[Música] Olá, querido irmão! A graça e a paz do Senhor Jesus sejam abundantes no seu coração hoje. Seja bem-vinda a mais uma aula da nossa mentoria Reinar.
Nesses dias, nós estamos já finalizando essas aulas e, na verdade, há muito mais por ser dito ainda. Eu não digo isso como força de expressão, nem para valorizar o que eu estou fazendo. É verdade mesmo: há muito mais por ser dito.
Eu tive que, na verdade, nessa mentoria, me restringir a falar de fundamentos, de coisas que são básicas. Eu não sei se você percebeu isso, mas, em todo tempo, nós estamos ensinando para você uma maneira de raciocinar, uma maneira de pensar a vida cristã e o seu relacionamento com Deus. Então, você já percebeu que, por detrás de tudo, né?
De tudo que nós fazemos, existe esse dilema, essa questão: viver segundo a lei ou viver segundo a graça? Então, essa questão nos é colocada constantemente, e precisamos fazer uma escolha deliberada de vivermos na graça. OK?
Quando vivemos na graça, dependemos do favor imerecido; confiamos que somos amados, supridos, confiamos na obra consumada, no perdão do Calvário. Então, nós sabemos que, sobre nós, não há mais nenhuma condenação, que o nosso passado foi apagado e que tudo isso está resolvido diante de Deus. Não há mais dívida diante dele.
Então, essa compreensão da graça, do amor incondicional de Deus, não é um relacionamento baseado no favor imerecido. Isso vai afetar muitas áreas; diria todas as áreas da nossa vida. Então, a primeira área, obviamente, que afeta é a fé.
Então, fé é algo básico para nos relacionarmos com Deus. Fé é a moeda do céu; todas as coisas de Deus são recebidas por fé. OK?
Homem nenhum pode ter coisa alguma de Deus a não ser que creia. Agora, a nossa fé é fortalecida quando ela está alicerçada em cima do favor imerecido, porque o raciocínio é muito simples: se você vive pela lei, você não consegue exercitar fé, porque, todo o tempo, você está pensando que precisa cumprir as condições, obedecer os mandamentos para só então Deus abençoá-lo e ouvir a sua oração. Então, como você acredita que a bênção de Deus sobre você é condicional, você fica todo o tempo se observando para ver se conseguiu cumprir, se pode mesmo chegar diante de Deus e pedir qualquer coisa, não é?
Então, o que acontece? Invariavelmente, você sempre vai achar que está faltando alguma coisa. Sempre tem algo ainda por ser feito, sempre tem um pecado para ser vencido, sempre tem um relacionamento para ser restaurado.
Quer dizer, sempre tem algo que ainda não está completo e, por causa disso, então não temos fé. Mas, quando você vive baseado na graça, na obra consumada, você chega diante de Deus já numa posição. Qual a posição?
De que você já é justo! Você não está tentando conquistar a justiça; você recebeu de graça o dom da justiça. Isso te dá ousadia para chegar diante de Deus, sabendo que, sobre você, não há mais nenhuma condenação e que as condições todas foram cumpridas pelo próprio Senhor Jesus.
Agora, nós desfrutamos dessa obra que já está feita. Então, você percebe que a primeira coisa que afeta na nossa vida realmente é a fé. E você sabe: fé produz comportamento, porque o nosso comportamento é resultado da nossa crença.
Ainda vamos falar sobre isso aqui nessa mentoria, né? Eu penso que, nas nossas três últimas aulas, nós vamos tratar especificamente sobre isso. Então, a nossa fé determina o nosso comportamento; a nossa crença é definidora.
Então, se você tem um comportamento que persiste na sua vida, procure descobrir qual é a crença que o alimenta, que dá suporte para ele, porque, mudando essa crença, o comportamento por si só muda. Então, quando você entende o evangelho, o evangelho te dá fé, né? Você vê os milagres de Deus na sua vida; você vê a sua oração respondida.
Um crente que não tem oração respondida é um crente muito infeliz, porque o relacionamento dele com Deus não funciona, não é? Então, é importante demais, e Deus quer ouvir a sua oração, mas Deus somente pode ouvir a sua oração na base correta. Qual é a base?
A justiça da fé, o favor e merecido, a graça de Deus. Amém! Muito bem, então a fé é a primeira coisa afetada; depois, o nosso comportamento, por extensão, é afetado.
Por quê? Porque a fé determina a nossa crença e a nossa crença determina o nosso comportamento, e o nosso comportamento, em grande medida, é expressão das nossas emoções. OK?
Daquilo que nós sentimos. E você sabe, você pode disfarçar aquilo que você pensa; você pode disfarçar e, com relativo sucesso, né, aquilo que você acredita para que os outros não percebam. Mas é muito difícil disfarçar o que você sente.
Seus olhos te traem, seu rosto se manifesta, não é? Então, as suas emoções, aquilo que você sente, normalmente é percebido. Aquilo que vai no coração, normalmente é percebido exteriormente.
Não conseguimos disfarçar com tanta eficiência. E é justamente aqui, nas emoções, que mora o problema. Entendeu?
Quando existe uma crença errada, essa crença errada não só vai produzir um comportamento errado, mas também vai produzir emoções ruins. OK? Sentimentos ruins, tá entendendo o que eu tô dizendo?
Então, vou te dar um exemplo bem simples para você entender: você tem dúvida, né, de que Deus realmente ama você incondicionalmente. Você acha que o amor de Deus é condicional, e você, então, acha que não cumpriu todas as condições; tem muita coisa para mudar ainda. E agora tem um problema que está vindo na sua vida.
Entende? Aí você fica o quê? Angustiado e ansioso por.
. . Quê você não tem certeza de que Deus vai ouvir a sua oração?
Você não tem certeza de que Deus vai mover na sua vida porque tem tanta coisa errada na sua vida, não é? Então isso gera em você o quê? Ansiedade, angústia.
Essa ansiedade, essa angústia é só resultado de uma crença, uma crença ruim, que, no caso, não é verdade, porque você é amado e é amado incondicionalmente, não é? Mas essa crença produziu uma emoção ruim, e essa emoção ruim vai produzir todo tipo de problema na sua vida, todo tipo de doença psicossomática, todo tipo de distúrbio no seu corpo. Vai acontecer a partir dessa emoção ruim que é a ansiedade.
Aí você fala: "Ah, não! Então precisamos resolver essa questão da ansiedade, não é? " Vamos ficar mais relaxados, mais tranquilos.
É provável que não vai resolver o problema permanentemente, mas vai resolver os seus sintomas momentaneamente. Quando a gente lida com qualquer problema, primeiro temos que descobrir a sua origem para poder resolver o problema. Lidar apenas com sintomas provavelmente não vai resolver o problema; vai trazer um alívio momentâneo, né?
Mas não resolve o problema. Então, sobre a ansiedade, por exemplo, ajuda você relaxar, ajuda a aprender a respirar, não é? Vai produzir em você um relaxamento momentâneo.
Mas veja, isso só resolve o fruto da árvore, o sintoma que é a angústia, mas não resolve a causa. É preciso lidar com a causa. Então, muitas vezes, temos coisas ruins acontecendo na nossa vida, como pobreza, enfermidade, ansiedade, depressão, todo tipo de distúrbio psicossomático e doenças de causas físicas também.
Então, esses problemas, na verdade, são frutos. Eles não são a origem; eles são apenas o fruto de uma árvore, né? Então, algumas vezes, tentamos remover os frutos assim que eles brotam, mas depois percebemos que o fruto aparece de novo.
Ou seja, tentar resolver o problema arrancando o fruto não resolve o problema permanentemente. Você entende o que estou dizendo? Como resolver, então, o problema de maneira definitiva?
A primeira coisa é não lidar apenas com os frutos. Precisamos entender que existe algo abaixo da superfície, né, que sustenta todos esses problemas que aparecem em cima. Então, nós temos que lidar com o quê?
Com a raiz, aquilo que está abaixo do que os nossos olhos veem, entendeu? Só podemos eliminar uma planta realmente se nós removermos as suas raízes, ok? Então, a raiz é aquilo que está debaixo do solo.
Normalmente, nós não temos muita consciência do que está abaixo do solo. Por isso, a gente lida apenas com aquilo que a gente vê na superfície. E do mesmo modo, né, acontece com os nossos problemas crônicos: doenças crônicas, problemas conjugais, depressão, ansiedade, né, problemas financeiros.
Todos eles são apenas frutos, frutos de uma planta, entendeu? Você pode arrancar alguns frutos que aparecem, mas é uma questão de tempo, e eles vão aparecer novamente, vão se manifestar novamente. Então, eu quero hoje compartilhar com você sobre o que está abaixo do solo, aquilo que os nossos olhos normalmente não veem, aquilo que nós não atentamos, né, frequentemente.
E eu vou usar com você o texto de Gênesis, capítulo 3, porque eu creio que a sequência do que aconteceu no primeiro pecado é a chave para entendermos como os frutos do pecado se manifestam. Ok? Então, se a gente ler atentamente o texto, a gente vai ver que tem uma sequência acontecendo aqui na queda do homem.
Qual é essa sequência? Primeiro, o homem comeu do fruto. Ok?
Logo depois que ele come do fruto, a Bíblia fala que ele percebeu que estava nu e sentiu vergonha. Essa vergonha é uma expressão da condenação. Ok?
Então, ele comeu do fruto; a primeira coisa que ele sentiu foi vergonha, condenação. A primeira coisa que a Bíblia fala é que ele então ouviu a voz do Senhor no Jardim, né, que sempre vinha ter comunhão com ele na viração do dia. Então, ele ouviu a voz do Senhor, e a Bíblia fala que ele ouviu a voz e teve medo.
Então, primeiro veio a condenação; depois, a condenação produziu medo, não é verdade? Muito bem. Depois, o medo produziu o quê?
A Bíblia fala que o homem foi expulso do Jardim, e ele então teve que cultivar para poder viver. E agora o medo vai produzir todo tipo de estresse, porque o homem morava no Jardim. Agora ele vai ter que plantar para comer.
E se ele plantar e não nascer? E se vier uma seca? Ele vai morrer, entendeu?
E se ficar doente, o que vai acontecer? No Jardim não tinha nada disso. Agora, como ele tem medo, o medo está na raiz de todas as preocupações que virão depois.
Ok? E essas preocupações que vêm depois é que vão gerar todo tipo de doença, de problema na sua vida. Então, estou te mostrando a sequência de como as coisas tendem a acontecer.
Ok, vamos relembrar. Mas vamos ler na palavra de Deus. Vamos lá!
Pega isso! A Bíblia, lá em Gênesis, capítulo 3. Gênesis, capítulo 3.
Bom, você já leu aqui a história e vamos ler a partir do verso 6: "Vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, agradável aos olhos e desejável para dar entendimento, tomou-lhe do fruto e comeu; e deu também ao marido, e ele comeu. Abriram-se, então, os olhos de ambos, e percebendo que estavam nus, cozeram folhas de Figueira e fizeram cintas para si. Quando ouviram a voz do Senhor Deus, que andava no Jardim pela viração do dia, esconderam-se na presença do Senhor Deus, o homem e a sua mulher, por entre as árvores do Jardim.
E chamou o Senhor a homem e lhe perguntou: 'Onde estás? ' Ele respondeu: 'Ouvi a tua voz no Jardim, porque estava nu; tive medo e me escondi. ' Perguntou-lhe Deus: 'Quem te fez saber que estavas nu?
Comeste da árvore que te ordenei que não comesses? '" Te ordenei que não comesses. Então, disse o homem à mulher que me deste por esposo: "Ela me deu da árvore, e eu comi.
" Isso é muito interessante, porque quem está debaixo de condenação sempre condena outros. Uau! Vamos ver no final, no verso S, Deus diz assim: "Visto que atendestes à voz de tua mulher e comeste da árvore que eu te ordenara não comesses, maldita é a terra por tua causa; em fadigas obterás dela o sustento durante os dias da tua vida.
Ela produzirá também cardos e abrolhos, e tu comerás a erva do campo. No suor do rosto comerás o teu pão, até que tornes e atornes à terra, pois dela foste formado; porque tu és pó, e ao pó tornarás. " Ok.
Então, veja: o homem comeu da árvore do conhecimento e, como consequência, ele percebeu que estava nu e sentiu o quê? Condenação. Então, a condenação se manifestou de que maneira?
Na forma de vergonha. Entendeu? Por causa da condenação, o homem faz o quê?
Ele se esconde. Ele não só se esconde, ele também põe a culpa um no outro: a culpa é de Eva, a culpa é de Deus que me deu essa mulher. Entendeu?
Então, a primeira coisa foi a condenação. A Bíblia fala que quando eles ouviram a voz de Deus, sentiram medo. Então, da condenação veio o medo—medo de Deus.
E depois, Deus disse que agora eles iriam comer do suor do rosto, o que representa o estresse, a preocupação do dia a dia. Presta atenção: tenta imaginar. Adão era rico.
Adão vivia num lugar que, depois, você pode ler aqui na Bíblia, no capítulo 2 de Gênesis, onde diz que o Éden tinha muito ouro, muitas pedras preciosas, muita pérola, muito bidê. Ok? Então, era, eh, Adão tinha tudo que precisava.
Adão, na verdade, era rico, mas agora ele foi expulso do jardim, e agora teria que esforçar-se para sobreviver. Então, ele não teria certeza de que o fruto iria crescer numa terra agora que estava maldita. Deus disse: "Agora que a terra é maldita por causa de você.
" Entendeu? Então, veja: tudo isso, obviamente, levou o homem a viver numa situação de angústia, de medo, medo, medo da morte, medo da semente não brotar, medo de não ter a colheita, medo de ter uma seca, medo de ter uma enchente. Não é medo de doença, medo de todo tipo de coisa.
Isso agora produz no homem esse estresse, essa angústia. Entendeu? Então, esse estresse é o que está, vamos dizer assim, mais visível.
Então, eu quero compartilhar com você. Eu vou gastar, talvez, três aulas para fazer isso. Quero fazer devagar, para que você entenda essa sequência e como nós tiramos a raiz.
Então, nós vamos começar do fruto para a raiz, tá bom? Daquilo que é mais visível, daquilo que está mais embaixo do sol. Ok?
Então já falei para você que a condenação produz o medo, que produz o estresse e todo tipo de problema. Então, o que é mais visível na sua vida? O estresse.
O estresse causa todo tipo de problema e de doença na nossa vida, não é? É uma coisa assim frequente. Eu leio bastante, e acho que sim, toda semana você vai encontrar artigo na mídia mostrando como o estresse tem produzido todo tipo de enfermidade, desde aquelas doenças conhecidas como psicossomáticas até mesmo tumores.
Essas coisas são produzidas também por estresse, ansiedade, angústia, preocupação. Né, tudo isso tem origem aí. Eh, aí você vai dizer: "Bom, se o problema é o estresse, então a solução, obviamente, é eliminar aquilo que está parecendo causá-lo.
" Aí você fala: "O que causa o estresse na sua vida? " Aí alguns vão dizer: "Não, o que causa o estresse na minha vida é o trabalho. Meu trabalho é muito estressante, tem metas de produtividade, tem metas que eu tenho que alcançar.
Isso tudo gera muita angústia o tempo inteiro. Eu fico com a corda no pescoço, com medo de perder o emprego. " Então, o trabalho é estressante.
Vamos eliminar o trabalho? Aí você fala: "Não, não dá. Não dá para viver sem trabalhar.
" Aí você fica sem saída. Aí você fala: "Vamos procurar, então, um trabalho mais tranquilo que não dá estresse. " Bom, poucos podem dizer que têm essa opção, não é?
Então, você não tem escolha; você tem que encarar o estresse do trabalho. Eh, outras vezes, nossos próprios relacionamentos são estressantes. Mas você sabe, não tem como viver sem nos relacionarmos.
Não é verdade? Então, você se casou, eh, você tem preocupações de todo tipo, contas para pagar constantemente, pressões de todos os lados. Então, você fica pensando que a vida neste mundo é sinônimo de angústia, ansiedade, preocupação e estresse.
Mas, na verdade, você sabe que tudo isso é consequência do que Deus disse: "Do suor do teu rosto comerás o pão. " Entendeu? O suor do rosto mostra que, nesse mundo caído, debaixo de maldição, o estresse é inevitável.
Não tem como impedir. Ele virá, entendeu? Eh, pode ser por uma causa imediata, né, por causa dos muitos problemas, físicos e psíquicos.
Eh, sabemos que o estresse é a parte mais perceptível, mais visível, mas é óbvio que tem alguma coisa que produz o estresse, que o sustenta mais profundo. Entendeu? Então, quando você olha.
. . Eu te expliquei agora mesmo.
Eh, quando você olha na palavra de Deus, você vai ver que o que produz o estresse é o medo. O medo é que produz o estresse. Então, quando Adão e Eva foram criados, a palavra de Deus diz que eles estavam nus e não se envergonhavam.
Na verdade, nós sabemos que eles não estavam realmente nus; eles estavam vestidos da glória de Deus. E essa glória de Deus permitia que Adão e sua mulher pudessem dominar sobre toda a criação. Né?
Mas no momento em que eles pecaram. . .
Romanos 3:23 diz que eles foram destituídos da glória de Deus, né? E depois que eles pecaram, nós lemos aqui juntos: Deus vem ter com eles e chama: "Então, onde você está? " É interessante que a primeira pergunta do Velho Testamento é "Onde está o homem?
" Mas sabe qual é a primeira pergunta do Novo Testamento? Está lá em Mateus 2:2. Quando os magos chegaram em Jerusalém, eles perguntaram: "Onde está o rei?
" É assim porque, quando você descobre onde está Cristo, então você entende onde você está, né? Então, lá em Gênesis, no verso 3 e no verso 9, diz que o Senhor chamou o homem e falou: "Onde você está? " E Adão respondeu: "Ah, Senhor, eu ouvi a tua voz e, porque estava nu, tive medo e me escondi.
" Então, esse texto nos conta como é que o medo entrou no mundo. Essa é a primeira menção de medo na Palavra de Deus. O homem não foi criado para viver com medo, não é?
E hoje as pessoas vivem com medo de uma porção de coisas. Mas você sabe que a origem de todos os medos é a mesma? Então, é como se o medo fosse assim, uma rosa, né?
Você vai tirando as pétalas até chegar no miolo. E sabe o que está no centro de todo o medo? É o medo da morte.
Entende? Então a pessoa diz, por exemplo, para você: "Ah, eu tenho medo de voar de avião. " Mas veja, ela não tem medo, realmente, de voar de avião.
Entendeu? Ela não tem medo de entrar no avião e ser intoxicada com a comida; ela não tem medo de voar de avião e ser agredida pelo comissário de bordo. Não, ela tem medo de que o avião caia e ela morra.
Então, na verdade, ela tem medo da morte, entendeu? O medo da morte está por detrás disso tudo. É que você, às vezes, não consegue tirar todas as aparências das coisas para perceber.
Tira a morte do centro ou a morte da equação que o medo deixa de existir. Está me ouvindo? Deus não quer que os seus filhos vivam com medo, tá bom?
Medo do futuro, medo de envelhecer, medo de não ter o suficiente, medo de ficar doente e não ter um plano de saúde, medo de perder o emprego e, perdendo o emprego, ele não vai ter como pagar todas as contas, não vai pagar o plano de saúde, vai ficar doente e vai morrer, né? Medo, medo que os outros morram, né? Medo de perder um ente querido.
Entendeu? Então você está percebendo como o medo, na verdade, produz todo o estresse na nossa vida. Porque você sabe, o trabalho pode ser cansativo, mas é o medo de perder o emprego, o medo de perder o cargo, o medo de não cumprir a meta, o medo de ser demitido que realmente gera o problema.
Entendeu? Então veja, é só você analisando e vendo o que vem por detrás de cada medo, você vai ver que a morte está lá no fim. Entendeu?
Então você tem medo de perder o emprego, por quê? Porque se você perder o emprego, você não vai ter, por exemplo, mais plano de saúde. Não tendo plano de saúde, você pode ficar doente e pode vir a morrer.
Então você, na verdade, não tem medo de perder o emprego; realmente, tem medo é de morrer. Entendeu? Então, o que estressa, no final das contas, é o medo da morte que está no final de qualquer cadeia de preocupação que você tenha.
Entendeu? Agora, por que nós vivemos com tanto medo? O que sustenta tanto medo dentro das pessoas?
Então, você está percebendo que o medo está aí na origem de muitos, ou de quase todos, os nossos problemas. Entendeu? Então, o medo está presente e é fácil de ser percebido.
Mas qual é a causa dele? Então a Bíblia fala que Adão teve medo porque percebeu que estava nu. Ele sentiu-se envergonhado.
Essa é a origem do medo. Adão ficou consciente do pecado e, quando você fica consciente de pecado, o resultado é vergonha, culpa, condenação, tudo. Então, começa com a consciência de culpa.
Então, Deus tinha dito para Adão que se ele comesse do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal, ele morreria. Então você vê que Adão acabou de comer, mas ele não morreu, pelo menos não fisicamente. Então, o que ele concluiu?
Bom, eu comi e não morri. Então, significa que quando Deus me encontrar, ele vai me matar. Quando ele ouve a voz de Deus, ele sente o quê?
Então, medo. Medo do diabo? Não, medo de quê?
De Deus. Mas qual é, realmente, o medo de Deus? É o medo do castigo, é o medo do juízo.
Está entendendo o que eu estou dizendo? Então, no final das contas, a base do medo é o pensamento de que nós não somos amados; é o pensamento de que, primeiro, nós temos que mudar. Precisamos ser pessoas melhores para depois, então, quem sabe conseguirmos merecer o amor de Deus.
Então, muita gente vive procurando conquistar o amor de Deus, fazendo coisas, obedecendo. . .
Mas quanto mais fazem, mais elas falham e se sentem, então, menos amadas. Então, preste atenção, filho: qual é o estresse, é o problema, mas o que gera o estresse é o medo. Entendeu?
E o medo é gerado pela consciência de pecado, vergonha, condenação, tudo isso são coisas sinônimas. Ok? Mas lá em Isaías 61:7, a promessa do Senhor é que no lugar da vergonha haverá dupla honra.
Aleluia! Como se livrar desse medo? Lá em 1 João 4:17, pega aí a sua Bíblia.
Vou encerrar essa aula com esse texto. 1 João 4:17 diz assim: "Nisto é em nós aperfeiçoado o amor para que no. .
. ". Dia do Juízo: mantenhamos confiança.
Então, o que é o dia do dia? Você está vendo letra maiúscula aí? É dia do Juízo.
Ou seja, tem um dia em que nós passamos. Esse dia do Juízo pode significar duas coisas: pode ser o dia em que vamos comparecer diante de Deus para prestar contas de tudo que nós fizemos, né? E se Adão comeu do fruto, quando ele for prestar contas diante de Deus, ele vai sentir o quê?
Medo. Medo! Então, pode ser isso, e pode ser também o dia da crise, o dia da luta.
Todos nós temos o dia mau, o dia da crise. E aí o texto está dizendo claramente que, no dia da crise, mantenhamos confiança. Você consegue manter confiança no dia da luta, no dia da crise, né?
No dia em que todo mundo está dizendo que é o dia em que Deus veio para acertar contas, pois segundo Ele, também somos neste mundo. Aí o texto continua: "No amor não existe medo; antes, o perfeito amor lança fora o medo. " Olha para cá: perfeito amor!
Que perfeito amor é esse? Será que algum homem tem perfeito amor? Não, só Deus tem perfeito amor; só o amor de Deus é perfeito.
Está me ouvindo? Então, é óbvio que esse perfeito aqui é o amor de Deus. O texto diz que o perfeito amor lança fora o medo.
Então, é o amor de Deus que lança fora o medo. Ora, o medo produz tormento; logo, aquele que teme não é aperfeiçoado no amor. Então, preste atenção: o texto está dizendo claramente que o perfeito amor, que é o amor de Deus, vai remover o medo.
Você sabe, tem uma coisa que eu faço todos os dias: eu levanto de manhã e confesso que sou amado. Todos os dias eu preciso ser lembrado disso; eu preciso estar convencido disso, de que eu sou amado e que o amor dele é incondicional, é perfeito. Ele não me ama porque eu me comporto assim ou assado, entendeu?
Ele me ama não é porque eu sou bom, é porque Ele é bom. Quanto mais você entende que é amado, mais o medo perde espaço na sua vida. E se não há medo, também não vai ter o quê?
Estresse. Vence o medo e o estresse vai embora. Entende?
Vence o medo e o estresse vai embora. Com o estresse indo embora, você vai ser guardado de uma porção de aflição, dor, doença, de coisas ruins que acontecem. Mas o que lança fora o medo é só o verdadeiro amor.
Amém? Bem, meu desafio para você hoje é o seguinte: eu quero que você enfrente algum medo que tem dominado a sua vida durante os últimos tempos. Eu não sei que medo é esse, mas tem algum medo que tem te dominado e que te deixa paralisado, né?
Então, a Bíblia fala que nós vencemos o medo quando sabemos que somos amados incondicionalmente. Hoje, eu quero que você quebre o poder desse medo na sua vida, simplesmente declarando que você é amado. Amém?
Quebrar o poder desse medo é vital; isso vai mudar, sabe? O seu ambiente vai mudar, a sua disposição espiritual, a sua fé. Acredite nisso: o Senhor tem coisas grandes para fazer na sua vida; senão, você não teria chegado aqui, né, no final dessa mentoria, assistindo a dezenas de aulas.
Amém? Que o Senhor te abra os olhos e te dê vitória nesses dias. Até a nossa próxima aula.