Nós amamos citar João 3:16. Nós amamos recitar o Salmo 23. Gostamos das promessas de consolo, de proteção e de prosperidade.
Mas existe um parágrafo na Bíblia escondido no livro de Hebreus que a maioria dos cristãos modernos prefere ignorar. É um [música] texto tão duro, tão cortante e tão absoluto que muitos pastores têm medo de pregá-lo, receosos de esvaziar os bancos de suas igrejas. Estou falando de Hebreus 6, versículos 4 a 6.
O texto começa com uma lista de bênçãos espirituais e termina com uma sentença de morte irrevogável. Ele diz que para certas pessoas que provaram dos céus e depois caíram, é impossível que sejam reconduzidos ao arrependimento. Você ouviu bem?
Não disse que é difícil, não disse [música] que é complicado, disse que é impossível. Charles Spurgon, o príncipe dos pregadores, chamava este texto de O trovão de Deus. Ele dizia: "Este versículo não foi escrito para tirar a paz do verdadeiro crente, mas foi escrito para destruir a falsa segurança do hipócrita.
Hoje vivemos na era do cristianismo fácil. Pessoas acham que podem aceitar Jesus num dia, viver como o diabo no outro e ainda assim terem seu lugar garantido no céu. Elas brincam com o pecado, [música] elas zombam da santidade, elas são mornas e elas usam a graça de Deus como um passe livre para a imoralidade.
Mas Hebreus 6 está aqui como um cão de guarda na porta do paraíso, latindo uma verdade aterrorizante. Existe um ponto de retorno. Existe uma linha que se cruzada cauteriza a consciência de tal forma que o homem não consegue mais se arrepender.
Neste vídeo vamos mergulhar na interpretação brutal de Spur sobre este aviso. Não estamos aqui para causar pânico nos filhos de Deus, mas para acordar aqueles que estão dormindo à beira do abismo. Se você se considera um cristão, mas o pecado não te incomoda mais.
Se você acha que pode brincar de desviar e voltar quando quiser, prepare-se. O que você vai ouvir nos próximos minutos pode ser a diferença entre o céu e o inferno para a sua alma. Este é o versículo que separa o trigo do joio.
Você tem coragem de encará-lo? Para entendermos o peso da sentença de morte de Hebreus 6, primeiro precisamos ler a ficha criminal do acusado. Quem é essa pessoa que, segundo a Bíblia, corre o risco de cair em um estado onde o arrependimento se torna impossível?
É o ateu [música] que queima bíblias? É o satanista declarado? Não.
O texto descreve alguém que você juraria ser um dos maiores santos da sua igreja. Hebreus 6 4 a 5 lista cinco qualificações espirituais impressionantes. Foram iluminados, provaram o dom celestial, tornaram-se participantes do Espírito Santo, provaram a boa palavra de Deus, provaram os poderes do mundo vindouro.
Pare e pense. Se alguém chegasse na sua igreja hoje com esse currículo, você o colocaria como pastor, não é? Alguém iluminado, cheio de experiências espirituais, que profetiza, que se emociona com a palavra e vê milagres.
Mas Charles Spurgon olha para esta lista e diz: "Cuidado, [música] é possível ter tudo isso e ainda ser um filho da perdição. Vamos dessar o terror. " O texto diz que eles foram iluminados.
Isso significa que eles têm conhecimento teológico. Eles sabem a Bíblia. Eles entendem a doutrina, mas espurjam alerta.
O diabo é um dos teólogos mais iluminados do universo. Ele conhece a Bíblia melhor que você. Luz na mente não é o mesmo que fogo no coração.
Balaão foi iluminado, viu a estrela de Jacó, mas morreu lutando contra Israel. O texto diz que eles provaram o dom celestial. Note o verbo provar.
Não diz comer, não diz digerir. Você já foi a um mercado e provou uma amostra grátis de um queijo caro? Achou gostoso, mas não comprou e foi embora?
Muitos cristãos mornos são degustadores de Cristo. Eles vão ao culto, sentem o gostinho da presença de Deus, choram com o louvor, sentem um alívio emocional, mas nunca comem a carne e bebem o sangue. João 6.
Eles nunca deixam Cristo se tornar a substância da vida deles. É apenas um sabor de domingo à noite. O texto diz que foram participantes do Espírito Santo.
Isso é o que mais assusta. Como alguém pode participar do espírito e não ser salvo? Lembre-se de Judas.
Ele expulsou demônios? Sim. Ele curou enfermos?
Sim. O Espírito Santo operou através dele, mas nunca habitou nele para salvação. Lembre-se do rei Saul.
Ele profetizou no meio dos profetas, Primeiro Samuel 10, mas morreu consultando uma bruxa e suicidou-se rejeitado por Deus. Dons espirituais, línguas estranhas e visões não são garantia de salvação. São ferramentas, não frutos.
Spurjon dizia: "Você pode ter a mão de Deus sobre você para operar milagres e ainda assim não ter o coração de Deus dentro de você para operar a santidade. " Eles provaram a boa palavra de Deus. Eles gostam de pregação.
Herodes gostava de ouvir João Batista, Marcos 6:20, mas mandou cortar a cabeça dele depois. O cristão morno adora um culto avivado. Ele diz: "Glória a Deus quando a palavra é bonita".
Mas quando a palavra exige renúncia, ele cospe. Espurjon resume este perigo com uma frase brutal. É possível estar tão perto do céu que você consegue ouvir o canto dos anjos, sentir o cheiro do incenso do altar e ainda assim tropeçar na soleira da porta e cair no abismo mais profundo do inferno.
O problema dessas pessoas não é a falta de oportunidade, é o excesso de familiaridade sem transformação. Eles tomaram a vacina da religião tantas vezes que ficaram imunes ao verdadeiro evangelho. Eles acham que estão salvos porque sentiram um arrepio no retiro de jovens em 2015.
Eles acham que estão seguros porque choraram no apelo, mas a vida deles não mudou. A natureza deles continua sendo a de um porco que ama a lama e não a de uma ovelha. O autor de Hebreus está dizendo: "Olha, vocês tiveram acesso a tudo isso.
A luz brilhou na cara de vocês. Vocês sentiram o poder. E se depois de tudo isso vocês decidirem viver no pecado voluntário, o que sobra?
Que outra ferramenta Deus tem para usar se a cruz não te quebrou? Se o espírito não te mudou? Se a palavra não te converteu?
Não existe um plano B. Você esgotou os recursos do céu. Este capítulo é para você que está sentado no banco da igreja, confiando no seu tempo de casa, confiando no seu cargo, confiando nas suas experiências passadas.
A pergunta de Spuron para você hoje é: você possui a Cristo ou você apenas o provou? Porque quem prova e cospe comete um insulto muito maior do que aquele que nunca provou. E é sobre esse insulto fatal, a apostasia, que vamos falar no próximo capítulo.
Quando lemos a terrível frase e caíram, um frio percorre a espinha de qualquer cristão sensível. Você pensa: "Meu Deus, eu caí ontem. Eu perdi a paciência.
Eu olhei o que não devia. Eu menti. Será que eu cruzei a linha?
Será que para mim já é impossível? " Charles Spurgion, com sua sabedoria pastoral costumava dizer algo para acalmar os corações trêmulos. Se você tem medo de ter cometido o pecado imperdoável, ou se você treme diante da possibilidade de ter apostatado, isso é a maior prova de que você não cometeu tal pecado.
O morto não tem medo da morte. O apóstata não tem medo de Deus. Precisamos definir o que é a queda de Hebreus 6.
O texto não está falando de um cristão que luta contra o pecado e às vezes perde uma batalha. A Bíblia diz que sete vezes cai o justo e se levanta. Provérbios 24:16.
Davi caiu terrivelmente em adultério e homicídio. Pedro caiu vergonhosamente, negando a Jesus três vezes. Mas eles eram apóstatas?
Não. Por que não? Porque eles quebraram, [música] mas não endureceram.
Quando confrontados, eles choraram. Eles sangraram por dentro. O Espírito Santo neles gritou: "Aba, Pai".
A queda descrita em Hebreus 6 é a apostasia total e deliberada. É o abandono consciente da fé. É quando alguém que conheceu a verdade provou os benefícios da igreja, viu o poder de Deus e então olha para a cruz e diz: "Eu não quero mais isso.
Isso é mentira. Eu prefiro o mundo. Não é um tropeço por fraqueza, é uma rejeição por escolha.
" Spuron usava a analogia de Judas Iscariotes versus Simão Pedro. Ambos andaram com Jesus. Ambos viram milagres.
Ambos pecaram contra o mestre na mesma noite. Mas a queda de Pedro foi um desmaio da fé. Ele caiu, mas seus olhos buscavam a Cristo.
Ele chorou amargamente. A queda de Judas foi uma apostasia fria e calculada. Ele vendeu Jesus e quando sentiu remorço, não buscou o perdão de Deus, buscou a morte.
Judas provou do dom celestial, mas nunca teve o coração regenerado. Para Judas, o arrependimento era impossível, não porque Deus não quisesse perdoar, mas porque Judas não queria se arrepender de verdade. Ele só queria se livrar da culpa, não do pecado.
O texto de Hebreus 6:6 usa uma expressão fortíssima para descrever essa queda. de novo, crucificam o filho de Deus para si mesmos e o expõe à ignomínia pública. Você entende o peso disso?
O apóstata é aquele que sai da igreja e se junta à multidão, que grita: "Crucifica-o! " Com suas atitudes, [música] ele diz ao mundo: "Eu provei Jesus e ele não vale a pena. Eu testei o cristianismo e é uma fraude.
Ele envergonha a Cristo publicamente. Spuron alertava: "Aquele que cai dessa maneira raramente volta, pois ele vacinou sua alma contra o evangelho. Ele conhece todos os argumentos, todos os hinos, todos os versículos.
Nada mais o surpreende. O coração dele se tornou como o chão batido de um caminho onde a semente não penetra. É por isso que o versículo diz que é impossível renová-los para o arrependimento.
Não diz que é impossível Deus perdoar. Para Deus nada é impossível. Mas diz que é impossível renová-los.
Ou seja, os meios de graça, pregação, oração, comunhão não funcionam mais neles. O antibiótico não faz mais efeito porque a bactéria do pecado se tornou resistente. Eles ouviram tanto a verdade e a rejeitaram tantas vezes que Deus, em seu juízo misterioso, os entregou a dureza de seus próprios corações.
Isso deve aterrorizar o cristão morno. Você que está na igreja há anos brincando com o pecado, achando que um dia eu me conserto. Você acha que o arrependimento é algo que você liga e desliga quando quer?
Você acha que pode pecar por 10 anos e depois, no leito de morte estalar os dedos e se arrepender? Spuron dizia: "O arrependimento é um dom de Deus. Se Deus não der, você não pode tê-lo.
E se você [música] insultar o espírito da graça repetidamente, pode chegar o dia em que Deus retire esse dom de você. Esaú buscou o arrependimento com lágrimas, mas não o achou. Hebreus 12:17.
Por quê? Porque ele não chorava pelo pecado, ele chorava pela perda da bênção. O apóstata pode até chorar pelas consequências, mas ele não consegue mais odiar o pecado, [música] nem amar a Deus.
Então, examine-se agora. Se você pecou e isso dói na sua alma, se você sente o desejo desesperado de voltar, dê glória a Deus. Isso é sinal de vida.
O impossível ainda não chegou para você. Mas se você consegue pecar e não sentir nada, se você ouve essa advertência e sente tédio ou desprezo, cuidado. Você pode estar dançando na beira do abismo, onde a volta não existe mais.
A diferença entre o tropeço e a apostasia é a direção do coração. Pedro caiu olhando para o céu. Judas caiu olhando para o inferno.
Para onde seus olhos estão apontando hoje? Aqui chegamos ao coração do argumento do autor de Hebreus. Depois de falar sobre o perigo da apostasia, ele nos dá uma ilustração da natureza para que ninguém tenha desculpa.
Versículo 7 e 8. Porque a terra que bebe a chuva, que muitas vezes cai sobre ela, e produz erva proveitosa para aqueles por quem é lavrada, recebe a bênção de Deus. Mas a que produz espinhos e abrolhos é reprovada e perto está da maldição.
O seu fim é ser queimada. Muitos cristãos mornos vivem sob uma falsa segurança baseada na chuva. Eles dizem: "Ah, Deus tem me abençoado.
Eu consegui um emprego novo. Minha saúde está boa. Eu sinto paz na igreja.
Deus não me abençoaria se ele não estivesse feliz comigo. Certo. Errado.
Mortalmente errado. Spuron olha para este texto e grita: Acorde! A chuva cai sobre justos e injustos.
A bênção externa não é prova de aceitação interna. A mesma chuva que faz o trigo crescer faz o espinho se tornar gigante. Analise a metáfora.
Temos dois pedaços de terra. Ambos recebem a mesma chuva. O que é a chuva?
São os meios de graça. É a pregação que você ouve todo domingo. É a Bíblia aberta no seu colo.
É o convívio com irmãos piedosos. É a paciência de Deus te dando vida e saúde. O apóstata de Hebreus 6 não é alguém que viveu num deserto espiritual.
Ele bebeu a chuva muitas vezes. Ele estava lá quando o avivamento desceu. Ele estava lá quando a verdade foi pregada.
Ele foi encharcado pelas bênçãos de Deus. Mas qual foi o resultado dessa chuva na vida dele? Espinhos e abrolhos.
O que isso significa? Significa que em vez de a palavra de Deus produzir santidade, humildade e amor, o fruto do trigo, ela produziu orgulho, crítica e dureza de coração, os espinhos. Spurion dizia algo terrível sobre a natureza humana.
O evangelho nunca deixa um homem como o encontrou. Ou ele o amacia como ser ao sol, ou ele o endurece como barro ao sol. A mesma pregação que salva um condena o outro.
Pense no fariseu. Ele conhecia a lei, chuva. Ele jejuava, chuva.
Ele dizimava, chuva. Mas toda essa chuva religiosa só produziu nele o espinho da soberba espiritual. Ele usou a Bíblia para matar o Messias.
Pense no cristão morno hoje. Ele ouve uma pregação sobre santidade. A chuva cai.
Se ele fosse terra boa, ele se arrependeria. Mas como ele é terra de espinhos, ele usa aquela pregação para julgar o irmão do lado. Ah, fulano precisava ouvir isso.
Ou ele se ofende. O pastor foi muito duro hoje. A chuva caiu, mas produziu veneno.
O texto diz que essa terra é reprovada. Em grego, Adokmos sem valor, rejeitada após teste, e acrescenta uma frase de gelar o sangue e perto está da maldição. Perto.
Você consegue imaginar o horror dessa palavra? Significa que a pessoa está viva, está na igreja, está cantando, está bebendo a chuva, mas a sentença de maldição está pairando sobre a cabeça dela a centímetros de distância. Ela está andando à beira do abismo e acha que está num piquenique.
E qual é o fim dessa terra? O texto não deixa dúvidas. O seu fim é ser queimada.
Não importa quanta chuva ela bebeu, não importa quão verde os espinhos pareçam. O agricultor Deus não quer espinhos. Ele quer fruto.
E se depois de todo o investimento do céu, a sua vida só produz pecado, egoísmo e mornidão. A única utilidade que você tem para o reino é servir de combustível para o fogo do juízo. Spuron alertava os membros de sua própria igreja.
Vocês que se sentam nestes bancos há anos, vocês que ouviram milhares de sermões, se vocês não são mais santos hoje do que eram 10 anos atrás, vocês são a terra de espinhos. Vocês estão abusando da misericórdia de Deus e a misericórdia abusada se transforma na ira mais terrível. Não use as bênçãos materiais como termômetro espiritual.
O diabo pode te dar sucesso para te manter distraído. Deus pode te dar prosperidade como um teste de caráter. A única prova de que você é terra abençoada é o que brota de você quando a chuva cai.
Quando a provação vem, sai paciência ou sai blasfêmia. Quando a repreensão vem, sai humildade ou sai orgulho. Espinhos ferem, frutos alimentam.
A sua vida está ferindo as pessoas ao seu redor ou está alimentando-as com Cristo? Se você perceber hoje que tem sido uma terra de espinhos, recebendo muito e dando nada, ou pior, devolvendo pecado, trema diante deste texto. Porque a foice já está amolada e o fogo já está preparado.
A chuva não vai cair para sempre. Um dia a seca do julgamento chegará. E quando esse dia chegar, a pergunta não será quanto você choveu, mas sim o que você produziu.
Respire fundo. Depois de ouvirmos o trovão dos versículos anteriores, depois de vermos o abismo da apostasia e o fogo consumindo a terra de espinhos, o autor de Hebreus muda subitamente o tom de voz. No versículo 9, ele deixa de lado o chicote e nos estende a mão com um sorriso paternal.
Mas de vós, ó amados, esperamos coisas melhores e coisas que acompanham a salvação, ainda que assim falamos. Note a expressão carinhosa, amados, ele não está falando com os inimigos de Deus, ele está falando com a igreja. Ele diz: "Eu tive que assustar vocês".
Eu tive que mostrar o perigo, mas eu olho para a vida de vocês e vejo sinais de que vocês não são terra de espinhos. Eu vejo coisas melhores. O que são essas coisas que acompanham a salvação?
Charles Spurgionava uma analogia brilhante para explicar isso. Ele dizia: "A salvação é como um rei. Ela nunca viaja sozinha.
Onde quer que o rei entre, sua comitiva entra junto. Se a salvação entrou no seu coração, ela trouxe consigo a santidade, o arrependimento, a humildade e o amor. Se esses servos não estão lá, o rei também não está.
O apóstata de Hebreus 6 tinha os dons, línguas, profecia, milagres. Mas o verdadeiro crente tem as graças. E quais são essas graças que provam que você é salvo?
O versículo 10 nos dá a resposta imediata. Porque Deus não é injusto para se esquecer da vossa obra e do trabalho do amor que para com o seu nome mostrastes enquanto servistes aos santos e ainda servis. Aqui está o teste de DNA do verdadeiro cristão.
Não é o quanto ele grita no culto, não é o quanto ele sabe de teologia, é o trabalho do amor. O apóstata ama a si mesmo. Ele quer a bênção para o seu próprio prazer.
Ele quer o [música] palco. O salvo ama a Deus e, por consequência, ama o povo de Deus, os santos. Ele serve, ele se sacrifica, ele lava os pés.
Spurjon dizia: "O hipócrita pode imitar a oração, pode imitar o louvor e até a pregação, mas o diabo nunca consegue imitar a humildade e o amor sacrificial. O orgulho do inferno não permite que ele sirva. Outra coisa que acompanha a salvação é a tristeza pelo pecado.
O apóstata cai e não sente nada ou sente raiva de ter sido pego. O salvo cai e sente uma dor aguda. Ele clama como Davi.
Contra ti, contra ti somente piquei. Essa dor é [música] uma bênção. É a prova de que o seu coração não está cauterizado.
É a prova de que a natureza de ovelha ainda está viva aí dentro. gritando contra a lama. Se você está assistindo a este vídeo e sentiu medo dos versículos anteriores, alegre-se, o medo santo é um sinal de vida.
Cadáveres não trem. Spuron [música] listava três marcas infalíveis dos eleitos que acompanham a salvação. Uma fé que depende inteiramente de Cristo.
O apóstata confia em sua própria justiça. Eu fiz, eu profetizei. O salvo diz: "Eu sou um verme, mas Cristo [música] é meu tudo.
Uma luta constante contra o pecado. O apóstata faz as pazes com o pecado. O salvo vive em guerra.
Ele pode perder batalhas, mas nunca assina um tratado de paz com o inimigo. Perseverança na provação. Quando o sol queima, a provação vem.
A semente na terra rochosa morre, mas a semente em boa terra aprofunda as raízes. O texto diz que Deus não é injusto para se esquecer. Isso é maravilhoso.
Deus vê as suas lágrimas secretas de arrependimento. Deus vê quando você resiste a tentação e ninguém aplaude. Deus vê quando você serve aquele irmão chato na igreja só por amor a Cristo.
Essas são as coisas melhores. Essas são as moedas de ouro do reino. Os dons espirituais são como fogos de artifício.
Impressionam, mas apagam rápido. O fruto do espírito, amor, alegria, paz, longanimidade, é como uma árvore. Demora a crescer, mas sustenta a vida.
Você quer saber se é salvo? Pare de olhar para os milagres que você viu. Judas viu maiores.
Olhe para o seu coração. Você ama o que Deus ama? Você odeia o que Deus odeia?
Você continua servindo aos santos, mesmo quando eles te decepcionam? Essa resiliência, essa teimosia santa de continuar caminhando, mesmo mancando, é a marca registrada dos filhos de Deus. O autor de Hebreus está dizendo: "Eu sei que vocês não são apóstatas, porque eu vejo o amor de vocês, mas não [música] relaxem.
Continuem mostrando o mesmo zelo até o fim. " E é sobre esse fim que vamos falar agora. A salvação não é uma corrida de 100 m, é uma maratona.
E a única prova de que você começou bem é se você terminar bem. Spurgion dizia: "Muitos navios saem do porto com bandeiras asteadas e música alta, mas nunca chegam ao destino. Só é coroado aquele que cruza a linha de chegada.
Você tem as marcas? A comitiva do rei está na sua casa? Se sim, não tema o trovão de Hebreu 6.
Ele não é para te matar, é para te manter no caminho. Depois de nos mostrar o horror daqueles que caem e não podem ser renovados, o autor de Hebreus nos dá o antídoto. Ele não diz: "Para não cair, tenham mais medo".
Ele diz: "Desejamos [música] que cada um de vós mostre o mesmo zelo até ao fim, para a completa certeza da esperança, para que não vos torneis indolentes. " [música] Hebreus 6. 11 a 12.
A palavra-chave aqui é indolentes ou preguiçosos. Em algumas traduções, no grego é a palavra notros, que significa lento, [música] tardo, estúpido. É a mesma palavra usada em Hebreus 5:11, quando ele diz que eles se tornaram tardios em ouvir.
A apostasia não começa quando você queima Bíblia em praça pública. A apostasia começa quando você fica com preguiça de ler [música] a Bíblia no seu quarto. Charles Spurgon, com sua visão de águia identificava a preguiça como a mãe da apostasia.
Ele dizia: "O caminho para o inferno é declive. Você só precisa soltar os freios e a gravidade do pecado fará o resto. Mas o caminho para o céu é uma subida íngeme.
Se você parar de escalar, você não fica parado, você rola para baixo. O perigo do cristão morno que Hebreus combate é a crença de que a vida cristã tem aposentadoria. O sujeito pensa: "Ah, eu já fui muito ativo na igreja quando era jovem.
Já ganhei muitas almas. Agora eu posso relaxar. Agora eu posso só assistir aos cultos online e viver minha vida.
Isso é suicídio espiritual. O texto diz: "Mostre o mesmo zelo até o fim. O mesmo zelo que você tinha quando se converteu, a mesma paixão, a mesma diligência.
Por que isso é tão vital? Porque a nossa natureza é caída, a carne é pesada, o mundo é magnético. Se você não fizer um esforço consciente e diário para buscar a Deus, a frieza tomará conta de você naturalmente.
Ninguém precisa se esforçar para esfriar. Basta tirar a panela do fogo. Spurion alertava.
Um cristão preguiçoso é uma contradição. Se você é cristão, você é um soldado e soldados não dormem no fronte. Se você é cristão, você é um peregrino.
E peregrinos não montam tenda no meio da estrada. A diligência mencionada no versículo não é para ganhar a salvação, isso é obra de Cristo, mas para garantir a plena certeza da esperança. Muitos vivem com dúvida da salvação.
Será que sou salvo? Será que perdi a graça? Sabe por você tem dúvida?
Porque você é preguiçoso. A certeza da salvação é o salário da diligência. Deus não dá a certeza plena para quem trata o reino dele como um hobby de fim de semana.
Se você busca a Deus de qualquer jeito, você terá uma esperança de qualquer jeito, fraca, trêmula e cheia de medo. Spurgion dizia: "Você quer saber se o seu nome está escrito no livro da vida? Não tente subir ao céu para ler o livro.
Olhe para a sua vida. Hoje você está correndo? Você está lutando.
Se você está lutando contra o pecado, isso é a prova de que a vida de Deus está em você. A luta é a assinatura da eleição. A preguiça espiritual [música] é traiçoeira, porque ela não parece pecado.
Não ler a Bíblia hoje parece inofensivo. Amanhã [música] eu leio. Não orar hoje parece justificável.
Estou muito cansado do trabalho. Faltar a escola bíblica parece normal. Preciso descansar.
Mas o autor de Hebreus diz que é exatamente essa indolência que transforma uma terra fértil em terra de espinhos. O espinho não precisa ser plantado. Ele nasce no terreno que foi negligenciado.
Se você abandonar o jardim da sua alma por se meses, você não encontrará flores, encontrará uma selva de pecados. O versículo 12 nos dá a ordem final. Mas sede imitadores dos que, pela fé e paciência herdam as promessas.
Não olhe para o cristão morno do seu lado. Não se compare com a média baixa da igreja moderna. Olhe para os gigantes da fé.
Olhe para Abraão, que vamos ver no próximo capítulo. Olhe para Paulo. Olhe para os mártires.
Eles foram preguiçosos? Eles se aposentaram da fé? Não.
Eles correram até o último suspiro. Paulo disse no final da vida: "Combati o bom combate". Acabei a carreira, guardei a fé.
Ele não disse descansei na graça. Ele disse combati. Foi uma [música] guerra.
Então o diagnóstico de espurjon para você hoje é: se você está sentindo sua fé esfriar, se os versículos de terror de Hebreus 6 estão começando a fazer sentido para você, o problema não é que Deus te abandonou, o problema é que você parou de remar. Acorde, sacuda a poeira da indolência. Volte a orar como se sua vida dependesse disso, porque depende.
Volte a ler a Escritura como quem procura um mapa do tesouro. Volte a servir como quem serve ao próprio rei. O preguiçoso deseja e nada tem.
Provérbios 13:4. Mas o diligente, [música] ah, o diligente herdará a promessa. Não deixe a preguiça roubar a sua coroa.
Chegamos agora ao divisor de águas entre o crente genuíno e o quase cristão [música] de Hebreus 6. O que separa o ouro da pirita, ouro de tolo, não é o brilho. Ambos brilham, é a reação ao ácido do tempo.
O versículo 15 nos apresenta o antídoto contra a apostasia na figura de Abraão. E assim, esperando com paciência, alcançou a promessa. Parece uma frase simples, bonita, mas ela esconde uma agonia de décadas.
Deus prometeu um filho a Abraão. Abraão esperou um ano. Nada.
[música] Esperou 10 anos. Nada. Esperou 25 anos.
O corpo dele morreu. Ficou impotente. O ventre de Sara secou.
A promessa parecia uma piada cruel. Mas Abraão permaneceu. Charles Spurgon [música] olhava para essa perseverança e dizia: "A fé que salva não é a fé que dá um pulo de alegria no domingo.
É a fé que caminha manca pela segunda-feira, terça-feira e por 20 anos de silêncio, sem nunca tirar os olhos da promessa. O apóstata de Hebreu 6 é, por definição, um imediatista. Ele é como a semente que caiu em solo rochoso na parábola de Jesus.
Ela brotou rápido, ela cresceu com alegria. Mas quando veio o sol, a provação, o tempo, a demora, ela secou porque não tinha raiz. O cristão morno quer a Deus como um caixa eletrônico.
Ele insere a oração e quer sacar a bênção na hora. Se Deus demora, ele se ofende. Se Deus diz espere, ele duvida.
Se a vida fica difícil, ele volta para o mundo. Ele diz: "Ah, eu tentei esse negócio de igreja, mas não funcionou para mim. Ele tratou Deus como um produto que estava no prazo de validade, mas a fé verdadeira, a fé dos eleitos, possui uma qualidade sobrenatural chamada longanimidade".
do grego macrotúmia, pavio longo. Espurjon dizia: "Deus muitas vezes atrasa a resposta não para negar o pedido, mas para expandir a capacidade do recebedor. O tempo é o forno onde a fé é assada e se torna pão sólido.
Por que muitos caem e não podem ser renovados? Porque eles não suportaram o vale da espera. Eles queriam a coroa sem a cruz.
Eles queriam o filho sem a gravidez. Eles trocaram a promessa eterna por um prato de lentilhas imediato, como Esaú. Esaú é o padroeiro dos apóstatas.
Ele estava com fome agora. Ele queria satisfação agora. Ele desprezou o futuro pelo presente.
Abraão é o pai dos fiéis. Ele viveu em tendas como um estrangeiro, esperando uma cidade que nunca viu em vida. mas que sabia que existia.
O texto de Hebreus 6 diz que Deus, querendo mostrar a imutabilidade do seu conselho, interpôs-se com juramento. Versículo 17. Isso é a âncora da alma.
Abraão não esperou porque era teimoso. Ele esperou porque sabia quem havia prometido. Spuron afirmava: "Aquele que tem a promessa de Deus no bolso pode navegar no meio da tempestade e sorrir para os raios.
Ele sabe que o barco não pode afundar, pois a palavra de Deus é o casco do navio. Você que está assistindo a este vídeo e sente medo de cair na fé, analise como você lida com a demora de Deus. Quando Deus fica em silêncio na sua vida, o que você faz?
Você corre para o pecado para buscar consolo. Você começa a duvidar da Bíblia? Ou você diz como Jó, ainda que ele me mate, nele esperarei.
A marca de quem cai e não levanta. Hebreus 6:6, é a desistência diante da dificuldade. A marca de quem herda a promessa, [música] Hebreus 6:12, é a paciência.
Não é uma paciência passiva de quem está dormindo, é uma paciência ativa de guerreiro. É a paciência do sentinela que vigia a muralha a noite toda no frio esperando o sol nascer. Ele sabe que o sol virá.
Ele não sabe a hora, mas sabe que virá. O autor de Hebreus está nos dizendo: "Não sejam crianças espirituais que choram e quebram o brinquedo quando não conseguem o que querem. Sejam como Abraão.
Se você quer ter certeza de que não é um falso convertido, olhe para suas cicatrizes de espera. O falso convertido não tem cicatrizes. Ele foge da batalha antes de ser ferido.
O verdadeiro cristão carrega as marcas da paciência. Espurjon encerrava este pensamento dizendo: "Se o Senhor te faz esperar, é porque ele tem algo imenso para te dar. O tempo de Deus é perfeito.
O apóstata corre na frente e cai no abismo. O eleito espera e sobe ao céus nas asas de águia. Não deixe o relógio de Deus te ofender.
O tempo não está matando a sua fé. O tempo está provando a sua fé. Se for real, ela vai durar.
Se for palha, ela vai queimar. Aguarde, [música] a promessa está vindo. Chegamos ao fim desta jornada aterrorizante e gloriosa.
Começamos com o aviso de que é impossível renovar aquele que recai. Vimos a terra que produz espinho ser queimada. [música] E agora você pode estar se perguntando, então, quem pode se salvar se homens iluminados caem?
Que chance eu tenho? A resposta [música] está nos versículos finais, 19 e 20. a qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até o interior do véu, onde Jesus, nosso precursor, entrou por nós.
Aqui está a diferença final entre o apóstata e o eleito. O apóstata é um navio sem âncora, ou pior, com uma âncora de plástico jogada na areia movediça de seus próprios sentimentos. Quando a tempestade da provação vem ou a correnteza do mundo puxa, ele deriva, ele bate nas rochas, ele naufraga.
Mas o verdadeiro cristão possui uma âncora sobrenatural. Charles Spurgion notava algo curioso sobre esta imagem. Todas as âncoras dos navios terrenos são lançadas para baixo, no fundo do mar, mas a âncora do cristão é lançada para cima.
Ela não se prende no chão instável deste mundo. Ela atravessa as nuvens, entra no Santo dos Santos e se engancha no trono inabalável de Deus. Pense na segurança disso.
Se a sua salvação dependesse da sua força de segurar a corda, você estaria perdido. Suas mãos são fracas. Você soltaria na primeira onda forte.
Mas a segurança não depende de você segurar a Deus, depende de Deus segurar você. O texto diz que a âncora é segura e firme, não porque o barco você é grande, mas porque a rocha Cristo é imovível. O texto diz que Jesus entrou como precursor Prodromos.
Nos tempos antigos, quando um navio grande não conseguia entrar no porto devido à maré baixa, ele enviava um barquinho menor, o precursor, que levava a âncora até o porto e aprendia lá dentro. Jesus é esse precursor. Ele subiu aos céus, levando a nossa humanidade com ele, e amarrou a corda da nossa salvação nas colunas da eternidade.
Ele disse: "Pai, eu estou aqui e por eu estou aqui? Aqueles que estão ligados a mim também [música] estarão. " Isso destrói o medo de Hebreus 6.
Você tem medo de cair e não poder voltar? Olhe para a sua âncora. Onde ela [música] está?
Se ela estiver na sua performance na igreja, você vai cair. Se ela estiver na sua emoção, você vai cair. Mas se ela estiver nos méritos de Cristo, no sangue de Cristo e na promessa de Deus, o universo pode se desfazer, mas você não vai se perder.
Spurgion dizia: "O cristão verdadeiro pode balançar. O navio sobe e desce nas ondas. Ele enjoa, ele geme, ele range, mas ele nunca sai do lugar.
A corrente estica, mas não quebra. O diabo pode soprar o furacão que quiser, mas ele não tem força para arrancar a âncora que Deus cravou no céu. Esta é a forte consolação que o autor de Hebreus queria nos dar.
Versículo 18. Ele nos aterrorizou com a apostasia para nos fazer largar as âncoras falsas. Autojustiça, religiosidade, mornidão.
Ele queria que pelo medo do naufrágio, nós jogássemos nossa âncora em Jesus. Então, meu amigo, o teste final não é quão bom você é. O teste final é: "A que você está conectado.
O apóstata está conectado ao mundo. Quando o mundo afunda, ele afunda junto. O cristão está conectado ao céu.
Quando o mundo afunda, ele é puxado para cima. Se você ouviu sobre o perigo de cauterizar a mente e sentiu um tremor santo, isso é o Espírito Santo tensionando a corda. Ele está te puxando de volta.
Não resista. Pare de confiar na sua própria capacidade de ser fiel. Confie na fidelidade daquele que prometeu.
Hebreus 6 não foi escrito para te condenar, mas para te fazer correr para o refúgio. E uma vez que você entra nesse refúgio e lança a âncora, nenhuma tempestade, nenhum demônio e nem mesmo seus próprios pecados passados poderão te separar do amor de Deus. Spuron encerrava com este desafio glorioso.
Lance sua âncora agora, não lodo seu coração, mas nas chagas de Cristo. E então deixe o mar rugir. A sua alma está segura no porto de Deus.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz. O medo acabou. A segurança começou.
Temos esta esperança como âncora da alma, segura e firme. Hebreus 6:19. Se este vídeo te tirou da mornidão e te fez desejar essa segurança inabalável, se você entendeu que a verdadeira fé não é sobre não ter medo, mas sobre onde colocar sua confiança, deixe registrado nos comentários a sua fé hoje.
Minha âncora está em Cristo. E se você quer aprender a manusear essa corda, se você quer estudar a teologia profunda que sustentou homens como Spuron nas piores tempestades da vida, a escola do príncipe é o porto seguro, onde formamos a mente e o coração dos santos. Não enfrente o mar sozinho.
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