Nativas Compartilhadas tem o prazer de ouvir agora José Julho, nos anos Júnior Longo e Júnior Rosa, que é ex-aluno da escola municipal Doutor Getúlio Vargas e participou também do Festival Interno de Teatro Getúlio Vargas. Então, José Julho, é um prazer ter você aqui conosco para participar do Nativas Compartilhadas, e queremos ouvir a sua história, desde seu nascimento em 1964, passando pela sua formação, até chegar à sua profissão atual como promotor criminal. Eu queria agradecer o convite, primeiro de tudo.
Estou muito contente de estar aqui e, para mim, é uma grande honra estar conversando com vocês. Para mim, você é não só um professor, mas está sempre guardado na nossa memória e no meu coração. Então, é uma grande honra e um grande prazer estar aqui conversando com você hoje.
Além de viver Sorocaba, nosso professor aqui, o professor Roberto, que trouxe para nós esse amor, essa paixão pela leitura, pelo teatro, enfim, pela cultura. Nosso país é tão complicado em matéria cultural, que se valoriza tão pouco a cultura. Contudo, existem pessoas como você que se dedicam a isso, que se dedicam a ensinar, a passar o conhecimento com carinho, dedicação e amor.
É realmente um grande privilégio ter sido seu aluno, e isso é um imenso privilégio para todos nós da nossa turma. Muito obrigado por ter sido nosso professor! Foi um ano fantástico e maravilhoso, e essa turma e aqueles momentos no Getúlio Vargas foram extremamente marcantes.
Vocês passam a ser amigos nossos, e resgatar essa história ao longo de tantos anos é incrível, vocês continuam presentes em nossas vidas. Minha gratidão por estar com você hoje é de amizade eterna, e espero que possamos continuar essa conversa. Mas, respondendo à sua pergunta, sou natural de Sorocaba, nasci aqui em 1970, quando os dinossauros ainda habitavam a região.
Estudei no primeiro ano do ensino fundamental na escola Partilha, e depois fui para a Escola de Almeida, onde minha mãe era professora. Fiquei lá até a 8ª série, depois entrei para um projeto e fiquei até o final do segundo ano do ensino médio. Já tinha vários planos, meu objetivo era concluir o 3º ano e me preparar para o vestibular.
Depois fiz faculdade de Direito na nossa querida Fase, e me formei em 1991. Em 1992, ingressei no Ministério Público do Estado de São Paulo como promotor de justiça, e estou até hoje. Já são 27 anos como promotor, e o tempo passa rápido.
Além disso, você também deve conhecer a história do prefeito de Sorocaba, que é seu pai, uma grande figura e uma adaptação no Direito na nossa cidade. Quando você esteve na nossa formação inicial, no Partilha, e depois lá na Escola de Almeida, você teve contato com algo relacionado ao teatro? Eu só fui ter esse contato com você lá no YouTube.
Como foi isso? Como você começou nesse contexto? Quem foi o responsável por essa introdução ao teatro?
Olha, falando da nossa turma, essa turma do Getúlio Vargas foi um divisor de águas. Essa experiência me apresentou ao teatro, porque para você fazer teatro, você tem que passar por situações que muitas vezes não estamos acostumados. Por exemplo, vencer a timidez.
Muitas pessoas têm dificuldade de falar em público. Há pesquisas que mostram que um dos maiores medos do ser humano é o de falar em público, até mais do que o medo da morte. Você muitas vezes precisa vencer essa barreira e se colocar em uma situação onde precisa mobilizar o texto.
Temos técnicas para isso, e você se coloca numa posição para fazer uma apresentação que, de certa forma, compete com outras peças. Todo mundo se empenha dentro de um projeto comum: "vamos fazer o melhor possível" e nos doamos da melhor forma possível. Isso traz para nós um espírito de grupo muito forte e uma superação incrível.
Marcou muito nossa turma, tanto que até hoje as pessoas não esquecem das peças que fizemos. A união trouxe algo maravilhoso para todos nós, e isso é um conteúdo de vida. A peça "Morte da Menina" nos marcou tanto que, às vezes, encontramos colegas que não vemos há anos, e a gente lembra da peça.
É incrível como essa referência da peça do Getúlio Vargas é algo muito marcante para todos nós. Como você começou essa atividade ali com a turma? Minha participação na peça, na verdade, foi dupla.
Sempre gostei de. . .
Música até 10 eu toco; não tem. Tinha, recentemente, banda, agora ter mais, e nós fazemos apresentações beneficentes do qual Kessler. Eu tenho formação acadêmica em música, então, naquela época, ainda não tinha essa formação acadêmica, mas já brincava com o violão no acostamento.
Carta, então, tivera aplicando assim, a partir de sonoplastia da peça. Ela traz da cortina, tocando violão, enquanto tocava violão, ocorrer, carregar o corpo. Então, a participação, até sobre o aspecto de temos a seguir performance de palco, de participação, foi muito grande; foi mais a participação.
Além de final da peça, do meu texto, é pequeno, mas ela ficava mais index, teide um pouco mais assim na parte sul da bacia. E então adversário e vamos assim à minha com o coringa nessa situação, porque acho que era só eu que, pelo caminho, é só eu tocava; o pessoal está falando: "Vai ter que fazer a música aqui, você toca, a gente canta. " A etapa foi escolhida após a partida, tocando com tatuagens ou alguém tocando a trave.
[Música] Basicamente, foi isso. A minha participação da peça foi, é. .
. dois coveiros, que nem corda; dois governos já fizeram um deles, é que o filtro. Lembro que em agosto, e ficava mais assim na parte musical também, essa participação.
No entanto, relembra os nomes das pessoas para o dólar; um deles que foi o ator principal, deles também foi uma área, Vilton Grilo, que mais lembro agora. Mais sim, nesse momento, acho que não participou da conversa; ela, uma posterior que me recorde, foi uma dessas pessoas. E você lembra, né?
Algum momento assim legal, o contato com o público? O ator foi muito emocionante, o início daquela energia inicial: "Vai abrir a cortina, vamos lá, vamos fazer o melhor! " Aquela pré, assim, o aquecimento é palco, aquela energia positiva.
Depois, ela que começava a peça, que a luz batendo, gente aqui, tudo escuro. Teve aquela brenna, vida boa, subindo, depois há que encerrava e que baixava adrenalina, aquela sensação de endorfina. Que viu o corpo na tam?
É tudo isso muito legal. E você, eu trouxe isso também na minha vida, as apresentações musicais, depois que fiz a digital, tocava com a orquestra. Então, era mais ou menos o mesmo fim, na mesma sensação que você tinha de dar aquela adrenalina inicial positiva, depois daquela sensação, pois assim, aspas, do dever bem cumprido.
Então, ele está muito bom e a nossa peça, mesmo sentido no festival, então isso foi muito gratificante para todos nós. O Tênis surpreendeu muito da peça, porque não era pra ser ele, um primeiro momento da eu a pessoa quer fazer, mas que ficou doente, alguma coisa assim, conseguiu fazer; ele assumiu, meio que de última hora, e foi super bem como ator principal nesta. Foi.
Então, você acha que essa atividade ajudou a fazer um sentido profissional? Muito no que é, na verdade, falar um pouquinho da minha profissão. Para poder brincar com a peça, eu trabalhei muito tempo.
Eu sou promotor criminal. Eu trabalhei muito tempo com o município e acusação. O promotor, só pra gente, só para entender, né?
Promotor faz acusação, advogados, mas a empresa, no caso de homicídio, tem um júri composto por sete PT, sete jurados que decide se o réu vai ser condenado ou vai ser absolvido. No Brasil, a grande maioria dos processos é um processo que você faz uma acusação escrita. Em um caso de homicídio, a acusação, na parte final do processo, ela é feita oralmente.
Mas a gente vê em filmes americanos que tem o júri: o promotor levanta, fala, o advogado fala, e os jurados decidem. Então, o teatro trouxe pra mim o que trouxe essa capacidade de trabalhar na remoção, de falar em público. Porque, hoje em dia, posso te dizer que eu não tenho mais nenhum tipo de dificuldade de falar em público.
Falar que nós estamos começando aqui, perante as câmeras, pra mim é muito natural. Mas esse processo de ser natural nasceu comigo; isso foi trabalhado ao longo do tempo, trabalhado com cursos de oratória, trabalhado com cursos de tentativa; vem daquela terra de impostação de voz, de se colocar de uma forma que você possa transmitir suas ideias de forma bastante inteligente, véu, sem muitos rodeios, de forma mais direta possível, mas com conteúdo. Então, tudo isso, trato, traz pra você se colocar numa situação que você precise se comunicar com o público e, de certa forma, desenvolva algumas técnicas para que isso possa ocorrer de uma forma mais eficaz, desenvolvendo um nervosismo, sem você ter, assim, algum tipo de branco.
Na sua linha de raciocínio, nas suas ideias, então isso é muito importante. Pra quem trabalha, no meu caso, o promotor criminal, que vai expor as provas por jurados, um tostão branco. Esqueci porque estudei ontem no processo, né?
Então precisa ter a capacidade de poder transmitir as ideias de forma clara, objetiva e de forma que as pessoas possam entender. Eu tenho um desgaste, a ficar nervoso, o time. Então, isso já não tem mais.
Então, eu me considerava, naquela época, uma pessoa tímida. Eu fui assim, perdendo essa timidez ao longo do tempo, até não perdendo a timidez, vocês seriam esse tema, mas desenvolvendo técnicas pra que eu pudesse falar ou superar a timidez de uma forma que transmitisse meus pensamentos para desenvolver meu trabalho da melhor forma possível. E teatro, muito isso.
Que bom! Nós já vamos continuar conversando um pouco mais a respeito de Jackson e the Temple. Então, virando o José a Julho, nos anos, contando um pouco mais a respeito dessa experiência dele no teatro e na escola.
Narrativas compartilhadas têm o prazer de continuar ouvindo Júlio Lozano, que vai continuar contando um pouquinho da experiência dele dentro do Ensino Médio na Escola Municipal Doutor Getúlio Vargas e também com a participação dele nas atividades. E atrás é literatura. Então, julho contra a água, mais um pouquinho a respeito do envolvimento delas nas leituras de obras literárias, este universo que você perdeu um pouco dentro do custo dos anos de provérbios, que na verdade sempre foi só no 1º e 2º ano do ensino médio.
Não tem que ser você já saiu, mas por causa do livro e vestibular, tudo isso vai fazer um curso fora. Então, no 1º e 2º anos, lembro de algumas coisas que fiz nesse sentido. No momento em que tivemos literatura na escola, principalmente na época de Getúlio Vargas, o objetivo era mais focado para o vestibular, mesmo bem direcionado.
Usado na Getúlio, é aquele ensino mais tradicional, aquele ensino de aprofundar ainda mais nos assuntos. E, em relação à literatura especificamente, foi algo interessante, porque se entende: "linguiça" que as más línguas do mundo estão. Steve Kaufman, um canadense que fala 18 línguas, diz exatamente o seguinte: se você quiser falar bem um idioma, você tem que ouvir muito; se você quiser escrever bem, você tem que ter muita leitura.
Está atentamente associada à escrita. A habilidade de escrita e a fala estão diretamente associadas à habilidade de você ouvir. Eu, na qualidade de promotor de justiça, como eu falei no primeiro bloco, a grande maioria dos nossos processos, atuações e situações descritas, fazem com que você possa desenvolver bem a sua atuação escrita.
Você tem que ser um bom leitor, tem que ser um leitor voraz. Você tem que, através da leitura, desenvolver as habilidades para que nós possamos compreender o input. Você faz um empate e, um time, vai chegar uma hora que você vai ter o "álbum ponto".
Então, exatamente isso: você vai devorando os livros. Como é que é? Você faz para conseguir se desenvolver na escrita através da leitura.
Esse ato de ler tem que ser adquirido quando as crianças, quando a gente tem, é através da orientação dos professores, nas bibliografias que nos são indicadas, livros que possam nos trazer cultura, que possam enriquecer o nosso vocabulário. Então, tudo isso foi uma herança que nós tivemos no ensino médio fundamental e no ensino médio. Isso eu levei comigo como um patrimônio cultural que nos foi trazido, que nos foi deixado, com professores maravilhosos, com você e com outro colega também.
E nos faz agora poder ter uma grande facilidade no nosso trabalho, já que conseguimos desenvolver nosso trabalho de forma muito mais fácil, muito mais tranquila através da leitura. Entre o ponto de um livro, muito especial, começando pelo momento em que percebi que há tanta coisa, mas assim, lembrando que posso ter o nosso livro da minha vida. Eu li muita coisa boa nesse tempo.
Eu sou uma pessoa interessante porque gosto de muita coisa de não ficção; tem gente que é fascinado por ficção, romance, mas eu já gosto muito de livros de não ficção, por exemplo. Tem coisas que não são tão relacionadas à minha área, mas gosto de coisas envolvendo a questão da saúde, livros sobre meditação, e coisas assim, tão pouco mais abstratas. Embora prestar atendimento jurídico, né?
É complicado você escrever dois livros pela Saraiva; nós não também escrevemos um só, mas um conjunto. Nós escrevemos em 32 para Saraiva. Eu, um outro colega promotor que já está aposentado, José Antônio Remédio, que até fala das maiores inteligências do Ministério Público, um gênio mesmo.
E colegas juízes, como José Fernando, escrevi um livro só eu, que é chamado "Prescrição Penal", na área criminal. Ambos foram lançados pela Saraiva. Então, também tem a contribuição literária, especificamente na área jurídica, mas também deixei manter a exigência narrativa escrita.
Assim, é algo bastante. . .
É o que você precisa é ter aquela situação de: "Nossa, eu vou colocar meu nome, as minhas ideias para apreciação pública". E aí, quem está lendo isso, as pessoas que vão ver, são pessoas extremamente preparadas, então você tem que. .
. Desafio: preciso fazer algo que realmente contribua para o mercado editorial jurídico. O livro de prescrição foi muito bem aceito, tanto pela doutrina quanto pela jurisprudência.
O livro foi citado em vários julgados do STJ, o que me deixou muito contente, porque consegui trazer algo novo. Ou, se não algo novo, pelo menos algo dito de uma forma mais simples que pudesse abranger com profundidade. Quando falo "simples", não no sentido de que será algo especial, mas algo que tenha profundidade, mas uma linguagem que atinja tanto os estudantes quanto os profissionais da área.
Quando você escreve uma monografia ou uma holografia, ela tem uma certa restrição de publicação, porque hoje em dia se dá muito mais enfoque para manuais. Quando você tem um conteúdo mais limitado, mas tem um conteúdo mais amplo de todos os assuntos, você fala muito ou pouco de muita coisa. No contrário, você fala muito pouco de muita coisa.
Então, quando você escreve uma monografia, você pega um tema específico e fala muito naquele tema. Passa, e quando você escreve uma obra nova e pega vários temas, fala um pouquinho de cada um. Então, para atingir os estudantes, é mais fácil você escrever um manual, porque hoje em dia, até pelo tempo limitado que as pessoas têm, talvez, com um manual de 500 páginas tentando abraçar, por exemplo, a parte geral do Código Penal.
500 páginas para falar de 10 ou 15 artigos do Código Penal. E prever 600 páginas para falar de 10 artigos é um pouco demais. A pessoa, para ler uma biografia, precisa estar muito interessada no tema.
Se aprofunda daquele tempo, tem que ser muito intensa. Então, eu procurei atingir tanto os profissionais quanto os estudantes. Isso foi um grande desafio.
E como que a gente consegue isso? Através daquele cochilo, ibejis. Isso também é o feedback que a gente tem da leitura; toda aquela bagagem trouxe lá atrás, não só da faculdade, que vem bem, mas, não sei, é uma história de vida, né, Israel?
Perto de uma formação que tem os bares também, é essa absurda. Temos assim uma herança genética que nos foi deixada pelo meu pai e pela minha mãe; ambos professores também me levaram a aula de muito tempo ao direito penal e mais. Mas é tempo também de cursinho: processo penal, execução penal.
. . Então, foi muito legal os alunos que estavam muitas vezes, até travando, novatos, gravar, trazer uma forma de tentar fazer uma memorização, às vezes até um pouco mais lúdica, transformando alguns conteúdos complicados em alguns simples, trazendo até questões do próprio teatro como música, para que fixasse mesmo na cabeça.
Em foco, traz aquilo mesmo lá no fundo; ele não saísse imagem. Então, até falar com os meus alunos é o meu maior sonho, o meu coração. E não mais o teu.
Eu fico muito realizado com o que fizemos juntos. E como advogado e promotor, você ganha de mim: que bom que você conseguiu receber até hoje. Não aconteceu, mas eu gostaria que esse.
. . é só mais uma coisa que você tem que falar.
Professor, eu queria agradecer imensamente o convite; pra mim, foi uma grande honra estar aqui com vocês, uma pessoa especial pra nós. E, que o mesmo é de coração, pra mim, tá aqui hoje, foi muito emocionante mesmo. Queria encerrar a nossa conversa falando um pouquinho sobre o poema de um autor do bairro.
Uma deflagrada, ele estava dentro, ele Pradella, braços. Dentre os vários poemas que ele tem no livro, tem um que é mais ou menos assim: tinha um jovem bombeiro que tinha um sonho; ele tinha o sonho de chegar até o horizonte, mas a cada passo que ele dava em direção ao horizonte, ele sinalizou que se afastaram a mesma quantidade de paz. E ele, frustrado por não conseguir chegar ao horizonte, perguntou para saber da aldeia: “Nesta servem os meus sonhos?
Eu nunca vou conseguir chegar a um horizonte! ” Sabe? Respondeu: “Os seus sonhos servem pra te fazer caminho.
” Então, é importante que a gente nunca queira que as nações. . .
a gente sempre leve dentro, às vezes, aquela fogueira, a fogueira acesa, que a gente possa falar: “Olha, eu estou aqui, eu tenho ideal, eu quero construir um país melhor. Eu quero que os nossos filhos, nossos netos moram em um país melhor. ” A gente possa, dentro de cada um, dentro da sua atribuição, dentro do seu trabalho, eu fiz.
. . eu possa continuidade a construir um país melhor para todos.
Que a gente possa fazer com que esse sonho nos leve por esse caminho de um Brasil que a gente tanto deseja. Queria. .
. e você ia passar meu poema, não sabe qual é? Ué, na qual desse dado de Limeira, só Galliano.
Não, não. . .
eu pensei que sabia um trecho do poema, é que tem vários na. . .
Otan executou essa passagem do sobrado. Sou eu que agradeço a sua presença, foi um prazer enorme, emocionante. É tanto tempo; eu lembro de você em sala de aula, aquela humildade, mas muito companheiro com os colegas, muito verdadeiro e querendo crescer, e querendo que as pessoas cresçam juntas, né?
Então, essa é a sua ligação com alguns elementos deste grupo que com certeza vão estar também aqui conversando conosco, breath, né? Então, eu digo que é a lembrança de você em sala de aula, e acompanhar você de uma forma um pouco distante, mas sempre sabendo de você por alguém foi sempre uma coisa muito boa. Porque essa energia sua, bondade e essa vontade de luta, a vontade de um país melhor e não só um país, mas a humanidade, o melhor, né?
É muito aparente naquilo que você faz, naquilo que você é. É associado nacional de seus livros. E muito obrigado por vocês também estarem nos acompanhando e até a próxima!
Olhado, Black.