[Música] Olá Alana bem-vindo sou professor especializada Freire e vamos retornar na nossa disciplina que é direito social estado e sociedade agora nós vamos estudar história da produção social para que nós entendamos e como perpassou a historicamente a proteção social para que chegue nos dias atuais bom em 1924 e 1988 entenda que foi esse período mesmo né que aonde é uma questão da proteção social é mais de um Amparo de assistencialista das pessoas a bastardas dos ricos não era uma questão do Estado o estado não era o provedor de uma assistência social era a questão da
das igrejas das pessoas a bastardas que davam esse social porque entenda não era a prática do governo daquele momento eles não entendiam que seriam participantes também da questão social Porque até então a sociedade era muito resumida as elites eram as sociedades a sociedade entenda não era usa analfabetos os medicantes não era os não eram os negros enfim há uma parcela da população que era deixada de lado e era a maioria né em 1824 e 1922 o Império Brasileiro ele é rompido com de Portugal e se tornam um Império Brasileiro né a em 1923 Olha o
salto que deu em 1923 aonde já não é mais um império né que entenda 1889 o Brasil se torna uma república né questão de ser um império para se tornar República em 1923 a pressão não para de aposenta mas esse meu par de aposentadorias era uma questão interna dos próprios Ferroviários entenda nessa época a questão da ferrovia a questão do café a questão do leite eram as exportações primárias do estado brasileiro e as ferrovias eram elas eram de de baixo manutenção elas eram até rápidas de se fazer e eram muito mais rápidas também de locomoção
ou seja os Ferroviários como eles eram as principais mãos de obras daquele momento onde o Brasil estava se elevocando na questão da exportação Nacional agora é nacional Não é o estado uma monarquia unida já é um estado independente né ele tem que promover a sua própria dinâmica Econômica né e as exportações da do Café do leite enfim ele se torna essencial os Ferroviários né por meio de insalubridade de trabalho por questões de entenda naquele momento não tinha noção de insalubridade de trabalho né E são é uma denominação atual moderna Mas que tempo ele já entendi
o que eles poderiam morrer eles ficavam longe de suas famílias por muito tempo então eles fizeram uma Seguridade deles próprias né eles mesmos juntavam dinheiros colocavam isso guardavam para quando eles ou por falecimento ou por uma questão de assistente de trabalho ou por uma questão de ausência muito grande da família a família iria receber essa aposentadoria vamos né E isso ampliou-se muito na década de 30 entenda que 30 já é uma um novo governo já vem Vargas né foi retirado aquela questão da república velha que nós chamamos na história a República Velha e se torna
agora vem os outros nomes na política né brasileira que é 1930 a 43 que 47 vamos ter o estado novo mas essa próxima aula também 66 a 71 né a Organizações das categorias entendem que a necessidade de uma Seguridade né social numa Seguridade para posteridade ela é de suma importância né agora as categorias Não mais na década de 30 com Vargas e a gente vai estudar né Daqui a pouco sobre a questões da CLT e tudo mais não vai ser mais o controle do Estado as categorias agora né daquela de 60 ela dizem não a
Nós também somos parte desse desse mecanismo a questão de se identificar como pertencente a o estado também a sociedade ela vai dizer o que não eu faço parte eu também quero a controlar essas questões da Seguridade eu quero mostrar quero falar eu quero propor também ao estado então o Estado ele deixa de ser delimitador Central né de centraliza e agora também os próprios organizadores das categorias que eles também vão falar né em 1943 como foi falado né que se expandiu essa questão da legislação trabalhista acho que nós vamos falar com mais clareza após 1988 mas
a CLT foi feita por Getúlio Vargas pelo bem da humanidade não por necessidade como foi falado a sociedade ao decorrer das décadas ela e também com experiências de outros países também né a ela entende que ela faz parte né a partir de 1932 que daqui a pouco nós vamos falar há uma nova forma de entender a sociedade entre a mulher também para votar né o a questão do amplia-se a questão da família a família não é mais um núcleo isolado dentro da casa ela é um núcleo dentro da casa e fora da casa e a
CLT ela foi uma ferramenta para se deter a paz vamos colocar entre aspas né porque era uma paz para calar o trabalhador e para tentar Deixando as empresas o patrão né delimitar a vida do próprio trabalhador entenda que no início do século 20 né a expressividade internacional porque nós tivemos a substituição muito da mão de obra escravocrata por imigrantes imigrantes não só italianos vieram me Imigrantes de várias partes do mundo e com isso as ideias europeias de proletariado Também vieram com eles né E com isso houve uma uma discussão houve uma síntese muito grande sobre
essas essas ideais que não mais fizeram com que a proletariado o trabalhador brasileiro não ficasse mais apático Nas condições salubres que existiam dentro das suas funções né então com isso ganhar na década de 40 para se ganhar nas demais décadas foi por pressão do Trabalhador por entender-se como também sujeito histórico né Por se entender também como participante da economia ativa do país Ele entende que ele precisa de uma acolhimento também social ele faz parte da sociedade e não foi por pena ou por ser bonzinho foi porque houver necessidade houve um reconhecimento de se pertencer a
economia também na sociedade que fez com que esse novo proletariado né como eu falei com mentalidades que que sugiro também da Europa que que cresceram aqui também no Brasil né ele fez com que exigisse do Estado respostas e foi a partir dessas respostas para tentar utilizar porque entenda que havia um paralisações da economia Por parte dos trabalhadores o trabalhador ele é a base de qualquer forma de Economia seu trabalhador não há economia não há não há produção e sem produção as empresas não trabalham elas não lucram né e o que que eles entendiam eu paraliso
eles param de lucrar e era isso acontecer então para dizimar até a ideia era dizimar essas ideias de paralisações em que a dialética fosse muito mais adiante sobre a questão do trabalhador que direitos eu posso ter é que a clitela foi foi formulada foi para tentar acalmar os ânimos dos trabalhadores para ir não contra mais as indústrias a economia dos patrões Para que assim o estado fosse cada vez mais a desenvolvido né Não por amor ao trabalhador e sim por necessidade da Economia patronal em 66 71 que vai falar sobre o bem de consumo a
questão do serviço social evento com saúde moradia enfim dos nortes que na até então não eram atentos não eram estudados mas necessitados né então houve assim a criação de de escolas também para os filhos dos pobres né mas isso desde a década de 40 que houvesse avanço essa tentativa né de de alocar também as famílias o mais próximas possíveis nas indústrias entendam que Vargas ele que desenvolveu a industrialização do país né mas a gente vai falar um pouquinho mais adiante porque a gente tá só dando uns tópicos sobre o histórico da proteção social em 1966
né que 71 que foi essa oferta de bens de consumo serviços sociais né agora a sociedade o proletariado também se torna Aos olhos do Estado o povo a sociedade que merece atenção mas a ideia falar merece mas a ideia é que precisa atenção né entenda aqui no contexto de 66 64 houve a tomada do Poder pelos militares que nós estava se chama a ditadura militar antes disso houve década de 50 onde a Juscelino Kubitschek ele vai desenvolver a questão da economia do Brasil enfim houve toda uma Parato o desenvolvimento 66 entenda as ferrovias já deixaram
de ser a forma de escoar os produtos internos e até os externos com as importações as estradas tomam lugar das ferrovias né E 64 com o poder militar as estradas elas foram a base de coação não mais os rios no início nos séculos 16 17 18 não mas as ferrovias século 18 19 e 20 né No início agora a partir do século 20 do século 20 as estradas são as novas formas de exploração da economia brasileira né e de também de se interligarem todos os estados com isso as regiões Elas têm a necessidade de se
interligarem né pelo até pela rapidez vamos dizer assim desses momentos de produção também a necessidade de se chegar aos outros as outras regiões e com isso as indústrias também ganham espaço então povoados nascem migrações são feitas a mão de obra que são levadas as outras regiões precisam de atendimentos sociais mínimos para isso né então já houve uma outra perspectiva sobre a questão de social a de a questão uma proteção social mas eficaz né entende-se também que a com a questão de mão de obra para outros lugares a Seguridade ela vai se desenvolver que nós vamos
ter o PIS Pasep e o FGTS que o trabalhador ele contribui para que Como já foi falado a década de 30 e 40 né década de 20 com Ferroviários para que a família tem algum tipo de Seguridade para que o trabalhador a sua idade de aposentadoria se ficar viva Tem algum tipo de Seguridade para que a se tiver algum algum acidente no meio do trabalho tem um tipo de Seguridade os programas experimentais foram desenvolvidos instituições de alimentação fundação do bem-estar do menor enfim outras instituições também foram colocadas na sociedade para a melhor atender as demandas
né de pedidos de necessidade trabalho trabalhador pedia e exigia né algo que não institucionalizado o que é institucionalizar né O que é como obrigação do estado com a questão do de assistencializar ela é uma obrigação do Estado ele faz não por obrigação com isso né o clientelismo entenda que o interiorismo eu cabide de votos e o assistencialismo é assistência necessitada em detrimento para uma institucionalização do direito da situação o assistencialismo a gente utiliza muito essa palavra mas ela historicamente ela justamente Isso é para assistencializar e não institucionalizar não é colocar como Prates como obrigação do
Estado né e sim como um dever assistencial benevolente do estado e é de se importância nós entendermos isso que as assistentes social ela é fucral para nós entendermos o que que necessário a sociedade mas institucionalizar que nós vamos falar isso no outro módulo também substituições brasileiras institucionalizar é algo de direito aonde é direito do cidadão ter uma assistência social para o bem-estar da própria sociedade 1970 nós estamos no ápice da ditadura militar né E com isso comprovações que tinham daquela época entenda a densidade demográfica Aumentou vertiginosamente a produção industrial também se desenvolva se desenvolveu freneticamente
entenda-se também que a população e o mundo né o mundo também está em desenvolvimento intelectual e o Brasil não vai ficar numa bolha de de vidro né sobre as perspectivas mundiais também entenda aqui nessa nessa época a questão do da Guerra Fria que nós vamos falar também um pouquinho mais ela está muito acentuada né E com essa e com a degrada de 70 os movimentos sociais né eles tomaram o corpo muito muito denso muito muito forte muito é aonde as vozes eram caladas oprimidas mas não esquecidas e quanto mais se oprimiam mais nasciam em movimentos
sociais e a partir desses movimentos sociais Aonde a voz do cidadão ela é escutada é a partir dos movimentos sociais que nós vamos ter a nossa Constituição de 1888 nós utilizamos hoje em dia é a partir dos movimentos sociais Aonde a proteção social ela se dilata aonde ela é colocada também como instituição e os anseios também da sociedade a gente vai falar também sobre a questão da ONU que foi pós guerra fria e os movimentos sociais foram importância também até para falar sobre os anseios da sociedade daquele momento e nós vamos falar também sobre questão
do da ONU Quanto é importante também para questão a Social Mundial né que ela foi feita a partir da segunda guerra mundial né mas a gente vai falar na próxima aula que vamos detalhar com mais a eficiência e vamos também trabalhar outros tópicos de suma importância sobre as Assistência Social [Música] [Música]