já virou senso comum falar do virtual como o mundo à parte do mundo real se obter a internet é como se isso representasse bem a realidade já que o virtual não é bem real não é mesmo bom existem razões para a gente acreditar que a internet é algo novo diferente de tudo que experimentamos ao sair pela cidade encontrar as pessoas e falar com elas caracará entretanto para filosofia veramente pelos olhos de uma pessoa comum é geralmente um erro e é por isso que hoje nós vamos mais uma vez ultrapassar a barreira dos seus comum com
o quadro novo inédito aqui no canal eu acho algo se neste canal você será apresentado há muitas visões suas obras relevantes então já se inscreve porque mais vídeos de filosofia serão lançados para a gente uso para juntos antes vale avisar que os vídeos novos serão lançados a partir de agora sexta feira às 8 da noite conforme as pessoas responderam naming qat eu tenho feito direto no twitter no instagram pra vocês que querem ter um contato mais próximo com medo das redes sociais e para quem quiser receber as novidades do canal ou pelo desafio pelo messenger
do facebook links na descrição também agora me diz aí você sabe o que é virtual tem alguma ideia então já vai deixando o seu comentário aqui pra gente poder comparar com o que diz a filosofia propõe aproveitar esse momento raro em que se anuncia uma cultura nova para orientar deliberadamente a evolução em curso cessemos de diabolizar o virtual o que é o virtual bem essa é a pergunta que notei dá título ao livro do filósofo francês pierre lévy o estudioso da informação e da comunicação que desde cedo se preocupa em entender a relação entre a
internet ea nossa sociedade o fato de que a digitalização está cada vez mais presente em nossas vidas faz com que o ciber espaço se confunda com o nosso cotidiano concreto ele entende esse fenômeno e olha atentamente para essa percepção essa sensação de estarmos simulando mundo real quando nós aceitamos internet ocorre porém que o virtual é tão resistente quanto real assim a oposição geralmente feita entre virtual e real pode levar ao engano raciocínio de pele deixa subentendido ao longo de 150 páginas que a virtualização não pode ser resumida pela digitalização antes a digitalização é apenas uma
expressão do virtual que permeia as nossas vidas em seu livro a virtualização é abordado pelo menos três diferentes aspectos o filosófico ou dar fundamento ao conceito mesmo de virtualização antropólogo estabelecer uma relação fundamental entre o processo de virtualização ea organização do mundo e sócio político pois é apenas compreendendo a virtualização que nós vamos poder operar lá em busca das melhores consequências para a gente assim perna evita defender uma hipótese não catastrófica sobre a virtualização para ele nós não devemos temer uma diz realizar ação do mundo frente o fato de que a virtualização está cada vez
mais visível antes o virtual exprime uma busca por organização algo que nos destaca não apenas frente a outras espécies mas que especialmente nos possibilita evoluir para o melhor daquilo que a gente considera humano essa é portanto ambição de perna e vi com o seu livro tornar claro que o virtual é um processo de transformação de um modo de ser um outro primeiro capítulo o que é a virtualização a virtualização por desconexa são em relação ao meio particular não começou com humano ela está escrita na própria história da vida dos primeiros unicelulares até as árvores e
mamíferos o primeiro capítulo dill que é o virtual que ele apresenta quatro conceitos fundamentais que serão utilizados ao longo do livro são eles virtualidade atualidade realidade possibilidade o uso corrente da palavra virtual remete a uma ausência de existência como se fosse virtual tudo aquilo que é real mas um real sem materialidade que não é concreto se formos buscar latim medieval virtual deriva do termo virtus uma potência uma força assim virtual aquilo que representa uma potencialidade não exatamente uma ação tangível dada uma árvore está presente enquanto potência na semente da mesma forma um adulto está presente
em um bebê e por aí vai assentar como a semente eo bebê existem da mesma forma a árvore e o homem existem também mesmo que virtualmente a diferença entre o virtual eo possível aqui o virtual e volta um problema que pede por uma resolução e resolução essa que pode acabar não ocorrendo o possível porém já está dado é um todo constituído igual real com a diferença lógica de que lhe falta a existência na realização então uma seleção entre as possibilidades pré estabelecidas logo virtual real não se opõe eles se complementam na verdade o virtual se
opõem ao atual na medida em que ele tenta atualizar se chegar com tudo é uma concretização efetiva enquanto a virtualidade é um problema mesmo a semente querendo se realizar em árvore o atual é essencialmente essa realização é o virtual que se atualiza pela atualização virtual se modifica para ser outra coisa ganhando então novo propósito como por exemplo fazer a árvore agora realizada e atualizada dar frutos que geraram novas sementes que serão a nova atualidade o virtual ganha então a condição de algo que fornece as tensões processo criativo que envolve a atualização não seria algo previsível
e estático como ocorre na passagem do possível para o real no âmbito humano a virtualização pelos diferentes meios de comunicação estabelece um despedimento do ac do agora existe aqui a consideração do hipertexto como algo desse territorializado a própria internet que embora exija suportes físicos não possui exatamente um lugar assim tudo fica suspenso por linhas tênues em que se parar o real do virtual se torna um desafio constante a isso o pierre levy chamou de efeito moebius uma passagem do interior para o exterior e vice-versa em que os limites entre o privado eo público próprio comum
o objetivo e os objetivo por exemplo deixam de estar claros como eles costumam estar na realidade segundo capítulo a virtualização do corpo ao se ver atualizar o corpo se multiplica queremos para nós mesmos organismos virtuais que enriquecem nosso universo sensível sem nos impor a dor agora o pv busca explorar os conceitos de fini no primeiro capítulo a partir de fenômenos contemporâneos na internet quando uma pessoa se desvirtua lisa ela deixa de estar presente ela cds territorializada entretanto não é por não estar presente que ela deixa de existir você que me assiste está recebendo uma atualização
que busca resolver o problema que propõe esse vídeo entretanto não estou presente para você pois muito provavelmente eu nem conheço e devo estar fazendo com que outra coisa como por exemplo lendo um novo livro para fazer uma outra vizinha filosófica aqui no canal pelo processo de virtualização nós nos desprendemos oak do agora virtualizado eu preciso estar presente em cada instante em cada momento em cada argumento para diferentes pessoas em números exorbitantes seu texto passa a compor um hipertexto suportado informaticamente capaz de invocar uma tendência de problemas de virtualizar o meu conteúdo para então atualizar as
pessoas que atinge nossa vida física e psíquica é afetada pelo fluxo de informações que chegam pela exterior idade é possível certa forma reviver a experiência sensorial de diversas pessoas pelo mundo todo seja pela internet ou por telefone mesmo televisão tecnologias de realidade virtual e mesmo de realidade aumentada nos possibilita ir muito além da imagem e chegando sensações plenamente ice físicas e materiais em nós mesmos nossa pele individual passa a ser virtualizada permeado pelo corpo coletivo hiper corpo de levi fala mas antes falar está gostando do vídeo então não se esquece de se inscrever aqui embaixo
e deixar o seu comentário além da sua curtida é claro terceiro capítulo a virtualização do texto o espaço de sentido não existe a leitura é ao percorrê lo ao cartografado que o fabricamos que o atualizamos ele de busca que discutir este que desde suas origens é algo virtual abstrato que não depende de estruturas físicas o próprio texto por serem essência algo virtual o texto reclama constante atualização para fazer sentido é pela interpretação do texto que uma cascata de atualizações permeio leitor essas atualizações ocorrem em contraste com a nossa própria subjetividade quando produzimos em tiro a
partir do texto estamos produzindo a nós mesmos a partir de recortes referências memórias e tudo que pudermos associar a leitura aqui temos o hipertexto como uma espécie de gama de textos potenciais que podem ou não vir a se realizar de acordo com a interação entre texto e usuais vai no trauma sutilezas enquanto campo do sentido está numa dialética entre o virtual eo atual o campo da digitalização está numa dialética entre o potencial real em outras palavras o armazenamento em memória digital é uma potencialização enquanto a exibição dessa memória é o march e realização logo não
é exatamente correto chamar de virtual aquilo que está aparecendo no computador virtual swype clode quando entra a subjetividade humana para interpretar ou seja buscar a atualização desse texto realizado na tela do computador a ciência do computador é um potencializador da informação onde os textos que ele comporta o hipertexto é multimodal não se trata apenas de algo legível mas de imagens diagramas sons e tudo que puder ser confortado pela linguagem informática que será traduzida a nós humanos essas constantes traduções do hipertexto tal como prefeito moebius fazem com que a escrita ea leitura troquem constantemente os seus
papéis ao participar do hipertexto o usuário já é o leitor da mesma forma ao atualizá-lo e interpretação manifestado no hipertexto leitor torna-se escritor contribuído para a realização dos sentidos manifestado nos computadores o computador porém ao recolher as capacidades de memória e processamento de outros computadores acaba por compor um único computador interligado mundialmente onde seu centro está em toda parte o ciber espaço quarto capítulo a virtualização da economia comunicação e transporte fazem parte da mesma onda de virtualização geral o virtual também se expressa na nossa economia mas a economia da dehs territorialização onde o maior setor
econômico e volume de negócios é o turismo representando o fato de que nunca antes nos dedicamos tanto a não estarmos presentes em nossa própria casa e não apenas o turismo espécie a nossa economia territorialização como também os próprios setores de transporte de comércio de distribuição de informática e de comunicação ensino diversão e mesmo saúde assim nada mais representante desse economia virtualizado do que a própria moeda bem como os instrumentos financeiros mais complexos sendo mais fácil de trocado que terra e serviços a moeda se faz um objeto virtual que perpassam aqui e agora eads territorialidade e
também do público ou privado ao anônimo substituindo parcialmente relações de força por um objeto em pessoal as informações e o conhecimento tidos como principal fonte geradora de riqueza a caracteriza tem uma infra-estrutura que antes se mantinha na penumbra o conhecimento não é imaterial sua existência em humanos pressupõe um cérebro vivo e ao pular de cérebros cérebro ele acaba sendo deste ritual realizado mas também o conhecimento não é material seria designá lo como substância quando na verdade tanto conhecimento quanto informação estão na ordem do processo e do acontecimento e esse constante processo de informações e conhecimento
do submete uma realidade radicalmente nova é como zygmunt bauman fala sobre mobilidade link basta pensar nas garantias de emprego que nós temos hoje comparar ao que se tinha no século 21 os seus pais e avós provavelmente experimentaram poucas mudanças em suas carreiras para os tinham uma certa garantia de que aquilo que eles aprenderam na juventude seria seguido ao longo da vida e talvez eles morressem fazendo a mesma coisa hoje porém nós mudamos mais constantemente de profissão e o nosso sucesso profissional depende de uma constante renovação dos nossos conhecimentos assim são duas as leis que segundo
o psdb contesta o raciocínio econômico clássico consumir os recursos chave informação e conhecimento não destrói e se deus não faz com que eles sejam perdidos portanto pr evitem de que por informação e conhecimento sem fontes de diversas formas de riqueza sendo bens econômicos principais em nossa época estamos numa crescente economia da abundância que promete uma ruptura com a economia clássica a noção de consumo passa a ser substituída pela de culpa produção da mesma forma que a virtualização do texto fez confundir o leitor com o escritor quinto capítulo as três virtualizações que fizeram humano a linguagem
a técnica e o contrato os seres humanos podem se desligar parcialmente da experiência corrente e recordar evocar imaginar jogar simular assim eles de cai para outros lugares outros momentos e outros mundos neste capítulo televisivas análise antropológica da virtualização mostrando como o desenvolvimento da linguagem a multiplicação das técnicas e a complexificação das instituições levaram ao processo de omissão ou seja a emergência da nossa espécie a linguagem é responsável por inaugurar o passado e futuro estabelecendo o tempo esse mesmo tempo real que nos faz habitar o espaço virtual de fluxos temporais quando somos levados a imaginar e
portanto nos desvincular do presente pra tentar ao passado ou para o futuro nós estamos no campo virtual como extensão completa então o tempo não existe a não ser virtualmente não à toa é justamente essa desintegração do presente absoluto a responsável pelo surgimento do eterno do divino do fora do tempo do ideal como o despreendimento entanto o presente junto com a emergência da linguagem temos uma nova rapidez na nossa aprendizagem onde a evolução cultural ultrapassa em muito rapidez da evolução biológica enquanto isso a técnica a surgimento das ferramentas livres de identificação de funções físicas ou mentais
de seres vivos como caminhar voar calcular e proíbe essas funções são inicialmente separadas de experiências subjetivas e objetivas então materialmente como por martelos rodas e calculadoras o que era íntimo esse objetivo virou objetivo e público compartilhava da mesma forma para utilizar essas ferramentas públicas é preciso subjetiva lá aprendendo a manuseá las tornando extensões do próprio corpo às virtualizando esse movimento pode ser visto como uma subjetivação coletiva uma virtualização a ação onde as ferramentas são operadores dessa virtualização que quer resolver uma classe de problemas por fim nós temos a esfera do contrato das relações pessoais que
ele chama de a virtualização da violência aqui é um processo contínuo de virtualização de relacionamento seja pela ética pela religião pelo direito que forma aos poucos a complexidade das culturas humanas sexto capítulo as operações da virtualização ou o trilho antropólogo a informática é mais virtualizam antes das técnicas por ser também a mais gramática alisante aqui o pr evita a evidenciar um núcleo de operações da virtualização a ele chama isso de trigo dos signos que é composto pela dialética a gramática é retórica saber dele escrever corretamente função educativa da gramática é separar elementos organizando sequências textuais
saber a raciocinar o norte da dialética é fazer funcionar as substituições e correspondências entre proposições diversos que podem ser consideradas ou verdadeiras ou falsas saber qo por discursos como vencer algo próprio da retórica é adaptar-se a arte de agir sobre os outros com o auxílio dos signos da linguagem esse trio dos signos pb outros campos do virtual para além da linguagem uma técnica e os próprios seres humanos não se trata de reduzir tudo a linguagem entre tantos mas de mostrar como virtual disposto em nossas mentes opera sobre o mundo e ainda gostou do vídeo quer
me ajudar a fazer mais vídeos assim então acessa padre pinto com.br ba alisson e descubra como sétimo capítulo a virtualização da inteligência é a constituição do sujeito o acesso ao processo intelectual do todo informa o de cada parte um indivíduo ou grupo e alimento em troca do conjunto passa assim então da inteligência coletiva ao coletivo inteligente a idéia desse capítulo que pretende analisar o sujeito virtual e chegaram a um objecto de virtualização para isso o leve entrelaça a parte coletiva da cognição e da afetividade pessoal coletivo pensante em si mesmo e não menos importante a
inteligência coletiva como utopia techno política nós não pensamos sozinhos pois vivemos um coletivo que nos confere à educação pela linguagem pelas instituições também não pensamos em ferramentas pois o aprendizado envolve a técnica e assim a gente carrega toda uma sociedade cosmopolita que pensa por nós essa constatação faz pr deve entender que o pensamento dos sujeitos para além das exposições básicas biológicas do nosso cérebro é datado histórico e situado tanto propósito quanto em procedimento em outras palavras é impossível exercemos nosso pensamento de forma independente a dos signos da linguagem que nós herdamos pela cultura nossa inteligência
possui uma dimensão coletiva considerável já que somos seres de linguagem as ferramentas por sua vez representam uma espécie de memória da humanidade de modo que utilizaram um martelo ou lápis é isso uma recorrer a inteligência coletiva sobre isso o economista milton friedman fala da história de um simples lápis evidenciando como algo tão banal e tão barato consegue ser fruto de uma empreitada diz territorializada ao redor do mundo todo também pelas raízes coletivas da nossa inteligência temos biologia e cultura permeando sujeito pela biologia nós somos seres de inteligências individuais mas bastante semelhantes já pela cultura nossa
inteligência é altamente variável e coletivo não apenas a linguagem a técnica e as instituições atravessam a nossa inteligência coletiva mas o mundo todo como um todo com os seus desejos afetividades e paisagens de sentido ao contrário das sociedades de insetos a gente não participa às cegas de uma inteligência coletiva são os próprios beneficiários quanto inventores dela a uma auto poésy uma produção desse da inteligência coletivo mano regimes políticos que tentar nos aproximar de sociedades inseto assim sendo erraram ao não considerar que o progresso humano pela constituição da inteligência coletiva se opõem radicalmente ao pólo de
um simples formigueiro os coletivos são inteligentes porque o psiquismo é coletivo somos uma multidão de pessoas interagindo por meio de signos valores e construções de sentido de modo que cada um de nós encarna uma versão particular do psiquismo global oitavo capítulo a atualização da inteligência é a constituição do objeto verdadeiro fundador da sociedade civil foi aquele que renunciou a encerrar uma porção do universo físico e declarou pela primeira vez e isto é um objeto após estabelecer a sua visão sobre a inteligência coletiva o pl vinhos apresenta o seu conceito de objeto trata se de um
mediador social o suporte técnico e nõ das operações intelectuais assim como a gente não pode exercer a nossa inteligência de forma independente dos signos da cultura os objetos fazem parte da nossa construção do sentido eles estabelecem a nossa organização trata-se aqui enfim de passar da inteligência coletiva os coletivos inteligentes garantindo sustentabilidade a nossa sociedade como por ordem espontânea otimizando seus recursos intelectuais objeto ganha então a capacidade de construir uma sociedade isso porque o objeto sustento virtual a virtualidade passa a ter suporte objetivo e sobre isso o pr deve dar como exemplo uma simples bola de
futebol e uma partida de futebol você tem torcedores jogadores e uma bola em uma arquibancada fazer uma sociedade é ser a favor ou contra um time é torcer para o time quanto vai o outro o campo porém não basta de testar o adversário para vencer é preciso estudá lo compreendendo a fim de prever os seus movimentos preciso coordenar a própria equipe como se fosse um só homem mesmo sendo na verdade vários a isso é possível graças à bola um coletivo inteligente é justamente uma ligação entre os seus indivíduos estabelecida por um propósito comum em que
a bola é o objeto de ligação e manente assim a gente se distancia da sociedade animal que define a sua identidade a partir de um território para levy o território não é um objeto pois ele funciona pela apropriação e identificação exclusive papel o grupo lógico do objeto é justamente que passa de mão em mão e sujeito a sujeito sendo subtraído então da exclusividade ou exclusão a sociedade civil que tem o virtual operado pelo objeto então pode experimentar uma relativa paz e unificação tal como ocorre nos jogos olímpicos que são repletos de objetos que virtualizam esporte
a agressividade humana é inibida pelo objeto pois uma bola é capaz de manter ao mesmo tempo uma relação competitiva e cooperativo entre os coletivos competitiva pois coloca esses grupos e em disputa e cooperativa pois os faz concordar virtualmente com um propósito comum no fim das contas o objeto virtualizar relações depredação de dominância de apropriação exclusiva da mesma forma que num evento esportivo um funeral também virtualiza a nossa sociedade os nossos mortos um dia sujeito passam a ser objectos nós lavamos cercamos e choramos sobre aqueles que se for all ritualizar um morto ele passa a ser
um operador da socialização assim se um corpo é tratado como uma coisa qualquer não sendo virtualizado no funeral isso pode simbolizar a desintegração de um grupo a sua desumanização já mencionamos as moedas anteriormente mas vai reforçar-se cada um guardar seu dinheiro no cofre pessoal o jogo econômico ruim iria totalmente diferentemente da terra que pode ser apropriada sem haver uma catástrofe econômica a moeda típico objeto precisa circular ser pública para garantir riqueza o dinheiro sem rosto e sem cheiro não precisa de uma autoridade central para ter valor tal como ocorre com bitcoins é a sua virtualização
no psiquismo global que vai garantir os seus preços e valores a comunidade científica também tem os seus próprios objetos que emergem de dinâmicas de inteligência coletiva fazendo cooperar mundialmente cientistas que sequer se conhece fazendo surgir novos problemas novas virtualizações que requerem uma atualização o ciber espaço por fim é o último dos grandes surgimentos de objetos indutores de inteligência coletiva objeto comum dinâmico e alimentado por todos que utilizam sim o homem é o maior predador e imperialista territorial entretanto é justamente na espécie humana que encontramos pela virtualização representada em objetos a suspensão momentânea desse anseio de
dominação no capítulo o quadri ontológico a virtualização uma transformação entre outras possível real virtual e atual assumir nato somente um lugar em suas respectivas casas cada um deles apresenta uma maneira de ser diferente no último capítulo pierre levy resume e sistematizar os conhecimentos da obra como um todo buscando assim evidenciar a dualidade do acontecimento e da substância que permeia seu trabalho a virtualidade é composta por dois movimentos complementares à subjetivação e a objetivação ao contrário da nossa intuição apr aliviou sujeito objeto não são substâncias acontecimentos que envolvem reciprocamente assim sendo tanto a subjetivação quanto a
objetivação só uma espécie de de substanciação a explicado tanto pelo efeito da deste rito realidade quanto pelo efeito moebius a virtualização não é algo recente e o seu processo pode ser analisado pelo trilho dos signos a dialética retórica ea gramática e também a virtualização se opõe a atualização mas ambas se equivalem indignidade odontológica junto da realização e da possibilidade preto ao real atual impossível são qpr ele chama de quadril ontológico a separação desses fatores que compõem o mundo é essa o real enquanto substância subsistiam e existe o possível com têm formas que estão adormecidas e
ao pré determinadas ele insiste o virtual não está presente mas a sua essência está na saída assim ele existe o atual por fim uma manifestação logo ele acontece o epílogo deve explicar aqui que tentou mostrar em sua obra que a virtualização é o movimento pelo qual se construiu e continua se criar a nossa espécie mesmo assim a virtualização é constantemente entendida como desumanizante e que muitos intelectuais traçam cenários catastrofistas a partir de análises questionáveis ou mesmo simplórios acerca do virtual rn evita diluir e cimento que se espalha acerca da virtualidade e assim dar às pessoas
a oportunidade de se tornarem elas mesmas agentes do virtual é nesse sentido que diz levy devemos antes tentar acompanhar e dar sentido à virtualização inventando ao mesmo tempo uma nova t da hospitalidade a mais alta moral dos nômades deve tornar-se neste momento de grande distrito a realização uma nova dimensão estética o próprio traço da criação à arte e portanto a filosofia à política e à tecnologia que ela inspire atravessa devem opor uma virtualização requalificam ante inclusiva e hospitaleira a virtualização pervertida que exclui desqualifica já que uma resenha fica melhor quando há pelo menos uma crítica
é só quer pontuar aqui algo que o pl vi disse no seu capítulo 4 quando ele falar sobre açucena econômico clássico quando ele disse que esse raciocínio a sobre destruição e perda de bens está perdendo terreno em prol de uma economia da abundância a única informação e conhecimento como bens primordiais da economia e sequer se reconhecer que esse a china econômico clássico sobre recursos escassos ou seja brf entende que informação conhecimento não são recursos escassos e por isso mesmo são abundantes logo que mais e mais pessoas consigam multiplicarem indefinidamente e curso não significa que a
economia clássica está sendo contestada simplesmente não é o caso de toda forma no geral o que é o virtual de pierre levy é uma ótima obra difícil de entender numa primeira leitura é claro mas que faz com que este vídeo aqui que eu disponibilizo que a vocês no apanhado geral sobre os detalhes nos quais o pl entra seja uma ponte construtora de novos sentidos e eu espero que vocês aproveitem ao máximo as informações que eu trago aqui e se você está interessado em ir a fundo sobre habitualidade sobre a filosofia da informação e de convívio
comprar exatamente essa obra e olic está aqui na descrição do vídeo e se você comprar pode ter certeza que vai me ajudar muito a criar novas resenhas inclusive quando você terminar a leitura eu espero que o meu vídeo amplia sua capacidade de significação bom agradeço imensamente a todos que me assistir até aqui esse novo quadro resenha filosófica vai ser um desafio pois ele exige que eu lia livros inteiros para poder dizer alguma coisa aqui sem achismos então se você quer a gente vai continuar me ajudar bastante a fazer novos a nova senha de livros você
pode ser um financiador do meu canal seja pelo após pelo padre pelo peito o catar se pague seguro transferência bancária enfim tem várias possibilidades toda a ajuda de custo é essencial para a divulgação filosófica no brasil que é o trabalho que eu tô inspirado a fazer por aqui de forma livre para todo mundo embora existam seus cursos é claro inscreva-se no canal e ativa e as notificações para receber as novidades também deixou curtida comente por favor comentários são ótimos e compartilhe as redes sociais estão todas na descrição do vídeo espero que nós juntos possamos a
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