[música] [música] alegria e satisfação que cumprimentamos os nossos amigos e irmãos do portal Escola Dominical com a gloriosa paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Estamos dando início a mais uma pré-aula, esta ferramenta que o portal Escola Dominical disponibiliza no início da semana para que os irmãos possam melhor preparar a sua aula da Escola Bíblica Dominical. Leiam a revista das lições bíblicas, assistam a esta pré-aula, leiam o nosso texto de apoio publicado no site do portal escola dominical, portalebd.org.br. br. Ali os irmãos vão encontrar a sequência do nosso raciocínio, porque a nossa proposta aqui
não é repetir o texto da lição. Os irmãos já leram a revista? Os irmãos já leram o livro de apoio, já viram o vídeo do comentarista e agora nossa proposta aqui é trazer uma abordagem diferenciada a respeito do tema da lição. E isto pode causar alguma dificuldade na sequência do nosso raciocínio. Por isso, vejam o nosso texto de apoio, os slides do plano de aula, porque nós seguimos essa sequência na nossa exposição. Além do nosso texto, o portal Escola Dominical disponibiliza cinco ou seis outros textos da faixa etária dos adultos. também publica textos de apoio
e videoaulas de todas as faixas etárias do currículo da Casa Publicadora das Assembleias de Deus e de outros currículos de Escola Bíblica Dominical. Durante a semana também publicamos breves comentários em áudio da faixa dos adolescentes e da faixa dos adultos. Os irmãos terão um momento devocional e também a oportunidade de angarear mais informações a respeito da lição da Escola Bíblica. E no sábado à noite, às 19 horas, horário de Brasília, o irmão é nosso convidado à transmissão ao vivo neste canal do YouTube da do estudo preparatório dos professores e amigos da Escola Bíblica Dominical da
Igreja Evangélica Assembleia de Deus. Ministério do Belém na sede aqui em São Paulo, lá no quarto andar, no auditório Pastor José Wellington Bezerra da Costa, na rua Dr. Fon 140, no bairro do Belenzinho. A reunião é aberta a todos os que amam o estudo da palavra de Deus, sejam ou não professores de Escola Bíblica Dominical, também no chat e pessoalmente os irmãos poderão elucidar as suas últimas dúvidas da aula da Escola Bíblica Dominical. Mas isto é apenas a preparação da Escola Bíblica Dominical. Ela somente se realiza quando o povo do Senhor vai à casa do
Senhor, no dia do Senhor para estudar a palavra do Senhor. Neste primeiro trimestre de 2026, nós estamos estudando o tema A Santíssima Trindade, o Deus único revelado em três pessoas eternas. E hoje já estar a penúltima lição desse trimestre, neste quarto bloco, que estuda as relações entre as pessoas divinas. E hoje estaremos estudando a lição de número 12, o filho e o espírito. O filho e o espírito santo. Nós estudamos na lição passada as relações entre o Pai e o Espírito Santo. E hoje nós vamos ver as relações entre o Filho e o Espírito Santo.
Nós já vimos na semana passada que o pai do pai procede o espírito santo. Está lá em João, capítulo 15 versículo 26. Mas quando vier o consolador, que o que da eu da parte do Pai vos hei de enviar, aquele espírito da verdade que procede do Pai testificará de mim. Então, a relação que existe entre o Pai e o Filho, aliás, entre o Pai e o Espírito Santo, é a relação de processão ou aspiração ou expiração com S. É o Pai que manda o Espírito Santo. Para quê? Para que ele traga vida, avive, mantenha, controle.
Avaleie, cheque aquilo que foi planejado pelo pai e executado pelo filho. É isto que quer dizer a processão ou aspiração ou expiração. Há uma diferença entre a procedência do Pai para o Filho, que é chamada na Bíblia de geração, e a entre o Pai e o Espírito Santo, que é de processão ou aspiração ou expiração. Então aqui nós temos uma diferença, né? Enquanto o ato da geração implica na renúncia ao desfrute da glória por parte do filho que se humilha e se faz homem para executar a obra da salvação e depois ser exaltado para ser
o executor. Nós temos aqui o Pai em relação ao Espírito Santo. Nós temos o envio para que ele mantenha, avalie, controle, conserve, guarde aquilo que foi executado pelo filho em estrito cumprimento do planejado pelo Pai. a nossa declaração de fé já no famoso item um do capítulo 2 na página 40, tantas vezes falada nesse trimestre, nós vemos aqui o que significa a paternidade do pai. A paternidade é o papel da primeira pessoa da trindade que opera por meio do filho e do espírito santo. O pai proclamou as palavras criadoras e o filho executou-as. Aqui a
nossa declaração de fé não fala o papel do espírito, mas podemos dizer que o filho executou-as e o espírito santo as mantém. Por quê? Vamos lá para o Salmo 104, versículo 30. Envias o teu espírito e renovas e os e e como vamos ler aqui direitinho para não falar de có, né? e errado. Salmo 104 versículo 30. Envias o teu espírito e são criados e assim renovas a face da terra. Então, nós podemos ver que podíamos dizer aqui, o pai proclamou as palavras criadoras, o filho executou-as e o espírito santo as conserva e renova. E
disse Deus, haja luz e houve luz. E foi à tarde e amanhã do dia primeiro. Então esse foi à tarde e amanhã do dia primeiro. É a verificação, a avaliação, né? Aliás, vamos ler direitinho aqui. Gênesis, capítulo primeiro, versículo 3. E disse Deus: "Haja a luz e houve luz". E viu Deus que era boa luz. E fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou a luz dia e as trevas chamou noite. E foi à tarde e amanhã o dia primeiro. Quando nós temos aqui e viu Deus que era boa luz, aqui
nós estamos. Esse viu que era bom é a avaliação, a checagem, o controle é a ação do Espírito Santo. O Pai proclama, o Filho executa e o Espírito Santo avalia e mantém. e conserva. Então aqui nós temos, mas a nossa declaração de fé continua dizendo: "O pai planejou a redenção e o filho ao ser enviado ao mundo realizou-a." Aí sim a nossa declaração de fé fala a parte do Espírito Santo. Quando o filho retornou ao céu, o Espírito Santo foi enviado pelo Pai e pelo Filho para ser o consolador e o ensinador. Então, o Espírito
Santo foi enviado pelo Pai e pelo Filho para ser o consolador e o ensinador. Então, consumada a obra da redenção, Jesus sobe ao céu e aí vem o Espírito Santo para quê? Para consolar e ensinar. para ser o consolador e o ensinador. Então aqui nós vemos o papel do pai, mas aí vem a questão que a nossa lição hoje é o filho e o espírito. Filho e o espírito santo. Filho e o espírito. E aí a nossa declaração de fé diz: "E o Espírito Santo enviado pelo Pai e pelo Filho para ser o consolador e
o ensinador." E aí vem a primeira grande, o primeiro debate que nós iremos falar aqui hoje é a respeito da chamada cláusula filiquee. Que que é isso, irmão caramor? O senhor está falando grego? Não, estou falando latim. Filque quer dizer em latim e o filho e pelo filho. E essa é a grande discussão que existe entre a Igreja Romana, a Igreja Católica, Apostólica Romana, que é seguida pelas igrejas protestantes, as igrejas do ocidente e a Igreja Católica Ortodoxa grega e todas as outras igrejas ortodoxas que hoje existem, a ortodoxa Russa, ortodoxa romena, a ortodoxa eh
búlgara, ortodoxa uccraniana, enfim, as igrejas ortodoxas e as igrejas chamadas do Oriente. É uma das grandes discussões que existem entre essas duas igrejas. é a chamada cláusula filioque. Que quer dizer isso? Como nós já vimos aqui ao longo do trimestre, logo depois que o culto cristão foi permitido pelo governo do Império Romano, pelo governo romano, com interesses políticos de Constantino, Constantino viu que a igreja estava profundamente dividida com relação à divindade de Jesus, porque o presbíteruário de Alexandria começou a ensinar que Jesus não era Deus, era a criatura mais excelente de Deus, mas não era
Deus. E isso obrigou ao aver a reunião do concílio de Niceia em 325, quando então se observou que a Bíblia mostrava claramente a divindade de Jesus. Em 381 foi convocado um outro concílio em Constantinopla, que era então a capital do Império Romano, porque Constantino tinha mudado a capital de Roma para Constantinopla, como fizeram aqui no Brasil, que mudaram a capital do Rio de Janeiro para Brasília, ele mudou a capital de Roma para Constantinó. Lá em Constantinopla se reuniu um novo concílio em 381. Por quê? Porque neste concílio eh porque um bispo de Constantinopla chamado Macedônio,
estava dizendo que o Espírito Santo não era Deus, então também se convocou esse concílio para resolver este problema. E aí, neste concílio foi mudada a redação do credo. O credo é o resumo das crenças cristãs que foi publicado no final do primeiro concílio de Niceia em 325. E com relação ao Espírito Santo, que não era discussão nenhuma a respeito do Espírito Santo, então o credo Niceo só dizia o seguinte, que o credo começa assim: "Quem já foi católico conhece bem este credo, se bem que na missa católica é rezado, é declamado o credo niceno constantinopolitano,
que foi o credo que teve a sua redação mudada no primeiro concílio de Constantinopla, lá no primeiro concílio de Niceia, o credo Niceno, que está na nossa declaração de fé, no apêndice, na página 210, com relação ao Espírito Santo, só estava escrito assim: "Creio e também no Espírito Santo, porque o credo começa assim: "Creio em só Deus, pai onipotente". e dizia assim: "E também no Espírito Santo, creia no Espírito Santo, porque não tinha discussão." Mas aí veio o Macedônio negando a divindade do Espírito Santo. E aí então houve esse novo concílio e então se mudou
a redação do credo para incluir, explicar melhor a respeito do Espírito Santo. E assim ficou o credo, que aí é chamado de nisseno constantinopolitano. Porque pegar o credo do concílio de Niceia e acrescentar essa parte do Espírito Santo em Constantinopla. Creio no Espírito Santo. O Senhor é vivificador. O que procede do Pai, o que juntamente com o Pai e o Filho, é adorado e glorificado. O que falou por meio dos profetas. Então, o que foi decidido no credo nisseno constante noitano é que o Espírito Santo é Deus. Por quê? Porque ele é chamado de creio
no Espírito Santo. E aí se diz o Senhor e vivificador. Então se diz que o Espírito Santo é o Senhor porque ele é Deus. Dá a ele reconhece que ele é o Senhor. E aí ninguém está inventando coisa nenhuma. É bom que os irmãos entendam isso, porque quando a gente fala aqui de credo e tal, as pessoas dizem: "A gente tem que seguir a Bíblia". Aqui eu tenho um resumo do que a Bíblia diz. Nada mais do que isso. Eu tenho um resumo do que a Bíblia diz. Onde a Bíblia diz que o Espírito Santo
é o Senhor? A Bíblia diz que o Espírito Santo é o Senhor em segunda aos Coríntios. Segunda aos Coríntios, capítulo 3, versículo 17. E aqui eu vou ler na versão da Nova Almeida Atualizada, que também é versão oficial das Assembleias de Deus. 3:17 de segunda aos Coríntios. Ora, este Senhor é o espírito. E onde está o espírito do Senhor? Aí há liberdade. Então, o Senhor é o Espírito. Então, quando o credo no Constantinopolitano diz que o Espírito Santo é o Senhor, ele está simplesmente repetindo o que a Bíblia diz. é vivificador. Quer dizer, aquele que
dá vida, aquele que torna vida viva, isso também não é nenhuma invenção, porque a Bíblia diz que o Espírito Santo vivifica. Ele diz isso lá onde caramuru. Ele diz isso lá em segunda aos Coríntios 3:6. Segunda aos Coríntios 3 e 6, o texto diz: "O qual fez também capazes de ser ministros do Novo Testamento, não da letra, mas do espírito, porque a letra mata e o espírito vivifica". Então aqui dizer que o espírito é o vivificador é dizer o que a Bíblia está dizendo. Então acrescentaram isso, o Senhor e vivificador para que não houvesse dúvida
de que o ensino de Macedônio, de que o Espírito Santo não era Deus era falso. Nós cremos que o Espírito Santo é Deus. Então, e no Espírito Santo, Senhor e vivificador, o que procede do Pai? Então aqui colocaram o procede do Pai. Baseado em quê? Em João 15 e 26, que nós já lemos aqui. Mas eu vou repetir a parte final do versículo. Aquele espírito da verdade que procede do Pai testificará de mim. Então aqui se foi colocado que o Espírito Santo procede do Pai. O que juntamente com o Pai e o Filho é adorado
e glorificado. Olha, se ele é Deus, ele tem que ser adorado e glorificado. Por quê? Porque eu só adoro a Deus. Primeiro mandamento dito por Deus lá no Monte Sinai. Não terás outros deuses diante de mim. Também faz parte doente. Somente ao Senhor, teu Deus adorarás. Jesus disse isso para o diabo, né? Lá em Mateus capítulo 4. Mateus capítulo 4 versículo Mateus capítulo 4 versículo 10. Então disse-lhe Jesus: "Vai-te, Satanás, porque está escrito: "Ao Senhor, teu Deus adorarás e só a ele servirás". Então, quando ele diz isso, ele está mencionando Deuteronômio, capítulo 6, versículo 13.
Um dos mandamentos, um dos 613 mandamentos da lei. Deuteronômio 6:13. O Senhor, teu Deus, temerás e a ele servirás e pelo seu nome jurarás. Então, se o Espírito Santo é Deus, ele também deve ser adorado e glorificado. E aqui a gente abre um parênteses para dizer que há pessoas que dizem que não podem, não se pode glorificar ao Espírito Santo, não se pode dizer glória ao Espírito Santo. E gente do nosso meio, inclusive a arpa cristã, os irmãos sabem que a arpa cristã ela já teve três versões, né? A primeira arpa tinha 120 anos. Depois,
na década de 30, a arpa foi feita com 524 hinos. E aí na década de 80 se resolveu mexer na harpa, né? Tanto que hoje nós temos na arpa 620 600 e 636 hinos. né? 636 hinos. Quando se mudou a harpa, a primeira comissão que mudou a arpa na casa publicadora das Assembleias de Deus, se tiraram todos os hinos que glorificavam ao Espírito Santo. Por exemplo, o hino 436. 436. que diz assim: "Ao nosso criador, honra e glória tributemos, ao nosso Salvador mil louvoresemos e ao Bom Consolador, honra e louvor demos também em honra a
trindade para sempre. Amém!" E a terceira estrofe diz assim: "Crentes, cantai e entoai louvores ao divino preceptor que nos mandou Cristo já exaltado pela destra do Senhor. Hoje louvai ao Bom Consolado que nos enche de fervente amor. Glória e louvor a instruidor com ardor do canto dai ao Espírito Santo. Esse hino foi tirado da harpa porque estava glorificando o Espírito Santo. Porque não se pode glorificar ao Espírito Santo. Mas se o Espírito Santo é Deus, ele tem que ser como já se tinha decidido, tinha se concluído lá em 381, no primeiro concílio de Constantinopol. Se
o Espírito Santo é Deus, ele com o Pai e o Filho é adorado e glorificado o que falou por meio dos profetas. Então assim foi aprovado o texto do chamado credo nisseno constantinopolitano. Credo constantinopolitano. Acontece que isso foi aprovado lá no primeiro concílio de Constantinópol. acontece que por causa do arianismo que ainda continuava existindo e que negava a divindade de Jesus. Na cidade de Toledo, na cidade de Toledo, houve um concílio e neste concílio da cidade de Toledo resolveram mudar a redação do credo Niceno Constantinopolit. lá neste concílio de Toledo, terceiro concílio de Toledo, é
uma cidade espanhola. Em9, eles mudaram a redação para ficar assim: "No espírito santo o Senhor e vivificador, o que procede do Pai e do Filho. E como eles usavam o latim, filho que filho. E para sermos honestos, Agostinho, o grande teólogo da igreja, ele já tinha dito que o Espírito Santo tinha vindo tanto do Pai quanto do Filho. E a partir desse terceiro concílio de Toledo, depois isto foi repetido, começou a ser repetido na igreja ocidental até que o Papa Bento, não é o Bento 16, que morreu uns anos atrás, não é o Bento VI,
em 104 ele mudou a redação do credo para incluir, como está na nossa página 211, a nossa declaração de fé e no Espírito Santo, Senhor vivificador, o que procede do Pai e do Filho. E aí surgiu essa grande discussão que existe até hoje entre a igreja do Ocidente e a igreja do Oriente. Aí quando a Igreja ortodoxa grega separou, a igreja de Constantinola separou da igreja de Roma em 154, chamado Cisma do Oriente. Até hoje eles estão separados. E um dos motivos é esse, é a cláusula filóque. Bem que este atual papa, o Leão 14,
que parece estar mais tá parece estar a passos largos copiando o seu antecessor Francisco, para espanto de todos, ele teve uma cerimônia em setembro do ano passado, quando ele permitiu ness na Basílica de São Pedro, fora dos muros, que fosse recitado o credo sem a cláusula filoque, ele estava numa num ato ecumênico com a igreja oriental, com as igrejas do Oriente. E ele e o credo foi recitado sim assim, só procedente do pai, sem a expressão e filho, o que causou aí espanto para todos. Mas a verdade é que a igreja do ocidente admite até
por causa do ensino de Agostinho. Por e aí o a igreja do Oriente não aceitou essa modificação dizendo que isso deturpa o papel do pai, porque diz que o pai é a primeira pessoa. Então, as outras pessoas só podem vir do Pai, porque isso feriria a chamada doutrina da monarquia. Quer dizer, o único princípio das ações divinas é um só, é o Pai. Do Pai vem o Filho por geração. E do Pai vem o Espírito Santo por processão ou aspiração. Agostinho, porém, defendia que o Espírito Santo também vem do filho. Por quê? Porque o Espírito
Santo só vem por causa do Pai, a por causa do Filho, porque o papel do Espírito Santo é manter, avaliar, controlar, conservar, guardar o quê? o que foi executado pelo filho. Se o filho não executar, o espírito santo não pode conservar, manter, avaliar, controlar. O átomo primordial foi criado, as águas foram criadas, o aquilo foi criado e a terra foi tirada do meio das águas. O Espírito Santo conservava o que seria feito pelo Verbo, pelo filho. Então, o Espírito Santo é enviado pelo pai e pelo filho. Não no mesmo sentido. É do Pai que vem
o planejamento e unicamente dele. E o filho executa o que foi planejado. E o Espírito Santo mantém, avalia, controla, conserva o que foi executado segundo o planejamento do Pai. Então, o Espírito Santo ele conserva e ao conservar ele glorifica o Pai. Por quê? Porque o pai que planejou e o pai que envia o espírito para conservar o que foi executado pelo filho, conforme o plano do pai. O Espírito Santo só é enviado para conservar o que é executado pelo filho. Então, o Espírito Santo é enviado pelo Pai, mas também pelo Filho. Por quê? Porque o
filho tem que executar aquilo que é feito pelo Espírito Santo. Então, logicamente, não se esqueçam que as atividades do Pai e do Filho são e do Espírito Santo são lógicas, porque eles são coiguais, coeternos. Não é uma questão cronológica, uma questão lógica. A ação do Espírito Santo pressupõe a ação do filho. É por isso que o Espírito Santo é a terceira pessoa da trindade, porque embora enviado pelo Pai, ele é enviado pelo Pai por causa do Filho. E aí nós voltamos a João 15:26. João 15:26 diz o quê? Mas quando vier o consolador, que eu,
quem tá falando aqui é Jesus, que eu da parte do Pai vos hei de enviar. Então o filho envia o Espírito Santo da parte do pai. é o texto bíblico e nós temos que toda elucubração teológica, toda produção teológica, todo raciocínio teológico tem que partir da do texto bíblico, do texto bíblico, porque a Bíblia é a revelação, a teologia é uma sistematização do que é revelado pelas escrituras. Então, o texto bíblico diz que da parte do pai, que do pai. E aqui a expressão grega é para tu patrós. E para é uma preposição que diz
ao lado do pai. perto do Pai, na presença do Pai. É assim que o Espírito Santo é enviado pelo Jesus, por Jesus, porque Jesus disse que enviou, que eu vos hei de enviar. Eu vos hei de enviar. Então eu não posso dizer que o Espírito Santo não foi enviado pelo Pai, é pelo Filho, porque ele disse: "Eu vos hei de enviar da parte do pai". É importante. Ele não envia por iniciativa, mas pelo Pai. O pai envia o espírito por iniciativa por causa da execução do filho. E não só em João 15 e 26 nós
temos esta afirmação, mas também lá em João 14 e 26. Mas aquele consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito. Aqui o texto ele é bem claro. Quem envia o espírito ao pai em nome de Jesus. por causa de Jesus. E aí nós vamos lá em João 16:7. Todavia digo-vos a verdade que vos convém que eu vá, porque se eu não for, o consolador não virá a vós. Mas se eu for enviar, voloei aqui de novo Jesus diz
que vai enviar. Então, eu dizer que o Espírito Santo é enviado do filho não é errado. Agora, não é no mesmo sentido do envio do Pai, porque o envio do pai é pela iniciativa do pai. Ele ao planejar escolhe o filho para executar. E isso se chama geração. E escolhe o Espírito Santo para manter, conservar, guardar, renovar, avaliar, controlar. E isso é processão. Agora o o filho, ele envia o espírito, dizem os teólogos, por aspiração. Por que que ele envia o filho? É como que ele envia o espírito? Ele envia o espírito da parte do
pai, ao lado, na presença do pai, ele envia o espírito porque ele vai ao pai, não é o que tá aqui. Se eu não for, o consolador não virá a voz. Mas se eu for, enviar voloi. E mais 14 e 16. E eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro consolador para que fique convosco para sempre. Então aqui nós temos o consolador. Ele é enviado pelo Pai. Iniciativa do Pai. dentro do seu planejamento, processão, mas com a participação do filho. Porque o filho na presença do pai roga ao pai e porque ele executou a
obra é pressuposto para ação do Espírito Santo, porque o Espírito Santo só vai manter aquilo que foi executado pelo Filho. Portanto, a necessidade do filho ter executado para o espírito manter, para o espírito conservar, para o espírito guardar. Então, o filho tem que estar na presença do pai, rogando ao pai e ele envia com o pai. Mas o pai envia por iniciativa, por processão. E o filho, por ter executado e por estar na presença do pai, tendo executado, também envia o filho. Então essa expressão aqui do filho e do filho, a chamada filho queue adotada
pela igreja ocidental, foi um acréscimo feito no terceiro concílio de Toledo, baseado na luta contra o arianismo e nos estudos de Agostinho, as que tem respaldo bíblico, porque a Bíblia diz que o Jesus enviou o filho, eh, enviou o Espírito Santo. Mas nós temos que entender este envio sem quebrar a iniciativa do Pai. A iniciativa é do Pai. O Filho junto ao pai envia primeiro porque o pressuposto do envio do Pai pelo filho, do espírito santo pelo pai. O filho é pressuposto do envio do espírito santo pelo pai. Primeiro. E segundo, porque o filho roga
ao pai, envia da parte do pai. Então é um envio decorrente de uma pressuposição lógica e de um rogar do filho ao pai. Nós aí no nosso esboço colocamos um comentário do Dr. Roberto dos Santos, pastor Roberto dos Santos, um dos grandes teólogos das Assembleias de Deus, que é contrário à adoção da cláusula filóoc e dá as suas razões e um estudo muito profundo que nós aí ele escreveu um artigo fazendo algumas considerações sobre a segunda edição da nossa declaração de fé e esta é uma das considerações e eu coloquei na íntegra ali as considerações
para que os irmãos possam melhor estudar. Segundo ele, para que não haja confusão, era melhor tirar a expressão e do filho. Bom, vista esta discussão se o Espírito Santo foi ou não também enviado pelo filho, vamos ver então a ação do Espírito Santo em relação ao filho. Nós já vimos que o Espírito Santo, ao conservar a obra da criação, renovando a face da terra, como diz o Salmo 104, versículo 30, ele está glorificando o filho, que foi o executor da obra. A sustentação da criação é feita numa ação conjunta do filho e do espírito santo.
E aqui também nos ajuda a entender o filho, né? Porque a ação do envio é conjunta do Pai e do Filho, ainda que o Filho como pressuposto e o filho como que rogando ao pai, não tirando a monarquia, não tirando a iniciativa, não tirando a a paternidade, que como diz a nossa declaração de pé de fé na página 40, famosa página 40, diz que a paternidade é o papel da primeira pessoa da trindade que opera por meio do filho e do espírito santo. Então, embora filho e espírito santo sejam meios e o pai nunca seja
um meio, nós temos uma atuação conjunta em que o filho como meio pelo rogar, pelo rogo, pela execução, ele atua no envio. Agora, há uma sustentação conjunta. Por quê? Porque o texto bíblico, lá no Salmo 104, versículo 30, diz que o Espírito Santo renova a face da terra. Envas o Espírito e são criados e renovas a face da terra. Então o Espírito Santo renova, ele faz uma sustentação dinâmica. Ele mantém a movimentação da natureza, porque a a natureza ela não é parada, ela é dinâmica, ela está em constante mudança, em constante modificação. Como dizia o
filósofo grego Heráclito, o mundo muda e a mudança que permanece. Ecclesiastes 1 e quatro. Uma geração vai e outra geração vem, mas a terra para sempre permanece. E nasce o sol e põe-se o sol e volta ao seu lugar de onde nasceu. O vento vai para o sul e faz o seu jo para o norte. Continuamente vai girando o vento e volta fazendo os seus circuitos. Todos os ribeiros vão para um ar e contudo o mar não se enche. Para um lugar para onde os ribeiros vão, para aí tornam eles a ir. Todas essas coisas
se cansam tanto que ninguém o pode declarar. Os olhos não se fartam de ver, nem os ouvidos de ouvir. O que foi e se é o que há de ser, e o que se fez se tornará a fazer. De modo que nada há novo debaixo do sol. alguma coisa de que se possa dizer, vê, isto é novo já foi nos séculos passados que foram antes de nós. Então essa aqui é o ciclo da natureza, aquilo que o químico francês Lavoier dizia: "No mundo nada se cria, nada se perde, tudo se transforma. Essa transformação, essa mudança,
esse ciclo, é isso que é mantido pelo espírito. O espírito continua se movendo, não mais sobre a face das águas, mas sobre a face das coisas criadas no céu e na terra. O Espírito Santo continua mantendo. Ele faz a sustentação dinâmica e o filho faz a sustentação estática. É o que vemos lá em Hebreus, capítulo primeiro, versículo 3. O qual sendo o resplendor da sua glória e a expressa imagem da sua pessoa e sustentando todas as coisas pela palavra do seu poder, havendo feito por si mesmo a purificação dos nossos pecados, assentou-se à destra da
majestade nas alturas. Então Jesus, o filho, ele fez todas as coisas. João capítulo 1, versículo 3. Todas as coisas foram feitas por ele e sem ele nada do que foi feito se fez. Jesus fez os céus e a terra e aquilo foi mantido. Não é algo parado, é algo que está sempre em mudança. Essa mudança, esse movimento é mantido pelo Espírito Santo. E o que foi criado não se desfaz, porque é sustentado pela palavra. do poder do verbo, do filho. O filho fez e mantém a estrutura. Esta estrutura é dinâmica. Este dinamismo, este movimento, este
ciclo da natureza que Newton descobriu na lei da gravitação, a movimentação dos astros, toda esta ordem, este cosmos. Seus, sua movimentação, sua dinâmica é mantida pelo Espírito Santo e a estrutura é mantida pelo filho. Aqui é uma atuação conjunta, a sustentação estática pelo filho, a sustentação dinâmica pelo Espírito Santo. Então, Espírito Santo e Filho sustentam o que foi criado. O filho executou a obra planejada pelo pai e esta estrutura é por ele sustentada. E o dinamismo é sustentado pelo Espírito Santo. Ele renova a face da terra. É o vento, é o hálito que vai renovando
a face da Terra, o universo, até o dia em que houver o big crunch, que é tudo se desfazer, os elementos se desfazerem e aí terminará estes céus e terra. Então aqui nós temos atuação conjunta do Filho e do Espírito Santo na manutenção e sustentação da criação. Nossa declaração de fé diz: "O Pai proclamou as palavras criadoras, o Filho executou-as e o filho e o espírito santo a sustenta. a estrutura, a sustentação estática pelo filho, a sustentação dinâmica pelo Espírito Santo. Mas existe uma outra obra divina, que é a obra da salvação. A obra da
salvação diz a nossa declaração de fé. O pai planejou a redenção e o filho, ao ser enviado ao mundo, realizou-a. Quando o filho retornou ao céu, o Espírito Santo foi enviado pelo pai e pelo Filho para ser o consolador e o ensinador. Então Jesus veio ao mundo para reexecutar a obra da salvação. Mas o Espírito Santo zela, cuida, mantém, conserva, cria as condições para que esta execução se fizesse. Para a execução da obra da salvação ser realizada, para a execução, para que a salvação fosse realizada, o filho tinha que se tornar homem. Ele tinha que
nascer de mulher. Gálatas 4:4. E vindo à plenitude dos tempos, Deus enviou seu filho nascido de mulher, nascido sob a lei. Então, Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho jeito. O pai envia a eterna geração. O filho ele é enviado. Ele deixa a sua glória e se faz carne no ventre de Maria, num corpo preparado pelo Pai. É o que diz Hebreus, capítulo 10, versículo Hebreus, capítulo 10, versículo 5. Pelo que entrando no mundo de sacrifício e oferta não quiseste, mas corpo me preparaste. É o filho falando com o pai. Corpo
me preparaste? Então, a preparação, um corpo plano de Jesus ser feito homem, se fazer carne, o plano foi do pai. Ele executa o plano, ele se faz carne. Mas para que isto se fizesse, o Espírito Santo desce sobre Maria. E aqui nós vemos o Espírito Santo desce sobre Maria. Lucas, capítulo primeiro, versículo 34. E disse Maria ao anjo: "Como se fará isto, visto que não conheço o varão?" E respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra, pelo que também o santo que de
ti há de nascer será chamado filho de Deus. Espírito Santo desce sobre Maria e o poder vivificador, o vivificador, juntamente com o verbo, o verbo se faz carne porque ele veio fazer a vontade do pai. Ele é pessoa distinta do espírito. Não uma força que criou, não. A pessoa do espírito desce sobre Maria, exerce o poder vivificador e o verbo se faz carne. O verbo se faz carne e o espírito desce sobre Maria. E numa atuação conjunta do filho e do espírito santo, se cumpre o plano de Deus. Surge a célula ovo de Jesus no
ventre de Maria, que aí começa a se multiplicar, virando embrião depois feto. 9 meses depois nasce. Mas a ação do Espírito Santo em conjunto com o verbo se faz carne e o Espírito Santo desce sobre Maria. A virtude do Altíssimo cobre Maria com a sua sombra e surge o santo no ventre de Maria. que por ter comunhão com Deus, por ter comunhão com Deus fará com que ainda não ventra de Maria, quando Maria vai até a casa da sua prima Isabel, muito provavelmente premida pelas circunstâncias por ter se encontrado grávida, já tendo sido desposada por
José, eh, estava desposada com José. No desespero, foge e vai a Isabel, porque o anjo havia faz feito menção a respeito de Isabel. E quando lá chega, João Batista, que estava no ventre de Isabel, salta pela presença de Jesus no ventre de Maria, presença gerada pelo Espírito Santo. E Isabel é cheia do Espírito Santo. E o Espírito Santo já começa a glorificar o Filho na obra salvadora. Ele que mantinha viva a promessa da salvação por meio dos profetas ao longo dos séculos. Agora ele glorifica o filho. Isabel traz uma mensagem profética, porque os cânticos do
Antigo Testamento e os cânticos do Novo Testamento são mensagens proféticas. Isabel, ela faz o famoso Benedictos, a Benedicta, né? O cântico de Isabel é a Benedicta, porque é assim que começa na versão latina. Bendita és tu entre as mulheres e bendito o fruto do teu ventre. De onde me provare a mãe do meu Senhor? O Espírito Santo glorifica a Jesus enchendo a Isabel e a João Batista que estava no ventre de Isabel com o Espírito Santo. Primeiro a criança saltou no ventre. João Batista é cheio do Espírito Santo já no ventre da sua mãe. Pela
primeira vez alguém é cheio do Espírito Santo no ventre da mãe. Por quê? Porque a presença de Jesus é o Espírito Santo glorificando ao Filho. É esse o papel que ele vai fazer na obra salvadora. Glorifica o filho mesmo antes de ele nascer. E aí Maria, cheia do Espírito Santo, e faz o seu cântico em resposta ao cântico de Isabel, o famoso Magnifica-te, porque essa é a palavra latina no texto bíblico. A minha alma engrandece, engrandecer é magnific ao Senhor. O Espírito Santo pela boca de Isabel glorifica Jesus. O Espírito Santo, pela boca de Maria
também glorifica Jesus. E quando nasce João Batista, o Espírito Santo enche a Zacarias para que Zacarias não só glorificasse a Jesus, mas testificasse a obra, o ministério de João Batista. Espírito Santo, ele vem para glorificar a obra da salvação, para acompanhar a Jesus na obra redentora, glorificando ao Filho, glorificando a Cristo, indicando aos homens que aquele era o Salvador. Esse é o papel do Espírito Santo na obra da salvação. Glorificar a Jesus, indicar que Jesus era o Salvador. Quando Jesus nasce, é levado ao tempo, o Espírito Santo conduz Simeão para o templo e lá ele
profetiza a respeito da obra de Jesus, anuncia que Jesus é o Salvador. Lá profetiza Ana também é cheia do Espírito Santo e profetiza que Jesus é o Salvador. É o Espírito Santo trabalhando para a obra da salvação, glorificando ao verbo feito carne, fazendo as pessoas indicarem que ele é o Salvador. Quando Jesus se apresenta ao templo para assumir sua responsabilidade diante da lei, aos 12 anos de idade, o Espírito Santo trabalha em Jesus e todos se admiram da sua inteligência e respostas, porque ele aprendeu na sinagoga a palavra. Ele cresceu na em sabedoria, em estatura
e em graça para com Deus e os homens. Lucas 2:52. O Espírito Santo promove o crescimento espiritual, psíquico e físico de Jesus, para que Jesus pudesse executar a sua obra. Isso é o trabalho do Espírito Santo, a avaliação, controle, o cuidado, a conservação, a manutenção. Jesus, quando criança, ao adquirir a consciência escolheu fazer o bem e, por isso não pecou e por isso poôde começar a ser preparado, conduzido pelo Espírito Santo. Isaías, capítulo 7, versículo 15. Manteiga e mel comerá até que ele saiba rejeitar o mal e escolher o bem. Na verdade, antes que este
menino saiba rejeitar o mal e escolher o bem, a terra de que te infada será desamparada dos seus dois reis. É o Espírito Santo guardando o homem que precisava prender a obediência, precisava crescer em sabedoria e em estatura e em graça para com Deus e os homens. Chega o momento em que Jesus precisa iniciar o seu ministério e aí o Espírito Santo vem sobre ele. Depois que ele sai da água, pousa sobre ele, como testifica João Batista. E ele é cheio do Espírito Santo. Como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com Espírito Santo e com
virtude, o qual andou fazendo bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele. Quem Deus era, que pessoa divina era com ele? O Espírito Santo, o Espírito Santo pousou sobre ele para enchê-lo do Espírito Santo. E ele começou a pregar, a ensinar e a fazer sinais, prodígios e maravilhas pelo Espírito Santo que nele estava. É por isso que quando ele vai a Jerusalém pela primeira vez no seu ministério público, ele diz: "Derribai este templo e eu o levantarei em três dias." Porque ele era a habitação do Espírito Santo. O Espírito
Santo estava plenamente sobre ele, conforme profetizado lá em Isaías, capítulo 11, 1 e 2, que nós já lemos em outras lições. O Espírito Santo estava sobre ele e por meio do Espírito Santo, Jesus pregou, ensinou, fez sinais, prodígios e maravilhas, provando que ele era o Cristo, para que as pessoas pudessem ser salvas. Na obra da salvação, o Espírito Santo veio sobre Jesus, o ungiu com ele próprio e com virtude, com poder, para que ele pudesse executar a obra da redenção. E com ele esteve até a cruz. Quando lá, no momento que Jesus derrama o seu
sangue, está ali o Espírito Santo dando força, dando poder, preservando a execução da obra salvadora para que ela fosse até o fim, que a Bíblia diz, e foi obediente até a morte, morte de cruz. E quem estava ali com ele para que ele mantivesse a obediência, para que ele cumprisse a obediência o Espírito Santo. Hebreus 9:14. Quanto mais o sangue de Cristo que pelo espírito eterno se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus, purificará a vossa consciência das obras mortas para servirdes ao Deus vivo. Pelo Espírito Santo, pelo Espírito eterno, Jesus se ofereceu como cordeiro
imaculado, derramou o seu sangue para nos salvar. Ainda na cruz, o Espírito Santo convence o ladrão arrependido, pois é ele quem convence o mundo do pecado, da justiça, do juízo. Ele convence o espírito, o o o ladrão arrependido. E o ladrão arrependido pede a salvação a Jesus. Lucas capítulo 23. E um dos, versículo 39, e um dos malfeitores que estavam pendurados blasfemava dele, dizendo: "Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós". Respondendo, porém, o outro, repreendia-o, dizendo: "Tu nem ainda temes a Deus estando na mesma condenação? E nós, na verdade, com
justiça? Porque recebemos o que os nossos feitos mereciam? Mas este nenhum mal fez. E disse a Jesus: "Senhor, lembra-te de mim quando entrares no teu reino". E disse-lhe Jesus: "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso." O Espírito Santo convence o homem do pecado, da justiça, do juízo. É o que nos ensina o próprio Jesus. João capítulo 16. João capítulo 16 versículo 8. E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado e da justiça e do juízo. Do pecado, porque não creem em mim. O ladrão impenitente continuou não crendo. Ele blasfemava. Ele não
cria em Jesus. era incrédulo, blasfemava dele, dizendo: "Se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós". Ele não creu. Tava crendo no diabo. Porque o diabo que disse: "Se tu és o filho de Deus, se tu és o Cristo, salva-te a ti mesmo e a nós." Ele não creu, mas o outro creu. O outro creu, porque ele diz assim para o seu companheiro, tu nem ainda temes a Deus estando na mesma condenação. Nós, na verdade, com justiça, porque recebemos o que nossos feitos mereciam, mas este nenhum mal fez. Ele creu em Jesus.
Ele foi convencido pelo Espírito Santo do pecado. Ele confessa o seu pecado. Nós estamos morrendo pelo que nós fizemos. Nós merecemos a morte. Ele confessa o seu pecado. E quando ele vier, convencerá o mundo do pecado e da justiça e do juízo. Do pecado porque não creem em mim. Ele creu. Da justiça porque vou para meu Pai e não me vereis mais. Ele creu que Jesus era justo. Ele creu na justiça, na inocência de Jesus. Creu que Jesus era o Salvador, era o Cristo, era o cordeiro de Deus. foi convencido pelo Espírito Santo da justiça
e do juízo, porque já o príncipe deste mundo está julgado. Ele também creu que se não tivesse a salvação, teria a morte eterna. E é por isso que ele diz: "Lembra-te de mim quando entrares no teu reino". E Jesus lhe promete a salvação. Em verdade hoje estarás comigo no paraíso. Jesus o salva porque ele foi convencido pelo Espírito Santo. Aqui também eu tenho atuação conjunta do Espírito Santo na salvação. O filho morre, o filho perdoa porque derramou o seu sangue. O Espírito Santo convence que Jesus é o Salvador, que Jesus perdoa pecados. Espírito Santo convence
e Jesus salva. é a atuação conjunta do Espírito Santo na obra da salvação. O Espírito Santo estava com Jesus lá na cruz. O Espírito Santo está conosco aqui na terra. Quando nós pregamos o evangelho, o mundo nos combate. O mundo não crê em nós, blasfema como estava aquela multidão e o ladrão impenitente. Mas aqueles que ouvem a palavra, aqueles que são convencidos pelo Espírito Santo, eles creem e Jesus salva. Então, a atuação do Espírito Santo na obra da salvação, ele estava com Jesus, acompanhando Jesus e Jesus executa sua obra. E agora, quando ele executa sua
obra, o Espírito Santo está conosco para nós darmos seguimento à obra. Jesus envia a igreja. Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for batizado será salvo. Quem não crer será condenado. Ide e ensinai as nações, batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado. E eis que eu estou convosco todos os dias até a consumação dos séculos. Jesus manda a igreja dar continuidade à sua obra. João 20 e 21. Paz seja convosco. Assim como o Pai
me enviou, também eu vos envio a vós. O Pai enviou Jesus e o Espírito Santo estava com ele. Foi ungido com o Espírito Santo e com virtude e andou fazendo bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era com ele. Agora, o filho envia a igreja. A igreja é ungida com o Espírito Santo e com virtude e anda fazendo bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus é com ela. O Espírito Santo mantém, conserva a obra salvífica de Cristo. Pousou sobre o corpo de Jesus. O corpo de Jesus subiu
ao céu, mas há um corpo místico de Cristo aqui na terra, que é a igreja e o Espírito Santo pousa também sobre ela. Jesus soprou o Espírito Santo na tarde do domingo da ressurreição sobre os seus discípulos. E eles passaram a ser habitação do Espírito Santo porque já tinham crido em Jesus e os seus pecados foram perdoados. Por quê? Porque Jesus já tinha sido glorificado, porque a obra da redenção tinha se completado, consumado. Jesus disse: "Está consumado. O véu do templo se rasgou de alto a baixo. Agora o Espírito Santo poderia habitar nos discípulos. Pousar
a pomba que nós vimos semana passada pousada, é que não voltou mais à arca. João capítulo 7 versículo 38. Quem crê em mim, como diz a escritura, rios de água viva correrão do seu ventre. E isso disse ele do Espírito que haviam de receber os que nele cressem, porque o Espírito Santo ainda não fora dado por ainda Jesus não ter sido glorificado. O Filho dá o Espírito Santo a quem crer nele, porque ele ressuscitou, porque o seu sacrifício tirou o pecado do mundo. Então agora o Espírito Santo é dado pelo filho. para quem crer nele.
O espírito é dado a quem crê. E quando o espírito é dado porque a pessoa creu, que quem crê passa da morte para a vida, o Espírito Santo é o vivificador. Ele vivifica. Nós lemos aqui lá em segunda aos Coríntios, a letra mata, mas o espírito vivifica. A lei não traz vida. apenas aponta a morte. Mas Jesus veio para que tenhamos vida e vida em abundância. E essa vida é trazida pelo Espírito Santo. É a aspiração por fôlego de vida. O filho tem a vida em si mesmo. E quando cremos no filho, esta vida é
trazida pelo Espírito Santo a nós e ele vem e derrama o amor de Deus em nosso coração. Romanos capítulo 5 versículo 5. E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nosso coração pelo Espírito Santo que nos foi dado. O Espírito Santo é dado pelo Filho, traz vida. A vida em si mesmo do Filho, a vida em si mesmo do pai, agora é trazida pelo doador da vida, que é o Espírito Santo. O Pai é vida, o Filho é vida, o Espírito Santo é vida. Mas o transporte da vida é
do Espírito Santo. Ele dá a vida a nós. E não só nos dá a vida, mas ele reveste de poder. Como revestiu a Jesus de poder quando ele foi batizado, agora ele reveste de poder. E revestidos de poder. isto desde o dia de Pentecostes e até hoje, porque ele reveste de poder a igreja, que é o corpo de Cristo. E a igreja ainda está aqui. Então, ainda existe batismo com Espírito Santo, ainda há dons espirituais, porque o Espírito Santo veio dar vida e vida com abundância, diz Jesus. Ele soprou o sopro da vida no na
tarde do domingo da ressurreição, mas veio o sopro de poder no dia de Pentecostes e vem o sopro de renovo. Porque assim como na criação ele renova a face da terra, também ele renova o poder de Deus nas nossas vidas. também ele renova o amor de Deus nas nossas vidas, porque o Espírito Santo, ele renova a obra divina. A obra da salvação é mantida viva, é avivada pelo Espírito Santo. Tito, capítulo 2, versículo a Tito, capítulo 3, versículo 5. Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem
da renovação e da pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo. O Espírito Santo vai nos renovando e esta renovação é a santificação. O Espírito Santo é o Espírito de santificação. Romanos capítulo primeiro, no versículo 4. Declarado filho de Deus em poder segundo o Espírito de santificação, pela ressurreição dos mortos, Jesus Cristo, nosso Senhor. O Espírito Santo é o avaliador, o controlador, o mantenedor, o aprimorador. segundo a teoria da administração, a avaliação, o controle promove a melhoria, nos leva a qualidade total. E é isso que acontece com a santificação, seguir a paz com
todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor. Hebreus 12:14. Quem promove a santificação? O Espírito de santificação é o Espírito Santo. A renovação envolve a santificação. Apocalipse capítulo 22 versículo eh versículo 11. Quem é injusto, faça injustiça ainda. E quem está sujo, surge-se ainda. E quem é justo, faça justiça ainda. E quem é santo, seja santificado ainda. A santificação progressiva, contínua é o Espírito Santo promovendo a qualidade total, atuando onde o filho executou. aprimorando, avaliando, controlando e sustentando o que o que o filho fez, mantendo, sustentando, aprimorando a igreja, adornando a igreja
para que ela seja entregue ao filho devidamente adornada. Espírito Santo é aquele que está vestindo a igreja para ela se encontrar com o Senhor nos ares para o seu casamento. E para tanto, ele distribui a igreja. Além de revestir poder, ele distribui os dons espirituais que são como se fossem as joias no vestido da noiva. Essa é a atuação do filho com o Espírito Santo. O Espírito Santo veio ficar ao lado da igreja, que é o resultado da obra redentora de Jesus. O Espírito Santo veio para ensinar a igreja, dirigir a igreja, porque é nesta
direção e neste ensino que ele prepara a igreja para se encontrar com o Senhor, que ele renova a igreja. Mas nós vamos menundenciar isto na próxima lição. O filho e o espírito. O filho executou. O espírito vem manter o que o espírito, o que o filho executou e conjuntamente com o filho vem renovar, reforçar, aprimorar. manter viva a obra do filho. Amém.