E, geralmente, as pessoas, quando elas começam, né, assim, a encontrar ali no sobrepeso, começam a engordar. A gente vai ter que observar várias dinâmicas, né? E, além dessas dinâmicas, aqueles registros que estão na nossa mente, é muitíssimo importante a gente compreender: será que é alguma configuração de quando eu nasci?
Será que é alguma situação do meu próprio sistema familiar? O que será que está por trás desse sobrepeso? Você já parou para pensar sobre isso?
Tem pessoas que, às vezes, fazem dieta, às vezes, fazem exercício, mas parece que a coisa está relutante, parece que o negócio fica mais difícil. Já pararam para pensar sobre isso? Quando as pessoas passam por uma situação desse tipo, é claro, né, a gente vai levar sempre em consideração toda essa parte genética, nós vamos levar em consideração a parte hormonal.
É por isso que é importante as pessoas, quando forem para uma constelação familiar, já terem tentado, pelo menos, a senhora já fiz exame, tá tudo ok, sabe? Porque a gente não pode negligenciar essa parte física, nossa, entendeu? Aí sim, depois que passou pelos exames, fiz direto, tenho dois, nosso esforço, né, para conseguir emagrecer.
Quem será que está por trás disso tudo? Tem muitas pessoas que, além de passar por essas fases, passam também por algumas situações, bem esses registros, porque a gente não era somente a cor da pele, dos olhos, do cabelo, a estrutura física na nossa família; a gente também era dos traumas, os dramas, todas aquelas histórias ou até mesmo aquele vínculo, é, ou emaranhado, né? Porque todos nós somos vinculados através do amor.
O amor é o nosso sentimento primário, é o primeiro sentimento que nós temos quando é a vida. Então, esse vínculo já está dentro de nós, né? Então, a gente vai fazer os registros nessa parte da nossa consciência familiar.
Lembra que eu expliquei sobre a consciência coletiva e a consciência pessoal? Então, a gente está inserido nessa consciência coletiva que faz parte do nosso tanto familiar. Ok?
Porém, a gente passa por experiências. Então, a gente tem, primeiro, a nossa experiência pessoal e nós temos também a experiência coletiva. Geralmente, as pessoas que passaram por alguma dificuldade dentro dessa experiência pessoal, às vezes, por equilíbrio, às vezes, por justiça.
Às vezes, a pessoa lá entra também ali numa fuga e pode estar acontecendo essa situação da pessoa entrar no sobrepeso. Isso pode acontecer. Então, por exemplo, uma vez, né, na época, eu tinha.
. . e daí a gente separou e eu fiquei muito mal.
E eu estava assim, eu estava tão mal, e olha que interessante o que eu fazia: eu ia para a comida. E, puxa, eu percebia que assim, eu estava buscando uma fuga. Só que, aí, depois eu comecei a entender, né, sobre toda essa consciência pessoal.
Eu falei: "Caramba, nessa época ainda não entendia, né, porque não era o meu marido, era uma outra pessoa". E aí eu pensei: "Cara, humana, aqui você vai ficar por trás disso? " E aí eu recorri à comida inconscientemente.
O que eu estava fazendo? Eu estava me sentindo feia. Eu falava: "Ai, não, sou Deus, sou horrorosa.
Por isso não está mais comigo". E a gente vai sentindo ali, literalmente, o corpo "cavalo do bandido", não é verdade? Então a gente começa a construir, de uma forma inconsciente, tipo uma armadura.
Então a gente começa a engordar, e foi nessa fase que eu comecei a engordar. Então a gente começa a perceber que existem essas dinâmicas também. A dinâmica da rejeição pode estar por trás.
A dinâmica, né, da situação do tipo: "Olha, eu criei uma armadura, agora ninguém mais chega perto de mim, ninguém mais vai me fazer sofrer dessa forma". Olha como está profundo e mal. A gente sabe que todos esses registros que são acionados dentro de nós fazem também parte dessa consciência pessoal.
Todos aqueles registros do momento que você nasceu, todos aqueles registros dos quais você vem com segurança dentro de si. Então a gente sempre tem que prestar atenção e levar em consideração essas questões também. Isso foi algo que eu identifiquei em mim, né?
E aí eu consegui fazer toda essa reparação interna para eu conseguir sair desse lugar. Eu sabia que isso estava completamente vinculado à criação que eu tive com a minha mãe. Eu tive a questão de me sentir abandonada pela minha mãe.
Então, a minha rejeição vinha lá da minha infância, mas eu mal sabia que não era a rejeição coisa nenhuma. Minha mãe teve que trabalhar, né? E no momento, eu tinha que ficar sozinha mesmo, senão como que a gente ia dar continuidade, né?
Como minha mãe ia conseguir pagar as contas junto com meu carro? Então a gente começa a trazer isso para nossa. .
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