Né nossa tá gravando tá nossa aula e aí eu vou compartilhar com vocês antes da gente começar aqui um cronograma para vocês não ficarem muito perdidos e também vou me apresentar um pouquinho mais só para vocês terem eh uma noção de como que vai acontecer essa disciplina ao longo desse semestre eh deixa eu só compartilhar a minha tela aqui Ah vamos Lá só um minuto vou compartilhar esse documento para vocês é o nosso cronograma o nosso programa dessa disciplina depois isso vai tá disponível para vocês na plataforma tá vou deixar lá eh obviamente que a
gente tá seguindo o calendário né acadêmico do semestre Deixa eu olhar aqui o chat enquanto isso eh e vou deixar também Ah para vocês a Eh todo esse esse material vai tá lá e vai ter aqui a bibliografia básica de vocês e algumas sugestões de bibliografia complementar para vocês para quem quer ir além do material né do conteúdo que tem na plataforma eu acho que é sempre importante que vocês tenham esse alguns desses livros ou se não puder comprar né biblioteca eh ver o que tá disponível online eh é uma bibliografia bastante extensa Mas tem
bastante coisa bacana para vocês lá tá Eh eu vou dar um zoom aqui na tela para aumentar um pouquinho acho que agora tá melhor tão vendo melhor então vamos lá eh Então a nossa primeira unidade nós vamos ter nós temos três webinars que estão programados Eh vamos começar por hoje né depois na nossa apresentação a gente já vai começar com os fundamentos da dietoterapia depois n na próxima aula próximo webinário a gente já vai falar de dietas hospitalares E aí na nossa Terceira aula dessa unidade nós Já começamos com a patologia da nutrição e a
dietoterapia em si né e a gente começa com as enfermidades do trato do aparelho digestório né E aí a gente tá falando do trato digestório alto né então começa por boca esôfago estômago depois disso a gente segue aqui né na unidade do a partir de setembro a gente já tem essas aulas aqui programadas então temos dia 2 de setembro a gente tem continua no aparelho digestório doenças Inflamatórias intestinais Então a gente vai falar de retocolite cativa né dieta eh diet eh doença de crom eh depois a gente continua doença diverticular síndrome do intestino irritável e
a gente finaliza esse módulo né dentro da das enfermidades do aparelho digestório com as alergias e intolerâncias alimentares Então nós vamos falar de doença celíaca né alergia proteína do leite de vaca intolerância à lactose se tudo correr muito bem a gente a gente Consegue ainda fazer um plus né E falar um pouquinho da intolerância não celíaca ao glúten que é um tópico a mais que a gente eh que eu vou tentar trazer para vocês apesar da gente ter um tempo que corre aqui nessa disciplina tá depois disso no dia 23 de setembro eu vou adiantar
uma né uma aula um webinar que já seria da unidade referente à unidade três de vocês a gente entra nas enfermidades do sistema cardiovascular tá vou até checar Direitinho lá depois com a Coordenadoria eh se esse porque essa aula esse dia 23 ficou meio solto lá no nosso nosso calendário acadêmico mas a princípio se tudo der certo a gente já entra aqui com a gente adianta um pouquinho né Desse conteúdo da unidade três porque depois disso vocês já TM né a semana né semana de provas a P1 de vocês do dia 21 8 até o
dia 4 de outubro tá E aí a gente segue depois disso a gente segue com o webinar programado pro dia 7 de outubro a gente Continua com as patologias do sistema cardiovascular então a gente fala de doença at esclerótica síndrome metabólica já em dia 14 a gente já entra com o sistema endócrino diabetes e obesidade né são temas densos esses dias em que a gente tem duas temáticas Muito provavelmente O nosso webinar vai ser um webinar mais extenso tá então mais de 1 hora 1 hora e30 vamos ver se talvez até 2 horas eu vou
deixar tudo lá programado para vocês porque a gente vai Precisar realmente de um tempo maior para conversar sobre esses temas tá acho que é importante né Vocês se organizarem vou deixar isso lá na agenda mas eu já deixo avisado aqui porque é bastante coisa pra gente conversar E aí se vocês quiserem a gente pode né fazer aulas mais extensas a gente dá um intervalo de pelo menos né 5 minutos 10 minutos para vocês levantarem no banheiro beber água descansarem um pouco porque a gente sabe que é cansativo mas é importante que a Gente tenha Eh
esses conteúdos tá eh então assim depois disso a no dia 14 né a gente já falou um pouquinho diabetes obesidade E aí depois por fim a gente entra na unidade quatro a unidade quatro ela também vai ser uma unidade muito densa tá eh porque a gente vai passear por diversos sistemas então no dia 21 a gente já tem programado webinar patologia da nutrição para enfermidades do sistema renal Então a gente vai falar de TR de doença renal crônica tratamento Dialítico e conservador tá isso por si só já é um um aulão 28 A gente vai
falar sobre sobre síndrome da imunodeficiência adquirida né HIV e né dia 4ro a gente já entra falando de câncer e no dia 11 a gente tem programado pelo menos uma enfermidade do sistema pulmonar que é a doença pulmonar obstrutiva crônica tá tem alguns temas que nós não vamos conseguir abordar aqui nessa disciplina Como eu disse anteriormente por questões de carga horária né Eh a gente tem outras coisas que poderiam né que a gente poderia Eh vamos dizer assim eh avançar que a gente poderia né dar trazer mas por conta disso a gente por conta dessa
cargal a gente não consegue dar conta de tudo a minha proposta é vou deixar como sugestões de leitura material extra para vocês para que vocês conseguem né estudar para que vocês consigam ler na na bibliografia né acessar se tiver acesso a livro quem puder comprar compra Né que algum né Eh Ou acessar biblioteca física ou biblioteca online é importante que vocês eh façam essa leitura para vocês terem pelo menos uma noção do que se trata E aí eu vou passando isso para vocês e adicionando lá esses materiais lá na plataforma posteriormente E aí gente a
gente tem já no final do do do semestre ap2 né que é do dia 18 até o dia 24 de novembro e por último a gente tem a última semana lá em dezembro que é a Pet3 né de 7 A 9 de dezembro aqui eu deixei essa data né para vocês e aí nesse intervalo entre essas duas datas ainda tem a semana especial né para quem caso alguém tenha perdido alguma das provas pode solicitar nesse período aí sem ter que ir paraa p3 nem nada disso De qualquer maneira eh isso vai ficar lá na plataforma
para vocês acompanharem né e depois vocês vão ver as programações de todos esses webinares que a gente vai fazer caso a Gente tenha que inverter alguma ordem a princípio não precisa mas esse é o cronograma que a gente tem da disciplina inicialmente aqui a gente tem uma bibliografia básica então o livro da Cooper da Liliam Cooper é um livro eh que é muito bom assim se você quer ter um livro de guia que tem vários assuntos vários conteúdos dentro de nutrição Clínica do adulto vale a pena né é um livro bem bacana a gente tem
também o tratar de alimentação nutrição Dietoterapia né essa edição aqui de 2016 mas a gente tem um clássico aqui com bibliografia complementar que é o Krause que é um livro grande né da última da 15ª edição de 2022 a gente tem alguns livros específicos para dietoterapia e doença gastrointestinal temos os shs nutrição moderna né então aqui a gente tem alguns livros tem até né fundamento de anatomia mas a gente tem alguns livros voltados específicamente paraa nutrição Clínica Por exemplo esse da Quino e da Philip da Sônia Tucunduva é um livro que de estudos de casos
comentados pode ser bem interessante esse do Calisto é uma interpretação de exames laboratoriais ele é muito legal é um livro que de consulta muito interessante tá eh enfim a gente eh tem aqui como sugestões para vocês não ficarem perdidos e para vocês terem um conteúdo exra para além do que tá lá na plataforma até aqui alguma dúvida tem Alguma coisa específica que vocês queiram perguntar ou Ficou claro deixa eu até ver aqui Uhum uhum ah tá Adriana você falou que é P1 bom sim poderia pensar sai fazer ap1 unidades um e dois e ap2 3
e 4 Tem alguns adot professores que adotam essa prática sim é uma possibilidade posso olhar sobre isso porque a gente tem as questões né a gente tem que fazer essas Questões eh a prova ela né tem tanto questões a gente tem maior parte de questões de múltipla escolha mas a gente tem algumas questões discursivas eu entendo que por exemplo aqui a gente tem estudos de caso né importante que a que vocês tenham pelo menos um estudo de caso Clínico aqui porque a disciplina ela exige isso então a gente pode sim eh conversar a respeito e
ver o que que a gente pode fazer para porque realmente O conteúdo Ele é bem denso para além das provas e de conteúdo alguma coisa Vocês têm alguma dúvida alguma coisa que vocês queiram perguntar ou tá claro Tá tudo certo ah lista de casos clínicos a gente vai passando casos eh A ideia é que eu passe esses eu faço a gente faça essas aulas eh posteriormente eu posso subir alguns casos para vocês de acordo com eh os temas que a gente tá falando né Eh eu Posso elaborar na verdade a ideia que a gente tem
é isso mesmo para vocês fazerem né terem alguma noção de como que isso vai funcionar de como que a gente né Para vocês também não irem pra prova achando que é um bicho de sete de cabeças ou fiquem muito inseguros Então isso é uma possibilidade sim que a gente tem para fazer ao longo desse semestre né não vou encher vocês de casos né Eu acho que não adianta você a gente ter vários casos clínicos às vezes é Importante a gente ter menos mas para que vocês consigam entender Às vezes a dimensão de um paciente um
pouco mais complicado por exemplo né E também entender um pouquinho das rotinas né porque a gente tem dentro de nutrição Clínica vocês vão ver que a gente tá falando tanto de quem tá atuando no hospital nesse ambiente hospitalar quanto também no ambiente ambulatorial Então a gente vai conversar um pouquinho vou seguir tá pra gente iniciar Eh a nossa nosso primeiro tópico hoje de fundamentos de eto terapia Caso vocês tenham alguma dúvida a gente posteriormente pode também eh sanar tá vou liberar aqui a minha apresentação para vocês essa apresentação também vai est disponível na plataforma depois
juntamente com a gravação então vocês Fiquem tranquilos com relação a isso deixa eu só compartilhar a minha Tela vamos lá deixa eu ver se na apresentação fica melhor ótimo todos bem bom vocês podem interagir quem quiser fazer alguma pergunta para além do chat quiser no final Abrir microfone eh pra gente ter né ter uma aula mais dinâmica nós estamos em 22 aqui né então a turma dá pra gente conversar um pouco mais né só não vou pedir só vou pedir para que vocês não AB o microfone assim Todo momento porque senão né a gente pode
se desconcentrar mas no final não tem problema nenhum vou deixar os slides lá depois vão ficar lá assim e vocês são tímidos essa turma é uma turma mais quieta ou é só brincadeira porque senão parece que eu tô falando com né a gente tá sempre conversando uma coisa você dá aula na na na ao vivo outra coisa a gente tá aqui na no online né a gente perde um pouco dessa interação então parece que eu tô Falando sozinha mas vamos lá então vocês vão lá vão interagindo comigo aqui no chat no final quem quiser abrir
o microfone fazer alguma pergunta direta a aula de hoje gente ela é uma aula de fundamentos então para vocês entenderem um pouco mais eh como é o nosso nível de atuação enquanto nutricionistas né Eh vou me apresentar porque eu falei sobre mim mas mas falei rapidamente só dei um oizinho pra gente poder seguir aqui né e a gente segue com a nossa Agenda de hoje que o tempo ele corre enquanto isso vocês vão falando aí qualquer coisa no chat se se vocês tiverem alguma dúvida então Eh paraa gente quem chegou depois eu sou nutricionista né
Eh Eu me formei em 2010 Já faz um tempinho me formei pela pelo Centro Universitário Salesiano depois disso eu na época eu morava em Vitória Espírito Santo nem morava em São Paulo ainda depois eu me mudei para São Paulo e vim Fazer o meu mestrado meu doutorado aqui na faculdade de saúde pública da USP né Eh onde eu atuei fiquei 8 anos lá né atuando fazendo a minha a minha pós né Fiz doutorado fazendo pesquisa trabalhando especificamente com pesquisa eh depois disso eu voltei a atuar como nutricionista né em ambulatório e vim fazendo outras coisinhas
né fazer certificação em comero intuitivo trabalhando com aconselhamento nutricional comportamento alimentar hoje Em dia eu também Sou membra do Conselho de nutrição da Associação Brasileira do sono porque eu trabalhei bastante no meu doutorado com ritmos biológicos sono e Nutrição com uma área ainda bastante vamos dizer assim relativamente nova crononutrição hoje em dia né Eh agora estou como docente aqui aqui da Cândido e também sou nutricionista clínica da casa de Marias a casa de Marias ela é uma casa de escuta e de acolhimento né de cuidado pra saúde de Mulheres especialmente mulheres negras periféricas migrantes aqui
da zona neste de São Paulo a cidade onde eu moro atualmente então vocês estão me vendo aqui toda com roupa de frio porque tá muito frio aqui não estranho o meu sotaque né estou aqui desde então e atuo nessa casa eh eh e lá a gente tem além do atendimento Clínico no atendimento de nutrição a gente tem atendimento psicológico jurídico de assistência social e temos também grupos né grupos Terapêuticos e a gente tem um grupo de acolhimento nutrição que é o comer muito além do nutrir que hoje além desse desse grupo existir dentro da casa
de Marias Ele também é um grupo que a gente faz em outros ambientes né a gente também dá esse grupo em forma de curso na verdade dentro do SESC da rede do SESC de São Paulo Então já fiz no SESC de Bertioga né a gente vai dar palestras também então Eh esse é um uma das facetas que a gente tem enquanto nutricionista né que A gente pode atuar em áreas muito diversas quem quiser me mandar e-mail tá aqui o meu contato da câ então vocês tiverem outros assuntos pendentes dúvidas o meu contato direto é por
esse ess e-mail Essa é a melhor maneira de vocês falarem comigo então é Andressa pemartin @ Professor essa coisa gigantesca pc.edu PBR tá vou deixar lá também no programa esse contato Caso vocês precisem tirar Dúvidas vai tá lá disponível para vocês e assim que possível sempre que possível vou responder tudo por lá prefiro concentrar isso lá para ficar mais fácil Tá bom agora que a gente já se conhece um pouco mais você sabe um pouquinho mais da da minha do meu histórico a gente pode seguir mesmo pra nossa agenda né pra nossa agenda de aula
hoje né então a gente vai entender um pouquinho Quais são os nossos conceitos do que que é a dietoterapia em si Quais são os Princípios da dietoterapia e os fundamentos legais ou seja aquilo que garante a nossa atuação enquanto nutricionistas né hoje a gente vai entender o que que é ser na verdade ao longo do curso a gente a nossa a nossa ficha vai caindo aos poucos mas eu costumo dizer que quando chega algumas aulas no nos últimos semestres é que a gente começa a entender um pouco mais a dimensão da profissão né das nossas
áreas do que que Quais são as Responsabilidades enfim eh e do ponto de vista legal mesmo né Como que é a nossa atuação como é que funciona né então é uma profissão séria uma profissão regulamentada vocês já sabem disso mas hoje a gente meio que par para para para conhecer um pouco mais Então vamos lá começando do começo que que é nutrição Clínica né do que que que se que que se pensa quando fala quando se fala em nutrição Clínica né nção Clínica é uma área que tá relacionado ao cuidado Nutricional na vigência de doenças
né a gente pode atuar em áreas diversas né a gente desde o planejamento de refeições né com condução pesquisa a gente pode atuar também dentro da esportiva no materna infantil eh a gente pode também trabalhar dentro da Saúde de de pessoas que não necessariamente estão doentes né nem nem tudo na nutrição é só sobre a doença mas quando a gente pensa em nutrição Clínica a gente tá falando especificamente disso Né como que é a nossa atuação Nesse contexto de alguma na vigência de alguma Patologia e aí a gente tem que entender alguns Conce dentro desse
dentro desse universo que a gente tá falando o primeiro deles a gente tá vendo aqui resoluções a gente tá vendo fundamentos legais né resolução do CFN de 2018 né a gente vai entender um pouco mais o que que a gente faz dentro dessa atuação como que funciona na prática a nossa atuação Nesse Contexto de patologias né então a gente tem um dignóstico de nutrição que é algo nosso que é a nossa função fazer que é o momento em que a gente identifica e determina o estado nutricional do nosso cliente paciente usuário vai depender do eh
do local do que a gente tá trabalhando do local que nós estamos atuando a instituição em si elaborado com base numa avaliação uma boa avaliação do Estado nutricional E durante o todo o nosso processo de Acompan ento individualizado né além do diagnóstico de nutrição que faz parte do nosso universo do nosso nosso dia a dia nós também prestamos a assistência nutricional e dietoterápica né então eu faço um diagnóstico eu avalio o estado nutricional daquele indivíduo avalio também juntamente com a equipe porque a gente não trabalha sozinho Qual é né a patologia que a gente tem
o estado Clínico daquele ind e eu vou fazer Prestar esse acompanhamento nutricional e dietoterápico com visando a promoção a preservação e a recuperação da saúde daquele indivíduo ou daquele coletivo né que vai compreender desde avaliação diagnóstico intervenção monitoramento aferição dos resultados entre aspas aqui e reavaliação quanto esse paciente tá avançando conforme a minha conduta dietoterápica então Eh esse é todo o processo de assistência Nutricional que a gente faz né far faz parte da nossa atuação e a gente tem também a prescrição dietética que que vocês quando a gente fala prescrição dietética o que que vem
na cabeça de vocês prescrição dietética é passar dieta passar dieta de emagrecimento que hoje praticamente a gente virou né máquina de fazer dieta de de de emagrecimento que que vem na cabeça de vocês elaborar um plano Alimentar que mais mais alguma coisa elaborar um plano fazer um cálculo bonitinho bom de fato a prescrição dietética ela é a atividade privativa que só nós nutricionistas podemos fazer de acordo com a necessidade tá certo isso vai compor a assistência que a gente dá aos nossos pacientes nossos clientes isso vai para vale tanto para ambiente hospitalar Ambulatorial consultório atividades
em domicílios pacientes institucionalizados e ela envolve desde o meu plano alimentar de fato que eu calculo mas eu calculo esse plano alimentar na minha cabeça não com base nas minhas diretrizes relacionadas a um diagnóstico prévio que eu fiz ele tem que conter data ele tem que ter o valor energético Total o Vet macro e micronutrientes que estão dentro que são Relacionados ao estado Clínico daquele paciente consistência fracionamento e a minha assinatura Sea de carimbo número e região de do meu conselho de nutricionista né com eu como nutricionista responsável faço uma prescrição completa a prescrição ela
é mais só do que ela não é só um plano alimentar que eu calculo ela é um documento né assim como a gente tem uma prescrição médica a gente tem uma prescrição dietética e eu respondo Legalmente por aquele documento ele é um documento que tem que ser guardado né E tem comprovação caso aconteça alguma coisa né aquilo tem que tá tá tudo bonitinho muito bem descrito de como foi a minha conduta né naquele estado naquele naquele caso Clínico que eu acompanhei né então ela é não só um plano alimentar a elaboração do plano alimentar mas
toda a descrição dele né e a documentação dele isso é muito importante a gente ter em mente né Quando a gente tá atuando como profissional e é isso que nos diferencia de gurus né de alimentação é isso que diferencia a atuação de um nutricionista e um profissional que tá fazendo esse trabalho né do de como ele tem que ser feito de um entendido de uma pessoa que acha que sabe de nutrição né Essa é a responsabilidade legal que a gente tem né da prescrição dietética bom a gente tem princípios dentro da dietoterapia E Aí esses
princípios eles servem para nortear toda a nossa prescrição Então a nossa prescrição ela tem que vir por escrito e ela tem que ser o mais claro possível então eh não pode ser algo né a gente tem que fazer uma coisa bacana uma coisa que no caso o paciente ele consiga compreender ou no caso numa situação que você tá no hospital né fique Claras de como que temha que ser consistência eu tenho que Fundamentar a minha dieta e o meu plano com relação à condição Clínica presente né Para que justifique as modificações né ela tem que
eh abarcar os hábitos alimentares os padrões culturais o estado psicológico daquele paciente eh a situação socioeconômica a disponibilidade financeira material e humana da instituição no qual ele está ou internado ou ele tá né acolhido naquele momento se fori esse caso e ela deve ser Sobretudo via oral preferencialmente esses princípios claro que a gente tem um suporte nutricional vi enteral e parenteral quando ele é bem indicado mas como nutricionistas né e olhando os princípios que a gente tem que seguir a nossa ideia é quanto mais rápido ou quanto mais próximo for da via oral melhor para
aquele paciente no sentido de preservação e melhora do Estado Clínico dele Claro que cada caso é um caso mas isso são alguns dos princípios Que a gente tem que ter em mente quando a gente tá atuando ali no nosso dia a dia desses princípios eu posso dizer para vocês que uns dos mais ignorados né durante a atuação profissional muitas vezes são esses dos hábitos alimentares dos padrões culturais do Estado psicológico e muitas vezes da disponibilidade financeira e condição socioeconômica né às vezes como na ânsia de de atuar eh de maneira a melhorar o estado daquele
paciente para ajudar a Evoluir né nesse processo da doença a gente acaba muitas vezes eh muito ansiosos e a gente passa por cima de alguns pontos importantes né que é a escuta né a atenção pro estado em que aquele paciente está o aspecto emocional dele que às vezes vai fazer com que ele possa ter uma melhor ou pior aderência ao que você planejou né a situação socioeconômica infelizmente esses dois pontos aqui eles acabam meio que passando desapercebido em alguns Momentos e eu queria chamar a atenção de vocês não é só a clínica a condição Clínica
e a condição da doença em si porque a gente não trata doença a gente trata pessoas né então isso aqui acaba passando um pouco batido porque a gente fica muito ansioso para resolver tudo a gente quer resolver tudo e acaba se esquecendo que tem uma pessoa ali atrás né dependendo da condição de estado dela dar a escuta mais atenta a esses aspectos vão fazer toda a diferença Entre uma melhor ou pior adesão ao tratamento e ao plano que você tá elaborando ali tá eh e aí a gente entra também nos fundamentos legais hoje a nossa
aula Ela vai ficar um pouco nisso tá gente não fiquem frustrados mas a gente tem que passar por isso não tem jeito né para entender o que que como que é regulamentada como é que funciona a parte prática a parte no qual nós somos responsabilizados legalmente pelas Nossas ações então Eh nós temos a lei 8234 né que é a lei de 91 que regulamenta a nossa profissão né de nutricionista e determina outras providências e nessa lei tá muito claro muito evidente que como atividades privativas dentro do contexto de nutrição Clínica estão tanto assistência e educação
nutricional né de coletividades ou de indivíduos sadios ou enfermos instituições públicas ou privadas em consultório de nutrição Dietética quanto assistência dietoterápica hospitalar e ambulatorial né Então essa é uma atividade Nossa prescrevendo planejando analisando supervisionando nas dietas não é do médico não é do enfermeiro não é da pessoa que se diz que de entendido de alimentação não é essa é uma atividade privativa Nossa e se algo alguma coisa deu errado alguma conduta foi feita em adequadamente quem responde legalmente somos nós por isso que a gente tem Conselho por isso que a gente tem registro por isso
que a gente tem carimbo por isso que a gente quando a gente se forma a gente paga lá todo ano o nosso o nosso registro como profissional né porque a coisa ela é regulamentada então para garantir também a nosso a nossa a nossa o nosso direito de exercer isso né sem ter ninguém aí passando por cima querendo pegar uma atividade que é Nossa isso é uma coisa que vocês TM Acesso lá à lei baixem lá para que vocês olhem também eu não vou trazer ela toda mas para vocês não se esquecerem disso que essa é
uma atividade privativa nossa né ninguém mais tá apto a ficar passando dietas né prescrição somos nós eh essa mesma já uma resolução de eh de 2018 mais recente do CFN ela vai fazer a definição das nossas áreas de atuação enquanto nutricionista e quais são as nossas atribuições Além do mais ela vai indicar os parâmetros mínimos de Referência de quantos profissionais a gente tem de acordo com né A idade de leitos né com para que a gente Garanta que os serviços prestados sejam efetivos né então dentro dessa dessa desses fundamentos da área de atuação a gente
tem várias áreas né então a gente tem alimentação coletiva as grandes áreas a nutrição clínica que é o que a gente tá falando esportes e exercício físico saúde coletiva cadeia de produção indústria e comércio ensino pesquisa e Extensão e dentro da nutrição clínica A a gente tem subáreas de atuação então para vocês terem uma ideia Dent nutrição Clínica a gente tem assistência nutricional dietoterápica em hospitais clínicas Hospital dia Unidades de Pronto Atendimento e Spa clínicos a gente também tem nutricionista atuando dentro de serviços de terapia renal substitutiva então clínicas de hemodiálise nutricionista dentro de instituições
de longa permanência para Idosos né assistência nutricional e diet terápia em ambulatórios e consultórios né lactários e bancos de leite humano né assistência dietoterápica em centrais de terapia nutricional assistência domiciliar pública e privada e também assistência nutricional dietoterápica personalizada ou o antigo personal diet aí né que você vá até você vai até a casa do seu cliente e atua diretamente no contexto alimentar em que ele está inserido Então tudo isso são subáreas Dentro da da própria nutrição deixa eu ver aqui deixa eu dar uma olhada no chat é muita coisa é a área de nutrição
Ela é enorme por isso que eu gosto de lembrar vocês que vocês estão vocês tá entendendo porque que eu gosto muito eu vejo isso muito nas redes sociais eu vejo algum tempo né Um pouquinho mais de tempo de caminhada que às vezes as pessoas elas colocam a nossa atuação como um emagreci onista né Mas se a gente fosse emagreci Isa a gente Não teria tantas áreas de de atuação então a gente faz muito mais do que só dizer que as pessoas que elas t o que não comer se o quanto que elas têm que emagrecer
Apesar dessa área de atuação ser uma área muito grande tem um mercado que né tem muitas oportunidades a gente tá em áreas e espaços que às vezes as pessoas nem imaginam nãoé então para vocês terem essa noção do tamanho da área de atuação de vocês e que vocês têm amplas possibilidades inclusive até Muitas vezes a gente algumas áreas a gente ainda tem até que lutar um pouquinho para nos fazer presentes porque né a gente tem um modelo extremamente centrado na figura médica mas de qualquer maneira está aqui tá aqui como áreas possíveis para se atuar
tá dentro da própria nutrição Clínica E aí quando a gente pega de uma dessas áreas eu vou falar aqui por exemplo da assistência nutricional em hospitais né em geral e spac clínicos que são áreas Vamos assim grandes áreas de atuação porque a gente tem né nem todos os lugares a gente vai ter lactário bancos de leite humano mas hospitais a gente tem né outros ambientes hospitalares Unidades de Pronto Atendimento então a gente consegue ver essa atuação um pouco mais visível como parte das nossas atividades obrigatórias está estabelecer e executar os protocolos técnicos do nosso serviços
de acordo com os níveis de assistência nutricional né então de Acordo com o nível de classificação nível primário nível secundário e nível terciário a gente tem alguns níveis de atuação né como que eu atuo em cada em cada área então para ações de internação nível primário né visita admissional avaliação de estado nutricional e diagnóstico nível secundário nível secundário nível terciário é um nível de alta complexidade a gente tá falando de hospitais né que a gente tem u CTIS doenças muito específicas hospitais Muito grandes de alta complexidade no nível primário muitas vezes a gente tá falando
de hospitais de baixa nem é Hospital muitas vezes a gente já tem até atendimento ambulatorial Tá mas níveis de menor de menor complexidade à medida que você avança a gente já tá falando de hospitais muito grandes com muitos leitos e com né atendimentos muito específicos né casos muito graves vamos dizer assim no nível secundário né como parte do nosso protocolo de atividade né A gente tem visita admissional 24 horas avaliação do Estado nutricional e diagnóstico A cada 10 dias e orientação nutricional na alta no nível terciário que é um nível bem de alta complexidade visita
admissional 24 horas visita diária avaliação do Estado nutricional e diagnóstico a cada 7 dias e orientação nutricional na alta isso aqui a gente tá falando no sentido da resolução do que seria o ideal né de como a gente trabalha e em ações de ambulatório a Gente pode trabalhar desde o nível mais básico né que é a orientação nutricional para alimentação saudável uma alta para um nível secundário de orientação ional específica então você pode ter uma patologia um agrave específico com um retorno ou alta e no nível terciário que talvez você tenha uma doença crônica que
precise de acompanhamento por maior período de tempo então que você tem uma orientação nutricional específica um possível Encaminhamento para atendimento em grupo retornos ou altas Então como vocês podem perceber a gente tem níveis de ação níveis de atuação conforme os níveis de complexidade das instituições que nos quais nós estamos inseridos e isso aqui auxilia organizar né as nossas os nossos Protocolos de nutrição dentro desses serviços tá eh Lembrando que além dessas atividades aqui a gente tem as atividades obrigatórias elaborar o diagnóstico Como Eu disse né então eu vou fazer uma avaliação do Estado nutricional daquele
indivíduo eu preciso elaborar uma prescrição dietética Com base no diagnóstico clínico e nas interações drogas e nutrientes ou nutrientes e nutrientes Eu Preciso registrar em prontuário dos meus pacientes clientes né a prescrição dietética que eu né estou fazendo para esse caso com uma evolução nutricional de acordo com os protocolos que são pré-estabelecidos Pela Unidade de nutrição e diética e eu preciso também realizar uma orientação nutricional na alta quando né possível estendendo aos cuidadores familiares responsáveis quando cber isso a gente tá falando de assistência nutricional em hospitais né Então olha Quantas coisas a gente tem para
fazer né dentro com aate das nossas atividades aqui além disso a gente também trabalha orientando e supervisionando a distribuição das orais trás Deixa eu Olhar aqui ver se eu tenho é bastante coisa é bastante coisa viu Monique eh então a gente orienta e supervisiona né Essa distribuição de dietas orais sobretudo interis verificando percentual de aceitação infusão e tolerância da dieta a gente vai falar isso posteriormente tá na aula dois eh interagir com nutricionistas responsáveis pela produção das refeições em procedimentos de parceria né elaborar os relatórios técnicos quando né a gente Tem situações de não conformidade
né quando tem alguma coisa que tá impedindo a minha boa prática Profissional ou que coloque em risco a saúde dos pacientes Então eu preciso elaborar um relatório técnico apontando quais são né as questões que estão ali atrapalhando o bom andamento e encaminhar o supervisor paraas as autoridades competentes quando couber né Porque caso tenha tem algum problema né Você tem um relatório lá muito bonitinho dizendo que você já Tinha apontado algumas dessas questões que podem estar atrapalhando a plena atuação né da da da do nutricionista sua enquanto nutricionista né então são muitas atividades são é bastante
coisa que a gente faz eh dentro da assistência nutricional dietoterápica vocês vão ter vocês terão a oportunidade né de Estágios se possível né ver como é que é isso fazer essas visitas avaliações entender como que é o fluxo e a dinâmica né Quanto quanto maior a complexidade né Ou maior o hospital maior esse fluxo mas eh é importante que vocês já tenham uma noção de como funciona isso desde já né de quais são as atividades que cabem a vocês né E aí como eu disse a gente tem parâmetros né mínimos de referência para atuação nutricionista
então se você tem um hospital de média complexidade você tem que ter pelo menos um nutricionista A cada 30 leitos e se você tem um hospital de alta complexidade casos muito graves né patologias Muito Específicas você tem que ter pelo menos um nutricionista A cada 15 leitos né Eh com uma carga horária semanal de 30 horas eh nem sempre a gente trabalha com a situação ideal tá Gente vou falar aqui para vocês como vocês já perceberam é bastante trabalho e às vezes a gente tem sim profissionais sobrecarregados dependendo da instituição que você tá inserida às
vezes é muito difícil né nem sempre você tem a quantidade adequada de nutricionistas para atuar na quantidade De leitos que tem ali então isso é uma realidade né a gente especialmente no SUS exatamente então a gente lida com uma realidade que nem sempre a gente tem o que é o que tá ali na resolução que seria o ideal e a gente tem o real né e dentro disso existem né a própria organização do serviço para tentar trabalhar dentro daquilo que é mais urgente aquilo que demanda mais os pacientes que precisam de maior né de maior
vamos assim todos precisam de Cuidados mas alguns pacientes que são pacientes mais críticos talvez precisem de maior atenção né D profissional né mas a gente tem uma referência é importante que vocês saibam quais são essas referências aqui tá de atuação de quantidade de quantas pessoas nutricionistas por leito enfim pra gente ter mais ou menos uma dimensão do tamanho do trabalho eh a gente também tem a resolução 689 de 2021 tá vendo super recente que Vai regulamentar o reconhecimento das especialidades em nutrição e o nosso registro né no âmbito do sistema do CFN e CN que
nos dá o título de especialistas Hoje em dia a gente tem muito especialista de tudo né a gente inventa até especialidades que as pessoas confundem especialidade com nichos de atuação né especialmente com os adventos da mídia social né então eu tô lá eu sou especialista em endometriose isso é um exemplo né mas Essa especialidade ela não necessariamente existe ela pode ser um nicho de atuação a especialidade ela confere um título e quais são vocês sabem Quais são as áreas de especialidade dentro da nutrição Alguém já teve interesse ou já teve curiosidade ou já ouviu falar
quais algumas Alguém sabe de alguma vocês não mirem aí são muitas ah Ótimo então a a Cláudia que foi a Cláudia que mostrou Paula ah maravilha eu vou relembrar vocês aqui então a gente tem um universo aqui então a gente tem desde a cardiologia cuidados paliativos endocrinologia metabologia gastro geronto nefro Oncologia terapia intensiva parenteral e enteral né todas essas áreas aqui são áreas de Especialidades e né Você pode conferir o título de especialista né para vocês não se esquecerem disso at na nossa turma Tem uma galera indo para onco é a gente tem muitas áreas
de atuação tem gente que tá na nefro né Tem um pessoal que ama né que curte gosta muito o cuidados paliativos é uma coisa relativamente nova né que a gente tem eu tenho ouvido falar de 4 anos para cá né Nós temos por exemplo poucos profissionais mesmo na nefro a gente é uma área bem tradicional mas a gente ainda tem poucos profissionais que atuam né geronto então gerontologia nem se fala então eh a Gente tem muitas áreas dentro da própria nutrição Clínica aqui cardiologia endócrino né nutricionistas que trabalham especificamente com diabetes pacientes com diabetes Então
a gente tem uma área enorme de atuação então a gente gosta sempre de trazer essas eh essas áreas para vocês para vocês ficarem atentos aí como possibilidades de atuação entendendo que também vocês não precisam seguir só uma área né às vezes vocês podem se apaixonar por Outras áreas se apaixonar por um tema né uma área específica E aí vocês seguem né e acabam se especializando um pouco mais e até tiram no título posteriormente né E aí a a gente avança aqui um pouco mais eh dentro do prontuário né então a gente falou um pouquinho das
nossas atribuições falamos da prescrição dietética eh Quais são as como como são as nossas atividades né dentro do dia a dia da área de atuação dentro da da área Hospitalar E aí a gente tem também o uma das coisas que a gente faz é a evolução do nosso prontuário né quando a gente pensa em prontuário conto pensando enquanto um documento legal no qual a gente vai registrar Tod a nossa atuação enquanto profissional a gente tem que entender que ele é um pouco diferente do prontuário médico tradicional né mas assim como o médico faz seu prontuário
a gente também tem nosso e a gente tem que atuar nele e tem que ler o do médico Porque a gente interage com uma equipe multidisciplinar né então você vai ter lá no contexto hospitalar você vai ter médico você vai ter enfermeiros você vai ter auxiliar de enfermagem tem pessoal da farmácia então o tempo todo em alguns momentos vocês né vão ter que trocar ler o material do de prontuário de cada um trocar fazer discussão de casos então é importante que vocês compreendam bem o valor dessa documentação né Desse registro então o prontuário médico ele
é Um né Ele tem ele é composto por alguns tópicos específicos ele tem que conter aqueles tópicos cada instituição vai colocar né a a vai organizar aquelas informações Mas no geral enquanto um documento ele tem alguns itens que são obrigatórios né então ele tem uma ficha de anamnese uma ficha de evolução uma ficha de prescrição terapêutica a ficha de registro dos resultados de exames tanto os laboratoriais como outros exames eh auxiliares Então você vai vai Ter toda a identificação do paciente a história clínica A Evolução médica diária evoluções de enfermagem e de outros profissionais assistentes
os exames laboratoriais radiológicos se ficou né outros exames de imagem o raciocínio médico hipóteses diagnósticas né e o diagnóstico daquele caso a conduta terapêutica as prescrições médicas e de enfermagem e pode ter também descrições cirúrgicas fichas anestésicas quando for o caso e por fim O resumo de aa né Então esse é esses são os elementos que compõem um prontuário médico agora nós temos um prontuário nutricional o nosso proto nutricional ele é um pouco diferente né ele vai com a gente vai falar primeiro do hospitalar ele vai ter dados de antropometria porque a gente precisa né
desses dados de antropometria de para fazer a nossa avaliação do Estado nutricional ele vai ter exames laboratoriais os exames que né condizem Que fazem sentido pro estado nutricional paraa condição Clínica daquele paciente ele pode conter deve conter exame físico ele precisa entrar naquela parte em que a gente dentro do possível né dependendo do Estado daquele paciente a gente de de loga com aquele paciente Ou seja eu tenho que ter hábitos alimentares preferências e aversões se tem intolerâncias e alergias alimentares se tem uma ingestão alimentar Como é que tá a ingestão a capacidade de ingestão Alimentar
dele se tá e a tolerância digestiva naquele momento a capacidade funcional se esse paciente tá acamado se ele deambula deambula no sentido de se ele tá conseguindo se ele consegue se levantar ele anda com dificuldade ele precisa de auxílio ele tem risco de queda ele é um paciente que tá só a camada ele precisa de ajuda para tudo para poder se trocar tomar banho precisa de auxílio da enfermagem Qual que é o estado geral capacidade funcional Inclusive com capacidade cognitiva daquele paciente ele é um paciente que ele tá né consciente ou não ele tá inem
como ele é um paciente muito grave né Então tudo isso vai estar né no nosso faz parte das informações que devem constar no nosso prontuário né A partir disso é que a gente com a coleta de todos esses dados né a gente consegue fazer uma adaptação da prescrição dietética né E aí dá dentro dessa adaptação da prescrição das Dietas que a Gente tem depois a gente vai falar na segunda aula dos tipos de dietas hospitalares que a gente vai entender um pouco mais isso né A a gente vai conseguir definir qual que é a consistência
dessa dieta né se esse paciente consegue mastigar ou não bem os alimentos né se ele consegue deglutir ou não esses alimentos né o tipo de dieta quantas vezes essa dieta terá que ser fracionada se ele consegue se alimentar por via oral ou se ele precisa fazer o Uso de sonda ou interal ou se dependendo do estado ou ele se ela via parenteral que aí você precisa de um né uma conversa com equipe né com o médico também eh eu vou definir a distribuição de macro e de micronutrientes mais importantes para aquele caso Clínico específico e
também vou determinar o valor energético total e mais uma vez eu tenho a assinatura o carimbo o meu CRN né como responsável e a data então isso são as características mais básicas de De um prontuário nutricional hospitalar é ali que eu vou evoluir né ali que eu vou estabelecer assim como o médico faz né estabelece o raciocínio médico estabelece o raciocínio de cuidados em nutrição aqui nesse momento né eu consigo ter os dados de eh avaliação de estado nutricional consigo estabelecer qual vai ser a minha atuação né dentro de como nutricionista eu vou relatar como
que é o tipo de prescrição dietética que eu tô fazendo eu dato e Depois ali também eu vou fazer a evolução né vou prescrever escrever na verdade a evolução do meu paciente ao longo de do acompanhamento dele né até posteriormente às orientações de auta Então isso é o que tem que conter dentro deste documento a gente também tem o prontuário nutricional ambulatorial né dentro do ambulatorial saindo do contexto hospitalar a gente também precisa desse documento né então eu vou vamos lá vamos imaginar que eu enquanto Profissional vou lá começar a atuar como nutricionista dentro de
com consultório como que eu vou documentar essa minha atuação né como que eu vou como é que eu vou coletar as informações do meu paciente então esse meu prontuário ele precisa ter data nome data de nascimento o nome do meu paciente gênero endereço contatos telefone e-mail a profissão a religião né Por que que eu pergunto sobre religião se ele tem alguma religião para Entender se ele tem alguma restrição alimentar por conta de questões religiosas eu vou perguntar por qual é o motivo da consulta do meu paciente né Eh como que eu posso ajudá-lo Qual a
expectativa do meu paciente com relação a essa consulta Inicial esse primeiro contato aí a gente vai perguntar outros hábitos de vida então se é tabagista se faz uso né Se fuma faz uso de bebida alcoólica como é a dinâmica dos do preparo das refeições Então quem prepara As refeições com Quem realiza as refeições se é o próprio paciente se tem outra pessoa isso né a gente tá falando do ambulatório como se o o ideal né é que o paciente ele consiga eh interagir com você mas às vezes você tem familiares acompanhantes que também vão te
dar essas informações né Depende muito do do público que você tá atendendo mas todos esses são Dados importantes e que vão entrar dentro do seu prontuário né A gente vai ver quais São as doenças então do história pregressa doenças anteriores doença atual tem alguma questão de saúde importante ou né que às vezes até motivou ou a sua consulta aqui a gente também vai perguntar intolerâncias e a possíveis alergias alimentares preferências e aversões alimentares eu vou perguntar sobre ingestão de água uso de suplementos e ou né medicações inclusive as medicações de uso contínuo vou fazer perguntas
sobre hábito Intestinal os hábitos alimentares no geral e a frequência de consumo de alimentos e aqui a gente pode utilizar eh alguns instrumentos específicos para fazer uma avaliação prévia então às vezes eu quero uma coisa mais eh se eu posso fazer Inicialmente um recordatório alimentar de 24 horas é para entender melhor e depois pedir para ele fazer um registro um diário alimentar isso é um exemplo para entender melhor o consumo dá para fazer Um questionário de frequência Então são ferramentas que a gente tem que podem compor esse prontuário né se tem alguma mudança no final
final de semana Alguma modificação né dos hábitos alimentares se pratica atividade física ou não os níveis de atividade física Então tudo isso né tem que tem que tá contido neste prontuário exames bioquímicos né aqui a gente citou alguns principais mas existem outros tá então hemograma glicemia perfil de colesterol né perfil De de gorduras os lípides triglicérides e a minha avaliação antropométrica então aqui a gente tem alguns parâmetros né pode ter peso estatura dobras cutâneas circunferências a gente vai definir isso de acordo com cada público específico que a gente tá atuando então se eu vou atuar
com adulto se eu vou atuar com idosos né Eh a gente vai avaliar né E aí você vai ter obviamente os parâmetros antropométricos que a gente quer utilizar para fazer essa avaliação Nutricional e a partir disso eu consigo ter elementos o suficientes para fazer a minha prescrição dietética e posteriormente a minha evolução nutricional e a mesma coisa assim como eu faço isso lá no prontuário do né do do do do ambiente hospitalar eu também vou ter aqui o consistência o tipo de dieta o fracionamento dependendo do caso a distribuição dos macro e micronutrientes de acordo
com o caso Clínico in testão o vete Assinatura o meu carimbo o meu CRN bonitinho e a data e posteriormente eu posso escrever uma evolução nutricional e possíveis adaptações naquela prescrição dietética dependendo né De quanto tempo de acompanhamento aquele paciente tenha lembrando o seguinte Andressa Por que que você fala tanto do prontuário né Por que que a gente você diz tanto dele enquanto um documento porque gente de fato eh é muito importante que vocês façam Isso muito bonitinho que vocês tenham isso muito bem documentado né para resguardar vocês e a atuação de vocês por isso
que a gente já começa falando disso aqui né e a gente dá como vocês percebem é muito diferente muitas vezes do que a gente vê às vezes no dia a dia do Médico né Parece que Ane mal tem tempo para te ouvir mas a gente nós aqui enquanto profissionais essa parte da em que a gente para para fazer a anamnese a escuta ativa do nosso paciente é muito Importante porque ela vai dar elementos muito valiosos para nossa avaliação Para aí sim a gente estabelecer esse diagnóstico e assim a gente conseguir fazer uma boa prescrição né
Deu para entender Até aqui ficou alguma [Música] dúvida tá tem Nados por quase de uma hora muitas anotações sim eh eu vou contar uma coisa para vocês conforme a gente vai né atuando né Depois de um tempo eu Atualmente eu não trabalho em hospital eu trabalho né dentro de consultório Eu costumo dizer que o primeiro contato com o paciente ele é assim o contato assim ele é valioso ele é valioso porque nesse momento a gente às vezes fica né tão ansioso né tem que colher todas as informações ele vai te trazer na conversa eh na
hora que você perguntar o Como eu posso te ajudar ele já vai trazendo muitos elementos né para você mas você Eh exercitar essa Escuta ela é muito importante ela é muito importante porque ela vai te trazer todos os elementos que você precisa tá então lembrem-se sempre disso né né a partir do momento em que eu converso com o meu paciente claro que às vezes dependendo do do ambiente que você tá você não consegue ter uma hora de consulta às vezes você vai ter 30 minutos dependendo do ambulatório que você tá mas é muito importante em
que que eu esteja aberta para ouvir as Coisas que o meu paciente vai me trazer porque esse primeiro contato é o momento em que você faz um um um um apanhado Geral do Estado daquele paciente lembra que eu falei lá atrás lá no começo que umas das né Umas dos princípios da dietoterapia é levar em consideração o estado estado não só o estado nutricional mas estado psicológico emocional daquele paciente a condição socioeconômica tudo isso tudo isso vocês Vão perceber nesse momento aqui nesse primeiro contato que você vai ter com esse paciente porque é ali que
você vai ter uma noção mais ou menos do que que pode funcionar do que que não vai funcionar porque não adianta nada né eu prescrever alguma coisa que aquele paciente não necessariamente vai conseguir acessar Pode ser que ele acesse às vezes não às vezes aquele paciente Ele tá num estado né ele tá passando por um processo ansioso um Processo depressivo e ele não tá conseguindo garantir eh fazer tá conseguindo fazer preparar as refeições dele então talvez seja mais difícil para ele né aderia a todas as propostas que a gente traz então esse momento aqui é
um momento fundamental né É antes de você se apressar ficar desesperado para fazer a prescrição dietética apure seu ouvido apure o seu ouvido porque é aqui que você vai ter todas as informações que Você vai precisar para primeiro acolher esse paciente né lembra a gente não a gente não trabalha com uma uma uma patologia né Eu não trabalho com a doença não trato a doença a doença às vezes está ali Ainda mais se é um paciente crônico que a gente vai conversar a gente vai falar um pouco disso eh às vezes esse paciente chega exausto
às vezes esse paciente chega muito insatisfeito às vezes esse paciente já Passou por outros profissionais que nunca pararam para ouvir o que ele tinha para dizer né Eh Às vezes a gente tem que direcionar né Porque se deixar ele vai falando de várias outras coisas né várias questões da vida dele Às vezes acontece Às vezes a gente tem que fazer um direcionamento mas ainda assim esse momento de escuta é fundamental porque aqui você consegue não só evoluir o seu prontuário e colher todas as informações que você tem como também criar uma Coisinha chamada vínculo né
o seu paciente precisa de alguma maneira especialmente os do ambulatório que talvez você vai ter um acompanhamento mais a longo prazo porque às vezes no hospital é muito curto o período que el tá lá é menor então é difícil você criar esse vínculo mais no consultório mais no dentro do do do ambulatório esse vínculo que vai permitir que ele né que ele confie em você que ele consiga trazer as Dificuldades dele que ele volte pros retornos que ele volte paraas consultas e É nesse primeiro momento esse primeiro contato de acolhimento que você já faz toda
a diferença tá então é importante que vocês se atentem para isso a gente colhe as informações que precisam mas ao mesmo tempo a gente abre os nossos ouvidos para ouvir o que que ele tem a nos dizer porque no que ele tem a nos dizer às vezes ele já emenda uma coisa com a Outra perdão gente ele traz informações ele já vem já fala se pergunta do Sono dele se ele tá dormindo Se não tá dormindo aí ele já fala já começa a falar do consumo de água do consumo do intestino Às vezes a gente
vai fazer fazendo perguntas no começo a gente vai fazendo perguntinhas né a gente fica igual um robozinho a gente tem um roteirinho e isso é muito bom a gente tem que ter um roteiro mesmo mas depois de um tempo você vai conversando com Esse paciente você vai criando eh intimidade com isso você vai criando facilidade você vai desenvolvendo essa conversa vai dando espaço para esse paciente falar você já vai colhendo todas as informações que você precisa E aí a coisa vai fluindo muito melhor tá bom Por isso que eu falo muito disso aqui nesse momento
E aí gente eh a gente tem um fluxo né um fluxo eh de como de de dos Passos da dietoterapia né então no Primeiro momento a gente faz uma avaliação nutricional dependendo do do do da instituição que eu estiver inserida primeiro eu posso trabalhar com uma triagem de risco né Inicial dependendo a quantidade de leitos que eu tenho então às vezes eu posso fazer uma avaliação subjetiva Global isso a gente vai falar talvez vocês já tenham visto isso em avaliação nutricional mas a gente também fala um pouco mais sobre isso em Nutrição do adulto e
do idoso mas inicialmente a gente faz uma boa avaliação nutricional para estabelecer Qual que é o diagnóstico nutricional daquele paciente posteriormente a gente vai fazer um planejamento da nossa conduta nutricional e a nossa prescrição dietética propriamente dita E aí a gente acompanha esse paciente e vai lá também fazendo a evolução nutricional o objetivo é que a gente chegue ao final Desse processo que esse paciente ou tenha né recuperado o estado nutricional dele caso ele esteja esteja em risco né paciente que existem muitos casos né maior parte existe um grande risco de um paciente está desnutrido
ou um paciente está comprometido ainda mais quanto mais tempo ele estiver de internação então A ideia é que ou a gente preserva o estado nutricional dele ou a gente recupera esse estado nutricional e a gente acompanhe ele até que ele possa receber As suas orientações de alta hospitalar tudo dando muito certo as coisas né fluindo relativamente bem claro que a gente sabe que nem todos os desfechos acontecem da melhor maneira Poss possível mas ainda assim esse é o fluxo que a gente quer seguir dentro da dietoterapia claro que para Além disso quando a gente tá
falando fora do ambiente hospitalar quando a gente tem um paciente crônico né que tem um acompanhamento de consultório de Ambulatório a gente também segue aqui na evolução nutricional e a gente segue em acompanhamento de retornos né porque às vezes a gente precisa reavaliar voltar um passinho atrás pra gente ver como é que tá funcionando aquela conduta nutricional porque às vezes ele não evoluiu tão bem então a gente precisa voltar entender o que que funcionou o que que não funcionou reavaliar fazer uma nova conduta e tudo isso vai ser documentado na evolução profissional não Profissional na
evolução nutricional daquele paciente né Eh Lembrando que às vezes a alta ela pode acontecer mesmo que a gente tem um paciente crônico a gente só espaça as consultas né então às vezes esse paciente ele tem consultas mensais né dependendo do caso do paciente às vezes né a gente tem mais de mensal mas muitos pacientes trabalham dentro das consultas mensais depois a gente começa a evoluir para consultas bimestrais trimestrais Às Vezes a cada se meses depois consultas de acompanhamento caso surja alguma novidade às vezes ele volta a fazer um acompanhamento mais intenso A ideia é que
em algum momento esse paciente ele tenha mais aut também para que ele não fique só dependendo de você para poder organizar a própria alimentação Mas dependendo do agravo crônico que ele tiver que ele precisa de um controle maior às vezes ele precisa de maior acompanhamento e Retornos e reorganização de Conduta e reavaliação né Isso faz parte do processo até ele ficar mais autônomo né Eh isso a gente tá falando de doenças crônicas mas a gente tem pacientes por exemplo fora do contexto da da dietoterapia da patologia mesmo em que às vezes a pessoa ela tem
algum aspecto específico dentro da alimentação que ela precisa cuidar ela consegue evoluir bem né ela tem o acompanhamento dela e depois ela sente que ela tem autonomia Suficiente para seguir E aí às vezes ela volta para consultas pontuais então às vezes tem pacientes que estão comigo eh Há do anos eu tenho pode parece raro Mas acontece S pacientes estão comigo há do anos nos 3 anos e que teve um período de maior tempo né de acompanhamento e depois esp passou essas consultas e às vezes voltam para fazer uma consulta específica só de né uma uma
atualização ou sentiu que precisa olhar para alguma coisa específica e depois volta a seguir Sozinho né Eh a gente não quer pacientes eternos né porque a gente A ideia é que em algum momento esta pessoa consiga organizar a própria alimentação que ela consiga ter autonomia para gerir a própria a comportamento né A questão alimentar que ela tem mas em alguns casos né alguns pacientes por exemplo eles precisam de um acompanhamento mais crônico dependendo da situação dependendo da do momento da vida então é importante que vocês entendam que essa Esses Passos eles podem acontecer novamente tá
dependendo do do da situação dependendo do caso dependendo do momento de vida né e que não há nada de estranho nisso né Mas a gente sempre trabalha pela autonomia para que a pessoa ela consiga engajar no Cuidado que ela com ela mesma que ela tenha condições capacidades funcionais para isso obviamente Mas para que ela consiga avançar aí sem necessariamente ter um nutricionista para dizer tudo que ela Tem que comer a todo tempo né porque isso também é muito difícil e isso complica bastante a adesão ao tratamento adequado até aqui vocês tudo bem ficou alguma dúvida
muita coisa tranquilo Maravilha gente então assim eu vou interromper aqui nosso compartilhamento para começar a nossa aula de hoje nós encerraremos por aqui Então hoje a gente a gente vez Suave né para vocês não assustarem na semana que vem a gente já Vocês já estão liberados na semana que vem nós vamos ter eh tem ter mais calma que tem mais Vanda semana que vem a gente vai vir para aula dois em que a gente vai falar os tipos de dietas e aí a gente vai estabelecer tipo de dieta fracionamento consistência as dietas hospitalares né Vocês
vão entender um pouco mais todo esse Universo de a gente Vai conversar um pouco mais sobre isso né eu vou eh hoje eu aproveito vocês descansem um pouco mais né se vocês tiverem alguma dúvida posteriormente vocês podem deixar eu vou liberar lá no no no fórum também dúvidas material eu vou subir o nosso cronograma e vou subir esses slides também para vocês terem acesso a isso tá E aí na semana que vem a gente volta paraa nossa aula dois para que é a continuidade dessa aula de hoje tá bom fora isso Vocês estão liberados vocês
não vão aguentar vocês por favor vocês podem ler lá o conteúdo né Eh o conteúdo já tá disponível lá na plataforma quem quem não leu ainda por favor já pode ir lá quero mais Leiam pode ir lá tem coisa para vocês prazer foi todo meu eh não sei se teve gente que entrou depois mas meu e-mail também vai est disponível lá junto com o programa da disciplina e aí a gente se vê na semana que vem às às 19:30 tá bom um abraço Para todos vocês boa noite tchau tchau l