Se você quer entender como os anúncios realmente funcionam para vender na internet, seja começando agora ou já investindo pesado em tráfego, esse episódio é para você. Nossa convidada de hoje já investiu muitos milhões em tráfegos, treinou milhões de pessoas no Brasil e no mundo e ajudou marcas a venderem muito mais. E o melhor, ela ensina isso num jeito direto, aplicável e sem enrolação. Fora de estrinchar o que realmente funciona no tráfego pago do primeiro anúncio até as estratégias mais avançadas. Um spoiler, você vai sair daqui com muita coisa para aplicar no seu negócio ainda hoje.
Eu acho que já vou começar esse podcast contando as coisas que eu nunca contei. Que que você acha? Que que a galera acha? Tem dois, duas alavancas que você tem que ativar só. A primeira alavanca é transformar quem nunca te viu num curioso. Tipo, que que é, que que tem aqui? Que que é esse sujeito? Que Instagram que é esse aqui? E a alavanca dois é transformar o curioso em comprador. Primeiro foco é: fique bom em chamar atenção nos três primeiros segundos. A headline que você traz no seu anúncio, quanto menos dinheiro você tem, melhor
ela precisa ser, porque quando você tem mais dinheiro, você se dá o luxo de ser menos persuasivo. Essa é a mágica do dinheiro, né? [Música] Oi, aqui é a Bárbara Bruna e o Hotmartcast começa agora. Olha aí, bem-vinda mais uma vez. Nossa, quase vizinha, quase funcionária já, né? Bem curta aqui. Quase, quase. Vou querer um crachá fixo aqui na R. Eu tava brincando que teve uma época que eu encontrei tanto Micha aqui no escritório que eu falei: "Cara, acho que o Michael Ele tá vindo mais que eu." Isso é preocupante. E tanto que a gente
tava conversando, né? Porque você já já passou pelo Hotmartcast outra vez, a gente já falou de outros temas que foi falou de internacionalização, falou de outras coisas ali, mas no final das contas a gente sabe que você é realmente conhecida pela parte do tráfego. E um ponto que a gente depois quero até abordar também, que você traz uma visão muito legal sobre tráfego e sobre aparecer na internet, que eu acho ela muito legal porque você é uma pessoa que não gosta tanto de aparecer assim, então você não se torna refém de uma máquina de criativos
bizarra, né? Você conhece mais gente que também tá atuando forte sem precisar criar um volume massivo de anúncios e ficar refém disso? Cara, você falou um negócio aí. Eu acho que eu já vou começar esse podcast contando as coisas que eu nunca contei. Que que você acha? Que que a galera acha? Coisas que a gente só conta no momento. Só lembrando, é, e só lembrando, eh, pro melhor comentário desse episódio, vai ter um presente depois, né? A gente pode revelar o presente depois dessas histórias aí. Pronto. E ó, um presente legal, hein? É, olha, esse
negócio de não querer aparecer não é só sobre vontade, né? Mas é sobre estado emocional muitas vezes, porque quando a gente entra no digital a gente tem essa pressão de cara, eu tenho que produzir conteúdo, eu tenho que estar na frente das telas, eu tenho que palestrar e aí você joga essa carga nas suas costas e por um tempo às vezes você até consegue ser resistente e fazer aquilo que precisa ser feito, mas se não é a sua natureza, cara, uma hora esse negócio vai dar pau. Uhum. Né? Então, comigo, sempre fui um bichinho de
caverna, né? Por mais que eu adoro, quando estou com pessoas, adoro estar ali com elas, mas a minha preferência é sempre ficar mais fechadinha na minha caverna. Então, estar com pessoas, falar, gravar, produzir conteúdo, me tira total da zona de conforto. E tem um momento na vida de qualquer empresário, colocando num podcast no vídeo, mas aqui eu tô em casa, entendeu? Aqui para mim é mais fácil. Tem um momento na vida do empresário que ele vai tem que fazer o que precisa ser feito, mas tem um momento que ele precisa olhar paraa sustentabilidade que ele
faz, né? Então, se não é sustentável para você produzir conteúdo todo dia, postar o seu café da manhã todo dia nos stories e todo dia tá ali, você tem que achar um caminho paralelo. Você não pode deixar de fazer, senão você perde o jogo. Mas você precisa achar um caminho paralelo. Então, o que eu tenho feito nesses últimos anos é encontrar caminhos para que as pessoas continuem me vendo, consumindo de mim, vendo a minha cara na internet o tempo inteiro, mas sem necessariamente eu ter que parar minha vida para poder produzir conteúdo. É, porque aí
cai naquela velha coisa, né? Se você tiver muito preocupada em fazer o básico da sua empresa, que é colocar a empresa para ser visível na internet, quem é que vai focar em fazer o seu negócio crescer, né? Que é uma frase que ela é de certa forma clichê, mas ela é verdadeira, não é à toa que ela é clichê, né? Aí, só pra gente não esquecer, qual vai ser o presente pro melhor comentário desse episódio aqui no YouTube? Boa, ó. Melhor comentário vai ganhar dois ingressos para passar um sábado comigo num workshop, aprendendo como crescer
10.000 1000 seguidores por mês, sem precisar aparecer, sem precisar fazer dancinha. Um workshop muito legal chamado desafio da SCAR. Então, quem gosta de desafio, quem quer crescer 10.000 novos seguidores, esse vai ser o presente pro melhor comentário. É uma maravilha. É online, então você não precisa viajar para lugar nenhum. Pronto. Você comentou sobre tem um negócio, tem um momento do negócio em que a pessoa precisa focar em aspectos mais de crescimento ali. E muita coisa mudou desde quando, por exemplo, a gente se conheceu, que já deve fazer uns 9 anos ali, você rodando tráfego para
evento. Muita coisa mudou nesses tempos na internet. Quanto você pode investir, quanto você consegue investir em uma plataforma específica, né? Aí, vamos supor que você tivesse hoje, eu vou colocar um orçamento bem baixo assim, se eu tivesse assim entre R$ 30 a R$ 50 por dia para investir numa campanha de tráfego em 2025 para começar a crescer um negócio que tá do zero, como você começaria isso? R$ 30, R$ 50 por dia, eh, vai ser uma verba que não dá para você gerar, aumentar o nível de consciência da pessoa, quebrar as objeções do seu produto,
fazer um remarketing pro cara voltar, não dá para fazer tudo, né? Então você tem que escolher uma batalha para poder lutar. E eu acho que a batalha mais é mais importante para quem tá começando é pegar quem já tá buscando curso naquela área, quem já tá buscando conhecimento naquela área. É não ir atrás daquela pessoa que você tem que fazer muito esforço para convencer, né? Porque querendo ou não, pode ser um treinamento sobre como alimentar a sua calopsita, que certamente existem pessoas que estão buscando isso, então é atrás delas que a gente vai disso aqui.
Tem, né? Pois é, eu citei isso que eu sei que já aqui na Hotmart tem. Então nós vamos atrás dessa galera, né? Então isso já faz um corte muito grande em quem a gente vai alcançar, pegar realmente a galera que já tá buscando isso. Com esse valor é muito interessante você fazer um criativo que não seja vendedor, mas que ele entregue um conteúdo no próprio criativo, né? Então, como eu faria um anúncio de alimentar as calopsitas? Acabei de pensar nessa calopsita. Então, cinco alimentos que eu jamais daria pra minha calopsita se eu quisesse que ela
vivesse 50 anos. Não sei quanto tempo vivo uma calopsita. Então o meu anúncio começa dizendo isso, cinco alimentos que eu jamais daria paraa minha calopsita se eu quisesse que ela vivesse 20, 30 anos. Então aline deste anúncio, ela já é muito interessante. Se eu tenho uma calopsita, né, e puxa, saber sobre alimentação, saber o que que eu tenho que fazer para ela viver mais, é algo que me interessa, eu vou prestar atenção nesse anúncio. É diferença de um anúncio de galera, lancei um curso sobre alimentação de calopsitas e ninguém se importa com isso, né? Vou
pro chat PT. É, eu vou pro Google, né? A headline que você traz no seu anúncio, quanto menos dinheiro você tem, melhor ela precisa ser, porque quando você tem mais dinheiro, você se dá o luxo de ser menos persuasivo. Essa é a mágica do dinheiro, né? O dinheiro, ele te dá oportunidade de não aparecer e gravar conteúdo todo dia e de não ter que fazer criativos mega mega criativos, porque você tem dinheiro. Agora, quando você não tem dinheiro, cara, você tem que ser mais criativo que a média, né? E você tem que ser mais impactante
que a média. Então eu com R$ 30, R$ 50 por mês, por dia, criativos de alto impacto com a redline muito forte, no qual ali eu tô entregando um conteúdo e no final eu falo: "Cara, e tem um treinamento, tem um curso, tem uma aula para você assistir aqui". E faria essa distribuição de conteúdo dentro do próprio Instagram, porque eu acredito que ali, eh, por mais que existem mudanças ali de públicos, o público mais velho continua no Facebook, tem muita busca no Google, mais o Instagram, o supraumo pra gestão de tráfego de infoprodutor, hoje em
dia tava fácil criar um anúncio no Instagram, né? Porque ele já transforma o seu criativo em anúncio, né? Exato. Que é uma parada assim surreal. Eu fico brincando. Quando eu trabalhava em agência de publicidade lá em 2012, 13, você rodar uma campanha de tráfego era um negócio surreal, mesmo das mais básicas assim. E hoje é tipo um botão, um botão, um botão, 30, 50 conto por dia, testa ali. E aí tem uma pergunta que é a seguinte: de cada 10 eventos que eu vou, em 9.5, Eu vou escutar alguém falando que tá precisando escalar algo.
Aí beleza, a pessoa começou ali, tá gastando R$ 30, R$ 50 por dia, que seja, ou mais, se ela tiver mais dinheiro disponível. O que que você responde quando alguém te perguntas como identificar o momento de escala de uma campanha, de um negócio, de seja lá o que for. Beleza. Eu acho que assim, eu tenho uma crença em relação a isso, mas deixar você falar. É, vamos ver, porque eu já vi que você já tá com com as as coisas maquinando aí. Primeiro é entender o conceito da escala. Porque quando a pessoa fala que quer
escalar, ela quer colocar mais dinheiro, faturar mais, mas ela não quer não quer colocar mais assets, né, mais recursos, mais ativos para aquilo escalar. Então, o primeiro erro de quem fala: "Ah, puxa vida, o último lançamento eu coloquei 100.000, agora eu escalei para 300.000 e não virou ou não consegui colocar 300.000." Mas porque quando você vai olhar, a pessoa foi escalar dinheiros, mas não foi escalar recursos, não foi escalar volume de página, volume de criativo, volume de copo. Então a escala ela precisa ser global, não é só aumentar o investimento no anúncio. Você precisa dobrar,
triplicar a quantidade de criativos, dobrar, triplicar o número de páginas, de vídeos, de vendas que você testa, de formulário de captura, de absolutamente tudo. Então, acho que muita gente não escala por isso, quer escalar em dinheiro, mas não quer escalar escalar em recurso. Uhum. É que a minha crença é de que quando a pessoa tá preocupada com escala, ela ainda muitas vezes nem olhou pro ritmo do negócio, que é, pô, beleza, eu preciso de quantos leads para vender tantos reais? Eh, quando eu coloco R$ 100, eu vendo quanto? E aí o que você falou, né?
Tá, mas hoje eu tenho uma página de vendas. E se eu tivesse cinco? E aí a coisa que eu sinto é que muitas vezes quando a pessoa tá procurando a escala, ela não tá na hora de escalar ainda, ela tá na hora de olhar pro negócio e falar: "Per aí, deixa eu controlar meus números e a partir deles eu escalo". Sabe? E é o que você trouxe aqui do ponto de vista de recurso, né? Cara, deixa eu aplicar mais recursos no negócio e aí eu escalo. E isso já leva para outro ponto que é o
erro comum, né, que a gente percebe é achar que tráfego é principalmente sobre investimento, sobre você investir bastante. Você já acabou de trazer que não, cara, não é só sobre isso, tem que aumentar os recursos também. O que mais você vê de erro em quem tá começando a fazer uma operação de tráfego no negócio, seja como gestor, seja como dono do próprio negócio? Antes de responder a essa, só pontuar uma coisa também que a gente falou de escala aqui. Tem que tomar cuidado que tem gente que é medroso para não pô pi na edição e
não escala nem a pau porque todos os porque todos os indicadores falam que o cara tem que colocar mais dinheiro e a pessoa não põe. Então assim, existe o o ousado que quer escalar e não quer colocar os ativos ali para crescer, mas tem muito, eu acho que a maioria é o cara que tá fazendo ruas 5, 6, se cara e fica com o mesmo investimento e a pessoa ainda vira e falou assim: "Mas meu orgânico é forte, uma hora não vai ser, não é? Enquanto seu orgânico é forte, que bom que você pode colocar
mais em tráfego, diminuir um pouquinho sua margem e trazer mais volume que vai reabastecer o seu orgânico. Então, acho que o nosso mercado ele vive uma doença crônica de medo escalar, sabe? E e tem esse contraste, né, que é escalar do jeito errado, que é uma coisa que é só colocar mais dinheiro, e também não colocar dinheiro quando você pode colocar mais dinheiro, né? É. Na sua leitura, qual é o tipo de indicador que é o OK pra pessoa colocar mais dinheiro? O que que ela tem que buscar? teras grande. É um atestado de loucura,
porque você deveria est tendo um ras menor, mas um lucro maior, um volume de dinheiro maior. Então tem gente que se apega tanto ao Roas por 100 voltou 600 e que esse apego ao Roas é o que ti joga no buraco, que ela deixa de investir mais, né? Que só para deixar claro pra galera também, Roas é o retorno sobre investimento em anúncio. Aí, por exemplo, ah, eu invisto 1000, vendo 6.000. Aí a pessoa investiu 10000, vendeu 8.000, ela fala: "Cara, meu rosto caiu, mas o lucro tá maior". Exato. Exato. Então é, no fim das
contas é o que sobra no seu bolso, né? E o que sobra no seu bolso, você precisa sempre aumentar este volume. Não ficar apegado a eu coloquei 100, agora voltou tanto. Não, cara, no próximo eu quero colocar 200. O que que eu preciso fazer para colocar 200? Talvez não vai ser no próximo, talvez vou colocar 150, depois vou pôr 200, depois vou pôr 250. É crônico esse negócio, né? Porque tem a gente em grupo de mastermind, então a gente fala assim: "Cara, tem um, tem uma almofada lá que a gente só joga na cabeça da
pessoa que tá apegada ao Roas e não apegada ao lucro." Sabe que isso rolou numa mentoria que eu fui faz um ano e meio, eu acho, fui palestrar lá e aí participei do hotela escutando bem e um cara falou assim: "Cara, a gente sempre abre carrinho e vende R$ 200.000 e a gente não tá conseguindo crescer resultado". E alguém perguntou: "Mas tá investindo quanto em cada lançamento?" Ele é uns R$ 15.000. Aí os caras falou: "Cara, então assim, investe". Acabou. Você perdeu o direito de falar, cara. Desliga o microfone, investe 25, [ __ ] mano.
E vê o que acontece, pô. já tá tendo tipo assim R$ 180.000 de lucro, sabe? É bizarro, não? E é muito loucura, né? Além d de desse escorpião no bolso no tráfego, você vê outros erros muito comuns. Cara, o a vida do do infoprodutor eh ela não é fácil porque o tráfego ele tem um custo muito óbvio. Uhum. Você tira o extrato ali do gerenciador, você sabe que gastou tanto. Agora, os custos não óbvios da sua operação. Uhum. Tá? Então, por exemplo, equipe, ferramentas, fazendo um parênteses aqui, a gente tem eh periodicamente faxinas de ferramentas,
tipo, de ferramenta de disparo, de ferramenta disso, que você vai acumulando com o tempo e quando vê isso tá minando a sua margem. Só que quando a galera vai pro próximo lançamento, a galera olha só pro tráfego, cara, como se o problema fosse investir mais dinheiro em tráfego. Não, o problema muitas vezes é sua operação. Você que tá gastando demais, né? Você que tá gastando demais com ferramenta, você que tá gastando demais com que não devia gastar, você que tá fazendo aquela viagem que não era para você guardar ela agora, para você fazer depois, fica
rico primeiro, depois viva a vida do rico, né? Às vezes no digital a galera confunde um pouco, né? Inverte os fatores e depois desconta no tráfego, né? Então acho que o principal erro é essa, é a galera não fazer conta de tudo. Tudo tem que vir pro papel. Tudo tem que ir na linha ali no papel e não deixa não perder esse controle, porque como é muito abundante, né? Puxa, que negócio na vida, cara. Esse negócio digital nosso é muito, é muito incrível. Que negócio na vida. Você põe 10, trabalha ali dois, tr meses fazendo
um lançamento, volta 20, volta 30. Não tem, não tem, cara. Não tem. Eu tava brincando isso esses dias prédio. A gente trabalha numa área que ela é alta recompensa e baixo risco demais. E a gente vive nessa bolha e a gente a gente perde a noção. A gente perde a noção. Quando você olha lá fora, o cara que tem um um supermercado, o cara que é dono de uma loja de roupa, cara, a realidade é muito diferente, mas você pode ver que todo mundo faz conta, põe na ponta do lápis cada coisa. pega o engenheiro
Mateus, que é nosso amigo, né, de grande sucesso no digital também, mas o negócio dele é passar um ano construindo uma casa para daí colocar essa casa no mercado à venda e sabe se lá quanto ele vai lucrar com aquilo, quando sim torcer pra economia não dar pau e ele não perder para um barco de obra, sei lá o que nossa senhora. Não é outra é outra história assim. E é engraçado porque assim, eh, talvez pessoas que estejam escutando a gente não saibam que você é cientista, né? Eh, e eu percebo muito esse perfil da
galera que cresce muito no tráfego, é uma galera que veio das exatas, sabe? Tipo assim, engenheiros para caramba, que são viraram excelentes gestores de tráfego. No seu caso que você viu da biologia que também, tipo assim, você aprende a identificar padrão, ele dá bem com o padrão, né? Então, talvez é isso, colocar na ponta do lápis, olhar pros padrões e pular pra próxima. É, é, é importante também assim dizer que eh eu não gosto de matemática. Ah, eu assim tenho tenho uma certa dificuldade com a matemática, porque às vezes a galera também fala assim: "Pô,
mas e ferrou Cleiton agora? Eu sou de humanas, cara. O negócio é humanas, é artes, é não sei quê. Será que eu dou conta de fazer tráfego?" Aí é que vem eh uma coisa que às vezes as pessoas se esquecem. Quando você é um pontinho fora da curva ali, diferente do bando, você cria coisa diferente também. Então o que eu percebo que fato pessoa que gosta de número, seja um engenheiro, seja a galera de exatas e tudo mais, vai ter facilidade com gerenciador de anúncio. Ponto. Aquilo ali é uma plataforma cheia de números. Ponto. Mas
a pessoa que tem esse viés mais humano, mais de ler um ambiente, de interpretar uma situação, essa pessoa vai conseguir lidar com os criativos, com a página, que qualquer campanha, por mais errada que ele faça, por menor que seja a capacidade dele de reconhecer os padrões dos números, vai dar bom, porque ele tá ligado no que é humano e que o engenheiro muitas vezes não tá, né? Então, quando a pessoa vira para mim e fala assim: "Bá, eu sou de humanas, detesto o número, será que eu consigo fazer tráfego?" Falei: "Cara, você vai fazer um
tráfego diferente, um tráfego que vai ter que buscar uma essência poderosa em comunicar com a pessoa". Então, no meu caso, eu acho que o que mais fez diferença para mim foi isso, né? Por mais que eu seja ali da biologia, da comunicação também, que me formei em comunicação, o grande lance é: tem hora que eu não olho pro número. E eu tenho que dizer isso com muito cuidado, que acabei de dizer que tem que fazer conta, mas tem hora que não é o número. Tem hora que o o número ele te arma uma uma armadilha
mesmo, né? Cria uma armadilha para você e aí você fica fissurado naquilo porque você tem que olhar para pessoas, cara. O número pode trazer o que é previsível, né? E as pessoas não são previsíveis muitas vezes. Uhum. Né? você tem o comportamento da massa e tudo mais, mas tem momentos que elas não são previsíveis. Você fala assim: "Esse criativo vai bombar, cara. E chega lá dá nada". Você fala: "Pelo amor de Deus, era o melhor criativo que eu já fiz na vida". Então essa sutileza, eu acho que o tráfego, e você pode observar que as
pessoas que se deram muito bem no tráfego, por mais que tenham essa esse pezinho ali, talvez no número e tal, são pessoas de muito boa comunicação, que sabem sabe entender gente, sabe ler cenário, sabe conversar com as pessoas. Então, então você que é das que não é das atas, você tem um futuro no tráfego também. Se sempre tem espaço. Você falou que o o pontinho fora da curva é uma coisa que te faz executar as coisas de um jeito diferente, né? E você trouxe uma premissa de tráfego que é muito diferente pro mercado, que ninguém
tava falando do tal de tráfego de plataforma. E aí isso é uma coisa que você começou a trazer paraas pessoas. O meu achismo é de que acho que isso foi uma tentativa sua de facilitar facilitar o tráfego para as pessoas, mas me conta como é que surgiu esse negócio e por que você focou tanto no tráfego de plataforma. Cara, vou usar um termo mineiro que meu vô no na todo o seu conhecimento ali de primeiro ano de grupo, como dizia ele, falava: "A precisão faz o sapo pular". Não sei se tem como traduzir isso aí
nesse podcast. Muito bom. E o que aconteceu comigo foi isso, cara. Em 2020 a Apple virou para pro Meta e falou assim: "Moçada, a partir de agora eu não vou ficar mandando os dados dos usuários para vocês". E quando o Meta parou de receber esses dados, ele ficou meio bagunçado, porque ele não conseguia interpretar de fato quem tava comprando, quem tava comprando, as preferências. E as campanhas começaram a ir pro buraco, não só os meus lançamentos, mas como agência atendendo um tanto de gente. A galera falou: "Cara, que que tá acontecendo? Porque meu dinheiro de
tráfego não tá voltando mais". Então, o negócio ficou muito feio. Não ficou feio, ficou muito feio. Foi a maior crise de tráfego que a gente viveu. E eu falei, vamos ter que achar uma solução. E senta para estudar e senta para estudar. E aí eu fui entender, mas por que que a Apple fez isso, cara? O negócio já tava tipo uma década funcionando. Os caras falaram: "Não, não vou te enviar o dado mais". E aí se a gente volta na história, ali perto teve o escândalo do Cambridge Analítica, né? Aquela época ali onde foi questionado
os dados que o Facebook tinha e a interferência dele nas eleições do Brexit na União Europeia. E levantou-se um olhar fora da bolha do tráfego da publicidade, que é a galera de política, de economia discutindo segurança do dado, né? de quem que é o dado do cara que clicou no anúncio, do cara que fez isso. E aí foi quando iniciou ali aquelas discussões mais profundas da LGPD, né, que na Europa é mais intensa ainda do que aqui. E a galera começou a falar assim: "Opa, pera aí, esse tal desse Facebook aí tá elegendo as pessoas,
então nós precisamos tomar conta desse dado." Pô, mas a plataforma não é europeia, é dos Estados Unidos, TikTok é chinês. Então o que que os europeus fizeram? Fizeram uma lei lá para para travar o negócio mesmo, né? né? Afinal de contas, eles não tinham controle sobre isso. E aí, o que essas plataformas tiveram? Para você ter ideia, na Alemanha apareceu comercial na televisão da Apple, não sei se já viu os comercial, galera. Aí depois dá uma gugada. O cara pega o celular, sai andando em cada e-commerce, em cada loja, aí ele chega na loja, compra
um pãozinho, aí começa a seguir gente ele, aí entra numa cafeteria, segue ele. Aí ele chega em casa no no na poltrona da casa dele, tem um tanto de gente na sala dele e ele segurando o Apple dele, o iPhone. E aí de repente aparece uma notificação, não enviar seus, não compartilhar seus dodoss, ele clica OK e aí todo mundo some. Caraca. Então o comercial da época, tipo, não compartilhe seus dados na Europa, cara. Inclusive, demais. tipo baita de uma produção, fotografia animal, não compartilha seu dado comercial na televisão, horário nobre da Apple. Poxa, então
os caras colocaram energia nisso, certamente deram uma pressionada na Apple. Uhum. E aí a Apple teve que fazer esse essa loucura toda. Então lá atrás é esse era o cenário. Tráfego, um caos, porque o meta ficou cego, né? Não conseguia ver as coisas. Quando eu entendi a história, ou seja, quando eu fui lá estudar o Brexit, o Cambridge Analytic, aí eu falei assim: "Se o problema é quando o cara clica no anúncio e vai para um site, que aí o meta fica cego, não sabe o cara, para onde o cara foi, se eu não tirar
ele do site, se eu manter ele dentro do próprio Instagram? Então hoje no meu processo de vendas, como eu faço? Eu faço um anúncio, capturo o lead dele e levo ele para assistir um webinar, por exemplo. E se eu fizer o cara assistir o webinar dentro do Instagram, captar o lead dentro do Instagram e não tirar ele daqui? Eu só vou tirar ele na hora que ele for pro checkout da Hotmart. Inclusive a plataforma ela não quer que você saia de lá, né? Isso já era. Sempre foi, né? Porque você sai de lá, você perde
tempo de exposição de anúncios, você perde receita. Mas ficou pior, né? Então você sair de lá era quase um crime, cara. Então você como anunciante fazendo os anúncios de conversão, que é aquele anúncio que leva o cara pro site, você tava pagando três, quatro, cinco vezes mais caro, né? Porque o meta falava: "Cara, eu não consigo te entregar resultado nisso, não consigo te entregar performance". Então a gente falou: "Cara que simples, agora contando fica simples, né? É só eu manter o cara aqui dentro". Então a gente pegou o vídeo de venda, os vídeos do CPLs
e colocou tudo dentro do Instagram. Na época tinha um IGTV, você conseguia colocar vídeo de uma hora dentro do Instagram. Então todo o tráfego ia para dentro do próprio Instagram. Isso fazia ele ficar muito mais barato. E eu cumpri a minha missão de pegar um lead no início do funil e levar até o fim dentro das redes. E aí quando eu criei esse negócio, eu falei assim: "Cara, é manter o tráfego dentro da plataforma". E foi aí que eu criei o termo tráfego de plataforma. E aí tem um feito nesse mercado digital nosso. Primeiro é
palestrar no FIRE, que é um grande feito. O segundo feito é você cunhar um termo que o mercado começa a usar. Então fui lá e criei o termo tráfego de plataforma, que é isso, manter o usuário dentro da plataforma o máximo de tempo. E ótimo, depois que passou a confusão, todas as coisas melhoraram. hoje, né? Isso já tá muito melhor. Mas ainda assim você manter o usuário dentro da plataforma faz você baixar muito custo. Então, quem tá começando, cara, não tem melhor forma de você começar do que manter o cara dentro da plataforma. Você que
tá escalando e não consegue escalar na via tradicional, usar o tráfego de plataforma como via alternativa de escala. Então é uma coisa que funciona em todos os nossos lançamentos e perpétuos principalmente, porque perpétuo é construção de base o tempo inteiro. Perpé você tem que estar o tempo inteiro oxigenando aquele negócio. A galera fala que lançamento dá trabalho, mas o perpétuo, cara, perpétuo ele você precisa ser muito resiliente porque o a parada para virar é doideira, demora, né? E aí foi o que você falou, é colocar na ponta do lápis e inclusive tá disposto a correr
um risco bem controlado, né? Então esse foi a origem do termo aí, de onde esse negócio saiu. Não, legal para caramba. Eu tava com uma outra ideia total. Você trouxe um ponto muito bacana. Eu tava num outra mentoria recente também que a gente falou, né, um dos pontos que mais fez o tráfego ficar tão difícil nos últimos tempos foi a inflação. E alguém perguntou: "Mas ah, o que que a inflação tem a ver com o que o meu lead compra?" Aí explicamos lá, falar: "Cara, tudo que o seu L compra fica mais caro, então imagina
o seu produto digital tá lá atrás na escala de prioridade. E você mostrou na prática como é bom a gente olhar para coisas que estão acontecendo muito fora da nossa bolhazinha, porque cara, a resposta do problema não tá tão perto assim, né? A resposta tá passos e passos atrás. Esse horário de curioso é bom para caramba. Agora, na prática, normalmente, como que você começa a planejar essa criação de anúncio dentro da ideia do tráfego de plataforma? Assim, você vai priorizando, sei lá, por exemplo, ganhar mais seguidor primeiro, fazer essa pessoa consumir seu conteúdo. Como que
é a ordem de prioridade dessas criações? Tem dois, duas alavancas que você tem que ativar só. A primeira alavanca é transformar quem nunca te viu num curioso. Então você tem que masterizar, ficar bom. em transformar um cara que nunca te viu num mínimo curioso, tipo que que é, que que tem aqui? Que que é esse sujeito? Que Instagram que é esse aqui? Então esse é a alavanca um e a alavanca dois é transformar o curioso em comprador. Então a primeira alavanca, como que a gente liga ela? Fazendo os criativos que chamam atenção nos três primeiros
segundos. Cara, esse criativo não é para vender. Esse criativo é para pegar uma pessoa que nunca te viu, não sabe que você existe e falar: "Preste atenção em mim". Para isso, esses criativos precisam ser chute na porta, é voadora no peito mesmo, porque o cara tá no Instagram, no feed, vendo o post da Anita, do Neymar, de não sei quê. Se o seu não for muito legal, muito interessante, ele vai passar direto. Então, o primeiro foco é: fique bom em chamar atenção nos três primeiros segundos, né? Fique bom em dizer o que não é óbvio
em 3 segundos. Só consigo lembrar do seu criativo da Warroom, da guerra. Ah, da guerra. Não tinha como não prestar atenção naquilo que a Bárbara simulou um campo de guerra para anunciar a sala de guerra. Fala, cara, um um tanque só. Meu Deus do céu. Foi muito legal. Um dos criativos também que mais deram certo pra gente foi quando eu vesti de cientista e eu perguntei assim: "O que converte mais?" E aí eu comecei a falar todos os todas as hipóteses, todos os paradigmas do mercado digital. E o que que converte mais? Terminar com sete
ou terminar com nove, né? Uhum. Nugget ou raiz, porque eu entendo muito de com quem eu estou falando, né? Então, como que chama atenção nos três primeiros segundos, que geralmente é a pergunta que me fazem. Primeiro, você tem que entender muito bem com quem você tá falando. Quando eu dei o exemplo da calopsita e eu viro que e falo que os cinco alimentos que eu jamais daria pra minha calopscita se eu quisesse que ela vivesse muito, eu sei que a dor do cara que tem um animal é o animal morrer, cara. Não é animal ficar
mais bonito, com pelo mais bonito, não. Você tem medo de você fazer uma cagada tão grande que seu animal vai morrer antes. Então eu entendo muito da dor do cara e trago isso nos três primeiros segundos. Então essa é a primeira alavanca. Então um exercício que eu gosto de fazer para você fazer em casa, todo dia escreve 10 headlines. Headlines é aquele título ali de 3 segundos. E aí você começa a escrever, você vai perceber que os primeiros são muito clichês, porque a nossa o nosso cérebro ele pode pensar numa frequência diferente, mas quando você
põe pro papel, você tende a pôr o clichê, porque lá na escola você aprendeu a escrever a redação igual o Enem precisava, não foi o que vinha na sua cabeça. Então a gente foi formatado a escrever o padrãozinho. Então os primeiros você vai ver que ele vem muito clicheão, vem um negócio meio que todo mundo fala a mesma coisa, mas à medida que você acaba as ideias, você fala: "Cara, Bárbara falou para eu escrever 10 redlines por dia, eu tô aqui no meu quinto dia, eu já não tenho mais o que escrever". Aí começa a
piração e aí que vem a obra prima. Aí que começa a parada, tipo que ninguém tá pensando, porque você tá a 20, 30, 50 headlines à frente da da massa ali que tá todo mundo escrevendo a mesma coisa. Então esse exercício ele é cara, ela é batata. Tem alunos meus que falam assim: "Bábara, a gente criou um ritual na família que no jantar cada um tem que falar duas, três redlines. E quem falou a redline mais legal, tipo, ganha alguma coisa ali no jantar, traz isso até pra família, porque também quando você traz pra sua
equipe, pra sua família, as pessoas pensam de uma forma diferente, você fala: "Pô, cara, é isso?" Ela tá enxergando um padrão que você não tá, né? Ou então ela nem tá vendo um padrão, ela só não tá com a barreira criativa que você tá, você tem que você tem. Sabe uma coisa que eu tenho feito muito para essa parte de headline? afins. Tudo que eu escrevo das coisas que eu crio, eu vou guardando na AI. Então, eu uso Perplexity, mas tem o chat VPT também. E quando eu tô muito travado, eu pergunto, fala, com base
em tudo que eu já escrevi, me sugir cinco temas tal. Aí, com base no tema que ela sugere, eu começo falar: "Putz, como que eu chamaria atenção para esse tema?" Sabe? E é o que você falou, depois de uma meia hora, dá uma travada e aí vem surgindo o ouro, né? Acho que para gravar criativo vai ser a mesma coisa. para gravar o conteúdo vai ficando mais difícil criar, mas gravar vai ficando mais fácil, né? Que você já sabe que você vai chegar nesse processo. Então, ou seja, é obrigatório em algum momento a pessoa ficar
boa em criar também, né? E o seu exemplo de cientista, putz, qual que foi o investimento para fazer isso? Um jalé com uns tubos. É, nas fotos, nas na produção dos criativos. Sim. É, mas tipo assim, você fala: "Cara, chamar atenção não precisa ser uma Ferrari." Não, não, de jeito nenhum. De jeito nenhum. Olha, um dos criativos mais legais que a gente fez era com aquela geleinha, eh, de brincar, essas geleinha que a gente desenhava o rostinho e fazia a boquinha caino assim, ó. Tipo assim, se você ver, você não vai poder desver. E o
criativo era isso, cara. E o criativo bombava, né? Teve um criativo que a gente fez. Eh, e aí vem uma, já trazendo uma dica aqui, quando você tá em nichos, eh, com muita dificuldade de escala, muitas vezes você tem que pegar os seus criativos e segmentá-los. Então, por exemplo, eu quero escalar meu produto e vou pegar o meu caso mesmo. Eu posso ensinar tráfego para qualquer mercado. Cara que é médico, ele quer aprender tráfego. O cara quem for produtor, ele quer aprender tráfego. E eu tô com dificuldade de escala. Que que eu faço? Eu faço
um criativo para o médico, um para o advogado, um para o infoprodutor, porque ali eu trago a linguagem que eu sei que o advogado vai se conectar, né? Então tem criativos que a gente faz, é, por exemplo, pro pessoal da saúde, cara, a gente pegou uma proteína de miosina, se você não sabe o que é uma proteína de miosina, depois você põe no Google. E a proteína de miosina, ela vai fazendo um movimento, tipo uma lagartinha, caminhando. É um vídeo de internet. esses vídeos, cara, foi um dos criativos que eu mais vendi produto pra galera
da saúde, porque eu falava assim, isso é uma proteína de miina e ela se comporta assim quando a gente tá fazer produzindo ali hormônios e tudo de felicidade. Essa é a felicidade que você vai ter quando você começar a fazer tráfego e encher a sua agenda no consultório. E aí a galera tipo, pô, cara, essa pessoa entende vai me ensinar a fazer tráfego, mas ela sabe o que eu quero, ela sabe que eu sou médico, ela sabe que eu sou da área da saúde. Então esse tipo de criativo faz você se conectar na veia mesmo.
É igual tem uma parte de COP que é muito simples, né, que é você dá o sim óbvio pra pessoa, que é tipo assim, ah, mesmo que você não tipo assim, ah, sei lá, cinco alimentos veganos que eu daria pra minha calopsita ou então cinco alimentos industrializados que você começa a colocar um específico, a pessoa fala: "Caramba, ela tá se preocupando com isso, né?" Sim, cara, esse negócio da calopicita dá dá para render muito. O produto que tem, né? da Brena. Eh, o bônus ainda são 200 nomes. Acho que são 200 nomes para calor psic.
Caraca, você fala, cara, tem conexão, tem muita conexão. Você falou do tráfego de plataforma e até a gente tava falando ali do Instagram, de a pessoa já começar rodando um anúncio no Instagram. Se o Instagram acaba amanhã, o que que você acha que é um outro caminho que a pessoa pode ir perseguindo além de chorar muito? É, é o YouTube. Eh, a gente não falou de YouTube aqui porque, cara, Instagram é o primeiro passo que ele é o mais simples, é o mais fácil, mas o YouTube ele traz um lead muito mais qualificado do que
qualquer plataforma. É indiscutível, né? Lead que veio do YouTube, claro, o tempo que ele fica no YouTube consumindo seu conteúdo é muito maior, então acaba sendo óbvio o lead ali ele ser mais qualificado, mas ele tem um pouco de um pouco mais de complexidade. Primeiro porque não dá para rodar campanha em YouTube Ads com cinco, seis criativos. Você esquece, cara. Você não tem volume tempo para gravar, seis criativos no YouTube não vai dar em nada. Segundo que o Google Ads, ele é como se fosse uma turbina, sei lá. nuclear, demora para esquentar e demora para
esfriar, né? Diferente do do meta. Então, meta você ativou uma campanha hoje, hoje você já tá vendendo, cara. No Google esse negócio demora, ele precisa leva mais tempo para otimizar, é 30 dias pro negócio começar a escalar. Bacana. Então, por isso que muita gente acaba não indo pro YouTube, mas se o Instagram morrer, o caminho é YouTube. Não sei se eu já te falei isso, mas a gente tem alguns dados de conversão. O tráfego que vem de YouTube pro nosso checkout, ele converte 2.6 vezes mais que do Instagram e com ticket médio 30% maior. Eu
vi o Raul Maranha compartilhando esse gráfico que vocês t de conversão de YouTube bizarro. É brutal. E você consegue, ou seja, vender mais com uma audiência menor. Sim, sim. Não é brutal, assim, eh, a gente esquece que lá é um lugar que as pessoas estão literalmente buscando as coisas, né? Não, é animal, cara. É animal, mas é o jogo, mas é um jogo que ou você tem a frieza de jogar o jogo do médio e longo prazo e os assets, né, os os ativos para fazer isso dar certo, porque senão você também, a galera vai
e faz meia dúzia de crédito e falar: "Youtube não funciona, YouTube é muito difícil." Ainda dentro da ideia de tráfego de plataforma, voltando para Instagram, porque aí nesse caso a gente vai comparar meta com meta. É, beleza? A plataforma não quer que você saia da plataforma agora. E se eu fizer anúncios no Instagram, manda a pessoa para WhatsApp. É uma coisa boa para eu começar a vender ou tem uns percalos? Não, não é bom porque os dois são parte da mesma empresa, né? O WhatsApp e o e o Instagram são do meta. Mas o problema
do WhatsApp ainda é que o tráfego ele ainda é caro pro WhatsApp. Não é um lead tão barato. E muitas vezes devido a muitos golpes na internet, né? aquela desconfiança que as pessoas têm de clicar no anúncio, abrir o WhatsApp, ela acha que clicou no lugar errado, né? Principalmente uma pessoa um pouco mais leiga de digital. Então acaba que ou esse lead vem desqualificado ou ele nem termina, ele nem manda mensagem nem efetiva mesmo. Então acaba que o o lead do WhatsApp ele não é tão mais barato que o lead de captura, ele é um
lead caro. Claro que para negócios locais, então você quer fazer tráfego para para uma loja de roupas e tudo mais vai funcionar bem, mas para o infoprodutor ele comprar lead direto no WhatsApp é problemático. Porém, porém, né, acho que o MET entendeu esse negócio e lançou uma novidade aí que já tá liberado para alguns que chamam WhatsApp Flows, onde você cria uma experiência instantânea dentro do próprio WhatsApp. Então, você cria formulário de captura dentro do WhatsApp, você cria enquete dentro do WhatsApp, você cria tudo, é um miniite dentro do WhatsApp. E aí, pronto, aí você
consegue qualificar a experiência do usuário de perguntar, de qualificar esse lead antes de de fato iniciar uma conversa. Mas para isso funcionar, você tem que usar a API oficial do WhatsApp, né, que é aquela API onde você paga por cada mensagem enviada, que fazendo e desviando um pouquinho da curva, é um negócio que não vai ter volta mais. Uhum. Né? Então, falar no WhatsApp só será via API em algum momento. O maior interesse da meta, né? Porque como é que ela vai ganhar dinheiro com WhatsApp se não for vendendo a PI? Só só tem só
tem essa forma, né? E também ajuda esse lance dos golpes, das fraudes, né? Porque aí, pô, não que o brasileiro é muito criativo, né? É, nossa, não que eles não vão comprar uma API oficial e pagar 50, 60 centavos para aplicar um golpe. Vão também, né? Vão também. Mas já ajuda. Nossa, tem hora que eu vejo uns que eu falo: "Caramba, nível de sofisticação foi isso nem tava na pauta, mas é um assunto que não tem como não falar em 2025, que é o rolê do golpe de WhatsApp. Você acha que inevitavelmente a saída é
ir pro individual mesmo, pro um a um? Porque assim, há controvérsias. Tem muita gente que fala: "Cara, quando a gente tira de grupo de lançamento e joga por um a um, a conversão cai". Eu não sei se isso é real mesmo. Eu são conversas que a gente vê aí. Mas e beleza, e se o caminho for esse no final das contas? É converter menos, mas mais cara, se prepara pro corte polêmico aí no no corte do podcast, porque, cara, para mim aí eu acho que é é jeito de pensar. Eu prefiro matar a minha conversão,
diminuir minha conversão, diminuir meu rosto do que dar dinheiro para vagabundo. Ponto. Uhum. Então o grande lance é: "Ah, mas eu saí de grupo, fui pra comunidade, diminuiu o número de golpe, diminuiu. Então pronto, cara, não vou ficar trabalhando pro cara pegar e aloprar meu lead. E não é porque ele vai ganhar o dinheiro e eu não, é porque ele tá atormentando um lead que tem confiança em mim. Porque você ferra a relação com o cara que sofreu golpe. O cara fica assim, cara. E você tem uma saída para aquilo, né? Pô, então eu matei
todos os meus grupos. Eu não tenho grupo mais. Ah, diminui sua conversão, tá tudo bem. É, é o preço que eu tenho que pagar para não deixar esse mercado, galera, tomando nossos leads e fazendo sacanagem com a galera, né? Então, é a minha visão. Então, tô nem aí se baixa conversão, sabe? Eu tô nem aí se meu custo de API vai aumentar. Eu não trabalho para colocar pessoas num grupo para vir alguém pegar esses lit. Ah, Bárbara, mas na prática, sem a emoção, os números de fato, né? A experiência de comunidade do do WhatsApp, ela
é meio zoada. Você tem que clicar e clicar de novo para entrar. Ela não é tão fluida quanto a do grupo. Então, é claro que a conversão vai cair. Qualquer pedacinho de qualquer palavrinha, qualquer clique que você coloca no usuário, sempre é uma pedra, sempre vai filtrar. Mas por outro lado também você traz um cara mais persistente que chegou e entrou na comunidade também. Não tô dizendo que não há golpes na comunidade, né? Tem tem igual. Então lá a gente tá fazendo o quê? Só individual. Diminuo minha margem. Pronto. Mas eu não sou a favor
disso aí não. Não é assim a e é que eu falei é um é um assunto controverso, né? Porque assim, a gente tem outros experts de mercado que fala: "Cara, eu não vou sacrificar minha conversão que é o oposto total, é oposto, mas é uma decisão de cada negócio, né?" Agora, assim, eu acho porque assim, o o negócio do grupo inclusive e gente aqui não é a questão de opinião pessoal nesse ponto, não, isso é contra as políticas da meta. Então assim, nem adianta reclamar com a meta que o cara tá roubando seus lídeos, porque
você também tá rompendo a política da meta, né? É. Então eu também acho que o futuro vai ser eles jogarem para API. API tudo para AP PI, não. E sabe o que acontece quando você aprende a usar API direito? É aquela coisa, você começa a achar alternativas para baratear aquele custo, né? Então você cria um quiz que faz o cara querer entrar e aí ele mantém a janela aberta. Então você vai encontrando alternativas até mais saudáveis e que no final a conversão é até melhor, porque esse cara ficou no privado com você, ele ficou conversando
com você. Existe um custo para isso e o nosso trabalho é sempre buscando forma de reduzir esse custo. Mas é total opinião, né? E eu fui franca aqui. A minha opinião, não dá porque eu já sofri muito com essa parada aqui. Assim, eu acho que você tem um ponto de vista excelente que é, pô, você tá captando lead para outra pessoa. Isso para mim é insustentável como modelo de empresa, sabe? De de aceitar isso como normal. Porque muitas vezes falou assim: "Ah, é o que é. Não, não é o que é, cara. Eu que pague
mais caro para ter mais privacidade pro meu lead, porque o cara que compra do pirata sem saber ali, né, que sofre um golpe, esse cara não volta a comprar de você no futuro. Esse cara fica com pé atrás. Confiança tá balada, né? Você bala sua confiança porque a pessoa fica bolada mesmo. Imagina, poxa, um produto de R$ 3.000, você vai lá, compra e não recebe. Claro que quando isso aconteceu com a gente, a gente dava uma forma de de remediar isso, mas não é legal. Babu, pra galera que ainda não te acompanha nas redes sociais,
que te conheceu aqui, seja pelo YouTube, seja pelo Spotify, onde eles podem te encontrar? Qual é o @ @babruna? Babruna no Instagram, Babruna no YouTube, no Facebook. Maravilha. Onde você nem posta tanta coisa assim, mas quando posta é sempre bom. Olha, em minha defesa, o tempo que eu não estou postando, estou fazendo outras coisas. E o grande lance é, muitas vezes a gente a gente cria a nossa própria prisão, né? Aham. Principalmente quando você tá muito tempo fazendo alguma coisa. E chegou um momento onde eu, por questões pessoais, eu falei assim: "Cara, eu não tenho
cabeça e emoção para postar stories todo dia, mas eu não posso parar, né? Você não pode parar, você tem que continuar crescendo. Mas como eu faço para aparecer na tela de todo mundo do mesmo jeito? Investe mais em tráfego. Que coisa boa. Você não precisa postar stories todo dia e postar rios todo dia. É só você colocar mais tráfego que o normal, né? Então eu prefiro nos momentos onde eu não posso me dedicar ao orgânico, agora eu já tô voltando, mas quando eu não podia me dedicar ao orgânico, eu dobrei a minha quantidade de tráfego,
as pessoas continuaram me vendo do mesmo jeito, vendo meus criativos, porém sem aquela necessidade de estar nos stories e estar nos rios. E quem disse que você não pode fazer isso, né? Porque esse, acho que não só no nosso mercado, mas em qualquer outro mercado, a gente tem um nível de cobrança que é olhar pra forma como o outro faz e falar: "Puxa, tá todo mundo postando Ross e Stories todos os dias e eu não". E aí você começa a se sentir mal e achar que você tá fazendo alguma coisa errada. Só acha uma alternativa.
Não é para deixar de fazer nem jogar toalha, mas acha outra alternativa. No meu caso foi nós triplicamos a quantidade de investimento em tráfego em um ano sem postar conteúdo. Então durante um ano, de maio do ano passado até maio desse ano, agora, tá fazendo um ano, eu basicamente se postei foi só os vídeos da Hotmart. Olha aí. E tráfego. Pronto, né? Agora vamos voltar aí pro G. Deu certo? Deu certo, pô. Estamos vivo. Certo. Maravilha. E assim encerramos na alta. Bárbara, muito obrigado, sempre um prazer ter você aqui. A gente podia trazer você toda
semana pro Hotmartcast. Para você que acompanhou a gente aqui nesse episódio, sempre lembrando, duas vezes por semana tem Hotmartcast para você no YouTube, na sua plataforma de áudio preferida. Comente e mande para aquela pessoa que precisa ver esse episódio. Até a próxima. Tchau. Até a próxima, galera. [Música]