o profissional de hoje então nós vamos falar sobre o citoesqueleto é uma estrutura constituída por filamentos proteicos que além de manter a forma da célula também auxilia na movimentação que essa célula é antes de entrar propriamente no tópico de esqueleto a gente faz uma retomada do que a gente viu até o momento a nossa primeira aula gente do então os métodos de estudo da célula incluindo as microscopia né a microscopia óptica e tem 5 tipos de microscópios especiais microscópio de contraste interferencial microscópio de campo escuro microscópio de campo claro microscópio de contraste de fase microscópio
de fluorescência e microscópio confocal a laser lembrando que apesar de eu ter falado seis e microscópio de luz é um microscópio convencional né microscópio óptico e a gente volta meio preparo de lâminas inclui todo aquele processo de inclusão em parafina né até o corte depois da microeconomia a gente tem o processo de coloração que nada mais é do que é sim a única ou seja eu pegar a componentes químicos e combiná-los associá-los aos componentes orgânicos que estão ali na minha célula ou extremamente justamente os componentes orgânicos né são as principais biomoléculas que constituem as células
são agentes dos lipídios e as proteínas e os carboidratos como os constituintes ali em especial das biomembranas e a gente usou também os ácidos nucleicos que são componentes orgânicos e constituem especialmente o material genético das nossas células e aí como a gente já mencionou nessa uma esses componentes aí orgânicos que estruturam as lembramos é em especial a classe de fósforo lipídios uma classe bem variada de proteínas incluindo enzimas proteínas estruturais e também os carboidratos constituindo ali o glicocálice são várias as funções que a gente analisou das biomembranas em especial a permeabilidade seletiva que é o
controle da o ensaio e também o processo de reconhecimento celular para que a saúde do nosso corpo posso reconhecer aquelas células que não pertence ao nosso corpo são antígenos são patógenos e invadiram o nosso nosso organismo o tema de hoje então seu esqueleto e também estruturas que ele compõe só as especializações da célula que que seriam essas especializações bom as células gente elas não estão sozinhas tá elas estão sempre associados a menos que seja um organismo unicelular no nosso corpo as células elas não estão associados é isso que faz de nós um organismo pluricelular e
aí por meio dessa associação as células entre si ela se relacionam através de junções celulares que ajudam a mantê-las unidas que ajuda a manter a comunicação do que tem no interior de um citoplasma com outros o plasma além de se associarem também como os tecidos abaixo delas né tecidos aqui associados com fibras mais em além disso isso daqui então são especializações de superfície vazou hã vazou lateral as células também tem especializações superfície apical concílios microvilosidades cílios e justamente isso que a gente vai estudar hoje além do citoesqueleto em bom então aí a gente estabelece sob
os nossos conteúdos primeiro a gente vai ver todos os filamentos que compõe esse esqueleto depois a gente uma estrutura celular que é formada por um dos componentes do citoesqueleto que são sempre um e a gente faz para o tópico de especializações tanto de superfície apical quanto de superfície basolateral como eu já mencionei no slide anterior para vocês um bom curso filamentos do citoesqueleto são formados por proteínas são distintas proteínas para cada tipo de filamento e são três esses filamentos os microtúbulos são os mais espessos como vocês podem ver na imagem e esse é o tipo
de distribuição kristen eles saem de uma região próxima do núcleo e vão expandindo para as extremidades da célula a gente também tem os filamentos intermediários que como o próprio nome já diz eles têm um tamanho intermediário em relação aos outros dois componentes do citoesqueleto são formados por proteínas fibrosas e eles são localizados em pontos específicos da célula na parede celular e se espalham para o interior da célula diferente então aquilo que a gente viu na distribuição dos microtúbulos e por fim a gente tem os microfilamentos de actina que são os menores de todos eles para
que eles não estejam representados tão pequenino assim e a distribuição deles é no corta ah tá mas extremidades aqui na parede da célula tim lembra sempre uma estrutura de uma melancia tá a melancia então ela tem aquela partezinha meio clarinha não é mesmo verde a da minha estranho sara e o interior mais avermelhado a gente tem as sementinhas aqui dentro sabe então quando eu falo encontro de uma estrutura é essa estrutura aqui ó que eu tô falando ok essa estrutura quer ver declara meio esbranquiçado na melancia quando eu falei medula eu tô falando desse interior
aqui ó por exemplo que é um conteúdo da fruta então eu usei melancia só como uma analogia para vocês entenderem o que que é corta que se o que que é medula então quando eu falo do córtex da célula essa região mais externa aqui tá a região que contorna a estrutura ea medula região mais interna então aqui tá ocorre quiser nossos ela revestido todo por filamentos de actina ok então são esses três principais filamentos que com o esqueleto quais são as proteínas que formam cada um deles bom no caso dos microtúbulos eles são formados pelas
turbinas cada um cara do pinha de bolinha dessa daqui ó tá são tubo lindas os filamentos intermediários eles são formados por proteínas fibrosas diferentes dessas proteínas ficção globulares né mais circulares parece redondas os filamentos intermediários parecem cordas entrelaçadas tá fibrosas são proteínas fibrosas e os filamentos de actina também são formadas por uma proteína globular chamada actina e essa proteína que tá aqui ó também vai se associarem duplas ok o número de proteínas associadas é bem variável em cada um deles vai depender do tamanho da célula do tamanho da fibra do citoesqueleto e são esses três
elementos que o compõem cada um deles tem uma função específica e a gente vai conhecer um pouco melhor agora e eles foram identificados pela primeira vez em células musculares são justamente células que realizam um movimento de contração eles são formados pelas proteínas globulares chamadas actinas e elas são altamente conservados o que que significa gente que eu encontro ao fátima belo patina e da matina em vários organismos e vários seres vivos antes seres vivos unicelulares quanto os seres vivos pluricelulares vertebrados superiores se elas são bem conservadas as suas isso formas nas nos variados grupos de seres
vivos os monômeros de actina gente porque como eu circulei lá no primeiro slide cada um de se tem algum número eles são assimétricos eles se encaixam se associam mesmo uns aos outros dessa maneira que vocês estão vendo aqui na imagem formando uma hélice esse filamento helicoidal ele é bastante resistente mas ao mesmo tempo ele pode ser quebrado dividido em algumas porções de p a cidade da célula por exemplo se ela está se movimentando por meio de pseudópodes como eu tô desenhando aqui olha só estruturas de pseudópodos se ela está se movimentando para essa região aqui
ó pressa direção de um filamento de actina estão nessa direção eles vão se desmontando e vão se construindo empurrando a membrana celular na direção que ela quer caminhar compreendido tão como eu disse lá nos primeiros likes o citoesqueleto é responsável por manter a estrutura e ajudar a movimentação o celular você me ajuda na movimentação ele tem que ter essa dinâmica de empurrar membrana para algum lugar e ele empurra essa membrana justamente fazendo o acoplamento ou desacoplamento dessas desses filamentos helicoidales essa polimerização tá essa construção desses filamentos nessa direção a gente chama de polimerização justamente isso
agrupamento dos monômeros ela depende de atender ou seja a célula precisa de e e para se mover isso é bem intuitivo né gente a gente precisa de energia para se movimentar também então não seria diferente em cada uma das nossas unidades celulares e a fase inicial desses processos é denominada nucleação então quando está começando aqui essa associação a gente chama de nucleação ela é lenta a princípio e logo depois do terceiro aglomerado aqui né de atira g só esses monômeros a gente tem uma velocidade aumentada já é a formação então das estruturas que a gente
chama de pseudópodes nossa ok pessoal alguma dúvida então aqui na imagem do lado a gente vê o microscopia eletrônica de for desculpa microscopia de luz de fluorescência né microscópio óptico convencional e aí ele tá marcado alguns filamentos da china fazendo esse processo aí de estiramento de pseudópodes ai pra gente ver aqui ó algumas ondinhas da célula né sendo formada justamente é por meio da função então que sua mestra cristina executam na célula e na imagine vocês conseguem observar a gente o processo de nucleação dos filamentos de actina então a gente vê as estruturas que são
os monômeros actinas jessy associando o que que ela se chama que tinha g gente pra vocês saberem que eu tô me referindo só estrutura globular da cristina então essa daqui é a tina gia agora quando eu tenho a estrutura helicoidal aí eu tenho a cristina s tá gente que é uefi de filamento da estrutura ele cuidar ok beleza a orientação desses monômeros gente sabe que eles são assimétricos e a orientação que garante a polaridade ou seja qual é a região que vai começar a somar né as axilas não se associar e qual é a região
que elas vão se dissociar filamento ok então essa imagem que vocês estão vendo aí em movimento ela indica a região em que elas estão se associando né que elas estão se associando aí onde acerta mostrou e no e desce desse filamento a gente tem um ponto em que ela se dissociam tua região de dissociação a gente chama de negativa ea região de associação a gente chama de positiva tão sempre uma das extremidades da sede adição de novos monômeros geralmente mais rápida e a outra extremidade vai ser de remoção de nomes algumas proteínas a gente pode
clipe vai esses treinamento auxiliando na montagem mais rápida né outros tipos de proteína também podem impedir essa clivagem dando mais estabilidade para o nosso pela mesmo aqui em baixo tá mostrando a montagem né de um filamento desse certo um gasto energético ea gente tem uma região e que ela se adiciona se associam forma no coração que a região é chamada de positiva e uma região em que ela se dissociam que é chamada de região negativo precisa me dá dispositivos terminais negativos e aqui então a gente tem uma tabela com algumas das proteínas que se associam
os filamentos de actina para auxiliar na execução das funções deles filamentos de actina como vocês já sabem que por nós extremidades da membrana é no córtex celular e ali além de sustentar só lembrando impedindo por exemplo ela colada ela se desmonte é para uma grana muito fluida eles ajudam também na movimentação celular quando eu já mencionei para vocês nem são de pseudônimos como é que isso acontece acontece por meio de sinalização celular a célula recebe o sinal e esse sinal vai ativar a reação dessas proteínas ajudando a célula a se movimentar para uma determinada direção
apagou citar um determinado para a vida enfim tudo isso é realizado por livre se mais que a célula cata e essas proteínas vão atuar então aqui a gente tem exemplo de proteínas que atuam em associação com os filamentos de actina para auxiliar na execução que eles precisam realizar as proteínas o criador haras capeadoras vende quer que tá gente aquele chapeuzinho se utiliza sabe-se alma sei lá quem usa isso aqui gente feito não sou bióloga vocês entenderam quieto então ó tem uma estrutura aqui que impede a desmontagem ou mesmo a montagem do filamento para lavar recobrir
uma das extremidades dos filamentos vai estabilizar ele ali naquela posição por exemplo tropomodulina professora eu preciso saber do nome de camarão essas proteínas não mas é importante saber da existência delas e das funções que elas são outro tipo de proteína fragmentadora com ela vai cortar o fragmento filamento de actina em três pedaços dois pedaços ela vai cortar agilizará a montagem desmontagem para uma determinada região um exemplo gelsomino proteínas sequestradoras essas proteínas elas vão sequestrar os filamentos de actina ó aos monômeros livros e modularidade deles vai a diminuir a velocidade de polimerização depende do interesse da
célula exemplo timosina proteínas de ligação essas forma como se fossem estruturas de andaimes na no selamento jequiti na hora que interessante aqui ó a fila minha na forma essa rede assembly na forma é como se fossem estruturas realmente totalmente associados de construção na gente a gente percebe essa associação e ao fact menina também faz isso não elas permitem essa associação é só compactação entre os filamentos de actina a gente tem proteínas também de recobrimento um exemplo aqui a tropomiosina essas proteínas recobrimento impedem que sítios de ligação aqui presente nos filamentos de actina fiquem esforços para
se ligar com outras proteínas vocês vão estudar bastante isso aqui quando vocês forem analisar contração muscular lá na fisiologia e também um pouquinho na histologia a gente tem também proteínas de ancoragem por exemplo prima e essa imagem a gente viu da esquina dessas proteínas de ancoragem dos planetinha a gente viu na última aula um dos últimos slides quando a gente for falar da estrutura das membranas das propriedades das membranas lá a gente fez um gancho já para a questão do sítio secreto que a gente iria na aula de hoje justamente elas não cola microfilamentos a
membrana plasmática em um dos exemplos em que a gente encontra essa estrutura é nas hemácias e aí foi o último exemplo que eu dei lá na membrana na aula de biomembranas por fim a gente tem proteínas motoras que também se associa aos filamentos de actina e elas são super comuns a ação dessas proteínas que aprovam miosina e da sinhozinhos no conteúdo de contração muscular elas estão presente músculos são elas que auxiliam no processo de compra são os nossos músculos realizam todos os dias olá pessoal esse é só um exemplo de como várias proteínas podem estar
associados aos filamentos de actina ajudamos a executarem as suas funções entre nas células são principalmente sustentação da membrana sustentação da estrutura das células da forma da célula e também a movimentação celular o processo de contração da estrutura celular ainda em relação aos filamentos retina a trama desses filamentos ela é bem delgada você já sabe em sua mente actina são os mais finos que ele tudo bem flexível que justamente permite a montagem desmontagem esticar toda membrana nas células uma direção específica e ela tá especialmente concentrado no quarto é que o celular vamos opções então dos filamentos
de actina gente quando são os prolongamentos olha uma imagem aqui tá vendo as imagens é tem verde mostra a expansão olha para a mãe da expansão dos prolongamento celular não função dos filamentos de actina sustentação de especializações da membrana olha que me imagens especialização de membrana em e como carretinha gente meu contorno não está mas é estrutura está só que é um micro uma microvilosidade internamente se podem observar que os fiozinhos assim uma estrutura parece um fiozinho carmo nessa que eu não escrevi esse fio vinho são filamentos de actina exo e endocitose o que significa
isso englobamento de partículas para dentro das células aqui o núcleo da mensagem global uma partícula e também expulsão de vesículas de dentro da célula é uma vesícula se funde e expulso conteúdo dela para fora das células também a função os filamentos de actina auxiliam na execução dessa função naqueles aqui permitem esses movimentos pelos da membrana celular adesão célula-célula e célula-matriz esse processo de adesão a gente vai estudar um pouquinho melhor mais para o fim da sala que a gente vai falar de junções celulares joão só esse estão inclusive associados aos filamentos se diz que lê
a gente estuda também que manda assim eu tinha justamente interagir com receptores de membrana e por fim ajudar na formação do anel contrátil na citocinese essa imagem está sendo mostrado aqui para você só essa é a divisão celular depois de todas as etapas da mitose da meiose a gente tem esse processo aqui ó de divisão em duas células com tamanho aproximado da célula esse processo de divisão só é possível porque os filamentos de actina se concentram aqui e realiza as processo de divisão aqui ó da célula por meio do ano é o contrário eles justamente
se cumprirem para que haja essa divisão celular e eu tenha dois núcleos separados conjunto de organelas separados na formação de duas novas células sem filamentos de actina seria impossível a divisão celular sem possível a vida com relação aos filamentos intermediários gente vai comprar latina que é formada por pelos números alfabeto e o maxilar bem conservados filamentos intermediários eles são formados por 50 tipos de proteínas da família das queira o que são proteínas fibrosas lembra que você era prima imagem aqui para um exemplo de um dímero tá junto lamento intermediário e de um tetrâmero eles vão
se associando dessa maneira vários tetrâmeros até formar uma grande fibra desses filamentos são bastante resistentes predominantemente eles vão ser citoplasmáticos mas em algum momento eles podem ser encontrados também no lucro não formando que a gente chama de lâmina nuclear olha uma imagem da lâmina nuclear são abaixo da dupla membrana da que compõem o envoltório nuclear né o que você chamava anteriormente de carioteca esse envoltório aqui da dupla membrana eu tenho essa rede para mostrar aqui para vocês essa rede mesmo branca usada na imagem ela é composta por uma proteína fibrosa chamada laminina pelas lâminas do
tipo a b e c que constituem a lâmina nuclear essa lâmina sustenta membrana exatamente como a gente conversou com esse filamento de actina sustenta a membrana externa aquela membrana que envolve toda a célula então aqui eu tô falando da membrana que envolve somente o núcleo santo é que essas cordinha que vocês estão vendo aqui ó tá só um filamento de dna está representando a cromatina que também passa o ci ada vocês podem ver que aqui nessa região a rede está associada intimamente com essas funções da cromatina bem já estão a lâmina nuclear ela é composta
por filamentos intermediários mas eu só tenho filamento intermediário número não filamentos intermediários estão citoplasma também eles estão de pensamente associados as junções celulares porque eles não tem essa integridade dessa união entre as células bem firme bem resistente são como se fosse cordas que eu pudesse um nome uma corda e amarrar se nós de um lado de uma célula e um nó de outro lado da célula e essas cordas que estão justamente representar os gêneros de câmera mantém a união nós estamos entre aqui tá mostrando ó dois tipos aqui as junções associados a verdade é um
tipo só de junção que a gente vai estar um pouquinho mais para frente e como se fosse estrutura de cordas mesmo associando as duas membranas uma arrumei e você tem um espaço mais claro né vou passar um traço vermelho agora é a união das duas lembramos e aí nessa porção mais escura a gente tem a marcação dessas proteínas que constituem então os filamentos intermediários dos esqueletos e tá bom então aqui é uma imagem esquemática e uma imagem também de microscopia eletrônica de varredura ilustrando a lâmina nuclear olha a estrutura dela no quarto perfeita gente essa
imagem aqui aqui a gente teve uma danificação só lembrando né mas a parte que eu circulei dá para vocês observarem bem essa rede e constitui ela nuclear que é uma rede de filamentos intermediários da família das terá time no esquema então a gente pegou aqui só um pedacinho do lucro para mostrar para vocês não é membrana que envolve louca essa estrutura aqui em cinza não é uma dupla membrana esse é o envelope nuclear seu envoltório nuclear ou carioteca e logo abaixo em azul a gente tem a lâmina nuclear dessa estrutura fininha em forma de rede
aqui ó e foi mostrado a microscopia eletrônica de varredura em marrom vocês tenham a cromatina é um material genético tá ali aderido associado então lá algumas porções da lâmina nuclear fala meu nuclear ali está a tentar essa membrana louca ela também está associada a filamentos de dna e ela auxilia na expressão genética mas isso a gente vai ver um pouquinho mais na frente quando a gente foi lá núcleo propriamente por enquanto a única coisa que você tem que saber o que ela não quer sustenta membrana e também espaço se abra com a cromatismo bom então
nessa imagem a gente vê aí a estrutura de um monômero né que na verdade é uma alfa-hélice aqui e constitui filamento intermediário a estrutura do dímero eu tenho duas hélices associados a estrutura do detran número e são já dois dímeros associados associação entre esses textos e trabalhos sem um número e assim por diante até essa constituição da vibrador lamento intermediário como cês podem ver aí nesse círculo uma vez que eu fiz então eles apresentam esse padrão comum essa estrutura em hélice enrolados né entre si formando essa proteína fibrosa quais são as porções globulares mas na
extremidade qual for são globular da proteína tá na extremidade e a porção filamentosa né que forma a fibra tá em sequência essas proteínas então se associam de forma paralela como se esconder observar aqui na formação do gênero e por fim as mãos associando dessa estrutura que eles chamam de a espiral espiralada a para formar então a fibra propriamente dita a fibra madura do filamento intermediário associação entre os gêneros forma intercâmbio como eu já comecei com vocês e ocorre de forma antiparalelas aqui a gente tem uma associação paralela tendo combinadinho a forma combinadinho a forma com
outra forma da estrutura globular e que eu já tenho associação anti paralela tá gente ó você viu que trocou a forma globular que tá nessa pano eu tô com uma forma globo lá nessa uma outra a professora por quê que isso acontece ligações que a gente por afinidade química a gente tem esse tipo de ligação para formar fibra que vocês estão bem vocês vão ver isso pouquinho melhor na química com o professor aguinaldo miguel ou então quais são as funções dos filamentos intermediários como eu mencionei anteriormente para vocês fizeram como se fosse cordas né associando
uma célula na outra ajudando ali para que caso ajuste lamento do tecido eu não tenho a dano nenhum né e continue associadas umas às outras e associadas também ao tecido basal que sustenta esconde no celular porque eu tenho uma imagem da pele a pele é dividida em duas camadas a epiderme essa camada mais externa que a gente consegue observar ou várias células associadas umas às outras e a gente tem a derme é um tecido conjuntivo de sustentação que mantém aí que sustenta né que está aderido a epiderme tem várias fibras tudo mais aqui esse tecido
da epiderme esteja associada a esse tecido da délhi é importante que haja um junções aqui ó conexões e essas conexões gente elas estão associadas a filamentos intermediários para que o conjunto proteico que é o que sustenta célula esteja firmemente aderido a esse outro conjunto e forma essas fibras da matriz extracelular intermediários não realizem essa associação ó tá mostrando em detalhes filamentos intermediários dentro a associada filamentos proteicos da matriz extracelular caso esse processo não esteja acontecendo não ages associação eu tenho a formação de uma doença gente olha a imagem aí do que acontece como se bolhas
na pele tá porque as aulas não estão aderidos corretamente não estão associados então se desprende mesmo essa nos imagem de microscopia de luz coradas com hematoxilina e eosina e seu conteúdo aí da bolha né que a mostrado tá se soltando e que sério mesmo essa seta vermelha que eu fiz é o caminho que a bolha está percorrendo então ele se solta por quê porque eu não tenho adesão das células que eu deveria ter se os elementos intermediários estivessem em íntegros na inteiros vem associados antes um papel mecânico de resistência e estabilidade na estrutura dos tecidos
na associação de proteínas tanto dentro da célula no citoplasma quanto no ambiente externo algumas dessas desses filamentos algum o windows filamentos a outros componentes simples queria e mantém essa malha flexível né ao mesmo tempo que ela é dinâmica e esse é o caso por exemplo de uma proteína que a gente chama de cretina que faz ligação entre os filamentos relé ea matriz só que eu tô vendo a proteína plate nossa gente vocês estão prontos um problema nessa ligação da pectina de laranja com os filamentos intermediários que estão representados em amarelo aqui ó viu eu não
tenho a ligação então com a matriz extracelular então isso daí pode prejudicar a formação do meu tecido a estruturação a manutenção desse tecido e pode causar problemas como esses daqui vocês estão bem nós filamentos intermediários são super importantes assim começa as proteínas de ligação que mantém esses filamentos intermediários associados os elementos externos as células em outro papel desses filamentos intermediários a justamente na composição o pelo das unhas da nossa pele como um todo e também do chip do casco de alguns animais então essas estruturas são todas formadas por proteínas da família das citoqueratinas e nunca
viu né no condicionador uma máscara de escrito aqui tem contém queratina não é para repor a queratina do seu cabelo para não vir seu cabelo justamente são proteínas de alta massa molecular da família dos filamentos intermediários estes filamentos eles são denominados o nos momentos na nossa pele e formam uma rede que percorre toda a célula e ela vai ser ancorado nos mesmos somos que a gente vai ficar um pouquinho mais para frente como é que isso acontece na sua pele você tem várias camadas de células certo e essas camadas de células elas estão associadas por
um show em celulares essas funções elas estão associadas por sua vez com filamentos do citoesqueleto e um desses filamentos justamente os filamentos intermediários à medida que essa camada de se ela vai subindo nessa nós estamos aqui para cima vão morrendo as ela vai produzindo cada vez mais seu amigo intermediário vai se enchendo de flamengo intermediário até que ela chega no topo lá na sua pele aonde você tá conseguindo observar e agora na sua mão e aí que que a gente tem nossa que horrível tudo bem existem uma célula cheia de filamentos intermediários essa célula preenchida
por filamentos intermediários é uma célula morta todo o conteúdo que estava dentro dela foi absorvido pelas o café e a gente tem uma camada cheia então de queratina detonou equipamentos na nossa pele não estudares com mais detalhamento mais sorologia mas aqui é importante a gente saber como então se forma essa estrutura tão fibrosa nessa estrutura tão firme resistente como é a unha ou como são os cabelos nada mais são então do que células preenchidas costumes próprios e os microtúbulos por sua vez são os maiores filamentos do citoesqueleto eles são formados também por proteínas globulares um
dímero dessas proteínas que são chamadas de tubulina são o dia inteiro dessas proteínas globulares vai ser associando vários gêneros para formar-se estrutura de tubo oco que a gente chama de micro google é interessante perceber que são 13 dessas estruturas que compõem aí então esse tubo louco que vai ter várias funções dentro da célula na formação deles eles se associam tão uma estrutura cilíndrica como eu já mencionei essa região central vai aparecer vazia funções dos microtúbulos eles são as vias as estradas pelas quais as vesículas caminhão as organelas podem se sustentar tudo isso partindo do centro
da célula para as extremidades e outra com são super importante que os microtúbulos executa é justamente no processo de formação do fuso mitótico que essa imagem que está sendo mostrada à direita para vocês não fuso mitótico e a responsável por o chá as cromátides irmãs e para elas para pólos opostos da célula super essencial no processo de divisão celular né além disso os microtúbulos também compõem o os simples que é lento lamento que você escreve que sustenta os cílios evangélicos essa estrutura que parece um pouquinho microvilosidade né mas existe uma diferença essencial as microvilosidades são
preenchidas por somente no almoço tem alguns slides a thais já os cílios são preenchidos por microtúbulos meu cílios ele se movimentam tá são as regiões do seu corpo em pisa nesse movimento para empurrar conteúdo para fora por exemplo isso acontece na sua traqueia a gente tem lá para késia como é um acesso ali o escritório pode entrar umas poeira pode antar é vírus bactérias pacote vamos começar pode estar doente uma infecção isso cria aquela estrutura de muco né dentro da sua tá quente em frente o raio tudo para fora os filhos atuam estão fazendo esse
movimento chicote empurrando o controle que tá na superfície aqui seu tecido para fora do seu corpo ok então microtúbulos tem essa função de movimentação tanto eles permitem a movimentação dentro da célula tá funcionando como vias estradas mesmo por onde as proteínas motoras caminhão quanto sustentando especializações de cacau que vão realizar esse movimento também dentro do seu corpo de outubro assim como os filamentos de actina também são formados por proteínas globulares né que a mexendo aí no slide anterior e aí eu eu tenho um o número de tubo lino o primeiro de tubulina o pronto filamento
formado e os esse pro filamento se formando um microtúbulo aqui eu tô mostrando para vocês o processo de desmontagem de cimento a gente acontece bem rápido essa formação dessa imagem a gente vê que eles também tem outra similaridade em relação aos filamentos de actina eles possuam região negativa região positiva a região positiva de crescimento de nucleação e ela cresce dessa região negativa para a extremidade da célula região negativa ela tem o nome é um disso filamentos aqui do microtúbulos ancorados é o centrossomo na imagem que a esquerda que eu circulei agora o centrossomo tá localizada
bem perto de nunca honesto que eu acabei de chicória e eu nunca e aí ele sai de perto do lucro tu corta o celular e vai se expandido todos os pequenos filamentos vocês estão vendo aqui são estruturas do microtúbulo só microtúbulos expandido então do centro para as extremidades da célula é sobre essas vias caminho então proteínas motoras carregando visitas e também são sustentados algumas organelas das células como por exemplo as mitocôndrias pão outra estrutura também formada por microtúbulos que fica localizada nessa região do centro o solo são os centríolos centríolos também são estruturas cilíndricas é
que eu vou ter nove triplex 9 estruturas triplas desse filamento aqui então você nove desses filamentos e completo associados em três conjuntos aí tá eu tenho três conjuntos de cada um deles melhor na imagem eu não vou nem desenhar e não vou dar o desprazer de vocês verem o meu centríolo não associados então essas nobre 9 triplex de microtúbulos formam os centríolos lembrando que cada célula tem um par de centríolos localizado próximo do núcleo na região do e como que a gente vai conhecer um pouquinho mais para frente tá bom então aqui a gente tem
a imagem doze de outubro os não precisa desenhar olha os 9 triplex vocês contar em pindoba estruturas dessas e aí a gente tem uma imagem logo abaixo e microscopia eletrônica de transmissão mostrando a estrutura de um centrismo em corte transversal ausentes nas células vegetais eles só estão presentes nas células animais e executou a importante função de atualizar o processo de da formação do fuso mitótico esses entre os apps de vidro só existe um par no céu né mas no processo de divisão associated dois pares cada um desses pares vai migrar para pólos opostos da célula
e puxar consigo os as cromátides-irmãs através dos microtúbulos associados a elas não são cercados entramos por centro-sul pelo centro somo que que é o centrossomo uma região na célula então tudo que você tá vendo aqui ó essa imagem aí ó aparece em vários pontinhos aqui associados esse é o centrossomo que é justamente o material amor contendo várias proteínas essas proteínas chamadas de permeases entremos vários tipos de proteínas não precisa saber o nome delas e a linha ocorrem com a ancoragem e também a núcleo é a sua formação inicial dos microtúbulos aqueles possam se espalhar para
as extremidades da célula eu vou mais para que haja então dois pares de sempre luz para que eles possam migrar para pólos opostos da célula sefaz função de dividir as duas células né e o fuso mitótico realiza é necessário que a partir de cara sempre o existente já na célula a gente uma produção do novo se aquilo assim eu vou ter isso pare de sentir novamente tá então como é que isso acontece o centro já existe cada um sempre que já existe dronado sempre no mãe e a partir de casa ou não eles se projetam
apêndice em e a partir das serpentes começa a se formar uma nova estrutura de um ser pelo o microtúbulo de um fenômeno corados ali para estruturar em outro sentido esses apêndices são chamados subir diz pais e dos pais os apêndices subir digitais atua uma ancoragem dos produtos e os pais na ligação entre a membrana de formação do corpo basal e a gente vai entender um pouquinho melhor corpo mas ao quando a gente foi final cílios evangélicos são formados também por hora só importante que você se identifique na imagem os apêndices então os pais os apêndices
dos pais ea partir deles é que vão ser formado os novos centríolos tá bom então na imagem à direita a gente está vendo na verdade duas imagens são os microtúbulos aqui marcados nessas lamento sem ver separando cromossomos para formar dois núcleos né de duas células do processo de divisão celular que tem realmente traz a divisão celular os filamentos eles projetados aí no processo do da formação do fuso mitótico arrastando as cromátides aí para separá-los dos cromossomos e formar então as duas regras na baixo a gente tem o mesmo é a mesma imagem né que a
divisão celular sendo representada e os cromossomos são representadas em azul e verde a gente vê então os filamentos do círculo todo treino os tricots a somos os cromossomos para lados opostos aqui é importante ressaltar que nesse círculo acabei de fazer a gente teimoso sempre o luz constituindo em passo a passo aí de onde o que produz são arrastados como a senhora não tá acontecendo por esse processo a desmontagem dos produtos aumenta muito justamente porque eles tem que fazer esse processo de encurtamento das fibras para puxar mesmo os cromossomos que lados opostos separar somáticos né ao
mesmo tempo aumentando de 5 a 10 vezes a montagem a partir dos novos centros é um processo de montagem montagem para realizar sua separação econômica e essas alterações então desmonto microtúbulos interfásicos e permitem a formação de vocês só ficam as imagens ao lado e a justamente do unicórnio bom então como a gente vê uma imagem anterior aqui a gente tem com mais detalhes a estrutura do fuso mitótico vocês lembram lá com a imagem da microscopia de fluorescência parece um solzinho né com os raios assim esses raios são justamente os microtúbulos e no fuso mitótico ele
se organizam de modo diferente de acordo com a organização dos microtúbulos a gente dá um nome para eles por exemplo reproduz astrais eles fazem justamente como se fossem os raios de sol né aqui a gente tem estrutura do centriolo no centrossomo é a partir do centro do sono então parte esses raios são os microtúbulos astrais para que eles servem para estabilizar para dar força ancoragem para os microtúbulos vão puxar as estruturas dos cromossomos lá para separar as cromáticas então aí vem os microtúbulos do cinetocóro são esses representados em azul não associado aqui ó ao centro
dos cromossomos e por fim a gente tem os micro tu você pode interpolares representado em azul e vermelho então são justamente estão entre os cromossomos para garantir essa estabilidade aí de toda a estrutura do fundo a imagem abaixo mostra a mesma ideia né de separação então das cromátides para a formação de duas células com o mesmo número de cromossomos da célula-mãe ok então a estabilização dela dessa estrutura é super importante ela feita pelos microtúbulos os do cinema ocorre como eu falei ligam são centrômeros dos cromossomos os microtúbulos polares eles sabe ele não né associação ali
dentro da célula esses microtúbulos são aqui localizados entre né aquele são chamados de interpolares oculares entre esses cromossomos e por que existem os microtúbulos astrais system então para periferia celular justamente para ser um ponto de firmeza né no momento em que se microtubos foi puxar os cromossomos para ser o santos microtúbulos polares quanto sociais contribuem para este movimento os cromossomos puxando ele traz extremidade então não são só os no outro doce tokoro e a tua se não fosse eles me procuram os astrais interpolares seria impossível realizar esse processo então de puxar as cromátides para as
extremidades opostas da célula e começa imagem-movimento a gente consegue observar uma proteína motora caminhando sobre o microtúbulo essa é uma das funções que eu contei para você seguir para outubro realizam eles são vias de transporte dentro da célula a gente sabia assim como no trânsito tem que ter um direcionamento né a rua é de mão dupla contramão a sala precisa saber disso justamente para que essas proteínas vão se choque em umas contra as outras então eu tenho justamente proteínas especializadas em caminhar em cada um dos sentidos que a gente tem dessas vias que são os
microtúbulos então eu tenho proteínas das famílias da cinesinas e caminhão para extremidade positiva do metrô eu tenho proteínas das famílias das meninas que caminham para estar extremidade negativa do microtúbulo essas proteínas são a forma muito similar elas têm uma constituição por cadeias leves que se associam as vesículas né para carregá-los e extremidade aqui ó globular um pouco mais pesada né formada francisco vou te dar uns passinhos vocês vão observando na imagem ao lado que caminho sobre o microtúbulo para que haja esse processo de caminhada há gasto de atp a gasto de energia então a sala
precisa energia também para realizar esse movimento ok posso estrutura era bem conservada tá gente das famílias das meninas esse medicina de vários seres vivos para carregar seus veículos esse processo vocês estão sendo a imagem também é super importante por exemplo nos nossos neurônios só essas proteínas que carregam essas vesículas cheias de neurotransmissor e permitem o processo do pensamento por exemplo então isso daí tá acontecendo agora na sua cabeça tempo inteiro no seu corpo a outra função importante fiz o que eu todos executam que eu falei num dos primeiros slides é justamente auxiliar no posicionamento das
organelas na imagem aí de cima à esquerda você está vendo os microtúbulos sendo representados em verde e associados a eles a gente vê por exemplo organela do retículo endoplasmático e também com complexo de golgi auxiliando então da organização dessas organelas quando você estuda pesquisas alguns artigos por exemplo onde eu sei tanto a imagem de cima quanto as imagens de microscopia de baixo eles se utilizam de algumas drogas que esses polimerizam desorganizam os microtúbulos e ela fazer isso toda estrutura dos organelas celulares é desorganizada a gente percebe antes então uma estrutura de uma sala organizada como
vocês podem ver aqui um posicionamento mais específico mais próximo do núcleo como é comum né tanto para o retículo endoplasmático tanto quanto para o complexo de golgi e aí quando a gente utiliza suas drogas que geram essa e olha como as ela fica de organizada a gente tem um espalhamento dessas organelas o que impede que elas realizem a função delas propriamente e a gente vê uma desestruturação total até no formato celular não é muito importante a gente saber que é tanto as proteínas motoras foram os próprios microtúbulos vão atuar nesta organização também esse posicionamento dessas
organelas dentro do citoplasma na célula agora que nós concluímos então análise dos três tipos de filamentos que constituem o esqueleto microfilamentos e filamentos intermediários e microtúbulos a gente vai começar analisar algumas estruturas que eles compõem são as especializações da superfície apical e basolateral