เฮ [Música] [Música] [Música] He He he he [Música] [Música] [Música] [Música] [Música] เ เฮ [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] Fala rapaziada, mais um dia aí, domingão vibrando, feliz com a tua presença. Vamos começar mais um FL podcast. Eu sou O Fala Globo. Você tá no canal que é a casa dos polícias, meu irmão. Hoje mais um polícia. Um polícia, pô, que muito tempo o canal queria receber ele. Eu queria receber, vocês queriam que o canal trouxesse esse convidado. Vamos para mais um F GL podcast. Mais um dia épico, memorável com sargento
Farru. Fala, Glauber. Olha, demorou, mas estamos aqui. A correria é gigante. A correria é gigante, mas nós tiramos um tempinho para vir aqui falar com essa Galera aí. Estamos preparado aqui para responder os questionamentos, contar um pouco da nossa vida, da das ocorrências, né, que é o que interessa para esse povo aí. Ocorrências polícia. Trabalhei em área de fronteira, imagina, né? Tem muita coisa, muita coisa aí. Pancadaria, tiro, [ __ ] no lombo e bala no rabo. Estamos aí firme para responder. Muito bom, muito bom. É isso aí, meu irmão. Sabia que quando esse cara
chegasse aqui ia ser no padrão do fala Globrando, meu Irmão. E o Fag Globo começa, mano, volta só falta você, parceiro. Vai, vibra. Vibrando total, irmão. [ __ ] isso aí é uma lenda, né, cara? Aí, meu irmão, já começamos vibrando, meu irmão. Eu sou apaixonado por antigão. Antigão, falo isso já várias vezes. A polícia que tem hoje, o novinho que tá entrando, vibrando, postando a fotinha dele para a viatura novinha, graças ao antigão que patrulhou de fusquinha, patrulhou de golzinho Velho, voiagin velho, fez a história acontecer. Você falou uma coisa, Fusquinha, trabalhei com Fusquinha.
944 era o prefixo da viatura. Um Fusca. Nós estourava o pau, rapaz. Vagabundo pulava o muro. Quando virava a esquina já pulava, porque sabia que o pau tourava, sabe? Não tinha conversa. Trabalhei com Fus, trabalhei com Brasília, tinha aquele tempo lá no Paraná tinha um sistema de módulos, né, modular, então tinha quatro na cidade de Maringá. Então Tinha uma Brasília 76, 767, 768 e 769. Era o prefixo das bichonas. Às vezes tinha que empurrar as bichos para pegar, mas depois que pegava ia para cima dos vagabundos. Então trabalhei com esses carros aí, o nosso tempo
era diferente. Então a gente hoje nós vivemos num mundo de adaptação, né? O sargento Faú tem certas dificuldades até com o palavreado, com a forma de se politicamente correto aí fica patrulhando 24 horas por dia. Mas eu não Tenho medo não, tá? Eu não tenho medo não. Eu fui acostumado, fui fui desmamado, né? com leite no peitão da minha mãe. Não tem. Então aqui não tem conversa, não tem medo de cara feia, não tem medo de vagabundo. Nunca tive. Eu encarei vagabundo, pau e bala em vagabundo. Trabalhei no tempo que era era dois cara e
não tinha reforço para vir. Não. Reforço se precisasse o cara tinha que pôr a farda, vir pro batalhão para vir te ajudar. Era dois só na Cidade e dava conta do recado. Era bala para todo lado. Não tinha tinha medo não. Energia, né, irmão? Energia. Foco. Olha, eu falo, eu tenho orgulho de falar desde desde a minha mais terra idade, que eu entrei na Polícia Militar, jovem 18 para 19 anos, desde que eu coloquei a farda da Polícia Militar, que eu saí pra rua para fazer o melhor, para fazer o melhor e encrencar com vagabundo.
Eu sempre fui um cara Respeitador da família, sempre tive esse, né? Você abordava ali um veículo, pai de família, criança atrás, rapaz, um tratamento digno já para não constranger o cara. Mas o cara tá lá. Ah, minha habilitação tá vencida, rapaz. Tem problema não. Tô procurando bandido, cara. Vai lá, renova sua habilitação lá, cuida da sua vida, tratar o cara com dignidade para ver que polícia tá ali para olhar feio e para tratar mal, vagabundo. Agora que chegou com conversa Fiada, eu peguei um cara vindo de três caras vindo de Guaíra, tudo com passagem pela
polícia, tudo vagabundo. E veio e pulsamos, puamos o carro 2 horas da manhã ali em Perobal, região de Travo, não achamos nada no carro do cara. Aí eu falei pro cara, o cara tá com imposto atrasado, tudo e mas enfim, falei pro cara, rapaz, eu tô achando estranho você vi de Guaíra uma hora dessa. Se eu ando onde eu quero no Brasil, eu ando do jeito que eu quero. Falei: "Não, no meu Plantão, já chapuletei o pé do do ouvido dele e fiz: "Você some da minha frente que eu não achei nada". Mas eu recolho
esse carro e te enfio na cadeia, vagabundo. Três vagabundos. Aí no outro dia teve uma palestra com o major falando sobre direitos humanos e tal e mostrando polícia que foi preso. Eu falei: "Ih, tô [ __ ] Vou lá pedir desculpa esses cara, então tô fodido". Mas era três vagabundos. Os cara tá acostumado quis folgar em mim porque não Tinha nada. Acho que não deu certo de trazer, sabe? Acho que não conseguiram comprar ou não deu certo de trazer e porque tava liberado. Nós vamos folgar nesse polícia aí. pegou o cara errado, se fodeu comigo.
Eu falei: "Aqui não, vagabundo. Aqui não. Aqui você vai pro pau. Tendo ou não tendo. Você é vagabundo. Tava com cara cheio de passagem, sabe? Cumpriu pena, querendo bater boca com com sargento Faur, rapaz. Aqui não, aqui não tem conversa para Você. Aí saíram com a cabeça mujer. O outro ainda falou: "Cala a boca, nós vai morder a pé". Falei: "E vai mesmo". E debaixo de pancada, entendeu? vagabundo, vagabundo. Então aquela área ali, os cara, eu peguei alguns que você sabe que o cara foi buscar e não deu certo. Ou muitos que levam carro, sabe,
Glauber? Levam veículos roubados, furtados pro Paraguai, aí volta numa boa, não tem nada, né? Porque já levou. Aí peguei um, peguei dois cara, peguei o celular do Cara, mas tem que ter autorização para mim para olhar no meu celular. Falei: "Você dá autorização?" A pistola no ouvido, né? Do Sim senhor. Então dá aqui. Eu olhei, rapaz, tinha um vídeo do cara passando na ponte, o cara filmou, o cara teve, ele filmou a caminhonete, dá para ver até um aqueles aqueles crucifixos, sabe? Que o o dono pendura no retrovisor, tava até ali pendurado com uma caminhonete,
uma uma da da Volkswagen, uma Amaroca e Na frente um Voyagem. Aí ele na pressão, né? falou: "Não, eu tava levando a Amaroque e o Voyagem da frente é o rapaz aqui saiu de São Paulo, levou e atravessou e filmou". Aí eu levei pra delegacia, o escrivão falou: "Ah, mas tem que ter esses furtos lá em São Paulo, senão não tem como enquadrar". Eu falei: "Mas tem o furto?" Ol o cara falou que que roubou e tá levando o vídeo aí. O vídeo tá aqui, ó. O cara atravessando E falou: "Mas dois em cima da
ponte, atravessando o Brasil, Paraguai". Então, quer dizer, você tem que apertar porque se não tem nada porque ele tá vindo, ele não traz dinheiro porque não é ele que recebe, é tudo tudo feito através do sistema, né? Porque lá tem o intrujão, o cara que compra, tem o cara que passa, então é tudo certinho. Ele não tem nada que que incrimine ele, só que esse bosta pegou e gravou. Aí enquadramos os dois, levamos pra delegacia e responde pelo Crime de pela receptação, né? E e por ter levado o veículo para lá. Então, ocorrência desse tipo
aí toda noite, porque eu era um cara que fuçava. Eu quando eu trabalhava dentro da cidade de Maringá, eu trabalhei tanto na rádio patrulha fardado como trabalhei no serviço reservado paisano. Tinha uma barba igual a sua, assim, uma barba mais, mas a minha era tudo lazarenta, sabe? Não tinha, não cuidava não. Minha barba era lazareta e para botar medo no Vagabundo mesmo. Trabalhava com com um golzinho e era pau em vagabundo o dia inteiro. Tinha vez, eu tinha tolerância zero também para vagabundo. Quando sabia que era vagabundo era tolerância zero. Tá com duas pedras de
caque cana para sujar a tua ficha, sujar teu nome. Então eu eu fazia cinco viagens. Tinha uma escrivã lá que a hora que ela me via filha da [ __ ] de novo esse homem perturbava. Falei: "Não, estamos aqui para trabalhar". Teve uma vez que nós Nós locamos um ônibus, rapaz, para levar vagabundo, arrombamento, fizemos uma operação e olha, um tava com ferro de passar da vítima, um tava com liquidificador, um com bujão de fomos na umas 10 casas. Aí pedimos para um amigo meu, tinha um microond, chegamos na delegacia, escribamos: "Pelo amor de Deus,
eu não aguento". Mas aqui ó, tudo vagabundo em fragante de receptação. Arrombaram duas casas num bairro lá e repartiram toda, rapaz, as coisas da Vítima. Dá dó de ver aí. Depois eles falam o bagulho. A vítima falou: "Tá vendo? Ainda tá chamando minhas coisas de bagulho". Falei para você ver o que que vagabundo que por isso que eu vagabundo para mim é no [ __ ] na bala. É por causa disso, porque eles humilham as pessoas, pessoas de bem. O cara compra uma televisão para pagar em 10 vezes. O cara vai lá e rouba. E
sabe o que que ele faz? Ele troca por cinco pedras de craque, rapaz. 50ão, R$ 100, Uma televisão de R$ 1000, R$ 1500, R$ 2.000. Eu cansei de ver isso aí. Dentro de boca. Você entra dentro de boca de traficante, principalmente de caque ou de maconha, bucha de maconha. Você, o que você acha de relógio, tênis, coisas assim pequenas que o cara furta ou que ele mesmo, o pai dá, ele vai lá e e troca em droga. Você televisão e toca CD, o pensar, rapaz. Boca é uma coisa. você você carrega um uma caminhonete de
tanta coisa que tem Dentro dessa. Então eu trabalhei no serviço reservado, então meu foco sempre era grande parte era em cima da da de droga, sabe? Porque a droga, o grande problema do tráfico de droga nessas cidades é que ele gera muitos outros crimes. Ele gera o furto e o roubo, né? O furto rou porque o cara se vê a a droga fala que é barato, R$ 10 uma pedra, mas ela se torna cara porque o cara fuma duas, 3, 4, 10, 20 por dia, ele não aguenta bancar, honestamente. Então ele tem que praticar furto,
roubo ou então vender um pouco para poder conseguir fumar ali. Então ele ele gera muitos outros crimes. Aí começa a matar, começa a matar para dar exemplo, começa a matar para para por disputa de território, né? Então o cara tá vendendo aqui, o cara tá ganhando dinheiro, o outro aqui vem, tá, manda matar. Então é uma desgraç. Então você pô a mão num traficante, é um alívio pra sociedade. É um alívio. É uns dias que dá, quando o Cara tá vendendo bastante no bairro, ali é furto, roubo todo dia. Aí você pega dois, três ali
e faz uma operação, dá um sossego pra sociedade uns dias ali, o cara fica tranquilo. O cara não pode deixar uma mangueira no no jardim, não pode deixar uma bola de futebol de uma criança, o vagabundo por noiado p para trocar na na [ __ ] da droga. Então, quer dizer, e eu bati muito em cima disso aí, sabe? Bati muito em cima. Trabalhei, acho que cinco ou se anos com um Golzinho ali, uma equipe, minha equipe é doutrinada também, porque, né, você pega o cara, o cara se adapta, o cara fica com você porque
sabe o seu estilo de serviço. Se não fica, fal sargento é louco, vai, acabar arrumando cadeia para nós. Aí vai para outra função, mas os que fica porque gosta do negócio. Aí vira uma bola de neve, cada um quer fazer e vamos fazer. Sargento, eu recebi uma denúncia de uma casa, vamos estourar. Nós fazia na frente da minha Casa, paz, nós parava o golzinho e fazia no chão os riscos de de com pedra assim, ó. Você entra aqui, você estoura a porta aqui, aí eu entro por aqui e tal, e aí chegava lá todo mundo
de joelho no chão e tal e e aí ia procurar o bagulho, achava droga, achava essa mombada roubada tudo aí. Tá bem bacana, muita, muita, muita coisa atuante, sabe? Muito firme mesmo. Gostava de perturbar vagabundo, perturbava mesmo. Isso é o que a internet hoje chama de Polícia raiz. Sim, sim, com certeza. Exatamente. É, é, é isso aí mesmo. Polícia raiz não tem medo de nada, arruma encança. Só que é o seguinte, você começa a desenvolver o trabalho e e e até o próprio comando seu vê que você é bem intencionado, que você tá produzindo, que
a sociedade tá agradecendo. Ele ele a sociedade organizada começa a ver que você tá trabalhando, então você tem um apoio. Claro que ninguém vai, né, vai responder Uma bronca no teu lugar, mas o o comando ele começa a te dar um apoio, começa a te dar, ele te dá viatura para você trabalhar, você chega lá, fala: "Eu preciso dar o Faú, tem que pega uma viatura aí, arruma uma viatura pro Faú que tem que trabalhar". Então ele começa te dar, o vagabundo vai reclamar lá e dá uma tabelada no cara, vai advogado no batalhão, sabe?
É porque o Faú abordou, não, se abordou é porque teu cliente é vagabundo e tal. Então dá uma tabelada, O cara fica meio agora se pega um comandante frouxo que quer já fala: "Não, deixa comigo já recolhe você, já te fode". Então, mas eu tinha apoio, graças a Deus tinha apoio porque trabalhava, sabe? Era bem intencionado, cara. Via que rendia, ele levava o nome da da polícia militar do Paraná. Então, é, era bacana. Então eu trabalhei em várias, desde o primeiro dia eu já falei para você que eu vesti a farda da Polícia Militar para
trabalhar. Eu saí Para fazer o meu melhor e o meu melhor era infernizar vagabundo. Muito bom. Muito bom. Gilson Cardoso Paur nascido em Londrina, Paraná. Muito bom. 35 anos de polícia. Não, não são 3 anos e meio, né? 35 anos é chão, hein? Muito bom. E sempre na, na na operacional, sempre, né? trabalhando em algumas funções, Rádio Patrulha, Rádio Patrulha, eh, reservado, né, que chamado a P2, que é Só para para identificar a vagabunda. Na verdade, a gente tinha que fazer identificação e chamar a tropa para agir, mas quando era coisa assim que dava para
encarar, já ia nós mesmos lá e resolvia. Quando era uma um negócio mais maior que tinha mais vagabundo, chamava apoio da Choque, da Rotanda, da Rádio Patrulha, vinha estourar. Falou: "Ó, o esquema é o seguinte, a casa é tal, já tá tudo levantado, é só cair para dentro." Tinha um juiz lá em Maringá, Ele ele Dr. Devanir da segunda vara, o cara era bom, chegava lá que fazia o ofício pedindo busca e apreensão. Um dia eu lembro que ele pegou o ofício, eu fiz o ofício, ele leu, pegou uma caneta, virou o ofício de costa,
falou assim: "O pedido de de busca e apreensão". Ele falou: "Vai lá, faz a busca e apreensão, fica à vontade, só não me mata o cara". Eu falei: "Não, deixa comigo". Aí fomos lá, estouramos, tal, o cara tem mandado, tá aqui o papel, idiota. Então, bem, bem Top mesmo, trabalhar com apoio. Ministério Público gostava, chegava nos promotores, fala: "Eu preciso de uma busca, tem denúncia". Ia lá, falava com o juiz, dava busca e apreensão. Aí era mais gostoso ainda. O vagabundo é folgado, né? Ele já chega pedindo papel, né? Folgado. Folgado. E tem uns que
o advogado parece tá na esquina. O cara já chega na na cola, rapaz, junto com a polícia. Chega, toma aí o papel, [ __ ] Aí o papel tá aqui, ó. Aí o cara fica olhando com cara de bobo, sabe? Ele vem e fala: "Puta, esse cara tá com papel". Aí, então hoje em dia você vê, eu tenho um entendimento, eu tenho um entendimento de que o que o a droga, a posse da droga dentro da casa, a a presença da droga dentro da casa, ela caracteriza o fragante continuado. O cara tá com droga, ele
ele tá em fragante 24 horas por dia. Hoje já tem juízes, eh, principalmente de instâncias Superiores, tá liberando o cara já. Porque você, por exemplo, você vê um cara correndo, eu teve um caso esses dias que eu critiquei, cara, entra para dentro de casa, a polícia entra atrás, o cara tá com droga, lá dentro tem mais droga, aí faz a prisão do cara, o cara foi absolvido em segunda instância porque não tinha papel, não tinha busca e apreensão para entrar. O cara tá em fragante, [ __ ] O cara tá em fragante. Então, entendimento hoje
tudo Para beneficiar vagabundo, entendeu? Então, no meu tempo não tinha juiz, era era raiz também. Tinha muito juiz raiz. Então chegava na eu sou do tempo antes da da Constituição de 88 que eu já tava nativa, que eu sou sou praça de 83, o delegado dava busca e apreensão. Imagina, chegava no delegado um parceiro de serviço, doutor, eu preciso de uma busca para tá o papel aqui, vai lá e [ __ ] Então era era top para caramba. Hoje é uma merda, mas ainda dá para Trabalhar. O cara tem vontade de dar para trabalhar. E
tem muita molecada nova aí. Claro que hoje em dia, né, o cara, o cara tem rede social, o cara posta fotinha, tal, bonitinho, mas tem muito cara, eu tem uma molecada aí que gosta de pegar vagabundo, matar vagabundo, então eu eu me dou bem que esses essa molecada gosta também da gente, porque a gente apoia, eu tenho mandado eh documento, ofício para tudo quanto é lado desse Paraná e elogiando Ação policial, porque eu acho que o incentivo é é muito e é produtivo. Quando eu recebi incentivo da sociedade organizada, ó, parabéns pelo serviço, incentivava. Então
tem que elogiar essa molecada aí que tá indo para cima de vagabundo, mostrar que eles não estão sozinho e que eles são parte importante da engrenagem de segurança pública. E a polícia motivada vai trabalhar muito mais, muito mais. Falta um pouco isso, né? O polícia fica um pouco carente ali porque ele valor só é criticado. Muitos estados já tem um salário de merda, ainda não tem incentivo, não tem apoio, tudo que faz tá errado. Sim. Ah, que errou. É, falou e, né, muitas imagens manipuladas também que mostra o cara inferniza você meia hora que você
dá um bufetão, só filma o bufetão aí tá [ __ ] Então eu falo pro pessoal, hoje Nós vivemos num grande Big Brother, tem que tomar cuidado. Quer dar um [ __ ] rapaz? Puxa para trás da cana. Tem que saber fazer. Eu é antigão aqui, ó. Expondi umas bronquinhas, mas tudo escapulindo para lá e para cá. Irmão, deixa eu me adequar aqui o antigão raiz, porque vou fazer uma correção. O meu relógio está errado, tem que ser para baixo. Ah, esse aqui sabe por quê? Aí, ó. Ó, quero ficar antigão também. Quero ser raiz,
porque eu valorizo o raiz, ó. É assim que usa agora, ó. Pô, antigão que é antigão. Eu ve, lembro do meu avô, meu irmão. É relógio. Chamei de vedo, não tá, irmão. O problema é que o esse o relógio é o seguinte aqui, ó. Aí se você precisar dar na cabeça do vag, eu já quebrei uma uma uns três vídeos de relógio dando na cabeça de vagabundo, sabe? E então é é aqui, ó. Então é eu gosto de Usar assim. Aqui é firme. Muito bom. É isso aí. Antigão que é antigão usa relógio assim. Tô
aqui agora, agora tô adequado. É, mas esse meu irmão, muito bom. Nem só de história engraçada vive o polícia, né? Tem a troca também. Tem um caso seu conhecido, repercutiu para caramba, foi da SW4. Teve uma situação como é que fo foi isso foi bem complicado porque eu sempre falo, né, ó, tem muita gente que Gosta de jogar videogame, tem gente que gosta de jogar futebol, tem gente que gosta de ir na balada, o sargento Faur gosta de prender bandido. Então, sempre, a minha diversão maior sempre foi essa, quando pegava e falava perdeu pro vagabundo,
para mim era um êxtase, sabe? era era a mesma coisa que fazia um gol na final do campeonato. Então eu eu sentia prazer naquilo ali. Então eu saía de casa focado para buscar o vagabundo, para buscar. Então tinha aquelas Figurinhas carimbada que você ia receber na denúncia, então você já ia para cima e tinha aqueles flagrantes que você dá em cima de de focado, de olhar e tal, já vi achar e pegar, entendeu? Coisas absurdas aí que você pega, o cara parece que não tá fazendo nada. uma abordaginha simples. Ali você pega um autor de
um homicídio, um ator de um autor de um roubo grande que teve semana passada para um relógio, um detalhinho mínimo ali, uma coisinha, você vai pegando o Fio da meadaa, vai pegamos o cara que que assaltou a joalheria, o cara que assaltou a casa, que humilhou, que matou uma criança. Então, e focado sempre sabendo que o vagabundo tá ali, o vagabundo vai agir ou já agiu, porque o vagabundo vive disso. Então lá eu as figurinha carimbada dava uns pescoção no cara, eu sempre falava, falei assim, eu não sei nem porque eu tô batendo, mas ele
sabe porque ele tá apanhando, ele fez. Então muita uma vez eu peguei um Vagabundo no centro ali, rapaz, eu não sabia de nada. Peguei o vagabundo acostumado com furto e tal, peguei o cara, enfiei dentro da viatura de madrugada, falei: "Agora nós vamos conversar". E fui pro lado da da da zona rural, falei: "Eu quero saber". Ele falou da Govia, que é uma relojaria que tem lá. Eu nem saía de [ __ ] de Gia. Falei: "É da Gia". Sim. Falei: "Então eu tá, o fulano tá com as peças tal". Aí foi, pegamos o tal
do fulano, ele eles Tinham furtado um moststruá de joia com 150 correntes de ouro. Aí sabe o que que eles fizeram com as correntes? Empenho horário na Caixa Econômica de Londrina. Ainda tomaram no cu dobrado, porque além do furto, eles ainda responderam pelo crime contra a União, porque a Caixa Econômica é federal, né? Aí a Polícia Federal assumiu a bronca e enquadrou os cara. O gerente teve que se explicar porque pegou 150 aquele empenhorará, né? E pega o dinheiro e deixa o ouro lá. El Nunca mais vai buscar, né? Porque eles não tem nem. Então
aí o cara, o dono da da relojaria falou para mim: "Não, a moça pegou, né, para atender os cara". Aí eles pediram o outro mostrou, ela deixou em cima da mesa, simplesmente catou e vazou. E eu peguei o cara de bomiro, peguei o cara andando de madrugada, fui para cima do cara e o cara falou: "É govei". Eu falei: "É isso aí mesmo". Pegamos o cara. E teve uma outra também que foi bem engraçado, Rapaz. Arrombaram uma loja de calçados, uma loja de calçado lá em Maringá e cagaram em cima da mesa do gerente. [
__ ] pensa no cara que ficou [ __ ] O cara subiu p uma árvore, aí tinha uma marquise e tinha a vidraça do segundo andar. O cara entrou, rapaz. O aí o o gerente chegou de manhã, ficou puto da vida, ligou direto pro parceiro meu de equipe que era amigo dele, falou: "Pô, aí nós saímos num domingo, rapaz". O cara o cara roubou, fez o furto lá, Ainda deu uma cagada. F em cima da mesa do gerente aqui, cara. Filha da [ __ ] Acertou a mesma gerente, acho que mais bonita, né, que tinha
no escritório. Ele cagou em cima e levou, mas levou um monte. Aí o gerente me chamou e mostrou no mostruário lá da da loja. Falou: "Ó, desse tênis aqui levaram tanto, desse levaram tanto". Aí, engraçado, né? Isso foi num domingo de dia que nós saímos na cola. Andamos o dia inteiro, quando foi de noite, cara, vem o carinha de Bicicleta pedalando, aquele tênisão amarelo, coisa mais linda do mundo. Eu falei: "Ah, ó o tênis aí, ó, é vapo no cara", sabe? Aí falei: "Tá, o cara quis, né, tá?" Dem um aperto no cara e nó
falou: "Não, foi da loja ali e tinha uns 40 par de tênis, sabe? E ele levou nós numa bocada lá, mas onde que tinha distribuído. Nós recuperamos 39 par de tênis dos 40 que foi furtado. Só um que ele ele vendeu com a dona de um de um hotel. Nós fomos no hotel, pegamos a Mulher e a mulher falou assim: "Puta aí eu passei para um cliente e o cliente é de outro estado e foi embora. Mas eu pago em dinheiro. Falei: "Você vai pagar lá na loja?" Para mim não. Você vai. Mas então, quer
dizer, o cara recuperou todo o prejuízo dele, rapaz. Só de o o o vagabundo ali com tenisão andando de bicicleta no centro noite ali. Então, quer dizer, é aquele negócio, é você ir em cima, fazer as coisas com gosto, porque daí as coisas acontecem, tá? Nós Procuramos domingo o dia inteiro, aí à noite falei, vamos continuar aqui. Os parceiros ficava louco à vez, pô, mas tem jantava aqui. Jantar, a polícia janta, rapaz. Onde se viu isso? Janta amanhã, pô. Amanhã. Amanhã. Olha só. O único prejuízo então que ficou foi a cagada na mesa, né? Porque
cagada na mesa. O cara cagou aí, mas o cara pagou caro também essa cagada, hein? Levou um monte De pescoção, porque é desaforo, né? O cara tá desafiando ali não só a vítima, como tá desafiando a autoridade, né? cara cagar em cima de mesa. Eu conheci um caso, já que nós estamos falando em merda aqui, eu conheci um cara lá em Camorão, mas o cara vivia preso, cara. Vivia preso e só que ele saía com três, quatro dias, ele saía, ele fazia arrombamento e vivia. Aí um belo dia ele entrou na casa de um juiz
para furtar. Olha o que que Ele fez. Cagou dentro do liquidificador e bateu a merda. Que isso, cara? Aí, rapaz, ele foi preso e sumiu, hein? Aí o juiz segurou. Falei: "Agora o senhor segurou, né? Agora a merda foi pro teu lado, né?" Aí segurou. Mas quando era na casa dos outros, o cara saía com três, quatro dias, mas sumiu, saiu de circulação, cagou dentro do liquidificador na casa do juiz e bateu a merda. Pensa num juiz que ficou [ __ ] Falou: "Faú, me pega esse cara". Falei: "Não, mas é mole para mim dentro
de uma cidade. Eu trabalhei em Gamorão também, né? Falei: "Ute informante." Eu falei: "Eu preciso". E o cara tava contando para todo mundo. Caguei na casa do cara. Então, hora que pegamos o cara dormindo, rapaz. Falei: "Puta que pariu, mas então para você vê que vagabundo ele é ousado. Ele é ele é ousado. Ele e e ele é é complicado. Então tem que ir para cima mesmo, apertar o bicho que o bicho geme. Muito bom. Muito bom. Mas olha só, nem só de história engraçada vive o polícia, né? Tem a troca também. Tem um caso
seu conhecido, repercutiu para caramba, foi da SW4, teve uma situação como é isso aí? Isso foi bem complicado, porque é você se arrisca de todas as maneiras, né? Primeiro no no trânsito, né? Rodovia. Nós estávamos ali em Perobal, é uma é uma é uma região numa rodovia que que vai para pro Paraguai, liga o Paraguai por dois caminhos, tanto para Guaíra como por FJE do Iguaçu, né? Então tem um trevo grande ali pra frente, dá uns 5, 10 km de Perobal ali nós estávamos em cima do canteiro com a viatura. Chegou a informação com um
roubo na cidade de Sea Norte, dá uns 50, 60 km dali, falou uma SW4 tá na tá vindo na rodovia, tem uma viatura atrás, mas tá longe. Aí nós se quando nós estamos se posicionando, aí vem a [ __ ] Deu ódio para parar, mas que nada, né, bicho? Passou, passa no veneno a caminhonete SW4, né? Tal diesel, [ __ ] [ __ ] Passou e nós saímos atrás. Nós tinha uma Hilux também normal, né? E saímos na cola. Aí o que que foi? o o X da questão ali que ali tem o trevo que
vai para para Alto Piquiri, é um trevo grande, um balão grande. Então o cara pega na mão certa aqui, ele anda uns 400 m para poder entrar na pista lá. E nós aí o motorista meu entrou na contramão. Na contramão com 50 m você faz todo esse Caminho. Então foi aqui, ó. O cara foi, nós saímos no rabo dele. Já saí no rabo dele metendo bala de fuzil. Foi pá, bala de fuzil. E o cara foi aí tem um trevo de de alto piquiri que dá uns 5, 6 km ali nós perseguindo esse cara. Ele
com a com a SW4. Eu vi, rapaz, parece que foi um filme que passou na minha frente assim em câmera ali. É bem incrível isso aí, sabe? Quando você tá tá focado naquele carro ali. Primeiro que o motorista quase que bateu de frente com Caminhão, com ônibus. Eu gritando Paulo, Paulo caminhão e ele vai. E o cara ficando [ __ ] né? que você gritando no ouvido dele, ele dirigindo, ele quase que falou: "Pega essa [ __ ] aqui e dirige", né? E ele puxou, puxou muito, foi pro acostamento. Eu falei: "Ó, foi um inferno
aquele ali." Aí nós na cola do cara. E é um risco [ __ ] na perseguição de tomar acidente, né? Fod Sim. Matar inocente e morrer. Aí Quando chegamos no trevo, o trevo é aqui. Você entra, você faz o trevinho, ele a pista vai embora reta, mas faz aqui para quem, quem quer entrar em alto piquiri. Aí uma uma Ford, rapaz, aquela F250 duplada. Eu vi, o cara fez assim, ó, entrou no trevo e eu falei: "Não vai parar". Ele pegou e cortou. Aí a SW4 veio, bateu bem na frente dela. Pegou sorte, né? Que
pegou no motor da, jogou o motor da F250 30 m distância. Só para você ter uma ideia. Pensa no motor de uma F250 duplada, jogou a 30 m e a SW4 deu cinco pulo. Puf puf puf p capotou. Caiu lá no meio do mato. Aí nós chegamos com a viatura freiando aquele pista cheia de bagaceira do acidente, né? E nós na cola ali, rapaz. E o motorista freiou e derrapando em cima de pedade de farol, de pedal de lata. Aí corremos lá, cercamos a SW4 capotada, tava de ponta cabeça com as rodas para cima, o
cara gritou lá de dentro. Você acredita? Se quiser. Ô seu Faur, não me mata não. Falei que filho da [ __ ] rapaz. O cara já já sabe que eu que tá na cola dele ali, o cara aí tiramos o cara de bai de pancada, levamos lá pra viatura e já os caras da SW4 tinha sete pessoas dentro. Desceu, tinha acho que três mulheres e quatro homens. Pensa ns homens que desceu bravo lá de dentro, rapaz, porque também, né? Quase morreram. Desceram, já vieram para cima do cara para bater e arrebentar o cara. Eu falei:
"5 minutos para vocês Só". Tu os cara da F250 da F250 que era fogo para dentro dos caras que arrebentou o cara no pau. Falei: "Agora chega senão você a ocorrência é minha." É agora a ocorrência é minha. E o tá e foi, né? Essa ocorrência foi bem intensa mesmo, né? Depois começou a chegar as viaturas que tava na perseguição e chegando a 150 por hora. E eu falei: "Se Nós não morreu nem no acidente, nem no tiro, agora a viatura acaba de matar, né? no meio da pista ali, viatura chegando. Então aí o cara
ainda, para você ver, né, o cara era era o cara era fugitivo de cadeia, só que ele tava com o documento do irmão dele. Ele nós entregamos ele em Alto Pigiri, que é a delegacia próxima ali e tal. E quando eu cheguei na justiça para ser ouvido sobre a ocorrência, o nome do cara era outro. Eu falei: "Não, o nome do cara era Outro". Aí o juiz explicou para mim, falou: "Não, na delegacia fizeram a coleta de impressões digitais". Aí identificou-se que na verdade ele tava usando o documento do irmão porque ele era fugitivo, mas
eu falei: "Bom, tava em flagrante, né? Tava em flagrante, então ficou preso, depois foi identificado, aí já foi cumprido o mandado de de prisão, a recaptura, né? Porque era fugitivo do sistema prisional. Então essa ocorrência aí eu Lembro para que nós entramos na contramão ali, a contramão dá uns 100 m, você pega a pista, né? Você entra na pista principal. Eu falei, se tivesse vindo um caminhão, um carro ali, dificilmente consegue escapar de um acidente. Mas é aquele detalhe que você ou se nós tivesse ido atrás dele pelo pelo trajeto normal, tinha perdido. Pegava mais,
tinha perdo, porque as duas as duas viaturas era era Era idênticas assim em termos de motor, porque a nossa é uma caminhonete Hilux e a outra uma SW4, o mesmo motor, né, o 3.0. Falei, então ali não não pegava mais. Ali chegava um determinado ponto, que que o cara fazia? O cara havia uma brecha, parava e vazava. A gente recuperava o veículo, mas não pegava o vagabundo. E pegamos o vagabundo e foi bom que o a vítima tava como refém de outro vagabundo. Aí ele contou. Aí nós avisamos a polícia norte, foram para Cima, o
vagabundo recebeu a polícia no tiro lá e eh, né, pegaram e e libertaram o refém e o vagabundo fugiu. Aí no outro dia o vagabundo tava com uma um abismo, acho que desesperado, tal, foi atropelado por um caminão e morreu. Foi pro Zimpa também. o o outro parceiro do que nós prendemos. Então, foi uma ocorrência que me chamou bastante atenção, porque primeiro que eu eu lembro que nós já tiramos de fuzil e o cara falou para mim depois, né, o preso Falou assim o aí eu tive vendo o tiro do fuzil, ele ele ele entrou
no naquele capu traseiro, né, na traseira da da SW4. Ele varou o banco, pegou essa lateral do banco aqui, varou o painel e foi embora. Aí o cara falou para mim assim: "Sargento, a hora que o tiro de fuzil passou, eu senti o deslocamento de ar. Eu senti que doeu o meu rim. Achei que eu tava abaleado. E foi só o deslocamento de ar do tiro de fuzil. Passou aqui do do da lateral das costas Dele aqui. Para você ter uma ideia que como é que o o tal do vagabundo ele ele tem pacto com
o Satanás, né? Porque passou, rapaz. E eu vi tiro ali que então ele ele escapou da morte ali umas 10 vezes ali e aí foi foi trancado. Então essa ocorrência me chamou bastante atenção. Foi uma foi uma ocorrência muito top. A adrenalina 1000. Aí depois você vê tudo o que que você fez. Falei: "Puta que pariu, como é que a vida da gente não vale nada nessas Ocorrências aí?" Então foi bem top mesmo. Se coloca em muito risco, né, cara? Pô, o acidente ali. Ah, e por isso que eu falo e e muitos poucos, muito
pouco dá um valor nisso, né? Porque se você sai uma cagada ali, é pau em cima do polícia, né? Pagar com ser de viatura. É, é, sei lá, é um tanto de de chamado de de louco, de irresponsável. Mas o seguinte, e aquele aquele velho ditado, você vê as pingas Que eu tomo, mas vê os tombos que eu caio, né? Então, quer dizer, você chega com ocorrência limpinha lá, o cara preso fala: "Aí, ó, é mole". Mas tudo isso aí você tem que tem que tá focado, tem que tá com vontade, senão não pega. Se
você não se arriscar, rodovia, tudo você falou em rodovia, principalmente droga, contrabando, cara, tudo é risco, né? Tudo é risco. O cara vai porque os caras não, entre aspas, né? Eles não tm o que Perder. Então eles ultrapassa pelo acostamento na contramão. De vez em quando um se explode debaixo de um caminão lá. Eu tenho visto lá alguns alguns contrabandistas, né? se explodindo traficante também, droga espalhada aí no raio de 50 m, tá aberto de maconha, de cocaína, esparramada e o cara morto dentro do carro, né? Mas isso ainda quando tromba num camião, porque se
tromba num carro baixo mata uma família, Você entendeu? E a polícia no na cola com um pouco mais de responsabilidade, mas também, né? Porque se você obedecer o trân, você não pega o cara que tá fugindo. Isso aí, isso aí é o dia a dia da estrada, né? Ônibus inteiro ali só de armando de você, você se adapta ao seu ambiente, né? Eu tinha trabalhado, meu último, minha minha meus últimos anos de serviço foi rodovia, mas antes eu tinha Trabalhado dentro das cidades, né? Trabalhei, trabalhei em Curitiba, fiz curso sargento lá e tinha era usado
operacionalmente. Trabalhei em Maringai, trabalhei em Camorão. Então você se adapta à rotina da cidade, que é diferente da rotina da rodovia, né? A rodovia o cara tá passando ali, você tem que que descobrir, tem que pegar. Aí, e a rotina das cidades, você trabalha mais com informação, Vai. Ou então aquele fragante que vira viatura, vê o cara, já aborda e já pega, né? Mas é mais com informação, né? Trá de drogas, tá? Fulano tá tá vendendo, tem uma boca em tal lugar, fulano vem. Os caras lá em Maringá, eles estavam fazendo o seguinte, eles vin,
eles pegavam a pedra, eles colocam na boca, sabe dessa parada, né? Eles coloca na boca, enche a boca com 20, 30 pedras e fica vendendo ali. E o filha da [ __ ] Engole a pedra. Engole a pedra. Só que aí outros deixam, ele tá numa praça vendendo, eles deixam escondido a pedra e o dinheiro. Aí chega o cliente, ele dá uma disfarçada, vai lá e busca. Aí nós pegamos o piar, tinha uma informação, o pião. Pegamos o piá, rapaz. E o piar não é, não tenho nada, não tenho nada. Onde que tá? Não tem
nada, não tem. Mas, rapaz, eu dei um tapa de mão aberta nas costas dele. Eu acho que aquela eu acertei, sabe? Mas pegou de chapa que Ele chegou a vibrar. Aí ele falou: "Ah, tá ali". foi lá e atrás de um matinho tinha uns Rosais e umas 30 pedras. Aí foi bacana. Aí falou assim, aí depois no em juízo, ele falou que tava esperando o ônibus ali. Aí o promotor perguntou para mim, sargento, quando eu fui no ouvido em audiência judicial, o promotor perguntou para mim, passa ônibus naquele local que ele tava ali? Eu falei:
"Não passa". Passou o ônibus ali, faz mais de 10 anos que não Passa. O ponto mudou e 3 horas da manhã também não passaria. mesmo que tivesse o ponto. O promotor falou: "Só essa pergunta que eu tenho". Quer dizer, o cara foi dizer que tava esperando, negou todos os fatos, né? Que tava com a droga e tudo, né? Que sendo que para pro delegado ele confessou tudo, mas disse que confessou porque apanhou. Falei: "É mentira dele." Évou um tapa só, confessou porque é molenga. E e aí no promotor ele veio com essa conversa mole E
tem uns que escapa, sabe? Teve um vagabundo lá que eu peguei. Olha, olha que que interessante essa história. Nós estava procurando um vagabundo lá em Maringá, um tal de gaúchim, vagabundo, vendedor de craque. Tudo conhecido já. A informação tava chegando, né? O cara tava vendendo bastante a informação chegando, chegando. Um dia nós estava indo com a nossa a nossa viatura ela era descaracterizada, mas todo mundo Conhecia. Era um golzinho em prata. Ele virou de bicicleta. Vai virou e parou. Falou: "Ah, vocês estão me procurando?" Falei: "Estamos procurando folgado. Estamos procurando sim". Aí eu observei, Gber,
ele urinou na calça, começou a escorrer urina no asfalto assim, mas tudo bem, né? O cara deve ter ficado nervoso. Falei: "Tem alguma coisa aí?" É, tem um negocinho aqui e tal. Ele tinha 57 pedras de craque e R$ 30 no Bolso. Ele falou: "Tenho 57 pedra e três eu vendi, tá? Os trintão aqui." Falei: "Fragante". Fechou a conta delegacia for de prisão e fragante. Chegou lá na delegacia, ele ligou pra filha dele ainda, falou: "É, eu caí". a filha dele com que que é aqueles negocinhos e tal, quer dizer, beleza, né? Chegou na delegacia,
contou tudo, como é que funciona. E o dia que eu cheguei em juízo, era uma juíza Substituta, eu entrei na sala, ela falou para mim assim: "É, o réu negou tudo no fórum e negou, negou tudo na delegacia e negou tudo no fórum." Eu falei: "E eu confirmei na delegacia e confirmo no fórum." Aí o réu da tava lá, né, com aqueles olhos de coruja dele lá e é tá, mas o senhor me humilhou e eu porque eu eu falei, eu humilhei, mas você mijou nas calças e eu não tenho culpa de você. Eu comentei
no BO porque eu acho que é Interessante pr pra ação dizer que você urinou nas calças porque você tá nervoso, porque você tá cometendo um crime, porque eu se for abordado pela polícia, eu não urino, não tô devendo [ __ ] nenhuma. Então se urinou, então eu quis dizer assim, né, eu usei aquilo ali, não vai te humilhar, você que é um babaca. E aí o acontece, ele foi liberado, ele foi absolvido. A juíza acreditou na palavra Dele e não na minha, mesmo com a materialidade da droga, do dinheiro. Só que daí 15 dias depois
ele foi preso pela Polícia Civil com a moto furtada, uma arma, um carro furtado e 1 kg de droga. Aí eu peguei o jornal e falei pr pra juiz aqui, ó, o cara que a senhora você tá me ameaçando? Eu falei: "Não, eu tô só mostrando pra senhora que ele é bandido e aquele dia ele tava culpado, a senhora inocentou ele. Mas a senhora tem o poder e eu não virei as costas e fui Embora." Mas você entendeu? E depois ele ele arrumou pra cabeça. E um dia eu fui abordar ele nesse inteirinho. Ele falou:
"É, você vai colocar coisa em mim como se na primeira eu tivesse colocado". Entendeu? Parecia você é bem vagabunda. Acreditou ainda. Tava, ele acreditou na mentira dele. Ele acreditou na mentira dele, então. Entendeu? Aí depois e ele era cantor da noite, sabe? Cantor, cantava nos nos bares, tales E só passando. Cantava duas músicas e vendia 10 pedra. Então é é é bem interessante. Mas depois ele polícia civil engatou ele, ele acho que pagou pelos crimes dele e podia até ter um um uma ocorrência maior, né? Um crime maior. O cara tava com arma, certamente meteu
o cano na cara de alguém. É. tava com dois veículos ali que uma moto e um e um carro furtados, tava com Ou no mínimo receptação ou tava roubando e com a droga. Então, quer dizer, o cara é crínico geral, né? Faz tudo quanto é tipo de crime para ganhar o dinheirinho dele, vagabundo. E a Eu fico [ __ ] porque a juíza acreditou nele e não em mim. Então eu até entendo que a justiça tem que se preocupar com, né, com provas e tal. Eu tô com Então vou falar para assim, então doutora, eu
arrumei, eu arrumei 57 pedras, arrumei o dinheiro, arrumei, Então montei tudo, joguei água na cueca dele para falar que ele mijou, fiz tudo essa [ __ ] aí. Então é, você fica revoltado, sabe? Igual uma mulher uma vez que nós pegamos vendendo droga também, foi bem interessante. Era uma casa, ele vendia marmita, eles faziam comida para vender a marmita, né? Mas é uma casa de família. Lá tinha pai, mãe, as filhas e tinha um menininho até de 12 anos, rapaz. Até fiquei com dó. Ele tava com a roupinha para ir pra Escola, sabe? Mas não
tem culpa da família que tem. Eu quando eu eu peguei um cara arrombando uma casa, Glauber, o cara tava descendo com a escada vap com a TV na mão. Aí peguei o cara, o cara falou: "Não, eu dou uma boca para vocês, vocês me liberar". Eu falei: "Onde que é a boca?" Aí mostrou a boca. Ela perto do estádio. É, eu tava seco naquela boca lá já para pegar, sabe? Aí fomos lá. Quando eu corri para dentro da boca, tinha uma menina, uma gordinha, 16 anos, ela Travou na porta assim para mim não entrar e
eu travei. Ficou aquela uma pressa só. E ela ela para lá e ela para cá e ela era fortinha. Até que ela desistiu, eu empurrei, ela saiu correndo e jogou o negócio no vizinho. Aí eu engatei ela, abordamos todo mundo e fui lá numa bolsinha no vizinho de pedra, cocaína, diab tava com tráfico ali. Aí dentro da casa tinha R$. Aí chegou na delegacia, Eu entreguei a pedra, entreguei o dinheiro. Sabe o que ela falou? Esse dinheiro não é meu, sargento que colocou para mim incriminar. Nem falando pro delegado, não dá para devolver. Então, doutor
é 1500 1500 rapaz. Agora eu vou tirar 1500 do meu bolso. Ganhando uma merda. Ganhava lá sargento da polícia só para dar cana, né? Para dar cana nela. Vai. Ah, pelo amor de Deus. O delegado até achou engraçado. Eu falei: "Não, doutor, ela tá certa. Devolve meu 1500 aí." Ele não então você entendeu como é que a mente desses caras é a mentalidade de Jirico, rapaz. Acha que polícia é besta, é [ __ ] né? Então é são centenas de ocorrências dele, irmão. Tem muita coisa nessa cabecinha aí, [ __ ] de antigão. Ó, quem
tá em Casa aí, ó. [ __ ] esqueci que meu relógio agora tá no padrão antigão. [ __ ] é aqui, ó. É assim, né? [ __ ] meu irmão, uma horinha só de transmissão. Tem muita coisa pela frente ainda. Não vai embora. Fica aí, tu vai passar um domingão aqui, meu irmão, maravilhoso, com a gente, pegando essa lenda aí, ó, botando tudo aqui no FalaGlobo Podcast, rapaziada, já tá lá no nosso grupo do Telegram, grupo Exclusivo do Fagram. Sargento, vou te pagar uma missão, tem essa moral? Vamos botar um conteúdo exclusivo do sargento lá
no Telegram ou então você vai contar uma história exclusiva aqui, ó. Só para quem tá no nosso grupo lá no Telegram dar essa moral pra gente crescer o nosso grupo. Com certeza. Ora, é uma história que o Brasilzão já conhece aí, mas bem interessante. É a do maior fumante do mundo. Ah, é. É. Nós pegamos lá, eu tava, por sinal, eu não sou o motorista da viatura, né? Eu sou o comandante da, eu era o comandante da equipe e o motorista estava meio cansadão. Falei, deixa que eu levo, vou levar ela de Maringá até até
Perobalu, que é o lugar que a gente dá 170 km. Aí eu saímos ali naquele trevo de Sean Norte, eu cruzei com um Fiat Uno e um Monza. Aham. Aí eu manobrei aí o Fiat nós abordamos. E o Monza? Monza você é velho, mas é caneludo, né? Se 2.0. Aí o Monza foi embora. Aí abordei o Fiat, apertei os caras, apertei os caras, não, não tem nada de errado. E não tinha mesmo. Aí o cara falou assim: "Sargento, eu dou o que dou o que eu tenho no bolso aqui, o que nós tem no bolso
pro senhor liberar nós. Tinha R$ 902, eu nunca mais esqueço." Aí eu falei: "Não, cana, então, mas eu quero saber o que que Tinha no Mon. Não, não sei. O cara pediu pra gente ajudar e tal". Aí parou um carro e falou para mim: "Ó, tem um carro capotado ali no no meio do mato ali". Aí eu falei: "Capotado, falei: "É capotado." Aí tá com as quatro rodas para cima. Daí que que eu fiz, Graber? Eu tava dirigindo uma Hilux, só que eu tinha uma uma S10 e quem conhece aquelas S10 antigas sabe que o
freio de mão é aqui, ó. Você puxa ele aqui na frente aqui, sabe? Você você trava ele com o pé E destrava com a mão. E eu tava dirigindo a Hilux, acostumado com a minha S10. Eu peguei e puxei o Sim, né? Soltei o freio de mão e parti. Parti, abriu o capu. Na verdade eu tinha aberto o capu da [ __ ] da viatura. Eu tava com a Hilux, sen não que ele lá abriu o capuzão e os cara tudo doido. Ô sargento, quer matar nós? Vale não. Aí arrumamos. Chegamos no Monza lá, o
cara tava tentando desvirar o Monza, tava até Com as beas do pescoço estupada. Aí pegamos o Monza Monza cheio de cigarro. La, tinha esparramado cigarro para tudo quanto é lado ali. Aí passou um caminão de boia fria, rapaz. tava indo para um ônibus, né, de boia fria, indo pro serviço de madrugada, eu falei pr os caras, ó, ajuda eu carregar esses pacotes de cigarro para dentro do carro aqui, eu dou um cigarrinho para vocês. Aí os caras ajudou, tinha uns 20, cara, carregamos o mono aquele cigarro Espalhado, aí devolveu, aí dei lá uns 10 pacotes
de cigarro pros caras pro mal. Os cara ficaram contente para caramba. Aí chegamos na companhia, né, com Monza e tal, o repórter lá de Maringal Salsicha foi entrevistar o cara. Falou assim: "Esse cigarro". Falou assim: "É pro meu consumo, é tudo para mim fumar." Aí em vez de ficar indo buscar várias vezes, vai em uma só, dá pra vida toda e tal. Quer dizer, aí eu no outro dia eu saiu a matéria da sargent faur prende o Maior fumante do mundo. Aí o Mas pensa num cara e o cara pior, Global, passado uns dias o
cara entrou em contato comigo no no Messenger do Facebook, falou: "Sargento, aquele vídeo nosso tá bombando". Eu falei: "Ma você é um filha da [ __ ] tô demorando ainda". Ai [ __ ] ficou famoso lá porque daí ele falou pro repórter assim: "Você pita?" O repórter falou: "Não, falou: "Eu pito, eu pito Muito". Então aí ficou famoso, entendeu? Aí ele foi candidato a a vereador nessa nessas só nessa aí do Cepita. É. Aí ele foi candidato a vereador e falou, foi deu a entrevista pro pro acho que para o R7 da Record e falou
que o sonho dele era ser presidente da Eu falei: "Puta que pariu, merda". Falei: "O cara é uma merda mesmo, viu? O cara é cara [ __ ] mas é um cara bem engraçado, sabe? Mas ele na época ele Ele você vê como é que a justiça é bem tranquila também. Ele ele postava lá, tô indo no para responder no fórum. Ah, foi cancelado. Demorou um uns 5 se anos, rapaz. Daí ele pegou lá uma pena lá, uma multa. Aí fez uma vaquinha ainda online para para pagar a multa que a justiça pôs no rabo
dele. Porque a multa a multa a multa no cigarro é engraçado, além da da pena, né, das penas, ela tem uma multa por carteira de cigarro. É R$ 2 por carteira. Aí você fala: "Ah, é Pouquinho, né? Mas pega um caminão que tem 800 caixas. Cada caixa tem 50 pacotes. Cada pacote tem 10 carteiras. Faz a conta para você ver o fumo no rabo. R$ 2 cada um. E ele tava com Monza cheio. Deve umas 35 caixas só. Aí dá 1500 pacotes. Dá 15.000. 15.000 carteira vezes 2 30 paus no rabo dele. Ele tem a
vaquinha para pagar. É a a multa é a respeita que aplica. Agora o o maluco todo errado, tomou, ficou de boa, ficou famoso, ainda teve Uma vaquinha para pagar multa. Fez uma vaquinha para pagar multa. E tem gente que ajuda, né? Porque o cara é simplão. Ele foi candidato a foi candidato a vereador. 125 votos. 125. 125. Então é, mas dependendo da cidade é é muita coisa. É, não. Cad ele é de Quirinópolis, no Goiás. Quirinópolis. Eu lembro que nunca mais esqueço. E ess e o cigarro ele falou ia para Faxinal do Paraná. Então eu
não passo a mão na cabeça de bandido. Se eu tiver oportunidade, não sou criminoso, mas se eu tiver oportunidade de mandar um vagabundo pro inferno, ele vai pro inferno, sim. Então, porque eu conheço a maldade humana. Eu já vi inúmeros crimes. 35 anos de polícia. Hoje deputado federal nem anda mais armado. Anda, Anda armado. Anda armado ainda. Claro, né? Anda armado. Eu viu até eu tenho uma história lá em Marialva, no posto da Polícia Sodov Marialva. Aí eu tava, né, tirei minha farda, deixei em cima do coiso e fui pro banheiro, né, para tomar banho
com a arma na mão. Aí o polícia lá, o sargento Cloves, falou assim: "Uai, vai se matar?" Eu falei: "Não, vou tomar banho. Vai, mas Vai com arma no banheiro". Eu falei: "Claro, uma vez lá em Guaraçu eu fui tomar banho, tirei meu cinturão, coloquei em cima da cama no alojamento e fui pro banheiro. Abordaram um carro com maconha lá na frente e o filha da [ __ ] do cara correu para dentro do posto, passou correndo ali aquele trupé de gente, eu cagando lá dentro, desarmado, [ __ ] Nunca mais eu entrei num banheiro
desarmado. Então eu não entro. Você tava cagando? tava cagando e blá blá pá para eu falei: "Meu pai do céu, vou jogar merda nele", entendeu? E o meu e a minha pistola em cima se o cara pega lá o cinturão, me mata um polícia com a minha pistola para falei: "Nunca mais". E outra coisa é morrer cagando. Morrer cagando. É horrível, né? Que merda. Teoricamente, né? No sentido exato da palavra uma merda, mas enfim. Aí eu então eu sou eu ando armado e eu até até aconteceu você, já que você falou em deputado federal, eu
entrei no plenário armado aqui no começo. Aham. Aí mas eu entrei de eu eu ando armado, não é mal intencionado. Eu ando armadoomático, para mim é automático. A mesma coisa que eu ponho meu relógio para sair, eu ponho a minha arma. Aí O pessoal da Gazeta do Povo ligou e eu tava tomando banho, falou: "O senhor entrou armado no plenário?" Eu falei: "Pronto, e agora eu falo ou não falo? Porque será que tem imagem? Ah, eu não entrei não. Não entrei não. Aí no outro dia saiu no G1, eh, deputado eleito entra armado no plenário.
O primeiro comentário falou: "Não, tem que entrar mesmo ali, só tem bandido tomar no cu ainda". Eu falei: "Então, A imprensa sempre ajudando, né? A imprensa quer [ __ ] rapaz". Não, mas sempre te ajuda, [ __ ] Se não fosse a imprensa, não. Mas me ajuda, mas [ __ ] tentando [ __ ] Eles querem poder, mas esse que é o grande problema. Ele, mas só que eles me ajudam. É igual agora ligou um tal de jornal pontual lá de de Curitiba e falou assim: "Ah, nós estamos fazendo uma matéria Sobre parlamentares, vereadores, deputados,
tal, que que tem discurso de ódio na internet e nós puxamos três postagens do sargento aí que ah, que tinha que ter cancelado o CPF, não sei o quê, não sei o quê". Aí falou: "O que que o senhor tem a dizer?" Falou, eu tenho a dizer o seguinte, que eu simplesmente é é a minha bandeira, né, que para mim bandido bom é bandido morto, vocês não estão contentes, leva para casa. Aí tô esperando sair a Matéria agora, mas deve dar um pau em mim [ __ ] Só que aquele negócio, né? São coisas que
eu não preciso falar escondido, eu falo aqui abertamente. Eu conheço a maldade humana, você sabe, eu conheço a maldade humana. tem uma uma escritora de novela, eu não vou falar o nome dela aqui, que eu converso com ela pelo pela pelos pelas redes sociais. Sim. E ela teve uma filha que foi assassinada, foi encontrada morta, todo Mundo vai saber quem é, mas eu não vou falar o nome. Foi encontrada morta, a menina, né? Foi encontrada a morte atesourada na beira de um mato e ela elogia o meu trabalho porque ela conhece a maldade humana e
eu conheço a maldade humana. Quem não conhece a maldade humana fica com frescura. Eu conheço a maldade humana porque eu já vi uma criança de 10 anos em cima do mármore no IML toda aberta, toda estourada, porque um vagabundo vizinho pegou, colocou na Garupa da bicicleta, levou no meio do mato, estuprou, violentou várias vezes e matou a menina. Eu conheço também a Márcia Constantino lá em Maringá, que é uma menina de 12 anos que frequentava uma igreja da onde veio um degenerado que numa cidade pequena, olha o que que esse cara tinha feito. Numa cidade
pequena ele estuprou uma menina de 15 anos, pegou o cano da arma, introduziu nas partes íntimas dela e fez ela lamber a Ponta do cano. pegou uma pena pífia, vagabunda, saiu da cadeia, se encostou num pastor em Maringá, que o pastor na boa fé recebeu ele na igreja. Ele engordou os olhos numa menina de 12 aninhos dentro da igreja. Dentro da igreja tinha uma festa na igreja, tinha 1000 pessoas na igreja naquela noite. Ele locou um carro, tudo planejado. Quando ele passou, a menininha falou: "Onde você vai, irmão?" Ele falou: "Eu vou buscar um bolo
lá em casa. Vamos comigo?" A menininha falou: "Vamos". Ele botou a menina dentro do carro, levou numa casinha que ele tinha alugado ali, um cômodo que ele tinha alugado ali próximo. Ele violentou essa menina de todas as maneiras que você pensar, por frente e por trás. Matou essa menina, levou essa menina no bagageiro do carro até um canavial, violentou o corpinho dela em cima do capu do carro, depois tacou fogo no Corpinho dela. Esse cara chama Natanael Búfalo. Hoje ele tá preso. Aonde descobres que ele fez isso? dentro do presídio tem que transferir para outro
porque vira um inferno o presídio que querem pegar ele e é um prejuízo pro sistema. Até por isso eu sou favorável totalmente à pena de morte para esse tipo de crime. Então essa é desgasta. Então eu conheço essa história, conheço a maldade humana, então eu não passo a mão na cabeça de vagabundo. É claro que Eu sei que existem vagabundos e vagabundos. Tem aquele cara que furta uma porcaria no teu quintal, não é correto, tem que ser punido, mas dentro da gravidade do seu crime não se compara a um cara que estupra e mata uma
criança. Mas vagabundo é vagabundo. Então todos têm que ser penalizados. Cada um com tratamento, cada um com tratamento adequado ao que cometeu. Então, um cara desse, um cara desse, a meu ver, ele não Pode nunca mais conviver em sociedade, porque ele cometeu dois crimes. O primeiro que eu já falei, que ele fez essa barbaridade com uma menina de 15 anos. Tivesse sido ele executado naquela época, a Márcia Constantino hoje seria uma jovem com filhos, porque esse esse crime já faz alguns anos. Então eu não passo a mão na cabeça de bandido. Se eu tiver oportunidade,
não sou criminoso, mas se eu tiver oportunidade de mandar um vagabundo pro inferno, ele vai pro Inferno. Sim. Então, porque eu conheço a maldade humana. Eu já vi inúmeros crimes, já vi um namorado de uma de uma garota, a irmã da garota dormia no quarto ao lado e ele dormindo com a irmã que era noiva dele em Maringá. De noite ele saiu do quarto, deixou a irmã dormindo, pulou a janela pela sacada ele foi na janela do quarto da cunhada, estuprou e matou a cunhada e voltou pra cama dormir com a irmã, [ __ ]
E de manhã o policial civil falou para ele, tá investigando, investigando, olhou para ele, falou: "Por que você matou a garota?" Ele e caiu a a casa. Tinha, ele tinha feito. Então, quer dizer, o inimigo mora ao lado, o inimigo dorme ao lado. Sim. Então o vagabundo é vagabundo. E por que que isso, essa essa crítica de discurso de ódio, você fundamentou tudo aí, mostrou essa crítica do discurso do ódio. É Porque eu posto situações de que o bandido se dá mal. Então, nesse caso específico, foi em Campinas um vagabundo eh tentou roubar a mulher
de um policial e prenderam ele e tal. E eu escrevi, eu postei a matéria, foto e escrevi, faltou cancelar o CPF. Então é discurso de ódio. Então aqueles Mas no isso é discurso de ódio. Não, não é não é. Tanto que a minha resposta engloba isso. Procurado na na no Google, na rede mundial de Computadores, discurso de ódio, ele exemplifica que você atacar minorias, eh, algumas e especificamente, né? Não atacar troco de nada. Sim. bandidos não se enquadram nesse. Então, quer dizer, não é discurso de óbvio. O jornal está alegando que sim, mas e vai
vir com pancada em cima de mim que eu como de fato já teve um que é o Diário da Esquerda Operária, não sei que Diava 4 aí também já colocaram que eu sou mais violento que o meu discurso que Eu eu e o Jair Bolsonaro queremos acabar com os negros, com os pobres, quando o meu discurso jamais foi contra negro. O meu discurso é contra bandido, independente da cor da sua pele, da sua condição. Eu, meu discurso é contra bandido, inclusive o meu discurso é contra bandidos de colarinho branco. Bandidos que foram ou são deputados,
respondem procedimentos. Então, eu não me sou seletivo de que o ah é o negro. Agora eu não Tenho culpa, eu não tenho culpa que se é negro ou se é branco e tá cometendo crime, eu vou escrchar. Porque eu penso da seguinte maneira, Graber, tem uma frase minha da seguinte maneira. Eu acredito fielmente, piamente, de que o que vai salvar o Brasil a médio e longo prazo é a educação. Só que no momento para bandido é [ __ ] no lombo e bala no rabo. Cadê o cemitério, porque nós não temos tempo de pegar um
bandido que já está no crime e Votar ele para educar. Você entendeu? Nós não temos você entrar numa comunidade no Rio de Janeiro, igual esses tempos atrás entrou equipes da da polícia e foram recebido por oito jovens armados de fuzis e esses oito jovens morreram. Claro que eu como cidadão preferia que aquele jovem estivesse num caminho correto, educado, comendo bem, vivendo bem, estudando. Eu queria, mas a partir do momento que eles estão defendendo uma Boca de fumo, defendendo um patrão do tráfego, armados de fuzis atirando na polícia, eu quero mais é que eles vão pro
inferno e vou comemorar sempre, entendeu? Então isso não é discurso de ódio, isso é conhecer a maldade, conhecer o quê? Eu não posso chegar num jovem porque ele não teve um passado decente e falar para ele: "Não, pode me matar, eu vou morrer dignamente". Igual um defensor de de índios, um defensor de índios no Brasil há há tempos atrás aí, Coisa de ano, um dos maiores defensores de índios do Brasil. Ele entrou numa mata e índios, aqueles índios que que eles falam que são aqueles desgarrados que vi não tem contato com o ser humano, deu
uma frechada no coração dele e matou ele. Você entendeu? Então ele é um ainda comentaram assim: "Se esse índio soubesse que ele matou o maior defensor deles, agora se fosse eu, tivesse entrado nessa mada, nessa mata e esse Índio com uma flecha mirasse para mim, eu tinha metido bala na cara dele. Eu quero se [ __ ] que ele é índio, que ele não conhece o ser humano, eu vou morrer. Hum. Você entendeu? Sim. E é a lógica da defesa. Agora o coitado do cara foi lá para defender, tomou uma frechada, correu 30 m e
empacotou. Então isso que eu tô falando para você, não é questão de você querer matar, querer fazer, é questão de você Defender você e defender a sociedade. Agora, quem tá ali, então vamos, vamos educar, vamos educar. Mas para quem já tá no crime, não tem mais jeito. Você vê as maldades que você vê diariamente, rapaz. Todo tipo de maldade. Sim. Envolvendo inclusive crianças. E teve um teve um cara, eu tava vendo um caso hoje, rapaz, um dono de um de um motel, tinha dois caras de moto na frente do Motel e o dono do motel
saiu lá e falou pros caras assim, dois jovens, falou assim, ó, vocês fica parado aqui na frente do motel. Casal que vai entrar aqui fica constrangido, né? Porque às vezes mulher, sei lá, casada, sei lá que diabo, vai entrar, fica constrangido de ver dois caras na porta do motel. O que que os caras fizeram? Deram tanta capacetada nele, matou o cara, o dono do matou o dono. Ele morreu depois de umas Horas no hospital, não resistiu os ferimento. Então fala para você, dois seres humanos desse aí, tem que fazer o que com que com esses
caras? O cara tem essa capacidade só por conta de uma advertência dessa mínima, né? Sim. O cara poderia falar pro dono do hotel, vai tomar no seu cu, pare de encher o saco, pegar embora. Normal você ficar levando agora matar um cara porque o cara chamou atenção de uma coisa que, rapaz, Esse cara é capaz de fazer tudo. Então você é capaz de fazer tudo. Então se um cara faz isso para um cara que não fez nada, que que ele não vai fazer numa briga, numa numa ação? Então, quer dizer, são caras que não podem
viver em sociedade. Então, quando esses caras, se a polícia, por exemplo, se eu ficar sabendo, eu não sei também o a vida pregressa desses caras, mas pela atitude dele, se eu ficar sabendo que a polícia matou os dois na abordagem, eu vou Comemorar, porque esse tipo de gente não pode viver em sociedade. É a mesma coisa. Esses caras que tal de Natanael Bfalo que matou a Márcia Constantino. Esse cara daqui 20 anos ele legalmente sai da cadeia e resolve trabalhar com Uber, trabalhar com táxi e vai lá na porta da minha casa pegar minha filha.
Eu vou sapar bala nesse filha da [ __ ] Porque eu não acredito na recuperação, nesse tipo de recuperação do ser humano. Nesse tipo, eu não acredito. Acredito Sim. Eu conheço pessoas, Grauber, que erraram, estiveram em presídios federais. Viram que aquilo não era para eles e hoje tem vida produtiva, vida digna, porque eles entenderam que aquilo não era para eles. Não foi porque o Estado passou a mão na cabeça deles, não. Pelo contrário, eles se foderam dentro de presídios federais, entendeu? Agora, vagabundo que mata, estupra e mata a criança, dizer que se Recupera, ele vai
fazer de novo. E já tem feito, a justiça tem sido benevolente e eles fizeram e vão fazer de novo, porque isso é uma desgraça que tem dentro da cabeça do cara que não se emenda com cadê? O cara vai fazer de novo esse tipo de maldade com criança. Ele não quer entender, né? Ele não quer se corrigir. Exatamente. Quando quiser vai acontecer esse exemplo Que o senhor falou. Exatamente. É, é o que eu falo para você, não é passando a mão na cabeça, não. Pelo contrário, mostrando pro cara, você fez, você vai pagar pro cara
entender que aquilo não é para ele. Agora, tem gente que se acostuma com cadeia, tem gente que se acostuma. Só pode ser porque se um cara puxa 5, se anos de presídio, o cara volta, ele começa a cometer os mesmos tipos de crime, vai voltar. É porque ele não tem tanto Problema com presídio, então quer dizer, você tem que começar a gravar a situação dele, tem que começar a gravar porque falar próxima vez nós vamos cortar sua perna, na outra nós vamos te matar para ver se o cara se med porque presídio já não tá
resolvendo mais. Você entendeu? E nós temos na nosso no nosso direito, na na nas nossas leis penais que não pode se ter penas e eh eternas, né? Ou seja, você não pode deixar um cara preso eternamente, você não pode cerar um Direito do cara eternamente. Até eu fiz um projeto para torneleira eletrônica, o cara que o cara que desobedece tornoseleira eletrônica não ter direito mais. Aí uma uma associação de advogados do Brasil aí me condenou, falou que no nosso ordenamento jurídico não existe penas eternas. Eu falei assim, mas não é questão de pena eterna, é
questão de você, um cara que não usufruiu eh de um direito que foi dado, não não cumpriu com com porque você faz um trato com a Pessoa quando seu, você solta ele atrás, seja com tornozeleiro ou com qualquer outro, eh, um trato. Você, ó, nós vamos te soltar, mas você tem que, por exemplo, fazer isso, isso, isso. O cara não faz, é porque não não aceitou aquele aquele tipo de coisa, né? Bota para fora. Tu falou. A, eu falei que que é isso aqui, meu bilal, senhor. Ah, sargento Faru recuperou uma pistola de um agente
prisional no Cruzeiro. Lembra Dessa nesse caso? Lembro. Conta pra gente aí. Então, foi bem, foi bem interessante o abordamos o ônibus, aqueles ônibus que, aqueles ônibus que vem da região de fronteira, né? É um ônibus que vem da região de fronteira, Guaíra, Londrina, se não me engano. E e esse esse especificamente era Guaíra, São Paulo. E abordamos passageiros ali. Tinha um caboco sentado Ali, eu peguei a tinha uma bolsa no pé dele assim, comecei a mexer na bolsa e tinha um par de botas dentro da bolsa, aquelas botas do caninho mais alto assim e dentro
da bota tinha um objeto duro assim. Eu ainda pensei, eu pensei que era um vidinho de perfume, sabe? Falei assim: "Que que é isso aqui?" Perfume? Ele falou: "É". Falei: "Ah, vamos ver, né?" Cada bota tinha uma pistola, rapaz. Dois pés de bota tinha tinha duas pistolas dentro. Aí eu peguei aquelas Duas, peguei já falei: "Deita no chão, deita no chão". Deitou no corredor do ônibus, apertado aquela [ __ ] deitou lá e eu enquadrei, deita aí, deita aí. Aí mandei pedi para um, para um passageiro. Eu falei: "Chama o polícia que tá lá fora
para mim, chama o polícia". Aí entrou o polícia, o Paulinho. Aí eu gemamos, cara. Tá, o cara falou: "Ah, tô levando essas armas para São Paulo". Chegou lá na na na no batalhão, cara, na na companhia, eu com as pistolas Prendida na mão, o polícia lá do do rádio falou: "Ô, sargento, cadê as pistolas?" Tá aqui. Aí eu olhei uma polícia militar do Paraná, eu falei: "Pô, falei: "Tô com a minha pistola, [ __ ] Que confusão que tô fazendo?" Fui ver a minha, tava aqui. Eu falei, mas não é a minha. Aí eu, aí
eu me toquei que eu tinha aprendido uma pistola da Polícia Militar. Aí fomos levantar era do do polícia lá de de Cruzeiro. Ela falou: "A minha pistola". Falei o número, né? Entrou minha pistola foi roubada para entrou num bailão lá para não entrar armado no baile deixou dentro do carro roubaram o carro levaram a pistola e tava indo para São Paulo. Pegamos as duas, rapaz, duas pistolas. Coisa mais linda. Essa 40 da PM e uma 9. O vagabundo tava levando enfiada, ela cabe certinho dentro da bota, né? O o cabo fica para fora e entra,
enfim, encaixa certinho. E eu pensei que era um vidro de perfume, que ele é ele é Quadradinho a ponta. Eu falei: "É um vidrinho de perfume." Aí eu falei: "É perfume isso aqui?" Não sei que deu na minha cabeça, cara. F perfume. Falei: "Ah, vamos ver esse perfume." É, tu deu a dica, pegou, né? É. Quando eu vi a pistola, eu jog eu já mão na cabeça, mão. Os passageiros não caga porque não tem merda pronta, né? Você vê um polícia louco com uma pistola, os cara tudo sentado, não tem onde correr. É depois que
sargento, quero matar nós. Eu falei: "Não, eu quero matar o cara". Mas ele não reagiu. É. Então, aí foi bem bacana essa ocorrência aí. E abordagem em ônibus é complicado por isso, né? Tem ônibus que tem muita gente ali inocente, mas tem ônibus também que tem muito vagabundo, né? Ônibus montado só para vagabundo, né? Tem tem isso também, né? Mas ônibus é Complicado porque uma vez aconteceu lá em Maringá na rodoviária, o cara o cara passou uma nota falsa num bar lá e embarcou o ônibus parado na rodoviária, né? O cara embarcou e a polícia
foi lá dentro prender ele e ele reagiu, rapaz, e grudou na arma do polícia. Sei que disparou um tiro, pegou na bunda de um passageiro. [ __ ] merda que merda. Cagada, né? Ainda bem que pegou na bunda, né? Que Vai mata um um passageiro. Então deu um rolé. Então o ônibus é um é um ambiente complicado. Porque primeiro você entra na porta dianteira do ônibus, né? Você tá de frente com 40 pessoas que você não sabe quem são e ali no meio tá o caboco, né? E e teve uma abordagem, ô ô ô, Globber,
o motorista falou para mim assim, ó, poltrona tal e tal, no meio do ônibus falou, tem dois casais que foram comigo e estão voltando comigo. O que que Acontece? Eles viajaram junto. Aí o motorista lá tem 24 horas de folga, né? E depois ele vem e coincidentemente esse casal embarcou junto lá também, sabe? Aí suspeito. Eu falei: "Beleza, fomos lá, abordamos as meninas, as meninas, polícia já achou 1 kg de craque amarrado nas na aqui na na cintura dela para para dentro da calcinha aqui. 1 kg de craque e um revólver 32. E o cara
com a coberta, tava época meio de frio e um passageiro do lado fazia assim, ó. Ó. Eu, [Música] deixa eu ver que você tem de quando eu tirei a coberta do colo do cara, tinha um revólver cano longo para um 38 cano reforçado, cromado, coisa mais linda na mão do cara. Tinha carregado e com 60 munição no bolso. 38. Eu falei: "Você morre aqui". Você peguei o revólver. Ele falou: "Não, não, não." Aí então para você ver o perigo que você enfrenta entrar no ônibus. Você Tá entrando num lugar que você tá vendo todo mundo
de frente para você e você não sabe quem tá ali, não sabe quem é. Então tem e a molecada, né? Aqui a molecada você chega, você vê dois adolescentes, que que você tá levando? É maconha, senhor. É, já tá escrito na testa, né, que tá levando maconha. É mula, né, de de Aí teve até um pequenininho, pegar um molequinho 14 anos, paz pequenininho, Parecia que tinha uns 12. Aí dentro da viatura ele ainda falou assim: "Ah, tanto que o pessoal fala de polícia, né? Vocês me pegaram até agora ninguém me bateu, não sei o qu".
Falei: "Não bateu porque isso é uma bosta de uma criança. Falei uma merda de uma criança. Não, você não apanhou ainda. Você erga a mão pro céu, porque não é não. Você tá escapando de uma equipe que não deixa ninguém sem um pescoção." Falei: "Você tá levando sorte?" Eu não. Sim, senhor. Eu falei, ele tava dis que tava fumando maconha numa praça lá em Curitiba. Disse: "O cara chegou, quer ganhar um dinheiro." Disse que veio. Nem a mãe não sabia. 14 anos. E foi bem bem interessante essa abordagem, sabe? Nós fomos atender um acidente, dava
40 km de distância do posto. No meio do caminho tinha que abastecer a viatura. Tem um posto específico, né, que se abastece com o cartão da da do estado. Abastecendo a viatura e o motorista da Viatura, que era meu parceiro, desceu para conversar com um sargento que tava de folga ali. E Prosiano passou o ônibus, passou no quebra-mola. Eu falei: "Ô, vamos abordar o ônibus". E ele pale, vamos abordar o ônibus. Aí dali a pouco indo embora saímos hom já tava uns aquele anda aqui só uma pesta na madrugada tava um quilômetro de distância já
abornamos o bicho foi a primeira entrada na primeiro passageiro era esse moleque tava com 15 Kg então foi quase que nós ainda atendeu um acidente. Aí no outro eu tava trabalhando no posto, eu tinha voltado de férias, eu trabalho na rotã, né? Sim. E naquele dia específico, o comandante falou: "Não, você tira dois plantão para mim, floresta no posto, depois eu te mando para rotar". Falei: "Ó, senhor que manda". Então, aí na naquele posto aí no outro dia o comandante do posto falou assim: "Pô, rapaz, aqui ninguém aprende droga. Você não vai atender um acidente,
Me volta com droga". Falei: "Por, porque eu tenho vontade, né? Eu eu tô focado, né? E eu sei que o ônibus é o costume dos caras, né? E ninguém tinha esse costume de abordar esses ônibus com droga, sabe? Aí começou e depois agora de vez em sempre pega. De vez em sempre. Muito bom, mano. Valter mais um super chat, por favor, irmão. Tem um aqui muito curioso, Dr. Vladir. Sargento, quem matou o Detman? Abraço. Primeiro, primeiro PM roqueiro. Hm. Aí era uma desgraçada, né? Uma novela essa [ __ ] aí. Eu lembro quando eu era
mais novo, eu vi falar nessa merda aí. É isso. Foi pro inferno também. O camarada perguntou quem matou. É. Por já deve rolou algum meme falando que foi ele que matou? Não, pode ser que sim, né? Pode ser que sim. Talvez. Qual o nome do colega? Doutor Vladir. Ah, tá. Vado. Aí ele mandou aqui abraço do primeiro PM roqueiro dos anos 90. Primeiro PM roqueiro dos anos 90. O rapaz. Opa, um abração para ele. É comum PM roqueiro? Não, não sei, rapaz. Tem de tudo nessa PM, viu? Mas deve deve ser que deve estar se
referindo os cabelo grande, essas coisas, né? Pois é, pode ser fala do Pode ser que gosta de rock também, mas tem gostar de rock muita gente gosta. É, tem que se enquadrar, né, no cabelo. Militarismo, militarismo, ele ele tem certas exigências, né? Eh, umas um pouco parece um pouco absurda, mas aí se acostuma, né? Porque se você falar tudo que tem no militarismo e que você eh às vezes a pessoa aí fora acha que você é louco, só que tudo tudo na vida é costume, né? A Gente que tá dentro do militarismo é normal. Eu
eu eu sou militar. Eu dentro da câmara tem os oficiais militares ou sim, senhor, não senhor ou capitão, tal, os cara é cachido. Eu fui criado assim, sabe? E eu estou deputado, mas eu sou policial militar, né? Então, até até os colegas lá no no parlamento que que são de outra patente, você trata com esse respeito. É isso lá. Vocês estão igual como deputado. Sim. É, sim. Mas tem a gente que tem Mais Caxias assim, tem lá, né? Então é, tem esse, eu tenho esse costume, sabe? Sim. Eu vejo o cara é coronel porque o
cara de vou ficar batendo boca com ele. É coronel, [ __ ] Eu vou respeitar agora. Claro, né? Se precisar contrapor, né? Vou Tem um major lá com o major é de esquerda, [ __ ] Fica enchendo o saco lá. Senhor major, pelo amor de Deus. Tu fala aí. Ele não é o comandante e tal, não sei o quê. Mas é, é de esquerda, é uma merda. Mas é maior. Posso, né, desrespeitar o cara. é maior, cara. Chegou lá, né? Então, então tem tudo isso, sabe, rapaz? Essa moda pega aí os caras vão investir nos
polícias aí de patente alto, hein, para botar lá no na outra parte para discutir com você lá no parlamento. É, né? Na próxima eleição tá cheio de major, coronel lá. E aí? Vai, não, mas tem tem uns bão ali, ó. Um que teve aqui com você é o capitão derrite. Bom, cara, meu amigo, meu parceiro. Sim, cara. Bom também. Não, não engole nada. Então aí tem os oficiais do lado de cá, os oficiais do lado de lá nas ideias ali. Então ó, primeiro eu eu muito pouco tem dentro da polícia, mas que nem você falou,
tem A polícia, geralmente a polícia militar ela ela grande parte do efetivo, pelo que eu tenho acompanhado, é de direita, né? Tem tem ideias de direita. Sim. É difícil você, primeiro que a esquerda ela oprime a a polícia, né? Contra a polícia, contra ações policiais, é contra tudo dentro da polícia. Então você ser um policial de esquerda é um negócio que não não se encaixa muito. Parece que você tá indo Contra a sua própria essência, né? Sim. Mas tem, é que nem você falou, né? Tem. Eu eu conheci conheci policial que você tinha que cuidar
do traficante e cuidar dele para ele não roubar metade da droga. Então, mas que também, né? Responderam quando foram identificados, responderam. Então tem tudo, tem bandido em tudo quant lugar. Então a diferença é que é as organizações que não protegem o bandido. Quando quando o bandido é identificado, Ele ele é expulso, ele é ele é, né, tratado como bandido. É tratado igual bandido, né? E como não poderia ser diferente, não é que nem ficar passando a mão na cabeça, igual a gente vê dentro do judiciário. Não que que mas a a punição é aposentar o
cara. O cara vai para casa e, né, comete lá desvio, venda de sentença e aposentadoria. É, é o, é, é a punição dele. Isso é um absurdo com a grana toda, né, Cara? Tem que perder o, o serviço cadeia. Fala, mano Walter. Fala, mano Valter. Alto e rindo. Vai, continua rindo. Fala, chegou uma aqui. Hilária. Vai, mano. Volta. Eu pedi, mano. Volta alto, tem que ser alto. Fala do abordado do Bilal gigante. Falou, [ __ ] Ô mano, olha só meu irmão, o sargento já deu muito desfalo. O Sargento, se tuud não falar alto, meu
irmão, ele não vai ouvir daqui dessa distância. É ou não é irmão? Aqui é raiz, mas aqui também é dá uma uma escorregada. Que que houve? Tu foi abordar um cara? Eu fui abordar um camarada e eu apertei o bolso dele aqui porque geralmente eles carregam buchas de droga, tal. Eu pensei que apertei, falei: "É uma bucha de maconha, um negócio Bota para fora." Tu falou: "Ai, eu falei: "Que que é isso aqui?" Meu bilal, senhor. Ah. Filha da [ __ ] Peguei no pinto do filha da [ __ ] rapaz. O cara do Bilal
grande da [ __ ] Ainda tive que checar. [ __ ] que pariu. Vai tomar no cu desse cara. Cara levou uns bufetão e não tinha nada. Mas eu falei: "Não, você levou uns bufetão, você fez o polícia pegar no seu pegar. Pegou porque quis. Eu peguei porque você Induziu achando que era droga essa [ __ ] Aí saiu para lá bravo e eu saí [ __ ] do lado de cá. E o parceiro é falei: "Cala a boca". Então aconteceu, eu falei pro carioca isso, aí ele interrompeu a entrevista, falou: "Não, não aguento mais."
Ele daí não aguentou. Isso foi no pânico. É, foi ele não no no na no show dele mesmo, no Ah, tá. No standup dele lá no colégio marista. Ele falou antes de fazer o show, ele me falou: "Vamos, vamos, ele gravou comigo tanto comigo, depois ele me chamou para um quadro que ele que tem o Juado, né? E participei também lá. Eu eu era, eu tava para lá, fui lá, comprei meu ingressinho para assistir. Ou carioca, ele tinha me dado uma moral, lembra quando ele que ele criou aquele personagem, o Fagur. Sim, sim. Então eu
era muito assim, eu gostei o show dele, nossa, eu falei: "Nossa, eu nunca fui muito ligado a teatro, essas coisas assim, né? Mas aquele dia lá eu rachei de rir." Falei: "Esse cara é [ __ ] demais". E tá todo mundo rachando de ri com a história aí que tu apalpou. Então, mas então, mas é verdade. Acontece, né, irmão? Igual eu falo uma vez um tem um vagabundo e nós nós Pegamos uns caras que estavam furtando o veículo e eles desmanchavam o veículo, aí ficava pedaço de peça para um lado, pedaço de peça pro outro
e eles vendiam, sabe? Aí nós chegamos na casa do vagabundo de manhã, rapaz, ele tava dormindo lá no numa cama na sala. Eu lembro bem, não era sofá, era uma cama, mas na sala chegamos lá, nós acordamos ele daquele jeito, né, carinhosamente, vá de pancada, rapaz, ele, ó, mas danou peidar, rapaz. Aí uma vez nós passamos No passamos na praça lá, o meu parceiro falou assim, ó lá o peidorreiro. Aí eu peguei, era ele, eu fui abordei e falei: "Ô, cara, tá." E aí falei aquela vez você levantou tal, ele falou assim também, rapaz, você
acordar, tava sonhando acordar com polícia cobrindo na bala. Peidei, mas não caguei porque não tava pronto. Mas o cara entrou na cara, peidava sonoramente, cara. Eu falei, vai tomar no cu. Então é, são histórias de polícia, cara. Uma vez eu peguei um vagabundo também e ele e cheguei e levei ele na na sala da segunda sessão. Ele tinha ele tinha feito um curto na casa dos do comandando batalhão. Imagina. Ele roubou todas as joias da mulher do comandante, roubou arma, roubou algema. Nós pegamos ele dentro da sessão, pai, temos um aperto nele, ele cagou dentro
da sessão. Aí eu peguei um pano, fui limpar a merda, o capitão entrou bem na Hora e mas pensa num sarro, o cara limpando. Eu falei: "Pô, capitão, senhor, o senhor tá tirando sarro. Eu ainda tô fazendo um favor de limpar essa [ __ ] aqui, né, que eu podia deixar isso aqui sujo e vazar, né? Mas em consideração vocês estão limpando. Senhor vai mais para hoje limpando merda. O cara cagou dentro, não aguentou a pressão, sabe? Um vagabundo lá de São Paulo. Sim. E nós tinha pego as coisas do do major tudo dentro da
casa de um cara, tio dele. Sim. E o tio dele, olha para você ver como é que eu falo para você que do tio vagabundo. O tio do vagabundo. Sim. O cara era de São Paulo e falou: "Não, tô na casa do meu tio." Levamos, pegamos O tênis do major, tudo que era furtado pegamos na casa, algumas coisas, né? Daí o tio falou: "Ó, eu tô indo trabalhar". Eu trabalhava numa numa num hospital lá em Maringá. Aí eu falei: "O senhor, pode ir então seu seu sobrinho tá preso, tal." Aí o tio saiu e o
moleque não falava onde estava as outras coisas, a pistola e o e algema e as coisas. E nós aí quando foi de madrugada, o moleque não aguentou mais. A hora que ele cagou, Ele falou assim, ó: "Os bagulho tá lá com meu tio, cara". Meu tio levou naquela bolsa. Eu falei: "Filho da [ __ ] caiu na nossa barba o tioas coisas". Aí fomos lá na no hospital, o cara trabalha, ele trabalha na lavanderia lá pegamos o peixão, o armário dele tava as coisas tudo. Aí o tio, aparentemente um senhor trabalhador, quando nós puxamos a
ficha dele, tinha puxado 20 anos de Piraquara, penitenciária central do estado do Paraná. Cara bandido, sabe? Tinha aqueles bandidos que tenta se aprumar, mas quando ele pegou as coisas que viu que o sobrinho levou para dentro, catou tudo. Se ele fosse um cara bom, ele tinha falado: "Não, ó, meu sobrinho tem isso, tem isso aqui, ó". Sim. Não, ele pegou, guardou e na mochila desconfiada um senhor e tal. Então você vê que interessante. E ainda saiu como grandão porque no primeiro momento ele é aí no outro pessoal do do hospital foi Lá na delegacia, mas
é foram lá, aprenderam nosso funcionário, o que que tá acontecendo? E nós explicamos. Os caras falam: "Ah, então achou que nós tinha pegado coitado inocente". Falei: "Não". Aí mostrei a ficha do funcionário para eles. Falei aqui, ó: "Puxou 20 anos de piraquara, bandido, assaltante, traficante, aqueles clínicos geral, sabe? puxou 20 anos de penitenciária central. Aí por isso que eu fui e continuava querendo se dar bem, né? O sobrinho, falei: "Como se diz? O fruto não cai longe do pé, né? Tudo merda". Sim. Então foi foi bem interessante. Fala, mano. Volta. O Lucas mandou aqui. Fala
Glob esperando a hora para mandar a polêmica pergunta do Insufilme no Para-Brisa. Que história é essa? Insufilme no Parab de trânsito, né? Então veja bem. Nós que trabalhamos na, eu eu trabalhei em sempre, sempre que eu falei para Vocês aqui, eu trabalhei operacional. Vocês podem ter certeza que eu particularmente como policial de de rodovia, eu nunca nunca incomode ninguém por causa de de isso filme no parabéns. Agora eu tenho que contar para vocês, é é difícil para nós nem rodovia. Se a noite piorou ainda um carro insufilmado, principalmente, né? Você não consegue enxergar nada lá
dentro, pode tomar um tiro sem ver, né? Sem sem ver quem tá lá dentro, né? às vezes é uma família e você também não pode chegar tirando. Então o grande problema é esse. Agora, por questão é de visibilidade legal, de lei de trânsito, eu vou falar bem a verdade para vocês. Quando eu tô trabalhando em rodovia de noite, aquelas áreas rurais próximo de pequenos municípios, se nós se incomodarmos com infração de trânsito, Grobert, não trabalha. Você não trabalha, não trabalha. É a noite inteira indo pro posto e voltando. Eh, eh, habilitação vencida, sem habilitação, cara.
Teve, teve cara que eu peguei bêbado, rapaz. Sabe o que tive que fazer? Pegar a chave do carro do cara, jogar lá no meio da soja e pronto. E vai dormir dentro do carro. O cara de manhã passar lá, o cara já tá melhor procurando a chave. Eu falei, tá no meio de soja aí agora, você entendeu? Para não prender o carro do cara, para Não perder meu tempo e também não prender que o cara é trabalhador. Mas se você analisar, eu também não posso liberar um cara bêbado para ir pra rodovia matar uma família.
Sim. Então agora que ele falou o negócio do Insul Filme aí do no no Paraisa, eu nunca incomodei com isso. O pessoal do trânsito trabalha mais visado a isso aí. Tem lá a regulamentação, tá previsto na na lei, mas eu não incomodei com isso nunca não. Então, mas incomoda a gente Por você não ter visão de do que tá acontecendo. Você vai parar um carro todo insufilmado, tem uns que aqueles espelhados ainda. Você vê tua cara e não vê nada dentro. Aí o cara vai encostando e você fica pensando, pronto, o cara vai me dar
um tiro, o que que eu vou fazer? Aí você fala: "Gritar, baixa o vidro, abaixa o vidro". Então é, pegamos um cara, uma vez para você ver, pegamos um cara com muamba, cara, tava com carro blindado, blindado. Ele falou: "Aí ele Nós prendemos o carro porque ele tinha blindagem, não tava previsto em nada". Só que ele sabe onde ele comprou o carro? Comprou em leilão. Sim. Leilão do próprio Detran. Mas como é que o Detran vende um carro blindado para uma pessoa comum? Documento. É. Aí o cara vai, o cara me me pega um carro
daquele para usar para fazer assalto. Ele você não tem como, né? Fica Difícil, né? Carro blindado, sem especificação, sem nada, sem uma motivação. Aí prendemos o carro lá. Eu falei: "Ó, se for o Detran que te vendeu, você vai conseguir a liberação agora. Da minha parte aqui, eu vou levar pro pátio. Carro blindado usado no Não tava no documento. Não tava no documento nada. Eu falei para ele baixar o vídeo, ele falou: "Ah, não baixa". Blindado falei: "Porra, Carro blindado, cara. usando para fazer contrabando. É [ __ ] também, né, irmão? Já teve uns probleminhas
aí que tu teve que responder, pagou cesta básica. Que história foi essa aí, cara? Essa olha, teve uma ocorrência do gordinho, tu chamou o canet. Teve uma ocorrência lá em foi em Perobal, onde a gente baseava mais, né? E levava para o Muarama, levava na verdade pro posto de Cruzeiro, né, para fazer a papelada Na usar os computadores e depois entregava na delegacia de Umoarama, né? Então nós já abordamos um ônibus, ônibus, três vagabundos dentro. Um tava com 6 kg de maconha, um tava com 5 kg e pouco de de raxichixe. O rachxich é o
suprassumo da maconha, né? Aquele troço mais mais cremoso, mais firme da maconha, né? E um tava com dois pinos de cocaína e R$ 18.800 em dinheiro. Esse da da do Raxiche, como o Rashixe é uma droga, é um cremosona assim, ele ele ele pega e dobra, né? O cara amarrou nas pernas, aí ele passa a fita adesiva. Então ele tava andando todo durão, né? Então eu na hora de de dar uma entrevista eu eu tinha um que era gordo, um era gordinho e o outro eu chamei de Robocópio. Gordo, gordinho e o Robocop. É o
Robocópio que ele andava com as pernas duras igual aquele personagem do tava do filme, Tava cheio de Aí eu dei essa entrevista, rapaz, e pasme os senhores alguns meses depois eu começaram a me, tanto administrativamente, tanto da da Polícia Militar como judicialmente, o oficial de justiça foi lá em casa, né? Eu tô tranquilo lá em casa, tocou interfone, oficial de justiça, falei: "Por que que esse [ __ ] quer, né?" Aí fui lá e me entregou uma intimação da Justiça Federal que tava sendo Processado. Falei: "Que que eu fiz?" Ní fui ver, promotor me denunciou
três, três procuradores, né? Porque na verdade são federais, né? três procuradores. Aí eles fizeram uma votação, um votou para não me processar, porque ele falou: "Não, o Faú é um cara que trabalha, ajuda a justiça federal, os depoimentos dele são firmes, faz as prisões, chega aqui são firmes, possibilita o juiz condenar e dois não, dois votou para me ferrar". E e aí eu comecei a responder Um procedimento, né? Um crime, né? na verdade, e ainda teve um dos procuradores que eu tenho todo o respeito pelo Ministério Público, Ministério Público Federal, sou parceiro do Ministério Público,
mas um deles ainda, além de me ferrar nisso ainda, foi lá no no meu comandante fofocar ainda, falar mal de mim lá ainda para me [ __ ] Falou que o comandante tinha que me punir, senão ele ia dar um jeito de prejudicar o comandante por Prevaricação. Aí o que aconteceu? O meu advogado falou assim: "Não, mas você tem direito, você é primário, tal, você tem direito aqui. Aí você fazer uma transação com o Ministério Público." Aí o juiz falou: "Realmente entendeu que tinha direito?" Aí me determinou que eu assinasse por 2 anos e pagasse
o valor de R$ 100 mensais para pra justiça. Eh, e em do anos eu não praticasse nenhum tipo de crime para poder arquivar esse procedimento. Eu Aceitei, né? Falei: "Não, eh eh preferia não não ter esse tipo de dor de cabeça, mas foi razoável. E o meu comandante falou assim: "Não, eu sou obrigado, talvez por lei a te punir, mas a dosetria, a dosimetria da punição sou eu que ter sido. Então eu vou te dar uma advertência que não te prejudique em nada. Sim, sim. Nem pra tua ficha não vai publicar em boletim que você
foi advertido por ter Chamado tal, fica de bom tamanho." Falei: "Fica de bom tamanho." Aí fechou. Então aí eu quando eu ia assinar lá na Justiça Federal, o guarda ainda falava: "Ah, cadê o Robocop?" Ainda tirava sal. Pois é. Isso que eu queria entender. O o qual foi o problema? A entrevista, o que você verbalizou? Você tratou constrangimento ilegal, é humilhação ao aos três coitadinhos. E mas eles, a ocorrência dele tava Limpinha, tudo na tava certo. Um autuado em fragante por 6 kg de maconha, tráfico internacional de drogas. R. O Robocop, o outro, o Robocop
era o Rashixe, 5, K de rachixe. E o um tinha dois pinos de cocaína para uso próprio e R$.800 de dinheiro cujo qual ele disse que tinha recebido para levar uma caminhonete pro Paraguai, mas disse que era tudo listo. Só que como eu não tinha dados da caminhonete, ficou dito pelo não dito. Aí eu pergunto para você, quem que vai Pagar R$.800 para uma pessoa levar um carro lícito pro Paraguai, de Apucarana pro Paraguai, que dá cerca de 500 km. Então, quer dizer, 100. Aí eu vou mudar de profissão. Então, quer dizer, o carro com
certeza era furtado, mas como nós não conseguimos provar, ele foi absolvido. Ele eleou assinou um termo circunstanciado pela pelo pino de cocaína e os outros dois foram autuados por por tráfico de internacionais de droga. Mas mesmo assim o Ministério Público, mesmo sem representação deles, o que é pior, porque não foi eles que foram lá, ai nós fomos humilhados assim formalmente, eles falaram em audiência de custódia. Porque a audiência de custódia é uma merda que só serve para ferrar a polícia. Você entendeu? Porque o cara vai lá não para falar da ocorrência dele, porque ele tava
transportando, onde que ele pegou, nem nada, entendeu, Global? Ele vai falar sobre se ele foi constrangido, se ele Apanhou, se ele foi isso, foi aquilo. Aí o que que o cara falou? Ai, sargento falou isso para nós, um absurdo. Chama nós de gordo, gordinho, robocóp. Então, aí o Ministério Público me ferrou e eu respondi, paguei, graças a Deus os R$ 100 não me não me fizeram falta por mês e tive que assinar. E então eu ia todo, todo mês até o meu falei pro meu advogado, põe para mim assinar. Aí logo eu fui eleito, né?
Falei: "Põe para eu assinar lá em Brasília". Ele falou: "Não, isso lá em Brasília você vai assinar, a imprensa pode descobrir de e tal". Eu falei: "Mas que que tem eu assinando por causa de você xingar três merdas." Isso eu falo para todo mundo. Eu teria vergonha se fosse uma coisa de que que eu tivesse feito de errado. Eu não vi nada de errado. Aí ele falou: "Não, vou botar aqui em Maringá". Falei: "Pô, aí quando eu tava lá em Maringá, geralmente na segunda-feira, né, que eu ia pegar o avião para vir, eu já passava
Na Justiça Federal e assinava. Aí assim, assinar é ma dizer, né, que você põe o dedo lá biom biometria, né, e dá cenzão. Aí teve um juiz federal de Maringá, para você ver como é que é que funciona. O juiz federal de Maringá falou assim: "Ô, sargento, o senhor tá assinando aí?" Eu falei: "Tô assinando". O juiz federal falou: "Eu tenho certeza que o que o senhor tá assinando aqui não não é não é nada contra a sua a sua Conduta, não depõe contra o senhor. Tenho certeza. É alguma besteira". Eu falei: "É uma besteira
mesmo que eu xinguei três vagabundos". Ele falou: "Eu sabia porque eu conheço a sua trajetória. Eu quando eu morava em Moarama, eu moro em Moarama que eu vinha no domingo pela manhã, eu via o senhor fiscalizando na pista, o senhor trabalhando firme ali, eu via um juiz federal falou isso para mim. Você entendeu como é que aí eu falei não, Realmente porque o juiz pensou o seguinte, falou: "Não, o sargento eu conheço a tradição, ele tá assinando aqui coisa errada, não é? É merda. Aí era merda mesmo. Não era corrupção, não era nada, entendeu? Então
o vagabundo é isso aí, ó. Você pega o vagabundo aí depois lá na frente do juiz do promotor ele dá uma de santim de que ele foi humilhado, que ele levou pé do vidro. Aí te tem a maioria não dos juízes de promotor não dá nem muita Atenção para isso, sabe? Mas pega um casca de ferida, te arruma paraa cabeça. Aí você vai responder procedimento. Se honra, irmão. Com certeza. Vagabundo bom é vagabundo morto. Tem que ir para cima. Vai, ó. Uma raça desgraçada, covarde. Tá. Eles eles não t dó de ninguém, vagabundo. Eu sempre
falo, Global, eu não sou o dono da verdade, não tenho a pretensão de ser. As minhas histórias São todas reais vividas ali, tanto que sofri cinco infarto trabalhando, prendendo vagabundo. As minhas histórias são verdadeiras, são fatos acontecidos. Não tem aqui politicamente correto a contar só o bonitinho. Não, aqui não tem nada. Nas minhas histórias, na minha vida, não tem nada editado. É tudo isso mesmo que aconteceu e muitas coisas e algumas que eu não posso nem falar, senão eu vou preso e eu vou contigo aí vai dar ruim, né, Irmão? Direitos humanos tá desdóio. É
isso aí, cara. Lembrando a todos que o canal é um podcast, é um canal de entrevista. Eu sou um entrevistador. A me tirando meu da reta. Não, que nem uma vez um um colega meu, polícia, nós tava trabalhando, ele deu um monte de bicuda num vagabunda, pai. E daí deu o zebra, ele falou para mim, eu não relei a mão. Falei: "Esse cara tá tirando o corpo fora". Falei: "Como não Relou a mão?" Falou: "Foi só no chute". Falei: "Rapa, achei que ele tava pulando fora, deixando a jaca comigo." Mas ele não relou a mão
mesmo, ele deu só bicuda. Qual é o próximo ano? Volta. Alanato e honra, sargento. Que pipoco vagabundo. Se honra, irmão. Com certeza. Vagabundo bom é vagabundo morto. Tem que ir para cima. Vai, ó. Uma raça Desgraçada, covarde. Tá. Eles, eles não tm dó de ninguém, vagabundo. Eu conheço o que que é vagabundo. Eu aprendi o que que é vagabundo, a essência do mal. Então, não tenho dó de vagabundo. Quando eu falo aqui, muita gente que não conhece, não viu, não sentiu na pele, não acompanhou igual eu acompanhei, às vezes pensa: "Pô, sargento é radical, Sargento
faz isso, rapaz. Se o vagabundo puder te matar, poder te fazer um mal, ele vai fazer, ele vai fazer, vai fazer mal pro teu filho, pro teu irmão, pra tua mãe. Eu já vi coisas horríveis, Grauber, dentro de residência. Eu já vi uma vez lá em Maringá, vagabundo amarrou a criança de 5 anos num assalto a residência, sabe? residência do cara, aproveita alguém chegar à noite no portão, um filho chega da escola, eles entram junto, enquadra Todo mundo, amarraram uma criança com fio de ferro de passar roupa. Aí depois pegamos os caras, enfiamos bala nos
caras. O capitão na hora que deu entrevista falou: "Agora eles vão aprender a amarrar criança com fio de ferro no inferno". Você entendeu? Então, vagabundo tem que ser tratado no bico da bota, na bala e no [ __ ] Não se pode ter dó de vagabundo. Agora, é claro, tem as leis, tem. Por isso que eu falo, quando for criar leis, quando for criar Leis, o texto da lei, ele tem que ser muito bem elaborado, porque ele senão ele dá margem para liberar vagabundo. Hoje nós temos visto muitos vagabundos um fragrante, preso, trabalho excelente da
polícia. O cara sai no mesmo dia ou um dia depois, aí depois responde em liberdade lá na frente talvez seja ou não condenado, mas a verdade é que não ficam presos porque fragilidade da lei. Eu até conheci um delegado lá que prendeu um cara uma vez, ô Glauber, e Perguntaram e segurar, segur o cara bêbo, bateu, atropelou umas pessoas lá, aí segurou o cara preso. Aí o delegado deu uma entrevista, eu liguei para ele na hora parabenizando. Ele falou assim: "A lei é muitas vezes ela é interpretativa e eu interpreto a favor da sociedade. Eu
também eu interpreto a lei a favor da sociedade." Agora tem gente, infelizmente, juízes, até delegados minimamente, mas tem que Interpreta a favor do vagabundo, procura uma brecha para soltar o desgraçado. Então, por isso que o texto da lei tem que ser muito bem feito para manter o cara preso, tem que se mudar. E aí dentro dessa Câmara dos Deputados é uma dificuldade mudar a lei que prejudique bandido. Tem uma turma de merda ali dentro que defende vagabundo, é esquerda e legalista. O legalista, ai, mas não pode. Mas tanto que você vê que a lei é
mal feita, que o STF quando ele vai Julgar algum ato, algum fato, se ele é constitucional ou não, algumas vezes fica cinco a seis a cinco placar. Aí eu pergunto para você, se fosse uma lei bem redigida, não tinha que ficar 11 a 0? Sim. Se fica seis a cinco, porque cinco entendeu que não é que é constitucional e seis entendeu que não ou vice-versa. Então, a lei foi mal feita, o texto da lei foi mal feito. Tem que jogar essa constituição na privada e fazer uma Decente que quando o forem votar no STF para
ver se ela se é constitucional ou não um fato, uma lei, fique 11 a 0, porque o texto é claro. Então, faz porcaria. Depois lá na frente quem se beneficia? O criminoso advogado tá aí para isso, para defender, usar a brecha da lei para defender vagabundo e [ __ ] com polícia. Se tiver o trabalho conjunto ali, né? Polícia, Ministério Público, Judiciário. Aí Nós trabalhava em conjunto, sabe? Porque quando trabalhava tanto na polícia rodoviária trabalhava tanto em conjunto com a justiça como com a Receita Federal. Trabalhava com a Receita Federal e quando trabalhava no serviço
reservado, trabalhava com em conjunto com o Ministério Público e com o judiciário. Tanto que eu falei para você que eu precisei de uma busca e apreensão. Fizeram um ofício, levei pro juiz, ele nem expedi o papel e escreveu A caneta. tem esse poder de mandado de busca e apreensão. Então, vai lá, só não me mata o cara. Aí eu peguei partica aqui lá. Cheguei lá, o cara peitão. Tem mandado? Falei: "Tem sim, filha da puta." Toma. Toma aqui, rapaz. Já entramos, já carregamos ele também pra tranca. Meu irmão, em algum alguma fala dessa sua aí,
você falou sobre um camarada chamado Pedrinho Matador. Pô, eu eu foi um podcast que eu fiz lá em Maringá, Pedrinho Matador. Eu então eu ouvi falar dessa bosta aí, negócio de matar, de não sei o quê. Falei: "Rapaz, e o cara o cara é famoso, né, com esse nome aí e dá entrevista, um monte de gente assiste. Qual é, qual é, que que é isso aí? Fala para mim". Então, o cara falou para mim do Pedrinho Matad, que é um bandido, não sei o quê. Eu falei assim, ó, aí tem que quem mata Morre também,
né? Então tem que enfiar fogo no no rabo dele e pronto. Não, bandido se crescendo aí com com conversa. Igual eu vejo falar aí, muito bandido eh às vezes fica famoso. Então é porque alguém falhou lá para trás, né, que não não deu encaminhamento. O a sessão de cancelamento de CPF, alguém, o funcionário falhou para vagabundo se crescer, porque para ter fama, né? Sim, mas nessa aí você sofre algumas ameaças Também. Já falaram que não, eu sofro muita ameaça, sabe? Muita ameaça. Tanto ameaça idiota por rede social que o cara é que tá pegando as
drogas, principalmente quando trabalhava lá, né? E tem umas ameaças, o cara manda mais, né? Manda recado na pista, fala: "Fulano vai te pegar". Então assim, ó, rapaz, tem medo não, porque se você for recuar com ameaça, você não trabalha. É uma região de fronteira, porque lá é tudo organizado, grande parte do crime Organizado, né? Então lá é tudo tudo movido no no dinheiro. Lá tem o cara que solta dois, três caminhão de cigarro batedor. Ele tem um uma despesa, um custo violento, né? Tanto dos próprios caminões, como da carga, como para pagar estrutura para para
esses caminhão circular. Então, se você vai para cima, você tá mexendo com gente grande, né? Então o o perigo de você de vez em até lá tem um tinha um guarda municipal ali Em Moarama. O tempo todo tá dando prejuízo. O tempo todo tem dinheiro para [ __ ] Quer falar, mano? Valta. Cara, mais uma mais uma um um comentário aqui noitado. O Fred Barros mandou aqui: "Cuidado, Fa Pedrinho é brabo. O Pedrinho matador é brabo. Professor ter cuidado. Tá mandando bravo. Bravo. Eu já vi muitos que morreram aí também. Então me de Pedrinho matador
não tem que se [ __ ] esse cara Aí. Então, que nem eu tava falando, teve um guarda municipal lá em Moarama, rapaz, e ele ia para cima dos vagabundos e igual polícia mesmo, [ __ ] sabe? O cara era bom, né? Mataram o cara covardement, passaram com um carro e sapecaram ele no tiro de fuzil de de Então, eh, são covardes, sabe? Só que só que lá na região nossa lá, assim, na PM ela funciona mais ou menos assim, sabe? É claro que não é uma regra, né? Mas o Cara, aquela região de fronteira
lá, foi para cima de polícia lá, depois custa caro, porque lá nós temos e equipes especializadas que vão para cima e, né, e pega o cara, pega o cara. Então, já teve caso lá, teve um caso lá de uma equipe que tava no policiamento cobra, que tava no rio e o rio de noite, um perigo, sabe? E uma embarcação pegou e virou a lancha deles. Eles caíram. Imagina você cair dentro de um rio grande, bravo, com correnteza, com 30 kg De equipamento, com armamento, você perdeu fuzil, carregador, o diaba qu os cara teve que se
desfazer tudo rápido, não era para poder sobreviver. Aí depois foram foram capturé o comando geral que teve na região láí foram capturados, uns morreram em confronto. Então lá é lá é perigoso, sabe? Porque lá lá é a a é o Rio que divide, né? O o Paraguai com o Brasil. Então tem os locais que tem uns portos clandestinos Lá, você vai de madrugada lá, você pega tanto o cigarro, mas vem naquelas eh chamado balsa, né, com com cigarro. E eles, a Polícia Federal patrulha de madrugada lá, pelo pessoal do do policiamento cobra, né? E de
vez por outro eles quando eles têm essas embarcação grande, eles jogam em cima ou atiram, né, contra a polícia, porque dentro do rio é complicado. Sim. Paga, mano. Volta mais uma vez. pergunta aqui quantos CPFs Cancelados quem mandaram aqui no chat rapaz aí far tem tem uns CPFs cancelado oficialmente tem uns que a gente né cancela, mas não precisa também ficar espalhando, né? Porque lá naquela região de fronteira é cana, sabe? Lá tem muita cana de açúcar, então jogou o presunto lá, depois aparece lá. Mas cara que dá prejuízo pra sociedade, cara que Bandido, tem
uns bandidos. Eu fiquei com vontade de cancelar o CPF de um cara lá, rapaz. Eu não cancelei porque tinha filmagem. Ele, ele, ele é bandido do Mato Grosso. Me ameaçou na cara dura, sabe, cara? Nós pegamos, foi assim, ó. Tava dois carros estacionados no no restaurante e um tava cheio de maconha e nós paramos a viatura do lado e eles foram tudo embarcando no carro que tava limpo. Eu enquadrei, falei: "Pera aí, pera aí, vamos ver aqui". Aí um dos Carros tava cheio de maconha. Falei: "Não, nós não estamos com esse carro aí não". Aí
nós fomos olhar as câmeras do posto, chegaram os dois carros juntos. Primeiro chegou um, viu que tava limpo, chamou o outro, que era o da maconha, né? Sim. Aí depois tem um sistema lá de de que o delegado tem acesso que puxa lá na ponte os dois passando juntinhos, sabe? O batedor e o da maconha, entendeu? Aí o cara era Fugitivo de um presídio do Mato Grosso. O cara me ameaçou, cara. Falou: "Vou matar você". Falou na tua cara. Na minha cara. E eu falei: "Vou matar esse cara". Aí o parceiro falou: "Tem as câmeras
tudo lá no posto senhor conversando com eles. Tem que entregar esse cara. Aí entreguei na delegacia, mas senão eu ia empurrar ele. Eu falei: "O quê? Vou esperar esse cara vir me matar. Eu tenho nove netos para Cuidar, cara. Mas não deu, tá? Se se faz, responde. Então, mas então é isso, sabe? Esses esses cancelamento CPF aí não dá para ficar falando muito não, que o Ministério Público embassa até de chamar de gordo, gordinho rouboc, imagina cancelar um desgraçado. Então, verdade. E daí o jornal lá de Curitiba vai vir com discurso de ódio. Ih, cara,
então amanhã vai virar manchete, hein? É, mas dá nada não. É, eu falo agual o podcast não saiu no jornal ainda, né? Ainda não. A será que vai vai ser amanhã, Joana? Provável. É mesmo, tem que seguir nesse ritmo com essa audiência aqui, ó. Ih, caramba, irmão, eu tô gostando tanto do meu canal, cara. Pô, me ajuda aí, Antigão. Como é que tá a audiência aí? Tá bom, povo? Tá. 3500 pessoas assistindo a gente. 3500 4 TR. Meu Deus do céu. É, ó, assessoria aí, [ __ ] meu irmão. Eu sei que, meu irmão, tu
sei que é cansativo, mas como que eu derriro esse negócio aí? 3500 paretes aí, hein? Já tô acabando. Eu só, eu só, na verdade, eu só sinto cansaço a hora que você falar acabou, eu ah, mas enquanto Tá aqui, tô firme. É igual quando tá trabalhando com um fragante na pista, você vai quando dá quatro, você pega 7 horas da noite, sai às 7 da manhã, aí você engata num fragante, vagabundo, você sai 4 horas da tarde, você nem vê a hora. Quando você acaba, que você chega em casa, você fala: "Agora eu tô vendo
que eu tô só o pó". Mas aí é durante é vibrante. Tô firme aqui. Isso aí vibrando. E o Manu Val tá vibrando também, mano. Val, Irmão, tem duas perguntas aqui que eu não posso deixar de fazer. Sim. E o André Alves, ele mandou na hora que ele tava falando do Jot Wiler, cachorro é fácil se encarar. Faur, conta a história do Galo. Que história é essa do galo aí? Galo. [ __ ] contaram até essa do Galo, meu irmão. Os caras sabem tudo aí, cara. Olha, se for que eu tô pensando, rapaz, O foi
uma casa de um uma menina, uma traficante lá em lá em Maringá, nós entramos na casa, não tinha denúncia de que, na verdade, nós pegamos um cara, sabe quando você pega o cara saindo da boca e aborda, o cara tava com a buchinha. Aí o cara dois tapão já falou: "Ah, comprei ali". Aí nós fomos na casa, tinha uma menina, rapaz, e a menina quando ela sentiu o barulho do tropé nosso entrando, ela jogou uma bolsa com as puxas dentro do Dentro do em cima do guarda-roupa. Depois eu peguei, achei. Aí lá no fundo tinha
uma janela, um cômodo dava para uma janela. Eu falei: "Eu vou pular aquela janela e vou procurar a [ __ ] de se tem mais droga ali." Tinha, chegou uma denúncia que tinha droga lá dentro ainda, sabe? Eu pulei dentro daquela [ __ ] cara, e acredita que era um galinheiro? Tinha um galo índio, rapaz, quase meio m de altura, o filha da [ __ ] Ele me avançou por cima de esporada para Cima de mim, rapaz, e eu cobri ele na bicuda e uma janela para pular. E se eu virasse as costas, ele me
metia espora. E os polícias, em vez de me ajudar, tudo dando risada, tomar no cu. Mas ainda achei 15 kg de maconha que tava escondido ali. Nós já tinha feito fragante, tudo, já tava indo embora. Chegou a denúncia na central do 190. F lá o lugar que eles prenderam a droga. Tem um no fundo da casa. Eu não sei se o cara quis me sacanear com essa [ __ ] Desse galo, mas eu sei que a chama maconha. E esse filha da [ __ ] desse galo, rapaz, encheu o saco, hein? Então, machucou tudo. Mas
[ __ ] Cumpriu a missão. Cumpri a missão. É cachorro, é galo. Ganso. Ganso dá trabalho também. Gans é outra merda também, né? [ __ ] agora cachorro foi tem várias histórias, porque é o seguinte, eh, se precisar, é claro, né, Glauber, Eu acho que a vida da gente vale uma de uma criança, nem se fale precisar atirar em algum animal para defender uma criança, tal, mas eu não tenho esse costume assim, o chegar numa numa casa de bandido e matar o cachorro, tal, tem, eu evito ao máximo, prefiro dar logo uma paulada para ele
correr, assustar ele, né, né? Mas assim, eu acho, né, porque o cachorro tá defendendo ali, né? Chega o polícia, ele não sabe que eu sou polícia, ele fala assim: "Porra, tá Entrando na casa do meu dono aqui, eu vou". E ele não sabe que o que o dono tem, eu já entrei, ele não sabe a maldade que o dono faz. Exatamente. Já entrei em casa com pitbull e tal, encarei, deu certo. Até um dia nós nós o cara, uma família chamou nós lá na casa. O cara tava gastando tudo que tinha, dando tod até as
roupas dele é troco de pedra, sabe? perto tava viciado e o pai e a mãe Adotivos falou para mim, ele deu o endereço que tava o traficante. Chegamos lá, tinha um cachorro, rapaz, pastor alemão, pensa num bicho grande e brabo. Aí nós pegamos um, falamos assim, a porta da cozinha tava aberta, sabe? Aí o cachorro patrulhou no quintal. Eu falei: "Gente, nós vamos correr, entrar na naquela porta e fechar a porta atrás de nós lá dentro. Tá os o casal de traficante." E assim foi. E eu entrei e o outro Polícia entrou. E nós nós
tinha um pau na mão, sabe? Aí eu entrei, corri, ele correu e nós fechamos a porta e o outro polícia ficou lá no muro. Dá o pau, dá o pau. Ele ficou para trás com medo de entrar. Aí nós entramos e o pastor alemão ficou meio assim, ele não imaginava que você ia encarar, né? Aí quando nós corremos para dentro, ele ficou na porta ali. Eu falei pro vagabundo, falei: "Vai lá e segura esse cachorro pro outro polícia Entrar". Aí entrou. Aí tinha 90 pedras de craque. O cara tava vendendo um casal e tinha duas
crianças ainda, rapaz. Duas crianças, uma de dois aninhos, uma de três aninhos. Aí chamamos a tia, né, irmã da mulher que tava sendo presa poucas crianças, prendemos aquele casal, casal usuário de droga, sabe? E começou a a vender para sustentar o próprio vício. Viveu a vida inteira assim. [ __ ] As crianças cresceu e, infelizmente Caíram no crime também. a referência, né, o usuário, tal, mas hoje eu não sei, faz alguns anos que eu não tenho contato, mas é bem complicado, hein? Sim, começa, eu tenho um livro, não vou falar o nome do livro aqui
também, mas é o meu livro de cabeceira, ele fala sobre a história da rota. Na verdade, ele quis ser crítico, sabe? Ele é um livro crítico que faz para para condenar, mas Para quem é polícia, para quem é raiz, para quem tá ali, vê que aquelas histórias ali é a que matou 100 e não sei quanto, vagabundo, tudo bandido. Mas ah porque matou negro pobre, mas negro e pobre bandido. Se for branco bandido também tem que ir para os infernos também. independente que eu falei para você, independente de de cor da pele, do time que
torce, a bandido tem que ir pro saco. Então ali tem algumas passagens que o Conte Lopes, inclusive a o oficial De justiça foi levar uma intimação para um caboco. Caboco deu um tiro no peito do do oficial de justiça. Aí foi um polícia lá e tomou tiro. Aí chamaram a rota. A rota cercou a casa, viu que tava complicado, o cara dentro do banheiro com a arma metendo bala. Chamaram o Conte Lopes. Conte Lopes foi engateando pela beira do muro assim quando aí olhou pelo pelo ban pelo vitrozinho do banheiro. Acabou o problema tudo ali.
Já foi pro Inferno o cara. O cara tava matando quem aparecia ali. O cara tava com bronca na justiça, tava sendo intimado. Então tem, eu acho que tem bastante história para contar aqui. O Conte Lopes. Bom. Nossa, muito bom. É, eu eu eu toda a minha vida eu, né? Vamos manter a sequência aí, pô, Farruzão. Eu eu é claro que no meu tempo de de mais Jovem, a gente tinha menos acesso às essas informações, a essas pessoas, né? Mas a gente conforme o o tempo assim vai recebendo notícias e a gente acompanhou a trajetória desses
desses grandes policiais do Brasil, né? as pessoas que se destacaram, que fizeram bastante. Então, nós temos nós temos até o tem o tenente, a hoje eu acho deve ser coronel aposentado, o tenente Gil, ele o autor do livro taxa ele como vergonhoso título do policial Que mais matou gente na história da polícia. P não, isso aí tem que ter um troféu, um cara desse. Aí matou o bandido, rapaz. Isso lá na rota também. na rota também. Então eu eu sou um cara que você vê aquela tem um tem um tem um vídeo na na internet
que mostra as viaturas da rota saindo de dentro de São da do do batalhão. Aquilo é top, sabe? Aí eu tive, tive a oportunidade, o prazer, Deus me concedeu Essa, essa oportunidade de eu estar lá no batalhão de rota, um dia que eles estavam saindo, saindo nas viaturas, eu ainda ô vai com Deus, vai com Deus e depois o cara que edita meus vídeos colocou esse vídeo, depois colocou aquele delas acabando de sair tudo cantando pneu. Mas ficou tesão, cara. Eu vi hoje ainda porque tem um colega meu que ele é meio maluco lá em
Nova Esperança, ele posta tudo coisa. Você vê o status dele tem 20 Coisa postada, 19 é do sargento Faú. posta, posta. Então esse vídeo eu tava lá, eu eu fui fui no aniversário da Rota, eu fui convidado, né, em 2000 e 17, eu acho, 2017 eu fui no aniversário da Rota lá em São Paulo. Aí depois que acabou a a solenidade, eu fui lá no meio das viaturas no pátio, entrei na viaturas da rota e aí eles estavam se preparando para sair e eu, né, o pessoal gravou eu dando, né, desejando um bom trabalho para
eles. Aí você, né, você vê O que que é São Paulo, né, o tamanho da da capital, né, um tanto de viatura que sai para combater o crime. Então eu sou admirador ferr dessas forças policiais aí especializadas e, né, do Brasil inteiro, popio de Janeiro. Eu sou admirador e sempre que eu posso eu tô enaltecendo. Eu sei o que que é o combate ao crime, né? E você fala em combate ao crime em região de fronteira, dentro das grandes cidades do Paraná. E eu imagino, eu Estive lá na no Rio de Janeiro, como eu acabei
de falar aqui, nós passamos, tava em dois carros. Um carro que eu estava era blindado, o outro não. E nós passamos no pé do do comunidade, eu vi uma viatura descendo e dali a pouco o veículo que tava atrás de nós estava sendo por sinal conduzido pelo meu assessor. Tava sendo conduzido o veículo. Ele falando no rádio, né, pro outro veículo na frente que eu estava lá no Rio de Janeiro, falando assim, ó: "A Polícia tá mandando parar, mandando parar e e o que que nós faz? Tá com fuzil para fora." Falei: "Para, ué". Ninguém
vai. Aí parou. Fomos abordados pela polícia do Rio de Janeiro. É, então viram que era nós tal, beleza e tal. Eles acharam que era chegando com um boi de armamento, né, pro pro morro. Aí nós abordamos, abordamos, não, paramos, tinha uma viatura parada, abordamos, chegamos nos caras, os caras desceu com fuzil, tudo. Aí fui ver a viatura assim, Eu, né, tudo uns dois, três furos de tiro de fuzil. Eu falei: "Pô, nem manda arrumar mais de tão corriqueiro que tá as viatura com furo até enferrujado, sabe? O furo no capu assim, tiro de fuzil. Aí
os caras ainda falou para nós, falá: "O problema, sargento, nós trabalhamos aqui no pé do morro, vamos falar bem a verdade, tá baseado aqui no pé do morro". É, nós não incomodamos eles lá, nós só, Né? Porque não tem como. E nem eles incomoda nós. O grande problema é que às vezes o BOP a 10 km aqui, 20 km aqui, mata quatro, cinco vagabundos numa comunidade, desce dois daqui para se vingar de nós, que não tem nada a ver. Não tem nem sabendo que trabalha em outra canaleta. Sim. Aí desce aqui e atira na gente
e para se vingar que o Bop matou quatro lá que nós não estamos nem sabendo. Então esse que É o grande problema nós ficar aqui. Mas teoricamente ele não nos incomoda. Não é interesse para eles também, né? Porque se eles descer ali, matar um policial ali, o BOP vai subir lá e vai fazer um regaço, né? Aí é 1520 que vai pro pro saco, né? Então eu participei tudo disso aí lá no no Rio com o Gabriel. Para mim, que sou policial raiz, que gosto, vivo isso aí, vivi isso aí intensamente, para mim foi mesma
coisa que ganhar uma viagem para Disneilândia. Para mim foi Top pr caramba ver aquela aquela realidade que a gente acompanha na TV há anos, desde moleque, sabe, morro e tiro e tal. Para mim foi muito top. Falou que aqui a 30 m tem homens armados com fuzis guardando a boca, o chefão da boca. Isso aí épico para mim, sabe? Então, foi muito bom. Por isso que eu guardo boas boas boas lembranças da minha estadia no Rio com Gabriel Monteiro agora, né? Eu eu para você falo. Tanto que os funcionários deles que Estão denunciando sab disso.
Eu tava os dois lá no dia que eu estive lá e sabem nós o que nós fizemos lá foi foi tudo 100% correto e nada. Até uma moto desceu, nós estava subindo para pro morro, desceu uma moto, nós não sabia o que se tratava, dois caras na moto, né? E aquele veículo nós estava era blindado, né? Então para você reagir, tem que abrir a porta, né? Que o vidro não baixa. Aí abri uma porta e Passou não tinha nada a ver. Então não houve nenhum tipo de nada ali até. Mas você percebeu que ali é
o tempo todo, né? para quem tá trabalhando a a viatura ali até para abordar esse esse carro que você estava. Examente examente nós dificuldade. Se fosse um bom de vagabundo, a dificuldade dessa viatura com dois polícias fazer uma abordagem dessa. Exatamente. Nós entramos no num morro e tem uma uma barricada lá na frente de três trilhos de trem que são fincados no asfalto, né? Só que o tráfego avançou sem o conhecimento de de quem tava ali nos guiando, não sabia desse avanço. O tráfego avançou e fez uma barricada de entulho, ou seja, ele avançou uns
200 m para cá já do que do que tava a barricada antiga. Então, coloca entulho aqui e aqui. Aí tem que fazer assim, ó, para entrar. Sim. Entendeu? Então nós chegamos nesse entulho, falou: "Volta, volta e não tem espaço para manobrar naquela e são vielas, não manobra uma mitich, uma caminhonete, aí tem que voltar de ré. éonde você vê que pode vir o problema de lá para cá". Então é a área amarela, sabe? Praticamente já se tornando área vermelha, né? Porque a barricada avançou, nós não tínhamos essa informação. Com certeza dois carros Estranhos naquele local
ali, o tráfego já está informado. Sim, porque tinha, com toda certeza tinha dezenas de pessoas fumando craque ali, uma mini cracolândia, informantes, aquelas lojas, o próprio comércio ali, carro estranho em viatura ali na passagem no pé já é informado, ainda mais adentrando. Bigodão lazarento que conhece no Brasil. Aquele velho bigodudo tá aí, aquele nojento. O cara me dá um tiro de fuzil. É, brincando para ganhar 100 g. Então eu falei, eu tô [ __ ] aqui. O senhor citou a a sua visita lá na rota me chamou atenção que você falou 2017, você nem era
parlamentar ainda, então te convidaram lá já pelo respeito e pela tua história lá no Paraná. Sim, pelas pelas atuações que eu tinha na Polícia Militar. Me convidaram, veio um ofício do comando, né, da rota. Aí eu Eu falei com o meu comandante, se ele me liberasse, ele falou assim: "Não, tá liberado, né? Pode ir". Aí quando foi à tarde, ele ligou e falou pro comandante da companhia, falou: "Não, não só vou liberar, como vai representando a polícia do Paraná, tem que ir fardado com viatura, com diária." E aí já falou: "Não, vai representando a polícia".
Aí fui fardado. Aí o fui pro palanque oficial das autoridades, inclusive quem anunciou os nomes dos presentes era o Secretário de segurança pública de São Paulo. Hoje nada mais nada menos que o Xandão, ministro do Alexandre de Moraes. Ele que ele era o secretário de segurança, tava lá representando o governo do estado. Então eu estive lá e fui muito bem recebido. Eu já tinha alguns conhecidos pela internet, né? o alguns alguns policiais que a gente conhecia pela internet. Então, esses caras me levaram lá para ver as viaturas, tirei foto Dentro da viatura e por sinal
Glauber, tinha uma turma todo de de adolescentes com a camisa lá de de militarismo lá. Não sei se eles estavam fazendo uma espécie de curso lá dentro da rota, alguma coisa de adolescente, sabe? Ligado a patriotismo, a polícia. E eu cheguei lá e famoso na internet, fui cercado, não consegui andar, tirei mais de 200 fotos lá dentro, depois tinha um comandante esperando eu num batalhão do lado ali. Aí acabaram que me tirar, porque eu não deixo ninguém assim, se eu tenho que tirar foto, eu quero tirar com todo mundo, eu fico frustrado de sair, mas
daí os caras falam: "Não, sente, tô comandante". Me empurraram, me empurraram no meio daquele povo. Acabei deixando muita gente sem a foto. Mas para mim eu atenderia todos ali. Muito gratificante você chegar como polícia fardada e jovens de 15, 16 anos querer tirar foto com você, enaltecer, como Antigamente enalteciam bandidos, né, que respeit, né, a a grande imprensa empurrava em cima que os os grandes heróis dessa dessas pessoas aí eram aqueles grandes traficantes armados. Hoje os grandes heróis já passam a ser policiais. você que combatem aquilo aí. Então é muito interessante. Até esses dias foi
um garotinho lá com o avô dele e me queria porque queria me conhecer. Aí o Zanete marcou, ele esteve no gabinete, ficou emocionado. Falou: "Tô Emocionado de ver o senhor pessoalmente." Falei: "Para mim é uma honra, rapaz, um garotinho de 14 anos que tem como admira um policial, um cara que que combateu a criminalidade, entendeu? Então, eh, eu falei para ele, a tendência de você ter um futuro correto, patriótico e tal, é grande. Você começou bem. Em vez de est venerando vagabundo aí, maconheiro e outros aí. Então, é, puxei umas cadeias lá por causa de
bater nos outros, por Causa de de briga boteco, puxei cadeia, sabe o que? O militarismo. Fiquei uma vez eu fiquei aconteceu agora abordagem sua reconhecido já teve vagas. Você abordando, cara. Pô, sergento Farru, teve vagabundo, tá entrando no erro. Teve bastante, teve bastante. Ó, teve um caso quando eu trabalhava, nem se falava em política ainda, eu trabalhava, eu trabalhava no serviço reservado, tinha um vagabundo traficando droga. O Cara tinha uma ficha, rapaz, o cara era assaltante de banco, homicida. Aí o cara era de da região de Cascavel, Foz de Iguaçu. Aí o cara veio para
Maringá, né? Polícia tudo conhecia lá, veio vender droga. Aí eu recebi a informação e prendi ele. Ele tinha um, ele tinha um, um golfe, ele tava com um golf preto, tava com um golf branco e nós estava com a uma uma Senique preta. Aí nós vimos, ele tava em frente à casa da mãe dele. Eu falei pro tenente: "Vamos entrar, tenente." O tenente tava com a viatura da da choque. Falei pro tenente: "Vamos entrar?" O tenente falou: "Não, vamos esperar ele sair". Falei: "Tenente, esse cara montar nesse Golf fica ruim de pegar". Falou: "Não, vamos
esperar ele sair". Esperamos. Ele montou no Golf, nós fomos para cima, ele e deu linha na pipa e fez um tal e acabou que ele chegou no semáforo, tinha caminhão e um ônibus parado, ele travou. Nós paramos a Viatura do lado e eu era o passageiro, né? Eu desci da viatura, subi em cima do capu do carro dele e enquadrei. Foi mão na cabeça. Aí chegou a viatura da Choque. Puxaram ele, tava com a mulher e um filho de um ano, rapaz, um perigo. Aí puxamos ele para fora, tá? Já comemos ele no pau, tal,
já tinha cinco, seis mandaros de prisão, o cara bandido. Aí chegou na delegacia, ele ainda comentou bem assim: "Ah, eu sabia que se um dia eu caísse Preso aqui em Maringá, ia ser o sargento Faur. O único que teria capacidade de me pegar. Sargento Faur e Montanha. O Montanha é o Montagner que é meu parceiro. Os caras chamavam de montanha. Aí então falei assim: "Bom, então você já sabia que o problema aqui". Falou: "Não, o problema é eu sabia que era o senhor, então tanto que você tomou no cu". Tá preso ali. Então aí o
para presídio, o cara tinha muito mandado de Prisão, sabe? Então e na e na estrada e na estrada muitos me conheciam, pediram para tirar foto comigo. Um dia o cara, uma mulher falou: "É, a gente tira uma foto comigo". Aí eu falei: "Vamos tirar". Tirei a foto. A que ela voltou no carro, ela falou: "Ó, tô levando um cigarrinho". Falei: "Vai tomar no seu cu, [ __ ] dá o celular aqui, pagar de celular essa [ __ ] do cara". A mulher como tava todo errado que tinha que ter uma foto Contigo. Então os caras,
teve um que era de de Birigui, São Paulo, carregando mu. Ô sargento, eu votei no senhor porque eu fui candidato uma vez, não fui eleito, né? Eu falei: "Seu mentiroso, São Paulo não pode votar em mim. Mentindo, sabe? Para para se escapar da mexer com o teu ego, né? É para escapar da pedrada também que tava levando muamba, né? Depois olhei a muamba dele, só porcaria. Falei: "Vai embora cuidar de sua vida, rapaz". Eu tô aqui atrás de Vagabundo, não de cara que tá sustentando a família, porque os caras traz umas coisinhas a mão, um
brinquedinho e tal. Nunca incomodei com isso, sabe? Incomodava o cara que quer trazer metade do Paraguai, sabe? Contrabandista, bandido, não. O cara que tá sustentando a família, trazendo brinquedinho para vender no nos vazar. Vai embora, rapaz. Você tô com que tô aqui com atrás de vagabundo. Tirar foto até vai, né? Mas tirar foto Com vagabundo é [ __ ] É [ __ ] né? Daí depois vai ó, e aconteceu sabe o quê? Uma vez um soldado me ligou e falou que tinha um colega dele que queria tirar foto comigo, um soldado. Falei pro soldado, eu
tô trabalhando, tô na rodovia, vou chegar em Maringá 11 horas da manhã. Isso era 10 horas da noite que ele me ligou. Falou: "Sargo, então nós vamos lá 11 horas da manhã, nós espera o senhor na companhia". Cheguei lá, tava o polícia e o amigo Dele. O amigo dele tava com um uniforme de vigilante assim, falou para mim: "Ah, gente, eu tô indo para Israel fazer um curso, senhor quiser ir comigo, tal, mas eu não vou pra [ __ ] de Israel, tô trabalhando aqui." Aí tiramos foto e tal. Resultado, Polícia Federal prendeu o cara
estelionato, comprando uma moto com os dizendo que era policial federal e abriu o celular dele, a fotona comigo E eu fado, né, na época e tal. Aí tava me ligar, eu falei assim, aí eu não sei nem de que camião caiu esse cara com um polícia que me apresentou e falou que o cara era amigo dele, eu tirei a foto, mas eu não tenho nem sei o nome dele. Então para você vê que tem o os riscos também, né? O risco, né? É o perigo, né? Porque tu não sabe quem é, tu não vai puxar
a ficha do cara. Tirar uma foto, pô. Cara, chegou um cara no gabinete lá do Nordeste, ô, sou seu fã, vamos tirar foto, vamos não sei o quê. Manda um salve aí pro pro meu estado. Mandei um salve e tal. Aí depois fui ver na internet os comentários: "Sargento, esse cara aí é defensor do Lula, é um vagabundo do [ __ ] esse cara aí. O senhor tá tirando foto com ele." Eu falei: "Puta que pariu, eu vou saber. Eu não conheço o cara, cara". Vai, então é [ __ ] É [ __ ] Eu
não nego para Ninguém, sabe? Mas uma hora, uma hora a gente, né, tira com a merda aí, mas faz parte. Hoje eu tirei foto com bastante gente. Perceber que o cara tudo gente que já olha fala: "O senhor ou é muito parecido ou o senhor é o sargento para não sou eu mesmo. O senhor tira uma foto comigo e tal". Para mim é uma honra, cara. Eu me me fortalece, me valoriza. Pode ter certeza que o que eu puder. Eu tive aqui naquele parque Leão, rapaz, tinha mais de 10.000 Vi pessoas ali, eu vou falar
para você, eu fiquei umas duas horas tirando foto. Aí teve que acabar que segurança me empuou para levar eu para dentro do carro, senão eu não conseguiria sair. O Bolsonaro ia descer ali, só sobrevoou e não desceu. Os caras falou: "Não tem o Bolsonaro, vamos pegar essa [ __ ] aqui mesmo. E é [ __ ] viu? Mas isso aí é o carinho, né, cara? Trabalho fortalece a gente, sabe? Porque Mostra que você não pode errar isso. E que você tem que manter teu foco, que você tá no caminho certo, que é principal. É isso,
entendeu? Então, por isso que eu eu levanto a cabeça e vou para cima e vou para cima, porque é uma trajetória que foi construída tijolinho por tijolinho, desde lá atrás, quando eu pela primeira vez eu meti uma farda, eu lembro até hoje, eu abordei uns quatro, cinco Vagabundos sozinho. Aí tinha um senhor que tinha um boteco lá e eu chamei a viatura, prendeu os cara, aí o senhor falou para mim: "É, você tá começando mal na polícia já, porque desse jeito tá fazendo aí sozinho, você vai se dar mal." Falei: "Ah, eu quero que se
[ __ ] rapaz". Vou deixar o cara escapar porque eu tô sozinho. E eu abordei o cara com um revolvinho que eu tinha 38, cano curtinho. Enquadrei os cara, tava tendo um tipo um evento, sabe, um uma escola De samba e eu vi que os caras tava vendendo droga. Enquadrei, chamei a viatura. Em Maringá tinha duas viaturas trabalhando, cara, até chegar. Fiquei duas horas com esses quatro cara ali e o velinho olhando lá. Depois o velinho. É, você começou errado. Eu comecei certo, cara. Comecei aí. Ele deve ter pensado, você aí não vai nem aposentar.
É. Tá aí, que vivo o esporte. Tá aí antigão. [ __ ] merda. Eu tenho orgulho de Ter ficado 35 anos na Polícia Militar e eu eh no Paraná você, não sei como funciona os outros estados, com 10 anos de serviço, você com bons serviços prestados, você recebe a medalha de bronze, 20 anos, medalha de prata com 30 anos, medalha de ouro. Eu tenho a medalha de ouro da Polícia Militar, não é para qualquer um. E tem a medalha Coronel Sarmento. A medalha coronel Sarmento é a maior honraria que tem dentro da Polícia Militar do
Paraná. E Eu tenho a medalha coronel Sarento. Foi me entregue pelo comando geral da Polícia Militar, pela minha trajetória dentro da Polícia Militar. Então são são coisas que marcam bastante, né? porque mostra que foi uma trajetória de sucesso. Uma trajetória de sucesso. Nunca nunca tive eh respondi nem fui envolvido com nenhum corrupção, nem nada. Os únicos procedimentos que eu respondi foi por maltratar vagabundo, bater em preso, essas [ __ ] aí. Mas nada Que me desabonasse a minha conduta moral, particular minha, que eu que eu faço questão de zelar. Então, eh, pagar cesta básica, pagar
multa, assinar por ter atacado vagabundo, para mim são troféus que eu conquistei durante a minha longa trajetória. E vou falar para você, viu, quando você isso que eu falo para você, jovem, a vida passa, corre atrás do seu sonho. Você tem vontade de ser polícia, vai para cima. Você é polícia, vai para Cima. Você é admirador, faça a sua. Porque eu quando eu assinei o livro da Polícia Militar, você assina um livro, foi dia 28 de junho de 1983, quando eu ingressei oficialmente na Polícia Militar, eu vi os antigão, para mim, os antigão na época
tinha 10 anos de serviço, que esses caracou de pendurado, parecia pistoleiro. Mas um dia eu chego lá, um dia eu chego lá, mas eu nem eu mesmo não acreditava que é muito tempo. Ah, Vai chegar, [ __ ] hoje eu sou um cara que estou na reserva da polícia. Quer dizer, passei tudo aquilo, 5 anos, 10 anos, 15 anos, 20, 30, 35, até que venceu o tempo e e foi uma carreira muito boa. Uma puxei umas cadeias lá por causa de bater nos outros, por causa de, de briga, boteco, puxei cadeia, sabe o que o
militarismo. Fiquei uma vez eu fiquei, aconteceu, nós tava, olha, ó, para você ver como é que o polícia se [ __ ] às Vezes sem dever, né? Nós tomamos umas cachaças, tava trabalhando na guarda do presídio. Aham. Tomamos umas cachaças aí que deu sede à noite, parceiro, vamos tomar uma Coca? O P. Nós tinha tomado cachaça o dia inteiro, não deu problema. Aí fomos tomar uma Coca numa [ __ ] de um baile que tinha na frente e fomos lá no baile, pedimos duas cocas. O cara deu duas cocas para muitos anos aí, sabe? Aí
quando nós saímos, tinha um velinho Vendendo cachorro quente. Tinha um cara sentado no muro infernizando o velinho. Velinho chamou nós dois fardado, falou: "Polícia, rapaz, não tá deixando eu trabalhar". Eu falei: "Rapaz, você, ele me deu uma pesada no peito, já te recebeu na brutalidade". Puxei ele para cá e pau levamos ele lá dá uns 100 m da onde nós estava no presídio, sabe? Levamos ele debaixo de pancada lá no presídio, Fizemos o papel dele lá e por um azar meu, adivinha quem tava fazendo? Ronda na meia-noite, coronel, comandante do batalhão, coronel Aparício, um já
até faleceu, mas um malucão, sabe? Chegou lá, que que aconteceu com esse cara? Eu falei, aconteceu que esse cara tava aprontando. Aí nós prendemos ele, mas quem que rasgou ele tudo? Eu falei: "Ah, foi nós mesmo". Aí no outro dia ele mandou fazer um procedimento, resultado, deu 15 dias de cadeia para Mim, 10 pro soldado. Eu era cabo, tomei no cu maior comandante. 15 dias de cadeia para mim. Olha que e olha que época que era. 15 de dezembro comecei minha cadeia. Passei o Natal na tranca. Natal. Quando foi dia 30 saiu saiu aí. Aí
quando foi dia 30, saiu e chegou a publicação da Liberando os presos. Podia ter sido liberado cinco dias antes, mas aquele tempo não tinha internet, tinha nada. O boletim chegava no malote que eu fiquei preso cinco dias mais ainda que eu podia estar na anistado, sabe? Aí saí 30 e já caí no 31 em primeiro de dezembro já com gosto de gás. Falei: "Liberado, 15 dias de cadeia, rapaz". Perdeu, perdeu o Natal. Perdi Natal preso. Agora se se contas assim, já tomou Quantas cadeias aí? Umas cinco. Não entendi. Tomou quantas cadeias já? Umas cinco no
total da carreira. Ah, tomei muito mais. Cadê? Bater nos vagabundos, infernizar, dar tiro e tomava dava. De uma vez um monte de o cara não parava. Dei um monte de tiro no carro e aí depois sabe como é que é, né? Procedimento militar é tudo no no na ponta da caneta. Então, pegava Uma vez eu e o parceiro lavar a viatura. Parceiro falou para mim: "Lava a viatura por fora". Mas tinha andado no barro a noite inteira, lava por fora e deixa por dentro comigo. Fui lá e lavei tudo por fora. Demorei umas duas horas,
paz. Tava assim grosso de barro. Lavei tudo e fui embora para casa. Falei: "Agora ele se [ __ ] para limpar por dentro". Passado uns 10 dias, comunicação, deixar a viatura suja por dentro. Aí chegou, [ __ ] Peguei dois dias de cadeia, falei: "Filho de uma [ __ ] do cara, cara, fiz da minha parte, me fodi para lavar a viatura e o cara não peguei dois, peguei dois eu e dois ele, né?" Aham. Ele falou: "Ah, tava com muito sono, esqueci". Falei: "Puta, fui eu, fodeu." Aí, então é essas cadeias idiotas, sabe? Por
isso que eu falo, é militarismo. E tinha e lá no batalhão antigamente Tinha um xadrez lá, cara. Você p queria pô no xadrez quando aprontava, mas mas depois antes ficava no alojamento. Eu tirei muita cadeia e depois falei: "Por isso que eu não eu não bebo nada de óculos, sabe? Faz muitos anos. Eu quando eu fui transferido para Camorão, eu já fui sem tomar porque dava problema. Ah, tomava. Não é que eu dava problema, eu ficava de boa, mas eu também não levava desapor. O cara falava: "Polícia, Você é feio. Já comia ele na bala".
Então eu falei, chega com essa [ __ ] e hoje o cara fala, você é feio, fala assim: "Tém é e foda-se." É, tu é mais, né? É. Fala, mano. Valter. Pô, cara, tem uma aqui que ele passou ali pelo assunto, mas o camarada ele quer saber o detalhe. O Scank, Skunk, ele, Opa, sargento, conta da vez que você cheirou o pó do vagabundo. Até pó tu já cheirou do vagabundo? Sim, eu então é justamente esse tá falando para tu contar a história de quando tu teve que chegar o pó do cara. Pó? É sim.
Então essa esse vídeo tá rodando. Inclusive hoje ele ele rodou e eu vi ele hoje eles cortaram é uma entrevista. Foi o seguinte, nós pegamos o cara com a 4 kg de cocaína que eu falei que passou o cachorro. Aí levei na oficina, tava num compartimento do tanque de Combustível. Aí quando ele derrubou os tabletes, ele é prensado, né? Aí eu cheirei aquele p esfarelei, cheirei, rapaz. Eu vi que meu nariz adormeceu, fiquei meio ligadão, falei: "Porra, isso aqui é cocaína mesmo, né?" Aí fui dar entrevista, o cara falou: "Não, tá aí". Eu falei: "Pó,
cheerei a cocaína, chapei, tô chapado até agora". Mas tava mesmo, sabe assim, meio que [ __ ] não tem costume com essa [ __ ] Aí depois os cara, né? O o pessoal do Pânico. Aham. Ela tirou sarro de mim, aquele pânico lá em São Paulo. Falou assim: "Pô, aquele bigodão lá dá pro Maradona usar o resto da vida, só o que ficou acumulado". Falei: "Porra, cara, aí vocês querem me matar aí." Aí o meu, o comandante da companhia era meu amigo, né? O comandante da companhia falou assim: "Ó, o coronel tá [ __ ]
com essa entrevista Cheira sua de cheirar cocaína aí, eu vou ter que te dar uma advertência." Eu falei, "Dá essa [ __ ] aí, mas não vai te prejudicar não". [ __ ] Só não põe cheirar pó aí, né? Coloca aí com atitude alguma. Pensar que eu sou cheirador de pó. É, mas eu cheirei porque aí o o carioca fez a entrevista, eu contei para ele ainda, falou: "Ah, mas não tem aquele negocinho azul que fica azulzinho?" É, não. A Polícia do Paraná não tinha [ __ ] nenhuma disso antes, não, rapaz. Tem que ser
cheirar mesmo. Se chapar é cocaína. Se não chapar manda o cara embora. Quer quer farinha. Toma. Muito bom. Aí esse vídeo começou a rodar hoje durante o domingo. É, mandaram para mim, aí eu mandei para meus amigos e tal, mas eu já tô acostumado com ele. Mas é uma entrevista longa, sabe? Foi o dia que Nós pegamos o 4 kg de cocaína e esse vagabundo da cocaína que eu falei que é o tal do Mula, ele fazia 7 meses, ó, para você ver como é que a justiça é uma merda, né? Em alguns casos, fazia
7 meses que ele tinha sido preso pela PRF com 800 kg de maconha. Não era para tá solto ali. Foi preso com 800 kg de maconha. 7 meses depois eu tava prendendo ele com 4 kg de cocaína e e uma menina adolescente grávida. Ainda falei só para dar Trabalho pra administração, porque ontem vai enfiar um adolescente grávida, tem que chamar o pai e a mãe e levar lá para fora de Iguaçu. Vai aprender uma [ __ ] dessa? 16 anos grávida. Ela é, eu não sabia que tinha droga, mas durante o caminho eu fiquei sabendo.
Mas o vagabundo traz você, te oferece 100hão para dar uma legalidade. Fica dá uma disfarçada ali nação. Eu já Peguei cara com rapaz, eu peguei uma traficante uma vez numa casa, eu sabia que ela tava vendendo. Peguei, ela tinha um um nenezinho, era neto na verdade, tinha o casalzinho que era filho e e nora, e tinha o nenezinho. Nenezinho tinha poucos meses, tinha tudo berço, aquelas fraldinha, roupinha, tudo, rapaz, tudo enfiado no meio da fralda, no berço, tudo cheio de pedra de craque. Enfiou tudo no meio das coisas das crianças. [ __ ] Aí enfiamos
na cadeia. Passado muitos anos, cara, eu tô andando, vi uma mulher acabadona, falou: "Faú, tudo bem? Eu quero te agradecer". Falei: "Mas o que que eu fiz de bom para você? Você me prendeu, você me prendeu e me tirou daquela vida que eu tava destruindo a vida dos outros. On eu sou uma pessoa decente. Eu falei: "Glória a Deus". Mas a mulher me agradeceu depois, mas não sei se ela tava com xaveco também. Eu Tava vendendo ali também, mas eu tava indo meus netos passeavam. Falei: "Nem vou dar muita confiança para ela, mas já fiquei
preparado, né? Que quando eu conheci eu falei: "Essa mulher eu prendi". Mas ela acho que mudou de vida, realmente. Cara, a molecada tá rindo demais aqui no chat, cara. Fiz mais uma ocorrência aqui. A Cristina Vicente fala dos meninos da PR323. Aí mandou assim: "É os guri". Que que isso quer dizer? Fala mais alto, mano. R3 2 3. Isso. E mandou, complementou. É os guri. Que que isso significa? É o quê? É os guri, mano. Volta, por favor, parceir alto e tudo a frase toda. Do início ao fim. Vai alto, alto Fala dos meninos da
PR323. É os guri só mandou isso. É gir BR323, né? Não, PR 323. É a rodovia. Rodovia Paraná. É a rodovia que liga Maringá, né? Eh, até Guaíra, que eu falei para você que nós ficávamos mais ou menos de Maringá aonde nós íamos, dá mais ou menos 170 e poucos quilômetros. ficava fiscalizando ali. Eu não Não lembra, né? História. Cigarreiro. É muita coisa. O público te acompanha. É. E acaba que nem pelo nome nome pelo nome ou um apelido que deve ter falado aí eu não me lembro não. Irmão. Ó, fala aqui que eu eu
já falei várias vezes que ia acabar, mas que o senhor não quer acabar, que toda hora o senhor puxa mais uma coisa. Isso é muito bom. E Eu tô quer eu tô preocupado contigo e eu quero acabar por causa da hora e preocupado contigo e tu tá mandando e eu tô felizço porque tá bom demais. É que nem você você falando desse negócio desses meninos aí, eu não sei também se tem alguma coisa a ver cigarreiro. Eu tenho um amigo lá, conheci ele há alguns anos lá, ele ele mexe com fruta e verdura lá. Acho
que eu já falei isso aqui. Ele ele tem um depósito grande de fruta e verdura lá. Então ele falou Assim: "Sargento, eu pago 100, 1600 conto, molecada trabalhar comigo aqui. Só que eu trabalho mexer com fruta e verdura é [ __ ] né? Que começ primeiro tem que se levantar cedo, perdão. Para servir os mercados tem que 7 horas da manhã tem que estar na prateleira do mercado. Ele falou: "Só que é difícil concorrer com o contrabando porque um cara paga 1500 conto, 1000 conto, 10000 por viagem que o cara dá de de Guaíra para
Londrina, para Maringá. O cara em 2 horas ganha 1500 conos e para ganhar 1500 comigo a tem que trabalhar um mês. Então não consigo funcionário. Muitos funcionários, infelizmente a molecada se seduz pelo pelo para transportar cigarro e e muitas vezes o como se diz a a a pena é pequena em relação a e o dinheiro é fácil. Pouc dinheiro fácil. É que nem eu te falei, o que vem Vem a multa, só que a multa vai no CPF. Então, quer dizer, se você tiver alguma coisa, algum trato com o estado, você uma hora vai ter
que pagar. Mas esses moleques do fundo de vida, que [ __ ] você faz uma multa de de R$ 30.000 no CPF do cara e daí? É, [ __ ] nenhuma. Vai pagar não, pagar um [ __ ] pro polícia ainda. É, vai fazer o [ __ ] Ele não fica preso, sai logo. Nós, um dia nós pegamos Um, no, nós recebemos informação que no hotel tinha três caras com carro, com cigarro lá em em Loa, aí fomos lá. Tá os três hospedados, pegamos os cara, você vê, né? Prendemos, chegou lá na receita, mandou liberar
os cara. Agora, rapaz, já agora, coisa de um mês atrás, mandaram intimação para mim ser ouvido, porque os os caras estão respondendo por receptação. Os carros eram eram produtos de furto. Só que eu acho na época não tinha, nós Checamos placa tudo como depois berrou. O que que acontece? Eu acho que o verdadeiro dono que tava cedendo o carro para ser usado no cigarro, depois que o carro caiu, foi lá e berrou. Sim, né? Furtado para não para não se Mas na verdade deve ser o [ __ ] do dono da carga mesmo. O cara
berra depois para não se ferrar, né? É igual o golpe do seguro, entendeu, né? Depois que então é porque não é possível, porque na época Nós checamos num boar um carro sem verificar chassi e tudo, né? Isso aí nós sempre fazia. Então berrava você já enquadrava o cara na receptação, né? E esses não berrou. Agora fui ver, chamaram para ser ouvido para não respingar nele. Eu cri é para não respingar nele. Ele foi lá e beou, né? Falou: "Ah, meu carro foi furtado". E aí agora tá mais é o pô pode ter acontecido, né? Porque
como que não tinha queixa na época? E a Eletrônica iss aí você bateu lá já aparece porque aparece em vermelho, sabe? O quando tem ele é purto roupa, aparece em vermelho, alerta. Você você puxou a placa, apareceu o alerta piscando em vermelho lá, é porque tem alteração. Se não tiver nada em vermelho, certinho, é porque não tem bo. Esse dia me perguntaram assim, Globo, é verdade que o polícia ganha uma comissão em cima das multas? Claro que não, pô. Não ganha nenhum. Responda aí. Você tem mais propriedade do que eu para falar? Não, não ganha
nada não. É, é claro que se você analisar, eu não sei, algum batalhão, algum pelotão de trânsito, não sei. Pode ser que o comandante cobre lá uma produção, né? começa a pegar no pé do cara, o cara, o cara sai para fiscalizar o trânsito, Gber, um mês o cara não faz uma multa, o comandante vai para você tá mordendo ou tá fazendo vista grossa. Sim. Então claro que o cara tem à vez mesmo contra vontade fazer um uma produçãozinha, né? Mas eu, como disse para você, quando eu fui pra Polícia Rodoviária, eu trabalhei alguns tempos
no no muito pouco tempo no posto. O comandante comandante falou para mim, comandante assumiu o comando da da polí da quarta companhia, hoje ele é coronel, era capitão Pascoal. Ele falou para mim Assim: "Faú, não por não por eu ser padrinho de casamento do seu irmão, não por seu irmão delegado ser um cara que sempre ajudou a Polícia Militar, mas pela tua capacidade, pela tua trajetória, você é um dos meus sargentos de Rotan. Me puxou para Rotan, Manuel Pascoal, porque o meu irmão, ele é padrinho de casamento de um irmão meu Uhum. que na época
era tenente, hoje é coronel da reserva em em Maringá. E o meu irmão Mais velho era sargento da PM, ficou 12 anos na PM como sargento e depois prestou concurso. Hoje ele é delegado de polícia, inclusive ele ele ele fez 40 anos de serviço. 40 anos de serviço. Então o esse coronel falou não pelo seu irmão ser eu ser padrinho, nem pro seu irmão ser um cara que sempre ajudou, mas pela sua capacidade, pela sua trajetória, você é um dos meus sargentos de Rotã. Aí me meteu na outra e eu falei assim: "Eu vou escolher
a Minha equipe a dedo". Aí ele falou: "Você vai escolher sua equipe, eu permito, mas você vai ser cobrado. Você vai ter?" Falei: "Pode cobrar." Aí escolhi dois polícias, falei: "Nós vamos trabalhar, então que nós vamos aprend o coronel vai cobrar, capitão na época, né? Hoje ele é coronel, meu amigo. E não precisava cobrar porque nós fazia todo dia pátio cheio de de muamba, droga, arma, veículo roubado. Então, sempre produzindo, trabalhando. Fala assim, ó, A pista tá aí, passa um monte de coisa errada. Se você não faz, é porque não quer. Sim. Então o campo
tá aí para trabalhar, tem que fuçar, tem que desconfiar, ir para cima, cara com conversinha mole, tem que ir para cima e pegar o bagulho. Tem que pegar. Uma vez nós pegamos um ônibus sacoleiro, tava mua, tinha pouca muamba ali, pouca assim em vista, né, que tinha 30 passageiros. Aí tinha um fundo falso atrás, aquele aquele material do ônibus atrás, ele é ele é tipo uma fibra de vidro, né? Tinha um fundo falso, eu vi que a pintura tava nova, tinha 1000 kg de maconha escondido. Então quer dizer, motor, cara montou tudo, sabe? Para trazer,
trouxe passageiro com uma mambinha, tudo certinho, você fiscaliza, não acha nada, vai com Deus, tal. Mas só que a O detalhe era pintura nova, pintura nova. Peguei um carro com maconha também, dois cara, pintura nova também. Você vê que tinha acabado de fazer, o cara mandou fazer na, fez o fundo falso e mandou pintar. Eu vi que aquela, o carro já meio cansadão, eu vi aquela pintura novinha. Você conhece a pintura nova, né, que não é original. Aí era droga também. Era, então você, a pista é detalhe, né? A pista é detalhe. É a conversa
do cara, o cara começa, vou De tal lugar, tô vindo de tal lugar. Ó, muito simples. Eu não tô ensinando o beabá não, porque a polícia sabe trabalhar. Mas você faz lá, o cara prepara uma viagem, conversa, o que ele vai contar, só que ele prepara de um determinado ponto a outro a conversa dele, a conversa dele. Então você aqui, se você falar que ele tava na casa de uma tia e ele tá indo pra casa dele, essa conversa ele vai manter porque ele preparou ela. Mas se você separar os Dois vagabundos e falar que
jeito que era a tia, já não sabe mais. Uhum. Um vai falar que era gorda e alta, outro vai falar: "Não, ela era magrinha, baixinha". Mas não sabe. Não tinha [ __ ] de tia nenhuma. Não existe [ __ ] Não existe. Então você entendeu? Sim. Então é desmantelo. Aí você já sabe que estão mentindo. Se estão mentindo é Porque estão escondendo alguma coisa. Aí você tem que achar ou tá ali ou tá vindo o batedor. Aí você pega celular e tem hoje tem, né? A lei diz que não pode olhar o WhatsApp, n? Tem
só com ordem judicial. Aí você pega 3 horas da manhã, dois caras num carro, onde que você vai conseguir o ordem judicial para olhar o celular dele? Aí que que você faz? Você se impõe. Cadê a senha? Ah, mas cadê a senha, rapaz? Ah, tá aqui. Abre. Tá aqui, ó. Tá conversando com o cara aqui. Entendeu? Então, quem tava dormindo nessa hora não tá mais, né? É. Uai. Então, aí aí pronto, acabou. Achou e chegou lá no juiz, você obrigou ele a mostrar o celular? Não, ele fez questão de mostrar, pediu encarecidamente para mim olhar.
Eu olhei, doutor. Sim. Tá bom. Ninguém é, ninguém é obrigado a produzir provas contra si mesmo, principalmente eu. É, mas é isso que tu falou, né, cara? 3 horas da manhã faz o que com a ocorrência? Ah, onde que eu vou achar mandar de busca e apreensão? Vou esperar amanhecer. Eu não sei com que ele tá conversando. Se for com alguém que tá com carro para trás, já foi embora. Se eu pegar uma conversa ali, eu já peguei um fado de uma mulher, dois car passando. Aí abordamos um, tal, não tinha nada, abordamos o outro,
carregado de maconha, paramos os dois juntos, abordamos a da frente. Aí quando nós pegamos o celular da outra de trás, tava vindo mensagem daquela que nós tinha liberado. Sim. Falando: "E daí? Liberaram vocês?" Não, não. Aí eu falei: "Liberaram sim. Onde você tá esperando eu? Ah, tô aqui no posto, tal. Eu tô indo aí. Fui lá e Oi. Não tô devendo nada. Aqui suas mensagem aqui, ô idiota. Ah, uma era batedora da outra, mas uma batedora tão trouxa que andava um atrás do outro, um atrás do outro. Duas trouxas. Falou assim: "Ah, sargento, nós não
tem Costume com isso. Os cara ofereceu um dinheiro para nós, nós passamos no aperto lá e pegamos mais cana, mas puxar HD. O tal da mula, né? É mula. mula e, ó, é de 5 a 15 anos, aí fica presa, depois se entorta tudo, porque eu eu sempre canso de falar pras pessoas, né, lá e a gente vê a justiça é frágil num aspecto, mas eu falo pros caras, falo, gente, tem uma molecada lá em Margal, eu falo para eles, gente, um BO que você leva pra delegacia e vira um um inquérito, vira um processo,
ele tem que ter um começo, meio e fim. Esse fim, ele que que é? Ele é uma absolvição ou uma condenação. A condenação pode ser [ __ ] ou pode ser leve, mas tem. Não é um bo que o juiz num determinado momento ele pega e joga na lata do lixo. Ele tem que ter um um final. Então o cara cai com uma vendinha agora aqui. Ah, tava vendendo pedra ali. O juiz vai lá e solta ele. Aí para semana que vem ele cai vendendo uma maconhinha. Fica dois dias preso, juiz solta. Uma hora sai
a condenação, 5, 6, 8 anos no rabo dele e vem a polícia e cumpre o mandado de prisão. Ah, mas onde você tá achando que você tá que era brincadeira? Você tá achando que era brincadeira? Você tá achando que todo dia nós ia vir aqui e fazer levar você, gastar combustível e ia ficar por isso mesmo. Uma hora você ia entrar na [ __ ] Então, né? Eu falo pra molecada, falei claro que tem, né, os os crimes, né, com maior potencial ofensivo. Agora, o tráfico de droga caracterizou o tráfego, mas cedo mais você vai
se [ __ ] Você só vai escapolir quando você pegar lá em instâncias superiores que pegar essas palhaçadas aí que que muitos fazem aí que libera porque não tinha mandado, libera porque aprova sei o quê. Então isso aí agora primeira Instância vai ser condenado. Você vai ser condenado. Igual lá em Camorão. Eu até critiquei o juiz, fiz um vídeo criticando e critico de novo. Tem uma loja lá de de de eletrodomésticos, ela ia abrir 8 horas, 7 horas da manhã começa a chegar os funcionários. Ele abre um pouquinho a porta, entra para trabalhar, para arrumar
as coisas lá dentro. Nisso aí entrou três assaltantes, entrou junto, já enquadrou todo mundo. Mas teve alguém que viu, Ligou pra PM, falou: "Ó, entrou uns caras suspeito dentro da loja. A loja tava fechada. Sim, 7:30 da manhã a gente cercou um monte de viatura, pegou os tinha funcionário amarrado já e tal, aí prendeu os cara, o juiz soltou no mesmo dia. Eu fiz um vídeo esculhambando o juiz. tava no roubo mesmo, armada, tava pragante de roubo, mão armada, eh, tinha gente presa no banheiro. Tudo bem, ele soltou, só que eu tenho conhecimento da lei,
eu sei que ele poderia ter mantido preso, mas uma hora vai sair o resultado daqu lá, esses caras vão ser condenados por roubo, entendeu? Provavelmente ele já vai ter rodado novamente, porque continua, porque momento foi fácil. Examente. Exatamente. Eles vão achar que mais uma hora eles vão sentar na pua. Então, por isso que eu falo, a justiça Ela ela ela é benevolente a um determinado ponto, mas lá na frente chega o resultado. Chega o resultado. Tanto que, né, que nem eu falei para você, eu tava sendo processado por ter xingado esses vagabundos, né, teoricamente constrangimento
ilegal, etc. e tal. Minha prisão não foi discutida, foi legal. com droga. São réus confesso. Só que eu estava sendo processado. Como meus antecedentes permitiam tal e eu fiz Uma transação com o Ministério Público que aceitou que eu pagasse, assinasse e pagasse um determinado valor para justiça. Caso contrário, eu iria responder lá na frente. Eu seria sentenciado, entendeu? seria sentenciado lá 3 meses, 6 meses, um ano, não ia para tranca para um crime de menor potencial ofensivo, mas ficava enroscado. E qual foi o xingamento? Qual foi o xingamento? Gordo, gordinho, Robocope. [ __ ] um
absurdo, né? Um absurdo. Mas constrang já foi xingado. Bem pior que isso, [ __ ] né? Não, e o duro que os cara os os cara que ele foi tão tanto porque um teve um dos caras que eu não, os cara não sofreram nada, rapaz, não apanharam nada, só falhar. Por quê? Porque um dos cara, os caras não estavam juntos coincidentemente eles estavam no mesmo ano, mas não estavam juntos, Entendeu? Cada um tava cuidando da sua vida. Um deles que tava com a maconha, eu falei para ele assim: "Mãe, da onde que eu te conheço?"
Ele falou assim: "Ah, o senhor jogava truco com o meu pai, eu sou filho do Luí". Eu falei: "Puta que pariu, eu conheço um moleque de pequenininho, ele passava no bar, nós estava jogando truco, o pai dele dava um guaraná, ele ia embora, cresceu, foi traficar maconha merda". Então eu falei: "Não vou nem, né? Vou levar fazer meu serviço, não vou bater, não vou nada". Mas xinguei de gordo, gordinho. Tomei no cu. Antes tivesse batido. É, pelo menos eu pagava com Levou em consideração os tempos de truco. Sim, porque o pai dele era gente boa,
faleceu já. O pai dele era pedreiro, trabalhador, passava os dois molequinhos dele E ele dava uma guaraná cada um ia embora, morava perto ali do boteco. E eu a fisionomia depois fiquei muitos anos sem ver, era essa merda carregando maconha. [ __ ] E o que tava carregando o rachxei era bandido. Já tinha um monte de cadeia para trás. Já tava com o rachis, sabe? Já tinha puxado cadeia. Depois até esse da esse que é filho do do conhecido meu e saiu com tornozeleiro. Ó como é que funciona. O Juiz falou assim pro advogado, falou
assim: "Se pagar 7.000, 7.000 da tornozeleira, eu libero ele". Rapaz, rapidinho juntaram 7.000 a família, entendeu? Como é que na hora do aperto? Aí soltou com tornozeleiro. Eu falei: "É absurdo, né?" Mas tudo bem. O outro, como ele tinha passagem, já tinha bronca no Mato Grosso, tava na penitenciária, foi pra penitenciária. E o outro que eu falei que era dois pinos de cocaína, o juiz considerou, né? R$ 18.800. Como não tinha prova de que carro, ele falou que levou uma camionete, mas não tinha prova, não tinha. Foi liberado também, não? E e foi liberado nessa.
Mas se continuar esses 7.000 já não vai valer mais. já não vai ter mais esse 7000. É, não, ele é o que eu falei aí depois saiu a depois saiu condenação, saiu. Eu até questionei um advogado porque a pena para tráfico de droga é de 5 a 15, Né? Condenação saiu 2 anos e 6 meses. Não sei como é que você pega menos que a pena mínima. Até depois eu alguém aí que que tenha conhecimento jurídico me explicar, porque a pena mínima é 5 a 15. Ele pegou dois e se do anos e se meses.
É, eu também não sei muito não, mas tem aquela questão da doimetria da pena. Vai se kil de maconha. É, então eh Alguns absurdos da lei, né? Mas foi condenado. Foi condenado. No primeiro momento não ficou preso porque o que eu falei da da tornoueleira, né? Teve um caso, teve um caso que foi assim, eu abordei um ônibus de linha, Guaíra e Londrina e abordamos um carro atrás. Aí o cara do carro parou, começou a dar ré. Eu tinha um companheiro de serviço, chamou Josias. Josias, aquele cara vai Fugir. O cara dando ré, o Josias
enquadrou ele, ele falou: "Não, tô estacionando. Desce no carro, desce do carro". Tiramos do carro, carro tá cheio de maconha. Aí eu falei: "Então tá preso, segura ele aí". Aí fui lá no 11, tava parado 11, fui fiscalizar, olhei rapidinho lá, né? Falei, vou dar mais uma pegada, um repique aqui, né? Aí voltei, o cara tava mijando, tranquilamente mijando, eu preguei o pé no toba dele, pá, Vagabundo. Aí o polícia falou: "Não, eu liberei ele para mijar". Falei: "Car, já foi." Aí o cara tava com mais cigarro no bolso. Aí levamos o cara para pro
posto da da polícia rodovia de Cruzeiro, que é onde a gente fazia nossos bo. Chegou lá, eu falei: "Esse cara vai me entregar na audiência de custódia, vai falar que eu dei um chute no fiofó dele". Falei: "Tô fodido". Aí eu vi o mar cigarro no bolso, eu falei para ele: "Você fuma?" Ele falou: "Eu fumo." Tá com vontade de fumar? Tô. Falou: "Ô, Josia, tira o gema do rapaz para fumar e tal". Aí ele fumou e tal. Falou: "Ô, sargento, senhor é gente boa". Falei: "Rapaz, nós estamos te prendendo um crime, mas eu não
tenho nada contra você e tal". Aí ele não falou nada na audiência puto no cu. Falei: "Rapaz, tive que liberar um cigarro pro filha da [ __ ] não me entregar". Mas eu falei: "Mas eu já tava com a jaca no rabo do gordo gordinho, já Vejou pegar outra boba tranca". Aí não me entregou não. Acho que deve ter perguntado, tratou bem? Falei: "Ixe, deixou até o fumar". É, [ __ ] um deixou mijar, o outro deixou o fumar. É, falou pessoal gente bo para [ __ ] Mas ele não sabe do que que ele
saou. Ele esquece, ele esqueceu até o chute, né? esqueceu o chute, mas ele deu uma trancada no corno que eu bati. Trabalha com uma bota, sabe? A bota parece tem Ferro na ponta. O but, o but é pesado, né? Ai, aí o homem deixou. Falei que deixou o [ __ ] O polícia falou: "Não, sargento, deixei ele mijar para ele não mijar dentro da viatura". Falei: "É isso aí cara, muito bom, cara. Que dia, cara. Que dia? Se já tem um monte de filha da [ __ ] para bater em polícia, para [ __ ]
com polícia, tem que ter quem defenda. E eu tô aqui para defender. No intervalo ali que eu que eu estava Trabalhando, quando eu tinha 40 anos de idade, eu sofri cinco infartos, três foi dentro de viatura. Então eu falei pro o comandante geral, eu tava respondendo um procedimento dentro da Polícia Rodoviária pelas minhas entrevistas. Uhum. Entendeu? Fizeram um inquérito a a corregedoria. Sim. Corregoria veio lá para me [ __ ] O o pessoal de Maringá, né? Tinha dois xaropes lá e queria me [ __ ] Então veio O inquérito cheio de CD pendurado com entrevista
e tal. Pegaram, deram o o lá tem sempre tem um encarregado do do IPM, né? Pegou um capitão lá para fazer o Aí eu cheguei, fui visitar a Rota em São Paulo e respondendo esse procedimento, né, pelas entrevistas, queriam me [ __ ] né? E aí eu fui, escalaram eu, quando eu cheguei, eu ia pegar férias, fazia ali uns quatro dias eu ia pegar férias. O capitão falou: "Ó, antes das férias você não vai Lá no em Curitiba trabalhar no Paraná Seguro, que é Paraná Seguro nada é uma é uma exposição de coisas da polícia,
de vários aspectos lá, né? Tanto da polícia como de outros órgãos do estado, né? Aí lá tinha polícia rodoviária, tinha um uma viatura lá, um um uma umas armas, as coisas para mostrar pro povo, né? Aí mandou eu e o e um polícia lá. Eu fui para lá, cheguei lá, era no Parolim, perto da favela do Parolim. Cheguei 9 horas da manhã, 10 horas era Abertura oficial. Aí 10 horas chegou o comandante geral. Eu vi chegando o comandante geral, coronel Tortato, chegou ele, uma comitiva dele. Ah, do jeito que ele chegou, já cumprimentou, já prestei
continência, ele já falou: "Faú, vem cá, me chamou no canto, falou: "Você tá respondendo um procedimento, né?" Falei: "Sim, senhor." Então, rapaz, escapou, eu não vi. Agora me falaram que está respondendo. Do que que é? Eu falei, é uma entrevista aquela Que você mandou o cara enfiar a droga no cu? Falei: "É aquela mesmo, uma década". É. Ele falou: "Olha, pelo que você tá fazendo, pela Polícia Militar, cabe uma ação do Comando Geral para estancar esse problema." Falei: "Ô, coronel, o senhor puder, Faur, tá resolvido, beleza?" Aí em corregedoria nunca mais me chamou. Passado uns
quatro, ces eu tava na operação praia e esse coronel chegou, falou: "E daí resolveu?" Falei: "Eu acho que sim, né? Se o senhor não resolver, ninguém mais, né?" Aí nunca ninguém mais me perturbou. Aí eu peguei e falei aqui, ó, corregedoria, vai tomar no centro do cu e não pegou naquela época, agora não pega mais também, né? Tem um mandatão de deputado federal, aí fodeu. Então, pois é. Não, então, mas era tudo besteira, mas queriam me poder. É, Então é para você ver, né? Por causa de entrevista, por causa de de Não é assim, cara.
Eh, e são caras que marcaram, meu irmão, chamavam muita atenção. O Brasil todo conhece, entendeu? Todo mundo conhece o o sargento Farrup. Então, só que é o seguinte, viu? Eu eu sou eu sou um cara que eu nunca eu nunca eu nunca fui aquele polícia de de dar entrevista e atacar a instituição, comando. Nunca ataquei, Nunca ataquei. Ataquei criminalidade, leis frágeis. Falei sobre a minha apreensão, sobre as dificuldades, né? Sobre as partes interessantes. Boa, tirando de circulação, enaltecendo o nome da polícia. Não fica aquele cara de atacar. Ah, porque não sei o quê, porque a
polícia, porque não sei o quê, porque eu ganho pouco. Não, não é, não era o momento. Sim, ali era outra outra coisa. Eu nunca, eu Sempre falo, ô Gláber, eu sou defensor da segurança pública, tá? Eu tenho plena consciência que para uma segurança pública boa, o policial tem que ser valorizado, tem que ser salário digno, carga horária condizente, né? estrutura para trabalhar. Estrutura para trabalhar. Só que eu nunca fui. Se alguém me cobrar isso aí, tá enganado. Porque quando eu eu fiz campanha, eu nunca fui sindicalista da polícia. Eu nunca fui sindicalista da Polícia. Eu
nunca fui de associação, nunca andei com regulamento de baixo do braço. Eu sou deputado da segurança pública. Eu sou um homem de segurança pública. Sim. Entendeu? E, e, e por isso passa a valorização da tropa, não tenha dúvida nenhuma, porque se você tiver uma uma viatura de polícia, for te atender na sua casa, uma viatura capengando, policial [ __ ] de carga horária Excessiva, com salário baixo, tratado indignamente, vai te atender péssimamente. Se for ao contrário, você será muito bem atendido. Então, faz parte de defender a segurança pública, valorização do efetivo. Para aí também faz
parte armamentos de última geração, viatura. Eu como deputado federal tenho mandado milhões o deputado federal que mais destinou verba paraa segurança pública na história do Paraná. Então eu tô fazendo a minha parte. Sim. É, então tô fazendo a minha parte. Por quê? Porque lá na frente quem ganha a sociedade, quem perde o criminoso. Exato. Então, e quando tem confrontos que tem vagabundo que morre lá, rapidinho eu já elogiu, elogiu para incentivar o cara, para ele ver que ele tem gente que tá defendendo ele e tá e tá esses dias mataram um Advogado lá, dois cara
fazendo assalto, um monte de coisa. Mataram advogado, a pressão em cima, né? Não, porque entraram em local inviolável que era o escritório. Não era escritório [ __ ] nenhuma, era uma chácara. Tava cometendo crime, tava armado, reagiu. Tanto que tinha uma menina em cima da cama, ergueu as mãos e não morreu. Morreu os dois vagabundos que saiu com arma. Sim. Aí veio uma pressão em cima da Rotan. Liguei pro comandante, falei: "Tem, como é que tá aí?" Eu mandei um elogio. Verdadeiros guerreiros. Parabéns pelo serviço. Eu quero saber se o cara é [ __ ]
de advogado. Que que é? bandido tava saltando o ônibus, roubando o carro, tinha carro roubado na garagem. Então você entendeu? Então dou sustentação, defendo, que eu puder fazer, eu faço. Esse tempo atrás mataram os seis vagabundos lá, chamei dois dois Deputados aqui, o capitão Derrit, e o Cabo Júnior Amaral. Falei, eu vou fazer uma moção de aplauso pros caras aqui pela comissão de segundo. Vocês querem assinar comigo? Foi o prazer. Assinamos os três, mandamos para todos os batalhões que participou. Gente, matou seis vagabundos pro comando geral, pro governador. Mandei elogiando. Então, tudo isso para valorizar
a segurança pública. Agora se já tem um monte de filha da [ __ ] para Bater em polícia, para [ __ ] com polícia, tem que ter quem defenda. E eu tô aqui para defender. Muito bom, irmão. Tô aqui para defender. Polícia tem que ser defendido. Muito bom. Polícia bandido é bandido. Sim. Agora polícia que vai lá e mata vagabundo trabalhando, tem que ser valorizado. Eu até fiz um projeto aqui só para chamar a atenção da Sociedade. A medalha do confronto para dar medalha, medalha para policial que matava vagabundo em confronto. Sabe quem pegou de
relatoria? Aquela [ __ ] daquela Marília Rais. Até que esses dias era do PT. Eu falei, você acha que essa mulher vai [ __ ] com o meu projeto? Mas tá bom, pelo menos chama atenção. Pegou de relatora. Vai [ __ ] vai, vai. Era do PT até esses dias. Você acha que vai dar medalha pra polícia que mata bandido? Vai dar é fumo no rabo do polícia. É difícil, né, irmão? É muito difícil, rapaz. Fazer o projeto, fazer o negócio andar, né? É difícil. Tava fazendo curso sargento. Nós nós tava lá em no Guatupé,
né, São José dos Pinhais. Aí eu fui trabalhar numa numa no teve uma época lá no Paraná que o governador criou os tótem. Os tótem nada mais nada menos que um um dispositivo Que tinha um interfone, você apertava, é como se fosse um, você apertava o interfone, tocava lá no 190. Aí tinha um microfone ali, você falava com o polícia, ó, tô aqui no tótem nove. Aham. E preciso de uma viatura aqui, tal. A viatura ficava ali, mas às vezes ela saía. E e o que aconteceu muito na época, isso aí não é segredo para
ninguém, ficava viatura ali até até viatura que não tinha como andar, Viatura pifada, ficava ali só para mostrar que tinha viatura. Se precisasse de uma viatura, tinha que vir outra. Sim. E eu eu ia ali no eu quando escalava os caras falavam: "Tó põe eu no Totem nove". O Totem nove ficava em frente um uma loja de conveniência, a mulher dava cafezinho, água mineral. Tratava o polícia que nem um rei. Eu e tinha uns tótem que era lá na biboca, não tinha [ __ ] nenhuma, tinha só mato. Eu falava: "Não, põe eu no". Aí
eu tava no Aí eu tava sentadão na viatura sozinho, olhando ali, me vira um cara na esquina correndo. Quando ele virou, ele viu a viatura, ele estancou, parou e espi andando. Opa, tudo bem, sargento. Eu sou irmão do fulano de tal, policial, não sei o quê. Tudo bem, tudo bem e tal. saiu. Dali a pouco veio uma mulher correndo e um homem, olha, eu sequestraram minha família Agora no carro, levaram o carro com a minha família e tudo. Um homem assim, assim, assado. E era um deles, era aquele cara que tinha acabado de cumprimentar eu
ali. Que que eu fiz? Peguei o rato da viatura, prioridade, prioridade, manda apoio para mim aqui. E já abandonei a viatura e saí correndo a pé. Saí correndo a pé no rumo que o cara foi. Quando eu cheguei numa determinada casa, Tinha uma mulher varrendo. Eu falei: "Não, entrou um homem por aqui, não passou?" Ela falou: "Entrou aqui, moço". E mostrou a casa. E a casa, sabe aquelas casas construída em cima de tijolinho que tem um espaço assim, ó? Tem um espaço assim, a tem um negócio embaixo. Aí quando eu cheguei, já chegou dois cavalos
do regimento de polícia montado. Dois polícia. Chegou porque eu já tinha pedido prioridade, né, na na no rádio e aqueles Pessoal do do regimento de polícia montada tava patrulhando ali. Dali a pouco chegou uma viatura da Ron. Chegou fervendo. Que que foi? Falei: "O cara passou por mim e depois estão dizendo que ele participou de um sequestro". Pegaram o cara. O cara tava escondido debaixo da casa. Pegaram o cara, levaram, sumiram com o cara, levaram pro QG. Aí o comandante me chamou lá, mandou levar eu lá. Aí veio o rondante, levou eu lá. O comandante
Falou: "Não, eu mandei te buscar aqui porque o cara tava negando e mas já confechou e as equipes já foi para lá, prendeu todo mundo, o sequestrador pegou com a família e tudo. O cara tinha ficado para trás e fugiu a pé. E quando me viu, eu falei: "Aqui não, rapaz, ele tentou me". Aí eu pedi prioridade, veio, pegou ele, apertou ele no QG, ele entregou onde tava a família com a com uma blazer, Tinham roubado com carro e tudo. Aí deixou a choque para lá, pegou todo mundo. Aí fomos fazer, fomos fazer o fragante.
Eu fui como testemunha, os polícias falou: "Opa, eu era aluno sargento, tava tava trabalhando no Totem, a viatura nem sei que fim levou, porque ela não andava. Eu falei, bom roubar ela, não vai, não tem, não anda essa porra". Aí fui fazer o aí aí depois, né, os caras elogiou, falou: "Pô, aluno tal". Falei: "Não, eu tô Ligado". E o cara depois o o advogado do cara procurou um sargento, falou assim: "Ó, o Faur falar que não lembra de nada lá, tem um dinheirinho". Então, se ele quiser, falei, não, eu lembro de tudo e vou
falar tudo pro juiz. Aí o fórum de Curitiba era num [ __ ] de um prédio, rapaz, subiu uns 10 andares de elevador e o dica a vida do cara. Falei, aconteceu assim, assim. Ah, mas ele tá negando não. Ele participou, ele fez isso e passou e foi preso e confessou Tudo e agora na frente do Senhor todo mundo é santo. É pau no rabo dele. Então era era pessoa perigosa mesmo, sabe? Mas foi bem interessante. A mulher tava varrendo o quintal, viu o cara correndo para dentro e eu cheguei na fardado. Aquele tempo tava
inteiro, né, fazendo academia e tal, academia de polícia, né? Corria todo dia. Cheguei inteiro lá, a mulher entrou e para Dentro. Aí, daí chegou, quase me atropelou, dois cavalos enormes, os caras da cavalaria. Tá acontecendo aí? Falei: "Ah, o cara tá envolvido em sequestro aí porque ele passou correndo aí, sai de um casal dizendo que ele participou de sequestro. Pegaram ele, deram um aperto nele lá, ele confessou onde falou: "Ó, os caras ia levar para tal lugar uma uma gruta". Pegaram lá no meio do mato, estava Se tu não tá atento ali, se não tem
um Cafezinho ali na conveniência, né? O cara me veio, cara. Não, mas eu tava esperto dentro da viatura, esperto, sabe? Aqui só matutando. Eu falei, bom, com a viatura eu não consigo andar, mas a pé eu falei, euô tô armado aqui. Aí no outro dia cheguei na na academia todo aquele converseiro, pô, tal, não sei o quê. Falei: "Não, vamos aí para trabalhar, né? Estamos em que ano isso?" 98. 98 foi, eu fiz, fiz curso de 98, 99. Eu entrei em setembro e formei dia 30 de abril de 99. Sargento. É, formado no Guatupê. Muito
bom. Entrou em 83, né? 99. Já tinha 16. Eu demorei para fazer curso sargento. Se você vou vir pela loja, eu fiz o curso de cabo rapidinho com dois anos de serviço. Aí depois me acomodei, comecei trabalhar e tal. Pois é, porque o senhor podia ter ido Pra reserva como sub, né? Sim, eu poderia como sub. Na verdade, na verdade eu não fui como sub por questão de dois meses para mim. Eu teria feito o CAS. A minha turma, eu fui paraa reserva, como eu te falei, em junho, né? Uhum. Eu fui paraa reserva em
junho. A minha turma começou a ser promovido. O primeiro da minha turma que foi promovida sub em setembro. Não dava Tempo para mim. A compulsória me pegou 35 anos. Ah, é. Não deu tempo sair sub. Então, né? Para mim não dava tempo. Foi a questão de E tu falou compulsora não espera nem verar o dia, né? Da meia-noite já bota o cara para casa. Não. E aconteceu o seguinte, não vai ser três meses. É, aconteceu também o seguinte, como eu Tinha uma licença especial para tirar na época de se meses, de tirar, eu contei ela
em dobro. Ela vale como um ano de serviço. Aí até pra promoção foi mais cedo, só que me me aposentou mais cedo um pouquinho, me atrapalhou de sair sub, senão teria ficado tinha saído sub, mas eu não tem nada. Mas acabou que foi, acabou que foi bom. Foi tudo bom. Encaixou ali. Foi 17, não Foi? 17. que tu foi para casa 2017. 2017. 2017. O engraçado que eu eu tava vendo, teve uma coronel que que foi para ela foi comandante geral, ela aposentou, aí deram de presente para ela, deram de presente para ela um um
espadim, um livro, umas medalhas. Coronel aposentou 35 anos de serviço, fez a maior homenagem para ela. Quando eu tava com 34 anos e 11 meses e meio, cheguei na Companhia, me desceu uma [ __ ] de um recruta lá de cima, lá da administração. Ô sargento, Curitiba tá pedindo os documentos do senhor, tá pedindo pro senhor devolver os codre. Falei: "Manda Curitiba tomar no cu. Não vou devolver [ __ ] nenhuma, vou aposentar daqui 15 dias já vou trabalhar pelado." Então, [ __ ] você vê como é que é a diferença tratamento. O coronel dera
um espadinha, um livro, me quer tomar minhas coisas, minha arma, minhas Coisas, tudo. Falei, manda Curitiba tomar no cu. E o reclutão é assim que fala com antigão por desceu um rec nojento lá de de cima me querendo minhas coisas. Ah, mas Curitiba e manda Curitiba tomar no cu, rapaz. Eu vou devolver [ __ ] nenhuma. Não vou devolver o dia que eu aposentar 15 dias antes, queria que eu devolvesse meu cinturão, minhas coisas e vou trabalhar pelado. Então, vou trabalhar pelado. Tudo certo, você entendeu? Ah, rapaz, que merda. Então, aí eu comentei isso aí,
falei: "Porra, que tipo de valorização, rapaz, não tem, não me deram [ __ ] nenhuma. Eu saí de manhã no domingo, fiz apreensão de droga, tomei um café na companhia e fui embora. Qual é a sensação, irmão? A sensação é de dever cumprido, mas ao mesmo tempo é uma frustração, né? É a mesma coisa que chegar em você, você gosta de fazer seu podcast, chegar e Falar: "Ó, você aposentou, não pode mais fazer, você não tem mais idade para fazer, você é uma merda". É, mas mais ou menos isso. Então, quer dizer, eu acho que
devia fazer um exame de saúde no cara, um exame mental, falar: "Não, tá apto a continuar trabalhando, vai trabalhar, vai trabalhar". U, por que que um delegado consegue trabalhar com 40 e eu tenho que ir embora com 35 de serviço? Então, é, mas tem casos e Casos, né? Tanto que você sabe que no Paraná a lei antiga a gente podia ir pra reserva até com 25 de serviço. Sim. Vai com proporcional 25 dias de salário e tem muita cara que vai, mas eu não condeno porque cada um tem um jeito. Sim. Agora eu não, eu
eu queria continuar trabalhando. Queria continuar trabalhando porque eu acho que eu tinha muito a oferecer. Aprendi o caminho das pedras também, né? Porque quando você é mais novo é mais correria, é mais pular muro, é mais carregar saco de trigo. Você ficou mais velho, o cara mais novo que tem mais energia faz, do que fica na contenção. Tem que pular um muro, o cara pula e fica aqui fora com a arma dando segurança. É, então não é só porque eu tô velho que eu não posso trabalhar mais. Eu tenho, eu Não trabalho sozinho. Sim. Então
tem as funções, mas se fosse assim, esses coronel tudo antigão ir tudo embora. Então, mas não, cada um tem uma função. Sim. Eu eu se botar eu para começar eu eu durmo pouco, tenho pouco sono. Se você botar eu numa viatura de polícia hoje 19 horas para mim falar que eu vou até 7 horas da manhã e eu vou com laj amarrado no saco. Tem problema nenhum. Vou Trabalho, faço meu serviço, prendo, levo pra delegacia, entendeu? Eu tô inteiro, tô tô tô preparado. E olha que já faz 5 anos que eu aposentei, né? Então quer
dizer, imagina na época, eu eu aguentaria mais três qu anos de pista sossegado, prendendo vagabundo. Estaria até hoje. Estaria até hoje. Acho que Mas a lei é lei, né? Então é o que eu falei para você, se der Meia-noite no dia que você tá fazendo 35, tiver de serviço, manda embora. Ó, deu 30. Teve um polícia lá em Guaraçu que fez 35 anos. Meia-noite mandaram o plantão, termina às 8 da manhã. Não, deixa eu ficar. Não, tem que ir embora. Você tá aposentado. Não dá um problema aí, toma um tiro aí, dá uma zeba, desgraçado
pro estado. Fala que tomou 11:30. Problema nenhum não. Então tem tudo isso, sabe? Mas é, agora é claro, tem cara que aposenta mais cedo porque também ele tem alguma coisa para fazer aí fora, tem empresa de segurança, vai cuidar da vida, mas se aposentar para ficar porrinhando em casa e tomando remédio, não compensa não. Tomando ordem em casa, né? É, a mulher batendo com a vassoura não dá não. Falei não é muito pra minha cabeça, rapaz. Eu o admirador da rota sendo abordado pela rota. Eu acho que Vou pedir um autógrafo para esses cara. Ele
perguntou se já foi abordado pela polícia civil. de paisano na folga que existe. Não, eu eu eu aconteceu o seguinte, eu não fui abordado pela polícia civil, não. Eu fui abordado em São Paulo. Aham. Pela Rota. Sim. Veja bem, lá na na região que eu trabalhava, é Campo Mourão, mas Propriamente no em Goerê, que era a segunda companhia do 11º Batalhão, um vagabundo lá, um funcionário da prefeitura na época atirou no prefeito. Atirou no prefeito dentro de uma lanchonete com uma 12. Caramba. E pegou no braço do prefeito e matou uma senhora. Mas ele queria
matar o prefeito. Era isso? Ele queria matar o prefeito. Ele tava sendo pago por um exere, por um vereador Na época, tal. Sim. Aí ele atirou, pegou no braço do prefeito e como é rrama e matou uma senhora, uma cliente que tava com a família, ela levantou assustada e morreu. Aí nós recebemos informações que esse cara tava em São Paulo. Aí nós vamos o telefone da casa da amante desse cara do Paraíba, esse cara que chamava ele morreu, mataram ele em São em Maringá. Esse cara, ele ele grampearam o telefone Da amante dele e ele
tava ligando de uma central telefônica em Mauá, grande São Paulo. Aí a prefeitura, nós nós fomos cedidos para trabalhar, para investigar isso aí e a prefeitura cedeu um Fiat Uno na época, 0 km até 100 placa para nós ir lá em São Paulo ver essa situação. Aí nós fomos, quando nós entramos dentro da capital de São Paulo, 6:30 da manhã, clareando o dia, a rota abordou nós. Eu vi aqueles Farolzão atrás, eu falei: "Não, é muito pra minha cabeça, mas eu admirador da rota sendo abordado pela rota". Aí eu acho que vou pedir um autógrafo
para esses cara aí. Dois polícia enquadrou, três enquadrou mão na cabeça, tal, falou: "Sou, falei: "Sou polícia do Paraná, sou polícia, tô a serviço, posso pegar sua carteira?" Falei: "Pode pegar". Tirou a mão no bolso, pegou a carteira, abriu, viu a identidade, falou: "Não façam movimentos bruscos que Poderão ser mortos". Falei: "Não, eu não faço movimento nenhum, não". Aí deu, geral, falou: "Tá armado". Falei: "Tô armado, tô com 357". Outro aqui tá armado, tá armado. Somos polícia, estamos com mandado de prisão para cumprir aqui em São Paulo, na na em Mau Ágna de São Paulo.
Aí o sargento da Rota falou: "Sou sargento fulano de tal, estamos fazendo operação corredor, qualquer coisa estamos à disposição, estamos liberado." Aí fomos, Fomos abordado também pela Thor, tático de operações rodoviárias à noite também, né? É. Aí a tático chegou, abordou, só que eles foram um pouco pior. Desarmou nós, tirou a munição do do colocou tudo no coiso lá e aí deu um acidente, falou: "Tá liberado, liberado". Falei: "Cadê as armas?" Tá no tapete. Aí peguei, conferi, beleza. Fiz a arma na na cinta e partimos. Aí pegamos aí fomos, ficamos em frente o a Central
telefônica de Mauá, onde o cara tava ligando nos domingos às 11 horas da manhã. Ficamos sentado ali na frente, levamos um funcionário da prefeitura que conhecia. Aí entrou um cara, ele falou: "É, ele pode pegar, pode pegar". Nós vap, grudamos o cara. Polícia, polícia. Ele falou: "É polícia mesmo". Eu com 357 na cara dele. Falou: "Você que escolhe. Para mim indiferente o que você Aí". Ele falou: "Então, aí algemamos, tinha uma central da da Guarda Municipal em Frente, levamos ele lá para dentro. Falou: "Ó, estamos somos polícia, estamos com preso aqui." Aí o pessoal falou:
"Ó, nós vamos chamar a PM". chamou a PM, levamos para um presídio lá. Aí chegamos lá no presídio, explicamos pro delegado, enfiaram ele no xadrez, dali umas duas horas, chegou o, na época era fax, chegou o fax com mandado de prisão do Paraná, tudo. O delegado falou assim: "Olha, não vou fazer documento, não vou pedir documento Nenhum, não. Faz de conta que tem passaram por aqui, pode pegar ele e levar. Metemos ele do dentro do Fiat Uni, 900 km até Goêco esse vagabundo. Aí ele falou: "Ainda não dá para passar na favela pegar minhas coisas".
Eu falei: "Ah, dá, nós vamos entrar na favela para você pegar assim, belezinha". Aí fomos para para goê, o cara tinha matado uma mulher e ferido o prefeito. Então, sofremos essas duas abordagens. Abordagens foram bem firmes No padrão, mas assim, padrão. E a roda tratou nós muito bem quando nós identificamos. pessoal da Thor um pouco menos, mas também também tratou bem, mas tratou com mais primeiro, desarmou nós, tal, f, estamos na mão de vocês, o cara com uma barca desse tamanho. Aí chegamos em Goiê, entregamos o vagabundo lá e muitos anos depois ele se envolveu
com tráfico em Maringá e mataram ele. Paraíba, o nome do cara. O cara, cara bem ruim, Sabe? O cara tirou, chegou na na frente da lanchonete e meteu, pegou no prefeito e matou uma mãe de família. [ __ ] né? [ __ ] o cara, o cara e e a abordagem da rota, tu falou, [ __ ] sou fã dos caras. Abordagem da rota foi padrão, hein? Numa avenida assim, uma grande avenida em São Paulo, amanhecendo o dia era 6:30, 7 horas da manhã, começando aquele fluxo de veículos dentro da capital, né? E aí vem
aquela Barcona cinza, né? Rota. Falei agora [ __ ] Aí os cara mão na cabeça, não façam movimentos bruscos. Poderão ser mortos? Falei: "Não, sou polícia. Podemos pegar sua carteira?" Pegou minha carteira, tem a amarelinha, né? Que a identidade da PM do Paraná, já olhou e tal. Estamos, estamos aqui cumprindo, estamos cumprindo ordem. Aí o cara da tor deu uma, quis dar uma folgada, sabe? Falou assim, ó: "Ah, o que que vocês estão Fazendo aqui? Vem aqui" e tal, tal. Falei: "Estamos cumprir mandar de prisão". Falei: "Senhora, sargento". Falei pro cara da da da Thor,
falei: "Sargento, eu tô aqui cumprindo ordem de um major da Polícia Militar do Paraná. Se o senhor tiver alguma coisa contra, o senhor nos leve a uma unidade da Polícia Militar, nos trate com dignidade, como policiais que somos e seu seu comando vê se nós estamos aqui legais ou não, porque nós estamos cumprindo ordem de um De um major da Polícia Militar do Paraná. Não tô aqui a bel prazer, não tô a trabalho. Aí ele me deu uma mchada na bola, sabe? que não não tava fazendo nada de errado, tava indo lá trabalhei tanto que
de fato cumprimos o mandado de prisão e levamos o vagabundo, né? O vagabundo que tinha matado uma senhora. Teve um um camarada aqui no chat que falou que isso aí foi 98. Procede? Foi em 98 esse caso lá de Girê. É, esse caso foi não foi 98 porque eu trabalhei em Camorão de 90 a 95. Então ele foi dentro desse desse período aí. É, eu acho que foi mais pro fim. Foi 95 aqui que foi 94. 94? Ah, então pode ser. Eu trabalhei de 90 a 95 lá. Muito bom. Tá vendo, rapaziada? Então é, é
isso. Os caras sabem tudo, hein? É, meu irmão, esse chat 98 foi quando eu fui pra academia de de polícia. Sim, sargento. Sim. Fala, mano. Valter, que que nós temos aí? É isso. Teve o nosso amigo aqui que mandou vibrando, mano. Valta vibrando. Farrousão tá aqui, pelo amor de Deus. Felipe Valença, direto dos Estados Unidos. Estou no Colorado, Estados Unidos, curtindo essa lenda. Parabéns, Glauber. Força e honra. Muito bom, cara. Abraço. Camarada tá em Colorado, Estados Unidos. Força e honra. Opa, pessoal, tem muita, muitos brasileiros no nos Estados Unidos que entram em contato comigo, sabe?
Até teve um senhor que entrou em contato uma vez, falou: "Eu sou de, acho que Denver, nos Estados Unidos. Meu filho tá fazendo aniversário Hoje, o telefone dele é tal. Se o senhor der uma ligação para ele e falar parabéns para ele que ele vai morrer. Presente ele poderia ter. Liguei tal que o sargento fal. Ah, não acredito. Falei: "É feliz aniversário. Meu pai é [ __ ] Então tô E tem um amigo lá também que é caminhoneiro lá. Ele é patriota e bem bem [ __ ] também. Ele fez um vídeo para mim lá
mostrando onde que ele tava na na no nos Estados Unidos. Mostrou um túnel famoso lá. um Cara bem bacana mesmo. Então eu mando um abraço para todos aí da principalmente para esse esse guerreiro aí que entrou em contato lá de Colorado, nos Estados Unidos. O o colega falou assim: "Gláb, pede para ele contar o dia que ele falou assim: "Não gostou, pega eu na Câmara dos Deputados". Qual foi o embate lá? Então, eu tava falando, eu tava, eu tava falando em defesa de de policiais e contra bandido. Eu falei, eu vou, eu vou Defender policial
aqui dentro. nem que eu precisa rolar com qualquer vagabundo aqui dentro. Tava falando na tribuna da Câmara e o bandido bom é bandido morto. E finalizei com não gostou, pega eu. E tinha a a as pessoas que estavam ali, era uma sessão solene, estavam vários policiais ali, então eh tanto do principalmente do Distrito Federal. Então foi esse discurso falei: "Não gostou, pega eu." Geralmente esse tipo é uma é um tipo de afronta ao Bandido para o bandido saber que não eu, apenas eu particularmente como sargento Faur, a polícia, mas eu digo nós do sistema da
segurança, polícia da segurança, não temos medo de vocês, não temos medo de vagabundo. Nós enfrentamos e matamos o vagabundo. Claro que isoladamente, isoladamente eu sou um, mas eu falei numa numa das primeiras entrevistas Minhas, a primeira talvez que eu fiquei famoso, que foi aqueles 80 kg de 83 kg de caque, eu falei: "Eu ando na Avenida Morangueira, se quiser me pegar, eu tô na Avenida Morangueira, fazendo caminhada todo dia." Até os caras falaram: "Porra, Tony Starks da da Vila Morangueira, que depois fui descobrir que é o Homem de Ferro". Então, que bom que você falou,
porque eu não sabia. É, exatamente. Aí eu eu aí eu falei, então se quiser me pegar é só ir Lá, mas quem me pegar não tenha dúvida nenhuma. Disse que será perseguido e morto. Não porque eu sou melhor que ninguém. Que pegou qualquer policial e nós tivermos chance, nós vamos mandar pra vala. Antes de ir no velório, nós vamos mandar pra vala. Então isso é uma praxa. É claro que hoje em dia tem algumas dificuldades, mas não tenha dúvida, porque o cara que atirou, enfrentou para matar a polícia tem que Morrer. Isso aí não tenha
dúvida nenhuma. Os companheiros aí do Brasil aa sabem disso. Quando não dá, não dá, que ninguém vai ir pra cadeia por causa de merda, mas se der, vai pro inferno. E isoladamente acaba conseguindo, né? A polícia perde também. pouco. E e quando e quando perder tem o resto da tropa ali. Sim, com certeza. O cara tem que respeitar as cara. Lá em lá em Maringá, Muitos anos atrás aconteceu um fato, cara. Lá tinha os módulos que eu te falei e o policial ficava sozinho no módulo. Tinha viatura, né? A viatura saía e ficava o atendente
do módulo. Tava um soldado lá, soldado Otávio. E aí teve dois vagabundos que assaltou um consultório de um dentista. Roubaram o dinheiro do dentista, roubaram as coisas do dentista e pegaram um táxi e falou: "Leva nós para Curitiba". O taxista não sabia que era bandido, né? O taxista falou: "Não, eu levo vocês para Curitiba, mas eu quero passar no módulo da polícia para policial identificar vocês e tal". E tocou até no módulo. Aí falou: "Ó, eu tô levando esses dois rapazes para Curitiba, tá? Eu quero ver se não tem problema". O policial falou: "Ó, vamos
fazer uma busca e tal". Quando foi fazer uma busca, encontrou a arma do do bandido. Aí o outro bandido atirou no Peito do policial, matou, deu um tiro no coração, matou e fugiram a pé pro pro bosque. Ali tem um bosque lá, grande, uma área lá de de mata, sabe? Dentro da cidade. Aí esses dois fugiram aí e fizeram cerco nesse nesse nesse bosque aí. Mas de uma maneira ou de outra, esses caras conseguiram fugir do do cerco ali. Aí foram localizados numa vila próxima lá. Aí foram pro confronto, um morreu no local, o outro
foi baleado pro hospital, Aí foi levado pro hospital. Quando chegou que abriram o camburão, ele tudo baleado, chegou um polícia, hoje não é polícia mais, meu amigo. O médico falou: "Vamos levar ele para dentro, vamos levar". O polícia falou: "Não, doutor, não vai socorrer não". Aí o médico falou: "Não, eu tenho que socorrer. Eu tenho que socorrer". Aí o polícia falou: "Piro na boca do cara". Falou: "Agora pode socorrer, doutor. Acabou de matar em frente ao hospital". Então, vagabundo tinha matado um polícia, polícia trabalhando no módulo. Então, você entendeu? Então, bandido que atira em polícia
tem que cortar as azinhas dele para não acostumar, porque senão vira bicho. Vira bicho, aí fica difícil. E quando o cara faz isso e não tem a resposta, vai fazer de novo. Sim. Não tenha dúvida. O cara pega gosto, cara. E sai. Eu falei, né, que lá em Londrina mataram um policial penal e O cara quando foi preso, ovacionado, ovacionado dentro da cadeia. É, chegou o nosso herói. Então, quer dizer, se tivesse matado ele, ele teria sido ovacionado no inferno. Hum. Você entendeu? Por isso que eu falo, é, ah, o FA faz radical, não é
radical, é a realidade. Eu falo a realidade dos fatos, coisa que eu viver senhora. Aprendi, é, eu aprendi. O senhor falou de O senhor falou o Eu não queria te cortar, tá? Pode complementar. E tu falou, eu aprendi, pode mandar. Hã, pode complementar. Eu não quis cortar o senhor. Tu aprendeu ao longo desses anos todos? Sim, aprendi na minha vivência que não se passa a mão em cabeça de vagabundo. Sim. Não se Então é essa essa essa mentalidade que eu tenho e eu Sempre, né, falo que eu não é porque o cara furtou lá uma
peça de roupa no V matar ele também. Então, né, tem tudo tem o seu o seu trâmite legal. Agora, bandido perigoso, que você vê que causa eh graves eh transtornos paraa sociedade, tem que ser exterminado ou tirar de circulação. E hoje, como as leis são muito frágis, esses caras voltam pra rua com muita facilidade. É, você vê que o o Marcola não é comum No Brasil presos puxarem cadeia tanto tempo como o Marcola tá puxando. Aí eu fui ver a história do Marcola. Sabe por que ele tá apodrecendo na cadeia? Porque um dos crimes dele
foi mandar matar um juiz. Sim. Você vê que como é que cortaram as raz as azinhas dele na hora certa. Tivesse mandado matar eu, ele tava solto já. Mas mandou matar um deles, ó. Você entendeu? Então aí começa, por que que o Marcola Pegaram para Cristo? Tá não sei quantos anos e tá condenada tanto? Porque mandou matar um juiz. Então o cara que mexeu com ele se [ __ ] Agora mexeu com um coitado aí a lei faz frágil. Pois é. E nessa aí mandaram matar um monte de polícia. A polícia morre e e a
justiça solta o cara. Um exemplo esse André do R. foi solto, saiu pela porta da frente. Inclusive ele passou pela minha cidade, Maringá. Ele saiu e passou pela minha Cidade. Da minha cidade deve ter ido para para Paraguai. De lá fora, né? Não pega mais. Então ele ele passou pela pela por Maringá na fuga dele. A Polícia Federal monitorou até um determinado momento e ele parece que comeu um lanche no mercadão lá em Maringá. André do R. Só que até então o papel dele até então ele tava liberado, né? que para tornozeleira, mas Quem o
até uma criança de 5 anos sabia que ele não ia ficar com tornozeleira podendo voltar a qualquer momento para não sair mais, né? Sim. Só o Marco Arelli que acreditou, mas fazer o quê, né? E logo depois acho que derrubaram a decisão, né? E ele já tava longe. Ele deram unanimidade ali, ele ficou [ __ ] deu 10 a um depois. Tava longe, não pega mais isso aí. Não pega mesmo. É esses caras aí tem estrutura, tem a polícia federal um dia pega, vai pegar, vai, vai acabar a estrutura. Mexeu a estrutura, vai custar milhões
as operações, sim. Eh, viagens e tudo mais para pegar um cara que tava preso. Por quê? A nova lei diz que tem que ter um um documento do juiz interessado na prisão Para manter preso, né? É simplesmente ele não tem interesse em que continue, porque a preventiva, tá? Então, se eu sou um ministro do Supremo, eu tenho n assessores ali, inclusive juízes que são assessores. Eu chego e falo: "Ó, esse André do R aqui tá vencendo o prazo dele, entra em contato com o juízo e vê se tem interesse para eles mandar o documento que
é um bandido perigoso, senão por lei eu vou ter que soltar." Aí entra em contato, o juiz vai falar: "Não, eu tenho interesse". e mantém preso, né? Mas parece que não. Parece que o cara fica olhando o prazo. Olha, olha, tá vencendo, venceu, vou soltar. Parece que é um prazer pro cara, mas que não tem um um auxiliar ali para entrar em contato com o juízo, porque pode ser um esquecimento, uma falha humana de não ter mandado esse documento, porque o cara é chefe de facção. Sim. Então, Mafé ou sei lá o que que Aconteceu
ali, a gente não pode falar porque não sabe, né? Mas soltou um grande chefe de facção criminosa, André do R. E agora para pegar vai custar milhões e demora. Então, é, Glauber, aqui ninguém tem intenção de ser o dono da verdade, mas é o dia a dia nosso, né? Dia a dia viver uma vida aí intensa, né? bastante bem vivida aí no campo da segurança pública. Então tem muitas histórias, lembrando aqui, é porque não vem tudo na cabeça de Uma hora só, né? Mas são ocorrências, ocorrências e ocorrências aí eh todo tipo de de de
ocorrência de de situações inusitadas, eh, que acabaram desfechando em outras coisas ali, mas muito interessante. Então, para mim, eu acho bacana, imagina para quem tá tá ouvindo, né, o o os bastidores, porque é muito fácil, como eu disse, o porta-voz muitas vezes da polícia, um oficial, ele de manhã a imprensa vai lá, como é que foi? Ah, Porque a equipe chegou e prendeu, não sei o quê, mas que ele chegou e prender ali tem tudo uma história, uma trajetória, né? Muitas vezes é, né? muito pipoco, pé do vidro para chegar naquela naquela situação ali. Então
é bem bem interessante, bem eu tanto dentro da da das cidades, né, eu trabalhei em eu trabalhei em como eu falei para você, eu trabalhei com Fusca, né, prefixo 944 dentro da cidade, bem molecão. A gente apertava os vagabundos, Que vagabundo não tava acostumado com aquilo, sabe? Era a noite inteira. Depois, posteriormente fui para pro Campo Mourão, trabalhei na no serviço reservado que era paisano, comecei trabalhando com Fusca Branco, depois chegou uma viatura na época zero que era um cadete. Só para você tomar ideia, né, que o tempo que o tempo passou, né? E lá
em Camorão tinha um campo bom de trabalho também, porque tinha tráfico, tinha região ali de assalto a ônibus, Assalto ônibus de tudo. Tinha ladrão de bagageiro, sabe aqueles aqueles dinossauro branco da daqueles ônibão branco antigo? Eles ali tem uma uma avenida ali que chama eh Tancredo Neves, é um contorno hoje lá, mas chama eh presidente Tancredo Neves, tinha uns 10 quebra-molas, o ônibus passava, ô ô Glaub, quase que parava nos quebra-molas. O que que o vagabundo fazia? Saía de dentro do mato, abria o bagageiro, catava duas, três malas e Saía correndo pro meio do mato.
E o motorista percebia. Às vezes percebia e às vezes só lá na polícia rodoviária, o bagageiro tá aberto porque eles vinha do Paraguai carregado, [ __ ] Vinha do Paraguai. Eles roubavam tanto vino como vino. Uma vez tava indo um um um um carro com 30.000 para comprar, levaram a bolsa com 30.000. Aí nós começamos a monitorar e Identificar a molecada que fazia o tinha um, você chegava nos quebra-amolas, você entrava no meio do mato, tinha um caminho de rato onde eles transitava e tinha um buraco beando a pista daqui na na na na tua
mesa ali onde estava o teu pessoal, tinha um buraco assim, eles ficavam dentro. Nós pensamos assim, vamos pegar e do lado do quebra-mola. Aí o ônibus vinha vindo. Quando o ônibus tava chegando, a gente ultrapassou e desceu. Tava três dentro do buraco. Do buraco. Já caímos em cima e pau. Aí fomos na casa dos caras. Tudo que você pensar tinha lá na parede era tudo importado, relógio, os enfeites, tudo é tudo coisa. E fora o que eles vendiam, tudo furtado. Eles abriam o bagageiro, catava as malas e saía correndo. Então a pessoa ia lá no
Paraguai e comprava. E o Dino vem, ele para no quebra, quase para para passar. Aí ele abria aquele Bagalheirão, abre quase um 2 m cada lado. Um abria, dois catava as malas e saiu correndo pro mato. Às vezes o motorista via, parava, mas e daí? Como é que você vai entrar em meio de mato atrás de moleque? Ou então chegava na polícia rodoviária, fal: "Ó, bagageiro tá aberto, [ __ ] que pariu." Aí descia os passagens, a minha mala. Imagina você fazer uma viagem de Goiânia pro Paraguai e no meio do Caminho tua mala, tua
compra tudo roubada. Isso quando não tinha documento pessoal dentro. Sim. Então é pegava e aí descobrimos um dos vagabundos, um tal de Marcos Paulo, era o cabeça de todos os furta ônibus. Ele ele tava e sem contar os roubos, né, que era abordado na estrada, ele jogava um tronco de árvore, alguma coisa ou fechava com carro, atirava, abordava e Fazia o o Tem um trevo lá de Santo Inácio na PR317, foi o o local que mais teve assalto a ônibus no Brasil, estatisticamente. Ele ele é uma curva assim, ó. O ônibus quase parava. Ele saía
na curva para subir aonde que ele ia subir os os caras cercavam. Pessoal do do do grupo reservada montaram as empresas de ônibus juntou, chegou no comando, no governo, falou: "Nós financiamos viatura, financiamos tudo para montar um grupo Para dar uma atenção. Montaram o Águia, Grupo Águia". Aí montamos o grupo Águia lá. Teve, ficamos três noites na naquele trevo no meio do mato, comendo marmita no meio do mato e esperando até que pegamos os cara fazendo assalto, cobrimos na bala os caras fazendo assalto a ônibus. Agora que parou os homens abala para todo lado. Os
cara, os piratas do asfalto entraram na bala, não esperava que tava Um inferno aquilo ali, rapaz. E E aí resolveu e aí ah, diminuiu bastante, hein? Agora eu tenho acompanhado as matérias, começou de novo. Agora estão infernizando porque o trecho ali era tudo a Polícia Rodoviária Estadual cuidava, né? Agora tem um pedaço grande já que é a PRF. A PRF tá com a cabeça quente. Esse dia trocou tiro, teve um polícia que tomou um tiro na perna, mas mas pipocaram dois Lá soltanto de ônibus. Então é porque o seguinte, não sei por que cargas d'água,
não sei se é por questão de lavagem de dinheiro, eu também não sei, mas na época não tinha, o cara não usava um cartão de crédito. Você sabe o que que dava de de de arrecadação num assalto desse? Dava 200.000, cara. Nem nem assalto a banco não dá isso. 200.000 em dinheiro. Eles entravam e fazia a coleta, sabe? Até ontem me ligou um sargento de São Paulo, meu amigo. Ele Pô, tô aqui na casa do sargento Ferreira. Sargento Ferreira tava num ônibus de turismo, no último banco. Pistolona na cinta, abordaram o banco, o ônibus. Dois
vagabundos entrou e dois ficou no carro esperando. Os dois vagabundos que entrou veio fazendo a coleta, sargento lá atrás com a pistola. Quando eles chegaram assim uns 5, 6 m do sargento, a gente cobriu os dois na Bala. Matou os dois, os do carro pinoteou. Então matou os dois dentro do ônibus fazendo a coleta. Sim. Então de vez em quando dava, teve uma vez que entraram, tinha um cara armado dentro do ônibus, rapaz, e eles falaram: "Quem tiver armado nós vamos matar". Entraram em quatro. O cara soltou a arma no chão e chutou pra frente.
O cara que tava no banco da frente viu aquela arma, chutou Pra frente. Essa arma foi para lá na [ __ ] que pariu. Os cara quatro armado até com fuzil. Falou: "Se nós tem nós pegar armado vai morrer". Essa arma foi aí para você, por você encarar quatro tem que ser tem que ser frio, né? Tem que matar os quatro, porque se um atirar você morre. É. Então o cara não quis encarar não, ele foi chutando a arma e passando foi parar lá no motorista [ __ ] batata quente, né? Aquela brincadeira de Batata
quente. É exatamente. Então ali aquele socou pro motorista aqueles assalt. Ih, mas tem muita, muita covardia. Teve motorista que levou tiro, morreu. Vixe. O cara mandava parar e não para, né? Aí eles atira no homem. Mataram o motorista. Quer ali tá quantos quilômetros da fronteira, irmão? Ah, ali tá longe ainda, tá 400. Isso Tudo isso. 350, 400 km da fronteira. Mas ali antigamente eles hoje ele ainda ainda passa, mas é menos. Eles passavam em comboio de até 200 ônibus. Aí não tinha, não tinha como abordar, mas agora e eles passa em 7, 8, 10 e
passa. Olha, rapaz, eles andam a 150 por hora na estrada. Eh, um atrás do outro, mas quando pega um desgarradão sozinho, é onde que eles eles assaltam, eles eles aborda do lado e manda parar e atira. E o motorista Para não morrer, não morrer passageiro, ele encosta, encosta, eles saqueiam. Vez em dois carros. Antigamente eles jogavam um tronco na pista, bloqueava a pista ou com caminhão, eles roubavam o caminhão, em determinado ponto eles atravessava o camião na pista, o ônibus vinha, assaltava, fazia limpa, levava 200.000, 80.000, 100.000. Então, até um até um dia o cara
o cara falou que jogou, O cara falou assim, ó, a hora que eu vi que ia ser assaltado, eu joguei 30.000 para fora no meio do colonhão. Rapaz, se alguém achou, levou a boa, porque nós expulsamos aquele colonhão a noite inteira. Hum. O cara jogou um saquinho com 30 pau. Aí ele tentou marcar o lugar, né? Mas nem ele não caído na na mão de um tirador de leite ali na hora. É o cara. Opa. ganhou a pouco, dinheiro Caindo do céu. Rezei por isso, tava precisando. Então ali esses esses assaltos e tem também esses
assaltos que aborda e tem o assalto embarcado, né? O cara embarca lá em São Paulo com documento falso para ir e aí no meio do caminho ele dá voz de assalto. Saque e já tem um carro seguindo, eles combina, né? Por exemplo, no no trevo tal, eu vou nós vamos abordar e o carro já chega para dar o apoio, né? em dois Passageiros, dois bandidos, né, que estão no meio dos passageiros, eles pegam e abordam. Então nós começamos a fazer operação abordando esses ônibus, fiscalizando e e vendo se tem bandido infiltrado. Mas é difícil, né,
porque se eu olhar uma agora tem que dar geral e achar, né, a arma, tal. Aí, então a gente entrou, teve uma vez que nós levamos êxito, tinha dois caras preparados para fazer o assalto, só que daí como nós prendemos o Carro que tava na na no apoio, não vazou. Aí pegamos os dois, tinha embarcado em São Paulo com documento falso, armado, armado, tudo armado. Entramos, entramos. Existi ou não? Não, nós estava com uma equipe rotão, né? Então já entra com fuzil, tudo. O cara, o cara afinou, tentaram dispensar a arma, depois nós fomos checar,
motorista falou: "Ó, dois caras Que nunca viaja é aqueles ali e tal". Aí apertou é cadê o carro, né? O carro vai vir aí, mas com a abordagem não vem mais. Combinado ela lá na frente, vi a viatura, o cara não chega, né? Mas salta ônibus lá muito, muito assalto. Até que nem um, eu falo, um dia eu tava trabalhando no posto de de floresta. Eu trabalhava na Rotan, peguei férias, quando eu voltei, o capitão falou: "Você não tira dois plantão aí no no posto de floresta, depois você vai para Rot." Falei: "Não, o senhor
que manda." Aí fui tirar quando foi 3 horas da manhã, 3 horas da manhã, o cara falou: "Assalta ônibus, levando agora pro meio da desviar agora". Nós pegamos a viatura e pau e pau. Só que ali, aí tem um trevo ali, você vai reto, é Paraguai, né? Você vira aqui, ó. Aí nós fomos, falamos com o guarda, o vigilante, falei, passou um ônibus aqui. Falou, passou, entrou aqui na estrada de terra. Quando nós chegamos, Os bandidos não tinha nem saqueado os passageiros ainda. Correram pro mato, viu o farol da viatura? Quando eu entrei dentro do
ônibus, enquadrei todo mundo, tá? E aí depois identificamos que todos eram passageiros, eram ônibus de Minas. Aí tinha uns mineiros lá, falou para mim, ei, [ __ ] que aqui no Paraná, eu sei o senhor que vem ainda, vamos tirar uma foto, vamos não sei o quê. E ainda falou: "Puta merda, eu sou fã do senhor E tal". Aí chegou a imprensa e ele já foi lá, esse sargento é [ __ ] não sei o quê. Eu falei, "Porra, um assalto aonde que ninguém quer no seu plantão." Para mim virou um motivo de de divulgação,
né? Os bandidos não conseguiram nem saquear, correram pro mato. Aí depois nós fomos lá na concessionária de pedágio olhar olhar as câmeras. Nós vimos certinho a hora que pegaram o ônibus, a hora que desceu o ônibus e no Trevo que nós passamos, que nós viramos aqui, ó, tinha um carro parado que era olheiro deles. A hora que a viatura desceu, já comunicaram, a polícia tá descendo, entendeu? Em tempo de atirar em nós, inclusive. E aí depois nós fomos ver o carro parado. Eu falei: "Filha da [ __ ] se nós soubesse, hum, pegado o carro
primeiro ali e depois partido para lá, né? Mas eu não sabia, o carro tava parado bem no trevo, Observando eh trabalhando de de olheiro, né? E e vira a viatura descendo, devem ter avisado por celular, né? Ó, a equipe tá indo rápido aí. Aí deve, acho que roubaram seis passageiros, seis que levou azar, perdeu o dinheiro. O resto não, não deu nem tempo, a viatura chegou. Eles correm pro mato e ali é uma imensidão que eles entram na na na roça mesmo, sabe? Entra em cima de milho, tal. Teve teve ônibus que tem que chamar
guinjo para tirar. Eles entram na terra Afunda, né? Porque é pesado. Terra batida, terra arada, né? Então ali é complicado. Agora diminuiu um pouco, mas eu vi esses dias mataram dois lá, tiraram um polícia rodoviária, tudo, chegaram na hora do do assalto e ali é complicado. Reagiram e acabou pegando. Reagiram, atirou na perna de um polícia, mas não foi, não foi grave não. Eles roubam muito, muito carro, carro baixo também. Eles eles abordam e Manda encostar. Esses dias um não quis parar e acabou que bateu e morreu tudo. Morreu o bandido, morreu a vítima, uma
desgraceira na pista. Ele não quis parar, sabe? O cara mandou parar, ele acelerou e o cara atirou e bateu com camião. Ele eles aborda porque vem vem muito dinheiro, muita mercadoria, sabe? Eletrônico. Sim, car, né? Carro é, vem lotado. Aí eles pega e leva o carro com tudo. Depois eles tiram a mercadoria e Abandona. Sim. Ele ele a gente andou pegando um uns par deles ali, mas é difícil, viu? Porque eles têm batedor, né? Eles batem a pista, se eles vê a viatura. Aí a gente começou a trabalhar com carro descaracterizado para para, né? Carro
descaracterizado. Cham atenção olheiro, não vai. É, daí o olheiro não não não cuida, né? Mas também se você foi e voltou duas vezes já, já circuita. Então tem que ser Tem que dar sorte pegar na primeira. Boa. Então é é bem bem complicado. Rodovia é tudo isso daí é muito comum, todo mundo já sabe, né, em relação à comunidade, olheiro e tal, a a articulação ali do crime, mas na estrada não é diferente, né? Não, na estrada tem a mesma engenharia ali para fazer tudo funcionar. Tudo tem a a engenharia. Eu eu sou assim até
hoje eu Fico pensando, claro, o cara vim com a mercadoria, ele tá com eletrônico, tal, mas eu não entendo como é que hoje com toda essa tecnologia o cara leva dinheiro em espécie, sendo que tem cartões de crédito internacionais, tem Pix, tem tudo para se fazer esses essas compras. Mas eu não entendo. De repente o cara, eu não sei se é lavagem de dinheiro, se é alguma coisa assim, mas exato. É bem complicado. Muito bom, rapaziada. Vibrando, meu irmão, vibrando. É isso aí, Parruzão. Honra massa. Muito obrigado, irmão. Muito mesmo. Eu pedi arrego, peço arrego
com [ __ ] meu irmão, toda. Não é vergonha nenhuma dizer que eu não estou aguentando mais. Eu quero mijiar. Eu quero mijar. [ __ ] meu irmão. Quanto quanto tempo aí, mano? Volta. Vamos lá, resumo da transmissão. Quantas horas de live? 8:35. Podcast durou 8:35. Quantos likes? 88.855. [ __ ] não bateu 10.000 like não, rapaziada. Corre aí, dá tempo ainda. Vai. 60.000 visualizações. 60.000 visualizações só no ao vivo. Sensacional, irmão. Top, hein? Cumpriu uma missão. Opa, da minha parte, paga lá o podcast representou. Da minha parte 100%. Parrozão, muito feliz com a participação,
com esses recordes aí. Tô, tô pronto aqui para Deu certo, né? Graças a Deus. Parceria que deu certo. Muito bom. E aí perguntaram, [ __ ] Glário, depois de 8:30 e tantos minutos, não tem nem mais como ter uma parte dois, porque não vai Ter o que falar. Negativo, né? Não tem, tem como ter parte dois do Farru ainda? Ah, tem bastante coisa, né? para faltou um monte de coisa ainda. Ah, a história, a trajetória é longa, né? Até porque quando começar a falar, o senhor vai uns dias desse, teve um dia desse, sim, né?
E vai lembrando, né? Não. E toda vez que sair um dia desse aí é uma história nova que o Farruzão tá lembrando ao vivo. Começar começar a pensar em começar a pensar em sequências, né, de tempo que eu trabalhei, por exemplo, lá em Campo Mourão. Se eu começar a pensar lá, eu vou lembrar vários assuntos de lá. Sim, né? E eu aí eu vou lembrar da rádio patrulha, vou lembrar do tempo da P2, depois da polícia. Então você é porque agora eu misturei tudo, né? O a Cronologia, né? Mas assim que é bom, pô. É
sim, mas se eu começar a parar para pensar, eu vou lembrar de vários de várias ocorrências que às vezes eu, né, eu me esqueci, não não lembrei, não deu tempo também, porque nós falamos bastante, nós não ficamos sem sem falar nada, ficamos conversando, né, até um pouco da vida particular da, né, de como foi foi tudo começou, né, o O furto dessa [ __ ] dessa bicicleta e tal. Então, ai [ __ ] Então, foi [ __ ] Maldito cara que furtou a bicicleta do Farrô. Maldito não, né, cara? Que bom que ele fez isso.
Com todo respeito a sua bicicleta, eu sei que você tem muito carinho. A numeração é o quê? 11 86 11 86 36. [ __ ] meu irmão. Aí sim, cara. Então, eu te agradeço de coração. Agradeço cada um que acompanhou, né? pelo menos parte começou, depois outros que estão terminando, os que assistiram no meio, faz parte. Eu eu também acompanho as lives do próprio presidente Bolsonaro, eu acompanho e também não acompanho inteiro porque eu tenho meus afazeres, mas eu acompanho lá uns pedaços. Tem dia que eu assisto quase tudo, tem dia que eu assisto 10
Minutinhos também, mas já tem correria. Então é, funciona assim. Eu agradeço de coração cada um de vocês, tá? Eu não sei se alguém aí me xingou, me criticou, mas eu sou assim. Eu não tô aqui para para contar mentira, para contar nada. Tudo isso que que eu contei para vocês é tudo partes da da minha vida profissional, da minha vida particular. Agradeço de coração, Gabri, e tô pronto aqui, né, para Obrigado, Paraa hora que você quiser vir, a gente vi bater um papo, falar sobre determinado assunto, sobre algum fato policial aí no Brasil que tivesse,
você me chamar, ô, vamos conversar sobre prisão de fulano, sobre tal operação, eu venho aqui e falo, dou minha opinião. Então, tô preparado para, né, para para sempre participar. Pode contar comigo. E eu agradeço de coração e agradeço é a minha continência para esse povo maravilhoso aí que tão Olha aqui, ó. Ó, minha continência para vocês que acompanharem, que acompanham diariamente aí, ou pelo menos nos dias que tem a o bate-papo, o podcast com Fala Glauber. Então, para mim uma honra, força e honra. Muito bom irmão. Da mesma forma, cara, eu te agradeço demais. Obrigadão,
irmão. [ __ ] que honra, cara. Que honra. Que presente. Presente pro canal. presente no meu aniversário. Viramos aqui meu aniversário e já Estamos aqui, ó, 4 horas comemorando meu aniversário ao vivo, meu irmão. Sensacional, irmão. Eu queria muito ter o senhor aqui, ter a honra de receber o senhor. Eh, as coisas acontecem quando tem para acontecer. E que bom foi num domingão. Se fosse numa quinta-feira, de repente cansado, depois de um dia inteiro de sexo, a gente não teria esse momento que teve hoje, não seria assim. Então, meu irmão, o dia que é para
acontecer vai Acontecer. outros convidados que não que que até esse momento não veio no canal, que venha no momento certo, que seja exatamente lindo, maravilhoso, como foi hoje, irmão. Então, meu, muito obrigado, cara, meu coração. Leva aí toda a minha equipe, o fala lá o podcast, o canal aí agora fazendo parte da tua história. A tua história foi contada aqui e para nós é um privilégio, irmão. Muito bom, muito bom. Fico muito, muito Honrado, muito feliz. Obrigado. Deus abençoe todos. Ó, você que tá em casa aí, cara, tem a molecada, não acaba não, Gl. Falta
pouco, vai fazer 9 horas já, pô. Eu lamento. Falta quanto tempo 9 horas, mano? Valta 15 minutos, pô. 15 minutos é muita coisa. Amanhã tem um dia longo, vocês estão em casa, cara, eu jamais poderia sonhar com um dia como esse. Tanta gente ter esse horário aí, Cara. Então, você também precisa descansar, irmão. Eu sei que tu é trabalhador, é do bem. vai começar a tua semana, que essas 8 horas entrega aqui pra gente tenha sido, pô, transformadora para mudar tua vida, para te motivar, te dar vibração, para que você honrem cada vez mais as
polícias brasileiras, para que você honre cara como um farrusão aqui, ó, que viveu a vida toda pra polícia. E é isso, cara. O canal tá aqui de braço aberto para receber vários Outros policiais, a minha equipe, todo mundo que fez isso aqui acontecer, você, quem mandou o super chat, quem mandou o chat, quem deu like. É isso aí, só tem agradecer. Obrigado, senhor e a vocês e a todo mundo que faz esse projeto acontecer e se manter vivo forte. Aí eu sou o Faglob, você tá no Fag Globo Podcast, podcast 107, mais um dia vibrando,
cumpriu a missão. Força e honra. Tamo junto. E fala [Música] [Aplausos] [Música]