Hoje você vai conhecer a história completa do livro de Deuteronômio, de uma forma que talvez nunca tenha visto, sem filtros e sem enrolação. Fique até o final e tenho certeza que a história desse poderoso livro vai mudar algo na sua vida. Após 40 anos de peregrinação pelo deserto, uma nova geração se erguia. Os israelitas estavam prestes a entrar na terra de Canaã, que Deus havia prometido a Abraão. Aqueles Que testemunharam o êxodo, que sentiram o maná cair do céu e viram as águas se abrirem, já não estavam ali. Morreram no deserto. Uma nova multidão nascida
sob as nuvens e o deserto estava prestes a cruzar o Jordão. que na planície de Moabe, antes que o povo pisasse os pés no solo da herança, o Senhor, em sua infinita sabedoria, trouxe à tona sua lei, seus mandamentos e seus estatutos. Moisés, servo fiel e profeta do Altíssimo, ergueu sua voz uma última vez Para recordar as alianças, as promessas e as advertências divinas. Assim nasceu o livro de Deuteronômio, a segunda lei ou a repetição da lei. O livro que Deus mostra para o povo as bênçãos através da obediência e a maldição através da desobediência.
Se você, assim como eu, acredita que este não é apenas um livro de histórias antigas, mas a própria voz de Deus ecoando através de sua palavra para os nossos dias, então comente agora mesmo Aqui embaixo: "Antes mesmo de começarmos, quero ouvir a voz de Deus no livro de Deuteronômio." E então vamos pra palavra. O livro de Deuteronômio começa com o povo de Israel nas planícies de Moabe, do outro lado do rio Jordão. 40 anos haviam-se passado desde a saída do Egito e uma nova geração estava ali pronta para entrar na terra prometida. Moisés, com seus
120 anos, mas com a mente e a força dadas por Deus, começou a falar. Não era apenas Uma lembrança do passado, mas um discurso crucial. para o futuro. Ele explicou que a jornada não deveria ter durado tanto. Deus havia ordenado que fossem direto do Sinai para a terra prometida uma viagem que levaria poucos dias. Mas a história tomou outro rumo. Moisés lembrou que eles enviaram 12 espias para explorar a terra. 10 deles voltaram com medo, descrevendo o povo da terra como gigantes e as cidades como impossíveis de conquistar. Apenas Calebe e Josué trouxeram uma mensagem
de fé, confiando na ajuda de Deus. Diante do medo e da desobediência do povo, a ira de Deus se acendeu. O Senhor declarou que nenhum daquela geração desobediente veria a terra prometida. Somente Calebe e Josué, por sua fé, entrariam. Apesar da condenação, o povo tentou, sem a ordem de Deus e de Moisés, subir e lutar. foram derrotados e perseguidos. Essa foi a dura consequência de sua incredulidade. Por Causa dessa desobediência, Israel passou 40 anos vagando pelo deserto, um ano para cada dia de espionagem. Durante esse tempo, a geração que duvidou pereceu. Agora, os seus filhos
estavam ali em Moabe, prontos para ouvir a lei novamente e, finalmente, entrar na herança. Moisés, ao recontar esses fatos, não apenas narrava eventos, ele gravava na nova geração a importância vital da obediência, da fé e de nunca esquecer o que Deus havia feito. Ele Mostrou que a jornada deles até ali foi marcada tanto pela fidelidade de Deus quanto pelas falhas humanas. Assim, Moisés preparou o cenário. O povo estava diante de uma escolha decisiva, repetir os erros do passado ou avançar com fé. Eles estavam prontos para a travessia, estavam prontos para a palavra. Moisés havia encerrado
sua retrospectiva do passado doloroso com o povo de Israel nas planícies de Moabe, prontos para cruzar o Jordão e tomar posse da terra Prometida. Mas antes da grande entrada, havia mais uma parte da jornada a ser contada, uma que moldou os 40 anos no deserto. Assim, Moisés continua sua narrativa. Após a derrota em Ormá, resultado da desobediência, a ordem de Deus foi clara: "Voltem para o deserto na direção do Mar Vermelho." E assim fizeram. Por muitos anos, eles vagaram pelas regiões montanhosas ao redor do monte Seir, território dos descendentes de Esaú. Deus havia dado uma
instrução Específica: "Não deveriam provocar os edomitas, pois aquela terra não lhe seria dada." Era a herança de Esaú. A ordem era simples. Passem pacificamente. Comprem deles água e comida, se necessário. Moisés enfatiza que o Senhor, seu Deus, os havia abençoado em tudo durante aquela longa caminhada, e nada lhes havia faltado no deserto. Após muitos dias, os 40 anos de peregrinação, desde que deixaram Cades Barbarneia, estavam completos. O Senhor falou a Moisés novamente, instruindo-os a seguir para o norte, em direção aos filhos de Amon. Mais uma vez, a ordem divina era para não atacar os amonitas,
nem provocá-los, pois aquela terra também não seria dada a Israel. Era a herança dos descendentes de Ló. Moisés recorda que, assim como Deus havia expulsado povos antigos para dar espaço aos edomitas e amonitas, ele faria o mesmo por Israel em sua própria terra. A jornada prosseguiu e eles se aproximaram Da terra de Basã, governada por Hog. Mas antes, Moisés relembra o encontro com Seon, rei dos amorreus, que governava em Esbom. Deus endureceu o coração de Seon, que se recusou a permitir que Israel passasse por suas terras pacificamente, mesmo após uma proposta de passagem segura e
compra de provisões. Essa recusa de Seon foi parte do plano divino. O Senhor entregou Seon e todo o seu exército nas mãos de Israel. A vitória foi completa. Conquistaram todas As suas cidades, desde Aroer até Gileade, e tomaram posse de sua terra. Moisés deixa claro que essa conquista foi uma demonstração do poder e da fidelidade de Deus, preparando o povo para as batalhas que viriam. Moisés continua falando e sua voz se ergue para relembrar a próxima etapa da jornada de Israel. Ele conta que depois de derrotar Seon, eles subiram pelo caminho de Basã. Lá, o
rei de Basã, saiu ao encontro deles com todo o seu exército em Edrei Para a batalha. Mas o Senhor disse a Moisés: "Não tenha medo dele, pois eu o entreguei em suas mãos com todo o seu exército e sua terra. Faça com ele o que fez com Seon, o rei dos amorreus, que habitava em Esbom". E de fato, o Senhor entregou Og, rei de Basã, e todo o seu povo. Israel os derrotou completamente, sem deixar sobrevivente. A conquista de Basã foi total. Israel tomou todas as suas 60 cidades que eram fortificadas com muralhas altas, portões
e ferrolhos, Além de muitas outras cidades sem muralhas. Eles destruíram tudo, como haviam feito com Seon, rei de Esbom. Mas ficaram com os animais e os despojos das cidades. Moisés explica que eles tomaram todas as terras desses dois reis amorreus que estavam a leste do Jordão, desde o ribeiro de Arnte Hermon. Essa vasta região incluía o planalto e as terras até o mar de Quinerete e o mar da planície. Com as terras conquistadas, Moisés prossegue Para a divisão dessas possessões. As tribos de Ruben e Gade e a meia tribo de Manassés foi dada a vasta
região que haviam conquistado desde Aroer junto ao ribeiro de Arn e metade da região montanhosa de Gileade até o rio Jaboque. Aos descendentes de Manassés, coube o restante de Gileade e toda a terra de Basã, que era o reino de Hog. Moisés então se dirige a essas tribos, reiterando um comando crucial. Mesmo tendo recebido suas heranças do outro Lado do Jordão, seus homens de guerra deveriam passar armados à frente de seus irmãos israelitas para ajudar na conquista do restante da terra prometida. Somente depois que o Senhor tivesse dado descanso a seus irmãos e eles também
possuíssem suas terras, é que poderiam retornar às suas próprias heranças. Finalmente, Moisés relembra o que havia dito a Josué naqueles dias. Josué, que seria o sucessor, deveria testemunhar Com seus próprios olhos o que o Senhor havia feito com Seon e Hog. Moisés o encorajou, dizendo que Deus lutaria por Israel contra todos os seus inimigos que ainda estavam na terra. Moisés continua falando ao povo e seu tom se torna ainda mais urgente e solene. Tendo recordado as poderosas obras de Deus, ele agora os chama a uma ação crucial. Ele diz: "Agora, Israel, ouçam os estatutos e
as ordenanças que estou lhes ensinando a cumprir, para que Vivam e entrem e tomem posse da terra que o Senhor, o Deus de seus pais, lhes está dando." Ele alerta claramente: "Não adicionem nada à palavra que lhes ordeno, nem dela subtraiam. O povo deve guardar os mandamentos do Senhor, seu Deus." Moisés os lembra do que viram com seus próprios olhos em Baal Peor, quando o Senhor destruiu a todos que seguiram a divindão de Peor, mas manteve vivos aqueles que permaneceram fiéis a ele. Moisés então declara que ele mesmo os Ensinou estatutos e ordenanças, conforme o
Senhor lhe havia ordenado, para que os cumprissem na terra em que estavam entrando. Ele enfatiza que guardar e praticar esses mandamentos seria a sabedoria e o entendimento do povo à vista das outras nações. Ao ouvirem falar de todas essas leis, as nações diriam: "Certamente este é um povo sábio e entendido, uma grande nação". Ele questiona: "Que nação tem deuses tão próximos como o Senhor está de Israel Sempre que o invocam? E que nação tem estatutos e ordenanças tão justos como toda essa lei que ele estava apresentando naquele dia? Moisés os adverte com seriedade. Apenas tomem
cuidado e sejam vigilantes para não esquecerem as coisas que seus olhos viram. Ele os exorta a não permitirem que esses ensinamentos se afastem de seus corações por toda a vida e a ensiná-los a seus filhos e netos. Ele os lembra especificamente do dia em Que estiveram diante do Senhor no monte Orebe, onde ouviram a voz de Deus do meio do fogo, mas não viram forma alguma. Isso era para que aprendessem a temer a Deus e a ensinar o mesmo a seus filhos. Ele descreve a majestade terrível do Sinai, a montanha queimando em fogo até o
meio do céu, com escuridão, nuvem e densa escuridão. Do meio do fogo ouviram a voz, mas não viram imagem alguma para que não se corrompessem, fazendo para si ídolos de Qualquer forma, seja de homem, mulher, animal ou ave. Deus havia falado do meio do fogo para eles. Moisés então faz uma série de advertências. Se o povo esquecesse a aliança e fizesse ídolos, o Senhor os espalharia entre os povos. Mas mesmo lá, Moisés lhes dá esperança. Se de lá buscassem o Senhor com todo o coração e toda a alma, e se voltassem para ele, o encontrariam,
pois o Senhor é um Deus misericordioso e não Os abandonaria, nem os destruiria e não se esqueceria da aliança que fez com seus pais. Ele os desafia a buscar na história e em todos os cantos da terra. Alguma vez houve algo tão grandioso como o que eles viram? Algum povo já ouviu a voz de Deus do meio do fogo e sobreviveu como eles? Ou algum deus já tentou tomar para si uma nação do meio de outra, com provas, sinais, maravilhas, guerra, mão forte e braço estendido, como o Senhor fez por Israel no Egito. Moisés conclui
Essa parte, afirmando que tudo isso lhes foi mostrado para que soubessem que o Senhor é Deus, e não há outro além dele. Ele os exorta a aguardarem os estatutos e mandamentos que lhes estava dando para que tudo lhes corresse bem e para que pudessem viver longamente na terra que o Senhor lhes dava para sempre. Moisés finaliza esse discurso estabelecendo as cidades de refúgio a leste do Jordão, Bezer, Ramote e Golã, para onde um homicida involuntário Pudesse fugir e viver. Depois disso, Moisés continua a falar ao povo de Israel e agora sua mensagem se aprofunda no
cerne da fé deles. Então, Moisés recapitula as palavras que o próprio Senhor falou do meio do fogo. Ele proclama os 10 mandamentos, um por um, como a base da aliança de Deus com Israel. Eu sou o Senhor, seu Deus, que os tirou da terra do Egito, da casa da escravidão. Não tenha outros deuses diante de mim. Não faça para si imagem esculpida, nem semelhança alguma do que há em cima nos céus, nem embaixo na terra, nem nas águas debaixo da terra. Não se incline diante delas, nem as sirva. Pois eu, o Senhor, seu Deus, sou
Deus zeloso, que visito a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que me odeiam. Mas faço misericórdia em milhares aos que me amam e guardam os meus mandamentos. Não tome o nome do Senhor, seu Deus, em vão, porque o Senhor não terá por inocente o que tomar o seu nome em vão. Guarde o dia de sábado para o santificar, como o Senhor, seu Deus, lhes ordenou: "6is dias trabalharás e fará toda a sua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor, seu Deus. Nesse dia não fará obra alguma
nem você, nem seu filho, nem sua filha, nem seu servo, nem sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem gado algum, nem o estrangeiro que está dentro de suas portas, para que o seu servo e a sua Serva descansem como você. Lembre-se de que você foi servo na terra do Egito e de que o Senhor, seu Deus, o tirou de lá com mão forte e braço estendido. Por isso, o Senhor, seu Deus, lhes ordenou que guardasse o dia de sábado. Honra seu pai e sua mãe, como o Senhor, seu Deus, lhe ordenou,
para que se prolonguem os seus dias e para que lhe vá bem na terra que o Senhor, seu Deus, lhe está dando. Não mate, não adultere, não furte, não dê falso Testemunho contra o seu próximo, não cobice a mulher do seu próximo. Não deseje a casa do seu próximo, nem o seu campo, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que seja do seu próximo. Moisés relata a reação do povo. Quando ouviram a voz do meio da escuridão e do fogo, sentiram medo e se
aproximaram de Moisés, dizendo que não podiam mais ouvir a voz de Deus, pois morreriam. Eles pediram que Moisés ouvisse tudo o Que o Senhor, seu Deus, dissesse e depois lhes contasse. O Senhor ouviu o que o povo disse a Moisés e aprovou sua atitude de temer a Deus. Ele disse a Moisés que era bom que tivessem tal coração para que sempre temessem a ele e guardassem seus mandamentos, a fim de que tudo lhes fosse bem e a seus filhos para sempre. Deus então ordenou a Moisés: "Vá e diga-lhes: Voltem às suas tendas. Mas você, Moisés,
fique aqui comigo para que eu lhe diga todos os Mandamentos, estatutos e ordenanças que você lhes ensinará. para que os cumpram na terra que lhes darei para possuírem. Moisés conclui essa parte da sua fala, instruindo o povo a serem muito cuidadosos, em cumprir tudo o que o Senhor, seu Deus, lhes havia ordenado. Não deveriam se desviar nem para a direita, nem para a esquerda. Ele os exorta a andar em todo o caminho que o Senhor lhes havia ordenado, para que vivessem, prosperassem e prolongassem Seus dias na terra que iriam possuir. Moisés continua a instruir o
povo e suas palavras agora se tornam a essência do que significa viver sob a aliança de Deus. Ele diz: "Estes são os mandamentos, os estatutos e as ordenanças que o Senhor, seu Deus, mandou que eu lhes ensinasse, para que os cumprissem na terra para a qual estão indo, a fim de possuí-la". O objetivo era, claro, que temessem o Senhor, seu Deus, guardando todos os seus estatutos E mandamentos por todos os dias de suas vidas, e que seus filhos e netos também o fizessem, para que seus dias na terra se prolongassem. Moisés insiste: "Ouça, ó Israel,
e tenha o cuidado de cumprir tudo para que lhes vá bem e para que se multipliquem muito na terra que mana leite e mel, como o Senhor, o Deus de seus pais, lhes prometeu." Então, Moisés proclama o que seria conhecido como o Shemá, o grande mandamento. Ouça, ó Israel, o Senhor, o nosso Deus, é o Único Senhor. o Senhor, o seu Deus com todo o seu coração, com toda a sua alma e com toda a sua força. Ou ele enfatiza que essas palavras que lhes estava ordenando deveriam estar em seus corações e a partir de
seus corações, o ensinamento deveria fluir para a próxima geração. Ensine-as com diligência a seus filhos. Fale delas quando estiver sentado em casa e quando estiver andando pelo caminho, quando se deitar e quando se Levantar. As palavras de Deus deveriam ser uma parte constante e viva de suas vidas. Moisés vai além, instruindo-os a amarrar essas palavras como um sinal em suas mãos e aprendê-las na testa entre os olhos. Deveriam também escrevê-las nos umbrais de suas casas e em seus portões, para que estivessem sempre visíveis e lembradas. Ele os adverte sobre o futuro, quando o Senhor os
levasse para A terra que jurou dar a seus pais, uma terra com grandes e belas cidades que eles não construíram, casas cheias de coisas boas que não encheram, poços que não cavaram e vinhas e oliveiras que não plantaram. E quando comessem e se fartassem, deveriam ter muito cuidado para não se esquecerem do Senhor, que os tirou da terra do Egito, da casa da escravidão. Moisés os instrui a temer somente o Senhor, seu Deus, a servi-lo e a jurar pelo seu nome. Não deveriam Seguir outros deuses, os deuses dos povos que os rodeavam, pois o Senhor,
seu Deus, que estava entre eles, era um Deus zeloso e poderia ascender sua ira contra eles, destruindo-os da face da terra. Ele também os adverte a não pôr o Senhor, seu Deus, à prova, como fizeram em Massá. deveriam guardar diligentemente os mandamentos, os estatutos e os preceitos do Senhor, fazendo o que é reto e bom aos olhos do Senhor, para que lhes fosse bem e para Que pudessem entrar e possuir a boa terra que o Senhor jurou a seus pais, expulsando todos os seus inimigos. Finalmente, Moisés instrui como deveriam responder, quando no futuro seus filhos
perguntassem: "Que significam os estatutos, os preceitos e as ordenanças que o Senhor, nosso Deus, lhes ordenou?" A resposta deveria ser clara: "Éramos escravos do faraó no Egito, mas o Senhor nos tirou de lá com mão forte. Vimos grandes e terríveis sinais e maravilhas Que o Senhor realizou no Egito contra o faraó e contra toda a sua casa, por amor de nós. Ele nos tirou de lá para nos trazer e nos dar esta terra que jurou a nossos pais. E o Senhor nos ordenou que cumpríssemos todos esses estatutos, temendo ao Senhor, nosso Deus, para o nosso
bem contínuo e para nos preservar a vida como tem sido até hoje. E para nós será justiça se tivermos o cuidado de cumprir todos esses mandamentos diante do Senhor nosso Deus, como nos Ordenou. Moisés continua a falar ao povo de Israel e sua voz se torna mais séria, delineando as instruções de Deus para a vida na terra prometida. Ele explica que quando o Senhor os levasse para a terra que iriam possuir, ele expulsaria nações maiores e mais poderosas do que eles. Deus entregaria sete nações, os eteus, os girgazeus, os amorreus, os cananeus, os periseus, os
eveus e os jebuseus. Ao serem entregues nas mãos de Israel, o comando era claro. Deveriam destruí-las Completamente. Não deveriam fazer aliança com esses povos, nem mostrar misericórdia. Era proibido casar-se com eles, dar suas filhas aos filhos deles ou tomar as filhas deles para seus filhos. Moisés explica a razão para essa proibição rigorosa. Essas alianças levariam Israel a se desviar de Deus. para servir a outros deuses, o que acenderia a ira do Senhor e os destruiria rapidamente. A ordem era para derrubar seus altares, quebrar suas Colunas sagradas, cortar seus postes ídolos e queimar suas imagens esculpidas
no fogo. Ele enfatiza a razão para essa exclusividade. Pois você é povo santo ao Senhor, seu Deus. O Senhor, seu Deus, o escolheu dentre todos os povos da face da terra para ser o seu povo, o seu tesouro particular. Moisés esclarece que o amor de Deus por eles e sua escolha não se basearam no fato de serem mais numerosos do que qualquer outro povo. Pelo Contrário, eram o menor de todos os povos. A escolha de Deus veio porque ele os amava e para cumprir o juramento que havia feito a seus antepassados. Foi por isso que
o Senhor os tirou do Egito com mão poderosa e os resgatou da escravidão, da mão de Faraó, rei do Egito. Ele reforça que o povo deveria saber que o Senhor, seu Deus, é Deus. Ele é o Deus fiel que mantém a aliança e a misericórdia por mil gerações daqueles Que o amam e guardam seus mandamentos. Mas para aqueles que o odeiam, ele os retribuirá diretamente, destruindo-os. Não tardará em retribuir à aqueles que o odeiam. Portanto, Moisés os adverte a cumprir os mandamentos, estatutos e ordenanças que lhes estava ordenando naquele dia. Se eles dessem ouvidos a
essas ordenanças e as cumprissem, o Senhor, seu Deus, manteria com eles a aliança e a misericórdia prometida. Ele os amaria, os abençoaria, os Multiplicaria e abençoaria o fruto de seu ventre, os frutos de sua terra, o trigo, o vinho novo, o azeite, as crias de seus bois e de suas ovelhas, na terra que jurou a seus antepassados. Israel seria abençoado mais do que todos os outros povos. Não haveria estéril entre eles, nem entre seus rebanhos. O Senhor afastaria deles toda a doença e não poria sobre eles nenhuma das pragas terríveis do Egito que conheceram, mas
as poria sobre aqueles que os odiavam. Moisés os instrui a consumir todos os povos que o Senhor lhes entregasse. Não deveriam olhar para eles com piedade e não deveriam servir aos deuses deles, pois isso seria uma armadilha. Se eles pensassem em seus corações: "Essas nações são mais numerosas do que nós? Como poderemos expulsá-las?" Moisés os encoraja. Não tenha medo delas. Eles deveriam se lembrar do que o Senhor, seu Deus, fez a Faraó e a todo o Egito. As grandes provas que viram com os próprios Olhos, os sinais e maravilhas, a mão poderosa e o braço
estendido com que o Senhor os tirou. O Senhor faria o mesmo com todos os povos dos quais Israel tinha medo. Ele enviaria vespas contra eles para destruir os que restassem e se escondessem de Israel. Moisés finaliza essa sessão com uma poderosa garantia. Israel não deveria ter pavor deles, pois o Senhor, seu Deus, estava no meio deles, um Deus grande e temível. O Senhor expulsaria essas nações pouco a Pouco, não de uma vez, para que os animais selvagens não se multiplicassem contra Israel. O Senhor os entregaria nas mãos de Israel, perturbando-os com grande confusão, até que
fossem destruídos. E ele entregaria seus reis nas mãos de Israel, que apagaria o nome deles de debaixo do céu. Ninguém poderia resistir a Israel até que fossem destruídos. Moisés continua a falar ao povo de Israel e suas palavras se tornam um lembrete profundo sobre o propósito Da jornada no deserto e a importância de não esquecer o cuidado de Deus. Ele os exorta. Tenham o cuidado de cumprir todos os mandamentos que hoje lhes ordeno, para que vivam, se multipliquem e entrem na terra que o Senhor jurou a seus pais a fim de possuí-la. Ele os convida
a se lembrarem de todo o caminho que o Senhor, seu Deus, os guiante aqueles 40 anos no deserto. Essa provação não foi em vão. Teve um propósito claro para humilhá-los e Prová-los para saber o que estava em seus corações, se guardariam ou não os seus mandamentos. Deus os humilhou, permitindo que sentissem fome, mas depois os alimentou com um maná, algo que nem eles, nem seus pais haviam conhecido. Isso foi para lhes mostrar que o homem não vive só de pão, mas de toda a palavra que procede da boca do Senhor. Moisés lembra que durante esses
40 anos suas roupas não envelheceram e seus pés não incharam. Ele compara essa Experiência à disciplina de um pai para com seu filho, mostrando que o Senhor os disciplinava. Portanto, eles deveriam guardar os mandamentos do Senhor, seu Deus, andando em seus caminhos e temendo-o. Ele descreve a terra para a qual estavam indo, uma boa terra com ribeiros de águas, fontes e profundos lagos que nasciam nos vales e nos montes. Uma terra de trigo e cevada. de videiras, figueiras e romanzeiras, uma terra de oliveiras e mel, uma terra onde Não faltaria pão e onde não teriam
falta de coisa alguma. Suas pedras seriam de ferro e dos seus montes poderiam extrair cobre. Quando comessem e se fartassem nessa terra de abundância, Moisés os adverte: Abençoem o Senhor, seu Deus, pela boa terra que lhes deu. Ele os adverte com seriedade, para que não se esquecessem do Senhor, seu Deus, deixando de guardar seus mandamentos, ordenanças e estatutos. Adverte para que, depois de comerem e se fartarem, de Construírem belas casas e morarem nelas, de verem seus rebanhos e manadas se multiplicarem e sua prata e ouro aumentarem, seus corações não se elevassem. Não deveriam se esquecer
do Senhor, que os tirou da terra do Egito, da casa da escravidão. Moisés relembra que foi o Senhor quem os conduziu por aquele grande e terrível deserto, com serpentes venenosas, escorpiões e terra seca sem água. Foi ele quem fez sair água da rocha e quem os alimentou com Maná no deserto, um alimento que seus pais não conheciam, tudo para humilhá-los e prová-los. a fim de que ao final lhes fizesse bem. Ele os alerta a não dizerem em seus corações: "A minha força e o poder da minha mão me trouxeram essa riqueza". Moisés esclarece: "Mas lembrem-se
do Senhor, seu Deus, porque é ele quem lhes dá força para produzir riqueza, a fim de confirmar a sua aliança, que jurou a seus pais, como Hoje se vê." Finalmente, Moisés os adverte com a mais severa das consequências. Se porventura se esquecessem do Senhor, seu Deus, e seguem outros deuses, servindo-os e adorando-os, ele testifica naquele dia que certamente pereceriam. Como as nações que o Senhor destruiu diante deles, assim eles também seriam destruídos se não obedecessem a voz do Senhor, seu Deus. Moisés continua a falar ao povo de Israel e suas palavras Agora carregam um tom
de advertência e humildade. Ele diz: "Ouça, ó Israel, hoje você vai atravessar o Jordão para entrar e possuir nações maiores e mais fortes do que você." Ele descreve essas nações, grandes cidades com muralhas que chegam aos céus e um povo grande e alto, os enaquims, de quem eles já haviam ouvido dizer: "Quem pode resistir aos filhos de Ennaque?" Mas Moisés os assegura, o povo deveria saber que o Senhor, seu Deus, é quem vai Adiante deles como um fogo consumidor. Ele os destruirá e os subjugará diante de Israel, que os expulsará e os destruirá. rapidamente, como
o Senhor havia prometido. No entanto, Moisés faz um alerta crucial. Quando o Senhor, seu Deus, os tiver expulsado de diante de você, não diga em seu coração: "Por causa da minha retidão é que o Senhor me trouxe para possuir esta terra". Ele deixa claro que não é Por causa da retidão ou da sinceridade de coração de Israel que eles estão entrando para possuir a terra. Pelo contrário, é por causa da maldade dessas nações que o Senhor as expulsa de diante deles. E para confirmar a palavra que o Senhor jurou a seus pais, a Abraão, Isaque
e Jacó, Moisés insiste: "O povo deve entender que o Senhor, seu Deus, não está lhes dando aquela boa terra por causa da sua retidão, pois eles são um povo teimoso." Ele então relembra episódios marcantes da rebelião de Israel contra o Senhor no deserto, começando desde o dia em que saíram do Egito até chegarem a aquele lugar. Ele os recorda da ira de Deus em Horeb, onde provocaram o Senhor e quase foram destruídos. Ele detalha o episódio do bezerro de ouro quando agiram de forma corrupta, fazendo um ídolo de metal fundido, logo após Deus ter falado
com eles face a face no Sinai. A ira do Senhor foi tão grande que ele ameaçou Destruí-los. Moisés conta como ele intercedeu diante de Deus por 40 dias e 40 noites, sem comer pão nem beber água, por causa do grande pecado que haviam cometido ao se virarem tão rapidamente do caminho que o Senhor lhes havia ordenado. Ele lembra a Moisés que o Senhor destruiu o bezerro, moendo-o até virar pó e jogando o pó na torrente que descia do monte. Moisés também recorda a ira de Deus em Taberá, Massá e Quibrote Ataavá, lugares onde o povo
novamente Provocou o Senhor. Por fim, Moisés traz a memória a rebelião em Cadesbarneia, quando o Senhor os enviou para possuir a terra, mas eles se rebelaram contra a ordem de Deus e não acreditaram nele, nem obedeceram à sua voz. Ele reitera: "Vocês foram rebeldes contra o Senhor desde o dia em que os conheci". Moisés finaliza essa sessão, lembrando mais uma vez sua intercessão no Sinai, quando se prostrou diante do Senhor por 40 dias e 40 noites, orando Para que Deus não destruísse seu povo, sua herança, que havia sido resgatada com grande poder do Egito. Ele
suplicou a Deus que se lembrasse de Abraão, Isaque e Jacó. seus servos e não olhasse para a dureza do coração do povo, nem para sua maldade ou pecado. Pois se Deus os destruísse, as nações diriam que o Senhor não poôde levá-los à terra prometida ou que os odiava. Ele clamou a Deus, lembrando que Israel era o povo e a herança de Deus, que ele havia tirado Do Egito com seu grande poder e braço estendido. Moisés continua a falar e sua voz se torna mais didática, revelando as instruções divinas após os momentos de rebelião. Ele recorda
que naquela época o Senhor lhe disse: "Corte duas tábuas de pedra, iguais às primeiras, e suba a mim no monte. Faça também uma arca de madeira. Moisés fez a arca e as tábuas e subiu ao monte com elas. Então o Senhor escreveu nas novas tábuas as mesmas 10 palavras, os 10 mandamentos que estavam Nas primeiras tábuas que Moisés havia quebrado. O Senhor as entregou a Moisés e ele desceu do monte e as colocou na arca que havia feito. Ali elas permaneceram como o Senhor havia ordenado. Moisés faz uma breve menção sobre a viagem do povo
de Israel. Eles partiram de Berote Ben e Jaacã para Moserá. onde Arão morreu e foi sepultado, e seu filho Eleazar o sucedeu no sacerdócio. Dali foram para Guda, e de Gud para Jotbat, uma terra de Ribeiros de águas. Ele então explica que naquela ocasião o Senhor separou a tribo de Levi para carregar a arca da aliança do Senhor, para estar diante do Senhor, para servi-lo e para abençoar em seu nome, como fazem até hoje. Por essa razão, os levitas não receberam herança de terra ou porção entre seus irmãos. O próprio Senhor é a sua herança,
como Deus lhes havia prometido. Moisés recorda que ele mesmo permaneceu no monte por 40 dias e 40 noites, assim Como da primeira vez, e que o Senhor o ouviu também nessa ocasião, não querendo destruir Israel. O Senhor então disse a Moisés: "Levante-se, vá adiante do povo para que entrem e possuam a terra que jurei a seus pais que lhes daria." Agora, Moisés volta-se diretamente para o que Deus realmente exige de Israel e dele mesmo. Ele pergunta: "Agora, Israel, o que o Senhor, seu Deus, pede de você? Apenas que tema o Senhor, seu Deus, que ande
em todos os seus Caminhos, que o ame e que o sirva com todo o seu coração e com toda a sua alma. E claro, que guardem os mandamentos e estatutos que o Senhor lhes dava naquele dia para o seu próprio bem. Moisés enfatiza a soberania absoluta de Deus. Eis que os céus e os céus dos céus pertencem ao Senhor, seu Deus, a terra e tudo o que nela há. No entanto, ele revela que o Senhor se afeiçoou apenas aos seus pais e os amou e escolheu a Descendência deles depois deles, a Israel, dentre todos os
povos, como se vê naquele dia. Por isso, Moisés os chama a uma transformação interna. circuncidem o prepúcio do seu coração e não sejam mais teimosos. Ele descreve o caráter de Deus. O Senhor é o Deus dos deuses e o Senhor dos senhores. O Deus grande, poderoso e temível, que não faz acepção de pessoas, nem aceita suborno. Ele executa a justiça para o órfão e a viúva e ama o estrangeiro, dando-lhe pão E veste. Ele os exorta. Portanto, amem o estrangeiro, pois vocês mesmos foram estrangeiros na terra do Egito. Ele os lembra de temer o Senhor,
seu Deus, de servi-lo, de apegar-se a ele e de jurar pelo seu nome. O Senhor é o louvor deles, o seu Deus, que fez por eles aquelas grandes e temíveis coisas que viram com seus próprios olhos. Quando seus pais desceram ao Egito, eram apenas 70 pessoas. Mas agora o Senhor os havia feito tão numerosos como as estrelas do Céu. Moisés continua a instruir o povo e suas palavras agora se voltam para o futuro, apresentando as escolhas claras diante deles. Ele diz: "Portanto, amem o Senhor, seu Deus e guardem sempre os seus preceitos, os seus estatutos,
as suas ordenanças e os seus mandamentos." Ele enfatiza que o povo deve reconhecer a disciplina do Senhor, as suas grandezas, a sua mão poderosa e o seu braço estendido. Moisés os lembra das obras de Deus que eles viram, o que fez Com Faraó e com todo o Egito. Como Deus perseguiu o exército egípcio com seus cavalos e carros, afogando-os no Mar Vermelho quando perseguiam Israel. Ele recorda o que Deus fez por eles no deserto até chegarem àele lugar. E o que fez com Datã e Abirão, filhos de Eliabe, que a terra abriu a boca e
os engoliu com suas famílias e tudo o que lhes pertencia no meio de todo o Israel. Moisés deixa claro que foram os próprios olhos do povo que viram todas as grandes Obras do Senhor. Por isso, ele os exorta a guardar todos os mandamentos que lhes estava dando naquele dia, para que fossem fortes e pudessem entrar e possuir a terra para a qual estavam indo. Ao obedecerem, viveriam muito tempo na terra que o Senhor jurou dar a seus pais e a sua descendência, uma terra que mana leite e mel. Moisés traça um contraste vital. A terra
que estavam indo possuir não era como a terra do Egito, de onde saíram, onde tinham que Semear e irrigar com o pé, como uma horta. A terra para a qual estavam indo, porém, era uma terra de montes e de vales que bebia a água da chuva dos céus. Era uma terra da qual o Senhor, seu Deus, cuidava. Os olhos do Senhor estavam sobre ela continuamente, desde o começo até o fim do ano. Ele faz uma promessa condicional. Se diligentemente obedecerem aos meus mandamentos, que hoje lhes ordeno, de amar o Senhor, seu Deus, e de servi-lo
com todo o seu Coração e com toda a sua alma. Então darei a chuva para a sua terra a seu tempo, a chuva temporã e a tardia, para que você recolha o seu cereal, o seu vinho novo e o seu azeite. O Senhor também daria erva em seus campos para o gado, para que pudessem comer e se fartar. Moisés, no entanto, os adverte severamente: "Cuidado para que seus corações não se enganem e vocês se desviem e sirvam a outros deuses e se inclinem a eles. Se isso acontecesse, a Ira do Senhor se acenderia contra eles.
Ele fecharia os céus para que não houvesse chuva e a terra não daria seu fruto. Rapidamente eles pereceriam da boa terra que o Senhor lhes estava dando. Portanto, Moisés os instrui a colocar essas palavras em seus corações e em suas almas, e a amarrá-las como um sinal em suas mãos e a prendê-las na testa entre os olhos. Deveriam ensiná-las a seus filhos, falando delas quando estivessem sentados em casa, Quando estivessem andando pelo caminho, quando se deitassem e quando se levantassem. deveriam escrevê-las nos umbrais de suas casas e em seus portões. Tudo isso para que seus
dias e os dias de seus filhos se prolongassem na terra que o Senhor jurou dar a seus pais, enquanto o céu durasse sobre a terra. Moisés finaliza essa sessão com uma declaração poderosa de vitória, caso obedecessem. Se guardassem diligentemente todos os Mandamentos que ele lhes ordenava, amando o Senhor, andando em todos os seus caminhos e apegando-se a ele, o Senhor expulsaria todas aquelas nações de diante deles. Eles possuiriam nações maiores e mais poderosas do que eles. Todo lugar onde a sola do pé deles pisasse, seria deles, desde o deserto e o Líbano, desde o grande
rio, o rio Eufrates, até o mar ocidental. Ninguém poderia resistir a eles. O Senhor, seu Deus, poria o temor e o pavor de Israel Sobre toda a terra que pisassem, como lhes havia prometido. Moisés conclui essa parte com uma escolha fundamental. Vejam que hoje eu lhes ponho diante de vocês uma bênção e uma maldição. A bênção viria se obedecessem aos mandamentos do Senhor, seu Deus. A maldição viria se desobedecessem, se desviassem do caminho que ele lhes ordenava e servissem a outros deuses que não haviam conhecido. Ele indica o lugar onde essas bênçãos e Maldições seriam
proclamadas no futuro. No monte Jerizim. e no monte Ebbau, do outro lado do Jordão, perto dos carvalhos de Moré, na terra dos Cananeus. Eles estavam prestes a atravessar o Jordão para possuir a terra que o Senhor lhes dava para herança. E deveriam ter o cuidado de cumprir todos os estatutos e ordenanças que Moisés lhes apresentava naquele dia. Moisés continua a instruir o povo e suas palavras agora se focam em um aspecto Crucial da vida em Canaã, o lugar certo para adorar a Deus. Ele diz: "Estes são os estatutos e os preceitos que vocês terão o
cuidado de cumprir na terra que o Senhor, o Deus de seus pais, lhes deu para possuírem por todos os dias que viverem sobre ela." Ele instrui claramente o que Israel deveria fazer ao possuir a terra. destruir completamente todos os lugares onde as nações que iriam desapoçar serviam a seus deuses, seja nos altos montes, nos outiros ou Debaixo de toda a árvore frondosa. Devem derrubar seus altares, despedaçar suas colunas sagradas, queimar seus postes ídolos e cortar as imagens esculpidas de seus deuses, apagando o nome deles daquele lugar. Moisés enfatiza que não deveriam adorar o Senhor, seu
Deus, da mesma forma que aqueles povos adoravam seus deuses. Pelo contrário, o Senhor, seu Deus, escolheria um lugar dentre todas as tribos para ali pôr o seu nome e fazer Sua habitação. É a esse lugar que Israel deveria ir para buscar a presença de Deus. Ali, naquele lugar escolhido, deveriam levar seus holocaustos e sacrifícios, seus dízimos e ofertas, suas ofertas votivas e voluntárias, e os primogênitos de seus rebanhos e manadas. Lá diante do Senhor seu Deus, eles deveriam comer e se alegrar com tudo o que suas mãos tivessem feito, eles, suas famílias e os levitas
que estivessem em suas cidades. Moisés proíbe a prática de fazerem o que cada um achasse certo, como faziam no deserto até aquele momento. Ele esclarece que quando atravessassem o Jordão e vivessem na terra que o Senhor lhes daria como herança e tivessem descanso de todos os inimigos ao redor e vivessem em segurança, então o Senhor escolheria um lugar para fazer habitar o seu nome. Para esse lugar, Moisés repete: "Deviam levar tudo o que ele lhes ordenava, seus holocaustos e Sacrifícios, dízimos e ofertas, e todas as suas ofertas votivas. Lá deveriam se alegrar perante o Senhor,
seu Deus, eles, seus filhos e filhas, seus servos e servas, e os levitas que estivessem em suas cidades, pois os levitas não tinham parte nem herança com eles. Ele os adverte: "Cuidado para não oferecer seus holocaustos em qualquer lugar que você veja. As ofertas só poderiam ser feitas no lugar que o Senhor escolhesse em uma de suas tribos. Somente ali eles Deveriam fazer tudo o que Moisés lhes ordenava. No entanto, Moisés permite que pudessem comer carne em suas cidades, conforme o seu desejo, de acordo com a bênção que o Senhor, seu Deus, lhes desse. Tanto
o cerimonialmente impuro quanto o puro poderiam comer, como se come o veado e a gazela. Apenas não deveriam comer o sangue, deveriam derramá-lo na terra como água. Ele lista o que não poderiam comer em suas cidades. O dízimo do cereal, do vinho Novo ou do azeite, nem os primogênitos de seus rebanhos ou manadas, nem qualquer de suas ofertas votivas ou voluntárias, nem a oferta alçada de suas mãos. Tudo isso deveria ser comido diante do Senhor, no lugar que ele escolhesse eles, seus filhos, filhas, servos, servas e o levita. Moisés os instrui a ter o cuidado
de não abandonar o levita enquanto vivessem na terra. E se o lugar escolhido pelo Senhor fosse muito longe para eles, poderiam abater Seus rebanhos e manadas que o Senhor lhes havia dado, comer em suas cidades, conforme o desejo de suas almas, como lhes havia ordenado. O sangue, porém, deveriam derramar na terra como água. Ele repete o comando de fazer o que é reto aos olhos do Senhor. Apenas deveriam ser diligentes em guardar todos os mandamentos que lhes estava dando, para que tudo lhes corresse bem a eles e a seus filhos depois deles para sempre. Moisés
adverte novamente sobre o perigo De seguir as práticas das nações que seriam expulsas. Ele diz para não se informarem sobre seus deuses, perguntando como esses povos o serviam, pensando: "Eu também farei assim". Não deveriam fazer tais coisas ao Senhor, seu Deus? Ele revela que essas nações praticavam todas as abominações que o Senhor odeia, chegando a queimar seus filhos e filhas no fogo como sacrifícios a seus deuses. Ele conclui o capítulo com uma advertência final. e solene. Tudo o que eu lhes ordeno, tenham o cuidado de cumprir. Nada acrescente a isso, nem nada tire disso. Moisés
continua a falar ao povo e suas palavras agora abordam uma questão de extrema seriedade. Como proteger a adoração pura ao Senhor? Ele alerta: "Se aparecer no meio de vocês um profeta ou um sonhador de sonhos que lhes anunciar um sinal ou um prodígio e o sinal ou o prodígio se cumprir e ele disser: "Vamos seguir outros deuses que vocês não conheceram e Vamos servi-los, não deem ouvidos as palavras daquele profeta ou daquele sonhador de sonhos." Moisés explica o motivo. O Senhor, o Deus deles, estará apenas testando-os. para saber se o amam de todo o coração
e de toda a alma. A resposta correta era clara. Deveriam seguir somente o Senhor, seu Deus, temê-lo, guardar seus mandamentos, obedecer a sua voz, servi-lo e apegar-se a ele. Quanto ao falso profeta ou sonhador, ele deveria ser morto, pois Pregou a rebelião contra o Senhor, que os tirou da terra do Egito e os resgatou da casa da escravidão. Isso era para afastar o mal do meio de Israel. Ainda sobre esse tema, Moisés alerta sobre outra situação perigosa. Se um irmão, filho, filha, esposa amada ou mesmo um amigo mais íntimo, secretamente os tentasse, dizendo: "Vamos servir
a outros deuses." Deus que nem eles, nem seus pais conheceram. Deuses dos povos ao seu redor ou deuses de terras Distantes não deveriam ceder nem ouvir essa pessoa. Não deveriam ter pena, nem compaixão, nem encobrir tal pecado. Pelo contrário, a mão deles deveria ser a primeira a se levantar contra essa pessoa para matá-la e depois a mão de todo o povo. Essa pessoa deveria ser apedrejada até morrer, porque procurou afastá-los do Senhor, seu Deus, que os tirou da terra do Egito, da casa da escravidão. Esse ato serviria de exemplo para todo o Israel, para que
ouvissem e Não mais cometessem tal mal no meio deles. Moisés também aborda o caso de cidades inteiras que se desviassem. Se ouvissem falar que em alguma de suas cidades, que o Senhor, seu Deus, lhes estava dando para habitarem, homens perversos tivessem saído do meio deles e enganado os moradores, dizendo: "Vamos servir a outros deuses que vocês não conheceram. Israel deveria investigar, deveriam inquirir e perguntar diligentemente. Se fosse verdade e o Fato abominável fosse confirmado, que tal coisa fora praticada no meio deles, então deveriam destruir totalmente os moradores daquela cidade a fio de espada e também
tudo o que nela havia, inclusive o gado. deveriam ajuntar todos os despojos da cidade em praça pública e queimar a cidade, e todos os seus despojos com fogo, como um holocausto ao Senhor, seu Deus. Ela deveria se tornar um montão de ruínas para sempre e nunca mais ser reconstruída. E Moisés alerta: "Nada do que é condenado à destruição deverá se apegar à sua mão, para que o Senhor se afastasse do furor da sua ira, lhes mostrasse misericórdia e os multiplicasse, como jurou a seus pais." Isso aconteceria se eles dessem ouvidos à voz do Senhor, seu
Deus, guardando todos os seus mandamentos que Moisés lhes ordenava naquele dia e fazendo o que era reto aos olhos do Senhor. Moisés continua sua instrução ao povo e sua voz se concentra na identidade única de Israel e em como essa identidade deveria se refletir em suas práticas diárias. Ele afirma: "Vocês são filhos do Senhor, seu Deus. Não façam cortes no corpo, nem rapem a cabeça por causa de alguém que morreu. Isso porque eles eram um povo santo ao Senhor, seu Deus, e o Senhor os havia escolhido dentre todos os povos da face da terra para
serem seu tesouro particular. Ele então passa a detalhar o que o povo podia e não podia comer, diferenciando os alimentos puros dos Impuros. Moisés explica que podem comer todo o animal que tem casco fendido e dividido em dois e que remói entre os animais que não podiam comer, mesmo que tivessem casco fendido ou remoessem, ele lista o camelo, porque remói, mas não tem casco fendido. O coelho porque remói, mas não tem casco fendido. A lebre porque remói, mas não tem casco fendido. O porco porque tem casco fendido, mas não remói. Eles seriam impuros para Israel
e o povo não deveria Comer a carne desses animais, nem tocar em seus cadáveres. Entre todos os que vivem na água podiam comer os que tivessem barbatanas e escamas. Mas qualquer coisa que não tivesse barbatanas nem escamas, não podiam comer. Seria impuro para eles. Entre as aves, Moisés lista as que não deviam comer. águia, o abutre, a águia marinha, o falcão e o milhafre segundo a sua espécie, todo o corvo segundo a sua espécie, o avestruz, a coruja, a Gaivota, o gavião segundo a sua espécie, o mocho, o pelicano, o urubu, a cegonha, a garça
segundo a sua espécie, a polpa e o morcego. Ele afirma que todo inseto alado seria impuro para eles, não devendo ser comido, mas podiam comer toda a ave limpa. Moisés reitera uma proibição importante. Não comam nada que tenha morrido por si mesmo. Essa carne poderia ser dada ao estrangeiro que estivesse em suas cidades para que a comesse, ou vendida a um estranho. A Razão porque vocês são um povo santo ao Senhor, seu Deus. E finalmente ele reitera uma lei fundamental sobre a culinária. Não cozinhem o cabrito no leite de sua mãe. A instrução de Moisés
continua com a lei dos dízimos. Ele ordena que separem o dízimo de toda a produção da semente que a terra produzisse ano após ano. O dízimo do cereal, do vinho novo e do azeite, e os primogênitos de seus bois e ovelhas, deveriam ser comidos diante do Senhor, No lugar que ele escolhesse para fazer habitar o seu nome. Isso era para que aprendessem a temer o Senhor, seu Deus, todos os dias. Se o caminho fosse muito longo e o lugar escolhido pelo Senhor fosse distante demais para levar o dízimo, Moisés instrui que quando o Senhor os
abençoasse, poderiam converter o dízimo em dinheiro. Esse dinheiro deveria ser levado ao lugar escolhido pelo Senhor. Lá poderiam gastar o dinheiro com tudo o que desejassem, Bois, ovelhas, vinho ou bebida forte, e comer ali na presença do Senhor seu Deus e se alegrar eles e suas famílias. Ele adverte: "Não abandonem o levita que vive em sua cidade, pois o levita não tinha parte nem herança própria." Moisés então estabelece uma lei especial para o dízimo do terceiro ano. A cada 3 anos, deveriam tirar todo o dízimo de sua produção daquele ano e guardá-lo em suas cidades.
Esse dízimo seria para o levita, que não tinha herança própria, Para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva que estivessem em suas cidades, para que pudessem comer e se fartar. Se fizessem isso, o Senhor, seu Deus, os abençoaria em todo o trabalho que as suas mãos realizassem. Moisés continua a instruir o povo de Israel e sua voz se concentra em leis que demonstram a justiça e a misericórdia de Deus para com os menos favorecidos. Ele diz: "Ao fim de cada 7 anos, você Fará uma remissão de dívidas". Ele explica como funcionaria essa remissão.
Todo credor que tivesse feito um empréstimo ao seu próximo deveria cancelar a dívida. não poderia cobrá-la de seu próximo, nem de seu irmão, porque se proclamara o ano do cancelamento do Senhor. Moisés esclarece que essa lei se aplicava ao irmão israelita. De um estrangeiro, a dívida poderia ser cobrada. Ele assegura ao povo que essa obediência traria bênçãos. Assim não Haverá pobre entre vocês, porque o Senhor os abençoaria grandemente na terra que lhes estava dando como herança, se ouvissem atentamente a voz do Senhor, seu Deus, e tivessem o cuidado de cumprir todos os mandamentos que Moisés
lhes ordenava naquele dia. O Senhor os abençoaria tanto que emprestariam a muitas nações, mas não precisariam tomar emprestado. Dominariam muitas nações, mas não seriam dominados. Moisés, porém, reconhece a realidade da Condição humana. Se houvesse um pobre entre eles, um irmão necessitado em qualquer uma de suas cidades na terra que o Senhor lhes dava, ele adverte: "Não endureça o seu coração, nem feche a mão para com o seu irmão necessitado. Pelo contrário, deveriam abrir a mão generosamente e emprestar-lhe o suficiente para a sua necessidade. Ele os alerta a não terem um pensamento perverso como o sétimo
ano, o ano do cancelamento, está próximo e, por isso, Não ajudarem seu irmão pobre. Se fizessem isso, o pobre clamaria ao Senhor contra eles, e isso seria pecado. Deveriam dar-lhe livremente, sem ressentimento, pois por essa atitude o Senhor os abençoaria em todo o seu trabalho e em tudo o que fizessem. Moisés reafirma: "Pois nunca cessará de haver pobres na terra. Por isso, ele lhes ordenava que abrissem a mão liberalmente para seu irmão, para o necessitado e para o pobre na sua Terra". A instrução de Moisés se volta então para a liberação de servos. Se um
irmão hebreu, homem ou mulher, se vendesse a eles e o servisse por 6 anos, no sétimo ano deveriam libertá-lo. E ao libertá-lo, não deveriam mandá-lo embora de mãos vazias. Deveriam prover abundantemente do seu rebanho, da sua eira e do seu lagar. Deveriam dar-lhe do que o Senhor os abençoou. Moisés os lembra. Lembrem-se de que vocês foram escravos na terra do Egito e o Senhor, Seu Deus, os resgatou. Por isso, lhes ordeno isso hoje. No entanto, se o servo dissesse: "Não quero sair de você, porque amava seu senhor e sua casa e estava bem com ele,
então o Senhor deveria pegar uma sovela e furar a orelha do servo na porta, e ele seria seu servo para sempre". A mesma regra se aplicava à serva. Moisés adverte para que não achassem difícil libertar o servo, pois o serviço dele por se anos valia o dobro do trabalho de Um diarista. Se agissem assim, o Senhor os abençoaria em tudo o que fizessem. Por fim, Moisés instrui sobre os primogênitos do gado e do rebanho. Todos os machos primogênitos de seus bois e ovelhas seriam consagrados ao Senhor, seu Deus. Não deveriam trabalhar com o primogênito do
boi, nem tosquear o primogênito da ovelha. Deveriam comê-los anualmente diante do Senhor, seu Deus, no lugar que ele escolhesse, eles e suas famílias. Se o primogênito tivesse algum Defeito, fosse coxo ou cego, ou tivesse qualquer outro defeito grave, não deveriam sacrificá-lo ao Senhor. Poderiam comê-lo em suas cidades, tanto o cerimonialmente impuro quanto o puro, como se come o veado e a gazela. Apenas não deveriam comer o seu sangue. Deveriam derramá-lo na terra como água. Moisés continua a instruir o povo de Israel, e suas palavras agora se voltam para as festas anuais que deveriam ser celebradas
em honra ao Senhor em um Lugar que ele escolheria. Ele ordena: "Observem o mês de Abibe e celebrem a Páscoa ao Senhor, seu Deus. Pois foi nesse mês que o Senhor os tirou do Egito de noite. O sacrifício da Páscoa ao Senhor, seu Deus deveria ser feito de ovelhas e de gado, no lugar que o Senhor escolhesse para ali fazer habitar o seu nome. Não deveriam comer pão levedado junto com ele. Por sete dias comeriam pão sem fermento, o pão da aflição, pois saíram apressadamente da terra do Egito. Isso era para que se lembrassem do
dia em que saíram do Egito todos os dias de suas vidas. Por sete dias não se acharia fermento em toda a terra, e nenhuma carne do sacrifício da Páscoa que oferecessem na primeira tarde poderia sobrar até a manhã seguinte. A Páscoa não poderia ser sacrificada em qualquer cidade de Israel, mas somente no lugar que o Senhor, seu Deus, escolhesse. Deveriam assá-la e comê-la ali, e, na manhã seguinte voltar para suas tendas. Seis dias comeriam pão sem fermento e no sétimo dia haveria uma assembleia solene ao Senhor, sem trabalho. Depois, Moisés instrui sobre a festa das
semanas. Sete semanas deveriam ser contadas a partir do momento em que começassem a passar a foice na seara. Então, celebrariam a festa das semanas ao Senhor, seu Deus, oferecendo uma oferta voluntária das mãos, conforme o Senhor os abençoasse. Deveriam se alegrar diante do Senhor, seu Deus. Eles, seus Filhos e filhas, seus servos e servas, o levita, o estrangeiro, o órfão e a viúva que estivessem com eles no lugar que o Senhor, seu Deus, escolhesse para fazer habitar o seu nome. E Moisés os lembrava: "Lembrem-se de que vocês foram escravos no Egito e tenham o cuidado
de cumprir esses estatutos". A terceira festa era a festa dos tabernáculos. deveriam celebrá-la por sete dias depois de terem recolhido o Produto da eira e do lagar. Deveriam se alegrar nessa festa eles, seus filhos e filhas, seus servos e servas, o levita, o estrangeiro, o órfão e a viúva. Por sete dias celebrariam essa festa ao Senhor, seu Deus, no lugar que o Senhor escolhesse, pois o Senhor os abençoaria em toda a sua produção e em todo o trabalho de suas mãos. Moisés reforça. Três vezes no ano todos os seus machos aparecerão diante do Senhor seu
Deus no lugar que ele escolher, na festa dos Pães asmos, Páscoa, na festa das semanas e na festa dos tabernáculos. E ele faz uma observação crucial. Ninguém aparecerá vazio diante do Senhor. Cada um deveria dar conforme a bênção que o Senhor, seu Deus, lhes tivesse concedido. Moisés então muda o foco para a administração da justiça dentro da terra. Ele ordena: "Estabeleçam juízes e oficiais em todas as suas cidades que o Senhor lhes estava dando segundo as suas tribos. Esses juízes e oficiais deveriam Julgar o povo com justiça reta. Ele adverte com veemência: "Não distorçam a
justiça, não façam acepção de pessoas, nem aceitem suborno, pois o suborno cega os olhos do sábio e perverte as palavras do justo. O que era reto deveriam seguir para que pudessem viver e possuir a terra que o Senhor, seu Deus, lhes estava dando." Moisés proíbe que se plante qualquer tipo de árvore para servir de poste ídolo. erá perto do altar do Senhor seu Deus que eles Fizessem. E não deveriam erguer colunas sagradas, algo que o Senhor, seu Deus, odeia. Moisés continua suas instruções ao povo de Israel, detalhando as leis que garantem a pureza da adoração
e a justiça em toda a terra. Ele começa com uma ordem clara sobre os sacrifícios. Não sacrifiquem ao Senhor, seu Deus bois ou ovelhas que tenham qualquer defeito ou qualquer coisa errada, pois isso é uma abominação ao Senhor, seu Deus. Moisés então aborda um problema grave. Se alguém, homem ou mulher, fosse encontrado entre eles em alguma de suas cidades, praticando o que era mal aos olhos do Senhor e violando sua aliança, servindo a outros deuses, adorando o sol, a lua ou qualquer dos astros do céu, algo que Deus proibira expressamente. E se isso chegasse ao
conhecimento dos juízes, deveriam investigar diligentemente. Se fosse verdade e o crime abominável Fosse comprovado, deveriam levar aquela pessoa, homem ou mulher, para fora dos portões da cidade e apedrejá-la até a morte. A lei exigia que a pena de morte só pudesse ser imposta com o testemunho de duas ou três testemunhas. Uma única testemunha não seria suficiente para condenar alguém à morte. A mão das testemunhas deveria ser a primeira a se levantar contra o condenado para matá-lo e depois a mão de todo o povo. Isso era para que o mal fosse eliminado do meio De Israel.
Em casos de julgamento difíceis demais para os juízes locais, como questões de sangue, homicídio, ou de direito, disputas, ou de agressão, ferimentos ou qualquer controvérsia em suas cidades, o povo deveria levantar-se e ir ao lugar que o Senhor, seu Deus, escolhesse. Deveriam se apresentar aos levitas sacerdotes e ao juiz que estivesse em função naqueles dias. Eles consultariam e os sacerdotes lhes dariam a sentença da causa. Moisés ordena que o Povo siga exatamente a sentença que lhes fosse declarada no lugar que o Senhor escolhesse, sem se desviar nem para a direita, nem para a esquerda. Qualquer
um que agisse com arrogância e não obedecesse ao sacerdote ou ao juiz, deveria ser morto. Assim, Israel eliminaria o mal do seu meio, e todo o povo ouviria e temeria. Moisés também estabelece as leis para quando Israel tivesse um rei. Ele diz que quando o povo entrasse na terra que o Senhor lhes Dava e a possuísse e nela habitasse e dissesse: "Eu quero pôr um rei sobre mim, como todas as nações que me rodeiam. Deveriam escolher um rei que o Senhor, seu Deus, elegesse. Deveriam pôr sobre eles um rei dentre seus irmãos e não um
estrangeiro. O rei não deveria multiplicar cavalos para si, nem fazer o povo voltar ao Egito para multiplicar cavalos, pois o Senhor havia dito: "Nunca mais vocês voltarão por aquele caminho." Também não deveria multiplicar esposas para si, para que seu coração não se desviasse, nem acumular muita prata e ouro. Quando o rei se sentasse no trono de seu reino, ele deveria escrever para si uma cópia desta lei que estaria com os sacerdotes levitas. Essa cópia deveria permanecer com ele e ele deveria lê-la todos os dias de sua vida. Isso era para que aprendesse a temer o
Senhor, seu Deus e a guardar todas as palavras desta lei e esses estatutos, Cumprindo-os. Assim, seu coração não se exaltaria sobre seus irmãos, e ele não se desviaria dos mandamentos, nem para a direita, nem para a esquerda, para que ele e seus filhos prolongassem seus dias no reino de Israel. Moisés continua a instruir o povo de Israel e suas palavras agora se voltam para o sustento daqueles que serviriam a Deus de forma especial e para a forma de reconhecer a voz genuína do Senhor. Ele começa explicando o sustento dos levitas e sacerdotes. A tribo de
Levi, os sacerdotes e todos os levitas não teria parte nem herança com o restante de Israel. Eles viveriam das ofertas queimadas ao Senhor e da parte que lhes era devida. Eles comeriam das ofertas do Senhor, da parte que lhe é devida. Não teriam herança no meio de seus irmãos. O Senhor mesmo seria a sua herança, como ele lhes havia prometido. Moisés detalha o que era devido aos sacerdotes pelo Povo que oferecesse um sacrifício, a espádua, as duas faces e o estômago. Também deveriam dar aos sacerdotes as primícias do cereal, do vinho novo e do azeite,
e a primeira lã das suas ovelhas. Isso porque o Senhor, seu Deus, os havia escolhido dentre todas as tribos para que estivessem ali para servir em nome do Senhor, eles e seus filhos para sempre. Se um levita viesse de qualquer uma das cidades de Israel, de onde Morava, e viesse com todo o desejo de sua alma ao lugar que o Senhor escolhesse, ele poderia servir ali em nome do Senhor, seu Deus, assim como todos os seus irmãos levitas que estavam ali diante do Senhor. Eles comeriam porções iguais, além do que vendessem de suas posses paternas.
Moisés então adverte o povo sobre as abominações das nações que iriam desapossar. Ele diz: "Quando você tiver entrado na terra que o Senhor, seu Deus, lhe está dando, não Aprenda a imitar as abominações daqueles povos. Não deveria haver entre eles quem fizesse seu filho ou sua filha passar pelo fogo. nem adivinho, nem praticante de magia, nem agoureiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte os mortos, nem mágico, nem quem consulte os espíritos, pois quem pratica essas coisas é abominável ao Senhor. E por causa dessas abominações, o Senhor, seu Deus, expulsaria aquelas nações de Diante deles.
Israel deveria ser íntegro para com o Senhor, seu Deus. Moisés promete que as nações que eles iriam desapoçar ouviam advivinhos e magos. Mas para Israel o Senhor, seu Deus havia levantado algo diferente. Ele anuncia uma grande promessa. O Senhor, seu Deus, levantará para vocês um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a mim. A ele vocês deverão ouvir. Ele explica que isso era exatamente o que o povo havia pedido ao Senhor seu Deus no monteorbe, No dia da assembleia, dizendo que eu não ouça mais a voz do Senhor meu Deus, nem veja mais este grande
fogo para que eu não morra. E o Senhor disse a Moisés que eles haviam falado bem. Então Deus declara: "Eu lhes levantarei um profeta do meio de seus irmãos, semelhante a você. Pi as minhas palavras na sua boca, e ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar. E acontecerá que de quem não ouvir as minhas palavras que ele falar em meu nome, eu mesmo lhe pedirei Contas. Moisés também adverte sobre o falso profeta. Se um profeta presumisse falar em nome do Senhor uma palavra que Deus não lhe tivesse ordenado falar, ou se falasse em
nome de outros deuses, esse profeta deveria morrer. E se o povo pensasse, como saberemos que a palavra não é do Senhor? Moisés dá o sinal. Quando um profeta falar em nome do Senhor e essa palavra não acontecer nem se cumprir, essa é a palavra que o Senhor não falou. Com presunção falou o Tal profeta: "Você não deverá temê-lo". Moisés continua a instruir o povo de Israel e suas palavras agora se voltam para a proteção da vida e a garantia da justiça na terra que o Senhor lhes daria. Ele diz: "Quando o Senhor, seu Deus, tiver
expulsado as nações cuja terra ele lhes dá, e você as tiver desapoçado e habitado em suas cidades e em suas casas, você deve separar três cidades no meio da sua terra que o Senhor lhes daria para possuírem." Moisés explica a finalidade dessas cidades. Elas seriam para o homicida involuntário, aquele que matasse seu próximo sem querer e sem o odiar antes. Ele dá um exemplo. Se um homem fosse com seu próximo cortar lenha no bosque e ao levantar o machado para cortar uma árvore, a cabeça do machado se soltasse e atingisse o seu próximo, causando a
morte, o homem poderia fugir para uma dessas cidades e viver. A intenção era clara, impedir que o vingador do sangue, Com o coração inflamado, perseguisse o homicida enquanto a distância fosse grande demais e o matasse, mesmo que o homicida não fosse culpado de morte. pois não havia ódio anterior. Por isso, Moisés ordena que separem três cidades para si. E se o Senhor, seu Deus, lhes alargasse as fronteiras, como havia jurado a seus pais, e lhes desse toda a terra que prometera dar a seus pais, se eles guardassem todos os mandamentos e fizessem o que era
justo aos olhos do Senhor, então poderiam acrescentar mais três cidades, totalizando seis. Isso era para que sangue inocente não fosse derramado na terra que o Senhor lhes dava como herança e para que não houvesse culpa de sangue sobre eles. No entanto, Moisés adverte severamente: "Mas se alguém odiar seu próximo e o emboscar e se levantar contra ele e o feri-lo de morte e ele morrer e essa pessoa fugir para uma dessas cidades, então os anciãos da sua cidade devem Mandar buscá-lo de lá. Eles deveriam entregá-lo nas mãos do vingador do sangue para que morresse. O
povo não deveria ter piedade dele e deveriam eliminar de Israel a culpa do sangue inocente para que tudo lhes fosse bem. Moisés também estabelece uma lei fundamental sobre os limites de propriedade. Ele diz: "Não remova os marcos do seu próximo que os antigos puseram em sua herança, que você possuirá na terra que o Senhor, seu Deus, lhe está dando." Ele então reitera a lei das testemunhas, algo já mencionado, mas de importância capital para a justiça. Uma única testemunha não seria suficiente para condenar alguém por qualquer delito ou pecado. Para que um caso fosse estabelecido, seria
necessária a prova de duas ou três testemunhas. Moisés aborda a situação de uma falsa testemunha. Se uma testemunha maliciosa se levantasse contra alguém para acusá-lo de transgressão, os dois Homens que tinham a disputa deveriam comparecer perante o Senhor diante dos sacerdotes e dos juízes que estivessem em função naqueles dias. Os juízes deveriam investigar diligentemente. Se descobrissem que a testemunha era falsa e havia dado falso testemunho contra seu irmão, deveriam fazer a ela o mesmo que ela pretendia fazer ao seu irmão. Assim, o mal seria eliminado do meio de Israel. Essa lei tinha um propósito claro.
Os outros ouvirão e terão medo e nunca mais se fará tal mal entre vocês. O povo não deveria ter pena. Vida por vida, olho por olho, dente por dente, mão por mão, pé por pé. A justiça deveria ser aplicada com precisão para afastar o mal e garantir a ordem na terra. Moisés continua a instruir o povo de Israel e suas palavras agora se voltam para as leis que governam a guerra, um aspecto inevitável na posse da terra prometida. Ele disse: "Quando você sair para a guerra contra os seus inimigos e vir cavalos e carros e
um povo mais numeroso do que você, não tenha medo deles, pois o Senhor, seu Deus, está com eles, aquele que os tirou da terra do Egito. Quando o povo estiver prestes a entrar na batalha, o sacerdote deverá se aproximar e falar ao exército. Ele dirá: "Ouça, ó Israel, hoje vocês estão saindo para a batalha contra os seus inimigos. Não desanimem, não tenham medo, não Tremam, nem se assustem diante deles, pois o Senhor, seu Deus, vai com vocês para lutar por vocês contra os seus inimigos para o salvar." Depois, os oficiais deverão falar ao povo, chamando
os homens que não deveriam ir para a guerra. Eles perguntarão: "Quem construiu uma casa nova e ainda não a dedicou? Volte para sua casa para que não morra na batalha e outro a dedique. Quem plantou uma vinha e ainda não desfrutou de seus frutos, Volte para sua casa para que não morra na batalha e outro desfrute de seus frutos. Quem ficou noivo de uma mulher e ainda não se casou com ela, volte para sua casa para que não morra na batalha e outro se case com ela. E os oficiais ainda acrescentarão: "Quem está com medo
e com o coração desanimado, volte para sua casa para que não desanime seus irmãos". Depois de falarem isso ao povo, os oficiais deverão nomear chefes de tropas Para liderar o exército. Moisés então diferencia as leis para a guerra contra cidades distantes e contra as cidades que estavam na terra prometida. Quando se aproximassem de uma cidade para guerrear contra ela, deveriam primeiro oferecer-lhe a paz. Se a cidade aceitasse a paz e abrisse suas portas, todo o povo que nela vivesse se tornaria servo de Israel e pagaria tributo. Mas se a cidade se recusasse a fazer a
paz e lutasse, então deveriam cercá-la. Quando O Senhor, seu Deus, a entregasse em suas mãos, deveriam matar a espada todos os homens que nela houvesse, as mulheres, as crianças, os animais e tudo o que houvesse na cidade. Todos os despojos poderiam tomar para si. Poderiam comer os despojos dos seus inimigos que o Senhor, seu Deus, lhes desce. Essa, explica Moisés, era a regra para cidades que estavam muito distantes, que não eram das nações vizinhas. No entanto, para as cidades das nações que o Senhor, Seu Deus, lhes dava como herança, a lei era diferente e mais
severa. Não deixem com vida nada que respire. Deveriam destruir completamente os eteus, os amorreus, os cananeus, os periseus, os jebuseus, como o Senhor, seu Deus, lhes ordenou. A razão para essa destruição total era clara, para que eles não ensinem a vocês todas as abominações que eles fazem a seus deuses e para que vocês não pequem contra o Senhor, seu Deus. Moisés também estabelece regras sobre o corte de árvores durante um cerco. Quando cercassem uma cidade por muitos dias para guerrear contra ela e tomá-la, não deveriam destruir suas árvores frutíferas, brandindo o machado contra elas. poderiam
comer seus frutos, portanto, não deveriam cortá-las, pois a árvore do campo não é um homem para ser cercada por vocês. Somente as árvores que soubessem não serem frutíferas, essas poderiam cortar e usar para Construir obras de cerco contra a cidade que estivesse em guerra com eles, até que ela caísse. Moisés continua a instruir o povo de Israel e suas palavras agora abordam diversas leis civis e familiares que visam manter a pureza e a ordem na terra. Ele começa com a lei para um homicídio não esclarecido. Se na terra que o Senhor lhes desse para possuir
alguém fosse encontrado morto em campo aberto e não se soubesse quem o Havia matado, os anciãos e os juízes deveriam sair e medir a distância entre o corpo e as cidades mais próximas. Os anciãos da cidade mais próxima do corpo deveriam tomar uma novilha que nunca tivesse trabalhado nem puxado jugo. Eles levariam a novilha para um vale com um ribeiro perene que não fosse lavrado nem semeado, e ali no vale quebrassem o pescoço da novilha. Então os sacerdotes, filhos de Levi, se aproximariam, pois o Senhor os havia escolhido para servi-lo E abençoar em seu nome.
E pela palavra deles, toda controvérsia e toda agressão seriam julgadas. Todos os anciãos da cidade mais próxima do corpo lavariam as mãos sobre a novilha, declarando: "Nossas mãos não derramaram este sangue, nem nossos olhos o viram. Ó Senhor, perdoa o teu povo de Israel que resgataste, e não permitas que sangue inocente seja derramado no meio do teu povo, Israel. Assim a culpa do sangue seria removida deles. Desse modo, Eles removeriam a culpa do sangue inocente do meio deles, fazendo o que era reto aos olhos do Senhor. Moisés então passa para as leis de casamento relacionadas
à guerra. Se Israel fosse à guerra contra seus inimigos e o Senhor os entregasse em suas mãos e eles levassem cativas uma mulher bonita e um homem a desejasse e quisesse tomá-la como esposa, ele deveria levá-la para casa. Ela deveria raspar a cabeça, cortar as unhas e tirar a roupa de seu Cativeiro. Ela permaneceria na casa do homem por um mês, lamentando seu pai e sua mãe. Depois disso, ele poderia casar-se com ela. Se ele não mais a quisesse, deveria deixá-la ir livre. não poderia vendê-la por dinheiro, nem tratá-la como escrava, pois a havia humilhado.
Ele também estabelece a lei sobre o direito do primogênito na herança. Se um homem tivesse duas mulheres, uma amada e outra desprezada, e tanto a amada quanto a desprezada lhe Tivessem dado filhos e o filho primogênito fosse da mulher desprezada, no dia em que o homem dividisse sua herança entre seus filhos, ele não poderia dar o direito de primogenitura ao filho da mulher amada, em detrimento do filho da mulher desprezada, que era o verdadeiro primogênito. Ele deveria reconhecer o filho da desprezada como primogênito, dando-lhe uma porção dobrada de tudo o que possuía, pois ele era
o primeiro fruto de sua força e o Direito de primogenitura lhe pertencia. Moisés então aborda o caso de um filho rebelde e teimoso. Se um homem tivesse um filho teimoso e rebelde, que não obedecesse a voz de seu pai ou de sua mãe e que, embora o castigassem, não os ouvisse, o pai e a mãe deveriam levá-lo aos anciãos da cidade, ao portão do lugar onde se reuniam. Eles diriam aos anciãos: "Este nosso filho é teimoso e rebelde. Ele não obedece à nossa voz. É um glutão e um beberrão. Então, todos os Homens da sua
cidade deveriam apedrejá-lo até a morte. Assim, o mal seria eliminado do meio de Israel e todo o Israel ouviria e temeria." Por fim, Moisés estabelece uma lei sobre a execução de criminosos. Se um homem tivesse cometido um crime digno de morte e fosse morto e pendurado em uma árvore, seu corpo não deveria permanecer na árvore durante a noite. Deveriam sepultá-lo no mesmo dia, pois aquele que é pendurado é amaldiçoado por Deus. Isso Era para que não contaminassem a terra que o Senhor, seu Deus, lhes dava como herança. Moisés continua a falar ao povo de Israel,
e suas palavras agora abordam uma série de leis que regem a vida em comunidade, promovendo o cuidado mútuo e a pureza moral, essenciais para uma nação santa. Ele começa com leis de cuidado pelo animal ou bem do próximo. Se alguém visse o boi ou a ovelha de seu irmão desgarrados, não deveria ignorá-los, mas deveria levá-los de Volta ao seu irmão. Se o irmão morasse longe, ou se não soubesse quem era o dono, deveria levar o animal para sua casa e mantê-lo consigo até que o irmão viesse procurá-lo, então o devolveria. O mesmo princípio se aplicava
a um jumento, uma veste ou qualquer coisa perdida que seu irmão tivesse perdido e que alguém encontrasse. Não deveriam ignorar tais coisas. Se alguém visse o jumento ou o boi de seu irmão caído no caminho, não deveria ignorá-los, mas Deveria ajudar o irmão a levantá-los. Moisés então estabelece uma regra sobre vestimentas e identidade. A mulher não vestirá a roupa de homem, nem o homem vestirá a roupa de mulher, porque abominável é ao Senhor, seu Deus todo aquele que faz isso. Ele volta a uma lei de cuidado com os animais, especialmente em situações de caça ou
uso. Se alguém encontrasse um ninho de pássaros no caminho, seja em uma árvore ou no chão, com filhotes ou ovos, e a Mãe estivesse sobre os filhotes ou os ovos, não deveria pegar a mãe com os filhotes. Deveria deixar a mãe ir e apenas pegar os filhotes para si. Isso era para que tudo lhes fosse bem e para que prolongassem seus dias. Moisés também inclui uma lei sobre a construção de casas. Quando você construir uma casa nova, faça um parapeito em seu terraço para que não traga culpa de sangue sobre sua casa se alguém cair
dali. Ele continua com leis de mistura e pureza. Não deveriam semear sua vinha com duas espécies de sementes diferentes, para que a colheita, tanto da semente semeada quanto do produto da vinha, não fosse consagrada. Não deveriam arar com boi e jumento juntos. E não deveriam vestir uma roupa feita de duas espécies de fios misturados, como lã e linho juntos. Em seguida, Moisés aborda leis de pureza sexual e casamento que eram de extrema importância para a santidade da nação. Acusação de virgindade. Se um homem se Casasse com uma mulher e depois de ter relações com ela,
a desprezasse e a acusasse de não ser virgem, trazendo má fama sobre ela, o pai e a mãe da jovem deveriam levar as provas da virgindade dela aos anciãos da cidade, no portão. O pai da jovem diria aos anciãos que deu sua filha a esse homem para ser sua esposa e ele a desprezara, acusando-a. Eles mostrariam o pano aos anciãos. Então, os anciãos da cidade deveriam tomar o homem e castigá-lo. Ele seria Multado em 100 ciclos de prata e o dinheiro seria dado ao pai da jovem, porque ele trouxe má fama sobre uma virgem de
Israel, e ela continuaria a ser sua esposa, e ele não poderia repudiá-la durante toda a sua vida. Falta de virgindade confirmada. Se, no entanto, a acusação do homem fosse verdadeira e as provas da virgindade da jovem não fossem encontradas, ela deveria ser levada à porta da casa de seu pai, e os homens de sua cidade a Apedrejariam até a morte. Ela havia cometido um ato vergonhoso em Israel, prostituindo-se na casa de seu pai. Assim, o mal seria eliminado do meio deles. Adultério. Se um homem fosse encontrado deitando-se com uma mulher casada, ambos deveriam ser mortos,
tanto o homem quanto a mulher. Assim, o mal seria eliminado de Israel. Violação na cidade. Se um homem encontrasse uma moça virgem prometida a um noivo na cidade e se deitasse com ela, ambos deveriam ser Levados ao portão daquela cidade e apedrejados até a morte. A moça porque não gritou na cidade e o homem porque deshonrou a mulher de seu próximo. Assim o mal seria eliminado do meio deles. Violação no campo. Mas se um homem encontrasse a moça prometida no campo e a violentasse, apenas o homem que se deitou com ela deveria morrer. A moça
não deveriam fazer nada, pois ela não cometeu pecado digno de morte. Era como se um homem atacasse seu próximo e o Matasse. Ela estava no campo e, embora a moça prometida tivesse gritado, não havia ninguém para socorrê-la. Deshonra de virgem não noiva. Se um homem encontrasse uma moça virgem que não era prometida e a deshonrasse e eles fossem encontrados, o homem que a deshonrou deveria pagar 50 ciclos de prata ao pai da moça, e ela seria sua esposa, porque a deshonrou e ele não poderia repudiá-la durante toda a sua vida. Finalmente, Moisés estabelece uma proibição
Absoluta. Nenhum homem tomará a mulher de seu pai, nem desnudará a aba de seu pai. Moisés continua a instruir o povo de Israel, delineando quem pode ou não fazer parte da congregação do Senhor e estabelecendo diversas leis para manter a pureza e a santidade no meio deles. Ele começa explicando as restrições de entrada na assembleia do Senhor. Nenhum homem castrado ou que tiver o seu órgão viril amputado, entrará na assembleia do Senhor. Nenhum filho ilegítimo entrará Na assembleia do Senhor, nem mesmo os seus descendentes até a décima geração. Nenhum amonita ou moabita entrará na assembleia
do Senhor, nem mesmo os seus descendentes até a décima geração nunca. Moisés explica o motivo. Porque não saíram ao encontro de Israel com pão e água no caminho quando saíram do Egito? E porque contrataram Balaão, filho de Beor, de Petor, na Mesopotâmia, para amaldiçoá-los. No entanto, o Senhor, seu Deus não quis Ouvir Balaão e transformou a maldição em bênção, porque o Senhor os amava. Por isso, Israel não deveria procurar a paz, nem a prosperidade desses povos em tempo algum. Não aborreça o edomita, porque ele é seu irmão, nem aborreça o egípcio porque você foi estrangeiro
na terra dele. Moisés permite que os filhos que nascerem deles na terceira geração possam entrar na assembleia do Senhor. Moisés então passa a leis sobre a pureza no acampamento militar. Quando o Exército saísse para lutar contra seus inimigos, deveriam se manter limpos de toda coisa má. Se um homem estivesse impuro por uma emissão noturna, deveria sair do acampamento e não voltar até que, ao entardecer, se banhasse em água. Então, ao pôr do sol, poderia voltar ao acampamento. Ele ordena que o povo tenha um lugar fora do acampamento para suas necessidades e que levasse uma pá
consigo. Ao se aliviar, deveria cavar um buraco e cobrir suas fees. Isso era para Que o acampamento fosse santo, pois o Senhor, seu Deus, andava no meio deles para os livrar e entregar seus inimigos. Para que o acampamento fosse santo, o Senhor não deveria ver neles coisa impura que o fizesse desviar-se deles. A seguir, Moisés estabeleceis sobre servos fugitivos. Não entregue ao seu Senhor o servo que se refugiar com você, fugindo dele. Ele morará com você no seu meio, no lugar que escolher, em uma de suas cidades, onde lhe parecer bem, não o Oprimirá. Ele
também trata de leis sobre a prostituição cultual e o dinheiro sujo. Não haverá entre as filhas de Israel prostitutas cultuais, nem entre os filhos de Israel haverá prostituto cultual. Não traga o salário de uma prostituta, nem o preço de um cão à casa do Senhor, seu Deus, para cumprir qualquer voto, porque ambos são abominação ao Senhor, seu Deus. Moisés então instrui sobre a cobrança de juros. Não cobre juros de seu irmão sobre dinheiro, nem sobre alimento, nem sobre qualquer coisa que possa ser emprestada com juros. Do estrangeiro você poderá cobrar juros, mas de seu irmão
não. Para que o Senhor, seu Deus, o abençoe em tudo o que você fizer na terra para a qual está indo a fim de possuí-la. Sobre os votos, Moisés diz: "Quando você fizer um voto ao Senhor, seu Deus, não demore em cumpri-lo, pois o Senhor, seu Deus, certamente o exigirá, e isso lhe Será considerado pecado. Mas se você não fizer voto, não haverá pecado em você. O que sair de seus lábios, você guardará e o cumprirá, conforme prometeu voluntariamente ao Senhor, seu Deus." Finalmente, ele estabelece uma lei sobre o direito de colheita alheia. Quando você
entrar na vinha do seu próximo, poderá comer uvas à vontade até se satisfazer, mas não as ponha no seu cesto. Quando você entrar na seara do Seu próximo, poderá apanhar espigas com a mão, mas não use a foice na seara do seu próximo. Moisés continua suas instruções ao povo de Israel, e suas palavras agora se aprofundam em diversas leis que protegem os indivíduos e garantem a justiça na sociedade. Ele aborda a lei do divórcio. Se um homem se casasse com uma mulher e ela não encontrasse favor em seus olhos por ele ter encontrado algo indecente
nela, ele poderia escrever-lhe uma carta de Divórcio, entregá-la em sua mão e mandá-la embora de sua casa. Depois que ela saísse de sua casa e fosse e se casasse com outro homem, se esse segundo marido a odiasse e também escrevesse uma carta de divórcio, entregasse-a em sua mão e a mandasse embora de sua casa, ou se esse segundo marido morresse, o primeiro marido que a havia repudiado não poderia tomá-la novamente como sua esposa. Isso seria uma abominação diante do Senhor e traria pecado sobre a terra Que o Senhor, seu Deus, lhes estava dando como herança.
Moisés então estabelece a lei sobre o homem recém-casado. Quando um homem se casasse, ele não deveria ir à guerra, nem lhe seria imposta qualquer outra tarefa. Pelo período de um ano, ele estaria livre para ficar em casa e fazer feliz a mulher com quem se casou. Ele aborda as leis de Penhor, garantindo a dignidade do devedor. Ninguém deveria tomar como penhor, nem as duas pedras de Moinho, nem mesmo a pedra de cima, pois isso seria tomar como penhor a própria vida da pessoa. Se alguém fosse encontrado sequestrando um de seus irmãos israelitas, tratando-o como escravo
ou vendendo-o, o sequestrador deveria morrer. Sim, o mal seria eliminado do meio deles. Moisés adverte sobre a doença de lepra. No caso de doença de lepra, o povo deveria ser muito diligente em observar e cumprir tudo o que os sacerdotes levitas lhes Ensinassem. Deveriam ter o cuidado de fazer exatamente como Moisés lhes havia ordenado. Ele os lembra do que o Senhor, seu Deus, fez a Miriã no caminho quando saíram do Egito. Ele continua com leis sobre penhores para garantir empréstimos. Quando emprestassem qualquer coisa ao seu próximo, não deveriam entrar na casa dele para tomar o
penhor. Deveriam ficar do lado de fora e a pessoa a quem emprestaram traria o Penhor para fora. Se o devedor fosse um homem pobre, não deveriam dormir com o penhor que ele lhes desse. Ao pôr do sol, deveriam devolver o penhor a ele para que ele pudesse dormir com sua veste e abençoá-los. Isso seria justiça diante do Senhor, seu Deus. Moisés também trata da justiça para os trabalhadores. Não deveriam oprimir o trabalhador assalariado que fosse pobre e Necessitado, seja ele um de seus irmãos ou um estrangeiro que morasse em suas cidades. Deveriam pagar-lhe o salário
no mesmo dia antes que o sol se pusesse, porque ele era pobre e dependia daquele salário. Se não fizessem isso, o trabalhador poderia clamar ao Senhor contra eles. isso lhe seria considerado pecado. Ele reforça o princípio da responsabilidade individual na punição. Os pais não deveriam ser mortos por causa dos filhos, nem os filhos por Causa dos pais. Cada um seria morto pelo seu próprio pecado. Moisés repete a importância da justiça para os vulneráveis. Não deveriam distorcer a justiça para com o estrangeiro ou órfão, nem tomar como penúva. Ele os lembra novamente. Lembrem-se de que vocês
foram escravos no Egito e o Senhor, seu Deus, os resgatou dali. Por isso, lhes ordeno que cumpram isso. Por fim, ele estabeleceis para a colheita, garantindo provisão para os pobres e Estrangeiros. Quando fizessem a colheita em seu campo e esquecessem um molho de espigas, não deveriam voltar para pegá-lo. Ele seria para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva, para que o Senhor, seu Deus, os abençoasse em todo o trabalho de suas mãos. Quando batessem suas oliveiras, não deveriam voltar para colher as azeitonas que restassem. Elas seriam para o estrangeiro, para o órfão e
para a viúva. Quando colhessem as uvas de sua Vinha, não deveriam voltar para rebuscar os cachos que restassem. Eles seriam para o estrangeiro, para o órfão e para a viúva. Essa generosidade era um lembrete constante de sua própria história. Lembrem-se de que vocês foram escravos na terra do Egito. Por isso lhes ordeno que cumpram isso. Moisés continua a instruir o povo de Israel. E suas palavras agora abordam diversas leis que visam garantir a justiça e a equidade em situações específicas, além De manter a pureza e a honestidade na comunidade. Ele começa com a lei sobre
a punição em caso de disputa. Se houvesse uma disputa entre homens e eles fossem ao tribunal e os juízes os julgassem, declarando justo o inocente e culpado o culpado? E se o culpado merecesse ser açoitado, o juiz deveria ordenar que ele se deitasse e fosse açoitado em sua presença com um número de chicotadas correspondente à sua culpa. O número máximo de chicotadas seria 40. Ele Adverte para não exceder esse número, para que seu irmão não fosse deshonrado diante deles. Moisés então estabelece uma lei sobre os animais de trabalho. Não amordasse o boi quando ele estiver
debulhando o cereal. Ele passa para a lei do casamento levirato, uma provisão para a continuidade da família. Se irmãos vivessem juntos e um deles morresse sem deixar filhos, a viúva não deveria se casar com um estranho fora da família. O irmão do falecido deveria ir A ela, tomá-la como sua mulher e cumprir com ela o dever de cunhado. O primeiro filho que ela desce à luz levaria o nome do irmão falecido para que o nome dele não fosse apagado de Israel. No entanto, se o homem não quisesse tomar sua cunhada, ela deveria ir aos anciãos
no portão da cidade e dizer: "Meu cunhado se recusa a perpetuar o nome de seu irmão em Israel. Ele não quer cumprir o dever de cunhado para comigo. Os anciãos da cidade deveriam chamá-lo e falar com Ele. Se ele persistisse em dizer: "Não quero tomá-la", então a cunhada deveria se aproximar dele na presença dos anciãos. tirar a sandália do pé dele e cuspir no rosto dele, declarando: "Assim faça ao homem que não edifica a casa de seu irmão". E o nome dele em Israel seria chamado de a casa do descalçado. Moisés também trata de uma
situação de agressão em briga. Se dois homens brigassem um contra o outro e a mulher de um deles se aproximasse para livrar o Marido das mãos do que o feria e ela estendesse a mão e agarrasse as partes íntimas do outro, a mão dela deveria ser cortada. Não deveriam ter piedade. Ele continua com leis sobre a honestidade no comércio. Não tenha em sua bolsa dois pesos, um grande e um pequeno. Não tenha em sua casa duas medidas, uma grande e uma pequena. A pessoa deveria ter peso e medida, justos e perfeitos, para que seus dias
se prolongassem na terra que o Senhor, seu Deus, lhes estava dando. Moisés explica o motivo. Porque abominável é ao Senhor, seu Deus, todo aquele que faz essas coisas, todo aquele que pratica a injustiça. Por fim, Moisés traz uma lembrança solene do que Amaleque fez ao povo de Israel no caminho quando saíram do Egito. Ele recorda como Amalque os atacou na retaguarda quando estavam cansados e exaustos e golpeou todos os fracos que seguiam atrás. Amalque não temeu a Deus. Moisés ordena: "Quando o Senhor, seu Deus, lhe der descanso de todos os seus inimigos ao redor, na
terra que o Senhor, seu Deus, lhe dá como herança, você apagará a memória de Amalque de debaixo do céu. Não se esqueça." Moisés continua a instruir o povo de Israel e suas palavras agora se voltam para um ato solene de gratidão e reconhecimento da aliança de Deus a ser realizado na terra prometida. Ele diz: "Quando você tiver entrado na terra que O Senhor, seu Deus, lhe dá como herança e a possuir e nela habitar, você deverá pegar as primícias de todos os frutos da terra que você colher da sua lavoura e colocá-las em um cesto.
Então, leve-as ao lugar que o Senhor, seu Deus, escolher para fazer habitar o seu nome." Ao chegar, a pessoa deveria se apresentar ao sacerdote em serviço e declarar: "Hoje eu declaro ao Senhor, seu Deus, que entrei na terra, que o Senhor jurou a nossos pais que nos Daria. O sacerdote receberia o cesto da mão do ofertante e o poria diante do altar do Senhor, seu Deus." Então o ofertante faria uma declaração pública diante do Senhor, seu Deus. Meu pai era um arameu errante e desceu ao Egito e ali habitou com pouca gente e ali se
tornou uma nação grande, poderosa e numerosa. Mas os egípcios nos maltrataram, nos oprimiram e nos impuseram dura servidão. Clamamos ao Senhor, o Deus de nossos pais, e o Senhor ouviu a nossa voz e viu a nossa aflição, o nosso trabalho e a nossa opressão. Então, o Senhor nos tirou do Egito com mão forte e braço estendido, com grande terror, com sinais e com prodígios. Ele nos trouxe a este lugar e nos deu esta terra, terra que mana leite e mel. E agora e que trago as primícias do fruto da terra que me deste, ó Senhor.
Depois de fazer essa declaração e colocar o cesto diante do Senhor, o Ofertante deveria inclinar-se diante do Senhor, seu Deus. Moisés instrui que após esse ato, a pessoa deveria alegrar-se com todo o bem que o Senhor, seu Deus, lhe tivesse concedido, ela e sua casa, juntamente com o levita e o estrangeiro que estivessem no meio deles. Ele passa para a instrução sobre o dízimo do terceiro ano, o ano do dízimo. Quando você tiver acabado de separar todos os dízimos de sua colheita no Terceiro ano, que é o ano do dízimo, você os dará ao levita,
ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, para que comam em suas cidades e se fartem. Após dar esse dízimo, o ofertante deveria fazer uma declaração final diante do Senhor, seu Deus. Tirei da minha casa a parte santa e a dei ao levita, ao estrangeiro, ao órfão e à viúva, conforme todos os teus mandamentos que me ordenaste. Não transgredi os teus mandamentos, nem me Esqueci deles. Não comi dela estando de luto. Não tirei dela nada estando impuro, nem ofereci dela para os mortos. Obedeci a voz do Senhor meu Deus, e fiz tudo o que me ordenaste.
Olha do céu, de tua santa habitação, e abençoa o teu povo, Israel, e a terra que nos deste, como juraste a nossos pais, terra que mana leite e mel. Moisés conclui essa parte, afirmando que naquele dia o Senhor, seu Deus, ordenava que cumprissem esses estatutos e ordenanças. Ele os exorta a guardá-los e a cumpri-los com todo o seu coração e com toda a sua alma. Ele lembra que o povo declarou naquele dia que o Senhor seria seu Deus e que andariam em seus caminhos, guardariam seus estatutos, seus mandamentos e suas ordenanças, e obedeceriam a sua
voz. E o Senhor, por sua vez, declarou naquele dia que Israel seria seu povo particular, como ele lhes havia prometido, e que guardariam todos os seus mandamentos. Assim o Senhor os Elevaria acima de todas as nações que criou em louvor, renome e glória, para que fossem um povo santo ao Senhor, seu Deus, como ele havia falado. Moisés continua a falar ao povo de Israel, e suas palavras agora se tornam uma instrução solene sobre um ato de grande importância que deveriam realizar ao entrar na terra prometida. Ele e os anciãos de Israel ordenam ao povo: "Guardem
todos os mandamentos que hoje lhes ordeno. No dia em que atravessassem O Jordão e entrassem na terra que o Senhor, seu Deus, lhes estava dando, deveriam levantar grandes pedras e as rebocar com cal. Nessas pedras deveriam escrever todas as palavras desta lei, assim que tivessem atravessado, para que pudessem entrar na terra que o Senhor, seu Deus, lhes estava dando. Terra que mana leite e mel, como o Senhor, o Deus de seus pais, lhes havia prometido. Eles deveriam levantar essas pedras no monte Ebal. Ali Deveriam também construir um altar ao Senhor seu Deus, um altar de
pedras, sem usar ferramenta de ferro sobre elas. Com pedras inteiras deveriam construir o altar do Senhor, seu Deus e sobre ele oferecer holocaustos ao Senhor, seu Deus. Também deveriam oferecer ofertas de paz e comer ali, alegrando-se diante do Senhor, seu Deus. E nas pedras deveriam escrever claramente todas as palavras desta lei. Moisés, juntamente com os sacerdotes levitas, falou a todo O Israel, dizendo: "Cálice e ouça, ó Israel, hoje você se tornou o povo do Senhor, seu Deus. Portanto, obedeça a voz do Senhor, seu Deus, e cumpra os seus mandamentos e os seus estatutos que hoje
lhes ordeno. Ele então instrui como o povo deveria se dividir para proferir as bênçãos e as maldições, uma vez que tivessem atravessado o Jordão. As tribos de Simeão, Levi, Judá e Sakar, José e Benjamim deveriam ficar no monte Gerizim para abençoar o povo. Já as tribos de Ruben, Gad, Azer, Zebulon, Dan e Naftali deveriam ficar no monte Ebal para proferir as maldições. E os levitas deveriam levantar suas vozes e dizer a todo Israel em alta voz as seguintes maldições. E todo o povo deveria responder amém após cada uma delas. Maldito seja o homem que fizer
imagem esculpida ou de fundição, abominação ao Senhor, obra de mãos de artífice, e a puser em secreto, e todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que deshonrar seu pai ou sua mãe e todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que remover o marco do seu próximo. E todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que enganar o cego no caminho e todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que distorcer a justiça do estrangeiro, do órfão ou da viúva. E todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que se deitar com a mulher
de seu pai, porque desnudou a aba de seu Pai. E todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que se deitar com algum animal e todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que se deitar com sua irmã, filha de seu pai, ou filha de sua mãe. E todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que se deitar com sua sogra. E todo o povo responderá: amém. Maldito seja aquele que ferir o seu próximo secretamente. E todo o povo responderá: Amém. Maldito seja aquele que aceitar suborno para matar uma pessoa inocente. E todo o povo
responderá: Amém. Maldito seja aquele que não confirmar as palavras desta lei para cumpri-las e todo o povo responderá: Amém. Moisés continua a falar ao povo de Israel, e suas palavras agora se tornam um poderoso e extenso sermão sobre as consequências diretas da obediência e da desobediência aos mandamentos do Senhor. Ele apresenta um quadro detalhado das bênçãos que viriam Com a fidelidade e das terríveis maldições que seguiriam a infidelidade. Ele começa com a promessa das bênçãos. Moisés declara: "Se você ouvir atentamente a voz do Senhor, seu Deus, tendo o cuidado de guardar todos os seus mandamentos
que hoje lhe ordeno, então o Senhor, seu Deus, o exaltará acima de todas as nações da terra. Todas essas bênçãos viriam e os alcançariam se obedecessem a voz do Senhor. Seriam abençoados na cidade e no Campo. Bendito seria o fruto do seu ventre, o fruto da sua terra, as crias dos seus animais, das suas vacas e ovelhas. Bendito seria o seu cesto e a sua amassadeira. seriam benditos ao entrar e ao sair. O Senhor faria com que seus inimigos que se levantassem contra eles fossem derrotados diante deles. O Senhor enviaria a bênção sobre seus celeiros
e sobre todo o trabalho de suas mãos. O Senhor os abençoaria na terra que lhes daria. O Senhor os Estabeleceria como seu povo santo, como havia jurado, se guardassem os mandamentos de Deus e andassem em seus caminhos. Todos os povos da terra veriam que eram chamados pelo nome do Senhor e teriam medo deles. O Senhor lhes daria abundância de bens no fruto do ventre, nas crias dos animais e no produto da terra. O Senhor abriria para eles o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à terra no tempo certo e abençoar todo o trabalho
de suas mãos. Emprestariam a Muitas nações, mas não tomariam emprestado. O Senhor os colocaria por cabeça e não por cauda. Estariam sempre por cima e nunca por baixo, se obedecessem aos mandamentos de Deus e não se desviassem deles para seguir outros deuses. A partir deste ponto, Moisés detalha as maldições em um contraste severo com as bênçãos. Ele adverte. Mas se você não ouvir a voz do Senhor, seu Deus, não tendo o cuidado de guardar todos os seus mandamentos e os Seus estatutos que hoje lhe ordeno, então todas estas maldições virão sobre você e o alcançarão.
As maldições viriam sobre eles na cidade e no campo. Seus cestos e amassadeiras seriam malditos. O fruto de seu ventre, da sua terra, as crias de suas vacas e ovelhas seriam malditos. Seriam malditos ao entrar e ao sair. O Senhor enviaria sobre eles maldição, confusão e repreensão em tudo que fizessem, até que fossem destruídos e perecessem Rapidamente por causa da maldade de suas obras. O Senhor lhes enviaria pragas e febres até que fossem consumidos da terra que estavam indo possuir. Os céus sobre suas cabeças seriam de bronze e a terra debaixo deles seria de ferro.
O Senhor transformaria a chuva da sua terra em pó e areia. O Senhor os faria ser derrotados por seus inimigos. fugiriam por um caminho e seriam dispersos por sete. Se tornariam um objeto de horror para todos os reinos da Terra. Seus cadáveres serviriam de alimento para as aves do céu e os animais da terra, sem que ninguém os espantasse. O Senhor os feriria com as úlceras do Egito, com tumores, sarna e coceira incuráveis. Eles seriam atingidos pela loucura, cegueira e confusão mental. Andariam tatiando ao meio-dia, como o cego na escuridão, e não prosperariam em seus
caminhos. Seriam oprimidos e roubados continuamente, sem que ninguém os Livrasse. Um homem se casaria, mas outro dormiria com sua mulher. Construiriam casas, mas não habitariam nelas. Plantariam vinhas, mas não colheriam seus frutos. Seus bois seriam abatidos diante de seus olhos, mas não comeriam da carne. Seus jumentos seriam roubados, suas ovelhas seriam entregues aos inimigos, seus filhos e filhas seriam dados a outro povo. E seus olhos veriam isso e definhariam de saudades o dia todo, sem poder fazer nada. Os frutos de sua terra e todo o seu trabalho seriam comidos por uma nação que não conheciam.
Seriam oprimidos e maltratados continuamente, enlouqueceriam com o que veriam. O Senhor os feriria com úlceras malignas nos joelhos e nas pernas incuráveis da planta do pé ao alto da cabeça. O Senhor os levaria e também o rei que colocassem sobre eles para uma nação que nem eles nem seus pais conheceram. E ali serviriam a outros deuses de madeira e Pedra. Se tornaria um motivo de horror, provérbio e zombaria entre todos os povos. Lançariam muita semente no campo, mas colheriam pouco, pois gafanhotos a consumiriam. Plantariam vinhas e as cultivariam, mas não beberam vinho, nem colheriam uvas,
pois os vermes as devorariam. Teriam oliveiras por todo o seu território, mas não se ungiriam com azeite, pois suas azeitonas cairiam. gerariam filhos e filhas, mas não seriam seus, pois iriam para o cativeiro. O Estrangeiro que vivesse no meio deles subiria cada vez mais e eles desceriam cada vez mais. Ele lhes emprestaria, mas eles não emprestariam a ele. Ele seria a cabeça e eles seriam a cauda. Todas essas maldições viriam sobre eles, os perseguiriam e os alcançariam até que fossem destruídos, por não terem obedecido à voz do Senhor, seu Deus e por não terem guardado
seus mandamentos. Elas seriam um sinal e um prodígio sobre eles e sobre seus descendentes para Sempre. Moisés explica que por não terem servido ao Senhor seu Deus, com alegria e contentamento de coração, na abundância de tudo, serviriam a seus inimigos, que o Senhor enviaria contra eles em fome, sede, nudez e falta de tudo. E eles porriam um jugo de ferro sobre o pescoço de Israel até que o destruíssem. O Senhor traria contra eles uma nação de longe, dos confins da terra, que voaria como a águia, uma nação cuja língua não entenderiam, um Povo de semblante
feroz, que não teria respeito pelos velhos, nem piedade dos jovens. Eles comeriam o fruto dos animais e da terra até que Israel fosse destruído. Cercariam Israel em todas as suas cidades, até que caíssem os muros altos e fortificados em que confiavam. Em meio ao cerco e à angústia, eles comeriam o fruto do próprio ventre, a carne de seus filhos e filhas que o Senhor, seu Deus, lhes tivesse dado. O homem mais sensível entre eles seria tão Cruel com seu irmão, sua esposa e seus filhos que não partilharia com eles a carne de seus filhos, que
estaria comendo por causa da extrema angústia do cerco. mulher mais delicada e sensível, tão delicada que não ousaria pôr a planta do pé no chão. Também seria cruel com o marido, o filho e a filha, comendo a própria placenta e os próprios filhos em segredo por falta de tudo. Se não tivessem o cuidado de cumprir todas as palavras desta lei escritas naquele Livro, para temerem esse nome glorioso e temível, o Senhor, seu Deus, então o Senhor os feriria com pragas terríveis a eles e a seus descendentes, pragas grandes e duradouras, e doenças graves e crônicas.
Ele traria de volta sobre eles todas as enfermidades do Egito, e elas se apegariam a eles. O Senhor também traria sobre eles toda a enfermidade e toda praga que não estivessem escritas no livro desta lei até que fossem destruídos. Moisés diz que, apesar de serem tão numerosos como as estrelas do céu, apenas poucos restariam por não terem obedecido à voz do Senhor. E assim como o Senhor se alegrava em lhes fazer bem e multiplicá-los, assim se alegraria em os destruir e exterminar. Eles seriam arrancados da terra para a qual estavam indo para possuí-la. O Senhor
os espalharia entre todos os povos. de uma extremidade da terra a outra. Ali eles serviriam a outros deuses de madeira e Pedra que nem eles, nem seus pais conheceram. Entre essas nações não encontrariam descanso, e a planta de seus pés não teria repouso. O Senhor lhes daria um coração temeroso, olhos desfalecidos e alma angustiada. Suas vidas estariam suspensas diante deles. Temeriam dia e noite e não teriam certeza de sua vida. Pela manhã diriam: "Quem dera fosse à noite!" E à noite diriam: "Quem dera fosse amanhã por causa do pavor que encheria seus Corações e do
que seus olhos veriam. O Senhor os faria voltar ao Egito em navios por um caminho que ele havia dito que nunca mais veriam. Lá seriam oferecidos para venda a seus inimigos como escravos e escravas, mas ninguém os compraria. Moisés continua a falar ao povo de Israel e suas palavras agora se voltam para uma nova e solene declaração de aliança feita não no Sinai, mas nas planícies de Moabe. Antes da entrada na terra prometida. Ele relembra que estas São as palavras da aliança que o Senhor ordenou a Moisés que fizesse com os filhos de Israel na
terra de Moabe. Além da aliança que havia feito com eles em Orebe. Moisés convoca todo o Israel para estar presente diante do Senhor, seu Deus naquele dia. chefes das tribos, anciãos, os oficiais, todos os homens de Israel, seus filhos pequenos, suas mulheres e o estrangeiro que estava no acampamento, desde o cortador de lenha até o carregador de água. Todos estavam Ali para entrar na aliança do Senhor, seu Deus, e em seu juramento que o Senhor, seu Deus, estava fazendo com eles naquele dia. Isso era para que ele os estabelecesse hoje como seu povo e para
que ele fosse o seu Deus, conforme lhes havia prometido, e como jurou a seus pais, a Abraão, a Isaque e a Jacó. Moisés enfatiza que não era apenas com aqueles que estavam ali presentes naquele dia que o Senhor estava fazendo essa aliança e esse juramento. Era Também com aqueles que não estavam ali com eles naquele dia. Ele os lembra de tudo o que viram com seus próprios olhos, o que o Senhor fez na terra do Egito, a faraó e a toda a sua terra. As grandes provas que viram, os sinais e os grandes prodígios. Ele
recorda como o Senhor os gui 40 anos no deserto e como suas roupas não se gastaram, nem suas sandálias nos pés. Eles não comeram pão, nem beberam vinho ou bebida forte para que soubessem que o Senhor é o seu Deus. Eles chegaram àele lugar e Seon, rei de Esbom, e Hog, rei de Basã, saíram para lutar contra eles. Israel os derrotou, tomou suas terras e as deu como herança às tribos de Ruben, Gade e a meia tribo de Manassés. Moisés exorta o povo: "Tenham, pois, o cuidado de cumprir as palavras desta aliança, para que prosperassem
em tudo o que fizessem". Ele os adverte contra a idolatria, que não houvesse entre eles homem, mulher, família ou tribo cujo coração se Desviasse do Senhor seu Deus, para ir servir aos deuses dessas nações. Que não houvesse raiz que produzisse veneno e abscinto. E alguém ao ouvir as palavras desse juramento, se iludisse em seu coração, dizendo: "Tereis paz, mesmo que eu ande na teimosia do meu coração, isso traria destruição tanto sobre o que está molhado, quanto sobre o que está seco. O Senhor não perdoaria tal pessoa. A ira e o zelo do Senhor arderiam contra
ela. Todas as maldições escritas nesse livro cairiam sobre ela. E o Senhor apagaria o nome dela de debaixo do céu. O Senhor a separaria de todas as tribos de Israel para a desgraça, conforme todas as maldições da aliança escritas no livro da lei. Moisés descreve a cena futura. As gerações seguintes, tanto os filhos que nasceriam depois deles, quanto o estrangeiro que viesse de terra distante, veriam as pragas e as doenças com que o Senhor afligiria a terra. Toda a sua terra se tornaria enxofre, sal queimadura, sem ser semeada, sem nada nascer, sem nenhuma erva crescer,
como a destruição de Sodoma e Gomorra, Ademá e Zeboim, que o Senhor destruiu em sua ira e furor. Então, todas as nações perguntariam: "Por que o Senhor fez isso a esta terra? Qual é a razão de tão grande e ardente ira?" E a resposta seria: Porque eles abandonaram a aliança do Senhor, o Deus de seus pais, que ele fez com eles Quando os tirou da terra do Egito. E foram e serviram a outros deuses e se inclinaram a eles, deuses que não conheciam e que ele não lhes havia concedido. Por isso, a ira do Senhor
se acendeu contra essa terra, trazendo sobre ela todas as maldições escritas nesse livro. E o Senhor os arrancou da sua terra com ira, furor e grande indignação, e os lançou em outra terra, como se vê naquele dia. Moisés conclui essa sessão com uma declaração profunda. As coisas encobertas pertencem ao Senhor nosso Deus, mas as coisas reveladas pertencem a nós e a nossos filhos para sempre, para que cumpramos todas as palavras desta lei. Moisés continua sua fala ao povo de Israel e suas palavras agora oferecem uma mensagem de esperança e restauração, mesmo após as severas advertências
das maldições. Ele diz que quando todas as coisas que havia falado, tanto as bênçãos quanto as maldições lhes sobreviessem e eles as Considerassem em seus corações, entre as nações, para onde o Senhor, seu Deus, os tivesse dispersado, então eles se voltariam para o Senhor, seu Deus. Se eles e seus filhos obedecessem a sua voz com todo o coração e com toda a alma, conforme tudo o que Moisés lhes ordenava naquele dia, então o Senhor, seu Deus traria de volta do cativeiro. Ele teria compaixão e os ajuntaria novamente de todas as nações para onde os tivesse
espalhado. Moisés promete que mesmo que Os dispersos estivessem nos confins do céu, o Senhor, seu Deus, os ajuntaria de lá e os traria de volta. Ele os levaria para a terra que seus pais possuíram e eles a possuiriam novamente. O Senhor lhes faria bem e os multiplicaria mais do que a seus pais. O Senhor, seu Deus, circuncidaria o coração deles e o coração de sua descendência, para que o amassem de todo o coração e de toda a alma e assim vivessem. E o Senhor poria todas aquelas maldições sobre seus Inimigos e sobre aqueles que os
odiaram e os perseguiram. Então, Israel voltaria a ouvir a voz do Senhor e a cumprir todos os seus mandamentos que Moisés lhes ordenava naquele dia. O Senhor, seu Deus, os abençoaria grandemente em todo o trabalho de suas mãos, no fruto do seu ventre, nas crias dos seus animais e no produto da sua terra para o bem deles. Pois o Senhor se alegraria novamente em lhes fazer o bem, como se alegrou em seus pais, se Israel obedecesse a sua Voz, guardando seus mandamentos e estatutos escritos naquele livro da lei, voltando-se para o Senhor com todo o
coração e com toda a alma. Moisés declara que o mandamento que lhes estava dando naquele dia não era demasiadamente difícil, nem estava longe deles. Não estava no céu para que dissessem: "Quem subirá ao céu para nos trazer e nos fazer ouvi-lo para que o cumpramos?" Nem estava além do mar, para que dissessem: "Quem atravessará o mar Para nos trazer e nos fazer ouvi-lo, para que o cumpramos?" Pelo contrário, a palavra estava muito próxima deles, na boca deles e no coração deles, para que a cumprissem. E então Moisés apresenta a escolha fundamental. Veja que hoje eu
lhes ponho diante de vocês a vida e o bem, a morte e o mal. Ele explica se obedecessem aos mandamentos do Senhor seu Deus que lhes ordenava naquele dia, amando o Senhor Seu Deus, andando em seus caminhos e guardando seus mandamentos, estatutos e ordenanças, então viveriam, se multiplicariam, e o Senhor, seu Deus, os abençoaria na terra que estavam indo possuir. Mas se seus corações se desviassem e não ouvissem, se fossem levados a adorar e servir a outros deuses, Moisés testifica naquele dia que eles certamente pereceriam. não prolongariam seus dias na terra que estavam indo possuir
ao Atravessar o Jordão. Moisés invoca os céus e a terra como testemunhas naquele dia. Diante de vocês pus a vida e a morte, a bênção e a maldição. Escolham, pois a vida para que vivam vocês e os seus descendentes. E a forma de escolher a vida é clara. amar o Senhor, seu Deus, obedecer a sua voz e apegar-se a ele, pois ele é a vida de Israel e o prolongamento dos seus dias. Isso era para que pudessem habitar na terra que o Senhor jurou a seus pais, A Abraão, a Isaque e a Jacó, que lhes
daria. Moisés continua a falar ao povo de Israel. Ele relembra que já tinha 120 anos de idade naquele dia e que não podia mais sair e entrar como antes. Além disso, o Senhor lhe dissera: "Você não atravessará este Jordão". Então, Moisés anuncia a transição de liderança. O Senhor, seu Deus, é quem vai adiante de você. Ele destruirá essas nações diante de você e você as desapossará. Josué quem passará adiante de você. Como O Senhor disse, ele continua afirmando que o Senhor faria com as nações que estavam na terra o mesmo que fez com Seon e
Ogogue, os reis dos amorreus, e com a terra deles, destruindo-as. O Senhor as entregaria nas mãos de Israel, e eles fariam com elas tudo o que Moisés lhes havia ordenado. Moisés então chama Josué diante de todo o Israel e lhe diz: "Seja forte e corajoso, porque você entrará com este povo na terra que o Senhor jurou a seus Pais que lhes daria, e você os fará herdá-la". Ele reitera: "O Senhor é quem vai adiante você. Ele estará com você. não o deixará, nem o desamparará. Não tenha medo, nem se desanime. Moisés, tendo escrito todas as
palavras desta lei em um livro, entrega-o aos sacerdotes levitas, que carregavam a arca da aliança do Senhor, e a todos os anciãos de Israel. Ele lhes dá uma ordem. Ao final de cada sete anos, no tempo determinado do ano da remissão, na Festa dos tabernáculos, quando todo o Israel viera a aparecer diante do Senhor seu Deus, no lugar que ele escolher, vocês lerão esta lei diante de todo o Israel em seus ouvidos. Ele especifica quem deveria ouvir a leitura, homens, mulheres, crianças e o estrangeiro que estivesse em suas cidades. O objetivo era que ouvissem, aprendessem
a temer o Senhor, seu Deus, e tivessem o cuidado de cumprir todas as palavras da lei. Além disso, os filhos que não a Conhecessem também ouviriam e aprenderiam a temer o Senhor, seu Deus, por todos os dias que vivessem na terra, que estavam indo possuir ao atravessar o Jordão. Então, o Senhor diz a Moisés: "Eis que se aproximam os seus dias de morrer. Chame Josué e apresentem-se na tenda do encontro para que eu lhe dê ordens". Moisés e Josué vão e se apresentam na tenda do encontro. O Senhor aparece na tenda do encontro em uma
coluna de nuvem Que se posta à entrada da tenda. O Senhor diz a Moisés: "Eis que você vai dormir com seus pais, e este povo se levantará e se prostituirá com os deuses estranhos da terra em que vai entrar e me abandonará e quebrará a minha aliança que fiz com ele." A ira do Senhor se acenderia contra eles naquele dia, e ele os abandonaria e esconderia o seu rosto deles, e eles seriam consumidos. Muitas calamidades e angústias os alcançariam. E eles diriam naquele dia: "Não é porque O nosso Deus não está no meio de nós
que estas calamidades nos alcançaram?" O Senhor afirma que esconderia completamente o seu rosto deles naquele dia por causa de todo o mal que teriam feito ao se voltarem para outros deuses. Por isso, o Senhor ordena a Moisés: "Escreva para vocês este cântico e ensine-o aos filhos de Israel. Ponha-o na boca deles para que este cântico me sirva de testemunho contra os filhos de Israel. Pois quando ele os tivesse Levado para a terra que mana leite e mel, e eles tivessem comido, se fartado e engordado, e se voltassem para outros deuses e os servissem e me
provocassem e quebrassem a sua aliança, e quando muitas calamidades e angústias os alcançassem, então esse cântico lhes serviria de testemunho. Isso porque ele não seria esquecido da boca de sua descendência. O Senhor sabia o que eles fariam antes mesmo de levá-los para a terra que lhes havia prometido. Moisés Então escreveu aquele cântico naquele mesmo dia e o ensinou aos filhos de Israel. O Senhor novamente dá ordens a Josué, filho de Num, e diz: "Seja forte e corajoso, porque você conduzirá os filhos de Israel à terra que lhes jurei, e eu estarei com você". Quando Moisés
terminou de escrever as palavras da lei naquele livro até o fim, ele deu uma ordem aos levitas que carregavam a arca da aliança do Senhor, dizendo: "Tomem este livro da lei e ponham-no ao lado da Arca da aliança do Senhor, seu Deus, para que ali esteja como testemunha contra vocês." Moisés conclui essa parte com uma advertência final. Ele diz: "Pois eu conheço a rebelião de vocês e a sua dura serviz. Se hoje, enquanto ainda estou vivo com vocês, vocês são rebeldes contra o Senhor, quanto mais o serão depois da minha morte!", Ele ordena que todos
os anciãos das tribos e todos os oficiais sejam reunidos diante dele para que possa Falar essas palavras em seus ouvidos e tomar o céu e a terra como testemunhas contra eles. Pois ele sabia que depois de sua morte Israel agiria corruptamente e se desviaria do caminho que lhes havia ordenado. E nos últimos dias o mal os alcançaria, porque fariam o que era mal aos olhos do Senhor, provocando-o a ira com as obras de suas mãos. Moisés então proferiu as palavras daquele cântico em seus ouvidos perante toda a congregação de Israel. Moisés continua a falar ao
Povo e sua voz agora se eleva em um longo e poderoso cântico, uma profecia e um testamento para as gerações futuras. Ele começa invocando os céus e a terra. Deem ouvidos, ó céus, e eu falarei. Ouça, ó terra, as palavras da minha boca. Ele deseja que seu ensino caia como a chuva, e sua palavra destile como o orvalho sobre a relva, como gotas de chuva sobre a grama. Isso porque ele proclamaria o nome do Senhor. Ele clama: "Deem glória ao nosso Deus". Moisés Descreve o Senhor. Ele é a rocha. As suas obras são perfeitas, porque
todos os seus caminhos são justos. Deus é fiel e não há nele injustiça. Ele é justo e reto. Ele lamenta a corrupção do povo. Eles agiram corruptamente contra ele. Não são filhos seus. A mancha deles é deles mesmos. Uma geração perversa e distorcida. Ele os questiona: "É assim que vocês retribuem ao Senhor, ó povo tolo e ignorante? Não é ele, seu pai que os Comprou, que os fez e os estabeleceu?" Moisés os incita a se lembrarem dos dias antigos, a considerarem os anos de muitas gerações. Deveriam perguntar a seus pais, e eles lhes contariam, a
seus anciãos, e eles lhes diriam: "Quando o Altíssimo deu herança às nações, quando separou os filhos dos homens, estabeleceu os limites dos povos, conforme o número dos filhos de Israel. Pois a porção do Senhor é o seu povo. Jacó é a parte da sua herança. Ele Descreve como Deus encontrou Israel em uma terra deserta, em um ermo solitário e uivante. Deus o cercou, o cuidou e o guardou como a menina dos seus olhos. Como a águia que desperta o seu ninho voa sobre os seus filhotes, estende as suas asas, os toma e os leva sobre
as suas penas, assim o Senhor sozinho o gui deus estranho. Ele o fez cavalgar sobre os lugares altos da terra e comer o produto dos campos. Ele o fez sugar mel rocha e azeite da pederneira, manteiga De gado e leite de ovelhas com gordura de cordeiros e carneiros de baçã, com bodes e a melhor gordura do trigo. E beberam o sangue das uvas, o vinho puro. Mas Jesusurum, Israel engordou e deu coices. se engordou, ficou robusto, cheio de gordura, e abandonou o Deus que o fez, e desprezou a rocha da sua salvação. Eles o provocaram
a ciúmes com deuses estranhos e a ira com abominações. Sacrificaram a demônios que não eram Deus, a deuses que não conheceram, deuses novos que surgiram recentemente, dos quais seus pais não tiveram temor. Esqueceram-se da rocha que os gerou e de Deus que os formou. Quando o Senhor viu isso, ele os desprezou por causa da provocação de seus filhos e de suas filhas. E ele disse: "Esconderei o meu rosto deles, verei qual será o seu fim. Porque são uma geração perversa, filhos em quem não há fidelidade. Eles me provocaram a ciúmes com aquilo Que não é
Deus. me irritaram com suas vaidades. Também eu os provocarei a ciúmes com aquilo que não é povo. Os irritarei com uma nação insensata. Moisés continua o lamento divino. Pois um fogo se acendeu na minha ira e arderá até as profundezas do Sheol. consumirá a terra e o seu produto, e abrasará os fundamentos dos montes. Deus enviaria calamidade sobre eles, gastaria contra eles suas flechas, consumidos pela fome, devorados por febre e praga violenta. Enviaria contra eles dentes de feras e o veneno de serpentes do pó. Por fora, a espada os devastaria. Por dentro, o terror mataria
tanto o jovem quanto a virgem, a criança de colo e o homem idoso. Deus até pensou em dispersá-los e apagar a memória deles de entre os homens. Mas ele hesitou para que o inimigo não se orgulhasse e não dissesse: "Foi a nossa mão que fez isso e não o Senhor". Eles eram uma nação sem conselho, sem entendimento. Se fossem Sábios, entenderiam o seu fim. Moisés questiona: Como um só poderia perseguir 1000 e dois fazerem fugir 10.000 se a sua rocha não os tivesse vendido e o Senhor não os tivesse entregue? Pois a rocha dos inimigos
não era como a rocha de Israel, e eles mesmos eram testemunhas. A vinha deles era da vinha de Sodoma e dos campos de Gomorra. Suas uvas eram uvas venenosas e seus cachos amargos. O seu vinho era veneno de serpentes, veneno cruel de víboras. Moisés afirma que tudo isso estava guardado com Deus, selado em seus tesouros. A vingança e a retribuição eram suas. No tempo devido, os pés deles escorregariam, pois o dia da calamidade estava próximo, e as coisas preparadas para eles se apressariam. Pois o Senhor julgaria o seu povo e se arrependeria a respeito de
seus servos, quando visse que a sua força se fora e que não havia mais ninguém, nem cativo, nem livre. Ele perguntaria: "Onde estão os seus deuses? A rocha em que confiavam, que comiam a gordura dos sacrifícios deles e bebiam o vinho das suas libações. Que se levantem e os ajudem, que lhes sirvam de proteção. Então o Senhor se revela. Vejam agora que eu sou Ele. Não há outro Deus além de mim. Eu mato e eu faço viver. Eu firo e eu curo, e não há quem possa livrar da minha mão. Ele levanta sua mão ao
céu e jura por sua própria vida. Quando afiar sua espada reluzente e sua mão se pegar ao juízo, ele Retribuirá vingança aos seus adversários e recompensará aqueles que o odeiam. As flechas de Deus se embriagariam de sangue, e sua espada devoraria carne, com o sangue dos mortos e dos cativos, com as cabeças dos chefes inimigos. Moisés conclui o cântico convidando as nações a se alegrarem com o povo de Deus, pois ele vingaria o sangue de seus servos, retribuiria vingança aos seus adversários e faria expiação pela terra do seu povo. Moisés continua a falar ao Povo
de Israel e suas palavras agora se transformam em uma bênção solene sobre as tribos antes de sua própria partida. Ele começa declarando que esta é a bênção com que Moisés, homem de Deus, abençoou os filhos de Israel antes de morrer. Ele começa com uma descrição da presença de Deus no Sinai. O Senhor veio do Sinai e de Seir lhes raiou, resplandeceu desde o monte Parã e veio com 10 milhares de santos. À sua direita havia para eles uma lei de fogo. Ele Expressa o amor de Deus. Na verdade, ele ama os povos. Todos os seus
santos estão nas tuas mãos. Eles se prostram a teus pés, recebem as tuas palavras. Moisés recorda que a lei que lhes foi dada era a herança da congregação de Jacó e que o Senhor era rei Jesurum, Israel, quando os chefes do povo e as tribos de Israel se congregaram. Moisés então proferiu bênçãos individuais sobre cada tribo. Ruben, viva Ruben, e não morra, e que os seus homens sejam numerosos. Judá, ouve, ó Senhor, a voz de Judá e traze-o ao seu povo. Com as suas próprias mãos lhes combate e selehe por auxílio contra os seus inimigos.
Levi. Sobre Levi, ele diz: "Os teus Tumim e Urim estão com o teu fiel, a quem provaste em Maçá e com quem contendeste nas águas de Meribá. Ele disse a seu pai e a sua mãe: "Não os vi" e não reconheceu seus irmãos, nem conheceu seus próprios filhos, mas guardaram a tua palavra e observaram a tua aliança. Ensinarão os teus juízos a Jacó e a tua lei a Israel. oferecerão incenso diante de ti e holocausto completo sobre o teu altar. Abençoa, ó Senhor, a sua força e aceita o trabalho das suas mãos. Fere os lombos
daqueles que se levantam contra ele e dos que o odeiam, para que nunca mais se levantem. Benjamim, o amado Senhor habitará em segurança junto a ele. O Senhor o cobre todo o dia e ele habita entre os seus ombros. José, sobre José ele abençoa. Bendita do Senhor seja A sua terra com o precioso orvalho dos céus, com as águas do abismo que já embaixo, com os preciosos frutos do sol e com o precioso produto dos meses, com o melhor dos montes antigos e com o precioso produto das colinas eternas, com o precioso da terra e
a sua plenitude, e com o favor daquele que habitou na sarça. Que essas bênçãos venham sobre a cabeça de José, sobre a coroa daquele que é o príncipe entre seus irmãos. Sua majestade é como a do Primogênito de um touro, e seus chifres são como os chifres de um boi selvagem. Com eles, ele investirá contra os povos até os confins da terra. São as dezenas de milhares de Efraim e os milhares de Manassés, Zebulon e Isakar. Alegrem-se, Zebulom, em suas saídas, e você e sacar em suas tendas. Chamarão os povos ao monte. Ali oferecerão sacrifícios
de justiça, porque chuparão a abundância dos mares e os tesouros escondidos na areia. Gad. Bendito seja Aquele que alarga Gade. Ele habita como Leoa e despedaça o braço e o alto da cabeça. Ele proveu a primeira parte para si, porque ali estava a porção do legislador escondida. E ele veio com os chefes do povo, executou a justiça do Senhor e os seus juízos com Israel. Dan. Dan é filhote de leão, salta de Basã. Naftali, Naftali, farto de favor e cheio da bênção do Senhor, possua o ocidente e o sul. Acer. Bendito seja com os filhos.
Seja aceitável a seus irmãos e mole o Seu pé no azeite. Ferrolhos de ferro e bronze sejam os seus, e como os seus dias, assim seja o seu vigor. Moisés conclui essa parte com uma celebração do próprio Deus de Israel. Não há outro como o Deus de Jesurum, que cavalga sobre os céus para a sua ajuda e sobre as nuvens em sua majestade. O Deus eterno é o seu refúgio e por baixo de você estão os braços eternos. Ele expulsa o inimigo de diante de você e diz: "Destrua-o". Assim, Israel habitará Em segurança. A fonte
de Jacó estará em terra de cereal e de vinho. Os seus céus gotejarão orvalho. Feliz é você, ó Israel. Quem é como você? Povo salvo pelo Senhor, o escudo do seu auxílio e a espada da sua majestade. Os seus inimigos se curvarão diante de você e você pisará sobre os seus lugares altos. Moisés continua a falar e sua voz se torna mais solene, narrando os eventos finais de sua vida e o fim de sua jornada terrena. Moisés subiu das Planícies de Moabe ao Monte Nebo, ao topo do Pisga, que fica em frente a Jericó. Dali
o Senhor lhe mostrou toda a terra, Gileade até Dan, toda Naftali, a terra de Efraim e Manassés, toda a terra de Judá até o mar ocidental, o Neguebe e a região da planície do vale de Jericó, a cidade das palmeiras, até Zoar. Então o Senhor lhe disse: "Esta é a terra que jurei a Abraão, a Isaque e a Jacó, dizendo: "A sua descendência a darei eu a fiz você ver com seus próprios olhos, Mas você não passará para lá." Ali na terra de Moabe, Moisés, servo do Senhor, morreu conforme a palavra do Senhor. Ele o
sepultou num vale, na terra de Moabe, em frente a Betpeor. E ninguém sabe até hoje o lugar da sua sepultura. Moisés tinha 120 anos quando morreu. Seus olhos não haviam enfraquecido, nem sua força vital havia diminuído. Os filhos de Israel prantearam Moisés nas planícies de Moabe por 30 dias. Ao final desse período, os Dias de choro e luto por Moisés terminaram. Josué, filho de Nun, estava cheio do espírito de sabedoria, porque Moisés havia imposto suas mãos sobre ele. E os filhos de Israel o obedeceram e fizeram como o Senhor havia ordenado a Moisés. Desde então,
nunca mais se levantou em Israel um profeta como Moisés, a quem o Senhor conhecia face a face. Ninguém como ele para todos os sinais e maravilhas que o Senhor o enviou para fazer na terra do Egito, Contra o faraó, contra todos os seus servos e contra toda a sua terra, e ninguém para todos os feitos poderosos e todos os grandes e terríveis atos que Moisés realizou à vista de todo o Israel. E assim chegamos ao fim do livro de Deuteronômio. Foram 34 capítulos que começaram com as últimas palavras de um líder na fronteira da terra
prometida e terminaram com a transição de uma era e a entrega de um legado, um ciclo que reforçou a lei, a aliança e o Inesgotável amor de Deus. Deuteronômio não é apenas uma repetição, é o grande sermão da memória, da instrução e da renovação da fé. Ele nos mostra que a obediência traz vida e bênçãos, que a justiça divina é reta, mas acima de tudo que a palavra de Deus é a bússola viva que deve guiar cada passo. Aqui aprendemos sobre a necessidade de amar a Deus com todo o coração, a importância de ensinar seus
caminhos aos filhos e a ser um povo santo em todas as coisas. Agora, se você realmente chegou até aqui, eu quero te convidar a fazer algo importante. Comente aqui embaixo, não só por engajamento, mas como um selo da sua própria jornada por este livro. Escreva assim: "Eu cheguei ao fim do livro de Deuteronômio e agora eu sei que a obediência à palavra de Deus é o caminho para a verdadeira vida". Esse comentário não é só uma frase, é uma marca de quem ouviu o chamado de Moisés à fidelidade, de quem compreendeu O peso da escolha
entre a bênção e a maldição, de quem crê que Deus ainda nos chama a amar e obedecer a sua lei. E se quiser, vá além. Qual capítulo mais te impactou com suas leis ou exortações? Qual verdade sobre a justiça ou o amor de Deus que antes parecia distante ganhou um novo significado para você? Qual mandamento te desafiou mais a praticar a santidade? Responda aqui: Porque quando você comenta, você testifica e quem testifica permite que Outros também tenham fé para continuar. O livro de Deuteronômio não foi feito para ser apenas lido, foi feito para moldar nossa
adoração e nossa conduta. E se ele te tocou de alguma forma, deixa isso registrado. Porque as leis podem parecer antigas, os desafios parecem novos, mas a palavra do Senhor permanece. E onde ela é levada a sério, a santidade é cultivada e a jornada com Deus se torna mais real. Então, se essa palavra te confrontou, te ensinou a amar A Deus mais profundamente, te inspirou a viver de forma mais justa, comente, compartilhe e carregue isso com você. E eu oro para que a compreensão da profundidade da lei de Deus e do seu chamado à obediência te
conduza a um relacionamento cada vez mais íntimo e transformador com ele. Se você ainda não fez de Jesus o seu Senhor e Salvador, saiba que ele é o cumprimento perfeito de toda a lei, aquele que nos capacita a amar a Deus e ao próximo e que nos guia Para a verdadeira terra prometida. Arrependa-se dos seus pecados e declare Jesus como seu Senhor e Salvador. Deus te abençoe e até o próximo estudo, se ele permitir.