Narrativas compartilhadas tem o prazer de ouvir hoje a história de Elva Cristiane de Oliveira Fernando Lopes. A história é óbvia: foi aluna minha, querida aluna do Colégio Aeroviário, que era, na época, a escola municipal de 1º e 2º graus Getúlio Vargas. Ela foi minha aluna do ensino médio, que na época era chamado de colegial, e também participou da peça teatral "Morte e Vida Severina" no festival interno de teatro de Vargas.
A característica básica desta peça foi a turma da sala de aula que se juntou todo dia para montar essa peça e se apresentar no teatro. Daquilo, nasce uma amizade que eles mantêm até hoje. Então, Elva vai contar um pouquinho dessa passagem dela do Getúlio e da experiência anterior dela na educação.
Logo em seguida, ela vai falar a respeito das atividades que realizaram. É um prazer enorme compartilhar isso conosco, que hoje é muito importante. Uma delícia!
Passaram-se muitos anos e foi em 1985 que nós fizemos isso; foram os anos de 75 e 86. Mas você deve entender que foi bastante tempo de Getúlio Vargas. Então, conta para nós um pouquinho da sua linha da história.
Então, você já falou dela no meio, e eu entrei na escola, na verdade, com seis anos de idade para fazer o pré. Revela-se que eu fiquei até o 2º grau, sendo que no primeiro ano eu estou marcada em todo mundo até hoje. Depois, fui para outra escola da cidade para concluir o colegial, que na época já era direcionado para o vestibular.
Saí e fiz faculdade de direito. O que eu posso dizer e lembrar é que realmente toda a minha sala participou, na grande maioria, né? Alguns alunos não foram, mas a gente fez um elo de amizade muito forte que ficou marcado.
Praticamente, até hoje, a gente mantém contato com alguns por causa da peça. Para mim, especialmente, a peça foi o primeiro contato que eu tive com teatro. Lembro que os exercícios que fizemos durante os ensaios e toda aquela parte teatral foram muito interessantes, porque foi uma escola, né?
Para desinibição. Acredito que me lembro de uma reunião em que você colocou os alunos um perto do outro e pediu para fecharem os olhos e tocarem as outras pessoas. Isso para mim foi muito marcante, porque eu era jovem, uma criança.
Eu não tinha a noção de tocar um estranho. Naquele momento, parecia que éramos apenas da mesma família. A ideia de que não ia acontecer nada foi um pouco diferente.
E, às vezes na vida, isso acontece sim. Eu te falo que trabalhar na área fez com que eu passasse a conhecer pessoas que nunca vi anteriormente. Isso foi algo que me marcou.
Na verdade, o exercício só de toque, do rosto, dos ombros e das mãos foi bem diferente, porque eu já tinha vindo daquela idade de 14 anos. A peça foi muito legal e eu acho interessante mencionar que ganhamos o festival, o que foi muito prazeroso, porque trabalhamos muito por isso. No final, foi uma grande vitória para todos nós.
A amizade do pessoal da união ficou mesmo. Eu acho que uma lição importante é que também tem todo um contexto da literatura, que não se limita a esta peça, mas que durante as aulas realizávamos várias atividades, incluindo leitura de poemas. Na hora, a gente não concebia, mas depois, ao longo da vida, vemos os efeitos.
Gostar de ler é uma coisa que eu gosto bastante. Às vezes, não leio tanto quanto gostaria, pela correria do dia a dia, mas é uma coisa que aprendi e que me trouxe muito. Hoje sou na vida pessoal, casada pela segunda vez.
Fiquei viúva do meu primeiro casamento e trabalho nessa empresa de material cirúrgico, especificamente com coluna. Inclusive, agora, não tenho que atender uma agência de correio. Faz parte, né?
Você conhece a minha trajetória. Na época, vocês fizeram a peça e se reuniram para fazer uma leitura. Depois, em cinema e teatro, foi incrível.
Meu primeiro contato com a arte me fez sentir importante. Fizemos um círculo no teatro da escola, reunindo todos para ler o texto. Foquei nos atores e personagens.
Dar vida a tudo isso foi bastante trabalho, o que imagino que seja complicado. Você organizou várias sessões de leitura. Depois, começamos a nos posicionar no palco e trabalhar a entonação de voz.
É uma tarefa complicada, porque estava eu lá embaixo falando, e precisava lembrar que havia outra pessoa na plateia. Essas emoções que você foi passando para a gente foram muito legais. Dá conta, né?
Porque o ator falou daquele jeito. Não é tão alto, no índice, começa a perceber que o profissional é porque há também quem assumiu a liderança do grupo. E hoje, a gente que foi o Mário, Mário, Mário que foi à Gustava, tipo, ela é o diretor, quer que ela também não tinha experiência de ter a aprovação.
Era do nosso diretor, né? Na verdade, ela só dá orientação e você está fazendo. E no Milan, ditou, mas ele sabe que tudo o que acontecer, a gente tenha uma luta no mar, que quero, mas eu caí no chão.
Numa área, a bola ficou pronta. O que era? Ele era bem acolhedor do mundo.
Então, tudo que eu queria te ver, problema em casa, a gente lava tomate por dia. E aí, vocês têm um grupo até hoje. Então, na verdade, algumas pessoas a gente acaba conhecendo, é encontrando.
O meu encontro com os médicos é que também estavam lá no estoque, mas o grupo nasceu o mais forte agora pelo teatro. Mestre, pra gente fazer esse encontro. Não teve tantos anos a morte de julho e aí, tem gente no grupo que consegue colocar, fala, sei lá, atrás, buscando estar na memória ainda.
Infelizmente, não é a minha. Eu esqueci a minha hora, eu não consegui comemorar, mas a maioria está na Terra de Dengue. Interessante também, eu sou aquele lá na época, eu consegui verificar se há alunos que a gente imaginava que a Sida também entendeu.
Porque, como isso é uma coisa dentro, é um cabelo interior da pessoa. A pessoa, seja quem fala baixo, que não ia dar conta do texto, se saíram muito bem nela. Chance é um tipo de câncer revelado.
É verdade, é exatamente isso. Com essa boa, bom, você passou por que, então, projeto junto desde a pré-escola, então, né? Sim.
Pois bem, em todas as áreas. Então, o quanto a Cimpor foi o Getúlio para a sua vida? É.
O jeito é super marcante na minha vida, né? Porque não frequentei na barriga da minha mãe 16 países, onde ela estudou no Getúlio. De informação também de professor básico, necklace no bar fundamental, na história pessoal.
E aí, ela foi fazer contabilidade em outra escola, técnico em contabilidade. Depois, ela voltou. Depois de casada, ela voltou a fazer magistério.
Aí, ela ficou grávida da minha irmã, que é um ano e três meses de diferença. Fiz o magistério um ano, como irmão, barriga passou outro ano. No último, ela estava grávida.
A emenda foi, então já foi feito título de nada bem. Na infância, fez a formação no verão. Então, depois eu fiquei, continuei no Getúlio e eu achava sempre, gostei muito.
Mas achei uma escola excelente naquela época, não falar. Naquele tempo, era a escola pública melhor da cidade, com certeza. Todos, contínuo, todo mundo sabia.
E amizade é muito, amizades que a gente treina muito bem. A formação mesmo se torna realmente um patinho fundamental. Não acho que de todas as pessoas, não só de mim, a minha foi o retorno melhor que a escola para cada um, né?
Para isso é realmente muito tempo e dinheiro. O bebê está acontecendo. E aí, pra fechar, fala uma coisa que você queira dizer, uma vez, e tem vontade de dizer pra todos nós.
A novidade do Santos e agradecer esse convite, né? E falar da minha admiração por você. Mas não é uma relação de seda, não, mas realmente, professor, você é vocacionado para o que você faz, né?
E isso eu acho muito bonito e muito importante. Então, não é um professor que passou na minha vida. É o professor que ficou na minha vida, né?
Dentre outros também, né? Então é isso aí, eu queria dar parabéns. E olha, se serve de exemplo, porque 34 anos depois ainda está estudando.
Isso não é pra poder, mas vocês são muito importantes e sempre foram muito importantes. Passaram por lá, fizeram história e, por causa disso, a dedicação de vocês, né? Agora, um deles, vocês nele, vocês me amam, né?
É uma atividade que vocês faziam. Então, eu acho que é muito importante nessa vontade de fazer e fazer bem feito. Você precisa.
. . Nem eu sei que você vive, mas eu acho que porque cinema, com o colchão, muito sucesso em tudo, também foi assinada por Lula.
Foi mais um encontro. Não só vou adorar ligado. E pra vocês, até por exemplo, e até a próxima.