Que o dono uma vez me encontrou e ele me falou: "Cara, você me ajudou a ficar milionário? Eu lembro que com uma publicidade sua que na época eu paguei R$ 10.000, você me fez 2 milhões em um stories, em uma plataforma. >> O seu case é bem curioso, porque você tá em alta, digamos assim, desde sempre. >> Sempre tive muita facilidade de vender, porque eu sou muito verdadeira, igual você falou, você tá há muitos anos e Sempre em alta. Exatamente por isso, porque as pessoas que elas criam protótipos e e personagens, elas vão cair uma
hora porque as pessoas vão perceber. Porque você basicamente sempre entendeu as plataformas e conseguiu atrair atenção produzindo muito. Como funciona na sua cabeça isso? >> Que faz vender com naturalidade? É a sua vida real. Então, se as pessoas sacarem que você tá vendendo, aquilo ali vai ser ruim. E com esse universo de Infoprodutos é que tem centenas de cursos de como vender um curso. Quantos cursos tem sobre como entregar? Não tem. Tipo, eles não se importa. É muito. Às vezes os caras lançam sem nem ter criado o produto. >> É muito doido. Só que é
por isso que o digital tá morrendo. O digital tá morrendo cada vez mais. >> Exatamente. >> Aqui é @joedro. E a minha expectativa para esse episódio é entender como a Maira Card construiu um império através de conteúdo e conseguiu com esse império criar métodos, vender produtos. High Ticket, antes de existir esse termo, cara, uma custoria de R$ 300.000. Então, quero muito aprender como funciona a mente dessa artista empreendedora e mãe lista gigante. >> Obrigada. Aqui é @mairacard e a minha expectativa é conseguir atender, entregar ali tudo que você quiser espremer de mim com maior Dedicação
e amor e transparência e todos os pontos que você precisar perguntar para mim, que eu puder agregar e ajudar na vida de quem tá assistindo, com certeza farei. Eu fui pioneira em muitas coisas, em muitos negócios, em muitas empresas e eu tô, acho que há 20 anos, né, no mercado de uma maneira linear. Então acho que eu tenho muito agregar aqui para você. Tomara que eu consiga. >> Bom, o papo tá muito bom. Então não esquece de deixar o like e se inscrever No canal. E se você tá assistindo isso pelo Spotify, dá cinco estrelas.
E você já sabe, se esse episódio alcançar 50 comentários, vai ter lá o resumo da nossa Iá Iá do Fernando, vai mandar lá para vocês, porque sério, teve muito insite, teve uma aula aqui de experiência do cliente. Então já deixa seu comentário. Bora pro episódio. >> Hunters. >> Estamos começando mais um Hunters, o podcast que a gente aprofunda bastante Em marketing, estratégia. Hoje temos uma convidada mais do que especial, Maira Card Negro. É um prazer estar aqui com você. >> Prazer é meu. >> Esse aqui para mim é um dos um dos High Hunters mais
difíceis, porque você é um uma pessoa que fez tantas coisas que que é difícil. Acho que todo mundo conhece seu nome. Acho que no Brasil acho que é quase impossível ter alguém que nunca ouviu falar de você, mas acho que eles Não tem dimensão da quantidade de negócio, a quantidade de resultado que você já gerou. >> E para começar, a gente tem uma pergunta clássica aqui no Roy Hunters, que ela é o seguinte: qual foi a coisa que você fez que mais gerou Roy, né? Pode ser uma campanha de marketing, pode ser o o que
vier na sua cabeça. >> Uhum. você sabe que você vai se surpreender com o que eu vou te responder, porque vai ser uma resposta Um pouco de tudo. Eh, eu não lançava, eu não fazia lançamento. Eu demorei muito tempo para fazer o lançamento. Eu já tinha o maior programa de emagrecimento do Brasil e eu me recusava a fazer lançamento porque eu tinha filas de espera de 6 meses. Eh, eu fazia sem saber que eu tava fazendo lançamento, porque na verdade eu nunca investi em nada, nada, nada. E e eu tinha muita dificuldade de fazer um
lançamento que eu tinha medo de abrir pro grande Público e perder a qualidade de entrega do produto. Uhum. >> Eh, eu era já muito conhecida, como você falou, todo mundo já conhece, porque eu a minha vida se divide em fama e o meu lado de empresária. Então, a grande maioria das pessoas me conhece pelo lado da fama. Eu eu sou sou uma artista, mas as pessoas sabem pouco do meu lado empresária, né? E e aí quando eu resolvi entrar no meio, né, de certa forma ali do lançamento, eu fui muito relutante. Falei: "Ah, não sei
se é isso que eu quero, tal". E no meu primeiro lançamento voltou 23 vezes o que eu investi e eu assim completamente sem querer fazer. E aí eu já fiquei meio apavorada, eu falei: "Não é isso que eu quero, eu não quero alcançar esse tanto de gente e tal". Mas tudo que eu fiz sempre voltou muito, desde as minhas próprias campanhas, dos meus próprios negócios, eu sempre sou muito boa de retorno até campanhas de outras marcas. Por exemplo, eh, a Vianca me contratava para eu fazer uma publicidade como artista e eu derrubava o site deles
porque eu vendia muito em poucos segundos. E aí a gente sempre teve esse problema. Tanto que quando eu vou fazer lançamento, eu tenho que sempre eh reforçar muito as minhas plataformas. Porque o meu alcance é de uma vez, meu público é muito desesperado, então eles compram assim tudo muito rápido. E e aí a gente tem isso de de dessa compra Inicial de tudo. Aí eu vou fazer anunciar um produto de cabelo. Por exemplo, tem um uma um produto da Vitabi, que é um produto de cabelo de de Gumy Hair e e etc, que o dono
uma vez me encontrou, o Júnior é Regiane, e ele me falou: "Cara, você me ajudou a ficar milionário? Eu lembro que com uma publicidade sua, que na época isso, 1900 bolinha, eu paguei R$ 10.000, você me fez 2 milhões em um stories, em uma plataforma. Então eu sempre tive muita Facilidade para Roy, seja para mim, seja pras marcas. Isso nunca foi um problema para mim. O que pros empresários é meio tipo, uau, como, né, você traz 40 vezes mais dentro de tudo que você faz por conta da audiência, que eu acho que é muito importante.
Dá para abrir vários loops daí do que você falou, mas partindo do princípio ali da da audiência, eu acho o seu case bem curioso, Porque você tá em alta, digamos assim, desde sempre, né? Enquanto é muito comum o alguém ter o seu áudio de crescimento e aí depois não necessariamente tá em declínio, mas ou pelo menos estagnar, até porque >> você tá aqui, pô, mais de 15 anos criando conteúdo, a gente teve várias plataformas que surgiram e morreram. A gente teve mudanças e nem todo mundo consegue se adaptar a novos formatos >> total. >> E
não é o seu caso, né? Tanto é que agora assim recentemente no TikTok o que você tá fazendo tá revolucionando, mas você fez isso desde o começo, assim, uma das primeiras pessoas a usar stories, acho que Snapchat também, né? Muito forte. Eu lembro da minha irmã falando do seu programa e e sonhando em comprar, sei lá, 2017, 2018, tipo >> quando e de fato não não era época de lançamentos ainda, mas já existia. >> Sim. Sim. >> Como queria abrir um pouco da sua cabeça, como você faz? é intuitivo, é intencional, você entende porque você
basicamente sempre entendeu as plataformas e conseguiu atrair atenção e produzindo muito. Como funciona na sua cabeça isso? >> Sim. Eh, eu sempre tô atenta ao que está acontecendo e o fato de eu ter vindo da Da época impressa, eu digo assim, né? Eu sou da época de revista de capa de jornal que quando saiu uma uma notícia sua imprimiam e ficava 30 dias falando sobre a mesma coisa. Eu sou da época da televisão que só tinham quatro canais, Manchete, Record, Globo e tal. E a época que a audiência da Globo era gigantesca. Então, quando eu
comecei a a ficar, eu trabalho desde os 19 anos na TV, eu sou jornalista por formação e trabalhei na Record, que foi um dos meus primeiros Trabalhos. Depois eu trabalhei na SIC em Portugal, >> então eu tenho uma trajetória de jornalista e de televisão que me faz ter uma narrativa muito boa, né? Eu conheço, eu domino a narrativa de modo geral por conta do jornalismo. Isso facilita em qualquer rede de certa forma. Fora isso, eu eh consegui entender eh as mudanças e acompanhar, porque a mudança da da internet, da comunicação de modo geral, ela é
como moda, ela é como roupa. A Calça boca de sino, ela vem, depois ela fica um tempão sem, depois ela volta no mesmo formato. A bolinha vem, depois ela vai embora, depois ela volta no mesmo formato. Então, se você aproveitar ali o que você tem dentro do seu guarda-roupa, você consegue usar em vários períodos. E a comunicação é a mesma coisa. Não existe uma uma super invenção, uma um super modelo. É sempre igual. A gente tinha ali a plataforma de Orcut, a 1900 bolinha. O que que ela tinha? As Comunidades, as pessoas precisavam se sentir
pertencendo, parecendo a alguma coisa. E eu, como estudo muito psicologia, psicoterapia, eu entendo muito do ser humano, o que o ser humano precisa, o que ele quer, aonde ele se sente ouvido, aonde ele se sente acolhido. Depois do Orcut veio Facebook que começou a fazer um sucesso. Depois veio o Instagram e aí o Instagram começou a cair e veio o TikTok, que agora tá muito mais em alta que o Instagram, porque o Instagram é cobra muito das pessoas e entrega pouco. Então virou só uma plataforma de venda. E as pessoas que estão no Instagram, o
grande público, ele não tá ali nem para comprar e nem para vender. Ele tá ali para ser para consumir o dia a dia, que é o que vende. O que faz vender com naturalidade é a sua vida real. Então, se as pessoas sacarem que você tá vendendo, aquilo ali vai ser ruim. Por que que novela faz tanto sucesso ainda hoje, né, mesmo Diminuindo? Porque é vida das pessoas, são pessoas fofocando, querendo saber da vida das pessoas. Então, se você conseguir, juntando tudo que eu te falei com a moda que vai e vem, entender que a
novela ela é o que tem que estar na sua plataforma de de de venda, você vai vender qualquer coisa. Então você faz uma novela da sua vida, só que uma novela real, da mesma maneira e com as mesmas facilidades que tem uma novela da Globo e que tinha no Snapchat e que tem Nos stories e agora tá no TikTok. Como que eu mixo isso com a intencionalidade de venda? Porque desde o começo você queria, você tava ali não como um influenciador que que ele é, digamos assim, adicto por views, né? Porque se você vê assim
o influenciador, ele fala assim: "Se eu tive milhões de views, >> tá tudo certo". E e ele normalmente não tem um produto, não pensa nisso. Você desde o começo já tinha >> já tinha seus negócios. >> Como você conectava isso? >> Até pra narrativa funcionasse de venda. E eu compreendo o que você fala, até porque veio na minha cabeça quando você tava falando assim med, tipo, quando eu olho, quando eu olho, sei lá, o TikTok do João Adibe, ele tá vivendo a vida dele, ele ele não tá lá. É, a Carla também, eles não estão
lá tentando vender remédio, mas ainda assim, >> sempre quando eles põem o produto, vende Muito. Então, para mim conectou, fez sentido. >> Total. >> E você já faz de sempre >> o velho da van. >> O velho da van >> são os mesmos. Exatamente, porque as pessoas elas estão sentindo cada vez mais, principalmente agora nesse momento que a gente tá vivendo, falta de pessoas de verdade. O mundo digital veio muito forte na pandemia e as pessoas não Tinham outra opção, por isso elas aderiram. Só que criou um monte de gente de mentira. A grande maioria
das pessoas que estão no digital, elas mostram o que elas não vivem. E as pessoas sentem isso. Você sente que é artificial, você sente que é um monte de gente que acabou de ganhar dinheiro agora bancando o professor e ensinando algo que não tá vivendo. Então aonde que as pessoas podem perceber se aquilo ali é real ou não? No dia a dia, desde a coisa mais Simples até a mais complexa que você faz. Enquanto você fica muito montado, muito professorzão, você causa um distanciamento com o público e você vende com mais dificuldade. Por exemplo, a
Tânia Bulhões, ela teve uma dificuldade agora com a coisa das xícaras, né? >> Ela demorou 30 dias para se pronunciar e para se explicar. Aquele foi péssimo pra marca dela. >> O nome é Tânia Bulhões >> e ninguém nem comprou, né, explicação. >> Exato. Então assim, ó, quando aconteceu o que aconteceu, se ela tivesse vindo com a cara normal de Tânia Bulhões e falado: "Gente, deixa eu explicar o que aconteceu". E explicado era muito normal, mas ela demorou 30 dias e mandou uma outra pessoa vir explicar que não era a Tânia Bolhões. Você compra Tânia
Bolhões, você quer ouvir o quê? a explicação da Tânia Bulhões. Então eu acho que esse distanciamento tanto das Marcas quanto dos empresários, faz com que as pessoas se distanciem e e queiram menos, queiram consumir menos, tenham mais dificuldade de vender. Eu sempre tive muita facilidade de vender porque eu sou muito verdadeira. Se eu falo: "Isso aqui é bom, é bom". Mas se for ruim, eu vou falar que é ruim, sem problema nenhum. Tem o lado ruim, lógico disso, né? Tudo tem o seu contraponto, é uma escolha, mas tem um lado muito bom. Eu não consigo
fazer publicidade do que É ruim. Eu não consigo vender para uma outra pessoa que é ruim. Eu não negocio os meus valores. E eu não tô falando que isso é uma verdade absoluta. É quem quem faz ou quem quer fazer, tá tudo certo. Eu não consigo porque eu acho que isso não dura. Igual você falou, você tá há muitos anos e sempre em alta. Exatamente por isso, porque as pessoas que elas criam protótipos e eh personagens, elas vão cair uma hora porque as pessoas vão perceber. Na época que eu tava Contratando nutricionistas pro meu programa,
tinha uma nutricionista muito famosa, vegana, e eu fui sentei com ela para conversar e ela era, tava na época assim bem famosinha, bem estourada, e a gente foi sentar para almoçar e ela pediu um peixe. Aí eu falei: "Uai, você não é vegana?" Aí ela: "Ah, não, sim, mas de vez em quando eu como peixe porque você sabe que precisa." Mas eu ali para mim acabou, eu não contratei mais ela. Mas isso acontece muito na Vida de verdade. E as pessoas, por mais que você não mostre, elas sacam que aquilo ali não é a tua
verdade. E eu não tinha dificuldade de falar de emagrecimento, porque eu vivia isso. Eu vivo isso até hoje. Eu não como açúcar, eu não como, eu nem tenho mais o problema de emagrecimento que eu resolvi fechar, mas eu não como açúcar, eu não como glúten, eu não não bebo álcool. Essa é a minha verdade. Então, é fácil para mim vender aquilo que eu acredito. Eu acredito que as pessoas estão num movimento de o que que dá mais dinheiro, então eu quero fazer o que dá mais dinheiro. Só que se você não se apaixonar pelo que
dá mais dinheiro, você pode até buscar porque dá mais dinheiro, mas no caminho você tem que se apaixonar por isso. Porque se você não se apaixonar por isso, o teu cliente saca que não é tua vida. Como é que você vai contratar um dentista que tem o dente podre, uma cabeleireira que tem o Cabelo ruim, uma nutricionista que não consegue dar conta do do próprio sobrepeso? Então você não passa a autoridade pelo que você não vive. Para mim é muito fácil dentro da minha rotina, dentro do meu dia a dia, vender, porque as pessoas falam:
"Não, mas eu já tô vendo isso há muito tempo". Ela realmente vende isso. O que as pessoas têm mais me pedido agora, que eu tô em obra na minha casa, é: "Meu, por que que você não vai mexer com isso? Por que que Você não vai construir casa? Porque Mas é um job, se eu quisesse eu poderia e não ia ser artificial porque todo mundo ia falar: "Não, mas ela tá adorando, é ela". >> Então eu acho que as oportunidades e os negócios, elas estão aí o tempo inteiro. Se você conseguir sacar o que tá
funcionando, o que você gosta, o que o seu público se identificou e é muito mais fácil. Você tá falou da sua obra lá e eu tenho visto você bastante no TikTok, na minha timeline. Nem é o tipo de conteúdo que aparece para mim, mas você vai lá. E são vídeos longos assim, 7 minutos, 8 minutos, é 10 minutos >> que que normalmente as pessoas se >> não assistem, né? >> Não é nem só isso, né? Os gurus não recomendavam fazer isso. Todo mundo falava: "Faça o vídeo mais curto possível". Tinha gente até falava assim: "Pô,
faz um loop de 5 segundos porque aí Vai dar mais view". Você tocou num ponto importante, é isso. As pessoas ficam procurando metodologias que funcionam para todo mundo, mas não é assim. A a existem criadores de grandes inversões. Quando eu criei o meu programa de emagrecimento, não existia nada igual no mercado, por isso que fez tanto sucesso. E eu fui contratada por R$ 300.000 pela Anita, pela Cléo Pires, mulheres Débora Seco, mulheres muito bem suucedidas, famosas, que pagaram para entrar no meu Programa e pagaram caro. Por quê? Por que que eu consegui algo tão diferente
que ninguém conseguiu? Porque eu pensei diferente do que todo mundo tava pensando. Então, quando eu criei meu programa de emagrecimento, eu criei eh a parte do nutricionista, a parte do personal, a parte do psicólogo e pensei num modelo. Então, quando alguém diz: "Faz em 2 segundos, mas esse é paraa pessoa, será que para você faz sentido?" Eu consigo prender uma pessoa em 15 Minutos num conteúdo legal. Então, se você consegue prender em 15 minutos, para você vai ser diferente. Se eu ficar só copiando contrtrol C, conttrol V de metodologia, eu nunca vou ser pioneiro em
nada. Eu nunca vou criar nada. Esses dias a JK me ligou, ela falou: "Amiga, o que que você tá fazendo no TikTok? Me dá o contato da sua equipe de videomaker, porque eu quero fazer igual, porque só dá você no TikTok". Eu falei: "Não tem equipe, meu bem. É a minha nora que Grava. Às vezes é a minha cunhada, às vezes é o meu marido, às vezes sou eu." Não tenho equipe de gravação de TikTok. Não é uma agência que tá fazendo isso, >> não é uma agência que tá. Ela falou: "Sério, eu jurava que
se montava roteiro, que era uma agência". Falou: "Não é a minha vida como ela é. Eu cular e vou. Às vezes eu quero gravar aqui, eu eu saco." Às vezes eu falo: "Grava, amor. Grava Tuane, que é minha nora, que tá sempre comigo. Grava Marcela que é a Madrinha da minha filha. Quem tiver grava". Então assim, eu eu acredito muito nisso, que a gente precisa ficar muito atento no que faz sentido pra gente, porque o que faz sentido para você às vezes não vai fazer para ninguém. E às vezes você vai mesmo ser disruptivo. Você
vai criar algo, inventar algo que todo mundo vai falar: "Nossa, mas como criou?" Não ficou só imitando. Não que não seja importante você ter metodologias e seguir as Métricas que já funcionam, principalmente para vocês empresários. Eu sei que isso é importante, mas não se prenda só nisso, senão também você não vai ser pioneiro em nada. >> Perfeito. E dá para fazer vários loops aqui. Primeiro, você vendeu esse high high ticket antes de ter esse nome de R$ 300.000. R$ 1000 a consultoria e você tinha o seu programa de emagrecimento, que pelo que Você falou aqui
em off, o último dado que eu tinha era 800.000, mas já me atualizou que você atendeu 1 milhão de clientes. As pessoas não têm essa dimensão, cara. Que empresa no Brasil tem 1 milhão de clientes? >> Exato. Exato. >> Em que você começou com programa mais caro? Como você começou? E eu queria muito entender como era a entrega, porque eu vi, acho que tinha quatro profissionais sempre. Era isso. A pessoa Tinha, >> me explica, me explica como era essa, essa entrega. >> Sim. foi o seguinte, eh, a, eu vim de uma família de italiano que
comece muito, que tudo que a gente vive em volta da mesa com muito macarrão, molho etc e tal. Então, quando eu tinha meus 20 e poucos anos, eu adquiri um câncer de tireoide e tive que mudar completamente a minha vida. Ali o médico falou que eu Viveria com remédio do coração pro resto da vida e tinha que fazer iodoterapia e etc. Ali eu resolvi mudar a minha alimentação porque eu entendi descobri porque eu não sabia. Eu era do tipo que comia 23 pedaços em rodí de pizza e e fazia competição e achava máximo. Então eu
realmente não tinha consciência. Quando eu entendi que a alimentação deixava a gente doente, eu mudei porque eu precisava me curar. Então, eh, eu fui o meu primeiro case, digamos assim, só Que nunca imaginei na minha vida trabalhar com isso. Eu era comunicadora, jornalista, tinha um programa de de apresentação na SIC e tinha e comecei a trabalhar na Poker Stars como repórter, viajando o mundo todo. >> Então, era muito divertido meu trabalho, era muito legal, eu gostava, ganhava grana, conhecia o mundo inteiro, nunca pensei em ser empresário, chava chato para caramba. Um tempo depois, o meu
pai eh teve um Câncer e o médico deu três meses de vida para ele. Aí a gente mudou toda a alimentação dele por orgânica saudável e ele viveu 3 anos a mais porque ele já tava com câncer terminal. No dia que meu pai morreu, eu entendi que eu queria fazer isso da minha vida, não porque dava dinheiro, porque eu nunca nem sonhei que eu ficaria muito milionária com isso. Eh, mesmo, nunca nem imaginei. Eu fiz porque eu entendi a importância que tinha e eu gostei ali de Estudar aquilo, de ajudar as pessoas. Eu falei: "Cara,
eu vou fazer isso". E aí uma amiga minha foi pra minha casa que chamava Rúbia. Eh, meu pai tinha morrido, ela passou uns dias comigo e ela queria emagrecer, só que ela tipo assim, tinha uma coisinha ou outra para emagrecer. nada demais. Só que a autoestima dela era muito no lixo. Ela era uma mulher linda que se achava feia, vivia em relacionamentos abusivos, tinha todo um histórico. E aí eu comecei a Cuidar dela e em eu falei: "Ó, em 15 dias eu vou fazer você emagrecer". E aí eu comecei a perceber que ela comia escondido.
Só que é muito louca essa coisa de comer escondido. Você come escondido de quem? Se você que precisa emagrecer, você vai esconder de mim. Só que assim, funciona. Então eu pensei, bom, se ela come escondida, é porque ela deve uma satisfação pública, então eu vou colocar isso publicamente. Falei: "Ó, vou fazer um compromisso público Aqui e vou colocar que você tem que emagrecer em 15 dias." E aí eu comecei a filmar tudo que ela fazia. E aí eu percebi que por ela ela não emagrecia, mas pelo público ela emagrecia porque agora botou a cara a
tapa. Em 15 dias ela teve um resultado maravilhoso e virou viral na época. Tipo, todas as pessoas postavam, a Globo postou, a todos os lugares de Facebook, porque como eu era famosa, tudo meu dava views. Então era um antes e depois que era uma Coisa que não se trabalhava muito, muito chocante. E aí saiu em todos os lugares e as pessoas começaram a criar uma hashtag Maira seca eu. >> Uhum. >> E aí eu vi uma oportunidade aí, morava nos Estados Unidos, na época tinha aquele coach Bueno, bueno que era um cara que emagrecia os
famosos e tudo mais. Fui estudar nos Estados Unidos, que é onde eu morava, para entender como eu fazia para abrir um programa de Emagrecimento lá. E abri um programa de emagrecimento que na época chamava Maira Card Seca Vocêum. >> Nunca imaginei que ia ter essa proporção, mas eu já entendi que tinha a eu tinha que trabalhar a parte emocional. Então quando eu abri, não existia grupo, não existia lançamento. Há 15 anos atrás. Eh, eu falei: "Quer saber? Eu vou fazer um grupo de ajuda, tipo Alcoólicos Anônimos, veio na minha cabeça, onde eu bote ali 20,
30 mulheres No grupo e uma ajude a outra para que elas coloquem ali as dores, as coisas. E eu já sabia que o homem tinha que ser separado de mulher, >> então eh eu trabalho com homem também, mas eu sempre trabalhei 90% com mulher. Então eu separava o grupo de homem e de mulher e tava ali dentro trabalhando as dores dessas mulheres. Aí fui percebendo, falar: "Ah, a gente precisa de psicólogo e aí fui trazendo. Agora a gente precisa da parte da nutrição Agora". E aí eu comecei muito eh customizado, muito ali peculiar e o
negócio foi tomando uma proporção muito grande. Como eu era artista, as coisas e era famosa, as coisas tomaram uma proporção, uma visibilidade muito grande. Menos de um mês que o programa existia, eu fui num em programas de televisão muito grandes SBT, Record, Globo, que eles me chamaram para contar sobre o programa. E aí, tinha se meses de espera e de tudo mais que todo mundo Tava tentando entender o que que eu fazia. Eu nem tinha estrutura para isso, eu nem era empresária. Eu fiquei tipo num lugar de menina apavorada. Meu pai tinha acabado de morrer
de câncer e eu tava assim com uma empresa gigante, sem ter a menor ideia de como que eu fazia aquilo, de de mas eu tinha muita vontade, muita sede. E aí eu entendi sozinha, sem ninguém me dizer, eh, que hoje a gente sabe que é é o caminho muito óbvio, que eu tava cobrando Barato, porque se eu tava com eu comecei o o programa, eu tinha já pessoas para me atender com R$ 1.000, e a tipo assim, R 999, na verdade, >> pelo programa inteiro. >> Pelo programa inteiro, porque eu achava que não ia dar
certo. Achava que se eu fosse cobrar mais que isso não era possível. Aí a gente subiu para cinco, depois a gente subiu para 10, depois para 15. E aí eu parei o programa Seca você em 15 e eh fui pro Personal. Eu Falei: "Bom, eu não atendo mais ninguém, eu só atendo a partir de R$ 80.000 não comecei com 300". Mas antes disso, deixa eu ver se eu entendi o a pessoa lá pagava a quantia e você separava, sabe, em grupos de 30 clientes, mais ou menos. >> Era assim, você ia ter uma consulta como
se fosse com uma consulta com o seu nutricionista. >> Então essa isso era individual. >> Isso era individual online e e não se Fazia nada online na época. É, antes da pandemia, a galera nem sabia que existia isso. >> Não, foi super desafiador para mim, porque as pessoas achavam que era uma coisa que não era palpável, vai que não existe, vai que não sei o que lá. Então foi muito desafiador. Então, atendia online. Aí você fazia uma consulta ali de 40 minutos, uma hora, onde você falava tudo sobre você, >> passava por essa consulta e
depois você Ganhava o seu plano alimentar ali com cardápio, receita. Esse era um diferencial muito grande. Quando você ia antigamente nutricionista, ele dizia assim: "Você vai comer 150 g de frango, 200 g de brócolis, eh, uma clube social e era isso. Eu fui a primeira a inventar receitas, então eu não passava 150 g de com strogonof, um bolo de não sei o que lá, porque eu tinha chefes que criavam ali as experiências e as receitas. Então ela, você sair ali com teu cardápio e Com seu treino de personal, que eu tinha uns personais bem famosos
na época, era o personal do Anderson Silva, que era o Fábio, morava na Califórnia, ele era meu personal, então ele era o personal também do programa, ele que fazia. Então isso também me dava muita visibilidade. Então você comprava um programa que tinha não só a parte da pessoa que é conhecida, meu rosto conhecido, mas é o personal do Anderson Silva que tava comigo todo dia dentro da da academia do Anderson Silva. Então tinha muitas coisas atrativas ali. >> Antes de você criar o personal, o que que você entregava naquele momento? Já que você falou que,
ah, vou vou parar de vou sair, vou só para quem o que qual que era seu papel naquele momento? Então, eu sempre fui a à cabeça do negócio, eu sempre estive em todos os os lugares ali tentando entender as dificuldades conforme porque era uma coisa que nunca ninguém tinha inventado. Então, conforme eu vi as dores das clientes, eu ia criando mais coisas e mais braços e tudo mais. >> Mas em que momento a cliente tinha contato com você ou não tinha? Inicialmente ela tinha, bem no comecinho ela tinha, que era esse contato inicial, essa esse
primeiro oi, digamos assim, >> eh, ficou durante uns 30, 40 dias, mais ou menos, essas primeiras consultas sendo comigo. E aí depois eu coloquei outras pessoas para atender, além de Grupo de nutricionista personal, alguns coaches mesmo que e estariam ali para entender o que que a pessoa queria, analistas comportamentais e tudo mais. E aí ela escolhia quem tinha as fotografias ali de quem eram as pessoas. contando o histórico, onde morava, quem era, contando antes, depois, porque todas as pessoas que trabalhavam para mim tinham antes, depois, perderam 30 kg, 40 kg e tanto eram inspiradores, já
eram case. Exatamente. >> Então, elas eh escolhiam aquelas pessoas e aí eu comecei eh aumentar o meu preço. Primeiro eu aumentei para cinco, depois para 10, depois para 15 e aí eu criei o programa de 80. Quando eu criei o programa de 80, foram por dois motivos. Um, porque eu não queria mais estar na frente do negócio, porque eu já tinha me tornado uma empresária. Até então era uma menina influenciadora. E aí eu tinha me tornado uma empresária, tinha entendido o tamanho do BO que eu Tinha arrumado paraa minha cabeça e eu tava estudando muito
para poder entender de empresa, de negócio, de contabilidade, de tudo que até então eu não sabia, que eu só achava que era legal e e tava tudo certo. >> Então tava me dando muito trabalho, eu queria sair do negócio. E esse foi o primeiro ponto. E o segundo ponto é que eu percebi que as pessoas que tinham menos resultado de emagrecimento, elas eh tinham algo em comum. Quando eu fui Vasculhar, elas tinham dinheiro em comum. Então, as pessoas que tinham mais dinheiro emagreciam menos. E aí eu pensei, por que que essas pessoas que têm mais
dinheiro emagrecem menos? Aí eu falei, já sei, prioridade, tempo. >> O que o rico tem de mais importante, mais precioso, é o tempo. Possivelmente ela não está tendo tempo para fazer o programa, porque é um programa que exige tempo, porque você tem que cozinhar as próprias comidas, você tem que dedicar Um tempo e ela não quer fazer. Então eu preciso criar uma maneira que alguém faça por ela e para que esse tempo eh fique menor. E tempo é dinheiro. Se eu cobrar caro, essa pessoa vai fazer >> sim, porque para ela R$ 5.000, R$ 10.000,
R$ 15.000 é nada, né? >> É nada. Então, tipo, quantas coisas eu já comprei e eu não ligo. Por exemplo, eu fui na do agora no na viajar, fazer o enxoval da minha bebê, eu fui no supermercado e comprei uma mala de Porcaria. Possivelmente eu nunca vou usar, não sei o que é. E por um acaso eu também comprei uma bolsa. Quando eu cheguei em casa, a bolsa que eu paguei caro, eu falei pra minha funcionária: "Guarda essa bolsa. Cuidado para, né? Dei lá as instruções e a mala de porcaria que tem muito mais coisas
do que a bolsa, eu não tô nem aí". Então é valor >> total. >> Então eu precisava cobrar caro para que O cliente me ouvisse. Quando eu falei pra minha equipe, eu vou criar um programa de R$ 80.000, eles saíram da minha cara. Falei: "Quem vai pagar R$ 80.000 para emagrecer?" Falei: "Vai". Mas quem, Maira? Eu falei: "A pessoa que paga numa bolsa". A pessoa que paga numa bolsa 80, 100, 150, ela vai pagar 80. >> As pessoas apagam isso numa lipa, numas plástica também. >> Então como que não vai pagar para emagrecer? E a
minha equipe foi super Contra. Falou: "Você tá louca? Ninguém vai pagar". Eu falei: "Vai e vai pagar fácil". Eu tinha certeza. Por isso que eu falo que você tem que pensar fora da caixinha. >> E aí eu criei esse programa de 80 que no outro mês eu passei para 150 baseada em nada na minha cabeça e que no outro mês estava custando 300, que era o personal. E não só pagavam, como os famosos começaram a querer fazer e contar, porque daí eu virei ael do mercado. >> E aí, provavelmente também quem tava pagando 15 achava
muito mais barato, né? >> Total. E aí me dava facilidade para quando eu eh vendesse o programa mais barato, as pessoas aceitarem fazer com quem tivesse, porque era o que elas podiam. Tipo, não, eu não vou poder nunca fazer o de 300, então vou est pagando esse 15 aqui, vou est achando ótimo, né? E eu virei a chanel do mercado, então virei um objeto de desejo de emagrecimento. Então as pessoas além De querer fazer o programa que elas queriam emagrecer, elas queriam contar que estavam fazendo, porque a Anita fazia, Cléo Pires fazia, a Leste, a
Débora Seco, enfim, o os jogadores da NBA, porque na época eu morava na Califórnia e eu fazia todos os jogadores da NBA, de vôlei, de futebol. >> Mas como você fazia essa entrega, era tudo online também? Porque já que você morava lá? >> Não. Aí esse de 300.000 não era não era Online, porque eu precisava também criar um algo que que fizesse sentido. >> Então, a pessoa tinha um chefe formado lá na na França que entregava todas as comedias bonitinhas, que morava com a pessoa durante 60 dias. A pessoa tinha ali o chefe que entregas
seis refeições ali para ela o tempo inteiro. >> Tinham sessões individuais comigo semanal, então uma vez por semana ela tinha uma sessão comigo, que eu sou formada em psicologia e psicoterapia, Né? Então, ela tinha uma sessão comigo para eu entender ali, >> mas se viajava para encontrar ela? >> Então, em geral, sim, mas eh eu fazia isso pelo menos duas vezes. A primeira e a última eu entregava pessoalmente e o resto online. E se a pessoa fosse de perto, por exemplo, Cléo Pires é uma que eu entreguei todas esse presencial, eu morava no Rio, ela
morava em São Paulo, então eu pegava um voo e ia até ela. >> Então, e a Anita foi uma pessoa que eu Fiquei 40 dias presencial, foi a única que eu fiquei full, porque ela falou: "Eu só faço se você ficar full comigo". Eu falei: "Caraca, que desafio". E dali nunca mais eu quis fazer ninguém f porque é completamente diferente. Falei: "Não, não dá". E aí eu fui saindo da operação e a operação foi funcionando porque no começo eu achei: "As pessoas só vão pagar 300.000 se eu tiver. Se eu não tiver elas não vão."
Mas não é assim. A gente que pensa que é assim. Quando você constrói uma marca, ninguém tá nem ligando. Então, no começo, que foi a primeira ali, eh, bom, eu fiquei full, depois eu fui saindo e chegou as últimas, eu já fazia a primeira e a última presenciar o resto online. As pessoas só queriam entrar, elas não queriam saber como. E o resultado era incrível. As pessoas realmente emagreciam muito e elas se apaixonavam, as comidas eram maravilhosas, o chefe era maravilhoso, elas se sentiam Paparicadas, porque é uma coisa, é você ter um restaurante michelã para
você emagrecer. você fala: "Não é possível que eu tô comendo essa delícia e tô emagrecendo". Eu consegui olhar pro meu cliente e entender o que ninguém entendia. O nutricionista tradicional, ele não sabe o que o cliente vive. Ele não conhece a casa do cliente, a rotina do cliente. Então ele passa uma dieta que ele nem sabe se o cliente vai ter aquela possibilidade de fazer. Eu não. Eu entendi o cliente, por exemplo, Thaago, ah, você gosta de quê? De pizza, de lanche, de hambúrguer, de não sei o que, não sei o quê? Como que você
emagrece? A gente fazia, o chefe fazia pizza, hambúrguer, lanche e ele emagrecia comendo pizza, hambúrguer, lanche e nuggets, só que tudo saudável. Ele falava: "Como? Como que eu vou emagrecer comendo isso?" A mesma coisa, Anita. Ela gostava de doce, então a gente fazia muito doce, bolo, mousse e Ele emagrecia, ela emagrecia igual. Então esse era o diferencial, era realmente personal, era realmente personalizado. E e foi o que me que me deixou mais conhecida, mais famosa, digamos assim. Só que eu ficava sempre na dualidade eh da fama da artista pra fama da empresária. E eu acho
que a fama do artista sempre sobressaiu >> Uhum. >> a o meu lado empresária. Então por isso até mesmo que você falou, falei: "Não, a Grande maioria das pessoas não conhecem". É porque eu falava pouco na rede social do que acontecia internamente. >> E você chegou a ter, acho que 400 colaboradores, não sei se >> Sim >> como era essa operação? Acho que pouca gente tem tem essa dimensão de gente 400 pessoas. É muita gente, muita gente assim, é de 1000 m², cheio de gente. >> É, é muita gente. E online, o que é Desafiador,
>> era, era, >> hoje eu tenho um escritório presencial, é muito mais fácil porque você tem cultura. Sem cultura você não tem nada, tudo era online. Eu tinha cliente em Dubai, no Japão. Eu tinha funcionária em Dubai, no Japão, porque eu precisava que falasse japonês, que fala, que entendesse da comida de lá. Então eu tinha que administrar essas pessoas pelo mundo, pagando a a os valores mais Aleatórios possíveis de dólar, entre outras coisas, porque os os clientes eram diferentes e o o programa era diferente também. Quem eh fazia para fora, pagava em dólar e tal
e ele era adaptado. Eh, e as comidas e tudo mais, mas como funcionava a operação, que é o que você tá perguntando do básico, esse não é o personality. a pessoa entrava, ela fazia uma consulta, aí ela ganhava um plano de alimentar, que era tudo por aplicativo, que também já era uma coisa Muito à frente do tempo. A gente tinha um sistema, na época ninguém nem sabia como que fazia isso. >> E eh ganhava ali também todo o plano de exercícios e tudo mais dela. Depois ela entrava dentro de um grupo aonde ela ficava ali
com 40, depois a gente fixou esse número, 40 mulheres eram o máximo do grupo. Então, eram vários grupos de 40 mulheres. E aí, como funcionava? Primeiro eu vou explicar externamente, depois internamente. >> Como cliente eu tenho a minha primeira consulta e a minha última consulta. Então, eu tenho duas consultas com a minha psicoterapeuta que ela vai, que é a minha analista comportamental. Primeiro ela vai saber o que eu quero e depois quando eu finalizar o meu programa, ela vai ter certeza que foi entregue o meu propósito ali e o meu objetivo foi check. Então eu
checava antes dela ir embora para eu ter certeza que essa cliente estava satisfeita >> e e até para que ela entendesse. Não, realmente valeu a pena. Exato. Para para que ela não saísse só tipo acabou e fui jogada, acabou, já paguei, agora ninguém se interessa por m. >> Muito bom. Provavelmente nessa primeira consulta você perguntava o que que você vai considerar sucesso, coisa do tipo. E no final você fala assim: "Lembra que você falou isso? Olha, chegamos aqui porque já passou, né, sei lá, 60 dias." Exato. >> E aí a gente tinha uma recorrência muito
maior dessas pessoas, só que a grande maioria das pessoas >> que não renovava porque não tinham dinheiro. Elas juntavam dinheiro da vida para poder estar ali. Ali era uma grande oportunidade. Então elas saíam chorando como se a vida delas fossem acabar, como se eu nunca fui tão feliz na minha vida, tô morrendo de ter que sair daqui. Era um processo muito intenso. E aí ela tinha tanto o cardápio mensal por mês, Ela tinha um cardápio novo, né? Eram dois meses. Uhum. E e o esse cardápio ele era, digamos assim, novo por semana. Então cada semana
ela tinha várias receitas, ela não enjoava de forma alguma. >> Dentro do grupo, ela tinha a pessoa que ficava à disposição de ensinar todas as receitas para ela ou pra cozinheira dela, caso ela tivesse algum problema ali na parte culinária. E ela tinha quatro assistentes, que foi o que você Me perguntou, era 24 horas o atendimento. Então dentro do grupo dela tinha quatro pessoas que era responsável por ela. Se ela quisesse falar no particular, ela podia. E se quisesse falar no grupo com as meninas, ela podia. Então, era tipo uma sala de aula onde entram
professores e vão revesando o horário de madrugada. Se ela tivesse um surto e acredite, mulher tem, a gente falava com ela, tipo, tem mulher que que tem TPM, que sofre depressão e liga de Madrugada para falar: "Quero comer um brigadeiro 3 horas da manhã". A gente faz toda a parte emocional e a mulher não come brigadeiro. Briguei com meu marido. É muito complexo trabalhar com mulher, é muito desafiador. Com homem é muito mais fácil, >> não? E eu diria que não só mulher, mas comida, né? Porque é >> comida. É muito emocional que é tipo
assim, briguei com meu marido, então vou comer um doce. Tipo assim, >> exato, tô triste, vou comer um doce. Eu eu tenho uma frase muito forte que a gente não come comida, a gente engole emoções. Você come de tristeza, come de agonia, come de alegria, come de raiva, come. Ou seja, não é comida que a gente tá falando. Ex. Tô comemorando, vou comer muito. Tô triste, vou comemorar muito. Sem muito. >> Ex. Mas o homem é muito prático, porque o homem ele demora para decidir, mas quando ele decide tá decidido. Por Exemplo, eh, a gente
tinha grupos de homens e quem tava dentro também eram homens e às vezes eles passavam algumas coisas pra gente que a gente morria de rir. Por exemplo, teve uma vez que um cara falou assim: "Cara, mas eu sou obrigada a comer e eh essa casca mesmo do kiwi, porque ela tem pelo e é meio ruim". Como assim comer a casca do kwi? Porque não estava escrito descasque o kwii. Tava escrito coma tantas gramas de kwii. Ele tava comendo com casca. Eles São muito práticos e eles não reclamam. E um outro cara uma vez que a
gente falou: "Ceque a eh as folhas e aí ele mandou a foto do sem sacanagem do varal com as folhas para secar." E a gente falava: "Caraca, como é bom trabalhar com homem, porque é prático. Você fala: "Seca as folhas, seca as folhas, não tem erro. Pra mulher você fala: "Come tantas gramas, mas por quê? Mas por que que não pode ser do outro jeito? Mulher é mais exigente e eu gosto de desafio. Então eu Sempre gostei de trabalhar com mulher porque eu gosto de problema, eu gosto de resolver problema, eu gosto mesmo, me sinto
eh, sei lá, motivada, vitoriosa, agregando na vida do outro. E aí eu sempre gostei disso. Então ela tinha toda essa assistência ali nesse programa. Internamente, como isso funcionava, meu amigo, era muito complexo a parte interna. >> Quantos grupos não devia ter, né? >> Quantos grupos? >> Quantos WhatsApps? Tô pensando número >> desesperador. Era desesperador no começo, porque hoje é comum ter iPhone, mas há 15 anos atrás não era. Eu tinha que dar os aparelhos todos. >> Então eu comprava os aparelhos de telefone porque a pessoa que tinha um aparelho inferior na casa dela, ela não
dava conta da demanda. >> Além do mais com tanto notificação, né, mensagem, travava. É, era o que que travava o celular. >> Exato. E eu usava e isso como backup de prova. Porque que acontece? você tá trabalhando com mulheres feridas, machucadas, daqui do tr meses ela surta e e arruma um um problema para você, um processo. Então eu tinha tudo isso de backup, então eu não deixava elas apagarem nada, inclusive para elas. Então, por exemplo, assim, e ela tinha, ah, e esse modelo primeiro e no final foi só no final. Antes eram três consultas, começo,
meio e fim. Então Essa consulta do meio, quando ela ia fazer, se a menina não tivesse emagrecido o que a gente programou, por exemplo, mulheres emagreciam de 8 a 16 kg no primeiro mês e homem emagrecia de 12 a 40 kg, depende de quanto tivesse. Emagrece muito. Então tinha um mínimo ali que a gente programava. Se ela não emagrecesse exatamente aquele mínimo, a gente sabia tudo que ela tinha feito errado. Porque a gente tinha uma equipe de rede social que ela não sabia, >> mas que tava fuçando todas as redes sociais dela. Então a gente
sabia tudo que ela postava, onde postava. E a gente tirava print de tudo e colocava dentro do nosso portal. Então, por exemplo, ela falava assim: "Ah, eu não emagreci o que eu imaginava. A gente tinha tudo." >> É, mas você tomou cerveja nesse dia, você comeu linguiça, >> você foi na balada três meses. >> Exatamente. E aí elas ficavam apavoradas. Você quer fazer diferente no Outro mês? Então era um trabalho muito minucioso. E aí elas falavam: "Caraca, parece que elas estão aqui em casa, elas me cuidam de tudo e tal". Então, dava muito trabalho. E
quando a gente tem os grupos, são vários grupos, porque a gente abre eh de uma vez só, né? Então, no mesmo período de toda semana tem grupo novo, né? Tinha tinha grupo novo formando toda segunda-feira. A gente abri um único dia para ficar mais fácil o entendimento, mas aí abre, sei lá, 40, 60 grupos de uma vez, são muitos. Então, a gente tem quatro meninas cuidando de um grupo, mas eu preciso de uma gestora dessas meninas. Então, a cada tantas meninas, por exemplo, eu tenho, a cada 20 meninas eu tenho uma gestura. Normalmente é isso,
a cada 20 meninas eu tenho uma gestora. Essa gestora é aquela do salário mais alto, mais capacitada, que é analista, que é psicóloga, que fala comigo, que etc e tal. Dessas gestoras eu tenho algumas e aí dessas eu Tenho uma MasterChef que tá abaixo de mim. >> Eu estou num grupo com todas elas, mas cada uma vai respondendo a cada uma e aí depende eh do problema. Se ele for muito complexo, chega até mim e eu mesma resolvo. Mas a grande maioria, a gente tem, sei lá, mais de 10.000 áudios sobre tudo. Então a pessoa
fala: "Ah, eu tô com um problema assim, assim, assim no intestino. A gente vai caçar o áudio do médico que que é do problema do Intestino." Só que isso há 15 anos atrás não tem um sistema de que facilita a tua vida. >> É, que não tinha tagueamento, nada, >> nada. Você não conseguia taguear no próprio WhatsApp. Se você escrevesse eh alface não aparecia, você tinha que ficar ouvindo áudio por áudio, não tinha dois. >> Então eu eu sou de uma época hard que eu acho que eu sofri tanto para construir, que hoje é tudo
tão fácil para mim me Readaptar, sabe? Eu acho tudo tão prático, mas funcionou muito, deu muito certo. As pessoas eram apaixonadas pelo pelo negócio. Eu acho que é muito bom quando o seu desafio é muito grande, porque aí você se adapta para tudo. >> Fala, Roy Hunter. Você sabe qual que é a diferença entre empresas que faturam 50.000 por mês e empresas que vendem 1 milhão todos os meses. Não é gastar mais em anúncio, não é aumentar equipe, não é sorte, você sabe que não é. É ter um Sistema de venda que funciona de forma
previsível. Olha só, se você é gestor ou dono de uma empresa que fatura mais de R$ 50.000 por mês e sente que deveria estar vendendo muito mais, que tem algo de errado, você não sabe muito bem onde que tá o gargalo que tá impedindo o crescimento da sua empresa, eu tenho um convite para você. Eu sempre tenho um convite para você. No dia 4 de outubro, eu e o Dener, Cor da V4, vamos fazer uma imersão online e ao vivo e vamos abrir, Pela primeira vez um gabarito que a gente desenvolveu em 13 anos de
mercado, aplicado a mais de 20.000 empresas e já gerou mais de R bilhões de reais em receita pros nossos clientes. Você vai descobrir exatamente o estágio da sua estrutura de marketing e da sua estrutura de vendas e vai sair com um plano pronto, sabendo onde atuar para acelerar seus resultados. Se você quer começar 2026 com gabarito para bater um recorde de venda todos os meses, basta Escanear o QR Code aqui na tela ou clicar no link aqui na descrição para garantir a sua vaga. Não, mas bem interessante ver, não é nem necessidade, mas esse desejo
de realmente não é agradar, mas é de encantar o cliente, né? Tipo assim, dele, se eu for tirar alguns insightes aqui, primeira parte do grupo Arenial, porque todo mundo hoje fala de conção de comunidade e o jeito que você fez foi muito bom, porque obviamente seus clientes têm muito em Comum, tanto é que eles são seus clientes, el tem uma dor em comum, então eles adorariam se conhecer e provavelmente adoraram essa deve ser uma parte que >> eh que eles devem ficar amigos provavelmente por muitos anos depois. >> Vira melhores amigos. Viram melhor sala de
aula. >> É legal. Isso é muito legal assim. Isso para mim é o que, sei lá, uma Taylor Swift faz quando ela pede pr as pessoas Fazerem a pulseira da amizade e trocar no show. Tipo assim, pô, provavelmente a pessoa que você troca a pulseira ali, você conhece, vira amigos, vai lembrar para sempre que você conheceu ela no show do Taylor Swift, ali >> a pessoa vai lembrar. Isso é uma coisa que eu não tenho num consultório, né? Eu não sei quem são os outros pacientes da minha da minha nutricionista ou coisa do tipo. Ah,
você também tinha um início meio fim, entregava algo palpável, Diferente de uma simples consulta que eu nunca sei quantas consultas vai ter. não cria vínculo. >> E é, eu não sei se eu vou precisar de ter 20 consultas ou cinco ou 10, tipo assim, não é não é muito claro e aí você sempre sente assim, cara, não vai ter fim nunca, >> vou ficar sendo enrolado. >> É >> isso. Era uma coisa também que muito diferencial. Eh, hoje, principalmente no Lançamento, as pessoas trabalham muito com recorrência, elas querem um cliente eterno. Eu nunca gostei desse
cliente, então eu sempre ti, fui, inclusive isso sempre foi motivo de briga depois que eu entrei nos lançamentos, porque eu demorei muito para entrar, >> porque eu não quero cliente recorrente, porque para mim, se você tem cliente recorrente, você não fez bem o seu trabalho. >> Então, para mim, se aquele cliente Ficasse muito tempo, significava que eu era um incompetente. Então, eu deixava isso muito claro paraa minha cliente, que ela não ia ficar comigo por muito tempo. já sabia quanto tempo ela ia ficar. Se ela tivesse 12 kg, 15, 20, 30 a perder, ela só
ia ficar um programa. >> Até que ela tem um objetivo muito claro, né? >> Muito claro. E aí ela falava: "Tá, mas e depois e a manutenção?" Eu ensinava tudo. Quando ela saía do programa, ela Tinha uma uma patoca literalmente que eu mandava um manual dizendo tudo que ela tinha que fazer pro resto da vida. Algumas até queriam renovar porque elas gostavam da comunidade e tudo mais e gostavam das receitas novas, mas elas sabiam o que tinha que fazer. Eu não deixava elas aleatórias, dependentes de mim. Eu vejo que os profissionais ficam muito ai, mas
é é o mais difícil é fazer cliente. Para mim nunca foi. >> Uhum. >> Muito pelo contrário. Eu pensava, gente, a quantidade de pessoas com sobrepeso, com dificuldade de emagrecer, para que que eu vou ficar agarrada nesse cliente aqui? eu quero ajudar mais pessoas, pode sair. E aí as pessoas ficavam encantadas com isso também, porque elas iam no nutricionista e era para sempre, porque ela não aprende o que o que tá acontecendo e a gente ensinava. Então, ao longo do tempo, eu fui fazendo coisas. Por exemplo, ela tinha uma aula Todos os dias. Então, todos
os dias ela tinha uma aula com as minhas pessoas ali, né, de analistas e tudo mais, de uma hora, como se fosse uma mentoria ao vivo por sala de aula. Então, 8 horas da noite aula. Aí a galera entrava e para ter aula. Se você não quisesse, você não entrava. Mas elas saiam de lá, a maioria das pessoas saíam de lá apaixonadas pela nutrição, querendo se formar em nutrição, porque eu despertava o amor, a paixão pela nutrição. >> Não. E é sensacional porque mesmo sendo em grupo era uma individualização e uma entrega especial. Não era
um vídeo gravado ou não era um Zoom com 1000 pessoas. Exato. >> Então você tava ali e provavelmente quem entrava tava tava no grupo também, então você fortalecia ainda mais, >> né, o o contato. >> Eu nunca considerei que eu tive um produto digital, >> porque não é um produto digital, é muito Diferente de tudo. Eu vejo os produtos digitais que você entra num curso e você assiste sozinha, isso é um produto digital, mas os meus não. Eu falava, isso não é um produto digital. >> Isso era uma clínica, né? É uma clínica grande que
atende online. É como se eu é tipo um Dr. Baracate que lá tem sei quantos nutricionistas, não sei quantos disso, e aí você vai de uma sala para outra, só que você fazia isso online em escala. >> Exato. Exato. Então eu conseguia atender gente do mundo todo, eu conseguia viabilizar financeiramente às vezes possibilidades muito maiores. E aí quando chegou pandemia, eh, eu resolvi fazer pela primeira vez gratuitamente um produto 100% grátis, que chamava Seca Você com Você. >> Uhum. Porque eu realmente vi que as pessoas estavam precisando se alimentar bem, porque elas estavam presas em
casa. E o COVID estava matando pela má Alimentação. As pessoas que tinham imunidade baixas morriam. Para mim era muito lógico. Apesar de ninguém falar escrachadamente isso porque tinha medo de apanhar, eu sabia. E o que eu falei quer saber. Eu vou fazer um programa de de treino, porque elas estão em casa sem fazer nada, de alimentação e vou dar pras pessoas. É minha minha parte. E aí eu fiz isso e em um dia eu eu captei ali 400.000 leads e entreguei para essas pessoas 400.000 1 cardápios e etc. No Meu stories eu não usava eh
eh tráfico, nem se existia isso. Se existia eu não sabia como que era, né? Na época de pandemia eu não não existia, eu não trabalhava ainda com isso. E aí dali eu comecei a receber muito e-mail de pessoas agradecendo muito, tipo, ah, eu tinha diabetes tipo dois e agora não tô mais tomando remédio. Eu tinha psorias e salvou, eu tinha depressão e parei de tomar meu remédio, muito meio. E aí eu me surpreendi porque eu achava que eu Não podia fazer o mesmo efeito se eu não tivesse essa coisa tão peculiar como é o meu
programa. >> Tão high touch, né? >> Exato. E aí eu falei: "Eu tô errada. Eu acho que eu vou pro digital. Ali abriu a minha cabeça paraa possibilidade do digital. Só que eu tinha tanto medo de estragar o que eu tinha que eu abri uma outra empresa de emagrecimento, só que do digital que chamava Cura Você, que foi meu meu primeiro eh coisa online Assim, tal, infraproduto, digamos assim, >> sem tráfego pago, mas digital, porque primeiro porque eu achava que não precisava, depois que eu não sabia direito como é que funcionava. E eu vendia muitos
milhões sem tráfego pago, só nos meus stories. Mas os meus stories sempre deram muita audiência. Eu sempre tive 2 milhões qualificada que já queria aquilo, já via você documentando esse processo. >> Exato. Era o que eu vivia, né? Era minha Vida. Então eu demorei muito para entrar realmente no digital e depois eu demorei muito para querer fazer o tráfego pago. >> Uhum. >> Que quando eu fiz, que foi que eu mencionei, o primeiro que eu fiz voltou 23 vezes. Aí eu falei: "Caraca, eu nem sei se vou dar conta de atender tudo que eu aceitei
fazer o pago." Aham. Em 2000 quanto? 21. 2021. 2021. Não tem muito tempo, porque as pessoas já faziam muito tempo, né? E aí eu falei: "Nem sei Se eu dou conta". E foi um dia assim, questão de uma hora. Aí eu falei: "Não, não, pera aí. Eu nem sei se eu dou conta de ter tudo isso. >> Antes disso, que provavelmente foi a primeira vez que o cara ia direto pro checkout, comprava e tudo, como você vendia antes? O cara mandava um WhatsApp para um vendedor e você tinha um time de vendas ou como como
ele como ele virava cliente do do >> Vou te dizer como começou. Eu eu tinha Snapchat. >> Aham. E eu fazia, colocava no Snapchat o o número de telefone que na época era da minha mãe, que era parte da bem bem caseiro mesmo, né? Bem, bem familiar. Do jeito que começou, começou. Colocava o WhatsApp da minha mãe e falava: "Ah, quem quiser". E aí, obviamente, não dava. Eh, a minha mãe não conseguia nem responder aquela quantidade, não existia WhatsApp Business, não existia nada. Você não conseguia fazer de uma linha Várias linhas, era só aquela linha.
Então, eh, minha mãe ficou com, nesse dia que eu postava, ela ficava assim com três meses de acúmulo de coisa e ela não conseguia nem responder as pessoas. A gente entendeu que tinha que ter mais vendedores e mais números para dissipar tudo isso e começamos a colocar mais números, mas eu também não tinha pessoas para atender, era muita gente querendo fazer. Era um negócio assustador. Eu realmente não dava conta. >> Quanto você chegou a ter de clientes simultâneos ao mesmo tempo? Cara, era coisa 5000 clientes ativos, né? Cito, a gente já teve 11.000 clientes ativos,
que foi o máximo que eu consegui dentro desse personalizado, dentro desse que é mais >> eh personalizado mesmo, né? >> Esse tinha quantos vendedores mais ou menos? E e assim, ativo, só me corrigindo, ativo que eu tô dizendo é Tipo assim, entrou agora, porque teve uma uma época de base de cliente que eu tinha 400.000 motivos, >> só que não tinha entrado naquela hora. Era 400.000, mas que tinham entrado há dois meses atrás. >> Aí era doideira. Aí é que foi mais ou menos há uns três anos atrás que eu falei: "Não, não dá mais
para mim". É, é, é aí que eu resolvi tirar o pé do acelerador e falei: "Cara, não tenho vida, eh, não dá. Eu amo fazer o que eu Faço. Só que aí eu casei com o Thiago e falei: "Se eu quero viver, preciso desacelerar um pouco". Que era over. >> Então meio que você já tinha equipe de vendas e vendia no one a one, coisa que a gente do Bitb, tipo assim, a V4 sempre foi assim, né? Sempre sempre mandou pro vendedor. Só que a galera do digital nunca acreditou muito e agora eles estão indo,
né? A gente tá vendo esse movimento de que todo mundo de involuto agora tá tendo seus times de venda, tá? >> Sim. Mas assim, ó, eu não vou te dizer que eu tinha um time de venda. Eu era vendedora, eu tinha tomadores de pedido porque a pessoa chegava querendo comprar. Era assim, eu vendia no no meu Snapchat, depois nos meus stories, tudo mais, falando assim: "Gente, o produto é esse, ele custa tanto, eu não causava nada e ele vai abrir hoje, a partir de amanhã eu não vendo mais". Então a pessoa já eu quero e
ela já ia comprar. >> Não, mas ainda assim a conversão é muito Maior, porque o cara vai na página, ele esquece, ele vai só ele tá falando com alguém >> total. Muda muito, muda muito. Hoje eu eu considero que a gente tá começando a montar um time de vendas, que é diferente, porque você vai ver fazer ticket acima de 100, que é o caso do personal, aí você precisa de um vendedor, porque a pessoa que vai pagar 300.000 em alguma coisa, ela vai perguntar o que é, como é, o que que Entrega, o que que
não vai comprar como se fosse laranja. Aí sim você precisa de um vendedor. Se não, se você tiver um produto muito bem desenhado, você precisa de um tomador de pedidos. São pessoas diferentes. Isso muda tudo porque muda a qualidade, a qualificação. Quando você paga de salário paraa pessoa, você paga R$ 3.000, você consegue um tomador de pedido. Você não consegue um vendedor por R$ 3.000. São coisas, >> até porque ele precisa quebrar objeção, ele precisa fazer muito mais coisas, né? É, são coisas diferentes, >> mas aí tendo essa empresa de muito sucesso, que chegaram a
se tornar cinco empresas, né, para vários tipos de demanda que você tinha e faturando aí dezenas, talvez centas de >> eu fui dividindo, né, a empresa de personalidade é o de 300.000, a de 15.000 eu se você a O cura, você é o produto digital, porque eu tinha medo de Uma marca bagunçar a outra marca, né? Ah, eu não posso fazer essa, mas eu posso fazer essa e tal. uma organização, >> mas aí provavelmente no e no auge você resolveu encerrar. >> Louco, né? Isso, né? É o que todo mundo me pergunta. Que loucura, por
quê? Eh, eu comecei a trabalhar muito cedo, muito nova. Eu fui mãe muito nova. Eu tive meu filho com 17 anos e eu praticamente eu não descansei. >> Meu pai morreu muito cedo. Eu botei as Calças, literalmente eu eu brinco, que eu vesti as calças dele e tomei conta da minha avó, da minha mãe, do meu irmão, do pato, do ganso, etc e tal. E me coloquei nesse lugar muito masculino de ser. Eu brincava que eu era o velho rico da minha própria lancha, não tem aquela música do velho rico? Falava: "Eu que sou o
velho rico da minha lancha". E isso eh me afastou muito de um relacionamento saudável com o homem masculino. Porque se eu sou o velho rico Da minha lancha e eu sou o meu provedor, um homem de verdade, tão masculino quanto eu, não vai aparecer, porque o homem se relaciona com mulher e não com homens. Então, eh, foi uma das últimas lições que eu aprendi ali na minha vida, que eu precisava ser mais feminina, eu precisava abrir mão mais das minhas certezas, eu precisava ser menos, um pouco menos orcar do que eu era e tal. E
aí quando eu me comecei a namorar com o Thiago, a gente resolveu casar antes Mesmo de se beijar, né? Ele já falou: "Muitas coisas não dão para ser dessa forma, porque eu sou tão tão macho aqui quanto você e não dá desse jeito e eu tenho uma demanda gigantesca e tudo mais e você não dá para você ficar acelerada assim pro resto da vida. Só que como eu era provedora de tudo, eu tinha 400 pessoas que dependiam de mim, do meu ecossistema, era também muito cansativo. Eu, uma época eu entrei em depressão violenta e eu
me lembro que um amigo meu Tava em depressão junto comigo e ele falou assim: "Má, eh, é tão triste eu saber que se eu morrer agora, ninguém vai lembrar que eu existo, ninguém vai dar conta da minha falta, tal". A gente morava na Califórnia. E aí eu lembro que eu respondi para ele, eu falei: "Cara, triste é você querer se desligar do mundo, querer poder morrer e não poder, porque eu penso: "Ah, eu nem posso morrer porque tenho meu filho para criar, tem isso, tem aquilo outro, tem Aquelas pessoas". Então, eu tinha uma carga de
um peso muito grande para uma mulher >> eh que era muito forte. Então, quando eu caso com o Thago, eh, que vem nesse lugar de provedor e ele fala: "Não, eu vou cuidar de você. Eu vou, você não precisa mais ser a pessoa que vai cuidar de tudo isso. Me dá um um super alívio. E aí eu começo a questionar. Eu saí da rede social, fiquei um ano fora, afastada, sem entrar no Instagram Vendendo horrores, porque minha empresa já tinha o nome dela, então não precisava da minha cara. >> Tinha lista de espera também, né?
>> E foi muito, foi muito interessante ali nessa época para mim, porque eu entendi, porque eu sempre achei que a minha cara tinha que tá ali, que senão as pessoas não comprariam. E é não, eu já tinha criado realmente um nome, a gente vendeu igual, foi vendendo bastante tudo, só que eu sentia que não era mais aquela Paixão, eu queria mais profundamente. Eu fui estudando psicoterapia, psicologia e eu fui entendendo que eu queria ajudar mais essas mulheres. Não queria só cuidar do corpo dela, eu queria ajudar elas a ganharem mais dinheiro aí pro próximo nível.
Eh, não só de dinheiro, mas emocional. As coisas que eu fiz comigo, o que eu construí para mim, tanto em bens material, quanto no meu próprio casamento, eu queria passar paraa frente. Eu não queria só ajudar o Corpo, porque quando eu comecei a trabalhar com a empresa de emagrecimento, é porque eu entendi a importância da saúde e agora eu já tava entendendo a importância do casamento, eh, do próprio negócio, de outras coisas. Eu queria entregar isso paraas mulheres. E aí eu não sabia exatamente como eu ia fazer ou o quê, mas eu sabia que o
emagrecimento ele tava raso para onde eu queria ir. Eu já não era mais aquela menina que andava de patins e que Malhava às 3:30 da manhã. Eu era mãe de família, empresária, bem-sucedida. E era sobre isso que eu queria falar. Então eu conversei com o Thiago, ele falou para mim: "Você não trabalhava nunca mais, você fica, faz essas coisas, cuida da casa, a gente ajuda um monte de instituição também. Eu tô envolvido um monte de trabalho desse, mas eu não consigo, eu não sou, não seria feliz, eh, parada assim, sem trabalhar. Então, eu fiquei sofrendo
para fechar a Empresa. No dia que a gente fez o último lançamento, eu chorei horrores, porque é um filho, né? é um negócio e é um negócio que tá dando super certo, só que não dava para eu estar tão à frente do negócio eh como eu estava antes. Então eu falei: "Tá, eu vou trabalhar com menos pessoas, eu vou trabalhar com mais qualidade e com menos pessoas". Hoje eu tenho um mastermind para mulheres empresárias. Toda segunda-feira eu faço um coqutail no meu escritório. E eu e o Thiago, né? Eu faço processo. Ele é muito meu
parceiro, cara. Ele é muito Todo dia ele fala: "Amor, para que que você inventou esse negócio? Você não precisa trabalhar para quê? Mas eu quero transbordar na vida das pessoas. Deus me deu tanta coisa, eu aprendi tanto, eu sei tanto, eu ganhei tanto de Deus que se eu morrer aqui, morrer no sentido de ficar com isso para mim, eu vou virar uma obesa mental, eu vou ficar doente, depressiva, ansiosa. Não é justo. Deus Não me deu tudo isso para ficar para mim. Tem um capítulo do meu livro que eu falo sobre isso. Por exemplo, a
gente tem uma macieira, né? Uma maçã, uma árvore de maçã cheia de maçã. Maçã é pesada. Se ela der muitas maçãs, muitas maçãs, e essas maçãs não devolverem pro mundo, não caírem no solo, não alimentarem outros bichos e etc, ela vai quebrar no meio. Essa árvore quebra porque ela é muito pesada para dar conta de tudo que ela recebeu. >> Mas se ela devolve, se os passarinhos comem, se os bichos comem, se o solo aproveita, ela consegue ter mais maçãs. É assim que funciona o mundo. Um rio desemboca no outro, que se desemboca no outro,
que desemboca no outro. E o único rio que pega tudo para ele e não dá nada para ninguém, não desemboca em lugar nenhum é o Maro. E por isso ele chama morto. Ou seja, todas as pessoas que absorvem do planeta, do mundo, que absorvem da cultura, que tem muito, seja Dinheiro, seja cultura, seja sabedoria, e elas não entregam, elas ficam doente, elas quebram o ecossistema. Então, é por esse motivo que eu continuo trabalhando, porque precisarem eu não precisava, fazer sentido não faz mais. E aí eu resolvi trabalhar com menos mulheres e criar esse meu mastermind,
esse meu ciclo de mulheres para mulheres empresárias, porque uma coisa que eu notei ao longo dos meus anos foi as minhas dificuldades. Eh, existem milhões De masterm muito bons do Flávio Augusto, é maravilhoso, é incrível. >> Uhum. >> Só que eles são para homens. Eles falam para homens das dificuldades da empresa, mas eles não falam com mulher porque eles não entendem de mulher. Eles não sabem a dor de uma mulher. Não sabe o que a gente passa, a nossa dificuldade. Eu saio de casa para trabalhar, você sai de casa para trabalhar e você sai. Teu
filho fica lá, depois você volta, você Vê teu filho. Eu saio e minha filha tá na minha cabeça. A febre, o liquidificador, a comida, a roupa do Thago, a não sei o que lá. Toda mulher é assim. A gente gasta 185 mais vezes energia no cérebro do que vocês. E isso é cientificamente comprovado pela UCLA dos Estados Unidos. Foi uma pesquisa que fizeram. E por quê? Exatamente. Porque a gente vai junto com a casa, então não significa que eu sou mais que a mulher é mais esperta, não. Ela ela cansa mais o Cérebro, muito pelo
contrário. Então o meio de trabalho ele não foi feito pra mulher. Os nossos desafios são maiores do que o de vocês. Então quando eu tenho um problema na minha casa, isso afeta 100% a minha empresa. Quando a minha funcionária tem um problema de saúde, afeta a minha empresa. Porque a mulher não sabe separar o emocional do racional, como um homem faz. Então, como eu ensino essa mulher a chegar onde eu cheguei e a conseguir separar as coisas E ao mesmo tempo não deixar de ser uma mãe, não deixar de ser uma esposa? A gente tem
crenças muito enraizadas que vocês não têm. A mulher ela tá livre há 100 anos. Há 100 anos a mulher usa calça jeans. Não, não podia usar calça jeans antes. Ou seja, não dá para dizer que o nosso histórico é igual. Ah, tá. Mas o que que isso tem a ver, Maira, se hoje você já tá liberta pela neurociências? Esse gen é cientificamente comprovado, está em mim. Por exemplo, no mês passado Minha bebê tinha 5 meses, hoje ela tem seis. >> Dentro da minha barriga de 5 meses do mês passado, eu estava formando o número de
células dos óvulos que a minha filha vai ter ali dentro do útero dela. Ou seja, a minha neta já estava recebendo informação genética minha através da minha filha. O que eu senti, o que eu pensei, os meus traumas, o que eu vivi, os meus sustos foram passados para minha neta. Isso é cientificamente comprovado. A neurociência já comprova. Não tem como dizer que a os traumas, as limitações, as crenças da minha avó não estão me atrapalhando. Mas isso é um universo tão novo e e são estudos novos e assim ninguém fala em mastermind nenhum. Então eu
resolvi trazer esse universo pra mulher e trazer ferramentas para ela para que ela dê conta de ser uma mulher bem-sucedida, sem culpa, sem peso, e dar conta de tudo de uma maneira plausível, porque eu vou fazer um super curso, um Super mastermard super masculino, vou aprender um monte de ferramenta e vou me sentir frustrada, porque na prática eu falo: "Cara, mas por que que eu não faço? Mas por que que eu dou? Não dou conta?" porque ninguém falou da sua biologia, da sua parte química, da sua parte neurológica, da sua parte de crenças, da epigenética.
Então são tantas coisas que eu fui estudando para conseguir dar conta de estar onde eu tô e que eu acho que precisam ser falados e Falado e eu quis olhar para essas mulheres, é um grupo menor de mulheres porque eu quero ter certeza que tá dando conta. Então eu fico com essa mulher durante um ano e eu dou conta de cada detalhe. Eu tô apaixonada, tô adorando. >> E também para elas deve ser muito bacana ter uma comunidade, né? Porque é difícil achar >> mulheres no mesmo nível. >> Total, total. >> Exato. Normalmente na empresa
dela, ela Deve ter muito, se ela, se ela é uma executiva, deve ter pouca, se ela é empreendedora, aí talvez ela conheça menos ainda. >> Total. E aí você é as cinco pessoas, a sua volta, isso é fato. >> Só que quando essa mulher ela tá num ambiente masculino, ela também se sente sozinha e os problemas dela, ela não conta para ninguém porque são problemas >> diminuídos, né? Os problemas das mulheres femininos são diminuídos por Pelos homens. E é normal porque vocês não compreendem mesmo, são coisas diferentes. Então ali ela se sente acolhida, ela fala:
"Uau, essas mulheres também tm o mesmo problema que eu, então não sou eu que passo por isso. Elas têm mulheres grandes, capacitadas, trocam uma com a outra e tem todo o acesso da parte masculina, porque meu marido dá todo esse acesso e tem o Hoser, que é o maior estrategista e ele tá, ele tá junto com a gente também. Então esse meu Projeto é meu, do Thiago e do Roser. Então elas têm acesso aos maiores ali homens e ao lado masculino do que precisa, tanto do digital quanto de negócios. E tem toda essa parte emocional
comigo. Eu tô super feliz, Thaago tá bravo comigo. Não vou mentir para você, porque ele fala: "Ai, eu já não tenho agenda". Isso não fecha conta, mas ele sabe que me deixa feliz e ele faz. Ele é um parceirão assim. Mas realmente, tipo, eh, financeiramente pra Gente não faz sentido, mas é propósito mesmo, é paixão. >> Faria muito mais sentido a gente manter a empresa do do SECA aberto e ficar vendendo a rodo, mas é que eu não preciso mais disso. O Thigo hoje ele gosta de trabalhar, ele tem as coisas dele, os rendimentos dele.
Eu acho que a gente também tem que trabalhar por propósito, né? Senão a gente perde o sentido da vida. Eu sou muito nova, alcancei muitas coisas muito nova e não Tenho mais nada. Ai, o que mais você quer? Só meus filhos. Agora não tem mais nada que eu queira assim almoja. Então eu quero transbordar na vida das pessoas. >> Não, e eu tenho certeza que esse negócio vai crescer, você vai acabar criando outros negócios, porque é o natural é a gente gosta do game de de ver crescendo, né? De é quase como um outro filho
que você fala assim: "Caraca, tá crescendo, tá evoluindo, tá tá mais maduro, tá Chegando onde eu nunca achei que ia chegar". Drive que >> Exato. Eu acho que talvez fosse uma das coisas que faltava para mim, sabe? 15 anos fazendo a mesma coisa e eu fiquei a a maior, digamos assim, mais conhecida nisso. Faltava um desafio. Acho que eu queria, eu praticamente conversando de novo, né? >> Então eu eu gosto, eu gosto. >> Mas é bem interessante assim, tentando hackear sua mente que o fator comunidade Sempre tá presente, independente do que você faça, essa entrega,
esse esse sentimento que que você gosta de gerar nos clientes, né? que não é só uma entrega transacional, é é uma coisa que você quer que ele sinta um valor >> eh além do que ele comprou, né? >> Total, total. Por exemplo, eh eu comecei agora, tem um mês e meio que eu comecei esse trabalho eh com as essas pessoas dessas mulheres, né, de mastermind e eu já entreguei duas coisas gigantes que Não estavam na entrega. Eu tenho muito disso. A gente começou a falar um pouco sobre o digital, sobre rede social. Eu entendi que
elas estavam muito a quem e aí a gente fez um dia inteiro de workshop lá no no grupo Primo, eh, Primocast, gravação de estúdio, gravação de podcast. A gente teve um dia inteiro uma imersão com todos os profissionais incríveis dele que elas não pagaram por isso e a e eu dei. Depois eu fiz um branchonde elas ficaram comigo, dei Também. Eu gosto, eu eu me satisfaço, eu acho que me satisfaço com isso, com a com a pessoa fala: "Caraca, ela tá entregando muito mais do que eu imaginei". É tão bom eh você ver a pessoa
satisfeita, ela feliz e não recebendo aquilo que ela pagou, sabe? Porque isso não é só dinheiro. E aí você não muda a vida da pessoa, você não cria um senso de gratidão ali. >> Não te entendo perfeitamente. Eu também sempre eu sempre me senti frustrado Quando eu tinha um cliente. Esse foi um dos tios pelo qual eu parei de lançar curso, por exemplo. Porque, cara, quando eu via que tinha gente que comprava e nem abria, eu ficava puto. Cara, como assim? Você não tipo, caraca. Ou ou então às vezes eu dava umas mentorias online e
aí eu olhava pra cara da pessoa, cara, ele não tá entendendo. E ele tá feliz. Ele tá mudando no WhatsApp que ele tá adorando, mas ele não tá. Isso me deixa me consumia e e aí eu Falo: "Não, vou dar essa aula de novo até o cara entender". >> É, eu sou assim também. a gente se envolve muito, somos pessoas que normalmente é pro mundo do empresário falar: "Ah, não fecha a conta porque isso aí você acaba tirando o seu tempo e ganhando menos dinheiro de fato." Mas e a satisfação pessoal é algo muito importante,
porque eu acompanho muitos empresários >> eh muito bem-sucedidos, de muita grana, Entrando em depressão violenta, muito novo. Por quê? Porque não tem propósito, porque é só dinheiro. Quando o seu propósito for só o cifrão, algum momento vai dar ruim. Não é que ele não pode, ele pode deve ser, mas ele não pode ser só isso. Se você não achar um outro propósito, você vai adoecer em algum determinado momento, principalmente mulher. O homem ainda consegue melhor do que a mulher, mas a mulher não. >> Ó, e fazendo um parêntese aqui, você que É dono de agência,
eu tenho uma mensagem especial para você. Tem um movimento que já transformou mais de 800 agências em verdadeiros especialistas em food marketing. É por isso que eu vim anunciar a nova parceria do Roy Hunters, que é a Cardap Web. A Cardap Web é um ecossistema completo que tá dando mais ROY pros restaurantes. É um CRM que integra a automação de WhatsApp, cardápio digital e gestão completa. E eles criaram um programa de parcerias Que é praticamente um acelerador de agências. Você recebe mentoria exclusiva, comissão, networking eventos do setor e um acompanhamento personalizado para dominar o mercado
de food service. Se você tem uma agência e quer faturar mais com food service ou você quer melhorar o seu serviço no geral, eu vou deixar um link aqui embaixo na descrição do vídeo, exclusivo para ouvintes do Roy Hunters entrarem no programa de parcerias. Aproveita que não Vai durar muito tempo. Mas eu discordo que isso diminui a lucratividade. Eu acho que isso, na verdade, traz a perpetuidade dos negócios, né? Porque uma coisa que eu sempre me senti muito muito frustrado com infoprodutor >> e com esse universo de infoprodutos é que tem centenas de cursos de
como vender um curso. Quantos cursos tem sobre como entregar? >> Não tem. Tipo, eles não se importam. É Muito. Às vezes os caras lançam >> sem nem ter criado o produto e e pensar depois eu vejo. A entrega é qualquer coisa. E aí, obviamente >> eu eu tô acostumado com com lançamento e você também. Eu escuto essa fala. Não, entrega qualquer coisa. Fala como? Como assim? Tá >> é muito doido. Só que é por isso que o digital tá morrendo. O digital tá morrendo cada vez mais. >> Exato. Então, partindo pro final. >> Exato. >>
Você chegou aí nesse ponto, >> a gente tem visto 2021, 2022, pandemia, o auge, o pico, o ápice dos infoprodutos, lançamento, qualquer idiota ali tava era especialista de qualquer coisa e vendia. H, e eles criavam, né, aqueles conteúdos chatíssimos de yes, yes, yes, faça isso, porque existia essa demanda reprimida gigantesca, >> as pessoas estavam em casa, todo mundo Se sentia meio burro e tipo, >> a necessidade de conhecimento era absurda. A pessoa se sentia, cara, vou ficar para trás, tá todo mundo ganhando milhões e eu tô aqui. >> E agora meio que morreu isso porque
as pessoas voltaram pro trabalho, voltaram pro presencial. Não tem mais esse tempo de assistir 10.000 1000 lives todos os dias. >> Hum. E esses infoprodutores tão sofrendo muito porque eles não conseguem mais Retenção, porque o conteúdo deles, as pessoas, como as pessoas não tm tanto tempo para desprender, ã, você vê ali as visualizações mesmo assim dos infoprodutores em queda, eles não conseguem mais car porque tá caro. Você que conhece muitos infrodutores, foi uma grande lançadora, qual se você fosse dar os seus palpites de como você acha que vai virar o mundo de infoprodutos daqui pra
frente, que que você acha que vai acontecer? Eu acho que vai desaparecer Literalmente, não só pelo que a gente tava falando, porque as pessoas já sacaram que as coisas não tem qualidade, >> então elas compram mais do mesmo e elas não têm resultado, então elas só gastam dinheiro fora. Sem contar que as pessoas não dão conta de fazer, então virou um negócio de consumir, mas ninguém nem assiste o que comprou, >> o que é um absurdo. >> O que é um absurdo, >> não, não. E talvez a galera que tá Assistindo aqui, nosso público não
é tão infrutor, é normal, tipo, 90% dos seus clientes nunca abrirem o curso. É muito triste isso, né? Essa essa essa métrica que existe é muito triste, é muito frustrante. E >> e o que a galera faz também, que é absurdo, né? Como tem s dias para cara pedir reembolso, ele espera o oitavo dia para mandar o primeiro e-mail pro cara esquecer mesmo que ele comprou e não pediu o reembolso. É, é, >> é, tem, tem, tem toda, é toda uma máfia, né? Tem toda uma questão. Então, eu acho que vai morrer por conta disso,
de qualidade, de não assistir, de etc. E porque as pessoas estão sentindo falta cada vez mais do de verdade, do de presencial. Começo da nossa conversa de por que eu consigo audiência, porque eu consigo manter a audiência todos esses anos. Porque eu sou de verdade. As pessoas assistem e elas se conectam com que é de verdade. E eu sinto que elas Estão cada vez mais sentindo falta do presencial, de estar no presencial, de ver, de pegar. É tudo tão digitalizado, é tudo não palpável. Agora, ainda com a inteligência artificial que vem com tudo, vai faltar
mais presença. Então eu acredito que produtos de modo geral, presencial, experiências, é o que vai acontecer. Por exemplo, as pessoas estão viajando muito, >> sim, >> porque experiência eh é a experiência Num hotel, a experiência de um restaurante, a experiência do ao vivo. Eu não não gosto mais de coisas digitais, eu não consigo mais os próprios encontros com as minhas mentoras, eu prefiro no presencial. A troca de energia, troca de olhar, a fluidez, o aprendizado, é tudo melhor. Então eu tá com os dias contados, com certeza. Já é faz muito tempo que as pessoas estão
falando: "Ah, o digital vai acabar, o edital vai acabar e vai Está acabando já, né?" Na verdade não é que vai, está, é o edital do jeito que ele era. Já já mudou muito, ainda dá para fazer alguma coisa? Claro que dá, mas de fato uma hora vai acabar. Então, as pessoas que estão só no digital precisam começar a pensar o que mais elas vão fazer, o que, como elas vão entregar, o que elas vão entregar, porque não dá para dedicar todos os seus potinhos de ouro ali, os seus ovos de ouros num lugar só
que tem data mesmo, Não tem o que fazer. Mas agora comá. >> E se você fosse começar a >> Iá faz coisa de tudo, por que que você vai? Eu >> eu ia trazer esse eu eu Que bom que você trouxe, porque eu quero muito falar. Eu acho, gente, sou eu que tô falando, não é a Maira. É que eu eu acho que assim, a profissão da nutricionista em si, >> todas as profissões, >> não, mas é que essa em específico a IA Já já faz assim, >> sim, >> 100%, tipo, além do mais da
entrega básica que que que elas dão, >> Sim. >> E é absurdo você para pensar isso, né, que tipo >> e ela e eles estão se capacitando muito rápido, mudando muito rápido, porque ela ainda erra muito. Eh, por exemplo, eu lembro que o Thiago assim, Thiago é apaixonado por IA, ele estuda e tal e Assim que veio o IA, ele só falava sobre isso e tal. E eu ainda tava com programativo, isso são uns dois anos atrás. E aí ele falou assim para mim: "Amor, começa a colocar os as variedades de cardápio, de receita tudo
lá para ela fazer, eh, para depois você jogar pro seu time." Eu, aí eu falei para ela, ele faz errado, amor. Aí ele errado, como? Eu falei: "Vou te mostrar". Então, a, ela fica meio que, como existe uma pesquisa muito grande, ela não é tão Precisa qu tão cirúrgica quanto um bom profissional. Então, por exemplo, eu falo para mim, coloca por ordem do primeiro para o décimo da melhor proteína. Aí ela coloca. Aí não tem o ovo, por exemplo, que é uma proteína. Falou: "Ué, mas você não colocou o ovo?" "Ah, sim, vou colocar." >>
Aí ela coloca. Aí falou: "Mas ele não tá em terceiro, ele tá em primeiro. Por isso, por isso, por isso, por isso, por Ah, sim. Vou." Aí eu falei: "Não, então Ela não tá sabendo o que ela tá fazendo, ela tá se adaptando." Então assim, eu concordo que daqui a pouquinho, porque ela evolui numa num velocidade que a gente não, >> que daqui a pouquinho ela vai se substituir todas as profissões, todas. Mas a gente também precisa cuidar com o que a gente eh acredita no que ela traz, porque eu dei esse exemplo porque a
gente tava nesse, mas ela concorda com tudo que você traz em muitos cenários, Precisa analisar muito, precisa entender muito de a Thiago gosta muito, ele entende muito, mas ela tem um viés muito grande. Esses dias mesmo ele tava eh antes de ontem a gente foi procurar o nome de um remédio. Você tava, né, Gab? Quando ele foi procurar o nome de um remédio, não vou lembrar agora o nome do remédio. Lembra? Era um nome de um remédio que parecia um Pokémon. E o Thaago, com certeza, ele ele fala muito de Pokémon com a porque ele
gosta de de De Pokémon e a dele é muito prime, etc. Porque ele treina ela, bota lá nos negócios, ele é nerd, né? >> E aí era um remédio específico que ele tinha que tomar e ele falou: "Para que que é esse remédio? Porque depende de que for, não eu não vou tomar". E aí eu falei: "Pergunta aí pro CPT". E ele botou e ela falou que era um Pokémon. >> E aí, porque existe um Pokémon? Aí eu falei: "Não, mas é um remédio". Pergunta para ela. Fala: "Não, remédio". Ela não Achou, ela ficou no
Pokémon. Então também tem que cuidar porque a IA ela vai de acordo com o que você treinou ela >> no total. >> Eh, então, né, vai existir esse momento rapidamente, mas cuidado aí para você se medicou erradamente. >> Mas nesse nesse mundo que temos IAS, ela provavelmente vai substituir a maior parte das profissões. Isso é um fato. Como foi a revolução no século na no nos anos 50? É aqui veio as máquinas, né? Aquele filme que retrata muito isso que é muito bom. Revolução Industrial do Charlin Chaplin. >> Não, eu nunca assisti, mas >> sensacional.
Na época que as máquinas vieram, que substituíram, por exemplo, sapateiro fazia dois sapatos por dia, aí veio a máquina e faz 60 sapatos por dia. Na época da revolução industrial, ali no no no nos tempos de Charles Chapl, Tempos Modernos, é o nome desse filme, bem Provocativo, as pessoas estavam enlouquecendo porque elas tinham muito medo. Ai, o sapateiro fazia dois sapatos, agora vem a máquina e faz 100 sapatos, todo mundo vai perder o emprego. Na época, na proporção, >> na época, na proporção do que era para eles, isso foi o fim do mundo. Isso foi
tipo, todo mundo vai perder o emprego. E vinham máquinas e faziam pa pizza em série, coisas que eram muito artesanal. tá acontecendo a mesma coisa nas devidas Proporções da nossa evolução. Então, sim, acredito sim que todas as profissões vão ser substituídas, mas da mesma maneira que sapateiro era insubstituível, que agora nem faz sentido ter sapateiro, a as outras profissões vão ser vão ser criadas e vão ser inventadas. Acho que as pessoas têm um medo que não faz sentido. >> Mas o que que você, se você tivesse começando agora, você acha que neste mundo são coisas,
habilidades, sei lá, Habilidades importantes, coisas importantes ou o que que você faria para para empreender se você tivesse começando agora? Eu olharia eh paraa peculiaridade de de pessoa, de experiência, porque se a máquina ela vai substituir tudo que é lógico, tudo que é óbvio, e ela vai fazer isso infinitamente melhor que a gente, porque o tempo que ela pensa, o tempo que ela reage, as possibilidades, igual a gente falou, de criação de cardápios, de de Tudo, eh, os robôs vão operar literalmente. O que que é insubstituível? A, o sentimento, o sentimento, o olhar, o acolhimento.
O ser humano é o troço mais carente que existe no planeta. O ser humano não vai se contentar com a máquina. Ai, mas vai criar as máquinas, as mulheres, a gente vai ter, tipo, até mulher para para ter relação e não sei o que lá. Sim, mas uma hora vai cansar, porque o ser humano é carente, ele precisa de sentimento. Então, tudo que você puder pensar para um olhar de acolhimento, de sentimento, de experiência, vá para esse lugar que esse é certo que a máquina não vai substituir. Ela não tem como fazer isso porque ela
não tem sentimento, é uma máquina. Perfeito. E agora minha última pergunta, voltando lá pro começo lá da parte do TikTok, eu queria muito uma dica sua. Eu vi eu vejo que o tipo de conteúdo que você tá fazendo é um tipo de conteúdo que também tô vendo voltar, Que é vlog, né? Uma coisa que teve muito >> 2012, 2013 no YouTube e agora tá indo inclusive no no TikTok. >> Eh, eu sinto o seu dedo quando eu vejo o negro lá no no fazendo, visitando as pessoas, indo lá. >> Uhum. conteúdo que ele nunca fazia,
nunca tinha feito, era sempre ele na mesa. E aí do nada ele começou e tá bem legal. >> Ah, e tá mostrando o dia a dia dele, né? Tá ali, tá tá conversando, >> não cansa. As pessoas estão cansadas do que é duro, do formato duro. Ele tá fazendo um formato que você se envolve, porque aquilo, independente do homem e da mulher, a a novela lhe faz tanto sucesso, porque a vida como ela é. Então você poder trazer o seu trabalho no meio da sua rotina e tem como não cansa. >> Eu como fazer isso?
Se você fosse dar uma dica assim para alguém, eu aposto que suas mentoradas devem perguntar bastante sobre isso também, >> como começar a fazer esse tipo de formato que é essa novela? >> Primeiro você precisa eh imaginar que a pessoa que tá assistindo você, ela não quer ser o seu telespectador, ela quer sentir que ela tá conversando com você. Diferente de uma telenovela que a gente tá simulando e a pessoa tá observando ali a minha vida, ela quer sentir que ela é sua amiga, então ela quer sentir essa proximidade. Então você falar com a câmera
em primeira pessoa como se fosse Uma pessoa e não como se não existisse e como se ela não tivesse ali. Então pegar a câmera e conversar com intimidade, criar eh palavras mais cotidianas, menos rebuscada, tá? e não o tempo todo arrumado, às vezes desarrumado, às vezes de um jeito que você ficaria na sua casa e principalmente trazer as suas dores de alguma forma. Ninguém é perfeito 24 horas, não existe isso. Do que que você tá de saco cheio? Do que que você não aguenta mais, o que que você não gostou, O que que foi ruim
do teu dia? Porque a pessoa que é muito perfeita, ela causa um distanciamento muito grande. Eu nunca vou parecer com uma pessoa muito perfeita. Então eu não quero eh seguir mais você porque você é tão perfeito que eu me sinto tão longe de você que não faz sentido eu te seguir. Agora quando você começa a contar os seus defeitos, é aí que eu falo: "Nossa, mas esse cara, esse cara, ele tem esse defeito? Vou dar uma olhada nele, porque se ele tem, eu Eu sou parecida com ele." >> Mas isso é um pouco diferente no
aspecto de produção de conteúdo de antes você fazer, sei lá, uma lista de coisas que você quer falar, fazia um roteiro, parava e gravava. nisso aí eu acabo meio que falando as mesmas coisas, mas não necessariamente eu controlo quando eu falo cada coisa, porque eu dependo também do meu cotidiano. >> Então assim, no aspecto de se antes lá, Que é o que provavelmente muito empresário que faz conteúdo tem, ele tem um cara que cria roteiro para ele e ele vai lá e grava 10 roteiro, >> aí fica duro, frio. >> Como que ele faz? Porque
assim, por exemplo, no seu caso, muitas muitos dos seus conteúdos tá em movimento, então você tá fazendo alguma coisa >> total, porque aí você prende a atenção da pessoa. >> Mas como você decide, tipo assim, agora Eu vou gravar ou você grava 24 horas e tipo assim, como é? >> Não, eh, a alguns conteúdos, eu vou falar agora, eu vou gravar uma coisa, então é meio rápido porque aparece, mas a grande maioria dos conteúdos eu penso que no que eu vou gravar, não é tipo ai acontece, vai filmando aí, mas tudo na sua vida é
interessante para quem não tem acesso a você. o tempo inteiro. Aí você decide o que você vai mostrar, o que você não vai Mostrar. No meu caso, por exemplo, que eu vou fazer uma obra que que é uma coisa que não tem nada a ver, que é uma coisa aleatória, supostamente de uma vida pessoal, às vezes não, porque você é um empresário, você vai ter insites ali como empresário de como gastar menos, como gastar mais, eh, de como não ser enganado, de como potencializar o seu negócio. Então, é trazer nas simples coisas insites e e
ideias disruptivas. Mas você pensa no insite antes e fala Assim: "Pô, >> não, eu só penso assim, eu vou na obra, eh, como que eu posso gravar ali alguma coisa, vamos supor, pro meu mastermind?" Aí eu aí eu eu penso tipo assim: "Ah, vou na obra, dá para eu gravar alguma coisa?" Eu penso ali na hora, né? "Ah, dá para eu gravar alguma coisa?" "Ã, talvez dê." Deixa eu pensar aqui o que que elas querem. Ah, elas querem, elas estão com dificuldade disso disso e disso. Aí eu tenho a ideia e vou e jogo Lá.
E aí vai vindo a ideia. Mas o empresário, como ele domina muito a as dores, a os pontos, enfim, ele vai conseguir fazer com facilidade se esse conteúdo tiver nele. Então ele só vai adaptar a rotina dele. Dá para fazer roteiro com antecedência? Dá. Por exemplo, vou te dar um exemplo. Eu viajei para fazer o enxoval da minha filha. Eu consegui pontuar tudo que eu ia gravar. Mas não é em tópico e não é em roteiro. Eh, não, eh, ou melhor, são Em tópicos e não em roteiro. >> Então, eu vou viajar e eu vou
fazer 10 vídeos. O que que eu posso tirar desses 10 vídeos? Pode ser que quando você for gravar, na prática venha uma outra coisa, mas você pode criar ideias antes, mas eu não roteirizo nada. As coisas acontecem na minha rotina, senão elas ficam artificiais. Mas você posta bastante assim, você se cobra, tipo assim, ah, preciso fazer x conteúdos ou como funciona isso do >> eh o TikTok, que é uma plataforma que eu não queria entrar porque eu achava uma plataforma idiota de dancinha e etc, me surpreendeu muito. Eu falava: "Ai, não vou entrar para esse
negócio de dancinha, mais uma plataforma e tal". E me surpreendeu muito porque as pessoas lá elas assistem até 15 minutos de vídeo, então elas assistem até o final e elas são muito mais formadoras de opinião inteira do que no Instagram que tá só por título e headline. >> E então você consegue criar um vínculo muito maior, você consegue mostrar o seu produto, você consegue vender melhor em 15 minutos do que em um, sem sombra de dúvida. >> Só que o TikTok é uma plataforma que as pessoas não tinham percebido ainda, que é Storers. O que
funciona é como se fosse stories. Então, se você for para essa plataforma, grava como se fosse stories. As pessoas estão cansadas de ver coisas editadas. O por conta do Digital e a gente se capacitou muito com editores, com videomakers, com tudo. >> É tipo ser tão cara uma câmera que eu tenho que usar, entendeu? Eu comprei e vou usar. Exato. Só que aí ficou distante das pessoas >> porque ela olha como se fosse uma propaganda de televisão, como se fosse um documentário. E isso tá causando cada vez mais distanciamento, porque ela não pode estar ali,
ela não pode ser daquele jeito, ela não pode editar daquele Jeito. Quando você faz uma coisa mais sem edição, mais crua, é onde mais performa, porque é onde mais gera identificação. Então, é, eu usaria menos, se eu puder dar uma dica aqui, usaria menos edição, menos transições, menos efeito, porque isso fica com cara de que você pagou alguém para fazer. E a pessoa que tá te assistindo, ela não quer saber o que você pagou para fazer. Ela já sabe o que você tem dinheiro para fazer. Ela quer Saber o que você faz de verdade. Então,
é o que não é editado, é o que é corrido. O que que você tá escondendo dela que ela não vê? Ela vai ver no sem edição. No edição, ela fala: "Ah, tá bom, isso é o que ele quer mostrar para eu ver". Mas e o que ele não quer mostrar? Quando você faz um vídeo corrido, ela fica porque ela fala: "Ah, aconteceu isso". Aí o gato sobe, a criança grita, deixa a criança gritando e o gato subindo, porque é isso que te Traz o ser humano, a pessoalidade. E aí, por isso é importante que
você faça no dia a dia. O vlog que você falou do Thiago é um bom exemplo. Eh, ele ele falou: "Amor, como que eu faço para eu não ficar tão duro, tão engessado, né? Porque os vídeos eram muito engessados e tal." Estilo vlog. Eu falei, vai andando e vai fazendo a sua rotina, porque a rotina dele é super interessante, só que quando ele para para gravar e para fazer, ele faz algo que não é verdade, >> porque ele, em geral, ele não para, tipo, fica silêncio, ninguém pode falar, por exemplo, a gente tava aqui, o
telefone tocou, na vida real não é assim, o telefone vai tocar e você falar, o telefone vai tocar. É engraçado ter essas coisas, >> é isso que tira as pessoas do óbvio. Então, ele falou, tocou, deixa tocar. Alguém vai entrar para tirar, deixa tirar. Alguém, tô com sede, traz a água. Isso que faz a novela da vida. Isso faz O filme. Se você reparar, o filme de Hollywood mais premiado, ele não é o roteiro dele, é óbvio que ele é roteirizado, mas o roteiro dele não é só a história. O roteiro dele tem um monte
de porcaria, a pessoa abrindo água, pá, o barulho, p >> ela acordando, né, cansada. >> Isso, porque é isso que traz pessoalidade. Então, as pessoas estão tão preocupadas em performar que elas não geram eh audiência, né? Elas não não Fixam a audiência, elas não conseguem trazer números. Os meus números são muito áudios de visualizações em todas as redes. >> Absurdo. É absurdo. >> É, >> eu vejo vídeo se lá no TikTok, tem 1 milhão de likes, tipo assim, caraca, >> as pessoas comemoram 1 milhão de views, aí você tem lá normal, 700.000 likes, 800.000 likes.
>> É, é, as pessoas gostam de assistir Porque é isso, elas falam: "Nossa, é de verdade". >> É muito louco, né? Porque tava até falando com você off que é um dos comentários que eu mais vejo é: "Gente, eu tô gostando da Maira Card, meu Deus". Porque você, por ser uma pessoa, não vou dizer polêmica, né? Mas aí teve uma vida coberta pela imprensa que faz headline, a maior parte das pessoas te conhecia pela headline, não te conhecia seu conteúdo. Então >> total >> ela já tinha uma >> opinião completa baseada no que tipo o
ego falou do que eu achoquei falou e não, nunca consumiu. E aí foi lá e >> exato. Exato. Mas isso foi uma sacada. Eh, os meus amigos empresários, meus amigos do seu dia a dia, sempre falavam: "Mair, as pessoas precisam de conhecer. você é tão legal e as pessoas têm uma ideia de você que não é verdade, você precisa pensar em como que elas te Conhecem. E sempre ouvi falar isso. E eu mesma pensava: "Tá, mas por que como, né?" E etc. >> E aí eu percebi que o feed do Instagram ele não não me
dizia nada sobre mim, porque eu postava feed no Instagram eh emagrecimento de antes, depois, um vídeo formatado, elaborado, aonde me distanciava muito das pessoas. Eu já tenho uma vida muito diferente das pessoas. Eu moro numa uma mansão. Eh, eu sou uma mulher que vive com famosos. Eu Vou em lugares que ninguém vai, pega um jato, pega um helicóptero. Isso distancia muito as pessoas normais de você. >> Então, é lógico que as pessoas tm tinham essa impressão de distanciamento e não gosto, não quero, não é parecido. Só que eu tenho tantos problemas no meu dia a
dia, eu sou uma pessoa muito eh transparente, só que eu não mostrava isso na minha rede social porque eu achava que não era interessante, não ia Agregar na vida das pessoas. Só que não é sobre agregar, é sobre fazer relações. A sua audiência, você não tem que pensar que você só vai agregar na vida dela. Você tem que construir uma relação de amizade. E para você construir uma relação de amizade, ela precisa saber que você tem problemas. >> E aí eu fui para a o TikTok, porque eu não queria fazer isso com o meu Instagram
para fazer série da minha vida, porque eu falei: "Ah, não vou Virar uma uma influenciadora de nada de lifestyle no Instagram". >> Falei: "Vou entrar no TikTok e vou ver o que que rola". E explodiu as pessoas. Amo a vida dela. Falei: "Então, mas essa é minha vida do jeito que ela sempre foi, é que eu nunca mostrei. Pai, ama a maiira do TikTok". Sempre foi. Agora eu vou começar a trazer isso pro Instagram. A gente decidiu essa semana. >> Perfeito. Então aí depois a gente grava um outro episódio para ver como foi Fazer isso
no Instagram. >> Bom, tá entregue. Se quiser deixar uma mensagem final, >> gente, obrigada, viu? Foi incrível estar aqui. Eh, para vocês que estão assistindo, que são 100% corporativos, empresário, eu acho que eu sou muito diferente ali do meio, porque eu tenho mais essa veia. leve, artística, artista do que qualquer coisa, mas eu sou uma uma grande empresária também. Então, o que eu Poderia agregar para vocês de diferente é essa autenticidade, é você olhar pro seu cliente, é você realmente se envolver com os problemas do do seu cliente, realmente você se preocupar em entregar o
melhor produto. É impossível uma pessoa que tá preocupada em entregar o melhor produto não conseguir resultado. Eh, quando eu criei meu produto de R$ 300.000 de emagrecimento, que todo mundo achava que era impossível, eu não tava pensando nos R$ 300.000, Eu tava pensando na solução do problema do cliente. Então, olha pro teu cliente que o dinheiro vem sozinho. Eu não fiz força nenhuma para o meu vir. Trabalhei muito, mas não pensando no dinheiro, e sim pensando como que eu vou ajudar o meu cliente. O resto vem sozinho. >> Boa. >> Obrigada. [Música] Ah.