso? Por que que as pessoas não falam na televisão? A polícia que mais mata no Brasil, aliás, no mundo, é a polícia do PT do Jerônimo. Por
que que ninguém fala essa [ __ ] menor? É igual o Zema não fala que aqui No Tarcísio, aqui em São Paulo PC só cresce também, mano. Durante a operação escudo no litoral aqui, a PM da Bahia matou mais do que a operação aqui. >> Mas todo o foco das emissoras de televisão do Rio de Janeiro, de São Paulo, era em cima do Tarcío, em cima do Derrit. Cara, que mentira de [ __ ] que é jornalista ou é mentiroso, Joel? Que quem são esses caras, meu irmão? Esses são jornalistas ou são mentirosos? Eles querem
esconder o que, irmão? Que que Eles querem esconder? Deixando ser mal com a imprensa. Você >> não, eu acho que a Bahia não dá audiência, [risadas] mano. >> Não dá audiência >> não, man. No meu canal dá. >> Valeu. É, >> é, eu falo bastante da Bahia. Também fal, >> inclusive policiais baianos me procuraram. >> O terceiro citado que eu tô mais Seguidor é Bahia. >> É, então não, pô, na Bahia, os baianos lá gostam muito. Só que, tipo, a gente fez um dossiê sobre Bahia um documentário lá, pô, a gente falou das 21 facções
que tem lá dentro. Bahia tem 21 facção, mano. >> Tem facção para todo mundo. É, mas metade delas são aliadas com comando vermelho, né? Para mim o buquele que vai nascer é em território baiano. >> Eu tenho certeza. Tenho certeza. >> E ali é a situação mais crítica que tem para mim é na Bahia. >> E ó, cara, eu sempre critico a Bahia, mas eu sempre deixo muito claro como a Polícia Militar da Bahia é boa e como a Polícia Civil também é boa também, viu, cara? E como o secretário lá é um cara querido
pelas polícias, sabe que é o Marcelo Vner. >> E a solução talvez que eles tenham encontrado é essa mesmo, cara, de partir para cima. Agora a imprensa brasileira a Apontar o canhão pro Cláudio Castro, pro Derrite, pro Tarcísio, esquecer a Bahia, eu acho uma covardia da [ __ ] né? Olha lá, >> mega operação no Rio Morais aponta contradições e determina envio de laudos e datos de prisões. Márcio Falcão na Flávia na >> Morais lá no no no Rio na segunda-feira. Ele teve lá eh eh cara, o o Morais, o Alexandre Moraes, eh, >> para
quem tá vendo aí, ele ele não Nasceu ministro do STF, ele foi secretário de segurança pública de São Paulo, foi promotor, >> foi diretor da FEBEN aqui também de São Paulo, né, da federação. >> Ou seja, o cara conhece muito de segurança pública. Eh, esse é um cara, você pode ter divergências com ele, políticas, pode não gostar dele, mas esse é um cara que conhece segurança pública, porque ele ele já teve sentado pilotando a estrutura de segurança Pública de São Paulo, que é a maior do Brasil, >> complexo. >> Então, esse cara, esse cara não
é que ele vai ser enganado pela polícia do Rio de Janeiro, mas ele entende que tem que ter confronto, cara. É, >> ele entende que bandido de fuzil não vai se render. Então assim, eu eu tenho eu tenho certeza que ele vai ser muito imparcial nisso aí, que ele não vai politizar isso. Eu tenho certeza que ele Vai conduzir isso aí na forma da lei. E, e eu já te falei, ô Vilela, eu tenho eu tenho e eh muito apreço pelo BOPE, pela polícia do Rio de Janeiro, on onde eu, onde eu me, me formei,
mas pode ser pode ser que no meio de 120 mortes, pode ser que tenha ocorrido uma execução. Você percebe a execução por lesões de antebraço quando o projétil bate aqui, né, >> ou aqui? >> Porque o bandido faz assim, protesta. >> Eu ouvi dizer que ele faz isso, eu não tenho certeza. Agora Joel me confirmou por obrigado por ter confirmado fi. Eu vi no tropa de elite. Não mete essa [ __ ] >> A outra questão, cara, você identifica é pela camisa do bandido também, porque quando o bandido levanta o braço, se ele toma um
tiro, o orifício da camisa é incompatível com o buraco da bala da barriga. Perfeito. Você levantou, né? >> Mas as mães dos bandidos fizeram favor Pra polícia do Rio, cortar as as cafadas, [risadas] né? Ou seja, a prova material, que seria a roupa, >> não tem mais, >> foi os corpos estavam enfilerados. Você vê claramente as mães ou então as pessoas retirando ali, talvez com a ideia de fazer uma de tirar a farda para parecer que era um >> para ter uma foto emblemática, que a foto é forte. >> É possivelmente não forte. A a
a imagem É forte. A a a pessoa mais sanguinária do mundo não tem que curtir aquela foto. Aquela foto é muito ruim isso, né? que que foi comparada com Carandiru, mas não tem nada a ver com a ideia do a ideia das dos familiares ali ou então dos traficantes. Os traficantes possuem uma equipe de operação psicológica. O traficante possui influencers na favela, eles têm uma estrutura eh de influencers e tal, eles sabem lidar com a opinião pública, eles sabem jogar opinião Pública contra a população. E esses bandidos queriam eh botar aquelas imagens ali para pr
para gerar uma realmente Mas lá no Rio, quando você foi lá e você me deu uma honra de participar lá da mesa contigo, eu recebi informações que eu não tinha, pô. Porque parece muita maldade deixar os corpos dos bandidos na mata e o BOP sair. Mas o Menezes contou para você o seguinte: o governador do estado determinou que eu descesse com os Corpos. >> É. Eu falei, governador, não dá mais, não tem como descer, porque até 10 da noite, Joel, o Bob tava tomando tiro. O Bop saiu de lá 10 da noite debaixo de tiro,
com a munição acabando, com o bandido preso, né? Imagina se cada cada quatro policiais do BOP descesse com corpo. O corpo com ele morre depois de 6 horas, ele tá com rigidez cadavérica, né? O corpo fica totalmente rígido, >> para transportar é difícil pra [ __ ] um corpo de 100 kg, >> são quatro pessoas. Então era humanamente impossível o o o o coronel Menezes determinar que o BOPE 10 da noite descesse com os corpos. Então aquelas mães dizendo: "Ó, fui eu que fui buscar o corpo do meu filho". Aquilo lamentavelmente é verdade. É mais
uma tragédia humana do Rio de Janeiro. Agora tem uma outra questão, hein? a DPF635 Que a Polícia Militar assinou lá, né, que é arguição, descumprimento preceito fundamental, né? Uhum. >> A polícia não pode transportar corpo não, tá? Ela tem que preservar o local. >> Pois é. >> Então, mano, isso é uma viagem da Eu é tipo, isso é fora da realidade. Como é que você vai enfiar um perito no alemão? >> Porque o perito tem que o perito tem que subir lá, tem que esperar, tem que enviar 40 peritos lá. Não, não, mas você Não
tem por você vai ter que dar mais, você vai ter que botar mais gente, >> mas duas pela junto daquela, mas mais mas 5000 anos. >> O cara tá indo ver o corpo, ele tem que voltar para ver o cor o resto do corpo que que tem. Mas cara, aquelas assim, o que mais me chocou não foi só os corpos ali e tal, mas aquilo ali é é o símbolo da segurança pública no Brasil, sabe? Corpo atrás de corpo, atrás de corpo. Mas as mães chorando, Cara. Pô, irmão, pô, aquilo me, aquilo me deu um
>> Agora nenhuma mãe falando que o filho era inocente, né, João? Incrível, né? Muitas das mães não falavam. >> A mãe dizia: "Meu filho é bandido, perdi meu filho, perdi meu filho pro crime", né? >> Porque muitas delas, e aí eu tive acesso a várias, tá? Conversei. >> É mesmo, cara? >> Sim. Eh, elas têm, pelo menos a impressão que eu tive com elas é que elas tentaram de tudo para resgatar, tá? Não conseguiram. E >> tu tem um correspondente no alemão, cara? Tem uma equipe tua no no >> Tem alguns correspondentes, mas a gente
não pode revelar porque >> não pode, né? >> É, são fontes, né? >> Daqui a pouco chega uma ordem judicial Aí para mim libertar, mas agora eu tenho a carteirinha de jornalista, então tá suave. >> Tu planeja ir lá, cara? >> Ah, eu não posso entrar lá. Eu fiz um dossier do dó, cara. >> Então tá bom. >> Tomar tiro dele. >> Tu ia terminar dentro do pneu, meu irmão. Ia tirar, ia só tirar teu teu teu queimadinho lá. >> Melhor não é. E o processo dos caras aí É dentro de pneu. Eu não vou.
>> Uhum. >> E também, mano, porque não me interessa para ir também. >> Tu não quer ouvir uma mãe >> um loco, não precisa, né, >> cara? Eu não sei. Eu eu consigo para mim ouvir já a distância online já é uma questão. >> Tu colocou no áudio e tu colocou no essa essa porque >> vai colocar? >> Não vou >> assim a fala. Sim, >> mas eu não vou colocar o áudio da mulher nada porque, cara, não dá para você identificar essas pessoas, sabe? É [ __ ] cara. É [ __ ] Tipo assim,
mano. Eh, e muitas delas, foi isso que eu falei, elas entendiam que o filho tava indo pro crime, que tava no crime e que morreu no crime. E elas sabiam disso daí e tentaram resgatar de todas as formas possíveis. E o que elas estavam fazendo? Ela lamentando que essas coisas aconteceram, pelo menos que eu conversei. Mas lógico que a dor delas deve ser um bagulho absurdo, porque seja o cara do crime ou não. Agora, o que me me chocou bastante assim foi um pai do de guerra, que era um moleque de 14 anos que tinha
entrado pro crime. A mãe avisou o pai, falou assim, ó, ele não tá andando com uma galera aí que não é legal. E aí o pai trouxe o o pegou ele, tirou Do crime uns dias, falou assim: "Ó, você fica aqui, o pai vai arrumar um jeito de dar um dinheiro para você, de te arrumar um tênis legal, tal, tal, tal, fica aqui." Só que o cara tinha que sair para trabalhar. Ele saía para trabalhar, os caras passava de moto, dava um fuzil na mão dele e ele começava a andar de moto e de fuzil.
Aí o pai dele falou assim, ó, eu eu dei o que eu podia para ele e ele era do crime, era conectado ao comando vermelho E morreu no meio da operação. >> Ou seja, os cara botava um fuzil na mão do moleque de manhã >> de 14 anos. >> História triste da [ __ ] viu? >> Deixava o moleque andando de moto, ele tirava umas fotos, ia pros stories. Porque muitos que a gente reconheceu ali, por exemplo, o rapaz que >> perdeu a cabeça, >> é, executaram ele lá, ele per e tiraram a cabeça, ele
era um cara que a tia Apareceu e falou que ele não tinha passagem pela polícia. E de fato não tinha, mas ele era envolvido com o crime. A gente achou o o Instagram dele porque eles publicam tudo no Instagram. Aí tava lá Iago Ravel e no Instagram tava ele com arma, com uma série de coisas usando os negócios e tal. E aí, obviamente que, né, você vincula que o cara que tá com fuzil na mão no alemão, com uma moto de R$ 50, R$ 60.000, ele é envolvido com o crime de alguma maneira. Mas que
eu falo que são as dores daquelas mulheres que são tristes de ver e lógico que aquilo comove muito, sabe? >> Eu me surpreendi numa coisa que você falou, cara, num pai tentando tirar o filho, porque, ô Vilela, quando você ia no complexo pentecário de Bangu, no dia de visita, não tinha pai na fila, meu irmão, era só mãe na fila. Então >> é, então você vê um pai e e e o livro também do do do MVB e do Celso Thaí, ele Sempre fala isso. Os caras não tinham pai, né? >> Mas é porque não
existe pai, né? Tipo assim, no Brasil é um país que não tem pai, né? Ô Pimentel, >> quem cria a mãe e o pai >> você não tem pai em lugar nenhum. Um dia traz o o Celso Taí aqui. Ô ô ô Vilela, >> eu queria muito. >> Eu queria que você trouxesse o Celso Taí e e eu queria que você trouxesse o o o Renê Silva, cara do do da voz da da das Comunidades lá do do Adeus. É do é do alemão. Conheço ele saí de Renê. >> É Renê. O Renê eu sempre
falo do Renê que eu gosto do Renê, cara. Porque porque o Renê, cara, ele vive ele vive uma situação bem difícil, >> muito conservador, dizendo que que >> ele deve receber mais pular do que eu, cara. Exatamente isso. Ele, ele foi o que colocou lá o boné do CPX na cabeça do do presidente Lula. Cara, eu conheço Ele a Eu conheço ele há 16 anos, talvez, desde que ele era bem garotinho, sabe? 15 anos. 16 anos, 15 anos que eu conheço ele. O moleque é trabalhador para [ __ ] estudioso para [ __ ] inteligente
para caramba, articulador, nunca quis saber de crime na vida dele, mas sempre se preocupou muito com a comunidade, com a juventude, né? inclusive ajudava muito a UP, chamava o PP para participar de projetos sociais e tal. Render Silva, tem foto dele? Não Tem, tem foto dele. >> E esse garoto aí, cara, ele deu uma declaração esses dias, ele ele não condena a operação policial, mas ele fala assim: "Porra, isso já aconteceu há 15 anos, essa operação já tinha acontecido há 15 anos, sabe?" Então ele, na minha opinião, é uma voz de equilíbrio, sabe? E a
gente tem que buscar voz, vozes equilibradas, assim como tu, a tua também, né? Viu, Joel? Eh, então assim, tem que buscar a gente Para para para na direita e na esquerda pessoas que estejam dispostas a a resolver essa [ __ ] de uma vez. >> Isso aí mesmo. >> É, esse garoto aí é ele é fica das galáxas, viu? >> Ele se destacou naquela invasão do aquela entrada do alemão em 2010, né? Da retomada do alemão em 2010. >> Ele era um jornalista local, cara. >> É. E sabe de uma coisa, cara? Ele falou Muito
sobre isso daí do lance de, pô, cara, em 2010 entrou aqui, o pessoal expulsaram mesmo os traficantes e tudo >> e mas o pessoal foi votando, voltando, não teve as coisas que precisava ter. Isso é uma falha muito grave, Pimentel, eu falei com um colega, seu amigo, na verdade, depois eu falo para você lá lá no fundo quem é o cara, mas é brabo do Bob, ex Bob, né? Brabo também, pá. Tá. E aí, cara, ele mandou uma mensagem para Mim porque ele tava, acho que ele tava desesperado para estar na operação, mas não é
mais do BOP. E aí, e brabo, viu? Um dos mais brabos. Ele mandou uma mensagem, falou assim: "Cara, vou te falar, eu tava em 2010 no alemão e aí aconteceu uma coisa lá que aqui não aconteceu direito, que foi o aparato do estado assustar boa parte dos caras." E aí a gente não sabe se realmente não assustou ou se mudou a concepção dos caras do que é Bater de frente, entendeu? Mudou a geração e essas coisas ou a preparação dos caras. Porque no alemão em 2010 tinha blindado tanque, um monte de coisa. O bagulho tava
gigante porque ele falou que tem um negócio na polícia que é tirar a vontade do cara do outro lado de lutar, >> reduzir o ímpeto de reação. >> Isso muito boa técnica boa. >> Eh, que é tipo e redução do ímpeto de reduzir, >> tira a vontade do cara, >> encher o cara de cagaço. É melhor fugiu a me render. >> Exatamente. E aí eu conversei com o fac que na época era faccionado, o que ele falou assim, falou: "Mano, eu achei, a gente estava lá com as armas e falava assim: "Pode vir todo mundo
que nós vai embrulhar na bala". A hora que a gente viu aqueles blindados passando por cima das coisas, como se fosse papel, a gente falou: "O quê? >> Qual o nome dele ali? Qual o nome dela? Qual o nome do teu, do teu menino aqui? Do teu Paquito? Qual o nome do Paquito? >> Homer ou Lenry? Esse é o Homer. >> Romer, me faz gentileza, bota aí viatura blindada M113. M113. Eh, fuzileiros navais ou então só 103 aí fuzileiros navais. Eu eu vou te explicar a o que você tava falando. O o ô Joel, >>
ele falou: "Pô, a letalidade foi mínima porque simplesmente os caras olharam aqui, ele falou: "Mano, não compensa". E Aí ele falou: "Mas isso não é para salvar bandido, isso é para salvar >> os policiais". Lógico, lógico, lógico, lógico. A, a essa viatura blindada que que a Marinha emprestou pro pra PM do Rio em 2010 e dessa vez não foi emprestado. >> Então, tem [risadas] >> essa viatura, ela é tão poderosa que você pode ela sair, ó, essa aí, tá vendo, ó? Essa essa é o M3. A Marinha emprestou pro pra PM naquela época umas 10
ou 12 dessa aí. Você tem uma ideia? O governador Cabral eh ligou para pro Lula. Essas viaturas estavam indo pro Espírito Santo para participar de um exercício. Elas voltaram da rodovia. Os policiais do BOP tiveram rapidamente um um briefing em duas ou três horas as viaturas estavam disponíveis pro pro BOPE. Ali em cima tem um casulo. Ali tem uma ponto 50. A ponto 50 ela ela é devastadora. A Marinha do Brasil e autorizou os policiais do BPER. Se Quiser usar a P50, pode usar desde que a viatura seja alvejada, né? Lógico que a viatura vai
ser alvejada. >> É óbvio. É. [risadas] Então assim, >> e isso passa em cima de uma recada de tudo. >> Quando o bandido viu essa [ __ ] eh, uma dessa subindo pela Joquim de Queiroz, outra pela Itaoca, uma quando o bandido viu isso, o bandido saiu correndo, meu irmão, tá louco que eu vou enfrentar Essa [ __ ] aí? Uma porrada de bandido se entregou, cara. Teve bandido, Joel, que jogou o fuzil na na frente de uma igreja evangélica. Tinha na porta de uma igreja evangélica, tinham 15 fuzis jogado no chão e os bandidos
rezando com o pastor, sabe? Então, quando a PM entrou, era só chamar o pastor. Tá aqui os bandidos. Isso é reduzir o ímpeto. Eu tenho certeza se essas viaturas tivessem lá. Eu gostaria de falar isso pro Lula pessoalmente, viu? Depois dizer o que pediu e não pediu, mas veja, o que a gente tira de lição é que a falta de cooperação, ela sempre faz a política serapenga. É. Uhum. Então você fez um negócio ter uma letalidade gigantesca, você acabou não culpano alemão. Exatamente. >> Segundo, segundo eu falei com o secretário lá, eh, as baixas seriam
bem menores se se usasse, porque você consegue chegar bem mais próximo. >> Dos dois lados, viu, Vil? >> Dos dois lados. Exatamente. >> Dois lados de bandidos de de policiais, viu? >> E aí tem essa discussão sobre GLO? Você precisa de Glio, você não precisa? Você acha que é é nesse sentido ou não tem nada a ver? >> Cara, na nessa época eu disse que não tinha GLO, mas teve GLO, sim. Mas não G teve, mas ela veio depois do emprego, >> tá? >> Primeiro empresta, depois faz a Glio, Tá? E era uma GLO de
>> uma questão formal, né? >> Ah, só para formalizar. >> Vamos acelerar logo isso aí, empresta logo isso. Mas não teve parecido a AGU e tal. E e eu conversei com o secretário Mariano Beltrame também sobre esse assunto. Eu fui num podcast com ele, ele ele pela primeira vez ele falou num podcast, ele nunca tinha falado. O Beltrame foi o secretário, bota a foto dele aí. O meu também foi secreto, foi o Foi o secretário do Rio de Janeiro que o Joel lembra >> que implementou as UPPs. Gauchão implementou as UPS e ele pegou aquele
momento, aquela janela no Rio de Janeiro de maior esperança da história, as UPPs funcionando, não tava dando problema nenhum, sabe? E ele soube a hora também de sair, porque quando você atinge, cumpre uma missão, a missão tá cumprida, eu conseguir estabilizar a cidade, eu passo o bastão >> para alguém dar continuidade, né? Quem assumiu inclusive foi o Roberto S, viu do que tá no Ceará hoje, tá em Fortaleza, né, que pegou. Esse é o Bel. Esse camarada aí foi o cara que ele conseguiu, eu eu tenho que a vitória dele foi por vários motivos, uma
delas polícia gaúcho. O cara gaúcho no Rio de Janeiro, ele não tem rabo preso com político nenhum, ele não deve favor a ninguém, ele não tem patota na Polícia Civil, na Polícia Militar, ele tá ali Para cumprir a missão dele, né? Então ele foi o cara que que eu falei isso para ele no no podcast, cara, ele é o cara que entrava no restaurante, as pessoas aplaudiam, né? Ele era a salvaça do Rio. Durante alguns anos do Rio de Janeiro. Ele foi a nossa a nossa esperança de de dias melhores. Mas daí depois você sabe
o que aconteceu, as UPs começaram a ser atacadas, o estado do Rio foi à falência, veio a Lava-Jato, os políticos foram presos, né? Tudo isso Contribuiu pro caos do Rio de Janeiro, mas na época dele a coisa a coisa funcionou >> e nós tivemos alguns alguns anos de esperança, né? >> É. Esse cara é brabo. Esse cara trabalhou com >> fez episódio dele já >> ainda não. Eu queria entrevistar ele, mas não me responde. Tráfico e tráfico de drogas internacional. Esse cara aqui, ele é o papa do negócio. >> Uhum. >> Para você ter uma
noção, quando mataram o Jorge Rafatani na fronteira, ele foi o primeiro cara da entrevista falou assim, ó, >> a gente vai ter um problema porque agora Comando Vermelho e PCC vão se expandir nacionalmente porque vão ficar com eles as rotas de tráfego, que é o que aconteceu. Eu >> eu não sabia. Eu descobri agora a carreira dele na polícia federal foi Ponta Porã, Amambá e Bela Vista, aquela região da a carreira dele foi fronteira, sabe? Foi aquela região de Mato Grosso do Sul. Então ele conhece muito dessa região, né? >> Nossa, tem tem o livro
Cocaína Rota Caipira do Alan de Souza que fala um pouco dele em alguns momentos. Ele manja muito disso aí, cara. Muito, muito, muito mesmo. E outra, né? E e é isso. Aquela política deu esperança para muita gente, cara. Sim, sim, sim. >> Pô, de verdade, Primeel, aquilo ali é que não deu continuidade mesmo. >> Também teve uma falência, o Rio passou por uma falência institucional pós Lava-Jato, que é uma coisa que eu nunca nunca tinha visto assim, sabe? Agora que tá começando a levantar, >> é uma ressaca, né, que que rolou. >> É isso aí.
Falar com ele, viu, Vilag? Falei bem de você, viu? Falei bem dele para você. Ah, é quero que ele ele ele Ele é muito importante que ele venha pro debate e ele tá >> pô entrevistar ele. >> Fala com ele. >> Vamos trazer ele. Vamos tentar trazer. >> Chama de cor. >> Vamos. Eu topo. Eu topo. >> Fazer uma campanha aí. >> Vamos dizer para ele que porrada de ligou. >> Mas tudo a gente tá falando por causa do Glió, né? Que que é a lei de de a Garantia de lei lei da ordem ordem.
>> Foi assinada uma uma garantia, mas depois que os que os blindados já estavam lá. Então o governo federal naquele momento, Sérgio Cabral, ele foi muito mais solícito, logicamente em relação da amizade do Cabral com o Lula, questões de alinhamento político e tal, proximidade com as Olimpíadas, né? Mas fato, naquele momento o governo federal ajudou muito mais o Rio de Janeiro do que do que no atual momento, né? Do que No momento de de Cláudio Castro, sabe? É, é, é minha opinião e e talvez o Joel não compartilhe, mas assim, esses blindados, na minha opinião,
seria seria um um marco assim de Ah, e o e o coronel Batista que você conheceu, >> sim. >> Que o Joel conheceu também, que fez uma matéria sobre ele, >> ó. Gosto do Batista demais também. >> O Batista, que é a inspiração do Matias, o Batista ele foi em Brasília solicitar Os blindados, viu? Ele teve em Brasília numa reunião, apresentou a necessidade dos blindados para essa operação e ganhou um não, né? Surpreendentemente o Lewandowski não sabia dessa informação, mas não sabia mesmo, né? Não, né? Né? Ele não sabia, o ministro não sabia porque ele
não, o Batista não foi no Ministério da Justiça, ele foi no Ministério da Defesa, sabe? Mas na minha opinião, de repente o Ministério da Defesa devia Consultar a justiça, né? Devia ter >> É, eu eu perguntei também em relação a usar equipamentos de de guerra, tipo Black Hawk, por que não pode usar? Tem um monte de limitação, né? >> É, o Ministério da Defesa, ele não permite, Joel, que você utilize aeronave com com armamento embarcado. Você pode usar o teu fuzil pessoal, mas você não pode instalar na aeronave uma MAG ou uma ou uma Minimi
ou uma Getlin, né? Eh, bota aí, por gentileza. >> Esse é o Batista. >> Esse é o Batista. Batista >> corel >> que que ele procura lá para colocar? >> É o É o aeronave Black Hawk com armamento de porta. Black Hawk com com armamento de porta. >> [ __ ] mas então >> ó, esse bagulho deve ser muito louco. >> Batista, tu já falou com ele pro telefone? Já já falou. Ele é gente boa Da [ __ ] Eu gosto muito dele. Eu gosto dele para caramba, velho. Inclusive, ele deu uma entrevista pra gente
uns dias atrás aí. A mesma que você deu do ônibus 174. >> É mesmo? É. Ah, [ __ ] que legal. Ele teve lá no no Danilo para falar de 174 também, né? >> É, teve. >> Aí ele foi negociador do 174. >> Ah, é. negociou. Aliás, na questão do 74, eu falei para você, ele quando tenta Tirar o revólver na mão do bandido, o bandido dá um tiro na mão dele, né? Ele ele quase conseguiu salvar. É, lá >> é essa essa é logicamente. >> Ô, mano, ô ô ô Homer, você também coloca um
pouco. >> É, você exagerou nem eu deixava comprar essa. >> Exatamente. [risadas] Isso daqui não é, isso daqui é para matar o Tem aí, tem outra com a com >> Isso é para derrubar o morro inteiro, Velho. Você coloca um menos aí. Isso, cara. Isso aí não, isso aí eu não queria que comprasse não. Você não pode usar não, cara. >> Hã? Pô, cara, mas olha só, tem eh aquelas eh aquela metralhadora que fica na porta, aquela arma a polícia não pode usar. Força aérea brasileira não permite aeronave com com equipamento de de tiro, né?
Então, então assim, isso isso é um limitador, lógico que é. Agora agora essa operação também, Cara, ela foi bem sem helicóptero, viu? >> É, >> a polícia utilizou drone. >> Exato. Né? Porque até chama menos atenção, fica fica mais e o o >> Mas a DPF tá deixando usar helicóptero, >> cara. A DPF tem limitações pro uso da aeronave, né? Sim, tem limitações. Eh, mas eh você pode usar em em situações excepcionais também. >> O Pimentel, mas aconteceu as últimas vezes que usou também deu deu problema, Não deu? Teve, >> cara, nós tivemos, é, >>
tem um piloto hoje >> tá lá em Niterói, internado, tá numa situação bem tá se recuperando, mas tá uma situação bem triste, né? herói e e também naquela operação do peixão, eu não vou diar o termo abatida, que aeronave não foi abatida, mas ela recebeu tiros e teve que aterrizar, fazer uma aterrizagem de emergência. Então imagina o o o custo humano de você Perder uma aeronave dessa com como a PM já perdeu lá na no morro dos Macacos, né? >> Ah, sim. >> Perder com cinco, quatro colegas dentro da aeronave. É uma agora essa aeronave
Black Hawk que o governador Cláudio falou que vai comprar >> essa aí. Pronto. É exatamente essa. Essa aí >> os caras não podem fazer isso. Eles ficam >> isso aí não pode. Essa essa ferramenta que esse que esse militar tá usando aí, >> a PM não tem autorização para utilizar, né? Ela, aliás, essa arma aí é uma arma que que ela vai dar mais de mais de 2000 tiros por minuto, tá? Essa arma aí, >> [ __ ] meu irmão. Mas isso aí vai morrer gente para [ __ ] inocente, mano. Bagulho isso aí. O
cara desse, o cara tem uma precisão de matar o cara mesmo. Is >> cara, isso isso é uma arma para você, Por exemplo, tem uma, tem uma força policial cercada na, na mata. É uma arma para você dar um suporte de fogo para retirar aquela força dali. A gente chama de fogo de cobertura, tá? >> Não é não é para você usar em em viela de bec de favela hipótese alguma, pelo amor de Deus. Tá, mas uma arma dessa aí é uma arma que que a PM não pode usar. Mas o Black Hawk, >> pelo
amor de Deus, hein, cara? População da favela lá. Seí o agora essa aeronave Aí, ela pode aterrizar para salvar um policial baleado, ela pode extrair um um policial baleado e aterrizar numa área de de confronto, porque tudo nela é blindado. Ela tem ela tem a base dela blindada, ela tem todos as os mecanismos dela duplicados, né? Ela tem e eh sistemas e hidráulicos duplicados e tal. Então, uma aeronave segura para você usar em confronto. O governador prometeu que ia comprar, eu não sei se ela vai chegar ou não. A promessa do governador É comprar essa
aeronave aí para dezembro. >> Outra coisa que a gente falou também no Papo Comenezes foi de ação não letal também, né? De de de uso de >> Sabia disso? >> Você soube disso? >> Não. >> Dos drones com bomba eh lacromogên não do do do polícia >> a PM. >> Eu quero fazer uma pergunta. Pode fazer Uma pergunta depois. Beleza. >> Claro. Não, mas o que que acontece? Que que o Vilela, que que o Menezes contou pra gente e eu não sabia. E a comunicação da polícia não é tão boa quanto a gente imagina. >>
Verdade. >> Ele só apaga o incêndio, sabe? A PM é tanto incêndio para pagar >> que ela não ela não monta uma história para para enfrentar a sociedade, para enfrentar a mídia, a a a fake news, né? >> Então assim, o Menezes contou para mim, pro eu fiquei surpreso porque eu vi um policial do BOP ferido utilizando uma máscara de gás. Falei: "Que [ __ ] é essa?" policial do bope ferido, ofegante, né, baleado. Aí o Menezes explicou pra gente: "Olha, utilizamos vários lançadores de gás elmogênio, que é o CS, não é gás de pimenta,
não é gás, é um gás realmente atordoante, incapacitante. E nós gaseificamos uma região inteira da mata gigantesca e os bandidos que estavam ali se renderam. Os caras não suportaram gás, o cara não suporta ficar. >> É, falou que é uma coisa insuportável. Você tem que largar fuzil, você não consegue manter posição. Uma dessas aí que eu tava em manifestações, >> mas não deve ser dessa forte. >> Não tinha feito coisa errada, não. >> Ah, tava manifestação estudante. >> Mas é o pimenta, não é o de pimenta, é o mais forte. >> Ah, deve ser muito
mais forte. >> O CS é o CS você fecha o olho, você bloqueia as tuas vees respiratórias. É, é um desespero, irmão. >> Mas depois tu me conta essa [ __ ] da manifestação. É que eu me interessou isso aí na manifestação. Já tive várias. >> Tu ia derrubar governo, o que que tu ia fazer? Tu ia fazer >> esse daí acho que foi da USP para derrubou o reitor porque eu era envolvido um monte [risadas] de manifestação por qualquer coisa. >> Aí Joel, >> quando ele contou isso para mim, pro Vilela, eu eu na
mesma hora eu falei: "Pô, Menes, de boa, >> ninguém tá sabendo disso". >> Eu começaria a minha exposição assim: "Usamos, tentamos usar armas no letais na mata para tirar os bandidos da mata". É a primeira vez na história do Bob que o Bob faz isso. >> Não. E e teve efeito. >> Teve efeito. >> Por que que ele contou para mim, pro Vilela também? Ah, não. Depois quem me contou foi o Corbage, Vilela. E ele contou que lá na Corbaj é o comandante do BOP. >> O Comando Vermelho lá na Serra da Misericórdia, ele construiu
estruturas de casa mata. Então, lá em cima tem casa Mata do comando vermelho. >> Sim. Com buracos. >> Com buraco >> onde você posiciona o fuzil >> e você não não é alvejado, né? Você tá totalmente protido. >> Ah, vilela. Vela, tá beijando. [risadas] >> Cara, eu tô é eu tô eu tô f depois depois eu vou falar da visita do BOP. Como que foi, né? Coisa assim, tipo, linha maginou mesmo, linha maginou menor e o colega falou para met para tirar os Caras dali só com gás. >> É. >> E esses caras foram presos.
[ __ ] meu, eu já começaria a minha coletiva, olha, na área de mata nós prendemos 30 bandidos usando gás, né? Só para tirar a narrativa de que na área de mata foi emboscada, foi matança, foi chacina, sabe? Para derrubar. Porque muita gente falou para mim assim: "Ah, Pimentel, o A PM só prendeu os bandidos lá da das casas. Os bandidos lá de de cima foram Todos mortos, não é verdade? Lá em cima teve bandido preso também. E segundo o próprio coronel Menezes, eles foram presos e colocados no blindado, né, para ser retirados lá, né,
né? >> Aí, qual é a missão aí? Que que ele vai mostrar aí? >> Eh, depois pega, você tinha mostrado um drone aí em relação que é esse drone, não sei se foi que eles usaram. Você não sabe qual tipo de drone foi? Eles usaram, eles usaram mais um tipo de Drone. E nós temos uma, a unidade de helicópteros da PM, o Gun. Ele possui, >> eu nem sei se foi um drone grande desse, viu? >> Essa imagem é muito louca, cara. Essa essa essa imagem é linda, cara. E e essa imagem eu tô achando
que é perto do BOP, que eu tô vendo Niterói lá do outro lado. >> É, >> você viu o visual lá, né? >> Então, você já foi no BOPE, cara. Cara, Me convida, mas não >> não vou, vamos tentar depois ir contigo lá, cara, porque a gente fez uma visita. O o o Pimentel fez essa ponte com a gente depois de todas as entrevistas. Você chega, sobe o morro, ele tá encravado no morro. Ele tem, eu acho que é um dos, falaram que é um dos melhores visuais que tem no Rio de Janeiro. Você tem
o Corcovado, >> você vê eh o Niterói, cara. >> Santos do M. >> Santos do M. É Santos do M aqui assim. >> E e do e encravado. Você tem que comunidade que é aquela que favela que era >> tá vários bastos. >> E eles falaram que é tipo é >> onde não tem homicídio a 25 anos. Agora vamos ver se ele é bom de história. Eh, você vê o aeroporto São do lado você vê a ilha de Vila Ganhon. >> Sim. >> Que que te diz isso aí? Invasão da França no Brasil. Não é
isso? França >> sabia dessa >> ficou muitos anos aqui. O viles [risadas] ficaram ali. >> Sério? >> Quando você olha lá do BOPE que você vê >> aqui tá a Santos Santos Mã onde onde tá aí? >> A escola naval na frente da da da Pega aí, pega aí. Escola naval. Tem essa essa imagem que mostra >> Escola naval Santos do M. Ali, ali é, é o visual do BOP. Ali ficou os franceses ali durante mais de uma década. >> Ah, ficaram acho que 12, 15 anos. >> Então, lá no BOP são vários andares, >>
tem a parte de treinamento, >> era para ser um hotel, aquilo foi abandonado. >> É, foi foi não foi tomado, né? Eh, a >> não, o o o a que ele me contou a história que >> a a proximidade com a favela fez com que A obra não andasse mais. >> Sim. >> Mas é teve uma época que foi invadido. Época, >> foi invadido. Essa é a Escola Naval. Esse aí é o aeroporto Santos do Mão. Exatamente. Ali a pista, o final da pista, ó. Sei, sei. Tô vendo, >> né? E aí a escola naval.
>> O BOP é mais pra frente ali. Pega a foto do BP pra gente ver, gente, por gentileza. Ah, e então o Bob tem esse Domílio aí lindo a aí na época do governador. Então, garotinho, ele mandou reformar aquilo ali >> e o BOP foi enviado para aquela para aquele prédio. >> Desde então não temos mais homicídio naquela comunidade de Tavares Bastos, né? A, o modelo da Tavares Bastos, na minha opinião, deveria ser o modelo de todas as favelas do Rio de Janeiro. A gente deveria entender como é que o BOP conseguiu fazer aquilo, como
é que o BOP Conseguiu expulsar os traficantes. >> Pô, mas é o BOP ali, cara, quem vai botar a boca de fumo. >> Pois é, mas assim, esse é o BOP, ó. A laje que você foi é essa laje aí, tá vendo, ó? >> Ah, tá, tá. >> Aquela ali é a caixa d'água do BOP. Tá vendo? Na caixa d'água do BOP tem o formato de um caveirão. Tá vendo, ó? >> É >> ali, que lindo. Tá vendo a caixa d'água? Pintaram, pintaram o caveirão na caixa d'água. >> É, a gente filmou. Quem assistiu o
episódio que foi hoje ao ar com os policiais, a gente foi naquela beirada, tinha até uns urubus lá pousado, tem bastante urubu lá. E a gente foi nessa beirada toda e filmou toda essa essa parte. Embaixo aqui tem uma quadra, né, no andar de baixo que é aberto aqui em cima. Você fica em volta dessa laje aí >> e você foi no minutos antes da missa de Sétimo dia do do éber e do e do serafim, né? Vidí, velho. É, >> é, >> desculpa, >> não, só, só para terminar essa parte de vidro, quando chegou
tava tendo, eles reuniram toda a a tropa lá e tavam lendo cartas de de moradores da favela que que elogiando ou contando vidas que salvaram por causa da ação deles e logo depois eles iam sair às 5 horas para essa missa, né, >> Vilela, que [ __ ] de falar isso, irmão. Não foi, foi moradores mandando carta pro BOP para agradecer, >> agradecer a operação a operação. >> Como é que como é que os filhos da [ __ ] da do do da zona sul do Rio de Janeiro não entendem isso mesmo? Que que tá
que desconexão é essa, Joel? >> Acho que é uma desconexão com a população. >> Mas você ia você ia perguntar o quê? Não, ia perguntar se você sabe na operação como Ó, eu sempre falo assim, eu não sou especialista em operação. Eu qualquer coisa que eu esteja dizendo aqui sobre operação vai ser chute, porque realmente não estuda o assunto. Mas como que esses policiais do BOP, por exemplo, faleceram ali dentro? Como é que foi essa ação? Você sabe disso daí? Como foi? Porque não é uma curiosidade mórbida, tá, mano? Só queria saber como que foi
essa que foram perdendo quatro Policiais do horário. Você tem >> Não, na verdade foram foram na verdade foram 12 policiais do BOP. Eh, além dos dois que morreram, foram mais 12 feridos, tá? Eh, e um policial também do canil, do batalhão de ações com cães, que normalmente só chega no na no território depois que o território tá estabilizado. Ou seja, o território foi estabilizado e depois desestabilizou de novo, né? Os bandidos estavam emboscados e começou o confronto. Inclusive, parece Que a morte de um dos colegas da Polícia Civil também foi ele subiu de uma lagem
depois que tava mais ou menos estabilizado. Foi que gerou a morte do do inspetor Marcos Vinícius. >> Mas eu perguntei exatamente isso pro pro Menezes. Por quê? Eh, o Menezes e o governador e mais o Ministério Público, o MP e mais o secretário Víor e mais o secretário Felipe Curi ficaram no centro de comando E controle. E eu perguntei pro Menezes, Menezes, você ia recebendo as informações das mortes pouco a pouco? Isso tá lá no nosso episódio, né? >> É. >> E ele colou tempo real. É, eles tinham um centro de >> em tempo real.
Em tempo real a gente recebia a informação de cada colega baleado, porque cada equipe do BOP tinha um capitão com um tenente à frente. Ele Convocou vários policiais do BOP que já estavam fora do BOP para participar da operação. Ele deu o nome lá, né, Vilela, tu cortou os nomes ou manteve os nomes na na na inedição? Ele deu o nome do Procópio, do Porto, do alvarez, né, que inclusive foi ferido. O capitão Alvarez tomou um tiro na perna. Ele falou: "Es policiais não servem mais no BOP. Nós convocamos eles que nós sabíamos que que
a gente ia precisar de vários capitães e tenentes no terreno. O médico, inclusive, ele falou que se el apareceu lá, ó, tô pronto paraa guerra, né? O o porto >> é >> o Corbage conta para mim algo que que o Menezes não sabia, que eu nunca tinha visto. Corbag disse que pela manhã ele falou pros, por volta de 3 da manhã, ele falou pros policiais: "Ó, o pau vai comer, vai ser o comando vermelho tá todo lá. É só só para só para como eu conversei com várias pessoas, >> tiveram briefing separados e e depois
teve um às 4 horas da manhã teve um brief conjunto. Então >> pessoal do choque, socorristas e várias várias tropas tiveram seus briefings. Depois reúne às 4 horas da manhã antes da operação. >> Eh, todo mundo junto lá. >> Ou seja, os caras não dormiram. >> É, >> para fazer um briefing 4 da manhã é no batalhão meia-noite para pegar Equipamento, para pegar o separar o fuzil, fazer a manutenção no fuzil. equipar, pegar o rádio, colocar bateria no rádio, colocar barra de cereal na mochila, né? Muita munição na mochila. Então, esses caras pass volta de
meia-noite eles já estavam pronto paraa missão. Aí o Corbago contou para mim, Menezes não sabia, que ele falou: "Pimetel, eu falei pros policiais, quem não quiser participar não Participa". >> É >> quem quiser, ele contou para você lá. Não >> contou contou. Quem que quem foi que contou? >> Cobagem. >> Oares contou. Não, não, não. Eu acho que foi o o Curi, não foi? É, >> não, não sei. Eu sei que eu eu fiz essa pergunta >> e fizeram essa e eh essa eh proposta, Tipo, quem não tiver eh condição sem nenhum tipo de represalha,
nenhum tipo de de punição, pode pode desistir. E ninguém desistiu, né, >> cara? O que não o que não é vergonhoso, viu? Porque às vezes o cara acorda num dia ruim, ele tem um pressentimento ruim, né? >> Não, o mesmo tá com problema de saúde também, sei lá. E e >> para comprometer, né? >> É. Aí depois ele contou pra gente também Que eu desconhecia que o 41º Batalhão e o nono batalhão e o terceiro também participaram da ação. São os batalhões convencionais, né, mas que possuem aqueles gates que são aqueles times estáticos, né? >>
Sim. >> Esses três batalhões tiveram um papel e primordial também na parte baixa eh para fazer o martelo e bigorna, né? Cara, eu eu não tinha dimensão, cara, do detalhe do planejamento, cara. Eu eu na minha Época de BOP eu nunca tinha visto nada parecido na riqueza de detalhe. Todas as perguntas que eu fiz, onde as ambulâncias estavam, porque o BOP tem, o BOP não, o Gessar possui ambulâncias blindadas hoje, né? E essas ambulâncias elas podem chegar próximo do confronto, mas elas também não passam nas barricadas, né? Então as ambulâncias estavam o mais próximo possível,
a as equipes de paramédico estavam completas, sabe? Então, eu achei Algo, eu calculo, Joel, eu vou pesquisar isso aí, viu Joel? Tu vai me ajudar. Mas eu acho que foi a maior operação policial do mundo. Eu nunca vi operação policial, repito, policial dessa envergadura. Eu já vi operações mistas, tá? Polícia e Forças Armadas, mas policial nunca vi. Conhece alguma coisa parecida assim de na tua literatura aí que você tenha visto? foi alguma coisa lá na sei lá na na Ásia e algum lugar Vietnã Lá. Não, mas eles iam usar força, eles iam usar forças militares.
>> Eles não iam usar força policial. >> Eu vou eu vou dar uma olhadinha para ver se teve alguma coisa na Colômbia ou no México. >> Mas só com polícia, irmão. >> Então aí >> porque Chiapas eles combateram com exército mexicano, né? >> É. Então é por isso que eu tô com dificuldade de encontrar. É, >> não sei. Eu vou dar uma olhada nessas duas porque eu fiquei curioso. >> Ali ele botou 41º batalhão. >> É, >> né? E incursão do do terceiro batalhão que é do me 41 de Irajar. E cara, e aí tem
uma outra questão também, você conhece Rio de Janeiro, o 41, o terceiro, o nono. Esses batalhões são batalhões de área, mas são batalhões de área de combate, sabe? Não é que nem um batalhão eh de região metropolitana, é Um batalhão que tá mais para operação do que para policiamento, sabe? Inclusive tem muitos policiais que foram do BOP que servem nesses batalhões hoje. Eh, aliás, o 41 é o batalhão que mais aprende fuzil no Brasil, tá? Todo todo o fuzil apreendido no Rio de Janeiro, 41 participa de de apreensão. Aí o batalhão de choque, o Recom,
que é uma unidade de de especial também, né? embarcada ali, a polícia civil, aquela aquela área, aquela área ali da polícia civil. Agora, olha o tamanho da Serra da Misericórdia, olha o tamanho do do região de operação. Essa região aí, somado os dois complexos, possivelmente o número que o Menezes deu pra gente é 280.000 habitantes. Mas como tá, como expandiu nos bairros, possivelmente a gente esteja falando de uma área aí de 350.000 ou mais pessoas, né? E essa parte da pedreira, que é aquele meio lá, qual é a dificuldade disso para para combate? É uma
área mais Aberta? É melhor ou é pior? Quando você vê a imagem, eu tenho, posso mandar a imagem aqui? Posso mandar? >> Essa pedreira você você sobe ela. >> Sim, sim. Tem tem uma, >> eu não sei. Esse caminho ali, esse caminho ali já tem barricada. Eu vou te mostrar as imagens aqui rapidinho. >> Eu vou, eu vou. Esse caminho já tem barricad. >> As barricadas são nas beiradas para subir o morro, né? Ah, >> é porque eles fogem por aí, né? >> É, mas que que que acontece? Tem uma área ali. >> Eles fogem,
mas eles são tem gente esperando, tem do outro lado, né? Eles não tm para onde ir. >> Ah, não. >> Eles estavam para lá da pedreira. >> É, mas no caso disso aqui, mas no dia a dia se como operação normal, eles eles fogem pela por essa serra, né? aqui. Deixa eu mostrar para você aqui a A recebi essa imagem agora e pá pum aqui. Como é que essa essa >> e depois eu queria eh ver que você fez um vídeo sobre sobre a você mapeou, né, o caminho dos fuzis lá, depois falar sobre isso.
>> Sim, sim, sim. Hum. Aqui rapidinho. Só só. >> Meu Deus do céu, cara. Lá >> é é lá em cima. É encaminhar para quem? Para Fabi. Para qu? >> Ou se quiser eu coloco aqui nessa câmera Que dá para ver nessa câmera. >> Ok. Para qu para mim essa bola. >> Pode ser para mim. Então, >> meu Deus, irmão. Que >> Vilela aqui, encaminhar. Vilela. Vilela. Hum. >> Já passo para ela. Lela. A, encaminhei. Tá. >> Tá. >> E aqui também, Vilela, aquela que é uma é uma é uma proma, mas eu acho muito
legal botar aqui. Se você puder dar uma >> Claro, claro. >> Tá. É que >> nossa, Pimentel. Que que é isso aí? É isso aí. É, você vê Vilela, o o que que eu que eu falo que é mata atlântica, mas às vezes não parece mata atlântica, às vezes parece uma região de serrado, então quase uma catinga, não tem, >> porque mata atlântica a gente imagina um negócio muito fechado, >> muito fechado. Então, eh, isso é lá em Cima. Isso é no caminho, >> seria onde? Para cima do muro do BOP. Não, isso é isso
é é o caminho paraa serra, é caminho em direção a a a brita ali, onde tira as britas. >> Mesmo lá em cima, eles conseguem fazer bloqueios. Tá vendo, ó? Vida da polícia para caramba. Olha, olha como a área de mata não é tão densa >> a ponto de de te oferecer uma proteção >> para camuflagem, né? Esse blindado do BOP é um é um blindado comprado na África do Sul. É o nosso blindado mais mais versátil, né? Mas, mas cara, é versátil, mas ele não chega aos pés do MC13 no que se refere a
proteção balística, né? Então tá lá o policial. E te mandei outro vídeo aí que é aquele vídeo que eu te falei do briefing do >> do Corbago de manhã. >> É o Corbagio fazendo o briefing de manhã. Eh, o o Joel, o o BOP nos últimos 20 anos, ele abraçou muita religião, sabe? Em função de Muitos colegas que morrem. Ó lá, >> é, tem uma igreja dentro do gope, né? >> É. que o Tu me perguntou quem é o >> Isso foi o briefing, então, né? >> É o briefing. É, >> é, a gente falou
com ele lá. >> É, é tudo bop aí. >> É tudo tudo b. Tudo b. E muitos policiais do BOP aí eh eh são policiais bem antigos. O Corbag pediu que os policiais antigos voltassem pro batalhão Para que a que a equipe não a equipe com a equipe com gás, tá vendo? A equipe de gás treinou para usar o gás no ambiente gasado, né? Então ali a assim a ele já tá falando que é a maior operação da história. Tá vendo, ó? É antes de acontecer. Tá vendo, ó? >> Eh, 11 blindados, equipamentos menos que
letais, drones, né? >> Drones. >> Aí, >> gente do céu, cara, quanta quanta Energia e dinheiro tem que ser gasto para combater >> facções, né? Aí ele contou pra gente, cara, e e eu gosto disso, Joel, porque eu eu gosto o tempo todo de dizer que não é uma tropa de assassinos, viu, cara? Eu tenho muita mágoa quando alguém fala que é uma tropa de assassinos. Eh, o Corbage é evangélico, é cristão, ele tá há semanas aumentando a quantidade de cultos no quartel, sabe? Preparar os caras pro Pior, pra dor que viria, sabe? Assim, o
Menezes fez um depoimento para pro Vilela, ele até se emociona, né? é >> que a esposa do policial que partiu abraçou o Menezes e disse: "Olha, cara, e o Menezes falou: "Desculpa não ter ofertado mais proteção pro seu marido". E ela falou: "Não, não tem que desculpar nada. Meu meu marido morreu realizando a missão que ele tava pronto, né?" Então, assim, a essa essa esse briefing para mim é bem Histórico, viu, cara? Assim, é uma é uma coisa que me emocionou. Só de ver eu me emociono, cara, assim, saber que essa eles sabiam aí que
algo muito ruim acontecer. Tá aí o o os colegas já na na área de confronto, tá vendo, ó? Na área de de de Tem tem um outro vídeo, cara, já com o colega do Bot Baleado, ó. Ah, então aqui dá para A pedreira tá aí perto. >> Tá aí, tá aí, tá aí. E ela tava em funcionamento, viu? Ela não tava Fechada, né? Ela tava funcionando, né? Ó lá. >> É aqui, ó. Esses são os bandidos entrixerados, tá, cara? Tá. E tem cenas dele jogando as bombas aí gas lacrimogênio só para você entender que aí
não são as forças do bem, são as forças do mal, tá? Que estão entrxeradas ali, né? Era isso que o Bob tava enfrentando lá em cima. >> É. E eu também >> aques caras são os bandidos. >> É. >> E eu também não sei e Pimentel, como que se faz >> para você não se perder nesse meio, porque tá todo mundo com roupa camuflada. Você tem que manter uma proximidade dos seus companheiros. Bora, o BOP tá adotando a mesma estratégia da Ucrânia e da Rússia. Como os camuflados hoje eles seguem quase mesmo mesmo mesmo padrão
de tonalidade. Antigamente você tinha camuflado digitalizado e não Digitalizado, né? >> E então hoje quase todos os camuflados estão naquela transição do do marrom pro verde musgo para pro begio, né? >> É. >> Então o comandante do BOPE determinou que todo mundo colocasse aqui uma fita. >> Ah, não tinha. A Ucrânia faz a mesma coisa com a Rússia. O Russo coloca uma fita vermelha ou azul, né? E o BOP colocou a verde. Ah, tem chance do bandido Descobrir e colocar uma verde também? Tem, mas aí você tem uma fita, >> vai ser ruim para ele
também, né? >> Não, mas aí você troca a fita também. Você tem fita de outra cor ali. Eh, eh, dizem que os bandidos entenderam qual era a senha do BOP. Eu acho pouco provável, né? Porque quando você vai na favela, você inventa uma senha e uma contrassenha para você identificar o opositor. >> Você diz para ele assim: >> "Raio, o cara fala: "Trovão, né?" Isso é desde Normandia, né? Você lembra do filme? As senhas do BOP normalmente são números por adição. Você inventa um número qualquer, oito, e o cara fala três, o cara fala cinco,
dois, o cara fala seis. Ou então você bota sete por adição, seis por adição, cinco. É pouco provável que o bandido saiba >> que número você planejou na viatura, né? Então, cada equipe também tem sua senha. Então, a possibilidade de você esbarrar Com uma força adversária na mata e não reconhecer essa força como inimigo, é, eh, pode acontecer, mas é bem difícil, tá? Então, ali a a tava ali o o braço, aquilo ali é para para você identificar a tua força, né? Eh, as forças chegaram de noite, você viu o Menezes falando, >> é >>
equipe Delta. Aí o BOP tem Alfa Bravo e Delta. E a gente mostrou também na entrevista com o secretário, eh, o pessoal sendo treinado na Ucrânia, né? Eles mandando um vídeo Sim. >> pra facção sobre o treinamento na Ucrânia. É >> verdade. >> Teve um cara que apareceu do Comando Vermelho, eu acho, que tava lá na Ucrânia, não sei se é se do TCP ou do comando vermelho. Vermelho. >> Então é isso daí a gente mostrou esse vídeo. É, >> você vê, >> cara. Que que negócio. >> Eu vou avisar essa [ __ ] ele,
meu irmão. Porque [ __ ] tá comando vermelho. >> Eu tava torcendo para agora. Pode ser que eu mude da minha opinião. Agora vou >> br de boa. Que coisa maluca o Brasil. Cara, é louco, né? >> Ô, que que é isso aí, cara? Isso é um >> é um guerrilho aqui dentro. >> É, você é maluco, cara. Você nem em lugar de guerra você vê esse tipo de coisa, cara. Que complexidade que é isso daí. >> E sobre os fuzisos, que que você levantou, então, João? >> Então, cara, é >> qual caminho? >> É
essa questão, né? >> Porque tem os frankist, tem >> isso. Veja só, a entrada do fuzil no Rio de Janeiro, ela muda tudo desde que o tava dando tiro. L >> Dá pra gente falar quando que isso começa a acontecer. 1989, o Naldo dá os primeiros tiros de fugil Na rocinha em cima de uma lagem. Vou tentar pegar esse vídeo agora aqui, tá? >> Tá, tá. >> Posso tentar aqui >> para ele, o Brasileirico que é um cara de um moleque de 14 anos e um outro comparsa, ele tá comemorando que ele ganhou o murro.
Uhum. >> Aí os caras chamou Moreira Franco com a primeira prensão de fuzil e aí começa a entrar fuzil para [ __ ] porque tá acabando a União Soviética começa a Chegar fuzil. Uhum. >> Não só fuzil soviético, né, que é a K47, >> mas os M16, os depois os AR15, R10, que são também frutos do fim da União Soviética, porque acaba a Guerra Fria e no Vietnã, em um monte de lugares que elas começam a vender as armas. Na época, como os caras tinham pistola, você vai ver em vídeos que os caras, os polícia
subi o morro até sem colete, sem [ __ ] Tinha cara que subia só com o colete aberto aqui, Igual o Rambo e dava tiro. >> Sei. >> Quando você coloca o fuzil, você cria um perímetro gigantesco entre o cara que tá subindo policial e o traficante. E aí os estoques começam a ficar mais protegidos e não dá mais pra polícia fazer tanta apreensão e subir o murro de qualquer jeito. O estado do Rio de Janeiro ele demora para se atualizar enquanto o monte de fuzil vai chegando. No caso agora do Comando Vermelho é o
seguinte. O comando vermelho, ele pegou rotas de tráfico de droga, que são as mesmas rota que traz armas e eles tm os traficantes deles. E existem duas, três formas ali. O fuzil chega inteiro direto dos Estados Unidos passando pelo Paraguai, ou são os fuzis fantasmas que a gente chama, que são fuzis que é o seguinte, você pega as principais peças do fuzil, o pimental sabe o que é, que são as peças de aço e as outras vocês montam, você monta até com e equipamentos impressos e Impressora 3D ou comprados em qualquer lugar aí, porque algumas
peças elas não são proibidas porque tem brinquedo, por exemplo. Mas agora os caras descobriram duas fábricas de armas, tanto, olha, isso é muito louco, tanto em BH, Minas Gerais, quanto em Santa Bárbara do Oeste, no interior aqui de São Paulo, >> que ele fabrica o fuzil inteiro. >> Ah, é >> inteiro. Tipo, >> ele não junta as partes, ele fica >> não, mano. Ele fabrica. Os caras tem torno, tem fresa, tem uma série de coisas e fabrica inteiro. E a fábrica tem condição de fabricar 3500 fuzis. Esse cara, >> é mensalmente >> esse cara ele
ele foi preso, >> olha só, 3500, [ __ ] >> Esse cara foi preso em Belo Horizonte Quando ele tinha montado a primeira fábrica. Daí ele foi solto. Aí ele bcutou a segunda em Santa Bárbara do Oeste. Ele escolhe locais industriais que é para conseguir matériapra e lógico se esconder ali, né? você se camufla naquela região, só que não é só o comando vermelho que comprava dele. Qualquer um. Se você chegar lá, você pode comprar o fuzil dele. O fuzil funciona da mesma forma. A única coisa, a única diferença é que ele tem que Calibrar
a mira, alguma coisa assim mais vezes e a durabilidade também é menor. Mas para você jogar na mão de um cara de 20 anos e mandar ele dar tiro na polícia, isso aí tá de bom tamanho pro car. >> Exatamente. Então assim, o Brasil produz fuzis, mano. Boa parte é daqui, >> cara. Achei, achei o vídeo aqui é de 88 quando o Bob aprendeu a o primeiro fuzil na na época não era BOP, era CIO, né? Companhe independente de operações Especiais, tá? >> E aqui, cara, tá a guarnição do BOP pegando. É porque era um
HK 556, tá? Era o fuzil, tá? Pô, esse vídeo tá lindo, irmão. Vou te mandar essa [ __ ] aqui. >> Pô, onde você arrumou isso, cara? >> Acabei de achar aqui, meu irmão. [ __ ] botei aqui. É [ __ ] Aqui, ó. >> Manda aqui para mim que eu mando para eles aí. >> Tá. Calmaí que eu vi aqui. Deixa ver. Como é que eu sou burro para [ __ ] com Negócio de >> o vídeo meu do brasileirinho. >> Ah, tá aqui, ó. Do brasileirinho, pô. Aqui às vezes a gente acha uma
porcaria aqui na na na internet. Depois gente tenta achar, não acha mais essa [ __ ] Dá um desespero da boa. Então, clica ali para compartilhar ali, ó. Quer ver? Desce aí. >> Calma aí. Faz aí para mim que eu sou sou burro. >> Para explicar meu filho para mim, [ __ ] >> Hã. Aí >> agora só manda para ele só colar lá. >> E agora? É para mandar. Como é que eu faço agora? Você vai no zap, você vai [risadas] no zap, vai no zap dele. Como é que é agora? Vai no zap
dele. >> Abre o WhatsApp. É, acha o meu e >> colar. >> Então vamos lá. Então >> ele tava conseguindo desbloquear o celular ali. >> Agora vai colar. Colar. >> Isso vai colar. Isso. Colar >> duas vezes. E aí já era. Já era. Valeu. >> Você não sabia. Tava só enganando você. >> É. [risadas] >> Essa imagem, esse vídeo aí é sensacional, cara. Não sabia que ele existia. >> Uhum. >> Aí o cara que que vídeo bacana. Mas, mas, mas eu, você vê o bandido subindo na laje, dando a rajada, né? >> Isso, ele dá
rajada. É >> aí depois, depois do nono batalhão, pegou um fuzil também, um R15, né? >> Isso. Aí a gente chamou até o Moreira Franco para dar uma olhada assustadíssimo, cara. Então, chega desse jeito, Vilela. E algumas peças vêm da Europa ou vem dos Estados Unidos via Paraguai, mas é muito é muito fuzil, tá? É muito fuzil de verdade. O professor que era do Comando Vermelho >> e o cara tem ponto 50 também lá >> já. prenderam pon 50, mas a ponto 50 e que que as pessoas eh não conseguem entender é a ponto 50
é uma arma muito pesada. O bandido quando corre da polícia ele abandona essa arma. Então armas de de uso coletivo, a ponto 50, a mag, aquelas armas muito pesadas, quando o bandido compra, ele utiliza uma, duas vezes até a polícia, a polícia do Rio de Janeiro, o BOP aprendeu uma MAG. Bota a MAG, para tu ver aí, Mag. >> Essa é o vídeo lá que ele mandou. É Isso, é o vídeo. Bota o vídeo primeiro. Bota o vídeo primeiro. Vamos fazer o react do vídeo de casa de pau que tem ainda nessa época. É isso.
É rocinha, tá? Era assim, cara. Isso não é mais assim. Agora tá. Agora tá. >> Essa é a rocinha. >> A polícia ocupou a maior fa 88, viu camarada? Aí olha >> a polícia de 38. E a arma que a polícia tá usando uma metralhadora ina. Tá vendo? Ó aquela arma velha da Segunda Guerra Mundial. Tava de tétano. >> É, exatamente. O outro policial tá usando uma arma com ferr com uma uma carabina urco que a velha para [ __ ] também. Policial civil, né? E esses bandidos já estavam com fuzil nessa época. Essa é
uma equipe da polícia civil. Olha, >> todo mundo de três oitão na mão. Olha ali, ó. >> Sem colete. >> É, sem colete nenhum. Esse tiro era bravo. Aí tem um colete, tem um polí um único policial de colete prova de bala, mas um colete também nível nível baixo de proteção. E tá aí a polícia subindo, mas daqui a pouco vai chegar quem sabe fazer aí. Legal. Vai chegar o BOP aí, viu? É, vai chegar uma equipe do BOPE daqui a pouco aí. Essa, essa é Rochinha 1988, >> onde a gente foi parar, hein, bicho.
>> É, olha aqui. >> Ah, >> a ocupação foi um sucesso. Ali o Bob saindo com bandido morto. Já tá vendo, ó. Essa é uma minha equipe, o BOP usava farda azul na época, tá vendo? Era era CIOi, né? Com companhia independente de operações especiais, né? Esse era o o dono do morro que foi. >> Inclusive, o BOP nasce, o Amér fala que o Bob nasce exatamente quando o primeiro membro do Comando Vermelho sai pra rua e troca tiro. >> Sim, sim, sim. Zé Bigod, >> Zé Bigode >> que é na que foi uma uma
>> é lá no condomínio dos bancários ele. >> Exatamente. Ali aqui. Lá o ó o o capitão Venâncio, tá vendo? Ó. Esse capitão Venanç era agora coronel Venanço Moura, tá vendo? Prendendo bandido ali na viatura ali. Quase viaturas. >> É isso aí. Na época cabia 12 pessoas, hoje em dia cabe um pouco menos, mas antigamente cabia 12 na nessa >> 12 >> cabia >> é veraneiro. >> Veraneiro >> não cabe. Cabia 12 dentro >> na na caçamba. >> Não, de mala [risadas] 12. >> Ele tá zoando. Não é possível. >> Cabia quanto se você quisesse
que come. >> A rocinha é gigantesca, né, car? >> Tem 77.000. 1 habitantes. Mas olha, a Rocinha continua sendo um local bem triste de você visitar em função que eu te falei da tuberculose, né? E também das ruas que são fundas e muito úmidas e muitas gotas são abertas. >> Cara, eu vi os vídeos de um lugar que não pega sol, lá. >> Não pega sol, não pega sol. Pega sol. É, pega sol >> de de be uma pessoa só passa. >> Você nunca foi na rocinha? Não, Vilela? >> Não, queria ir. >> É, vamos.
>> Mas você ia falar de outra coisa quando a gente começou a passar o vídeo, senhor? Lembra? >> Esqueci, pô. Esqueci. Uma foto da Mag, né? >> Eu pedi uma foto da Mag. >> Ah, é verdade, verdade. Foto da Mag. >> FN Mag. >> FN Mag. >> Pô, essa tua equipe de achar foto é muito melhor que a outra, viu, cara? Tinha um pessoal teu que não achava uma foto aí. >> Pois é, já substituímos já. É, >> então tá bom. >> Ó, você fica falando mal do cara, os cara tá no outro plantão, cara.
[risadas] >> Os caras vão revesar aqui, né? >> Para mim não tinha detonado os cara, pô. A gente faz isso quando eu quando era o pirula, a gente colocava um plantão no meio, meia-noite trocava equipe porque Ele ficava 6 horas aqui. >> Achou a mag aí? >> Achei. >> É >> essa mag que que você fala ela. >> Essa é a mag 762. Tá vendo? Essa arma é pesada pro bandido. Bandido para fugir com >> ess 50. >> Essa 762 é o mesmo calibre do fal, mas da cadência de tiro superior. >> E você coloca
um cofre metálico ali Embaixo >> e ao invés dela carregar 20 tiros igual o Ful, ela carrega 100 tiros, às vezes 200 tiros, né? E esse tipo de arma é só para apoio de fogo. >> Apoio de fogo. Mapa de apoio de fogo. Uma >> Mas ela atravessa blindado essa daí. Essa >> não, não, não, não. O blindado só que atravessa ponto 50, >> tá? >> E a ponto 50 já foi achada no Rio de Janeiro em várias ocasiões, né? Mas também a imprensa fala errado. Arma de abater helicóptero, né? Não é, ela não foi
feita para bater helicóptero, não é uma arma antiaérea, é usado eventualmente como uma arma antiaérea, né? Que ponta ponta aí. >> Mas sabe o que acontece, pimentel? Quando você fala isso, o cara tem noção da da >> Ah, pode ser, pode ser, pode ser, pode Ser. Você tem razão. Para dar uma uma dinâmica do que é, né? >> Eu tô falando porque eu falo isso. [risadas] >> Tá se tá se justificando, na verdade, né? >> É porque a arma antiaérea é uma arma feita para bater a naves. Ela então ela tem tripé e ela fica
posicionada numa numa inclinação >> numa inclinação inclinação. >> Eh, mas essa pode ser usada para bater a Nave. Fato, você pode usar. Ah, >> o cara como é então uma arma dessa na mão é muit >> É, o cara vai ter que correr com essa arma, né, cara? Assim, eh, e a gente, o uma operação do BOP no Morro Deus uma vez nós pegamos uma arma dessa e os bandidos abandonaram a arma no confronto, né? >> O que que O que que se vazou de de não sei se chegou aí a público algum tipo de
monitoramento que a gente conversou lá, Que eles estavam fazendo, né? tavam monitorando que eles falaram eu dar muito detalhe de grupo de WhatsApp, de ligações e tal. Alguma coisa veio para para público do que se descobriu de do Comando Vermelho pré pré ou pós operação? >> Vilela, o o Menezes contou algo pra gente também que que eh no detalhe da você presta atenção numa coisa, vou prestando atenção em outra, né? >> Ele contou algo pra gente. Imagina você Mobilizar 2500 policiais na madrugada de do Rio de Janeiro. >> Pelo amor de Deus. Você vai ter
que deslocar de vários batalhões 10, 15 viaturas >> que vão passar em frente a favelas do comando vermelho ou na linha amarela ou na linha vermelha. Você vai mobilizar só de blindado da Polícia Militar 11, da Polícia Civil seis, 17 blindados que vão passar numa via pressa. Essa é a ponto 50, tá vendo, ó? A ponto 50 já foi Apreendida no Rio de Janeiro em favela, tá? Mas olha, olha o tamanho da ponto 50, para você lembrar foi a arma que foi furtada no quartel do exército aqui em São Paulo, na no quartel ali de
do lado de Alfaville, um quartel do exército que tem ali, foram 11.50 furtadas ali no arsenal de guerra >> de Barueri, se eu não me engano, ali do do lado do de que de de >> de Alfavil é Baruer >> é. Então foi ali que foi furtada essa Arma. Tem um ano, você não lembra disso não? Foi um Essas armas foram furtadas, >> pô. Eu não lembro não. Primeiro um crime que é [ __ ] >> Qual exército. E então essa é a ponto 50. Mas voltando aí então o que que o Menezes disse pra
gente? Que o simples deslocamento dessas forças policiais pelas vias expressas >> já chamam uma atenção. >> Os bandidos vão olhar, [ __ ] viatura para [ __ ] >> Não, e vaza também. Isso não é, eu sei, mas você passar com com um boio de 200 viaturas uma vez pressa, isso não é para invadir o juramento, isso não é para nenhum Santa Marta, isso não é para invadir o dendê, isso não é para invadir o barbante. >> Se é amarel ou lá o alemão. >> Ou é amarelo, alemão. Pronto, peguei o rádio. Maré, atenção que
os caras estão chegando. Alemão, atenção. É exatamente isso. Ou maré ou alemão. uma Possibilidade um pouquinho razoável ser rechapadão, mas é mais longe. Então é é o o bandido possivelmente e o e o Menezes contou pro Vilela que em outras ocasiões, e eu já contei aqui pro Vilela também, nós detectamos policiais militares infiltrados informando essas operações, tá? É tudo feito para que não aconteça. O policial termina o briefing, ele não bota a mão no celular, tal. Mas já aconteceu e já aconteceu inclusive no BOP, tá, cara? Os policiais foram presos pelo próprio BOP. BOP identificou
e prendeu. Aí depois identificamos a esposa de um ex-policial alugando uma casa perto de um quartel para informar os bandidos a a saída das viaturas, né? Então, cara, é tudo é tudo realmente complexo, complicado. Aí você tem a inteligência funcionando, tem a contrainteligência funcionando, né? Tem essa questão terrível hoje que é a questão dos drones. Eh, eh, eu, eu, eu >> a hora que arrefecer a guerra da Ucrânia, >> é, imagina o que vai ter de o >> de drone sobrando. >> Ô, Vilela, eu eu te falei lá e eu tô num num num caminho
que eu tenho que consultar esse cara aqui, porque esse cara é um historiador. A primeira vez que eu vi drone usado em guerra foi Armênia em Azerbaijão, aquela guerra da Armênia com Azerbaijão. Depois eu vi. >> E que ano foi isso? Foi a Guerra da Armênia com Azerbaijão. Concluta pra gente. Gente, vamos ver. >> É drones Guerra da Armênia, Azerbaijão. Eu acho que foi 2020. >> Eh, >> ah, só em 2020. >> É, mas antes disso, antes disso, o Peixão usou drone para invadir a cidade alta em 2017. É. >> Então, se >> Mas só
para observação ou para >> observação. Ah, tá. Mas se for verdade, esse dado que eu tô te dando 2019, >> 2020 >> 2020 >> é o o peix invadia a cidade alta quando >> 2017 primeiro. >> É, então no mundo real que a gente conhece aqui, eu a não ser que algum cartel mexicano tenha usado o primeiro band primeira força a usar drone em guerra foi o o terceiro comando. E comandou vou vou pesquisar, mas eu eu Acredito que seja isso mesmo, pimentel. É. E aí e e o relato que nós temos do Peixão usando
12 drones, identificou as posições do Comando Vermelho, porque o o terceiro comando nunca tinha sobrepujado o comando vermelho com tanta facilidade. O o comando vermelho nunca tinha tomado uma porrada tão grande no terceiro comando. E o Peixão deu essa porrada em 2017, utilizando tecnologia de observação com drone. Entrou lá como se fosse E depois você viu lá o fuzileiro naval dando aula pro comando vermelho ou terceiro comando que ele deu aula para os dois. >> Comando vermelho. É, né? É. Não, foi foi preso pros dois. Foi teve teve fuzileiro do naval dando aula pros dois.
Tem uma imagem do Corolla que era um dos caras de guerra lá correndo numa numa esteira e o cara dando uma instrução para ele. Mas aquele que apareceu no Fantástico com os caras, um monte de gente ali é TCP. Mas teve um que deu aula de especificamente de drone para >> É isso aí eu não sei. >> E aí eu falei, Vilela, que uma das ajudas que o exército brasileiro poderia ofertar, o exército brasileiro tem uma companhia de guerra eletrônica em Brasília. É uma equipe do exército brasileiro hoje que é treinada para usar contramedidas eletrônicas
para derrubar drone. Sabe qual é? >> Embaralhar sinal. >> Embaralhar sinal. Tira, rouba o sinal, aterriza aquilo ali. Eu joga. que nem estão fazendo a guerra do crânio o drone com cabo, né? >> Não. E psicologicamente é o estrago, porque você vê na guerra da Ucrânia aqueles caras desesperado com o drone atrás dele, cara, sabe que vai morrer, >> o cara sabe que vai morrer, cara. Isso é um absurdo. >> É meio exterminador do futuro, né? >> É, mas é uma é uma, é o que o Joel falou aqui, é o caminho natural pros próximos
anos. Mas a tendência dos drones em guerra, e claro que isso vai vir para cá, é ter inteligência artificial local, de o drone não precisar se comunicar mais com a base e ele tem ele tem uma programação para tomar decisão no local. >> Ele decola, identifica o teu tipo físico, arma que você tá usando e vai para >> ele vai para uma missão e ele vai se Adaptar a essa missão se acontecer alguma alguma intercorrência no meio e ele vai fazer essa missão. >> Então ele vai est offline. Ele vai estar offline que é perigoso
demais. Perigoso demais. >> Trança, [ __ ] >> Perigoso demais. Imagina. Não, você acha que não vai ter uma conta inteligência também que vai reconfigurar esses drones inteligência artificial? É uma guerra que eu acho que já tá acontecendo, cara. É que os Estados Unidos ainda não tá envolvido em nenhuma dessas guerras por enquanto. Eh, >> para valer, né? >> Corpo a corpo para valer. Mas eles têm umas tecnologias de drone que o cara fica com videogame aqui nos Estados Unidos e ele consegue botar o cara no Afeganistão. Já já demonstram esse uso de força, tal.
Mais uma coisa que você falou, então um legislador criminalizar essa conduta com A pena bem elevada, meu irmão, já fica a dica aí. >> Mas que é tudo atrasado, cara. Ó, veja bem, você pega os vídeos na internet, tem o coelhão lá >> monitorando a polícia com drone. >> Os caras simplesmente sobem um drone em cada canto da favela, a polícia entra e fala: "Ó, a polícia tá aí, tal, não sei o que, não sei o quê". >> Hum. Se os dones já estão sendo usado para monitoramento, é só um, eu sei que Foi usado
para jogar bomba e tal, mas esses que que que fuzilam os outros mesmo, que mata os outros, é uma questão de tempo. Quanto [ __ ] desse aí? 500.000. >> Eles não é bem mais barato que isso, irmão. Pelo amor de Deus. Esse aqui R$ 500.000. >> Não, não, não. Bem menos. Esse não. Eu tô falando do que atira nos outros e mata os outros. >> Ah, não. Os caras adaptam, né? Não precisa ser um profisso. Pode ser um Os Caras fabricam em em garagem. Isso daí é super barato. Compra as peças separadas, não é
caro não. >> E eu eu achava que já era momento de você criminalizar essa conduta com uma pena assim de 30 anos para cima, pro cara nem pensar em fazer isso. Assim, assim, porque daí pro cara e vira impessoal o negócio, o cara pegar um drone e vai para uma delegacia ou vai para algum lugar para causar o terror com o drone. >> Ô, Vilela, eu eu eu pedi para ele ali antes da gente entrar, porque esse cara aqui virou documentarista, ele faz documentar, ele consegue produzir em 15 dias. Ele falou contar o mês de
outubro de 2002 no Rio de Janeiro. Outubro de 2002. Governo da Benedita. E eu já deixo claro aqui que eu que eu não tenho nada contra ela. Eu eu é uma governadora que não foi preso, então merece meu respeito, sabe? Mas e ela pegou uma bomba no Rio de Janeiro, uma bomba Relógica, explodiu no colo dela. Ela ela assumiu o governo em abril. Foi realmente um período de muita letalidade policial, né? Eu peguei uma matéria da Folha de São Paulo da Fábio Escócia, Fabiana Escócia, mostrando que foi o período da série histórica com a maior
letalidade, foi quando a polícia mais matou aquela série histórica, tá perfeito. Depois do governo Vitson matou mais, tá? Mas até aquele momento foi a polícia da Benedita que mais matou. E mas a Benedita pegou um momento tão ruim que o Comando Vermelho estava atacando escola municipal. Comando Vermelho atacou quatro escolas municipais, metralhou as escolas. O comando vermelho metralhou o Palácio de Guanabara. O Comando Vermelho, ele colocou uma bomba no shopping center Rio Sul. Tudo isso no intervalo de 5 dias. A bomba do shopping Rio Sul explodiu. Por Deus, não machucou ninguém. Eh, imagina você metralhar
uma escola municipal, Você metralhar o Palácio Guanabara, o palácio de governo, você colocar uma bomba no shopping center. Isso é evidente que é terrorismo, né? Naquela época o comando vermelho não tinha drone. Se o comando vermelho tivesse drone naquela época, >> meu Deus, >> irmão, ele bombardeava a pista do do do Galeão. >> É, >> a pista do Galeão, da igreja da Penha Até a pista do Galeão, com certeza é 4000 m ou 5000, né, na cabeceira da pista. Comando, por que que o Comando Vermelho não vai fazer isso? Se o cara tem ousadia de,
aliás, ele metralhou também a prefeitura do Rio de Janeiro, só para consegue esses vídeos aí, >> Comando Vermelho e eh Prefeitura do Rio Metralhada. Consegue disso? Só para você lembrar, os caras são usados demais, meu irmão, sabe? Os caras tão ele, ele [ __ ] e são os mesmos bandidos que Estão aí hoje. É o Maitor, é o Marcinho VP, não mudou ninguém. A cúpula continua sendo os chefes continuam sendo chefes, né? O que o que muda é esses bush aí. O que muda é molecada vai que alta rotatividade, morre todo mundo, né? El consegue
depois aí essa aí eu te elogiei aí, viu, cara? Não vai me decepcionar. >> Vou ver se eu acho, hein? >> [ __ ] pelo amor de Deus, [ __ ] Aí, >> se eu não me engano, foi o Gangã. Coloca aí, Gangan. Gangã eh, prefeitura Fuzilada. >> É mesmo? Foi Ganganã. É, >> é. Não sei se foi 2002 ou 2003. >> É, mas foi. É, mas teve teve e porque o ataque à prefeitura foi um outro contexto, né? da da do da governo da do Benedita. Foi talvez em outra época, mas eu só tô
mostrando o nível de ousadia deles e como eles atacavam qualquer coisa, né? Os caras são mal, meu irmão, sabe? Assim, é assim, vamos ver aqui, ó. >> 2006 eles fizeram também muita coisa. Os Caras iam eh para para presdio federal, os caras metralharam muita coisa, queimaram o ônibus com trabalhador dentro, morreu sete trabalhadores. >> Exatamente isso. >> O D, o Doca que tava tava na frente disso. O Doc e o Elias maluco mandando porque eles iam ser transferido para presidos federais. >> Morreu uma mulher dentro do ônibus, uma menina, uma jovem dentro do ônibus, >>
sete pessoas dentro do ônibus, né? >> Morreu. >> Pô, como é que as pessoas tm memória fraca de esquecer essas coisas, meu irão? Isso aí é aqui é aqui. >> Eu tenho eu tenho a impressão, ô Pimentel, que as pessoas só passaram a acompanhar isso nos últimos dois, tr anos, cara. >> Ninguém, ninguém tinha essa essa, >> é, acho que ninguém tinha essa essa noção muito, a maioria das pessoas que eu converso, Às vezes as pessoas acham que o Comando Vermelho ainda era aqueles caras que ficava lá dentro da favela, >> hum, >> vendendo só
droga, sabe? >> Ajudando as pessoas. Achou aí? Não, >> não. Mas >> ataca a prefeitura do Rio. Achou não? Acho algumas matérias. >> Outra coisa também, Pimentel, Pimentel e Joel, que >> que eu acabei eh aprendendo lá sobre a Operação >> Uhum. >> é que ela foi mais complicada porque estavam muitos líderes lá, então tem tem círculos de proteção, né, que não teriam se não tivesse esses líderes lá. Eles simplesmente abandonariam a posição. Mas como tinha esses líderes, então você tinha que atravessar uma barreira, depois tinha outra barreira até tentar chegar aos caras, o Doca
e esses caras. E por isso que eles conseguiam fugir, Né? Tem sempre a primeira barreira que é os bucha, né, que é os caras que você deu o fuzil na mão, se vira. >> Aí tem a segunda barreira que são já os soldados que dão o melhor tiro e tem a segurança pessoal dos caras que é o cara que não pode fugir de jeito nenhum, tem que morrer ali por causa da costa, é guarda costa. É o >> Mas eles informaram para vocês, o Menezes falou se o Doca realmente tava lá, se eles sabiam disso,
>> cara, não lembro. Você lembra isso? Eu acho que tava, eu não lembro, sinceramente, eu não lembro dessa informação. >> Agora que o Menezes falou pra gente também que é que que o que o alemão virou aibida do crime >> lá e a racinha >> quando ele deu os valores. Eu não sei se foi o Menezes que deu os valores ou se foi o Felipe, mas era alguma coisa de R$ 15 a R$ 40.000. >> R$ 40.000. >> Meu irmão, se o cara tem R$ 40.000 para pagar para se esconder na no alemão, ele já
podia ter saído do crime um tempão. >> Na roquinha, na rocinha é 100.000 >> mensal.000 E mesmo você tem direito a uma casa legal, um cafo >> é. E os seus seguranças ali tem direito também a ficar num prédiozinho lá, num apartamentozinho. E aí você trabalha com Home office, meu irmão. >> [ __ ] aí cara não tem aí, desculpa, não tem como ter pena de um cara desse não, meu irmão. >> Não. E a >> O cara tá pagando R$ 100.000 R000. Ô, ô, Homer. Eh, o pessoal tá perguntando para se a gente vai
ler os super chats aí. Manda algumas perguntas aí. Vamos sim, já temos algumas perguntas aqui. >> Uhum. >> Vou abrir aqui com Leandro Botelho. Ele Pergunta para o >> Joel, >> ele perguntou pro Pimentel se você gostaria eh gostaria de saber a opinião do Pimentel, se ele também é a favor de declarar as milícias como grupo terroristas. >> Lógico. Qual o nome dele? Leandro. Polícia. Olha só, meu irmão, deixa eu te falar uma coisa claramente. A há talvez há três, dois anos que eu Falo com o Joel essa [ __ ] eu não faço nenhuma
distinção de milícia com comando vermelho e terceiro comando. >> É bandido. E e aí eu tenho visto uma crítica, Joel, ultimamente. Eu duvido que a polícia faria isso com a milícia. Aí o Menezes chegou pro Vilela e falou: "Vilela, >> há 5 meses nós prendemos 14 milicianos com fuzisão". Ele que perdeu 200 milicianos na vida dele. Ele matou o eco. É. E o Alan Tonovski que que foi Antes do antes do Felipe Cur foi o delegado que mais prendeu miliciano na história do Rio de Janeiro, né? Então, >> mas esse tá preso, né? >> Tá
preso. Mas assim, ainda assim, assim, eu não me dava com com Alan não, viu? Eu já briguei com o Alan muito na minha vida, mas se alguém falar para mim que que a gestão do Alan é envolvida com milícia, pelo amor de Deus, você tá maluco. Foi foi a gestão que mais prendeu. >> Mas a milícia ela de as milícias elas diminuíram bastante depois da morte da família Braga que foi dizimada e o Zinho foi preso. Então eles diminuíram bastante. E o próprio Comando Vermelho tem tomado vários territórios da milícia, por exemplo, no Garden Azul,
Praça Seca, Covanca, aquela região toda da Praça Seca. Aí, mas aí, Leandro, então eu quero que os que o e e detalhe, ô Leandro, a ação de de terrorismo de maior amplitude na história do Rio de Janeiro, na minha opinião, foi quando o Zinho queimou 37 ônibus e deixou 1 milhão de pessoas do Faustão. >> Cada morte do Faustão. Então assim, Leandro, >> tô com essa aí. Milícia para mim é tudo terrorista, viu? >> Ó, esse é o gangã. >> Esse é o gangã. >> É >> ruim, brabo, hein? Ruim. >> Que radinho merda que
ele tá usando ali. Ruim. >> Mas tem a prefeitura atingida aí? Não, >> não, não tem não. Acho. >> Ele roubou máquina de caçanica do maninho. >> Então eles cara tem colhão, né? [risadas] >> Quem quem matou ele foi a equipe do Alan Turnovski. >> É mesmo? É. >> É. >> Pô, aí eu não lembrava disso. Tá aí, Gangan. Vamos lá. Pode mais. Tem mais alguma imagem aí? Não sou eu aqui. >> Manda aí, Romer. >> O Rodrigo Marinho, ele perguntou como replicar experiência do BOP em Tavares Bastos ao resto das favelas do Rio. Se
esse modelo deu resultado, é usar como base e multiplicar. >> Eu acho que devia ser essa. Joel, você vai lá, tu vai fazer um documentário sobre isso. Como é que o BOP conseguiu Pacificar uma comunidade em tão pouco tempo? Porque essa é realmente se eu fosse o governador do Rio de Janeiro, não quero ser, viu, irmão, pelo amor de Deus, mas seria a minha obsessão transformar o Rio de Janeiro em várias Tavares Bastos. Cara, você, infelizmente, Vilela, você não desceu, viu, cara? Se você tivesse descido ali, o portão do BOP para Tavares Bastos fica aberto.
O morador da Tavares Bastos, ele faz educação física no BOPE. As senhoras Do da Tavares Bastos, elas fazem ginástica no batalhão. É um nível de integração ali, de confiança muito legal, sabe? Então o que a gente obteve lá na Tavares Baixos em 20 anos deveria ser um modelo pro Rio de Janeiro. >> Esse nível de integração as UPPs nunca conseguiram fazer. >> Nunca conseguiam. Nunca conseguiu >> porque o objetivo era esse, né? >> Ser integrado na comunidade e tal. Mas eu acho que ninguém é louco de montar Uma biqueira ou uma boca ali dentro do
do lado do B. Complicado situação. >> Para quem não conhece Tabares Bastos, é só assistir os filmes intervenção que é todo filmado na Tabares Bastos, viu? Então, uma boa dica inclusive de filme. É meu filme, inclusive aí. Pode ver, >> manda. >> Eu vou ler duas perguntas aqui que elas são bem similares, né? A primeira do Jonas, né? Boa noite, Pimentel. Você Acha que essas exigências do Alexandre de Moraes podem inibir novas operações ingessando a atuação policial? E a próxima é do Iuri Araújo, que ele fala assim, ó: "Você acha que as novas determinações do
Alexandre de Moraes pode virar o novo inquérito do fim do mundo com a administração pública?" Eu eu eu acho que não, viu, cara. Eu eu como como eu disse aqui anteriormente, se tem um juiz naquela corte lá que conhece bem segurança pública, é ele, Tá, cara? Ali nós temos o eh ministros que nunca atuaram na segurança pública e ali o único que atuou efetivamente foi ele. Ele foi secretário de segurança pública de São Paulo, ele promotor de justiça, >> enfrentou a maior greve de polícia e polícia civil da história. >> Ex. enfrentou a maior guerra
de polícia civil na história de São Paulo. Então eu acho que esse cara tem total capacidade de ser imparcial e as informações que Nós tivemos que na visita dele à Secretaria de Segurança Pública, ele fez perguntas pertinentes, ele não tava com raiva, ele tava exercendo o papel do da transparência, cara. E eh verdadeiramente e detalhe, a ele ele foi uma uma força eh que ajudou a polícia do Rio de Janeiro na DPF635, viu? a posição dele sobre a DPF era era de que a gente não podia deixar de realizar operações em favela, não, que as
operações têm que Ser realizadas. Então, acho que ele tem um entendimento mais pró polícia do que pró pessoal, viu, cara? Na minha opinião, >> o Forever, ele mandou aqui, ó, por que o exército não acaba com essas organizações? >> Responde aí, ô. Ah, os caras que eu conversei com o exército falaram que não tem treinamento militar para fazer esse tipo de coisa, mas eles serveriam de bom apoio, né? Ah, Mas sabe o que que acontece, cara? Um monte de intervenção e não resolve também, entendeu? É o que eu falei assim, tem que fazer um trabalho
de cooperação muito forte. >> Qual o nome dele? Qual o nome dele? >> É o O Forever. >> É >> OS. >> Agora você manja muito mais esse bar. >> Ô, Vilela, você consegue fazer um e um episódio com cara online? Ele ele ele Funciona bem? Você faz intervenções online eventualmente? O o o o Joel conhece ele de nome? Eu já falei o nome dele aqui várias vezes. Ele comandou o regimento Sampaio no complexo da Penha na operação. Coronel Fernando Montenegro, né? Nome dele. >> Acha a foto dele aí. Coronel Fernando Montenegro, operação Penha. >>
Esse cara é forças especiais, comandou o batalhão por 19 meses >> e Vilela, 19 meses sem assassinato. Então, na minha opinião, esse cara é um vitorioso. Ele reduziu a zero os homicídios. Ocorre, Vilela, que ele não conseguiu a porcaria do papel do juiz lá do mandado de busca apreensão para achar as armas. Então, toda vez que ele entrava numa casa era um problemão. >> Mandado coletivo. >> É, não tinha, não tinha juiz no Rio, Joel, que tivesse coragem de expedir um mandado coletivo. Até porque, Joel, no Mundo real, se eu fosse morador do alemão e
não fosse bandido, eu ia odiar que o exército brasileiro entrasse na minha casa. >> É, é que eu ia falar, né? Não tem nada a ver com a fita. Exato, meu irmão. Então, mas mas sem o mandado de de busca prensão coletivo, nada é feito. Não tem o que ser feito. Não existe eh detetor de metais que eu posso achar o fuzil na sua casa. Eu não posso colocar o cão farejador. Então, muit das vezes o o coronel Montenegro, ele dizia para mim, Pimentel, nós percebemos um bandido entrando numa casa, a gente sabe que o
fuzil tá ali, mas ela pode, o fuzil pode estar nessa casa, nessa casa, nessa casa, nessa, nessa, naquele miolo. E o juiz não dava. dizia assim: "Eu não posso dar, tá tudo bem, o fuzil vai ficar aí, tá tudo certo." E mas assim, a problemática de uma ocupação Tipo GLO no complexo alemão, ele sabe esclarecer muito bem, viu, cara? E ele tem um livro muito bacana que ele conta a história dele no alemão. Achou a foto dele aí? É, tem uma foto dele invardado aí? Não, no alemão não tem não, né? >> Tem. É, tem
aí. Inclusive, eu usei o livro dele para fazer o vídeo que saiu no domingo, que é a história do complexo do alemão. >> Tu avisou, pagou royalty para ele. Vou avisar ele que tu usou o livro dele aí. >> Não, mas eu citei ele. >> Ele ele foi lá, ele conseguiu fazer o Bali Funk acontecer, mas hora para terminar, né? Sem cocaína, sem maconha. Ele conseguiu disciplinar o as ações do mototáxi, do motoboy e tal, uma série de ações que ele conseguiu lá. E, pô, e eu virei fã do camarada, sabe? Eu gosto do que
ele fez lá. Eh, hoje ele mora em Portugal. E e ele faz alguns comentários sobre operação na Penha. Tem uma foto dele em Busteira aí no helicóptero lá sobrevoando a a Serra da Misericórdia, né? Não sei se você vai achar aí, mas ele na minha opinião, o cara que mais sabe poderia ser um cara para ajudar hoje aí se o exército brasileiro topasse voltar nessa missão, né? Com se o presidente Lula se determinasse, né? Mas eu acho que ele não vai ter não vai ter culhão para isso não, né? É aquele achou. >> É, achei
uma aqui. >> Cadê alemão? Colocar aqui >> o pimentão. Mas aí como é que faz, pô? Os cara tira, ocupa e depois >> vamos ver se é essa aqui. >> Opa. Opa. Cara, e aí, Joel? É que eu também eu eu não sei a data exata, mas esse aí ele tá comandando o o o batalhão, tá? que tá ocupando lá o a Serra da Misericórdia lá. O batalhão Dele ocupou a Serra da Misericórdia. Obrigado aí, viu? Esse cara é brother. Vilela, tu chama ele um dia aí, viu, cara? Que ele vai te vai te esclarecer
bastante coisa aí. >> Fernando Montenegro, vamos marcar. e tá em Portugal hoje. Eh, mas é ocupa. E aí, Joel, se você ocupar e não tiver aquela rede de apoio e a primeira rede de apoio, na minha opinião, é escola integral, escola de manhã, de tarde, né? Eu eu Acho que fica de novo vai ser um evento de fracasso, né? Mas tem uma matéria, Joel, que eu que eu vou tentar resgatar para te mandar. O Mariano Beltrame falando no jornal Globo, na capa do Globo, falando: "Nós estamos sozinhos, né?" Tipo assim, a polícia veio e não
veio mais ninguém, não veio a prefeitura, não veio o governo federal, né? A polícia tá aqui sozinha, né? E aí é covardia, irmão. Aí é covardia. >> É aquela velha ideia de que segurança Pública é só gente armada e polícia, né? Exército. É. >> E não é, cara. Você tem todo um complexo que precisa aparecer para você. Ah, cara, por exemplo, da questão do BOP aí, beleza, pacificaram a comunidade e tal, mas o estado tá sempre presente ali de outras formas, mesmo dentro do BOP. >> Uhum. >> Então, se não tiver, não tem condição de
fazer. Cara, eu acho que tem esse lance do exército de várias eh intervenções, Várias ocupações, mas uma hora esses casos vão embora. Não dá para eles ficarem ali o tempo todo. >> E aí vai acontecer o quê, >> entende? E Vilela, nós tivemos um exemplo bom do exército, que é o alemão, e tivemos uma tragédia no exército que esse cara lembra que é o cimento social na providência. O exército brasileiro ocupou a providência, eh, porque ia ter uma obra do governo federal chamado cimento social. Então, a Providência é uma favela pequena e o comando vermelho
pagou uns garotos para jogar pedra na equipe do exército todo dia, sabe? Então, os militares do exército eram eram atacados por por pedras, né? E um dia um oficial do exército pegou um jovem daquele maior de idade e levou pra favela da facção rival. Lembra disso, João? Então o o oficial do exército brasileiro, um tenente tá sacaneando a gente aqui. É isso Mesmo. Botou na viatura, no no Jeip, sei lá o quê, e levou lá no complexo da Mineira, onde tinha uma favela terceiro comando. >> Putz. >> E abriu a porta da viatura e falou:
"Fica aí, >> fica". O moleque foi torturado e assassinado pelo terceiro comando, né? Isso foi um escândalo, né? Mas o que era isso? Era um tenente do exército de 20 e poucos Anos de idade que não suportava mais eh tirar serviço lá na providência e ser hostilizado pelos bandidos, né? que não tinha nenhuma ferramenta jurídica, não podia prender o cara, não podia, pegou e tomou aquela solução mais burra do mundo. Esse tenente foi expulso do exército brasileiro e foi preso, viu? Foi condenado e foi expulso. Lembra, lembra disso, J? Dessa história? >> Lembro. Essa história
deu um deu uma foi foi polêmica, foi complexa. Foi depois da operação do alemão. Foi depois da operação da alemão. E a merda é que o seguinte, cara, é tão grande isso que botou a perder toda, né, >> queimou toda a aade >> a operação e depois ficou um tempo queimado também a intervenção militar nos nas localidades. Eu lembro muito bem desse fato aí. >> Uhum. que você já já tu vai resgatar isso porque tu tá o que eu queria que tu Resgatasse aí, meu irmão, até te ajudava foi outubro de 2002 no Rio de
Janeiro, foi um mês terrível de de ataque. >> Setembro foi, né, que teve a o Bangu, ainda de Bangu, >> que o Comando Vermelho invadiu o TCP, os caras iam fazer um monte de transferência e >> cortar a cabeça dos dos adversários. >> Aconteceu exatamente por isso. Isso é um bagulho que eu lembro, sabe? aconteceu exatamente por isso, porque esses caras Do Comando Vermelho, eles iam ser transferidos para uma série para uma série de lugares, São Paulo, eh, Paraná, tinha os caras não queriam receber o Fernandinho Beiramar em lugar nenhum e aí o comando vermelho
saiu para aterrorizar. >> É, pouparam o Celsinho, né? O Celsinho foi poupado da Vila Ven e sabe para onde os bandidos foram? Bangu, Bangu ficou ficou inutilizado. >> Sim. >> Eles foram pro batalhão de choque da Polícia Militar. Ah, depois é >> eles ficaram lá no batalhão de choque mais de 60 dias presos no batalhão de choque, né? Foi a foi a solução que o governo Benedita arrumou ali naquele momento, né? Mas é isso. E Vilela, mais perguntas, dúvidas, loucuras? Vamos lá. Os nossos amigos aí do >> Tem aqui o correndo para cachorro. Ele mandou:
"Qual a opinião de vocês sobre a facilidade do ministro Flávio Dino ter Entrado no morro?" >> É do Joel. Responde isso aí. >> Não, acho que é a mesma do Cláudio Castro tem entrado também. Quando o político vai entrar lá, os caras dão permissão, desaparece e os caras entram. >> Uhum. >> Aqui muita, muito. >> Ô, Pimentel, pessoal tá pedindo você para governador. Qual é a chance de isso acontecer? Tá [risadas] para governador o governador ou secretário, né? >> Quero [ __ ] nenhuma não, cara. Eu eu quero trabalhar com o Joel fazendo documentário. Eh,
Joel vai ficar rico fazendo documentário. Eu quero estar rico com ele fazendo documentári. >> Já falei para você, nós tem que fazer essas paradas aí. Tem que fazer do BOP, a gente tem que fazer. >> Esses cara tem documentário com 2 milhões de 2 milhões de qual tem 2 milhões. >> Mas tem que ter no Ceará a do Marcola do Adriano da tem mais até 3 mil agora do doc tá chegando 2700. Agora tu faz o cálculo. Dó por minutagem que ele tem do YouTube. >> É >> se fosse isso e usar amarela. Ah, é
isso também. Não monetiza. >> Ah, é? Não monetiza não. >> É, dependendo do assunto, tá? >> Fica amarelo, cara. >> É amarela. >> Deixa eu te falar uma coisa. Nós precisa Ir no Ceará e na Bahia fazer essas paradas. >> Eu vou pro Ceará dia 11 de dezembro, cara. Eu vou vou participar de um debate lá sobre segurança pública. Aliás, todo mundo tá convidado. Eh, eu já tive lá semana passada, mês passado >> e senti um clima. Vilela, já foi no Ceará, Vilela? >> Já, já. >> Eu senti um clima que eu nunca tinha Sentido
na minha vida, cara, de das pessoas realmente apavoradas, sabe? Qual é? >> É, >> eh, todo mundo tem uma história para te contar de facção, sabe? Cara, eu fiquei muito >> conversei com gente de Calcaia é absurdo. Desesperado, velho. Calcaia, Maranguape e e e Maracaú, né? Não é isso? Maracaú, né? Ou Maracaú. Maracã >> Maracú. >> São as três cidades mais violentas do estado, né? >> E e tão entre as 10 mais violentas do Brasil. Então é é um é um eh o estado lá tá realmente numa numa dificuldade, viu, cara? Assim, tô torcendo para
que eles saiam disso aí. E a chegada do TCP agora lá, cara, eh, que tem o no de como que combate o comando vermelho, os caras tá numa, eh, Vai as forças, as forças de segurança do Ceará vão ter bastante trabalho, cara. >> Eu tô aqui, pô. Quem mandou um zap para mim igual foi o Montenegro, viu, cara? Puxa vida. É. Ai, [ __ ] Já chama ele para cá. >> Farrão da [ __ ] pelo amor de Deus. Ah, [ __ ] Aí, >> vem cá, Montenegro. Vamos falar. >> [risadas] >> Nós temos mais
uma pergunta aqui do Douglas de Marte. Ele perguntou: "Pimentel, >> já falou das modificações do Derrite enfraquecendo a PF no combate à facções criminosas? Qual a posição?" >> Pera, pera aí, como que é? Repete, por favor. >> Pimentel já falou das moglificações do derrite enfraquecendo a PF no combax as as facções criminosas. Qual a posição dele? >> Cara, eu desconheço do Derrite enfraquecer. Eu não sei do que ele tá Falando, cara. Não, essa essa parada aí é porque o Derrit falou junto com o Tarcíio que nem tudo era o PCC por causa do negócio do
metanol. >> Eu acredito que seja isso, tá? >> É, se for esse cara, pede para ele para ele >> explicar direito. >> É, não, mas assim, eh, eh, eh, deixa eu contar um lance. Existe o o o alguns secretários de segurança pública do Brasil, aliás, quase todos, que eles Se opõe a PEC, a a PEC da segurança pública. Muit muita gente inteligente que eu converso que está operando segurança pública em nível estadual acha que a PEC é injeça, sabe? Então assim, tu já ouviu também sobre isso, né, Joel? Já é é essa discussão é muito
complexa porque é um documento que precisa ser feito por todo mundo. >> Complex e e e a gente, na verdade, o governo federal, ele entra hoje com 14%, se eu não me engano, do dinheiro. O e e Os estados entram com 86. Então, e e Brasil tem 27 realidades distintas, sabe? Mas eu sei que é um debate longo. Eu eu eu quero uma Polícia Federal que integre mais os estados. E eu queria uma coisa mais forte hoje, na minha opinião, Vilela, quando você teve lá com o Menezes, o Menezes te contou para você a história
do Roberto Sá no Ceará conectar com a polícia do Rio de Janeiro para prender bandido na Rocinha. Ele te contou a história da polícia do Amapá, Conectando com BOPE para prender o imperador do terceiro comando na maré. Então virou uma realidade que governadores estaduais procurem hoje a Polícia Militar do Rio de Janeiro e a Polícia Civil para prender as lideranças das suas facções escondidas lá. E nós não temos no Brasil até o momento um órgão que integre isso. É tudo no telefone um delegado que é amigo do outro, que pede ajuda, sabe? Não tem. E
você depende de logística, equipamento, Armamento. Você depende de escuta telefônica, de viatura, de blindado, né? Então tudo acontece hoje no meio do não do improviso, mas no meio da relação informal. >> E é tudo muito burocrático também, cara. >> É, é tudo burocrático. Um delegado desses para chegar no Rio de Janeiro, ele tem que ter um local para se hospedar, ele tem que ter um local para guardar o armamento dele, para realizar um planejamento, sabe? Então ele tem que Ter muito apoio hoje da polícia do Rio de Janeiro. O a polícia do Rio de Janeiro
oferece isso, mas de novo é tudo num canal informal. Eu, se fosse o Lewandowski hoje ia criar um órgão para Vem cá, tu precisa aprender um bandido do Rio no Ceará? Deixa que eu conecto vocês. Precisa aprender um cearense no Rio, um goiano no Rio. Por quê? O o Víor Santos disse ontem que o Comando Vermelho está em 24 estados, né? 24 estados. >> 25. >> 25. Só não tá no Rio Grande do Sul e em São Paulo. >> Ou seja, não existe mais crime no Brasil que comece no estado e termine no estado. >>
É, >> todos os crimes no Brasil hoje começam num estado e terminam outro. >> Não tem divisa. Lá na Penha tinha gente De quase 10 estados, >> 10 estados diferentes. >> Então assim, se a Polícia Federal não tiver muito atento, eu contei pro pro Vilela, a prisão do imperador, que era o maior assassino do Amapá. A polícia civil do Amapá chegou no Rio de Janeiro, pediu apoio à polícia civil do Rio de Janeiro e a Polícia Civil do Rio de Janeiro tava no meio da DPF. Olha, não tem como te ajudar, estamos na DPF. O
BOP foi lá e ajudou. O cara foi preso Por causa de açaí, cara. Imagina o cara do Amapá no Rio de Janeiro, tinha que tomar açaí todo dia. Eles identificaram o cara que ia levar o açaí. Conseguiram descobrir quando o açaí onde o açaí chegava, prenderam o bandido. Cara condenado por sem homicídio. Eh, tudo aconteceu em função de uma boa vontade das polícias, né? Delegados, coronéis, capitães. Vamos lá, vamos ajudar aqui. >> É que entende por identidade que precisa Cooperar para isso. >> Exato, irmão. Exato. Exato. >> Então, isso, essa postura tem que ser feita
pelo governo federal, cara. Não tem como não ser feita dessa forma. Então, como eu disse, os caras t que dialogar, tem que cooperar. E, cara, também tem uma outra coisa que tá me irritando um pouco. As pessoas ficam falando de austeridade fiscal, uma série de coisas. Combater facção gasta dinheiro, Vai ter que usar dinheiro. Quem tem dinheiro é a federação. Tinha um monte de estado quebrado. Vai ter que distribuir dinheiro para criar um monte de setores, um monte de comunicação, um monte dessas coisas. Então, tem que abrir o bolso também. lavagem de dinheiro, perícia técnica,
não é isso? Tecnologia, não é isso? >> Importar, importar mão de obra internacional de gente que é muito mais especializada nisso, pagar software de Quebra de informação, tá ligado? Tipo, é umas são coisas que a tecnologia ajuda, equipamento antione que vai ter que comprar >> tudo, tudo tudo, cara. Distribuir isso pros estados. >> Esse esse o pessoal vai ter que sentar para conversar. Vai ter que sentar para conversar. E de novo os estados hoje contribuem com 86% e a União com 14, tá? Então a união querer abraçar tudo isso para ela e ditar as regras
não parece Muito justo, sabe? Não parece justo. Eu eu sou eu sou pela pela federação, os estados assim tomando suas decisões com mais liberdade. Eu penso assim, né? Sim, Joel. Tu como é que tu dá? >> Não, eu também penso, cara. Eu acho que poderia ter uma força federal muito bem constituída e construída numa qualidade muito grande >> e que ela pousasse em cada estado para resolver a situação em cada estado, porque cada estado também tem suas Peculiaridades. >> Cara, lá no Amazonas, por exemplo, no Pará, eu participei de um de uma de uma reportagem
feita aí em várias mãos. >> Eh, Lucas Macedo, inclusive, um abraço para você lá do Amazonas. >> Saiu no G1. >> Uhum. Cara, o comando vermelho PCC, eles estão dominando extração de madeira ilegal, pesca ilegal, eh tráfico de animais. >> Uhum. >> E e exploração de garimpo, narcogarimpo, cara. Tô em tudo, velho. Tô em tudo, tá ligado? Então, >> você vai falar que, tipo, o Rio de Janeiro tem o mesmo modelo de exploração do que o Amazonas, o pará tem. É, é outra realidade, né? A polícia do Amazonas tem que estar preocupado hoje com o
mercúrio nos rios que o PCC leva para lá. >> Tá matando índio. >> Tá matando índio, matando peixe, né? Você tem razão, é complexidade demais. Fal >> pergunta aí. >> Nós temos a última pergunta aqui que enviaram agora, que é do Juan Silva. Ele perguntou: "Seria utopia a implementação de um projeto que visasse o êxodo dos morros cariocas criar conjuntos habitacionais dignos para a população, enfim, poder abandonar a insalubridade e a violência das favelas?" >> Nome dele qual é? >> Juan Silva. >> Juan Silva vai ser o próximo documentário do meu amigo Joel. Ele vai
falar sobre o o conjunto da CDD, Cidade de Deus, CDD, Vila Vila Kennedy e também o conjunto ali do lado do Leblon que fica ali a do lado do Leblon ali que é um conjunto que tem ali. Tudo isso é da época do governador Carlos Lacerda, tá? Que o governador Carlos Lacerda ele colocou algumas favelas abaixo, tá? Mas não numa situação Muito boa pro morador, tá? que para tu tirar o morador da comunidade, tem que garantir a ele o transporte digno, tem que garantir a ele que ele não vai quebrar a sua vizinhança, né? Que
ele tem ali e a vizinhança dele a estabelecida a a há pelo menos uns uns 20 anos. Mas bota para mim a foto do Murro da Catacumba, Lagoa Rodrigo de Freitas. >> Murro da catumba, >> favela da catacumba. >> Eu morro e não ouço todo o nome de favela que existe, cara. >> Favela da catacumba. >> Pois é. >> Conhece essa história da catacumba? Não, >> não. Eu não conheço. Não conheciumba. Conhece a história da catacumba, Vilela? >> Não, >> Vilela. Próxima vez você for do Rio de Janeiro, você vai lá porque hoje é o
Parque Municipal da Catacumba. É uma área de Mata Atlântica linda. Ô Joel, Vamos fazer a próxima viagem, eu você junto lá. A gente pega uns três, quatro dias lá, se você puder, a gente fazer uma série de >> entrevistas de papos lá. >> Olha isso aí. O o aí, qual o nome do menino? Qual o nome do menino? O número. >> Juan Silva, olha isso aqui, irmão, que eu vou te mostrar. Eh, o governo Carlos Lacerda é um governo conservador muito criticado por botar favela abaixo, tá? Mas ele acabou com uma favela que ficava Na
Lagoa Rodrigo de Freitas. Essa favela aí, ó, >> essa favela era uma favela, é uma favela gigantesca no local paradisíaco do Rio de Janeiro, Lagoa, Rodrigo de Freitas. E o Lacerda colocou essa favela abaixo. Os moradores foram tiveram alguns dias para abandonar suas casas, colocaram caminão de mudança ali embaixo e dizem que foi um projeto mais para deixar o bairro mais valorizado do que pensando no pobre, tá? [risadas] >> Tá. Dizem que foi isso, >> mas esses esses moradores foram removidos eh para conjuntos habitacionais, tá? Porque não dá para tu construir um conjunto habitacional numa
encosta de Mata Atlântica dessa aí, porque vai deslizar, vai ter uma tragédia, tá? Eh, mas isso aí foi a catacumba. Agora tu bota pra gente a Vila Kennedy, por gentileza. Vila Kennedy não, coloca CDD, Cidade de Deus. CDD e APIS CDD. AIS CDD. O a cidade de Deus é uma é uma é um conjunto habitacional também da época do Lacerda. Eh, feita para abrigar moradores que eram de favela, né? Mas de novo, cara, colocaram o morador lá e não tinha nem transporte na época. Hoje em dia tem uma rede de transporte, né? Então o morador
ele ele se sentiu assim expulso da sua do seu bairro, né? Eh, se você fizer isso, Juan, com dignidade, cara, com com uma boa com uma boa com conforto, uma uma de uma forma Bonita, bem feita, né? Eu acho que vale a pena sim, cara. Agora, eh, temos no Rio de Janeiro conjuntos habitacionais e o e o Joel sabe disso, Vilela, que tem prédio, tem urbanização e tem bandido de fuzil, viu? >> Ah, é? >> Tem bandido de fuzil hoje na minha casa, minha vida em em Aí, ó. Esses são os apeis, tá vendo, ó?
Isso é da época do governo Lacerda também, tá? >> Onde fica a boca dos APS no filme. >> Exatamente. Exatamente isso. Exatamente isso. E tá aí, eh, a CDD, a CDD não tem só os APs, tá? Tem o karatê também que é para trás que é muito feio, tá cara? Então essa parte é bonita, bonita, sabe? Desculpa falar perto perto. É, desculpa, perdão, falar isso. Tu fala essa parte que é tem mais dignidade, tem lá uma parte >> que não tem menor dignidade, que é muito sujo, muito feio mesmo, sem sem saneamento. Mas mesmo nesse
local aí Você tinha bandido armado com fuzil antes da UP. Não sei se tem ainda, tá? >> Sobre a japinha do CV, ela morreu ou não morreu? Não, não. Verdade. >> Isso aí foi maor treta, mano. Porque Fonte confirmou para todo mundo, todas as emissoras, que ela tinha morrido. Aí ela apareceu viva. >> Então o fato é que no fim das contas ela tá com 400.000 seguidores no Instagram e já tá divulgando o tigrinho. >> Ah, mano. >> Ah, [risadas] ou seja, >> não só tá viva. >> Foi o maior golpe do >> Ou seja,
já pode mandar o tráfego, né? Ela fingiu que tava morta, fez todo mundo seguia para ver >> da negócio, todo mundo seguiu para ver. Ela começou a aparecer pouco em pouco e aí ela ela apareceu agora e tá gravando vídeo aí, tá divulgando aposta ilegal, essas coisas, fazendo dança de TikTok com o namorado, pá, etc. E é, >> não tem nenhum mandado contra ela, nada disso. >> Joel, se você fosse chamado para fazer propaganda de bet, que não fosse essas ilegais, tu faria? >> Cara, eu não tenho coragem de fazer. Sabe por quê? >> Faria,
Vilela, tu ou não? >> Bet de tigrinho. >> Não, legal. Bet legal de bet é legal. Aí >> se tivesse um programa de esporte só para a porta, as a aposta esportiva, Tipo jogo dos caras. Mas não é óbvio que não essas coisas, >> mas só para aqui nesse programa não. Com certeza não. >> Porque você faz? Não, pelo amor de Deus. Só quero saber. Tô um teste. Quer fazer o >> Não, não quero fazer não. Tô fazendo um teste com vocês. Quero saber de vocês. Um teste. >> Pimentel. >> É pimentel. O o para
finalizar o Doca. O Que que a gente sabe dele? Que que informações tem? >> Vamos lá. O Doca, ele é um cara que nasceu na Paraíba, cresceu lá até uma certa idade, tem seis irmãos e ele veio pro Rio de Janeiro naquelas migrações que existiam do desenvolvimento do Rio de Janeiro aqui. Aí ele vem para cá e ele vai morar no complexo da Penha mesmo. E ele era um cara trabalhador mesmo. Ele não era envolvido com crime, com nada não, viu, mano? Ele trabalhou De chapeira, de auxiliar de cozinha muitos anos. E aí, cara, chega
mais ou menos ali por 2001, 2002, o Elias Maluco vai preso, né? Quando o Marc VP, os principais chefes do comando vermelho, é preso lá em 96, 97, o Pimenté deve ter acompanhado isso lá, porque ele era policial, o Elias Maluco ficou responsável por colocar os frentes das comunidades, que seriam os caras que acabam virando Gerentes do do da favela, mas o dono da favela tá preso. E ele passava fazendo a sua supervisão se os caras estavam obedecendo e colocando em prática as ordens que saiu na prisão. Foi aí que ele recrutou o Doca pro
mundo do crime, falou: "Pô, você não tá ganhando [ __ ] nenhuma aí, vem trabalhar comigo que você tem uma característica aí de um cara que tem liderança e veio fazer o bagulho comigo." E ele colocou o cara ali de terceiro na Penha e o FB, Né? O FB traficante era o primeiro, só que caiu aquele helicóptero no morro dos macacos que os caras eh derrubaram e os caras pegaram o FB que era chefe da peha e aí o Doca sobra para ser chefe da peha. Ele vai preso, os caras para levar ele, ele trocou
11 horas de tiro com os cara. Os os caras já perceberam que ele era atividade, como eles chamam, né, de exposição. E aí os caras levam ele preso. Beleza? Ele fica alguns meses, alguns anos preso e ele sai como com Semiaberto, regime semiaberto. Então, com 11 horas de tiro com a polícia, sai regime semiaberto. >> Caramba, meu irmão, cara, que doido isso, cara. >> Aí que que acontece? É. E aí ele ele sai, tenta voltar a trabalhar como pedreiro, mas ele já tava envolvido no mundo do crime. E aí ele abraça o chefia da Penha,
entra como chefe, ele ajuda o Elias Maluco em 2006, porque o Elias Maluco vai ser transferido pro presídio Federal. Então em 2006, lá pro final do ano em dezembro, os caras começam a queimar ônibus no Rio de Janeiro, que foi nesse que morreu essas sete pessoas dentro do ônibus. E o Doca foi um dos coordenadores disso daí. Aí o Docas sobe no CV e ele começa a se destacar mesmo de verdade quando o Comando Vermelho começa a fazer uma guerra de expansão, né? A hora que o Comando Vermelho começa a ganhar algumas faltas de tráfego
de droga, >> eles começam a se expandir, aentrar nas áreas dos outros e aí o Doca é nomeado como uma espécie de chefe operacional do comando vermelho nas ruas. O louco do doca é que os caras eles venenam o Doca como se o Doca fosse Deus, cara, de verdade. Ô, eles pintam o Doca, porque o apelido doca é urso, né? Eles pintam o Doca na nos muros, fazem, falo a galera que tá no crime que é bucha, fazem pingentes com o Doca, tatuam o Doca, fazem músicas com a tropa do urso que Eles chamam. nos
stories que eles fazem, eles sempre colocam ali o emoji de um urso, essas coisas. >> E nas guerras com Peixão, ele tava de frente, cara, quando tinha as guerras tava ele de um lado e o Peixão do outro. >> Pô, tem ligação dos caras, mano. Tem ligação dos caras deles fazerem ligação pro Lacosto, ele fazendo ligação pro Peixão, os cara debatendo as ideias >> se >> tretando, brigando, essas coisas aí que Os caras debatem ali, né? Porque os caras fazem ligação pro outro, os chefes, né? Eles ficam debatendo, ficando telefone vermelho, ele se fala. >>
Enquanto os traficantes menores ficam se matando, trocando tiro, os mais chefões se ligam para conversar, velho, para tentar alguma coisa e tal. E aí, cara, tem muitas pessoas que estão aim mesmo de morrer pelo Doca, que morreria por ele de tanta veneração que tem. Ele virou um grande chefe, não conseguiram Prender ele na operação. Eu nem sei se ele tá no Rio de Janeiro agora, não sei se ele tá na rocinha, por exemplo. Tem pessoas falam que ele talvez ele esteja na rocinha, essas coisas, mas ele é um chefe extremamente poderoso e operacionalmente bastante perigoso
e letal, cara. >> Tá, >> tem muitos essa [ __ ] toda, mano. Tu achou isso tudo. >> Eu converso com policial que não sabe Essas porras, aqueles cara sabe tudo esse maluco. É muita pesquisa isso aí, hein, cara. Parabéns, hein, meu. Tem bastante pesquisa aí no vídeo que a gente fez sobre ele. A gente conseguiu muita coisa. >> Esse vídeo foi anterior a à operação, >> rapaz. Esse vídeo saiu um dia antes da >> Tu sabia da operação? >> Ah, Joel, Joel, >> Joel sabia dessa [ __ ] >> Daqui a pouco [risadas] o
C veu, cara. Os cara tudo embaixo falou: "Mano, você é louco". É igual que eu fiz da Martinha Sapatão >> que era sobrinha do Eco. >> Ela me morre três dias depois que eu faço vídeo, mano. >> Que tu lançou o vídeo um dia? opação. Tu tinha informação privilegiada, né? >> É, eu pago alguns policiais lá do negócio. >> Entendi. >> Senhores, obrigado demais pelo papo. Agora é aquele momento e de vocês divulgarem esse excelente trabalho de vocês, redes sociais e canais, >> certo? @joelpaviote@econografia. Estamos junto aqui de novo. Vocês já conhecem o trabalho. É
isso aí. >> E ano que vem estaremos três juntos aí. Esperem por nós aí. >> E um projetão, viu? É spoiler, né? Spoiler, né? Não, >> não fala mais nada. Olha só o Cornel Montenegro tá em Portugal nos vendo, acabou de falar para mim que a cimento social foi em 2008 >> e ele comandou o alemão de 2010 a 2012. Então foram dois anos então no alemão lá sem homicídio, viu? >> Vamos então fazer remoto com ele, já que ele tá em Portugal. >> Vamos fazer essa [ __ ] aí. Vamos. Fechou. >> E você,
Pimentel? >> Sou Rodrigo Andeline Pimentel e tô na Tua aba aí. Que você fizer, eu tô contigo aí porque esse projeto é bonito que eu >> que vai ser importante pro Brasil, viu, cara? >> É o assunto do ano que vem. presente aqui da ensai para vocês. Olha aqui, Joel e Pimentel. >> Lembrando que o link tá na descrição e Qcode na tela. >> Tela também agradecer, né, a G4 Educação. Então corre lá que tá acabando Os ingressos. >> Pois é. >> E também o nosso parceirão estratégia concursos de vida. >> 70% das pessoas aprovadas
estudaram com eles. Link na descrição, KCO na tela. Obrigado demais vocês que tiveram aqui com a gente. Comentão. >> Falou uma coisa que te corredo. Tu falou 86.000 vagas, né? É, >> são 85 999. Uma é do cara que tá vendo você agora. >> Boa. >> Não é isso? >> Uma menos já. >> Uma é sua que tá vendo aqui. >> Que tá vendo aí? >> Carac até no mex. >> Você vê já, já saquei aí. >> Uma é sua. >> É. E o e o pessoal que tá assistindo aí, o que que tem que
fazer agora? Se não fez até agora? Ó, >> se você não deu o seu like, você tá Moscando, então já deixa o seu like, compartilha esse vídeo também com seu amiguinho, né? >> E que que [risadas] é? Se inscreva no canal. O que que o pessoal escreve nos comentários para provar que chegou até o final desse papo maravilhoso e esclarecedor? >> Para provar que chegou até o final desse papo, supimpa, coloca aí. Pimentel bet. Piment [risadas] sacanagem. >> Essa vai fazer, eu não combinei nada com ele não, mano. [risadas] >> Piment nos comentários. O pessoal
não vai entender nada, vai ter que assistir o vídeo. Fiquem com Deus. Beijo no Covid Tiago. Que bom que vocês vieram. Fui. Valeu. >> As opiniões e declarações feitas pelos entrevistados do Inteligência Limitada são de exclusiva responsabilidade deles e não refletem necessariamente a posição do apresentador, da produção ou do Canal. O conteúdo aqui exibido tem caráter informativo e opinativo, não sendo vinculado a qualquer compromisso com a veracidade ou exatidão das falas dos participantes. Caso você se sinta ofendido ou tenha qualquer questionamento sobre as declarações feitas neste vídeo, por favor, entre em contato conosco para esclarecimentos.
Estamos abertos a avaliar e, se necessário, editar o conteúdo para garantir a precisão.