[Música] Olá, pessoal. Estamos aqui agora com o Matias, estrategista das carteiras, juntamente com o Vittor. E logo antes aqui nós estávamos num bate-papo falando sobre carteira passiva, carteira ativa, como qual que é o objetivo e aí não podemos puxar aqui, né?
Tem que puxar um pouco de sardinha, até porque os resultados, né? Contra resultados não há argumentos. quer bater bolsa aí, quer bater benchmark aí, ó, tá aí o cara aí que pode comentar um pouquinho da carta do gestor, então seja muito bem-vindo.
Bom dia, Matias. Vamos lá. Bom dia.
Seja muito bem-vindo. Obrigado. Obrigado por me receberem mais uma vez aqui no Dominando da Bolsa.
É sempre um um prazer me trocar essa ideia com vocês. Eh, vou falar um pouquinho da da carta do gestor, nosso relatório mensal. Eh, e depois a gente fala um pouquinho mais da das nossas carteiras, que que a gente tem pensado eh até agora e enfim, a gente fala um pouquinho mais os resultados.
De fato, como o Perinã muito bem introduziu, a gente tem tido eh resultados bons esse ano acima dos benchmarks que a gente costuma olhar, tá? Eh, em relação a maio, pessoal, maio foi mais um mês positivo para as ações brasileiras. O Ibovespa teve uma alta de 1,5%, ele até chegou a patamares mais elevados do do que isso, chegou ali a flertar com patamar dos 140.
000 pontos. Nos últimos meses do do nos últimos dias do mês, eh houve um movimento ali de correção e a gente terminou eh o mês de maio com uma alta de 1,5%. Quando a gente olha pros cinco primeiros meses eh do ano de 2025, a gente tem uma valorização acumulada aí de eh quase 14%, 13,9% para ser exato, que é um retorno é sem sombra de dúvidas bastante interessante.
É, os se a gente fosse resumir e essa dinâmica positiva do do Ibovespa é desde o começo do ano, acho que aqui, pessoal, e uma ideia central, uma ideia principal que que é o que a gente tem observado e na maior parte do, enfim, e é é o que tá acontecendo no mercado, a gente tem visto o movimento de rotação eh dos portfólios dos investidores estrangeiros eh saindo dos Estados Unidos e buscando outros eh mercados, buscando outras geografias para se instalar. Eh, uma parte desse dinheiro ele sai eh ou melhor ele vai para mercados emergentes. Dessa caixinha que vai para mercados emergentes, uma fatia eh vai pr pra América Latina.
E desse dinheiro que vai pra América Latina, uma parte vem pro Brasil. É, o investidor estrangeiro, ele tem sido o principal comprador da nossa bolsa e ele tem sido o principal responsável por esse movimento de alta que a gente viu e desde o começo do ano, tá? Acho que aqui para contextualizar todo mundo, a gente vive um cenário hoje, ou melhor, a gente vem de um cenário em que durante alguns anos a gente teve uma performance bastante eh superior dos Estados Unidos em relação a outros mercados acionários eh globais.
a gente viveu o que os economistas chamam de excepcionalismo americano, em que o as taxas de crescimento de PIB dos Estados Unidos, elas foram consistentemente maiores do que os do que o esperado pelo mercado. E esse fenômeno não foi acompanhado pelas outras grandes potências econômicas, pela Europa, pela China, pelo Japão, etc. Eh, a consequência disso é que até muito pouco tempo atrás os portfólios globais eles estavam eh overweight, né, como o mercado chama, eles estavam com um peso relativo maior do que o normal nos Estados Unidos.
E agora o que a gente tem visto é um movimento de recalibragem dos portfólios para diversificar globalmente eh esses investimentos e enfim, isso tem sido o principal trigger aí, principal gatilho para que o fluxo seja redirecionado, é uma parte desse fluxo, como eu expliquei, seja redirecionado pro Brasil, tá? E enfim, de uma maneira bastante sintetizada. Esse é o principal motivo que fez que tem feito com que eh a nossa bolsa eh tenha essa performance interessante eh de quase 14% eh nos primeiros 5 meses do ano.
Acho que aqui outros destaques também que vale a pena trazer eh pros nossos telespectadores, Perina, não é? Eh, o acho que o o grande assunto que já vem sendo eh o foco aí dos dos investidores nos últimos meses, eh, continua sendo a questão da agenda tarifária das principais potências mundiais. Eh, aí também dando um pouquinho de contextualização, a gente terminou, abril, começou maio com um cenário eh bastante incerto do que que seria o futuro dessa questão da da agenda tarifária.
Eh, no começo de maio, a gente tinha tarifas de importação eh dos Estados Unidos sobre produtos chineses de 145% e da China sobre produtos norte-americanos de 125%. o que é, seja 125, seja 145, é um patamar eh muito alto, muito restritivo, que se se mantivesse eh em eh em vigor, provavelmente acarretaria eh em uma redução drástica do comércio eh entre esses dois países. E no dia 12 de maio, teve um evento bastante importante no mercado, que foi o acordo entre essas duas potências.
É um acordo comercial que fez com que as tarifas de importação fossem reduzidas para 30% no caso dos Estados Unidos sobre os produtos chineses e de 10% no caso da China sobre os produtos americanos. Ou seja, a gente tem um cenário eh bem mais ou melhor dizendo, bem menos desfavorável eh na questão de tarifas. Eu digo menos desfavorável, porque ainda se a gente comparar com o que era com o que eram as tarifas em vigor no final do ano passado, tá?
Então, enquanto a gente tinha a outra administração antiga dos Estados Unidos, eh o patamar de tarifas ainda é mais alto, mas ele é muito mais baixo do que esse esses valores que esses números que eu comentei de 125, eh, 145%. Esse acordo comercial, ele foi bastante bastante importante no sentido de reduzir alguns riscos que o mercado vinha enxergando eh pros ativos e pra economia de uma maneira geral, tá? Enquanto a gente tinha uma probabilidade atribuída eh a a manutenção desses patamares restritivos de tarifas eh relativamente alta, a gente tinha também um risco maior de ter uma reessão nos principais países do mundo, entre eles os Estados Unidos.
e também eh a China. A consequência disso é naturalmente seria algo bastante eh nefasto para pr pra economia global como um todo, tá? Então, acho que isso foi um evento de de destaque aí no mês de no mês de maio.
E em relação a cenário, são são é esse o principal destaque, a questão do fluxo eh continua prevalecendo, continua sendo a grande eh questão que tem feito preço aqui nos nossos ativos, nos nossos ativos brasileiros. E aí acho que acho que de retrospectiva de maio, eh, esses esses eram os pontos que eu que eu queria trazer para vocês, Perina. Aí, se você eh acho que a gente pode agora falar um pouquinho das carteiras, como você me orienta aí, como é que você você acha que vai ser?
Qual primeiro você quer falar? Tem aqui o resumo, né, das das nossas das da performance das nossas carteiras. Eh, a gente tem gerado um alfa eh interessante para quem tá investido com a gente eh desde o começo do ano, tá?
Não, só em maio a gente teve eh aqui, como vocês podem ver nessa primeira coluna, eh performances melhores do que do Ibovespa, mas eh quando a gente olha para 2025, a gente vê que essa essa tendência ela tem se concretizado. A gente tem carteiras como, por exemplo, a dividendos que tem dado 36,5%. Isso é número de fechamento eh de maio, tá?
Então é número de sexta-feira passado. Eh, e mesmo as nossas carteiras que estão pior no relativo, tá? como por exemplo a Top F que tá com eh 20,5%.
Isso ainda assim é um alfa de 6,6 pontos percentuais, se eu não errei nessa conta agora de cabeça, eh em relação ao ao benchmark que a gente eh, enfim, acha que é alguma coisa bastante relevante. E e aí, pessoal, a gente fez algumas trocas nesse mês de maio nas carteiras. Acho que vale a pena eh comentar com vocês aqui.
Aí para se quiser descer um pouquinho para pra gente conseguir pra gente botar na tela pro pessoal acompanhar a gente. Pode descer um pouquinho mais. Ah, aí então na top a gente fez três trocas na top five, uma troca na dividendos e uma troca na small caps, tá?
Na top five a gente fez uma troca dentro do setor é de energia elétrica, a gente tirou Eletrobras e colocou Copel. A COPEL é uma empresa que a gente tem gostado bastante. Ela recentemente, recentemente, eh, anunciou uma mudança na sua política de distribuição de dividendos.
Ela vai passar a distribuir uma fatia maior dos seus lucros como dividendos. Então, a gente acha que isso pode ser um fator, eh, um gatilho para que mais pessoas, tanto pessoas físicas quanto investidores institucionais, queiram estar posicionados no papel. E aí, obviamente, mais pessoas querendo comprar o papel é uma expectativa de valorização e das ações.
A gente ainda vê, apesar da alta que a ação já teve desde o começo do ano, uma taxa interna, uma taxa interna de retorno interessante na casa de e 10%. E a gente vê e dividend y dial para esse ano eh de 8 a 9%. E a partir do ano que vem a gente vê uma sustentação desse patamar e em números ainda um pouco mais elevados aí.
acima eh de 10%, tá? Então é um é um papel que a gente gosta. Ele na nossa carteira a gente já tem equatorial e a gente fica com dois nomes dentro do setor de energia elétrica, mas são dois nomes eh expostos a dinâmicas eh subsetoriais diferentes, tá?
A Equatorial é uma empresa mais exposta à distribuição de energia e assaneamento, enquanto a Copel tá mais exposta à transmissão, eh, e também a parte de geração. E a aí a parte que tá melhor da geração, que é a parte da geração hídrica, tá? A geração e solar eólica tem passado por algumas dificuldades com o chamado curtailment, que é quando gera muita energia e não tem demanda suficiente para essa energia.
Então, essa energia ela é, entre aspas, descartada. É, o que a gente vê eh o o na parte hídrica, a dinâmica eh tá consideravelmente mais favorável, tá? E a Copel, ela é principalmente uma geradora hídrica.
Aí falando das próximas da das outras trocas, a gente colocou vibra e tirou caixa de seguridade. Essa é uma troca que ela eh ela sai de um papel mais defensivo, mais previsível com a caixa de seguridade, que na nossa opinião eh ficou menos interessante no relativo depois de ter andado bastante. Eh, e a gente entra em Vibra, eh, que é uma empresa que a gente vê uma boa perspectiva de curto prazo.
É, a gente tem visto mudanças bastante significativas no setor que a gente entende que podem ser ah estruturais daqui pra frente. Então, então existe uma questão de disputa eh concorrencial eh com players, com postas de com redes de postas de gasolina que são menores eh e que em alguma medida, eh, obviamente não são todas, mas tá, mas existe eh, irregularidades nas práticas de em diversas práticas de algumas redes de poste de gasolina. a gente entende que ex vai passar a ter uma fiscalização maior do setor eh em relação a isso.
Se isso acontecer, a gente entende que tem espaço para as grandes redes eh ganharem participação de mercado, ganharem market share, eh por conta disso. E aí, evidentemente, a Vibra, que é dona dos postos BR, e vai começar, assim como a a Ultra, que é dona dos postos Ipiranga e a raiz em que a dona dos postos Shell, eh, deve ter uma perspectiva boa, eh, de ganhar participação de mercado, tá? Então, a gente gosta da tese.
Por fim, a gente tirou Curi, colocou o Marco Polo. A Marco Polo é uma empresa que a gente tem uma perspectiva eh bastante favorável. a gente vê eh bons pontos de demanda, tanto no mercado interno quanto no mercado internacional.
Quando a gente olha pro mercado internacional, grande parte da concorrência, Marco Polo tá em situação eh financeira mais difícil, com margem mais complicada, alavancagem mais alta. Então, a gente entende que aqui tem espaço pra empresa ganhar market share eh no mercado internacional, ao mesmo tempo que no mercado doméstico a gente vê boas perspectivas de margem. Então, a nossa perspectiva de rentabilidade eh para Marco Polo, eh, ela é principalmente eh favorável.
a gente também, ou melhor, a gente diante dessa dessa nossa eh percepção a respeito da Marco Polo, a gente vê também eh taxas de retorno ou melhor retornos esperados interessantes pra empresa. A gente vê, por exemplo, dividend y de é quase 8% pra empresa, o que é bastante relevante pro setor. E a gente vê múltiplos interessantes, tá?
O Marco Paulo deve estar negociando a a algo próximo da casa de eh seis vezes eh preço lucro para 2025, que na nossa concepção é barato e e pode despertar, pode trigar aí eh um um rerate, né, que é quando o múltiplo sobe, tá? Então, foram essas as trocas que a gente fez na Top Five. Aí, como eu mencionei, eh, a Marco Polo, que tá com uma boa perspectiva de dividendos, a gente também colocou ela na carteira eh dividendos no lugar de Santander, tá?
Santander e o setor de bancos como um todo, a gente acha que tem menos espaço agora para continuar andando. É um setor que já andou bastante eh desde o começo do ano. O Santander tem tido uma performance eh operacional super boa.
Eh, tem sido super diligente, tem sido eh super bem feita a parte de política de concessão de crédito do banco, mas a gente acha que no valation que ele tá hoje deve est aí próximo de uma vez, uma vez, um ponto uma vez, eh, o preço sobre o valor patrimonial. Eh, a gente não entende que tem grandes espaços para você ter eh uma continuidade da valorização desse papel, ainda que, como eu mencionei, a a performance operacional, dinâmica operacional esteja vivendo um bom momento. Eh, e na Small Caps, a gente fez uma troca dentro do setor de bens de capital, também colocando Marco Polo e tirando a Tegma, tá?
Marco Polo pelos motivos que eu já expliquei quando eu falei sobre ela no Top Five. E a TAGMA é uma empresa que a gente ainda tem uma visão eh principalmente eh positiva, mas a gente entende que no relativo versus o mês passado, a tese ficou um pouco menos interessante, eh ainda que a gente ainda tenha uma visão, uma visão positiva, uma empresa que vai pagar dividendo aí na casa de 10, 11%. Então é interessante, mas a gente eh resolveu tirá-lo para colocar Marco Polo, que na nossa visão tem mais espaço para para valorização também.
é um papel mais líquido, a gente vê uma maior possibilidade da entrada do investidor institucional com mais força. Então, é, a nossa visão, ela é relativamente mais favorável para para Marco Polo, ainda que não seja negativa para pra Tegma. Tá, tá ótimo.
Fico à disposição. Se se a se os telespectadores tiverem perguntas aí. Tem algumas coisas, sim, Matias.
É, primeiro assim, acho que é um pouco raro a gente ver a dividendos emorca a top five, né? O que que explicou um pouco dessa diferença bem grande que a dividenda tem, não só sobre BOV, mas também das até as outras carteiras que foram bem mais dividendas realmente se destacando aí no ano. É, é, não, dividend está com uma performance muito boa.
Eh, aqui tem bastante a ver com alguns nomes em específico, tá? Tá, Lucas. É, e e de novo, essas são carteiras que t apenas cinco nomes.
O que é o o que faz delas o que faz dela é uma carteira bastante concentrada. Desses cinco nomes, a gente tem desde o começo do ano, salvo engano, tá? É a tá aqui, ó, aura é a 31/10 de 24 vocês colocaram e direcional e exatamente esses dois papéis que eu ia destacar aqui, perin são dois papéis que tiveram alta muito expressiva desde o começo do ano, tá?
Vamos ver. A aura tá com uma alta que é de mais de agora 88%. 88% é direcional 62.
Então só elas aí já deram a rentabilidade praticamente. Exatamente. Então a carteira de dividendos tem sido puxada por esses dois papéis que são papéis mais eh mais com com eh com mais beta, né?
como a gente fala, e que mais que mesmo assim tem eh retornos de dividendos bastante altos. A direcional ainda, a direcional, por exemplo, ainda depois dessa alta super expressiva, aí deve pagar alguma coisa na casa de 10, 11% de dividendos esse ano, o que é bastante, vou falar uma coisa, eu vou lembrar ele aqui. Vocês juntaram a fome com a vontade de comer, viu?
Isso é exato. Pronto, acertaram mão cheia. Parabéns.
Obrigado, Pina. Obrigado. Um segundo ponto aqui, Matias, é que a gente viu uma valorização de bolsa bastante expressiva ali por 140.
000 pontos, como você trouxe até no título do relatório, é fluxo. Eh, eu vou dei uma mudada na pergunta aqui, mas só para deixar um pouco mais, eu vou contar uma historinha maior, mas isso às vezes é chamado de hoty, né? que é aquele dinheiro que entra rápido, mas também sai rápido.
É bem previsível e não sei se dá muito para contar com ele entrando também nos próximos meses. Na visão de vocês, eh, a gente claramente, isso dá para checar, já a gente teve um bom mês e bons dons meses por contrafo, isso deve continuar pra frente ou não? Tá, que acho que é o grande X da pergunta, né?
Assim, a pergunta não é fácil, mas tá. Eh, eu acho o seguinte, eh, como eu destaquei na minha fala quando tá falando do do cenário, existia uma locação que era excessivamente concentrada eh nos Estados Unidos, tá? Por todo um fenômeno macroeconômico que a gente viu, que era a economia americana performando consideravelmente melhor do que as outras.
Eh, o que a gente tá vendo agora é uma tendência de normalização eh do peso relativo dos países nas carteiras dos grandes investidores institucionais estrangeiros. Então, eh, nesse sentido, eu não acho que seja uma coisa do tipo, ah, não, porque o dinheiro ele deve, eh, voltar pros Estados Unidos muito em breve ou coisa do tipo. Eh, então esse aqui é um ponto relevante de destacar e de deixar bem claro para quem nos assiste, ou seja, não deve sair.
É, é, não deve sair. ao mesmo tempo que quando a gente olha eh para pros fundamentos da nossa economia, né, aqui a gente não viu grandes mudanças nesse ano, sendo que a gente já tem uma bolsa aí cerca de 15% ou 13 12% mais cara desde o começo do ano, ao mesmo tempo que a gente teve também uma valorização do real. Então quando o gringo ele olha pro Brasil, ele vai ver uma valorização ainda mais expressiva, porque ele também coloca a variação cambial.
Então, a bolsa brasileira pro gringo hoje tá algo como 20 25% eh mais cara e do que tava no começo do ano. 23 e 13 da bolsa. 10 dólar, 13 conta simples aqui, semu correto, juros sobre juros, tá um pouquinho e ordem dá dá por aí.
Quase 23. 23. Enquanto você fala, eu tô calculando tudo aqui.
Tá aqui, ó, fazendo as contas. assistência em tempo real, né? Inclusive você acertou aquela conta de cabeça do comecinho, né?
Interrompor é isso. Fico com medo de errar. Fiquei com medo de errar.
Mas eu eu acho que é por aí, tá? O raciocínio, né? Pra pessoa que que nos fez essa pergunta.
A gente eh não acha que deve sair, mas a gente entende que o fluxo eh de entrada ele talvez eh seja reduzido, tá? Em outras palavras, a gente não acha que tem um upside tão grande daqui pra frente como a valoração que a gente viu eh desde o começo do ano. Então, é ainda que a gente tenha uma visão eh a gente até final do ano passado a gente vinha com uma visão mais cautelosa paraa bolsa.
Hoje a gente tem uma visão mais neutra, digamos assim, eh mais eh o espaço para uma valorização tão expressiva, especialmente quando você olha para setores domésticos, como por exemplo, o setor de educação, eh, que já andou quase 100% no ano, a gente não acha que que tem espaço tão relevante. 170 cogna, né? a gente não acha que essa esse espaço ele vai ser indefinidamente tão grande para continuar para continuar subindo e 100% dux, né?
São altos muito expressivos que que eram papéis muito amassados no final do ano passado, né? Quando a gente tinha um cenário eh consideravelmente pessimista paraa bolsa, acho que eu posso colocar assim. Eh, eram papéis com valations muito amassados e tiveram boas bom bons resultados do primeiro tri.
Então isso também corrobora para que para essa performance interessante. Deixa eu só dar uma uma atualizada aqui, porque eu atualizei meu chat, eu percebi que eu tava uns 20 minutos atrasado aqui nas perguntas. Deixa eu ver se tem mais.
Eh, aí tem a pergunta do Jorge. Se aqui já foi setor de bancos. Não é isso aí.
Tem mais pergunta de ativo, mas pro Matias a gente passou por tudo. Fechado. Obrigado pessoal por me receber.
Obrigado. Valeu, Perina. Valeu, é isso aí.
Até o próximo. Pró. Gostou desse vídeo?
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