[Música] [Aplausos] [Música] [Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] เฮ [Música] Ah. [Música] [Aplausos] [Música] [Música] เ [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] เ เฮ [Música] [Música] [Aplausos] [Música] เฮ [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] เฮ [Música] [Música] Ah. [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] เ เฮ [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] เฮ [Música] [Música] [Música] [Aplausos] เฮ [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Música] [Música] เฮ [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música]
[Música] เฮ [Música] เฮ [Música] [Aplausos] [Música] [Música] เฮ [Música] [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] Vai GG, desgraça, mano. 8 que horas são, [ __ ] Cadê o GG, mano? Ah, meu meu tempo de rota, viu, mano? Ô GG, desgraça. Eu lembro de uma ocorrência, mano. Já meu recruta, ele não veio. Dei dois tirão no peito dele, mano. Vascolinha essa [ __ ] é, mano. Tripé não parece pascolinho ao vivo. >> Mentira. É louco. Vai inicia essa [ __ ] aí. Ó, [ __ ] o Cro mandou aqui no whats aqui, ó, para
pegar a pomada dele de Hemorroida lá. Pega lá para ele lá. >> Tá. Ele falou que tá no banheiro, tá sangrando o cu dele. Manda lá para ele lá. >> E aí, rapaziada, peguei vocês, mano. Nós estamos ao vivo já, [ __ ] Para 560 pessoa. Você sentado aí? Que que tá fando aí? >> Você tava com os pés esticados aí, cara. Senta aqui. Senta aqui do meu ladinho. Senta aqui do meu ladinho. Vem cá. Vem cá. Pessoas >> vem mancando. Vem mancando. Não, não. Bota a câmera aqui. Vem. Bota a câmera aqui. Vem mancando.
Vem, vem, vem, vem. Ponto e vírgula. Bota no meio, bota no meio. Ponto e vírgula. Ponto e vírgula. Não, não. Pode deixar aí. Pode deixar aí. Ó, chegou o Paganoto. Joga em nós a câmera aqui, ô Maconha. Joga aqui, ó. Joga aqui, Paganoto. E aí, rapaziada, começando mais um Sneidercast, O último do mês. Abençoado. >> Ú, sai fora. >> Que dia é hoje? >> Último do mês. >> Dia 28. É o último do mês. É o último do mês. Deixa eu ver. >> É o último do mês. [ __ ] Ô, nós tá trabalhando, hein,
filho? >> Você não tá trabalhando nada. Quem tá trabalhando eu. >> Ah, para, cara. Eu tô trabalhando. >> Eu não tô trabalhando, cara. Eu não tô Trabalhando. Se sentar aqui, ficar batendo papo é trabalhar. Eu que fiquei montando tudo essa [ __ ] Tive que acordar mais cedo, ir atrás de fio limpar podcast. Boa noite rapaziada. Deixa o like, se inscreva no canal. Começando mais um Snidercast. O Castro vai dormir aí hoje para estar logo cedo para jogar bilhar assolando. >> Caramba, [ __ ] >> Dá boa noite, Castrão. E aí, pessoal? Bom dia, boa
tarde, boa noite a todos. Iniciando mais um Sneidercast aqui do direto do estúdio Oliver do Caveira Cast do Oliver Cast, né? Não, >> Oliver Castanoto Castramine Castraft, >> Minecraft, >> a [ __ ] toda, mano. Ô [ __ ] >> tanto que o bagulho tá tão louco que tô abrindo a parte dois, o Studio Sneider, Parte dois lá no Totapé. Vai ter que deixar, vai ter que deixar RG, CPF para subir no prédio. Você vai ter que deixar, vai ter que deixar sua arma lá embaixo na portaria. >> Seu cu. >> Não pode subir armado
no, no podcast. Bom, arm tá armada em qualquer lugar, rapaz. Na minha funcional tá escrito que eu sou polícia e pode andar armado no território nacional. >> Não pode no prédio, não pode. >> No prédio não pode. >> Bom dia. Bom dia, boa tarde, boa noite a todos. Iniciando mais um Snidercast aqui, o último do mês, graças a Deus, né? E agradecendo primeiro a Deus, a todas as a minha família, né, dona CA já tá aqui se manifestando negativamente, a minha a minha aos seguidores, a todas as forças de segurança do país, né, meu? Aos
motoboys, né, pessoal que tá, >> [ __ ] motoboy, motoboy assiste nós pr caramba pr >> caramba. Dá um trampo [ __ ] velho. >> Motoboy garçon, atendente, mano. Segurança, >> segurança de shopping, de prédio, de tudo quantter lugar, mano. [ __ ] que pariu. Trombou segurança, mano. Você não é o mano lá do podcast lá da hora. Um abraço para todo mundo aí, mano. Aí, tamo junto. Obrigado por tá assistindo a gente aí, tá compartilhando, tá se inscrevendo no canal. É isso aí. Deixa o like, >> rapaziada. Hoje com vocês, estamos aqui com ele
mais uma vez. Leleco, >> [ __ ] >> Depois eu não venho mais. >> Seja bem-vindo. >> Os caras já falou aqui, vovô para ganô, tá ligado? >> Ô irmão, mas Leleco não é seu apelido mesmo ou tipo é zoeira? >> Aquele macoeiro do cara. >> Mas é de zoeira. Lelec é de zoeira. Ah, tá. Então agora que eu vou chamar mais Ainda. Leleco, dá boa noite ali, irmão. Dá boa noite, Leleco. >> Dá boa noite. Nem cheguei direito, mano. Acabei de sentar aqui, mas show de bola. Tá junto com esses dois cara top, top
de podcast. Tava em Osasco jogando bola com no time do 14 ainda, ó. Tava 2 a 1, meu time ganhando, eu saí, foi 2 a do primeira companhia, não, segunda companhia contra a terceira companhia. E é uma [ __ ] eh iniciativa legal, porque o pessoal arrecada alimento para uma ONG De um pessoal carente bem legal. Do do Ele me chamou, só que, mano, não dava para ir. Eu tava trampando o dia inteiro. >> Top, top, top. Bem legal. Ô Thago Cafe Murro, tamamo junto meu irmão. Um abraço, hein? >> Próximo jogo eu tô aí
de novo. E aí >> é do lado do campo lá é do lado do da Henry Ford ali, atrás da Avan na na castelo. >> Atrás pé do Acre, >> mano. Longe. Então foi outro campo. O outro >> é não, eles vão em campos diferentes. >> Aí o outra vez, a primeira vez que eu fui lá, longe para [ __ ] tomei uma chuva, era ela do lado de uma companhia lá. >> Não, bem legal. E ainda vi um comandante que foi meu subcomandante no primeiro RV, coronel Henrique Dias, um dos caras mais bacana que
que eu já tive como Comandante na polícia. >> Gente boa demais. >> Pouco mais para cá. >> Gente boa demais. >> Ó o Emerson Minho, aqui direto do Japão, né? >> Direto do Japão. Emerson Minho, >> cheguei. Montebor na área, [ __ ] Forte abraço, Leleco. Aí, mano. >> É isso aí. Tamamos junto, família. Ó, deixa o like aí. Hoje nós vamos puxar a ocorrência do Lelec, que ele falou que Tem umas 42 aí que ele não contou. >> Eu já contei tudo aqui, pô. >> Contou mais nada para contar. Ah, beleza. Então, então vamos
falar de política. >> Falou, pessoal. Acabou o podcast. Vou >> falar agora de política. >> Não, na verdade que nem o o capitão lá, >> só pode falar de tudo. Menos de ocorrência. Vem fazer o que aqui então? Subente. >> Falo de tudo, menos de ocorrência. Falei: "Caralho, mano, que que você estava falando hoje? Nós vamos puxar tudo que você falou hoje lá no cabelo aquele já deixou gravado. Nós vai roubar tudo lá quando >> não e vamos soltar antes dele para quando ele soltar já era. Os parceiro é assim, né? >> Eu não lembro,
mano. Eu tava tava sobre efeito de de café. >> Você tava dormindo lá em cima, né? Trabal dormindo, >> dormindo, >> dormindo. >> Você sabe que você sabe, mano, que eh eu ela a galera gosta de ouvir ocorrência, mas o legal é quando a gente conta umas ocorrências com algum propósito também maior do que isso, né? E eu tenho eu tenho participado de alguns podcast e onde surge a questão da da defesa dos policiais militares, porque cara a gente é muito muito abandonado em relação a Ter defesa no trabalho policial, né? A gente tava conversando
sobre a defensoria, que a lei veio mandando a Defensoria defender os policiais. A gente sabe que eles não têm a menor vontade de nos defender. Estão cumprindo com uma lei, mas >> na essência da formação deles, eles não querem. Então, hoje eu vou contar uma ocorrência eh e um fato legal para você, para vocês de uma ocorrência minha, de uma troca de tiro aqui na >> botou tudo aí, filho. >> Tô não é para tentar lembrar algumas coisas, mano. >> Ah, mano, o cara tá metendo louco, mano. Sacou ali, ó. >> É para eu tentar
lembrar. >> 30 ocorrência, mano. Vai falar do Bofo hoje. O Bofo tá aqui. >> Ô, bofo, >> vou te fazer uma proposta. >> Vou te fazer, eu não vou te fazer uma proposta. Cuidado que as propostas você faz com ele. >> Posso fazer, posso fazer a proposta? >> Não, não quer nem ouvir. >> Não pode falar. >> Quão no PX para você participar do podcast. >> Nós bota a máscara e você >> pega lá a gaba preta lá. Puca. Peruca. Pega peruca. Per. Tem tem outras propostas que se ele fizesse até ia, né, Bofão, mas
essa não. Então, mano, >> o anel do Castro >> aí, man, >> tomar seu cu, mano. >> Ai, [ __ ] >> Ai, [ __ ] >> Ô, e falar nisso, vocês já foram melhor. Antes tinha até o suportezinho pro convidado aqui. Você trouxe um seu? >> Aí sim, pô. Demorou. Não, não interrompemos não, irmão. A gente vai. Começamos o podcast agora, Juninho. A Galera tá chegando. Deixa a galera chegar >> que a gente interrompeu ele que ele ia falar ali. Vai falar, [ __ ] Calma, falar, calma, calma. Galera tá chegando. Às vezes o
cara chega aí, pegou o bon andando, entendeu? 1200 pessoas. Deixa o like aí e vamos que vamos. >> Ô, e aproveitar, viu? Ô, pessoal, me segue lá no meu Instagram, Coronel Paganoto com 2 T. Eu tô um inseto no Instagram, quase não tenho seguidor, Meu. Os cara bombando aí, ninguém me segue, mano. Eu vou vou contar umas mentiras lá também, né, mano? >> Como é que é que tá lá? Como é que é? @ >> senão nunca vou comer uma esfirra de graça, cara, se eu não tiver seguidor, >> não vai não vai. @coronel, >>
coronelpaganoto com 2 é tudo junto. Coronel Paganoto. >> Ô, me ajuda aí, meu. Porque os caras não põe o meu meu negociozinho lá para você seguir não. Eles não quer saber de me Ajudar. Teu cu. Acabei de postar. Toda vez eu eu coloco, só que o bagulho, seu nome é muito difícil. Coronel Paganoto. Aí o cara tem que escrever todo e aí não coloca procura no Google. Melhor coronel Leleco. Você ia ver se você não ia estourar >> não, velho. Você é louco. Minha mãe tá viva e ela gosta do nome da família. Os italianos
italian morre lá. Tô na área. Motoca direto da zona leste. Boa noite, coronel Leleco. Aí ó. >> Aí ó. Tá vendo? >> Ai, caraca. Então, vamos lá que eu ia contar para vocês aí. É o seguinte. Eu não. Ô, na moral, por favor, se eu contar coisas que eu já contei para vocês, vocês falam: "Ó, isso aí a gente já sabe, fica em paz". Pode contar, po, eu quero ouvir aquela que você contou hoje, não sei se >> ó, do pedágio que eu não ouvi direito. Você falou do pedágio, >> pedágio >> e outros bagulhos
que você contou hoje também. >> Bom, tá bom. Eu vou vou tentar lembrar bastante coisa aí. Então, cara, é o seguinte, teve um teve um porque onde eu quero chegar isso? O final dessa história dessa ocorrência é a questão da defesa dos policiais. A gente tava patrulhando aqui na na área na antigamente da sua época também não tinha tanto batalhão aqui na zona leste. A a maior área era o 19, lembra? O Fundão era 19. >> Fundão era 19. E eu peguei um serviço de domingo >> na área do 19, cara, tava eu, o Ismael,
eu não sei se era o Bof ou Cidinho nesse banco de trás. E cara, a gente, [ __ ] domingão de sol a gente pegou, cara, e saiu, passou numa padaria, comeu um lanche, falou e falamos: "Puta, hoje vai ser aquele dia que não vai dar nada, cara. A rua vazia zona, aquele sol do caramba". Quando nós Chegamos ali em Taquera, a gente tava e a gente ia afundar a cidade Tiradentes, Goianás, mas a gente quando chegou ali em Taquera, perto dos Predinhos, cara, do nada, do nada que nem diz o outro lá, do Neida,
me pula um cara, você ri, né? Ô, mano, eu vejo umas internet, é teu filho, [ __ ] >> Do Neida me pula >> do Neida me pula um senhorzinho meu, todo ensanguentado na frente da viatura. Me ajuda, pelo amor de Deus, me ajuda. Um aberto a cabeça aqui ter ensanguentado. Falei: "Puta merda, velho, para, para, para, para". Aí ele colou e falou: "Acabei de ser assaltado, meu. Acabei de ser assaltado." Falei: "Que como é que foi?" Ele falou assim: "Não, meu caminhão, eu entrego cesta básica que eu tava com o meu caminhão aqui, meu.
Os caras me pegaram, me jogaram para dentro, me deram um pau e me jogaram aqui, ó." E seguiram com o meu camião. Aí o velinho já começou a Chorar, cara, e falou: "Meu, me ajuda, eu não tenho seguro, cara. Meu ganha pau, meu ganha pau é esse caminhão. Eu preciso recuperar esse camião. Me ajuda chorando. Eu falei: "Meu senhor, meu senhor, entra aí, quinto homem. Pula aí no meio." Cara, esse senhorzinho já catou um pano na viatura, meteu na cabeça para segurar o sangue e eu falei ainda para ele, falei assim: "O senhor não acha
melhor a gente pro hospital?" "Vamos para hospital. O senhor tá Sangrando". Ele falou: "Amigo, pelo amor de Deus, meu caminhão não adianta. Se não recuperar, tava interessado em recuperares". era o jeito dele trabalhar e ganhar dinheiro. Para você ver como esse vagabundo é uma raça maldita, cara. Eles pegam gente pobre e assaltam com >> com maldade, cara. E aí ele sentou no banco de trás e eu virei para ele e falei: "Senhor, para onde foi seu caminão?" Ele falou: "Tá afundando, Afundando sentido cidade de Tiradentes, Goianáes." Aí nós começamos, pá, quando nós chegamos num lugar,
tem um lugar que bifurca, para um lado Goianáes e pro outro lado Tiradentes. E aí, cara, eh, eu virei pro indecisão, >> aquela indecisão, eu virei pro motorista e aí ele, chefe Guianazes, aí eu falei pro Nego Ismael, até já faleceu esse polícia, pois me lembra de eu contar uma situação do Ismael, >> do Ismael. Aí eu olhei pro Ismael, Falei: "E a Smu, e a Ism?" Ele falou: "Chefe, cidade tira dentes". Aí o o viramos pro outro do banco de trás. E aí, Guaianas, chefe. >> Eu falei: "Caramba, velho. Falei pro senhorzinho: "E o
senhor?" Ele: "Ah, vamos pra cidade Tiradentes, o dono do caminão". Aí vai, vai cidade Tiradentes, toca pá, começamos pá pá pá. Quando nós chegamos lá lá embaixo, eu vou vou lembrar aqui o nome da avenida onde esse caminhão tava, é alguma coisa, acho que Pereira. Bom, quando a gente chegou assim, cara, juro para você, para você ver como Elson Ró tá ajudando a vítima de longe, de longe, o velinho com sangue e tal, ele falou assim: "Olha meu caminhão lá, cara". A gente olhou assim, ó, o caminãozinho dele mais longe, longe, Castro, longe. >> Ele
falou: "Ele tá lá naquela avenida lá, Saturnino Pereira". >> Saturnino Pereira. >> Ele falou assim, ó: "Tá lá aquele, Aquele lá é meu caminhão, era um 60 azul, búzinho. Ele reconheceu pelo baú. Aí, mano, eu já virei pro motorista e falei: "Mano, chega no caminhão, vai". Aí nós começamos daquele jeito que você conhece, descabelado. Ah, pá, pá, e era de manhã e pá pá pá. Quando nós chegamos na Saturnino tava trânsito e ela, essa avenida ela tem trânsito para subir e para descer. Então, quando o caminhão, os caras do caminhão deram aquela primeira ciscada que
eles viram a Barcona atrás, mano, eles já tentaram sair, o trânsito não deixava. E a gente foi comendo no meio dos carros para tentar chegar perto e eles estavam tentando fugir do trânsito e não dava tentando. E nós já preparado. Quanto era, senhor? Ele dois. Dois. Os dois estão armados. Os dois estão armados. Era dois. Eles ficaram me espancando com as armas. Nós já. [ __ ] que da hora. Então, mano, essa adrenalina de você saber, os caras vão descer do bagulho do Do caminão. >> Nossa, vai. Ainda assim, ó. Os dois do lado, ó.
vocês no motorista e o outro aqui no no encarregado, hein? Ligeiro, ligeiro, ligeiro. E o e o motorista comendo bichão de rota, né? Pá, pá, pá. Quando nós chegamos numa num determinado lugar, ele tentou sair pelo para sair pelo carro pela direita, o carro voltou pra direita, ele deu uma subida na calçada e até chegou a bater numa arrvorezinha que tinha. E aí os caras Abriram a porta e desceram. Aí foi daquele jeito, né? Pau, pau, aquela tiroteio. Você é louco, mano. Porque os caras desce, atira para correr, né? Só que a gente desembarcou rápido.
Então começamos a trocar ali, beleza? Os dois baleados corre e tira os cara, vamos, vamos socorrer os cara. Até nessa ocorrência foi muito interessante, porque onde eles bateram assim era a casa de um juiz de direito. >> [ __ ] que par, >> olha que que [ __ ] Socorremos, socorremos, vagabundo. Primeira lição que eu tive nessa ocorrência aí, a hora que nós chegamos no eh depois do PS, PS, socorremos pau, já cola a primeira rota no apoio lá no PS para fazer o croqui. Caramba, eu falei, mano, vocês vão fazendo croqui, eu já vou
adiantar no DP. Os caras não, chefe, aqui tá sem novidade. A gente fica aqui, acompanha, faz o croqui e leva pro senhor. Eu falei: "Te estamos indo pro DP". Quando A gente voltou, passou pelo local, já tinha outra barca preservando o caminão que ficou com as portas abertas. Pegamos o nosso polícia que tinha ficado lá preservando e vamos pro DP. Quando eu chego no DP, os advogados dos vagabundos com a família lá >> já tava no DP. >> Agora, como é que você responde? explica para mim que se os dois caras que estavam no camião
trocaram o tiro, como que a família ficou sabendo? >> Escota. >> Escota. E a gente não viu escoltau. >> Por que que a escolta não balehou a gente pelas costas? Porque é rota, mano. E a gente desceu com sangue nos olhos. Se a gente desse vacilando, eu tinha tomado nas costas. >> Ou se fosse, >> quando eu vi os caras no DP, car, >> se fosse uma viatura do do do da área dois sozinhos. Tinha tomado, tinha tomado. A hora que eu vi os cara no DP, Mano, a a nós a equipe falou assim: "Caraca,
velho, os cara tava com escolta e o advogadão lá, pá, né? Aqueles advogados defensor ferrinho, porta de carre de cadeia junto com a família já em prantos por cadeia." >> Aí eu fui lá, passei ocorrência pro delegado, beleza, tudo sem novidade, voltamos feliz com o cumprimento do dever de devolver o caminhãozinho para aquele senhor, aquele coitado do caramba. Recuperamos a carga. Recuperamos o caminhão. Esse homem deve ser grato pra gente até o dia da morte dele, que eu acho que até pela idade que ele tinha, ele já deve estar lá com Deus. Mas qual foi
a segunda grande lição dessa ocorrência? Eu eu acho até que você não tava nessa ocorrência não, Bofão, que é a da de carga. Não, não era, né? Eu acho que é o Cidinho e o e o Ismael. Aí, mano, passa 1 2 3 4 5 6 meses. Um dia tô lá na rota no pátio andando, o microfone lá, Tenente paraoto, comparecendo serviço de dia. Aí saí da da educação física lá e fui lá. Quando eu chego lá, mano, tinha um tiozão com uma prancheta. Eu falei: "Pois não". Ele falou: "O senhor que é o o
Fábio Paganoto, tal". Falei: "Sou eu". Ele falou assim: "Então, o senhor assina aqui: "O senhor tá sendo citado". Aí a hora que eu catei a prancheta tava assim lá, acuso os réus Fábio, tal, pá, Ismael Alves Aparecido, não sei o quê, por terem praticado duplo homicídio Qualificado, tendo as vítimas fulano de tal e e vítima fulano de tal, eh em cursos nos artigos tal, com prazo tanto para nomear advogado. E, cara, eu era tão sem noção, porque na academia eu era muito mais fixado nas aulas de de operação policial do que nas áreas de direito.
Eu me especializei mesmo em direito depois fazendo faculdade e e especialização pós-graduação, porque na academia eu era um moleque muito novo, eu não tinha tesão por direito, tesão Policialmente. >> Então, eu queria só tirar nota nas provas, mas eu não ficava, tá entendendo? E aí, cara, esse cara virou para mim e falou assim: "Tenente, é, assina aqui". Eu falei: "Não, meu, isso aí tá errado. Eu sou o polícia. Os vagabundos é esse que vocês estão colocando como vítima aqui. Tá, tá invertido. >> Inverteram aqui. >> É, eu não posso ser réu, os vagabundos. Eu a
legítima defesa. O cara olhou para mim, olhou rotona, né? Falou: "Ô, tenente, para de sacanagem, vai assina aí que eu tô cheio de de mandado para entregar, de citação para entregar, intimação." >> Eu falei: "Não, mas tá errado." Ele assina, por favor, aí que eu preciso ir embora. Eu peguei, assinei e subi comando do batalhão, na rota. Cheguei no comandante e falei assim: "Ô, comando, dá uma olhada nisso aqui, ó. Pô, os Caras estão me colocando como réu de duplo homicídio qualificado, mandando em X dias arrumar advogado." Ele virou para mim e falou assim: "Eu
não aviso você, ô recruta, eu não falo para vocês que esse negócio de ficar trocando tiro aí, matando os outros é bo. Agora você gasta tudo que você tem com advogado. Eu eu aviso, vocês não botam uma fé". Aí eu olhei e falei: "Caramba, chefe". Ele falou: "Vai, meu, vai, vai trabalhar aí que eu tô cheio de coisa para fazer". Eu Desci as escadas, mano, com as pernas bamba. Falei: "Caraca, velho, que [ __ ] é essa? >> Que [ __ ] mano?" >> Falei: "Mano, essa minha ocorrência de carga lá na cidade Tiradentes, tudo
certinho, vítima, caminhão roubado, recuperamos os vagabundos trocaram tiro, tem testemunha do tiroteio." Não é possível, cara. Aí desci, procurei um subtenente que tinha lá que era meu rota 90, o Neres, que já tinha um monte de Ocorrência. Falei: "Ô, Neres, vem cá, mano, na boa. Olha isso aqui, velho." Ele falou: "É a primeira vez que o senhor tá sendo citado, chefe?" Eu falei: "É, eu já tenho outras ocorrências, mas nunca tinha sido citado. Arquivaram antes de citação." Ele falou: "Ih, chefe, calma que ainda vai vir um monte". É o seguinte, o padrão é isso mesmo,
porque aí é Tribunal do Júri, o senhor vai responder os homicídios, não o roubo que os caras Fizeram. Eu falei: "Mano do céu, e esse bagulho de advogado?" Ele falou: "Chefe, o senhor tem dinheiro para pagar advogado?" Eu falei: "Claro que não, mano. Como é? Não tô conseguindo nem pagar minha faculdade direito." Ele pegou e falou assim: "Ixhe, ferrou. Então, o senhor vai ter que pegar o advogado que o estado dá. Eu, como assim advogado? Ele falou assim: "É o da Caixa Beneficente." Eu falei: "Ma Caixa beneficente tem advogado?" Ele falou: "É, quando é em
serviço, a Caixa te te defende". Eu falei: "Nossa, mano, eu nem sabia disso." E eu tenente rotona, mano. Aí eu falei: "Como é que faz?" Ele falou: "Entra com documento lá na Caixa que eles vão apresentar o advogado". Aí fui lá, fiz um ofício, fui na caixa beneficiente, entreguei no guichê a menina assim, ó. Eu falei: "Ô, senhora, tudo bem? Eu sou tenente da rota, eu preciso falar com o advogado que vai me defender numa troca De tiro com duplo homicídio. Ela deixa o papel aí. Falei: "Não, mas eu quero falar com o advogado." Ela:
"Deixa o papel aí". Aí eu, tá bom? Ele vai entrar em contato. Eu: "Tá bom. Tipo, duplo homicídio, é 30 anos de cadeia, as pessoas te tratando assim". >> Aí entreguei o papel e fui patrulhar. Só que aí, mano, você volta a patrulhar, já começa esses maligno tudo zoando e vamos ch ali um dia dois. Adog >> só nesse dia, deu 5 horas, eu já tava pensando em fazer arte de novo e aí pá, já tinha esquecido essa merda. Passa 90 dia, dia da audiência, chega dia da audiência >> e cadê e o advogado fez
contato? >> Nunca. >> Qual o contato? >> Aí advogado não fez contato, nada. Eu cheguei na viatura, virei pros dois, falei assim: "Mano, hoje a nossa Audiência daquela troca de tiro tribunal do Júri lá na zona sul, mano. Os cara, ô chefe, mas e o advogado?" Eu falei: "Ah, é da Caixa". Ele não falou com a gente, eles nossa, chefe, nós vamos pra cadeia assim. Eu falei: "Não, mano, esse advogado deve ter estudado tudo". Não, chefe ele não falou com a gente. Aí vai vendo. Chegamos lá no fórum, estamos lá no fórum, pá, entra um
pá pá, chega a mina do juiz lá, fala assim: "Ru tal tal tal". Falou o nome de nós três, nós Fadão de rota. Aí nós fomos entrar, ela: "Cadê o advogado?" Eu, então o advogado dela para tá aqui, ela foi lá, falou que o juiz voltou, ela falou assim: "Puta, o juiz vai declarar vocês em defeso e vai desmarcar essa audiência. É ruim isso daí com o juiz, hein? O juiz tá puto. Aí, cara, me entra um cara correndo com um monte de processo embaixo do braço com um terno parecia o Mário Fofoca. Você lembra
do Mário Fofoca? Terno de veludo, todo xadrez, roxo. >> [ __ ] que pariu. >> É ele. Calma, eu sou seu advogado, polícia. Eu olhei para ele e falei: "Mano, >> [ __ ] >> isso é hora de você chegar, tá começando o nosso júri". Ele falou: "Me conta a ocorrência, juro para você". Eu falei assim: "Ó meu, vai tomar naquele lugar, beleza? É desse jeito que você tá cuidando da minha liberdade?" Entrei, virei as costas, os Caras, "Não, calma aí, meu. Não, não, ele Vamos lá. Entramos, cara. Tinha uma promotora novinha e um juiz
novinho. Vocês não têm noção do esculacho que nós três tomamos. O cara falava assim, ó, conta aí a ocorrência, ô, ô, tenente. Aí, então, a gente tava assim, encontramos com a vítima, tal, ele apontou, quando a gente chegou, os caras desceram, trocaram tiro e eu acabei efetuando x disparos. Eles o juiz dava murro na mesa e fazia assim, ó: "Você tá Pensando que eu sou trouxa, que eu sou moleque? Você atira contando? Como que você sabe que você deu cinco tiros?" Eu, excelência, quando acaba a ocorrência, a gente abre a o revólver e contas deflagradas
para pôr no relatório. Na hora eu não contei os disparos, mas ao fim da ocorrência eu sei cada policial quantos disparos deu e sei cada marginal quanto disparo deu. Se for revólver, porque se for pistola, eu não sei quanto tinha no carregador ele. Ah, bom, pode Continuar aí. Beleza. Passa um tempo, [ __ ] >> Passa um tempo, >> ele e o Will Marginal efetou tantos disparos, ele pá na mesa. Você continua pensando que eu sou trouxa. Você contou os tiros que o marginal deu? Eu falei: "Mano, eu vou sair daqui preso. Tô preso, mano.
Eu sou polícia. Tô fardado. Tava numa ocorrência sem novidade. Vagabundo atirou em mim. Eu troquei tiro. Os cara tá me tratando assim. >> Cara, eu fiquei com torce uma semana em casa. Eu não conseguia virar a cabeça. O bagulho inchou aqui, ó. Eu voltei para casa, eu nem falava com a minha mãe nada, esse tipo de coisa. Eu falei assim: "Eu vou ser preso." Os dois polícias que tava comigo, chefe, acho que deu ruim, né? Eu falei: "Mano, não sei, eu corri estava tranquila. Beleza. Isso foi a primeira audiência de de acusação. Na segunda audiência,
que foi depois deuns 3ês meses, quando nós Chegamos lá, era um juiz velho e um promotor velho. Era os titular que tinha voltado de férias de afastamento. Aqueles dois novinhos, eu tava cobrindo, era substituto. Cara, começa a oitiva, o promotor velão levanta a mão e fala pro juiz assim: "Excelência, aqui a legítima tá de plano. A legítima tá de plano. Eu não quero nem continuar. Eu, eu, acusação por mim legítima de plano. O juiz, nossa, graças a Deus que vamos encolher o tempo. Eu enxergo a legítima De plano e a gente vai encerrar. O Mário
Fofoca me levanta a mão. >> Ah, não. >> Excelência, o senhor pode consignar uma pergunta? Juro, cara. >> Cala a boca, filha da [ __ ] O juiz, o juiz, o promotor e nós três assim, ó. Aí ele falou assim: "O senhor poderia consignar com a vítima se realmente eles falaram que iam atirar na polícia?" Cara, o juiz olhou para ele e falou assim: "Ó, o senhor, eu deveria Representar o senhor na OAB e declarar eles em defesa e fazer tudo de novo, mas para não prejudicar mais ainda os três policiais, eu não só não
vou consignar como o senhor devia est ter vergonha de estar advogando." >> Que maldito, mano. >> Cara, nós saímos de lá, assinamos a nossa sentença de absolvição por legítima defesa e essa foi a minha experiência de uma defesa gratuita, paga pelo estado. E eu contei isso em todas As aulas que eu dei ao longo da minha carreira pros alunos, pr pra cadete tudo. Eu falava: "Cuidado >> com defesa gratuita, porque o cara é capaz de ir lá e te meter na cadeia. Essa é a defesa." >> E hoje você paga uma merreca por mês, né,
irmão, para entrar numa associação aí, mano. Não é >> dinheiro de pinga, mano. >> Tem uma associação aí de advogado que cobra R$ 150, R$ 200. >> É, eu vou eu vou falar uma coisa para você. Dependendo do fato, algumas show de bola, mas dependendo do fato, eh, se não for um bom advogado, você tá ferrado. Mas é melhor pagar, né, irmão? É melhor pagar. Se você não paga nada e ainda que quer contar com um advogado da do do da caixa, [ __ ] negóci, >> quando acontece um bo, a gente nunca falou disso,
>> mas um exemplo, chegou lá ho dia de hoje, deu uma ocorrência um zulu chinês, Você é polícia, fala assim, mano, só um advogado que Deus Jesus para me tirar dessa dessa cadeia. Quanto que o Mike vai ter que pagar para um advogado bom? >> Um advogado bom hoje cobra para te acompanhar no inquérito, não processo. Só no inquérito. 20.000. >> Mas tá. Não, mas aquele que tipo assim, o bom não vai ajudar. Tem que ser for pro Júri. É di >> você é louco. É muito mais 100.000 >> pro Júrio. Pro júrio. Falando pro
Júrio. O bagulho zulu. Aí o cara fala assim, mano, só >> um vendramine da vida. Um exemplo, só um vendramine da vida. Quanto que >> acima de 100.000. >> É por aí. >> Nossa. E como que o cara paga? >> Vai pagar em >> 200 vezes? É, >> vende um carro, dá, dá um carro, paga um monte de coisa. >> Então, além do cara entrar na polícia, ele corre esse risco todo dia. Monte de caso, eu conheço um monte, >> todo dia de às vezes, tipo, me >> tomar uma invertida dessa. >> E aí tem
uns uns cu de apertar linguiça que fica falando que, ah, não, que polícia é isso, que polícia é aquilo, entendeu? Aí a gente passa por tudo isso para defender a população e o pessoal não reconhece. Maldito fica reclamando que a viatura da Não, mas a maioria, mas a maioria reconhece. A maioria reconhece. >> Quem não reconhece é um super chat para não acumular muito. Via Motors mandou um super chat. Boa noite, Snider Caspo. Paganoto. É verdade que você tem crédito na praça? Se não pagar no dia, paga noto. >> Quinta série. Você viu, Cléber? É
o Cléber. É o Cléber. O o Kéber tá no podcast do palhaço lá do Como é que é o nome da lá? O que foi deputado, [ __ ] O paio que era deputado, caramba. >> Tiririca. >> Tiririca. P o podcast do Tiririca. >> Ó, o Michel Comini. >> Esse é parceiro. >> Minha rotineira continência internacional, ilustríssimo coronel Paganoto. Saudações Danilo e Sargento Castro, diretamente da Irlanda. >> É isso mesmo, da Irlanda. >> Valeu Michel. Tamamo junto meu irmão. Obrigado por est acompanhando a gente aí. >> Tá em Santos agora. >> Que aconteceu isso daí?
O fogo. >> Ah, não é um caminhão de amônia, não é um que explodiu. É isso aí que você tá mostrando? Favela. >> É que hoje explodiu um caminão de amônia. Aí não sei, tavam falando lá lá em Osasco pra gente. Você tá ligado que a Mônia é uma um dos piores acidentes que tem de rodovia, né? Você inala a Mônia e cai morto. Quem tiver perto num raio tal, se inalar cai morto na hora. >> É. >> Sério, mano. >> Por isso que os polícias tem que tem que estudar aqueles, sabe aqueles aqueles quadradinh
lá? No no no no camião >> é o número >> para porque se você olhar de longe o número e determinados produtos que tem ali, se você se aproximar sem a máscara, você cai morto. O bagulho é louco, Velho. >> Car, qual que é da mãe? Eu eu não lembro de cabeça, mano. >> Sabe o que eu lembro? >> Você tem tem um você tem um dicionário aí do número um. >> Sabe o que eu acabei de lembrar? Joga a câmera em mim aqui. GG. Acabei de lembrar o seguinte. Se você tem um carro, ó,
>> você tem um carro, >> certo? Carro top, >> tipo aquele ali, >> tipo aquele ali, o seu que tá lá fora. >> E você não tem um rastreador no seu carro, você vai agora no Doutor Monitora, certo? Primeiro link na descrição. Você vai pagar R$ 56 por mês, irmão. Eles vão no seu trampo, vai na sua casa, é só você falar: "Vem aqui instalar". E eles vão rastrear o seu carro 24 horas por dia. Você vai ter No aplicativo do celular, você quer rastrear sua mulher também sem ela saber? Você quer rastrear o seu
marido? >> Você quer rastrear o seu marido? Fala assim: "Vem aqui, vem aqui instalar um rastreador no meu carro que é muito perigoso e aí você vai ter o aplicativo no seu celular aonde o carro tá, se o carro parou, se o carro abriu a porta. Aí, Cida ficou aviso aí, Cida. >> Eu sou livro, minha vida é um livro Aberto. >> R$ 56 por mês, mano. Doutor monitora. Você vai lá, vai ter no seu no seu celular em tempo real. Se abriu a porta, se alguém mexer no teu carro, às vezes você deixa o
carro no valet, o cara fala: "Não, vou deixar no estacionamento". Você olha lá, o cara tá andando com seu carro, filho. Aí já era. Aí já quebra o pau. Então aqui, ó, 24 horas por dia, carro e moto, mano. Moto melhor coisa, fião. O já fez melhor Coisa dele. Você é louco. E a e tem outro planos também baratinho, que se os caras não achar o carro ou a moto, eles pagam até 50.000 para você, certo? Então vai lá, entra em contato com a monitora e vai monitorar o seu veículo. Faça como o Cafu, faça
como Eric, faça como eu. Demorou. É, nós estamos junto. >> Bora. Quer quer que eu conte uma corrência para vocês no dia que a policial se >> mijou corrência. É isso. Eu quero. [ __ ] >> Olha que Nossa, você tá que Ai, quero, >> quero, quero. Nossa, você tá sono. O velho, o velho tá fazendo tanto podcast que ele tá assim, ó. É >> aqui, ó. >> Não, eu tô tô prestando atenção. Atenção, essa aí >> fechar o olho, você dorme, seu desgraçado. >> Essa eu vou contar porque o marido tomou uma lambreta hoje,
só para te cortar. Tomou uma lambreta hoje tão linda, mano. >> E você não tomou também? Não. >> Nossa. Não, você tomou uma tomar pergunta pergunta que quer calar. Você também não tomou uma hoje? >> Eu não lembro disso não. >> Ah, tá bom. >> Eu lembro de um vídeo dele passando embaixo. >> É, três vezes. >> Caraca. >> Tá, eu vou >> conta, irmão. A policial que se mijou. Eu vou contar porque o o marido tá sentado aqui, né? É. O marido da esposa tudo fake na na infiltração. >> Ah, >> é. Então, é
o seguinte. Ah, a gente foi a gente foi fazer um trampo, >> um trampo lá em Ribeirão. E aí, cara, que acontece? Caiu na na nossa rede de contatos dentro da cadeia que tinha uns caras vendendo 50 kg lá no Simioni. Simioni é um bairro em Ribeirão que o crime >> domina, >> domina, >> principalmente tráfico, o bagulho é violento. Eu não sei se ainda é, mas na nossa época era o pior bairro da região ali de do Ribeirão. Dava trabalho paraa PM. E aí caiu no grampo e a gente não conhecia, né? A gente
via de fora. Montamos uma equipe. Só que é o Seguinte, o que que acontece? O cara que tava negociando pra gente essa droga toda era um cara da facção chamado capoeira que nós levantamos, ele era foragido e o capoeira falou para nós que ele tava na casa dele com uma pistola, mas a gente queria negociar essa quantidade de droga grande. E aí meu, ele falou que ele tava com a esposa, com os filhos em casa, tal, e a gente achou que se chegasse uns caras meio estranho, vindo de São Paulo, o caramba, ia dar Uma
uma azedada. falamos assim: "Meu, vamos tentar dessa vez ir tipo um marido e mulher." Aí os caras, "Ô chefe, isso aí seria bom, mano, porque passa um pano, é, entendeu? Fica, fica legal". E aí, cara, eu fui na agência e tinha umas meninas lá que trabalhavam no serviço de inteligência, mas eles faziam o quê? Investigação social, fazia público interno, fazia aquelas coisinhas que normalmente uma agência faz, entendeu? Eles nunca tinha feito tipo infiltração em em campo. >> Infiltração. >> Mas eu chamei a menina e essa menina era boa, policial, uma menina decente. Nem nem falo
o nome dela aqui porque e eu entendo até ela ter feito xixi nas calças, porque é uma descarga de adrenalina para quem não tá acostumado, muito forte. >> Eu tenho uma de de com a Fox fez xixi das calças também. >> Então, e aí eu cheguei nela, falei assim: "Vem cá, ó, nós vamos fazer uma operação e eu preciso de uma mulher. A gente não tinha mulher no grupo, ela, ah, comando, eu não tô acostumado com isso aí não. Esse negócio que vocês estão fazendo aí é meio meio embaçado, é violento. Toda hora vocês dá
dá dá ruim, dá tiroteio. Gente, não, dessa vez você vai tipo esposa, entendeu? Você vai ser esposa do do bofão, você vai lá, você fica na sua, como se você tivesse com o Seu marido ir no almoço no na casa de um casal conhecer. Fica bem de boa e nem troca ideia sobre a negociação, porque o ladrão é seu marido, você não. Então esse papel que você vai fazer, você vai fazer o papel de esposa. Beleza? Ela: "Pelo amor de Deus, comando, não faz isso comigo. Não me coloca nisso não, meu. Você não é do
serviço secreto, você não é da inteligência, então bola com nós. Hoje eu preciso de uma mulher. Ela: meu Deus do céu." E ela foi. >> É. E ela foi. Quando nós chegamos lá em Ribeirão, cara, >> até o chefe da inteligência era um da minha turma. E nós chegamos lá e eu falei para ele, falei: "Ó cara, nós viemos fazer uma operação, nós viemos comprar 50 kg". Ele: "Aonde?" Eu falei: "No Simion". Ele falou: "Tá ferrado, você não vai conseguir entrar lá, não vai dar certo." Eu falei: "Por quê?" Ele falou: "Porque esse carro que
vocês estão aí é viatura, todo mundo sabe. Você precisa de outro carro, não é assim, precisa de apoio." E eu olhei assim, ô, cara, tinha um cavalo Scania estacionado lá na Motomec, lá no fundo, na mecânica do quartel. Aí eu virei para ele e falei: "Meu, o que que é aquela carretona bonita lá?" Ele falou: "Não, isso aí é foi apreendido num tráfico e tá de fiel depósito pra gente para para eh ficar transportando as coisas do quartel". Eu falei: "Ô, mano, fala com o coronel e deixa eu ir de carreta para lá >> essa
carreta aí, cara". >> Aí ele, mano, você é louco, você vai com a carreta? Eu falei, vou porque porque eu tava de metralhadora. Eu falei: "Ó, eu vou. A gente fica na parte de trás, na janelinha lá. Eu, mais um e você, se você quiser." Ele: "Mas eu vou?" Falei: "Vamos, mano, você não nunca viu essas paradas aí, vamos junto". Aí ele, ai meu Deus do céu, então eu vou com vocês, vai. Aí ele foi falar pro coronel lá, o coronel falou: "Ah, você vai?" Ele Falou: "Não, eu vou com eles." Ou ou eu ou
eu não sei se o coronel botou como condição de emprestar o caminhão ele junto, entendeu? Porque eles não me conheciam. Eu sei que ele teve que ir junto. Ele com a policial foram na com Celtinha, pararam na casa do ladrão. O ladrão saiu, cumprimentou eles na calçada e e eu já tinha chegado antes com a carreta. ficou eu, janelinha fechada lá, cortininha, o outro tenente lá da da inteligência e Tinha mais um do nosso grupo comigo, agora não lembro qual deles que era. E com a metralhadora aqui eu olhando e esse aí trocando ideia com
o vagabundão lá, >> desenrolando, >> desenrolando e eles entraram para casa. >> Deu um tempo, cara, me chega dois carros com oito ladrão, >> oito ladrão caíram para dentro da casa. >> E eu falei: "Puta merda, mano, tomara que dê tudo certo". Que que esses caras se falaram para ele? Ó, a gente o bagulho tá enterrado, mas a gente só vai trazer depois que a gente checar os dólar, porque a gente tinha um um bolo assim de dólar, tudo falso, mas era tão bem feito, cara, tão bem feito que ninguém desconfiava. Só tinha um jeito
de saber maquininha, você tinha que colocar naquela máquina de de reconhecer dólar falso. E como era final de semana, eu falei: "Meu, >> os caras não vão ter maquininha, né, Velho? >> Só faltava isso". Aí, aí eleou, aí ele me ligou: "E aí, irmão? Salve, salve. Aquela conversa toda, os irmãos quer levar o plaquê para ver se é bom. Só que os dólares era fiel depósito para nós." Eu falei: "Dá, dá, dá um tempinho". Aí, eu liguei pro juiz, falei: "Doutor, nós estamos no meio da negociação aqui em Ribeirão, os caras quer levar os dólares
para ver se é bom. Posso liberar o dólar, os dólares na mão dele?" Ele Falou: "Pode, porque se extraviar a gente faz uma sindicância que resolve". Eu falei: "Tá bom". Aí liguei para ele e falei: "Ô irmão, pode entregar o plaquê pr os parç e levar." Eu falei: "Esse caras nunca vão descobrir que esses dólares são falsos". Os caras pegaram os dólar, saíram os oito ladrão no carro, 1 milhão, e nós dentro da carreta olhando. Passa uns, tipo uma hora, os cara volta. >> Ele saiu com a policial na rua com o outro ladrão que
tava com uma com uma Quadrada. Os ladrão voltaram tudo armado, mano. E eu via eles apontar assim, primeiro que os caras cataram o plaquê de dólar assim, ó, atacaram no peito dele, começou a voar dólar para todo lado. Então, olhando os dólares, eu já tava imaginando assim de câncer. >> Aí eu falei: "Mano, os dólar voando tudo e os caras falando com ele". Eu falei: "Mano, os cara vai matar o parceiro aqui, o meu bofão." Engatilhei a matraca dentro da carreta e falei pro outro Tenente, falei: "Eu vou abrir e vou começar a dar rajada
em todo mundo". Ele grudou na minha tr falou: "Pelo amor de Deus, cara, não faz isso aqui não, cara. Aqui não é São Paulo não". Eu falei: "Larga, larga que o meu parceiro não vão matar. Eu vou". E eu falava pro outro assim: "Abre a porta, [ __ ] vamos descer". E o e o tenente falava: "Você abrir a porta, você vai ter problema comigo? Não desce, não desce, vocês não vão dar rajada aqui." E eu: "Larga a [ __ ] larga". E eu olhando assim, ó, nessa discussão dentro da carreta, ele batendo boca com
os ladrão. O que que os ladrão falaram para ele? Ó, mano, nós não vamos matar vocês aqui porque vocês vieram eh na ideia dos irmãos que tá fechado. Como vocês são ladrão e a ideia foi com os irmãos que tá no fechado, ainda vou dar um, vou passar um pano. Beleza. Tindo a cara da Fox. >> Não, ela não tinha cara, ela mijou tudo. A calça jeans dela aqui tava tudo mijado Escorrendo >> e os ladrão apavorando, cara. Aí os caras entraram tudo no carro e saíram cantando os pneu. Eles, a Fox cataram um pouco
dos dólar no chão assim, trocaram mais um pouco de ideia com o cara, entraram no carro e saíram fora. Aí ele me ligou, falou: "Mano, os caras descobriram que os dólar é falso, não sei como, e vieram louco. Só não me mataram porque a gente tinha um proceder nas ideias, já sabia a linguagem da Facção e o nosso contribuidor lá, o colaborador tava dentro da cadeia com com o sócio deles do tráfico. Então eles falavam assim: "É crime". Por isso que não balearam ele, meu amigo. A, voltei pro CPI, >> a força tática invadiu a
casa, pegou esse capoeira com a pistola, deu cana nele. Nós não não conseguimos prender essa droga nesse dia em nenhum dos oito, cara, porque a gente não tinha nem equipe para isso. Mas assim, ó, foi foi Uma das ocorrências mais tensa nossa por causa e aí quando nós chegamos no CPI e nós contamos isso, os cara do tático que tava lá falaram: "Ô chefe, mas vocês fizeram maior merda". Falei: "Por quê?" Ele falou assim: "Porque os caras acabaram de matar um tira do Denark aqui faz 10 dias. Os os tira do Denark vieram negociar droga
aqui com dólar falso. Os caras tava tudo a risco com dólar". Eu falei: "Mano, eu nem sabia da morte do tiro e muito menos do zulu do dólar". Os Cara, ô chefe, se eu chefe, foi por causa de dólar. Os caras tão com maquininha por causa disso. Os tiras do denar que tentaram fazer negociação aqui com dólar falso. Eu falei, eu não sabia de nada disso eles falou, não sei como é que vocês não morreram. A gente só não morreu porque a negociação vinha de dentro da cadeia. >> Da cadeia. [ __ ] hein, meu.
>> Mas foi foi o bicho essa ocorrência. >> E a Fox, né? >> Não, ela ela nunca mais ela nem olhava na nossa cara dentro do quartel. Ela falava assim, ó: "Nem fala comigo, comando. Eu não vou em lugar nenhum. Não vou, não vou. Ela voltou em choque. >> Se eu for, eu vou mijar antes. >> Ela voltou em choque. Ela voltou, ela voltou completamente em choque. >> Ô, o senhor falou que era para lembrar da situação do Ismael. >> Ah, o Ismael, cara. O Ismael ele já faleceu e ele é um fato que aconteceu
Dentro da rota que que me chateou demais, cara. Porque o que que essa profissão nossa não admite erro, né, cara? >> Infelizmente nossa profissão quando a gente erra gera morte, gera problema grave. E o Ismael era um policial cara assim, um dos uns caras top demais da rota, um negão ferrado, ferrado, bom para caramba. E numa instrução minha de CDC, o que que a gente fazia para treinar na rota? A gente fazia um Pelotão de manifestante e um pelotão de tropa de CDC, controle disturbo civis. A gente enchia aquelas garrafas de 2 L de Big
Coke de água, pegava pedaço de mangueira de lavar viatura, cortava e os caras vinha girando a mangueira para dar nas pernas e vinha tacando as a garrafa de big coke e fazia também uns uns pacotes de de jornal molhado para atacar na tropa. Então você fazia a tropa ficar parada, sustentando, apanhando com aquelas mangueiras e tomando as, ô meu, Tinha vez que a garrafa vinha com tanta força que batia no escudo, dava no escudo, quebrava a viseira. Mas você falava pr os caras: "Não sai, porque você tem que você tem que fazer o policial internalizar
que medo se ele abrir, ferrou". Tem que manter a posição. >> É, mantém a posição. E num determinado momento na ia fazer parte da instrução o disparo de munição calibre 12 explosiva e granada de efeito moral. Então, o que Que eu fazia? Eu eu já tinha combinado antes. Eu falava pros caras, ó, quando eu levantar a mão atrás da tropa, porque eu ficava sempre no CDC ali de escudo e de capacete e [ __ ] na mão. Falava: "Ó, quando eu levantar a mão e fizer assim, os manifestantes vão pro fundo do batalhão, porque nós
vamos atirar de calibre 12 e granada de efeito moral. Essa calibre 12 é uma de plástico que ela voa e onde ela pega ela estoura com gás lacrimogênico." >> Entendeu, >> cara? E esse Ismael, não sei o que deu na cabeça dele nesse dia. Ele deu a volta por um dos monumentos nossos, que é onde paga o braçal, e foi tentar puxar a calibre 12 da mão de um sargento. Só que o sargento, com a fumaça, com tudo, não viu que o vulto dele vindo, virou e efetuou o disparo de calibre 12. Quando ele efetuou
o disparo de calibre 12, entrou na perna, ele começou a pular. Ai, ai, eu já vi, gritei para, para, Para. Quando eu olhei o smooth tava pulando assim, ó, que ele caiu no chão, aí explodiu a a ogiva de plástico, mano. A femural dele pulou para fora assim da perna e fazia assim, ó, esguichando a femural. >> Eu corri, chamei o Dr. Galeta, que era o médico da rota. O Dr. Galeta veio, que ele ficava ali na portinha da da quando ele olhou falou assim: "Socorre que ele vai morrer aqui. Socorre, socorre que ele vai
morrer aqui". Cara, a gente Tirou uma gandola cinza, enfiou a gandola, enfiou no buraco da perna dele. Você não vi a gandola? Duas mãos assim, ó. Colocamos ele na viatura. Nós fomos da nas contramão lá da Tiradentes até a Santa Casa. Contramão na cidade inteira. Milhão. Chegamos lá, quando chegamos na Santa Casa, os médicos olharam para nós assim e falou: "Meu, que que é isso? Que granada é essa?" Granada ofensiva, [ __ ] Abriu a perna dele, um buraco desse tamanho, osso, tudo, tudo, tudo. Aí deu aquele desespero. Eu conheci esposa, filho. Eu falei: "Doutor,
pelo amor de Deus, salva". Esse cara ficou 11 horas em cirurgia. 11 horas. Depois ele ficou uns 2, 3 anos fazendo raspagem, enxerto, enxerto, enxerto. Foi aposentado por invalidez, >> [ __ ] Sofreu, cara. Sofreu, >> imagina. E e é e é um irmão que todo mundo da rota matutina gostavam [ __ ] de um Polícia e teve essa infelicidade num vacilo, numa instrução que não seguiu a orientação e acabou com a perna explodida. >> Foi um vacilo dele, né? >> É, é assim, eu nem gosto de falar isso porque a gente gosta tanto dele
que também imputar a responsabilidade nele é ruim, mas foi, né? Foi, se ele tivesse seguido a regra, se ele tivesse seguido a regra, é a história do Santana. É, >> é aquele erro que você faz com vontade De de tá vibrando na ocorrência, o caramba, tal, mas dá um resultado péssimo, negativo, né? É, é terrível. >> Ó, o Thiago Correa mandou um super chat, falou: "Boa noite, coronel sargento e Danilo, admira o coronel Paganoto. É visível o amor pela polícia e o tanto que se doou pela sociedade, assim como o sargento CO quando estiver em
Guará, vem em nossa cafeteria". >> É lá. É, é. Ele tem um o tal do pão de queijo aí. O o acho que foi o o não sei Quem foi que falou: "Ô, não fala assim não que o co vai lá. Eu já fui lá, já fui lá, comi o pão de queijo lá. >> Ah, você acha que não? >> Uma delícia. Eu fui em Aparecida e dali eu já fui em Guaratinguetáca do lado, né, mano? >> Você acha que não? >> E eu comi lá um um pão de queijo top. >> Abraço aí pro
Marcos do Pão de Queijo, ou tal queijo. Marcos é o que mandou a mensagem. Marcos mandou aqui super chat Falou assim: "Boa noite para garoto caça Sneider, o melhor podcast. Vocês são [ __ ] Minha continência para você e meu respeito, irmão. Sou fã de vocês, da sua história policial. Dá até para fazer um filme de longa. Vou fazer. Mano, >> eu contei para vocês já o o latrocínio envolvendo um policial em Osasco. >> Mano, o cara do negócio de de cigarro >> da da Kombi. >> Da Kombi. >> O cara mandou aqui contra Kombi.
>> É mesmo? Olha, eu nem tô com o chat aberto, ó. É, então aqui fala para ele contar da combi e os contar tem duas ocorrências de combi. Uma que nós trocamos tiro que tem muito no YouTube >> que até com o Proquish que veio aqui com vocês, ele contou, né? >> Domigo aqui. Vai vir domingo de >> da Combi. Essa aí era uma Kombi roubada. Foi muito engraçado, cara, que essa essa essa essa filmagem da Kombi que o Prich com certeza vai contar que ele era um Motorista. Essa viralizou muito no YouTube. Eu fui
viajar pra Bahia, cara. >> Consegui ver aqui. >> Eu fui viajar pra Bahia com o coronel Iron, que tá aqui, ó. E a gente tomou um enquadro de deuns colega da PRF. E mesmo a gente tendo se identificado com o policial, o cara começou a causar problema. Ele tava, ele tava, é, ele tava querendo, querendo arrumar uma Confusãozinha pá pá. E ele me tratando mal. Ma, mal. Aí chegou uma hora, cara, que ele me olhou, ele falou assim: "Cara, nessa foi bem quando viralizou essa ocorrência da Kombi da do tiroteio, que eu vou deixar o
Proquist contar aqui que ele vem." Aí ele pegou e falou, falou assim: "Meu, você não é um tenente da rota que teve uma troca de tiro agora?" Eu falei: "Sou". Ele falou: "Porra, caramba. Pode ir embora, vai, meu." Tipo, enquanto eu Tava falando só que eu era polícia, ele tava me tratando mal para caramba. Eu e ele, dois tenentes com as esposas no carro. A hora que ele lembrou que eu era o tenente da troca de tiro da rota e me tratou bem. Aí a gente achou isso engraçado, comentou e seguimos viagem. E nós fomos
lá para conhecer a Brolhos. Vocês conhecem a Brolhos? Onde você mergulha com as com as baleia lá? O caramba e você vai no arquipélago. Meu, é uma viagem fantástica para você fazer. >> É sul da Bahia. É o arquipélago de Abrolhos. Você sai da Bahia ali com uma embarcação e você vai conhecer o arquipélago e lá tem as baleias de Jubarte. Caramba, essa [ __ ] aí. Pô, eu nós chegamos, chama Caravelas a cidade nós chegamos, cara, não tinha onde deixar o carro para dois três dias para você fazer o passeio, porque você nós dormimos
embarcado. E aí, cara, tinha um posto policial, o policial, velho, aquela farda caque da Bahia tava Surrado. O policial antigão, cara antigão. Para você ter uma ideia, o fuzil dele era o mesmo fuzil que a gente tem na academia do Barro Branco e marchava aquele de madeira, putz. Nunca deu um tiroquela [ __ ] >> Lembra, Di? Lembra disso aí? >> Láem em Pirituba. Pirituba lá pode falar pro Bolfo. Bovo foi 87. Pirituba a gente a gente lidava com aquele ali. Tinha que limpar aqui. Nós chegamos nessa base, >> eu entrei, ele falou assim: "Caramba,
comando, o senhor tenente daquela combi lá?" Eu falei: "Porra, você assistiu o o da Atena aqui, mano?" Ele falou: "É, é aquela combi". Eu falei: "É, sou eu mesmo". Ele falou: "Podeixar o carro aqui dentro da base, vai ficar estacionada no quartel pro senhor conhecer a Brolhos". Eu falei: "Caramba, que da hora". Então essa ocorrência aqui, >> qual que é a ocorrência da Combe? [ __ ] >> calma, caramba. Você tá excitado, >> [ __ ] Tá muito. >> Eu tô excitado. Hoje, hein? C >> já só porque perdeu de novo hoje no bilhar >>
os cara, a gente tava, a gente ia sair da base, cara, o tenente Otaviano era o P2. Ele me chamou e falou assim: "Ô, Paganoto, para onde você tá indo?" Aí eu falei: "Ah, tô indo para Tau área". Ele falou: "Cara, eu tô com trampo em Osasco". Os caras meteram um latrocínio de combi da Souza Cruz cigarro, mataram o coitado do tiozinho lá para roubar a Kombi, abandonaram o corpo e sumiram com a Kombi. E chegou aqui uma denúncia de dois molequal lá em Osasco. Eu falei: "Mano, tô indo para lá". Aí catamos a viatura,
fomos lá para Osasco. Quando a gente chegou na Rua era uma casa boa, não era favela. Aí falei, mano, e agora, cara? Vamos ter que ser tipo rotator mesmo, né? Aquele xaveco na casa, entrar não entrando, aquela ideia para não ter problema. Aí a hora que tocou a campainha, veio uma mulher. A mulher: "Pois não, eu falei: "Ô, senhora, tudo bem? A senhora conhece fulano e fulano, elas são meus filhos". Aí eu falei: "Então eles estão em casa?" Ela tá, eu falei: "Pô, a gente queria bater um papo com eles. Aí nisso já veio O
marido." "Pois não." Falei: "Ó, eu sou o tenente da rota". E os polícias já tudo cercando a casa por daquele jeito, né? Aí eu falei: "Eu sou o tenente da rota, tal, tô querendo dar um papo no filho, nos seus filhos". Ué, por quê? Eu falei: "Pô, chegou uma denúncia, mas eu tô vendo que é família, eu não acredito muito não. Eu queria trocar uma ideia". Não, quando a gente olhou os dois diabos que eles vieram na sala, falei: "Puta, É, é ladrão, é ladrão". falei: "Dá licença." E fui entrando na casa. Quando eu fui
entrando na casa, a mulher falou assim: "O senhor tem um mandado?" Eu falei: "Não, então é assim, vocês vocês querem mandado, vocês não querem conversa, né? Então eu nem vou entrar na casa de vocês. Eu vou sair, eu vou cercar, eu vou no juiz, eu vou conseguir um mandado. Só que a hora que eu entrar, eu não vou tratar vocês com esse respeito que eu tô tratando. Porque eu Vim aqui para conversar, não quero fazer maldade com filho de vocês nenhum. Eu só quero entender se essa denúncia tem algum fundamento e eu tô tratando a
senhora com respeito desde a hora que eu cheguei. A senhora vai me tirar da casa e não quer conversa? Ela olhou, o marido dela, falou assim: "Não, vamos conversar." Aí eu entrei mais, falei assim: "Então é o seguinte, o senhor me faz um favor? O senhor fica aqui na sala com esse filho, tal, e eu vou conversar Com um ali no canto sozinho e daqui a pouco o senhor vai ouvir o que ele tem para falar." Aí eu catei o mais novo, fui lá, falei: "E aí, mano, onde tá a combi?" A hora que eu
falei onde tá a combi, ele já ficou brancão. Falei: "Cadê a Kombi?" Aí ele: "Ô, senhor, pelo amor de Deus, não tem nada a ver esse negócio de combi." Eu falei: "Mano, você vai tomar um esculacho na frente da sua mãe, na frente do seu pai, que você não vai esquecer nunca na sua vida. É rota, [ __ ] Você acha que rota sai lá de São Paulo e vem te te visitar à toa? Você é idiota, moleque. Você tá dado já. Cadê a Kombi?" Aí ele: "Não, não, não, eu não sei onde tá a
Kombi". Eu falei: "Ele fez, ele fez". Falei: "Então você volta lá e senta lá". trouxe o irmão mais velho, jamais bichão. Falei: "E aí, mano? Cadê a Kombi?" Ele falou: "Que combi, senhor?" Não tem nada para falar de combi, não. Eu falei: "Eu vou trazer seu irmão, vou falar para na sua frente O que ele me falou e eu vou começar a te arrebentar toda vez você cair em contradição com o seu irmão porque ele já rachou. Você vai continuar nessa?" Aí ele: "M, meu irmão rachou". Eu falei, "Onde tá a combi, mano? Onde tá
a Kombi?" Aí, cara, o um outro polícia que tava comigo já puxou o outro lá e e vai vai. Nós começamos a fazer esse joguinho e aí o que que nós jogamos para eles? Ó, a gente só quer o cano. Se vocês derem o cano, eu desisto da combi, mas eu vou Levar o cano embora. Aí o moleque, ô, senhor, é desse jeito mesmo? Vocês vai sair fora? Falei: "É, mano, eu quero o revólver que vocês mataram o cara. Ô, senhor, e a Kombi?" Eu falei: "Não, não quero saber da Kombi, eu só quero revólver".
Aí ele pegou, falou com mais novo, voltaram. Ô, senhor, o revólver tá lá em no armário, em tal lugar. Foram lá, cataram o revólver. Catei o revólver. Aí já os dois mão para trás, viu, senhor? Vem cá, fala vocês dois o Que vocês fizeram pro seu pai. Aí eles, é, pai, a gente foi lá, fez uma fita, catou uma combi e tal. Beleza. Aí, cadê a Kombi? Aí foi, aí começou o esculcho. Cadê a Kombi? Cadê a Kombi? Cadê a Kombi? O cara vira para nós e fala assim: "Não, senhor, tá na casa do polícia".
É o que polícia? Ah, o polícia que encomendou a fita. >> [ __ ] que pariu. >> Falei: "Como é que é?" falou: "É, senhor, a gente fez a fita, Mas quem encomendou foi um polícia". Falei: "Então é o seguinte, eu vou dar um cavalo para vocês dois, mas eu quero polícia". Ô, senhor, pelo amor de Deus, polícia mata minha família inteira. Falei: "Não, vocês não vão nem aparecer, vocês vão ficar abaixado embaixo do do da monga. A monga era o caixote do da rotona. Vocês vão ficar embaixo da monga, vocês vão apontar a casa
e eu vou vou prender ele e a comb e vocês eu vou dar o cavalo. Ô, senhor, pelo amor de Deus, eles vão eles vão vão matar minha família." Eu falei: "Não, fica em paz, fica tranquilo". Eh, a fita é essa. Chegamos na casa, a casa de um policial civil, chefe dos tiros, no DP de Osasco. Quando eu olho na na frestinha assim, a Kombi na garagem dele carregada com cigarro, toca a campainha, desce a esposa dele grávida. [ __ ] que pariu. Eu: "Tudo bem, senhora?" "Tudo bem." "Pois não, o que tá acontecendo?" Eu
falei: "Não, queria Dar uma palavrinha com o seu marido". Ah, não. Ele tá na delegacia. Eu falei, faz um favor, liga para ele, pede para ele virar aqui. Ela não, por que que vocês não vão na delegacia? Eu falei: "Não, porque o negócio é meio pessoal. Eu quero conversar com ele. Se eu for conversar na delegacia, vai queimar ele. Fala para ele vir aqui. Ah, tudo bem. E ela tava, ela devia estado uns oito meses, a barriga bem grande mesmo. E eu com medo dela passar mal, né? Nunca eu Ia falar o que tava acontecendo.
E os dois diabos escondidos dentro da viatura. Nossa, rotou na parada do outro lado da rua. Aí meu, deu 10 minutos, o bichão chegou. Chegou chegando, distintivoão, todo bichão. Pois não. Nós já sacamos as armas. Falou: "Vai, irmão, cai para dentro da sua garagem agora para nós não matar o você na frente da mulher". A mulher, pelo amor de Deus, calma, senhora, nós vamos conversar com ele aí dentro. Se acalme. Foi lá já ela Sentou numa escadinha que subia pr pra coisa assim e falou: "E aí, rapaz, essa combi aqui?" Ele falou: "Mano, você tá
louco, polícia? Sabe quem eu sou? Sou chefe do DP, assim, assim. Essa Kombi aí é uma investigação que eu tô fazendo. Essa combi tá apreendida." Eu falei: "Ô, seu comédia, seu otário, os caras que você contratou tão aí, já te deram os dois moleques, viu? O cano já tá tudo na mão, você tá dado, você tá preso, cara." Ele falou, juro, juro para vocês. Ele falou: "Tenente, o que que o senhor quer? O que que o senhor quer? Eu ajoelho. O que que o senhor quer? Pede, pede, pede. Eu falei: "Não, mano, você tá preso.
>> Eu só não vou te esculachar aqui por causa da sua esposa. Eu tô com medo de acontecer alguma coisa com ela." >> E quando ele viu que não ia ter negócio, ele começou a pedir para ela ligar na delegacia pros caras vir tomar ele da gente. Só que aí o que que aconteceu? Ela, eu falei para ela, você fica sentado e não sai. Você não vai subir, você não vai ligar para ninguém. Porque o que que eu fiz? Eu liguei pra Corregedoria da Polícia Civil. Foi, ó, foi a melhor atitude que eu tomei nesse
dia. Chegou uma equipe com um delegado, um japonesinho novinho, correg, mano. A hora que ele viu a Kombi, viu tudo, ele já falou assim, ó: "Revista a casa inteira". Não, nós os policiais civis da equipe dele. Quando Quando os caras revistaram a casa, já começou a vir arma, veio o calibre 12, veio arma, veio munição e o delegado vibrando. Beleza, descemos para apresentar ocorrência no DP. Quando chegamos lá, o chefe dele querendo tipo passar um pano, não, ele tava numa investigação, não sei o que, o delegado da corrente falou: "Po, para, para". E ele peitou
um cara bem mais ferrado que ele falou: "Pode parar, ele tá preso por mim. Eu que vou fazer o flagrante dele. Eu eu eu não vim aqui na delegacia para você fazer". E eu dentro da sala, cara, eu tava assim, nossa, que da hora, velho. Os dois, os dois brigando, >> porque eu tava a >> um querendo dar pano pro ladrão e o outro >> e o outro não. Aí eu falei assim: "Nossa, que da hora, mano, deixa os dois brigar". E o japonêsinho falou assim: "Você só vai me emprestar o computador, minha equipe vai
fazer tudo, escrivão, Tudo. Você não vai fazer nada, eu vou, eu só vou meter ele no grampo e levar ele embora pro presídio." Aí eu fiquei tipo de boa, né? E quando eu percebi que um tava tentando eh anular a corrégia ali, eu desci e tava chegando a imprensa. Alguém falou pra imprensa. Aí eu cheguei num brother da imprensa e falei assim: "Ó, irmão, fica ligeiro porque os caras pode ser que tenta mudar a ocorrência, a versão". >> Verão? >> Então a versão já é essa. Se tiver uma mudança aqui, você já ataca isso na
imprensa. Beleza? O cara não, beleza. E quando eu tava conversando isso, uma viatura do 14 tava ali. O polícia chegou para mim, falou: "Ô, chefe, o senhor que tá com essa ocorrência aí do do policial civil com a com a combi cheia de cigarro?" Falei: "É, a gente que tá". Ele falou: "Chefe, é o seguinte, esse cara é dono de umas padarias aqui. Ele ele deve est receptando cigarro para pôr Nas padarias. Vai na padaria dele, na rua tal, que se bobear a carga tá lá". Eu falei: "Não, mas uma parte da carga tá na
combi ali e o resto". Eu falei: "Ah, então vamos lá". Cateia uma equipe do, não sei se era aqui agora ou cidade de Alerta. Vamos na padaria. Pá, ainda bem que eu tava com a equipe da imprensa. A hora que nós chegamos na padaria, os caras tava jogando os maços assim, ó, de cigarro, tudo pela janela do fundo num terreno na padaria dele. >> [ __ ] >> a imprensa catou os cara assim, ó, atacando cigarro, os funcionários da padaria. Olha que da hora. Quando é pro cara se [ __ ] esse cara além de
ser preso, tomou acho que 8 anos de condenação, foi expulso da Polícia Civil e ele era candidato a vereador de Osasco. Assim, escraashou tudo, cara.Então, arrebentou o guard. Então, foi um tesão essa ocorrência, porque imagina o Tamanho da da não quero usar nenhum nome ruim aqui, não. O tamanho do do diabo que tava crescidão engordando ali e nós pegamos do nada, cara. >> E os dois moleques nós não demos pano não. Rodaram junto com ele. >> Rodaram junto, [ __ ] >> Fodeu todo mundo. >> Não, não tem negócio de pano para vagabundo não, man.
>> Ah, mas esse mano não tá mais preso Hoje, né? Não quero nem saber da vida dele. E se ele vi, nós tem nós tem, né? O Bufão tá aí, [ __ ] >> Bufão você nem sabe quem é, por isso que ele não quer aparecer, mano. Parece o bofão parece o Lelec. É, >> é pior que parece lelec. Ó, Estter Oliveira dos Santos conta do delegado que foi preso por causa da regra da rota, que se a rota chega ninguém mais entra. Então, no delegado não foi preso, ele deu voz de prisão, >> sei
lá. >> Foi um rolo do caramba. Isso foi um rouba banco na na Sabará. antes de você contar sobre eh minha melhor a a Eliene Ferreira que já saiu aqui o super chat minha melhor continente saindo co meus filhos estão assistindo. Manda um abraço pro Lucas e pro Artur. Lucas e Artur um abraço. Obrigado. Nome do meu filho, Artur. Abraço para vocêquinha. Aí Artur um abraço. Tamamo junto. Agora conta aqui da da do delegado. >> Vamos bater 4000 pessoas na live, hein? Deixa o like, hein. Quantos like? >> 1800. Tá bom, mas deixa. Pode melhorar,
hein? >> Vamos. Pode melhorar. Pode melhorar. >> Bora, bora. É, então, mano, é assim, >> depois não esquece, fala do salto de para-quedas, o mano mandou aqui, porque senão vou perder esse cara quer quer ver quando eu quase >> do salto do para-quedas e do enquadro que você tomou. Cara, >> você contou hoje. >> Essa essa questão aí do salto de para-quedas tem uma questão interessante porque eu sou um dos criadores da força tática do estado de Roraima. Tem até vídeo dos cara, eu adoro aquele estado. A tropa de lá tem muita gente que me
admira porque eu fiquei dois meses lá em 99, acho 2000. criando a força tática de lá. Então, foi uma coisa louca na minha vida, Castrô. Porque é assim, ó, eu cheguei numa polícia, uma polícia que na Época tinha dois batalhões, não sei como é hoje, mas eram só dois batalhões, um batalhão do interior e um batalhão da capital. Era uma polícia que o principal combate deles era violência no facão, porque não chegava muita arma lá, não. Para você ter uma ideia, o aeroporto funcionava uma hora por dia. Era um voo que chegava, um voo, o
mesmo voo que saía. O resto do aeroporto, que era o aeroporto mais movimentado do país, depois de São Paulo, era voo de garimpo. Milhares de aviãozinho decolando e saindo para garimpo e contrabando e coisa errada. >> [ __ ] mano. >> E e cara, é assim, ó. E eu eu aprendi muita coisa ficando esse tempo lá, inclusive a ficar doente, né? Peguei hepatite porque eu comi tudo que é coisa estranha que tinha lá, mano. Foi muito legal, muito legal, >> [ __ ] Foi legal pegar hipatite? >> E não, eu quase morri da hipatite. Eu
Perdi acho que 15 kg. Eh, ó, ó, ó. A primeira passagem, eu cheguei lá, cara, que é que é interessante. Daí eu falo negócio de polícia, eu fui fazer uma ronda com sargento, porque quase não tinha oficiais lá lá no batalhão. Então, o comandante da tropa ali na rua era um sargento. E o sargento me levou na casa dele, falou: "Ô chefe, vamos dar um rolê aí para ver se a gente tromba uns galerosos". O que que é isso aí? Galeroso. Galeroso lá é ladrão. Então Eles aqui tá cheio de galeroso, chefe. E aqui os
galerosos mata na faca. Então tem que ficar ligeiro. Vamos patrulhar para ver se pega uns galerosos. Só que antes ele falou: "Vou apresentar o senhor em casa". Lá foi lá na casa dele, chegou lá tava a esposa com dois moleques pequenininho, tipo os filhos do Oliver assim, dois pequenininhos assim. E eu olhei no quintal tinha duas tartarugas que lá na verdade eles chamam de jabuti, que é a tartaruga pequena, Aquela verde vermelha. >> É. >> Aí eu olhei, ele falou assim: "Ô chefe, o senhor já comeu? Jabuti eu não, velho. Não, não, nunca comi não.
Aí ele virou pra mulher dele e falou assim: "Viu, faz aquele lá que o chefe vai vir almoçar aqui". O moleque: "Não, pai, pelo amor de Deus, pai, não vai". Ele: "Você sabe que é para comer". Não, eu falei: "Não, cara, não vai matar o bichinho dos moleques, não, mano. Não, ele: "Che aqui A gente come isso aí, >> faz isso aí que eu vou vir comer com o chefe." O moleque, pelo amor de Deus, pai, começou a chorar. Eu falei: "Não faz isso com seu filho, cara. Pelo amor de Deus". Ele: "Che, fica em
paz. Vamos patrulhar. Vamos patrulhar. Quando chegou na hora do almoço, ele vamos lá comer. Eu falei, mano, ela não matou o chefe. Fica em paz. Chegamos em casa, cara, o casco do jabuti virado para cima, >> [ __ ] >> Um prato com os miúdo, as patas e a cabeça, >> arroz, uma salada, coisa, mano. Eu sentei e o bagulho era verde e vermelho, com as unhas, tudo. Eu olhei aquilo assim, eu falei: "Mano, aí ele: "Ô chefe, pode comer se serve". Eu falei, eu falei para ele assim: "Ô, irmão, você não leva mal, eu
vou comer os miúdos porque a pato, caramba, eu ainda não tenho costume de comer isso." Ele: "Não, Fica, o senhor, fica à vontade." E eu olhava para moleque, o moleque chorava, caía as gotas de sangue, de de lágrima no prato dele, parecia uma sopa, velho. O moleque chorando, soluçando para comer, comer o bichinho de estimação. E eu, meu, desculpa ele, chefe, não faz isso que eles sabem que é comida. E o moleque olhava para mim com ódio, cara. Aí eu catei os miúdos assim, pus arroz, o caramba, tem um tem um gosto de de strogonof
de frango, só que um pouquinho Mais forte. Então eu comi com arroz de boa, cara. Lá eu comi rabo de jacaré, comi paca, comi comi um monte de coisa, por isso que eu peguei hepatite. Mas você eu tô te contando coisas diferentes de lá. E uma das coisas que foi muito interessante, cara, eu cheguei lá e eu tava dando aula para eles. Se tô jantando e manda uma dessas. >> Ah, mano, você vai, você vai pros estados aí, você tem que conhecer a cultura, mano. Você tem que conhecer a Cultura. Tanto que outra coisa que
é engraçado, a Suel Perejão falou que o nome da jabuti era Judite. [ __ ] comiram a Judite, mano. >> A Judite virou virou almoço, mano. E aí, outra coisa que é engraçado, cara, é assim, >> eles lá, eh, um, um dia chegou lá, uma das policiais femininas que tava lá, chegou para mim e falou assim: "Ô chefe, o senhor monta cavalo?" Eu falei: "Monto, pô". Era cavalaria. Ela falou: "Ai, que bom, nós vamos fazer um churrasco lá no rancho do meu pai". Eu falei: "Ó, beleza, tem que ser no sábado, porque a semana inteira
tem instrução." É, não, vai ser no sábado, a gente sai cedinho e depois volta. Eu falei: "Pode contar comigo". Ela falou: "É horas de cavalgada para ir, 8:it para voltar". Eu falei: "Não vou". >> "Puta que pariu, não vou. Você tá doida". Ela: "Como assim?" Eu falei: "8 Horora cavalgando, eu não vou andar depois, como é que eu volto montando?" Ela: "Não, então o pessoal é rústico, entendeu? Pessoal é rústico. Rústico. E aí, cara, eu fui dar aula para eles e era muito engraçado porque eles não tinham acesso ainda a material da Condor, não tinha
granada de efeito moral, não tinha granada lacrimogênica. Eles eles só tinham arma, munição, um cacetete de madeira desse tamanho assim que onde batia quebrava. >> Boa. >> Esse é do B. >> Tanto que eles falavam pegar galeroso com saquicha, senhor vai ver. Aí eu falava: "Não, calma, se acalma aí, se acalme". É. Aí, aí eles tinham munição, revólver e [ __ ] Tinha capacete e escudo, mas munição química e explosiva de CDC não tinha nada. >> E aí, cara, eles falaram para mim assim: "Ô, faz a instrução junto com força Tática, que é instrução de
bloqueio, eh, conduta de patrulha, abordagem, faz uma instrução de invasão de presídio." Aí eu: "Ah, tá bom". Então eu dei uma instrução para eles de tomada de presídio, de tomada de cela, de busca dentro de presídio, de revista, tudo aquilo que a gente tem que fazer. Cara, um dia a gente tá lá sentado no quartel, começa a gritar uma sirene pá pá pá e eu não tava entendendo [ __ ] mesmo porque eu não era de lá. Aí eu Cheguei num sargento, falei assim: "Ô, mano, que que é isso aí?" Eu falou: "Chefe, é acionamento
de rebelião em presídio". Falei: "Caraca, velho, rebelião mesmo". Ele falou: "É, o bicho tá pegando aí. O major chegou em mim, o major prola, foi comandante geral lá uns 10 anos depois, falou: "Senhor recruta, você vai comandar invasão no presídio". Na minha cabeça veio casa de detenção, né, velho? Eu falei: "Não, comando, eu não posso não. Eu sou de outro estado, Eu sou de outro estado". Ele falou: "Que outro estado? Aqui não tem isso não, mano. Aqui quem manda é nós. Aqui é a polícia, [ __ ] Aqui não tem essa frescura não. Você vai
comandar o pelotão que não tem tenente no batalhão hoje." Eu falei: "Mas eu sou de outro estado, ele não quero saber. monta a tropa e vai lá resolver o presídio. Você não é o bichão que dá aula de tomada de presídio. Caramba, você vai acabar com a rebelião, mano. E as polícias me olhando Assim, ó. E eu falei: "Nossa, aí o sargento veio: "E aí, chefe? O que que a gente faz?" Eu falei: "Ó, pega extintor, arranca das paredes aí, pega extintor, pega corta frio e vocês têm eh festim de 762?" Os cara festim tem.
Eu falei: "Então pega um punhado de festim e leva dois fuzis 762 com festim. Vai o chefe. Falei: "Vai, mano, faz o que eu tô falando, cata isso aí e junta a tropa." A tropa, meu, se juntou no pátio do quartel com todos esses equipamentos, Ficaram olhando pra minha cara. Aí eu falei assim: "Vai, mano, monta nas viaturas aí, vamos pro pro presídio". Aí os caras, "Ôx, não tem viatura hoje aqui não, mano. Acho que tinha tá na rua". Eu falei: "Mas como é que nós vamos pro presídio, irmã? O senhor quer viatura?" Eu falei:
"Quero espera aí que nós vamos dar um jeito". Foram na rua, tomaram duas bestas, mano, de transporte público lá dos caras, besta privada, aquelas besta velia. Aí entraram com a besta Velha assim, ó. Os polícias foram entrando tudo na besta, cara. A gente tudo esmagado, a besta quase caino os pedaços. Eu falei: "Nossa, mano, os cara chefe, a gente é polícia, a gente tomou outros cara aí, vamos pro presídio, pô". Então, vamos, mano. Saímos do presídio, a porta da besta parecia que ia cair no chão, tudo espremido, os polícios assim, ó. Ah, fizemos assim, ó.
Saímos do quartel, viramos à direita. Ah, viramos à direita. Ah, ele parou na esquina. Aí Eu, [ __ ] que aconteceu? Quebrou ele: "Não, o presídio aqui." Eu falei: "Como assim?" "É o presídio é aqui." Eu falei: "Por que que ela não vieram a pé, porra?" Eu falou: "O senhor mandou pegar a viatura?" Ele falou: "Senhor mandou pegar a viatura". Eu falei: "Mas eu não sabia que o presidio aí, ele é aqui, pô". Eu falei: "Desce, vai, desce todo mundo, meu." Nós andamos assim, ó, pá, pá. Aí descemos, tava lotado uma [ __ ] imprensa
da região, órgão de direitos Humanos, um monte de gente, pessoal do depende lá e os caras já subindo fogo no presídio. Os caras tudo com as camisetas na cabeça, com os espetos na na janela. Nós vamos matar, nós vamos matar. Já tinham esfaqueado uns dois, três. Aí o major chegou para mim e falou: "Vai, mano, entra aí, resolve essa porra". Aí aí falei pro pessoal, falei: "Ó, vamos entrar." Quando nós chegamos no pátio e o bagulho tudo fumaçado, aquele negócio, os caras tinha, estavam jogando água nas Escadas, tudo tomado. Aí eu falei: "Ó, é o
seguinte, nós vamos fazer duas colunas de polícia, dois escudo balístico na frente, nós vamos entrar. Quando a gente chegar no corredor, vocês vão vocês vão ver que nós vamos começar a gritar, os caras vão subir para andar de cima. Vocês vão ver quando a gente passar, olha todas as celas. Não pode ficar nenhum vagabundo para trás. Se ficar para trás, cata. Beleza, mas os caras não ficaram, os Caras foram subindo. Quando nós chegamos no terceiro andar, tava concentrado um monte de diabo. Monte de diabo. Os caras tudo com os espetos na mão. Por sorte não
tinha arma de fogo. Aí o que que eu fiz? Falei pr os cara, ó, agora quando eu der fogo à vontade, 600 pau de festin 762. Mano, você já viu que é tiro de 762 e local fechado, né? >> Barulhão da [ __ ] mano. >> Mano, o bagulho treme janela. A hora que nós botamos o escudo assim que a gente Abaixou, os caras subiram com 762 e começaram pau, pau, pau, [ __ ] os ladrão, cara, os cara se jogava assim no chão, vuf, tremendo, tudo em pânico, porque eles achavam que era munição real,
entendeu? E aí, mano, nós somos progredindo e eu falava pros caras, ó, cada grupo de dois polícia pega meia dúzia, cela, um geral, grampo, grampo, grampo e vai, vai dominando todo mundo, progredindo, tomando conta cela por cela. Mano, a gente chegava a primeira eu já tive que parar porque quando eu cheguei na primeiro grupo de de cela assim, ó, mano, os caras foram pegando os galerosos e os [ __ ] Era assim, ó. >> Eu olhei aquele, falei: "Para, pelo amor de Deus, cara, para, para, para, cadê o SG?" Falei: "Para, mano, manda, manda os
cara parar, manda os cara parar. Essa [ __ ] de madeira, velho." Aí os cara, não, chefe é galeroso? Eu falei: "Não, mano, segura, segura, segura". Aí fomos Progredindo, nós tomamos a cadeia inteira, aí descemos todo mundo no pátio, todo mundo aquele esquema, o pessoal pelado para fazer revista, pá, dominamos o presídio, apaga o fogo, o bombeiro entra, beleza? Quando eu desço, cansado para caramba, a tropa já tava esgotada, toda a imprensa lá do estado e o major. Aí chegou uma mulher e falou assim: "Tenente, o que que aconteceu? Esse monte de disparo lá tem
presos mortos, baleados?" Eu falei assim: "Não, graças a Deus nenhum preço saiu baleado, tudo certo. O major é também era tudo tiro de festim. Eu falei: "Ô chefe, não era para senhor falar isso?" Ele falou assim: "Não, aqui aqui é tudo nosso, tudo nosso. Era de festim, ninguém deu tiro real em ninguém". Eu falei: "Puta, próxima vez que for tomar a cadeia vai ter que arrumar um jeito de ter munição explosiva, porque agora ele já entregou que a gente não deu tirar." Próximo Agora fal é fest [ __ ] >> Então, cara, esses dois meses
que eu fiquei lá, teve rebelião de presídio, teve o negócio de comer umas coisas muito estranha. Eu quase morri saltando de para-queda, porque eles me ameaçaram lá, tipo assim, você fala essa daí de paraquedas, cara. Paraquedas, essa do paraquedas foi [ __ ] >> Comeu a, como é que, como é que Felip Perej falou o nome da Jabut? Judite, pô. Commeira Judite, [ __ ] >> mano. Eu eu ficava dando aula lá, eu eu fui fardado de rotona e os caras ficavam olhando pro meu peito aqui e eu falava: "Meu, que tanto esses cara ficam
olhando pro meu peito, mano?" Aí um dia eu tava virado, eu falei assim: "Ô, meu, o que que tá vocês ficam olhando no meu peito". Toda hora olhando no meu peito fixado. Aí o sargento falou: "Não, chefe, que cadê o brevê do senhor de PQD, paraquedista?" Eu falei: "Mas eu não sou paraquedista, os cara, como Assim? O senhor não é operações especiais, o senhor não é o bichão lá de São Paulo? O senhor não é PQD?" Falei: "Pequ do que, rapaz? Lá em São Paulo a gente chega de viatura. Ninguém precisa saltar em lugar nenhum.
É lá é zangadona, rotona, mano. Nó chega em qualquer lugar com a barca. Ah, não, porque aqui a gente tem todo mundo aqui é PQD. Falei: "Mas por que que vocês são PQD?" Ele falou: "Porque as ocorrências na selva a gente vai e salta". [ __ ] >> eu falei: "Nossa, velho, é assim mesmo?" Falou: "É a nossa a nossa tropa é a única tropa especial aqui da do estado e a gente atende ocorrência em área indígena". >> Selv ocorrência da selva. Vai lá, ô tenente. Você não é bichã? Não, mano. >> Mas lá é
PQD, >> é? Em todo lugar >> aqui é PCD, ó. >> Vocês são, hein, mano? >> Ô, quando vocês não estão no podcast, Quando vocês não estão no podcast, sacanei assim também. >> Quem >> quando vocês não estão no É, >> você sabe que ele quebrou o toba, né? Lá de paraqueda. É, ele anda torto. >> Foi eu que quebrei o toba. >> É, ele anda torto. >> Foi eu que caí de moto e quebrei o toba. Que tô com toba rachado. >> Ando torto. Eu não ando torto. >> Ol, ol como é que você
tá sentado nas Costas aí. >> Não, porque eu tô cansado, né, mano? trabalhando para [ __ ] >> Ah, trabalhou onde? >> Então aí que que aconteceu? Aí eu falei: "Mano, eu não sou piorque diso que lá em São Paulo não precisa". Aí um gaiato lá levantou, falou: "É, o senhor tem medo de saltar?" Eu falei: "Que rota, rapaz? Se liga, mano. Quer saltar quando?" Aí tinha um um sargento sub, até ele me mandou no podcast outro dia, eu abraço Subrasil. O cara era da equipe brasileira de salto, o cara tem 500.000 saltos, o cara
é embaçado. Aí ele falou: "Jef, o senhor tem coragem de saltar?" Falei: "Tenho". Ele falou: "Então, sábado é o curso, domingo o senhor salta". >> Boa >> ele só, ele só não me falou uma coisa. Eh, Roraima é um dos piores lugares para qualquer tipo de voo. Tem uns ventos fodidos. Tanto que aviador que voa lá no Norte em Roraima faz um curso específico lá, tem acidente toda hora, cai helicóptero. Eu não sabia disso. Fiquei sabendo depois. Aí, mano, >> fui lá sabadão, o o treinamento, passei o dia treinando, beleza? E o salto lá era,
não era salto duplo, era sozinho. O meu primeiro salto foi sozinho. >> Tá doido, [ __ ] Tá doido. [ __ ] >> mas ele fez o treino, [ __ ] >> É, a única coisa que tinha de bom é que era o static line. O static line puxa no Cordão, né? >> Mas me tira uma dúvida, você salta sozinho uma parada dessa, você nunca saltou. Você vai lá e você salta, aí você desmai que, né? Aconteceu esses dias a menina desmaiou, morreu, mano. Não, ele abre sozinho. Ele abre sozinho para cá. >> Ele ele
tem ele tem um dispositivo que quando chega em determinada altitude, ele lança sozinho. >> Por que que não aconteceu? >> Falhou, falhou o equipamento. >> Falhou o equipamento. >> O cara, o cara saltou lá em Boituva e ele teve um infarto fulminante. Ele morreu na hora que ele saltou, o para-queda dele abriu e ele foi parar lá na na castanha. Deve ter outras também fatores, porque como eu não me dediquei à especialidade do paraquedismo, é assim, por exemplo, tem paraquedas que eles são menores e a velocidade é diferente do que outros que são maiores. Por
exemplo, eh, você é apagado, você não vai dar flir na chegada, você vai cair e a probabilidade de você se machucar é grande, porque você não vai dar o freio. >> É, >> entendeu? Mas não ao ponto de você, a chance de você morrer é bem menor, mas não deixa de abrir. Outra coisa, você não vai navegar que você tá apagado. Então se você tiver, por exemplo, com ele aberto, mas for para um lugar Rochoso, você vai você vai dar a pancada, entendeu? Então, precisa ver o porqu. Mas não existe o o para-quedas não abrir
por falta de acionamento, porque ele tem um dispositivo que em determinada altitude ele abre sozinho. Só que eu sou tão tão cagado, velho, que que que aconteceu na instrução? Tem um esquema que eles falam assim, ó, tem uma sequência, é, a fez a abertura, você vê o tem um quadrado que eu não lembro o nome que ele abre os tirantes. Os Tirantes têm que tá abertos para dar navegação, entendeu? Então, a primeira coisa que você vê, quadrado lá em cima, estirantes sem nó abertos, velame inflado, navegação, beleza? Flare, tudo certo, tá navegável, tá tudo inflável,
você curte o voo e faz a navegação. Esse é o padrão. Qual que é um um problema que pode dar? Não inflar, rasgar, você libera o principal e vai pro reserva ou então girar. E isso acontece, por exemplo, você tá no static line, a Hora que você abriu, você não fez o movimento correto, você tá girando embaixo, a hora que sai do do para-queda, sai da mochila, você tá girando muito, os tirantes vão inosar. E foi o que aconteceu comigo. Eu porque o que acontece para fazer o meu salto, eu saltei num avião de asa
alta com aquela barra de ferro e tinha um pedalzinho. Então você vinha, você vinha andando assim, ó, com a bunda assim, ó, botava o pé esquerdo no pedalzinho e ia com as Mão. Aí você botava o pé para fora, aí já começava o vento te puxar e você ia com a mão. Então você ficava com o corpo para fora, o ventão na cara, ah, com o pé aqui, olhava pro subtenente assim, ah, parecia cachorro, mano. O bagulho assim, ó. >> É [ __ ] mano. Escuta só. Aí você olhava, >> você olhava, eu 4700 pés.
Eu soltei, você via o aeroporto pequenininho lá embaixo e você olhava pro sub Brasil e Ele fazia assim, ó. Quando ele soltou, mano, eu nem lembrava mais da posição, tudo. Eu saí, puxou o static line e eu, beleza, eu senti o tranco de abrir assim, quando eu fui olhar os os tirantes tudo inosado. >> Nossa, mano, eu enfiei a mão nos batoque assim, ó, tudo enosado. Eu falei Jesus. E comecei chutar com o joelho. Porque você chuta com o joelho para girar embaixo no sentido contrário do nó. E conforme você vai dando gira embaixo, Vai
desinosando, desinosa, sobe o quadrado, abre. você navega, mas e até aí você já tá com a adrenalina, você tá, vou morrer, morre, comecei a chutar, chutar, chutar. E outra coisa que eu não tinha prestado atenção, cara, eu achava que a [ __ ] do para-queda, eu tinha microfone, porque os caras não parava de falar. Eu falei: "A hora que eu começar a trocar ideia, eu vou conversar com eles, né?" A hora que eu já tava no voo, eu falava: "Meu, tô com problema, tal". Os caras não respondia. Aí que eu me toquei, que eu não
tinha microfone, era só alofalante. E eles estavam falando com os dois que saltaram na minha frente. E aí, como eu tava apavorado com tudo isso que tava acontecendo, eu esqueci a navegação e fui indo embora. Aí a hora que abriu, eu comecei a olhar assim, eu vi um riozão negrão lá embaixo assim, nossa, que coisa linda, a selva, eu [ __ ] que da hora. Ah, aí eu só escutei os caras falar assim: "Fábio, Você passou o ponto, procura um lugar seguro para pouso". Eu olhei assim, ó, meu, o aeroporto já tinha ficado para trás,
eu tava indo na direção da cidade. Eu falei: "Meu Deus, comecei a descer, vai vendo. Comecei a descer. Aí eu falei: "Eu preciso um lugar seguro". Só que era tudo rua, cheio de casa, velho. Aí eu eu vi uma construção que tinha uns três andares com aqueles manja onde vai o aquele aquela estrutura de ferro para fazer a coluna, fica aqueles quatro Negócios de ferro para cima assim. Eu falei, se eu der com os ali, mano, >> vai ficar meus bar, >> vai ficar tudo ali, vai ficar tudo ali. Eu falei, eu preciso desviar desses
ferros. Precisar desviar desses ferro. E fui, mano, é, é quando você faz a coluna, aqueles ferros para cima lá >> de amarração. Mano, eu olhei aquilo, falei: "Eu não posso ir naquilo, não posso ir naquilo". Fui virando assim, ó. Meu, e a hora que você vai chegando Perto dos objetos, você vê que você tá em velocidade, você tem que ir controlando no flir. Mas era meu primeiro salto, velho. Eu sei que eu mirei uma rua, mano. Eu mirei uma rua e fui. Quando eu dei o flir, eu dei o flir um pouco alto que eu
pisei no chão assim, meus pés já subiram, eu capotei e era rua de terra. Deu uma rolada, >> levantei, meu, me veio uma ânsia de vômito por causa da adrenalina. É aquele negócio de vomitar, quando vejo, tinha Uns quatro indiozinho, mano, vieram. Você tá bem? Você tá bem? Você tá bom? Você, nossa, você morreu aí, ó. Não, não, eu tô bem, tô bem. Ânia de vômito. Comecei a controlar para não vomitar na frente dos moleques. Comecei a pegar o velândo assim, ó, para tentar enrolar. Quando eu olhei a a caminhonete com os caras em cima,
milhão. Ah, os caras deram aquela fritada. Caramba, chefe, que aconteceu? Eu falei: "Nada, meu, eu pousei aqui". Os cara que nada, meu. Onde você veio parar? Nós tivemos que vir de carro. Não sabe o que que ele falou? Sabe o que ele falou? Olha para cima, chefe. Eu ia mandar o senhor numa caixinha desse tamanho pra mãe do senhor lá em São Paulo. Eu falei: "Por quê? Quando eu olho, cara, sabe aqueles fios de alta atensão que tem aquelas bolas de basquete que é para raio?" >> Eu passei perto das dos fios de alta Tensão.
Ele falou: "Chefe, eu não sei como o senhor não se fodeu nisso daí. O senhor passou perto da da linha de alta tensão. Eu falei: "Na moral, eu nem vi linha de alta tensão. Eu tava com tanta adrenalina, tão nervoso que eu foquei uma rua e fui, mano." Ele falou: "Mais um pouco o senhor passasse, o senhor ia para alta tensão". Falei: "Ah, agora já fui, pusei, saltei, vamos voltar pro quartel, vou contar." >> Eu eu já ganhei, eu já ganhei do cara Chegar e falar assim: "Ô, Snard, ó, eu tô te dando aqui um
salto, >> vai, você vai gostar, >> que tá tudo pago, só gravar uns storyezin aí, vem que você vai gostar". Falei, demorou pro cara, fala pro cara passar para mim que eu vou. >> Demorou, demorou. Não, não PCD não pode. >> Acho que eu já soltei. >> Aí eu falei, saltou da onde? >> Solta em Boituva. >> Boi você saltou com o seu camarada lá Que quase morreu semana passada com aquele avião dele lá. >> Você soltou, você saltou duplo com cara? Você com Clara atrás de você. Saltou com com o aviãozinho lá. >> Aviãozinho
de Fusca. >> Ó o cara no pescoço. >> Ó o cara no pescoço. >> Então, mano, né? Ele, ele ele foi nesse avião, deu dois meses depois, eu falei: "E aí, mano? Ele caiu com avião Do motor, como é que é o nome daquela [ __ ] >> O avião caiu lá em Boituba lá. >> Ai, caraca. >> É, então, >> mas não foi o que eu, eu acho que não foi o que eu fui, não. >> Foi, foi do seu camarada, [ __ ] Da rota lá. Cazu. Ah, o Kazu. Até perguntaram se você
conheceu seus Cazu. Perguntaram se eu tinha conheci o Kazu aqui no meu Pelotão fez com fui voar com ele, cara. Eu fui voar com ele lá na >> ele me deve um objeto. Inclusive >> eu eu subi, né, com ele lá degal aquele é aquele aquele carrinho triciclo assim. >> É, [ __ ] >> Com que o motor fica atrás assim com a hélice, >> né? Aí eu subi com ele. Aí ele que eu tava lá o voo da hora, pá. Ele falou assim: "Eu só não aprendi muito pousar". É a parte menos importante. >>
Eu falei: "Caralho, man, >> você é louco, irmão. Você é louco. Eu não vou, mano. Eu não vou. Ó, me paga para aí que eu não vou, mano. R$ 10.000, R$ 20.000 não vou, mano. >> E a dona Cida foi também, viu? O Cazu, eu vou contar uma ocorrência aqui na área do 21 em homenagem para ele. Essa é você contar. Vamos lá. Ô menino, bota aí o anúncio aí da Blaz aí. Vai lá, >> daqui a pouco, daqui a pouco eu. >> E aí, rapaziada, você que tá aí Acompanhando o podcast, pega a visão,
ó. Blaze é a maior casa de aposta regulamentada do Brasil, certo? Proibido para menor 18 anos. Menor não pode, hein, mano. Demorou. Vou deixar um comentário fixado no final da live, você entra lá no meu link, vai ser o primeiro comentário e se cadastra. Depósito via Pix, saque via Pix também. E você que é propenso a ter algum tipo de vício, irmão, não aposte, tá? Fechou? É, nós não vai pegar dinheiro que você não tem Para jogar também. Tô avisando. Joga com responsabilidade. Demorou. Tá acompanhando o podcast aí? Vamos voltar. Mas ó, deixa eu ver
se esqueci de alguma coisa para te avisar. Suporte s dias por semana, 24 horas por dia. Se tiver com alguma dúvida, só chamar os cara aí. Fechou? Se cadastra na Blaz. É nós. Estamos junto. Vamos voltar pro podcast aí. Bora então. É isso aí, rapaziada. Vai lá, joga com responsabilidade para maior 18 Anos. Certo? Vou deixar no final da live aquele linkzinho no comentário fixado para você ir lá se cadastrar. E agora, ó, presta atenção, mano, que eu vou falar agora. É muito importante. Final de mês. Se você não viu ainda eu falar disso, agora
é rapidinho, você vai ouvir. Tá aqui, ó. Já tá aqui, ó. Ó, tá ali. Joga no Paganoto lá atrás dele rápido. Reduz as parcelas do seu veículo. Paganoto, você comprou um carro Parceladinho. Eu sei que você não compra parcelado porque você tem dinheiro para [ __ ] mas ó, >> você quer ver se ferrar agora? Que ano é seu carro? >> Que ano é seu carro? >> Que ano é meu carro? Sei lá, tô pagando ainda. >> Que ano é seu carro? >> 2012. >> É, tá bom. Tô bem daqui. Não quer entrar nessa guerra.
Ó, você >> seu carro demorou muito para nascer depois do meu. >> É, >> é, >> sei lá, sei lá. Esse carro aí nem é meu. Ó, você tá com parcelamento, tá pagando a parcela do seu veículo, chama JS Assessoria agora no WhatsApp ou depois do podcast. Vai lá e chama. Fala, irmão, seguinte, eu fiz o parcelamento aqui, paguei 15 parcelas, tá caro, eu quero reduzir. Os caras vai reduzir a parcela Do seu financiamento, mano. Certo? Monte de gente já fechou o contrato. Vai lá agora você falou: "Irmão, tô parcelei minha moto aí, tô querendo
reduzir, mano. Os cara vai reduzir a parcela do seu financiamento de 30 a 70%. Demorou? Então chama a JS Assessoria aí. Vai lá, ó. Se você paga empréstimo também, chama os cara. Tá pagando empréstimo lá, tá pesado, filho. Vai lá que os caras vai entrar com a renegociação e vai reduzir a parcela do seu carro, moto ou caminão. E tá com busca e apreensão. Conhece alguém que tá com busca de apreensão? Não perde o carro não, filho. Indica JS. Vai lá que eles vão recuperar para você. Demorou. É isso aí, ó. Link no WhatsApp tá
aqui, ó, no chat e na descrição. Tá lá, JS Assessoria, vai lá ou chama no WhatsApp 11411471. Indica para todo mundo, filho. Tem aquele camarada que tá pagando cara para [ __ ] e já sabe onde é. >> Bora, >> bora. Cadê o >> Você táou? Você abandonou a equipe, né? Tá com sono. >> Abandonou. Abandonou. Deixa ele, deixa ele. Eu, eu o que é dele tá guardado, tá? >> O que é dele tá guardado. Isso. Vai, me lasca mesmo. Vai, fala aí o BF. >> Bufo. Bofo é meu parceiro. Tá ali, ó. >> Bofo
tá falando de mim no lá. >> Pensando em você, bofão. Ele tá pensando em você. >> Ô, deixa eu ler um super chat aqui que passou aqui, mano. Anotei aqui, ó. Ah, é super chat. Você não quer que leia >> não. Eu já li já. >> Do Eena. >> Já é Bena. >> Ba é parceiro lá de Massa? >> Então, [ __ ] Aí, ó. Massa chus. Podo top. Vocês são fera. Coronel, conta alguma ocorrência da rodoviária, solta o microfone na mão do Bolfo para comentar as ocorrências. >> É o o bofo. O cara, eu
vou falar real para vocês, é o seguinte, eh o bofo a gente tem que respeitar a vontade dos caras. E ele não tem vontade de aparecer. Ele é um cara, ele é um cara discreto. É, é um cara, o que, o quanto ele tem de bom polícia e irmão, ele tem de de inscrição. >> Não, mas tá certo. Mas a galera já viu ele no seu Insta, hein? >> Hã? Já viu? Já viu, já, já vieram falar para mim, ó o bofo aí. >> É, >> eu falei, como que os cara sabem? Não, não. O
maluco mandou, falou: "Mano, esse mano aí me prendeu 2006, mano." >> Aí eu falei: "É, >> deu sorte que ele não matou." >> O cara deu sorte, hein, mano. >> Vocês nunca vão saber quem é o Bofo, rapaz. >> Ó, o Bofo é o cara daquela ocorrência que eu contei que teve que cantar a canção da PM pros os Mike do 17 não Atirar nele >> na lá de lá de Arujá. Conta que você tomou enquadro hoje. Aquela lá foi da hora. O do o da do Thor. Você tá falando do do do >> Deixa
eu ler mais uma aqui, ó. Atirador Clash. Atirador Clash. O Paganoto ainda está na firma? >> Não, na verdade eu aposentei dia 7 de janeiro. Aí eu assumi a Secretaria de Segurança, fiquei até 10 dias atrás e pedi agora a exoneração porque eu vou Vou para um projeto político. >> Boa. >> No ano que vem. >> Ah, não. Mentira. Ah, novidade e ovidade e oade. Eu e o Castro, ó. Não, pergunta para ele se ele vai, >> irmão. O que eu tô recebendo o que você tá ligado, você não pode falar, né? Então não tô
falando, é projeto político. Eu não falei o que que é o projeto polí >> é tomou Ele só entreunta nós aqui só entre nós três. Irmão, >> se você soubesse o tanto de assessora e assessor que tá me mandando em diret, >> não falando assim, ó, falando assim, ó, >> ô mano, ia ser muito da hora se você levasse o Juninho de de Indatuba aí. Ô mano, por que que você não leva o cara não sei o quê? Ó lá, ó lá, ó o projeto. Cara, já tá trabalhando. Agora tô falando para você, você já
tem que começar a trabalhar. >> Não, não, ele nem precisa, velho. Vai nessa, vai, vai nessa, vai nessa. Nós já tá planejando já uns um matar alguém na rua. >> Aí, você, você larga, você larga a mão de não me ajudar que eu te ajudo, que nós vamos estar junto nós dois, infernizando todo mundo. >> Aí, [ __ ] Aí, [ __ ] Conta comigo. >> Você quer estar sozinhão ou você quer nós fazer uma equipe? Mano, tá [ __ ] tá [ __ ] tá [ __ ] Ele tava [ __ ] Mano. Todo
mundo que vem aqui fala para ele, fala: "Mano, eu e você ano que vem, >> o caso ano que vem, caso ano que vem no projeto político dele, mano, tá [ __ ] mano. Vai ser segunda com um, terça com outro, quarta com outro. >> Isso mesmo. Portanto, você tá nas fitas, irmão. É isso mesmo. Tá nas fitas. >> Não, você já tá, você já tá lá dentro. >> Isso daqui já respondeu a pergunta do Emerson Minho, que ele mandou super chat. Paganoto, com sua experiência de Hoje, se você pudesse escolher um cargo político hoje,
o que vocês queria ser? Tipo deputado, senador, governador? >> Acho que não pode falar, falar ainda, né? Emersonho mas, né? Usa sua imaginação. Pertence, né? >> Mas é isso, família. Já tá tá limpa aí para vocês aí, mano. Você vai ter bastante gente da hora aí pr para vocês, >> ó. Pode falar, posso falar ano que vem, malandro? Mano, os car falar baixo aí, mano. Eu tenho TDAH, [ __ ] Não consigo prestar atenção, mano. Ano que vem, o que vai ter de candidato, malandro, polícia de direita, mano. Vai ser, vai ser. Eu tô preocupado.
Tô preocupado porque isso daí vai dividir voto, mano. Eu tô preocupado. Não vai dividir voto, mas é ao mesmo tempo que vai dividir, eu quero que entre pessoas boas. Não, eu sei, [ __ ] Eu sei, ma, pô, a gente quer que entre quem tá do nosso lado, quem, né, que a gente foca Ali. Na minha opinião, hoje de todos os polícia que tá lá, todos os capitão que tá lá, todos os caras que tá lá, o único que perde pro Castro em popularidade é o Derit, que é acima do Castro ali que eu vejo
que é o Derrit, que é conhecido, tá ligado, nível Brasil, [ __ ] vem fazendo um trampo do [ __ ] aí e ele vai vir para senador, depois vem ele. >> Eu também acho que ele não depois dele. >> Mas de repente eu posso sair para senador também. >> Ave Maria. >> Mentira, [ __ ] >> Aí sim, hein. >> Mentira. Você é louco, [ __ ] Senador aqui em São Paulo. Senador aqui em São Paulo vai ser duas vagas. Vai ser acirradíssimo, cara. Acirradíssimo. Vai ser [ __ ] Muito [ __ ] >>
Mas é isso. Aguarde ano que vem que vai ser da hora. >> Olha, os caras já estão me zoando aqui, ó. O Clov Salame. Meu voto é do Sorrento Cásio. 13190 aqui para você ó. >> Nem pode falar essas porras [ __ ] >> Não, aquele mas tá me zoando. Mas não, você não pode comentar. Fala para mim ler. Fala para mim ler. Porque, mano, ele não tem noção, [ __ ] Ele não tem noção do tamanho dele. E a gente tá falando aqui, às vezes a gente passa batido, fala com bagulho, já tem gente
gravando tela para esperando um deslize, tá ligado? Tanto para ele quanto para você, irmão. Então, e já vou avisando um Bagulho. >> Eu a partir que que mês que nós estamos? >> Eh, a setembro já, né? A partir de janeiro eu não, eu vou começar a cobrar de cara que quer vir aqui para fazer campanha política. >> [ __ ] aí tá vendo aí já aproveita. >> Não, não, não, parceiro não, parceiro não, não, não, não, parceiro não, parceiro não. >> Ó, pessoal, é a última vez que o pago tá vindo aí, >> parceiro, não.
>> Valeu, obrigado, viu? >> Eu tô falando assim, cara que nunca veio, >> a cara, a cara do chef foi da hora. Cara que nunca veio. >> Obrigado, hein, mano. >> [ __ ] mano. Uma consideração da hora. Não, não tô falando assim de cara que vai ser que você viu, mano. Que se >> qu >> não, irmão. Mas concorda comigo? O cara Quer vir, cara. Não tem, nunca trocou ideia comigo, não tem nada a ver com o programa. Ele quer vir, fala: "Demorou, irmão. Vem, paga nós, [ __ ] Aí você senta aí. É
disso que você diz, >> porque eu já não queria fazer bagulho para política, irmão. Não quero, não quero. E vai ser tipo assim, um ou outro que vai vir aqui, ó, mano. Vai sair, vai sair, vai sair. Agora ficar vindo todo mundo para vir para encher linguiça, irmão. O cara vem, não fala nada com Nada, só fala de política, não rende um corte para mim, eu não ganho dinheiro. O que a galera não entende é isso, mano. >> Isso, esse é o trampo, né? Você ganha dinheiro com isso. >> Eu, eu, eu, eu tomo conta
dessa [ __ ] toda aqui. Se não tiver, o cara não vinha. Se nós passar o mês inteirinho aqui, rapaziada, presta atenção daí. Vocês t que entender isso também. Vocês estão aqui todo dia, vocês têm que mandar pergunta para render corte, Porque, irmão, o polícia, se você pega, abre uma uma uma empresa de de Honda, vamos não vamos botar polícia mesmo, mas você abriu uma empresa de Honda aqui na na na vila, você abriu a empresa de Honda, não teve um assalto, não teve nada, os caras te paga ali por mês, aí chega mês que
vem, não tem nada, os cara vai chegar um tempo, vai falar: "Mano, não precisa mais desses cara não, [ __ ] não, não Tá acontecendo". Mesma coisa é a mesma coisa. Se o cara, se eu pegar oito convidados, oitocast no mês e for oito podcast, só falando de política, o cara falando não, porque na lei não sei o quê, a política, o Lula, os deputados, não sei o quê, acabou o podcast. >> É, >> não vai me render nada no mês. Não rendendo nada no mês, eu já mando o caça embora. Já não tem mais
dinheiro para pagar o estúdio. >> Já, já fecha o Snidercast, já mudo. >> Ó, eu sou um cara decente, eu sou um cara decente, cobro bem menos que ele. Você pode mandar ele embora aí, ó. Tá vendo aí, ó? >> É o Steve, né, mano? >> Vendo aí, mano. Tá vendo aí? Já puxou o tapete. >> Ô, Castrão, você tá junto comigo ano que vem ou não? >> Estamos junto, [ __ ] Aí, [ __ ] [ __ ] Ó, deixa eu te falar. >> Quanto você cobre, irmão. Quando você cobra? >> Não, não. Nós
nós estamos juntos. Nós estamos juntos. Eu quero ver quando tiver lá dentro. Quando tiver lá dentro lá, >> não vou nem receber. >> Mandar a senha. Falou: "Ô, Caso, tá aí >> três dias depois." Ô, irmão, só vi agora. >> Olha, olha, >> mano, eu vou descrashar tanto no Podcast. Onde eu era para estar agora? >> Hã? >> Onde eu era para est agora? >> Churrasco, >> tomando tiro em Osasco. >> Negativo. Festa lá do 14º Batalhão que eu joguei bola com os caras e agora tava sendo a confraternização. >> Você me ligou, falou: "Vem,
mano, >> onde eu tô? Era para estar agora. >> É, então >> onde era para estar agora? >> Dormindo igual você tava antes de começar aqui. >> Mas aí como é que você ganha dinheiro? Nem precisava estar aqui. >> Caramba, hein, mano. Ó >> aqui, ó. >> Não, não é assim não. >> Aqui, ó. >> Tô cansado. >> Terceiro podcast que eu tô fazendo hoje. >> Mas por que você não precisava ter Vindo, [ __ ] É só você falar, [ __ ] eu não vou apresentar. Já tô cansado. >> Não, Oliver é gente boa.
>> O Oliver é gente boa mesmo, cara. >> Esse é outro também que se chamar >> você não precisa ter vindo, [ __ ] É só você falar: "Quero cansar, tô cansado." >> É, pai. Economiza, né? É. Ah, tá bom. Ó, ó, >> [ __ ] relaxa. Quando você tiver cansado, pode ficar em casa. >> Tá a som trabalhista. Você copiou, né, GG? Você viu, né? Depois ô cachorro jogar um bilhar aí. >> Não, o bilhar você tem que vir. >> Ah, vou vir aqui para jogar bilhar aqui no seu gordo. Aqui na sua bunda
gorda. >> Se [ __ ] Ó, estão pedindo para contar que eu do enquadro. Ô mano, nós só tá trabalhando mano, porque tem o bilhar, porque se não tivesse bilhar nós já tinha parado >> hoje 8 horas da manhã ele acordou e Falou assim: "Aí castão, já tô, já tô no KP, vem jogar um bilhar". Pô, ele tá usando craque, mano. É o [ __ ] do bilhar. Ele mesmo falou do bilho, mas você gosta de tudo isso pela quantidade que você ganha? É isso. >> O quê >> dele? >> Não, perdeu a semana inteira.
>> É nada. >> Perdeu segunda, terça, quarta e quinta. Essa semana aqui, ó. Mão, eu se você se eu recebesse um terço do que eu recebo, eu faria isso daqui todo dia, mano. E aí, vamos falar meus quadro quadro. Vamos lá. aquele que você falou hoje. >> É, então, cara, eu quando comecei a trabalhar lá no presídio de Avaré, os caras ao invés de me de me dar uma viatura eh boa para trabalhar, porque a gente ia fazer infiltração dentro de comunidade, o caramba, os caras quiseram me dar uns um Santana como uma Plaquetinha que
tava escrito Polícia Militar e era cara de viatura. Era só era pintado diferente, mas não tinha highlight. Aí, [ __ ] toda hora a gente reclamando, reclamando. Um dia um coronel chegou para mim e falou: "Coronel nem era da área de inteligência, de operações, nada. O cara era da diretoria de logística". Me chamou, falou: "Pagotou, cara, é um absurdo que estão fazendo com você. Toda hora você me conta, tal". Faz o Seguinte, cara. Eu tenho uma aparati aqui que ela é teste, ela é teste da Volkswagen. Ela é 1.0 turbo. Ela é carro de boy,
mano. Não é viatura. Eu falei: "Chefe, [ __ ] nem acredito que o senhor vai dar isso para nós". Ele falou: "Pode usar essa viatura aqui, já era para ter devolvido, já fizemos o relatório dela, pega ela e vai usando." Só que ela não tinha plaqueta, então ela só tinha o a ficha de combustível, cara. E nós, a gente indo lá para castelo, fui passar No pedágio ali da castelo, a menina lá veio, falou assim: "É, cadê a plaqueta na viatura?" Eu falei: "Não, essa essa viatura é comodata, ela não tem plaqueta, ela tem só
ficha de combustível. E outra, eu tô com funcional, sou polícia. Os quatro que estão aqui são tudo polícia, estamos tudo armado. Ela não, sem a plaqueta não vai passar, >> filha da [ __ ] >> Eu eu virei pro polícia, falei assim, ó, desce. Ele desceu com o fuzilzão cruzado assim, foi lá, falei: "Vai lá, abre a cancela, nós vamos passar". Passamos na cancela, ah, começamos a esticar, veio o Thor, mano. Os caras jogaram pro policiamento rodoviário que tinha quatro cara armado de fuzil e que furaram o pedágio. Adivinha do jeito que os caras vieram?
Meu Deus do céu, >> os caras vieram babando, mano. Deram um enquadro na gente, só que como eu tinha Sido tático rodoviário de outro batalhão, mas todo mundo me conhecia, os caras quando vieram me viram: "Ô chefe, que tá pegando?" Eu falei: "Não, mano, o bagulho aqui é viatura. Esses, pô, esse pessoal aqui tá embaçando pra gente passar no pedá. Tivemos que passar. Ah, não, beleza. Que jogaram que tinha os caras armado de fuzil. Falei: "Não, nós estamos armado de fuzil, mas é polícia, né, mano?" Os car não chea viagem aí, conta com a gente.
Deu meia hora, o Capitão me ligou: "Ô, recruta, que que você tá aprontando aí?" Eu falei: "Ô chefe, é o seguinte, ou me dá condição para eu viajar com viatura e trabalhar, ou eu tenho que fazer esse tipo de coisa, porque eu caio na mãe deuns paisando idiota aqui que eu tô falando que sou polícia, tô mostrando a carteira, tô dizendo que é viatura e eles fica falando que eu não vou passar e eu não vou tirar dinheiro do meu bolso para pagar pedágio. Aí ele: "Não, tudo Bem, mas fica calmo, leva de boa". E
falei: "Não, eu não tô nervoso, eu só tô trabalhando. Quem tá embaçando é o pessoal da concessionária." Ah, não. Beleza. Dia seguinte tô indo lá. Dois vigilantes parado na cancela. E aí, cara, tinha lá o prédiozinho da administração da da concessionária do lado direito assim da cancela, né? Porque a gente passa lá daquela cancela lateral, né? Aí cheguei lá, a menina falou: "Não vai passar, se não tiver a Plaqueta não vai passar". Falei: "Chama seu supervisor". Aí veio um Zé Ruela lá com a cara de ué. Ele já ficou com medinho, afastado assim do gradil.
Eu falei: "Tudo bem, você que é o responsável?" Ele falou: "Sou eu". Eu falei assim: "Dá para você avisar o pessoal aqui que quando for polícia para abrir a cancela?" Ele falou assim: "Cadê a plaqueta na viatura?" Eu falei: "Essa essa viatura não tem plaqueta. O que eu tenho é a ficha de combustível. Eu já Mostrei para ela. Posso ver?" Aí eu botei ainda o papel da ficha de combustível assim no gradil. Ele olhou, ele falou assim: "É isso aí, esse papel aí não tem validade se não for a plaqueta no carro". Eu falei: "Ô,
amigo, eu vou falar de novo para você. Eu já mostrei minha funcional, eu sou polícia, nós estamos trabalhando. Isso é uma viatura. Eu tenho a ficha de combustível com a placa dela, eu vou passar. Ele falou: "Não, não vai". Eu virei pr os Polícias e falei assim: "Ó, abre a cancela". O sargento desceu com o fuzil na mão assim e o o outro abriu também. Os vigilantes deram tipo uma coçada. Eu já virei pros vigilantes, falei assim, ó: "Nem nem cisca que vocês vão tomar, não cisca, fica na de vocês aí". Eu fui lá, empurrei
a cancela, nós passamos com a viatura, meu, deu 10 minutos, torzão vindo. Quando eles viram a viatura de novo, chefe, eu falei, enquanto esses [ __ ] não deixar a gente passar, Nós vamos furar a cancela. É simples assim. E foi foi muito interessante que eh depois dos dois anos trabalhando com esse carro no grupo de investigação, um dia me chamaram lá na diretoria de logística dizendo que tinha várias multas nesse carro, como que eu ia resolver. Eu falei: "Como que eu vou resolver? Eu tava trabalhando isso é viatura, meu amigo. Eu não quero nem
saber disso daí, não." E aí, aí um um Oficial lá da diretoria de logística ia tentar embaçar. Aí eu fui lá, conversei com o coronel, falei: "Coronel, lembra daquela viatura lá? Era desse jeito que a gente trabalhava, fazendo operação com velocidade e tal. É por isso que tem alguma algumas autações que ela falou: "Não, eu vou fazer um documento pro Detran aí vai resolver, fica em paz". Mas era uma luta diária e a gente tomava esses enquadros. Cara, eu eu teve um vez que a gente tava ali na na ponte da Ali perto do Palmeiras,
cara, a gente tava os quatro com os fuzis tudo na viatura, rapaz, tava tendo um bloqueio do trânsito quando a gente foi passar com os fuzis tudo assim, ó, dentro e a gente andava com uma cara assim meio desgastado, entendeu? Para não parecer polícia, tal, cara. Os polícias vieram, mas engatilharam tudo na cara da gente. Não se isso que eu não se falei: "Meu, polícia, pô, é polícia. Os caras, vocês são polícia, tal". Eu falei: "Meu, vou Botar a mão aqui e vou". Cara, os cara tremia assim, os cara tava nervoso porque os bicudos tava
tudo aqui enfiado, mano. E realmente a gente não tinha jeito de polícia, entendeu? Aí tive que mostrar funcional. Falei: "Ô, meu, sou tenente lá da da do reservado do choque, tal, os cara, caramba, chefe, esse carro." Falei: "É viatura, mano". Ah, não, beleza, então pode ir. Então, de vez em quando a gente tomava uns enquadrado, embaçado mesmo. >> Ó, quer ver aqui, ó? Eu tinha separado aqui para contar para vocês aqui. Eu eu eu é uma do Tremembé que tinha um nós pegamos uns fuzis um cara com uma caminhonete enrolado o fuzil no na num
negócio de uma esteira de praia. Eu contei isso aqui para vocês. Não >> é? Então também não lembro. É o seguinte cara, a gente a gente caiu numa num presídio. >> Um abraço aí, Valmir Cavaliere. É nós, Irmão. Cadê minha picanha? >> Valmir Cavaliere, Casa de Carne Cavaliere. Pauliceia >> pode levar lá no no Oliver sábado aí >> levar nada Oliver não, pô. No Giroto, >> no Giroto. >> Ô Giroto, nós vamos estar lá, né? >> É, aproveitar rapidinho, senar essa história essa história. Dia 30 agora, sábado vai ter uma feijoada lá no Giroto, né?
A feijoada, infelizmente, tem que ser reservada, mas quem quiser Ir lá para ver lá vai tá, ó, Coronel Paganoto, sa Andrei, Carlos Seco que veio aqui, que que é lá do do COI lá de Santo André, o Oliver Vitão da Rota, sargento Alexandre, né, que é advogado, já foi deputado, sargento Matei, sargento Nantes, eu vou estar lá, Sneider vai lá importante, Snyider >> vai tá lá, >> pai de todos aí. >> Caraca, hein? Eu que lancei tudo esses cara aí. Bora pagora. Vamos embora. Deixa ver aí. >> Eu que lancei tudo esses cara aí, mano.
Tudo meus filhos. Meus filhos. Meu fio. Qual é o nome dos caras que você falou? >> Fala aí o nome dos cara que eu vou falar. >> Meu filho >> Carl Seco. >> Meu filho. Meu filho. >> Meu primeiro podcast foi Andrei, hein. Você falou o nome dele aí. >> Falei aqui o primeiro. Oliver. Estrutor Oliver. Não lembro da onde o Oliver veio. Da onde ele veio, >> meu filho Vitão, >> meu filho. >> Santo Alexandre, >> meu filhote, né? >> Sento Matei, >> meu fiotão. >> Sento Nantes, >> fiotinho. >> Fiotinho. >> Eu >>
Ah, fiotote. >> Ó, o Ebaena mandou mais, né? Eita [ __ ] Manda dólar porque eu tô precisando para comprar os equipamentos novo pro estúdio novo, mano. Ó, o CO vai ser igual Tiririca. Vai levar sete atrás dele. Não, esse papo de levar atrás aí. Tô fora. O coronel tá mais na mídia que o RR Soares e o Valdelmiro. Ele está em todos os canais, tá desbloqueando todas as Monetizações dos canais pequenos aí, [ __ ] >> Ó, vou montar uma igreja, então. A igreja do >> Aí você nem vai querer mais sa >> todo
mundo fazendo todos os adeptos da reciclagem. Aí você não vai querer mais nem sair. >> A minha igreja vai ser os irmãos adeptos da reciclagem. Mandar as almas que precisam pra reciclagem. Sabe o que você precisa? Você precisa sair no da irmão. >> Ó, pera um pouquinho. Eu esqueci. Esse evento que vai ter lá no Giroto, na no assalte, é promovido pelo meu filho Eric, que chama, o evento se chama Network no Alvo. Network no Alvo. É o Eric, meu filho, que está promovendo aí junto com o patrocínio do Instituto Oliver da >> do Snidercas.
Não, Snider qu tá dando dinheiro. >> Eu vou vou dar. Quanto que é para dar? Patrocinar >> 1000. >> É >> 1000 do >> Snyider que tá patrocinando também. Dinheiro, [ __ ] Eu vou vender, vou vender as camisetas lá nos eventos. Pode montar. A I também tá tá tá patrocinando a CEN4, a a blindadora lá, tá financiando também lá, patrocinando o evento. Beleza. >> E se você quiser patrocinar patrocinar, se alguém quiser aí, ó, que tem sua Marca lá com o Eric. Sua marca lá, >> chama, mas chama o Eric aonde? >> Chama o
Eric. >> Chama o Eric aonde? Para alguém quiser patrocinar, >> passar o contato dele agora >> aí, Cecílio, patrocina aí, ó. Cecílio motoca, mano. Milão, [ __ ] >> Ó lá, ó. Quem quiser fazer um patrocínio aí, quiser, dá tempo ainda de entrar como patrocinador lá do evento, hein, mano. Grana, hein? >> 98496211. 1198496211. Eric, fala com Eric lá, você vai entrar como patrocinador, vai dar uma merreca lá. Falei 1000 aqui, mas é só falei por causa do gordão, mas aí você acerta o valor com ele lá. Beleza. >> Ah, então você network no alvo.
>> É mais caro. >> Não, você foi mais barato. >> Ah, tá. Então, >> network no alvo, >> man. Mas se o cara chega lá no >> pô mano, tá em cima. Deixa dar >> network no alvo, >> cara. Dá 1000. >> Lógico, [ __ ] Não, >> ó. Última ocorrência para nós ir embora dormir, hein? 10. >> Boa, bora. Boa. >> Última ocorrência para nós ir embora dormir. >> Bora. O cara começa a ficar famoso, ó. Mete do marcha, ó. >> Antigamente era podcast de 3 horas, 4 horas. Agora, ó, velho, ó. Ó, Estter
Oliveira dos Santos. Lelecrush. [Risadas] Ai ai >> putu mano. >> Então antes de você contar a última, fala aí da Yonder. Yonder incorporadora. Você que tá querendo comprar um apartamento, você que tá querendo, ó, rua Serra de Botucatu 878, vai lá, os vendedores top, maior atenção, Cafezinho, água, você vai lá e vai fazer o melhor negócio da sua vida, vai sair do aluguel ou vai investir seu dinheiro. Você que não tem, não quer, não quer, eu não quero comprar apartamento, eu tô com dinheiro parado lá na minha conta lá, poupança dá, não rende [ __
] nenhuma. Os investimentos também tão fraco, ó. Deixar dinheiro em banco tá meio, sei lá, tô com uma pulga atrás da orelha, eu não tenho dinheiro, né, meu? Mas quem tiver, investe lá na Ionder, cara. Vai Lá Eonder Capital, você deixa o dinheiro lá. Vai render muito mais do que a poupança de qualquer investimento e você vai tá com garantia. Se você quiser comprar apartamento de Minha Casa, Minha Vida, eh, documentação e móveis planejados na faixa. Beleza? Então, vai lá, rua Serra de Botucatu 878 e Onder Incorporadora, a melhor de São Paulo, em breve do
Brasil. E se você quiser? >> Ai meu Deus, se você quiser entrar na polícia, [ __ ] >> É o Oliver. >> Se você quer entrar nessa bexiga aqui, ó, nessa aqui, ó. Você tá aí na sua casa, tá assistindo nós, porque o bagulho só vem polícia nessa [ __ ] Mas não é possível que você gosta de bandido. Você quer entrar na PM, você quer entrar na polícia civil, na Polícia Federal, polícia rodoviária, Mas não quer ir na [ __ ] Esse vai ser o pior, o pior anúncio que eu vou fazer nos últimos
tempos. Você quer entrar na [ __ ] da polícia, é burro igual eu, não consegue prestar atenção em aula nenhuma, não consegue pegar o ônibus, ir até algum lugar que você vai se lascar, você tem, [ __ ] Você vai entrar agora na [ __ ] do Instituto Oliver, vai comprar o curso online nesta [ __ ] e eu dou o rabo do Castro. Se você não aprender nada sobre polícia, [ __ ] Entra nesta [ __ ] aqui que o Oliver vai pegar a [ __ ] de uma pistola e vai enfiar no cu
e ele vai falar assim: "Ô Messi, você tem que prestar atenção na lei 745. Você vai ficar assim, ó. E a sunguinha azul. E eu dou o rabo do ca se você não aprender e não passar no concurso público. Porque a [ __ ] do Oliver vai dormir 5 horas da manhã esse demônio. Ele fica lá Olive Vbuma charuto e dá aula, dá aula, dá aula dá aula. Fuma charuto. Olha ver pau. Ol v E todo dia aprende com ele. É mentira. >> Verdade. >> Toda madrugada ele manda lá. Olha aí mestre. Mais três que
passou mestre. Olha aí mestre. Quatro passou. É mentira minha tudo que eu falei aqui. Verdade, verdade, verdade. E sem contar que você tem o Oliver Turbo, Oliver Turbo e Oliver Power. Cabeça até doeu. >> Que é para você dar aquela turbinada e você ficar feliz. >> É isso aí, Oliver. Tamo junto. >> Ô, mano, vamos fazer uma parte aí. Vocês ficaram sabendo da operação que teve hoje? >> Operação da hora, hein, mano. >> Os de gasolina, né? >> [ __ ] 8 horas da manhã. Boa. Bem lembrado. >> 100 agente envolvido, tudo em cima da
rede, com um monte de coisa errada em rede de combustível. >> Bilhões de bilhõ, >> 52 bilhões. >> Mas isso daí, ó, faz tempo que a gente já sabia disso daí já. 2000 pouco. >> Faz tempo que a gente já sabia disso daí, cara. Começou a, >> mano, você tem noção, os cara investigam o bagulho há 4 anos, mano. >> Uma coisa a gente tem que tirar o chapéu. Tá começando a cair umas coisas assim que antigamente não caía, né, cara? Mas você reparou que aqui em São Paulo, né? Você reparou que aqui em São
Paulo, né? >> Será por quê? >> Será por que aqui em São Paulo? Será porque tá o capitão de Rit é como é é o é o secretário de segurança pública? Será porque é o Tarcío que é o que é o governador? Agora você vê em outros estados aí, né? De boa, tranquilão, né? Eu vi aí a a a governadora do Rio Grande do Norte, um país extremamente violento, ela falando que o país tá sendo o estado tá sendo modelo de segurança pública. Uma mentirosa, né, cara? Uma mentirosa, né, meu? Aprendeu com o papai, né,
meu? Mentirosa. Os números dizem que é mentira e ela vai lá e fala na maior cara de pau, né? aprendeu a mentir. Então tá mentindo e falando que aí o no próprio vídeo que ela tá falando, mostrando lá e execuções lá na na no estado dela e ela falando que que é o estado modelo em segurança pública. Uma mentira. Mentira. Pronto, falei. >> Tá falado. >> Olá, Paganoto. Meu marido é super seu fã. >> Fala muito de você pro Daniel e o senhor Carvalho. Trabalham juntos na empresa Top Service. >> Top Service. >> O nome
dele é Caí. que ele gostaria muito de conhecer você pessoalmente, >> quando eu for quando eu for na Top, não, eu tenho amigos lá na Top Service, eu vou mandar um abraço inclusive pro Maia, o dono, pro Alan, o filho dele e para Vários irmãos e amigos que eu tenho lá. De vez em quando tem tem algumas festas lá que, se Deus quiser, vou ser convidado para mais alguma. A Top Service é uma [ __ ] empresa séria e tenho vários amigos lá. >> O Danilo tá pronto para para pregar numa igreja. do Paganoto. A
igreja do Paganoto. Coloc é a igreja do Vamos fazer pessoas irem paraa reciclagem. >> É isso aí. Tem mais algum patrocínio? Falamos de todo a Montana, né? Montana. Você que quer aí, ó, ter artes profissionais, eh, network, você que tá precisando, >> faz igual você fez no Oliver. >> Ah, minha garganta foi pra casa do [ __ ] >> Nossa, mano. >> Hã? Faz você aí vai. Você que quer, você que quer ter uma [ __ ] de um podcast e você quer fazer uma merda dos cortes do [ __ ] vai lá, entra e
fala com o pessoal da Montana. O cu seco do do O cu seco, viu? >> Você não vai falar do Gabriel, né? >> O Gabriel Pascal e o maconheiro do LP. Fala com eles lá. >> Fala com eles lá que eles vão fazer uns códigos para você da hora. Deixa a conta de vocês lá com ele. Instagram, >> minha conta tá com a montanha. >> Instagram, TikTok vai ficar uma bosta, né? Cucu seco do do Gabriel Pascoalin e um bacoiro do LP Montana. >> Mano, nó começou a fazer anúncia assim, Começou até a subir a
live. 4600 galera enthando que tá brigando. >> É isso aí, ó. Cara falou aqui, falou: "Mano, me convenceu, vou me inscrever na polícia. Vai lá, mano. Vai lá. Agora tem esquecer de um. Se você [ __ ] murcha tá querendo fazer uma graça paraa sua mulher, caceta, >> só fazer uma graça. Só v comprar um creminho lá >> que você é meio meia meia bomba brocha [ __ ] da do da sua rola nessa rua yellow Sexy lá. Vai lá na yellow sex >> rua Itapura 740 come um creminho para ver se essa bosta dura,
essa porcaria dura aí ó. Então passa o creminho lá, tem um creminho de Super Bonder, você passa e fica duro, >> tem o que fria, que fria. >> Agora sua mulher só acusa aquela calcinha da feira que ela compra lá, paga R,50 vai lá na Yell e compra uma calcinha para ela de responsa, cara. Seu vagabundo picamcha. >> É isso aí, junto >> aí, [ __ ] 5000 pessoas, [ __ ] >> Meu Deus, >> [ __ ] >> Só propaganda top. Vamos, vamos finalizar com a última ocorrência. Acabou os patrocínios, né? >> Acabou, acabou,
acabou, acabou, acabou. Então vamos lá. >> Acabou. >> [ __ ] agora se você quiser encher seu cu de carne, vai lá fala com o Valmir Cavaliere lá na casa de Cavaliere lá na Pauliceia. Pronto. >> Você quer se [ __ ] com seu [ __ ] roxo de Minas. Vai lá. [ __ ] roxo de Minas. Patrocinador oficial do podcast. [ __ ] roxo de Minas. compra este [ __ ] do do mineiro de mina, mano. Pronto, mais um. Tem mais um. >> Pronto. Eu queria que tivesse. >> Se você quiser anunciar a [
__ ] do seu [ __ ] do seu do Washington vai falar assim: "Caralho, por que que você não Xingou nós? Xinga nós. >> Você quer se [ __ ] o resto da vida pagando apartamento? Vai na [ __ ] da onda comprar um apartamento, [ __ ] >> É mesmo, [ __ ] Esquecemos. Você que tá aí, eu moro nessa favela do [ __ ] aí, junto com aquela com aquela bruxa da sua sogra, aquela cheia de uma berruga no nariz enchendo o seu saco, se livra dessa [ __ ] Vai lá na bosta
da da on Corporadora, >> vai lá comprar aqueles prédios cai no Hospedaço. [ __ ] >> você que pensa que é rico, tem R$ 2.000 na conta. Ah, eu tô rico. Você é rico [ __ ] nenhuma. Pega essa bosta que você tá lascado e põe lá na onde, beleza. >> Ô, pera aí, pera aí. Ô mãe, vai dormir? Mãe, vai nanar. Não fica assistindo isso não. Mãe, >> você tá com essa [ __ ] desse carro que você acha que é de rico, bota a [ __ ] do dro do Dr. monitora nessa desgraça,
porque quando roubar você vai saber onde Tá. E se os caras não achar eles vão te pagar, [ __ ] >> [ __ ] Se não achar, perdeu, mané. Entendeu? Mas se achar, você tá no lucro, cara. Até 50.000 eles paga. >> Mas se você não tem R$ 56, nem vai, >> nem vai, >> nem vai. Demo, demorou. Você precisa, você precisa roubar alguém. Você não tiver R$ 56, você morre, cara. >> Vai roubar alguém porque Ah, eu não tenho R 56. [ __ ] tudo, >> desgraça. Se mata, [ __ ] Pronto. >> Ai,
eu comprei meu carro, vou quero reduzir. [ __ ] você comprou o carro, tem dinheiro para pagar, ô desgraçado. Nem vai na JS, [ __ ] Biblia lá no porta-mala. O carro tá até rebaixado com a bosta da Bíblia. Esse Peugeot que você comprou aí. Ah, eu quero reduzir a parcela. Você tá [ __ ] cara. Você tá [ __ ] Não vai reduzir [ __ ] nenhuma. >> Chama nem chama a JS. >> O juiz vai falar assim para você: "Eu ia reduzir, mas você comprou uma bosta no Peugeot. Tchau, paga essa merda aí".
>> Ah, meu carro tá com busca e apreensão porque você é burro para [ __ ] JS não ajuda esse cara, mano. >> Você é caloteiro. >> Não ajuda JS porque ele nem vai te pagar. Ele vai falar: "Ô, JS reduz par do meu financiamento quando for na hora de pagar JS, ele não vai te pagar". >> É. Então você que tirar, >> o cara tá devendo a prestação do carro, vai pagar a JS. Você é um duro, cara. >> Aproveita, nós nunca mais vai fazer isso não. É só hoje, mano. Fechou? Então é isso.
Vai lá. >> Acabou. >> E mano, e a Blazer? Eu não vou xingar a Blazer, né? Porque a Blazer tem regras, é licenciada. Então é isso aí. >> Ah, é? Podear. Não pode, não pode, não pode. >> Conte 6.000 pessoas na live. Ô, você que vende remédio da farmácia, pra gente que tem problema de hipertensão, que pode ter um derrame, um AVC, ajuda os cara aqui. >> Você que quer comprar um carro zero, eu não vou falar porque, né? Chama nós aí, ô, ô, você sabe que, né, Clebão? Chama nós. Você pode, >> nós vamos
desgraçar a sua loja. >> Nós vamos estourar a bomba dentro dos seus carros. >> Caramba. >> Conta aí, irmão. >> Sua última ocorrência. Tô >> depois desse show de propaganda. É, é, >> deu até dor de cabeça. >> Ô, meu Deus. Vou fazer o seguinte, então, já que vocês eh ficaremonizado, eu vou contar um fato que além de ser uma ocorrência, ele ele eh vai deixar uma mensagem boa. >> Ó, deixa eu falar uma coisa para vocês. Tá aqui uma coisa boa nesse pode. >> Não, não, cara. Mas é verdade, é um é um um
é uma ocorrência policial com com final com testemunho de fé. Eu não sou evangélico, não sou, mas esse é um testemunho de fé evangélica por causa de uma ocorrência policial do Wagner Renato. Eu contei aqui o Wagner Renato. >> Não tô lembrado, chefe. Lembrado. >> Não, cara, é o seguinte, a gente trabalhava lá no no Thor no tático Rodoviário e a gente encerrou o serviço e um policial novinho nosso, Wagner Renato, tinha 20 e poucos anos, dirigia pro sargento Camp, saiu, ele morava e frequentava a igreja dentro do Paraisópolis. Aquele Paraisópolis é uma desgraça, né?
Agora, recentemente, eu tive o problema lá deles sequestrarem e matarem o saudado patrocínio. Nós ficamos uma semana até achar o corpo com o pai dormindo no quartel, mas que é outra ocorrência essa. Mas eu era Tenente lá com o Wagner Renato. O Wagner Renato foi ali na estrada das lágrimas, tirou R$ 800 no caixa eletrônico e foi parar na casa do do namorado da mãe dele para devolver, porque ele tinha emprestado esses R$ 800, ia devolver. Três diabo seguiram ele de carro, viram ele sacar o dinheiro, foram assaltar na porta da casa lá e ele
tava com a 40 no embaixo da perna aqui. Quando os cara viram a 40, os caras vieram, já deram um tiro encostado aqui na tpora dele. Ele tentou pegar a arma, tomaram a arma da mão dele e deram mais dois. Ele tomou três tiros na cabeça, >> [ __ ] >> Eh, inclusive, eh, eu tava terminando de arrumar as coisas para ir embora, quando os caras ligaram, falaram: "Chefe, caiu o tiroteio agora na área do na época não tinha 46, era só terceiro, né?" Falou: "Caiu na área do Terceiro policial rodoviário baleado." Falei: "Puta, mano,
deve ser". >> A gente montou nas barcas e correu para lá. Quando a gente correu para lá, cara, tava o carro dele, uma possça de sangue com um pouco de miolo. >> Nossa. >> Aí eu já vi que o negócio era grave, só que por incrível que pareça, cara, tinha um rastro de sangue subindo pra avenida. Então, quando ele pegou a arma, ele conseguiu efetuar um disparo e acertou Um dos vagabundos. E aí, cara, a primeira coisa nossa é é o policial, né, cara? corri pro hospital Eliópolis e o Hospital Heliópolis é uma referência em
São Paulo para atendimento de trauma de tiro, >> neurocirurgia >> e e trauma de tiro, porque é muito baleado ali na região. >> É verdade. >> E aí, cara, quando eu entrei, e aí eu vou dar o testemunho de fé, depois eu Vou dizer o que aconteceu com tudo isso daí. Eh, quando eu entrei no hospital, eu subi, fui lá na na no centro cirúrgico TI, o médico saiu do centro cirúrgico, olhou para mim e falou assim: "Tenente, eh, o que que ele é do senhor?" Eu falei: "Não, ele é meu comandado, não é, não
tem parentesco". Ele falou assim: "Então é o seguinte, eu não sei como que o senhor vai dar essa notícia. O senhor avisa a família que aqui é óbito. Ele ainda não faleceu, Está em cirurgia, mas não tem como. Ele perdeu mais de 1/3 da massa encefálica. Eu falei: "Nossa, doutor do céu, moleque novo". Ele falou: "Ó, não tem o que fazer". Eu abri a cabeça por causa da pressão. Nós nós estamos fazendo a o tratamento ali, mas eu nunca vi ninguém sair dessa. Então, já prepara alguém forte da família porque a coisa é muito ruim.
Nisso eu tava vendo uma das irmãs dele, a irmã mais velha. Ele é de uma família Grande de irmãs, tem uma meia dúzia de irmãs, ele, a mãe e tudo o evangélico de uma igreja ali do Paraisópolis. E aí essa irmã dele chegou e falou assim: "Tenente, como é que tá meu irmão?" Eu falei assim: "Ó, prepara sua mãe e suas irmãs que a coisa é grave. Eu acho que não tem condição." Ela falou assim: "Não, ele vai sair daí bem". Eu falei: "Não, eu tô sendo sincero com você. Eu não tô mentindo. Ele não
vai sair daí bem. Ele perdeu mais de 1/3 de massa e o Médico falou que não tem condição. Ele nunca viu ninguém sobreviver a isso. Ela falou: "Você não tá entendendo. Meu irmão vai sair daí bem." Eu falei: "Meu, falei: "Meu, será que ela não tá entendendo? É choque, ela tá em choque. >> Aí eu falei assim: "Não, tudo bem. Você tá, você que que você vai fazer?" Não, ela, eu vou descer. Eu fiquei lá em cima ainda um pouco porque eu comecei a acionar as equipes que a gente ia caçar Os cara e eu
desci. Quando eu desci no rall de entrada do Hospital Eliópolis, devia ter, cara, umas 40 pessoas da igreja dele de mão dada num círculo de oração alto. Eu nunca tinha visto aquilo na minha religião, nunca tinha visto. E eles e eles oravam com uma fé, cara, que quando eu passei, eu me lembro de ter me arrepiado. Eu falei: "Caramba, meu". E a mãe dele tava no meio e as irmã e um monte de gente. Eu cheguei na irmã dele que tava no círculo, eu falei assim, ó, Nós estamos indo catar os caras que fizeram isso
com ele, mas eu vou deixar uma viatura aqui. Saímos, nós fizemos uma incursão seguindo o sangue, entramos no Eliópolis, entramos num lugar, nesse lugar nós catamos uma pessoa, trabalhamos ela e ela deu a entender que eles não estavam ali. E por pelo policiamento rodoviário ser muito longo, eu tinha na divisa do Paraná até o Rio de Janeiro o meu comando e o sistema Encheto Imigrantes. Que que eu fiz? Eu Mandei todas as barcas descer pro litoral, ir pro para Ribeirão, ir para todo lugar ali da nossa área e caçar a PS porque tinha um cara
baleado, cara. O cara deu entrada em Monaguá, >> [ __ ] >> E a minha barca de Mongaguá foi lá. E quando a barca chegou lá, os caras, chefe, deu uma entrada a um espertão aqui de Mongaguá. Nós descemos, esse meu irmão tava junto comigo aí, mas outro maluco, cara. E Quando nós entramos, a tia desse demônio era a enfermeira do PS e começou a querer crescer. Só que naquela época não era que nem hoje, né? Nós peitamos, fizemos o que tinha que ser feito e resgatamos esse vagabundo baleado de dentro do PS. E de
dentro do PS ele foi com a devida conversa, vamos dizer assim, e e incentivo verbal dando os outros. E nós passamos a noite trampando e conseguimos pegar os caras. Nós não pegamos todos, pegamos acho que dois ou Três. Passamos a madrugada inteira lá no no DP de Mongaguá, até o outro dia, quase meio-dia, fazendo, convencendo o pessoal a fazer uma prisão preventiva, né? porque não tava mais em estado de flagrância, tal, aquela discussão toda, mas conseguiam meter esses cara em cana e ele lá. Beleza, quando eu voltei, fui para casa dormir, porque já tava virado
mais de 20 horas, fui para casa dormir, deixei uma viatura Da do policiamento rodoviário do 01 fazendo eh segurança no PS. No outro dia montamos a equipe de novo, voltamos lá no PS. Quando nós chegamos no PS, eu falei: "Mano, e aí? Já liberaram o corpo?" Falei pra viatura, a viatura não, chefei, não morreu. Falei: "Como não morreu?" Falou: "Ainda não." Subi lá na UTI. Subi lá na UTI, falei pro médico, falei: "Doutor, como é que tá o caso do policial assim, assim?" Ele falou assim: "Não, tá na UTI ainda, Estado gravíssimo, mas não faleceu".
Falei: "Mas qual que é a situação?" Ele falou assim: "Não, não tem condição, meu amigo. Você perdeu mais de 1/3 da massa encefálica. Ele perdeu a caixa craniana toda aqui. Então, falei: "Caramba". Desci, que que tava no hall? >> O pessoal lá, >> uma roda de pessoas de mão dada orando alto, inclusive as irmã e a mãe passaram a noite e o outro dia. Falei: "Caraca, velho". Bom, eu vou resumir para você Entender. Passou uns 3s meses e eu mantendo viatura 24 horas todos os dias. Por isso que a família me adora e eu sou
padrinho de casamento dele. Passou uns três meses, eu fui fazer uma visita para ele. Ele tava amarrado, braços e mãos. A cabeça dele, cara, tava do tamanho isso aqui, assim, ó, fachado. Parecia uma melancia cortada no Meio, o rosto dele escuro de sangue. Eu não conseguia decifrar o que que aquilo era uma cabeça. Eu entrei, meu, me deu uma vontade de chorar, um desespero. Eu falei: "Mano, olha isso, cara". E ele todo amarrado na cama. Eu saí, o pastor da igreja dele tava lá na porta, falou assim: "Ô, tenente, tudo bem? O senhor veio visitar
ele?" Falei: "Vim". Falei: "Meu, que que é aquilo?" Ele falou assim: "Não, ele vai ficar bem". Eu falei: "Meu, não vai, cara, não vai". Ele falou: "Vai, o senhor pode esperar que o senhor vai ver". Bom, dali ele ficou uns mais uns três meses ali e foi transferido pro hospital na Vergueira, um hospital particular, porque ele tinha plano. Foi para lá o e eu mantendo equipes com ele. Passa passa um tempo, eu fui fazer uma visita, cara. E quando eu entrei, a mãe dele tava chorando muito, muito. Eu falei: "Que que foi, dona Maria?" E
ela falou assim: "Não, eu Eles querem que eu assine esse documento. Dá uma lida. O documento dizia que ele ia fazer uma raspagem no cérebro porque o pouco que tinha sobrado tava infeccionado, que ia deixar ele vegetativo ou morrer. Ela falou: "Como é que eu autorizo uma cirurgia dessa que ou ele fica vegetativo ou ele morre?" Eu falei para ela assim: "Ô, dona Maria, se a senhora teve fé até agora, o que que mudou, mano?" Ela ela enxugou as lágrimas assim, olhou pra filha dela, Falou assim: "Nossa, ele tem razão, pegou e assinou". Beleza, eu
voltei no dia seguinte, ele tava amarrado na cama e ele ficava se debatendo, ainda inconsciente, se debatendo na cama. Era uns espasmo estranho. Aí, beleza. Depois deuns mais uns meses, eu fui lá, ele tava com a cabeça já mais desinchada, só que um buracão aqui. Se olhava para ele, era um L. Eu olhava para ele, ainda ele virou para mim e falou assim, ó, lembro até Hoje, cara, a mãe dele sentada, a irmã e a ex-mulher. Ele falou: "Ô, chefe, zoado, zoado". Agora eu fiquei impotente. Eu não vou mais ter condição de A mãe dele,
a mãe dele ainda virou para ele fal assim: "Cala a boca, meu, você tá, você tá vivo e não sei o quê". Beleza. Ele ficou nesse processo quase um ano e meio de hospital. Quando ele saiu, ele tava com o lado esquerdo paralisado, sem caixa craniana. Aqui era uma pelezinha porque não tinha cérebro. Veio comitiva de Alemanha, Canadá, Estados Unidos de médico estudar o caso dele, porque ninguém conseguia entender como esse cérebro readaptou funções. Não tinha caso ainda de estudo de um tão pouco cérebro sobrando e a pessoa tá enxergando, falando com movimentação do lado
direito. E aí, cara, >> a única única sequela que ele tinha no lado esquerdo que não tava >> o lado esquerdo parado e ele ainda falava meio mole assim, meio esquisito. Aí, cara, isso um ano e pouco de hospital. Aí a esposa separou dele e ele teve um num determinado momento ele teve alta. Quando ele teve alto, ele morava num apartamento muito alto, ele tinha eh instinto suicida, porque uma parte do cérebro que ele perdeu era a parte do freio, das emoções. Então, vinha à vontade de se matar por causa do da tristeza e o
caramba, eu tinha que Deixar um policial dentro do apartamento para ele não pular a sacada. >> [ __ ] que pariu, mano. >> Aí, olha, olha a história desse menino, cara. Um policial com três disparos de um diabo. Aí, mano, ele começou a fazer fisioterapia, foi melhorando e quis voltar pra PM. Cara, ele entrou com uma ação judicial para continuar a trabalhar. Olha isso. Enquanto tem cara com qualquer coisinha querendo se encostar e não trabalhar, ele conseguiu Não ser aposentado por invalidez e ia trabalhar no primeiro batalhão rodoviário. Ele usava o bibico para tampar o
buraco e meio que manco, trabalhava fardado e trabalhando. E e eu fui visitá-lo algumas vezes nessa época. que ele falava assim: "Chefe, eu vou passar na academia ainda, eu vou ser oficial". >> [ __ ] mano, >> olha essa história aí, meu. Olha isso aí. Passou um tempo, cara, as irmãs dele me ligaram, o que acontece? Dois nós não prendemos no dia, só que tinha um sub bicho solto que era o Santana, o capitão do mato, que já tinha plotado os cara. E esses caras resolveram entrar na Ancheta com cara de geral. E o Santana
já tava na bota deles, trocou, os caras foram pro saco. >> Só que um deles era parente de um policial civil de um DP. E esse e esse passou um tempo, esse Soldado com a cabeça todo zoado foi acusado de estupro de um casal. Ele totalmente inválido, totalmente inválido, teria rendido um casal estuprado Caramina e foi preso. Preso foi pro Romão Gomes. As irmãs deles me ligaram, eu já não tava mais na polícia rodoviária, me ligaram, falaram: "Major, só tem o senhor". Meu irmão, >> cara, da onde seu essa acusação do parente do [ __
] que pariu, mano. >> Eu fui no presídio, cara. Esse menino Com a cabeça torta, sem caixa craniana, todo, todo, todo com dificuldade, com problema de impotência, começou a chorar copiosamente, falou: "Chefe, eu só tenho o senhor, todo mundo me abandonou. Eu tô preso, eu não consigo me defender por estupro, eu não tenho nem esposa mais, não tenho mulher, não tenho nada, tô desse jeito e tô respondendo um duplo estupro. Como que eu ia segurar uma arma se minha mão não segura uma caneta? E como que eu ia Estuprar um cara e uma mulher >>
assim? E eu tô aqui preso, cara. Ele ficou preso um ano e meio no Romão. Nessa condição, >> eu fui a única testemunha dele da PM. Esse cara foi absolvido, saiu, pediu para voltar a trabalhar, começou a fazer faculdade de direito. E ele é muito engraçado, cara, porque como ele perdeu essa parte do cérebro que freia, ele fala o que vem na cabeça dele. Ele é doido, cara. Doido. Turet. Turete. >> Tanto que um dia ele, um dia, >> vou fazer uma brincadeira aqui, né, meu? É o Joseph Climber, né, meu? Um dia, cara, >>
vocês t que trazer ele aqui, mano. Ele ele é conhecido como milagre. Ele já foi no Ratinho, no Data, em tudo. É um milagre da lá da rodoviária. E o Milagre ele é maluco de tudo. Um dia eu tava lá no comando de policiamento rodoviário com o bofão, ele chegou, ele falou: "Ó, O senhor é padrinho do meu casamento". Eu falei: "Como é?" Não, não é assim não, mano. Ele é tal dia e você tem que arrumar uma roupa vinho pra sua mulher e um terno assim, ó, nessa casa aqui. Eu falei: "Ô, ô, calma,
respira. Não tô nem sabendo que você vai casar. Ele não. Eu conheci essa moça aqui, ó, apontando pra mulher dele. Aí ele falou assim: "Ela é da hora, não é, chefe?" Eu falei: "Ô, doido, é sua futura esposa. É porque ele não tem o freio." Então ele falou assim, Ó: "Dá uma olhada. Eu paguei até cirurgia para ela, melhorou. Que que você tá achando?" Eu falei: "Ô, ô louco, ela é sua esposa." Ele: "Mas ela é bonita, né? Eu vou casar e você vai ser meu padrinho." E eu fui padrinho dele nessa mesma igreja. Então,
cara, eu eu gosto de contar essa história, porque assim, apesar de eu não ser evangélico, cara, a fé dessa família, a união daquela comunidade orando por um policial, hoje ele colocou a a capa, né, Craniana, você olha ele, ele ele com fisioterapia, ele já retomou muito movimento, ele ainda tem uma certa dificuldade e ele, cara, ainda trabalhou um tempão na PM porque ele se recusava a se aposentar. Ele queria passar na academia, aí ele resolveu fazer direito. Eu não sei se ele conseguiu terminar, que ele tava com dificuldade financeira e tava difícil para ele pagar
a faculdade. Mas olha a força de vontade e casos que a Polícia Militar tem, que o povo nem fica sabendo, que são sequelas de ocorrências gravíssimas, que esses demônios vem para cima da gente para matar com com requinte de crueldade. E eu quis contar isso aqui primeiro, assim, esse cara é um cara um um exemplo de luta. Eu não, eu no covid eu fiquei 22 dias de no hospital. Eu quase morri de ansiedade de sair. Você imagina um cara ficou um ano e meio, >> meio, você é louco. >> Um ano e meio de UTI,
de coisa, é um lutador. Então eu dedico esse final de podcast ao nosso irmão lá da rodoviária que passou por tudo isso, Wagner Renato. Os cara tá perguntando. >> É o Wagner Renato. >> Wagner Renato >> tem, ele tem Instagram sim. Então eu não, eu não, eu não manjo disso daí, mas é o Wagner Renato. É um milagre. >> É o Wagner e a família dele, as irmã. Um beijo para todo mundo e que Deus tá Esteja sempre com vocês, viu? >> Não, não. Vou tentar achar ele aqui que eu >> depois a gente joga
o o dele aí. >> Bom, então é isso aí, família. Ele vai achar e vai mandar lá no Instagram dele. Irmão, queria te agradecer, >> [ __ ] Podcast do ano. >> Ô, vocês já estão entrando de Já estão entrando de férias? O ano acabou para vocês. >> Ai [ __ ] Família semana que vem ó, Domingão vai ter. >> Ô deixa eu mandar um agradecimento. >> Pode para mandar. Deixa eu só passar a agenda aqui. Domingo de frente com Vamin. Baena falou assim, ó. Só o coronel para terminar o podcast com leveza. >> Aí
ó, proquiche mano, não perca domingo. Vem Dramine e Proquish aqui no de frente com Vendramini. Certo. >> A Priscila Teixeira mandando um super chat. Falou: "Puta que pariu, o vizinho Até bateu aqui perguntando que essa gritaria. Não, polícia já bate aí, mano. Fala, tá tudo bem aí, mano? Segunda-feira, quem vem no podcast? Segunda-feira no podcast, >> Lordelo. >> Lordelooordo. >> Dror Lordelo, amanhã é segunda-feira num podcast, não percam, ele vai estar com histórias novas, que ele tá com >> crime, >> crime. Segunda-feira, histórias novas aí Do Dr. Lordelo. Não percam Pau de Castro, hein? Semana
que vem teremos o Giroto com a Jaque. Que até perguntei, falei: "Eu é vai vir de novo." Mas ele veio no do Vendram Mini, né? >> É. Então, terça-feira que vem Giroto com a Jaque e quinta-feira Coronel Príncipe do BOP. Mano, não perco, hein, mano. >> Legal, hein? >> E marcamos hoje também esse cara, [ __ ] [ __ ] mano. Lioto Maida, dia 9, >> [ __ ] Aí sim, mano. >> Aí, [ __ ] >> Pai dele bebia mijo, mano. >> Bebia mijo. Vamos perguntar isso aí para ele. É por >> bebia mijo.
Ele também bebia. >> Ele também bebia. >> É um papo de de drink. >> É lutador, né? >> É, [ __ ] Você é louco. >> Então é isso. Não pensam. >> Tem que trazer o Sanchez, né? Depois que voltou pra PM. >> Oxe, tá indo embora, cara. Calma, vai dar tchau aqui. >> Não tô falando nada, cara. >> Ó, ontem, ontem a gente teve num evento lá na Confraria It lá da zona norte. Eu queria agradecer a forma como me receberam, um monte de amigo lá, uns caras super bacana, o PC da Polícia Civil
lá também que pediu para mandar um abraço para ele, a galera da Top Service, nós já falamos e agradecer o pessoal da Montana que a gente tem infernizado. A gente já até falou aqui, uns cara top. Então, obrigado para todo mundo, Gabriel, mano, tá com muita gente, filho. Já, já falar: "Cadê, cadê, cadê?" Todo mundo na cabeça dele vai falar aiade o e o Marcelino, o coronel Iron e o Bofo que estão aqui comigo hoje, minha equipe cá, vem cá, [ __ ] Vem dar o >> ele não cai não, amigão. >> Não cai não.
Pegadinha, né, Bupão? >> É. Obrigado, viu? Tamo junto, >> é nóc, tamo junto mais uma vez um podcast top. >> Quero ver falar que eu não te atendi, viu? >> Sigam o Leleco. Sigam o Lelec. >> Coronel Paganoto. Instagram. Tikt, essas [ __ ] toda louca. Leleco paraoto, mano. >> Não, mano. Aquele leleco aquele maconheiro que falou, né? Isso aí. Deixa Ele. Aquele maconheiro. Hoje eu vi ele já já tô com raiva dele de novo. >> Ele que inventou. O Gabriel que inventou esse negócio de nada. Quem falou foi ele, filho. Ele falou pr pro
Gabriel. >> Falou Gabriel do coronel Elelec. >> Gabriel tá fazendo hora extra. Gabriel tá na hora extra. >> É nós, família. Tamo junto. Ó. E o seguinte. Agora >> você aí, ó, pode espalhar geral. Estamos abrindo o estúdio Sneider 2 lá no Tatuapé. Então, você quer aí fazer podcast, logo mais vai ter a segunda unidade aí para vocês ir lá usufluir, contar com a minha assessoria se quiser. >> É, vai ser barato, viu? Não vai ser igual esses cara não. Tô vendo os cara aí cobrando. Ei, R$ 4.000 um podcast de 4 horas. Tá louco,
cara. >> Eu vou montar um então. 4000. Tá louco? Não, mas é absurdo. Aí os cara não, os cara arruma um cliente, é cara 15 dias. Não existe, mano. Não existe. >> Vai ser baratinho, vocês vão conseguir lá. Demorou. Então é isso. Estamos junto. É >> nós. >> Até domingo eu vou trabalhar, né, mano? >> Tô chegando em casa, amor. Tô chegando. Esposa, fica brava não. >> Agradecendo sempre os moderadores aí que cuidam, cuidam da live com muito carinho, com muita atenção >> e sempre nos apoiando aí. A tropa do Castrão, a tropa do Sneider,
todos os Podcast que nós fomos aí, o pessoal tá acompanhando. Cambada de filho da [ __ ] >> Eu vou ler, calma que eu vou ler aqui o Live Pix que a galera mandou live Pix rapidão. Boa noite, Cro Snide. Vocês viram as notícias da morte do vigia e da jovem de Jundiaí aqui em Não, daqui foi antes. >> Eliane Ferreira mandou dezão aqui no live Pix. Minha melhor continente, sargento C. Meus filhos estão assistindo. Manda um abraço pro Lucas e Pro Artur. Lembro, já lembro. Edmilson Inácio, o que o Paganoto acha é dos CAC?
Porque muitos policiais ficam encrencando e querem prejudicar os CCU de qualquer jeito. >> 10 segundos para responder. >> Um dia eu explico o que eu acho, porque tem que explicar, não é simples a resposta assim. Eu não sou contra C, mas tem algumas coisas, critérios que eu acho que tem que ter para não entregar arma na mão de qualquer um. >> É, tem que seguir, né? Porque senão vai, >> deixar o C substituir ú, >> sabe? Ó, só para completar, é fogo quando você aborda um cara que tem passagem por assalto e o cara é
cque >> aí é ruim, né? >> Castro, o que acha de voltar ativa para participar da banda? É sua cara, meu amigo. Vai tocar ele e o Andrei. >> Vai eu e a sua mãe. >> Tchau, família. É, nós estamos junto. Valeu, [Música] [Música]