Olá meus amores sejam bem-vindos ao meu canal eu sou a professora Alana e essa é a nossa terceira aula sobre o quinkas bor na nossa primeira aula eu te ajudei a entender o livro então Sabe aquele momento que você tá lendo o livro e não tá entendendo nada isso foi o que a gente fez na primeira aula na segunda aula a gente falou do que que o erge pode cobrar dentro desse livro para você e hoje a gente vai ver isso tudo na prática Então vamos ver com exemplos que que pode cair na sua prova
o que que a w pode cobrar e como que tudo aquilo que a gente falou na aula passada funciona na prática e uma questão [Música] não eu separei para vocês então gente alguns trechinhos do livro pra gente analisar pensando aí em possíveis questões elementos do edital o que que é R pode cobrar e aí a gente vai ver isso tudo junto agora tá bom então vamos lá primeira cena pra gente analisar Queres o avesso disso leitor curioso vê esse outro convidado pro almoço Carlos Maria se aquele tem os modos expansivos e Francos no bom sentido
laudatório Claro é que ele os tem contrários assim não te custará nada vê-lo entrar pela sala lento e frio superior ser apresentado ao Freitas olhando para outra parte Freitas que já o mandou cordialmente ao diabo por causa da demora é perto do meio-dia corteja o agora rasgad m com grandes aleluias íntimas também Podes ver por ti mesmo que o nosso Rubião se gosta mais do Freitas tem o outro em maior consideração esperou até agora e esperá-lo ir até amanhã Carlos Faria que não tem consideração a nenhum deles examinai o bem é um Galhardo rapaz de
olhos grandes plácidos muito senhor de si ainda mais senhor dos outros olha de cima não Ten o riso jovial mas escarninho agora ao sentar-se à mesa ao pegar no talher abrir o guardanapo em tudo se vê que ele tá fazendo um insignia favor ao dono da casa talvez dois o de L comer o almoço e o de lhe não chamar pascácio pascácio aqui gente é aquele cara que é bobo sabe simples bobo tonto enfim temos algumas coisas para comentar aqui então primeira coisa aqui a gente tem uma marca bem característica do Machado de Assis não
só aqui no quimas Borba mas em outras Produções dele também que é a interpelação do leitor Essa interpelação ela pode ser feita por meio dos verbos ela pode ser feita de várias formas aqui a gente tem literalmente um vocativo fazendo essa interpelação então o narrador ele vai conversar com o leitor ele vai falar diretamente com o leitor o que a banca pode explorar de vocês é qual o recurso está sendo usado para fazer isso nesse caso por exemplo a gente tem a menção direta né o vocativo quando você tem ali a presença da pessoa com
quem você tá falando mas a gente pode pensar também nas formas verbais a gente pode pensar por exemplo os momentos em que o narrador não interpela diretamente o leitor mas ele explica coisinhas pro leitor ele dá explicações para ter certeza de que o leitor tá ali com ele acompanhando tudo que tá acontecendo Então aqui por exemplo ele menciona né que ele demorou E aí ele explica ó é porque agora já é perto de meio-dia isso tudo gera um efeito que a wer já cobrou algumas vezes que é o efeito de aproximação narrativa de aproximar O
Leitor da cena da narração muitas vezes quase como se aquela cena tivesse acontecendo agora diante dos olhos do leitor temos aqui também a presença do Carlos Maria que é um personagem que é um pouquinho nariz em pé aqui ó mais uma vez essa presença do narrador falando diretamente com o leitor Então esse é um elemento que é bem significativo aqui nesse livro uma outra coisa interessante pra gente analisar aqui também é o modo como Apesar desse romance inicialmente publicado em lei Tins ele ser é narrativo ser um texto narrativo a gente tem diversos momentos em
que a gente vê a presença de outros tipos textuais como por exemplo aqui a descrição então aqui no meio da narração a gente tem assim ó é um Galhardo rapaz de olhos grandes plácidos muito senhor de si e ainda mais senhor dos outros reparem aqui também no jogo de palavras ó quase como uma antítese se e outros então a gente tem ideias que são contrárias né mas que não se anulam não chegariam a ser um paradoxo e que ajudam a construir até mesmo uma gradação aqui né porque ele é senhor de e é ainda mais
senhor dos outros então a gente vê que esse personagem ele se acha né ele é um cara que se acha uma característica aí bem marcante para o narrador do Carlos Maria que é um cara que se acha pausa pausa pausa porque eu preciso falar com você é rapidinho eu juro eu juro eu juro ó eu preparei para você um e-book de questões PR você treinar aí para o seu vestibular esse ebook já está disponível e você pode ter acesso a ele acessando o link que tá aqui nos comentários ou na descrição do vídeo você pode
acessar também pelo meu Instagram que eu vou deixar passando aqui na tela e ali tem questões que são baseadas gente na prova então preste atenção eu não tiro a questão do nada eu olho as questões antigas da werd olho como que a w cobrou aquele conteúdo como que ela constrói esse enunciado e monta a questão em cima disso ele não sai do dia pra noite porque eu tenho um estudo para fazer esse book para vocês para fornecer gente o melhor qualidade de material possível para vocês então ele tá muito legal questões muito muito muito parecidas
e eu espero que vocês gostem Tá bom vamos então pro próximo exemplo trouxe um outro trechinho que na verdade é modo de falar né gente porque isso aqui é um trecho mas porque ele tem uns elementos que eu acho bem importante da gente comentar também para ilustrar tudo aquilo que a gente falou nas outras aulas O pior é que ele despendia todo o ganho mais era dado a boa xira reuniões frequentes vestidos caros joias para mulher adornos de casa mment se eram de invenção ou doção recente levavam lhe os lucros e presentes futuros Salv em
comidas era escasso consigo mesmo ia muitas vezes ao teatro sem gostar dele e a bailes em que se divertia um pouco mas ia menos por si que para aparecer com os olhos da mulher os olhos e os se tinha essa vaidade singular decota a mulher sempre que podia e até onde não podia para mostrar aos outros as suas venturas particulares Era sim um rei candal mas restrito por um lado e por outro mais público e aqui façamos juz a nossa dama a princípio C deu sem vontade aos desejos do marido mas Tais foram as admirações
colhidas e a tal ponto o uso acomoda a gente as circunstâncias que ela acabou gostando de ser vista muito vista para o recreio e estímulo dos outros não façamos mais Santa do que é nem menos para as despesas da vaidade bastavam lhe os olhos que eram ridentes inquietos convidativos e só convidativo podemos compará-los a lanterna de uma hospedaria em que não houvesse cômodos para óp a lanterna fazia parar toda a gente tal era a lindeza da cor e a originalidade dos emblemas parava olhava e andava para que escancarar as janelas escancarou as finalmente mas a
porta se assim podemos chamar ao coração essa estava trancada e retrancado aqui temos a nossa querida Sofia não é mesmo minha gente essa personagem aí que uns amam outros odeiam uns adoram outros veneram nossa querida sosô e o seu marido o palha essa cena Ela é bem intrigante porque ela mostra bem a característica desses personagens assim como a cena do Carlos Maria que a gente viu que é um pouco mais nariz em pé que se acha o palha gente ele gosta de exibir a Sofia quase como se fosse um objeto um colar uma pedra preciosa
então aqui a gente vê um retrato da objetificação da mulher e também um retrato de como palha gosta de se colocar nessa situação em que ele exibe a esposa para os outros então nós vemos aqui ó que sempre em todas as oportunidades ele gostava de ver a mulher sair né ali comos para que as pessoas ficassem olhando e admirando e É engraçado porque a gente tem aqui uma construção que ela é antitética né Ela traz a antítese Então a gente tem o podia e o não podia mas esse não podia ele justamente reforça essa ideia
do sempre sempre não dá ideia de eternidade Então como que a gente vai falar de uma coisa que é maior que o eterno aqui é possível porque esse eterno ele tá associado ao podia só que depois ele é associado também aos momentos em que não podia Ou seja é mais que sempre é realmente sempre sempre sem prisão e é interessante que aqui o narrador ele convida você a fazer uma reflexão sobre a Sofia porque ele quer explicar pra gente que na verdade no começo a Sofia ela nem queria muito fazer isso né só que ela
foi fazendo porque o marido dela quis e aí ela foi gostando de ser admirada Essa é a parada em relação a Sofia gente ela gosta de ver que ela é aquela mulher desejada Essa é a grande vaidade da Sofia Então ela começa a fazer aquilo né gostando um pouquinho mais como a gente tá vendo aqui mas ele deixa Claro que não É porque ela tá apaixonada por ninguém né ela não tá ali com o coração aberto para outros homens na verdade é por conta da sua vaidade aqui também a gente tem uma comparação a figura
de linguagem da comparação entre os olhos de Sofia e uma lanterna de uma hospedaria então a gente vê mais uma vez a presença das figuras de linguagem aqui no meio desse discurso então percebam que até agora a gente falou do Carlos Maria a gente falou da Sofia a gente falou do palha e todos eles simbolizam características humanas características que estão presentes não só na sociedade lá de 1800 e blá do Machado mas também na nossa sociedade até hoje todo mundo conhece um cara que gosta de objetificar a sua esposa todo mundo conhece alguém que é
nariz em pé todo mundo conhece uma mulher casada mas que gosta de ser vista admirada e que gosta de receber atenção os personagens do Machado eles muitas vezes vão fazer a gente refletir sobre as nossas práticas sobre a nossa sociedade sobre coisas que a gente faz até hoje claro que a gente não poderia sair dessa aula sem falar da alegoria das batatas isso aqui gente para muitos alunos é o terror desse livro quando esse livro caiu na Fuvest todo mundo desesperado tentando entender aí o que que significava essa teia das batatas Vamos ler e entender
então essa história aí supõe tu um campo de batatas e duas tribos famintas as batatas apenas chegam para alimentar uma das Tribos que assim adquire forças para transpor a montanha e ir à outra vertente onde há batatas em abundância mas se as duas tribos dividirem em pais as batatas do campo não chegam a nutrirse suficientemente e morrem de inanição a paz nesse caso é a destruição a guerra é A Conservação uma das Tribos est termina a outra e recolhe os despojos daí a alegria da Vitória os hinos aclamações Recompensas públicas e todos os demais efeitos
das ações bélicas se a guerra não fosse isso Tais demonstrações não chegariam a dar-se pelo motivo real de que o homem só comemora e ama o que lhe é Aprazível ou vantajoso E pelo motivo racional de que nenhuma pessoa canoniza uma ação que virtualmente a destrói ao vencido ódio ou compaixão e Ao Vencedor as batatas o que que ele quer dizer aqui gente basicamente essa ideia das Tribos famintas ela serve para para representar a ideia de que existem dois grupos e que nós temos batatas para esses dois grupos porém se os dois grupos pegarem essas
batatas os dois grupos vão morrer por qu gente porque não tem batata para todo mundo então ele explica aqui ó as batatas elas só são o suficientes para alimentar uma das Tribos Então qual é o natural Gente o que que precisa ocorrer a guerra e não a paz para que uma das Tribos extermine a outra e consiga sim ficar com as batatas então Então é assim ó se as duas tribos dividirem essas batatas as duas vão morrer Então tudo bem que pelo menos uma tribo fique com as batatas e sobreviva quem perdeu ódio ou compaixão
Quem ganhou leva as batatas Isso aqui vai trazer uma crítica a um movimento que estava muito popular no século XIX que era a ideia do Darwinismo Social o que que é essa ideia do Darwinismo Social gente assim como a gente tem toda a teoria da evolução do Darwin que vocês estudaram lá na escola de vocês existia um grupo de pessoas que tentava aplicar essas teorias à sociedade o que a gente sabe que não faz sentido né mas existia essa galera que tentava aplicar Então se o Darvin explica pra gente né que os seres eles vão
competir e que os mais adaptados muitas vezes vão sobreviver vão se reproduzir os menos adaptados vão desaparecer né ele vai explicar todo aquele processo que ele vai chamar de seleção natural a ideia do Darwinismo Social era justamente uma tentativa de usar esses princípios para justificar as desigualdades atrozes a competição mordis que a gente vivencia a galera que defendia isso defendia que assim como na natureza beleza os mais fortes eles vão prosperar e os mais fracos eles vão ser e de modo natural excluídos oprimidos e realmente ficar na situação degradante que muitas vezes a gente vê
hoje esses indivíduos né só que eles tentavam justificar Isso é óbvio que essa teoria ela foi muito criticada né por isso que ela aparece aqui também né Essa essa alegoria das batatas que faz uma referência ao darmin ismo social é uma crítica na verdade porque essa teoria ela tenta justificar coisas que muitas vezes são elementos de injustiças de corrupção como por exemplo a pobreza a desigualdade como se elas fossem naturais sem falar gente que essa teoria do Darvin dismo social muitas vezes ela foi usada para tentar trazer legitimidade para ideais racistas ideais imperialistas enfim esses
ideais que consideravam algumas pessoas Nações comportamentos como superiores e outros como inferiores Então essa foi uma aplicação uma tentativa na verdade de aplicação equivocada das ideias de Darwin eh Às nossas aos nossos comportamentos a nossa sociedade e isso vai ser que cado no Quinas Borba então a alegoria das batatas ela é justamente uma referência a essa Tentativa do Darwinismo Social e uma referência obviamente crítica né Eh chega a ser irônico porque o Rubião ele é ele ele acha que ele entendeu isso tudo né Ele acha que quando ele ganha ali aquela herança ele se torna
o vencedor que conquistou ali por meio da batalha e que agora ele vai viver as batatas só que no final ele foi explorado por todos os amigos dele e ele acaba sozinho então ele se achava ali a tribo vem Vencedor e na verdade ele acaba como vencido trouxe também gente uma cena pra gente analisar da dona tuni agora aquietada a imaginação e o ressentimento Mira remira alcova solitária recorda as amigas do colégio de família as mais íntimas casadas todas a derradeira delas desposou aos 30 anos um oficial de marinha e foi ainda que reverdece eu
as esperanças à amiga solteira que não pedia tanto pois com que a farda de aspirante foi a primeira coisa que lhe seduziu os olhos aos 15 anos onde iam eles mas lá passaram 5 anos cumpriu os 39 e os 40 não tardam quarentona solterona Dona tunica teve um calafrio olhou ainda recordou tudo ergueu-se de golpe e deu duas voltas e atirou-se a cama chorando aqui nesse trechinho eu queria chamar a atenção de vocês para duas palavras quarentona e solteirona esse sufixo gente Ona ele traz para essas palavras um tom pejorativo quarentona solterona esse tom pejorativo
ele vem justamente gente Dessa expectativa social que era trelada às mulheres lá no século XIX Por que gente a as mulheres elas tinham que casar jovens preferencialmente para serem boas esposas boas mães o casamento aqui não é visto só como um desejo de amor da dona tunica não gente não é casamento é o caminho e natural vamos dizer assim né e até mesmo esperado para as mulheres porque aquelas que não se casavam elas não só enfrentavam esses estigmas mas também elas tinham que lidar com as questões econômicas provenientes de você não conseguir se casar as
mulheres aqui não tinham grandes oportunidades de trabalho para serem empresárias igual a boc rosa e ter muito dinheiro então o casamento ele oferecia justamente essa segurança financeira é importante a gente lembrar também que sempre que a gente fala de trabalho de mulheres trabalhando a gente tá fazendo um recorte histórico e social então o casamento ele oferecia mais segurança financeira para essa mulher porque tradicionalmente o marido era mesmo visto como provedor da família então para muitas mulheres casar não é só um desejo de amor ou de E fora a questão da do Papel social do estatus
para essas mulheres muitas vezes casaram uma necessidade mesmo para garantir um futuro estável inclusive uma fofoca aqui histórica em muitos lugares gente casar também era uma forma de você ter garantias legais porque muitas leis elas não eram Eh autônomas vamos dizer assim não sei se essa seria a palavra ideal para as mulheres elas não e lidavam com essa autonomia das mulheres então essa autonomia ela era limitada e as coisas tinham que ser aprovadas pelo marido então a dona tanica essa questão delas ter essa preocupação com o casamento ela não é só por causa do amor
mas ela é principalmente por causa de esp ativas sociais e necessidades mesmo que as mulheres daquela época passavam penúltima cena a cena em que o Rubião tá ali com a Sofia se declarando para ela né gente Ai que vergonha que vergonha essa cena Mas vamos lá Rubião lembrou-se de uma comparação velha muito velha apanhada em não sei que décima de 1850 ou de qualquer outra página em prosa de todos os tempos chamou aos olhos de Sofia as estrelas da terra e as estrelas os olhos do céu tudo isso baixinho e trêmulo Sofia ficou pasmada de
súbito em endireitou o corpo que até ali Viera pesando no braço de Rubião estava tão acostumado a timidez do homem estrelas olhos quis dizer que não caçasse com ela mas não achou como dar forma a resposta sem rejeitar uma convicção que também era sua ou então sem animá-lo a ir adiante daí um longo silêncio com uma diferença continua Rubião Ai meu Deus vamos lá as estrelas são ainda menos lindas que os seus olhos e afinal nem sei mesmo que elas sejam Deus que as pôs tão alto é porque não poderão ser vistas de perto sem
perder muito da formosura mas seus olhos não estão aqui ao pé de mim grandes Luminosos mais Luminosos que o céu ah gente eu imagino essa cena gente eu imagino gente meu Deus meu Deus ah dá vergonha ele aí gente dá vergonha ele aí porque a Sofia não quer nada com ele coitado e ele tá ali se declarando para ela mas vamos falar do que interessa ó comão aqui gente ele vai fazer uma comparação entre os olhos da Sofia ali e as estrelas e a é uma comparação que vai figurar em uma linguagem lírica e esse
lirismo ele muitas vezes vai ser Justamente que vai trazer um ar ainda mais cômico para essa cena quando nós leitores sabemos que a Sofia ela não tá interessada nele né aqui ao mesmo tempo em que a gente tem a comparação com as estrelas a gente tem uma hipérbole ó os olhos mais Luminosos que o céu que que é uma hipérbole é um exagero Então temos aqui a hipérbole temos também ó as ideias de alto e perto o aqui também reforça essa ideia do perto mostrando mais uma vez uma antítese uma relação de antítese então várias
figuras de linguagem que contribuem pra Construção dessa linguagem lírica na cena e aqui eu chamo atenção também para uma coisa que eu erge cobro às vezes que são as relações de referenciação ó eu tenho ela fazendo referência a quem Sofia Sofia não veio antes do ela então isso é uma referenciação anafórica lembrem-se de que isso pode cair na prova de vocês relação de anáfora e catáfora anáfora é quando o termo faz referência a outro que vem antes catáfora faz referência a um termo que ainda vai ser dito que vem depois vamos para a última que
esse vídeo já tá enorme Olha só Rubião estava arrependido irritado e envergonhada no capítulo 10 deste livro ficou escrito que os remorsos desse homem eram fáceis mas de pouca dura faltou explicar a natureza das ações que os podiam fazer curtos ou cumpridos lá tratava-se daquela carta escrita pelo finado kincas Borba tão expressiva do Estado mental do autor e que ele ocultou do médico podendo ser útil à ciência ou a justiça se entrega a carta não teria remorsos nem talvez legado o pequeno legado que então esperava do enfermo na Casa Presente era uma tentativa de adultério
certo que ele suspirava muito e tinha ímpetos interiores mas foi só a animação indiscreta da moça e a própria exitação do momento que o levou a fazer a declaração repelida passados os vapores da noite não era só vexame que sentia mas também remorsos a moral é uma os pecados são diferentes pra gente fechar só queria fazer referência a mais um elemento linguístico que é interessante que é é a questão da metalinguagem Meta linguagem é a autorre referencialidade do texto é quando o texto faz referência ao próprio texto a meta linguagem pode aparecer também de outras
formas por exemplo uma meta canção é uma música que fala de uma música Um meta teatro teatro que fala de um teatro aqui um capítulo fazendo referência a um capítulo isso aqui aparece bastante nesse livro Pode ser que a werge cobre isso de vocês e fiquem atentos também a outros dois recursos que são a presença forte do discurso indireto livre e da vero sim milhan mas a gente vai falar deles na semana que vem fazendo exer meus amores eu espero que vocês tenham gostado desse vídeo Espero que ele tenha ajudado porque lembra do que eu
sempre falo para vocês não adianta só entender eu preciso saber também como que aquilo cai numa questão para acertar a questão Às vezes tem um aluno que sabe muito fala muito sobre aquele assunto mas na hora de acertar a questão ele não consegue então o nosso objetivo com essas aulas é quebrar isso fazer com que você consiga ali acertar gabaritar a prova de linguagens e pensar meu Deus que bom que eu estava preparado desse jeito foi a prova de linguagem então espero que você tenha gostado semana que vem a gente vai ter o nosso último
vídeo da série quin casas Borba em que nós vamos fazer exercício agora é a hora da avaliação é ver se você tá preparado mesmo se você Tá acertando as questões Tá bom então gente grande beijo para vocês tchau