Eu já fiquei menor. do que eu sou para caber no orgulho de alguém. Já assimulei palavra na garganta para não virar refém.
Já duvidei da minha própria sombra. Quando a luz quase acabou, mas feliz tudo que eu aprendi, que o seu Léo me forou. Eu já implorei atenção para quem nunca me encerrou.
Já esperei reconhecimento de quem não me honrou. Eles viram na mesa enquanto eu passava. Fui o exo da sobra que ninguém noava.
Me trataram como sombra, como um evo. G. Presão no Deus teria que a deles quer.
Me chamaram de pouco, me olharam de cima, mas quem anda no deserto não teme o clima. Se antes me calava, era para entender que o homem de verdade aprende a não se vender. Eu sei o meu valor.
Não peço espaço, eu conquisto. Não abaixo a cabeça, nem negócio que acredito. Eu sei o meu valor.
O tempo me ensinou. Quem tenta me diminuir não sabe o que eu suporto. Hoje eu não corro atrás de aplauso ou aprovação.
Quem conhece a própria força não vive de opinião. Aquele pequeno que vocês pisaram cresceu no escuro onde o abandonaram. Agora o meu nome tem peso de aço.
Eu tomo que é meu a cada passo. Não sou o mesmo de antes. A poeira me mudou.
O mundo tentou me dobrar, mas foi ele que cansou. Não imploro, não me explico, não me curvo. Eu fico, eu sei o meu valor e não volto atrás.
Quem duvida do meu passo vai viver subir mais. Eu sei o meu valor e não peço permissão. O homem que eu me tornei não vivo.
Eu sei o meu valor. Isso basta. Oh.
Oh.